uma outra vida
hihi aqui esta mais um cap.
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12º Capitulo
“Amor Inesperado”
1ªParte
Ami: O que me deu? Gonçalo eu acho que essa pergunta se aplica mais a ti.
Gonçalo: Mas a mim não me deu nada, quem acabou de ficar com a tua mão marcada na cara fui eu!
Ami: Não estou a falar do estalo que te dei, alias só fiz isso para ver se caias em ti mas pelos vistos isso não aconteceu, eu estou a falar da Bunny!
Gonçalo: Ami, por favor, deixa que as coisas se resolvam entre nós.
Ami: E quanto tempo achas que vai demorar essa resolução?
Gonçalo: o tempo que for preciso, as coisas haverão de se resolver.
Ami: Olha Gonçalo, faz o que quiseres, mas eu vou fazer os possíveis...
Lágrimas escorriam agora nos olhos de Ami.
Ami:... PARA NÃO VOLTAR A PERDER A MINHA AMIGA!!!
Gonçalo: Do que estás a falar?
Ami: Pela tua atitude, tu não queres saber, adeus Gonçalo!
Ami vai-se embora e começa a correr, estava triste, sentia-se magoada, não queria perder novamente a sua grande amiga. Ami tentava, agora, com muito esforço, olhar para onde estava a ir mas as lágrimas, que ainda não tinham parado de correr, não a deixavam ver, até que esbarra com alguém.
Ami: Desculpe, foi sem intenção!
Sem reparar com quem tinha esbarrado Ami prepara-se para voltar à sua correria.
Taiki: Ami! Espera!
Ami: Taiki!? Oh desculpa-me, estava distraída.
Taiki: Não faz mal, o que tens? Estás a chorar?!
Ami: Não é nada.
Taiki: Vá anda comigo eu levo-te a casa.
Ami: Obrigado Taiki!
No outro lado da cidade estava a Maria sentada num banco do Jardim da cidade, estava triste, pensativa.
Yatten: Olá!
Maria: Levanta a cabeça e esboça um pequeno sorriso forçado mas inocente.
Maria: Olá Yatten!
Yatten: Então conta lá aqui ao Yatten o que tens.
Maria: estou um pouco triste, só isso.
Yatten: Então porquê?
Maria: É que o Gonçalo e a Bunny acabaram.
Yatten: Então porquê?
Maria: Porque o teu querido amigo Seya beijou a Bunny e o Gonçalo viu tudo.
Yatten: Pois já suspeitava que ele fosse fazer uma coisa dessas.
Maria: A sério?
Yatten: Sim, ele não parava de dizer que a Bunny tinha de ser dele e coisas do género.
Maria: E agora vou perder a minha amiga, ela vai voltar para a América. Se ela não for do Gonçalo não é de mais ninguém, Yatten, o amor deles é enorme e lindo, eles estão destinados a ficar juntos, eles amam-se. E eu não a quero perder porque alguém decide acabar com o namoro deles os dois.
Maria começa, então, a chorar.
Yatten: Calma Maria! Vá lá, não chores, e se eu te propor aliarmo-nos para juntar eles os dois?
Maria: Oh Yatten, és tão querido!
Yatten levanta suavemente a cara dela, apesar de se conhecerem à pouco tempo, os dois já gostavam um do outro como se já se conhecessem à bastante tempo. As suas cara estavam cada vez mais próximas, os seus lábios cada vez mais próximos, mas quando os dois já se estavam quase a beijar Maria desvia a sua cara.
Maria: Yatten eu não posso...
Yatten: Eu sei desculpa! É que desde o primeiro dia que te vi, que algo de novo e forte nasceu dentro de mim.
Maria: Eu sei, também sinto o mesmo, mas eu namoro com o Mário, e eu não sou pessoa para fazer uma coisa destas.
Yatten: Mas o que sentes por ele?
Maria: Para ser sincera, neste momento, amizade e carinho.
Yatten não resiste e mesmo contra a vontade de Maria, beija-a repentinamente. Um beijo rápido, mas que para os dois parecia eterno.
Maria: Yatten!!
Yatten: Desculpa-me, fui um estúpido, mas é que eu amo-te Maria!
Maria: Não, não tens que te desculpar. Eu também te amo, se nos ama-mos, quem sou eu para impedir isto. Só tenho é que falar com o Mário e explicar-lhe isto tudo.
Os dois voltam a beijar-se e voltam a trocar juras de amor.
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12º Capitulo
“Amor Inesperado”
1ªParte
Ami: O que me deu? Gonçalo eu acho que essa pergunta se aplica mais a ti.
Gonçalo: Mas a mim não me deu nada, quem acabou de ficar com a tua mão marcada na cara fui eu!
Ami: Não estou a falar do estalo que te dei, alias só fiz isso para ver se caias em ti mas pelos vistos isso não aconteceu, eu estou a falar da Bunny!
Gonçalo: Ami, por favor, deixa que as coisas se resolvam entre nós.
Ami: E quanto tempo achas que vai demorar essa resolução?
Gonçalo: o tempo que for preciso, as coisas haverão de se resolver.
Ami: Olha Gonçalo, faz o que quiseres, mas eu vou fazer os possíveis...
Lágrimas escorriam agora nos olhos de Ami.
Ami:... PARA NÃO VOLTAR A PERDER A MINHA AMIGA!!!
Gonçalo: Do que estás a falar?
Ami: Pela tua atitude, tu não queres saber, adeus Gonçalo!
Ami vai-se embora e começa a correr, estava triste, sentia-se magoada, não queria perder novamente a sua grande amiga. Ami tentava, agora, com muito esforço, olhar para onde estava a ir mas as lágrimas, que ainda não tinham parado de correr, não a deixavam ver, até que esbarra com alguém.
Ami: Desculpe, foi sem intenção!
Sem reparar com quem tinha esbarrado Ami prepara-se para voltar à sua correria.
Taiki: Ami! Espera!
Ami: Taiki!? Oh desculpa-me, estava distraída.
Taiki: Não faz mal, o que tens? Estás a chorar?!
Ami: Não é nada.
Taiki: Vá anda comigo eu levo-te a casa.
Ami: Obrigado Taiki!
No outro lado da cidade estava a Maria sentada num banco do Jardim da cidade, estava triste, pensativa.
Yatten: Olá!
Maria: Levanta a cabeça e esboça um pequeno sorriso forçado mas inocente.
Maria: Olá Yatten!
Yatten: Então conta lá aqui ao Yatten o que tens.
Maria: estou um pouco triste, só isso.
Yatten: Então porquê?
Maria: É que o Gonçalo e a Bunny acabaram.
Yatten: Então porquê?
Maria: Porque o teu querido amigo Seya beijou a Bunny e o Gonçalo viu tudo.
Yatten: Pois já suspeitava que ele fosse fazer uma coisa dessas.
Maria: A sério?
Yatten: Sim, ele não parava de dizer que a Bunny tinha de ser dele e coisas do género.
Maria: E agora vou perder a minha amiga, ela vai voltar para a América. Se ela não for do Gonçalo não é de mais ninguém, Yatten, o amor deles é enorme e lindo, eles estão destinados a ficar juntos, eles amam-se. E eu não a quero perder porque alguém decide acabar com o namoro deles os dois.
Maria começa, então, a chorar.
Yatten: Calma Maria! Vá lá, não chores, e se eu te propor aliarmo-nos para juntar eles os dois?
Maria: Oh Yatten, és tão querido!
Yatten levanta suavemente a cara dela, apesar de se conhecerem à pouco tempo, os dois já gostavam um do outro como se já se conhecessem à bastante tempo. As suas cara estavam cada vez mais próximas, os seus lábios cada vez mais próximos, mas quando os dois já se estavam quase a beijar Maria desvia a sua cara.
Maria: Yatten eu não posso...
Yatten: Eu sei desculpa! É que desde o primeiro dia que te vi, que algo de novo e forte nasceu dentro de mim.
Maria: Eu sei, também sinto o mesmo, mas eu namoro com o Mário, e eu não sou pessoa para fazer uma coisa destas.
Yatten: Mas o que sentes por ele?
Maria: Para ser sincera, neste momento, amizade e carinho.
Yatten não resiste e mesmo contra a vontade de Maria, beija-a repentinamente. Um beijo rápido, mas que para os dois parecia eterno.
Maria: Yatten!!
Yatten: Desculpa-me, fui um estúpido, mas é que eu amo-te Maria!
Maria: Não, não tens que te desculpar. Eu também te amo, se nos ama-mos, quem sou eu para impedir isto. Só tenho é que falar com o Mário e explicar-lhe isto tudo.
Os dois voltam a beijar-se e voltam a trocar juras de amor.

2ªParte
Na entrada da casa de Ami.
Ami: Obrigado pela boleia Taiki! Não queres entrar para beber alguma coisa?
Taiki: Bom tenho coisas para fazer, mas como és tu a pedir então, eu aceito!
Ami: Ok então vamos!
Momentos depois.
Ami: Bom aqui está a minha casinha! O que queres beber? Tenho ali um sumo de laranja muito bom, queres?
Taiki: Pode ser!
Ami: Então senta-te ai, que eu vou já.
Momentos depois a Ami já se encontrava sentada no sofá bem ao lado de Taiki.
Taiki: Então conta lá o que tinhas à pouco. Foi o teu namorado?
Ami: Não, é que a Bunny vai voltar para a América, porque acabou com o Gonçalo. E quando esbarrei contigo tinha acabado de vir da casa dele. Taiki, lembrei-me agora que lhe dei uma estalada!
Taiki: A sério! Não pareces ser pessoa para isso.
Ami: o meu Deus será que o magoei? Acho que devia telefonar-lhe a pedir desculpa.
Taiki: Depois, agora vamos aproveitar da companhia um do outro.
Ami: Ok!
Os dois começaram a falar e quando deram por si já era noite.
Taiki: Ups! Já é de noite.
Ami: Ai, eu tirei-te a tarde toda , desculpa-me! Tinhas alguma coisa muito importante para fazer?
Taiki: Nada de mais, além disso, ao pé de passar uma tarde contigo o que tinha para fazer não é nada de interessante.
Ami: será que isso é um elogio?
Taiki: Sem dúvida!
Ami: Então obrigado. Olha já que é noite, porque não jantas cá?
Taiki: Pode ser!
Algum tempo depois já estavam os dois a jantar à luz das velas.
Taiki: Então e o teu namorado não se chateia por eu estar a jantar aqui contigo?
Ami: Na verdade acabei com ele, à coisa de uma semana.
Taiki: Então porquê?
Ami: Porque me apercebi que amava outra pessoa, que não ele, e estava-me a sentir como uma traidora, percebes?
Taiki: Sim percebo, então e quem é essa pessoa? Eu conheço?
Ami: Por acaso até conheces.
A conversa ficou por ali, pois os dois já tinham acabado de jantar.
Taiki: E agora para acabar em grande, que tal um passeio à luz do luar no jardim?
Ami: Adoraria!
Os dois saem de casa, Ami depois de hesitar um pouco abraça-se ao braço de Taiki, por sua vez este fica espantado mas contente ao mesmo tempo, era como se fossem um casal de namorados à bastante tempo. Os dois sorriem um para o outro.
Taiki: Ami!
Ami: Sim...
Ela mal acaba de dizer o “sim” é beijada, Taiki não sabia se devia avançar para um beijo mais intimo mas quando este se prepara para se separar dela, Ami abraça-se a ele, como que se estivesse a dizer: “podes avançar Taiki”. O beijo dos dois tornou-se então mais intimo e mais longo.
Na entrada da casa de Ami.
Ami: Obrigado pela boleia Taiki! Não queres entrar para beber alguma coisa?
Taiki: Bom tenho coisas para fazer, mas como és tu a pedir então, eu aceito!
Ami: Ok então vamos!
Momentos depois.
Ami: Bom aqui está a minha casinha! O que queres beber? Tenho ali um sumo de laranja muito bom, queres?
Taiki: Pode ser!
Ami: Então senta-te ai, que eu vou já.
Momentos depois a Ami já se encontrava sentada no sofá bem ao lado de Taiki.
Taiki: Então conta lá o que tinhas à pouco. Foi o teu namorado?
Ami: Não, é que a Bunny vai voltar para a América, porque acabou com o Gonçalo. E quando esbarrei contigo tinha acabado de vir da casa dele. Taiki, lembrei-me agora que lhe dei uma estalada!
Taiki: A sério! Não pareces ser pessoa para isso.
Ami: o meu Deus será que o magoei? Acho que devia telefonar-lhe a pedir desculpa.
Taiki: Depois, agora vamos aproveitar da companhia um do outro.
Ami: Ok!
Os dois começaram a falar e quando deram por si já era noite.
Taiki: Ups! Já é de noite.
Ami: Ai, eu tirei-te a tarde toda , desculpa-me! Tinhas alguma coisa muito importante para fazer?
Taiki: Nada de mais, além disso, ao pé de passar uma tarde contigo o que tinha para fazer não é nada de interessante.
Ami: será que isso é um elogio?
Taiki: Sem dúvida!
Ami: Então obrigado. Olha já que é noite, porque não jantas cá?
Taiki: Pode ser!
Algum tempo depois já estavam os dois a jantar à luz das velas.
Taiki: Então e o teu namorado não se chateia por eu estar a jantar aqui contigo?
Ami: Na verdade acabei com ele, à coisa de uma semana.
Taiki: Então porquê?
Ami: Porque me apercebi que amava outra pessoa, que não ele, e estava-me a sentir como uma traidora, percebes?
Taiki: Sim percebo, então e quem é essa pessoa? Eu conheço?
Ami: Por acaso até conheces.
A conversa ficou por ali, pois os dois já tinham acabado de jantar.
Taiki: E agora para acabar em grande, que tal um passeio à luz do luar no jardim?
Ami: Adoraria!
Os dois saem de casa, Ami depois de hesitar um pouco abraça-se ao braço de Taiki, por sua vez este fica espantado mas contente ao mesmo tempo, era como se fossem um casal de namorados à bastante tempo. Os dois sorriem um para o outro.
Taiki: Ami!
Ami: Sim...
Ela mal acaba de dizer o “sim” é beijada, Taiki não sabia se devia avançar para um beijo mais intimo mas quando este se prepara para se separar dela, Ami abraça-se a ele, como que se estivesse a dizer: “podes avançar Taiki”. O beijo dos dois tornou-se então mais intimo e mais longo.

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