Os três talismãs
Likinhas!!!!!!!! Voltaste!!!!!
Fico mt feliz!!! N imaginas as saudades k ja tinha de ti e da tua fic!!
.o: Então ainda n tens o pc a funcionar? Ai que eu tou mesmo anciosa pelo proximo capitulo!!! Quando postas? *mim ficar à espera anciosamente* 
Fico mt feliz!!! N imaginas as saudades k ja tinha de ti e da tua fic!!
.o: Então ainda n tens o pc a funcionar? Ai que eu tou mesmo anciosa pelo proximo capitulo!!! Quando postas? *mim ficar à espera anciosamente* 
Tenho andado bastante ausente... e vou continuar infelizmente Durante a semana torna-se muito complicado... por isso venho cá sobretudo ao fim-de-semana Vou ter saudades
Mim de volta xDDD
Ora bem, devo dizer que mesmo estando de volta não poderei postar já por três razões:
1ª - Testes e trabalhos são o que não me faltam;
2ª - Fiquei sem office e automáticamente sem word xDDD
3ª - tenho páginas e páginas de capitulos para passar para o pc.
Talvez no fim da próxima semana possa postar, e postarei dois para compensar!!
Ora bem, devo dizer que mesmo estando de volta não poderei postar já por três razões:
1ª - Testes e trabalhos são o que não me faltam;
2ª - Fiquei sem office e automáticamente sem word xDDD
3ª - tenho páginas e páginas de capitulos para passar para o pc.
Talvez no fim da próxima semana possa postar, e postarei dois para compensar!!


Capitulo 9
O templo lunar
Os seus olhos estavam pregados ao chão. Sentia-se mal consigo próprio, sentia-se mal por não ter falado com Liana, por não ter insistido mais. Não queria que ela ficasse com uma ideia errada, não queria que ela ficasse a pensar que ele tinha alguma coisa com Telma.
Caminhava com passos lentos pelo corredor. Aquela tristeza que se tinha abatido sobre ele era com pesos, que o impediam de caminhar mais rápido. Levantou o olhar e os seus olhos cruzaram-se com uns castanhos, profundos. Um olhar triste e sem vida. Ergueu a cabeça e pode olhar para Liana, que se encontrava na entrada do seu quarto. Olharam-se nos olhos durante algum tempo, pouco tempo mas que lhe pareceu demasiado. Foi Liana quem cortou aquela troca de olhares, seguindo o seu caminho sem lhe dirigir uma única palavra.
Sérgio voltou a olhar para o chão. Ao ver aquele olhar não tinha conseguido dizer uma única palavra, não lhe tinha conseguido explicar o que realmente se passara no dia anterior, não lhe conseguira explicar o que ia no seu coração.
Seguiu o mesmo caminho que Liana, dirigindo-se para o salão onde todas as manhãs se reuniam para a primeira refeição do dia. Desceu as escadas lentamente, sempre com o olhar baixo. Passou por Gisele sem sequer a cumprimentar, o que deixou a elfo espantada.
O corredor que dava para o salão estava envolto pela escuridão, algo que não era habitual mas que deixou Sérgio a pensar que naquele dia, aquele espaço estava de acordo com o seu estado de espírito. Abriu a porta do salão lentamente. Liana, que havia sido mais rápida do que ele, já lá se encontrava. Todos os presentes se encontravam a ter uma animada conversa menos ela que permanecia em silêncio.
Sentou-se no seu lugar. Olhou para Liana mas esta virou-lhe a cara, tentando fazer com que os seus olhares não se cruzassem. Sérgio serviu-se, sempre com o olhar baixo. Todos os presentes na sala aperceberam-se que algo não estava bem com ele.
- Está tudo bem Sérgio? – pergunta Nelson arrastando Sérgio dos seus pensamentos.
- Está. – respondeu ele em voz baixa.
- Não é o que parece… - diz Gustavo olhando-o com preocupação.
- Está tudo bem… Porque é que não haveria de estar?
A Rainha olhou para ele, olhou-o bem no fundo dos seus olhos. Conhecia-o desde que ele era um pequeno bebé, com vontade de começar a dizer as primeiras palavras. Sabia que algo não estava bem, via nos seus olhos a magoa que ele sentia no seu interior.
Olhou para Liana e viu que algo se passava também com ela. Sentia a tremenda confusão que ia no seu interior, a dor que ela sentia no seu peito. Algo se tinha passado entra aqueles dois, foi esse o pensamento que cruzou a mente da Rainha.
- Hoje não haverá treino. – disse a Rainha tentando afastar os dois dos seus pensamentos, que tanta dor estavam a causar a cada um deles.
- Porquê Majestade? – pergunta Mariana surpreendida.
- Hoje iremos visitar o Templo Lunar. Tenho a certeza de que vos falaram dele na viagem para cá. – respondeu ela – Tomem o pequeno almoço e depois subam para os vossos quartos. Pedi que vos deixassem as roupas e capas que devem usar, em cima das vossas camas.
Todos obedeceram às ordens da Rainha.
Liana foi a última a abandonar o salão. Caminhava lentamente até ao lance de escadas, sempre com o seu olhar baixo, pregando ao chão brilhante e frio. Continuava a sentir-se como que a mergulhar no vazio, aquele nó permanecia na sua garganta. O seu coração continuava sem lhe dar as respostas que ela procurava. Continuava sem perceber a sua reacção, continuava sem saber o porquê do seu choro.
Respirou fundo.
- Liana!
Liana estremeceu ao reconhecer a voz que a chamava. Tentou ignorá-la e deu um passo em frente. A voz voltou a chama-la, mas desta vez num tom de suplica.
- Liana, por favor. Ouve-me!
Inspirou calmamente e, lentamente, virou-se para trás observando a figura alta e bela que a chamava. As lágrimas ameaçaram sair de novo, mais uma vez sem ela conseguir perceber o porquê, mas conseguiu controlá-las.
- O que é que queres? – perguntou rispidamente, tentando evitar que os seus olhares se cruzassem.
- Eu… Eu só queria que soubesses que… Aquilo que aconteceu ontem, entre mim e a Telma… - começa Sérgio, hesitando bastante, pensando cuidadosamente em cada palavra que deveria prenunciar.
- És livre de fazer o que quiseres. Não tens de me dar satisfações! – diz ela amargamente, virando costas e subindo rapidamente o lance de escadas.
Sérgio ficou a olhá-la até a perder de vista. Não conseguia perceber o porquê de ela o tratar daquela forma, o porquê de se ter tornado tão fria e amarga. “Estará com ciúmes?”. Abanou a cabeça perante tal pensamento. Não fazia sentido, não tinham nada um com o outro. Tal como ela dissera, ele não tinha de lhe dar satisfações. O seu olhar caiu, fixando-se no chão lustroso do hall. Com passos lentos, subiu as escadas e dirigiu-se para o seu quarto.
A luz quente e dourada do sol entrava pela janela, atravessando a fina cortina bege. O quarto estava quente e acolhedor naquele momento. A luz contrastava na perfeição com as cores presentes naquela divisão.
Sérgio aproximou-se da cama. Observou as roupas que nela repousavam. Sabia daquela visita desde o dia anterior. Tinha plena consciência de qual seria a sua função durante a viagem. Deveria proteger a rainha e Liana. A imagem dela surgiu na sua mente, sempre com aquele doce sorriso nos seus lábios. Aquele sorriso que ele, agora, julgava perdido na escuridão para sempre.
Despiu a roupa que trazia e vestiu a camisa branca e as calças pretas que tinham ali sido colocadas de propósito para aquela ocasião. Na cintura, presa ao cinto, colocou a sua espada de punho negro, protegia por uma bainha cinza. Colocou sobre os ombros a sua capa negra e abandonou o quarto.
Liana continuava presente no seu pensamento e, por mais que ele tentasse o evitar, ela parecia querer permanecer ali para toda a eternidade. Os seus doces olhos, sempre com aquela mistura de profundidade e desafio, o seu terno e caloroso sorriso, a sua elegante e bela figura… Invadiam a sua mente a cada segundo, a cada minuto, a cada hora. Era como um vírus sem cura mas do qual ele também não se queria libertar.
Avançava a passadas largas e, quase sem se aperceber, chegou rapidamente ao hall, onde Nelson e Gustavo já se encontravam. Cumprimentou-os e encostou-se a um canto, voltando a enterrar-se nos seus pensamentos. Os seus olhos voltaram a fitar o chão frio do hall, tão frio quanto as palavras que agora Liana lhe dirigia. Aquela frieza que o magoava profundamente, que lhe consumia o brilho da vida, que sempre habitara dentro dele.
Foi quando finalmente os seus olhos se elevaram que se deparou com uns verdes esmeralda, extremamente brilhantes.
- Gi… Gisele? – gaguejou.
A elfo afastou-se um pouco dele e suspirou. Colocou algumas mechas do seu cabelo negro por trás da sua orelha pontiaguda.
- O que é que se passa? – perguntou ela.
- Nada! – respondeu Sérgio, deixando de novo o seu olhar cair em direcção ao chão.
- Esses olhos não enganam ninguém. Conheço-te suficientemente bem para saber que algo se passa. É a Liana, não é? – pergunta ela deixando Sérgio surpreendido e sem resposta para lhe dar. Um sorriso nasceu nos seus lábios. – Já não consegues obrigar os teus olhos a mentir, já não consegues esconder esse sentimento que desabrocha dentro de ti. Ama-la, não é verdade?
- Ela apenas me vê como um amigo, nada mais.
- Como é que podes ter tanta certeza disso? – pergunta ela com um pequeno sorriso.
Ouviram-se passos vindos das escadas. Liana e as outras duas fadas desciam o lance, trocando palavras animadas entre si. Apesar de pequenas gargalhadas por vezes soltadas e dos pequenos sorrisos que iam iluminando o seu rosto, um brilho de tristeza preenchia o seu olhar, tirando o lugar à vivacidade de outrora.
Ambas traziam simples mas belos vestidos, modelos iguais que apenas diferenciavam nas cores. Sobre os ombros traziam capas da mesma cor dos vestidos, delineadas por uma fina linha dourada.
Os olhares de Liana e Sérgio cruzaram-se por breves momentos, poucos segundos mas tempo suficiente para ambos perceberem a profunda tristeza que o outro sentia. Mesmo depois de terem rompido aquele contacto visual, Sérgio continuou a olhá-la fixantemente, relutante em tirar os olhos da figura daquela que ocupara o seu coração.
- Luta! Não te dês por vencido. – sussurrou Gisele ao seu ouvido, abandonado logo de seguida o hall.
Sérgio nada disse, limitou-se a concordar em pensamentos, a agradecer os seus conselhos em silêncio.
A rainha Selene entrou no hall, acompanhada pelas duas sacerdotisas. Sobre os seus ombros, escondendo o seu habitual vestido azul escuro, trazia uma capa negra, contornada por uma linha prateada extremamente brilhante e quase confundível com prata pura. Grande parte do seu enorme cabelo loiro era escondida pela comprida capa. No seu rosto trazia uma expressão séria.
Saíram para o exterior, onde uma carruagem e quatro cavalos os esperavam. A eles se juntaram dois elfos, guardas do palácio, montados nos seus cavalos brancos, que também os acompanhariam naquela viagem.
Liana reconheceu de imediato o cavalo negro que se encontrava ao lado da carruagem de talha dourada, forrada a veludo vermelho no seu interior.
- Achei que irias preferir montar o Beauty a prosseguir viagem na carruagem. – diz Sérgio, num tom baixo, atrás de si.
- Sim, prefiro. – respondeu ela afastando-se um pouco dele. Sentiu uma mão segurar-lhe carinhosamente o braço e um corpo quente encostar-se a ela. Uma voz soprou ao seu ouvido.
- Porquê…? Porque é que me tratas assim? Nunca, nem mesmo quando não nos entendíamos, tu me tratas-te desta forma tão fria. – disse ele num tom triste.
Um nó formou-se na garganta de Liana. Não sabia o que responder, nem ela mesma sabia a resposta aquela pergunta. Uma voz solene salvou-a daquele aperto em que se encontrava, fazendo-a suspirar de alivio.
- É melhor irmos. Não queremos chegar muito tarde ao templo. – diz Selene.
Liana soltou o seu braço e avançou em direcção a Beauty.
- Vamos! – disse com convicção e tentando limpar da sua memória aquele momento, aquele toque, aquele sopro de voz ao seu ouvido.
Selene, as sacerdotisas, Ana e Mariana entraram na carruagem, enquanto que Liana e os três elfos montaram os seus respectivos cavalos.
Liana seguia ao lado da carruagem, rodeada pelos três elfos e pelos dois guardas que os acompanhavam, formando um círculo quase perfeito à sua volta e à volta do “veículo”. Os seus olhos estavam pregados ao caminho que já conhecia, aquele caminho que tinha percorrido pela primeira vez com Sérgio um mês antes. Pela segunda vez via todas aquelas imponentes árvores entre as pequenas casas, rodeadas por belos jardins. Pela segunda vez via elfos e fadas, das janelas das suas casas, a olharem-na com curiosidade, ou elfos a terem alegres conversas ao longo do caminho, sempre com o seu típico sorriso nos lábios.
As casas depressa ficaram para trás e penetraram na floresta. Uma leve brisa passava pelas copas das árvores, levando consigo, e espalhando, o leve e delicioso aroma das inúmeras flores que ali cresciam, ao cuidado da Natureza. Borboletas, com asas pintadas de cores leves mas alegres e harmoniosas, voavam pelos ares. Pequenas e finas nuvens brancas manchavam o azul do firmamento, tapando por vezes, apenas por breves momentos, a luz intensa e dourada do sol.
Sérgio olhou rapidamente para Liana. Ansiava pela resposta aquela pergunta, aquela pergunta a que ela tinha conseguido fugir. Amava-a, agora sabia disso, e sofria, sofria com aquela distância, aquele muro que se formara entre eles. Sofria ao ver aquela tristeza naqueles olhos outrora cheios de alegria, naqueles olhos que apesar de tristes, continuavam tão fascinantes com aquela mistura de desafio e profundidade.
Uma borboleta pousou no seu cabelo ondulado arrancando-lhe um pequeno sorriso, um sorriso que fez Sérgio também sorrir ao vê-lo surgir naquele belo rosto. Liana conseguia perceber os murmúrios que as árvores soltavam, tentando dar-lhe a força de que ela tanto precisava, mas ela conseguiu perceber que algo não estava bem. A Natureza estava inquieta, como se algo de mau estivesse para acontecer dentro de pouco tempo, como que a tentar alertá-la para algo.
O templo lunar
Os seus olhos estavam pregados ao chão. Sentia-se mal consigo próprio, sentia-se mal por não ter falado com Liana, por não ter insistido mais. Não queria que ela ficasse com uma ideia errada, não queria que ela ficasse a pensar que ele tinha alguma coisa com Telma.
Caminhava com passos lentos pelo corredor. Aquela tristeza que se tinha abatido sobre ele era com pesos, que o impediam de caminhar mais rápido. Levantou o olhar e os seus olhos cruzaram-se com uns castanhos, profundos. Um olhar triste e sem vida. Ergueu a cabeça e pode olhar para Liana, que se encontrava na entrada do seu quarto. Olharam-se nos olhos durante algum tempo, pouco tempo mas que lhe pareceu demasiado. Foi Liana quem cortou aquela troca de olhares, seguindo o seu caminho sem lhe dirigir uma única palavra.
Sérgio voltou a olhar para o chão. Ao ver aquele olhar não tinha conseguido dizer uma única palavra, não lhe tinha conseguido explicar o que realmente se passara no dia anterior, não lhe conseguira explicar o que ia no seu coração.
Seguiu o mesmo caminho que Liana, dirigindo-se para o salão onde todas as manhãs se reuniam para a primeira refeição do dia. Desceu as escadas lentamente, sempre com o olhar baixo. Passou por Gisele sem sequer a cumprimentar, o que deixou a elfo espantada.
O corredor que dava para o salão estava envolto pela escuridão, algo que não era habitual mas que deixou Sérgio a pensar que naquele dia, aquele espaço estava de acordo com o seu estado de espírito. Abriu a porta do salão lentamente. Liana, que havia sido mais rápida do que ele, já lá se encontrava. Todos os presentes se encontravam a ter uma animada conversa menos ela que permanecia em silêncio.
Sentou-se no seu lugar. Olhou para Liana mas esta virou-lhe a cara, tentando fazer com que os seus olhares não se cruzassem. Sérgio serviu-se, sempre com o olhar baixo. Todos os presentes na sala aperceberam-se que algo não estava bem com ele.
- Está tudo bem Sérgio? – pergunta Nelson arrastando Sérgio dos seus pensamentos.
- Está. – respondeu ele em voz baixa.
- Não é o que parece… - diz Gustavo olhando-o com preocupação.
- Está tudo bem… Porque é que não haveria de estar?
A Rainha olhou para ele, olhou-o bem no fundo dos seus olhos. Conhecia-o desde que ele era um pequeno bebé, com vontade de começar a dizer as primeiras palavras. Sabia que algo não estava bem, via nos seus olhos a magoa que ele sentia no seu interior.
Olhou para Liana e viu que algo se passava também com ela. Sentia a tremenda confusão que ia no seu interior, a dor que ela sentia no seu peito. Algo se tinha passado entra aqueles dois, foi esse o pensamento que cruzou a mente da Rainha.
- Hoje não haverá treino. – disse a Rainha tentando afastar os dois dos seus pensamentos, que tanta dor estavam a causar a cada um deles.
- Porquê Majestade? – pergunta Mariana surpreendida.
- Hoje iremos visitar o Templo Lunar. Tenho a certeza de que vos falaram dele na viagem para cá. – respondeu ela – Tomem o pequeno almoço e depois subam para os vossos quartos. Pedi que vos deixassem as roupas e capas que devem usar, em cima das vossas camas.
Todos obedeceram às ordens da Rainha.
Liana foi a última a abandonar o salão. Caminhava lentamente até ao lance de escadas, sempre com o seu olhar baixo, pregando ao chão brilhante e frio. Continuava a sentir-se como que a mergulhar no vazio, aquele nó permanecia na sua garganta. O seu coração continuava sem lhe dar as respostas que ela procurava. Continuava sem perceber a sua reacção, continuava sem saber o porquê do seu choro.
Respirou fundo.
- Liana!
Liana estremeceu ao reconhecer a voz que a chamava. Tentou ignorá-la e deu um passo em frente. A voz voltou a chama-la, mas desta vez num tom de suplica.
- Liana, por favor. Ouve-me!
Inspirou calmamente e, lentamente, virou-se para trás observando a figura alta e bela que a chamava. As lágrimas ameaçaram sair de novo, mais uma vez sem ela conseguir perceber o porquê, mas conseguiu controlá-las.
- O que é que queres? – perguntou rispidamente, tentando evitar que os seus olhares se cruzassem.
- Eu… Eu só queria que soubesses que… Aquilo que aconteceu ontem, entre mim e a Telma… - começa Sérgio, hesitando bastante, pensando cuidadosamente em cada palavra que deveria prenunciar.
- És livre de fazer o que quiseres. Não tens de me dar satisfações! – diz ela amargamente, virando costas e subindo rapidamente o lance de escadas.
Sérgio ficou a olhá-la até a perder de vista. Não conseguia perceber o porquê de ela o tratar daquela forma, o porquê de se ter tornado tão fria e amarga. “Estará com ciúmes?”. Abanou a cabeça perante tal pensamento. Não fazia sentido, não tinham nada um com o outro. Tal como ela dissera, ele não tinha de lhe dar satisfações. O seu olhar caiu, fixando-se no chão lustroso do hall. Com passos lentos, subiu as escadas e dirigiu-se para o seu quarto.
A luz quente e dourada do sol entrava pela janela, atravessando a fina cortina bege. O quarto estava quente e acolhedor naquele momento. A luz contrastava na perfeição com as cores presentes naquela divisão.
Sérgio aproximou-se da cama. Observou as roupas que nela repousavam. Sabia daquela visita desde o dia anterior. Tinha plena consciência de qual seria a sua função durante a viagem. Deveria proteger a rainha e Liana. A imagem dela surgiu na sua mente, sempre com aquele doce sorriso nos seus lábios. Aquele sorriso que ele, agora, julgava perdido na escuridão para sempre.
Despiu a roupa que trazia e vestiu a camisa branca e as calças pretas que tinham ali sido colocadas de propósito para aquela ocasião. Na cintura, presa ao cinto, colocou a sua espada de punho negro, protegia por uma bainha cinza. Colocou sobre os ombros a sua capa negra e abandonou o quarto.
Liana continuava presente no seu pensamento e, por mais que ele tentasse o evitar, ela parecia querer permanecer ali para toda a eternidade. Os seus doces olhos, sempre com aquela mistura de profundidade e desafio, o seu terno e caloroso sorriso, a sua elegante e bela figura… Invadiam a sua mente a cada segundo, a cada minuto, a cada hora. Era como um vírus sem cura mas do qual ele também não se queria libertar.
Avançava a passadas largas e, quase sem se aperceber, chegou rapidamente ao hall, onde Nelson e Gustavo já se encontravam. Cumprimentou-os e encostou-se a um canto, voltando a enterrar-se nos seus pensamentos. Os seus olhos voltaram a fitar o chão frio do hall, tão frio quanto as palavras que agora Liana lhe dirigia. Aquela frieza que o magoava profundamente, que lhe consumia o brilho da vida, que sempre habitara dentro dele.
Foi quando finalmente os seus olhos se elevaram que se deparou com uns verdes esmeralda, extremamente brilhantes.
- Gi… Gisele? – gaguejou.
A elfo afastou-se um pouco dele e suspirou. Colocou algumas mechas do seu cabelo negro por trás da sua orelha pontiaguda.
- O que é que se passa? – perguntou ela.
- Nada! – respondeu Sérgio, deixando de novo o seu olhar cair em direcção ao chão.
- Esses olhos não enganam ninguém. Conheço-te suficientemente bem para saber que algo se passa. É a Liana, não é? – pergunta ela deixando Sérgio surpreendido e sem resposta para lhe dar. Um sorriso nasceu nos seus lábios. – Já não consegues obrigar os teus olhos a mentir, já não consegues esconder esse sentimento que desabrocha dentro de ti. Ama-la, não é verdade?
- Ela apenas me vê como um amigo, nada mais.
- Como é que podes ter tanta certeza disso? – pergunta ela com um pequeno sorriso.
Ouviram-se passos vindos das escadas. Liana e as outras duas fadas desciam o lance, trocando palavras animadas entre si. Apesar de pequenas gargalhadas por vezes soltadas e dos pequenos sorrisos que iam iluminando o seu rosto, um brilho de tristeza preenchia o seu olhar, tirando o lugar à vivacidade de outrora.
Ambas traziam simples mas belos vestidos, modelos iguais que apenas diferenciavam nas cores. Sobre os ombros traziam capas da mesma cor dos vestidos, delineadas por uma fina linha dourada.
Os olhares de Liana e Sérgio cruzaram-se por breves momentos, poucos segundos mas tempo suficiente para ambos perceberem a profunda tristeza que o outro sentia. Mesmo depois de terem rompido aquele contacto visual, Sérgio continuou a olhá-la fixantemente, relutante em tirar os olhos da figura daquela que ocupara o seu coração.
- Luta! Não te dês por vencido. – sussurrou Gisele ao seu ouvido, abandonado logo de seguida o hall.
Sérgio nada disse, limitou-se a concordar em pensamentos, a agradecer os seus conselhos em silêncio.
A rainha Selene entrou no hall, acompanhada pelas duas sacerdotisas. Sobre os seus ombros, escondendo o seu habitual vestido azul escuro, trazia uma capa negra, contornada por uma linha prateada extremamente brilhante e quase confundível com prata pura. Grande parte do seu enorme cabelo loiro era escondida pela comprida capa. No seu rosto trazia uma expressão séria.
Saíram para o exterior, onde uma carruagem e quatro cavalos os esperavam. A eles se juntaram dois elfos, guardas do palácio, montados nos seus cavalos brancos, que também os acompanhariam naquela viagem.
Liana reconheceu de imediato o cavalo negro que se encontrava ao lado da carruagem de talha dourada, forrada a veludo vermelho no seu interior.
- Achei que irias preferir montar o Beauty a prosseguir viagem na carruagem. – diz Sérgio, num tom baixo, atrás de si.
- Sim, prefiro. – respondeu ela afastando-se um pouco dele. Sentiu uma mão segurar-lhe carinhosamente o braço e um corpo quente encostar-se a ela. Uma voz soprou ao seu ouvido.
- Porquê…? Porque é que me tratas assim? Nunca, nem mesmo quando não nos entendíamos, tu me tratas-te desta forma tão fria. – disse ele num tom triste.
Um nó formou-se na garganta de Liana. Não sabia o que responder, nem ela mesma sabia a resposta aquela pergunta. Uma voz solene salvou-a daquele aperto em que se encontrava, fazendo-a suspirar de alivio.
- É melhor irmos. Não queremos chegar muito tarde ao templo. – diz Selene.
Liana soltou o seu braço e avançou em direcção a Beauty.
- Vamos! – disse com convicção e tentando limpar da sua memória aquele momento, aquele toque, aquele sopro de voz ao seu ouvido.
Selene, as sacerdotisas, Ana e Mariana entraram na carruagem, enquanto que Liana e os três elfos montaram os seus respectivos cavalos.
Liana seguia ao lado da carruagem, rodeada pelos três elfos e pelos dois guardas que os acompanhavam, formando um círculo quase perfeito à sua volta e à volta do “veículo”. Os seus olhos estavam pregados ao caminho que já conhecia, aquele caminho que tinha percorrido pela primeira vez com Sérgio um mês antes. Pela segunda vez via todas aquelas imponentes árvores entre as pequenas casas, rodeadas por belos jardins. Pela segunda vez via elfos e fadas, das janelas das suas casas, a olharem-na com curiosidade, ou elfos a terem alegres conversas ao longo do caminho, sempre com o seu típico sorriso nos lábios.
As casas depressa ficaram para trás e penetraram na floresta. Uma leve brisa passava pelas copas das árvores, levando consigo, e espalhando, o leve e delicioso aroma das inúmeras flores que ali cresciam, ao cuidado da Natureza. Borboletas, com asas pintadas de cores leves mas alegres e harmoniosas, voavam pelos ares. Pequenas e finas nuvens brancas manchavam o azul do firmamento, tapando por vezes, apenas por breves momentos, a luz intensa e dourada do sol.
Sérgio olhou rapidamente para Liana. Ansiava pela resposta aquela pergunta, aquela pergunta a que ela tinha conseguido fugir. Amava-a, agora sabia disso, e sofria, sofria com aquela distância, aquele muro que se formara entre eles. Sofria ao ver aquela tristeza naqueles olhos outrora cheios de alegria, naqueles olhos que apesar de tristes, continuavam tão fascinantes com aquela mistura de desafio e profundidade.
Uma borboleta pousou no seu cabelo ondulado arrancando-lhe um pequeno sorriso, um sorriso que fez Sérgio também sorrir ao vê-lo surgir naquele belo rosto. Liana conseguia perceber os murmúrios que as árvores soltavam, tentando dar-lhe a força de que ela tanto precisava, mas ela conseguiu perceber que algo não estava bem. A Natureza estava inquieta, como se algo de mau estivesse para acontecer dentro de pouco tempo, como que a tentar alertá-la para algo.
- Estás bem, Liana? – perguntou-lhe Gustavo ao ver que a sua expressão mudara drasticamente.
- Algo não está bem. – respondeu ela.
- “Algo não está bem.” Como assim? – pergunta Nelson, que tinha ouvido a sua resposta.
- A Natureza está inquieta!
Sérgio estremeceu ao ouvir aquilo. Sabia que Liana, como Fada da Terra, tinha o dom de “falar” com a Natureza, de perceber os seus “sentimentos”. Se a Natureza estava inquieta era sinal de que algo aconteceria em breve, algo que deixaria marcas profundas.
Um enorme lago de água límpida tornou-se visível. Vários nenúfares flutuavam e, no centro, erguia-se um enorme templo. Enormes portas negras, com luas prateadas gravadas, davam entrada para o edifício que fazia lembrar os palácios do conto “Aladin”. Um estreito caminho, feito de algo que se assemelhava a cimento, atravessava o lago desde a sua margem até às enormes portas do templo.
As portas abriram-se. Uma esbelta figura apareceu à entrada. Os seus cabelos lisos e negros eram quase tão longos quanto os de Selene. A cor invulgar dos seus olhos, aquele cinzento brilhante, fazia com que o seu olhar parecesse gélido mas o brilho quente mostrava exactamente o contrário.
- Majestade! – disse inclinando-se ligeiramente para a frente, em sinal de vénia – Sejam bem vindos ao Templo Lunar!
Selene avançou pelo caminho construído sobre as águas, sendo seguida pelas fadas e pelos elfos. Parou diante da figura, olhando-a bem no fundo dos seus olhos. Inclinou um pouco a cabeça.
- Olá Lunnaris! É bom ver-te de novo.
Lunnaris era a sacerdotisa suprema do templo. A sua aparência jovem escondia os seus longos cento e cinquenta anos de vida, que só a sabedoria do seu olhar revelava.
- Sigam-me por favor. – pediu ela, fazendo sinal para que a seguissem e entrando no templo.
Várias lamparinas de azeite, fixadas às paredes, iluminavam o comprido e amplo corredor. Assim que o atravessaram por completo chegaram a uma divisão quadrada, também ela iluminada por lamparinas, cujo tecto era suportado por várias colunas de capitel clássico.
- Posso fazer uma pergunta? – pergunta Mariana – Apenas por curiosidade…
- Claro! – responde Lunnaris com um pequeno sorriso.
- És uma elfo?
Lunnaris deu uma pequena risada.
- Não, sou uma fada. – respondeu.
- Porque motivo viemos ao templo? – pergunta Ana. Era uma pergunta que ecoava na sua mente desde que tinham abandonado o palácio. Por mais que tentasse não conseguia encontrar uma explicação lógica para aquela visita.
Continuava a percorrer o enorme templo, atravessando diversos corredores e salas sustentadas por colunas. O silêncio abatera-se sobre o grupo, durante bastante tempo, após Ana ter feito aquela pergunta. As três fadas aguardavam ansiosamente por uma resposta, uma resposta que tardava a vir. A pergunta que Ana havia feito era a mesma pergunta que ecoava na mente de cada uma delas desde que tinham iniciado aquela viajem. Mas a tão ansiada resposta foi adiada com algumas palavras professadas por Lunnaris:
- Daqui a alguns minutos terão a resposta, mas não agora.
Aquelas palavras aumentaram ainda mais a curiosidade das jovens. A necessidade de uma resposta era cada vez maior.
Depois de mais um extenso corredor percorrido chegaram à sala central do templo. As paredes encurvadas davam à sala a sua forma redonda. O tecto era em cópula, nenhuma coluna sustinha a enorme e praticamente vazia divisão. Quatro lamparinas, pregadas à parede, originavam a pouca claridade existente. NO centro, um cristal esférico, semelhante a um diamante, repousava num pedestal de mármore cinzento.
- Aqui está a resposta à tua pergunta Ana. – diz Lunnaris com um grande sorriso.
- Viemos aqui só para ver um cristal? – pergunta Mariana indignada.
- Não é um cristal qualquer. – diz Selene aproximando-se do pedestal – Este cristal ira-nos dizer se vocês estam a evoluir nos vossos poderes e se estam prontas para passar à fase seguinte do vosso treino.
As fadas entreolharam-se, espantadas com aquela afirmação.
- E como é que é suposto isso acontecer? – pergunta Mariana.
- Transformem-se! – ordena Lunnaris.
Depois de uma curta troca de olhares, elas obedeceram. As intensas auras – vermelha, verde e azul – formaram à sua volta, iluminando a sala, obrigando todos os presentes a proteger os olhos.
- Formem um circulo em volta do pedestal e deiam as mãos. – diz a suprema sacerdotisa, assim que as auras desapareceram.
As fadas assentiram e mais uma vez fizeram o que lhes foi pedido. Depois foi a vez de Selene falar:
- Fechem os olhos. Concentrem-se e deixem o vosso poder ser libertado.
Fecharam os olhos. De novo foram rodeadas por auras, mas desta vez com uma intensidade bastante fraca. Os seus cabelos esvoaçavam levemente, como se uma brisa se tivesse formado em torno delas.
Uma luz branca formou-se em volta do cristal. A intensidade da luz ia aumentando a cada segundo que passava. A dois metros acima do cristal, uma estrela de quatro pontas apareceu, emitindo uma intensa luz prateada.
Selene e Lunnaris olhavam para a estrela com um enorme sorriso de satisfação nos lábios.
O brilho da estrela e das auras foi desaparecendo. As asas das fadas estavam maiores e mais brilhantes, as suas cores eram mais leves, dando-lhe uma tonalidade quase transparente.
Abriram os olhos e soltaram as mãos. Sentiam uma maior sensação de leveza, perceberam que algo havia mudado nelas.
Ana rodou a cabeça para trás, tentando contemplar as suas asas. Os seus olhos arregalaram-se ao perceber a mudança que elas haviam sofrido. U enorme sorriso nasceu nos seus lábios ao ver a grande beleza que elas tinha adquirido.
- Isto quer dizer que… - começa Liana, sendo interrompida por Selene.
- Sim minha querida, vocês passaram no teste. – aquele enorme sorriso ainda dançava nos seus lábios.
As assas de Mariana bateram, elevando-a um pouco acima do solo. Com um enorme sorriso de satisfação no rosto, encolheu as pernas e inclinou-se um pouco para trás, dando uma volta no ar.
Sérgio e os outros dois elfos olhavam boquiabertos para o cenário que decorria diante deles. As grandes asas das três fadas realçavam, ainda mais a sua enorme beleza, dando-lhes um brilho e vida diferentes mas fascinantes.
As fadas reverteram as transformações, voltando a envergar os seus simples e compridos vestidos.
Saíram do templo, atravessando os mesmos corredores e salas que tinha atravessado para chegar à sala central. O sol já ia alto. Montaram os seus cavalos, entraram na carruagem e partiram.
Na face de Liana repousava uma expressão de bastante preocupação, nos seus olhos reinava a confusão, sobrepondo-se ao sentimento de tristeza por eles antes transmitida. Sérgio aproximou-se dela. Conseguia perceber que algo não estava bem com a fada.
- Está tudo bem? – pergunta-lhe em voz baixa.
Liana sentiu-se relutante em responder, mas ele tinha o direito de saber o que se passava.
- A Natureza continua inquieta, ainda mais do que à algumas horas atrás. Algo vai acontecer, e ainda hoje!
Uma bisa gélida percorreu o mesmo caminho que eles seguiam. Os animais, que saltavam alegremente em cima das árvores, esconderam-se e os pássaros cessaram o seu canto. A luz do sol foi tapada por inúmeras nuvens negras. Um relâmpago iluminou os céus. Um movimento estranho nos arbustos captou a atenção de ambos. Uma sonora risada ecoou pelos ares.
- Algo não está bem. – respondeu ela.
- “Algo não está bem.” Como assim? – pergunta Nelson, que tinha ouvido a sua resposta.
- A Natureza está inquieta!
Sérgio estremeceu ao ouvir aquilo. Sabia que Liana, como Fada da Terra, tinha o dom de “falar” com a Natureza, de perceber os seus “sentimentos”. Se a Natureza estava inquieta era sinal de que algo aconteceria em breve, algo que deixaria marcas profundas.
Um enorme lago de água límpida tornou-se visível. Vários nenúfares flutuavam e, no centro, erguia-se um enorme templo. Enormes portas negras, com luas prateadas gravadas, davam entrada para o edifício que fazia lembrar os palácios do conto “Aladin”. Um estreito caminho, feito de algo que se assemelhava a cimento, atravessava o lago desde a sua margem até às enormes portas do templo.
As portas abriram-se. Uma esbelta figura apareceu à entrada. Os seus cabelos lisos e negros eram quase tão longos quanto os de Selene. A cor invulgar dos seus olhos, aquele cinzento brilhante, fazia com que o seu olhar parecesse gélido mas o brilho quente mostrava exactamente o contrário.
- Majestade! – disse inclinando-se ligeiramente para a frente, em sinal de vénia – Sejam bem vindos ao Templo Lunar!
Selene avançou pelo caminho construído sobre as águas, sendo seguida pelas fadas e pelos elfos. Parou diante da figura, olhando-a bem no fundo dos seus olhos. Inclinou um pouco a cabeça.
- Olá Lunnaris! É bom ver-te de novo.
Lunnaris era a sacerdotisa suprema do templo. A sua aparência jovem escondia os seus longos cento e cinquenta anos de vida, que só a sabedoria do seu olhar revelava.
- Sigam-me por favor. – pediu ela, fazendo sinal para que a seguissem e entrando no templo.
Várias lamparinas de azeite, fixadas às paredes, iluminavam o comprido e amplo corredor. Assim que o atravessaram por completo chegaram a uma divisão quadrada, também ela iluminada por lamparinas, cujo tecto era suportado por várias colunas de capitel clássico.
- Posso fazer uma pergunta? – pergunta Mariana – Apenas por curiosidade…
- Claro! – responde Lunnaris com um pequeno sorriso.
- És uma elfo?
Lunnaris deu uma pequena risada.
- Não, sou uma fada. – respondeu.
- Porque motivo viemos ao templo? – pergunta Ana. Era uma pergunta que ecoava na sua mente desde que tinham abandonado o palácio. Por mais que tentasse não conseguia encontrar uma explicação lógica para aquela visita.
Continuava a percorrer o enorme templo, atravessando diversos corredores e salas sustentadas por colunas. O silêncio abatera-se sobre o grupo, durante bastante tempo, após Ana ter feito aquela pergunta. As três fadas aguardavam ansiosamente por uma resposta, uma resposta que tardava a vir. A pergunta que Ana havia feito era a mesma pergunta que ecoava na mente de cada uma delas desde que tinham iniciado aquela viajem. Mas a tão ansiada resposta foi adiada com algumas palavras professadas por Lunnaris:
- Daqui a alguns minutos terão a resposta, mas não agora.
Aquelas palavras aumentaram ainda mais a curiosidade das jovens. A necessidade de uma resposta era cada vez maior.
Depois de mais um extenso corredor percorrido chegaram à sala central do templo. As paredes encurvadas davam à sala a sua forma redonda. O tecto era em cópula, nenhuma coluna sustinha a enorme e praticamente vazia divisão. Quatro lamparinas, pregadas à parede, originavam a pouca claridade existente. NO centro, um cristal esférico, semelhante a um diamante, repousava num pedestal de mármore cinzento.
- Aqui está a resposta à tua pergunta Ana. – diz Lunnaris com um grande sorriso.
- Viemos aqui só para ver um cristal? – pergunta Mariana indignada.
- Não é um cristal qualquer. – diz Selene aproximando-se do pedestal – Este cristal ira-nos dizer se vocês estam a evoluir nos vossos poderes e se estam prontas para passar à fase seguinte do vosso treino.
As fadas entreolharam-se, espantadas com aquela afirmação.
- E como é que é suposto isso acontecer? – pergunta Mariana.
- Transformem-se! – ordena Lunnaris.
Depois de uma curta troca de olhares, elas obedeceram. As intensas auras – vermelha, verde e azul – formaram à sua volta, iluminando a sala, obrigando todos os presentes a proteger os olhos.
- Formem um circulo em volta do pedestal e deiam as mãos. – diz a suprema sacerdotisa, assim que as auras desapareceram.
As fadas assentiram e mais uma vez fizeram o que lhes foi pedido. Depois foi a vez de Selene falar:
- Fechem os olhos. Concentrem-se e deixem o vosso poder ser libertado.
Fecharam os olhos. De novo foram rodeadas por auras, mas desta vez com uma intensidade bastante fraca. Os seus cabelos esvoaçavam levemente, como se uma brisa se tivesse formado em torno delas.
Uma luz branca formou-se em volta do cristal. A intensidade da luz ia aumentando a cada segundo que passava. A dois metros acima do cristal, uma estrela de quatro pontas apareceu, emitindo uma intensa luz prateada.
Selene e Lunnaris olhavam para a estrela com um enorme sorriso de satisfação nos lábios.
O brilho da estrela e das auras foi desaparecendo. As asas das fadas estavam maiores e mais brilhantes, as suas cores eram mais leves, dando-lhe uma tonalidade quase transparente.
Abriram os olhos e soltaram as mãos. Sentiam uma maior sensação de leveza, perceberam que algo havia mudado nelas.
Ana rodou a cabeça para trás, tentando contemplar as suas asas. Os seus olhos arregalaram-se ao perceber a mudança que elas haviam sofrido. U enorme sorriso nasceu nos seus lábios ao ver a grande beleza que elas tinha adquirido.
- Isto quer dizer que… - começa Liana, sendo interrompida por Selene.
- Sim minha querida, vocês passaram no teste. – aquele enorme sorriso ainda dançava nos seus lábios.
As assas de Mariana bateram, elevando-a um pouco acima do solo. Com um enorme sorriso de satisfação no rosto, encolheu as pernas e inclinou-se um pouco para trás, dando uma volta no ar.
Sérgio e os outros dois elfos olhavam boquiabertos para o cenário que decorria diante deles. As grandes asas das três fadas realçavam, ainda mais a sua enorme beleza, dando-lhes um brilho e vida diferentes mas fascinantes.
As fadas reverteram as transformações, voltando a envergar os seus simples e compridos vestidos.
Saíram do templo, atravessando os mesmos corredores e salas que tinha atravessado para chegar à sala central. O sol já ia alto. Montaram os seus cavalos, entraram na carruagem e partiram.
Na face de Liana repousava uma expressão de bastante preocupação, nos seus olhos reinava a confusão, sobrepondo-se ao sentimento de tristeza por eles antes transmitida. Sérgio aproximou-se dela. Conseguia perceber que algo não estava bem com a fada.
- Está tudo bem? – pergunta-lhe em voz baixa.
Liana sentiu-se relutante em responder, mas ele tinha o direito de saber o que se passava.
- A Natureza continua inquieta, ainda mais do que à algumas horas atrás. Algo vai acontecer, e ainda hoje!
Uma bisa gélida percorreu o mesmo caminho que eles seguiam. Os animais, que saltavam alegremente em cima das árvores, esconderam-se e os pássaros cessaram o seu canto. A luz do sol foi tapada por inúmeras nuvens negras. Um relâmpago iluminou os céus. Um movimento estranho nos arbustos captou a atenção de ambos. Uma sonora risada ecoou pelos ares.
Likinhas! Fico tão contente por teres cumprido a tua promessa! Voltaste em grande!
Já estava realmente com saudades de ler as aventuras da Liana e muito curiosa para saber o que iria acontecer a seguir 
Vou tentar resumir o comentário a duas partes
Adorei o modo como exploraste a confusão de sentimentos do Sérgio e da Liana depois do incidente com a Telma (arg, aquela rapariga idiota!). Descreveste os sentimentos e conflitos internos das personagens realmente muito bem! Como já há algum tempo que não lia algo teu, notei bastante a evolução que a tua escrita tem sofrido! E, nesta parte, isso ficou realmente em destaque, pois explorar sentimentos é sempre um desafio, e tu fizeste-o muito bem
A Liana está muito magoada, e isso nota-se bastante no seu olhar triste e sem vida. Tudo aquilo perturbou-a imenso! E ao Sérgio também. Mas, parece que, com tudo isto, o Sérgio acabou por compreender os sentimentos que nutre pela Liana, o que é muito bom. Foi a parte positiva desta história com a Telma (parece que os planos desta última acabaram por sair furados
)
Outra personagem que gostei muito foi a Gisele! Está a tornar-se numa das minhas personagens favoritas
Ela compreendeu mesmo, e de facto, o que é que o Sérgio sentia e creio que foi uma influência positiva nesse sentido, porque também deu o seu contributo para que este compreendesse melhor o que lhe ia na alma 
As intervenções entre o Sérgio e Liana, apesar de muito tensas, não deixaram de ter aquela sua quota parte de beleza, porque notou-se bastante que eles gostam muito um do outro e que ficaram profundamente magoados... Foi mesmo querido
Depois, a segunda parte que foi, para mim, a da ida ao Templo. Uma vez mais descreves tudo de uma forma que faz com que eu veja as paisagens, que caminhe ao lado das personagens e observe o ambiente em redor! E eu gosto imenso disso
Gostei muito da Liana ter decidido ir a cavalo, em vez de na carruagem. Acho que isso demonstrou quer o facto de o Sérgio já a conhecer muito bem, quer o carácter livre e muito "terreno" da Liana 
Depois, a parte do Templo! A Lunnaris é tão misteriosa! Ela e a Rainha fazem-me lembrar as duas faces da mesma moeda, como se fossem antagónicas mas complementares. E as três fadas devem ficar tão lindas com as suas novas asas! Fico mesmo contente pelo facto de elas terem conseguido passar no teste
Agora estou muito curiosa quanto ao que se irá passar... A Liana sentiu uma aura estranha no ar, o que significa que algo de mal irá acontecer. Pergunto-me o que possa ser...! Aquele riso maléfico remeteu-me imediatamente para o irmão da Rainha Selene, mas será mesmo? Estou mesmo curiosa!
*dá dez ovos Kinders redondinhos à Likinhas pelo seu regresso e por nos brindar com mais desta grande história* Porque tu mereces
E, mais uma vez, bem-vinda de novo e parabéns!!
Já estava realmente com saudades de ler as aventuras da Liana e muito curiosa para saber o que iria acontecer a seguir 
Vou tentar resumir o comentário a duas partes

Adorei o modo como exploraste a confusão de sentimentos do Sérgio e da Liana depois do incidente com a Telma (arg, aquela rapariga idiota!). Descreveste os sentimentos e conflitos internos das personagens realmente muito bem! Como já há algum tempo que não lia algo teu, notei bastante a evolução que a tua escrita tem sofrido! E, nesta parte, isso ficou realmente em destaque, pois explorar sentimentos é sempre um desafio, e tu fizeste-o muito bem

A Liana está muito magoada, e isso nota-se bastante no seu olhar triste e sem vida. Tudo aquilo perturbou-a imenso! E ao Sérgio também. Mas, parece que, com tudo isto, o Sérgio acabou por compreender os sentimentos que nutre pela Liana, o que é muito bom. Foi a parte positiva desta história com a Telma (parece que os planos desta última acabaram por sair furados
)Outra personagem que gostei muito foi a Gisele! Está a tornar-se numa das minhas personagens favoritas
Ela compreendeu mesmo, e de facto, o que é que o Sérgio sentia e creio que foi uma influência positiva nesse sentido, porque também deu o seu contributo para que este compreendesse melhor o que lhe ia na alma 
As intervenções entre o Sérgio e Liana, apesar de muito tensas, não deixaram de ter aquela sua quota parte de beleza, porque notou-se bastante que eles gostam muito um do outro e que ficaram profundamente magoados... Foi mesmo querido

Depois, a segunda parte que foi, para mim, a da ida ao Templo. Uma vez mais descreves tudo de uma forma que faz com que eu veja as paisagens, que caminhe ao lado das personagens e observe o ambiente em redor! E eu gosto imenso disso
Gostei muito da Liana ter decidido ir a cavalo, em vez de na carruagem. Acho que isso demonstrou quer o facto de o Sérgio já a conhecer muito bem, quer o carácter livre e muito "terreno" da Liana 
Depois, a parte do Templo! A Lunnaris é tão misteriosa! Ela e a Rainha fazem-me lembrar as duas faces da mesma moeda, como se fossem antagónicas mas complementares. E as três fadas devem ficar tão lindas com as suas novas asas! Fico mesmo contente pelo facto de elas terem conseguido passar no teste

Agora estou muito curiosa quanto ao que se irá passar... A Liana sentiu uma aura estranha no ar, o que significa que algo de mal irá acontecer. Pergunto-me o que possa ser...! Aquele riso maléfico remeteu-me imediatamente para o irmão da Rainha Selene, mas será mesmo? Estou mesmo curiosa!
*dá dez ovos Kinders redondinhos à Likinhas pelo seu regresso e por nos brindar com mais desta grande história* Porque tu mereces
E, mais uma vez, bem-vinda de novo e parabéns!!
Amora *-*
Muito obrigada pelo teu comentário!
Kaoru, como sempre deixas-me maravilhada com os teus comentários. Já estou tão destreinada a responder que nem sei o que dizer!
Fico contente por teres gostado e por achares que continuo a evoluir na minha escrita. É sempre tão bom ouvir este tipo de elogios. E depois comentários grandes como eu adoro
.o:
Muito obrigada pelo teu comentário! [já agora, desculpa ainda não ter comentadoa tua fic! Falta-me só ler um capitulo e depois comento.]
Já agora, lembraste-me de uma coisa Eden
Muito obrigada pelo teu comentário!
Kaoru, como sempre deixas-me maravilhada com os teus comentários. Já estou tão destreinada a responder que nem sei o que dizer!
Fico contente por teres gostado e por achares que continuo a evoluir na minha escrita. É sempre tão bom ouvir este tipo de elogios. E depois comentários grandes como eu adoro
.o:Muito obrigada pelo teu comentário! [já agora, desculpa ainda não ter comentadoa tua fic! Falta-me só ler um capitulo e depois comento.]
Já agora, lembraste-me de uma coisa Eden

Spoiler
Ultimamente, nas minhas aulas de português, tenho sempre duas pessoal a melgar-me
Não param de me chatear porque dizem que eu quando acabar de escrever a história devia envia-la para um editora e tentar a minha sorte. Tenho pensado muito sobre o assunto, já que um dos meus sonhos é editar um livro, e queria saber a vossa opinião.
Não param de me chatear porque dizem que eu quando acabar de escrever a história devia envia-la para um editora e tentar a minha sorte. Tenho pensado muito sobre o assunto, já que um dos meus sonhos é editar um livro, e queria saber a vossa opinião.Primeiro de tudo... Likinhas!!!!!!!!!!!! Tive tantas saudades tuas! *abraça-a*
E agora vamos ao novo capítulo... (ontem devo ter sido a primeira a lê-lo, mas como já estava tarde, resolvi comentar só hoje)
A tua escrita tem evoluído bastante. Consigo notar uma evolução enorme entre estes dois últimos capítulos. Isso é óptimo. Consegui visualizar perfeitamente as cenas e sentir o que as personagens sentiam muito melhor que antes.
Ainda estou com a esperança de que, um dia, o Sérgio cale a Liana com um beijo. Tenho andado assim com umas saídas para o românticas e tal... xD
Gostei muito deste novo capítulo. Fico à espera do próximo! Quero saber o que se vais passar depois disto.
Deixa ver... Capítulo 9... Então são 9 ovos kinder... Mas pronto, recebes 10! *dá os ovos kinder à Likinhas* xD
E agora vamos ao novo capítulo... (ontem devo ter sido a primeira a lê-lo, mas como já estava tarde, resolvi comentar só hoje)
A tua escrita tem evoluído bastante. Consigo notar uma evolução enorme entre estes dois últimos capítulos. Isso é óptimo. Consegui visualizar perfeitamente as cenas e sentir o que as personagens sentiam muito melhor que antes.

Ainda estou com a esperança de que, um dia, o Sérgio cale a Liana com um beijo. Tenho andado assim com umas saídas para o românticas e tal... xD
Gostei muito deste novo capítulo. Fico à espera do próximo! Quero saber o que se vais passar depois disto.

Deixa ver... Capítulo 9... Então são 9 ovos kinder... Mas pronto, recebes 10! *dá os ovos kinder à Likinhas* xD

olha, e era boa ideia..
Já te estou a imaginar, numa sessão de autografos do teu livro. *--* E eu toda babada, a dizer " Ela é minha amiga, eu conheço-a ".
Adoro a tua imaginação, ando sempre atrás das tuas fic's.
Tens mesmo jeitinho para a coisa, acho nem um escritor com uma certa experiencia conseguia escrever assim tão bem.
Adoro-te Frambroesa.
Já te estou a imaginar, numa sessão de autografos do teu livro. *--* E eu toda babada, a dizer " Ela é minha amiga, eu conheço-a ".
Adoro a tua imaginação, ando sempre atrás das tuas fic's.

Tens mesmo jeitinho para a coisa, acho nem um escritor com uma certa experiencia conseguia escrever assim tão bem.
Adoro-te Frambroesa.

Likinhas!!!!!! Finaly!!!! Adorei este capítulo!!!!! Depois de uma ausencia tãaaaaaaaaa grande, finalmente vieste.....
adorei este capitulo... como sempre... tá lindo..... jogas muito bem com as palavras... adorei... fico à espera do proximo... e espero bem não ter k usar as minhas facas......
A Liana continua triste, né?? e o Sergio também..... é agora o maléfico irmão da rainha vai aparecer... será k por causa disto a Liana e o Sérgio vão reatar???? hum....
adorei este capitulo... como sempre... tá lindo..... jogas muito bem com as palavras... adorei... fico à espera do proximo... e espero bem não ter k usar as minhas facas......
A Liana continua triste, né?? e o Sergio também..... é agora o maléfico irmão da rainha vai aparecer... será k por causa disto a Liana e o Sérgio vão reatar???? hum....

Neptuno *-*
Titia-avó, deixaste-me super feliz com o teu comentário
Ai tantas perguntas
Serão que vão reatar?? Será que é mesmo o Ricardo que vai aparecer? E se for, o que acontecerá? Serão as fadas capazes de o vencer??? xDDD (é mesmo para vos matar de coriusidade XP)
Quanto a novo capitulo e a facas
, talvez só mesmo no próximo fim de semana. Tenho muitos testes e trabalhos para fazer ao longo destes proximos quatro dias de escola, por isso não vou ter muito tempo para escrever e acabar o capitulo! Mas vou tentar 
Titia-avó, deixaste-me super feliz com o teu comentário

Ai tantas perguntas
Serão que vão reatar?? Será que é mesmo o Ricardo que vai aparecer? E se for, o que acontecerá? Serão as fadas capazes de o vencer??? xDDD (é mesmo para vos matar de coriusidade XP)Quanto a novo capitulo e a facas
, talvez só mesmo no próximo fim de semana. Tenho muitos testes e trabalhos para fazer ao longo destes proximos quatro dias de escola, por isso não vou ter muito tempo para escrever e acabar o capitulo! Mas vou tentar 
Likinhas finalmente estas de volta mesmo!!! que saudades!!!!!!
nem queria acreditar quando abri o topico e vi finalmente um novo capitulo!
e que capitulo!!!excelente! amei!
a tua descriçao dos sentimentos tanto de Liana como de Sergio esta magnifica!!
ai tao lindo...o sergio triste porque a Liana esta distante...e a Liana triste porque gosta de Sergio..e ainda nao percebeu!!!
amei principalmente esta parte:
ele ali tao pertinho dela...
gostei tambem da Lunnaris, adoro personagens assim misteriosas...
agora fiquei foi com imensa curiosidade com o que vai acontecer....sera a primeira batalha das nossas fadas???
aqui fica um cesto cheio de ovos kinder para ti!
boa sorte para os testes...
beijinho

nem queria acreditar quando abri o topico e vi finalmente um novo capitulo!
e que capitulo!!!excelente! amei!
a tua descriçao dos sentimentos tanto de Liana como de Sergio esta magnifica!!
ai tao lindo...o sergio triste porque a Liana esta distante...e a Liana triste porque gosta de Sergio..e ainda nao percebeu!!!
amei principalmente esta parte:
Likinhas escreveu: Sim, prefiro. – respondeu ela afastando-se um pouco dele. Sentiu uma mão segurar-lhe carinhosamente o braço e um corpo quente encostar-se a ela. Uma voz soprou ao seu ouvido.
- Porquê…? Porque é que me tratas assim? Nunca, nem mesmo quando não nos entendíamos, tu me tratas-te desta forma tão fria. – disse ele num tom triste.
Um nó formou-se na garganta de Liana. Não sabia o que responder, nem ela mesma sabia a resposta aquela pergunta. Uma voz solene salvou-a daquele aperto em que se encontrava, fazendo-a suspirar de alivio.
ele ali tao pertinho dela...
gostei tambem da Lunnaris, adoro personagens assim misteriosas...
agora fiquei foi com imensa curiosidade com o que vai acontecer....sera a primeira batalha das nossas fadas???
aqui fica um cesto cheio de ovos kinder para ti!
boa sorte para os testes...
beijinho
Tens de entrar para responderes neste tópico.




Reportar comentário
Escolhe o motivo da denúncia e acrescenta mais contexto se necessário.