Nas asas de um anjo
Oki... apareci sem capitulo novo... OMG... vao-me esfolar viva... xD
Peco imensas desculpas mas e k tenho tido testes nestes ultimos dias (raios partam os testes... xD) e tenho andado a estudar... xD
Mas prometo por no fim de semana ou um pouco amanha... xD
*mim arranja um buraco na areia e esconde a cabeca como se fosse uma avestruz... xD*
Peco imensas desculpas mas e k tenho tido testes nestes ultimos dias (raios partam os testes... xD) e tenho andado a estudar... xD
Mas prometo por no fim de semana ou um pouco amanha... xD
*mim arranja um buraco na areia e esconde a cabeca como se fosse uma avestruz... xD*
"To be alive is to be loved. That's what my heart whispers to me"

Gostas de anjos? E de vampiros tambem? ----> Nas asas de um anjo

Gostas de anjos? E de vampiros tambem? ----> Nas asas de um anjo
Icy_Angel escreveu:Oki... apareci sem capitulo novo... OMG... vao-me esfolar viva...
Peco imensas desculpas mas e k tenho tido testes nestes ultimos dias (raios partam os testes...) e tenho andado a estudar...
Mas prometo por no fim de semana ou um pouco amanha...
*mim arranja um buraco na areia e esconde a cabeca como se fosse uma avestruz...*
não prometo que não te esfolo viva, boa sorte para os testes e vem com inspiração para escrever mais.Se queiseres vai ver a minha fic e comenta!
Obrigada rmmr111 
Bem... aqui vai um pequena... pequenissima parte do capitulo... xD
Capítulo 9 – O anjo da masmorra (parte 4)
Arya sentia um calor em si. Também sentia pequenos calafrios. Quando abriu os olhos, estava em pé, diante do portão principal do Palácio Imperial. Nunca mais estivera ali desde o dia do seu suposto casamento. Foi aí que a imagem de Césio apareceu na sua mente. O Césio a correr atrás dela. O Césio a oferecer-lhe um lindo ramo de orquídeas brancas. O Césio a beijar-lhe.
Abanou a cabeça para retirar aqueles pensamentos absurdos. Cross viu o nervosismo dela crescer e apertou-lhe os finos dedos. – Vai correr tudo bem. Prometo. Tenho algo para te dizer quando voltarmos para casa, por isso vai correr tudo bem.
Arya dirigiu-lhe um sorriso. Olhou para os dois enormes portões e achou estranho não haver nenhum guarda. Eram dois grandes portões prateados, com tons verdes devido ao musgo que crescia. As paredes continuavam brancas como cal. Não transmitiam nenhuma sensação. Eram simples paredes feias.
- Gosto muito de ti Cross. – Murmurou Arya.
Cross encostou-se a Arya e sussurrou-lhe aos ouvidos. – Eu também. Por isso é que vamos voltar juntos.
Sai deu um passo em frente e bateu com o seu bastão no chão, o que fez com que os portões abrissem, revelando dois caminhos, um para a direita e outro para a esquerda.
- Por onde vamos? – Perguntava Sei a Arya.
- O caminho para a esquerda leva às masmorras. É onde os prisioneiros estão. – A imagem de homens a gritar e sons de chicotes assombravam a sua mente fazendo-a arrepiar. – O caminho da direita leva ao salão principal. É onde está… onde está o Lust. – O simples nome dele era pior do que ouvir torturas nas masmorras.
- Eu e o Sei vamos libertar os prisioneiros e a mulher que ouviste. Se tivermos sorte, não iremos ter dificuldades nem encontros indesejados. Tu e o Cross vão recuperar a Esfera. Arya, tem muito cuidado. Nós sabemos o que nos espera. – Os olhos de Sai revelavam preocupação.
Cross pôs uma mão no ombro de Arya. – Vamos despachar isto. Vai ser fácil. Reunimos aqui depois de acabarmos as nossas tarefas. Vamos entrar todos juntos e sair todos juntos. – Tentava fazer com que o seu tom de voz fosse o mais calmo possível.
Acenaram todos que sim. Entraram logo de seguida. Os dois irmãos para a esquerda e Arya e o Cross para a direita.
_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_
- Já entraram. – Lust agitava o cálice de vinho que tinha nas mãos enquanto observava o filho a percorrer o salão de uma ponta a outra.
- Como é que sabes pai? Tens mesmo a certeza? – Césio estava cada vez mais nervoso.
- Não me questiones. Sei o que digo. A tua querida mulher e o Cross vêm na nossa direcção, enquanto os outros dois estão a brincar às escondidas. – Pousou o cálice com bastante força, fazendo o tampo da mesa de vidro que estava ao seu lado rachasse.
- Mais dois? Como é que vamos lidar com eles? – Césio sacudia o cabelo. Era um tique que tinha quando estava nervoso.
Lust fez um gesto para que Césio sentasse. – Não te preocupes com esses. Já tenho quem trate deles. Preocupa-te com Arya, a tua Arya!
Césio baixou a cabeça e não pronunciou qualquer palavra.
_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_
Sei e Sai percorriam a ala esquerda do Palácio Imperial sem encontrar resistência. As suas imagens eram reflectidas pelos enormes mosaicos pretos. Todas as portas estavam trancadas mas também não valia a pena abri-las. Sai segurava firmemente o seu bastão enquanto que Sei tinha uma corrente com uma cruz no final e a sua longa capa tapava as escamas que estavam no seu pescoço.
- Não achas que isto está a ser um bocado fácil? – Perguntava Sei à medida que descia as escadas que estavam no fundo do corredor.
- Prepara-te para uma armadilha. Este silêncio é tudo menos relaxante. – Sai segurava-se nas paredes húmidas, iluminadas por uma simples vela. O caminho escurecia em cada degrau. O chão da masmorra era molhado. Era tudo muito escuro. Só havia uma cela com luz. Luz do Sol. Todas as outras estavam completamente isoladas da luz. Mas também não havia prisioneiros. Verificaram cada cela.
- Nada. Nem tem ninguém aqui. – Sai estava a limpar as mãos no seu vestido.
- Que estranho… aqui também não há presença de qualquer aura. – Sei dirigiu-se à última cela de todas. A cela iluminada.
Para seu espanto, estava uma mulher de cabelos verde marinho soltos e com as mãos algemadas. Estava deitada sobre uma bancada de mármore antigo e tinha feridas em todo o corpo. O seu vestido tinha pequenos pingos de sangue secos mas a sua face estava perfeita, sem um arranhão ou corte. Dormia profundamente mas tinha a respiração difícil.
- Cuidado Sei!!! – Sai gritou mas era tarde demais. Um raio atingira Sei o electrocutava-o.
Sei caiu ao chão, completamente imobilizado. Sianna materializou-se à frente dele e ria-se. – Estúpidos vermes. Vieram receber a vossa morte? Não pensem que vão vencer-me desta vez. Ah ah ah!!! - Sianna estava de costas para Sei e preparava-se para atacar Sai.
- Quem é essa mulher? – Sai esticou o seu bastão. A sua esfera emitia uma luz laranja intensa.
- Interessa-te saber? Queres saber? Gostavas de saber? – Sianna estava a gozar com a cara de Sai. Deu um passo em direcção a ela e retirou uma adaga completamente igual àquela que Landon ferira Arya. Preparava para atirá-la ao coração da sua adversária quando uma corrente entrelaçou o seu braço. – O que é isto?
- Pensavas que ias matar-me com aquele simples trovão? Ingénua! – Sei estava em pé e segurava a corrente. – Sai, vai libertar aquela mulher. Eu fico aqui a brincar com esta senhora.
(continua...)

Bem... aqui vai um pequena... pequenissima parte do capitulo... xD
Capítulo 9 – O anjo da masmorra (parte 4)
Arya sentia um calor em si. Também sentia pequenos calafrios. Quando abriu os olhos, estava em pé, diante do portão principal do Palácio Imperial. Nunca mais estivera ali desde o dia do seu suposto casamento. Foi aí que a imagem de Césio apareceu na sua mente. O Césio a correr atrás dela. O Césio a oferecer-lhe um lindo ramo de orquídeas brancas. O Césio a beijar-lhe.
Abanou a cabeça para retirar aqueles pensamentos absurdos. Cross viu o nervosismo dela crescer e apertou-lhe os finos dedos. – Vai correr tudo bem. Prometo. Tenho algo para te dizer quando voltarmos para casa, por isso vai correr tudo bem.
Arya dirigiu-lhe um sorriso. Olhou para os dois enormes portões e achou estranho não haver nenhum guarda. Eram dois grandes portões prateados, com tons verdes devido ao musgo que crescia. As paredes continuavam brancas como cal. Não transmitiam nenhuma sensação. Eram simples paredes feias.
- Gosto muito de ti Cross. – Murmurou Arya.
Cross encostou-se a Arya e sussurrou-lhe aos ouvidos. – Eu também. Por isso é que vamos voltar juntos.
Sai deu um passo em frente e bateu com o seu bastão no chão, o que fez com que os portões abrissem, revelando dois caminhos, um para a direita e outro para a esquerda.
- Por onde vamos? – Perguntava Sei a Arya.
- O caminho para a esquerda leva às masmorras. É onde os prisioneiros estão. – A imagem de homens a gritar e sons de chicotes assombravam a sua mente fazendo-a arrepiar. – O caminho da direita leva ao salão principal. É onde está… onde está o Lust. – O simples nome dele era pior do que ouvir torturas nas masmorras.
- Eu e o Sei vamos libertar os prisioneiros e a mulher que ouviste. Se tivermos sorte, não iremos ter dificuldades nem encontros indesejados. Tu e o Cross vão recuperar a Esfera. Arya, tem muito cuidado. Nós sabemos o que nos espera. – Os olhos de Sai revelavam preocupação.
Cross pôs uma mão no ombro de Arya. – Vamos despachar isto. Vai ser fácil. Reunimos aqui depois de acabarmos as nossas tarefas. Vamos entrar todos juntos e sair todos juntos. – Tentava fazer com que o seu tom de voz fosse o mais calmo possível.
Acenaram todos que sim. Entraram logo de seguida. Os dois irmãos para a esquerda e Arya e o Cross para a direita.
_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_
- Já entraram. – Lust agitava o cálice de vinho que tinha nas mãos enquanto observava o filho a percorrer o salão de uma ponta a outra.
- Como é que sabes pai? Tens mesmo a certeza? – Césio estava cada vez mais nervoso.
- Não me questiones. Sei o que digo. A tua querida mulher e o Cross vêm na nossa direcção, enquanto os outros dois estão a brincar às escondidas. – Pousou o cálice com bastante força, fazendo o tampo da mesa de vidro que estava ao seu lado rachasse.
- Mais dois? Como é que vamos lidar com eles? – Césio sacudia o cabelo. Era um tique que tinha quando estava nervoso.
Lust fez um gesto para que Césio sentasse. – Não te preocupes com esses. Já tenho quem trate deles. Preocupa-te com Arya, a tua Arya!
Césio baixou a cabeça e não pronunciou qualquer palavra.
_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_
Sei e Sai percorriam a ala esquerda do Palácio Imperial sem encontrar resistência. As suas imagens eram reflectidas pelos enormes mosaicos pretos. Todas as portas estavam trancadas mas também não valia a pena abri-las. Sai segurava firmemente o seu bastão enquanto que Sei tinha uma corrente com uma cruz no final e a sua longa capa tapava as escamas que estavam no seu pescoço.
- Não achas que isto está a ser um bocado fácil? – Perguntava Sei à medida que descia as escadas que estavam no fundo do corredor.
- Prepara-te para uma armadilha. Este silêncio é tudo menos relaxante. – Sai segurava-se nas paredes húmidas, iluminadas por uma simples vela. O caminho escurecia em cada degrau. O chão da masmorra era molhado. Era tudo muito escuro. Só havia uma cela com luz. Luz do Sol. Todas as outras estavam completamente isoladas da luz. Mas também não havia prisioneiros. Verificaram cada cela.
- Nada. Nem tem ninguém aqui. – Sai estava a limpar as mãos no seu vestido.
- Que estranho… aqui também não há presença de qualquer aura. – Sei dirigiu-se à última cela de todas. A cela iluminada.
Para seu espanto, estava uma mulher de cabelos verde marinho soltos e com as mãos algemadas. Estava deitada sobre uma bancada de mármore antigo e tinha feridas em todo o corpo. O seu vestido tinha pequenos pingos de sangue secos mas a sua face estava perfeita, sem um arranhão ou corte. Dormia profundamente mas tinha a respiração difícil.
- Cuidado Sei!!! – Sai gritou mas era tarde demais. Um raio atingira Sei o electrocutava-o.
Sei caiu ao chão, completamente imobilizado. Sianna materializou-se à frente dele e ria-se. – Estúpidos vermes. Vieram receber a vossa morte? Não pensem que vão vencer-me desta vez. Ah ah ah!!! - Sianna estava de costas para Sei e preparava-se para atacar Sai.
- Quem é essa mulher? – Sai esticou o seu bastão. A sua esfera emitia uma luz laranja intensa.
- Interessa-te saber? Queres saber? Gostavas de saber? – Sianna estava a gozar com a cara de Sai. Deu um passo em direcção a ela e retirou uma adaga completamente igual àquela que Landon ferira Arya. Preparava para atirá-la ao coração da sua adversária quando uma corrente entrelaçou o seu braço. – O que é isto?
- Pensavas que ias matar-me com aquele simples trovão? Ingénua! – Sei estava em pé e segurava a corrente. – Sai, vai libertar aquela mulher. Eu fico aqui a brincar com esta senhora.
(continua...)
"To be alive is to be loved. That's what my heart whispers to me"

Gostas de anjos? E de vampiros tambem? ----> Nas asas de um anjo

Gostas de anjos? E de vampiros tambem? ----> Nas asas de um anjo
Eu fico aqui a brincar com esta senhora.
esta partiu me toda! xD
realmente pode ser que a bricadeira seja interessante! LOL
o capitulo esta lindo, como sempre! e so futuros escritores neste forum!! xD
estou cada vez mais curiosa!
quero saber o que e que vai acontecer entra a Arya, o Cross, o Lust e o Césio!!
fico a espera de mais!
Adorei akela frase k a Haruhi citou... é extremamente linda.....
agora já sabes o k vem aí... kero o resto do capítulo!!!!!
Pensavas que ias matar-me com aquele simples trovão? Ingénua! – Sei estava em pé e segurava a corrente. – Sai, vai libertar aquela mulher. Eu fico aqui a brincar com esta senhora.gostei tb muito desta parte... Abaixo a Sianna!!!!! Viva a Sai e o Sei!!!
agora já sabes o k vem aí... kero o resto do capítulo!!!!!

escreves mt bem, fazes bem descrever, vou ver s aprendo contig a descrever mais... hihih...
kando é k tás a pensar editar a tua obra??? lol.. eu tenho o sonho de escrever tbm.
bjs e continua!
p.s. (só entre nós, icy) s kizres eu podia e tal... dar uma ajuda ao cesio e tal... sabs... e o coitado tbm deve sentir-s um pouco rejeitado... .
______________________



O maior clube anti-vilão de sempre:xD:
Minha Fic: A Futura Rainha de Crystal Tóquio
Capítulo 9 – O Despertar da Coragem [Novo]
kando é k tás a pensar editar a tua obra??? lol.. eu tenho o sonho de escrever tbm.
bjs e continua!
p.s. (só entre nós, icy) s kizres eu podia e tal... dar uma ajuda ao cesio e tal... sabs... e o coitado tbm deve sentir-s um pouco rejeitado... .
______________________



O maior clube anti-vilão de sempre:xD:
Minha Fic: A Futura Rainha de Crystal Tóquio
Capítulo 9 – O Despertar da Coragem [Novo]
Ai tantos comentarios
.o:
.o:
.o:
.o:
.o:
.o:
.o:
.o:
.o:
.o:
.o:
Estou super feliz por ver que ha tanta gente que gosta da minha fic... fico mesmo emociada com as vossas palavras
Prometo por o resto do capitulo o mais rapido possivel...
.o:
.o:
.o:
.o:
.o:
.o:
.o:
.o:
.o:
.o:
.o:Estou super feliz por ver que ha tanta gente que gosta da minha fic... fico mesmo emociada com as vossas palavras

Prometo por o resto do capitulo o mais rapido possivel...

"To be alive is to be loved. That's what my heart whispers to me"

Gostas de anjos? E de vampiros tambem? ----> Nas asas de um anjo

Gostas de anjos? E de vampiros tambem? ----> Nas asas de um anjo
Muito obrigada 
Bem... tambem aproveito para dizer a todos que infelizmente, esta semana estou carregadissima de testes e nao vou poder por o resto do capitulo ate ao fim de semana... nao me matem please... xD

Bem... tambem aproveito para dizer a todos que infelizmente, esta semana estou carregadissima de testes e nao vou poder por o resto do capitulo ate ao fim de semana... nao me matem please... xD
"To be alive is to be loved. That's what my heart whispers to me"

Gostas de anjos? E de vampiros tambem? ----> Nas asas de um anjo

Gostas de anjos? E de vampiros tambem? ----> Nas asas de um anjo
Obrigada... felizmente a epoca de testes ja foi... bye bye testes... xD
Silva, es professora??? Se for... de que disciplina???
Bem como dito... fim de semana = parte do capitulo e aqui vai:
Capítulo 9 – O anjo da masmorra (parte 5)
Sai correu imediatamente para a cela iluminada. Com um simples gesto no seu bastão, derreteu as longas barras de ferro que aprisionavam a misteriosa mulher. Sianna tentava alcançar Sai mas a corrente continuava no braço.
- Nós ainda não acabamos. – Sei puxava a corrente com força.
- Queres ser o primeiro a ver a luz no túnel? – Sianna olhava para Sei, com o braço todo vermelho.
- Com muito prazer. – Correu para Sianna, pronto para atacá-la.
Sianna, vendo o adversário a aproximar-se, riu-se. – Tolo. – A mão livre invocou uma barreira que repeliu Sei, atirando-o para longe. Os olhos dela tornaram-se vermelhas. Os cabelos violeta cresceram até tocar no chão e os dentes mostravam ser pontiagudos. Uma vampira.
- É impressionante. Passaste de uma ingénua a uma bruxa! – Sei atirou a sua corrente mas a barreira voltou a repelir.
Uma aura vermelha estava a rodeá-la. – Não me apetecia nada ter que livrar-me de ti. Mas aqueles que têm o privilégio de ver a minha verdadeira forma acabam por ser eliminados. Tu não serás excepção!
Sai conseguira entrar na cela com sucesso e tentava acordar a mulher. Tinha uma pele branca muito suave, mas todo o seu corpo estava ferido. Tinha enormes nódoas negras, mas nada de cortes que podiam justificar o sangue no seu vestido.
Sai achou estranho mas não tinha tempo para pensar nisso. Pôs os braços daquela mulher que continuava inconsciente nos seus ombros e tentou sair dali.
Sei estava continuamente a atacar Sianna, mas sem efeito. Mal conseguia aproximar dela. Ela estava extremamente rápida.
- Então, é só isto? – Sianna desviou o olhar e reparou que Sai estava com alguém nos seus braços. – Já desperdicei demasiado tempo. Agora morre!
Um raio negro acertou em Sei, fazendo-o embater contra os ferros de uma cela. Um fio de sangue corria a sua face.
- Sei!!! – Sai paralisara no lugar onde estava. Era difícil fugir com o peso daquela mulher e Sianna estava cada vez mais próxima.
- Não… não te atrevas a aproximar da… da minha irmã! – Sei levantou-se devagarinho, sem a manga da armadura do seu braço direito. A meia-lua negra brilhava intensamente. Uma gota de sangue caiu sobre o seu braço e poucos segundos depois, as escamas tornaram-se maiores.
- O que é que está a acontecer? Quem és tu realmente? – Sianna olhava admirada para Sei.
O braço de Sei transformou-se num braço de dragão. Tinha umas enormes garras e a meia-lua desaparecera. – Uma vez lutei com dragões para proteger a Linha Celestial mas sacrifiquei o meu braço direito para conseguir ter mais poder. Tudo para proteger a minha irmã. Tu pretendes magoá-la?
- Não é por teres uma pata de um réptil que vou poupar-te a vida. Vais desaparecer da mesma maneira que a tua irmã vai! – E atirou-se a Sai.
Sai fechou os olhos e pôs-se à frente da mulher para protegê-la. Sentiu um braço nas suas costas. Abriu os olhos e reparou que Sianna estava a poucos centímetros dela. Estava fixa no lugar e o chão onde pisava estava banhado em sangue.
As garras de Sei penetraram no seu peito, provocando uma enorme ferida. – Eu avisei-te para não aproximares dela. – E atirou-a para dentro da cela, em contacto com a luz solar.
Sei caiu ao chão logo de seguida. O seu braço voltara ao normal, mas todo o seu pescoço enchera de escamas.
Sai levou a mulher em direcção do irmão e ajudou-o a levantar. – Não devias ter utilizado o seu braço. Sabes que podes ser consumido!
- O importante aqui era proteger-te. Nada mais. – O seu braço estava coberto de sangue. – Não interessa. Vamos embora. A Arya já deve estar à nossa espera.
- Pára Sei! Tu nunca falas disto! – O tom de voz dela estava mais elevado.
- Para quê? Não me vai acontecer nada. – Sei continuava tonto.
- Não percebes que é perigoso? Eu tenho medo que tu te tornes num monstro!
- Mas não vou. Eu sei que tenho esta maldição comigo e que posso um dia tornar-me num dragão. Mas esse dia não vai chegar. – Pegou na mulher para o seu colo e caminhou em direcção às escadas. – Vamos Sai. Falaremos melhor depois.
Sai seguiu o irmão. Olhou uma última vez para Sianna que continuava em cima de uma poça de sangue inconsciente.
_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_
Arya dava passos grandes em direcção ao Salão Principal. Cross caminhava à frente dela. Os seus longos ombros e músculos dos braços mostravam a força dele. Os seus cabelos negros e as suas longas altas pernas eram únicas.
Arya esboçou um pequeno sorriso e esticou a mão para tocar nele. Parecia ser uma miragem, mas ele era real. As paredes completamente renovadas e o chão por onde passavam pareciam escurecer cada vez mais. O vidro das janelas eram todos opacos e uma pequena neblina cobria o ar. Arya sentiu uma voz que estava a chamá-la. Não era muito nítida mas o suficiente para guiá-la. – A Esfera está por perto. Sinto-a… sinto-a a chamar por mim.
A neblina tornava-se cada vez mais espessa mas via-se uma pequena luz no fundo. Cross pegou na mão de Arya para não a perder na camada cinzenta que envolvia p ar e correram ambos até às portas do Salão Principal.
- Entrem! – Uma voz grave falou ao mesmo tempo que as duas enormes portas se abriram, dispersando toda a neblina. Arya olhou em direcção ao trono.
Estava Lust, sentado de pernas cruzadas com a sua capa branca sobre os braços da cadeira e Césio, de pé, ao lado do pai, com o olhar fixo nela.
- Entrem por favor! Há quanto tempo que não te via, minha querida Arya. – Lust falou num tom irónico. A esfera vermelha que tinha amarrado ao pescoço brilhava intensamente sobre o seu peito.
- Isso é… – Arya avançou com a mão esticada para dentro do Salão.
- É a Esfera Eprisional. É linda, não é? – Lust tinha-a na mão.
Césio continuava a olhar para a sua amada. – Arya…
Arya reconheceu de imediato a voz. – Césio… tu… – Antes de ela terminar a frase, Césio correu para junto dela e abraçou-a. Arya estava paralisada no lugar, sem saber o que fazer. Afinal, Césio foi sempre quem a apoiou. E amava-a.
- Nem imaginas como passei estas semanas. Sem ti, foi mais doloroso do que alguma vez imaginei! – E beijou-a.
Arya sentiu os lábios frios dele nos seus e empurrou-o para longe. – Desculpa Césio… eu… eu não posso continuar com esta farsa.
Cross surgiu por trás dela e pousava uma mão no seu ombro. Sentia pena pelo seu rival mas sabia por detrás disso tudo, estava Lust.
Césio fechou os punhos com forca, sentindo as unhas a entrarem na carne. Pequenas gotas de água salgada desciam o seu rosto. – Fiquei… fiquei tanto… tanto tempo à tua espera, que um dia… um dia pudesse voltar a ter-te nos meus braços. O teu sorriso doce punha-me louco e o simples toque da tua mão faz-me arrepiar. – Césio olhou para ela e gritou. – COMO É QUE QUERES QUE ESQUEÇA ISSO TUDO?
- Césio… por favor… eu não queria… - E não acabou a frase. Era o olhar de Lust que a provocava.
Lust continuava sentado, com a esfera ao peito e sorria maliciosamente. Estava tudo a correr como planeado. Como ele queria. Como ele desejava. A raiva do filho. A tristeza de Arya. Só faltava… a morte de Cross.
- Isto é culpa deste estupor não é? – Césio apontou a Cross – Se ele desaparecesse, como é que ficavas? Destroçada? – Césio fez surgir as suas asas de cor creme.
- Césio, pára… não estás a pensar… – Arya começou a ficar assustada.
- E como é que ele ficava, se eu te tirasse a ele? – E com isto lançou uma bola de energia a Arya.
(continua...)
Silva, es professora??? Se for... de que disciplina???
Bem como dito... fim de semana = parte do capitulo e aqui vai:
Capítulo 9 – O anjo da masmorra (parte 5)
Sai correu imediatamente para a cela iluminada. Com um simples gesto no seu bastão, derreteu as longas barras de ferro que aprisionavam a misteriosa mulher. Sianna tentava alcançar Sai mas a corrente continuava no braço.
- Nós ainda não acabamos. – Sei puxava a corrente com força.
- Queres ser o primeiro a ver a luz no túnel? – Sianna olhava para Sei, com o braço todo vermelho.
- Com muito prazer. – Correu para Sianna, pronto para atacá-la.
Sianna, vendo o adversário a aproximar-se, riu-se. – Tolo. – A mão livre invocou uma barreira que repeliu Sei, atirando-o para longe. Os olhos dela tornaram-se vermelhas. Os cabelos violeta cresceram até tocar no chão e os dentes mostravam ser pontiagudos. Uma vampira.
- É impressionante. Passaste de uma ingénua a uma bruxa! – Sei atirou a sua corrente mas a barreira voltou a repelir.
Uma aura vermelha estava a rodeá-la. – Não me apetecia nada ter que livrar-me de ti. Mas aqueles que têm o privilégio de ver a minha verdadeira forma acabam por ser eliminados. Tu não serás excepção!
Sai conseguira entrar na cela com sucesso e tentava acordar a mulher. Tinha uma pele branca muito suave, mas todo o seu corpo estava ferido. Tinha enormes nódoas negras, mas nada de cortes que podiam justificar o sangue no seu vestido.
Sai achou estranho mas não tinha tempo para pensar nisso. Pôs os braços daquela mulher que continuava inconsciente nos seus ombros e tentou sair dali.
Sei estava continuamente a atacar Sianna, mas sem efeito. Mal conseguia aproximar dela. Ela estava extremamente rápida.
- Então, é só isto? – Sianna desviou o olhar e reparou que Sai estava com alguém nos seus braços. – Já desperdicei demasiado tempo. Agora morre!
Um raio negro acertou em Sei, fazendo-o embater contra os ferros de uma cela. Um fio de sangue corria a sua face.
- Sei!!! – Sai paralisara no lugar onde estava. Era difícil fugir com o peso daquela mulher e Sianna estava cada vez mais próxima.
- Não… não te atrevas a aproximar da… da minha irmã! – Sei levantou-se devagarinho, sem a manga da armadura do seu braço direito. A meia-lua negra brilhava intensamente. Uma gota de sangue caiu sobre o seu braço e poucos segundos depois, as escamas tornaram-se maiores.
- O que é que está a acontecer? Quem és tu realmente? – Sianna olhava admirada para Sei.
O braço de Sei transformou-se num braço de dragão. Tinha umas enormes garras e a meia-lua desaparecera. – Uma vez lutei com dragões para proteger a Linha Celestial mas sacrifiquei o meu braço direito para conseguir ter mais poder. Tudo para proteger a minha irmã. Tu pretendes magoá-la?
- Não é por teres uma pata de um réptil que vou poupar-te a vida. Vais desaparecer da mesma maneira que a tua irmã vai! – E atirou-se a Sai.
Sai fechou os olhos e pôs-se à frente da mulher para protegê-la. Sentiu um braço nas suas costas. Abriu os olhos e reparou que Sianna estava a poucos centímetros dela. Estava fixa no lugar e o chão onde pisava estava banhado em sangue.
As garras de Sei penetraram no seu peito, provocando uma enorme ferida. – Eu avisei-te para não aproximares dela. – E atirou-a para dentro da cela, em contacto com a luz solar.
Sei caiu ao chão logo de seguida. O seu braço voltara ao normal, mas todo o seu pescoço enchera de escamas.
Sai levou a mulher em direcção do irmão e ajudou-o a levantar. – Não devias ter utilizado o seu braço. Sabes que podes ser consumido!
- O importante aqui era proteger-te. Nada mais. – O seu braço estava coberto de sangue. – Não interessa. Vamos embora. A Arya já deve estar à nossa espera.
- Pára Sei! Tu nunca falas disto! – O tom de voz dela estava mais elevado.
- Para quê? Não me vai acontecer nada. – Sei continuava tonto.
- Não percebes que é perigoso? Eu tenho medo que tu te tornes num monstro!
- Mas não vou. Eu sei que tenho esta maldição comigo e que posso um dia tornar-me num dragão. Mas esse dia não vai chegar. – Pegou na mulher para o seu colo e caminhou em direcção às escadas. – Vamos Sai. Falaremos melhor depois.
Sai seguiu o irmão. Olhou uma última vez para Sianna que continuava em cima de uma poça de sangue inconsciente.
_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_
Arya dava passos grandes em direcção ao Salão Principal. Cross caminhava à frente dela. Os seus longos ombros e músculos dos braços mostravam a força dele. Os seus cabelos negros e as suas longas altas pernas eram únicas.
Arya esboçou um pequeno sorriso e esticou a mão para tocar nele. Parecia ser uma miragem, mas ele era real. As paredes completamente renovadas e o chão por onde passavam pareciam escurecer cada vez mais. O vidro das janelas eram todos opacos e uma pequena neblina cobria o ar. Arya sentiu uma voz que estava a chamá-la. Não era muito nítida mas o suficiente para guiá-la. – A Esfera está por perto. Sinto-a… sinto-a a chamar por mim.
A neblina tornava-se cada vez mais espessa mas via-se uma pequena luz no fundo. Cross pegou na mão de Arya para não a perder na camada cinzenta que envolvia p ar e correram ambos até às portas do Salão Principal.
- Entrem! – Uma voz grave falou ao mesmo tempo que as duas enormes portas se abriram, dispersando toda a neblina. Arya olhou em direcção ao trono.
Estava Lust, sentado de pernas cruzadas com a sua capa branca sobre os braços da cadeira e Césio, de pé, ao lado do pai, com o olhar fixo nela.
- Entrem por favor! Há quanto tempo que não te via, minha querida Arya. – Lust falou num tom irónico. A esfera vermelha que tinha amarrado ao pescoço brilhava intensamente sobre o seu peito.
- Isso é… – Arya avançou com a mão esticada para dentro do Salão.
- É a Esfera Eprisional. É linda, não é? – Lust tinha-a na mão.
Césio continuava a olhar para a sua amada. – Arya…
Arya reconheceu de imediato a voz. – Césio… tu… – Antes de ela terminar a frase, Césio correu para junto dela e abraçou-a. Arya estava paralisada no lugar, sem saber o que fazer. Afinal, Césio foi sempre quem a apoiou. E amava-a.
- Nem imaginas como passei estas semanas. Sem ti, foi mais doloroso do que alguma vez imaginei! – E beijou-a.
Arya sentiu os lábios frios dele nos seus e empurrou-o para longe. – Desculpa Césio… eu… eu não posso continuar com esta farsa.
Cross surgiu por trás dela e pousava uma mão no seu ombro. Sentia pena pelo seu rival mas sabia por detrás disso tudo, estava Lust.
Césio fechou os punhos com forca, sentindo as unhas a entrarem na carne. Pequenas gotas de água salgada desciam o seu rosto. – Fiquei… fiquei tanto… tanto tempo à tua espera, que um dia… um dia pudesse voltar a ter-te nos meus braços. O teu sorriso doce punha-me louco e o simples toque da tua mão faz-me arrepiar. – Césio olhou para ela e gritou. – COMO É QUE QUERES QUE ESQUEÇA ISSO TUDO?
- Césio… por favor… eu não queria… - E não acabou a frase. Era o olhar de Lust que a provocava.
Lust continuava sentado, com a esfera ao peito e sorria maliciosamente. Estava tudo a correr como planeado. Como ele queria. Como ele desejava. A raiva do filho. A tristeza de Arya. Só faltava… a morte de Cross.
- Isto é culpa deste estupor não é? – Césio apontou a Cross – Se ele desaparecesse, como é que ficavas? Destroçada? – Césio fez surgir as suas asas de cor creme.
- Césio, pára… não estás a pensar… – Arya começou a ficar assustada.
- E como é que ele ficava, se eu te tirasse a ele? – E com isto lançou uma bola de energia a Arya.
(continua...)
"To be alive is to be loved. That's what my heart whispers to me"

Gostas de anjos? E de vampiros tambem? ----> Nas asas de um anjo

Gostas de anjos? E de vampiros tambem? ----> Nas asas de um anjo
Tens de entrar para responderes neste tópico.



=D:


Reportar comentário
Escolhe o motivo da denúncia e acrescenta mais contexto se necessário.