Sailor Moon: o último suspiro
:g1: :g1: :g1: :g1: :g1: :g1:
voces sao umas queridas!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
deixaram-me comovida.... :g11: ...obrigado!!! :g5:
olhem vou so jantar fora, porque a minha mae veio passar o dia comigo a Lisboa, entao tenho que ir com ela...
Mas assim que chegar de jantar revejo o capitulo e posto logo! Desculpem a demora...mas esta quase!!!!
so mais uma coisinha....OBRIGADO PELO APOIO DE TODAS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
voces sao umas queridas!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
deixaram-me comovida.... :g11: ...obrigado!!! :g5:
olhem vou so jantar fora, porque a minha mae veio passar o dia comigo a Lisboa, entao tenho que ir com ela...
Mas assim que chegar de jantar revejo o capitulo e posto logo! Desculpem a demora...mas esta quase!!!!
so mais uma coisinha....OBRIGADO PELO APOIO DE TODAS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
neptune escreveu:Querem que poste já...ou que o capitulo fique gigante..mas demore mais um pouco?!
a decisao é vossa....
miga é como quiseres, melhor,é como te der mais jeito, pois infelizmente para mim, nao o vou poder ler hoje :g11: :g11: :g11: :g11: :g11: :g11: :g11: :g11: :g11:
*mim nao estar em condiçoes* :g11: :g11: :g11: :g11: :g11:
Beijos enormes.

Obrigado por esperarem... voces sao mesmo umas queridas...
oh já nao podem ler hoje? bom fico a espera que leiam e comentem...sabem que a vossa opiniao é mesmo muito importante para mim...
aqui vai entao:
continuaçao do capitulo12:
Bunny entrou em casa e deparou-se com a mãe a olhar para ela, mesmo à porta.
- Ai filha, gosto tanto do Seiya! É um belo rapaz, muito educado, inteligente...e bonito. – exclamou a D.Fernanda, piscando o olho à filha, que a olhava incrédula.
- Mãe… - murmurou a Bunny, a abanar a cabeça, preferia que a mãe não tocasse naqueles assuntos. – Eu também gosto muito dele, mas somos só amigos!
- Parva és tu…um rapaz tão jeitoso…dava um belo namorado! Se eu tivesse a tua idade…
- Pare com isso, mãe. – exclamou Bunny virando as costas á mãe e subindo as escadas para o seu quarto. Na sua cabeça passou a ideia de como reagiria a mãe se lhe dissesse que Seiya era um extraterrestre. Rindo-se com as próprias ideias, deitou-se na cama para descansar um pouco antes de jantar.
Seiya entrou no apartamento com um enorme sorriso espalhado pela sua face. Sempre que estava com Bunny chegava assim a casa. Podiam estudar horas a fio, mas divertia-se sempre com ela, e todos os momentos entre eles faziam-no feliz.
Taiki levantou os olhos do jornal que estava a ler, sentado no sofá.
- Então como correram as explicações?
- Correram bem…
- Ainda não te cansaste de tentar ensinar alguma coisa aquela cabecinha de vento?
- Ela está bastante melhor. – respondeu Seiya rindo. Lembrou-se que Taiki deste que tinha dado explicações de matemática a Bunny tinha jurado para nunca mais.
- A princesa onde está?
- Está na cozinha com o Yaten, a fazer o jantar.
Seiya sorriu, a princesa gostava imenso de cozinhar, mas nunca tinha tido muito jeito. Como nunca tinha sido habituada a cozinhar no seu planeta, não fazia ideia das coisas mais básicas. Nenhum dos três tivera coragem para lhe dizer da sua falta de jeito, apenas tinham tomado a decisão de não a deixar sozinha na cozinha. Deste que estavam na Terra esforçara-se imenso para aprender, e realmente tinha melhorado bastante. Mas mesmo assim era engraçado vê-la muito concentrada em tudo o que estava a fazer. Dirigiu-se para a cozinha, onde Yaten supervisionava tudo o que Kakiuu fazia e invariáveis vezes, por trás tinha que ir fazer de novo.
- Hmm…cheira bem!
- Seiya já chegaste! Hoje decidi fazer eu mesma o jantar! Quero que seja especial.
- Muito bem! É preciso ajuda?
- Não obrigado. O Yaten tem me estado a orientar.
O jantar decorreu animado, até que Kakiuu olhou para os três e fazendo-se silêncio, ela suspirou e começou a falar:
- Como sabem eu concordei com a ideia de virmos visitar a Terra, pois também eu queria conhecer melhor as meninas e tudo o que me contaram. Mas o nosso planeta ainda está numa fase delicada…e de algum tempo para cá tenho andado com um pressentimento que precisam de mim e também de vocês lá. – os olhos de Kakiuu cruzaram-se com os de Seiya, que já não mostravam toda animação e sorriso com que tinha estado até ali, mas estavam sim confusos e um pouco sombrios. – Eu gostaria imenso de poder ficar mais tempo, ainda há coisas que se passaram aqui que preciso perceber, mas não posso adiar mais… Amanhã vamos regressar ao nosso querido planeta.
- Bom, devo confessar que já estava com saudades. E a verdade é que nesta época de recuperação não é bom deixarmos o planeta por tanto tempo. Fico feliz com a sua decisão, princesa.
- Eu não podia concordar mais! Gosto muito de estar aqui, mas não há nada como a nossa casa.
Taiki e Yaten continuaram a falar entusiasmados, mas Kakiuu tinha a sua atenção presa em Seiya, que não se tinha pronunciado. Continuava calado, sentado na cadeira, sem mover um músculo. Todos os momentos com Bunny passavam rapidamente pela sua mente, toda a sua vida na Terra corria diante dos seus olhos e de novo a imagem de Bunny se entrepunha. Uma expressão de sofrimento tinha-se alastrado pela sua cara, sem que se apercebe-se, a testa enrugada, os olhos semi-cerrados e os olhos que tinham estampada a tristeza mostravam a Kakiuu tudo o que ele estava a sentir, sem ser preciso palavras. Taiki e Yaten também já se tinham apercebido e sabiam o quanto custaria a Seiya abalar, tambem eles tinham visto o aproximamento entre Bunny e Seiya, e como ele estava cada vez mais apaixonado. Mas ninguém comentou nada, continuaram com as suas conversas enquanto retiravam a mesa. Seiya ainda ajudou mas depois aproximou-se da janela e ficou ali, observando a cidade de Tóquio cheia de luzes e movimento, coberta pela noite.
- AAIIII! Estou tão nervosa… - gritou Joana, que andavam de um lado para o outro na sala que tinham transformado em camarins naquela noite. O seu cabelo estava solto, sem o habitual laço, caindo-lhe pelas costas, formando um lindo contraste com um vestido branco, comprido, de cavas, com um decote quadrado, que realçava o seu peito, a sua pele branca e a sua elegância. Estava já pronta para a primeira cena do teatro que iam apresentar. Depois de muita discussão haviam-se decidido pelo Romeu e Julieta…numa história um pouco alternativa mas extremamente bela e romântica, tal como o original. E Joana tinha ganho o papel de Julieta, para sua enorme felicidade. Nos primeiros ensaios que tinham tido, depois dos testes para a escolha das personagens, quase tinha perdido o papel, pois não se conseguia concentrar quando contracenava com o “Romeu”. Ficava estática a olhar para o rapaz, lindo de morrer, com um sorriso que cortava a respiração a qualquer rapariga. Mas conseguiu ultrapassar isso quando o encenador lhe disse que ou representava como deve ser ou chumbava o ano.
- Podemos entrar? – perguntou Rita, espreitando pela porta.
- Ai meninas estava a ver que não chegavam… Entrem, entrem… - exclamou Joana, numa voz esganiçada, de pânico. -Não consigo… vou desistir…Não sou capaz. Estou tão nervosa…
- Joana pára! Respira!
- Não, vou ficar especada, o público vai-me vaiar…ai vou fugir!
Trásss! O barulho duma bela chapada ecoou pelo camarim. Rita ainda estava com a mão no ar, de olhar entre o ameaçador e o arrependimento.
- Pára imediatamente com isso! Tu és capaz! Este sempre foi o teu sonho e hoje vais cumpri-lo…fartaste-te de estudar para conseguir este papel, tens-te esforçado imenso nos ensaios, vais ser excelente.
Joana finalmente tinha parado, imóvel olhava para Rita com os olhos completamente escancarados, que se foram enchendo de lágrimas ao ouvir a Rita. Mas instantes depois de quase chorar, já um enorme sorriso se lhe espalhava pela cara.
- Sim! Tens toda a razão. Eu vou ser capaz! Eu nasci para ser uma estrela… eu sou a melhor das melhores! Vou seguir o meu caminho até Hollywood! – começou a divagar, com os olhos brilhantes e levantando a mão, num gesto vencedor, quase acertando em Rita. As meninas encolheram os ombros e sorriram, aquela Joana ia dos oito aos oitenta. Mas era melhor vê-la assim confiante. Desejando-lhe boa sorte, foram-se sentar nos seus lugares.
- Bom, vou guardar estes lugares, o Seiya e os outros ainda não chegaram.
- E eles disseram que vinham?
- Sim…vêm com a Kakiuu.
No apartamento dos Three Lights, reinava o silêncio. Yaten e Taiki tinham-se ido arranjar para irem à peça de Joana, e Seiya continuava à janela. O seu olhar continuava na direcção das luzes que preenchiam Tóquio, mas o seu pensamento estava em Bunny e nos momentos que tinham vivido juntos, principalmente no beijo que tinham trocado no parque. As lágrimas enchiam-lhe os olhos sempre que pensava que se iria separar dela outra vez. Já não imaginava a sua vida sem ela. Sem aquele olhar que o fascinava, sem aquele sorriso que lhe transmitia uma enorme felicidade…Deu um murro na parede, com tanta força que começou a sangrar e a parede ficou com pequenas rachas. Mas era isso que ele queria, que a dor física se pudesse sobrepor e acalmar a dor que estava a sentir por dentro.
Kakiuu aproximou-se dele. Já há algum tempo que o observava, assistindo à tristeza e ao desespero que estavam a tomar conta do seu coração. Não podia ficar indiferente ao sofrimento do seu querido amigo, mas não podia voltar atrás na sua decisão, não dava para adiar mais.
- Seiya…estás bem?
- Sim, princesa. – respondeu Seiya ainda virado para a janela. Tentou responder duma forma indiferente e normal, mas a sua voz trémula e o chispar das mãos traíram-no, revelando os sentimentos que o preenchiam.
- Desculpa-me, mas não posso mesmo adiar o nosso regresso. Eu sei que querias ficar, que a Bunny…
- Não tem nada que pedir desculpas… O planeta e o nosso povo precisa de nós! A sua decisão, como sempre, foi muito sábia. – De costas, a voz de Seiya cortou a palavra a Kakiuu, num tom frio e distante, como se estivesse a falar mais para si mesmo do que para a princesa, parecia que se queira convencer a si mesmo com aquelas palavras.
Kakiuu sorriu tristemente, doía-lhe ver Seiya assim, mas não tinha outra solução. E depois de estarem todos prontos lá foram até a escola da Joana, para se despedirem.
Sailor Iron Mouse passeava pelas ruas de Tóquio, como que à espera que algo lhe aparecesse à frente. O seu ar estava quase tão desesperado como o de Seiya.
- Ai o que é que eu vou fazer à minha vida… Não consegui cumprir a minha missão… O Mestre não perdoa… Porque é que aquelas miúdas chatas são tão difíceis de encontrar?! – pensava em voz alta, num tom desolado e irritado. Sem rumo acabou por ir parar a um edifício que se encontrava rodeado de pessoas, conversando e rindo.
- Mas o que é que esta gente toda faz na rua a uma hora destas?! Bom…talvez me sirva para alguma coisa… com umas criaturinhas negras talvez consiga umas almas para o Mestre e ele me dê mais uma oportunidade… - e com um sorriso maquiavélico, entrou no edifício, que era nem mais nem menos que a escola de Joana, onde ia decorrer a peça.
- Mariana, vocês importam-se de se despachar? Já estou farta de estar á vossa espera, daqui a nada já não vamos.
- Oh Haruka não sejas refilona! Uma mulher tem que andar sempre arranjada! – respondeu brincando Octávia, fazendo poses em frente ao espelho enquanto se penteava. Mariana e Haruka riram-se, mas Haruka continuou a refilar com o atraso delas.
- A Susana não quererá vir?
- Eu disse-lhe para vir, mas ela não se mostrou muito animada. Tem andado estranha ultimamente.
- Não falaram sobre a reacção dela e de Lead Crow?
- Não… conversamos muito mas ela não toca nesse assunto e eu tambem não me atrevo.
- Susana sempre foi a mais matura de nós, e sempre foi uma grande guerreira, muito dedicada à sua missão, não há razão para desconfiarmos dela. Por isso sugiro que vamos andando…se não perdemos a peça da Joana.
- Vamos sim! Quero muito ver a peça, até porque lhe prometemos que estaríamos presentes!
- Naquele momento eu prometeria tudo só para calá-la!
Rindo do comentário de Haruka, lá foram as três, também para a escola de Joana.
Susana sentada no seu sofá, enrolada numa manta, ainda tinha pensado em ir ver a peça, até porque Joana também a fizera prometer que ia. Tinha-a visitado de propósito para a convencer a ir, falando pelos cotovelos da peça, do grupo de teatro, dos exames, dos ensaios, etc… Susana, sempre muito paciente, tinha ouvido tudo com interesse e um sorriso. E acabara por prometer que ia. Tinha chegado à conclusão que afastar-se das meninas não ia servir de nada e que mais que nunca precisava de estar com elas para se animar. Mas nesse dia tinha apanhado uma pequena gripe, e resolvera ficar em casa vendo televisão e bebendo um chá. Era exactamente isso que estava a fazer. Tirando a parte de ver televisão, pois embora esta estivesse mesmo à sua frente, ligada, os seus olhos estavam fixos na janela, por trás da televisão, vendo as gotas de chuva, que tinham começado a cair, batendo no vidro. O seu pensamento estava de novo com a mulher de cabelos castanhos avermelhados que tinha encontrado perdida num buraco do tempo e do espaço.
oh já nao podem ler hoje? bom fico a espera que leiam e comentem...sabem que a vossa opiniao é mesmo muito importante para mim...
aqui vai entao:
continuaçao do capitulo12:
Bunny entrou em casa e deparou-se com a mãe a olhar para ela, mesmo à porta.
- Ai filha, gosto tanto do Seiya! É um belo rapaz, muito educado, inteligente...e bonito. – exclamou a D.Fernanda, piscando o olho à filha, que a olhava incrédula.
- Mãe… - murmurou a Bunny, a abanar a cabeça, preferia que a mãe não tocasse naqueles assuntos. – Eu também gosto muito dele, mas somos só amigos!
- Parva és tu…um rapaz tão jeitoso…dava um belo namorado! Se eu tivesse a tua idade…
- Pare com isso, mãe. – exclamou Bunny virando as costas á mãe e subindo as escadas para o seu quarto. Na sua cabeça passou a ideia de como reagiria a mãe se lhe dissesse que Seiya era um extraterrestre. Rindo-se com as próprias ideias, deitou-se na cama para descansar um pouco antes de jantar.
Seiya entrou no apartamento com um enorme sorriso espalhado pela sua face. Sempre que estava com Bunny chegava assim a casa. Podiam estudar horas a fio, mas divertia-se sempre com ela, e todos os momentos entre eles faziam-no feliz.
Taiki levantou os olhos do jornal que estava a ler, sentado no sofá.
- Então como correram as explicações?
- Correram bem…
- Ainda não te cansaste de tentar ensinar alguma coisa aquela cabecinha de vento?
- Ela está bastante melhor. – respondeu Seiya rindo. Lembrou-se que Taiki deste que tinha dado explicações de matemática a Bunny tinha jurado para nunca mais.
- A princesa onde está?
- Está na cozinha com o Yaten, a fazer o jantar.
Seiya sorriu, a princesa gostava imenso de cozinhar, mas nunca tinha tido muito jeito. Como nunca tinha sido habituada a cozinhar no seu planeta, não fazia ideia das coisas mais básicas. Nenhum dos três tivera coragem para lhe dizer da sua falta de jeito, apenas tinham tomado a decisão de não a deixar sozinha na cozinha. Deste que estavam na Terra esforçara-se imenso para aprender, e realmente tinha melhorado bastante. Mas mesmo assim era engraçado vê-la muito concentrada em tudo o que estava a fazer. Dirigiu-se para a cozinha, onde Yaten supervisionava tudo o que Kakiuu fazia e invariáveis vezes, por trás tinha que ir fazer de novo.
- Hmm…cheira bem!
- Seiya já chegaste! Hoje decidi fazer eu mesma o jantar! Quero que seja especial.
- Muito bem! É preciso ajuda?
- Não obrigado. O Yaten tem me estado a orientar.
O jantar decorreu animado, até que Kakiuu olhou para os três e fazendo-se silêncio, ela suspirou e começou a falar:
- Como sabem eu concordei com a ideia de virmos visitar a Terra, pois também eu queria conhecer melhor as meninas e tudo o que me contaram. Mas o nosso planeta ainda está numa fase delicada…e de algum tempo para cá tenho andado com um pressentimento que precisam de mim e também de vocês lá. – os olhos de Kakiuu cruzaram-se com os de Seiya, que já não mostravam toda animação e sorriso com que tinha estado até ali, mas estavam sim confusos e um pouco sombrios. – Eu gostaria imenso de poder ficar mais tempo, ainda há coisas que se passaram aqui que preciso perceber, mas não posso adiar mais… Amanhã vamos regressar ao nosso querido planeta.
- Bom, devo confessar que já estava com saudades. E a verdade é que nesta época de recuperação não é bom deixarmos o planeta por tanto tempo. Fico feliz com a sua decisão, princesa.
- Eu não podia concordar mais! Gosto muito de estar aqui, mas não há nada como a nossa casa.
Taiki e Yaten continuaram a falar entusiasmados, mas Kakiuu tinha a sua atenção presa em Seiya, que não se tinha pronunciado. Continuava calado, sentado na cadeira, sem mover um músculo. Todos os momentos com Bunny passavam rapidamente pela sua mente, toda a sua vida na Terra corria diante dos seus olhos e de novo a imagem de Bunny se entrepunha. Uma expressão de sofrimento tinha-se alastrado pela sua cara, sem que se apercebe-se, a testa enrugada, os olhos semi-cerrados e os olhos que tinham estampada a tristeza mostravam a Kakiuu tudo o que ele estava a sentir, sem ser preciso palavras. Taiki e Yaten também já se tinham apercebido e sabiam o quanto custaria a Seiya abalar, tambem eles tinham visto o aproximamento entre Bunny e Seiya, e como ele estava cada vez mais apaixonado. Mas ninguém comentou nada, continuaram com as suas conversas enquanto retiravam a mesa. Seiya ainda ajudou mas depois aproximou-se da janela e ficou ali, observando a cidade de Tóquio cheia de luzes e movimento, coberta pela noite.
- AAIIII! Estou tão nervosa… - gritou Joana, que andavam de um lado para o outro na sala que tinham transformado em camarins naquela noite. O seu cabelo estava solto, sem o habitual laço, caindo-lhe pelas costas, formando um lindo contraste com um vestido branco, comprido, de cavas, com um decote quadrado, que realçava o seu peito, a sua pele branca e a sua elegância. Estava já pronta para a primeira cena do teatro que iam apresentar. Depois de muita discussão haviam-se decidido pelo Romeu e Julieta…numa história um pouco alternativa mas extremamente bela e romântica, tal como o original. E Joana tinha ganho o papel de Julieta, para sua enorme felicidade. Nos primeiros ensaios que tinham tido, depois dos testes para a escolha das personagens, quase tinha perdido o papel, pois não se conseguia concentrar quando contracenava com o “Romeu”. Ficava estática a olhar para o rapaz, lindo de morrer, com um sorriso que cortava a respiração a qualquer rapariga. Mas conseguiu ultrapassar isso quando o encenador lhe disse que ou representava como deve ser ou chumbava o ano.
- Podemos entrar? – perguntou Rita, espreitando pela porta.
- Ai meninas estava a ver que não chegavam… Entrem, entrem… - exclamou Joana, numa voz esganiçada, de pânico. -Não consigo… vou desistir…Não sou capaz. Estou tão nervosa…
- Joana pára! Respira!
- Não, vou ficar especada, o público vai-me vaiar…ai vou fugir!
Trásss! O barulho duma bela chapada ecoou pelo camarim. Rita ainda estava com a mão no ar, de olhar entre o ameaçador e o arrependimento.
- Pára imediatamente com isso! Tu és capaz! Este sempre foi o teu sonho e hoje vais cumpri-lo…fartaste-te de estudar para conseguir este papel, tens-te esforçado imenso nos ensaios, vais ser excelente.
Joana finalmente tinha parado, imóvel olhava para Rita com os olhos completamente escancarados, que se foram enchendo de lágrimas ao ouvir a Rita. Mas instantes depois de quase chorar, já um enorme sorriso se lhe espalhava pela cara.
- Sim! Tens toda a razão. Eu vou ser capaz! Eu nasci para ser uma estrela… eu sou a melhor das melhores! Vou seguir o meu caminho até Hollywood! – começou a divagar, com os olhos brilhantes e levantando a mão, num gesto vencedor, quase acertando em Rita. As meninas encolheram os ombros e sorriram, aquela Joana ia dos oito aos oitenta. Mas era melhor vê-la assim confiante. Desejando-lhe boa sorte, foram-se sentar nos seus lugares.
- Bom, vou guardar estes lugares, o Seiya e os outros ainda não chegaram.
- E eles disseram que vinham?
- Sim…vêm com a Kakiuu.
No apartamento dos Three Lights, reinava o silêncio. Yaten e Taiki tinham-se ido arranjar para irem à peça de Joana, e Seiya continuava à janela. O seu olhar continuava na direcção das luzes que preenchiam Tóquio, mas o seu pensamento estava em Bunny e nos momentos que tinham vivido juntos, principalmente no beijo que tinham trocado no parque. As lágrimas enchiam-lhe os olhos sempre que pensava que se iria separar dela outra vez. Já não imaginava a sua vida sem ela. Sem aquele olhar que o fascinava, sem aquele sorriso que lhe transmitia uma enorme felicidade…Deu um murro na parede, com tanta força que começou a sangrar e a parede ficou com pequenas rachas. Mas era isso que ele queria, que a dor física se pudesse sobrepor e acalmar a dor que estava a sentir por dentro.
Kakiuu aproximou-se dele. Já há algum tempo que o observava, assistindo à tristeza e ao desespero que estavam a tomar conta do seu coração. Não podia ficar indiferente ao sofrimento do seu querido amigo, mas não podia voltar atrás na sua decisão, não dava para adiar mais.
- Seiya…estás bem?
- Sim, princesa. – respondeu Seiya ainda virado para a janela. Tentou responder duma forma indiferente e normal, mas a sua voz trémula e o chispar das mãos traíram-no, revelando os sentimentos que o preenchiam.
- Desculpa-me, mas não posso mesmo adiar o nosso regresso. Eu sei que querias ficar, que a Bunny…
- Não tem nada que pedir desculpas… O planeta e o nosso povo precisa de nós! A sua decisão, como sempre, foi muito sábia. – De costas, a voz de Seiya cortou a palavra a Kakiuu, num tom frio e distante, como se estivesse a falar mais para si mesmo do que para a princesa, parecia que se queira convencer a si mesmo com aquelas palavras.
Kakiuu sorriu tristemente, doía-lhe ver Seiya assim, mas não tinha outra solução. E depois de estarem todos prontos lá foram até a escola da Joana, para se despedirem.
Sailor Iron Mouse passeava pelas ruas de Tóquio, como que à espera que algo lhe aparecesse à frente. O seu ar estava quase tão desesperado como o de Seiya.
- Ai o que é que eu vou fazer à minha vida… Não consegui cumprir a minha missão… O Mestre não perdoa… Porque é que aquelas miúdas chatas são tão difíceis de encontrar?! – pensava em voz alta, num tom desolado e irritado. Sem rumo acabou por ir parar a um edifício que se encontrava rodeado de pessoas, conversando e rindo.
- Mas o que é que esta gente toda faz na rua a uma hora destas?! Bom…talvez me sirva para alguma coisa… com umas criaturinhas negras talvez consiga umas almas para o Mestre e ele me dê mais uma oportunidade… - e com um sorriso maquiavélico, entrou no edifício, que era nem mais nem menos que a escola de Joana, onde ia decorrer a peça.
- Mariana, vocês importam-se de se despachar? Já estou farta de estar á vossa espera, daqui a nada já não vamos.
- Oh Haruka não sejas refilona! Uma mulher tem que andar sempre arranjada! – respondeu brincando Octávia, fazendo poses em frente ao espelho enquanto se penteava. Mariana e Haruka riram-se, mas Haruka continuou a refilar com o atraso delas.
- A Susana não quererá vir?
- Eu disse-lhe para vir, mas ela não se mostrou muito animada. Tem andado estranha ultimamente.
- Não falaram sobre a reacção dela e de Lead Crow?
- Não… conversamos muito mas ela não toca nesse assunto e eu tambem não me atrevo.
- Susana sempre foi a mais matura de nós, e sempre foi uma grande guerreira, muito dedicada à sua missão, não há razão para desconfiarmos dela. Por isso sugiro que vamos andando…se não perdemos a peça da Joana.
- Vamos sim! Quero muito ver a peça, até porque lhe prometemos que estaríamos presentes!
- Naquele momento eu prometeria tudo só para calá-la!
Rindo do comentário de Haruka, lá foram as três, também para a escola de Joana.
Susana sentada no seu sofá, enrolada numa manta, ainda tinha pensado em ir ver a peça, até porque Joana também a fizera prometer que ia. Tinha-a visitado de propósito para a convencer a ir, falando pelos cotovelos da peça, do grupo de teatro, dos exames, dos ensaios, etc… Susana, sempre muito paciente, tinha ouvido tudo com interesse e um sorriso. E acabara por prometer que ia. Tinha chegado à conclusão que afastar-se das meninas não ia servir de nada e que mais que nunca precisava de estar com elas para se animar. Mas nesse dia tinha apanhado uma pequena gripe, e resolvera ficar em casa vendo televisão e bebendo um chá. Era exactamente isso que estava a fazer. Tirando a parte de ver televisão, pois embora esta estivesse mesmo à sua frente, ligada, os seus olhos estavam fixos na janela, por trás da televisão, vendo as gotas de chuva, que tinham começado a cair, batendo no vidro. O seu pensamento estava de novo com a mulher de cabelos castanhos avermelhados que tinha encontrado perdida num buraco do tempo e do espaço.
Lembrou como a tinha carregado até à porta do tempo, como a tinha levado até à sua casa e tinha tratado dela durante meses. Como tinham ficado amigas, como tinham descoberto que tinham tanto em comum.
Uma corrente de ar despertou-a e um perfume familiar vê-la virar a cabeça. A escuridão em que se encontrava a sala não lhe permitiu ver mais que um vulto, mas Susana não precisava de ver nada, para saber quem ali estava. O vulto aproximou-se e Lead Crow foi iluminada pelas luzes que vinham da televisão.
A peça de Joana já estava quase a começar quando Kakiuu e os três rapazes chegaram e só tiveram tempo de se sentar ao lado das meninas, antes das luzes se apagarem. Mas ao começar a peça, algo de errado também surgiu no ar, uma atmosfera estranha, uma certa nébula espalhou-se pelo salão, arrepios de frio percorriam as pessoas. Na escuridão do salão vultos negros começaram a surgir entre as filas causando o pânico. Gritos de terror ecoaram. As meninas estavam numa fila central rodeadas por pessoas, era impossível transformarem-se e tentar combater as criaturas negras. Sem poder fazer nada começaram a ser invadidas por um frio imenso que parecia congelar-lhes os membros, os olhos começaram a fechar-se contra a sua vontade. Toda a plateia desmaiava, ao sentir o mesmo que elas. Enquanto as criaturas aproximavam as suas caras das suas vítimas.
Sailor Iron Mouse espreitava numa das portas laterais, rindo, quando ouviu uns passos apressados no corredor. Escondeu-se nas cortinas que tapavam as portas.
- Eu sabia que íamos chegar atrasadas.
- Calma Haruka. Não deve ter começado há muito…
- Ainda por cima a Octávia tinha que ir a casa de banho agora…
- Hoje estás mesmo de mau humor…Vamos entrando!
Haruka sorriu para Mariana, mas nesse instante as duas sentiram que algo não estava bem.
- Haruka…
- Sim, também senti…
As duas puxaram das suas canetas de transformação.
- Pelo poder sagrado de Neptuno…
- Pelo poder sagrado de Urano…
E à frente de sailor Iron Mouse que as olhava de boca aberta, surpresa, as duas transformaram-se. Um enorme sorriso surgiu na cara de sailor Iron Mouse, a felicidade de ter finalmente descoberto o que há tanto procurava era visível até no seu olhar.
Joana estava em cima do palco, atrás dum grande placar em forma de janela. Ao ver toda a sua plateia desmaiada e as suas amigas em perigo também uma enorme revolta cresceu dentro dela, dando força para se levantar e atrás da placa transformar-se.
As criaturas aproximavam-se da fila onde as meninas estavam sentadas, agora meio adormecidas e entorpecidas. Dois vultos surgiram ao pé da porta, de costas encostadas uma a outra apareceram sailor Urano e sailor Neptuno.
- Mergulho profundo! – sem perder tempo com palavras, Neptuno mandou o seu ataque contra as criaturas que se aproximavam das amigas, mas um ataque embateu no seu, desvanecendo-o.
- Vocês as duas têm é que se ver comigo… - disse num tom ameaçador Iron Mouse aparecendo à frente das duas. – Hoje cumprirei a minha missão. – e dizendo isso correntes pretas rodearam as duas sailors, impedindo-as de qualquer movimento.
- Parem imediatamente! – sailor Vénus apareceu em cima duma varanda que estava montado em palco, pronta para uma cena da peça. A luz incidiu nela, mais bela do que nunca, com uma cara extremamente zangada, impunha respeito. Até sailor Iron Mouse e as criaturas ficaram a olhar para ela. – Como se atrevem a estragar esta peça, que deu imenso trabalho a preparar. O momento da minha gloria, o inicio da minha carreira brilhante, o clímax de um ano de trabalho árduo…
- Pronto já começou a divagar. – comentou Iron Mouse, rolando os olhos e virando-se para sailor Urano e Neptuno, pronta a atacar. Mas sailor Saturno apareceu também recortada na escuridão da porta principal.
- Não te atrevas a atacá-las. Parede de silêncio! – exclamou formando uma proteçao a volta das suas duas amigas.
- Como te atreves a virar-me as costas?! Vou-te castigar em nome de Vénus.
Sailor Iron Mouse encolheu os ombros e ia-se virar para Vénus para ripostar, mas não estava a espera que esta fosse tao rápida, e mal teve tempo de se desviar de um ataque. Sailor Saturno entretanto soltou sailor Urano e Neptuno. Estas em pouco tempo destruíram todas as criaturas na sala. Sem saída Iron Mouse desapareceu, não sem antes lançar um olhar ameaçador às duas sailors que esteve quase a apanhar.
As quatros, já destransformadas correram para ao pé das amigas que já estavam a acordar, tal como o resto da plateia que sobrevivera as criaturas. Alguns lugares estavam vazios, mas eram poucos. As criaturas não tinham tido tempo para levar muitas pessoas consigo.
Na casa de Susana, esta e Lead Crow olhavam-se nos olhos com tal intensidade que parecia que tudo o resto tinha desaparecido.
- Vieste-me visitar Lead Crow?
- Susana… - Lead Crow baixou a cabeça. Talvez para não revelar a tristeza que preenchia os seus olhos.
- Talvez me venhas contar alguns pormenores importantes que te esqueceste de mencionar quando estiveste a viver aqui comigo!
- Eu…Não te podia contar.
- Não me podias contar?! – a sempre calma Susana, estava agora exaltada, zangada e magoada com Lead Crow. - Eu confiei em ti, eu trouxe-te para a minha própria casa, tratei de ti, confiei-te os meus segredos! Confiei-te a minha identidade… Pensei que fosses minha amiga, nunca minha inimiga. As nossas conversas… quando finalmente te restabeleces, desapareces e nunca mais dizes nada! E depois descubro que és uma das minhas inimigas. E ainda te atreves a aparecer aqui…presumo que tenhas uma explicação para mim…porque se não, podes ir andando, antes que tenha que lutar contra ti.
- Eu não queria que fosse assim, acredita. Talvez um dia percebas a minha atitude.
Um novo silêncio abateu-se entre as duas. Susana olhava incrédula e triste para ela.
- É só isso que tens para me dizer?! Então somos mesmo inimigas?
- Sim, somos inimigas. Vim só aqui porque quero que saibas que a tua identidade está a salvo comigo. Nunca vou usar isso contra ti e nunca irei lutar contigo, se o puder evitar.
- E queres que confie em ti?! Não lutas contra mim? Mas lutas contra tudo o que eu acredito, contra as minhas amigas. Não esperes que não me meta nas lutas e acredita que se magoares alguma delas matar-te-ei sem hesitar.
Estavam agora as duas de pé frente a frente. Lead Crow acenou com a cabeça, sinal que compreendia o que Susana lhe tinha dito, e o seu olhar era um misto de tristeza e mágoa. Sem dizer mais nada, desapareceu.
Susana caiu no sofá. As lágrimas corriam-lhe pela face. Mas depressa as limpou e o seu olhar ficou mais duro. Se tinha que ser assim…ela iria cumprir a sua missão até ao fim.
A peça de Joana finalmente acabou, todos aplaudiram de pé. A plateia não se lembrava de nada do que se tinha passado, e tinha-se envolvido completamente na linda historia que a peça contava. O desempenho de Joana esteve excelente e ela agora fazia vénias seguidas umas às outras, com um sorriso iluminando toda a sua cara.
Bom espero que gostem...resolvi acabar por aqui...no proximo havera mais...
espero que nao desiluda ninguem...
este capitulo pode estar um pouco confuso...aconteceram muitas coisas ao mesmo tempo... digam a vossa opiniao sim?
ah e muito obrigado pela vossa simpatia!!eheh!
um beijao para todas!
Uma corrente de ar despertou-a e um perfume familiar vê-la virar a cabeça. A escuridão em que se encontrava a sala não lhe permitiu ver mais que um vulto, mas Susana não precisava de ver nada, para saber quem ali estava. O vulto aproximou-se e Lead Crow foi iluminada pelas luzes que vinham da televisão.
A peça de Joana já estava quase a começar quando Kakiuu e os três rapazes chegaram e só tiveram tempo de se sentar ao lado das meninas, antes das luzes se apagarem. Mas ao começar a peça, algo de errado também surgiu no ar, uma atmosfera estranha, uma certa nébula espalhou-se pelo salão, arrepios de frio percorriam as pessoas. Na escuridão do salão vultos negros começaram a surgir entre as filas causando o pânico. Gritos de terror ecoaram. As meninas estavam numa fila central rodeadas por pessoas, era impossível transformarem-se e tentar combater as criaturas negras. Sem poder fazer nada começaram a ser invadidas por um frio imenso que parecia congelar-lhes os membros, os olhos começaram a fechar-se contra a sua vontade. Toda a plateia desmaiava, ao sentir o mesmo que elas. Enquanto as criaturas aproximavam as suas caras das suas vítimas.
Sailor Iron Mouse espreitava numa das portas laterais, rindo, quando ouviu uns passos apressados no corredor. Escondeu-se nas cortinas que tapavam as portas.
- Eu sabia que íamos chegar atrasadas.
- Calma Haruka. Não deve ter começado há muito…
- Ainda por cima a Octávia tinha que ir a casa de banho agora…
- Hoje estás mesmo de mau humor…Vamos entrando!
Haruka sorriu para Mariana, mas nesse instante as duas sentiram que algo não estava bem.
- Haruka…
- Sim, também senti…
As duas puxaram das suas canetas de transformação.
- Pelo poder sagrado de Neptuno…
- Pelo poder sagrado de Urano…
E à frente de sailor Iron Mouse que as olhava de boca aberta, surpresa, as duas transformaram-se. Um enorme sorriso surgiu na cara de sailor Iron Mouse, a felicidade de ter finalmente descoberto o que há tanto procurava era visível até no seu olhar.
Joana estava em cima do palco, atrás dum grande placar em forma de janela. Ao ver toda a sua plateia desmaiada e as suas amigas em perigo também uma enorme revolta cresceu dentro dela, dando força para se levantar e atrás da placa transformar-se.
As criaturas aproximavam-se da fila onde as meninas estavam sentadas, agora meio adormecidas e entorpecidas. Dois vultos surgiram ao pé da porta, de costas encostadas uma a outra apareceram sailor Urano e sailor Neptuno.
- Mergulho profundo! – sem perder tempo com palavras, Neptuno mandou o seu ataque contra as criaturas que se aproximavam das amigas, mas um ataque embateu no seu, desvanecendo-o.
- Vocês as duas têm é que se ver comigo… - disse num tom ameaçador Iron Mouse aparecendo à frente das duas. – Hoje cumprirei a minha missão. – e dizendo isso correntes pretas rodearam as duas sailors, impedindo-as de qualquer movimento.
- Parem imediatamente! – sailor Vénus apareceu em cima duma varanda que estava montado em palco, pronta para uma cena da peça. A luz incidiu nela, mais bela do que nunca, com uma cara extremamente zangada, impunha respeito. Até sailor Iron Mouse e as criaturas ficaram a olhar para ela. – Como se atrevem a estragar esta peça, que deu imenso trabalho a preparar. O momento da minha gloria, o inicio da minha carreira brilhante, o clímax de um ano de trabalho árduo…
- Pronto já começou a divagar. – comentou Iron Mouse, rolando os olhos e virando-se para sailor Urano e Neptuno, pronta a atacar. Mas sailor Saturno apareceu também recortada na escuridão da porta principal.
- Não te atrevas a atacá-las. Parede de silêncio! – exclamou formando uma proteçao a volta das suas duas amigas.
- Como te atreves a virar-me as costas?! Vou-te castigar em nome de Vénus.
Sailor Iron Mouse encolheu os ombros e ia-se virar para Vénus para ripostar, mas não estava a espera que esta fosse tao rápida, e mal teve tempo de se desviar de um ataque. Sailor Saturno entretanto soltou sailor Urano e Neptuno. Estas em pouco tempo destruíram todas as criaturas na sala. Sem saída Iron Mouse desapareceu, não sem antes lançar um olhar ameaçador às duas sailors que esteve quase a apanhar.
As quatros, já destransformadas correram para ao pé das amigas que já estavam a acordar, tal como o resto da plateia que sobrevivera as criaturas. Alguns lugares estavam vazios, mas eram poucos. As criaturas não tinham tido tempo para levar muitas pessoas consigo.
Na casa de Susana, esta e Lead Crow olhavam-se nos olhos com tal intensidade que parecia que tudo o resto tinha desaparecido.
- Vieste-me visitar Lead Crow?
- Susana… - Lead Crow baixou a cabeça. Talvez para não revelar a tristeza que preenchia os seus olhos.
- Talvez me venhas contar alguns pormenores importantes que te esqueceste de mencionar quando estiveste a viver aqui comigo!
- Eu…Não te podia contar.
- Não me podias contar?! – a sempre calma Susana, estava agora exaltada, zangada e magoada com Lead Crow. - Eu confiei em ti, eu trouxe-te para a minha própria casa, tratei de ti, confiei-te os meus segredos! Confiei-te a minha identidade… Pensei que fosses minha amiga, nunca minha inimiga. As nossas conversas… quando finalmente te restabeleces, desapareces e nunca mais dizes nada! E depois descubro que és uma das minhas inimigas. E ainda te atreves a aparecer aqui…presumo que tenhas uma explicação para mim…porque se não, podes ir andando, antes que tenha que lutar contra ti.
- Eu não queria que fosse assim, acredita. Talvez um dia percebas a minha atitude.
Um novo silêncio abateu-se entre as duas. Susana olhava incrédula e triste para ela.
- É só isso que tens para me dizer?! Então somos mesmo inimigas?
- Sim, somos inimigas. Vim só aqui porque quero que saibas que a tua identidade está a salvo comigo. Nunca vou usar isso contra ti e nunca irei lutar contigo, se o puder evitar.
- E queres que confie em ti?! Não lutas contra mim? Mas lutas contra tudo o que eu acredito, contra as minhas amigas. Não esperes que não me meta nas lutas e acredita que se magoares alguma delas matar-te-ei sem hesitar.
Estavam agora as duas de pé frente a frente. Lead Crow acenou com a cabeça, sinal que compreendia o que Susana lhe tinha dito, e o seu olhar era um misto de tristeza e mágoa. Sem dizer mais nada, desapareceu.
Susana caiu no sofá. As lágrimas corriam-lhe pela face. Mas depressa as limpou e o seu olhar ficou mais duro. Se tinha que ser assim…ela iria cumprir a sua missão até ao fim.
A peça de Joana finalmente acabou, todos aplaudiram de pé. A plateia não se lembrava de nada do que se tinha passado, e tinha-se envolvido completamente na linda historia que a peça contava. O desempenho de Joana esteve excelente e ela agora fazia vénias seguidas umas às outras, com um sorriso iluminando toda a sua cara.
Bom espero que gostem...resolvi acabar por aqui...no proximo havera mais...
espero que nao desiluda ninguem...
este capitulo pode estar um pouco confuso...aconteceram muitas coisas ao mesmo tempo... digam a vossa opiniao sim?
ah e muito obrigado pela vossa simpatia!!eheh!
um beijao para todas!
Lindo, lindo, lindo, lindo, lindo!!!!!!!
é impressionante como consegues mostrar a dor do Seiya... é tão real..... que parece que está tudo a acontecer à nossa frente... parabéns!!!!
E eu vi logo!!! Vi logo que a mãe da bunny não iria ficar calada perante a relação do seiya e da bunny!!!!
e a joana... como sempre quase a falhar no que se mete.. e aquela xapada da rita.... é incrivel comno consegues descrever as navegantes em todos os seus passos....
bem, não tenho mais nada a dizer...... a não ser k adorei este capitulo.... mas se chamas a isto "gigante".. vou ali e já venho
EDIT: Wait a moment.....
o capitulo ainda não tinha acabado!!!! É k só postates o resto quando eu já estava a escrever o comentário!!!!!
Bem, agora já percebo porque é que akela inimiga defendeu a Plutão..... como é k tal pode acontecer....
e coitada da neptuno e da urano... a inimiga já sabe as suas identidades.... (digo inimiga porque não sei o nome dela)
e pronto... como sempre o capitulo está lindo... mas repito....se chamas a isto "gigante".. vou ali e já venho



é impressionante como consegues mostrar a dor do Seiya... é tão real..... que parece que está tudo a acontecer à nossa frente... parabéns!!!!
E eu vi logo!!! Vi logo que a mãe da bunny não iria ficar calada perante a relação do seiya e da bunny!!!!
e a joana... como sempre quase a falhar no que se mete.. e aquela xapada da rita.... é incrivel comno consegues descrever as navegantes em todos os seus passos....
bem, não tenho mais nada a dizer...... a não ser k adorei este capitulo.... mas se chamas a isto "gigante".. vou ali e já venho

EDIT: Wait a moment.....
o capitulo ainda não tinha acabado!!!! É k só postates o resto quando eu já estava a escrever o comentário!!!!!
Bem, agora já percebo porque é que akela inimiga defendeu a Plutão..... como é k tal pode acontecer....
e coitada da neptuno e da urano... a inimiga já sabe as suas identidades.... (digo inimiga porque não sei o nome dela)
e pronto... como sempre o capitulo está lindo... mas repito....se chamas a isto "gigante".. vou ali e já venho





neptuno era para ser muito maior, porque era para falar da partida ou nao de Kakiuu para o seu planeta...mas achei que era melhor falar nisso no proximo capitulo!
desculpa se te enganei...
mas olha ainda bem que gostaste...
oh....muito obrigado...
.o:
.o:
.o:
tive medo que tivesse um pouco confuso...
Assim fico mais animada...
como o outro capitulo ja esta todo na minha cabeça nao devera demorar muito...
muito obrigado por leres e comentares Neptuno!!
desculpa se te enganei...
mas olha ainda bem que gostaste...
neptuno_avista escreveu:Lindo, lindo, lindo, lindo, lindo!!!!!!!
oh....muito obrigado...
.o:
.o:
.o: tive medo que tivesse um pouco confuso...
Assim fico mais animada...
como o outro capitulo ja esta todo na minha cabeça nao devera demorar muito...
muito obrigado por leres e comentares Neptuno!!
Neptune, gostei muito
.o:
Valeu a pena as meninas terem esperado
Disseste que ias fazer isso, e fez! :
: Ficou muito legal! E o extraterrestre :
:
Agora a Lead Crow foi salva pela Pluto... nossa... e por conta disso quer ser "leal", embora sendo inimigas... será?
E a Minako, quando tenta ir pro estrelato, sempre acontece algo, pelo menos desta vez deu tudo certo.
Bem, agora aguardo a decisão de Seiya...
.o:Valeu a pena as meninas terem esperado

Bunny entrou em casa e deparou-se com a mãe a olhar para ela, mesmo à porta.
-
Ai filha, gosto tanto do Seiya! É um belo rapaz, muito educado,
inteligente...e bonito. – exclamou a D.Fernanda, piscando o olho à
filha, que a olhava incrédula.
- Mãe… - murmurou a Bunny, a abanar a cabeça, preferia que a mãe não tocasse naqueles assuntos. – Eu também gosto muito dele, mas somos só amigos!
- Parva és tu…um rapaz tão jeitoso…dava um belo namorado! Se eu tivesse a tua idade…
- Pare com isso, mãe. –
exclamou Bunny virando as costas á mãe e subindo as escadas para o seu
quarto. Na sua cabeça passou a ideia de como reagiria a mãe se lhe
dissesse que Seiya era um extraterrestre. Rindo-se com as próprias
ideias, deitou-se na cama para descansar um pouco antes de jantar.
Disseste que ias fazer isso, e fez! :
: Ficou muito legal! E o extraterrestre :
:Agora a Lead Crow foi salva pela Pluto... nossa... e por conta disso quer ser "leal", embora sendo inimigas... será?
E a Minako, quando tenta ir pro estrelato, sempre acontece algo, pelo menos desta vez deu tudo certo.
Bem, agora aguardo a decisão de Seiya...

Presente do Brancus- Visitem www.imagevisiondesign.com

Semi-ausente até março

Moon Revenge- exerto do volume 2 publicado 02/01
ui...eu nao quero que te enfureças neptuno por isso vou mesmo escrever rapidinho!
(nao devia ter dito aquilo da partida..lol! bom nao faz mal...
pois é sailor iron mouse ja sabe as identidades de sailor neptuno e sailor urano...
esta é a sailor iron mouse para quem nao se lembra ou nao viu esta fase...(é tao fofinha ne?)
e a sailor Lead Crow, que tambem é uma inimiga da fase stars, e que desapareceu num buraco negro (dai vem a ideia de Plutao a ter salvo do espaço)
aqui esta sailor Lead Crow...
Chou obrigado por teres lido! é verdade...tu deste me a ideia!!
nao resisti a por!eheh!
ainda bem que gostaste!!
no proximo capitulo prometo que vem a decisao de Seiya...
em relaçao a Lead Crow...ainda nao sei bem o que lhe vou fazer...lol! foi uma ideia que me surgiu assim do nada..espero que tenham gostado!
(nao devia ter dito aquilo da partida..lol! bom nao faz mal...
pois é sailor iron mouse ja sabe as identidades de sailor neptuno e sailor urano...
Spoiler

e a sailor Lead Crow, que tambem é uma inimiga da fase stars, e que desapareceu num buraco negro (dai vem a ideia de Plutao a ter salvo do espaço)
Spoiler

Chou obrigado por teres lido! é verdade...tu deste me a ideia!!
nao resisti a por!eheh!ainda bem que gostaste!!
no proximo capitulo prometo que vem a decisao de Seiya...
em relaçao a Lead Crow...ainda nao sei bem o que lhe vou fazer...lol! foi uma ideia que me surgiu assim do nada..espero que tenham gostado!
Desiludir?! É claro que não, neptune-chan! Desculpa ontem não ter lido, mas surgiram uns problemas pessoais e não pude... Mas foi a primeira coisa que fiz quando vim aqui! 
A parte inicial foi muito engraçada, a mãe da Bunny parece que aprova uma eventual relação com o Seiya e até o considera giro e simpático. O pensamento da Bunny em relação à mãe se descobrisse que este é um extraterrestre é que foi engraçado! Hehe
Depois, lá veio a tal revelação das intenções da Kakiuu... Gostei como a caracterizaste, sem jeito para a cozinha, apesar dos seus eforços (faz sentido!), é um pouco como a Bunny, também. Fiquei pena com a decisão dela e com a tristeza e revolta que o Seiya demonstrou... Até se feriu ao dar um murro na parede. Foi uma parte bem caracterizada e real, mas continuo a esperar que eles não regressem ao planeta...! Até porque não gostava... Já me habituei à presença deles, como tenho vindo a dizer, e gostava de os ver mais!
Também foi real quando a Rita deu uma estalada à Joana, ela é mesmo uma pessoa de opostos! À sua maneira, a Rita demonstrou ser uma verdadeira amiga e conseguiu acalmar a Joana. Uma peça alternativa de Romeu e Julieta? Devo confessar que nunca fui grande amante desta peça, mas desde que vi o anime Romeo x Juliet, que também é uma versão bastante alternativa da história, que fiquei a gostar mais destas versões. Por isso, gostei
E não posso deixar de referir a atracção da Joana pelo actor que representa o Romeu, hehe 
As minhas partes favoritas do capítulo (para além da descrição dos sentimentos do Seiya) foram, sem dúvida, as que envolveram a Susana e a Lead Crow. Foi bastante criativa, esta parte! Adorei, mesmo, a forma como relacionaste esta inimiga com a navegante de Plutão. E foi realista o facto da Susana ter afirmado que a mataria se pusesse as amigas em perigo. Tenho pena que assim seja, deve ser muito difícil para a Susana, mas é essa a sua missão! E o encontro delas em sua casa, muito bom! Fiquei com o coração aos pulos de curiosidade
E a cena da batalha contra a Iron Mouse! Ela descobriu a identidade da Haruka e Mariana, então. Gostei de como decorreu, a Vénus estava mesmo irritada. E a peça sempre chegou a correr bem
Agora fico muito curiosa por saber a reacção da Bunny quando a Kakiuu lhe contar que vão voltar para o planeta...! Tinhas mesmo de acabar assim 
*dá um ovo Kinder à neptune e uma fotografia do Seiya e da Bunny nas explicações numa bonita moldura* Espero que gostes tanto quanto eu gostei do resto do capítulo!

A parte inicial foi muito engraçada, a mãe da Bunny parece que aprova uma eventual relação com o Seiya e até o considera giro e simpático. O pensamento da Bunny em relação à mãe se descobrisse que este é um extraterrestre é que foi engraçado! Hehe

Depois, lá veio a tal revelação das intenções da Kakiuu... Gostei como a caracterizaste, sem jeito para a cozinha, apesar dos seus eforços (faz sentido!), é um pouco como a Bunny, também. Fiquei pena com a decisão dela e com a tristeza e revolta que o Seiya demonstrou... Até se feriu ao dar um murro na parede. Foi uma parte bem caracterizada e real, mas continuo a esperar que eles não regressem ao planeta...! Até porque não gostava... Já me habituei à presença deles, como tenho vindo a dizer, e gostava de os ver mais!
Também foi real quando a Rita deu uma estalada à Joana, ela é mesmo uma pessoa de opostos! À sua maneira, a Rita demonstrou ser uma verdadeira amiga e conseguiu acalmar a Joana. Uma peça alternativa de Romeu e Julieta? Devo confessar que nunca fui grande amante desta peça, mas desde que vi o anime Romeo x Juliet, que também é uma versão bastante alternativa da história, que fiquei a gostar mais destas versões. Por isso, gostei
E não posso deixar de referir a atracção da Joana pelo actor que representa o Romeu, hehe 
As minhas partes favoritas do capítulo (para além da descrição dos sentimentos do Seiya) foram, sem dúvida, as que envolveram a Susana e a Lead Crow. Foi bastante criativa, esta parte! Adorei, mesmo, a forma como relacionaste esta inimiga com a navegante de Plutão. E foi realista o facto da Susana ter afirmado que a mataria se pusesse as amigas em perigo. Tenho pena que assim seja, deve ser muito difícil para a Susana, mas é essa a sua missão! E o encontro delas em sua casa, muito bom! Fiquei com o coração aos pulos de curiosidade

E a cena da batalha contra a Iron Mouse! Ela descobriu a identidade da Haruka e Mariana, então. Gostei de como decorreu, a Vénus estava mesmo irritada. E a peça sempre chegou a correr bem
Agora fico muito curiosa por saber a reacção da Bunny quando a Kakiuu lhe contar que vão voltar para o planeta...! Tinhas mesmo de acabar assim 
*dá um ovo Kinder à neptune e uma fotografia do Seiya e da Bunny nas explicações numa bonita moldura* Espero que gostes tanto quanto eu gostei do resto do capítulo!

bolas, já tinha t escrito um comentario grande e dpois o estupido d meu computador mudou d pagina e lá se foi o meu esforço ao escrever.t um comentario grande!
mas lá vou tentar fzer outravez +/- parecido
ri.m tanto com isto, a minha mãe é exactamente igual lea fica sempre do genero: sbes ele é giro, pdes dzer.m q é o teu namorado
é tão irritante!!
o taiki ficou traumatizado ao tentar dar explicaçoes a bunny
ai meu deus
achei tao fofinho a maneira como disseste q o seiya naun qeria deixar a bunny, q "a vida dele n terra tava tda a passar.lh diante dos olhos" e como a princesa deles sbia q ele tava triste, achei piada ao facto dela naun sber cozinhar mas esforçar.s bastante
fez.m lembrar logo da bunny
o stress d joana
fez.m lembrar.m a mim qdo tou nervosa para uma apresentaçao n escola
dpois ela naun conhece um meio termo, ou ta mto em baixo ou demasiado confiante
bolas q ela ficou zangada qdo interromperam a peça fezz.m lembrar a rita
a susana q coitadinha tava tao magoada com a leadcrow
tava fantastico, tal como sempre, continua assim
se qiseres passa pela nossa fic e comenta
mas lá vou tentar fzer outravez +/- parecidoneptune escreveu:
continuaçao do capitulo12:
Bunny entrou em casa e deparou-se com a mãe a olhar para ela, mesmo à porta.
- Ai filha, gosto tanto do Seiya! É um belo rapaz, muito educado, inteligente...e bonito. – exclamou a D.Fernanda, piscando o olho à filha, que a olhava incrédula.
- Mãe… - murmurou a Bunny, a abanar a cabeça, preferia que a mãe não tocasse naqueles assuntos. – Eu também gosto muito dele, mas somos só amigos!
- Parva és tu…um rapaz tão jeitoso…dava um belo namorado! Se eu tivesse a tua idade…
- Pare com isso, mãe. – exclamou Bunny virando as costas á mãe e subindo as escadas para o seu quarto. Na sua cabeça passou a ideia de como reagiria a mãe se lhe dissesse que Seiya era um extraterrestre. Rindo-se com as próprias ideias, deitou-se na cama para descansar um pouco antes de jantar.
ri.m tanto com isto, a minha mãe é exactamente igual lea fica sempre do genero: sbes ele é giro, pdes dzer.m q é o teu namorado
é tão irritante!!

o taiki ficou traumatizado ao tentar dar explicaçoes a bunny
ai meu deusachei tao fofinho a maneira como disseste q o seiya naun qeria deixar a bunny, q "a vida dele n terra tava tda a passar.lh diante dos olhos" e como a princesa deles sbia q ele tava triste, achei piada ao facto dela naun sber cozinhar mas esforçar.s bastante
fez.m lembrar logo da bunnyo stress d joana
fez.m lembrar.m a mim qdo tou nervosa para uma apresentaçao n escoladpois ela naun conhece um meio termo, ou ta mto em baixo ou demasiado confiante

bolas q ela ficou zangada qdo interromperam a peça fezz.m lembrar a rita

a susana q coitadinha tava tao magoada com a leadcrow
tava fantastico, tal como sempre, continua assim

se qiseres passa pela nossa fic e comenta
neptune escreveu:Lembrou como a tinha carregado até à porta do tempo, como a tinha levado até à sua casa e tinha tratado dela durante meses. Como tinham ficado amigas, como tinham descoberto que tinham tanto em comum.
Uma corrente de ar despertou-a e um perfume familiar vê-la virar a cabeça. A escuridão em que se encontrava a sala não lhe permitiu ver mais que um vulto, mas Susana não precisava de ver nada, para saber quem ali estava. O vulto aproximou-se e Lead Crow foi iluminada pelas luzes que vinham da televisão.
axei a historia delas tao kida, os sentimntx d plutao :='(:
km a leadcrow tem a mixao dela mx km n mm ker fzr d td pa n lutar km a plutao e n vai usar o conhecimnt k tem d sua identidd contra ela..
a estalada d rita
1a boa maneira d acalmr o stress mostrou km e boa miga a sua maneira 1 pouco violntagr a sailor iron sbe a identidd d mariana e d haruka!1 :
: os sentimntx d seiya cnseguixt mm fze-lox tao reais e tao dolorosx k m magoa tnt so d pnsr :='(:
ai k tv maravilhoso valeu a espera
n desiludist em nd :='(:
Tens de entrar para responderes neste tópico.





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