Earth Rose
bem eu tinha prometido k na altura do natal faria uma nova fic....
e aki esta ela
fui escrevendo kuando tinha tempo mas ainda falta escrever muita coisa.... como keria escrever algo com um pouco mais de nexo do k a minha anterior, esta fic vai demorar mais tempo.... deu-me um trabalho desgraçado so pa escrever os poucos capitulos k ja escrevi
e por isso aviso k vai ter uma continuaçao mt lenta... e outra coisa, pra fazer esta fic eu baseei-me em livros k li e por isso vou fazendo adaptaçoes de varias historias mas k encaixem umas nas outras....
Índice
pag.1 - Pólogo
pag.2 - capitulo 1
pag.3 - capítulo 2
pag.4 - cap. 3 e 4
pag. 5 - cap. 5
pag. 6 - cap. 6 e 7
bem aki fica o prólogo...
Estava uma linda manhã de Inverno. As arvores cobertas de neve, o chão com relva branquinha. Um rapazinho com 5 anos levantou-se da cama e abriu as persianas. Gostava de ficar horas a olhar aquela paisagem branca, trazia-lhe calma e tranquilidade.
Desceu as escadas de sua casa e passou pela sala onde estava uma enorme arvore de Natal que tinha sido enfeitada por ele e pelos seus pais. Virou á direita e entrou na cozinha. A sua mãe estava com uma bebé ao colo e falava alegremente com Tica, a cozinheira da casa. Como não viu o pai deduziu que este já tivesse saído para trabalhar na mais privilegiada Clínica do Japão.
Nem a sua mãe, nem Tica se aperceberam que ele tinha entrado pé ante pé na cozinha para “roubar” os famosos biscoitos da cozinheira. Mas a sua irmã, Brianna, que tinha 11 meses, viu o irmão e começou aos saltos no colo da mãe e a rir-se alto. Tica e a mãe olharam para trás e viram o rebelde Mamoru Chiba com o frasco dos biscoito na mão e com um sorrisinho na cara que parecia dizer “ups fui apanhado”….
- Com que então a roubar os meus biscoitos não é senhor Mamoru? – disse Tica
- Eu só queria comer um…. Va lá posso? – pediu o rapazinho
A sua mãe olhou pra ele e mais uma vez admirou as suas parecenças com o pai. Ambos tinham o cabelo negro e olhos azuis escuros, feições fortes, o nariz era perfeitinho e a boca larga e cheia. Aquele seu tesourinho não tinha nada a ver com ela, saía ao pai em todos os aspectos. E era por isso que ela amava aqueles dois homens, bem como a sua pequena Brianna.
- És mesmo malandro. Se querias, pedias… va lá, podes comer…mas só uma – disse a mãe
- Fixe – exclamou o rapazinho todo contente
A sua irmãzinha bebé achou aquilo engraçado e começou a tirar os biscoitos da mão do irmão. A mãe afastou-a dos biscoitos e levou-a para o quarto para dar um banho e vestir uma roupinha para saírem.
Antes da mãe sair da cozinha, Mamoru olhou para a sua irmã e viu como ela era parecida com a mãe. Cabelos negros, como o dele, e os olhos de um castanho claro que ao sol ficavam esverdeados. A única diferença entre aqueles dois irmãos era a cor dos olhos e a personalidade porque de resto eram muito parecidos fisicamente.
Quando Mamoru acabou o seu pequeno almoço subiu para o quarto, tomou um banho e vestiu-se. Hoje a mamã tinha-lhe prometido que iam ao centro comercial para verem o Pai Natal. Este pensamento provocou-lhe um arrepio porque, alem de ele se considerar um menino crescido, continuava a ter um bocadinho de medo do Pai Natal.
Passado uma hora, Mamoru, Brianna e a mãe saíram em direcção ao centro comercial.
Quando lá chegaram a mãe pôs Brianna no carrinho de bebé e dirigiram-se para a fila onde estavam muitas crianças ansiosas para se sentarem no colo do Pai Natal. Mamoru olhou para o grande homem gordo de barbas brancas e sentiu-se um bocado enjoado. No centro comercial havia muito barulho, as rajadas da música de Natal que faziam aumentar a impaciência, os gritos das outras crianças, o choro dos bebés. A fila ia avançando lentamente e Mamoru sentia um formigueiro na barriga. Finalmente chegara a sua vez. Ele deu uns passinhos nervosos e o Pai Natal pegou-lhe ao colo.
- Feliz Natal meu menino! Então este ano portaste-te bem?
Mamoru sentiu um pavor enorme e começou a gritar e a chorar. Lutou para se libertar e caiu com força no chão.
A mãe aproximou-se e começou a abraçá-lo e a dar-lhe miminhos enquanto sussurrava “não faz mal meu querido, está tudo bem”. Ela pegou-lhe ao colo para que ele pudesse encostar a cara ao ombro dela. Ainda a falar baixinho para acalmá-lo, virou-se.
E começou a gritar e a gemer.
Agarrado a ela Mamoru olhou para baixo e viu que o carrinho de Brianna estava vazio…………
e aki esta ela
fui escrevendo kuando tinha tempo mas ainda falta escrever muita coisa.... como keria escrever algo com um pouco mais de nexo do k a minha anterior, esta fic vai demorar mais tempo.... deu-me um trabalho desgraçado so pa escrever os poucos capitulos k ja escrevi
e por isso aviso k vai ter uma continuaçao mt lenta... e outra coisa, pra fazer esta fic eu baseei-me em livros k li e por isso vou fazendo adaptaçoes de varias historias mas k encaixem umas nas outras....Índice
pag.1 - Pólogo
pag.2 - capitulo 1
pag.3 - capítulo 2
pag.4 - cap. 3 e 4
pag. 5 - cap. 5
pag. 6 - cap. 6 e 7
bem aki fica o prólogo...
Estava uma linda manhã de Inverno. As arvores cobertas de neve, o chão com relva branquinha. Um rapazinho com 5 anos levantou-se da cama e abriu as persianas. Gostava de ficar horas a olhar aquela paisagem branca, trazia-lhe calma e tranquilidade.
Desceu as escadas de sua casa e passou pela sala onde estava uma enorme arvore de Natal que tinha sido enfeitada por ele e pelos seus pais. Virou á direita e entrou na cozinha. A sua mãe estava com uma bebé ao colo e falava alegremente com Tica, a cozinheira da casa. Como não viu o pai deduziu que este já tivesse saído para trabalhar na mais privilegiada Clínica do Japão.
Nem a sua mãe, nem Tica se aperceberam que ele tinha entrado pé ante pé na cozinha para “roubar” os famosos biscoitos da cozinheira. Mas a sua irmã, Brianna, que tinha 11 meses, viu o irmão e começou aos saltos no colo da mãe e a rir-se alto. Tica e a mãe olharam para trás e viram o rebelde Mamoru Chiba com o frasco dos biscoito na mão e com um sorrisinho na cara que parecia dizer “ups fui apanhado”….
- Com que então a roubar os meus biscoitos não é senhor Mamoru? – disse Tica
- Eu só queria comer um…. Va lá posso? – pediu o rapazinho
A sua mãe olhou pra ele e mais uma vez admirou as suas parecenças com o pai. Ambos tinham o cabelo negro e olhos azuis escuros, feições fortes, o nariz era perfeitinho e a boca larga e cheia. Aquele seu tesourinho não tinha nada a ver com ela, saía ao pai em todos os aspectos. E era por isso que ela amava aqueles dois homens, bem como a sua pequena Brianna.
- És mesmo malandro. Se querias, pedias… va lá, podes comer…mas só uma – disse a mãe
- Fixe – exclamou o rapazinho todo contente
A sua irmãzinha bebé achou aquilo engraçado e começou a tirar os biscoitos da mão do irmão. A mãe afastou-a dos biscoitos e levou-a para o quarto para dar um banho e vestir uma roupinha para saírem.
Antes da mãe sair da cozinha, Mamoru olhou para a sua irmã e viu como ela era parecida com a mãe. Cabelos negros, como o dele, e os olhos de um castanho claro que ao sol ficavam esverdeados. A única diferença entre aqueles dois irmãos era a cor dos olhos e a personalidade porque de resto eram muito parecidos fisicamente.
Quando Mamoru acabou o seu pequeno almoço subiu para o quarto, tomou um banho e vestiu-se. Hoje a mamã tinha-lhe prometido que iam ao centro comercial para verem o Pai Natal. Este pensamento provocou-lhe um arrepio porque, alem de ele se considerar um menino crescido, continuava a ter um bocadinho de medo do Pai Natal.
Passado uma hora, Mamoru, Brianna e a mãe saíram em direcção ao centro comercial.
Quando lá chegaram a mãe pôs Brianna no carrinho de bebé e dirigiram-se para a fila onde estavam muitas crianças ansiosas para se sentarem no colo do Pai Natal. Mamoru olhou para o grande homem gordo de barbas brancas e sentiu-se um bocado enjoado. No centro comercial havia muito barulho, as rajadas da música de Natal que faziam aumentar a impaciência, os gritos das outras crianças, o choro dos bebés. A fila ia avançando lentamente e Mamoru sentia um formigueiro na barriga. Finalmente chegara a sua vez. Ele deu uns passinhos nervosos e o Pai Natal pegou-lhe ao colo.
- Feliz Natal meu menino! Então este ano portaste-te bem?
Mamoru sentiu um pavor enorme e começou a gritar e a chorar. Lutou para se libertar e caiu com força no chão.
A mãe aproximou-se e começou a abraçá-lo e a dar-lhe miminhos enquanto sussurrava “não faz mal meu querido, está tudo bem”. Ela pegou-lhe ao colo para que ele pudesse encostar a cara ao ombro dela. Ainda a falar baixinho para acalmá-lo, virou-se.
E começou a gritar e a gemer.
Agarrado a ela Mamoru olhou para baixo e viu que o carrinho de Brianna estava vazio…………

*firma feita pela Diza xD*
Fic Princesas em Perigo - acabada
Nova Fic - Earth Rose - 9º capitulo POSTADO
wee tantos elogios
eu tou a acabar outro capitulo e em principio amanha ponho o 1º mas aviso já k vai ter um grande avanço no tempo....
so mais para a frente eh k vao saber pra ond foi a brianna
eu tou a acabar outro capitulo e em principio amanha ponho o 1º mas aviso já k vai ter um grande avanço no tempo....
so mais para a frente eh k vao saber pra ond foi a brianna


*firma feita pela Diza xD*
Fic Princesas em Perigo - acabada
Nova Fic - Earth Rose - 9º capitulo POSTADO
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ou prologo : )
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