When The Night Comes
Olaaaaa!!!
Aqui está o segundo cap.!! Espero que gostem!
2º capitulo – Jumping by the window (saltando pela janela)
No capitulo anterior…
- Não precisamos de mais memórias Tomoyo! – corta Memi. – Eu vou mas é… - quando se preparava para levantar…
…
PLOF
O ramo parte-se.
- Au.
…
*2º capitulo*
Meimi estava estatelada no chão, o ramo não aguentara mais tempo.
- Socorro, não sinto as pernas – diz a rapariga com a voz fraca.
- Se tu não sentes as pernas imagina eu depois de cair ainda ter de levar contigo em cima. – resmunga Tomoyo, enquanto todas se levantam dolorosamente, ouvindo alguns ossos a estalarem.
- A árvore até nem era muito alta… - desculpa-se Meimi olhando para a enorme árvore de três metros com alguns galhos partidos.
- Agora podem começar a rezar para que ninguém nos tenha ouvido!!
- Pelo menos serviu para pôr a Tomoyo a mexer. – diz Sakura dando uma palmadinha de felicitações nas costas de Meimi.
Um movimento estranho num arbusto não muito longe delas alerta as raparigas, que se põem a olhar umas para as outras aterrorizadas.
- É ele… nós acordámos o tipo… - diz Sakura recordando os traumas.
Do arbusto salta um enorme animal preto com uma risca branca a percorrer-lhe o focinho com o pelo espetado. O seu tamanho era grande para a espécie, mas mesmo assim não deixava de ter a altura de uma gatinho, facto que parecia passar despercebido ás três jovens apavoradas.
- Sakura!! – grita Tomoyo. A rapariga de olhos verdes acente e tira a pequena chave em forma de estrela de dentro da gola. Depois de dizer algumas palavras, a chave transforma-se num bastão cor-de-rosa.
- Salto! – diz a jovem depois de se agarrar a Tomoyo e de lançar a carta ao ar. Umas asinhas aparecem nas suas botas e Sakura dá um enorme salto até metade do jardim saindo do encalço do texugo. Quando aterra olha para trás, e dá uma piscadela para Meimi, como quem diz ‘Sabes o que tens a fazer’. Volta-se novamente para Tomoyo. – Quem é que tem uma besta destas no jardim? Nem no jardim zoológico quanto mais numa mansão!
- Repetes isso todos os dias Sakura… Agora vamos!! – Tomoyo agarra-se novamente a Sakura e pulam as duas até ao telhado.
Lá em cima podia-se sentir o vento agreste de Inverno de gelar os ossos.
A rapariga de cabelos negros aproxima-se da beira do telhado e olha para baixo, deparando-se com uma janela. Sakura distraída a apreciar o show feito por Meimi no jardim, nem repara na outra rapariga a saltar o telhado e a pousar no ombral da janela mais próxima que estava a observar á uns segundos.
- Sakuraaaa! Sakuraaaaaaaa!! – chama Tomoyo em voz baixa ao aperceber-se que estava sozinha. Liga o intercomunicador que tinha ao ouvido. – Sakuraaaaaaaaa!!
- Sim? Onde estás?? – naquele momento Tomoyo teve vontade de subir e estrangulá-la com as próprias mãos, mas isso ficaria para mais tarde.
- Vai até á beira do telhado e olha para baixo!!
Sakura assim o fez e encontrou Tomoyo.
- Preciso que abras a janela!! Mas mal abrires o trinco, não toques mais nas janelas senão accionas o alarme. – pediu a rapariga no ombral. – Mas cuidado, senão eu caio daqui a baixo!!
- Ok! – Sakura invoca a carta Flutuação, e consegue chegar ao trinco. – Já está!
- Óptimo! – Tomoyo movimenta-se cautelosamente no pouco espaço que tinha devido ás janelas agora estarem abertas. A jovem transpõe a portinha de uma das janelas e retira um objecto que parecia um espelho e uma tesourinha de dentro da mochila. Entrega a tesourinha a Sakura. – Não te esqueças, tens que cortar o azul. – Sakura acente e voa até á entrada da mansão.
- Flashback –
1 semana antes da investida.
19:38 h
- Eu do telhado vou pousar aqui. – diz Tomoyo apontando para um mapa que mostrava a fachada da mansão. O seu dedo indicava uma janela bastante perto do telhado. – Eu estive a ver o tipo de sistema de alarme da casa, e todas as janelas têm uns feixes invisíveis perto do ombral (assim como os da porta de entrada). Uma vez que a janela esteja aberta, se alguém entrar por aí e accionar algum desses feixes, o sistema de alarme tranca toda a casa com uma espécie de barras de ferro e chama a policia, que chega em menos de 2 minutos.
- Então como entramos sem usar magia? – Pergunta Meimi.
- Bom… enquanto analisava o sistema dos alarmes, reparei que cada feixe não é independente, o que faz que se tu violares um deles, sejas qual for o ponto da casa, é tudo completamente trancado, como era de esperar. Então…
- Então… esses feixes devem ser controlados de algum ponto da casa que possa ter ligação com todos eles… certo?
- Exacto Meimi!! É por aí que se transmite o sinal á policia caso o que eu disse á bocado acontecer.
- Então, onde é esse ‘ponto de ligação’? – intervém Sakura.
- Segundo o mapa fica… na caixa do correio.
- Na caixa do correio??
- Sim, provavelmente dentro de casa seria a escolha mais lógica, e apesar de na caixa do correio estar um pouco vulnerável, nunca passaria pela cabeça de um criminoso ir ver lá, certo?
- Tem a sua lógica… Então eu vou ter que ir à caixa do correio enquanto tu estás no ombral da janela 12…e?
- Tu Sakura, quando chegares lá vais encontrar um dispositivo pequeno com uma embrulhada de fios. O que tens que fazer é cortar o azul claro, que é o da transmissão da parte norte da mansão.
- É assim tão fácil??
- Não… uma vez o fio cortado tenho exactamente 3 segundos para colocar este espelho a intersectar os feixes, que os vai reflectir de novo na parede e nos dar uma passagem para entrar, até que o sistema retorne a receber informações por meio de outra janela. Tudo entendido?
- Fim de Flashback -
- O fio azul claro, o fio azul claro… - repetia Sakura para si mesma, enquanto analisava a parte de baixo da caixa do correio. – Achei-te!! – exclamou vitoriosa.
Vira-se para Tomoyo, que a esperava lá ao fundo. Teve alguma dificuldade em distingui-la no meio de tanta escuridão, e quase se distraiu novamente ao ver um grupo de texugas cor de rosa a dançar o ‘Can Can’ lideradas por Meimi, que era seguida pelo enorme texugo encantado pelas texuguinhas que saltavam do chapéu da rapariga.
Acenou para Tomoyo com uma mão, enquanto que com a outra dirigia a tesourinha para o fio azul claro, rezando a todos os santinhos que conhecia para que tudo desse certo.
Fechou os olhos e cortou o fio.
Tcharam... será que Sakura cortará o fio certo...? xP
Aqui está o segundo cap.!! Espero que gostem!

2º capitulo – Jumping by the window (saltando pela janela)
No capitulo anterior…
- Não precisamos de mais memórias Tomoyo! – corta Memi. – Eu vou mas é… - quando se preparava para levantar…
…
PLOF
O ramo parte-se.
- Au.
…
*2º capitulo*
Meimi estava estatelada no chão, o ramo não aguentara mais tempo.
- Socorro, não sinto as pernas – diz a rapariga com a voz fraca.
- Se tu não sentes as pernas imagina eu depois de cair ainda ter de levar contigo em cima. – resmunga Tomoyo, enquanto todas se levantam dolorosamente, ouvindo alguns ossos a estalarem.
- A árvore até nem era muito alta… - desculpa-se Meimi olhando para a enorme árvore de três metros com alguns galhos partidos.
- Agora podem começar a rezar para que ninguém nos tenha ouvido!!
- Pelo menos serviu para pôr a Tomoyo a mexer. – diz Sakura dando uma palmadinha de felicitações nas costas de Meimi.
Um movimento estranho num arbusto não muito longe delas alerta as raparigas, que se põem a olhar umas para as outras aterrorizadas.
- É ele… nós acordámos o tipo… - diz Sakura recordando os traumas.
Do arbusto salta um enorme animal preto com uma risca branca a percorrer-lhe o focinho com o pelo espetado. O seu tamanho era grande para a espécie, mas mesmo assim não deixava de ter a altura de uma gatinho, facto que parecia passar despercebido ás três jovens apavoradas.
- Sakura!! – grita Tomoyo. A rapariga de olhos verdes acente e tira a pequena chave em forma de estrela de dentro da gola. Depois de dizer algumas palavras, a chave transforma-se num bastão cor-de-rosa.
- Salto! – diz a jovem depois de se agarrar a Tomoyo e de lançar a carta ao ar. Umas asinhas aparecem nas suas botas e Sakura dá um enorme salto até metade do jardim saindo do encalço do texugo. Quando aterra olha para trás, e dá uma piscadela para Meimi, como quem diz ‘Sabes o que tens a fazer’. Volta-se novamente para Tomoyo. – Quem é que tem uma besta destas no jardim? Nem no jardim zoológico quanto mais numa mansão!
- Repetes isso todos os dias Sakura… Agora vamos!! – Tomoyo agarra-se novamente a Sakura e pulam as duas até ao telhado.
Lá em cima podia-se sentir o vento agreste de Inverno de gelar os ossos.
A rapariga de cabelos negros aproxima-se da beira do telhado e olha para baixo, deparando-se com uma janela. Sakura distraída a apreciar o show feito por Meimi no jardim, nem repara na outra rapariga a saltar o telhado e a pousar no ombral da janela mais próxima que estava a observar á uns segundos.
- Sakuraaaa! Sakuraaaaaaaa!! – chama Tomoyo em voz baixa ao aperceber-se que estava sozinha. Liga o intercomunicador que tinha ao ouvido. – Sakuraaaaaaaaa!!
- Sim? Onde estás?? – naquele momento Tomoyo teve vontade de subir e estrangulá-la com as próprias mãos, mas isso ficaria para mais tarde.
- Vai até á beira do telhado e olha para baixo!!
Sakura assim o fez e encontrou Tomoyo.
- Preciso que abras a janela!! Mas mal abrires o trinco, não toques mais nas janelas senão accionas o alarme. – pediu a rapariga no ombral. – Mas cuidado, senão eu caio daqui a baixo!!
- Ok! – Sakura invoca a carta Flutuação, e consegue chegar ao trinco. – Já está!
- Óptimo! – Tomoyo movimenta-se cautelosamente no pouco espaço que tinha devido ás janelas agora estarem abertas. A jovem transpõe a portinha de uma das janelas e retira um objecto que parecia um espelho e uma tesourinha de dentro da mochila. Entrega a tesourinha a Sakura. – Não te esqueças, tens que cortar o azul. – Sakura acente e voa até á entrada da mansão.
- Flashback –
1 semana antes da investida.
19:38 h
- Eu do telhado vou pousar aqui. – diz Tomoyo apontando para um mapa que mostrava a fachada da mansão. O seu dedo indicava uma janela bastante perto do telhado. – Eu estive a ver o tipo de sistema de alarme da casa, e todas as janelas têm uns feixes invisíveis perto do ombral (assim como os da porta de entrada). Uma vez que a janela esteja aberta, se alguém entrar por aí e accionar algum desses feixes, o sistema de alarme tranca toda a casa com uma espécie de barras de ferro e chama a policia, que chega em menos de 2 minutos.
- Então como entramos sem usar magia? – Pergunta Meimi.
- Bom… enquanto analisava o sistema dos alarmes, reparei que cada feixe não é independente, o que faz que se tu violares um deles, sejas qual for o ponto da casa, é tudo completamente trancado, como era de esperar. Então…
- Então… esses feixes devem ser controlados de algum ponto da casa que possa ter ligação com todos eles… certo?
- Exacto Meimi!! É por aí que se transmite o sinal á policia caso o que eu disse á bocado acontecer.
- Então, onde é esse ‘ponto de ligação’? – intervém Sakura.
- Segundo o mapa fica… na caixa do correio.
- Na caixa do correio??
- Sim, provavelmente dentro de casa seria a escolha mais lógica, e apesar de na caixa do correio estar um pouco vulnerável, nunca passaria pela cabeça de um criminoso ir ver lá, certo?
- Tem a sua lógica… Então eu vou ter que ir à caixa do correio enquanto tu estás no ombral da janela 12…e?
- Tu Sakura, quando chegares lá vais encontrar um dispositivo pequeno com uma embrulhada de fios. O que tens que fazer é cortar o azul claro, que é o da transmissão da parte norte da mansão.
- É assim tão fácil??
- Não… uma vez o fio cortado tenho exactamente 3 segundos para colocar este espelho a intersectar os feixes, que os vai reflectir de novo na parede e nos dar uma passagem para entrar, até que o sistema retorne a receber informações por meio de outra janela. Tudo entendido?
- Fim de Flashback -
- O fio azul claro, o fio azul claro… - repetia Sakura para si mesma, enquanto analisava a parte de baixo da caixa do correio. – Achei-te!! – exclamou vitoriosa.
Vira-se para Tomoyo, que a esperava lá ao fundo. Teve alguma dificuldade em distingui-la no meio de tanta escuridão, e quase se distraiu novamente ao ver um grupo de texugas cor de rosa a dançar o ‘Can Can’ lideradas por Meimi, que era seguida pelo enorme texugo encantado pelas texuguinhas que saltavam do chapéu da rapariga.
Acenou para Tomoyo com uma mão, enquanto que com a outra dirigia a tesourinha para o fio azul claro, rezando a todos os santinhos que conhecia para que tudo desse certo.
Fechou os olhos e cortou o fio.
Tcharam... será que Sakura cortará o fio certo...? xP
Aqui vai o próximo capítulo!!!!!
.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,..,.,.,.,..,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.
3º Capitulo – The Missing Camera (A câmara que falta)
No capitulo anterior…
Vira-se para Tomoyo, que a esperava lá ao fundo. Teve alguma dificuldade em distingui-la no meio de tanta escuridão, e quase se distraiu novamente ao ver um grupo de texugas cor de rosa a dançar o can can lideradas por Meimi, que era seguida pelo enorme texugo encantado pelas texuguinhas que saltavam do chapéu da rapariga.
Acenou para Tomoyo com uma mão, enquanto que com a outra dirigia a tesourinha para o fio azul claro, rezando a todos os santinhos que conhecia para que tudo desse certo.
Fechou os olhos e cortou o fio.
*3º Capitulo*
Com um clique a pequena tesoura faz com que todos os alarmes da parte norte da casa se desliguem automaticamente. Durante três segundos, a casa estava desprotegida a qualquer ladrão que resolvesse entrar. Tomoyo, o mais depressa que conseguiu, Saltou pelo parapeito da janela, colocando um pequeno espelho no local onde passava o raio, fazendo assim com que ela pudesse passar livremente pelo corredor escuro.
Do lado de fora da casa, encontrava se Meimi, que estava encarregue de entreter o texugo até o plano estar concluído. Por algumas vezes quase que parecia que o texugo não era real, as expressões que ele fazia, os ruídos absurdos, e por vezes, apenas durante alguns segundos os olhos do animal mudavam de cor. Passavam de uma cor castanha escura para um vermelho robótico.
Dentro da sala principal, encontrava se uma casa extremamente rica, decorada com caros quadros e esculturas. Muitas das molduras as estavam enfeitadas com talha dourada, um motivo de decoração usada no tempo dos reis. Quaisquer ladrões comuns teriam ficado por ali, com todo este plano podiam sair dali extremamente ricas, mas não para estas três jovens. Existia uma peça em particular na qual elas estavam interessadas. Há muito que a procuravam… Teria chegado a hora finalmente…
Tomoyo sentiu Sakura aproximar-se de si novamente e fez sinal para ela não fazer barulho. Seguiu á frente e virou no corredor á direita que terminava com uma porta.
Do outro lado da daquela porta, rente ao chão, outro feixe-alarme estava pronto a disparar caso a porta se abrisse e lhe tocasse antes deste ser desactivado pelo aparelhozinho que estava no exterior. Sakura chegasse ao pé do aparelho que apresentava uma teclas, onde se escreveria uma determinada password que desactivaria o alarme que estava do outro lado, permitindo entrar na sala. Tira do bolso do pequeno casaco a uma carta e invoca-a. Uma fita vermelha sai da carta e depois de ouvir as instruções da rapariga, entra dentro do aparelho, que começa a dar uns apitos estranhos.
Sakura abre a porta, seguida por Tomoyo.
- Diz lá outra vez como é que conseguiste enganar o alarme. – Pede Tomoyo meia confusa.
- Disse á carta Laço para entrar no sistema e baralhar os ficheiros pondo-os numa ordem alterada e repetindo-os sucessivamente. Isso vai manter ali a quinquilharia
ocupada por uns tempos.
- Ah… - respondeu Tomoyo como quem diz “Boa, mas prefiro á maneira antiga.”
- Onde está a caixa? – Pergunta Sakura olhando para o escritório onde se encontravam.
- Provavelmente…ali – apontou para as gavetas da secretária, onde uma delas emitia um brilho anormal.
Era aquilo, tantos anos em busca dela e agora ali estava… Finalmente poderiam destruir o um dos objectos mais poderosos e perigosos na história da magia… Tudo aquilo não parecia realidade, tudo aquilo era como se fosse um sonho, como se a qualquer momento alguém chegasse lá e lhe pudesse roubar a caixa. Era por isso que era tão importante seguir o plano… não cometer erros… e levar a caixa.
No jardim, enquanto o texugo é enfeitiçado pelas dançarinas, Meimi observa mais uma vez o fenómeno de mudança de cor dos olhos do bicho. Intrigada, decide parar com o espectáculo.
- Será que ‘tá doente?? Com aqueles olhos mais parece um robô ou assim… Deves ter sido afectado pela estupidez do dono desta mansão! Onde é que já se viu por um guarda sonolento a guardar a entrada sem sequer ter câmaras no jardim nem pelo menos um rotweiller para afugentar os ladrões! É a isso que eu chamo burrice crónica!! Com tantas preciosidades dentro deste palacete e nem uma câmara exterior pelo que nós analisámos… - o animal assistia ao seu discurso com atenção, e mais uma vez os seus olhos piscaram de cor diferente, fazendo como que uma luzinha se acendesse dentro da cabeça da ruiva. – A não ser que… - a expressão de Meimi altera-se ao descobrir uma verdade que punha em causa toda a missão. – …Pusessem uma câmara disfarçada no jardim, que pudesse filmar tudo o que se passa-se sem levantar a mínima suspeita…
*Flashback* (devem estar a achar… ‘possa esta fic ta cheia de flashbacks’… nos também achamos lol
mas é necessário para vocês compreenderem melhor o porquê das coisas… prossigam a vossa leitura…)
12:00
Dia da investida (verificação das câmaras)
- Tomoyo!!!
- Olá Sakura! Sabes quando é que a Meimi vem? Já está a demorar muito.
- Aí vem ela!! Meimi aqui!!!! – Diz Sakura esbracejando energicamente.
A descer em dois balões vinha Meimi, tinha aproveitado para ir dar uma volta á casa para ver se não existia nada que interferisse com o plano e também á procura de uma árvore forte e segura para quando chega se a hora pudessem rever o plano aí.
- Bem agora que já aqui estamos todas… - começa Tomoyo – vamos verificar as câmaras. Para as controlarmos temos de pôr um chip como este… – mostra um quadrado do tamanho de uma joaninha – em cada câmara. Isto vai-nos dar o controlo do que eles vêm na sala de vídeos. Durante a noite passada as câmaras ficaram a filmar uma noite tranquila...e a cassete que eles viram… – diz tirando-a da mala – vai ser a que eles vão ver esta noite. É como se ficássemos invisíveis.
- Como se não acontecesse se nada? – Pergunta Sakura.
- Exacto! Mas para isso não nos pode escapar nenhuma câmara. Segundo este mapa existem cerca de 30 câmaras espalhadas pela casa, temos de pôr um chip em cada um delas. Eu fico com as câmaras nº1 a 10, Sakura, tu ficas com as câmaras da 11º á 20º, e a Meimi vai ficar com as da 21º á 30º. Percebido?
- Sim!!! – Disseram elas rindo, Tomoyo parecia um sargento.
- Cada uma vai levar um mapa para saber onde estão as câmaras…
*Fim de flashback*
Meimi ficou aterrorizada. Para além de as terem filmado a roubar… tinham sido gravadas a fazer magia. O que fariam agora?
A primeira ideia que passou pela cabeça de Meimi foi destruir o robô. Fez um movimento brusco com a sua varinha e uma lâmina invisível cortou o ar, partindo a câmara em dois. Mas algo mais forte resiste. Quando a câmara se parte, revela-se um pequeno ecrã a dizer… Enviando vídeo.
O que Meimi mais temia estava a acontecer, provavelmente o vídeo estava a ser enviado para uma parte da casa onde se encontravam ecrãs com imagens de todas as câmaras da casa. Apesar de terem conseguido controlar todas as câmaras, tinha lhes faltado sempre uma…
.,.,.,.,.,.,.,..,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,..,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,
O que será que vão fazer agora? Conseguiram recuperar o vídeo?
.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,..,.,.,.,..,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.
3º Capitulo – The Missing Camera (A câmara que falta)
No capitulo anterior…
Vira-se para Tomoyo, que a esperava lá ao fundo. Teve alguma dificuldade em distingui-la no meio de tanta escuridão, e quase se distraiu novamente ao ver um grupo de texugas cor de rosa a dançar o can can lideradas por Meimi, que era seguida pelo enorme texugo encantado pelas texuguinhas que saltavam do chapéu da rapariga.
Acenou para Tomoyo com uma mão, enquanto que com a outra dirigia a tesourinha para o fio azul claro, rezando a todos os santinhos que conhecia para que tudo desse certo.
Fechou os olhos e cortou o fio.
*3º Capitulo*
Com um clique a pequena tesoura faz com que todos os alarmes da parte norte da casa se desliguem automaticamente. Durante três segundos, a casa estava desprotegida a qualquer ladrão que resolvesse entrar. Tomoyo, o mais depressa que conseguiu, Saltou pelo parapeito da janela, colocando um pequeno espelho no local onde passava o raio, fazendo assim com que ela pudesse passar livremente pelo corredor escuro.
Do lado de fora da casa, encontrava se Meimi, que estava encarregue de entreter o texugo até o plano estar concluído. Por algumas vezes quase que parecia que o texugo não era real, as expressões que ele fazia, os ruídos absurdos, e por vezes, apenas durante alguns segundos os olhos do animal mudavam de cor. Passavam de uma cor castanha escura para um vermelho robótico.
Dentro da sala principal, encontrava se uma casa extremamente rica, decorada com caros quadros e esculturas. Muitas das molduras as estavam enfeitadas com talha dourada, um motivo de decoração usada no tempo dos reis. Quaisquer ladrões comuns teriam ficado por ali, com todo este plano podiam sair dali extremamente ricas, mas não para estas três jovens. Existia uma peça em particular na qual elas estavam interessadas. Há muito que a procuravam… Teria chegado a hora finalmente…
Tomoyo sentiu Sakura aproximar-se de si novamente e fez sinal para ela não fazer barulho. Seguiu á frente e virou no corredor á direita que terminava com uma porta.
Do outro lado da daquela porta, rente ao chão, outro feixe-alarme estava pronto a disparar caso a porta se abrisse e lhe tocasse antes deste ser desactivado pelo aparelhozinho que estava no exterior. Sakura chegasse ao pé do aparelho que apresentava uma teclas, onde se escreveria uma determinada password que desactivaria o alarme que estava do outro lado, permitindo entrar na sala. Tira do bolso do pequeno casaco a uma carta e invoca-a. Uma fita vermelha sai da carta e depois de ouvir as instruções da rapariga, entra dentro do aparelho, que começa a dar uns apitos estranhos.
Sakura abre a porta, seguida por Tomoyo.
- Diz lá outra vez como é que conseguiste enganar o alarme. – Pede Tomoyo meia confusa.
- Disse á carta Laço para entrar no sistema e baralhar os ficheiros pondo-os numa ordem alterada e repetindo-os sucessivamente. Isso vai manter ali a quinquilharia
ocupada por uns tempos.
- Ah… - respondeu Tomoyo como quem diz “Boa, mas prefiro á maneira antiga.”
- Onde está a caixa? – Pergunta Sakura olhando para o escritório onde se encontravam.
- Provavelmente…ali – apontou para as gavetas da secretária, onde uma delas emitia um brilho anormal.
Era aquilo, tantos anos em busca dela e agora ali estava… Finalmente poderiam destruir o um dos objectos mais poderosos e perigosos na história da magia… Tudo aquilo não parecia realidade, tudo aquilo era como se fosse um sonho, como se a qualquer momento alguém chegasse lá e lhe pudesse roubar a caixa. Era por isso que era tão importante seguir o plano… não cometer erros… e levar a caixa.
No jardim, enquanto o texugo é enfeitiçado pelas dançarinas, Meimi observa mais uma vez o fenómeno de mudança de cor dos olhos do bicho. Intrigada, decide parar com o espectáculo.
- Será que ‘tá doente?? Com aqueles olhos mais parece um robô ou assim… Deves ter sido afectado pela estupidez do dono desta mansão! Onde é que já se viu por um guarda sonolento a guardar a entrada sem sequer ter câmaras no jardim nem pelo menos um rotweiller para afugentar os ladrões! É a isso que eu chamo burrice crónica!! Com tantas preciosidades dentro deste palacete e nem uma câmara exterior pelo que nós analisámos… - o animal assistia ao seu discurso com atenção, e mais uma vez os seus olhos piscaram de cor diferente, fazendo como que uma luzinha se acendesse dentro da cabeça da ruiva. – A não ser que… - a expressão de Meimi altera-se ao descobrir uma verdade que punha em causa toda a missão. – …Pusessem uma câmara disfarçada no jardim, que pudesse filmar tudo o que se passa-se sem levantar a mínima suspeita…
*Flashback* (devem estar a achar… ‘possa esta fic ta cheia de flashbacks’… nos também achamos lol
mas é necessário para vocês compreenderem melhor o porquê das coisas… prossigam a vossa leitura…)12:00
Dia da investida (verificação das câmaras)
- Tomoyo!!!
- Olá Sakura! Sabes quando é que a Meimi vem? Já está a demorar muito.
- Aí vem ela!! Meimi aqui!!!! – Diz Sakura esbracejando energicamente.
A descer em dois balões vinha Meimi, tinha aproveitado para ir dar uma volta á casa para ver se não existia nada que interferisse com o plano e também á procura de uma árvore forte e segura para quando chega se a hora pudessem rever o plano aí.
- Bem agora que já aqui estamos todas… - começa Tomoyo – vamos verificar as câmaras. Para as controlarmos temos de pôr um chip como este… – mostra um quadrado do tamanho de uma joaninha – em cada câmara. Isto vai-nos dar o controlo do que eles vêm na sala de vídeos. Durante a noite passada as câmaras ficaram a filmar uma noite tranquila...e a cassete que eles viram… – diz tirando-a da mala – vai ser a que eles vão ver esta noite. É como se ficássemos invisíveis.
- Como se não acontecesse se nada? – Pergunta Sakura.
- Exacto! Mas para isso não nos pode escapar nenhuma câmara. Segundo este mapa existem cerca de 30 câmaras espalhadas pela casa, temos de pôr um chip em cada um delas. Eu fico com as câmaras nº1 a 10, Sakura, tu ficas com as câmaras da 11º á 20º, e a Meimi vai ficar com as da 21º á 30º. Percebido?
- Sim!!! – Disseram elas rindo, Tomoyo parecia um sargento.
- Cada uma vai levar um mapa para saber onde estão as câmaras…
*Fim de flashback*
Meimi ficou aterrorizada. Para além de as terem filmado a roubar… tinham sido gravadas a fazer magia. O que fariam agora?
A primeira ideia que passou pela cabeça de Meimi foi destruir o robô. Fez um movimento brusco com a sua varinha e uma lâmina invisível cortou o ar, partindo a câmara em dois. Mas algo mais forte resiste. Quando a câmara se parte, revela-se um pequeno ecrã a dizer… Enviando vídeo.
O que Meimi mais temia estava a acontecer, provavelmente o vídeo estava a ser enviado para uma parte da casa onde se encontravam ecrãs com imagens de todas as câmaras da casa. Apesar de terem conseguido controlar todas as câmaras, tinha lhes faltado sempre uma…
.,.,.,.,.,.,.,..,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,..,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,
O que será que vão fazer agora? Conseguiram recuperar o vídeo?
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