uma outra vida
Novo capitulo espero que gostem tanto quanto eu gostei de escrevelo
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7º Capitulo
“Uma noite de Natal, uma noite de amor”
1ªParte
Tinha passado dois meses desde o regresso de Bunny ao Japão e já tinha arranjado uma casa onde viver, era Dezembro e Bunny não conseguia sair de casa, pois a dor impedia-a de viver. Durante estes dois meses Bunny deu dois concertos, e apesar de os seus fãs não terem notado, esta cantava sem vida, sem paixão, sem dedicação e depois de cada um desses concertos Bunny voltava a chorar, voltava deitar fora as suas gotas de orvalho que tanto a magoavam.
Bunny encontrava-se deitada no sofá da sua casa, a pensar no homem que não tinha a seu lado quando o telefone toca.
Bunny: Sim!
Ami: Olá Bunny, sou eu era só para perguntar se sempre vens à festinha de natal que tínhamos programado depois de amanhã?
Bunny: Claro que sim!
Ami: Fixe, então até lá.
Bunny: Xau!
Bunny desliga o seu telefone e mais uma vez não conseguiu conter as suas gotas de orvalho e chorou, tudo lhe fazia lembrar o Gonçalo e aquela víbora da Marlene.
Bunny: Mas o que é que eu estou para aqui a fazer? Vou ao centro comercial! Gonçalo Chiba! NÃO ME VAIS ABATER!
Durante toda a tarde daquele dia Bunny esteve no centro comercial a comprar presentes de natal, e a dar alguns autógrafos. no regresso a casa Bunny decide passar pelo parque quando avista a Joana, ela estava a chorar e Bunny corre ao seu auxilio.
Bunny: Que se passa, Joana?
Joana: Ohh Bunny...!
Esta cai para cima de Bunny e dá-lhe um abraço.
Bunny: Que se passa Joana? Estás-me a deixar preocupada!
Joana: Fiz uma grande maldade para com as minhas amigas, perdoas-me?
Bunny: Claro que sim! Anda para minha casa dormes lá, pode ser?
Joana: sim, obrigado!
Dois dias depois chegara finalmente a véspera de natal e a Ami tinha preparado um jantar para todas.
A campainha da casa de Ami toca e esta vai abrir.
Ami: Bunny e...Joana?! Que é que fazes aqui?
Joana: Perdoas-me, Ami?
Ami: Perdoar o quê? Que eu saiba não me fizeste mal nenhum, vá entrei!
Joana: Obrigada Ami!
Rita: O que é que esta estúpida está aqui a fazer?
Bunny: Rita, sê mais agradável, por favor.
Rita: Queres que eu seja agradável para uma pessoa que nos tratou a baixo de cão?
Joana: Rita... desculpa!
Rita: Não mereces... mas como é Natal.
Maria: Nós perdoamos-te.
Depois de algumas horas de conversa e diversão chegara finalmente a meia noite es as raparigas começam a trocar presentes, só faltava agora a Bunny abrir uma última prenda de Ami.
Ami: Bom... não sabia o que oferecer a uma rapariga que tem tudo por isso fiz-te isto.
Bunny abriu a prenda e tirou de lá uma moldura feita à mão com uma foto tirada naquele Domingo de praia à dois anos atrás, a figura que Bunny reparou logo foi a de Gonçalo, que tinha concordado em entrar naquela foto porque Ami lhe pedira com muita delicadeza, tanta que o Gonçalo não conseguiu dizer que não.
Bunny: É lindo, obrigada!
Bunny desata a chorar e levanta-se do sofá.
Bunny: desculpem meninas mas tenho que ficar sozinha, por favor não venham a trás de mim.
Bunny sai da casa de Ami e desata a correr sem rumo, sem destino, com a cara lavada em lágrimas Bunny corria sem parar, estava a chover e Bunny não parava de correr, até que quando dá por si estava à porta do apartamento de Gonçalo toda ensopada, tinha conseguido entrar no prédio porque a porta de entrada estava mal fechada. Ela começou a dar murros na porta de Gonçalo.
Bunny: GONÇALO! ABRE A PORTA! Por favor... abre a porta...
Bunny começara agora a perder as suas forças e ajoelhou-se a chorar e a chamar pelo Gonçalo, até que finalmente a porta abriu-se.
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7º Capitulo
“Uma noite de Natal, uma noite de amor”
1ªParte
Tinha passado dois meses desde o regresso de Bunny ao Japão e já tinha arranjado uma casa onde viver, era Dezembro e Bunny não conseguia sair de casa, pois a dor impedia-a de viver. Durante estes dois meses Bunny deu dois concertos, e apesar de os seus fãs não terem notado, esta cantava sem vida, sem paixão, sem dedicação e depois de cada um desses concertos Bunny voltava a chorar, voltava deitar fora as suas gotas de orvalho que tanto a magoavam.
Bunny encontrava-se deitada no sofá da sua casa, a pensar no homem que não tinha a seu lado quando o telefone toca.
Bunny: Sim!
Ami: Olá Bunny, sou eu era só para perguntar se sempre vens à festinha de natal que tínhamos programado depois de amanhã?
Bunny: Claro que sim!
Ami: Fixe, então até lá.
Bunny: Xau!
Bunny desliga o seu telefone e mais uma vez não conseguiu conter as suas gotas de orvalho e chorou, tudo lhe fazia lembrar o Gonçalo e aquela víbora da Marlene.
Bunny: Mas o que é que eu estou para aqui a fazer? Vou ao centro comercial! Gonçalo Chiba! NÃO ME VAIS ABATER!
Durante toda a tarde daquele dia Bunny esteve no centro comercial a comprar presentes de natal, e a dar alguns autógrafos. no regresso a casa Bunny decide passar pelo parque quando avista a Joana, ela estava a chorar e Bunny corre ao seu auxilio.
Bunny: Que se passa, Joana?
Joana: Ohh Bunny...!
Esta cai para cima de Bunny e dá-lhe um abraço.
Bunny: Que se passa Joana? Estás-me a deixar preocupada!
Joana: Fiz uma grande maldade para com as minhas amigas, perdoas-me?
Bunny: Claro que sim! Anda para minha casa dormes lá, pode ser?
Joana: sim, obrigado!
Dois dias depois chegara finalmente a véspera de natal e a Ami tinha preparado um jantar para todas.
A campainha da casa de Ami toca e esta vai abrir.
Ami: Bunny e...Joana?! Que é que fazes aqui?
Joana: Perdoas-me, Ami?
Ami: Perdoar o quê? Que eu saiba não me fizeste mal nenhum, vá entrei!
Joana: Obrigada Ami!
Rita: O que é que esta estúpida está aqui a fazer?
Bunny: Rita, sê mais agradável, por favor.
Rita: Queres que eu seja agradável para uma pessoa que nos tratou a baixo de cão?
Joana: Rita... desculpa!
Rita: Não mereces... mas como é Natal.
Maria: Nós perdoamos-te.
Depois de algumas horas de conversa e diversão chegara finalmente a meia noite es as raparigas começam a trocar presentes, só faltava agora a Bunny abrir uma última prenda de Ami.
Ami: Bom... não sabia o que oferecer a uma rapariga que tem tudo por isso fiz-te isto.
Bunny abriu a prenda e tirou de lá uma moldura feita à mão com uma foto tirada naquele Domingo de praia à dois anos atrás, a figura que Bunny reparou logo foi a de Gonçalo, que tinha concordado em entrar naquela foto porque Ami lhe pedira com muita delicadeza, tanta que o Gonçalo não conseguiu dizer que não.
Bunny: É lindo, obrigada!
Bunny desata a chorar e levanta-se do sofá.
Bunny: desculpem meninas mas tenho que ficar sozinha, por favor não venham a trás de mim.
Bunny sai da casa de Ami e desata a correr sem rumo, sem destino, com a cara lavada em lágrimas Bunny corria sem parar, estava a chover e Bunny não parava de correr, até que quando dá por si estava à porta do apartamento de Gonçalo toda ensopada, tinha conseguido entrar no prédio porque a porta de entrada estava mal fechada. Ela começou a dar murros na porta de Gonçalo.
Bunny: GONÇALO! ABRE A PORTA! Por favor... abre a porta...
Bunny começara agora a perder as suas forças e ajoelhou-se a chorar e a chamar pelo Gonçalo, até que finalmente a porta abriu-se.

aqui está a segunda parte
ai que emoção estou ansiosa pah saber o que voces acharam
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2ªParte
Gonçalo: Bunny?! O que fazes aqui? Estás toda ensopada! Entra!
Bunny entra e fica à entrada do apartamento, Gonçalo encosta-se a uma parede e Bunny encosta-se à parede contrária.
Gonçalo: Bunny...
Bunny: Não digas nada, não tens de dizer! Eu simplesmente amo-te, e sofro por isso, desculpa-me!
Gonçalo: Mas eu... eu não sei o que te diga...
Bunny: Já disse não tens de dizer nada.
Bunny dá uma espécie de salto e encosta a sua cara ao corpo de Gonçalo e começa a chorar, novamente.
Bunny: Só te quero dizer que... que... que nunca mais ninguém te amará tanto quanto eu te amo, nem mesmo aquela parva com quem andas. Adeus Gonçalo!
Bunny dá um passo para se ir embora, mas Gonçalo agarra-lhe na mão puxando-a para ele e dá-lhe um abraço, depois suavemente Gonçalo levanta a cara de Bunny fazendo que esta lhe olhe nos olhos, Gonçalo começa a aproximar a sua cara à cara de Bunny, os seus lábios a cada instante q eu passava estavam cada vez mais próximos até se juntaram e deram origem ao beijo da vida de Bunny, esta fecha os olhos e as suas últimas gotas de orvalho caem, mas estas em vez de reflectirem a dor que Bunny tinha sentido, reflectiam agora a felicidade que Bunny estava a sentir naquele momento.
Gonçalo: Desculpa ter-te feito esperar dois anos para te dizer isto...
Os dois voltam a beijar-se
Gonçalo: Amo-te, Bunny Tsukino!
Bunny: Gonçalo... tu magoaste-me bastante, eu por ti chorei muito. Porquê?
Gonçalo: Desculpa! Fui um idiota, não consegui perceber algo tão simples.
Amo-te Bunny.
Gonçalo volta a beijar Bunny e esta retribui-lhe o beijo.
Gonçalo: Agora anda daí, vamos secar-te.
Bunny: Não. Eu não quero deixar-te, deixa-me ficar abraçada a ti.
Gonçalo: Mas assim eu vou ficar molhado também.
Bunny beija-o, Gonçalo beija-a, beijo gera beijo e quando dão por si já estavam no quarto de Gonçalo. Sem se conseguirem separar as suas roupas iam caindo no chão, roupa após roupa os dois estavam perdidos no seu amor. Quando chegou a manhã Gonçalo acordou olhou para o seu lado e viu a Bunny, ficou contente por a noite passada não ter sido um sonho, deu-lhe um beijo na face e levantou-se para ir preparar o pequeno almoço.
No séc. XXX duas pessoas tinham assistido à declaração de Gonçalo e ficaram bastantes radiantes.
Edmyon: Bom, acho que já os podemos acordar!
Serenidade: Nem pensar, ainda há muita coisa para eles entenderem!
Ainda agora se entenderam, não te esqueças que ainda há a Marlene. Sei que ela ainda vai aprontar alguma e por isso quero deixar que isto continue, assim eles vão saber que o seu amor também pode resistir a uma intrometida armada em vilã.
Edmyon: Ok, já percebi a ideia.
De volta ao séc. XXI.
Gonçalo: Bunny! Oh Bunny...!
Bunny: Sim mãe, mais cinco minutos!
Gonçalo solta uma gargalhada e de repente lembra-se de uma pequena coisa que era capaz de acordar.
Gonçalo: Ei, cabeça de serradura acorda!
Bunny acorda de repente e esquece-se de tudo o que se passou na noite anterior e começa a bater no Gonçalo com uma almofada, por segundos Bunny tinha ficado possuída.
ai que emoção estou ansiosa pah saber o que voces acharam
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2ªParte
Gonçalo: Bunny?! O que fazes aqui? Estás toda ensopada! Entra!
Bunny entra e fica à entrada do apartamento, Gonçalo encosta-se a uma parede e Bunny encosta-se à parede contrária.
Gonçalo: Bunny...
Bunny: Não digas nada, não tens de dizer! Eu simplesmente amo-te, e sofro por isso, desculpa-me!
Gonçalo: Mas eu... eu não sei o que te diga...
Bunny: Já disse não tens de dizer nada.
Bunny dá uma espécie de salto e encosta a sua cara ao corpo de Gonçalo e começa a chorar, novamente.
Bunny: Só te quero dizer que... que... que nunca mais ninguém te amará tanto quanto eu te amo, nem mesmo aquela parva com quem andas. Adeus Gonçalo!
Bunny dá um passo para se ir embora, mas Gonçalo agarra-lhe na mão puxando-a para ele e dá-lhe um abraço, depois suavemente Gonçalo levanta a cara de Bunny fazendo que esta lhe olhe nos olhos, Gonçalo começa a aproximar a sua cara à cara de Bunny, os seus lábios a cada instante q eu passava estavam cada vez mais próximos até se juntaram e deram origem ao beijo da vida de Bunny, esta fecha os olhos e as suas últimas gotas de orvalho caem, mas estas em vez de reflectirem a dor que Bunny tinha sentido, reflectiam agora a felicidade que Bunny estava a sentir naquele momento.
Gonçalo: Desculpa ter-te feito esperar dois anos para te dizer isto...
Os dois voltam a beijar-se
Gonçalo: Amo-te, Bunny Tsukino!
Bunny: Gonçalo... tu magoaste-me bastante, eu por ti chorei muito. Porquê?
Gonçalo: Desculpa! Fui um idiota, não consegui perceber algo tão simples.
Amo-te Bunny.
Gonçalo volta a beijar Bunny e esta retribui-lhe o beijo.
Gonçalo: Agora anda daí, vamos secar-te.
Bunny: Não. Eu não quero deixar-te, deixa-me ficar abraçada a ti.
Gonçalo: Mas assim eu vou ficar molhado também.
Bunny beija-o, Gonçalo beija-a, beijo gera beijo e quando dão por si já estavam no quarto de Gonçalo. Sem se conseguirem separar as suas roupas iam caindo no chão, roupa após roupa os dois estavam perdidos no seu amor. Quando chegou a manhã Gonçalo acordou olhou para o seu lado e viu a Bunny, ficou contente por a noite passada não ter sido um sonho, deu-lhe um beijo na face e levantou-se para ir preparar o pequeno almoço.
No séc. XXX duas pessoas tinham assistido à declaração de Gonçalo e ficaram bastantes radiantes.
Edmyon: Bom, acho que já os podemos acordar!
Serenidade: Nem pensar, ainda há muita coisa para eles entenderem!
Ainda agora se entenderam, não te esqueças que ainda há a Marlene. Sei que ela ainda vai aprontar alguma e por isso quero deixar que isto continue, assim eles vão saber que o seu amor também pode resistir a uma intrometida armada em vilã.
Edmyon: Ok, já percebi a ideia.
De volta ao séc. XXI.
Gonçalo: Bunny! Oh Bunny...!
Bunny: Sim mãe, mais cinco minutos!
Gonçalo solta uma gargalhada e de repente lembra-se de uma pequena coisa que era capaz de acordar.
Gonçalo: Ei, cabeça de serradura acorda!
Bunny acorda de repente e esquece-se de tudo o que se passou na noite anterior e começa a bater no Gonçalo com uma almofada, por segundos Bunny tinha ficado possuída.

opa tá tao giro...
ai aqueles malandrecos a irem logo para a camita...ai ai
mts parabens
estou ansiosa por ler a continuaçao
ai aqueles malandrecos a irem logo para a camita...ai ai
mts parabens
estou ansiosa por ler a continuaçao

Chegou finalmente---> Viagem ao futuro:Capitulo 1
Forum Evangelion
http://evangelion-pt.ativoforum.com/portal.htm
Tens de entrar para responderes neste tópico.




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