Sailor Moon - O Sonho não Acabou
A Tety voltou!!! YAYY!! Um novo capitulo amanhã?? *corre desesperadamente em voltinhas pelo tópico* AI ai ai... k ansiosa k eu tou!!
Bem vinda de novo então!
Duas kualidades de cada sailor... Bem, n tou c muita inspiração agora para andar aki a dizer e tb tou com um cadinho de pressa (é mais fome, mas pronto). Então se me sair alguma coisa k n seja "Simpática e divertida" eu apito! XD
Bem vinda de novo então!
Duas kualidades de cada sailor... Bem, n tou c muita inspiração agora para andar aki a dizer e tb tou com um cadinho de pressa (é mais fome, mas pronto). Então se me sair alguma coisa k n seja "Simpática e divertida" eu apito! XD

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
oh que bom que ja voltaste tety!
bom..duas qualidades pa cada sailor..ui..nao sou la mt nisto mas vo tentar..
mercurio e muito bondosa e inteligente, sabe sempre dizer a coisa certa.
venus e muito alegre e divertida, mas tambem e muito amiga das suas amigas e sensivel.
jupiter e muito independente e cheia de força (tanto interior como exterior), e muito madura mas ao mesmo tempo sonhadora.
marte, eu diria que e muito fiel as suas amigas e aos seus ideais, com um grande sentido de justiça, nunca se deixa rebaixar, luta ate ao fim...mas isso acontece um pouco com todas, todas dariam a vida pelas suas amigas..
bom nao sei se ajudei...nem sei se se encaixa nas ideias que tens para a fic..mas vo pensar mais e se me lembrar de mais alguma coisa venho dizer!
bom..duas qualidades pa cada sailor..ui..nao sou la mt nisto mas vo tentar.. mercurio e muito bondosa e inteligente, sabe sempre dizer a coisa certa.
venus e muito alegre e divertida, mas tambem e muito amiga das suas amigas e sensivel.
jupiter e muito independente e cheia de força (tanto interior como exterior), e muito madura mas ao mesmo tempo sonhadora.
marte, eu diria que e muito fiel as suas amigas e aos seus ideais, com um grande sentido de justiça, nunca se deixa rebaixar, luta ate ao fim...mas isso acontece um pouco com todas, todas dariam a vida pelas suas amigas..
bom nao sei se ajudei...nem sei se se encaixa nas ideias que tens para a fic..mas vo pensar mais e se me lembrar de mais alguma coisa venho dizer!

Tety *-* tety, tety, tety.... *-* AHHHHH A TETY VOLTOU!!!
D
D
Espero que tenhas tido umas férias fantásticas
E
!!!! Vêm aí novos capitulos, WEEEE
D
D
Ahhh quanto ao pedido... Bem, vamos lá ver o que me sai. Qundo dizes qualidades tem que ser o que têm de melhor, ou aquilo que mais as caracteriza? Bem, vou-me seguir pela 2ª opção, se preferires antes a 1ª diz, que eu altero algumas
---------------------------------------------------------------------------
Nome da Sailor / Qualidades
Moon / verdade e simplicidade
Mercurio / inteligência e honestidade
Marte / intempestiva e frontal
Jupiter / amizade e lealdade
Venus / sonhadora e sincera
Saturno / tímida e reservada
Plutão / responsável e madura
Neptuno / talentosa e doce
Urano / cautelosa e dedicada
--------------------------------------------------------------------------
Done
Espero ter ajudado 
D
D
Espero que tenhas tido umas férias fantásticas

E
!!!! Vêm aí novos capitulos, WEEEE
D
DAhhh quanto ao pedido... Bem, vamos lá ver o que me sai. Qundo dizes qualidades tem que ser o que têm de melhor, ou aquilo que mais as caracteriza? Bem, vou-me seguir pela 2ª opção, se preferires antes a 1ª diz, que eu altero algumas

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Nome da Sailor / Qualidades
Moon / verdade e simplicidade
Mercurio / inteligência e honestidade
Marte / intempestiva e frontal
Jupiter / amizade e lealdade
Venus / sonhadora e sincera
Saturno / tímida e reservada
Plutão / responsável e madura
Neptuno / talentosa e doce
Urano / cautelosa e dedicada
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Done
Espero ter ajudado 
bem, vamos ver o q sai...
Sailor Moon: ingenuidade e lealdade
Mercury: inteligência e sentido de táctica (n sei q outras palavras escolher)
Mars: Severidade e agressividade
Jupiter: sensibilidade e doçura
Venus: romântica e sonhadora
(agora as q me sinto menos à vontade...)
Uranus: decidida e directa
Neptune: ardilosa e paciente
Plutão: conscienciosa e prudente
Saturno: temerosa e reservada
Espero q sirva de alguma coisa!
Sailor Moon: ingenuidade e lealdade
Mercury: inteligência e sentido de táctica (n sei q outras palavras escolher)
Mars: Severidade e agressividade
Jupiter: sensibilidade e doçura
Venus: romântica e sonhadora
(agora as q me sinto menos à vontade...)
Uranus: decidida e directa
Neptune: ardilosa e paciente
Plutão: conscienciosa e prudente
Saturno: temerosa e reservada
Espero q sirva de alguma coisa!
TETYYYYYYY
a tety voltou...a tety voltou...
*mim faz festa*
*mim senta-se depois d x lembrar k esta numa biblioteca*
novo capitulo hoje????
e sekalhar so o vou conseguir ler no sabado a noite!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
(a n ser k o postes antes da 13.45...)

em relaçao as caracteristicas das sailor ja disseram tudo o k m poderia lembrar...
mx em relaçao a usagi, ela neste momento ja n e tao ingenua komo era dantes...agora esta mais responsavel...
a tety voltou...a tety voltou...
*mim faz festa*
*mim senta-se depois d x lembrar k esta numa biblioteca*
novo capitulo hoje????
e sekalhar so o vou conseguir ler no sabado a noite!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
(a n ser k o postes antes da 13.45...)

em relaçao as caracteristicas das sailor ja disseram tudo o k m poderia lembrar...
mx em relaçao a usagi, ela neste momento ja n e tao ingenua komo era dantes...agora esta mais responsavel...
_______
sonhar nao mata...mas magoa...e por vezes ainda mais do que qualquer ferida fisica...
sonhar nao mata...mas magoa...e por vezes ainda mais do que qualquer ferida fisica...
Capitulo XI – A Escuridão
Acordou de repente, sem saber muito bem onde estava, não tinha noção de nada, de nem um dos seus sentidos, tudo o que via era negro, era como se tivesse se perdido em um imenso borrão negro e mais nenhuma cor fosse permitida entrar ali, nem mesmo sua mão ela conseguia enxergar.
Olhava para os lados e não via nada, pensou que ainda estava dormindo, pois o lugar que normalmente estava não era tão escuro assim. Então fechou os olhos, e suspirou um pouco, tentando achar tempo para depois abrir novamente os olhos, pensando que estaria no mesmo local que sempre estava ao abrir os olhos, mas dessa vez foi diferente.
Daquela vez estava se sentindo acuada, um sentimento diferente estava nascendo dentro dela, uma coisa que nunca tinha sentido na vida. Uma espécie de medo. E queria descobrir o porquê de estar se sentindo assim, então resolveu que estava na hora de abrir os olhos e ver onde estava.
E lá estava ela. Naquela escuridão que cobria cada centímetro de seu corpo, que cobria cada milímetro de sua mente, que tapava cada buraco de sua alma. Estava perdida em uma escuridão que não lhe deixava respirar, que não lhe permitia pensar, que não lhe dava a chance nem ao menos de se sentir viva.
Estava completamente presa em algo que não conhecia, uma escuridão que não lhe era familiar. Aquele lugar a estava dando medo, por mais que não gostasse de admitir. Por que afinal, ela sempre vivera em meio à escuridão, sempre escondida atrás das sombras, sempre escondendo a própria presença.
Aquele local, porém, era muito diferente do local que ela conhecia. Aquele lugar era mais denso, mais tenebroso, mais melancólico. Aquele lugar era o paraíso para qualquer maníaco-depressivo. Era completamente diferente da escuridão que ela estava acostumada quando vivia dentro da outra garota.
Porém tinha que estar preparada, pois pelo que estava entendendo, aquele seria o seu novo lar. Aquele lugar que mais parecia o inferno sem o fogo, aquele seria o novo local que ela agora chamaria de casa.
Mas mesmo sabendo que tinha um lugar assim, mesmo sabendo que tinha agora um lugar que poderia de um jeito ou de outro chamar de seu, ainda não era uma visão muito boa se chamar de lar um lugar tão frio quanto aquele.
Acordou de repente, sem saber muito bem onde estava, não tinha noção de nada, de nem um dos seus sentidos, tudo o que via era negro, era como se tivesse se perdido em um imenso borrão negro e mais nenhuma cor fosse permitida entrar ali, nem mesmo sua mão ela conseguia enxergar.
Olhava para os lados e não via nada, pensou que ainda estava dormindo, pois o lugar que normalmente estava não era tão escuro assim. Então fechou os olhos, e suspirou um pouco, tentando achar tempo para depois abrir novamente os olhos, pensando que estaria no mesmo local que sempre estava ao abrir os olhos, mas dessa vez foi diferente.
Daquela vez estava se sentindo acuada, um sentimento diferente estava nascendo dentro dela, uma coisa que nunca tinha sentido na vida. Uma espécie de medo. E queria descobrir o porquê de estar se sentindo assim, então resolveu que estava na hora de abrir os olhos e ver onde estava.
E lá estava ela. Naquela escuridão que cobria cada centímetro de seu corpo, que cobria cada milímetro de sua mente, que tapava cada buraco de sua alma. Estava perdida em uma escuridão que não lhe deixava respirar, que não lhe permitia pensar, que não lhe dava a chance nem ao menos de se sentir viva.
Estava completamente presa em algo que não conhecia, uma escuridão que não lhe era familiar. Aquele lugar a estava dando medo, por mais que não gostasse de admitir. Por que afinal, ela sempre vivera em meio à escuridão, sempre escondida atrás das sombras, sempre escondendo a própria presença.
Aquele local, porém, era muito diferente do local que ela conhecia. Aquele lugar era mais denso, mais tenebroso, mais melancólico. Aquele lugar era o paraíso para qualquer maníaco-depressivo. Era completamente diferente da escuridão que ela estava acostumada quando vivia dentro da outra garota.
Porém tinha que estar preparada, pois pelo que estava entendendo, aquele seria o seu novo lar. Aquele lugar que mais parecia o inferno sem o fogo, aquele seria o novo local que ela agora chamaria de casa.
Mas mesmo sabendo que tinha um lugar assim, mesmo sabendo que tinha agora um lugar que poderia de um jeito ou de outro chamar de seu, ainda não era uma visão muito boa se chamar de lar um lugar tão frio quanto aquele.
Parou um pouco de pensar para se concentrar no local ao seu redor. Queria perceber, já que não conseguia ver, tudo o que estava ao seu redor, se é que tivesse algo ao seu redor. E queria mesmo conhecer aquele lugar.
Sentou-se no lugar onde antes estava deitada, e começou a girar seus olhos pelo lugar, tentando encontrar algo mais do que a simples escuridão, mas não encontrou nada.
Estava sinceramente começando a ficar preocupada, assustada e com muito medo. Mas isso não diria a ninguém jamais, nem mesmo se tivesse alguém a quem falar. Ela nunca admitiria que sentira medo de um lugar como aquele, mesmo sabendo que a maioria das pessoas sentiria.
Agora que já tinha certeza de que não veria nada além de suas mãos, ela fechou os olhos e procurou descobrir o porquê de estar ali. Porque estava largada em um lugar como aquele? Ela iria descobrir a qualquer custo!
Foi então que uma luz veio em sua mente. Ela sabia muito bem o porquê de estar naquele lugar. Estava ali porque finalmente fora liberta do corpo de sua antiga dona, porque finalmente Usagi encontrara o Cristal de Prata e se livrara de todo o seu ódio. A única coisa que não entendia era o porquê de estar em um lugar mais escuro ainda do que o lugar que originalmente ocupava.
Fechou os olhos e tentou se lembrar de tudo o que aconteceu, mas tudo o que veio a sua mente foi o momento em que seus corpos se separaram. A dor que sentiu naquele momento, a luz que quase cegou seus olhos, a força que queria partir seu corpo, e depois a calma, o silencio, a paz.
Não se lembrava muito do acontecido, só sabia que aquela era uma experiência que ela não queria repetir muito cedo. Quando abriu os olhos novamente ainda estava encarando a escuridão que a cercava.
Sabia que teria que começar a se acostumar a viver naquele lugar, mesmo não sabendo o que era e nem onde era. Sabia que agora, nesse momento, ela tinha coisas mais importantes para se preocupar do que com simplesmente que local era aquele ou de onde vinha toda aquela poderosa escuridão.
Nesse exato momento ela tinha apenas um objetivo. A razão por ter saído do corpo de Usagi. O motivo por ter sido criada, por ter existido durante esses últimos dez anos. Essa era a hora de começar a agir, e ela sabia disso.
Sentou-se por cima dos joelhos, da mesma maneira que vira Usagi fazer tantas vezes na frente daquelas que a chamavam de amiga. Ah, como ela gostaria de ver a cara de cada uma delas nesse momento, saber o que estavam pensando, o que estavam fazendo, quais eram seus planos.
Então, foi nesse momento, que ela percebeu que esse seria um ótimo primeiro plano. Descobrir como e quando as Sailors iriam atacá-la, ou mesmo como iriam se defender de qualquer suposto ataque.
Iria entrar na mente delas, rastreá-las onde quer que estejam, e descobrir tudo o que pudesse. Não iria desistir somente por não conseguir na primeira tentativa. E melhor ainda, ela sabia exatamente com quem começar as buscas.
Seus olhos já não mais buscavam por entre aquela escuridão, mas sim por entre a sua própria escuridão. Agora ela buscava dentro de si todos os vestígios que tinha daquela pessoa, afinal passara dez anos dentro dela.
Estava procurando em todos os cantos de sua alma, por apenas um relance que fosse daquela luz que ela conhecia tão bem, mas nada veio aos seus olhos. Com o tempo foi lembrando-se que Usagi se especializara em disfarçar sua própria energia para que as outras Sailors não descobrissem onde ela estava.
Então teria que pensar em outra maneira de contatar as Sailors sem ser pela sua energia. Como ela faria aquilo? Não poderia se concentrar na luz que sempre rondava Usagi, então em que se concentraria? Quem sabe...?
Era isso, não se concentraria na energia, e sim na pessoa. Afinal, ela conhecia Usagi melhor do que ninguém. Ela não iria mais procurar Usagi pelo tamanho de seu poder, mas sim pelo tamanho de seu sorriso, de seu coração. Pela bondade que ela emana em qualquer lugar que vá.
Estava na hora de passar para uma busca mais avançada, e para isso sua concentração aumentou drasticamente. Não podia se deixar interromper por nada, nem mesmo o menor dos barulhos. E nesse momento aquela escuridão foi muito bem vinda, pois ali se guardava toda a paz do mundo naquele momento.
Procurou em sua mente, onde estaria aquele calor que cercava somente a Usagi, que não importa onde esteja ou com quem, sempre estará lá? Onde está aquele sorriso que é capaz de chamar atenção a milhas de distancia? Onde está aquela voz que é capaz de animar até mesmo defunto? Onde está aquele coração que é capaz de guardar o mundo inteiro e ainda ter espaço para mais alguém?
Tinha de encontrá-la. Tinha de saber o que estava aprontando, o que iria fazer, o que pretendia arrumar para o ataque e para a defesa. Eram tantas coisas para se saber e tão pouco tempo, e mesmo assim para ela, naquela sala escura, era como se ela tivesse todo o tempo do mundo.
Continuou procurando, mas não achava nada em lugar nenhum. Varias luzes passavam em seu caminho, mas nenhuma era a luz que ela procurava. Nenhuma reluzia a infinita bondade.
Iria entrar na mente delas, rastreá-las onde quer que estejam, e descobrir tudo o que pudesse. Não iria desistir somente por não conseguir na primeira tentativa. E melhor ainda, ela sabia exatamente com quem começar as buscas.
Seus olhos já não mais buscavam por entre aquela escuridão, mas sim por entre a sua própria escuridão. Agora ela buscava dentro de si todos os vestígios que tinha daquela pessoa, afinal passara dez anos dentro dela.
Estava procurando em todos os cantos de sua alma, por apenas um relance que fosse daquela luz que ela conhecia tão bem, mas nada veio aos seus olhos. Com o tempo foi lembrando-se que Usagi se especializara em disfarçar sua própria energia para que as outras Sailors não descobrissem onde ela estava.
Então teria que pensar em outra maneira de contatar as Sailors sem ser pela sua energia. Como ela faria aquilo? Não poderia se concentrar na luz que sempre rondava Usagi, então em que se concentraria? Quem sabe...?
Era isso, não se concentraria na energia, e sim na pessoa. Afinal, ela conhecia Usagi melhor do que ninguém. Ela não iria mais procurar Usagi pelo tamanho de seu poder, mas sim pelo tamanho de seu sorriso, de seu coração. Pela bondade que ela emana em qualquer lugar que vá.
Estava na hora de passar para uma busca mais avançada, e para isso sua concentração aumentou drasticamente. Não podia se deixar interromper por nada, nem mesmo o menor dos barulhos. E nesse momento aquela escuridão foi muito bem vinda, pois ali se guardava toda a paz do mundo naquele momento.
Procurou em sua mente, onde estaria aquele calor que cercava somente a Usagi, que não importa onde esteja ou com quem, sempre estará lá? Onde está aquele sorriso que é capaz de chamar atenção a milhas de distancia? Onde está aquela voz que é capaz de animar até mesmo defunto? Onde está aquele coração que é capaz de guardar o mundo inteiro e ainda ter espaço para mais alguém?
Tinha de encontrá-la. Tinha de saber o que estava aprontando, o que iria fazer, o que pretendia arrumar para o ataque e para a defesa. Eram tantas coisas para se saber e tão pouco tempo, e mesmo assim para ela, naquela sala escura, era como se ela tivesse todo o tempo do mundo.
Continuou procurando, mas não achava nada em lugar nenhum. Varias luzes passavam em seu caminho, mas nenhuma era a luz que ela procurava. Nenhuma reluzia a infinita bondade.
Até que, no momento em que tinha começado a desistir de procurar, ela ouviu uma voz muito conhecida, a voz de uma das Sailors. Ela não conseguia entender direito o que aquela voz dizia, e também não conseguia distinguir de qual delas era a voz, mas sabia que se aquela voz estava ali, então Usagi estava por perto, e então seria hora dela descobrir alguns segredos.
Seguiu em direção aquela voz, e descobriu que ali estava um aglomerado de luzes que formavam quase que um arco-íris. Ficou admirando por um momento o tamanho da beleza que se botava a sua frente, até que se lembrou do que tinha que fazer, e prosseguiu em seu caminho.
Quando estava bem perto daquele arco-íris de cores, ela sentiu que uma se sobressaia a todas as outras, ela era mais forte, emanava uma aura mais poderosa, uma bondade mais cativante. Foi dirigindo-se até aquela luz, e a cada passo que dava tinha certeza de que aquela era Usagi.
Ao chegar perto o suficiente da luz, viu que ela estava somente encarando todas as outras luzes, sem fazer nem ao menos o menor sinal de que tivesse percebido sua presença.
Caminhou em direção a luz, e a curiosidade começou a pegar o melhor de dentro de si. Ela olhava fascinada para aquele brilho, para aquela aura, para aquela tranqüilidade, e ao mesmo tempo muita maturidade.
Ergueu as mãos como se quisesse tocar na luz a sua frente, como se quisesse que ela fizesse parte de si mesma, e a cada milímetro que chegava mais perto, mais aquele sentimento crescia dentro de seu peito, até que sua mão se encontrou com a superfície quente da luz.
Uma escuridão tomou conta daquele lugar que já era escuro. Ela olhou para os lados tentando entender o que estava acontecendo, e depois olhou para si mesma. E foi nesse momento que teve a sua maior surpresa. A luz que tanto admirava a um segundo atrás, agora estava dentro dela.
Olhou para si mesma em completo terror. O que diabos tinha acontecido? Porque aquela luz decidiu que entraria nela? Porque Usagi iria querer juntar-se com ela novamente depois de ter se separado do jeito que fez?
Mas não queria realmente uma resposta para aquela pergunta, porém para outra! Queria saber o que estava acontecendo com o seu corpo. Porque aquela luz resolveu invadi-la? Porque de uma hora para a outra ela se sentia como se fosse à melhor pessoa do mundo?
Então, mais rápido que um piscar de olhos, todos os sons desapareceram. Novamente ela estava no silencio, no vazio de si mesma, tentando achar respostas onde somente havia perguntas. Novamente ela não sabia o que fazer.
Seguiu em direção aquela voz, e descobriu que ali estava um aglomerado de luzes que formavam quase que um arco-íris. Ficou admirando por um momento o tamanho da beleza que se botava a sua frente, até que se lembrou do que tinha que fazer, e prosseguiu em seu caminho.
Quando estava bem perto daquele arco-íris de cores, ela sentiu que uma se sobressaia a todas as outras, ela era mais forte, emanava uma aura mais poderosa, uma bondade mais cativante. Foi dirigindo-se até aquela luz, e a cada passo que dava tinha certeza de que aquela era Usagi.
Ao chegar perto o suficiente da luz, viu que ela estava somente encarando todas as outras luzes, sem fazer nem ao menos o menor sinal de que tivesse percebido sua presença.
Caminhou em direção a luz, e a curiosidade começou a pegar o melhor de dentro de si. Ela olhava fascinada para aquele brilho, para aquela aura, para aquela tranqüilidade, e ao mesmo tempo muita maturidade.
Ergueu as mãos como se quisesse tocar na luz a sua frente, como se quisesse que ela fizesse parte de si mesma, e a cada milímetro que chegava mais perto, mais aquele sentimento crescia dentro de seu peito, até que sua mão se encontrou com a superfície quente da luz.
Uma escuridão tomou conta daquele lugar que já era escuro. Ela olhou para os lados tentando entender o que estava acontecendo, e depois olhou para si mesma. E foi nesse momento que teve a sua maior surpresa. A luz que tanto admirava a um segundo atrás, agora estava dentro dela.
Olhou para si mesma em completo terror. O que diabos tinha acontecido? Porque aquela luz decidiu que entraria nela? Porque Usagi iria querer juntar-se com ela novamente depois de ter se separado do jeito que fez?
Mas não queria realmente uma resposta para aquela pergunta, porém para outra! Queria saber o que estava acontecendo com o seu corpo. Porque aquela luz resolveu invadi-la? Porque de uma hora para a outra ela se sentia como se fosse à melhor pessoa do mundo?
Então, mais rápido que um piscar de olhos, todos os sons desapareceram. Novamente ela estava no silencio, no vazio de si mesma, tentando achar respostas onde somente havia perguntas. Novamente ela não sabia o que fazer.
Foi em meio a esse silencio nada revelador, que ela ouviu pela primeira vez desde que chegara ali, uma voz falar claramente. Mas, infelizmente não era aquilo que ela queria ouvir no momento.
-O que está fazendo aqui? – Veio à voz de Usagi, que parecia tão interessada nela como estaria no vento que sopra sobre as arvores.
-Como assim? Eu não sei do que você está falando! – Ela disse, e o nervosismo crescia cada vez mais dentro de si, enquanto inutilmente ela tentava fazer-se parecer calma.
-Então você quer dizer que eu estou imaginando você aqui! É isso? – Usagi perguntou, e em momento nenhum sua voz mostrou mais do que simples descaso, como se sua presença não fosse nada de importante.
-Não, eu realmente estou aqui! – Ela respondeu, achando que a essa altura mentir já não era uma opção. Relaxou um pouco e esperou pelas próximas perguntas que sabia que iriam vir.
-Ótimo. Assim eu sei que não estou ficando louca! – E na voz de Usagi se percebia nitidamente o sarcasmo. – Agora antes de me responder a minha pergunta, eu gostaria de saber outra coisa. Qual é o seu nome?
-Meu nome? – Ela perguntou, sem saber o que dizer, porque sinceramente nunca tinha pensado em um nome para si.
-Sim, seu nome! Afinal, é falta de educação invadir a mente das pessoas e nem ao menos dizer qual é o seu nome, você não acha? – Perguntou mais uma vez sarcástica, Usagi.
-Eu não estou nem aí para a sua educação! – Ela respondeu, e em sua voz o mesmo sarcasmo percorria. – A verdade é que nunca tinha pensado em um nome para mim. – Ela parou por alguns segundos, como se pensando em algo muito importante, e então sorriu. – Acho que encontrei o nome perfeito para mim.
-Sério? E qual seria? – Usagi perguntou, mas em sua voz podia aparecer tudo, menos a curiosidade que realmente sentia.
-Primeiramente, eu gostaria de dizer que eu gostaria de ser chamada de Sailor, afinal eu sou uma, ou ao menos parte de uma! – Ela disse sorrindo.
Esperou por uma resposta, mas como essa não veio, ela resolveu que iria continuar ela mesma com seu dialogo.
-Sinceramente eu acho que esse nome me cairá perfeitamente, e eu acho que você também vai concordar comigo! – Ela disse e o sorriso não deixava seus lábios nenhum momento. – A partir de agora, desse momento, você pode me chamar de...
-De? – Perguntou Usagi, que ficou impaciente com a demora que ela estava fazendo para dizer um simples nome.
-Kurai! – Ela disse e sua boca encheu-se somente de dizer aquela palavra. – Sailor Kurai! Esse será o meu nome.
-Realmente! Ele cabe perfeitamente em você, exatamente como você tinha previsto! Sinceramente, acho que nenhum nome cairia melhor em você! – Usagi falou, e em sua voz o sarcasmo e o desdém eram presentes nas ultimas palavras que pronunciara. – Sailor da Escuridão.
-Você realmente parece ter gostado do meu nome! – Kurai falou com um sarcasmo irritante na voz.
-Agora que você já respondeu essa minha pergunta, que tal responder a que eu te fiz primeiro? – Usagi perguntou e o tom de impaciência tomou conta de sua voz, mesmo ele estando moderado.
-Não. – Kurai falou simplesmente. – Eu acho que não preciso lhe responder uma pergunta para a qual você já sabe muito bem a resposta. – E com isso sua voz foi ficando cada vez mais baixa, até desaparecer em um fio.
-Então, já que você não quer me dizer o motivo de ter vindo aqui, gostaria de ser educada o suficiente para sair? – Perguntou sarcasticamente Usagi, pois independente da resposta de Kurai, com um simples pensamento Usagi poderia bani-la de sua mente.
-Claro, mas saiba que eu estarei sempre por perto, sempre vigiando, sempre espreitando! Saiba que quando eu quiser atacar você é o alvo mais fácil! Afinal nós temos as mesmas forças, os mesmos ataques, os mesmos pontos fortes e os mesmos pontos fracos. Eu sei tudo sobre você, e eu sei muito bem como acabar com você! – E o tom de ameaça não era pouco para aquela simples frase que deixava quase tudo implícito.
-Não se esqueça você também... – Usagi começou, e percebia-se em sua voz que ela estava sorrindo. –... Que eu também conheço todos os seus pontos fortes e fracos, que eu também conheço todos os seus poderes, e que, agora que você me contatou por vontade própria, eu já sei muito bem como chegar a você quando tivermos que ter uma conversa. – Parou de falar por uns minutos, como se ponderasse o que estava por dizer por um minuto. Aquilo deixou Kurai nervosa, completamente receosa do que estava por acontecer, não sabia do que Usagi era capaz quando estava no estado em que estava agora, afinal, ela quase nunca deixava os outros verem que dentro dela existia um ser que também podia ser frio e calculista, mas somente quando preciso. Temia, por tudo o que era mais sagrado, o que poderia acontecer a seguir. Temia qual seria a próxima palavra que sairia da boca de Usagi, e estava certa em temer, pois assim que Usagi abriu a boca, um vento muito forte começou a vir contra ela, fazendo que ela fosse empurrada para longe, e quando já não conseguia ver mais nada, ela ouviu a voz suave de Usagi ao longe, como se fosse a própria melodia da morte, lhe dizendo que aquele era o fim. – Adeus!
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