Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

Os três talismãs

#444
Opá.... Surprised.o: o Sérgio é tão romântico.... Surprised.o: que uma pessoa fica cheia de ternura no coração....

E finalmente a Ana e a Mariana perceberam que têm de lutar mais.. e ser mais forte.. lutar por outras causas.... principalmente a Ana que já conversou mais com a Liana...

Likinhas..... knock knock.. kero mais!!!
#445
Obrigada Seira_lunar, lulumoon e MoonSerinidade pelos vossos comentários. Fico contente por terem gostado Embaracoso

Kaoru é verdade a greve terminou Matreiro [depois de ficar deprimida devido à reunião de escritoras que tivemos no msn, não já tinha moral para continuar com a greve --' Matreiro]
Fico contente que tenhas gostado do capitulo. Os teus comentários deixam-me sempre com um enorme sorriso... Reparas em todos os promenores o que é algo que aprecio bastante Embaracoso É como se conseguisses fazer um perfeito resumo de todo o capitulo com um simples cometário Very Happy
Mais uma vez obrigada Embaracoso

Paula arigato gozaimasu Very Happy
É verdade, a Ana e a Mariana são visivelmente mais fracas que a Liana, não em força fisica mas sim em força de espirito e em acreditar em si mesmas. Mas talvez isso se vá alterando um pouco com o decorrer da história ^-^
A Telma... ainda vamos ter uma surpresa com ela na 2ª parte do capitulo Razz

Arigato titia Neptuno Very Happy Fico feliz por teres gostado Very Happy

Talvez na terça poste qualquer coisinha Embaracoso

Já agora... Lulu *-* O teu desenho está lindo *-* Eu sei de que parte da história é Razz Matreiro Desenhas realmente muito bem. Obrigada por teres desenhado a Liana Very Happy (a Kaoruzinha já tinha dezenhado em forma de fada, agora só faltava na sua forma normal Matreiro)
#446
Capitulo 14 (Parte II)
A dor de uma desilusão



Sérgio abriu devagar a porta branca, assim que chegaram à entrada da sala das refeições. Todos olharam para eles espantados. Não esperavam ver Liana ali, de pé, com um grande sorriso nos lábios, como se nada tivesse acontecido.

- Liana! – exclamaram Ana e Mariana ao mesmo tempo, levantando se dos seus lugares e abraçando com força Liana assim que se aproximaram dela.

Liana quase se desequilibrou. Riu-se com gosto daquela situação. Era tão boa aquela sensação de se sentir extremamente acarinhada por todos. Abraçou-as também, abraçou aquelas duas fadas que não eram apenas suas companheiras, também já as podia chamar de amigas.

- Já tínhamos saudades tuas Liana. – disse Nelson com um sorriso.

- Eu também já tinha saudades vossas. – exclamou Liana, afastando-se um pouco das duas pequenas fadas.

Sentou-se no seu lugar. Como já tinha saudades de se sentar naquela mesa e partilhar das conversas trocadas durante as refeições. De novo um ambiente de extrema alegria se respirava no ar. Olhou para a cabeceira da mesa. Selene ainda não tinha descido para o pequeno almoço. Não era normal aquela atitude da parte dela. Teria se passado alguma coisa?

- Desde a batalha com Ricardo que ela não tem descido para tomar as refeições connosco. Desde aquele dia, tem estado todo o tempo fechada no seu quarto. – disse Sérgio, como que a adivinhar os seus pensamentos.

- Ela sente-se culpada. – todas as atenções caíram em si. Liana prosseguiu… - Ela sente-se culpada pelo facto do irmão se ter tornado naquilo que é. Aquela batalha e o facto de eu, a Ana e a Mariana quase termos morrido contribuiu para ela se afundar ainda mais na sua culpa sem fundamento. Consigo compreender o que ela sente…

Todos os olhares continuaram postos em si, olhando-a com um misto de curiosidade e espanto. Liana não sabia explicar, mas era como se conseguisse compreender perfeitamente aquela bela rainha, que apesar de aparentar alegre tinha um olhar tão triste e sofredor. Talvez fosse pelo facto de Liana ser também assim, pelo facto de ela própria também tentar esconder os seus sentimentos, embora o seu olhar não o deixa-se fazer na perfeição. Agora percebia por que é que diziam que os olhos são o espelho da alma. Os olhos não deixam ninguém mentir sobre o que quer que seja…

Sentiu uma mão pousar no seu ombro. Olhou para o lado… Sérgio olhava para si carinhosamente.

- Talvez, depois do treino, pudesses ir falar com a rainha. – disse Sérgio – Notasse que se compreendem perfeitamente uma à outra.

- Sim, depois do treino eu passo por lá. – disse Liana com um pequeno sorriso. – Tu também me compreendes na perfeição. Obrigada por tudo, Sérgio.

A refeição foi rápida. As três fadas caminhavam silenciosamente pelos jardins do palácio, dirigindo-se ao seu local de treino.

- Tens a certeza de que já podes treinar? – pergunta Mariana de forma preocupada.

Liana sorriu.

- Tenho, também já sinto a falta desta rotina.

Chegaram ao local pretendido. Uma leve brisa corria, beijando as folhas das copas das árvores e as pequenas flores que floresciam nos canteiros. O delicioso aromas das flores espalhava-se pelo ar, convidando qualquer um a respirar bem fundo só para o saborear melhor.

Três intensos brilhos modificaram a paisagem. Quando tudo voltou ao normal, três pares de asas de borboleta contribuíam para tornar aquele cenário ainda mais belo, brilhantes e de cores harmoniosas. Três vestidos de diferentes cores e feitios ondulavam ao sabor da brisa. Três fadas esperavam pacientemente pelo teste que lhes iria ser realizado naquele dia.

Não demorou muita para que as sacerdotisas aparecessem. Os seus rostos tinham uma expressão séria.

- Liana. – chamou Odete num tom sério e autoritário, o que espantou as fadas.

- Sim. – respondeu ela um pouco a medo.

- Vem comigo.

Fez-lhe sinal para que Liana a seguisse e encaminhou-se para uma parte do jardim desconhecida para a jovem fada. Atravessaram um pequeno portão. As árvores estavam muito próximas umas das outras. As volumosas copas tapavam a luz do sol, criando uma impenetrável e aterradora sombra sobre os estreitos carreiros que abriam caminho pelo assombroso jardim. As flores não habitavam naquele local, a melodia dos pássaros não era ouvida, as borboletas não coloriam o ar.

- O que fazemos aqui? Porque é que a Ana e a Mariana não vieram connosco? – perguntou Liana, olhando em redor, enquanto caminhavam por um estreito carreiro.

- Elas estam a ter um treino especial, devido a alguns aspectos em que são claramente inferiores a ti. – respondeu a sacerdotisa de forma calma, caminhando em frente a Liana. Nem por um segundo encarou a fada. – Esta parte do jardim está abandonada à bastante tempo porque dizem que várias energias malignas se infiltraram nestas árvores. Tu, como Fada da Terra, és a única que o pode comprovar e, caso seja verdade, destruir essas energias.

- Eu? – perguntou ela admirada.

Sentiu o medo começar a invadi-la. Não se sentia preparada para aquele desafio.

Odete fez parecer um pequeno punhal diante de si. Segurou-o com firmeza. Aproximou-se de uma das árvores e cravou o punhal no seu tronco escuro e um pouco apodrecido.

Liana ouviu um insuportável grito ressoar na sua mente. Também ela gritou. Aquele barulho, aquela dor eram insuportáveis. Deixou-se cair de joelhos no solo duro e seco, com as mãos nos ouvidos. Continuava a ouvir gritos que também a obrigavam a fazê-lo, a gritar com todas as suas forças. Duas pequenas lágrimas deslizaram pela sua face.

Do nada, surgiu Sérgio, correndo ao encontro de Liana. Tinha percebido que algo não estava bem ao ouvir os sonoros gritos que a fada soltava. Ajoelhou-se em frente a ela e colocou as mãos sobre os seus ombros.

- Liana… O que é que se passa? – perguntou preocupado.

Ela não respondeu, limitou-se a deixar cair a sua cabeça sobre o peito do elfo, enquanto tentava a todo o custo abafar os gritos que continuavam a ecoar na sua mente.

- O que é que lhe aconteceu? – perguntou a Odete, enquanto rodeava o corpo de Liana com os seus braços.

Odete suspirou. Retirou o punhal da árvore e ele desapareceu.

- É por isto que apenas tu podes fazê-lo. – disse ela aproximando-se do casal – A tua ligação com a Natureza é muito forte. Os gritos que ouviste eram os gritos da árvore a que eu cravei o punhal. Os gritos de dor da árvore…

Nos braços de Sérgio, aos poucos Liana ia acalmando. Respirava com dificuldade. Com os olhos fechados, aproximou-se mais de Sérgio, como que a pedir que ele aperta-se mais aquele abraço. E ele assim fez… Abraçou-a com mais força.

- Obrigada. – sussurrou ela com um pequeno sorriso.

Afastou-se um pouco dele e, lentamente, ergueu-se. Respirou calma e profundamente, tentando acalmar a sua alma que ainda parecia sobressaltada.

- Muito bem… Eu fá-lo-ei!

***

Estavam preocupadas com Liana, mas tinham de continuar. Começavam do zero, começavam com o treino com que tinham iniciado a sua formação em magia. Não era nada de novo para elas, por isso passavam nos testes com facilidade. Mas uma pequena diferença era notável. Agora tinham um objectivo, uma razão para lutar e isso tornava-as mais fortes, mais seguras de si mesmas.

Clara atacou. Uma bola de energia prateada voou na direcção de Ana. Esta, defendeu-se com facilidade, convocando uma eficaz e poderosa barreira. Clara sorriu. No rosto das fadas não se via cansaço, com era habitual, mas sim seriedade e determinação.

- Estou muito contente com o vosso desempenho. – diz Clara com um grande sorriso, enquanto faziam uma pausa do treino.

- Obrigada. – responderam as duas fadas em uníssimo.

- Se agora estamos mais fortes e sabemos a razão pelo qual lutar, devemo-lo à Liana. – disse Ana contemplando o limpo firmamento daquela manhã.

- Pergunto-me o que se terá passado. O Sérgio foi ter com ela após ouvirmos os gritos, mas não voltou para dar notícias. – Mariana olhava para o local por onde Sérgio e, alguns minutos antes, Liana tinham desaparecido.

- Não se preocupem. Nada de mal aconteceu. – disse Clara.

As duas fadas perceberam que a sacerdotisa sabia mais do que aquilo que queria dar a entender. Apesar de todas as suas dúvidas, não questionaram Clara pois já sabiam que não obteriam respostas.

***

Sérgio olhava-a com preocupação. Ainda não estava de acordo com a tarefa que Odete tinha dado a Liana. Estava ciente dos risco que a jovem fada corria, assim como Liana também o estava mas, mesmo assim, aceitara fazer aquilo.

Ela estava exactamente no meio daquele vedado e abandonado jardim. Uma intensa aura verde rodeava-a, flutuava a alguns centímetros do chão. Os seus olhos fechados, a pequena gota de suor que correu pelo seu rosto… Denunciavam a concentração que ela tentava encontrar naquele momento. O seu talismã emitiu uma luz intensa, tão verde quanto a aura que a rodeava. Pequenas sombras começaram a sair das imponentes árvores, juntando-se acima da cabeça da fada.

Uma bola de energia esmeralda se formou entre as suas mãos, esfera de energia essa que atirou com todas as suas forças para as sombras que agora formavam uma massa negra. Um sorriso se formou nos seus lábios ao ver as sombras desaparecerem. Os seus pés voltaram a tocar no solo. Acabou por cair de joelhos na terra, aquele feitiço tinha esgotado todas as suas forças. Respirava com dificuldade, sentia-se prestes a perder os sentidos, a mergulhar na escuridão.

Sérgio aproximou-se dela rapidamente. Ajudou-a a levantar-se e segurou-a com firmeza, para que não caísse.

- Anda, vamos sair daqui. – disse ele, ajudando-a naquela lenta caminhada até ao exterior daquele jardim assombroso.

Odete ficou para trás. Olhou em volta, satisfeita por ver aquele jardim libertado da energia que oprimia a sua antiga beleza.

Liana e Sérgio saíram do jardim mais rápido do que previam, a julgar pelo passo lento que levavam devido à fraqueza de Liana naquele momento. Voltaram para perto das outras duas fadas e Nelson e Gustavo. Depressa Liana foi rodeada pelos amigos, que não escondiam a preocupação que sentiam por ela.

- Liana, o que é que se passou? – pergunta Mariana preocupada, ao ver o estado em que a fada se encontrava.

- Foi um feitiço que…

A sua frase foi interrompida por uma sinistra gargalhada que se fez ouvir por todo o jardim. Uma gargalhada gélida, carregada de sarcasmo e maldade.

- Liana, minha querida Liana… Lástima estares nesse estado. Assim vai ser fácil de mais mandar-te para o mundo dos mortos. E eu a pensar que me ias dar um pouco de luta…

Sérgio sentiu um arrepio ao reconhecer aquela voz. Uma voz outrora meiga e agora desprovida de qualquer com sentimento, desprovida de qualquer vida.

- Telma… - sussurrou ele.

- Oh! Tão querido. Reconheceste-me…

Como que formada pelas partículas constituintes do ar, Telma apareceu diante de todos. O seu sorriso era sarcástico, o seu olhar negro estava carregado de ódio e raiva. Usava um provocante vestido negro, justo ao seu corpo.

- Esta não é a rapariga que eu vi com o Sérgio aqui à algum tempo atrás? – pergunta Mariana incrédula, a ver aquela elfo à sua frente.

- O que é que queres daqui? – perguntou Sérgio, chegando Liana para mais perto de si e envolvendo-a nos seus braços. Não era um abraço carinhoso, como todos aqueles que ele lhe costumava dar, era um abraço protector, com se a estivesse a esconder de algo.

- Não ouviste o que disse à pouco? – perguntou ela num tom irónico. – Vim para tirar a essa fadinha o peso desta missão. Morta já não pode fazer nada não é? Ah, não pensem que eu me esqueci das outras duas… Elas sofrerão o mesmo destino. Ricardo ficará satisfeito.

- Ricardo? – pergunta Ana incrédula. – Tu és aliada do Ricardo?

- Peço desculpa mas a conversa não é com vocês, ainda… - uma risada sarcástica soltou-se dos seus lábios.

Uma bola de energia negra se formou nas suas mãos, o que espantou os presentes visto que ela nunca tivera poderes. Atirou-a em direcção às duas fadas. Um sorriso de satisfação já dançava nos seus lábios, tal era o desconhecimento do facto da grande mudança das fadas após a luta com Ricardo.

Ana fechou os olhos. A sua mão direita ergueu-se e uma barreira azul formou-se na sua frente, parando o ataque de Telma. Esta ficou admirada, não esperara um reacção tão rápida por parte da Fada da Água.

- Mas, como… - balbuciou ela, recuando um pouco.

- Muita coisa mudou desde a luta com Ricardo. – disse Mariana. – A Liana pode estar débil neste momento, mas nós estamos mais fortes e prontas a protegê-la.

- Tolices! – gritou ela, atacando de novo e sendo mais uma vez travada por uma barreira levantada por Ana.

- Desiludiste-me muito Telma. – disse Sérgio, deixando transparecer na sua voz toda a tristeza que invadia a sua alma. A desilusão que sentia naquele momento… Nunca esperara que Telma mudasse tanto.

- Não digas isso! – gritou ela, aparentemente desesperada – Tu amas-me, não queres é admitir, porque tens pena dela e…

- Eu amo a Liana! – gritou também ele interrompendo-a – Não te admito que digas tal coisa.

- Sérgio acalma-te por favor. Não te exaltes por causa de meras palavras. – disse Liana com voz fraca. Ainda tentava recuperar as forças perdidas durante a realização do feitiço.

Sérgio desviou a sua atenção de Telma para voltar o seu olhar para Liana. Não conseguiu ver o sorriso escárnio que Telma exibia naquele momento. Um pequeno punhal se formou na sua mão direita. Atirou-o contra uma árvore, perfurando com alguma violência o seu tronco.

Um grito soltou-se dos lábios de Liana, seguido de sarcásticas gargalhadas dadas por Telma. Ouvia nitidamente os gritos de dor da árvore ecoarem na sua cabeça. O medo apoderou-se dela. Se Telma sabia o seu ponto fraco… Ricardo também o sabia, era isso que a assustava.

Sérgio olhou enraivecido para Telma. Não aguentava ver Liana sofrer daquela maneira. Discretamente fez sinal a Gustavo para que tentasse retira o punhal da árvore, ao que o elfo assentiu.

Gustavo tentou passar por trás de Telma sem que esta se apercebesse da sua presença, mas foi traído por um galho que estava no chão e que acidentalmente calcou. Acabou por ser atacado por Telma e cair por terra.

- Gustavo. – berrou Sérgio ao ver o amigo cair violentamente no chão.

Telma aproveitou a pequena distracção de Sérgio. Mais um punhal surgiu na sua mão, punhal esse que atirou na direcção da débil Liana.

Sérgio apercebeu-se um pouco tarde. Não tinham tempo de se desviar… Virou-se subitamente acabando por ser atingido nas costas pelo punhal.

Os olhos de Telma arregalaram-se. Tapou a boca com a mão, abafando um berro. Consciencializada de que tinha falhado na sua missão, desapareceu tão rapidamente como tinha aparecido.

Liana só se apercebeu do sucedido algum tempo depois, tal era a luta solitária que travava na tentativa de abafar os gritos que ecoavam na sua mente. Os seus olhos encheram-se de lágrimas.

- Sérgio! – gritou com todas as suas forças, ignorando o seu próprio sofrimento e amparando a queda de Sérgio.
#447
Não!!!!!! Eu disse mesmo a altos berros!!!! O Sérgio... como pudeste fazê-lo!!!!!!!!!!

vê-se bem que agora as fadas estão maias fortes.... tudo graças a Liana.. e ela agora está a sofrer por causa do que fizram á arvore e ao SÉRGIO!!!!!

Likianhas... sobrinha... põe-te a escrever!!! Agora é k n te vou largar!!!

EDIT: porque é que os rapazes das fics são sempre tão cavalheiros e se metem sempr na frente do objecto cortante e pontiagudo que está direccionado ás suas amadas?????

EDIT 2: Devem pensar que lá porque o objectivo do objecto cortante e pontiagudo é matar as suas amadas, não os irá ferir mortalment!!! Devem pensar que o objecto se vai transformar num brinquedo de plástico!!!
#448
aiii


sergio!!!


OMG


nao se fax!


e akela estupida da telma!


fdp!!!


aii
bolas


eu matu-a!!!



adorei!


keru mais!


hihi


bjinhux!!
as minhas fic's:
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
#449
Shocked *paula respira fundo e tenta recuperar* No pale

Eu esgano a Telma!!! :zangado: :='(: O sonho da Likinhas tornou-se realidade... o que ela tanto temia... O Sérgio faz mesmo tudo pela Liana... ai quando li esta parte do cápítulo senti um aperto, até parece que consegui ouvir esse grito de sofrimento da Liana... :='(: Já me envolvi tanto na história e as personagens já me são tão queridas que sinto tudo mais intensamente...

*paula respira fundo de novo e continua*

Bem, quanto ao resto, é bem visível que as outras duas fadas já são mais fortes, fico feliz por isso...

*paula tenta mas não consegue esquecer o que aconteceu ao Sérgio*

Este foi um capítulo bastante intenso Likinhas... Surprised.o: nem sei mais o que dizer... Fico à espera de mais... Esperancoso

*paula sai e pensa numa forma de exterminar a Telma*
#450
Que capítulo emocionante! Muita coisa aconteceu, tantas reviravoltas! Agora posso compreender um pouco melhor o título do capítulo Smile

O início foi bastante leve, com o progressivo regresso da Liana ao seu ambiente natural. É bom ver como ela está cada vez mais ligada às outras fadas, mas a parte que mais gostei desta cena foi como descreveste a forma como a Liana se sentia em relação à Rainha Selene e aos seus problemas, como ela explicou aos restantes o porquê da sua frustração. Deve ser bastante difícil para Selene o facto do seu irmão a querer destruir, alguém que ama e com quem se preocupa, no seu íntimo. Por isso, gostei bastante de como a Liana sentiu também isso.

Os treinos foram emocionantes, no que diz respeito a dois pontos. Primeiro, gostei bastante da prestação da Mariana e da Ana, o facto de terem compreendido o porquê de lutarem ajudou bastante para que melhorassem Simpatico2 E, depois, gostei imenso de como a Liana expulsou aqueles espíritos negros da floresta e de como o facto de alguém ferir as árvores a afecta tanto. Tem bastante sentido, já que ela é a Fada da Terra e os elementos da Natureza são seres vivos, no caso das árvores.

Logo vi que aquela Telma ia aparecer brevemente! Arg! Ainda por cima tornou-se bastante mais poderosa desde que se juntou ao Ricardo. Mas o pior é que ela sabe do ponto fraco da Liana... Será porque viu alguma coisa no treino com a Odete? Que idiota...! >.<

O Sérgio foi atacado! Pobre Liana, ainda agora recuperou de lesões físicas e acontece isto... Aquela idiota da Telma não vê o que fez?! E agora, o que vai acontecer? E o Gustavo?

Ai, Likinhas, deixas-nos sempre assim! Não te sentes nem um bocadinho culpada por isso? Razz *dá um ovo Kinder curativo ao Sérgio para que ele recupere depressa, e ao Gustavo também* Pronto, não me esqueci de ti! Razz *dá cinco ovos Kinder à Likinhas* Mas quero o próximo capítulo depressa! Wink
#451
como é k eu ainda ñ comentei!
ai k despistadaaa!!!
akla bruxa da telma vai pagá-las
rrrrrrr
agarrem-m k eu vou-m a ela!
(táva mt bom o cap, likinhas, e mt fort, deu pra imaginar td até agra, mtd parabéns, e vê s m matas a Telma!)

EDIT: tá fix o desenho, mas tenho uma pequena critica: a rapariga tá um bocadinho gorda na cintura. sem ofensa!
#452
KEREMOS CAPÍTULO!! queremos capítulo!! *façam coro* Queremos capítulo!!
#453
neptuno_avista escreveu:KEREMOS CAPÍTULO!! queremos capítulo!! *façam coro* Queremos capítulo!!

apoiada

Keremos capitulo!
#454
MoonSerenidade escreveu:
neptuno_avista escreveu:KEREMOS CAPÍTULO!! queremos capítulo!! *façam coro* Queremos capítulo!!

apoiada

Keremos capitulo!

Concordo Very Happy
#455
Pesso desculpa por não ter vindo responder aos comentários, acontece que tenho estado um pouco ausente do forum Embaracoso'

Obrigda a todos pelos comentários Very Happy A Neptuno sabe a minha resposta ao comentário dela Razz
Talvez no Domingo consiga postar algo Wink
#457
Capitulo 15
Anúncio de um fim




Acabou por cair de joelhos no solo, com Sérgio nos seus braços. As lágrimas caiam livremente pela sua face, cristalinas e puras, deixando um rasto invisível à sua passagem. O sofrimento causado pelos gritos que ecoavam na sua mente não era nada comparado ao sofrimento infligido ao ver Sérgio desfalecer nos seus braços. Aqueles olhos fechados, o rosto contorcido de dor, a respiração ofegante do elfo… Aquela dor crescia cada vez mais no seu coração ao pensar que estava prestes a perdê-lo.

- Sérgio… - sussurrou, com cada vez mais lágrimas a correram pela sua face, olhando para o rosto carregado de sofrimento e dor de Sérgio.

- Liana… - disse ele num fio de voz. – Estás bem?

- Porquê? Porque é que fizes-te isto? – perguntou ela, ignorando a pergunta de Sérgio. – Não pensas-te no quanto eu iria sofrer se algo te acontece-se?

Sérgio puxou desesperadamente por ar. Com alguma dificuldade, ergueu a sua mão e passou-a pelo rosto da fada. Com o polegar, limpou-lhe as lágrimas que caiam em cada vez maior quantidade.

- Prefiro morrer a proteger-te, do que viver sem te ter ao meu lado. – disse ele com um pequeno sorriso.

- Para que quero poder se agora não posso salvar aquele que amo? – pensou com uma grande mágoa a brotar dentro de si.

Os gritos que ecoavam na sua mente extinguiram-se por completo, o que fez com que Liana olha-se para a árvore onde outrora o punhal estivera cravado. Ao lado da árvore estava Gustavo, com aquele objecto cortante nas suas mãos. Atirando-o para o lado, aproximou-se deles. Erguendo um pouco Sérgio, com apenas uma mão, retirou-lhe rapidamente o punhal das costas.

O sangue jorrava abundantemente do profundo golpe. Aos poucos, a pele de Sérgio ia perdendo a cor e o seu corpo estava cada vez mais frio. Apesar de o punhal já não se encontrar nas suas costas, o sofrimento causado pela dor era bem visível na sua expressão facial.

- Nelson, ajuda-me a levá-lo para dentro. Ele precisa de ser tratado urgentemente. – pediu Gustavo ao outro elfo.

Delicadamente, retiraram Sérgio dos braços de Liana e levaram-no para o interior do palácio, deixando para trás uma fada sofredora que rapidamente foi abraçada por Ana.

***

Uma semana… Uma dura e penosa semana se passou.

Com a cabeça sobre a cama e um rasto causado pelas lágrimas a marcar-lhe o rosto, Liana dormia profundamente, tentando por em dia as duas noites que passara acordada. Duas noites em que o estado de Sérgio piorara. Estava num sono profundo, nem sequer sentia a mão quente e gentil que lhe acariciava o rosto e por vezes os cabelos. Não via o sorriso doce e terno repousado naqueles lábios enquanto uns olhos azuis profundos a observavam.

Cerrou os olhos com mais força, tentando chegar à superfície do mar de escuridão e sonhos para poder ver alguma luz e uma dura realidade com que se deparava todos os dias desde à uma semana. Por fim conseguiu fugir das garras do sono e despertar lentamente. Foi então que sentiu as carinhosas carícias no seu rosto. Abriu rapidamente os olhos, deixando a surpresa apoderar-se da sua expressão facial. Levantou a cabeça e observou aquela figura masculina, deitada na cama, que a observava com um pequeno sorriso.

- Queria pôr-te na cama, para não dormires nessa posição incómoda, mas faltaram-me as forças para isso. – disse a figura, ainda com o seu sorriso nos lábios. Um sorriso débil mas tão tranquilizante…

- Sérgio… - sussurrou Liana, ainda surpresa por o ver acordado, já que ele passara dois dias inconsciente.

- Bom dia minha pequena fada. – disse Sérgio com um sorriso ainda maior, que acabou por contagiar a fada.

Embora o tenta-se evitar, uma lágrima correu pelo seu rosto, uma lágrima que o dedo polegar de Sérgio se apressou a limpar. Depois de dois dias de angústia, ele estava ali a sorrir ternamente para ela, de olhos abertos. Aquele elfo que ela amava e que lhe tinha salvado a vida…

- Tive tanto, mas tanto medo que não voltasses a acordar. – disse ela quando mais uma lágrima voltou a correr pela sua face.

Sérgio olhou-a directamente nos olhos, um olhar reconfortante e meigo. Com algum esforço, chegou-se mais para a beira da cama e, pegando a fada pelos braços com gentileza, com as poucas foças que tinha puxou Liana um pouco para cima. Gemendo um pouco de dores, inclinou-se e abraçou a jovem fada. Um abraço caloroso, uma abraço que Liana retribui e do qual já tinha saudades.

- Eu estou aqui, não estou? – perguntou em voz baixa Sérgio, perto do ouvido de Liana. – Não chores… Ainda não é desta que te vês livre de mim, talvez da próxima.

- Não digas isso nem a brincar! – ralhou Liana, afastando-se dele, ainda com lágrimas nos olhos. – Eu sofri tanto, ao ver-te naquele estado… Tive tanto medo, quando te vi, durante dois dias, inconsciente.

Sérgio riu-se.

- Eu sei meu amor… - voltou a abraçá-la, um pequeno sorriso estava nos seus lábios. – Eu sei o quanto sofreste mas… Eu não podia deixar que nada de mal te acontecesse. Não… Não me perdoaria se a Telma te fizesse alguma coisa devido aos seus estúpidos ciúmes. Desculpa o comentário… - afastou-se dela para lhe poder limpar as lágrimas. Custava-lhe tanto vê-la chorar… - Estava apenas a brincar.

- Nunca mais voltes a brincar com isso. Eu nunca me quereria ver livre de ti. Eu… - por mais que tenta-se controlar-se uma lágrima corria sempre pela sua face. Por mais que tentasse, Liana não conseguia conter-se, sentia necessidade de expulsar todas aquelas lágrimas. – Eu amo-te Sérgio!

- Eu também amo-te muito minha pequena fada. – disse Sérgio, passando a mão pela face de Liana. Beijou-a suavemente, já tinha tantas saudades daqueles doces lábios… Mas depressa teve de se afastar. Sufocou um gemido de dor. A profunda cicatriz que tinha nas costas ainda o atormentava.

Liana levantou-se rapidamente do chão. Ajeitou as almofadas da cama e ajudou-o a deitar-se confortavelmente. Interiormente ainda se culpava pelo facto do elfo estar naquele estado…. Sentou-se na beira da cama. Ficou surpresa ao ver Sérgio rir-se.

- Onde é que está a piada? – perguntou admirada.

- Ainda à bem pouco tempo era eu que estava a cuidar de ti e agora, os papeis inverteram-se.

Liana não pôde evitar um sorriso. Mas o sorriso depressa esmoreceu. Que mais partidas teria o destino para lhes pregar? Aqueles dois meses, por um lado tinham sido os melhores da sua vida, mas, por outro lado, os piores. Tinha conhecido seres maravilhosos, tinha ganho as melhores amigas que se poderia ter, tinha encontrado o seu grande amor mas… Fora afastada dos seus, descobrira uma identidade que até aquele momento nunca fora sua, tinha sido arrastada para uma batalha e agora via Sérgio sofrer por a ter protegido e salvado da morte certa.

- Estás bem Liana? – perguntou preocupado Sérgio, ao ver a expressão que a fada tinha no rosto, arrancando-a dos seus pensamentos.

- Sim, está tudo bem. – respondeu ela com um pequeno sorriso – Só estava perdida em pensamentos.

Levantou-se dirigiu-se á janela do quarto. Olhou para o exterior. As nuvens, cinzentas e sombrias, passeavam-se por um céu escuro e sem vida, os raios do sol não iluminava a terra nem convidavam os pássaros a alegrar o dia com a sua melodia. Um vento forte fustigava os pequenos arbustos e convidava para uma agitada dança as frágeis flores que coloriam os jardins do palácio. Várias folhas deixavam-se enganar pelo vento, desprendendo-se das frondosas copas das árvores e indo com vento, para paste incerta e talvez desconhecida de todos.

- “Está próximo… Não tarda a chegar e a trazer as suas noticias. Se elas serão boas ou más, apenas tu e as tuas amigas fadas o podem ditar. Está próximo, aproxima-se a uma velocidade maior que a esperada. Está próximo, o fim está próximo e com ele, a batalha final aproxima-se e muitas coisas estão em risco de se extinguir. Não deixes que a luz seja invadida pelas trevas!

Liana abanou ligeiramente a cabeça. Que voz era aquela que tinha surgido do nada na sua cabeça? Cavernosa mas meiga, sábia e enigmática típica da… Típica da Natureza, de uma árvore antiga e sábia, que tudo sabe, tudo ouve tudo sente. A Natureza não mente e ela apenas podia confiar nas suas palavras. Sim, estava assustada, embora o tentasse esconder mantendo uma posição firme e uma expressão calma. Tinha medo. Não temia por si, mas pelos outros. O último confronto não tardaria a chegar…

- Pareces preocupada… - observou Sérgio, mirando-a um pouco curioso. Ela ocultava-lhe algo…

Não, não o podia preocupar com aquilo, não naquele momento, naquela altura. Virou-se para ele e forçou um pequeno sorriso.

- Não te preocupes desnecessariamente, está tudo bem. – respondeu. Não queria deixá-lo mas tinha de falar com Ana e Mariana, era necessário voltar o quanto antes aos treinos. – Desculpa Sérgio, mas vou ter de sair por um bocadinho. Não te queria deixar sozinho, mas…

- Não te prendas por minha causa. – disse ele interrompendo-a, com um pequeno sorriso. – Se é algo importante não adies as coisas, isso pode ser fatal.

Olhou surpresa para ele mas acabou por sorrir.

- Obrigada! Prometo que mais logo volto.

E, após se despedir dele com um terno beijo nos lábios, saiu do quarto, fechando a porta com cuidado. Atravessou corredor, mergulha em pensamentos. Assim que chegou à porta do quarto de Ana deu duas leves pancadas.

- Ana sou eu, a Liana. – disse antes de poder obter resposta ao bater na porta.

- Entra. – ouviu a voz melodiosa de Ana responder do outro lado.

Colocando a mão sobre a maçaneta dourada e esférica da porta, abriu-a. Ficou surpresa ao ver que Mariana também lá se encontrava, mas, de certa forma, aquilo vinha facilitar-lhe o trabalho.

- Ainda bem que estão aqui as duas. – disse fechando a porta atrás de si.

- Passou-se alguma coisa? – perguntou curiosamente Mariana.

- Pareces preocupada… - observou Ana, ao ver a expressão presente no rosto da Fada da Terra.

- Bem, indo directa ao assunto para não perdermos muito tempo que neste momento é o que menos temos e o que temos é precioso…

- Estás a começar a assustar-me! – retorquiu Mariana certamente devido ao tom usado por Liana.

Liana não pode evitar dar uma leve risada.

- Agora á pouco, uma árvore falou comigo e disse-me que a batalha final está próxima e que tudo depende de nós. É essencial regressarmos aos treinos o mais rápido possível e acho que seria muito bom sermos acompanhadas pela sacerdotisa suprema, Lunnaris. Ela poderá ajudar muito numa evolução rápida e eficaz, que é do que precisamos neste momento.

- Concordo contigo, seria bom falarmos com a rainha para que ela entrasse de alguma forma em contacto com a Lunnaris. – reflecte Ana.

- Agora seria melhor voltares para perto do Sérgio e tentares descansar um pouco também. Amanhã trataremos de tudo como deve ser. – sugeriu Mariana.

- Sim, é melhor! – e com um pequeno sorriso. Liana saiu do quarto.
#459
oh... Surprised.o:


ainda bem que nao mataste o sergio! Ele não merecia, tadinho!

acho tão linda a relaçao dele a da Liana, protegem-se um ao outro, e isso é muito bonito, pois demonstra todo o carinho que existe entre eles!

agora, essa batalha final... Hummm... espero que corra bem!


lol


bjnhux! espero por mais! Embaracoso
as minhas fic's:
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
#460
Likinhas, nem imaginas como estava ansiosa por ler este capítulo... Depois do que se tinha passado no final do último capítulo...

Bem, o sofrimento da Liana foi muito bem descrito, quase que era palpável... Quando, mesmo estando ferido, o Sérgio pergunta a Liana se ela está bem... Surprised.o: É mais uma prova do amor que ele tem por ela, um amor puro, sem ponta de egoísmo... mesmo no estado em que estava preocupava-se com ela. Ainda bem que ele recuperou e já está muito melhor...

Bem, agora quanto à voz que a Liana ouviu... vem da Natureza e é uma espécie de aviso, para que tudo esteja pronto para a batalha final... e vai ser perigosa com certeza. pale

Agora que estou mais descansada quanto ao Sérgio... Razz Mais uma vez gostei bastante do capítulo, fico à espera de mais Wink
#461
AAAAAAAAAH tu escreveste!!! e não me disseste nada!!! vou apunhalar-te sobrinha!!! aghah!!

tá lindo.... coitadinho do Sérgio... coitadinho... mas ainda bem que ele já recuperou... e ainda mal que o capítulo foi tão pequeno!!!!
#462
eu pensei k ia ter de guardar a faca mas afinal....

onde andas likinhas?!

*mim pega no facalhao k roubei no talho e procuro a liki-chan*


ekro capitulo! Please! eu sei k agora com a escolinha não da mt jeito, mas vá lá! *-*

please!

tenho saudedes de ver novos posts! :'(

a faca ta activa! ò.ó
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#463
*engole em seco*

Ahm :Embaracoso':

Primeiro que tudo, peço desculpa por ainda não ter postado nada acontece que tenho andado um pouco ausente da escrita assim como do forum, como já devem ter reparado. Mas prometo que vou tentar postar algo em breve Wink

Mais uma vez peço desculpa :g7:


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