Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

Os três talismãs

#261
*Kaoru escreveu:Makoto! Ficou lindíssima! Eu estava a ler uma fanfic e vejo essa assinatura, porque a Likinhas tinha postado lá... Fiquei sem fala! Obrigada pelo elogio Smile

Likinhas, obrigada pela parte que me toca também! Very Happy

Deixa-me adivinhar.. "QUÊ?? O MEU DESENHOO!!! AII!!" Imitei-te bem? Esperancoso

Arigato Embaracoso
#262
Very well, likinhas... If you don't write a new chapter fast, yoiu will die..... i'm very furious.....

Sorry, cruz for copy your ideia..
#263
Inglês -.-

Calma neptuno! Não tenho tido muito tempo para escrever mas em principio este fim de semana à novo capitulo!
#265
*engole em seco*
Não é preciso chegar a tanto!

*apressa-se a abrir o word e escrever o resto do capitulo*
#267
Pronto, antes que a menina Neptuno volte a passar por estes lados com as suas ameaçadores facas, venho informar que dentro de uma hora postarei o novo capitulo. Estou só a dar os últimos acertos e a terminar os últimos parágrafos.
#268
iupiiiiiiiiiiiiiiiii!!! vou aguardar e comentar!!!
eu tbm, possivelmente dentro d poucos minutinhos vou postar mais um capítulo da "Futura Rainha de Crystal Tóquio"
#270
*mim olha para a hora em que fez o último post*

Ainda sóm passou meia hora xD
Estou quase a terminar. É só mais um bocadinho!
#271
Capítulo 7
Visão do passado



O sol despertou com o chilrear dos pássaros, fazendo a lua esconder-se e substituindo a noite pelo dia.

Liana acordou. Sentou-se na cama e espreguiçou-se. Pela primeira vez, depois de muitos dias, acordou com um sorriso nos lábios. A conversa com Sérgio, no dia anterior, ainda estava bem presente na sua memória e era essa conversa que fazia com que ela tivesse aquele sorriso.

****

As portadas que davam para a varanda estavam abertas. A brisa que entrava pelo quarto batia na fina cortina, fazendo-a ondular um pouco.

Liana estava encostada à parede, na entrada para a varanda. Observava o céu que adquirira um tom alaranjado devido ao magnífico pôr-do-sol que decorria na altura. Embora a sua atenção esteve concentrada nessa maravilhosa paisagem, o seu pensamento estava distante. O seu olhar continuava triste, enfeitado por um brilho de saudade.

Alguém bateu à porta.

- Sim! – diz Liana voltando a cabeça para trás.

A porta abriu-se. Uma silhueta masculina recortou-se na sombra que habitava o corredor.

- Posso? – perguntou a silhueta.

- Claro. – responde ela ao reconhecer aquela voz, aquele tom carinhoso que ele usava sempre que lhe dirigia a palavra, sempre, desde aquela noite… Aquela noite em que chorou no seu peito ao acordar daquele pesadelo que tanto a atormentava.

A silhueta entrou, encaminhando-se para a luz que iluminava aquele quarto.

- Passou-se alguma coisa? – pergunta Liana.

- Não. Apenas vim ver como estava! – responde Sérgio com um pequeno sorriso.

- Estou bem, obrigada!

- Não, não estás. Há muito tempo que já percebi isso. – diz Sérgio com uma cara séria. – Sabes que podes falar comigo.

- Eu sei... Desculpa-me pela maneira como tenho falado contigo nos últimos dias! – pede Liana olhando para o chão. Uma pequena lágrima desliza pelo seu rosto.

Sérgio aproxima-se dela. Pega-lhe carinhosamente no queixo e levanta-lhe lentamente a cabeça. Com o polegar limpa-lhe a lágrima.

Mais lágrimas deslizaram pelo rosto de Liana e Sérgio abraçou-a, tentando transmitir-lhe o carinho que por ela sentia.

- Isto está a ser tão difícil para mim! A minha vida deu uma reviravolta de um momento para o outro. Descobri que afinal sou outra pessoa, que o mundo em que sempre vivi não é o meu mundo, que os meus pais não são os meus pais. – diz Liana por entre as lágrimas. – Fui afastada dos meus amigos que são as pessoas mais importantes para mim e vi-me arrastada para um missão para a qual não sei se estou preparada!

Sérgio abraçou-a com mais força e encostou a sua cabeça à dela, fazendo com que Liana corasse um pouco. Ela não sabia explicar mas sentia-se bem com ele. Apesar de o conhecer à apenas três semanas, ao seu lado sentia-se segura, acarinhada. Ele compreendia-a e dava-lhe apoio.

- Sei que nos conhecemos à pouco tempo mas… - Sérgio hesitou um pouco – Quando nos conhecemos achei que eras um daquelas raparigas mimadas, que tinha a mania que eram umas bonequinhas de porcelana, por isso achava-te irritante. Nos dois dias que se seguiram mostras-te ser completamente ao contrário, respondias-me à letra e isso fazia com que eu tivesse mais vontade de gozar contigo. Mas depois… Mostraste-te uma rapariga forte, determinada, alegre! O que eu te quero dizer é que, sempre que precisares, terás um amigo pronto a ouvir-te.

- Obrigada. – diz ela com um pequeno sorriso, olhando-o nos olhos – Obrigada por tudo.

- Sempre que precisares estarei aqui!

*****

O sorriso de Liana aumentou.

Levantou-se, tomou um banho rápido e vestiu-se. Saiu apressadamente do quarto. Desceu a correr as escadas, fazendo o seu leve vestido verde, de alças e até aos joelhos, ondular um pouco. O seu enorme sorriso continuava a iluminar a sua bela face.

Abriu a porta do salão e exclamou com alegria:

- Bom dia a todos!

- Bom dia! – responderam.

Um enorme sorriso se formou na cara de Sérgio ao vê-la novamente alegre. Apenas o sorriso lhe ficava bem, realçava a sua beleza natural, enquanto as lágrimas a faziam perder o seu belo brilho.

Liana sentou-se no seu lugar. Serviu-se de um pouco de leite e retirou para o seu prato duas torradas com compota.

- Estou a ver que já andas mais animada. – diz Sérgio com um pequeno sorriso, num sussurro, de modo a só ela ouvir.

- Graças uma pessoa. – responde-lhe ela, também num sussurro, com o seu característico e belo sorriso nos lábios. – Obrigado pelas palavras de ontem.

- Sempre que precisares, estarei pronto a ouvir-te.

- Fico contente por te ver assim Liana. – diz a Rainha – É bom ver de novo um sorriso na tua face.

- Obrigada pela preocupação de todos vocês. – diz Liana passando o olhar por todos os presentes.

Terminaram a refeição.

Liana dirigiu-se para o jardim. Sentou-se na relva e encostou-se ao troco de uma enorme árvore, abrigada pela sombra desta. Embora tivesse recuperado o seu sorriso, a mesmas perguntas de outrora insistiam em permanecer no seu pensamento. Abriu a pequena caixa de música dourada, que levara consigo. Fechou os olhos enquanto ouvia a música. Tudo o que Sérgio lhe havia contado durante a viagem para o palácio permanecia bem vivo na sua mente. Enquanto pensava em todas aquelas palavras que tanto sofrimento lhe causaram na altura, uma memória invadiu a sua mente.

****

O sol brilhava no céu aquecendo o quarto. A janela estava aberta, deixando entrar um leve brisa, as cortinas estavam corridas para os lados.

Deitada no chão, de barrinha para baixo, uma pequena criança pintava num daqueles livros com desenhos para colorir.

Os seus olhos cor de avelã brilhavam, um brilho alegre. Um misto de emoções passava por aquele olhar, um olhar diferente que muitos consideravam ser de outro mundo. Um olhar que transmitia duas coisas completamente opostas ao mesmo tempo. Um olhar alegre, meigo e profundo mas, ao mesmo tempo, desafiador e penetrante.

Os seus cabelos ondulados e castanhos brilhavam quando eram banhados pela quente luz solar, adquirindo alguns contornos dourados.

A pequena rapariga aparentava ter aproximadamente nove anos. A sua expressão era a característica expressão de uma criança meiga e alegre.

- Liana! – ouviu-se uma mulher chamar – Anda cá baixo por favor.

- Já vou mãe! – respondeu a rapariga levantando-se e abandonando o quarto.

Percorreu apressadamente o corredor e desceu as escadas num passo rápido, semelhante a corrida. Os seus cabelos esvoaçavam enquanto caminhava. Correu até à cozinha onde se encontrava uma mulher com cabelos castanhos, mas muito mais escuros que os seus.

- O teu lanche está pronto. – disse a mãe voltando-se.

Um enorme sorriso nasceu na cara da rapariga que se apressou a sentar na mesa, esperando ansiosamente por mais um maravilhoso lanche preparado pela sua mãe.

A meio da pequena refeição, pôs a comida um pouco de lado. Levou as mãos ao seu peito, repousando-as em cima de um fio de prata de onde pendia a figura de uma fada com olhos verdes. Levada pela curiosidade que aquele fio lhe transmitia, perguntou à mãe:

- Mãe, de quem era este colar?

- De uma pessoa muito especial que tu não conheces mas que daqui a uns ano ouvirás falar. – respondeu-lhe a mãe, de costas para ela, enquanto limpava o balcão da cozinha.

- E porque é que não está com essa pessoa e está comigo? – insistiu a pequena rapariga.

A mãe suspirou e sentou-se na cadeira ao lado de Liana.

- Essa pessoa morreu e agora esse colar é teu. – respondeu-lhe com um pequeno e meigo sorriso – Cuida bem dele, nunca te afastes dele. Um dia ele poderá ser a salvação de muitas pessoas e se calhar, até mesmo a tua!

***

Levou a mão à figura da pequena fada, ao seu talismã. Agora compreendia as palavras da sua mãe. Agora sabia… Os seus pais sempre souberam a sua verdadeira identidade, sabiam que um dia ela seria levada para o mundo onde nascera e onde realmente pertencia. Agora compreendia o porquê daquelas palavras que a mãe lhe havia dito na última noite em que estivera no mundo “real”.

Dirigiu-se para o interior do palácio. Os seus passos eram lentos mas firmes.

O dia passou de uma forma calma, sem correrias ou pressões. O treino daquela tarde havia sido bastante leve.

Amanhã voltaremos a treinar este feitiço. Ainda não o consegues dominar na perfeição, apesar da tua determinação e persistência. Amanhã espero que venhas mais concentrada.”

Aquelas palavras ainda ecoavam na sua mente, enquanto observava o tecto do quarto, deitada na sua cama. Estivera realmente desconcentrada durante o treino. As recordações que lhe invadiam a mente sem qualquer aviso e a qualquer hora estavam a tirar-lhe todas a concentração. As imagens de momentos que passara com as pessoas que mais amava, mesmo aquelas de que julgava já não lembrar-se, estavam final bem vivas na sua mente, aumentando a saudade que sentia das pessoas que deixara no mundo onde crescera.

Era já noite. As estrelas brilhavam no céu escuro e o luar que imanava a bela lua cheia que habitava aquele céu, iluminava o Mundo Paralelo transmitindo paz e tranquilidade aos seus habitantes.

Liana tomou um banho e deitou-se, adormecendo logo de seguida. O seu sono foi perturbado por estranho sonho, mas não o mesmo sonho que todas as noites, desde à muito tempo, a angustiavam, era um sonho diferente.

***

Era final de tarde. O céu tinha um tom um pouco laranja, fugindo por vezes ao dourado, provocado pelo pôr-do-sol.

A fraca luz, mas quente, que entrava pelo quarto embalava o pequeno bebé que dormia pacificamente no berço.

Uma mulher de cabelos castanhos, bastante compridos e ondulados aproximou-se do berço e espreitou para o seu interior. Um enorme sorriso iluminou a sua cara.

Um enorme estrondo ouviu-se, oriundo da entrada da casa. Um pressentimento apoderou-se da mulher que pegou rapidamente no bebé, que agora chorava devido ao barulho com que acordara. Saiu do quarto a correr e dirigiu-se para a cozinha, tentando chegar à porta dos fundos, que dava para o jardim das traseiras. Enquanto percorria esse caminho conseguia ouvir o barulho provocado pela destruição feito por alguém.

Estava próxima da porta das traseiras quando uma estranha figura lhe aparece subitamente à frente.

O homem tinha cabelos castanhos-claros, os seus olhos eram de um azul gélido, que provocavam arrepios a quem quer que olhasse para eles. Estava vestido com vestes negras, a sua capa preta, com verso roxo, ondulava no ar.

- Onda é que pensa que vai com essa pequena fada? – pergunta irónica à mulher.

- Por favor, não faça mal à minha filha. É tudo o que lhe peço, não peço mais nada! – suplicou a mulher.

- És patética, Marina. A tua filha não pode viver, é um empecilho para mim. Se me entregares a Liana e o talismã poderás viver. Que me dizes? – propõe o homem com um sorriso irónico.

- Prefiro a minha morte a ter de entregar a minha filha a um elfo como tu! – grita Marina.

As expressões do homem mudaram, não tinha gostado da resposta e muito menos de ser enfrentado daquela maneira. Uma esfera negra formou-se na sua mão direita. Sem aviso e piedade atirou-a na direcção da pequena criança.

Marina apercebeu-se da trajectória que a esfera levava. Virou-se rapidamente, sendo atingida nas costas. Caiu no chão, morta, após salvar a sua filha da morte certa.
#272
meus deus rapariga, kanto romantismo para aí foi! adorei!!!
aquela cena entre o Sérgio e a Liana... rulaaaaa...
pobrezinha da mãe da Liana. Aquilo ñ é um elfo! É um mauzão !!! loool
#273
oh...um enorme sorriso esta tambem na minha cara depois de ver que ha um capitulo novo!!!

oh...aquele inicio deixou.me Surprised.o: Surprised.o: ...
a preocupaçao de Sergio, a forma carinhosa como trata Liana, a maneira como a percebe e apoia....lindo!! a parte da conversa deles foi simplesmente fantastica, tanto pela maneira como escreveste e transmitiste tao bem os sentimentos dos dois, como tambem pela propria cena em si...a intimidade entre os dois cresce cada vez mais!! Very Happy

depois os sonhos e pensamentos de Liana, coitada..imagino como se sente, longe de tudo o que conhecia, de todas as pessoas que eram importantes para si, num mundo completamente novo...
e os sonhos que a perseguem...
o sonho com a sua mae adoptiva...como ela sempre soube o destino de Liana...bem bonito...gostei imenso..
bom mas este ultimo foi demais, e permitiu-nos saber mais sobre a verdadeira identidade de Liana e a sua mae verdadeira...foi bem triste quando ela teve q se sacrificar pela filha...

ai ainda agr li um capitulo e so ja me apetece ler mais e mais da tua maravilhosa historia...
parabens Likinhas (desculpa pela troca..lol..ainda estava com a fic na cabeça...)
*me oferece um ovo kinder*



"jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Entao cuidado, o gang anda rondando"
...............
Fic: "Sailor Moon- o último suspiro"
#274
arika muito obrigada pelo teu comentário! História sem romantismo não tem piada! Matreiro



neptune Surprised.o:
Como de costume os teus comentários deixam-me com um grande sorriso!
Fico contente por teres gostado. Fiquei com medo que não gostassem
porque foi a primeira vez que inseri tantos flashbacks num capitulo!

neptune escreveu:ai ainda agr li um capitulo e so ja me apetece ler mais e mais da tua maravilhosa historia...
parabens Liana!
*me oferece um ovo kinder*

Por acaso o meu nome é parecido mas leva mais um -li! Matreiro (Liliana)

Mais uma vez muito obrigado pelo teu comentário!
#276
*.*Adoro a tua fic!Estava a lê-la no SailorMermaid*lá sou a Caren*,mas como deixaste de postar,vim aqui ler x)
*w*Escreves extremamente bem!O modo como descreves as coisas..parece que estou mesmo a ver o castelo,a Liana,os treinos..
^^Posta rápido,yokai?

E parabéns pela fic!^.~
#277
Baby Doll muito obrigada!

Michiru , Caren *.*
Muito obrigada pelos elogios.
E não deixei de publicar no Sailor Mermaid, digamos que está um pouco mais atrazada porque comecei a publicar lá um pouco mais tarde do que aqui!
#278
Bem, já tinha lido ontem, mas só comento hoje porque já era muito tarde. Matreiro
Está muito bom, como sempre. Adorei a descrição da conversa entre a Liana e o Sérgio (oh god, gostava era de estar no lugar dela! x'D).
Só que essa última parte fez-me lembrar Harry Potter... Nem sei porquê, mas imaginei a cena tal e qual a Lily Potter a proteger o Harry do Voldemort. :xd3:
Continua! Embaracoso
#279
Muito obrigada Kristea!

Só que essa última parte fez-me lembrar Harry
Potter... Nem sei porquê, mas imaginei a cena tal e qual a Lily Potter
a proteger o Harry do Voldemort. :xd3:

Agora que falas nisso... Mas na altura nem me aprecebi! Matreiro Foi o que me saiu enquanto escrevia :Matreiro:
#280
Este capítulo trouxe realmente muitos flashbacks, tal como gosto! Embaracoso

Em primeiro lugar, aquele Sérgio, como sempre, muito querido para com a Liana! Mas, amizade, senhora Likinhas e Sérgio? Ai, ai! Não nos enganam! Razz

De qualquer dos modos, é bom ver que a Liana retomou a sua alegria normal, o sorriso quente e doce que gosto de imaginar. O ambiente no castelo parece muito familiar, é giro que seja assim Smile

Aquela memória da Liana da mãe e do seu fio, para além de mostrar como em criança já detinha aquele olhar belo e penetrante, ajudou a compreender que a mãe há muito já sabia que a Liana era uma fada e que um dia teria de regressar ao seu mundo. Gostei da forma como ela se lembrou, através da caixa de música (adoro caixas de música! Embaracoso). Mas foi sobretudo a última memória que transmitiu a maior das revelações! A mãe da Liana parece ser tão querida quanto ela, e fez aquilo para a proteger... Por acaso, considerei essa hipótese, mas não me lembrei do Harry Potter Razz O amor maternal é assim mesmo, e a mãe da Liana devia adorá-la, realmente.

Mais uma vez, revelaste um desenvolvimento na escrita, estou a gostar bastante do rumo dela e da história. Está a ficar mesmo interessante! A cada capítulo que passa fico mais curiosa por saber o que vai acontecer a seguir, e as descrições daquele mundo (nomeadamente neste capítulo, do entardecer) fazem com que o imagine tão bem. E gosto mesmo deste Mundo Paralelo Embaracoso

*dá um ovo Kinder à Likinhas pelo capítulo* Já estava ansiosa para ler! Agora fico à espera de mais Very Happy Não queres dar umas pistas? Wink

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