Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

Os três talismãs

#424
amei, amei, amei...
kanze k m babei. o sérgio é tão krido!!!
k sorte tem a Liana...
E posso dizer k estava mt bom o capítulo.
#425
mais comentarios?!




aki esta nmais um!




mas keru pagamento!



Um capitulo freskinhu!



lolll



bjokas
as minhas fic's:
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
#426
Em primeiro lugar, desculpa, Likinhas, por não ter comentado logo! Li o capítulo ontem, mas não tive realmente tempo para comentar, e só o pude fazer agora... :Embaracoso':

Adorei o nome do capítulo. A sério, foi dos nomes mais bonitos que utilizaste! Sempre adorei imaginar esse tipo de flores, porque gosto imenso destes elementos da natureza, assim como da Lua. Quando li o título, adivinhei logo que ia ser um capítulo muito romântico e doce e, afinal de contas, acabei por não me enganar! Very Happy

Foi precisamente isso, um capítulo muito doce e romântico! O Sérgio é realmente uma surpresa viva, um companheiro fantástico para a Liana. Toda a preocupação que descreveste, o cuidado que ele tinha (e tem) com ela, os pequenos pormenores... É tudo tão bonito! Quando ele lhe perguntou se tinha dores... E a interacção entre os dois... Lindo, mesmo Embaracoso

Gostei também que as outras fadas a tivessem ido visitar, também demonstra a amizade que começa a desenvolver-se ainda mais entre as três raparigas e que ultrapassa o sentido da missão e obrigação que as une. A Liana pareceu mais animada com aquela visita, embora estivesse também muito cansada.

Outra coisa que gostei foi de ver como ela não aguenta ficar muito tempo presa, sem sentir toda a Natureza que a envolve. Acho que este é um elemento muito importante da sua personalidade, porque ela é a Fada da Terra, o que mostra que está muito ligada ao elemento. E, como é claro, gostei também de todas as descrições que foste fazendo Embaracoso

E, por fim, quando o Sérgio levou a Liana para ver as flores... Que ambiente mágico! Parece que estava a senti-lo, a ver aquelas maravilhosas flores a abrirem-se. Foram descrições muito bonitas e românticas, o ambiente ideal. Até a descrição que fizeste do rio proporcionava calma e paz Smile Estou a gostar cada vez mais deste casal tão apaixonado Embaracoso

*dá uma cesta de Kinders à Likinhas e uma semente da flor Lunnaris* Tens aqui a semente, porque sei que é proibida a colheita das flores Razz Muitos parabéns, e que venha o novo capítulo! Very Happy
#427
LIKINHAS!!!!!!!!! Quando é que vem o proximo episodio, hem?????????????????

Começa a escrever, já!!
#428
Peço desculpa por só comentar agora Likinhas mas só hoje tive oportunidade de ler... :Embaracoso':

Para começar, muitos parabéns por mais um excelente capítulo!! Se a inspiração te faltou, penso que não há dúvidas de que ela voltou e mais profunda do que nunca!! Smile
O romantismo do Sérgio é realmente algo que me fascina de uma forma inexplicável... a forma como age, como fala... bem, sem dúvida alguma um verdadeiro principe encantado!! Razz Eu adoro este casal desde o início, mas a cada capítulo que passa mais gosto dele...

Este capítulo transmitiu também uma certa paz e tranquilidade, o que é muito importante depois de capítulos tão agitados como os anteriores... Adorei as descrições, simplesmente lindas Surprised.o:

Agora a única coisa que me preocupa é a Telma Neutral Estou muito curiosa, mas também muito receosa pelo que ela irá fazer... Question

Só me resta esperar por mais Likinhas Wink
#429
Peço desculpa por só agora responder aos vossos comentários...

Não vou responder um a um porque estou um pouco de visita relampago, para dizer a verdade vimde propósito ao forum para comentar uma certa fic xD Mas pronto...

Muito obrigada Kaoruzinha *-*, Gatinha e Paula *-*.
Titia Neptuno, hoje ao fim da tarde há capitulo, calma! xD
#430
Acho bem!!!!! Fico á espera!!!

EDIT ás 20:11h : Continuo á espera *Bate com o pé*
#431
atao??



kedus capitulos?!



eu keru!!! ;.;



pliss!!!



lol



bjokas
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#432
É concordo com a Lulu

Onde anda o capitulo???






Nós queremos mais!!!!


















P. Serenidade
#434
neptuno_avista escreveu:A Likinhas disse k fazia greve!! bora abatê-la???


sim!!!!



vou buscar u maxadu!!!


Twisted Evil


lolll



hehehe



tragam o exercito!!!



lol
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#435
Capitulo 14 (Parte I)
A dor de uma desilusão



Respiravam com dificuldade. Vários arranhões começavam a ser visíveis por todo o seu corpo. Seguravam com firmeza as suas armas. Mesmo sendo uma mera ilusão criada pelas sacerdotisas, aqueles demónios eram mais difíceis de derrotar do que tinham previsto.

Ana escapou com dificuldade às garras de um dos demónios. Mariana voltou a disparar as suas setas e estas, sempre que acertavam no alvo, faziam os demónios esfumarem-se. Mas, por mais demónios que derrotassem parecia que estes, em vez de serem em cada vez menor quantidade, multiplicavam-se e tornavam-se mais fortes. Tudo aquilo era como um jogo. Cada vez que ganhavam numa fase, passavam para outra mais complicada.

As sacerdotisas, um pouco à distância, observavam as jovens fadas, que lutavam o melhor que sabiam, mas estava claro que aquelas fadas ainda não tinham força suficiente. Faltava-lhes a garra e determinação que Liana demonstrava tanto nos treinos como em batalha.

Ana estava rodeada por cinco monstros. As costas largas e curvadas, assim como a cor verde clara davam aos monstros, na opinião da Ana, um aspecto nojento e que a fazia fazer caretas sempre que os encarava. Assim que se apercebeu de que eles se aproximavam dela, tentou pensar rapidamente em algo. Baixou-se e quando eles estavam suficientemente perto, rodou a sua arma sobre a cabeça.

As lâminas afiadas da sua arma golpearam os demónios que se esfomearam, dando lugar a uns mais poderosos.

Levantando-se, Ana respirou com dificuldade. O cansaço era evidente, e tinha a sensação de que se aquele treino continuasse com aquele ritmo, iria chagar à exaustão.

Vendo que as fadas estavam no limite das suas forças, Clara, com um movimento delicado efectuado com a sua mão, desfez aquela ilusão, contra a qual elas lutavam.

Mariana deixou-se cair pesadamente no chão, sentando-se no solo com as pernas cruzadas. O seu arco desapareceu e ela esticou os braços para cima, ouvindo de seguida as suas costas estalaram. Baixou os braços e rodou o pescoço, ouvindo também este estalar. Sentia o corpo dorido e um enorme peso abater-se sobre este. A manhã ainda mal começara e já estava com vontade de voltar para a cama. O seu corpo exigia descanso.

- Fracas! – atirou Odete como uma espécie de resmungo, fazendo as duas fadas olhar para ela surpreendidas. – Exactamente o que ouviram, vocês são umas fracas. Se naquela batalha contra o Ricardo os papeis se invertessem certamente a esta hora ele estaria a fazer uma grande festa no salão deste palácio, apresentando-se como o novo rei deste mundo!

- Se os papeis se invertessem? – pergunta Mariana, sem conseguir entender o significado do que Odete havia dito.

- Se naquela batalha fosse a Liana quem estava estendida no chão e vocês as duas estivessem a lutar, a esta hora estariam as três mortas. – disse ela num tom de reprovação e um pouco zangada. – O que vos falta, ao contrário do que possam pensar, não é força física mas sim espiritual. Vocês precisam de ter força de vontade e acima de tudo saber a razão pela qual lutam.

- A razão pela qual lutamos… - reflectiu Ana, baixando a cabeça ao perceber onde a sacerdotisa queria chegar.

- Lutamos por ser essa a nossa missão, porque está a nossa vida em jogo, por que mais havíamos de lutar? – pergunta Mariana, mostrando-se um pouco revolta com a maneira como a sacerdotisa se dirigia a elas.

- É por isso que és uma fraca! – grita-lhe Odete. – Sabes porque razão a Liana luta? Sabes até que ponto ela está disposta a ir?

- O que é que a Liana tem a ver com esta conversa? – grita também Mariana, começando a perder o controlo.

Maria era uma rapariga que, apesar de simpática e divertia, era muito intempestiva, mudando de humor rapidamente e perdendo a paciência em pouco tempo.

- Por que razão a Liana luta… - reflecte Ana. Uma pequena conversa vem à sua mente, a lembrança de algo que agora se recriminava por ter esquecido…

***

Observava-a de forma curiosa. Nunca a tinha visto tão pensativa e muito menos aquele pequeno objecto dourado que repousava na sua mão.

- Em que pensas tanto Liana? – acabou por lhe perguntar, sentando-se ao seu lado à sombra daquela árvore.

- Em tudo o que me tem acontecido nestes últimos tempos. – respondeu ela olhando para o céu limpo daquela quente tarde de Verão.

- Essa caixinha que tens na mão… O que é? – pergunta Ana curiosamente, fitando a pequena caixa dourada que repousava nas mãos de Liana.

- É uma caixa de música que encontrei na casa que era dos meus pais, quando fui lá com o Sérgio. – responde Liana com um pequeno sorriso. Recordações daquele dia começavam a invadir a sua mente. – Ao que parece os meus pais tinham mandado fazer esta caixa para mim…

- Estou a ver que é muito importante para ti. – Ana suspirou, como gostava de ter algo que também a pudessem fazer recordar-se da sua verdadeira família. Abanando a cabeça, tentou afastar esses pensamentos. Olhou demoradamente para Liana, pensando se deveria ou não fazer a
pergunta que a tinha levado ali.


- O que se passa? – pergunta Liana ao sentir-se observada.

- Liana… - Ana respirou fundo – Eu tenho reparado que nos treinos, tu lutas de uma maneira… Eu não sei explicar. É como se estivesses no campo de batalha e aquela fosse a batalha decisiva, como se houvesse algo que te movesse e te fizesse ser daquela forma…

- Percebo onde queres chegar. Queres saber por que razão luto, não é isso? – pergunta Liana. Um sorriso formou-se no seu rosto ao ver Ana acenar afirmativamente com a cabeça. – Eu luto não por essa ser a minha missão mas sim por estar em causa este mundo, o meu mundo. Luto pela memória dos meus pais, pelas criaturas que vivem neste mundo e que
apenas querem paz e luto por mim própria também.


- Por ti própria? – pergunta Ana espantada.

Liana acenou afirmativamente.

***

- A Liana luta não por essa ser a sua missão, mas por estar em causa a paz neste mundo, no nosso mundo. – Diz Ana olhando um ponto incerto no horizonte. Mariana olhou para ela surpreendida. – Ela também luta por si própria. Por si própria… Até hoje, ainda não consegui compreender o significado das suas palavras.

- Agora espero que tenham compreendido aquilo que vos disse. – diz Odete virando as costas e afastando-se do local onde estavam.

- A Liana estaria disposta a dar a sua vida se isso significasse a paz neste mundo. Vocês estariam dispostas a fazer o mesmo? – pergunta calmamente Clara.

As duas fadas olharam para o chão. A resposta era evidente, uma resposta negativa que naquele momento elas não tinham coragem de declarar por palavras mas que a sua expressão denunciava.

- Bem me parecia que seria essa a resposta. – diz Clara, abandonando de seguida o local.

Uma pequena lágrima correu pelo rosto de Mariana, o que foi algo que espantou Ana, nunca a vira chorar. Outra lágrima se seguiu, deixando um pequeno rasto invisível por onde passava. Era um choro silêncio mas sentido, causado pelo facto de finalmente ter compreendido algo tão simples, mas que Mariana teimava em não ver.

- Agora compreendo o quão não estamos à altura da missão que nos deram. – diz Mariana em voz baixa, com a cabeça ligeiramente descaída. – A Odete tem razão, devemos à Liana o facto de estarmos vivas. Agora, finalmente, compreendo o que nos falta, para sermos tão poderosas quanto ela.

Ana sorriu. Aproximou-se da amiga e colocou-lhe, delicadamente, a mão sobre o ombro.

- Então, agora que sabemos, não temos desculpas para falhar.

***

Continuava com os olhos presos naquele firmamento. O seu olhar continuava triste e cansado, tristeza e cansaço esses originados por três dias presos aquela cama. Se ao menos a sua perna curasse a deixa-se andar, nem que fosse devagarinho…

- Falta pouco. – diz um voz atrás de si.

Virou a cabeça para o local de onde vinha a voz e os seus olhos encontraram-se com uns azuis profundos, uns olhos escuros como a noite, os olhos de Sérgio.

- Eu sei. – respondeu Liana com um pequeno sorriso. – Mas não o consigo evitar. Sinto a falta da Natureza…

Sérgio aproximou-se da cama e, apoiando-se com as mãos em cima desta, deu um suave beijo na testa de Liana.

- Eu compreendo mas tens de descansar. Precisamos de ti cheia de energia.

Liana, mais uma vez, sorriu. Era incrível como ele conseguia pôr-lhe um sorriso mesmo nos momentos mais complicados. As suas doces palavras, os pequenos mas carinhosos gestos, o seu angelical sorriso… Ele fazia-a sentir-se a pessoa mais amada daquele e de todos os outros mundos.

Os seus olhos fecharam-se quando Sérgio lhe acariciou carinhosamente a face. O calor libertado pela sua mão começava a embalá-la, mas antes que o sono se pudesse apoderar dela, alguém bateu à porta quebrando um pouco da magia que se começava a respirar naquele quarto.

- Posso? – perguntou Ana abrindo um pouco a porta.

- Claro, entra! – exclamou Liana com um pequeno sorriso. Mas o seu sorriso rapidamente se esmoreceu, dando lugar a uma expressão de profunda preocupação.

Ana tinha um aspecto cansado e abatido. O seu cabelo loiro, habitualmente preso numa trança, estava solto, mostrando o seu real comprimento, quase até à cintura da jovem fada.

- Liana… - começou Ana. – Lembras-te da conversa que tivemos à uma semana atrás, no jardim do palácio?

Liana permaneceu durante algum tempo em silêncio, pensativa, como que a tentar lembrar-se do momento referido por Ana.

- Lembro-me. – respondeu finalmente. – Mas porque me perguntas isso?

- Tu disseste que lutavas não só pela paz neste mundo mas também por ti própria… O que é que querias dizer com isso?

- Luto pelo passado que perdi, pelo futuro que quero ter, por tudo aquilo que não pude viver por causa do Ricardo. Quer vingar a morte dos meus pais, mostrar que ela não foi em vão…

Ana olhou para ela espantada. Nunca pensou poder lutar por ter perdido a oportunidade de conhecer os seus pais, de viver uma vida normal como fada.

***

Duas semanas se passaram. O tempo pareceu voar durante aquele espaço de tempo, assim pareceu para todos, menos para Liana. Os seus dias eram longos e penosos. Presa naquela cama, a única coisa que podia fazer era contemplar o firmamento visível da janela do seu quarto e apreciar a companhia de Sérgio.

Mas naquele dia, tudo seria diferente. Um largo sorriso estava nos seus lábios, os seus olhos pareciam ir perdendo aquela réstia de tristeza, à medida que o tempo passava. Com a mão direita sobre o vidro da janela do seu quarto, observava o dia que nascera apenas umas horas antes. Os seus braços, descobertos e exposto à atmosfera, não mostravam qualquer cicatriz, graças aos esforços das curandeiras do palácio. O mesmo se passava com a sua perna esquerda.

Alguém bateu à porta…

- Entre! – disse Liana e a porta abriu-se.

- Vejo que já estás de pé. – diz Sérgio ao entrar.

Liana virou-se na sua direcção. Aquele enorme sorriso continuava presente na sua face. Os seus olhos brilhavam de alegria. Já se tinha habituado ao facto de Sérgio ser a primeira pessoa que via todas as manhãs. Não, isso não a incomodava, muito pelo contrário. Era bom ver como Sérgio se preocupava com ela e tentava que o seu sorriso permanecesse na sua face, sem nunca esmorecer.

- Parece que sim.

Deu alguns passos na direcção de Sérgio. Eram passos firmes, passos tão seguros como os que dava antes de sofrer todos aqueles ferimentos.

- Acho que vou sentir falta de te levar ao colo a todos os sítios onde precisasses de ir. – comentou ironicamente Sérgio, sorrindo.

Liana riu-se, parando de seguida na frente de Sérgio. Diminuindo ainda mais a distância entre os seus corpos, Sérgio aproximou-se mais dela e acolheu-a nos seus braços, num abraço carinhoso e meigo.

- Fico contente por ver que recuperaste depressa. – disse ele, dando-lhe um suave beijo na testa.

Liana nada disse, apenas aproveitou aquele pequeno momento. O calor dos braços dele era confortável.

- É melhor irmos para baixo. – disse Liana, afastando-se um pouco dele, relutantemente.

Saíram daquele quarto e percorreram silenciosamente o corredor. Liana sorriu ao sentir Sérgio entrelaçar os dedos da mão dela nos seus. Apertou ligeiramente a mão dele, um aperto meigo e carinho, dado com pouca força.

- O que é que essas mãozinhas entrelaçadas significam?

Liana deu um pequeno salto, assustando-se ao ouvir inesperadamente uma voz atrás de si. Lentamente virou a cabeça para trás. Uma elfo de cabelos negros e olhos esmeralda olhava para ela e Sérgio com uma certa curiosidade.

- Gisele… Bom dia! – disse com um pequeno sorriso, tentando desviar o assunto. Tentou separar a sua mão da de Sérgio mas ele apertou-a com mais força impedindo-a de o fazer. Olhou discretamente para ele e viu um pequeno sorriso nos seus lábios. Não conseguiu evitar ficar um pouco corada.

Gisele franziu a sua sobrancelha. O seu olhar alternou-se entre o sorriso de Sérgio, aquelas duas mãos unidas e o rosto ligeiramente corado de Liana. Um sorriso acabou por se formar na sua face.

- Não precisam de me dizer nada, aqui a Gisele já percebeu tudo.

- Então não percebo essa cara. Não era isto que a senhorita queria? – pergunta Sérgio com um sorriso sarcástico, relembrando-se da conversa que tivera com ela poucas semanas antes.

- Tem toda a razão. – diz ela com um sorriso não menos sarcástico. – Já devia ter percebido á mais tempo já que passavas o dia enfiado no quarto dela.

Gisele piscou-lhes o olho enquanto se afastava do casal.

Sérgio deixou um largo sorriso apoderar-se do seu rosto ao perceber o ligeiro rubor que Liana apresentava na sua face. Deu-lhe um doce beijo no rosto. Liana sorriu e eles continuaram o seu caminho pelo corredor.
#436
Oh meu deus!!


Que lindo!!!!!!



Eu decididamente quero um Sergio para mim... Very Happy




Eles ficam tão queridinhos juntos!!!





Continua, cada capitulo é sempre melhor que o outro, esta uma fic maravilhosa!!!!!





Espero pelo próximo capitulo, super ansiosa, e espero que ele não demore muito Smile










P. Serenidade
#437
*mim guarda o maxadu*




definitivamente eu nao posso ler estas fics!



nao posso mesmo!



fax-m mal!



gosto demasiado delas!!



Oh seira, até ja fiz uma lista ao pai natal



quero:


-Um sergio;


-um Darien;


-Um gonçalo Chiba;


-E um cross!



lolll!!!!



fiku é espera de mais!


adoro mesmo!


bjx
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#438
Então em relação a lista do pai natal ja somos duas, apesar que eu aho que consigo ainda ter mais um ou dois.... tongue





como ja disse fico a espera do próximo capitulo... Smile












P. Serenidade
#439
seira_lunar escreveu:
Continua, cada capitulo é sempre melhor que o outro, esta uma fic maravilhosa!!!!!

concordo!
quanto mais leio mais vontade tenho de ler
fico à espera do próximo capitulo
#440
bem,



tava eu em casa a olhar po balao até que ganhei inspiraçao



(ate rimou! lol!)



e do nada surgiu-me uma Liana:

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depois resolvi colorir:

Os três talismãs - Página 9 12411663_11e851b51218049323_m


Espero que gostes, foi so mesmo na desportiva! lol

se ganhar inspiraçao faço tambem a Ana e a Mariana!


Qualquer coisa mudo, é so dizer! Embaracoso

Bjx!
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#441
Viva o final da greve!! :dança: (hehe, a Likinhas percebe, não é? Razz)

Como sempre, Likinhas, trazes-nos um excelente capítulo! E eu gostei particularmente deste porque, desta vez, focaste a história não só em duas personagens de que tanto gostamos (o Sérgio e a Liana), como também em duas que são muito importantes para a história e que pode haver a tendência de ficarem um pouco de parte devido à Liana e Sérgio, que são a Ana e a Mariana!

O mais engraçado e que reparei agora mesmo foi que os nomes das fadas acabam todas em "ana" Razz Okay, isto pode não ter nada a ver, mas reparei agora ao ler x) Ana, Mariana e Liana! Razz

Bem, mas continuando... Adorei a primeira parte, quando a Ana e a Mariana estão a fracassar nos treinos. Elas parecem inferiores à Liana, mas só agora compreenderam o porquê, e foi a Ana quem se apercebeu de tal. Gostei muito da personalidade da Mariana, parece intempestiva como o fogo. E gostei realmente como foi a Ana que se apercebeu da verdadeira razão para a Liana lutar, relembrando aquele momento. A Liana diz sempre coisas tão acertadas... Gostei imenso! Embaracoso E não posso deixar de referir a parte final, mesmo muito bem feita Smile

Claro que, depois, tinha de vir o momento bonito entre a Liana e o Sérgio! Aquele rapaz, se não existisse, tinha de ser inventado (será que é primo do Edward? *ri-se*). Então aquela parte em que ele diz que vai ter saudades de carregar a Liana...! E também gostei muito que a Liana tivesse dito que também lutava por ela.

Por momentos, quando a Gisele apareceu, pensei que fosse a Telma... Suspirei de alívio quando me apercebi que não era! Mas não deve demorar a aparecer... Até fico com os cabelos em pé só de pensar nisso >.<

*envia cinco carruagens carregadas de ovos Kinder para a Likinhas* Priminha, quero um próximo capítulo e depressa! Olhe que o suborno é avultado! Razz


Já agora, lulumoon, gostei do desenho! O verde combina mesmo com a Liana Embaracoso Parabéns!
#442
obrigada kaoru!! Razz



yupiii



alguem gostou!!!!


weee


hehe



loll



bjinhux!!
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#443
Hmmm mais um capítulo Likinhas!! Very Happy

Ao falares dos treinos da Ana e da Mariana, é realmente visível que elas são muito mais fracas que a Liana... faz sentido que seja a força interior que faça a diferença... Gostei bastante quando a Liana disse que lutava pelo passado que perdeu, pelo futuro que quer ter e por tudo o que Ricardo lhe tirou... Acho que as outras duas fadas já pereceberam melhor o porquê de Liana ser tão forte e como devem lutar pra se tornarem como ela... Smile

Penso que este capítulo foi uma espécie de reflexão sobre o porquê das três fadas lutarem, o porquê de estarem ali... Pelo menos foi assim que eu interpretei :Embaracoso':

Quanto ao Sérgio, no comments... Razz É como a Kaoru diz "se ele não existisse, tinha de ser inventado"... Razz

Ainda estou à espera que a Telma "ataque"...Matreiro Mas acho que ela vai surgir quando eu menos esperar Embaracoso


Quanto ao desenho, gostei muito lulumoon!! Embaracoso O verde é realmente a côr da Liana, o desenho está muito adequado à personagem... Parabéns!!

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