uma outra vida
aqui esta o cap que tinha prometido por ontem mas n pus
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17º Capitulo
“Reacender o fogo num coração frio”
1ª Parte
No dia seguinte Bunny levanta-se muito sobressaltada e começa a gritar pela suíte a fora.
Bunny: Ai meu deus! A minha mãe, eu não lhe disse nada! Ele deve estar preocupadíssima.
Entretanto Gonçalo acorda com a esteriquice de Bunny.
Gonçalo: Mas os que se passa aqui?
Bunny: Seu idiota, trouxeste-me para aqui!
Gonçalo: Simm! Pensava que já tinhas percebido isso ontem.
Bunny: Que engraçadinho! Não é isso que estou a tentar dizer. Tu trouxeste-me para aqui e a minha mãe não sabe de nada, ela deve estar super preocupada.
Gonçalo: Não te rales.
Bunny: Como não me ralo? É a minha mãe.
Gonçalo: Eu sei que é a tua mãe, a tua família. Foi por essa razão que o Seya e eu avisámos ela que só voltarias para a América daqui a alguns dias.
Bunny: Gonçalo Chiba! Tu és um idiota! Fizeram isso tudo nas minhas costas? Como é possível?
Gonçalo: Vá lá Bunny, não fiques assim! Eu trouxe-te para aqui com as melhores das intenções.
Bunny: Pois, pois... conta isso a outra, seu... seu... seu idiota!!
Gonçalo: Pois claro. Vá, vai mas é te vestir, porque planeei um óptimo dia só para nós dois.
Bunny: Não para “nós”, para mim e para ti, não há “só para nós dois”!
Gonçalo ficou um pouco triste com aquele comentário frio de Bunny, mas estava disposto a continuar a lutar. Depois de os dois estarem prontos e terem tomado o pequeno almoço no restaurante do hotel saíram no carro alugado para irem passear.
Bunny: Então imbecil, onde é que vamos?
Gonçalo: Já à muito tempo que não me chamavas de imbecil! Bom nós vamos até à lagoa da seta cidades.
Bunny: A sério?! Essa lagoa é tão linda! Mal posso esperar para vê-la ao vivo! Estou ansiosa!
Gonçalo: Parece que já te passou o amuo.
Bunny: Cala-te, se não me passar o amuo não vou aproveitar nada da viagem, e já que cá estou devo aproveitá-la.
Gonçalo(sarcástico): Pois claro, acredito que sim.
Bunny: Idiota!
Gonçalo: Cabeça de serradura!
Bunny: Ah! Então vai ser assim, não é? Voltámos, então, à “cabeça de serradura”?
Gonçalo: Sim, porquê? Tens algum problema com isso?
Bunny: Não! Nenhum! Nós já não temos nada mesmo.
Os dois passaram o dia na lagoa das sete cidades, fizeram um piquenique e depois voltaram para o hotel.
Passaram três dias assim, visitando todos os sítios da ilha de S. Miguel, a Bunny com o passar do tempo começara a amolecer e a desfrutar cada vez mais da viagem.
Bunny: Jantamos aqui em cima ou no restaurante?
Gonçalo: Não sei, sinceramente não tenho vontade de ir lá para baixo agora.
Bunny: Já somos dois, eu vou telefonar para a recepção e jantamos aqui os dois.
Gonçalo: OK!
Alguns momentos depois um dos empregados do hotel já estava a bater à porta e gritar a famosa frase: “serviço de quartos”, para entregar o jantar.
Gonçalo: Estas serviços de quarto vão-me sair caros.
Bunny: Não te preocupes com isso! Já que tiveste tanto trabalho com esta surpresa, eu pago o hotel. Já agora... o que achas de ir-mos embora depois de amanhã bem cedo?
Gonçalo: Por mim tudo bem, já vi que isto também não resultou, não faz sentido ficar-mos mais aqui.
Bunny: Não fiques assim Gonçalo, eu adorei a surpresa, e agradeço-te por me teres trazido aos Açores.
Gonçalo: De nada, bom eu já jantei, vou-me deitar, não estou com muita disposição.
Bunny queria levantar a moral de Gonçalo, mas não se sentia com forças para tal, e então dirigiu-se, assim, para o seu quarto.
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17º Capitulo
“Reacender o fogo num coração frio”
1ª Parte
No dia seguinte Bunny levanta-se muito sobressaltada e começa a gritar pela suíte a fora.
Bunny: Ai meu deus! A minha mãe, eu não lhe disse nada! Ele deve estar preocupadíssima.
Entretanto Gonçalo acorda com a esteriquice de Bunny.
Gonçalo: Mas os que se passa aqui?
Bunny: Seu idiota, trouxeste-me para aqui!
Gonçalo: Simm! Pensava que já tinhas percebido isso ontem.
Bunny: Que engraçadinho! Não é isso que estou a tentar dizer. Tu trouxeste-me para aqui e a minha mãe não sabe de nada, ela deve estar super preocupada.
Gonçalo: Não te rales.
Bunny: Como não me ralo? É a minha mãe.
Gonçalo: Eu sei que é a tua mãe, a tua família. Foi por essa razão que o Seya e eu avisámos ela que só voltarias para a América daqui a alguns dias.
Bunny: Gonçalo Chiba! Tu és um idiota! Fizeram isso tudo nas minhas costas? Como é possível?
Gonçalo: Vá lá Bunny, não fiques assim! Eu trouxe-te para aqui com as melhores das intenções.
Bunny: Pois, pois... conta isso a outra, seu... seu... seu idiota!!
Gonçalo: Pois claro. Vá, vai mas é te vestir, porque planeei um óptimo dia só para nós dois.
Bunny: Não para “nós”, para mim e para ti, não há “só para nós dois”!
Gonçalo ficou um pouco triste com aquele comentário frio de Bunny, mas estava disposto a continuar a lutar. Depois de os dois estarem prontos e terem tomado o pequeno almoço no restaurante do hotel saíram no carro alugado para irem passear.
Bunny: Então imbecil, onde é que vamos?
Gonçalo: Já à muito tempo que não me chamavas de imbecil! Bom nós vamos até à lagoa da seta cidades.
Bunny: A sério?! Essa lagoa é tão linda! Mal posso esperar para vê-la ao vivo! Estou ansiosa!
Gonçalo: Parece que já te passou o amuo.
Bunny: Cala-te, se não me passar o amuo não vou aproveitar nada da viagem, e já que cá estou devo aproveitá-la.
Gonçalo(sarcástico): Pois claro, acredito que sim.
Bunny: Idiota!
Gonçalo: Cabeça de serradura!
Bunny: Ah! Então vai ser assim, não é? Voltámos, então, à “cabeça de serradura”?
Gonçalo: Sim, porquê? Tens algum problema com isso?
Bunny: Não! Nenhum! Nós já não temos nada mesmo.
Os dois passaram o dia na lagoa das sete cidades, fizeram um piquenique e depois voltaram para o hotel.
Passaram três dias assim, visitando todos os sítios da ilha de S. Miguel, a Bunny com o passar do tempo começara a amolecer e a desfrutar cada vez mais da viagem.
Bunny: Jantamos aqui em cima ou no restaurante?
Gonçalo: Não sei, sinceramente não tenho vontade de ir lá para baixo agora.
Bunny: Já somos dois, eu vou telefonar para a recepção e jantamos aqui os dois.
Gonçalo: OK!
Alguns momentos depois um dos empregados do hotel já estava a bater à porta e gritar a famosa frase: “serviço de quartos”, para entregar o jantar.
Gonçalo: Estas serviços de quarto vão-me sair caros.
Bunny: Não te preocupes com isso! Já que tiveste tanto trabalho com esta surpresa, eu pago o hotel. Já agora... o que achas de ir-mos embora depois de amanhã bem cedo?
Gonçalo: Por mim tudo bem, já vi que isto também não resultou, não faz sentido ficar-mos mais aqui.
Bunny: Não fiques assim Gonçalo, eu adorei a surpresa, e agradeço-te por me teres trazido aos Açores.
Gonçalo: De nada, bom eu já jantei, vou-me deitar, não estou com muita disposição.
Bunny queria levantar a moral de Gonçalo, mas não se sentia com forças para tal, e então dirigiu-se, assim, para o seu quarto.

2ª Parte
Os dois deitaram-se nas suas camas mas não conseguiram dormir, estavam enterrados nos seus pensamentos e tristezas. Gonçalo levanta-se e vai até ao mini-bar da suíte para beber um pouco de água e vê a porta do quarto de Bunny meio aberta e decide espreitar, mas não viu ninguém na cama, num impulso, Gonçalo abre a porta e salta para dentro do quarto.
Gonçalo: BUNNY!?
Esta que estava na varanda vira-se e fica espantada a olhar para Gonçalo, por sua vez, Gonçalo também fica a olhar para ela. Estava com uma camisa de dormir ligeiramente transparente, os seus lindos e longos cabelos brancos loiros esvoaçavam com o vento, pois estavam soltos e os seus olhos brilhavam com a luz da lua, de repente Gonçalo vê algo brilhante a cair da cara de Bunny, como estava ligeiramente escuro, Gonçalo, não tinha reparado logo que ela estava a choras, coisa que se tornou evidente quando aquela lagrima brilhante caiu no chão. Ela apreça-se para limpar as lágrimas da cara e logo adopta, novamente, os seu lado frio.
Bunny: Posso saber o que estás a fazer no meu quarto?
Gonçalo: Bunny... não tentes disfarçar, eu sei que estavas a chorar.
Bunny: E o que tens tu a ver com isso?
Gonçalo: Entristece-me ver-te assim, Bunny conta-me o que tens.
À medida que Gonçalo ia falando, ia-se aproximando de Bunny.
Bunny: PARA!! Não tornes isto mais difícil, tomei uma decisão!
Gonçalo: O quê?
Bunny: Não aguento esperar até depois de amanhã, a conviver contigo, vou-me embora já amanhã.
E assim Bunny vira as costas a Gonçalo, este dá um passo e abraça-a desesperadamente.
Gonçalo: Não me deixes Bunny!
Bunny: O meu coração não te quer deixar, mas a minha consciência diz-me o contrário.
Gonçalo: Então porque não fazes o que o coração te diz?
Bunny: Porque o coração não pensa. E agora vai dormir, a minha decisão está tomada, vou-me embora amanhã.
Gonçalo: Não vás! Por favor...
Gonçalo vira Bunny para ele e beija-a!
Bunny: Não me faças isto...
Gonçalo volta beijá-la.
Bunny: Solta-me Gonçalo!
Gonçalo: Não!
Gonçalo volta a beija-la com amais força, com mais amor, e Bunny começa a chorar, tinha sido vencida, não conseguia resistir mais à forte ligação que unia o seu coração com o de Gonçalo, não era forte o suficiente para se separar dele.
Gonçalo: Desculpa-me!
Bunny: Gonçalo Chiba é um idiota! E eu amo-te por isso.
Os dois voltam a beijar-se intensamente.
Gonçalo: Ainda te vais embora?
Bunny: É melhor...
Gonçalo: Ok, não há mesmo volta a dar, vou dormir até qualquer dia.
Gonçalo vira-se para ir para o seu quarto.
Bunny: Espera! Gonçalo fica aqui comigo, eu quero passar esta noite contigo.
Gonçalo: Não vale a pena. Adeus.
Gonçalo vai para o seu quarto, deita-se e após algum tempo deixa-se dormir. No seu quarto, Bunny chorava, tinha acara lavada em lágrimas.
Bunny: Porquê que eu sou assim?
Ela levanta-se precipitadamente e vai silenciosamente até ao quarto de Gonçalo, onde dormia profundamente e sorrateiramente deita-se a seu lado, deixou-se dormir abraçada a ele. Na manhã seguinte, Gonçalo abre os olhos lentamente e vê Bunny deitada a seu lado, então acorda-a.
Bunny: Bom dia.
Dá um suave beijo a Gonçalo.
Gonçalo: O que estás aqui a fazer?
Bunny: Sabes, eu estive a pensar! Tu nunca conheceste a minha família, pois não?
Gonçalo abana a cabeça em sinal de não.
O que achas de ir-mos visitar a minha família à América e depois voltar-mos para o Japão?
Gonçalo: Mas Bunny...
Bunny: Eu quero ser tua para sempre Gonçalo, o nosso amor é algo de outro mundo, é algo eterno. Eu quero ser só tua e quero ser tua...
Gonçalo apercebeu-se do que Bunny iria dizer e apreçou-se a falar.
Gonçalo: Queres casar comigo?
Bunny acena que sim...
Os dois deitaram-se nas suas camas mas não conseguiram dormir, estavam enterrados nos seus pensamentos e tristezas. Gonçalo levanta-se e vai até ao mini-bar da suíte para beber um pouco de água e vê a porta do quarto de Bunny meio aberta e decide espreitar, mas não viu ninguém na cama, num impulso, Gonçalo abre a porta e salta para dentro do quarto.
Gonçalo: BUNNY!?
Esta que estava na varanda vira-se e fica espantada a olhar para Gonçalo, por sua vez, Gonçalo também fica a olhar para ela. Estava com uma camisa de dormir ligeiramente transparente, os seus lindos e longos cabelos brancos loiros esvoaçavam com o vento, pois estavam soltos e os seus olhos brilhavam com a luz da lua, de repente Gonçalo vê algo brilhante a cair da cara de Bunny, como estava ligeiramente escuro, Gonçalo, não tinha reparado logo que ela estava a choras, coisa que se tornou evidente quando aquela lagrima brilhante caiu no chão. Ela apreça-se para limpar as lágrimas da cara e logo adopta, novamente, os seu lado frio.
Bunny: Posso saber o que estás a fazer no meu quarto?
Gonçalo: Bunny... não tentes disfarçar, eu sei que estavas a chorar.
Bunny: E o que tens tu a ver com isso?
Gonçalo: Entristece-me ver-te assim, Bunny conta-me o que tens.
À medida que Gonçalo ia falando, ia-se aproximando de Bunny.
Bunny: PARA!! Não tornes isto mais difícil, tomei uma decisão!
Gonçalo: O quê?
Bunny: Não aguento esperar até depois de amanhã, a conviver contigo, vou-me embora já amanhã.
E assim Bunny vira as costas a Gonçalo, este dá um passo e abraça-a desesperadamente.
Gonçalo: Não me deixes Bunny!
Bunny: O meu coração não te quer deixar, mas a minha consciência diz-me o contrário.
Gonçalo: Então porque não fazes o que o coração te diz?
Bunny: Porque o coração não pensa. E agora vai dormir, a minha decisão está tomada, vou-me embora amanhã.
Gonçalo: Não vás! Por favor...
Gonçalo vira Bunny para ele e beija-a!
Bunny: Não me faças isto...
Gonçalo volta beijá-la.
Bunny: Solta-me Gonçalo!
Gonçalo: Não!
Gonçalo volta a beija-la com amais força, com mais amor, e Bunny começa a chorar, tinha sido vencida, não conseguia resistir mais à forte ligação que unia o seu coração com o de Gonçalo, não era forte o suficiente para se separar dele.
Gonçalo: Desculpa-me!
Bunny: Gonçalo Chiba é um idiota! E eu amo-te por isso.
Os dois voltam a beijar-se intensamente.
Gonçalo: Ainda te vais embora?
Bunny: É melhor...
Gonçalo: Ok, não há mesmo volta a dar, vou dormir até qualquer dia.
Gonçalo vira-se para ir para o seu quarto.
Bunny: Espera! Gonçalo fica aqui comigo, eu quero passar esta noite contigo.
Gonçalo: Não vale a pena. Adeus.
Gonçalo vai para o seu quarto, deita-se e após algum tempo deixa-se dormir. No seu quarto, Bunny chorava, tinha acara lavada em lágrimas.
Bunny: Porquê que eu sou assim?
Ela levanta-se precipitadamente e vai silenciosamente até ao quarto de Gonçalo, onde dormia profundamente e sorrateiramente deita-se a seu lado, deixou-se dormir abraçada a ele. Na manhã seguinte, Gonçalo abre os olhos lentamente e vê Bunny deitada a seu lado, então acorda-a.
Bunny: Bom dia.
Dá um suave beijo a Gonçalo.
Gonçalo: O que estás aqui a fazer?
Bunny: Sabes, eu estive a pensar! Tu nunca conheceste a minha família, pois não?
Gonçalo abana a cabeça em sinal de não.
O que achas de ir-mos visitar a minha família à América e depois voltar-mos para o Japão?
Gonçalo: Mas Bunny...
Bunny: Eu quero ser tua para sempre Gonçalo, o nosso amor é algo de outro mundo, é algo eterno. Eu quero ser só tua e quero ser tua...
Gonçalo apercebeu-se do que Bunny iria dizer e apreçou-se a falar.
Gonçalo: Queres casar comigo?
Bunny acena que sim...

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