Duvidas de amor!
BunnyGirl escreveu:Isso e uma deixa da fic k eu tou a escrever com mais pessoal! Mas podes usá-la a vontade!
desculpa BunnyGirl,mas usei por causa por dragon ball
LOL

Chegou finalmente---> Viagem ao futuro:Capitulo 1
Forum Evangelion
http://evangelion-pt.ativoforum.com/portal.htm
BunnyGirl escreveu:Isso e uma deixa da fic k eu tou a escrever com mais pessoal! Mas podes usá-la a vontade!
desculpa BunnyGirl,mas usei por causa por dragon ball
LOL
EDIT:AHHHHHHHHHHHHHH!!!ALGUEM QUE ME APAGUE ESTE POST.
ONEGAI

Chegou finalmente---> Viagem ao futuro:Capitulo 1
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Capitulo 12
Tinha passado uma semana desde a desastrosa discussão no apartamento de Gonçalo. Sete longos dias em que Bunny não tinha visto o homem que amava. “Será que ele não quer voltar para mim?”, perguntava-se Bunny vezes sem conta.
As aulas tinham acabado finalmente, e Bunny chegou ao salão de jogos, onde por aquela hora as suas amigas estariam à sua espera.”Cá vou eu outra vez! Era tão bom que tudo voltasse ao que era antes!”, desejou ela dando um longo suspiro. E então entrou.
Percorreu a enorme sala cheia de máquinas de jogos até chegar ao balcão onde se encontravam as suas amigas sentadas nos enormes bancos na conversa com Mário.
- Tenho tanta fome! – exclamou ela ao sentar-se junto a elas.
- E quando é que tu não tens fome? – ralhou Rita.
- Rita, não sejas assim tão má! – queixou-se ela. – Aquele teste de Matemática ia-me matando. Tenho a certeza que a professora Carolina fez de propósito.
- Vá Bunny! Esquece a escola. – disse Mário com um sorriso. – Então o que vais querer?
- Mário, és a minha salvação! Mas hoje só vou querer um hamburguer maxi, com batatas fritas das grandes, um batido de chocolate…e deixa-me pensar…já sei! No final vou comer um gelado de morango. – disse a sorrir.
- Se eu fosse a ti, não comia tantas guloseimas, cabeça de serradura! – gozou uma voz masculina, vinda do canto do balcão.
“Não pode ser!”, pensou ela incrédula ao olhar fixamente para o homem, “Será que o Cristal Prateado realizou o meu desejo!”.
- As meninas bonitas e bem comportadas não andam a comer essas porcarias!
- Gonçalo? – perguntou ela, para ter a certeza que não estava a sonhar.
- Que cabeça a minha! – continuou ele batendo ao de leve na testa. – Desculpa, cabeça de serradura! Devo estar a confundir-te com outra pessoa...
- O que queres dizer com isso? – perguntou zangada. – Mete-te na tua vida!
Mas naquele momento Mário chegou com o tabuleiro com o pedido de Bunny.
- Aqui está, Bunny! – disse Mário, sem se aperceber da chegada de Gonçalo. – Gonçalo? Quando voltas-te?
- Olá, Mário! Cheguei ontem à noite, quando puderes traz-me um café, por favor! – pediu ele.
- Meninas, vamos para uma mesa? – perguntou Bunny, querendo afastar-se o mais possível de Gonçalo.
- Vamos! – confirmou Joana.
Passado uma hora, Bunny já tinha comido o seu “pequeno” lanche e estava muito pensativa, enquanto que as outras conversavam sobre a estranha viagem de Gonçalo.
- Então e o que achas, Bunny? – perguntou Maria preocupada com a amiga.
- O quê? – perguntou ele, como que saindo de transe.
- Estava a perguntar-te se sabias onde é que o Gonçalo esteve durante esta semana!
- Não sei, Maria! E também não me interessa.
- O QUÊ? – disseram todas.
- Não me interpretem mal, meninas! – disse ela aflita. – Mas o principal problema não me parece que seja esse. Não sei se vocês repararam, mas o mais estranho para mim é que ele voltou a tratar-me da mesma forma de como quando nos conhecemos.
- Ainda não tinha pensado nisso. – concordou Rita pensativa.
- Ei, cabeça de serradura! – chamou Gonçalo, aproximando-se da mesa das raparigas.
- Não me chames isso, seu idiota! – gritou ela. – Tu sabes muito bem qual é o meu nome!
- Pois, vou pensar nisso. – disse no gozo. – Na verdade, estou aqui porque houve alguém que passou pela minha casa esta manhã e pediu-me para te entregar uma coisa.
- Um coisa? – perguntou ela confusa.
Gonçalo pôs então a mão dentro do bolso do casaco e tirou lá de dentro um perfeito botão de rosa vermelho com um cartão azul agarrado na ponta do caule.
- Isto! – disse entregando-lhe a rosa.
- Mas quem é que me enviou isto? – perguntou ainda mais confusa. – Não percebo!
Então ele chegou-se mais perto dela e sussurrou-lhe ao ouvido:
- Estou desapontado, Bunny! Tens assim tanta gente que te ofereça rosas vermelhas?
E então saiu do salão de jogos, deixando Bunny pensativa a olhar para a rosa, e com quatro amigas muito curiosas.
Já na rua, Gonçalo caminhava calmamente para o seu
apartamento com um sorriso nos lábios, pensando “Gonçalo 1, Bunny 0”.
Espero que tenham gostado deste capitulo. Até ao proximo!!!
Tinha passado uma semana desde a desastrosa discussão no apartamento de Gonçalo. Sete longos dias em que Bunny não tinha visto o homem que amava. “Será que ele não quer voltar para mim?”, perguntava-se Bunny vezes sem conta.
As aulas tinham acabado finalmente, e Bunny chegou ao salão de jogos, onde por aquela hora as suas amigas estariam à sua espera.”Cá vou eu outra vez! Era tão bom que tudo voltasse ao que era antes!”, desejou ela dando um longo suspiro. E então entrou.
Percorreu a enorme sala cheia de máquinas de jogos até chegar ao balcão onde se encontravam as suas amigas sentadas nos enormes bancos na conversa com Mário.
- Tenho tanta fome! – exclamou ela ao sentar-se junto a elas.
- E quando é que tu não tens fome? – ralhou Rita.
- Rita, não sejas assim tão má! – queixou-se ela. – Aquele teste de Matemática ia-me matando. Tenho a certeza que a professora Carolina fez de propósito.
- Vá Bunny! Esquece a escola. – disse Mário com um sorriso. – Então o que vais querer?
- Mário, és a minha salvação! Mas hoje só vou querer um hamburguer maxi, com batatas fritas das grandes, um batido de chocolate…e deixa-me pensar…já sei! No final vou comer um gelado de morango. – disse a sorrir.
- Se eu fosse a ti, não comia tantas guloseimas, cabeça de serradura! – gozou uma voz masculina, vinda do canto do balcão.
“Não pode ser!”, pensou ela incrédula ao olhar fixamente para o homem, “Será que o Cristal Prateado realizou o meu desejo!”.
- As meninas bonitas e bem comportadas não andam a comer essas porcarias!
- Gonçalo? – perguntou ela, para ter a certeza que não estava a sonhar.
- Que cabeça a minha! – continuou ele batendo ao de leve na testa. – Desculpa, cabeça de serradura! Devo estar a confundir-te com outra pessoa...
- O que queres dizer com isso? – perguntou zangada. – Mete-te na tua vida!
Mas naquele momento Mário chegou com o tabuleiro com o pedido de Bunny.
- Aqui está, Bunny! – disse Mário, sem se aperceber da chegada de Gonçalo. – Gonçalo? Quando voltas-te?
- Olá, Mário! Cheguei ontem à noite, quando puderes traz-me um café, por favor! – pediu ele.
- Meninas, vamos para uma mesa? – perguntou Bunny, querendo afastar-se o mais possível de Gonçalo.
- Vamos! – confirmou Joana.
Passado uma hora, Bunny já tinha comido o seu “pequeno” lanche e estava muito pensativa, enquanto que as outras conversavam sobre a estranha viagem de Gonçalo.
- Então e o que achas, Bunny? – perguntou Maria preocupada com a amiga.
- O quê? – perguntou ele, como que saindo de transe.
- Estava a perguntar-te se sabias onde é que o Gonçalo esteve durante esta semana!
- Não sei, Maria! E também não me interessa.
- O QUÊ? – disseram todas.
- Não me interpretem mal, meninas! – disse ela aflita. – Mas o principal problema não me parece que seja esse. Não sei se vocês repararam, mas o mais estranho para mim é que ele voltou a tratar-me da mesma forma de como quando nos conhecemos.
- Ainda não tinha pensado nisso. – concordou Rita pensativa.
- Ei, cabeça de serradura! – chamou Gonçalo, aproximando-se da mesa das raparigas.
- Não me chames isso, seu idiota! – gritou ela. – Tu sabes muito bem qual é o meu nome!
- Pois, vou pensar nisso. – disse no gozo. – Na verdade, estou aqui porque houve alguém que passou pela minha casa esta manhã e pediu-me para te entregar uma coisa.
- Um coisa? – perguntou ela confusa.
Gonçalo pôs então a mão dentro do bolso do casaco e tirou lá de dentro um perfeito botão de rosa vermelho com um cartão azul agarrado na ponta do caule.
- Isto! – disse entregando-lhe a rosa.
- Mas quem é que me enviou isto? – perguntou ainda mais confusa. – Não percebo!
Então ele chegou-se mais perto dela e sussurrou-lhe ao ouvido:
- Estou desapontado, Bunny! Tens assim tanta gente que te ofereça rosas vermelhas?
E então saiu do salão de jogos, deixando Bunny pensativa a olhar para a rosa, e com quatro amigas muito curiosas.
Já na rua, Gonçalo caminhava calmamente para o seu
apartamento com um sorriso nos lábios, pensando “Gonçalo 1, Bunny 0”.
Espero que tenham gostado deste capitulo. Até ao proximo!!!

Chegou finalmente---> Viagem ao futuro:Capitulo 1
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Tens de entrar para responderes neste tópico.


Tá mt fixe anokas! Parabéns



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