Os três talismãs
OMG 
Vocês matam-me de tanto rir!
Quanto a Sérgio... *entraga um Sérgio a cada uma* :
:
Quanto a novo capitulo... Ainda só escrevi duas páginas! :xd3:
A imaginação não tem sido muita e a setora de história não ajuda! (mistura explosiva LOL)
Assim que tiver alguma coisa de jeito posto, prometo!
EDIT: AAAHHH! mim detetou erro lamentável!
Uma das sacerdotisas t~em o mesmo nome que a "mãe" da Liana!
Repeti um nome!! BUAAH!

Vocês matam-me de tanto rir!
Quanto a Sérgio... *entraga um Sérgio a cada uma* :
:Quanto a novo capitulo... Ainda só escrevi duas páginas! :xd3:
A imaginação não tem sido muita e a setora de história não ajuda! (mistura explosiva LOL)
Assim que tiver alguma coisa de jeito posto, prometo!

EDIT: AAAHHH! mim detetou erro lamentável!

Uma das sacerdotisas t~em o mesmo nome que a "mãe" da Liana!
Repeti um nome!! BUAAH!

Primeiro que tudo: não me matem por estar pequeno xD
Como já passou muito tempo desde que postei o último capítulo achei que deveria postar a primeira parte do 6º capitulo, assim só para evitar que alguém se torne perigoso por estas bandas! xD
Mesmo sendo pequeno espero que gostem!
Prometo que ponho o resto no fim de semana!
_________________________________________________
Capitulo 6
Companheiras de batalha (parte I)
Os dias passavam e os treinos eram cada vez mais duros. Em contra partida, as três fadas evoluíam a olhos vistos.
- Concentra-te mais Liana. – recomenda Clara.
Liana fechou os olhos com mais força. “Eu não vou desistir!” As raízes começaram a mexer-se, emergindo da terra e ondulando no ar.
- Muito bem! – diz Clara com um grande sorriso nos lábios. – És perseverante e isso é bom.
- Obrigada! – agradece Liana
Clara afastou-se, deixando Liana a treinar mais um pouco. Dirigiu-se a Mariana que estava um pouco mais à frente.
Um anel de fogo rodeava-a. Gotas de suor corriam pelo seu rosto devido ao calor que as labaredas libertavam. Respirava com alguma dificuldade. Estava a ser difícil para ela controlar aquele fogo mágico.
- Até agora tens treinado com fogo natural. – diz Clara – Mas também tens de estar preparada para enfrentar fogo mágico. Concentra-te ao máximo. Se queres sair do meio desse círculo e livrar-te do calor infernal que aí está terás de te esforçar mais!
Mariana não disse nada, limitou-se a respirar fundo, tentando recuperar forças. Estava ali à duas horas e ainda não tinha conseguido extinguir o fogo. Não iria desistir assim tão facilmente.
Fechou os olhos, concentrando-se. O talismã que trazia ao seu pescoço brilhou e as suas asas ficaram um pouco mais brilhantes. Abriu os braços, esticando-os para os lados. Num ápice, voltou a fechá-los e o fogo desapareceu. Um pequeno sorriso nasceu no seu rosto.
- A perseverança é o truque para uma fada sem experiência, nunca te esqueças disso! – diz Clara.
Ana estava à beira de um lago com Odete, bastante afastada das outras duas fadas.
O lago era extenso, as suas águas límpidas brilhavam.
Ana estava dentro de água, no centro do lago. A água batia-lhe pelos joelhos. Os seus olhos estavam fechados. Respirava calmamente, apreciando o ar puro do local.
Odete observa-a da margem.
- Tens de estar em perfeita sintonia com a água, perceber os seus movimentos mais vagarosos e imperceptíveis á vista. – dizia-lhe ela – Concentra-te e descobre a verdadeira força deste elemento.
Ana respirou fundo e esticou mais o corpo. O seu talismã brilhou. A água que estava perto dela começou a rodopiar e aos poucos foi-se erguendo. Uma parede de água rodeou-a.
Odete juntou as mãos e formou uma pequena esfera de energia prateada que atirou contra a parede de água. A esfera atravessou-a. Ouviu-se um grito. A parede desapareceu.
Ana caiu nas águas do lago. Com alguma dificuldade conseguiu sentar-se. Eram visíveis os vários arranhões que se espalhavam pelo seu corpo assim como algumas pequenas nódoas negras. Respirava com dificuldade.
- Ainda não conseguiste. Apesar de conseguires criar a barreira mais rapidamente ela continua fina e a ser apenas água. – diz Odete – Assim a água nunca te protegerá nem te reconhecerá como sua “senhora”. Tens de juntar a tua magia à barreira. Agora levanta-te. Vamos tentar de novo.
Com alguma dificuldade, Ana conseguiu levantar-se. Sentia o corpo dorido e pesado. Fechou os olhos e endireitou o corpo. Esta decidida a conseguir daquela vez.
Estavam naquilo acerca de duas horas. Ana já tinha repetido diversas vezes aquele exercício mas sempre sem sucesso.
O talismã voltou a brilhar e de novo a água se ergueu. Mas, desta vez, a barreira estava diferente… Tinha adquirido um pequeno brilho.
Um enorme sorriso se formou no rosto de Odete. A esfera de energia voltou a aparecer nas suas mãos e ela de novo a atirou em direcção à barreira.
A esfera atravessou a água mas não se ouviram gritos. A esfera tinha sido absorvida pela água! A barreira desapareceu, fazendo com que a água voltasse ao seu local de origem. Ana permanecia de olhos fechados, corpo direito.
- Muito bem! – diz Odete com um sorriso de orelha a orelha – Vamos repetir mais uma ou duas vezes.
As horas continuavam a passar. Os relógios não paravam. O tempo não dava tréguas.
Treinaram durante todo o dia.
Assim que entrou no quarto, deixou-se cair pesadamente na cama. Tinha o corpo dorido. Sentia as pernas dormentes e o cansaço a invadir o seu corpo. Fechou os olhos e acabou por adormecer profundamente.
Sérgio bateu á porta do quarto. Do outro lado o silêncio manteve-se. Voltou a bater e de novo ninguém respondeu. Abriu-a com cuidado e com o olhar inspeccionou o quarto.
Liana dormia profundamente em cima da cama. Parecia cansada, por isso, resolveu não acordá-la. Fechou a porta e desceu as escadas. Percorreu o corredor e, abrindo a porta, entrou na sala.
Estavam todos sentados à mesa. Uma bela refeição esperava-o.
- A Liana? – perguntou Mariana ao ver que ele vinha sozinho.
- Ela adormeceu. – responde ele – Estava a dormir tão profundamente e parecia tão cansada que preferi não acordá-la!
- Fizes-te bem! – diz a Rainha – Deixemo-la dormir. Eu peço para que mais tarde levem alguma coisa para ela comer. Agora comamos nós!
Passaram aproximadamente duas horas.
Lentamente, Liana foi abrindo os olhos. Sentou-se na cama e espreguiçou-se. Rodou a cabeça fazendo estalar um pouco o pescoço.
Ainda sentia o corpo dorido e cansado. Doía-lhe os braços devido ao imenso tempo que tinham estado elevados enquanto ela treinava os seus poderes. Tinha algumas nódoas e negras e arranhões provocados pelo embate das raízes das árvores, quando ela perdia o controlo sobre elas.
Levantou-se com alguma dificuldade. Olhou para o tocador. Reparou no tabuleiro com comido que lá estava mas ignorou-o e continuou o seu caminho em direcção à casa de banho.
Era uma casa de banho ampla. Os azulejos brancos, com alguns raios verdes, brilhavam quando tocados pela luz. O Chão de tijoleira bege estava incrivelmente limpo, sem uma única partícula de pó. No fundo da divisão estava uma enorme banheira para a qual Liana se dirigiu.
Colocou a mão sobre uma das duas torneiras douradas e rodou-a. A água começou a encher a banheira, deitando um fiozinho de fumo.
Liana despiu-se. Fechou a torneira e entrou na banheira. A água quente cobriu todo o seu corpo deixando apenas a cabeça à superfície.
Sentiu uma sensação de bem-estar por todo o corpo. Finalmente conseguia relaxar um pouco.
Deixou-se escorregar um pouco. Deitou a cabeça um pouco mais para trás molhando os cabelos que deixaram o seu belo ondulado para se tornarem lisos.
Deixou-se estar mais um pouco e só depois saiu da banheira. Envolveu uma toalha verde clara no seu corpo e dirigiu-se de novo para o quarto.
Enxugou-se. Vestiu uma leve e curta camisa de noite e deitou-se, sem tocar na comida que estava no tabuleiro, em cima do tocador.
Acabou por voltar a adormecer rapidamente, mas algo impedia que ela tivesse um sono descansado.
Deu várias voltas debaixo dos lençóis. Suor começou a escorrer-lhe pelo rosto. A sua respiração tornou-se pesada e acelerada.
- Não! – gritou ela acordando de repente.
As lágrimas começaram a cair dos seus olhos, correndo pela sua face e acabado por cair nas suas mãos que seguravam com força o lençol.
Desta vez não eram as imagens desfocadas de antes que lhe invadiam a mente mas sim imagens nítidas, onde nenhum pormenor escapava.
Respirou fundo e voltou a deitar-se. Tentou adormecer mas sempre que o fazia aquelas imagens assaltavam a sua mente fazendo-a abrir os olhos rapidamente.
****
Os raios de sol entraram no quarto, pela janela com a cortina corrida. Bateram na sua cara aquecendo-o.
Sérgio serrou os olhos com força e, voltando-se para o lado, abriu-os lentamente.
O quarto era amplo. A janela por onde entravam os calorosos raios de sol estava adornada por uma cortina bege que se encontrava corrida. A cama de casal, que estava no meio do quarto, era coberta por um edredão bege. Múltiplas almofadas castanhas, que provavelmente adornaram a cama na noite anterior, estavam no chão, ao lado da cama. A mobília que enchia o quarto era de madeira escura.
Levantou-se e entrou numa pequena porta que dava acesso para a casa de banho. Saiu enrolado numa toalha branca.
Vestiu umas calças castanhas e uma camisa branca.
Após calçar umas botas castanhas escuras, saiu do quarto e percorreu o corredor.
Como já passou muito tempo desde que postei o último capítulo achei que deveria postar a primeira parte do 6º capitulo, assim só para evitar que alguém se torne perigoso por estas bandas! xD
Mesmo sendo pequeno espero que gostem!
Prometo que ponho o resto no fim de semana!
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Capitulo 6
Companheiras de batalha (parte I)
Os dias passavam e os treinos eram cada vez mais duros. Em contra partida, as três fadas evoluíam a olhos vistos.
- Concentra-te mais Liana. – recomenda Clara.
Liana fechou os olhos com mais força. “Eu não vou desistir!” As raízes começaram a mexer-se, emergindo da terra e ondulando no ar.
- Muito bem! – diz Clara com um grande sorriso nos lábios. – És perseverante e isso é bom.
- Obrigada! – agradece Liana
Clara afastou-se, deixando Liana a treinar mais um pouco. Dirigiu-se a Mariana que estava um pouco mais à frente.
Um anel de fogo rodeava-a. Gotas de suor corriam pelo seu rosto devido ao calor que as labaredas libertavam. Respirava com alguma dificuldade. Estava a ser difícil para ela controlar aquele fogo mágico.
- Até agora tens treinado com fogo natural. – diz Clara – Mas também tens de estar preparada para enfrentar fogo mágico. Concentra-te ao máximo. Se queres sair do meio desse círculo e livrar-te do calor infernal que aí está terás de te esforçar mais!
Mariana não disse nada, limitou-se a respirar fundo, tentando recuperar forças. Estava ali à duas horas e ainda não tinha conseguido extinguir o fogo. Não iria desistir assim tão facilmente.
Fechou os olhos, concentrando-se. O talismã que trazia ao seu pescoço brilhou e as suas asas ficaram um pouco mais brilhantes. Abriu os braços, esticando-os para os lados. Num ápice, voltou a fechá-los e o fogo desapareceu. Um pequeno sorriso nasceu no seu rosto.
- A perseverança é o truque para uma fada sem experiência, nunca te esqueças disso! – diz Clara.
Ana estava à beira de um lago com Odete, bastante afastada das outras duas fadas.
O lago era extenso, as suas águas límpidas brilhavam.
Ana estava dentro de água, no centro do lago. A água batia-lhe pelos joelhos. Os seus olhos estavam fechados. Respirava calmamente, apreciando o ar puro do local.
Odete observa-a da margem.
- Tens de estar em perfeita sintonia com a água, perceber os seus movimentos mais vagarosos e imperceptíveis á vista. – dizia-lhe ela – Concentra-te e descobre a verdadeira força deste elemento.
Ana respirou fundo e esticou mais o corpo. O seu talismã brilhou. A água que estava perto dela começou a rodopiar e aos poucos foi-se erguendo. Uma parede de água rodeou-a.
Odete juntou as mãos e formou uma pequena esfera de energia prateada que atirou contra a parede de água. A esfera atravessou-a. Ouviu-se um grito. A parede desapareceu.
Ana caiu nas águas do lago. Com alguma dificuldade conseguiu sentar-se. Eram visíveis os vários arranhões que se espalhavam pelo seu corpo assim como algumas pequenas nódoas negras. Respirava com dificuldade.
- Ainda não conseguiste. Apesar de conseguires criar a barreira mais rapidamente ela continua fina e a ser apenas água. – diz Odete – Assim a água nunca te protegerá nem te reconhecerá como sua “senhora”. Tens de juntar a tua magia à barreira. Agora levanta-te. Vamos tentar de novo.
Com alguma dificuldade, Ana conseguiu levantar-se. Sentia o corpo dorido e pesado. Fechou os olhos e endireitou o corpo. Esta decidida a conseguir daquela vez.
Estavam naquilo acerca de duas horas. Ana já tinha repetido diversas vezes aquele exercício mas sempre sem sucesso.
O talismã voltou a brilhar e de novo a água se ergueu. Mas, desta vez, a barreira estava diferente… Tinha adquirido um pequeno brilho.
Um enorme sorriso se formou no rosto de Odete. A esfera de energia voltou a aparecer nas suas mãos e ela de novo a atirou em direcção à barreira.
A esfera atravessou a água mas não se ouviram gritos. A esfera tinha sido absorvida pela água! A barreira desapareceu, fazendo com que a água voltasse ao seu local de origem. Ana permanecia de olhos fechados, corpo direito.
- Muito bem! – diz Odete com um sorriso de orelha a orelha – Vamos repetir mais uma ou duas vezes.
As horas continuavam a passar. Os relógios não paravam. O tempo não dava tréguas.
Treinaram durante todo o dia.
Assim que entrou no quarto, deixou-se cair pesadamente na cama. Tinha o corpo dorido. Sentia as pernas dormentes e o cansaço a invadir o seu corpo. Fechou os olhos e acabou por adormecer profundamente.
Sérgio bateu á porta do quarto. Do outro lado o silêncio manteve-se. Voltou a bater e de novo ninguém respondeu. Abriu-a com cuidado e com o olhar inspeccionou o quarto.
Liana dormia profundamente em cima da cama. Parecia cansada, por isso, resolveu não acordá-la. Fechou a porta e desceu as escadas. Percorreu o corredor e, abrindo a porta, entrou na sala.
Estavam todos sentados à mesa. Uma bela refeição esperava-o.
- A Liana? – perguntou Mariana ao ver que ele vinha sozinho.
- Ela adormeceu. – responde ele – Estava a dormir tão profundamente e parecia tão cansada que preferi não acordá-la!
- Fizes-te bem! – diz a Rainha – Deixemo-la dormir. Eu peço para que mais tarde levem alguma coisa para ela comer. Agora comamos nós!
Passaram aproximadamente duas horas.
Lentamente, Liana foi abrindo os olhos. Sentou-se na cama e espreguiçou-se. Rodou a cabeça fazendo estalar um pouco o pescoço.
Ainda sentia o corpo dorido e cansado. Doía-lhe os braços devido ao imenso tempo que tinham estado elevados enquanto ela treinava os seus poderes. Tinha algumas nódoas e negras e arranhões provocados pelo embate das raízes das árvores, quando ela perdia o controlo sobre elas.
Levantou-se com alguma dificuldade. Olhou para o tocador. Reparou no tabuleiro com comido que lá estava mas ignorou-o e continuou o seu caminho em direcção à casa de banho.
Era uma casa de banho ampla. Os azulejos brancos, com alguns raios verdes, brilhavam quando tocados pela luz. O Chão de tijoleira bege estava incrivelmente limpo, sem uma única partícula de pó. No fundo da divisão estava uma enorme banheira para a qual Liana se dirigiu.
Colocou a mão sobre uma das duas torneiras douradas e rodou-a. A água começou a encher a banheira, deitando um fiozinho de fumo.
Liana despiu-se. Fechou a torneira e entrou na banheira. A água quente cobriu todo o seu corpo deixando apenas a cabeça à superfície.
Sentiu uma sensação de bem-estar por todo o corpo. Finalmente conseguia relaxar um pouco.
Deixou-se escorregar um pouco. Deitou a cabeça um pouco mais para trás molhando os cabelos que deixaram o seu belo ondulado para se tornarem lisos.
Deixou-se estar mais um pouco e só depois saiu da banheira. Envolveu uma toalha verde clara no seu corpo e dirigiu-se de novo para o quarto.
Enxugou-se. Vestiu uma leve e curta camisa de noite e deitou-se, sem tocar na comida que estava no tabuleiro, em cima do tocador.
Acabou por voltar a adormecer rapidamente, mas algo impedia que ela tivesse um sono descansado.
Deu várias voltas debaixo dos lençóis. Suor começou a escorrer-lhe pelo rosto. A sua respiração tornou-se pesada e acelerada.
- Não! – gritou ela acordando de repente.
As lágrimas começaram a cair dos seus olhos, correndo pela sua face e acabado por cair nas suas mãos que seguravam com força o lençol.
Desta vez não eram as imagens desfocadas de antes que lhe invadiam a mente mas sim imagens nítidas, onde nenhum pormenor escapava.
Respirou fundo e voltou a deitar-se. Tentou adormecer mas sempre que o fazia aquelas imagens assaltavam a sua mente fazendo-a abrir os olhos rapidamente.
****
Os raios de sol entraram no quarto, pela janela com a cortina corrida. Bateram na sua cara aquecendo-o.
Sérgio serrou os olhos com força e, voltando-se para o lado, abriu-os lentamente.
O quarto era amplo. A janela por onde entravam os calorosos raios de sol estava adornada por uma cortina bege que se encontrava corrida. A cama de casal, que estava no meio do quarto, era coberta por um edredão bege. Múltiplas almofadas castanhas, que provavelmente adornaram a cama na noite anterior, estavam no chão, ao lado da cama. A mobília que enchia o quarto era de madeira escura.
Levantou-se e entrou numa pequena porta que dava acesso para a casa de banho. Saiu enrolado numa toalha branca.
Vestiu umas calças castanhas e uma camisa branca.
Após calçar umas botas castanhas escuras, saiu do quarto e percorreu o corredor.
Fiquei surpreendida quando vi este capítulo aqui! Que boa surpresa! ^__^
Parece que as fadas já conseguem controlar melhor os seus poderes, embora a Ana ainda tivesse alguma dificuldade em fazê-lo. Gostei muito das descrições dos poderes destas e de cada particularidade destes. Mais uma vez, fui capaz de ver tudo com muita clareza, principalmente a barreira de água que tão bem descreveste!
Ah, não posso deixar de dizer também que, como já tem sido habitual, estás a escrever de uma forma cada vez melhor e mais apelativa!
A Liana parecia mesmo cansada, e até eu senti os meus membros a descontrair quando descreveste aquele banho relaxante... Que sorte, a da Liana!
E, depois, o Sérgio, sempre atencioso com ela! *ouve muitos suspiros de quem está a ler* E o sonho da Liana? Agora ela consegue ver com mais clareza... Será que é porque algo se está a aproximar?
Mal posso esperar pela segunda parte, já que, como terminaste ali, fizeste com que ficasse ainda mais curiosa!
*dá um ovo Kinder à Likinhas e um lírio branco pela primeira parte do capítulo* Fico ansiosamente à espera do próximo
Parece que as fadas já conseguem controlar melhor os seus poderes, embora a Ana ainda tivesse alguma dificuldade em fazê-lo. Gostei muito das descrições dos poderes destas e de cada particularidade destes. Mais uma vez, fui capaz de ver tudo com muita clareza, principalmente a barreira de água que tão bem descreveste!
Ah, não posso deixar de dizer também que, como já tem sido habitual, estás a escrever de uma forma cada vez melhor e mais apelativa!

A Liana parecia mesmo cansada, e até eu senti os meus membros a descontrair quando descreveste aquele banho relaxante... Que sorte, a da Liana!
E, depois, o Sérgio, sempre atencioso com ela! *ouve muitos suspiros de quem está a ler* E o sonho da Liana? Agora ela consegue ver com mais clareza... Será que é porque algo se está a aproximar?Mal posso esperar pela segunda parte, já que, como terminaste ali, fizeste com que ficasse ainda mais curiosa!
*dá um ovo Kinder à Likinhas e um lírio branco pela primeira parte do capítulo* Fico ansiosamente à espera do próximo

Kaoru
.o:
É sempre tão bom ler os teus comentários!!
Tenho feito os possíveis para melhorar a minha escrita.
Fico contente por teres gostado, por teres conseguido visualizado tão bem as cenas deste capítulo!
*ri-se por causa dos suspiros*
OMG
Pode ser que ele ainda fique mais atencioso! :
:
*aceito o kinder e o lírio*
Apesar de não ser a minha flor preferida (por acaso é a orquidia, branquinha e matizada com rosa
) adoro lírios. Se calhar por o meu nome significar isso mesmo! 
.o:É sempre tão bom ler os teus comentários!!
Tenho feito os possíveis para melhorar a minha escrita.
Fico contente por teres gostado, por teres conseguido visualizado tão bem as cenas deste capítulo!
*ri-se por causa dos suspiros*
OMG

Pode ser que ele ainda fique mais atencioso! :
:*aceito o kinder e o lírio*
Apesar de não ser a minha flor preferida (por acaso é a orquidia, branquinha e matizada com rosa
) adoro lírios. Se calhar por o meu nome significar isso mesmo! 
Well .. Well .. Well .. . Congratulations! 
These last two chapters, were without doubt the best that you already write ..
Your writing improves by the day ..
These chapters were full of power and emotion ..
I Loved ..
I am anxious for the next chapter and is news ..
Please continue with your good work..
PS - desculpa lá tar tudo em inglês, mas alguém tem de servir de cobaia, para eu testar o meu inglês..
se precisares que te traduza alguma coisa avisa..

These last two chapters, were without doubt the best that you already write ..

Your writing improves by the day ..
These chapters were full of power and emotion ..
I Loved ..

I am anxious for the next chapter and is news ..

Please continue with your good work..

PS - desculpa lá tar tudo em inglês, mas alguém tem de servir de cobaia, para eu testar o meu inglês..
se precisares que te traduza alguma coisa avisa..



Jovems escritores, não resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando!
Eu.. pus um inglês relativamente simples, mas mesmo assim podias ter algumas duvidas.. acho que a partir de agora vou comentar sempre em inglês, para que eu e tu nos habitue-mos ao inglês.. para ver se melhoro nas notas..
Ready to be tortured? :
:
From now, the coments will be always this way ..
Ready to be tortured? :
:From now, the coments will be always this way ..




Jovems escritores, não resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando!
Tens de entrar para responderes neste tópico.


Eu é que já estava a especular demasiado :
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Escolhe o motivo da denúncia e acrescenta mais contexto se necessário.