uma outra vida
aqui está mais um cap espero que gostem
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16º Capitulo
“Esclarecimento do coração”1ª Parte
Naquela noite, no Japão, Rita preparava-se para ir abrir a porta, pois tinha acabado de tocar a campainha.
Seya: Então, não estás pronta?
Rita: Desculpa Seya, mas é que me deu uma forte dor de cabeça, não estou em condições de ir a lado nenhum, tentei avisar-te, mas tinha o telemóvel desligado.
Seya: Desculpa, tem estado sem bateria. Mas se quiseres eu posso ficar aqui contigo!
Rita: Oh! Não é preciso, não vais estragar a tua noite com uma chata resigona com dores de cabeça
Seya: Mas eu faço questão de estragar!
Os dois começam a rir e Seya acaba por ficar na casa de Rita.
Rita: Espera aí, que eu vou preparar qualquer coisa para comer-mos.
Quando Rita acaba de falar tem uma quebra de tensão e começa a cair, Seya apreça-se e consegue apanha-lha antes que caísse no chão.
Rita: Obrigado!
Seya: Ainda estás pior do que parece, o que é que já comeste hoje?
Rita: O pequeno-almoço, não tenho tido muita vontade de comer, desde que me deu esta dor de cabeça.
Seya agarra em Rita ao colo, e esta começa a corar bastante, depois deita-a no sofá.
Seya: Não te preocupes, eu trato do jantar.
Rita: Mas Seya...
Seya: Já disse, eu trato do jantar.
Este aproxima a sua acara à dela e dá-lhe um carinhosos beijo na testa.
Algum tempo depois, Seya já tinha umas massas feitas com um molho de tomate com carne e natas.
Rita: Tem um bom aspecto.
Seya: Espero que esteja bom, porque é o único prato de comida que sei fazer.
Os dois riem-se por mais um bocado e começam, então, a comer.
Rita: Obrigado por teres ficado.
Seya: Era o mínimo, estava em divida para contigo, visto que me ajudaste naquele noite.
Rita fica um pouco triste quando Seya disse aquilo, pois julgava que ele tinha ficado porque queria estar com ela, e não para pagar uma divida de gratidão. Seya reparou na expressão de tristeza que causara a Rita e apressa-se a remediar o pequeno erro.
Seya: E também porque queria passar um bom bocado contigo.
Rita esboça um suave sorriso a Seya, e este retribui-lhe o carinho.
Rita: Então Seya, vocês estão a pensar voltar para a América?
Seya: Não sei, eu gostava de voltar, mas o Taiki e o Yatten estão com relações fortes coma Ami e a Maria, não é justo eu obriga-los a estarem separados.
Rita: Isso é muito querido da tua parte.
Seya: obrigado, eu por acaso estava a pensar... tu por acaso já foste alguma vez à América?
Rita: Não mas gostava tanto de ir, Nova Iorque é a segunda maior cidade da Moda, era tão fixe se pudesse conhecer algum estilista famoso lá.
Seya: O que me dizes a ir passar umas mini-férias lá?
Rita: Contigo?! Só nós os dois?
Seya: Sim, porquê? Não queres?
Rita: Adoraria!
Seya: Que bom, já vou ter uma óptima companhia.
Rita: Isto se eu não ficar com uma destas dores de cabeça!
Os dois riem-se mais uma vez às gargalhadas.
Rita: Mas porquê que mês estás a fazer este convite?
Seya: Porque, sendo sincero, eu gosto imenso da tua companhia, és uma rapariga 5 estrelas, e eu gosto disso em ti.
Rita: Obrigado Seya!
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16º Capitulo
“Esclarecimento do coração”1ª Parte
Naquela noite, no Japão, Rita preparava-se para ir abrir a porta, pois tinha acabado de tocar a campainha.
Seya: Então, não estás pronta?
Rita: Desculpa Seya, mas é que me deu uma forte dor de cabeça, não estou em condições de ir a lado nenhum, tentei avisar-te, mas tinha o telemóvel desligado.
Seya: Desculpa, tem estado sem bateria. Mas se quiseres eu posso ficar aqui contigo!
Rita: Oh! Não é preciso, não vais estragar a tua noite com uma chata resigona com dores de cabeça
Seya: Mas eu faço questão de estragar!
Os dois começam a rir e Seya acaba por ficar na casa de Rita.
Rita: Espera aí, que eu vou preparar qualquer coisa para comer-mos.
Quando Rita acaba de falar tem uma quebra de tensão e começa a cair, Seya apreça-se e consegue apanha-lha antes que caísse no chão.
Rita: Obrigado!
Seya: Ainda estás pior do que parece, o que é que já comeste hoje?
Rita: O pequeno-almoço, não tenho tido muita vontade de comer, desde que me deu esta dor de cabeça.
Seya agarra em Rita ao colo, e esta começa a corar bastante, depois deita-a no sofá.
Seya: Não te preocupes, eu trato do jantar.
Rita: Mas Seya...
Seya: Já disse, eu trato do jantar.
Este aproxima a sua acara à dela e dá-lhe um carinhosos beijo na testa.
Algum tempo depois, Seya já tinha umas massas feitas com um molho de tomate com carne e natas.
Rita: Tem um bom aspecto.
Seya: Espero que esteja bom, porque é o único prato de comida que sei fazer.
Os dois riem-se por mais um bocado e começam, então, a comer.
Rita: Obrigado por teres ficado.
Seya: Era o mínimo, estava em divida para contigo, visto que me ajudaste naquele noite.
Rita fica um pouco triste quando Seya disse aquilo, pois julgava que ele tinha ficado porque queria estar com ela, e não para pagar uma divida de gratidão. Seya reparou na expressão de tristeza que causara a Rita e apressa-se a remediar o pequeno erro.
Seya: E também porque queria passar um bom bocado contigo.
Rita esboça um suave sorriso a Seya, e este retribui-lhe o carinho.
Rita: Então Seya, vocês estão a pensar voltar para a América?
Seya: Não sei, eu gostava de voltar, mas o Taiki e o Yatten estão com relações fortes coma Ami e a Maria, não é justo eu obriga-los a estarem separados.
Rita: Isso é muito querido da tua parte.
Seya: obrigado, eu por acaso estava a pensar... tu por acaso já foste alguma vez à América?
Rita: Não mas gostava tanto de ir, Nova Iorque é a segunda maior cidade da Moda, era tão fixe se pudesse conhecer algum estilista famoso lá.
Seya: O que me dizes a ir passar umas mini-férias lá?
Rita: Contigo?! Só nós os dois?
Seya: Sim, porquê? Não queres?
Rita: Adoraria!
Seya: Que bom, já vou ter uma óptima companhia.
Rita: Isto se eu não ficar com uma destas dores de cabeça!
Os dois riem-se mais uma vez às gargalhadas.
Rita: Mas porquê que mês estás a fazer este convite?
Seya: Porque, sendo sincero, eu gosto imenso da tua companhia, és uma rapariga 5 estrelas, e eu gosto disso em ti.
Rita: Obrigado Seya!

2ª Parte
Seya: Podemos falar, então, sobre nós?
Rita: Seya, eu não sei o que sentes em relação a mim, visto que gostas imenso da Bunny, mas eu adoro-te muito, gosto muito de ti, e para ser sincera adorei aquele beijo, gostei de ter dormido a teu lado naquela noite...
Seya: A minha relação com a Bunny é simplesmente amizade, eu acho que o que eu sentia pela Bunny era simplesmente afecto, a Bunny é como uma irmã para mim, percebes’
Rita: Sim percebo? E onde é que entra os nosso beijo no teu coração, nos teus sentimentos?
Seya: Entra em todo o lado, porque, como já te disse, és uma pessoa excelente, e eu comecei a gostar imenso de ti, desde aquela noite que não me sais da cabeça.
Rita: Bom, deixa-me limpar a mesa, nós já continuamos a conversa.
Seya: O que foi? Porque reagiste assim ao que te disse?
Rita: Eu não sei Seya, tenho medo, e se esses sentimentos forem uma ilusão? Quem vai sair magoada disto tudo sou eu!
Rita vira as costas a Seya para se dirigir para a cozinha, Seya levanta-se agarra-a no braço, fazendo com ela deixa-se cair no chão a loiça que tinha na mão, e puxa-a para ele, apertando-a a ele.
Seya: Não é uma ilusão, queres a prova?
Rita acena com a cabeça e Seya beija-a intensamente.
Seya: Chega-te?
Rita: Seya... não é com um beijo que me vais provar o teu...
Seya volta a beijá-la.
Rita: ... amor.
Seya: com o tempo vais ter a certeza do que sinto por ti. Deixa a mesa da mão e senta-te comigo, quero estar contigo e não sozinho.
Os dois sentam-se no sofá e Rita encosta a sua cabeça ao peito de Seya e ele começa a fazer-lhe festas no cabelo. Falaram imenso, os dois. Trocaram mais uma vez declarações e suaves e inocentes beijos.
A muitos milhares de quilómetros dali o ambiente de ternura não era o mesmo, aliás, é mais um ambiente de violência.
Bunny: Gostava de telefonar ao Seya para lhe dar uma violenta descasca, mas deve ser muito tarde lá, por isso apanhas tu com o meu mau humor.
Gonçalo: Mas que sorte que tem o Seya.
Bunny: e que asar que tu tens!
Gonçalo: Eu vou mas é encomendar o jantar, porque não me apetece jantar lá em baixo.
Bunny: então manda vir só para ti, que eu vou-me deitar.
Gonçalo: Ok, prepara-te para passares uma temporada bastante boa, meu amor.
Bunny ignora aquela última parte da frase de Gonçalo e vira-lhe as costas
Seya: Podemos falar, então, sobre nós?
Rita: Seya, eu não sei o que sentes em relação a mim, visto que gostas imenso da Bunny, mas eu adoro-te muito, gosto muito de ti, e para ser sincera adorei aquele beijo, gostei de ter dormido a teu lado naquela noite...
Seya: A minha relação com a Bunny é simplesmente amizade, eu acho que o que eu sentia pela Bunny era simplesmente afecto, a Bunny é como uma irmã para mim, percebes’
Rita: Sim percebo? E onde é que entra os nosso beijo no teu coração, nos teus sentimentos?
Seya: Entra em todo o lado, porque, como já te disse, és uma pessoa excelente, e eu comecei a gostar imenso de ti, desde aquela noite que não me sais da cabeça.
Rita: Bom, deixa-me limpar a mesa, nós já continuamos a conversa.
Seya: O que foi? Porque reagiste assim ao que te disse?
Rita: Eu não sei Seya, tenho medo, e se esses sentimentos forem uma ilusão? Quem vai sair magoada disto tudo sou eu!
Rita vira as costas a Seya para se dirigir para a cozinha, Seya levanta-se agarra-a no braço, fazendo com ela deixa-se cair no chão a loiça que tinha na mão, e puxa-a para ele, apertando-a a ele.
Seya: Não é uma ilusão, queres a prova?
Rita acena com a cabeça e Seya beija-a intensamente.
Seya: Chega-te?
Rita: Seya... não é com um beijo que me vais provar o teu...
Seya volta a beijá-la.
Rita: ... amor.
Seya: com o tempo vais ter a certeza do que sinto por ti. Deixa a mesa da mão e senta-te comigo, quero estar contigo e não sozinho.
Os dois sentam-se no sofá e Rita encosta a sua cabeça ao peito de Seya e ele começa a fazer-lhe festas no cabelo. Falaram imenso, os dois. Trocaram mais uma vez declarações e suaves e inocentes beijos.
A muitos milhares de quilómetros dali o ambiente de ternura não era o mesmo, aliás, é mais um ambiente de violência.
Bunny: Gostava de telefonar ao Seya para lhe dar uma violenta descasca, mas deve ser muito tarde lá, por isso apanhas tu com o meu mau humor.
Gonçalo: Mas que sorte que tem o Seya.
Bunny: e que asar que tu tens!
Gonçalo: Eu vou mas é encomendar o jantar, porque não me apetece jantar lá em baixo.
Bunny: então manda vir só para ti, que eu vou-me deitar.
Gonçalo: Ok, prepara-te para passares uma temporada bastante boa, meu amor.
Bunny ignora aquela última parte da frase de Gonçalo e vira-lhe as costas

Eu sou uma desnaturada! Não acredito que não comentei os ultimos 4 capitulos! Mas eu ja os tinha lido (ok, este li agora mesmo) só não tinha tido tempo para comentar...
Tens autorização para me matares
Está (ão) tão fixeee(s) :
:
A Bunny gosta de se fazer difícil...upa upa
Adorei. Adorei, adorei, adorei
Tens autorização para me matares
Está (ão) tão fixeee(s) :
: A Bunny gosta de se fazer difícil...upa upa
Adorei. Adorei, adorei, adorei
Tens de entrar para responderes neste tópico.








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