Sailor Moon - O Sonho não Acabou
que bom que estão gostando da fic,
.o: 
eu to tentando termina de escrever o cap, mas a imaginaçao e a vontade tao contra mim hoje :
':
mas eu prometi pra amanha e no maximo amanha eu coloco mais um.
Mais uma coisa que eu to super feliz.
finalmente eu pensei num final pra minha fic e voces vao ficar surpresos.
graças a deus eu pensei em um fim, porque nao tinha pensado em nada antes, só no Prologo, fazer o que.
agora que a cabeça funcionou eu vou continuar a escrever, porque tive algumas ideias.
hahahahahahaha
até daqui a pouco :
:
.o: 
eu to tentando termina de escrever o cap, mas a imaginaçao e a vontade tao contra mim hoje :
': mas eu prometi pra amanha e no maximo amanha eu coloco mais um.
Mais uma coisa que eu to super feliz.
finalmente eu pensei num final pra minha fic e voces vao ficar surpresos.
graças a deus eu pensei em um fim, porque nao tinha pensado em nada antes, só no Prologo, fazer o que.
agora que a cabeça funcionou eu vou continuar a escrever, porque tive algumas ideias.
hahahahahahaha
até daqui a pouco :
:
___________________________________________________
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
Capricha nesse final, hein!?
Esta é a primeira fanfic em que eu pondero a possibilidade de um final diferente do "destinado" (cristal Tókio e bla bla bla)...
É que está tão bem explicada, tão bem escrita, de tal forma que é perfeitamente normal se a bunny nunca chegar a perdoar o Gonçalo...
E para eles ficarem juntos... Tipo.. não consigo imaginar maneira alguma disso acontecer, por isso estou bué curiosa para saber como irá acabar porque:
1) Se ficarem juntos, estou mesmo para ver como tal é possível depois de tudo aquilo que ela sofreu e mudou, e que e perfeitamente aceitável face a todos os factos escritos.
2) Se não ficam juntos, como é que acaba
lolol
Enfim.. Capricha bem nisso depois
Acredito k o vás fazer, uma vez que já demonstrastes que tens jeito para isto 
Boa sorte com o capitulo e tipo, se não te apetece escrever, não forces... Quando as coisas saem naturalmente, saem sempre melhores =)

Esta é a primeira fanfic em que eu pondero a possibilidade de um final diferente do "destinado" (cristal Tókio e bla bla bla)...
É que está tão bem explicada, tão bem escrita, de tal forma que é perfeitamente normal se a bunny nunca chegar a perdoar o Gonçalo...
E para eles ficarem juntos... Tipo.. não consigo imaginar maneira alguma disso acontecer, por isso estou bué curiosa para saber como irá acabar porque:
1) Se ficarem juntos, estou mesmo para ver como tal é possível depois de tudo aquilo que ela sofreu e mudou, e que e perfeitamente aceitável face a todos os factos escritos.
2) Se não ficam juntos, como é que acaba
lololEnfim.. Capricha bem nisso depois
Acredito k o vás fazer, uma vez que já demonstrastes que tens jeito para isto 
Boa sorte com o capitulo e tipo, se não te apetece escrever, não forces... Quando as coisas saem naturalmente, saem sempre melhores =)
Bem, eu consegui acabar, e aqui vai mais um capitulo pra voces
espero que gostem
----------------------------------------------------------
Capitulo IV – O Retorno
Ela dormia, mas sua mente continuava lembrando-se do passado que ela tanto queria esquecer. Há tanto tempo que não tinha mais memórias daqueles dias, da época em que se enganava pensando que era feliz. Mas dessa vez era diferente. Dessa vez todas as lembranças que ela tinha eram boas, todas as memórias que vinham em seus sonhos eram de momentos felizes que tinha passado com suas antigas amigas, momentos em que ela se considerava realmente feliz. Porem em cada uma dessas memórias, enquanto ela sorria e se divertia, uma escuridão se apossava de cada canto, de cada pessoa, de cada som, era uma escuridão palpável, o silencio era aterrador, o medo era verdadeiro. A cada vez que a escuridão chegava uma voz de mulher vinha lhe avisar que aquela era a realidade, que nada do que ela estava vendo antes era verdade, que nada pode ser aquele mar de rosas para sempre, que uma hora ou outra tudo desabava, até mesmo os contos de fadas acabavam. E todas às vezes, depois de falar as mesmas coisas, a voz da mulher desaparecia junto à escuridão e uma nova lembrança feliz aparecia em seus sonhos, para logo em seguida ser tomada por tão estranha escuridão.
Mesmo em sonhos ela temia por tais visões. Sabia que não iria sair nada de bom disso, mas não podia mais se preocupar, afinal não tinha mais nada que poderia fazer. Estava sentindo a algum tempo que alguma coisa muito estranha estava para acontecer, mas não fazia idéia do que seria, e estava começando a ficar preocupada, pois seus sonhos cada vez ficavam mais esquisitos. Porem o que mais a preocupava no momento era aquela premonição que ela tivera em sonhos, aquela imagem dela caída ao chão, visualizando em frente à lua cheia uma mulher muito parecida consigo, e que em segundos foi capaz de se mover de onde estava e atacar seus companheiros. Aquilo a deixava inquieta, seria realmente a hora de voltar para o passado, para tudo o que ela mais queria esquecer?
Misugi ainda encarava a amiga que estava deitada no seu colo. Muitas coisas passavam em sua cabeça. Sabia que tinha muito que descobrir ainda para finalmente entender o passado de sua amiga, mas não sabia como faria para descobrir. Estava muito abalada com toda aquela história de Usagi, mas o que lhe espantou mais durante toda a conversa foi o que veio depois de todas as revelações.
Parando um pouco de afagar os cabelos da amiga, ela olha para a parede a sua frente e começa a recordar cada ato e palavra que aconteceram ali naquela tarde.
“Eu estava sentada naquela sala junto a todos eles, mas em meio à conversa parece que esqueceram que estava ali. Escutava cada palavra, cada explicação, cada ruído, até mesmo a respiração deles eu era capaz de escutar devido à concentração que fazia para descobrir o que tinha acontecido. Quando ouviu aquela menina de cabelos azuis falando até que simpatizei com ela, parecia realmente ter sofrido com o desaparecimento de Usagi, mas mesmo assim minha amiga não se sensibilizou, mantinha-se irredutível em sua frieza embora fosse mais educada do que qualquer um esperava que fosse naquele momento. Logo depois dela quem falou foi aquele homem, aquele me causou revolta somente de me dirigir à palavra. Eu lhe lancei um olhar revoltado, não queria que ele falasse, sabia que isso iria somente fazer mal a Usagi, mas mesmo assim não me intrometi. A cada palavra que ele dizia mais asco tinha dele, mais nojo. Enquanto ele falava, eu ficava pensando em como um homem pode ser tão burro. Ter uma mulher como Usagi do seu lado, que alem de linda era uma das pessoas mais maravilhosas que eu conheci em toda a minha vida, mesmo estando em sua fase “não acredito na felicidade”, e mesmo assim jogar tudo fora por uma duvida infantil. Mas como dizem, nós só aprendemos a dar valor aquilo que temos quando o perdemos, e foi exatamente isso o que aconteceu com ele.
espero que gostem
----------------------------------------------------------
Capitulo IV – O Retorno
Ela dormia, mas sua mente continuava lembrando-se do passado que ela tanto queria esquecer. Há tanto tempo que não tinha mais memórias daqueles dias, da época em que se enganava pensando que era feliz. Mas dessa vez era diferente. Dessa vez todas as lembranças que ela tinha eram boas, todas as memórias que vinham em seus sonhos eram de momentos felizes que tinha passado com suas antigas amigas, momentos em que ela se considerava realmente feliz. Porem em cada uma dessas memórias, enquanto ela sorria e se divertia, uma escuridão se apossava de cada canto, de cada pessoa, de cada som, era uma escuridão palpável, o silencio era aterrador, o medo era verdadeiro. A cada vez que a escuridão chegava uma voz de mulher vinha lhe avisar que aquela era a realidade, que nada do que ela estava vendo antes era verdade, que nada pode ser aquele mar de rosas para sempre, que uma hora ou outra tudo desabava, até mesmo os contos de fadas acabavam. E todas às vezes, depois de falar as mesmas coisas, a voz da mulher desaparecia junto à escuridão e uma nova lembrança feliz aparecia em seus sonhos, para logo em seguida ser tomada por tão estranha escuridão.
Mesmo em sonhos ela temia por tais visões. Sabia que não iria sair nada de bom disso, mas não podia mais se preocupar, afinal não tinha mais nada que poderia fazer. Estava sentindo a algum tempo que alguma coisa muito estranha estava para acontecer, mas não fazia idéia do que seria, e estava começando a ficar preocupada, pois seus sonhos cada vez ficavam mais esquisitos. Porem o que mais a preocupava no momento era aquela premonição que ela tivera em sonhos, aquela imagem dela caída ao chão, visualizando em frente à lua cheia uma mulher muito parecida consigo, e que em segundos foi capaz de se mover de onde estava e atacar seus companheiros. Aquilo a deixava inquieta, seria realmente a hora de voltar para o passado, para tudo o que ela mais queria esquecer?
Misugi ainda encarava a amiga que estava deitada no seu colo. Muitas coisas passavam em sua cabeça. Sabia que tinha muito que descobrir ainda para finalmente entender o passado de sua amiga, mas não sabia como faria para descobrir. Estava muito abalada com toda aquela história de Usagi, mas o que lhe espantou mais durante toda a conversa foi o que veio depois de todas as revelações.
Parando um pouco de afagar os cabelos da amiga, ela olha para a parede a sua frente e começa a recordar cada ato e palavra que aconteceram ali naquela tarde.
“Eu estava sentada naquela sala junto a todos eles, mas em meio à conversa parece que esqueceram que estava ali. Escutava cada palavra, cada explicação, cada ruído, até mesmo a respiração deles eu era capaz de escutar devido à concentração que fazia para descobrir o que tinha acontecido. Quando ouviu aquela menina de cabelos azuis falando até que simpatizei com ela, parecia realmente ter sofrido com o desaparecimento de Usagi, mas mesmo assim minha amiga não se sensibilizou, mantinha-se irredutível em sua frieza embora fosse mais educada do que qualquer um esperava que fosse naquele momento. Logo depois dela quem falou foi aquele homem, aquele me causou revolta somente de me dirigir à palavra. Eu lhe lancei um olhar revoltado, não queria que ele falasse, sabia que isso iria somente fazer mal a Usagi, mas mesmo assim não me intrometi. A cada palavra que ele dizia mais asco tinha dele, mais nojo. Enquanto ele falava, eu ficava pensando em como um homem pode ser tão burro. Ter uma mulher como Usagi do seu lado, que alem de linda era uma das pessoas mais maravilhosas que eu conheci em toda a minha vida, mesmo estando em sua fase “não acredito na felicidade”, e mesmo assim jogar tudo fora por uma duvida infantil. Mas como dizem, nós só aprendemos a dar valor aquilo que temos quando o perdemos, e foi exatamente isso o que aconteceu com ele.
___________________________________________________
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
Depois que ele terminou de falar Usagi perguntou se ele realmente queria saber o motivo dela ter fugido, depois da resposta afirmativa ela contou a única história que eu nunca pensei que fosse ouvir de sua boca. Tudo era muito estranho e muito verdadeiro. A amiga chorava copiosamente enquanto eu simplesmente observava o desenrolar daquele fatídico encontro que eu ajudara a realizar. Quando Usagi terminou de falar não tinha uma pessoa naquela sala que não estivesse com lagrimas nos olhos, não de pena, mas sim por compartilhar a dor de uma amiga muito especial para todos.
Porem, depois de todo o choro e de todo o silêncio veio à conversa que realmente me deixou desconcertada. Usagi parou de chorar, olhou para todos os que estavam ali e disse que era melhor que fossem embora, que o motivo era que Tókio estava em perigo. Eu fiquei me perguntando que história era aquela, o que Tókio tinha a ver com o que estavam conversando antes, até que um deles disse que não. Ela se levantou e disse que era obrigação deles proteger Tókio já que Sailor Moon não existia mais. Nessa parte eu fiquei completamente sem entender. Primeiro: esta história de Sailor Moon, que eu pelos jornais que há 10 anos atrás existiam no Japão. Segundo: como é que cinco pessoas poderiam proteger uma cidade inteira, e se não tivesse entendido errado, o país inteiro? Mesmo sendo super heróis, tem coisas que simplesmente são impossíveis, e esse era um exemplo. Porem, contrariando qualquer expectativa que eu tinha para o momento, eles foram se levantando um a um e se despedindo de Usagi, embora tristes alguma coisa me dizia que eles estavam concordando com tudo o que ela falara.
Depois que eles foram embora eu pensei em pedir para Usagi me explicar direito que historia era aquela, pois eu estava completamente perdida no meio daquilo tudo, porem ao ver o rosto da minha amiga, que novamente estava em prantos decidi que não era hora para aquilo, embora a curiosidade seja muita, a saúde de minha amiga é mais importante.”
Depois de se recordar de tudo o que acontecera naquela tarde que com certeza não esqueceria tão facilmente, Misugi volta sua atenção para a amiga que parecia estar tendo algum tipo de pesadelo, pois murmurava incessantemente que não era verdade. Reparou que a amiga parecia aflita e começava a suar frio, estava ficando preocupada com a reação que a amiga estava tendo ao sonho e resolveu que iria acordá-la, quem sabe assim ela melhorasse. Porem na hora em que ia tentar acordar Usagi ela viu no rosto de sua amiga um sorriso tão calmo que ela pensou que o pior já tinha passado. Aquele sorriso era diferente de qualquer um que ela já tivesse visto, era um sorriso de alivio, de sensação de serviço cumprido, que mostrava encorajamento, determinação, bondade, amor, felicidade, tudo junto numa união que só Usagi conseguia fazer.
Pegou à amiga no colo e dirigiu-se até o quarto dela. Depositou-a em cima da cama e reparou mais uma vez no semblante de Usagi. Novamente parecia que algo atrapalhava a felicidade de seus sonhos, pois lá estava ela dizendo de novo que não era verdade, seja lá o que estivesse acontecendo parecia preocupar muito Usagi.
Resolveu que aquela noite passaria ao lado de sua amiga, pois percebia que ela ainda não estava se sentindo muito bem, e caso acontecesse algo ela estaria ali para ajudá-la. Pegou um pequeno colchão que sabia que Usagi tinha ali, ajeitou-o do lado da cama de sua amiga, e depois de dar uma pequena passada no banheiro para se arrumar pra dormir, lá foi ela se deitar, tentar descansar de uma tarde inesquecível.
Porem, depois de todo o choro e de todo o silêncio veio à conversa que realmente me deixou desconcertada. Usagi parou de chorar, olhou para todos os que estavam ali e disse que era melhor que fossem embora, que o motivo era que Tókio estava em perigo. Eu fiquei me perguntando que história era aquela, o que Tókio tinha a ver com o que estavam conversando antes, até que um deles disse que não. Ela se levantou e disse que era obrigação deles proteger Tókio já que Sailor Moon não existia mais. Nessa parte eu fiquei completamente sem entender. Primeiro: esta história de Sailor Moon, que eu pelos jornais que há 10 anos atrás existiam no Japão. Segundo: como é que cinco pessoas poderiam proteger uma cidade inteira, e se não tivesse entendido errado, o país inteiro? Mesmo sendo super heróis, tem coisas que simplesmente são impossíveis, e esse era um exemplo. Porem, contrariando qualquer expectativa que eu tinha para o momento, eles foram se levantando um a um e se despedindo de Usagi, embora tristes alguma coisa me dizia que eles estavam concordando com tudo o que ela falara.
Depois que eles foram embora eu pensei em pedir para Usagi me explicar direito que historia era aquela, pois eu estava completamente perdida no meio daquilo tudo, porem ao ver o rosto da minha amiga, que novamente estava em prantos decidi que não era hora para aquilo, embora a curiosidade seja muita, a saúde de minha amiga é mais importante.”
Depois de se recordar de tudo o que acontecera naquela tarde que com certeza não esqueceria tão facilmente, Misugi volta sua atenção para a amiga que parecia estar tendo algum tipo de pesadelo, pois murmurava incessantemente que não era verdade. Reparou que a amiga parecia aflita e começava a suar frio, estava ficando preocupada com a reação que a amiga estava tendo ao sonho e resolveu que iria acordá-la, quem sabe assim ela melhorasse. Porem na hora em que ia tentar acordar Usagi ela viu no rosto de sua amiga um sorriso tão calmo que ela pensou que o pior já tinha passado. Aquele sorriso era diferente de qualquer um que ela já tivesse visto, era um sorriso de alivio, de sensação de serviço cumprido, que mostrava encorajamento, determinação, bondade, amor, felicidade, tudo junto numa união que só Usagi conseguia fazer.
Pegou à amiga no colo e dirigiu-se até o quarto dela. Depositou-a em cima da cama e reparou mais uma vez no semblante de Usagi. Novamente parecia que algo atrapalhava a felicidade de seus sonhos, pois lá estava ela dizendo de novo que não era verdade, seja lá o que estivesse acontecendo parecia preocupar muito Usagi.
Resolveu que aquela noite passaria ao lado de sua amiga, pois percebia que ela ainda não estava se sentindo muito bem, e caso acontecesse algo ela estaria ali para ajudá-la. Pegou um pequeno colchão que sabia que Usagi tinha ali, ajeitou-o do lado da cama de sua amiga, e depois de dar uma pequena passada no banheiro para se arrumar pra dormir, lá foi ela se deitar, tentar descansar de uma tarde inesquecível.
___________________________________________________
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
A noite passou calmamente com as estrelas brilhando em um céu escuro, uma lua cheia a anunciar tempos de mudança. Uma expectativa tomava os ares da noite, como se algo muito importante fosse acontecer, e realmente iria, infelizmente era impossível dizer quando e onde tal fato ia ocorrer.
Em um apartamento perto do centro de Paris, duas mulheres dormiam em um quarto um pouco grande, uma delas de cabelos loiros se remexia na cama como se estivesse tendo um pesadelo, enquanto a outra de cabelos castanhos dormia um sono leve, um sono preocupado. Passaram a noite inteira nesse mesmo estado. A loira sonhava com algo que a fazia sorrir para logo em seguida faze-la contorcer-se de medo e novamente sorrir, enquanto a morena simplesmente dormia sem esboçar reação alguma.
A escuridão da noite começou a ser invadida por uma luz. Uma luz quente e cheia de vida, que aos poucos acordava a todos os habitantes daquela cidade. Não foi diferente para aquelas duas mulheres.
Era costume de Usagi acordar assim que o sol batesse em seu rosto, e foi exatamente isso o que ela fez. Estava tão entretida em seu despertar que não percebeu o colchão que estava ao lado de sua cama. Ao se levantar percebeu que pisava em algo muito fofo que afundava o seu pé, e ao olhar para o chão foi que percebeu que sua amiga Misugi estava deitada dormindo ao seu lado.
Um sorriso brotou no rosto de Usagi ao pensar na amiga maravilhosa que tinha. Misugi chegara ao ponto de dormir em sua casa por causa da preocupação que tinha por ela. Com certeza deveria agradecer aos seus a amiga que tinha, mas este não era o momento. Olhou para os lados e percebeu que se quisesse sair do seu quarto teria que ser pelo outro lado da cama, pois senão acordaria Misugi, então voltou a subir na cama e deu a volta nela até sair do outro lado. Quando já estava na porta olhou mais uma vez para a amiga, e em pensamento confirmou o que a amiga a muito já tinha percebido, as suas vidas jamais seriam as mesmas novamente.
Dirigiu-se até o banheiro e tomou um banho rápido, pois tinha coisas a resolver, assuntos que não poderiam mais esperar depois de tudo o que aconteceu e do que estava sentindo que iria acontecer. Durante o banho pensava em como iria resolver aquilo que a incomodava, muitas coisas poderiam acontecer se não tomasse uma posição definitiva nessa história.
Saiu do banho e se dirigiu silenciosamente para o quarto, não querendo acordar a amiga, porem ao entrar lá percebeu que a amiga já tinha se levantado. Resolveu que iria se trocar antes de procurar por Misugi. Vestiu-se com um vestido azul florido que lhe chegava aos joelhos, penteou os cabelos que estavam acostumados a ficarem soltos, passou uma maquiagem leve no rosto e levantou-se para sair do quarto.
Ao abrir a porta deparou-se com Misugi a encarando, não sabia há quanto tempo a amiga estava lá, mas com certeza ela estava fazendo ali fazia algum tempinho, pois percebia certa impaciência em seu rosto. Olhou para ela, que agora parecia se acalmar, e apontou para a cozinha, onde queria tomar um belo café da manhã, pois estava morrendo de fome, não chegava nem a lembrar a ultima vez que tinha comido direito.
Caminharam as duas, uma do lado da outra, até chegarem a cozinha, onde Usagi se dirigiu a um pequeno armário e de lá tirou algumas bolachas para comer, preparou um suco de laranja para as duas tomarem, e foi se sentar na mesa onde Misugi já estava a esperando com um rosto interrogativo. Era estranho, mas ela já tinha plena consciência do que viria a seguir, e não sabia se sua amiga iria acreditar em tudo o que ela iria lhe contar, embora seja a mais pura verdade.
Em um apartamento perto do centro de Paris, duas mulheres dormiam em um quarto um pouco grande, uma delas de cabelos loiros se remexia na cama como se estivesse tendo um pesadelo, enquanto a outra de cabelos castanhos dormia um sono leve, um sono preocupado. Passaram a noite inteira nesse mesmo estado. A loira sonhava com algo que a fazia sorrir para logo em seguida faze-la contorcer-se de medo e novamente sorrir, enquanto a morena simplesmente dormia sem esboçar reação alguma.
A escuridão da noite começou a ser invadida por uma luz. Uma luz quente e cheia de vida, que aos poucos acordava a todos os habitantes daquela cidade. Não foi diferente para aquelas duas mulheres.
Era costume de Usagi acordar assim que o sol batesse em seu rosto, e foi exatamente isso o que ela fez. Estava tão entretida em seu despertar que não percebeu o colchão que estava ao lado de sua cama. Ao se levantar percebeu que pisava em algo muito fofo que afundava o seu pé, e ao olhar para o chão foi que percebeu que sua amiga Misugi estava deitada dormindo ao seu lado.
Um sorriso brotou no rosto de Usagi ao pensar na amiga maravilhosa que tinha. Misugi chegara ao ponto de dormir em sua casa por causa da preocupação que tinha por ela. Com certeza deveria agradecer aos seus a amiga que tinha, mas este não era o momento. Olhou para os lados e percebeu que se quisesse sair do seu quarto teria que ser pelo outro lado da cama, pois senão acordaria Misugi, então voltou a subir na cama e deu a volta nela até sair do outro lado. Quando já estava na porta olhou mais uma vez para a amiga, e em pensamento confirmou o que a amiga a muito já tinha percebido, as suas vidas jamais seriam as mesmas novamente.
Dirigiu-se até o banheiro e tomou um banho rápido, pois tinha coisas a resolver, assuntos que não poderiam mais esperar depois de tudo o que aconteceu e do que estava sentindo que iria acontecer. Durante o banho pensava em como iria resolver aquilo que a incomodava, muitas coisas poderiam acontecer se não tomasse uma posição definitiva nessa história.
Saiu do banho e se dirigiu silenciosamente para o quarto, não querendo acordar a amiga, porem ao entrar lá percebeu que a amiga já tinha se levantado. Resolveu que iria se trocar antes de procurar por Misugi. Vestiu-se com um vestido azul florido que lhe chegava aos joelhos, penteou os cabelos que estavam acostumados a ficarem soltos, passou uma maquiagem leve no rosto e levantou-se para sair do quarto.
Ao abrir a porta deparou-se com Misugi a encarando, não sabia há quanto tempo a amiga estava lá, mas com certeza ela estava fazendo ali fazia algum tempinho, pois percebia certa impaciência em seu rosto. Olhou para ela, que agora parecia se acalmar, e apontou para a cozinha, onde queria tomar um belo café da manhã, pois estava morrendo de fome, não chegava nem a lembrar a ultima vez que tinha comido direito.
Caminharam as duas, uma do lado da outra, até chegarem a cozinha, onde Usagi se dirigiu a um pequeno armário e de lá tirou algumas bolachas para comer, preparou um suco de laranja para as duas tomarem, e foi se sentar na mesa onde Misugi já estava a esperando com um rosto interrogativo. Era estranho, mas ela já tinha plena consciência do que viria a seguir, e não sabia se sua amiga iria acreditar em tudo o que ela iria lhe contar, embora seja a mais pura verdade.
___________________________________________________
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
-Usagi, eu tenho muitas coisas a perguntar e você tem muitas coisas a me explicar sobre aquela conversa aconteceu aqui ontem! – Misugi falou completamente séria. Ela pensava ter entendido alguma coisa, mas depois juntou tudo aquilo que pensara estar certo e reparou que não fazia sentido, que aquilo só podia ser imaginação de sua cabeça cansada, porem queria ouvir isso da boca de Usagi e de mais ninguém.
-Eu sei que lhe devo explicações minha amiga, e eu lhe disse que explicaria tudo ainda no hospital, não é verdade? – Usagi pegou os dois copos de suco e o pacote de bolachas e depositou em cima da mesa se sentando logo em seguida. Quando finalmente olhou para a amiga deu-lhe um olhar de total confiança. – Pergunte tudo o que quiser sobre o que ouviu aqui e eu farei questão de lhe explicar todos os detalhes.
-Não gostaria de ficar perguntando cada duvida que tenho, pois tenho certeza absoluta que você exatamente quais são, mas se você prefere que assim seja, então assim será! – Ela falou olhando dentro dos olhos da amiga, e vendo que Usagi lhe sorria encorajadoramente ela prosseguiu: - Primeiramente eu gostaria de saber que história é essa de Sailor Moon?
Usagi que estava comendo uma bolachinha do pacote que estava em cima da mesa começou a se engasgar. Sabia que a pergunta viria com o tempo, mas não esperava que fosse logo a primeira e nem que fosse assim tão de repente. Pensou em como iria responder então resolveu que a maneira mais fácil seria descobrir o quanto Misugi sabia quanto a essa história.
-Essa pergunta vai ser um pouco difícil de responder, mas vou fazer o possível para satisfazer a sua curiosidade, porem primeiro você terá que satisfazer a minha! – Enquanto falava, Usagi percebia que Misugi começava a esboçar um sorriso nos lábios, finalmente iria descobrir que história era aquela, mas quando ouviu a ultima frase de Usagi seu sorriso morreu em seu rosto e uma de suas sobrancelhas arqueou ligeiramente como que perguntando que tipo de duvidas ela teria que esclarecer. – Eu gostaria de saber o que você sabe sobre Sailor Moon?
Quem engasgou dessa vez foi Misugi que pensou que teria sua pergunta respondida e em vez disso ganhou em troca uma outra pergunta. Olhou para a amiga que esperava ansiosamente o seu relato, fez um esforço para lembrar-se de tudo o que sabia, o que não era muita coisa, e começou:
-Bem, o que sei não é muito, pois isso não aconteceu aqui, mas sim no Japão. Eu era uma adolescente na época e os noticiários começaram a falar sobre super heroínas que combatiam monstros e lutavam pelo amor e pela justiça. De repente aquilo virou uma coisa tão normal que quando se ouvia falar de Sailor Moon todos sabiam que um monstro havia atacado, mas tudo estava bem, afinal as Sailors nunca perdiam uma batalha. Eu sinceramente não conseguia entender de onde saiam monstros, de saíram essas Sailors, basicamente, de onde saiu tanta loucura. Enfim, há 10 anos atrás elas desapareceram e ninguém nunca mais ouviu falar delas, e isso é tudo o que eu sei. – Terminado o relato Misugi viu que Usagi estava sorrindo, não era um sorriso de felicidade, era um sorriso de alguém que sabe alguma coisa, mas não quer contar.
-Bem, minha amiga, eu devo lhe dizer que mesmo que não morasse no Japão você até que estava inteirada nas historias de Sailor Moon, não é mesmo? – Usagi perguntou agora com certo tom de deboche. Sabia que seu halter-ego era muito admirado pelos adolescentes na época em que ainda existia, mas pensava que isso fosse só no Japão, nunca pensou que teria fãs até mesmo em Paris.
-Pois me diga qual adolescente em juízo perfeito não conhecia as historias de Sailor Moon e as acompanhava de perto? Elas eram um símbolo de que até mesmo nós, que éramos considerados perante a sociedade crianças incapazes de tomar nossas próprias decisões e de saber o que era o certo e o errado, poderíamos defender aqueles que amamos e lutar pela justiça. Eram o símbolo de nossa liberdade e de que temos plena consciência do que acontece ao nosso redor. Quando essas tais guerreiras desapareceram todos ficaram tristes, pois apesar de ninguém conhece-las realmente sabíamos que poderíamos contar com elas para qualquer momento em qualquer situação, sabíamos que estávamos salvos simplesmente pela presença delas junto a nós. Aquilo era um consolo para toda a humanidade, mesmo que elas só agissem em Tókio os seus atos tinham conseqüências em todo o mundo, pois com o aparecimento delas todas as pessoas criaram em si a coragem de lutar pelo que acham certo e pelas pessoas que amam, e isso quem nos ensinou foram essas Sailors. Agora me diga, depois de tudo o que eu lhe falei, eu estou errada de admirar tais guerreiras? – Usagi percebeu o tamanho da admiração que Misugi sentia por ela, embora não soubesse que ela era Sailor Moon. Sabia muito bem que esse era um dos motivos de tantos jovens admirarem as Guerreiras da Lua, mas nunca pensou que teria alguém que as defendesse tão fervorosamente mesmo depois de 10 anos desaparecidas, pensava que a essa altura todos já teriam as esquecido e partido para o próximo herói que aparecesse, porem nenhum herói apareceu depois delas e Usagi sabia a falta que heróis faziam para a humanidade.
-Eu sei que lhe devo explicações minha amiga, e eu lhe disse que explicaria tudo ainda no hospital, não é verdade? – Usagi pegou os dois copos de suco e o pacote de bolachas e depositou em cima da mesa se sentando logo em seguida. Quando finalmente olhou para a amiga deu-lhe um olhar de total confiança. – Pergunte tudo o que quiser sobre o que ouviu aqui e eu farei questão de lhe explicar todos os detalhes.
-Não gostaria de ficar perguntando cada duvida que tenho, pois tenho certeza absoluta que você exatamente quais são, mas se você prefere que assim seja, então assim será! – Ela falou olhando dentro dos olhos da amiga, e vendo que Usagi lhe sorria encorajadoramente ela prosseguiu: - Primeiramente eu gostaria de saber que história é essa de Sailor Moon?
Usagi que estava comendo uma bolachinha do pacote que estava em cima da mesa começou a se engasgar. Sabia que a pergunta viria com o tempo, mas não esperava que fosse logo a primeira e nem que fosse assim tão de repente. Pensou em como iria responder então resolveu que a maneira mais fácil seria descobrir o quanto Misugi sabia quanto a essa história.
-Essa pergunta vai ser um pouco difícil de responder, mas vou fazer o possível para satisfazer a sua curiosidade, porem primeiro você terá que satisfazer a minha! – Enquanto falava, Usagi percebia que Misugi começava a esboçar um sorriso nos lábios, finalmente iria descobrir que história era aquela, mas quando ouviu a ultima frase de Usagi seu sorriso morreu em seu rosto e uma de suas sobrancelhas arqueou ligeiramente como que perguntando que tipo de duvidas ela teria que esclarecer. – Eu gostaria de saber o que você sabe sobre Sailor Moon?
Quem engasgou dessa vez foi Misugi que pensou que teria sua pergunta respondida e em vez disso ganhou em troca uma outra pergunta. Olhou para a amiga que esperava ansiosamente o seu relato, fez um esforço para lembrar-se de tudo o que sabia, o que não era muita coisa, e começou:
-Bem, o que sei não é muito, pois isso não aconteceu aqui, mas sim no Japão. Eu era uma adolescente na época e os noticiários começaram a falar sobre super heroínas que combatiam monstros e lutavam pelo amor e pela justiça. De repente aquilo virou uma coisa tão normal que quando se ouvia falar de Sailor Moon todos sabiam que um monstro havia atacado, mas tudo estava bem, afinal as Sailors nunca perdiam uma batalha. Eu sinceramente não conseguia entender de onde saiam monstros, de saíram essas Sailors, basicamente, de onde saiu tanta loucura. Enfim, há 10 anos atrás elas desapareceram e ninguém nunca mais ouviu falar delas, e isso é tudo o que eu sei. – Terminado o relato Misugi viu que Usagi estava sorrindo, não era um sorriso de felicidade, era um sorriso de alguém que sabe alguma coisa, mas não quer contar.
-Bem, minha amiga, eu devo lhe dizer que mesmo que não morasse no Japão você até que estava inteirada nas historias de Sailor Moon, não é mesmo? – Usagi perguntou agora com certo tom de deboche. Sabia que seu halter-ego era muito admirado pelos adolescentes na época em que ainda existia, mas pensava que isso fosse só no Japão, nunca pensou que teria fãs até mesmo em Paris.
-Pois me diga qual adolescente em juízo perfeito não conhecia as historias de Sailor Moon e as acompanhava de perto? Elas eram um símbolo de que até mesmo nós, que éramos considerados perante a sociedade crianças incapazes de tomar nossas próprias decisões e de saber o que era o certo e o errado, poderíamos defender aqueles que amamos e lutar pela justiça. Eram o símbolo de nossa liberdade e de que temos plena consciência do que acontece ao nosso redor. Quando essas tais guerreiras desapareceram todos ficaram tristes, pois apesar de ninguém conhece-las realmente sabíamos que poderíamos contar com elas para qualquer momento em qualquer situação, sabíamos que estávamos salvos simplesmente pela presença delas junto a nós. Aquilo era um consolo para toda a humanidade, mesmo que elas só agissem em Tókio os seus atos tinham conseqüências em todo o mundo, pois com o aparecimento delas todas as pessoas criaram em si a coragem de lutar pelo que acham certo e pelas pessoas que amam, e isso quem nos ensinou foram essas Sailors. Agora me diga, depois de tudo o que eu lhe falei, eu estou errada de admirar tais guerreiras? – Usagi percebeu o tamanho da admiração que Misugi sentia por ela, embora não soubesse que ela era Sailor Moon. Sabia muito bem que esse era um dos motivos de tantos jovens admirarem as Guerreiras da Lua, mas nunca pensou que teria alguém que as defendesse tão fervorosamente mesmo depois de 10 anos desaparecidas, pensava que a essa altura todos já teriam as esquecido e partido para o próximo herói que aparecesse, porem nenhum herói apareceu depois delas e Usagi sabia a falta que heróis faziam para a humanidade.
___________________________________________________
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
-Minha amiga, você com certeza faria qualquer um amar Sailor Moon, mesmo a odiando, com esse discurso que acabou de dar. – Usagi falou com há voz um pouco embargada por causa da emoção de ver que alguém ainda sentia pelas guerreiras o que nem mesmo ela era capaz de sentir pelo seu passado, amor. – Vamos continuar com a nossa conversa certo, pois se continuarmos nesse ritmo eu começo a chorar aqui mesmo e não consigo te explicar nada. – Misugi olha para a amiga espantada pela reação dela e pelo que ouve, nunca esperava ouvir sua amiga dizer que iria chorar se continuasse falando de como admirava Sailor Moon e suas companheiras. – Você vai acabar descobrindo o porquê de eu estar falando isso, mas primeiro tenho que continuar matando a minha curiosidade, e ao mesmo tempo a sua. – Usagi percebeu no rosto da amiga a duvida que tinha causado e resolveu logo responder-lhe, porem agora era hora de questões mais sérias serem postam em pratos limpos. – Eu gostaria que você me contasse tudo o que sabe sobre o desaparecimento das Sailors, e se você sabe como elas eram, tanto fisicamente quanto emocionalmente eu gostaria que você me relatasse como elas eram.
Misugi ficou realmente perturbada com o pedido da amiga, afinal ela não era do Japão? Não tinha vivido em Tókio, praticamente na mesma área em que Sailor Moon agia no passado? Porque queria saber da boca de alguém que nunca viu pessoalmente as guerreiras algo que ela com certeza já deveria saber? Com tantas perguntas passando pela sua cabeça naquele momento de total confusão ela nem percebeu que sua amiga a chamava. Foi somente quanto Usagi se levantou e caminhou até o seu lado pondo a mão em seu ombro que ela pareceu acordar de seu transe. Olhou a amiga que a encarava com o olhar preocupado e apenas sorriu encabulada.
-Desculpe, mas você me pegou desprevenida com essa pergunta. Porque é que você me pergunta coisas que com certeza você já sabe quais são as respostas? – Ela agora com certeza queria uma resposta de Usagi, pois aquilo não era muito normal.
-Você não disse que queria saber que história era aquela de Sailor Moon? Pois então, eu estou tentando lhe responder, porem antes eu preciso saber o quanto você sabe sobre as Guerreiras da Lua, entendeu? – Usagi sorria enquanto olhava a cara de desentendimento de sua amiga. Definitivamente Misugi lhe lembrava a si mesma quando era mais jovem.
-Agora eu entendi, você quer testar os meus conhecimentos, não é isso? – Ao ver que Usagi acenava a cabeça positivamente ela apenas deu um sorriso de canto de lábios e pensou um pouco nas perguntas que a amiga a fizera. – Deixe-me pensar, o que eu sei sobre o desaparecimento das Sailors? Bem, na verdade tudo o que eu sei é que de uma hora para outra as guerreiras pararam de aparecer. Primeiramente quem sumiu foi Sailor Moon, que ninguém sabia para onde poderia ter ido, depois uma por uma das outras foi deixando as batalhas até que não restou mais ninguém para lutar contra os monstros que também pararam de aparecer. Sinceramente eu acho que aconteceu algo entre elas, e como foi Sailor Moon a que saiu primeiro do grupo tudo leva a crer que o problema ou era ela, ou foi com ela. – Ao falar isso Misugi viu o rosto de Usagi corar um pouco e não estava entendendo muito bem a razão, mas decidiu não perguntar o porquê daquilo e sim continuar a sua pequena narração dos fatos que pouco conhecia. – Agora tem a outra pergunta, que é muito mais difícil de responder. O que eu conheço da personalidade e do físico de cada uma das guerreiras? Vamos começar pela Sailor Mercury, o que eu li sobre ela é que era a mais inteligente do grupo, parecia ser a mais centrada delas também. Se eu não me engano seus poderes eram relacionados com a água, e não era tão poderosa quanto às outras guerreiras. Eu vi uma foto delas lutando uma vez há muito tempo atrás e tenho quase certeza de que ela tinha os cabelos azuis, o que eu achei super esquisito, nunca tinha visto mais ninguém de cabelos azuis até conhecer aquela sua amiga que eu acho que se chama Amy. – Ao ouvir esse comentário de Misugi, Usagi dá um sorriso disfarçadamente, como se dissesse que ela estava chegando perto de descobrir toda a verdade. – Depois temos Sailor Júpiter, essa pelo que sei era a que demonstrava mais força física, e seus poderes eram relacionados com os trovões e alguma coisa com folhas também. Se não me engano era sempre a que separava as brigas das amigas e principalmente entre Sailor Moon e Sailor Mars. Tinha os cabelos castanhos um pouco compridos presos em um rabo de cavalo. Pela foto que eu vi poderia até dizer que ela é parecida com sua amiga Makoto. – Mais uma vez Usagi estava surpresa pela percepção de sua amiga, como era fácil para ela comparar as guerreiras com suas amigas sem nem ao menos se dar conta disso. – Seguimos agora para Sailor Vênus, a que se auto intitulava guerreira do amor, foi a primeira a aparecer pelo nome de Sailor V. Era uma das mais energéticas do grupo e estava sempre pronta para proteger as amigas quando estas precisassem, eu acho que ouvi alguém dizer uma vez que as guerreiras a consideravam como uma líder, mas eu sempre pensei que a líder fosse Sailor Moon, não sei por quê! Seus poderes envolviam alguma coisa como correntes, e beijos, e eu nunca entendi muito bem aquilo, como as outras guerreiras tinham poderes tão possíveis e ela tinha um poder em que ela mandava um beijo, uma luz aparecia do nada, e o seu ataque acertava em cheio o monstro? Como ia dizendo, ela era loira de cabelos muito compridos, e pela minha foto ela se parecia quase que idêntica a Minako, porem seus cabelos eram bem maiores. – Usagi tinha certeza de que se Misugi continuasse nesse ritmo logo, logo ela não precisaria falar nada para sua amiga compreender o que estava conversando com suas amigas anteriormente. – Quase terminando temos Sailor Mars, a guerreira mais temperamental e geniosa do grupo, que não levava desaforo para casa e sempre estava brigando com Sailor Moon por qualquer besteira, não importa se estivessem no meio de um massacre. Se não me engano era a guerreira do fogo e da guerra. Tinha os cabelos negros como a noite, compridos quase encostando ao chão, e na minha foto parecia-se com alguém que sinceramente eu prefiro não mencionar o nome agora. – Com certeza a cada Sailor que ela falava, fora a exatidão que as palavras tinham, mais perto Misugi chegava de resolver o mistério. Agora só faltava uma Sailor e ela gostaria de saber qual seria a resolução de Misugi para ela. – Agora chegamos ao clímax desse meu monologo tão extenso. – Ela diz com um sorriso no canto dos lábios como se soubesse que estava falando de mais, mas avisando que logo se calaria. – Finalmente Sailor Moon. A guerreira que lutava pelo amor e a justiça, que protegia todas as pessoas do mal, que arriscava a própria vida para proteger a vida de um inocente. Aquela que parecia unir aquele grupo de pessoas tão distintas que eram as guerreiras, e que também parecia ser a mais atrapalhada de vez em quando em meio a certas situações, porem com o tempo foi amadurecendo, e com certeza no final era a melhor das Sailors que existiam, minha modéstia opinião. O poder dela eu nunca consegui definir, na verdade ninguém conseguiu, pois pareciam mais um show de efeitos visuais do que outra coisa, mas o que se percebia é que tinha a ver com uma pedra que ela carregava sempre consigo, acho que era um cristal. Ela era loira, tal qual Sailor Vênus, porem seus cabelos eram presos em um penteado um tanto quanto incomum. – Ao lembrar-se disso vem a sua memória que já havia visto aquele penteado em alguém, mas não lembrava quem. – Ela aparece naquela foto que lhe falei, porem não se parece com ninguém que eu conheça, embora eu tenha a ligeira impressão de que conheço sim aquele rosto e principalmente aquele cabelo. – Então ela dá uma olhada ao redor do apartamento de Usagi, começa a olhar cada canto, não buscando nada em especial, simplesmente tentando lembrar-se de onde conhecia aquela mulher. Foi então que seu olhar parou em cima de um retrato de família de sua amiga Usagi. Naquela foto Usagi devia ter seus 15, 16 anos, estava com seus pais e o irmão em frente a uma grande arvore de cerejeira, e todos sorriam muito felizes, mas não era isso que lhe chamava a atenção. O que lhe prendia o olhar, e Usagi logo percebeu isso, fora o estranho penteado que ela tinha naquela foto. Olhou para sua amiga completamente perplexa. – E Sailor Moon me lembra você!
Misugi ficou realmente perturbada com o pedido da amiga, afinal ela não era do Japão? Não tinha vivido em Tókio, praticamente na mesma área em que Sailor Moon agia no passado? Porque queria saber da boca de alguém que nunca viu pessoalmente as guerreiras algo que ela com certeza já deveria saber? Com tantas perguntas passando pela sua cabeça naquele momento de total confusão ela nem percebeu que sua amiga a chamava. Foi somente quanto Usagi se levantou e caminhou até o seu lado pondo a mão em seu ombro que ela pareceu acordar de seu transe. Olhou a amiga que a encarava com o olhar preocupado e apenas sorriu encabulada.
-Desculpe, mas você me pegou desprevenida com essa pergunta. Porque é que você me pergunta coisas que com certeza você já sabe quais são as respostas? – Ela agora com certeza queria uma resposta de Usagi, pois aquilo não era muito normal.
-Você não disse que queria saber que história era aquela de Sailor Moon? Pois então, eu estou tentando lhe responder, porem antes eu preciso saber o quanto você sabe sobre as Guerreiras da Lua, entendeu? – Usagi sorria enquanto olhava a cara de desentendimento de sua amiga. Definitivamente Misugi lhe lembrava a si mesma quando era mais jovem.
-Agora eu entendi, você quer testar os meus conhecimentos, não é isso? – Ao ver que Usagi acenava a cabeça positivamente ela apenas deu um sorriso de canto de lábios e pensou um pouco nas perguntas que a amiga a fizera. – Deixe-me pensar, o que eu sei sobre o desaparecimento das Sailors? Bem, na verdade tudo o que eu sei é que de uma hora para outra as guerreiras pararam de aparecer. Primeiramente quem sumiu foi Sailor Moon, que ninguém sabia para onde poderia ter ido, depois uma por uma das outras foi deixando as batalhas até que não restou mais ninguém para lutar contra os monstros que também pararam de aparecer. Sinceramente eu acho que aconteceu algo entre elas, e como foi Sailor Moon a que saiu primeiro do grupo tudo leva a crer que o problema ou era ela, ou foi com ela. – Ao falar isso Misugi viu o rosto de Usagi corar um pouco e não estava entendendo muito bem a razão, mas decidiu não perguntar o porquê daquilo e sim continuar a sua pequena narração dos fatos que pouco conhecia. – Agora tem a outra pergunta, que é muito mais difícil de responder. O que eu conheço da personalidade e do físico de cada uma das guerreiras? Vamos começar pela Sailor Mercury, o que eu li sobre ela é que era a mais inteligente do grupo, parecia ser a mais centrada delas também. Se eu não me engano seus poderes eram relacionados com a água, e não era tão poderosa quanto às outras guerreiras. Eu vi uma foto delas lutando uma vez há muito tempo atrás e tenho quase certeza de que ela tinha os cabelos azuis, o que eu achei super esquisito, nunca tinha visto mais ninguém de cabelos azuis até conhecer aquela sua amiga que eu acho que se chama Amy. – Ao ouvir esse comentário de Misugi, Usagi dá um sorriso disfarçadamente, como se dissesse que ela estava chegando perto de descobrir toda a verdade. – Depois temos Sailor Júpiter, essa pelo que sei era a que demonstrava mais força física, e seus poderes eram relacionados com os trovões e alguma coisa com folhas também. Se não me engano era sempre a que separava as brigas das amigas e principalmente entre Sailor Moon e Sailor Mars. Tinha os cabelos castanhos um pouco compridos presos em um rabo de cavalo. Pela foto que eu vi poderia até dizer que ela é parecida com sua amiga Makoto. – Mais uma vez Usagi estava surpresa pela percepção de sua amiga, como era fácil para ela comparar as guerreiras com suas amigas sem nem ao menos se dar conta disso. – Seguimos agora para Sailor Vênus, a que se auto intitulava guerreira do amor, foi a primeira a aparecer pelo nome de Sailor V. Era uma das mais energéticas do grupo e estava sempre pronta para proteger as amigas quando estas precisassem, eu acho que ouvi alguém dizer uma vez que as guerreiras a consideravam como uma líder, mas eu sempre pensei que a líder fosse Sailor Moon, não sei por quê! Seus poderes envolviam alguma coisa como correntes, e beijos, e eu nunca entendi muito bem aquilo, como as outras guerreiras tinham poderes tão possíveis e ela tinha um poder em que ela mandava um beijo, uma luz aparecia do nada, e o seu ataque acertava em cheio o monstro? Como ia dizendo, ela era loira de cabelos muito compridos, e pela minha foto ela se parecia quase que idêntica a Minako, porem seus cabelos eram bem maiores. – Usagi tinha certeza de que se Misugi continuasse nesse ritmo logo, logo ela não precisaria falar nada para sua amiga compreender o que estava conversando com suas amigas anteriormente. – Quase terminando temos Sailor Mars, a guerreira mais temperamental e geniosa do grupo, que não levava desaforo para casa e sempre estava brigando com Sailor Moon por qualquer besteira, não importa se estivessem no meio de um massacre. Se não me engano era a guerreira do fogo e da guerra. Tinha os cabelos negros como a noite, compridos quase encostando ao chão, e na minha foto parecia-se com alguém que sinceramente eu prefiro não mencionar o nome agora. – Com certeza a cada Sailor que ela falava, fora a exatidão que as palavras tinham, mais perto Misugi chegava de resolver o mistério. Agora só faltava uma Sailor e ela gostaria de saber qual seria a resolução de Misugi para ela. – Agora chegamos ao clímax desse meu monologo tão extenso. – Ela diz com um sorriso no canto dos lábios como se soubesse que estava falando de mais, mas avisando que logo se calaria. – Finalmente Sailor Moon. A guerreira que lutava pelo amor e a justiça, que protegia todas as pessoas do mal, que arriscava a própria vida para proteger a vida de um inocente. Aquela que parecia unir aquele grupo de pessoas tão distintas que eram as guerreiras, e que também parecia ser a mais atrapalhada de vez em quando em meio a certas situações, porem com o tempo foi amadurecendo, e com certeza no final era a melhor das Sailors que existiam, minha modéstia opinião. O poder dela eu nunca consegui definir, na verdade ninguém conseguiu, pois pareciam mais um show de efeitos visuais do que outra coisa, mas o que se percebia é que tinha a ver com uma pedra que ela carregava sempre consigo, acho que era um cristal. Ela era loira, tal qual Sailor Vênus, porem seus cabelos eram presos em um penteado um tanto quanto incomum. – Ao lembrar-se disso vem a sua memória que já havia visto aquele penteado em alguém, mas não lembrava quem. – Ela aparece naquela foto que lhe falei, porem não se parece com ninguém que eu conheça, embora eu tenha a ligeira impressão de que conheço sim aquele rosto e principalmente aquele cabelo. – Então ela dá uma olhada ao redor do apartamento de Usagi, começa a olhar cada canto, não buscando nada em especial, simplesmente tentando lembrar-se de onde conhecia aquela mulher. Foi então que seu olhar parou em cima de um retrato de família de sua amiga Usagi. Naquela foto Usagi devia ter seus 15, 16 anos, estava com seus pais e o irmão em frente a uma grande arvore de cerejeira, e todos sorriam muito felizes, mas não era isso que lhe chamava a atenção. O que lhe prendia o olhar, e Usagi logo percebeu isso, fora o estranho penteado que ela tinha naquela foto. Olhou para sua amiga completamente perplexa. – E Sailor Moon me lembra você!
___________________________________________________
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
Usagi agora sorria abertamente ante a “descoberta” da amiga, que continuava a olhá-la completamente chocada. Tinha somente mais uma pergunta a fazer e depois disso as explicações começariam, e essas com certeza não seriam nem um pouco curtas.
-Muito bem, Misugi. Agora gostaria que você me dissesse o que você achou mais interessante em tudo isso o que me contou até agora sobre as Sailors? – Ela olhava para a amiga que não esperava mais essa pergunta, mas a responderia por que sabia muito bem onde a amiga queria chegar com isso e ela iria fazer exatamente conforme Usagi tinha planejado mentalmente.
-Eu não sei como fui tão cega de não ter percebido antes. Eu mesma falei aquilo e não me toquei das próprias palavras que saiam de minha boca. Sailor Mercury se parece com Amy, Sailor Júpiter se parece com Makoto, Sailor Vênus se parece com Minako, Sailor Mars se parece com aquela mulher, Sailor Moon se parece com você. Mas é tão obvio, como é que ninguém nunca percebeu isso antes? – Ela estava completamente incrédula com suas próprias conclusões e como era fácil chegar até elas.
-Oras, pelo mesmo fato que você não descobriu até hoje. Porque ninguém se esforça para descobrir, afinal nós estivemos andando nas ruas durante todo esse tempo, não nos escondemos de ninguém, exceto de nós mesmas, temos amigos que não sabem de nada, e mesmo assim ninguém desconfia. Por quê? Simples, porque ninguém realmente quer saber. O que as pessoas querem são heróis que as protejam de todos os males, que se arrisque por eles, que se preocupem pela suas saúdes. Mas eles não querem se preocupar pelos heróis, saber se eles estão bem, se se feriram ou não. A preocupação deles chega somente ao limite de saber se estaremos bem para a próxima batalha que eventualmente teremos que enfrentar, essa é toda a preocupação que é desferida dos civis para os seus heróis. Simplesmente por isso que ninguém nunca descobriu quem somos.
Era difícil de aceitar, mas Misugi sabia que Usagi estava certa. As pessoas não queriam saber do lado humano dos super heróis, tudo o que queriam é que estivessem bem para poder enfrentar a próxima batalha para salvar pessoas que não se importavam com ele. A humanidade era egoísta, e isso se percebia em seus atos.
-Mas ainda tem uma pessoa daquele grupo de guerreiras que eu não falei, Tuxedo Mask. – Ao falar isso, ela pode ver nitidamente Usagi engasgar com alguma coisa, e começar a ficar vermelha como um pimentão. – Não me diga, por favor, que Tuxedo Mask é aquele homem. – Ao ver o rosto de Usagi começar a voltar ao normal enquanto sacudia a cabeça em sinal afirmativo ela começava a ficar completamente descontrolada. Não era possível que tais pessoas fossem heróis que protegiam o mundo e faziam o que fizeram entre amigos. Agora ela estava entendendo o porquê de Sailor Moon ter desaparecido, e o porquê das outras guerreiras aos poucos irem sumindo também, era tão obvio agora. – Por favor, me conte tudo o que aconteceu!
-Muito bem, Misugi. Agora gostaria que você me dissesse o que você achou mais interessante em tudo isso o que me contou até agora sobre as Sailors? – Ela olhava para a amiga que não esperava mais essa pergunta, mas a responderia por que sabia muito bem onde a amiga queria chegar com isso e ela iria fazer exatamente conforme Usagi tinha planejado mentalmente.
-Eu não sei como fui tão cega de não ter percebido antes. Eu mesma falei aquilo e não me toquei das próprias palavras que saiam de minha boca. Sailor Mercury se parece com Amy, Sailor Júpiter se parece com Makoto, Sailor Vênus se parece com Minako, Sailor Mars se parece com aquela mulher, Sailor Moon se parece com você. Mas é tão obvio, como é que ninguém nunca percebeu isso antes? – Ela estava completamente incrédula com suas próprias conclusões e como era fácil chegar até elas.
-Oras, pelo mesmo fato que você não descobriu até hoje. Porque ninguém se esforça para descobrir, afinal nós estivemos andando nas ruas durante todo esse tempo, não nos escondemos de ninguém, exceto de nós mesmas, temos amigos que não sabem de nada, e mesmo assim ninguém desconfia. Por quê? Simples, porque ninguém realmente quer saber. O que as pessoas querem são heróis que as protejam de todos os males, que se arrisque por eles, que se preocupem pela suas saúdes. Mas eles não querem se preocupar pelos heróis, saber se eles estão bem, se se feriram ou não. A preocupação deles chega somente ao limite de saber se estaremos bem para a próxima batalha que eventualmente teremos que enfrentar, essa é toda a preocupação que é desferida dos civis para os seus heróis. Simplesmente por isso que ninguém nunca descobriu quem somos.
Era difícil de aceitar, mas Misugi sabia que Usagi estava certa. As pessoas não queriam saber do lado humano dos super heróis, tudo o que queriam é que estivessem bem para poder enfrentar a próxima batalha para salvar pessoas que não se importavam com ele. A humanidade era egoísta, e isso se percebia em seus atos.
-Mas ainda tem uma pessoa daquele grupo de guerreiras que eu não falei, Tuxedo Mask. – Ao falar isso, ela pode ver nitidamente Usagi engasgar com alguma coisa, e começar a ficar vermelha como um pimentão. – Não me diga, por favor, que Tuxedo Mask é aquele homem. – Ao ver o rosto de Usagi começar a voltar ao normal enquanto sacudia a cabeça em sinal afirmativo ela começava a ficar completamente descontrolada. Não era possível que tais pessoas fossem heróis que protegiam o mundo e faziam o que fizeram entre amigos. Agora ela estava entendendo o porquê de Sailor Moon ter desaparecido, e o porquê das outras guerreiras aos poucos irem sumindo também, era tão obvio agora. – Por favor, me conte tudo o que aconteceu!
___________________________________________________
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
-Antes de eu falar sobre minha vida como Sailor Moon, eu tenho de lhe contar a própria vida de Sailor Moon. – Usagi falava calmamente, esperando um sinal positivo de Misugi para que continuasse, quando esse veio, ela começou a contar a sua história. – Antes de tudo, não gostaria que você misturasse o que vou lhe contar agora com o que lhe contarei depois. O que vou lhe dizer agora é mais ou menos o que todo mundo sabe só que com muito mais detalhes, depois eu lhe contarei o que somente nós guerreiras sabemos.
-Tudo bem. – Misugi não tinha muito a falar, estava mais interessada em escutar tudo o que sua amiga tinha a lhe dizer, afinal não era pouca coisa você descobrir de uma hora para outra que sua melhor amiga era uma super heroína no passado e que você era uma das fãs dela.
-Sailor Moon, como você sabe, era uma guerreira do amor e da justiça. Quando ela surgiu tinha apenas 14 anos de idade, e não era preparada nem mentalmente e nem fisicamente para isso. Porem as coisas obrigaram ela a melhorar, ela tinha um dever a cumprir, tinha que encontrar a sua Princesa e o Cristal de Prata. – Ela viu a cara de Misugi, que obviamente não entendia nada, mas não seria agora que iria explicar, quando fosse contar tudo detalhadamente aí sim sua amiga entenderia toda a sua vida. – No começo ela estava sozinha, lutava contra os monstros e tentava ajudar as pessoas enquanto buscava pelas outras Sailors e pela Princesa. A única pessoa que a ajudava na época era um guerreiro mascarado que ela não sabia quem era e se auto intitulava Tuxedo Mask. Depois de um tempo lutando ela começou a encontrar as suas companheiras de batalha e foram ficando cada vez mais amigas, porem ainda faltava encontrar a Princesa. Elas eram quatro e lutavam com tudo o que tinham, com a ajuda é claro de Tuxedo Mask. Foi em uma das lutas contra um dos generais do mal, que apareceu a ultima guerreira, Sailor Vênus. No começo pensávamos que ela era a Princesa que tanto procurávamos, mas ela mesma nos contou que era simplesmente uma guerreira como nós, na verdade ela era a líder de todas nós. O desespero aumentou e nós nos sentíamos perdidas em relação a tal Princesa e Cristal de Prata. No meio desse processo Tuxedo Mask e Sailor Moon acabaram se apaixonando, e a cada vez se aproximavam mais. Foi quando descobriram que para encontrar o Cristal de Prata era preciso encontrar os Cristais Arco-íris, que na verdade eram demônios selados nessas pedras e reencarnados na forma de humanos. Elas batalharam por eles e no momento em que conseguiram todos, os generais fizeram uma armadilha e prenderam Sailor Moon e Tuxedo Mask nela, que acabaram por perder os Cristais que tinham para as mãos do inimigo. Eles atacaram os dois sem dó nem piedade, e para proteger Sailor Moon, Tuxedo Mask se jogou na frente do ataque se ferindo gravemente. Foi nesse momento de dor que todos os Cristais se reuniram ao redor de Sailor Moon e de uma lagrima que caía em seu rosto nasceu o Cristal de Prata, fazendo aparecer assim a Princesa da Lua, Serenity. Ela lutou contra os generais tentando salvar o homem que amava, mas mesmo acabando com um deles, foram capazes de levar embora Tuxedo Mask. Ficou arrasada, mas sabia que teria que lutar mais ainda para salva-lo, então foi até o esconderijo dos inimigos, que ficava no Pólo Norte, e lá acabou de uma vez com tudo, conseguindo assim voltar com seu amor, porem no meio do processo todas as Sailor morreram, e os dois ficaram gravemente feridos. – Os olhos de Misugi se abriram mais do que o normal com a ultima frase dita por Usagi, não sabia de metade da história que ela estava contando, mas mesmo ela era plausível, porem nunca esperaria que elas tivessem morrido, e se morreram como é que continuaram lutando depois, como é que estavam aqui? – Eu vou responder essa pergunta. – Usagi diz lendo nas expressões da amiga todas as duvidas que ela tinha. – Elas tiveram uma segunda chance, mas assim como da primeira vez que isso aconteceu novamente agora elas não lembrariam de nada do que aconteceu quando eram guerreiras, muito menos que se conheciam, e dois em particular, que se amavam.
-Tudo bem. – Misugi não tinha muito a falar, estava mais interessada em escutar tudo o que sua amiga tinha a lhe dizer, afinal não era pouca coisa você descobrir de uma hora para outra que sua melhor amiga era uma super heroína no passado e que você era uma das fãs dela.
-Sailor Moon, como você sabe, era uma guerreira do amor e da justiça. Quando ela surgiu tinha apenas 14 anos de idade, e não era preparada nem mentalmente e nem fisicamente para isso. Porem as coisas obrigaram ela a melhorar, ela tinha um dever a cumprir, tinha que encontrar a sua Princesa e o Cristal de Prata. – Ela viu a cara de Misugi, que obviamente não entendia nada, mas não seria agora que iria explicar, quando fosse contar tudo detalhadamente aí sim sua amiga entenderia toda a sua vida. – No começo ela estava sozinha, lutava contra os monstros e tentava ajudar as pessoas enquanto buscava pelas outras Sailors e pela Princesa. A única pessoa que a ajudava na época era um guerreiro mascarado que ela não sabia quem era e se auto intitulava Tuxedo Mask. Depois de um tempo lutando ela começou a encontrar as suas companheiras de batalha e foram ficando cada vez mais amigas, porem ainda faltava encontrar a Princesa. Elas eram quatro e lutavam com tudo o que tinham, com a ajuda é claro de Tuxedo Mask. Foi em uma das lutas contra um dos generais do mal, que apareceu a ultima guerreira, Sailor Vênus. No começo pensávamos que ela era a Princesa que tanto procurávamos, mas ela mesma nos contou que era simplesmente uma guerreira como nós, na verdade ela era a líder de todas nós. O desespero aumentou e nós nos sentíamos perdidas em relação a tal Princesa e Cristal de Prata. No meio desse processo Tuxedo Mask e Sailor Moon acabaram se apaixonando, e a cada vez se aproximavam mais. Foi quando descobriram que para encontrar o Cristal de Prata era preciso encontrar os Cristais Arco-íris, que na verdade eram demônios selados nessas pedras e reencarnados na forma de humanos. Elas batalharam por eles e no momento em que conseguiram todos, os generais fizeram uma armadilha e prenderam Sailor Moon e Tuxedo Mask nela, que acabaram por perder os Cristais que tinham para as mãos do inimigo. Eles atacaram os dois sem dó nem piedade, e para proteger Sailor Moon, Tuxedo Mask se jogou na frente do ataque se ferindo gravemente. Foi nesse momento de dor que todos os Cristais se reuniram ao redor de Sailor Moon e de uma lagrima que caía em seu rosto nasceu o Cristal de Prata, fazendo aparecer assim a Princesa da Lua, Serenity. Ela lutou contra os generais tentando salvar o homem que amava, mas mesmo acabando com um deles, foram capazes de levar embora Tuxedo Mask. Ficou arrasada, mas sabia que teria que lutar mais ainda para salva-lo, então foi até o esconderijo dos inimigos, que ficava no Pólo Norte, e lá acabou de uma vez com tudo, conseguindo assim voltar com seu amor, porem no meio do processo todas as Sailor morreram, e os dois ficaram gravemente feridos. – Os olhos de Misugi se abriram mais do que o normal com a ultima frase dita por Usagi, não sabia de metade da história que ela estava contando, mas mesmo ela era plausível, porem nunca esperaria que elas tivessem morrido, e se morreram como é que continuaram lutando depois, como é que estavam aqui? – Eu vou responder essa pergunta. – Usagi diz lendo nas expressões da amiga todas as duvidas que ela tinha. – Elas tiveram uma segunda chance, mas assim como da primeira vez que isso aconteceu novamente agora elas não lembrariam de nada do que aconteceu quando eram guerreiras, muito menos que se conheciam, e dois em particular, que se amavam.
___________________________________________________
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
Misugi começou a compreender aonde a história queria chegar. Essa primeira batalha que Sailor Moon tivera realmente era um mistério para muita gente, pois ninguém sabia o porquê dela estar lutando, de onde vinham seus inimigos, e nem nada parecido, mas nas outras batalhas que tiveram eles já estavam mais inteirados do que acontecia. Claro que os detalhes não eram tão exatos como os de Usagi, mas também ninguém viveu aquilo como ela viveu.
-Eu estou entendendo, não posso dizer que tudo, mas estou entendendo alguma coisa mais do que entendia antes. Mas ainda tem umas coisas nessa história que você precisa me contar. – Era obvio que tinha mais coisas para contar, porem não estava com paciência para contar todas as aventuras de Sailor Moon, então iria perguntar sobre o que ela queria saber.
-Misugi, eu gostaria que você me desculpasse, mas contar o resto da história de Sailor Moon agora seria um desperdício de tempo, pois foi muito bem acompanhada pelos jornais, claro que sem muitos detalhes, mas estava lá. Contei-lhe essa primeira parte porque é a história que explica o porquê dela ter lutado, o porquê de tudo isso ter começado, claro que faltaram muitos detalhes, porem estes vem só quando eu lhe contar a minha história como Sailor Moon. – Misugi afirmou com a cabeça, algo que ela não compreendia estava prestes a ser revelado diante de seus olhos.
Ela tinha que estar pronta para aquilo, para lhe contar a história louca que era a sua vida, e seria nesse exato momento. Respirou fundo para encontrar as palavras certas, porque não era tão fácil assim saber como dizer que você era uma guerreira, descendente da família real da lua, que era uma das mais fortes guerreiras no passado, e ainda por cima que conseguia falar com gatos. Mas tinha que falar e a primeira tentativa seria está.
-Eu vou começar bem do começo, pois você tem que entender tudo completamente, certo? – Ao ver que Misugi afirmava com a cabeça começou a contar. – Eu tinha 14 anos de idade, era desligada, preguiçosa, comilona, muito chorona e odiava estudar. Já dá mais ou menos pra ter uma imagem de mim, não é verdade. – Misugi assentiu novamente, mas sem conseguir imaginar sua amiga sendo aquilo tudo o que dizia. – Um dia estava indo para escola, atrasada como sempre, por dormir até mais tarde, e no caminho encontrei um bando de meninos maltratando uma pobre gatinha, fui lá e salvei-a, reparei que ela tinha uma bandana tapando algum tipo de machucado na cabeça, e o tirei, foi então que reparei que ela tinha uma marca de lua na sua cabecinha. Deixei-a lá, pois estava atrasada e fui para escola, o resto do meu dia foi normal até eu chegar em casa, e no meio da noite a mesma gata aparecer no meu quarto dizendo que estava procurando por mim e que eu tinha que me lembrar. – Ao ver a cara de espanto de Misugi ao falar que a gata tinha conversado com ela, deu um pequeno sorriso, sabia que isso iria acontecer. – Eu sei que você ficou chocada com isso, mas imagina eu que estava lá, frente a frente com a gata? Pois então, foi nessa noite que eu descobri que era Sailor Moon, e que Lua, a gatinha, era a minha guardiã, na verdade a guardiã da Princesa da Lua, mas como eu não sabia que era eu mesma, então por enquanto isso não conta. Como eu disse antes, eu era uma chorona que tinha medo de tudo, e logo na minha primeira batalha tive que ser socorrida por ninguém menos que Tuxedo Mask. Logo fiquei apaixonada por ele, mas não podia desviar do meu caminho, embora fosse tudo o que eu mais queria. No começo eu lutava sozinha, sempre dependendo de Tuxedo Mask para me tirar das burradas que fazia, mas depois eu fui achando as guerreiras, e uma a uma fomos nos tornando grandes amigas, pelo menos era o que eu achava. – Usagi parou um pouco de falar e olhou ao seu redor, sabia que teria que continuar, mas a pior parte vinha a seguir. Já era difícil de acreditar no que ela estava falando agora, e depois quando ela dissesse que era a reencarnação de uma mulher que vivia na Lua, e que já tinha ido para lá? Qual seria a reação de sua amiga? – Bem, depois de todas as lutas e de quatro das cinco guerreiras já estarem reunidas nós tivemos um ataque surpresa dos generais, e foi aí que Sailor Vênus, a ultima guerreira, apareceu. Como eu disse antes, nós chegamos a pensar que ela era a nossa princesa, mas a própria desmentiu as nossas mentes brilhantes. Tínhamos uma nova guerreira, uma nova amiga, novas pistas, e parecia que um entendimento maior. Lua e Ártemis, o gato que veio junto com a Sailor Vênus, que também falava e era seu guardião, estavam em busca de como encontrar o Cristal de Prata, e surgiram os Cristais Arco-íris. Quando já tínhamos todos os Cristais, alguns nas mãos das Sailors, outros nas mãos do inimigo, e outros nas mãos de Tuxedo Mask, foi que nós caímos naquela armadilha. Eles nos roubaram todos os cristais e ainda por cima deixaram o homem que eu amava muito machucado. Eu chorava com a cabeça dele sobre o meu colo, não queria que ele morresse, não por mim. Foi então que os Cristais se juntaram ao meu redor, formando de uma de minhas lagrimas o Cristal de Prata, depois disso o que me lembro era que estava vestida como uma princesa, e segurava Tuxedo Mask em meu colo. Lutei contra aqueles que nos ameaçavam e tentei salvar o homem que amava, mas eles foram mais fortes que eu e conseguiram leva-lo embora. Eu fiquei arrasada, entrei em depressão, pois eu o amava mais que tudo, e acabei por descobrir que não só nessa vida nós estivemos juntos, mas em vidas passadas também. Achando o Cristal de Prata, acabei também por achar minhas memórias a muito perdidas, memórias de uma vida que não era minha, mas sim de algo dentro de mim.
-Eu estou entendendo, não posso dizer que tudo, mas estou entendendo alguma coisa mais do que entendia antes. Mas ainda tem umas coisas nessa história que você precisa me contar. – Era obvio que tinha mais coisas para contar, porem não estava com paciência para contar todas as aventuras de Sailor Moon, então iria perguntar sobre o que ela queria saber.
-Misugi, eu gostaria que você me desculpasse, mas contar o resto da história de Sailor Moon agora seria um desperdício de tempo, pois foi muito bem acompanhada pelos jornais, claro que sem muitos detalhes, mas estava lá. Contei-lhe essa primeira parte porque é a história que explica o porquê dela ter lutado, o porquê de tudo isso ter começado, claro que faltaram muitos detalhes, porem estes vem só quando eu lhe contar a minha história como Sailor Moon. – Misugi afirmou com a cabeça, algo que ela não compreendia estava prestes a ser revelado diante de seus olhos.
Ela tinha que estar pronta para aquilo, para lhe contar a história louca que era a sua vida, e seria nesse exato momento. Respirou fundo para encontrar as palavras certas, porque não era tão fácil assim saber como dizer que você era uma guerreira, descendente da família real da lua, que era uma das mais fortes guerreiras no passado, e ainda por cima que conseguia falar com gatos. Mas tinha que falar e a primeira tentativa seria está.
-Eu vou começar bem do começo, pois você tem que entender tudo completamente, certo? – Ao ver que Misugi afirmava com a cabeça começou a contar. – Eu tinha 14 anos de idade, era desligada, preguiçosa, comilona, muito chorona e odiava estudar. Já dá mais ou menos pra ter uma imagem de mim, não é verdade. – Misugi assentiu novamente, mas sem conseguir imaginar sua amiga sendo aquilo tudo o que dizia. – Um dia estava indo para escola, atrasada como sempre, por dormir até mais tarde, e no caminho encontrei um bando de meninos maltratando uma pobre gatinha, fui lá e salvei-a, reparei que ela tinha uma bandana tapando algum tipo de machucado na cabeça, e o tirei, foi então que reparei que ela tinha uma marca de lua na sua cabecinha. Deixei-a lá, pois estava atrasada e fui para escola, o resto do meu dia foi normal até eu chegar em casa, e no meio da noite a mesma gata aparecer no meu quarto dizendo que estava procurando por mim e que eu tinha que me lembrar. – Ao ver a cara de espanto de Misugi ao falar que a gata tinha conversado com ela, deu um pequeno sorriso, sabia que isso iria acontecer. – Eu sei que você ficou chocada com isso, mas imagina eu que estava lá, frente a frente com a gata? Pois então, foi nessa noite que eu descobri que era Sailor Moon, e que Lua, a gatinha, era a minha guardiã, na verdade a guardiã da Princesa da Lua, mas como eu não sabia que era eu mesma, então por enquanto isso não conta. Como eu disse antes, eu era uma chorona que tinha medo de tudo, e logo na minha primeira batalha tive que ser socorrida por ninguém menos que Tuxedo Mask. Logo fiquei apaixonada por ele, mas não podia desviar do meu caminho, embora fosse tudo o que eu mais queria. No começo eu lutava sozinha, sempre dependendo de Tuxedo Mask para me tirar das burradas que fazia, mas depois eu fui achando as guerreiras, e uma a uma fomos nos tornando grandes amigas, pelo menos era o que eu achava. – Usagi parou um pouco de falar e olhou ao seu redor, sabia que teria que continuar, mas a pior parte vinha a seguir. Já era difícil de acreditar no que ela estava falando agora, e depois quando ela dissesse que era a reencarnação de uma mulher que vivia na Lua, e que já tinha ido para lá? Qual seria a reação de sua amiga? – Bem, depois de todas as lutas e de quatro das cinco guerreiras já estarem reunidas nós tivemos um ataque surpresa dos generais, e foi aí que Sailor Vênus, a ultima guerreira, apareceu. Como eu disse antes, nós chegamos a pensar que ela era a nossa princesa, mas a própria desmentiu as nossas mentes brilhantes. Tínhamos uma nova guerreira, uma nova amiga, novas pistas, e parecia que um entendimento maior. Lua e Ártemis, o gato que veio junto com a Sailor Vênus, que também falava e era seu guardião, estavam em busca de como encontrar o Cristal de Prata, e surgiram os Cristais Arco-íris. Quando já tínhamos todos os Cristais, alguns nas mãos das Sailors, outros nas mãos do inimigo, e outros nas mãos de Tuxedo Mask, foi que nós caímos naquela armadilha. Eles nos roubaram todos os cristais e ainda por cima deixaram o homem que eu amava muito machucado. Eu chorava com a cabeça dele sobre o meu colo, não queria que ele morresse, não por mim. Foi então que os Cristais se juntaram ao meu redor, formando de uma de minhas lagrimas o Cristal de Prata, depois disso o que me lembro era que estava vestida como uma princesa, e segurava Tuxedo Mask em meu colo. Lutei contra aqueles que nos ameaçavam e tentei salvar o homem que amava, mas eles foram mais fortes que eu e conseguiram leva-lo embora. Eu fiquei arrasada, entrei em depressão, pois eu o amava mais que tudo, e acabei por descobrir que não só nessa vida nós estivemos juntos, mas em vidas passadas também. Achando o Cristal de Prata, acabei também por achar minhas memórias a muito perdidas, memórias de uma vida que não era minha, mas sim de algo dentro de mim.
___________________________________________________
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
Misugi tentava assimilar todas aquelas palavras, não sabendo se aquilo era um sonho ou uma brincadeira de muito mal gosto de sua amiga Usagi, ou ainda se tudo aquilo poderia ser mesmo verdade. Como é que ela poderia algum dia pensar que sua melhor amiga, Usagi, era na verdade a sua super heroína favorita na sua adolescência? Mas queria continuar escutando os relatos da amiga, que sabe assim pudesse entender onde toda esta história se encaixa.
-Eu vou lhe contar uma história agora, de um passado muito distante, lembranças de uma outra vida, de minha outra vida! – Usagi falava calmamente, mas mesmo assim dava para se perceber o nervosismo em sua voz, como se estivesse buscando palavras para aquela conversa. – Bem, esta história acontece há milênios atrás, com uma jovem princesa que morava na Lua. – Ao falar isso, ela percebeu logo os olhos de Misugi se arregalando em sinal de que não acreditava no que estava ouvindo. – Eu sei que vai ser difícil de assimilar as coisas no começo, mas com o decorrer da história você vai ver que os fatos se encaixam completamente. Como ia dizendo, a história é sobre uma princesa que vivia na Lua, seu nome era Serenity. Sua mãe era a rainha de uma aliança chamada Milênio de Prata, que envolvia todos os planetas do sistema solar, exceto o planeta Terra. Eles viviam tempos de paz, mas a Terra sempre fora um inimigo em potencial para esse pacifico reino. À medida que ia crescendo Serenity foi adquirindo mais habilidades, foi ficando mais forte, mais inteligente, mais sofisticada, mais feminina, ou seja, a cada dia que passava mais ela se tornava parecida com sua mãe. O tempo foi se passando e ela cada vez melhorava mais, até que recebeu de sua mãe as suas guardiãs, as princesas de Vênus, Mercúrio, Marte e Júpiter. Juntas elas lutavam para proteger o reino da Lua, todas prontas para morrerem por Serenity se fosse preciso. Porem a princesa não queria isso para suas amigas, sim elas tinham se tornado grandes amigas. Entre todas elas a que Serenity mais confiava era na princesa de Vênus, sua melhor amiga. Ela sabia de todos os segredos de Serenity, e de todos os seus desejos, medos e ambições, mas acima de tudo ela sabia de suas paixões. Sim, Serenity tinha se apaixonado, e essa paixão era proibida. Todas as noites a princesa da Lua olhava para o céu em direção a um planeta azul que ela admirava, sempre quis saber como era viver naquele planeta, como eram seus habitantes, como eram seus sentimentos. Eles eram sempre citados como seres malignos, que não tinham amor por nada, que adoravam a guerra e não respeitavam os outros, mas Serenity não acreditava nisso, ou não queria acreditar, ela pensava que só diziam aquilo desse povo porque não faziam parte da Aliança, e não por serem mesmo tudo aquilo. Com o passar do tempo ela conheceu um jovem rapaz, ela não sabia de onde ele tinha surgido e nem como viera parar ali, mas sabia que não era lunariano. Começaram a conversar e se tornaram grandes amigos, mas mesmo assim aquele jovem e lindo rapaz não falava de onde vinha. As conversas que tiveram evoluíram para beijos e os beijos evoluíram também, até que os dois não conseguiam mais viver separados, porem Serenity não sabia muita coisa desse rapaz fora seu nome, Endymion. Ele finalmente lhe contou de onde vinha e porque não queria que ela soubesse isso. Falou-lhe que era o príncipe da Terra, sua maior inimiga, e não queria que Serenity descobrisse porque talvez nunca mais quisesse vê-lo, mas estava na hora de contar, pois tinha se apaixonado pela princesa e não conseguiria viver mais um dia longe dela. Assim viveram os dois durante um tempo, tendo aquele romance proibido, uma paixão que poderia destruir tanto a vida deles quanto a vida de todas as pessoas de ambos os reinos, mas eles não se importavam, tudo o que queriam era estar um ao lado do outro. Até que a princesa de Vênus descobriu sobre o romance deles, e a rainha também, proibindo assim tais encontros. Vênus foi encarregada de proteger Serenity e vigia-la, mas ao invés disso ela acobertava a princesa enquanto essa ia para Terra a procura de seu príncipe. Em uma dessas escapadas ela acabou descobrindo que a Terra iria entrar em guerra com a Lua e que seu reino não estava pronto para isso, então voltou correndo em ordem de avisar a rainha. Claro que para isso teria que contar que tinha desobedecido a suas ordens, preferindo então avisar a guerreira de Vênus e que essa sim avisasse a rainha, sua mãe. Foi o que fez, dando tempo assim para que a rainha tivesse como preparar seus exércitos contra a Terra, agora tudo o que a preocupava era o seu príncipe e o que ele iria fazer. Uma semana depois desse terrível aviso teve na Lua um baile, um baile de mascaras onde todos os convidados estariam disfarçados. Nesse baile mais uma vez a princesa da Lua e o príncipe da Terra se encontraram, mas dessa vez foi diferente, dessa vez o príncipe foi para lhe dizer que era melhor para ambos que parassem de se ver, pois dentro de pouco tempo seriam inimigos declarados e a guerra teria tomado conta de todo o universo. A princesa não queria acreditar no que ouvia, mas sabia que era o mais certo a fazer, dizendo um adeus definitivo a seu príncipe, não antes de lhe dizer que o amava mais que tudo na vida. Nesse momento aconteceu o que ninguém esperava, a Terra começou a atacar, a líder dos revolucionários terráqueos, Beryl, foi quem ordenou tal ataque, e fazendo isso não atingiu só a eles como também o seu príncipe. Beryl, que tinha muita inveja da princesa da Lua por ter ficado com Endymion, atacou Serenity, porem antes de o ataque cumprir seu objetivo foi parado por alguém, e esse alguém era o príncipe, que preferiu morrer ao ver sua princesa ser ferida. Não querendo viver num mundo que não existisse Endymion, Serenity morreu junto ao seu amado. Vendo tal cena à rainha da Lua percebeu o tamanho do erro que cometera ao proibir sua filha de amar o homem que lhe salvou a vida somente por ser terráqueo, então, em seus últimos suspiros, a rainha utilizou o Cristal de Prata para trancafiar Beryl, derrotando assim o inimigo, e para realizar o seu ultimo desejo. E o ultimo desejo da rainha da Lua foi para que todos aqueles que lutaram em prol de salvar o seu reino retornassem a vida, mas não naquela época, e sim numa época distante onde pudessem viver uma vida normal, com problemas normais e sentimentos normais. – Mais uma vez ela parava a sua narração para ver o que Misugi estava entendendo da história. Ao ver que ela ainda estava confusa fez mais uma observação. – Foi assim que, há 12 anos atrás, eu encontrei uma gata que fala, que me contou que eu era a reencarnação de uma guerreira e que teria que proteger o mundo de todo o mal, e foram essas as recordações que eu tive naquele momento em que eu descobri ser a Princesa da Lua, Serenity.
-Eu vou lhe contar uma história agora, de um passado muito distante, lembranças de uma outra vida, de minha outra vida! – Usagi falava calmamente, mas mesmo assim dava para se perceber o nervosismo em sua voz, como se estivesse buscando palavras para aquela conversa. – Bem, esta história acontece há milênios atrás, com uma jovem princesa que morava na Lua. – Ao falar isso, ela percebeu logo os olhos de Misugi se arregalando em sinal de que não acreditava no que estava ouvindo. – Eu sei que vai ser difícil de assimilar as coisas no começo, mas com o decorrer da história você vai ver que os fatos se encaixam completamente. Como ia dizendo, a história é sobre uma princesa que vivia na Lua, seu nome era Serenity. Sua mãe era a rainha de uma aliança chamada Milênio de Prata, que envolvia todos os planetas do sistema solar, exceto o planeta Terra. Eles viviam tempos de paz, mas a Terra sempre fora um inimigo em potencial para esse pacifico reino. À medida que ia crescendo Serenity foi adquirindo mais habilidades, foi ficando mais forte, mais inteligente, mais sofisticada, mais feminina, ou seja, a cada dia que passava mais ela se tornava parecida com sua mãe. O tempo foi se passando e ela cada vez melhorava mais, até que recebeu de sua mãe as suas guardiãs, as princesas de Vênus, Mercúrio, Marte e Júpiter. Juntas elas lutavam para proteger o reino da Lua, todas prontas para morrerem por Serenity se fosse preciso. Porem a princesa não queria isso para suas amigas, sim elas tinham se tornado grandes amigas. Entre todas elas a que Serenity mais confiava era na princesa de Vênus, sua melhor amiga. Ela sabia de todos os segredos de Serenity, e de todos os seus desejos, medos e ambições, mas acima de tudo ela sabia de suas paixões. Sim, Serenity tinha se apaixonado, e essa paixão era proibida. Todas as noites a princesa da Lua olhava para o céu em direção a um planeta azul que ela admirava, sempre quis saber como era viver naquele planeta, como eram seus habitantes, como eram seus sentimentos. Eles eram sempre citados como seres malignos, que não tinham amor por nada, que adoravam a guerra e não respeitavam os outros, mas Serenity não acreditava nisso, ou não queria acreditar, ela pensava que só diziam aquilo desse povo porque não faziam parte da Aliança, e não por serem mesmo tudo aquilo. Com o passar do tempo ela conheceu um jovem rapaz, ela não sabia de onde ele tinha surgido e nem como viera parar ali, mas sabia que não era lunariano. Começaram a conversar e se tornaram grandes amigos, mas mesmo assim aquele jovem e lindo rapaz não falava de onde vinha. As conversas que tiveram evoluíram para beijos e os beijos evoluíram também, até que os dois não conseguiam mais viver separados, porem Serenity não sabia muita coisa desse rapaz fora seu nome, Endymion. Ele finalmente lhe contou de onde vinha e porque não queria que ela soubesse isso. Falou-lhe que era o príncipe da Terra, sua maior inimiga, e não queria que Serenity descobrisse porque talvez nunca mais quisesse vê-lo, mas estava na hora de contar, pois tinha se apaixonado pela princesa e não conseguiria viver mais um dia longe dela. Assim viveram os dois durante um tempo, tendo aquele romance proibido, uma paixão que poderia destruir tanto a vida deles quanto a vida de todas as pessoas de ambos os reinos, mas eles não se importavam, tudo o que queriam era estar um ao lado do outro. Até que a princesa de Vênus descobriu sobre o romance deles, e a rainha também, proibindo assim tais encontros. Vênus foi encarregada de proteger Serenity e vigia-la, mas ao invés disso ela acobertava a princesa enquanto essa ia para Terra a procura de seu príncipe. Em uma dessas escapadas ela acabou descobrindo que a Terra iria entrar em guerra com a Lua e que seu reino não estava pronto para isso, então voltou correndo em ordem de avisar a rainha. Claro que para isso teria que contar que tinha desobedecido a suas ordens, preferindo então avisar a guerreira de Vênus e que essa sim avisasse a rainha, sua mãe. Foi o que fez, dando tempo assim para que a rainha tivesse como preparar seus exércitos contra a Terra, agora tudo o que a preocupava era o seu príncipe e o que ele iria fazer. Uma semana depois desse terrível aviso teve na Lua um baile, um baile de mascaras onde todos os convidados estariam disfarçados. Nesse baile mais uma vez a princesa da Lua e o príncipe da Terra se encontraram, mas dessa vez foi diferente, dessa vez o príncipe foi para lhe dizer que era melhor para ambos que parassem de se ver, pois dentro de pouco tempo seriam inimigos declarados e a guerra teria tomado conta de todo o universo. A princesa não queria acreditar no que ouvia, mas sabia que era o mais certo a fazer, dizendo um adeus definitivo a seu príncipe, não antes de lhe dizer que o amava mais que tudo na vida. Nesse momento aconteceu o que ninguém esperava, a Terra começou a atacar, a líder dos revolucionários terráqueos, Beryl, foi quem ordenou tal ataque, e fazendo isso não atingiu só a eles como também o seu príncipe. Beryl, que tinha muita inveja da princesa da Lua por ter ficado com Endymion, atacou Serenity, porem antes de o ataque cumprir seu objetivo foi parado por alguém, e esse alguém era o príncipe, que preferiu morrer ao ver sua princesa ser ferida. Não querendo viver num mundo que não existisse Endymion, Serenity morreu junto ao seu amado. Vendo tal cena à rainha da Lua percebeu o tamanho do erro que cometera ao proibir sua filha de amar o homem que lhe salvou a vida somente por ser terráqueo, então, em seus últimos suspiros, a rainha utilizou o Cristal de Prata para trancafiar Beryl, derrotando assim o inimigo, e para realizar o seu ultimo desejo. E o ultimo desejo da rainha da Lua foi para que todos aqueles que lutaram em prol de salvar o seu reino retornassem a vida, mas não naquela época, e sim numa época distante onde pudessem viver uma vida normal, com problemas normais e sentimentos normais. – Mais uma vez ela parava a sua narração para ver o que Misugi estava entendendo da história. Ao ver que ela ainda estava confusa fez mais uma observação. – Foi assim que, há 12 anos atrás, eu encontrei uma gata que fala, que me contou que eu era a reencarnação de uma guerreira e que teria que proteger o mundo de todo o mal, e foram essas as recordações que eu tive naquele momento em que eu descobri ser a Princesa da Lua, Serenity.
___________________________________________________
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
Misugi agora estava completamente perdida, como podia acreditar que, mesmo que fossem milênios atrás, existia vida na Lua, e principalmente nos outros planetas? Como poderia acreditar que sua amiga era a reencarnação de uma princesa que morreu por amor a um príncipe da Terra, e que por causa desse amor todo um império foi destruído por ciúmes? Era muita informação para uma só cabeça.
-Eu lhe contei toda a história do meu passado, tanto como Sailor Moon quanto como Princesa. Para terminar a história, eu consegui derrotar a Beryl, que era o monstro que nos atacava e comandava os generais, e assim todos nós tivemos mais uma chance de retornar as nossas vidas, só que sem as memórias do que tinha acontecido. Assim eu me esqueci completamente de que eu era uma guerreira, esqueci de minhas amigas, e esqueci do amor da minha vida, até que apareceu outro inimigo e nossa presença foi mais uma vez necessária. – Assim ela terminou de contar tudo o que podia contar, de uma forma que fizesse a amiga entender o que ela estava falando.
-Certo, deixa ver se eu entendi direito tudo o que você me contou! Você era uma princesa que se apaixonou por um príncipe da Terra sem saber quem ele era. Quando descobriram sobre o romance sua mãe, a rainha, proibiu tais encontros, e você a desobedeceu. Por isso você causou ciúmes em uma maluca que morava na Terra que se chamava Beryl e que provavelmente era apaixonada por Endymion. Beryl entrou em guerra com a Lua e matou Endymion, mas na verdade queria matar Serenity, que acabou se matando por não querer viver sem o seu amor. A rainha ao ver isso derrotou Beryl, prendendo-a não sei onde, e fez com que todos que lutaram ao lado dela reencarnassem na Terra, só que a milhões de anos no futuro e com as vidas completamente diferentes. Mas como tudo o que é bom dura pouco, a tal Beryl retornou fazendo assim com que você tivesse que se tornar Sailor Moon e lutasse contra o mal procurando as outras guerreiras, o Cristal de Prata e a Princesa. E quando achou os dois primeiros descobriu que era a Princesa da Lua, e que tudo ia voltar a acontecer como há milênios atrás, só que dessa vez você conseguiu derrotar o inimigo, porem não se lembrava de mais nada até que apareceram novos monstros e o mundo precisou novamente de você, fazendo assim retornarem as Sailor Senshi. Foi isso mesmo que aconteceu ou eu entendi errado? – Misugi relatava tudo o que tinha entendido da conversa, e a cada palavra que dizia sua voz tomava mais forma de incredulidade.
-Por incrível que pareça, você entendeu tudo completamente, foi exatamente isso o que aconteceu. – Usagi falava sorrindo, sabia que Misugi não tinha acreditado na metade da história, mas estava fazendo um esforço muito grande para acreditar e isso já valia a pena.
-Eu acho que entendi essa história, embora seja um pouco complicada demais para a minha cabeça. Mas eu tenho uma pergunta, se você é Sailor Moon, porque nunca mais apareceu, mesmo não estando em Tókio? – Isso era algo que intrigava Misugi, porque Sailor Moon nunca mais apareceu? Não precisava estar lutando com as outras guerreiras, ela podia muito bem se virar sozinha.
-Eu lhe contei toda a história do meu passado, tanto como Sailor Moon quanto como Princesa. Para terminar a história, eu consegui derrotar a Beryl, que era o monstro que nos atacava e comandava os generais, e assim todos nós tivemos mais uma chance de retornar as nossas vidas, só que sem as memórias do que tinha acontecido. Assim eu me esqueci completamente de que eu era uma guerreira, esqueci de minhas amigas, e esqueci do amor da minha vida, até que apareceu outro inimigo e nossa presença foi mais uma vez necessária. – Assim ela terminou de contar tudo o que podia contar, de uma forma que fizesse a amiga entender o que ela estava falando.
-Certo, deixa ver se eu entendi direito tudo o que você me contou! Você era uma princesa que se apaixonou por um príncipe da Terra sem saber quem ele era. Quando descobriram sobre o romance sua mãe, a rainha, proibiu tais encontros, e você a desobedeceu. Por isso você causou ciúmes em uma maluca que morava na Terra que se chamava Beryl e que provavelmente era apaixonada por Endymion. Beryl entrou em guerra com a Lua e matou Endymion, mas na verdade queria matar Serenity, que acabou se matando por não querer viver sem o seu amor. A rainha ao ver isso derrotou Beryl, prendendo-a não sei onde, e fez com que todos que lutaram ao lado dela reencarnassem na Terra, só que a milhões de anos no futuro e com as vidas completamente diferentes. Mas como tudo o que é bom dura pouco, a tal Beryl retornou fazendo assim com que você tivesse que se tornar Sailor Moon e lutasse contra o mal procurando as outras guerreiras, o Cristal de Prata e a Princesa. E quando achou os dois primeiros descobriu que era a Princesa da Lua, e que tudo ia voltar a acontecer como há milênios atrás, só que dessa vez você conseguiu derrotar o inimigo, porem não se lembrava de mais nada até que apareceram novos monstros e o mundo precisou novamente de você, fazendo assim retornarem as Sailor Senshi. Foi isso mesmo que aconteceu ou eu entendi errado? – Misugi relatava tudo o que tinha entendido da conversa, e a cada palavra que dizia sua voz tomava mais forma de incredulidade.
-Por incrível que pareça, você entendeu tudo completamente, foi exatamente isso o que aconteceu. – Usagi falava sorrindo, sabia que Misugi não tinha acreditado na metade da história, mas estava fazendo um esforço muito grande para acreditar e isso já valia a pena.
-Eu acho que entendi essa história, embora seja um pouco complicada demais para a minha cabeça. Mas eu tenho uma pergunta, se você é Sailor Moon, porque nunca mais apareceu, mesmo não estando em Tókio? – Isso era algo que intrigava Misugi, porque Sailor Moon nunca mais apareceu? Não precisava estar lutando com as outras guerreiras, ela podia muito bem se virar sozinha.
___________________________________________________
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
-Eu tenho muitos motivos para isso, mas o principal é que não posso mais me tornar Sailor Moon. – Ao ver o olhar de Misugi ela compreendeu que a amiga estava começando a ficar indignada com a sua atitude. Como é que não poderia mais se tornar Sailor Moon? – Eu vou lhe explicar. Para eu me transformar em Sailor Moon eu preciso ter comigo o Cristal de Prata, e eu o deixei em Tókio quando fugi, não queria comigo nenhum vinculo que prendesse aquela cidade. Depois se eu me tornasse Sailor Moon às outras guerreiras logo descobririam onde eu estava, e também porque nos últimos 10 anos nenhum inimigo apareceu. Esses são os motivos para que eu não me transforme mais.
-Entendo, mas se você quisesse se transformar novamente, a única forma seria com o Cristal de Prata? – Misugi realmente estava interessada naquela conversa, afinal não era todo dia que se conversava com um super herói.
-Sim, o único jeito é tendo em mãos o Cristal de Prata, mas não se preocupe mais com isso, certo. Agora... – Ela parou de falar e olhou para o relógio em seu pulso. Com uma cara de espanto falou. -... Você tem noção de que horas são? Ficamos tanto tempo conversando que acabei perdendo a noção das horas. Tenho que ir agora, pois tenho muitas coisas para resolver, mais tarde nós conversamos sobre isso, ok? – Usagi falou já se levantando da mesa e pegando uma ultima bolacha de cima da mesa.
Dirigiu-se até a porta do seu quarto e de lá ouviu que Misugi estava arrumando a cozinha, deu um pequeno sorriso e entrou no quarto. Lá dentro pegou sua bolsa, as chaves da casa e do seu carro e voltou para sala. Quando entrou novamente na cozinha viu que Misugi já tinha ajeitado tudo e que começava a arrumar um pouco da bagunça que estava à sala.
-Misugi você sabe que não precisa fazer isso. Se quiser ficar aqui as chaves estão em cima da mesinha do meu quarto. Eu volto mais para noite, tenho muitos assuntos a resolver e pouco tempo para tratar deles. – Usagi falava enquanto se dirigia até a porta do apartamento. Viu que a amiga sorria e acenava positivamente a cabeça então abriu a porta e começou a rumar ao elevador.
Nesse momento todas as conversas que tivera com sua amiga sobre o passado, todos os sonhos que tivera a noite, e até mesmo a conversa muito desagradável que tivera ontem sumiram de sua cabeça. Sabia que tinha muitos problemas para resolver e tinha muito pouco tempo para resolvê-los. O que sentia nesse momento era mais forte do que qualquer outra coisa, algo de muito ruim estava prestes a acontecer e ela não tinha idéia do que seria.
Os dias se passavam rapidamente na opinião de Usagi. Muita coisa estava para acontecer e o perigo estava cada vez mais perto. Sentia que algo não estava em seu devido lugar, que as coisas estavam se movendo de uma maneira diferente de tudo o que ela já vira antes. Estava se preparando para o pior, definitivamente.
Dois meses se passaram depois daquela conversa que tivera com Misugi, e pouco via a amiga depois daquilo. Não por não querer vê-la, mas porque não tinha tempo. Estava atarefada demais resolvendo problemas pessoais e outros nem tanto. Porem estava na hora de encontrar mais uma vez a amiga, e dessa vez para fazer-lhe uma proposta um tanto quanto difícil.Saiu de seu apartamento disposta a encontrar Misugi, então foi para casa dela. Ao chegar lá, se deparou com aquela cada branca de dois andares, muito aconchegante aos olhos, e muito confortável também. Dirigiu-se até a porta da casa e bateu duas vezes, esperando por uma resposta. Pouco mais de um minuto depois ela começou a ouvir passos do outro lado da porta e sorriu aliviada por perceber que a amiga estava lá.
-Entendo, mas se você quisesse se transformar novamente, a única forma seria com o Cristal de Prata? – Misugi realmente estava interessada naquela conversa, afinal não era todo dia que se conversava com um super herói.
-Sim, o único jeito é tendo em mãos o Cristal de Prata, mas não se preocupe mais com isso, certo. Agora... – Ela parou de falar e olhou para o relógio em seu pulso. Com uma cara de espanto falou. -... Você tem noção de que horas são? Ficamos tanto tempo conversando que acabei perdendo a noção das horas. Tenho que ir agora, pois tenho muitas coisas para resolver, mais tarde nós conversamos sobre isso, ok? – Usagi falou já se levantando da mesa e pegando uma ultima bolacha de cima da mesa.
Dirigiu-se até a porta do seu quarto e de lá ouviu que Misugi estava arrumando a cozinha, deu um pequeno sorriso e entrou no quarto. Lá dentro pegou sua bolsa, as chaves da casa e do seu carro e voltou para sala. Quando entrou novamente na cozinha viu que Misugi já tinha ajeitado tudo e que começava a arrumar um pouco da bagunça que estava à sala.
-Misugi você sabe que não precisa fazer isso. Se quiser ficar aqui as chaves estão em cima da mesinha do meu quarto. Eu volto mais para noite, tenho muitos assuntos a resolver e pouco tempo para tratar deles. – Usagi falava enquanto se dirigia até a porta do apartamento. Viu que a amiga sorria e acenava positivamente a cabeça então abriu a porta e começou a rumar ao elevador.
Nesse momento todas as conversas que tivera com sua amiga sobre o passado, todos os sonhos que tivera a noite, e até mesmo a conversa muito desagradável que tivera ontem sumiram de sua cabeça. Sabia que tinha muitos problemas para resolver e tinha muito pouco tempo para resolvê-los. O que sentia nesse momento era mais forte do que qualquer outra coisa, algo de muito ruim estava prestes a acontecer e ela não tinha idéia do que seria.
Os dias se passavam rapidamente na opinião de Usagi. Muita coisa estava para acontecer e o perigo estava cada vez mais perto. Sentia que algo não estava em seu devido lugar, que as coisas estavam se movendo de uma maneira diferente de tudo o que ela já vira antes. Estava se preparando para o pior, definitivamente.
Dois meses se passaram depois daquela conversa que tivera com Misugi, e pouco via a amiga depois daquilo. Não por não querer vê-la, mas porque não tinha tempo. Estava atarefada demais resolvendo problemas pessoais e outros nem tanto. Porem estava na hora de encontrar mais uma vez a amiga, e dessa vez para fazer-lhe uma proposta um tanto quanto difícil.Saiu de seu apartamento disposta a encontrar Misugi, então foi para casa dela. Ao chegar lá, se deparou com aquela cada branca de dois andares, muito aconchegante aos olhos, e muito confortável também. Dirigiu-se até a porta da casa e bateu duas vezes, esperando por uma resposta. Pouco mais de um minuto depois ela começou a ouvir passos do outro lado da porta e sorriu aliviada por perceber que a amiga estava lá.
___________________________________________________
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
-Quem está aí? – Perguntou Misugi, com voz de sono devido à hora, ainda era muito cedo e estavam em pleno domingo.
-Misugi, aqui é a Usagi. Preciso falar com você urgentemente! – A voz dela demonstrava toda a sua urgência, e Misugi percebeu isso também, pois logo abriu a porta deixando uma Usagi muito afoita entrar em sua casa.
-O que aconteceu que você está desse jeito? – Perguntou Misugi um tanto quanto confusa. Fazia quase uma semana que não via mais a amiga. Por algum motivo doido Usagi tinha se demitido de seu emprego, e agora quase não parava em casa. Estava sempre na rua dizendo que tinha problemas a resolver.
-Misugi o que eu vou lhe perguntar é muito sério e gostaria que você me respondesse com sinceridade. – Usagi falava enquanto se sentava em um dos sofás da sala de Misugi. – Pode ser?
-Claro, pergunte! – Misugi começava a ficar preocupada com a amiga, queria saber logo o que estava acontecendo que parecia deixar Usagi tão nervosa desse jeito.
-Eu gostaria de saber se você está disposta a abandonar tudo para viajar comigo, mas preciso que você me responda imediatamente. – A voz dela era de uma pessoa angustiada, com medo, e era assim mesmo que ela se sentia.
-Mas pra onde você quer ir, e porque quer que eu vá junto? – Misugi não estava entendendo nada. Primeiro a amiga desaparece dizendo que estava cuidando de alguns problemas, depois quando aparece é para lhe pedir para viajar com ela? O que é que estava acontecendo com Usagi?
-Eu não tenho muito tempo para explicar, mas eu estou pedindo para você vir comigo porque é minha amiga, e sei que se eu não te pedisse você não me perdoaria. E o que está acontecendo é algo muito ruim, pelo menos é o que sinto. Eu passei os últimos dois meses resolvendo questões que eram inadiáveis, pedi demissão do meu trabalho porque provavelmente nunca mais voltarei para Paris, pesquisei e conversei com muitas pessoas para saber se o que eu sinto está correto, e infelizmente tudo me leva a crer que sim. – Usagi para de falar e pega nas mãos de Misugi, respira fundo e olha dentro dos olhos da amiga. – Agora é a hora de você me dizer se está comigo ou não, porque infelizmente, eu acho que chegou a hora de reviver certas coisas do passado que eu gostaria que não voltassem mais.
Misugi estava completamente assustada com isso. O tom que Usagi falava era de medo, como se algo terrível estivesse para acontecer, e ela não queria isso. O medo começou a tomar conta de seu ser, não sabia mais o que fazer. Ficaria ao lado de sua melhor amiga e viajaria para seja lá onde com ela, ou deixaria sua amiga ir sozinha e ficava em casa segura torcendo para que o pior não acontecesse? Estava indecisa, mas sabia o que era o melhor a fazer.
-Está certo, eu vou com você! Mas tem que me prometer que não vai fazer nada que possa se arrepender depois, e nem nos levar para a morte, entendeu? – A ultima parte Misugi falou com certo sarcasmo, não queria ficar naquele clima por muito tempo, odiava aquilo.
-Ótimo, então agora eu preciso que você comece a arrumar suas coisas e que vá à empresa cuidar dos seus papeis, preciso que faça isso o mais rápido possível, certo? – Agora Usagi estava mais calma, mas mesmo assim sentia-se uma angustia enorme vindo dela.
-Para que tanta pressa, é assim tão urgente essa viagem que nós vamos fazer que eu precise ajeitar tudo tão depressa? – Misugi falava calmamente, mas percebia que o assunto não era assim tão banal como ela o tratava. Sabia muito bem que para Usagi estar nesse estado à coisa era muito urgente, mas precisava ouvir as palavras da boca da amiga.
-Misugi, aqui é a Usagi. Preciso falar com você urgentemente! – A voz dela demonstrava toda a sua urgência, e Misugi percebeu isso também, pois logo abriu a porta deixando uma Usagi muito afoita entrar em sua casa.
-O que aconteceu que você está desse jeito? – Perguntou Misugi um tanto quanto confusa. Fazia quase uma semana que não via mais a amiga. Por algum motivo doido Usagi tinha se demitido de seu emprego, e agora quase não parava em casa. Estava sempre na rua dizendo que tinha problemas a resolver.
-Misugi o que eu vou lhe perguntar é muito sério e gostaria que você me respondesse com sinceridade. – Usagi falava enquanto se sentava em um dos sofás da sala de Misugi. – Pode ser?
-Claro, pergunte! – Misugi começava a ficar preocupada com a amiga, queria saber logo o que estava acontecendo que parecia deixar Usagi tão nervosa desse jeito.
-Eu gostaria de saber se você está disposta a abandonar tudo para viajar comigo, mas preciso que você me responda imediatamente. – A voz dela era de uma pessoa angustiada, com medo, e era assim mesmo que ela se sentia.
-Mas pra onde você quer ir, e porque quer que eu vá junto? – Misugi não estava entendendo nada. Primeiro a amiga desaparece dizendo que estava cuidando de alguns problemas, depois quando aparece é para lhe pedir para viajar com ela? O que é que estava acontecendo com Usagi?
-Eu não tenho muito tempo para explicar, mas eu estou pedindo para você vir comigo porque é minha amiga, e sei que se eu não te pedisse você não me perdoaria. E o que está acontecendo é algo muito ruim, pelo menos é o que sinto. Eu passei os últimos dois meses resolvendo questões que eram inadiáveis, pedi demissão do meu trabalho porque provavelmente nunca mais voltarei para Paris, pesquisei e conversei com muitas pessoas para saber se o que eu sinto está correto, e infelizmente tudo me leva a crer que sim. – Usagi para de falar e pega nas mãos de Misugi, respira fundo e olha dentro dos olhos da amiga. – Agora é a hora de você me dizer se está comigo ou não, porque infelizmente, eu acho que chegou a hora de reviver certas coisas do passado que eu gostaria que não voltassem mais.
Misugi estava completamente assustada com isso. O tom que Usagi falava era de medo, como se algo terrível estivesse para acontecer, e ela não queria isso. O medo começou a tomar conta de seu ser, não sabia mais o que fazer. Ficaria ao lado de sua melhor amiga e viajaria para seja lá onde com ela, ou deixaria sua amiga ir sozinha e ficava em casa segura torcendo para que o pior não acontecesse? Estava indecisa, mas sabia o que era o melhor a fazer.
-Está certo, eu vou com você! Mas tem que me prometer que não vai fazer nada que possa se arrepender depois, e nem nos levar para a morte, entendeu? – A ultima parte Misugi falou com certo sarcasmo, não queria ficar naquele clima por muito tempo, odiava aquilo.
-Ótimo, então agora eu preciso que você comece a arrumar suas coisas e que vá à empresa cuidar dos seus papeis, preciso que faça isso o mais rápido possível, certo? – Agora Usagi estava mais calma, mas mesmo assim sentia-se uma angustia enorme vindo dela.
-Para que tanta pressa, é assim tão urgente essa viagem que nós vamos fazer que eu precise ajeitar tudo tão depressa? – Misugi falava calmamente, mas percebia que o assunto não era assim tão banal como ela o tratava. Sabia muito bem que para Usagi estar nesse estado à coisa era muito urgente, mas precisava ouvir as palavras da boca da amiga.
___________________________________________________
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
-Sim, as coisas são muito urgentes, e preciso que você tenha tudo pronto até amanhã de manhã bem cedo, entendeu? – Ela mantinha o nervosismo na voz. Começou a se levantar do sofá em que estava sentada e se dirigir a porta do apartamento. Quando chegou à frente da mesma, virou-se novamente para a amiga. – Eu preciso ir embora agora, pois ainda tenho algumas coisas para arrumar em casa.
-Ok, mas você não me disse ainda para onde nós estamos indo, nem a razão de tanta pressa! – Misugi estava curiosa agora, porque havia concordado em viajar, mas não sabia para onde, nem quando, só sabia um pouquinho do por que.
Usagi virou-se para a porta novamente, abriu-a, respirou fundo, e pensando que tinha que correr para chegar a tempo de terminar de arrumar suas coisas, simplesmente virou o rosto para a amiga e disse:
-Amanhã às quatro horas da tarde nós deveremos estar dentro de um avião rumo a Tókio no Japão.
-Ok, mas você não me disse ainda para onde nós estamos indo, nem a razão de tanta pressa! – Misugi estava curiosa agora, porque havia concordado em viajar, mas não sabia para onde, nem quando, só sabia um pouquinho do por que.
Usagi virou-se para a porta novamente, abriu-a, respirou fundo, e pensando que tinha que correr para chegar a tempo de terminar de arrumar suas coisas, simplesmente virou o rosto para a amiga e disse:
-Amanhã às quatro horas da tarde nós deveremos estar dentro de um avião rumo a Tókio no Japão.
___________________________________________________
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
OMG.... Isto não é um capítulo ..é um livro! (atenção não m estou a queixar)
Simplesmente lindo!!
.o:
Por onde começar!?...
-Adorei todo o relato da história da sessão classic, a misugi a chegar as conclusões... :
:
ela descobrir que a melhor amiga dela é afinal uma super heroina, princesa e que existirem outros reinos...
é um pouco forte.
-Acho que no entanto escreves-te tão bem e de uma forma tão simples, natural
(como se realmente estivessemos a ver a conversa a desenrolar),
que qql pessoa que le-s preceberia o que a usagi estava a tentar contar.
Dei por mim a ler a pressa porque queria saber o que vinha a frente
(acho que tb temos d levar em conta o facto de ser uma viciada e saber
a hístoria da classic de cor, prestanto mais atenção mesmo as reacções delas)
-Acho que depois daquela ultimo capítulo , não podemos esperar um final feliz tipo conto de fadas.
Acho que estás a fazer um optímo trabalho e tudo o que vier de certeza que vai ser arrebatador na mesma, parabéns!
Aggr se quero saber o que vai acontecer em tokio??? podes apostar!
*usako rebola e rebola...enquanto pensa no proximo capítulo*
Simplesmente lindo!!
.o: Por onde começar!?...
-Adorei todo o relato da história da sessão classic, a misugi a chegar as conclusões... :
: ela descobrir que a melhor amiga dela é afinal uma super heroina, princesa e que existirem outros reinos...
é um pouco forte.
-Acho que no entanto escreves-te tão bem e de uma forma tão simples, natural
(como se realmente estivessemos a ver a conversa a desenrolar),
que qql pessoa que le-s preceberia o que a usagi estava a tentar contar.
Dei por mim a ler a pressa porque queria saber o que vinha a frente
(acho que tb temos d levar em conta o facto de ser uma viciada e saber
a hístoria da classic de cor, prestanto mais atenção mesmo as reacções delas)
-Acho que depois daquela ultimo capítulo , não podemos esperar um final feliz tipo conto de fadas.
Acho que estás a fazer um optímo trabalho e tudo o que vier de certeza que vai ser arrebatador na mesma, parabéns!
Aggr se quero saber o que vai acontecer em tokio??? podes apostar!
*usako rebola e rebola...enquanto pensa no proximo capítulo*
Este tópico está fechado a novas respostas.




Reportar comentário
Escolhe o motivo da denúncia e acrescenta mais contexto se necessário.