Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

[Terminada] Angelical

#21
Janinha - Rapaz lateiro! E ainda tá só no inicio! kem disse que os rapazes do campo sao bichos do mato? lool
se eu um dia postar aki a versao dele desta historia, percebes melhor porke é k ele diz estas coisas, mas coitinua parvinho! lool
Obrigada por estares a seguir a fic, é optimo saber isso!

Sweet_princess- aww nova leitora! :g1: muitissimo obrigada pelo teu comentario, fico feliz por quereres seguir a historia!

Brigada ás duas! Embaracoso
as minhas fic's:
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
#22
ohh esqueci-me de comentar :O
o Gustavo é tão lindoo *-*
eu acho que cada vez escreves melhor...
bem eu dava porrada no Gustavo...
ai como eu adoro as tuas fics.
continua rápido Mongloide
#23
Yupii, o Gustavo é um Bad boy!!! Tarado, a olhar pro decote da menina Toma toma
Filho da mae do professor. Julga um livro pela sua capa. A Laninha ainda lhe vai mostrar de quantas ela vale Matreiro

Lulu, amei este capitulo. Quando há mais? *-*
Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!




Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
Visitem a minha 1ª Fic ----->The Four elements
#24
ai k bons comentarios! Embaracoso Sabem tao bem! Por este andar o proximo capitulo sará ainda esta noite!
Tenho de começar a fazer publicidade a esta fic! looll
bjnhos
as minhas fic's:
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
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#25
Fanfic espectacular Esperancoso
Simplesmente adoro o facto de relatares coisas que acontecem frequentemente na vida real ! Lá por usarmos preto ou cores super escuras, dizer que as pessoas são góticas ou bruxas, de facto um acto bem real !
A escolha das palavras e muito boa e a forma como estao expostos os detalhes e excelente, conseguimos imaginar tudo quanto estas a descrever .
Adoro a fic Very Happy

The Diva .. Is Back !
#26
StaRaquel obrigada pelo teu comentario, é optimo saber que gostam das minhas descriçoes, ate porque eu ás vezes tenho medo que elas sejam demasiado aborrecidas ou pelo contrario muito fraquinhas!
Espero que continues a gostar da fic á medida que vou postando! Embaracoso
bjx
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-Angelical
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#28
Capitulo II (1ªparte)– Submersa


A luz do sol da manha em nada me alegrava.
Para variar, as minhas contorções derivadas do pesadelo habitual, desfizeram a cama, feita carinhosamente pela minha madrinha Helen, e para melhorar, tinha ficado muito irritada com aquela pergunta que Gustavo me colocara no dia anterior.

Retirei o pijama lentamente, tentando não sentir frio, e quando abri o gavetão para vislumbrar a camada preta de roupas, a minha mente bloqueou novamente. Não era capaz de esquecer as perguntas e os comentários absurdos que Gustavo me fizera no dia passado. Ele prestava atenção ao mínimo detalhe, e isso deixava-me muito desconfortável! Não conseguia esquecer nada, especialmente o seu último comentário.

Coloquei-me de pé, em frente ao espelho do guarda-fatos, vestida apenas com a roupa interior, e deslizei a minha mão pela suave textura da minha pele, desde a cintura para baixo. Queria saber se a minha anca era, de facto, como a de uma mulher adulta. Repeti este processo duas ou três vezes, em diferentes posições, até que a porta do quarto se abriu e fez o meu coração acelerar com o susto.

Era Helen, com a sua cara ensonada adornada pelo seu querido sorriso matinal:

-Lana, Vais chegar atrasada! – Avisou entrando no quarto – ainda estás assim?! O que estás a fazer?!

-Helen! – Saudei assustada e inquieta, ficando de seguida fixada no espelho – Helen… achas que… Achas que tenho uma anca muito desenvolvida para a minha idade?! – Perguntei continuando a dar voltas a mim mesma.

Helen soltou uma pequena gargalhada e abanou a cabeça em tom de reprovação. Dirigiu-se à minha cómoda e rapidamente tirou uma roupa para cima da cama:

-Onde é que foste buscar essa ideia?! – Perguntou sentando-se de frente para mim – Acho que não há nada de invulgar com a tua anca! Sabes bem que tens um corpo esbelto!

-Não disse o contrário – respondi fechando a porta do armário.

Sentei-me junto de Helen, na berma da cama. Olhei para ela de relance e medi todos os seus traços. A madrinha tinha uma pele exageradamente branca, olhos verdes e cabelo loiro bastante escuro. A sua altura não me ultrapassava e quanto ao peso não havia muito a dizer. Tinha 25 anos de idade, e namorava recentemente para um homem mais velho que ela um ano, mas nunca nenhum dos dois falara em casamento, sendo esse o motivo de ela permanecer comigo. Helen não era minha madrinha de verdade, esse era só um nome que eu lhe dava quando me perguntavam sobre o nosso grau de parentesco. Nascera em Inglaterra, onde habitou durante 7 anos, pelo que, graças a ela, as minhas notas a Inglês eram melhores do que eu poderia esperar. Os seus pais ainda eram vivos, mas divorciados, cada um no seu país de eleição. Ela não tinha irmãos, e por isso eu era a única família que ela tinha por perto e a minha também.

-Veste-te, rapariga! Já viste estas horas?!

-Não me apetece ir para a escola… – respirei fundo e revirei os olhos contrariada ao ver o que ela tinha escolhido para mim naquela manha – O que é isto?! – Perguntei involuntariamente. Em cima da cama estava um vestido preto pormenorizado a roxo nos bolsos, um espartilho que eu adorava e umas meias.

-A tua roupa! – Evidenciou confusa – já não gostas dela?!

-Sim, mas… O espartilho não…

-Lana, não refiles e despacha-te, se não queres vestir isso escolhe outra coisa, mas sê rápida por favor!

Helen saiu do quarto para me dar privacidade e eu vesti-me apressadamente. Estava mesmo muito atrasada, pelo que não arranjei forma de disfarçar aquilo que pudesse chamar as atenções para mim. Peguei num casaco de malha, que por acaso eu odiava, e vesti-o, na esperança de ele me desfavorecer como de costume.

Infelizmente era impossível lutar contra a natureza.

Por muito que eu quisesse que os outros me achassem feia, não havia hipótese. O casaco assentou-me como uma luva. Soltei uma lufada de ar e fui apanhar o autocarro de estômago vazio.

A viagem de casa até à escola demorava cerca de 20 minutos, sem contar com as paragens que haviam até lá. Para mim não havia nada pior do que aquilo: um autocarro fedorento, cheio de adolescentes histéricos e mal criados, que me olhavam como se fosse uma aberração!

Finalmente cheguei à escola. Dirigi-me para os balneários. Começar o dia com ginástica não era o que eu queria, mas mais uma vez não tinha escolha.

Assim que lá entrei, notei um silêncio repentino por parte das raparigas da minha turma, e por essa razão coloquei as minhas coisas num canto. Abri o saco de física e comecei a retirar o fato de treino, mas então, uma mão tocou-me no ombro com leveza:

-Desculpa…? – Chamou com uma voz suave – Hoje é dia de natação…!

-Ah?...

-Sou a Liliana! – Exclamou com um sorriso tímido e amedrontado na minha direcção. Reconheci rapidamente o seu cabelo castanho arruivado. Era a rapariga que tinha um irmão gémeo. – Sabes, ás terças é dia de fazer-mos natação… Acho que não vale a pena vestires o fato de treino!

“Natação?... Quem diria!”

-Ahm… obrigada… – Respondi voltando a guardar as coisas – A propósito… sou a Lana!... Não posso fazer educação física, pois não?

-Era bom! – Ironizou a rapariga de pele escura – Todas nós temos um fato de banho suplente no cacifo da turma! Existem fatos de banho ainda por enxertar, é só ires lá e buscar um!

-Eu vou contigo! – Ofereceu-se Liliana segurando-me pelo cotovelo. Conti um impulso brusco com medo de a magoar, no entanto eu não gostava que me tocassem.

Fomos ao ginásio. Era como olhar para uma imensidão bege, ampla, em que, se alguém gritasse, multiplicaria o som para que todos ouvissem. Tinha 8 cestos de basquetebol, e duas balizas brancas. O chão encontrava-se delimitado com cores distintas, traçando os diferentes campos. Do lado oposto às portas dos balneários havia uma bancada e algumas portas cinzentas que levariam a alguma parte.

Finalmente, perto dos cacifos encontrava-se uma funcionária de cabelos grisalhos a ler uma revista com a ajuda dos óculos armados:

-Senhora Arminda, esta é a nova aluna! – Apresentou Liliana – ela precisa de um fato de banho, uma touca e uns óculos para a aula!

A empregada olhou-me de repente e o seu olhar ficou surpreendido. Levantou-se com alguma dificuldade devido ao peso visivelmente elevado e abriu um armário de madeira que estava à sua beira. De lá retirou tudo aquilo que a minha colega pediu. Olhei para a cor dos equipamentos um pouco chateada. Pelos vistos a cor oficial daquela escola era o vermelho…

Voltamos aos balneários. Lá todas as outras já estavam prontas, sendo para mim difícil distingui-las devido aos equipamentos iguais. Eu e Liliana vestimo-nos também. Mais uma vez, a minha tentativa de disfarçar as formas do meu corpo foram falhadas. Liliana voltou a olhar para mim atenciosamente:

-Não seria melhor limpares a sombra dos olhos? Vai borrar na água!

-não te preocupes, é á prova de agua! – Vesti o casaco do fato de treino e olhei em redor – Onde é a suposta piscina?

-A seguir ao ginásio! Vamos!

Desta vez não lhe dei hipótese de me agarrar e com um gesto deixei que ela me passasse à frente. Passamos o pavilhão desportivo até chegarmos a uma porta cinza. Lá, já se encontrava toda a turma, os rapazes desejosos de salpicar as raparigas indefesas, e estas, por sua vez, a tremer de frio, enquanto o professor fazia a chamada. Por fim, quando me chamou, foi o único que não reagiu mal ao meu estilo. A única coisa que me perguntou foi se eu sabia nadar. Respondi-lhe um seco “sim”, apesar de a natação ser uma das minhas paixões.

Ele mandou-nos todos mergulhar e eu não fui excepção. A Agua estava morna e agradável, o que me fez libertar facilmente. Comecei a boiar involuntariamente, acto que fazia repetidamente dentro de água.

Senti algo agarrar-me o tornozelo.

Tentei fazer um movimento brusco para me soltar, e antes de conseguir soltar algum grito a minha cabeça afundou-se na água sem me dar tempo de guardar algum oxigénio dentro de mim. Comecei a espernear aflita, mas continuava presa. Senti um pequeno “deja vu”.

Recordei a ultima pessoa que me fizera aquilo, o protagonista dos meus pesadelos…

Se não estivesse dentro de água, as lágrimas teriam chamado todas as atenções, mas ao estar submersa, eram travadas e confundidas pela água clorada. Comecei a ficar sem forças e sem ar. Parei de bater os pés, e deixei que o meu inconsciente começasse a adormecer. Foi então, naquele momento, que os meus olhos viram algo! Parecia um peixe cor de laranja a nadar na minha direcção. Virei o rosto, assustada, mas do outro lado voltei a ver algo semelhante parado. O meu tornozelo ficou livre de repente e senti algo puxar-me pela cintura até ao cimo da água. Assim que o oxigénio entrou pelas minhas narinas comecei a tossir incontrolavelmente com a mão no peito, tonta e sem noção da realidade:

-Lana está bem?! – Perguntou uma rapariga cuja voz me era familiar.

Ignorei a pergunta. Olhei em redor para a água, na expectativa de verificar se lá se encontrava algum animal. As minhas mãos estavam apoiadas em algo duro, e no entanto, macio. Continuava sem conseguir raciocinar direito, estava tonta e a minha visão estava desfocada.

-Lana sentes-te bem?! – Perguntou Liliana aflita – És tão idiota Gustavo, o que fizeste?!

Paralisei naquele momento e apercebi-me do meu estado.

Alguém me segurava pela cintura, e eu pensava que era Liliana. Porem, percebi que ela estava ao meu lado e não á minha frente. Tentei focar a minha visão e esquecer o que vira. Estava apoiada no peito nu de Gustavo enquanto este me tinha em sua posse. Desejei dar um grito por senti-lo tocar-me, mas em vez disso fiz pressão e empurrei-o para dentro de água tal como ele me tinha feito. Algumas atenções estavam postas em mim, excepto o professor não estava presente. Antes de deixar que o corpo de Gustavo regressasse ao cimo, mergulhei graciosamente para a parte funda da piscina, sustendo ao máximo a minha respiração, desta vez com óculos de água. A imagem do peixe ficou-me na mente, e isso fez-me querer confirmar se não havia nada dentro da piscina para alem dos alunos. Estava tudo normal! Algumas mãos faziam a agua chapinhar e ondular, algumas pernas estavam paradas na parte baixa e uma ou outra aluna fazia competições de suster a respiração e de nadar.

Nadei até à superfície, o mais afastado possível dos meus colegas e apoiei-me na margem de pedra a um canto. Respirei fundo e reflecti sobre o que acontecera. Quando senti o meu tornozelo preso o pânico apoderou-se de mim, e a minha cabeça foi assombrada por imensos flashbacks. Tinha vontade de chorar com todas as minhas forças, pelo ódio e pelas lembranças infelizes.

Apoiei o meu queixo nos braços que me serviam de almofada sobre a pedra fria que rodeava a piscina. Os meus olhos começavam a arder e a respiração tornou a ficar ofegante. A pontada nas minhas costas fez-me contorcer-me ligeiramente. Senti um braço no meu ombro, e antes que derramasse alguma lágrima meti a cabeça debaixo de água por uns segundos e voltei à terra. Junto a mim, estava uma jovem loira de olhos castanhos. Ela parecia amorosa e preocupada, o que me deixou confusa. Como podia uma estranha olhar-me daquela maneira?! Ela sorriu-me ligeiramente e dirigiu-se a mim educadamente:

-Olá, sou a Natacha!... A Liliana queria saber se estás bem…

-Estou óptima, obrigada… – Menti. Olhei por cima do seu ombro, e vi Liliana na parte baixa da piscina – Porque não vem ela aqui?

-A Lili não se dá muito bem com a profundidade! Ela não gosta muito de água, só aqui está porque é obrigada… Vem para junto dela, caso contrario nunca mais descansa!

-Claro!... – Respondi contrariada.

Nadamos as duas até ela. As suas pernas estavam encostadas à parede e as mãos seguravam-se nas escadas de metal. Gustavo estava à sua beira muito calmo, mas consegui perceber que ele queria algo. Aproximei-me dela sem lhe prestar atenção e retirei os óculos irritantes:

-Oh Lana, lamento o que aconteceu! – Disse preocupada.

-Mas não foste tu que me prendeste a perna!... – Exclamei lançando um olhar mortífero a Gustavo.

-Pois… Desculpa, não sabia que ias ficar tão aflita! Estava só a brincar!

-Acho que ontem não fui bem clara contigo! Será que não percebes que eu não estou minimamente interessada em dar-te trela?!
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-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
#29
lulumoon escreveu:(...)
quanto ás descriçoes. Bem, eu vou esforçar-me por faze-las, mas nao garanto que sejam la muito boas desde inicio! Embaracoso' vou tentar!
mais uma vez obrigada, em breve postarei o proximo capitulo! Very Happy

É melhor lavares a boquinha com sabão. As tuas descrições estão maravilhosas e melhoram a cada capitulo.
Atão a Laninha gosta de nadar... Olha mas que fixe! Já suspeitava que o Gustavo fosse tramar alguma. Ele que desista. Não será assim que ela se irá interessar por ele.

(E já agora a namoradinha do Gustavo podia "quase" afogar-se, não? Toma toma)
Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!




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#30
obrigada pelo teu elogio Ana, ja sabes, se vires que eu estou a descer na qualidade de escrita ou se reparares em pequenos pormenores que eu poderia nelhorar di, o que eu keru é escrever cada vez melhor! Embaracoso
Bem, quanto á historia, bah, o rapaz tem uma panca mas a gtente ao longo do tempo ate lhe vai achando piada! Matreiro é uma questao de paciencia (coisa que falta á Lana! lool)
E a namoradinha! Errr, dpois ve-se! lol
bjokas
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#31
Esta simplesmente linda a 1ª parte do capitulo Esperancoso
Magnifico Very Happy
A escrita continua excelente e os detalhes tambem Razz Continua *mal posso esperar pela 2ª parte*

The Diva .. Is Back !
#32
obrigada StaRaquel! proxima parte hoje á noite ou amanha! ;D
bjx!
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#33
Epa! Senti um toque de Crepúsculo no ar... Matreiro Matreiro Mas gostei de ler, acho que tua escrita vem amadurecendo... se investires nisso, em breve teremos uma escritora muito boa! Parabéns e vou ser tua leitora! Eu gostei do Gustavo físico, mas ele é um chato! Eu se fosse a Lana dava um gelo nele... Matreiro

Presente do Brancus- Visitem www.imagevisiondesign.com

Semi-ausente até março Neutral
Moon Revenge- exerto do volume 2 publicado 02/01
#35
obrigada chou e gatinha pelo vosso apoio! Embaracoso
ah, e quanto ao que a chousenshi disse sobre o crepusculo! err, pois, eu por acaso quando reli o capitulo pela primeira vez, tambem me fez lembrar um pouco a historia da Bella, mas foi totalmente sem intensao e vao ver que so mesmo o inicio é que é parecido, porque a restante historia é super diferente! Embaracoso
Amanha vou ao Geres! Matreiro chegou o dia do ano! lool
vou tentar tirar fotos dos locais para por aqui no forum, e amanha á noite posto o resto o capitulo!
bjkas
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#36
qerida lulumoon, ( se ficares ofendida desculpa a parte do querida )

a cada cap. melhoras ! A tua escrita tem sofrido muitas mudanças e para melhor claro !
gosto também das tuas descrições ! Sempre muito bem escritas e faz as pessoas entrar na situação e imaginar que é a persongem.

Gosto também das próprias personagens.
Vou esperar que explores mais o Gustavo Smile tenho a certeza que ele tem muito o que se lhe diga Wink

Deste capitulo... Gostei da cena em que ele agarrou-a e como tu soubes-te descrever tudo sem vacilares uma unica vez !

Perfeito !!

Sou tua fã e vou acompanhar a fic.

Eh la.. desta vez escrevi um comentario mais longo qe o habitual :O

Kissus
deliciousbbe.tumblr.com
#37
Sweet, o teu comentario deixou-me super feliz!
Adoro estes comentariozitos mais explorados que digam o que realmente gostam na historia, e eu fico muito feliz por ter melhorado a minha escrita e as minhas descriçoes ao longo do tempo!
vou tentar descodificar as mentes dos personagens, pois muitos deles nao sao o que parecem, e a propria protagonista ás vezes pode ser tapadinha! Matreiro
novo capitulo amanha á noite, ou melhor, hoje! Embaracoso'
bjinhox

PS: achavas mesmo que eu ficava chateada por me chamares Querida?! looll Temos de dizer as verdades!
*mim sai com um ar de convencida!* Toma toma
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#38
Pelo o facto das aparencias nao serem aquilo que parece traz outro ser á historia. Normalmente é sempre tudo tão previsivel.

Melhor surpreender !

Huum.. muita getne nao gosta do qerida.. ach qe é muito confiança.

Kissus
deliciousbbe.tumblr.com
#39
Querida Lulumoon gostei muito do capituolo(para variar)

o Gustavo é mesmo mauzinho, aquelas brincadeiras não se fazem...Ai ai ai que eu sou-lhe uma tareia=P

Concordando com a querida da Sweet, acho que realmente devas explorar mais o Gustavo, porque sinceremante eu estou curiosa para saber algo mais sobre esse menino lateiro XD

Gosto da maneira como descreves o que ela sente aundo as outras pessoas olham para ela, é mesmo trites julgarem as pessoas por aquilo que vestem, como diz a minha avózinha, nunca se deve julgar um livro pela capa...

Bem resta-me esperar por mais capitulos que de certeza que vão ser tao bons ou melhores que este XD

Beijokitas


Obrigado Dumpling <3
#40
Depois de um dia super cansativo nao ha nada como chegar a casa e ver os vossos comentarios! Obrigada sweet e joaninha!Embaracoso
Bem, hoje fui ao Geres (Foi Fantastico!!!) e tirei fotos dos sitios que imagino para a minha fic, mas so vou coloca-los á medida que os vou descrevendo na historia!
Sem mais demoras venho trazer a 2ª parte do capitulo, e acho que aqui o gustavo nao vai parecer tao mauzinho como aparenta! Matreiro
Bem, mas a verdadeira personalidade dele so vao descobrir aos poucos! lol
Enquanto isso:

Capitulo II (2ª parte) - Submersa


Acho que ontem não fui bem clara contigo! Será que não percebes que eu não estou minimamente interessada em dar-te trela?!

Ouvi gargalhadas atrás de mim. Sérgio, Rodrigo e Ivo apareceram à minha frente tão rapidamente como se sempre lá estivessem. Olhei para eles com fúria. Queria saber o motivo da piada, queria saber se se riam de mim!

Ivo deu-me uma palmada leve nas costas enquanto se ria, e Rodrigo fez o mesmo com Gustavo. Mordi o lábio tentando travar algum comentário brusco e Sérgio apareceu do meu lado direito também com risadas irritantes:

-Gosto da miúda! Tem garra!

Natacha soltou um risinho na nossa direcção, e Ivo continuou, ainda com a mão nas minhas costas, enfurecendo-me sem se aperceber:

-Gostei da tua reacção com o “bicho babão”!

-Com quem?!

-O professor! Ontem, na aula de matemática! Lembraste?!

Abanei as minhas costas, desconfortável:

-ok, Larga-me! – Ordenei repentinamente, desviando-me dele – Porque é que lhe chamaste “Babão”?

-Não reparaste como ele se babava a falar?!

-Se estivesses na fila da frente como eu, apercebias-te! – Disse Liliana com um ar enojado.

Eles riram em unissono, excepto Gustavo e eu, que nos entreolhamos por segundos. O professor de educação física finalmente se aproximou da piscina e soprou no seu apito. Sem que ele dissesse mais nada todos de puseram nas pistas das piscinas por ordem. Eu juntei-me a Liliana, sem saber o que era para fazer ao certo. O professor olhou para mim de raspão, e com um pequeno gesto, deu-me sinal para me afastar de Liliana:

-Nadem duas piscinas croll, duas bruces, duas mariposa e duas costas! Sem parar!

Voltou a apitar o seu guizo estridente e todos começaram a nadar. Esperei que Liliana avançasse, mas ela encostou-se à parede azul com um olhar amedrontado e deu-me sinal para avançar.

Estranhei, durante toda a aula, que ela não saísse da parte baixa da piscina. Inicialmente pensei que ela não soubesse nadar, mas esse não era motivo. O professor, para minha admiração, não insistiu com ela e trocava palavras amigáveis. Por fim a aula terminou. Tirei a touca da cabeça receando que o meu cabelo estivesse molhado. Felizmente a borracha da touca era impermeável o que me fez suspirar de alívio. Passei o meu corpo rapidamente pela água doce do chuveiro e vesti-me rapidamente, saindo dos balneários antes de todos os outros.

Sentei-me num banquinho, na parte exterior do bar, enquanto lanchava uma maça, e outros alunos passavam por mim, admirando-me pela primeira ou segunda vez. Ao longe vi Gustavo aproximar-se, e os meus olhos reviraram. Tal como eu temia, ele aproximou-se de mim e sentou-se ao meu lado:

-Dei-te autorização?!

-Calma! Só vinha pedir desculpa!... – Exclamou – Por hoje e por ontem! Não te queria chatear!

-Mas chateaste!... Principalmente ontem…

-Eu sei, já percebi isso, mas não sabia que ias reagir tão mal! Quer dizer…! – Travou as suas palavras e abafou um riso – Acho que foste a primeira pessoa que reagiu tão mal! As outras raparigas teriam dito apenas “sim” ou “não”, mas tu…!

-Eu não sou como elas! – Interrompi – É isso que precisas de entender!...

-Eu só estava a tentar conhecer-te! Ser teu amigo!

-Eu não tenho, nem quero ter amigos aqui! – Exclamei furiosa – Quero apenas que me ignorem!

-Isso é ridículo! – Afirmou com um sorriso parvo – quantas mais vezes dizes essas coisas, mais eu tenho vontade de te fazer perguntas!

-Não as faças! – Ordenei colocando-me de pé na direcção do caixote do lixo. Gustavo calou-se durante os breves instantes em que estive de costas para ele e decidi continuar – Por muito que tenhas curiosidade em conhecer-me, nunca vais saber nada!

-“Nunca” é uma palavra muito forte!... – Respondeu olhando na minha direcção à medida que me aproximava – Tens que admitir… – Continuou – Consegues deixar qualquer um curioso…

Mais uma vez suspirei e rodei os meus olhos na sua direcção, até os seus olhos incidirem sobre os meus. Nunca tinha prestado muita atenção ao físico de Gustavo, nunca tinha reparado sequer se ele era bonito ou feio. Talvez por me sentir demasiado presa nas suas insinuações revoltantes! No entanto, naquele momento avaliei-o, começando pelos olhos, que foram a primeira coisa que me chamou a atenção. Eram azuis, azuis acinzentados, que me faziam lembrar os momentos em que estava submersa na água salgada das praias que costumava frequentar. A sua pele tinha um tom leve de pêssego, facilmente destacado pelo cabelo loiro escuro, que caía sobre a sua testa. Já tivera oportunidade de estudar o corpo quando ele me segurou na piscina. Apesar de ter uma pele macia, tinha uma textura rija que dificilmente eu conseguiria abater. Virei o rosto novamente para não o deixar entender que eu estava a olhar para ele, enquanto fingia olhar para algum ponto indefinido no céu, e sentei-me ao seu lado.

Apercebi-me de que ele também olhava para mim, e por essa razão, continuei sem me virar na sua direcção, envergonhada sem ele saber. Esperava que ele fizesse mais alguma insinuação, mas estava na minha vez de dizer algo:

-Porque estás a olhar?! – Perguntei quase a gaguejar. Não me ocorreu mais nada que pudesse dizer naquele momento constrangedor.

-Estava a pensar… Porque te vestes de preto?! Morreu alguém?!

-Não, não morreu ninguém, e antes que magoes alguma pessoa, acho melhor treinares as tuas perguntas!

-O que queres dizer?! – Perguntou admirado.

-E se alguém tivesse mesmo morrido?! Não te apercebeste do tom com que me fizeste a pergunta?! – Questionei – Foste muito indelicado, Gustavo!

-não sabia que ainda te lembravas do meu nome!

-Mudas de assunto com muita frequência pelo que vejo!... – Respondi sem prestar atenção ao seu comentário infeliz.

-Distraio-me com facilidade! – Respondeu com um enorme sorriso branco – Desculpa se te ofendi! Nunca vi ninguém como tu! Preto atrás de preto!

-Gosto de preto… – Respondi, apesar de não ser totalmente verdade.

-Não gostas de mais nenhuma cor?! Não podes variar?!

-Se te cansa, podes não olhar!... – Disse-lhe num tom sarcástico – eu até agradecia!

-Ah não, isso não! Eu gosto de observar bem o que quero!

Debati-me contra mim mesma. Não gostei da sua afirmação. Estava a falar de mim como se estivesse a referir-se a um objecto!

Fiquei calada, enquanto via alunos e mais alunos passarem por nós admirados. Não sabia o que lhe responder, mas isso não pareceu incomoda-lo. Ele voltou a olhar para mim com cara de caso:

-A tua pele é clara e lisa! Usas pó da arroz?

-As tuas perguntas são estranhas!

-Como já disse, eu gosto de saber tudo ao pormenor! – Respondeu.

Eu continuei sem lhe dizer nada e respirei fundo, esperando a próxima pergunta parva, sem paciência. Ele inclinou a cabeça para me olhar de um outro ângulo, continuando atento à minha figura:

- O preto é a tua cor preferida?

-Não… – Respondi olhando em frente.

-A sério?! Então qual é?! – Perguntou surpreendido.

-Branco!... – E deixei escapar o primeiro sorriso tímido à sua frente.

-O oposto?! – Murmurou confuso.

Os seus pensamentos foram interrompidos pelo irritante som da campainha, que terminou com o seu raciocínio, e eu levantei-me pronta para ir para a sala. Ele esticou o braço na minha direcção e atrapalhadamente seguiu-me pelo átrio da escola:

-Podias esperar um pouco! A professora de biologia demora!

-Quero chegar rapidamente à sala para assegurar um lugar individual!

-Não, fica comigo!

-E aturar as tuas questões sem nexo durante duas horas?! – Ironizei – nem pensar! Alem disso se a tua namorada me vê outra vez contigo arranjas problemas com ela!

- Namorada?!

-Aquela rapariga de cabelo cor de bronze… – Relembrei virando-me na direcção dele – Creio que se chama Letícia!

-Ergh! Credo! – Exclamou com um esgar – A Letícia e eu?! Nunca!

-Pensei que tinhas dito que “nunca” era uma palavra muito forte!

-E é! Mas não neste caso!
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