A Última Estrela
O que acontecerá a Maria?
Total de votos: 16
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O sentimento forte de se reunir aos pais fá-la juntar-se ao lado negro 0% 0 votos
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Consegue resistir no último momento ao ouvir o pedido de socorro de Mário 50% 8 votos
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Vénus aparece e evita que Júpiter toque no Cristal Prateado 13% 2 votos
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Júpiter toca no Cristal Prateado, mas algo estranho acontece de seguida 19% 3 votos
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O restaurante sofre uma nova explosão, atirando Júpiter e Petzite violentamente para o chão, evitando o pior 0% 0 votos
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Nenhuma das anteriores 19% 3 votos
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Dianuxka escreveu:eu começo a achar que a Célia anda Chalada...neste episódio passa a vida a perguntar por chá...e já nos anteriores...passava a vida a fazer o mesmo...
...a rapariga as vezes bate mal da tola..consegue ser pior que a Vénus.
Ela é inglesa!
Eles supostamente adoram chá né?
''Benhe... Tou a escrever o outro capítulo, mas a vontade não é muita sinceramente...
Tem 5 páginas, estou mais ou menos a meio, mas sinceramente não me apetece escrever tão cedo. :cigarrete:
Sammu, és fixe! Sammu escreveu:Dianuxka escreveu:eu começo a achar que a Célia anda Chalada...neste episódio passa a vida a perguntar por chá...e já nos anteriores...passava a vida a fazer o mesmo...
...a rapariga as vezes bate mal da tola..consegue ser pior que a Vénus.
Ela é inglesa!Eles supostamente adoram chá né?
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Benhe... Tou a escrever o outro capítulo, mas a vontade não é muita sinceramente...Tem 5 páginas, estou mais ou menos a meio, mas sinceramente não me apetece escrever tão cedo. :cigarrete:
Também, com duas fics :
:Bem, antes de dormir :
:, uma pergunta em off: quem fez tua sign? Tu?Porque está divina! Agora pude ver ela animada... mas acho melhor a imagem da Kasei aí


Presente do Brancus- Visitem www.imagevisiondesign.com

Semi-ausente até março

Moon Revenge- exerto do volume 2 publicado 02/01
Sammu escreveu:sim...mas e que neste cap ela andava mesmo paranoica com o chá....a bunny anda a solta com o gonçalo...as mas andam tb a solta...a saturno vola a carga...e depois lá vem ela com o cháDianuxka escreveu:eu começo a achar que a Célia anda Chalada...neste episódio passa a vida a perguntar por chá...e já nos anteriores...passava a vida a fazer o mesmo...
...a rapariga as vezes bate mal da tola..consegue ser pior que a Vénus.
Ela é inglesa!Eles supostamente adoram chá né?
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Benhe... Tou a escrever o outro capítulo, mas a vontade não é muita sinceramente...Tem 5 páginas, estou mais ou menos a meio, mas sinceramente não me apetece escrever tão cedo. :cigarrete:

não te apetece escrever..então olha...já somos dois

:
=D: offtopic:os mnovos smiles são mt fies...mas este parte-me toda -> :g13: ...parece o lobao XD
Bem demorei um bokado para
vir ca comentar, mas proveito para comentar os dois últimos capítulos…
Adorei tudo, mas como sempre há mas partes que sobressaem…mas vou tentar ser breve.
Gostei da descrição da batalha com as DD Girls no polo norte…fez-me lembrar muito bem desse episodio…
A batalha com a Galáxia anda não vi no anime, mas já da para imaginar kk koisita…

Já estava a d que a joana hesitasse um pouko antes d recusar a escuridão em troca d respeito, pois ao longo do anime que vi ela sempre me deu a sensação d ter pouca confiança como guerreira…quanto a espada dela já estava a espera, pois depois do capitulo da cerimonia mta gente disse que ela também teria uma no futuro – no anime, ou no manga (não me lembro d kual deles falavam). Mas gostei do facto d apenas ela
poder “purificar” os contaminados, pois vai realçar a sua liderança…
ADOREI a batalha no estádio…para não variar escreveste as coisas d tal forma que foi possivel visualizar tudo como se fosse mesmo um anime…
Então o traidor sempre era o artemis…tinha uma pekena duvida se seria ele ou a amy, mas estava + inclinada para ele pois a amy n teria como saber d tudo akilo…
Finalmente a menina célia decidiu revelar-se!!! Estava a ver que não…é bem feito… agora toda a gente sabe kem ela é…
Como eu a compreendo…
claro que esta bunny mais juizada percebeu logo o que é que estava escondido
nakele quarto (neste caso, kem) e foi ter com o seu kerido assim que pode…
Hihihi a bunnyzita já esta em eternal…tralalala lala la
:dança:
E ah i tal, o seya voltou…ou melhor a star fighter…mas realmente…mais um a obedecer a celimoon…mas pronto…a ele compreendo pois não deve lealdade a princesa da lua como a outer…
Lá está…elas podiam-se ter explicado minimamente…tudo bem seria difícil a bunny acreditar na célia depois d esta lhe ter tirado o Gonçalo e ter fikado com os cristais d prata e d ouro…mas x talvez a célia-sou-a-maior lhe explicasse as coisas miniamente logo no inicio, a bunny iria compreender, e talvez ate colaborasse um pouco…
Eu sei, que foi tudo por uma boa causa…mas os meios não justificam os fins…
E agora o resultado ve-se…a bunny soube que o Gonçalo estava preso nakele kuarto e foi la busca-lo sem saber que ele é o endymion e que está infectado, ou seja, neste momento ela corre perigo d vida…e porke??? Porke a sodona célia-sou-a-maior-e-tenho-sempre-razao-pois-sou-uma-lider axou que era
ma ideia dizer a princesa da lua o que estava a acontecer…tudo bem, eles tinham
um espiam…mas de certeza que esse espião não era a bunny…ela poderia saber, e
ate as ajudava a descobrir o “traidor”.
Eu sei que seria complicado ela acreditar que havia um traidor no seu grupo…mas mais uma vez, x a sodona célia x tivesse dignado a dizer á bunny o que estava a acontecer, tb lhe poderia dizer que eles estavam infectados, ou seja, que o faziam contra a vontade e assim…mas não, axou que poderia resolver as coisas sozinha e deu no que deu…agora a princesa corre perigo d vida e d kem e a culpa??? Da célia/celimoon claro está…
Eu sei que mta gente deve ter mudado d ideias em relação a ela…mas eu não consigo…ela tinha uma forma muito melhor para resolver tudo isto e não o fez…optou por mentir a toda a gente…não gosto dela e pronto…
:g9:
Bem, continuando….
Em relação ao cristal prateado já sabíamos mais ou menos o que tinha acontecido…a novidade foi a razão da luna não poder falar…mto bem explikado, sim senhor…
Kero ver komo e que elas x vão safar agora que toda a gente sabe kem elas são…vai ser lindo, ainda por cima com os governantes infectados…
Em relação a amy…não sei o que hei-de pensar…x por lado axo que ela deve estar com o rui a fugir por ai…por outro axo que ela devia estar possuída ou assim por causa da conversa que ela teve com maria (ou com a Joana, já não me lembro) …a não ser que akilo tenha sido criado por ela e pelo rui para manter o inimigo mal informado e dar
uma pista as outras com o “euroka” e os espelhos e assim…Não sei…
A Saturno vai voltar ao poder…grande hotaru…so falta a plutão e a chibiusa vir do futuro para ajudar o pessoal no passado…
Sem palavras…
Bem…isto fikou maior do que eu keria…mas komo corresponde a 2 capitulos…espero que não te aborreças mto a ler… :
':
D kk forma continua o bom trabalho...
Devias pensar numa carreira como escritor…a serio que tens jeito…
Vou fikar a espera do próximo capitulo…
vir ca comentar, mas proveito para comentar os dois últimos capítulos…
Adorei tudo, mas como sempre há mas partes que sobressaem…mas vou tentar ser breve.
Gostei da descrição da batalha com as DD Girls no polo norte…fez-me lembrar muito bem desse episodio…
A batalha com a Galáxia anda não vi no anime, mas já da para imaginar kk koisita…

Já estava a d que a joana hesitasse um pouko antes d recusar a escuridão em troca d respeito, pois ao longo do anime que vi ela sempre me deu a sensação d ter pouca confiança como guerreira…quanto a espada dela já estava a espera, pois depois do capitulo da cerimonia mta gente disse que ela também teria uma no futuro – no anime, ou no manga (não me lembro d kual deles falavam). Mas gostei do facto d apenas ela
poder “purificar” os contaminados, pois vai realçar a sua liderança…
ADOREI a batalha no estádio…para não variar escreveste as coisas d tal forma que foi possivel visualizar tudo como se fosse mesmo um anime…
Então o traidor sempre era o artemis…tinha uma pekena duvida se seria ele ou a amy, mas estava + inclinada para ele pois a amy n teria como saber d tudo akilo…
Finalmente a menina célia decidiu revelar-se!!! Estava a ver que não…é bem feito… agora toda a gente sabe kem ela é…

- T-tu…? – engasgou-se Bunny com a raiva a possuir-lhe o corpo.
- V-vocês destruíram a minha casa?! – gritou Bunny nervosa.
Como eu a compreendo…
claro que esta bunny mais juizada percebeu logo o que é que estava escondido
nakele quarto (neste caso, kem) e foi ter com o seu kerido assim que pode…
Hihihi a bunnyzita já esta em eternal…tralalala lala la
:dança:
E ah i tal, o seya voltou…ou melhor a star fighter…mas realmente…mais um a obedecer a celimoon…mas pronto…a ele compreendo pois não deve lealdade a princesa da lua como a outer…
- Porque é que simplesmente não lhe disseram isso que nos estão a dizer agora? Porque é que não nos disseste quem eras? Era a atitude mais correcta. – gritou Marte, tendo a sua voz abafada pelo vento resultante da velocidade a que o carro se movia.
Lá está…elas podiam-se ter explicado minimamente…tudo bem seria difícil a bunny acreditar na célia depois d esta lhe ter tirado o Gonçalo e ter fikado com os cristais d prata e d ouro…mas x talvez a célia-sou-a-maior lhe explicasse as coisas miniamente logo no inicio, a bunny iria compreender, e talvez ate colaborasse um pouco…
Eu sei, que foi tudo por uma boa causa…mas os meios não justificam os fins…
E agora o resultado ve-se…a bunny soube que o Gonçalo estava preso nakele kuarto e foi la busca-lo sem saber que ele é o endymion e que está infectado, ou seja, neste momento ela corre perigo d vida…e porke??? Porke a sodona célia-sou-a-maior-e-tenho-sempre-razao-pois-sou-uma-lider axou que era
ma ideia dizer a princesa da lua o que estava a acontecer…tudo bem, eles tinham
um espiam…mas de certeza que esse espião não era a bunny…ela poderia saber, e
ate as ajudava a descobrir o “traidor”.
Eu sei que seria complicado ela acreditar que havia um traidor no seu grupo…mas mais uma vez, x a sodona célia x tivesse dignado a dizer á bunny o que estava a acontecer, tb lhe poderia dizer que eles estavam infectados, ou seja, que o faziam contra a vontade e assim…mas não, axou que poderia resolver as coisas sozinha e deu no que deu…agora a princesa corre perigo d vida e d kem e a culpa??? Da célia/celimoon claro está…
Eu sei que mta gente deve ter mudado d ideias em relação a ela…mas eu não consigo…ela tinha uma forma muito melhor para resolver tudo isto e não o fez…optou por mentir a toda a gente…não gosto dela e pronto…
:g9:
Bem, continuando….
Em relação ao cristal prateado já sabíamos mais ou menos o que tinha acontecido…a novidade foi a razão da luna não poder falar…mto bem explikado, sim senhor…
Kero ver komo e que elas x vão safar agora que toda a gente sabe kem elas são…vai ser lindo, ainda por cima com os governantes infectados…
Em relação a amy…não sei o que hei-de pensar…x por lado axo que ela deve estar com o rui a fugir por ai…por outro axo que ela devia estar possuída ou assim por causa da conversa que ela teve com maria (ou com a Joana, já não me lembro) …a não ser que akilo tenha sido criado por ela e pelo rui para manter o inimigo mal informado e dar
uma pista as outras com o “euroka” e os espelhos e assim…Não sei…
A Saturno vai voltar ao poder…grande hotaru…so falta a plutão e a chibiusa vir do futuro para ajudar o pessoal no passado…
Célia olhou espantada para Octávia. Dirigiu-se a ela pausadamente com uma chávena na mão.
- Cházinho?
Sem palavras…
Bem…isto fikou maior do que eu keria…mas komo corresponde a 2 capitulos…espero que não te aborreças mto a ler… :
': D kk forma continua o bom trabalho...
Devias pensar numa carreira como escritor…a serio que tens jeito…
Vou fikar a espera do próximo capitulo…
_______
sonhar nao mata...mas magoa...e por vezes ainda mais do que qualquer ferida fisica...
sonhar nao mata...mas magoa...e por vezes ainda mais do que qualquer ferida fisica...
moonlight escreveu:Bem…isto fikou maior do que eu keria…mas komo corresponde a 2 capitulos…espero que não te aborreças mto a ler… :':
D kk forma continua o bom trabalho...
Devias pensar numa carreira como escritor…a serio que tens jeito…
Muito obrigado pelo teu comentário Moonlight! Claro que não me aborreço a ler, bolas, é precisamente isto que eu adoro ler. Uma pessoa está duas semanas a escrever um capítulo com cuidado, depois só quer é ver as opiniões dos leitores, certo?
Carreira como escritor? ''
Isto é uma historiazinha, não se compara ao que a gente lê nos livros.chousenshi escreveu:Sammu escreveu:Dianuxka escreveu:eu começo a achar que a Célia anda Chalada...neste episódio passa a vida a perguntar por chá...e já nos anteriores...passava a vida a fazer o mesmo...
...a rapariga as vezes bate mal da tola..consegue ser pior que a Vénus.
Ela é inglesa!Eles supostamente adoram chá né?
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Benhe... Tou a escrever o outro capítulo, mas a vontade não é muita sinceramente...Tem 5 páginas, estou mais ou menos a meio, mas sinceramente não me apetece escrever tão cedo. :cigarrete:
Também, com duas fics ::
Duas fics? A outra não conta, já não a escrevo ao tempo! Como disse é só um passatempo! :g8:
Kasei escreveu:Depois, uma dúvida com q fiquei qt às explicações da Célia. Qd ela descreve a família real da Terra no passado, ela disse q a Beryl era consorte. Era rainha consorte, ou seja, mulher do pai deles, ou princesa consorte, ou seja, mulher (ou noiva) do Endymion? Muitas fics falam da Beryl como noiva no Endymion no tempo do Milénio Prateado, mas n me lembro de alguma vez ter visto essa referência no manga ou no anime. Por isso acho q é uma ideia de fãs... Mas tb n tenho a certeza. Qual destes cenários se aplica neste caso?
Tou cada vez mais intrigada com este Caos. É uma mulher, isso já sabemos. E também aparentemente ressuscita e junta à luta vários inimigos anteriores, todos mulheres também. Ninguém me tira da cabeça q é alguém q conhecemos, senão porquê tanto mistério? Ora bem, se já temos a Esmeralda, a Kaorinite, a Nehellenia e as irmãs da caça... N me parece q as Bruxas 5 ou o quarteto amazonas sejam sufucientemente importantes... Será a própria Beryl?
E Q RAIO SERÁ A NOVA MISSÃO DA ESMERALDA?! Ai ca medo!
Kasei, desculpa não te ter respondido... gomem, eu ia responder no dia a seguir a que li este comment e depois nunca mais ''''

A Beryl neste caso era a princesa consorte, noiva do Endymion
Mais à frente revelarei mais alguns detalhes desta relação.O Caos... Hum... Talvez no próximo capítulo fiques a saber quem era a "Super Boss do Mal"

A nova missão da Esmeralda... embora o capítulo não se foque nela, o próximo capítulo vai sofrer os efeitos indirectos desta missão, e no fim as navegantes ficarã a saber a missão, que será o centro da acção do capítulo 19!

Tenciono postar amanhã, é bem grande, aguardem!

Sammu, és fixe! amanha?!?!?
:g1: k bom....
espero conceguir arranjar um burakinho pa ka vir ler...
e esta fic é uma hidtoriazinha k ja vai em 17 capitulos c cerca d 7 paginas d word cada um...o k dava um livro c cerca d 90 paginas (plo mnx...), e ainda faltam mais capitulos...c um bokadinho d pratica e talvez umas ideias extra, concegues fazer um livro c tamanho decente...pk talento pa escrever tens...e isso é o essencial (mx n d fruta...)
:g1: k bom....
espero conceguir arranjar um burakinho pa ka vir ler...
e esta fic é uma hidtoriazinha k ja vai em 17 capitulos c cerca d 7 paginas d word cada um...o k dava um livro c cerca d 90 paginas (plo mnx...), e ainda faltam mais capitulos...c um bokadinho d pratica e talvez umas ideias extra, concegues fazer um livro c tamanho decente...pk talento pa escrever tens...e isso é o essencial (mx n d fruta...)
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sonhar nao mata...mas magoa...e por vezes ainda mais do que qualquer ferida fisica...
sonhar nao mata...mas magoa...e por vezes ainda mais do que qualquer ferida fisica...
bemmmmmmm!!!o amanha do sammu era hoje!!!!
fico ansiosa...
fico ansiosa...

Chegou finalmente---> Viagem ao futuro:Capitulo 1
Forum Evangelion
http://evangelion-pt.ativoforum.com/portal.htm
Sammu escreveu:Calma, calma, ainda tenho que colorir as falas das navegantes, demoro sempre uma horita pra isso...! Maldita a hora que implementei esse efeito ''''
bem...axo k o capitulo deve estar a chegar...
.o: *mim sentada a frente do pc a espera do novo capitulo*
:anjo3:
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sonhar nao mata...mas magoa...e por vezes ainda mais do que qualquer ferida fisica...
sonhar nao mata...mas magoa...e por vezes ainda mais do que qualquer ferida fisica...
CAPÍTULO 18
Rumo a Alemanha!
Terror na faculdade de medicina.
- Parabéns! – exclamaram Mariana, Haruka e Octávia, entrando sorrateiramente no quarto de Célia, de madrugada, trazendo um bonito bolo de massa-folhada nas mãos.
- Lembraram-se... Obrigada! – sorriu Célia ensonada, sentando-se na cama, onde lhe foram cantados os parabéns.
- Vinte e dois de Junho. – alegrou-se Mariana cortando quatro fatias.
- E vinte e dois anos, que velha. – brincou Haruka.
- Tão simpática…! - riu-se Célia comendo uma fatia de bolo.
- Cucu! – exclamou Seya, entrando no quarto sorrateira. – Parabéns Selene! Estás cada vez mais bonita algazinha.
- Obrigada Seya… Mas… algazinha? – perguntou atónita.
- Não conheço ninguém com um cabelo mais verde que o teu, por isso algazinha estás a ver…? – brincou, deitando a língua de fora. Mariana riu-se com vontade, até Haruka lhe lançar um olhar ameaçador.
- Vou chamar as outras! – entusiasmou-se Octávia dirigindo-se à porta.
- Não! – interrompeu Célia engasgando-se. – O dia de ontem foi muito atribulado, não vamos preocupar ninguém por causa disto. Existem coisas mais importantes do que o meu aniversário.
- Oh… Se assim o dizes… - suspirou Octávia juntando-se a elas novamente.
- Diz-me… - inquiriu Haruka. – Vamos à Alemanha apenas para buscar o Rui e a Ami?
- Sim, a principal razão é essa. – confirmou Célia comendo bolo. – Mas estou desconfiada de uma coisa… Vocês reparam que as outras navegantes ficaram definitivamente eternas durante o concerto?
- Sim. – disse Mariana cortando outra fatia delicadamente. – A Sailor Moon recuperou o medalhão, ficou eterna, completou o círculo necessário para que todas ficassem eternas. Elas não tinham tanto poder como nós, só conseguiriam manter a transformação eterna se todas do grupo estivessem ao mesmo nível.
- Todas? – inquiriu Célia tentando fazer-se perceber.
- Já entendi. A Ami também tem que estar eterna certo? – adivinhou Seya. – Elas só se tornariam eternas definitivamente se todas do grupo o estivessem, o que quer dizer que a Mercúrio de algum modo evoluiu para eterna na Alemanha.
Célia sorriu, e todas compreenderam então a razão da sua desconfiança.
- Muito obrigada pelo vosso trabalho meninas. – agradeceu emocionada, levantando-se da cama. - Vou fazer um chá para o pequeno almoço.
No dia anterior, toda a família das guerreiras havia sido evacuada para a mansão de Célia. Fernando, Mário, os pais de Joana, os pais de Bunny, Chico e o Prof. Tomoe ocuparam a sala, os anexos, e os restantes quartos livres da casa. Calaverite e Petizte também haviam ficado na mansão.
O dia amanheceu gelado e cinzento, o dia da partida para a Alemanha. Como Artemis havia dito a localização de Ami ao inimigo, tornara-se urgente a missão de a resgatar a si e a Rui do país em guerra.
- Não me sinto confortável a fazer isto sem a Bunny. – preocupou-se Rita, passeando pelo jardim.
- Ela tem o Cristal Prateado, pode defender-se e chamar-nos a qualquer momento não é? – apaziguou Maria, tentando convencer-se a si própria.
- Não sabemos onde a encontrar, e a Ami pode estar em perigo… - disse Joana caminhando por entre as fontes decorativas. – Além disso devemos voltar rápido, e aí sim, teremos que a encontrar.
- Ela está bem. – convenceu-se Maria. – Mas não consigo evitar a sensação de…
- … abandono da missão? – completou Rita. – É a primeira vez que lutamos sem ela.
- Raios, porque é que ela nos abandonou assim a meio da batalha do concerto? – zangou-se Joana. – Ela não é nada de fazer estas coisas.
- Fazer as maiores besteiras por amor? – sorriu Rita. – Não é nada dela, de facto… - riu-se.
- Deve estar consolada com o Gonçalo. – observou Maria feliz. – Depois de tanto tempo separados…
- Mas o Gonçalo ainda estava infectado com o poder negro, foi isso que ela disse. – contrapôs Joana.
- Não sei se acredito em tudo o que a Célia diz, pelo menos nisso. – confessou Rita. – Ela parece ter algum problema com o namoro dos dois, é estranho.
Os alarmes soaram de novo, ouviam-se tiros e sons perturbantes pela imensa cidade. Nem o facto de terem os seus entes queridos protegidos dentro da mansão lhes acalmava o espírito. Ouviu-se o grasnar de Phobos e Deimos, os corvos de Rita que haviam sido resgatados e agora voavam pelos jardins.
- A União Europeia juntou-se à batalha. – preocupou-se Rita vendo os edifícios escuros do topo da colina, à medida que o vento acariciava os seus negros cabelos. – Uma aura terrível está a cobrir o mundo, devemos agir.
- Não podemos confiar em ninguém. – arrematou Joana.
- Sabem uma coisa? – inquiriu Maria sorrindo. – No meio de tudo isto, ainda existem pessoas em que a bondade prevalece.
- Estás a falar da mãe da Ami? – perguntou Rita, entendendo Maria.
- Sim… Ser médica, e não querer vir para a protecção da mansão para ajudar os possíveis feridos de guerra é no mínimo…
- Nobre. – concluiu Joana.
- Prontas meninas? – perguntou Luna ao lado de Artemis, caminhando em direcção a elas. Todos os habitantes seguiam a gata com curiosidade.
- Está na altura da partida. – confirmou Célia a todos os presentes.
Rita caminhou em direcção a Fernando, dando-lhe um demorado beijo.
– Desta vez não partirei sem te beijar. – sorriu, abraçando-o. - Espera por mim, sim?
- Ritinha… - suspirou Fernando enquanto uma lágrima solitária escorria do seu rosto. – Eu confio em ti, sempre foste forte.
Octávia caminhou para o lado do seu pai, que a abraçou avidamene.
- Não vás filha… - pediu quase suplicando. – Logo agora, a nossa vida estava normal, estava tudo tão bem…
- É por isso que tenho de ir papá. – explicou Octávia acariciando-lhe a face. – Vou ajudar uma amiga, para que tudo isto acabe… Para que eu possa novamente apanhar pirilampos à noite, contigo, no nosso jardim…
Maria não saiu do sitio, embora olhasse fixamente para Mário. Este, desde que descobrira que Maria era a Navegante de Júpiter, pedira-lhe um tempo no relacionamento. Não suportara a falta de confiança da sua noiva, sentiu-se traído.
- Boa sorte. – disse Mário com frieza, aproximando-se dela.
- Oh, obrigada. – agradeceu Maria tristemente, tentando responder no mesmo tom.
Para sua surpresa, segundos depois Mário desatara a chorar e agarrara-se a ela fortemente.
- Desculpa Maria, desculpa! – soluçou abraçado. – Eu só vejo a tua imagem, tu a entrares naquele fogo infernal para me salvares, perdoa-me. – confessou, ao que Petzite corou de vergonha. - Senti-me atraiçoado, senti-me sujo e indigno por nunca me teres contado quem eras, mas… Que estúpido, eu amo-te.
Maria emocionou-se, e os dois ficaram assim, simplesmente abraçados.
- Boa sorte filha. – desejou o pai de Joana passando a mão pelos seus cabelos loiros. – Sei que tudo vai correr bem, porque estás lá.
- Sempre tive orgulho em ti Joana. – revelou a sua mãe, sentindo-se culpada por tudo o que dissera e fizera no passado. – Tenho pena de não o ter começado a demonstrar mais cedo.
- Eu sei mãe. – confessou Joana olhando nos olhos da sua mãe, os mesmos olhos que tantas vezes a olharam com desilusão. – Eu conheço a tua maneira de ser, no fundo sempre soube que o que dizias não era para me deitar abaixo, mas sim para eu nunca parar de lutar pelos meus sonhos e alcançar mais. E por isso, o meu obrigado. – sorriu, abraçando os pais.
- Hã… Joana? – chamou Chico, tocando-lhe com o dedo nas costas. Joana voltou-se para trás. – Era para te desejar boa sorte, sei que vais encontrar a Ami e a minha irmã, és muito valente. – disse Chico rapidamente, enquanto a sua face ficava avermelhada.
- Obrigada Chico. – agradeceu Joana dando-lhe um beijo relâmpago na boca, que deixou todos surpreendidos. – E pensar que estiveste sempre aqui à minha frente…!– exclamou correndo para junto das amigas.
- Esta casa tem uma protecção invisível muito forte. – anunciou Célia às pessoas, rodeada das suas companheiras, no centro do jardim. – Todos e quaisquer ataques físicos à mansão, serão absorvidos por uma poderosa barreira protectora que rodeia a casa e todo o terreno. Apenas a outra metade do Cristal Prateado sendo manejada correctamente pela Sailor Moon, a pode desactivar temporariamente. Mas não têm que se preocupar com isso. – acrescentou. - Estarão completamente seguros aqui, no caso de um possível ataque a Tóquio. – concluiu, para alívio geral. – Prontas meninas? – perguntou, arrancando a medalha de meia lua do seu colar. – MOON STAR POWER…
- NEPTUNE ETERNAL POWER…
- SATURN ETERNAL POWER…
- URANUS ETERNAL POWER…
- FIGHTER STAR POWER…
- MARS ETERNAL…
- JUPITER ETERNAL…
- VENUS ETERNAL…
- MAKE UP! – concluíram todas em conjunto. As pessoas olhavam atónitas para o magnifico efeito. Sob uma espectacular mistura de cores, brilhos e sons, as oito navegantes surgiram diante dos seus olhos. Luna saltou para o ombro de Júpiter, enquanto que Artemis pulou para Vénus. Todas deram as mãos entre si.
- PODER DE MARTE!
- PODER DE JÚPITER!
- PODER DE VÉNUS!
- PODER DE SATURNO!
- PODER DE ÚRANO!
- PODER DE NEPTUNO!
- PODER DA ESTRELA FIGHTER!
- PODER DA ALIANÇA LUO-ESTELAR! – gritou Célimoon concluindo o círculo. – Berlim, Faculdade de Medicina! TELEPORTE DAS NAVEGANTES!
- Por favor encontrem a minha filha! – gritou Fernanda, a mãe de Bunny, enquanto elas desapareciam no ar. As suas palavras ecoaram no vórtice de luz multicolorido em que as navegantes viajavam a uma velocidade alucinante: «a minha filha… a minha filha… a minha filha…».No entanto, esta viagem instantânea estava a tornar-se difícil. A turbulência, o sufoco, estavam a tomar conta delas. Algo de estranho se passava.
Rumo a Alemanha!
Terror na faculdade de medicina.
- Parabéns! – exclamaram Mariana, Haruka e Octávia, entrando sorrateiramente no quarto de Célia, de madrugada, trazendo um bonito bolo de massa-folhada nas mãos.
- Lembraram-se... Obrigada! – sorriu Célia ensonada, sentando-se na cama, onde lhe foram cantados os parabéns.
- Vinte e dois de Junho. – alegrou-se Mariana cortando quatro fatias.
- E vinte e dois anos, que velha. – brincou Haruka.
- Tão simpática…! - riu-se Célia comendo uma fatia de bolo.
- Cucu! – exclamou Seya, entrando no quarto sorrateira. – Parabéns Selene! Estás cada vez mais bonita algazinha.
- Obrigada Seya… Mas… algazinha? – perguntou atónita.
- Não conheço ninguém com um cabelo mais verde que o teu, por isso algazinha estás a ver…? – brincou, deitando a língua de fora. Mariana riu-se com vontade, até Haruka lhe lançar um olhar ameaçador.
- Vou chamar as outras! – entusiasmou-se Octávia dirigindo-se à porta.
- Não! – interrompeu Célia engasgando-se. – O dia de ontem foi muito atribulado, não vamos preocupar ninguém por causa disto. Existem coisas mais importantes do que o meu aniversário.
- Oh… Se assim o dizes… - suspirou Octávia juntando-se a elas novamente.
- Diz-me… - inquiriu Haruka. – Vamos à Alemanha apenas para buscar o Rui e a Ami?
- Sim, a principal razão é essa. – confirmou Célia comendo bolo. – Mas estou desconfiada de uma coisa… Vocês reparam que as outras navegantes ficaram definitivamente eternas durante o concerto?
- Sim. – disse Mariana cortando outra fatia delicadamente. – A Sailor Moon recuperou o medalhão, ficou eterna, completou o círculo necessário para que todas ficassem eternas. Elas não tinham tanto poder como nós, só conseguiriam manter a transformação eterna se todas do grupo estivessem ao mesmo nível.
- Todas? – inquiriu Célia tentando fazer-se perceber.
- Já entendi. A Ami também tem que estar eterna certo? – adivinhou Seya. – Elas só se tornariam eternas definitivamente se todas do grupo o estivessem, o que quer dizer que a Mercúrio de algum modo evoluiu para eterna na Alemanha.
Célia sorriu, e todas compreenderam então a razão da sua desconfiança.
- Muito obrigada pelo vosso trabalho meninas. – agradeceu emocionada, levantando-se da cama. - Vou fazer um chá para o pequeno almoço.
No dia anterior, toda a família das guerreiras havia sido evacuada para a mansão de Célia. Fernando, Mário, os pais de Joana, os pais de Bunny, Chico e o Prof. Tomoe ocuparam a sala, os anexos, e os restantes quartos livres da casa. Calaverite e Petizte também haviam ficado na mansão.
O dia amanheceu gelado e cinzento, o dia da partida para a Alemanha. Como Artemis havia dito a localização de Ami ao inimigo, tornara-se urgente a missão de a resgatar a si e a Rui do país em guerra.
- Não me sinto confortável a fazer isto sem a Bunny. – preocupou-se Rita, passeando pelo jardim.
- Ela tem o Cristal Prateado, pode defender-se e chamar-nos a qualquer momento não é? – apaziguou Maria, tentando convencer-se a si própria.
- Não sabemos onde a encontrar, e a Ami pode estar em perigo… - disse Joana caminhando por entre as fontes decorativas. – Além disso devemos voltar rápido, e aí sim, teremos que a encontrar.
- Ela está bem. – convenceu-se Maria. – Mas não consigo evitar a sensação de…
- … abandono da missão? – completou Rita. – É a primeira vez que lutamos sem ela.
- Raios, porque é que ela nos abandonou assim a meio da batalha do concerto? – zangou-se Joana. – Ela não é nada de fazer estas coisas.
- Fazer as maiores besteiras por amor? – sorriu Rita. – Não é nada dela, de facto… - riu-se.
- Deve estar consolada com o Gonçalo. – observou Maria feliz. – Depois de tanto tempo separados…
- Mas o Gonçalo ainda estava infectado com o poder negro, foi isso que ela disse. – contrapôs Joana.
- Não sei se acredito em tudo o que a Célia diz, pelo menos nisso. – confessou Rita. – Ela parece ter algum problema com o namoro dos dois, é estranho.
Os alarmes soaram de novo, ouviam-se tiros e sons perturbantes pela imensa cidade. Nem o facto de terem os seus entes queridos protegidos dentro da mansão lhes acalmava o espírito. Ouviu-se o grasnar de Phobos e Deimos, os corvos de Rita que haviam sido resgatados e agora voavam pelos jardins.
- A União Europeia juntou-se à batalha. – preocupou-se Rita vendo os edifícios escuros do topo da colina, à medida que o vento acariciava os seus negros cabelos. – Uma aura terrível está a cobrir o mundo, devemos agir.
- Não podemos confiar em ninguém. – arrematou Joana.
- Sabem uma coisa? – inquiriu Maria sorrindo. – No meio de tudo isto, ainda existem pessoas em que a bondade prevalece.
- Estás a falar da mãe da Ami? – perguntou Rita, entendendo Maria.
- Sim… Ser médica, e não querer vir para a protecção da mansão para ajudar os possíveis feridos de guerra é no mínimo…
- Nobre. – concluiu Joana.
- Prontas meninas? – perguntou Luna ao lado de Artemis, caminhando em direcção a elas. Todos os habitantes seguiam a gata com curiosidade.
- Está na altura da partida. – confirmou Célia a todos os presentes.
Rita caminhou em direcção a Fernando, dando-lhe um demorado beijo.
– Desta vez não partirei sem te beijar. – sorriu, abraçando-o. - Espera por mim, sim?
- Ritinha… - suspirou Fernando enquanto uma lágrima solitária escorria do seu rosto. – Eu confio em ti, sempre foste forte.
Octávia caminhou para o lado do seu pai, que a abraçou avidamene.
- Não vás filha… - pediu quase suplicando. – Logo agora, a nossa vida estava normal, estava tudo tão bem…
- É por isso que tenho de ir papá. – explicou Octávia acariciando-lhe a face. – Vou ajudar uma amiga, para que tudo isto acabe… Para que eu possa novamente apanhar pirilampos à noite, contigo, no nosso jardim…
Maria não saiu do sitio, embora olhasse fixamente para Mário. Este, desde que descobrira que Maria era a Navegante de Júpiter, pedira-lhe um tempo no relacionamento. Não suportara a falta de confiança da sua noiva, sentiu-se traído.
- Boa sorte. – disse Mário com frieza, aproximando-se dela.
- Oh, obrigada. – agradeceu Maria tristemente, tentando responder no mesmo tom.
Para sua surpresa, segundos depois Mário desatara a chorar e agarrara-se a ela fortemente.
- Desculpa Maria, desculpa! – soluçou abraçado. – Eu só vejo a tua imagem, tu a entrares naquele fogo infernal para me salvares, perdoa-me. – confessou, ao que Petzite corou de vergonha. - Senti-me atraiçoado, senti-me sujo e indigno por nunca me teres contado quem eras, mas… Que estúpido, eu amo-te.
Maria emocionou-se, e os dois ficaram assim, simplesmente abraçados.
- Boa sorte filha. – desejou o pai de Joana passando a mão pelos seus cabelos loiros. – Sei que tudo vai correr bem, porque estás lá.
- Sempre tive orgulho em ti Joana. – revelou a sua mãe, sentindo-se culpada por tudo o que dissera e fizera no passado. – Tenho pena de não o ter começado a demonstrar mais cedo.
- Eu sei mãe. – confessou Joana olhando nos olhos da sua mãe, os mesmos olhos que tantas vezes a olharam com desilusão. – Eu conheço a tua maneira de ser, no fundo sempre soube que o que dizias não era para me deitar abaixo, mas sim para eu nunca parar de lutar pelos meus sonhos e alcançar mais. E por isso, o meu obrigado. – sorriu, abraçando os pais.
- Hã… Joana? – chamou Chico, tocando-lhe com o dedo nas costas. Joana voltou-se para trás. – Era para te desejar boa sorte, sei que vais encontrar a Ami e a minha irmã, és muito valente. – disse Chico rapidamente, enquanto a sua face ficava avermelhada.
- Obrigada Chico. – agradeceu Joana dando-lhe um beijo relâmpago na boca, que deixou todos surpreendidos. – E pensar que estiveste sempre aqui à minha frente…!– exclamou correndo para junto das amigas.
- Esta casa tem uma protecção invisível muito forte. – anunciou Célia às pessoas, rodeada das suas companheiras, no centro do jardim. – Todos e quaisquer ataques físicos à mansão, serão absorvidos por uma poderosa barreira protectora que rodeia a casa e todo o terreno. Apenas a outra metade do Cristal Prateado sendo manejada correctamente pela Sailor Moon, a pode desactivar temporariamente. Mas não têm que se preocupar com isso. – acrescentou. - Estarão completamente seguros aqui, no caso de um possível ataque a Tóquio. – concluiu, para alívio geral. – Prontas meninas? – perguntou, arrancando a medalha de meia lua do seu colar. – MOON STAR POWER…
- NEPTUNE ETERNAL POWER…
- SATURN ETERNAL POWER…
- URANUS ETERNAL POWER…
- FIGHTER STAR POWER…
- MARS ETERNAL…
- JUPITER ETERNAL…
- VENUS ETERNAL…
- MAKE UP! – concluíram todas em conjunto. As pessoas olhavam atónitas para o magnifico efeito. Sob uma espectacular mistura de cores, brilhos e sons, as oito navegantes surgiram diante dos seus olhos. Luna saltou para o ombro de Júpiter, enquanto que Artemis pulou para Vénus. Todas deram as mãos entre si.
- PODER DE MARTE!
- PODER DE JÚPITER!
- PODER DE VÉNUS!
- PODER DE SATURNO!
- PODER DE ÚRANO!
- PODER DE NEPTUNO!
- PODER DA ESTRELA FIGHTER!
- PODER DA ALIANÇA LUO-ESTELAR! – gritou Célimoon concluindo o círculo. – Berlim, Faculdade de Medicina! TELEPORTE DAS NAVEGANTES!
- Por favor encontrem a minha filha! – gritou Fernanda, a mãe de Bunny, enquanto elas desapareciam no ar. As suas palavras ecoaram no vórtice de luz multicolorido em que as navegantes viajavam a uma velocidade alucinante: «a minha filha… a minha filha… a minha filha…».No entanto, esta viagem instantânea estava a tornar-se difícil. A turbulência, o sufoco, estavam a tomar conta delas. Algo de estranho se passava.
Sammu, és fixe! Mas, tão depressa como começou, a viajem terminara. Com um abafado som, as navegantes estatelaram-se no chão e o vórtice desfez-se.
- O que foi isto?! – exclamou Star Fighter levantando-se, colocando as mãos nas costas. – Os vossos teletransportes são sempre assim?
- Não… - refutou Neptuno, levantando-se com a ajuda de Úrano. – Algo não estava bem.
Após levantar-se, Célimoon olhou para o sítio onde tinham caído. Um manto de neve branca e espessa cobria o local. Um vento forte fustigava o lugar, mas com um simples gesto da sua mão, o vento cessou. Olhou para os edifícios ao seu redor em busca de algum sinal de identificação.
- Aiii que frio! – exclamou Vénus tremendo, curvando-se. - Estou gelada!
- Está calada! – ralhou Marte também ela irritada com o frio que lhe gelava os ossos. – Põe-te direita que não sentes o frio.
- Neve e gelo, mais uma vez. – observou Luna olhando para o horizonte branco. – Junho, era suposto ser verão aqui.
- Vamos caminhar até encontrarmos alguma referência. – pediu Célimoon dando passos na espessa camada de neve.
- Está tudo tão… deserto e silêncioso. – observou Saturno mirando os edifícios vazios, com janelas negras. – Que sitio tão opressor e deprimente, que sensação de esquecimento.
- Este país sempre foi o grande causador de guerras e perseguições terríveis. – observou Célimoon enquanto caminhavam. – E agora está em guerra novamente, é normal que sintas isso Saturno. Das poucas vezes que cá vim, só desejava pelo momento de me vir embora.
- Mesmo assim, tem uma grande faculdade de medicina, umas das melhores do mundo. – acrescentou Neptuno enquanto tentava caminhar com dificuldade sob 15 polegadas de neve.
- O que é aquilooooooo? – gritou Vénus apontando para uma espécie de placar coberto de gelo, antes de tropeçar num pedregulho tapado pela neve. – Magoei-me! – queixou-se, mostrando o seu joelho esfolado, que sangrava.
- Oh, basta! – exclamou Marte farta de ver tanta neve. – FIRE SOUL! – gritou, juntando os seus dedos, de onde uma enorme onda de chamas emergiu sem aviso, derretendo a neve do solo e do placar. As navegantes gritaram de surpresa quando as labaredas surgiram debaixo dos seus pés, forçando-as a saltitar.
- MARTE! – ralharam em conjunto, após as chamas cessarem.
- Desculpem, não foi com intenção…!
- Pelo menos ficamos a saber que estamos no sítio certo! – exclamou Célimoon contente apontando para o placar que anteriormente estava coberto de gelo.
Graças ao ataque de Marte, agora as palavras “Frauen Wohnheime, Medizinische Fakultät der Universitätsklinikum Benjamin Franklin, Berlin” eram legíveis.
- Percebes o que diz ali? – inquiriu Luna interessada.
- Sim… O alemão fez parte da minha educação, apesar de eu não gostar particularmente da língua. – explicou, enquanto fazia sinal para continuarem a caminhada pelo caminho que Marte descongelara. – Ali diz que aqui são os dormitórios das alunas da faculdade de medicina, por isso a Ami deve estar por aqui.
- Mas isto está tão… deserto e escuro. – arrepiou-se Vénus, espremendo Artemis.
- Estão em guerra, não devem estar propriamente com vontade de fazerem uma festa. – observou Urano, olhando para as fachadas sombrias dos edifícios.
- Olhem…! – exclamou Fighter, apontando para dois estudantes altos e loiros, que as observavam na sombra do átrio de um edifício.
Dirigiram-se a eles, e Célimoon pigarreou, antes de falar com um sotaque desajeitado.
- Guter Nachmittag, benötigen wir informationen, ich wissen nicht, wenn Sie uns helfen können...
- Wer sind sie? Was sie tuend in den Universität Schlafsälen sind? Dieses ist ein resctric bereich. – disse o rapaz friamente, mirando-as com aversão.
- O que será que estão eles a dizer? – perguntou Vénus baixinho, a Júpiter.
- Ele deve estar a perguntar o que estão a fazer raparigas de mini saia neste lugar cheio de neve, só pode. – sussurou Júpiter gracejando.
- Wir müssen nur wissen, wo Ami Mizuno lebt, dann wir verlassen. – respondeu Célimoon igualando a frieza do rapaz.
- Ami Mizuno? – inquiriu a rapariga, olhando com cumplicidade para o rapaz. – Es ist die geniale Japanische mädchen mit blauen haaren. Sie lebt in einem gebäude ein paar der blöcke unten hier. – disse a rapariga sem brilho no olhar, apontando o caminho.
- Danke. – agradeceu Célimoon, fazendo sinal para continuarem a caminhar. – Eles disseram que ela mora no dormitório um pouco mais abaixo, vamos.
- Die mädchen sind die kämpfer, ich bin sicher.– afirmou-se o rapaz com indiferença, após elas desaparecerem de vista. – Es ist ihnen die Sailor Senshi transformiert, die live im TV-Konzert.
- Wir müssen den master warnen Ami Merkur. – disse a rapariga sem alma, desmaterializando-se de seguida.
- Que língua estranha…! – observou Artemis aconchegado no ombro de Vénus, enquanto caminhavam por entre um jardim coberto de neve.
- É bárbara não é? – concordou Saturno tremendo de frio.
Subitamente, pequenos flocos de neve começaram a cair do céu, bailando no ar. O caminho acabava num pequeno edifício.
- Deve ser aquele edifício ali… - calou-se Célia, ao vislumbrar uma figura solitária na entrada do prédio. Séria, alta, esguia, com o cabelo a voar ao sabor do gelado vento, Ami Mizuno mirava-as na sombra, metros à frente.
- Ami! – exclamaram Vénus, Marte, Júpiter, Luna e Artemis, correndo ao seu encontro.
- É bonita a amizade delas, não achas algazinha? – admirou Star Fighter enquando caminhava em direcção a Ami.
- Se me chamas algazinha outra vez, não vives para ver o desenlace da amizade. – ameaçou Célimoon com o punho cerrado para riso geral, chegando à entrada do edifício. – Olá Ami, o meu nome é…
- Célia, eu sei. – completou, fazendo um sorriso doce. – Eu vi-vos na televisão… Aliás, todos aqui viram.
- Estás muito bonita. – elogiou Neptuno, olhando para os longos cabelos azuis encaracolados de Ami, que lhe davam pelos ombros.
- Chega de conversa. – interrompeu Urano, desgostosa com o rumo da conversa. – Estás bem? Alguém te atacou?
- Não te preocupes. – disse Ami apaziguando-a. – Conseguiram entrar aqui? É uma zona restrita.
- Teleporte das navegantes minha cara! – gracejou Vénus. – E já viste quem nos veio ajudar? – lembrou, apontando para Star Fighter.
- Já passaram muitos anos. Folgo em ver que estás bem. – cumprimentou-a.
- Sim… Tu és… - confundiu-se Ami, olhando para Fighter de alto a baixo.
- A Star Fighter… – desconfiou Luna, ao mesmo tempo que tremeu de frio.
- Oh que indelicada que sou! – exclamou Ami, após uma breve pausa em que as olhou apreensiva, enquanto a neve caía. – Vamos para dentro sim? Já se podem destransformar! – disse, enquanto abria a porta do edifício.
- Que casa arrumadinha! – exclamou Artemis ao entrar no apartamento de Ami, que ficava no 4º piso.
- Um apartamento só para ti Ami? – perguntou Luna curiosa ao entrar na ampla sala. – Pensei que partilhar quartos fazia parte da experiência universitária.
- Se tenho dinheiro, porque haverei de partilhar o meu lugar com mais alguém? – respondeu indiferente, enquanto as convidava a sentarem-se no sofá.
- O Rui? – perguntou Célimoon enquanto se sentava. – Viemos aqui para nos vos levar aos dois para um lugar seguro.
- Já que decidiste não nos ajudar nesta batalha… - disse Úrano amargamente, para atingir Ami.
- O Rui está em aulas, chegará em breve. – respondeu, ignorando Úrano por completo.
- Amizinha… - chamou Vénus fazendo beicinho. – Tu que és quase médica… Podes ver o meu joelhinho? – pediu, apontando para o joelho que ainda sangrava.
- Ah… - atrapalhou-se Ami vendo o sangue. – Isso não é nada, deve sair com uma toalha, vou à cozinha buscar…
- Onde é a casa de banho Ami? – perguntou Marte aflita.
- Segunda porta antes do fim do corredor! – exclamou enquanto entrava na cozinha. – E podem destransformar-se!
Marte saiu da sala e entrou no comprido corredor. Impecavelmente decorado, Marte perguntou-se como é que uma estudante universitária, mesmo tendo algumas posses, poderia suportar os custos de um apartamento tão amplo e bonito. Chegou perto do fim do corredor, e encontrou duas portas próximas uma da outra. Fraquejou, ao sentir uma poderosa e estranha aura. Optou por entrar na porta do lado esquerdo.
O quarto de Ami tinha as janelas tapadas por gigantes espelhos, mergulhando a habitação na obscuridade. No extremo do quarto, encontrava-se uma secretária com um computador portátil, computador esse por onde havia comunicado para o Japão todo este tempo. Entrou no quarto, movida pela curiosidade. Todas as paredes haviam sido forradas por dezenas de pequenos espelhos de todas as variedades e feitios. Olhou para a estante, onde viu livros de medicina cobertos de pó e teias de aranhas. Arrepiou-se ao abrir as gavetas da secretária e encontrar cartas endereçadas a ela, também cobertas de pó. O que significava aquilo? A nova aparência de Ami, o quarto cheio de espelhos, os livros sem uso, as cartas nunca enviadas… Não reconhecera Star Fighter, apesar de ter sido sócia do clube de fãs dos Três Luzes quando andavam no liceu. Pousou as cartas em cima da secretária. Algo não estava bem, definitivamente. Preparava-se para alertar as companheiras, quando algo a chamou.
- Rita… Ajuda-me…
- O que é isto?! – exclamou Marte assustada, dentro do quarto escuro.
- Ajuda-me… - chamava a voz fraca.
- Avô! – gritou Marte aterrorizada, vendo o seu avô do outro lado do grande espelho.
- O que foi isto?! – exclamou Star Fighter levantando-se, colocando as mãos nas costas. – Os vossos teletransportes são sempre assim?
- Não… - refutou Neptuno, levantando-se com a ajuda de Úrano. – Algo não estava bem.
Após levantar-se, Célimoon olhou para o sítio onde tinham caído. Um manto de neve branca e espessa cobria o local. Um vento forte fustigava o lugar, mas com um simples gesto da sua mão, o vento cessou. Olhou para os edifícios ao seu redor em busca de algum sinal de identificação.
- Aiii que frio! – exclamou Vénus tremendo, curvando-se. - Estou gelada!
- Está calada! – ralhou Marte também ela irritada com o frio que lhe gelava os ossos. – Põe-te direita que não sentes o frio.
- Neve e gelo, mais uma vez. – observou Luna olhando para o horizonte branco. – Junho, era suposto ser verão aqui.
- Vamos caminhar até encontrarmos alguma referência. – pediu Célimoon dando passos na espessa camada de neve.
- Está tudo tão… deserto e silêncioso. – observou Saturno mirando os edifícios vazios, com janelas negras. – Que sitio tão opressor e deprimente, que sensação de esquecimento.
- Este país sempre foi o grande causador de guerras e perseguições terríveis. – observou Célimoon enquanto caminhavam. – E agora está em guerra novamente, é normal que sintas isso Saturno. Das poucas vezes que cá vim, só desejava pelo momento de me vir embora.
- Mesmo assim, tem uma grande faculdade de medicina, umas das melhores do mundo. – acrescentou Neptuno enquanto tentava caminhar com dificuldade sob 15 polegadas de neve.
- O que é aquilooooooo? – gritou Vénus apontando para uma espécie de placar coberto de gelo, antes de tropeçar num pedregulho tapado pela neve. – Magoei-me! – queixou-se, mostrando o seu joelho esfolado, que sangrava.
- Oh, basta! – exclamou Marte farta de ver tanta neve. – FIRE SOUL! – gritou, juntando os seus dedos, de onde uma enorme onda de chamas emergiu sem aviso, derretendo a neve do solo e do placar. As navegantes gritaram de surpresa quando as labaredas surgiram debaixo dos seus pés, forçando-as a saltitar.
- MARTE! – ralharam em conjunto, após as chamas cessarem.
- Desculpem, não foi com intenção…!
- Pelo menos ficamos a saber que estamos no sítio certo! – exclamou Célimoon contente apontando para o placar que anteriormente estava coberto de gelo.
Graças ao ataque de Marte, agora as palavras “Frauen Wohnheime, Medizinische Fakultät der Universitätsklinikum Benjamin Franklin, Berlin” eram legíveis.
- Percebes o que diz ali? – inquiriu Luna interessada.
- Sim… O alemão fez parte da minha educação, apesar de eu não gostar particularmente da língua. – explicou, enquanto fazia sinal para continuarem a caminhada pelo caminho que Marte descongelara. – Ali diz que aqui são os dormitórios das alunas da faculdade de medicina, por isso a Ami deve estar por aqui.
- Mas isto está tão… deserto e escuro. – arrepiou-se Vénus, espremendo Artemis.
- Estão em guerra, não devem estar propriamente com vontade de fazerem uma festa. – observou Urano, olhando para as fachadas sombrias dos edifícios.
- Olhem…! – exclamou Fighter, apontando para dois estudantes altos e loiros, que as observavam na sombra do átrio de um edifício.
Dirigiram-se a eles, e Célimoon pigarreou, antes de falar com um sotaque desajeitado.
- Guter Nachmittag, benötigen wir informationen, ich wissen nicht, wenn Sie uns helfen können...
- Wer sind sie? Was sie tuend in den Universität Schlafsälen sind? Dieses ist ein resctric bereich. – disse o rapaz friamente, mirando-as com aversão.
- O que será que estão eles a dizer? – perguntou Vénus baixinho, a Júpiter.
- Ele deve estar a perguntar o que estão a fazer raparigas de mini saia neste lugar cheio de neve, só pode. – sussurou Júpiter gracejando.
- Wir müssen nur wissen, wo Ami Mizuno lebt, dann wir verlassen. – respondeu Célimoon igualando a frieza do rapaz.
- Ami Mizuno? – inquiriu a rapariga, olhando com cumplicidade para o rapaz. – Es ist die geniale Japanische mädchen mit blauen haaren. Sie lebt in einem gebäude ein paar der blöcke unten hier. – disse a rapariga sem brilho no olhar, apontando o caminho.
- Danke. – agradeceu Célimoon, fazendo sinal para continuarem a caminhar. – Eles disseram que ela mora no dormitório um pouco mais abaixo, vamos.
- Die mädchen sind die kämpfer, ich bin sicher.– afirmou-se o rapaz com indiferença, após elas desaparecerem de vista. – Es ist ihnen die Sailor Senshi transformiert, die live im TV-Konzert.
- Wir müssen den master warnen Ami Merkur. – disse a rapariga sem alma, desmaterializando-se de seguida.
- Que língua estranha…! – observou Artemis aconchegado no ombro de Vénus, enquanto caminhavam por entre um jardim coberto de neve.
- É bárbara não é? – concordou Saturno tremendo de frio.
Subitamente, pequenos flocos de neve começaram a cair do céu, bailando no ar. O caminho acabava num pequeno edifício.
- Deve ser aquele edifício ali… - calou-se Célia, ao vislumbrar uma figura solitária na entrada do prédio. Séria, alta, esguia, com o cabelo a voar ao sabor do gelado vento, Ami Mizuno mirava-as na sombra, metros à frente.
- Ami! – exclamaram Vénus, Marte, Júpiter, Luna e Artemis, correndo ao seu encontro.
- É bonita a amizade delas, não achas algazinha? – admirou Star Fighter enquando caminhava em direcção a Ami.
- Se me chamas algazinha outra vez, não vives para ver o desenlace da amizade. – ameaçou Célimoon com o punho cerrado para riso geral, chegando à entrada do edifício. – Olá Ami, o meu nome é…
- Célia, eu sei. – completou, fazendo um sorriso doce. – Eu vi-vos na televisão… Aliás, todos aqui viram.
- Estás muito bonita. – elogiou Neptuno, olhando para os longos cabelos azuis encaracolados de Ami, que lhe davam pelos ombros.
- Chega de conversa. – interrompeu Urano, desgostosa com o rumo da conversa. – Estás bem? Alguém te atacou?
- Não te preocupes. – disse Ami apaziguando-a. – Conseguiram entrar aqui? É uma zona restrita.
- Teleporte das navegantes minha cara! – gracejou Vénus. – E já viste quem nos veio ajudar? – lembrou, apontando para Star Fighter.
- Já passaram muitos anos. Folgo em ver que estás bem. – cumprimentou-a.
- Sim… Tu és… - confundiu-se Ami, olhando para Fighter de alto a baixo.
- A Star Fighter… – desconfiou Luna, ao mesmo tempo que tremeu de frio.
- Oh que indelicada que sou! – exclamou Ami, após uma breve pausa em que as olhou apreensiva, enquanto a neve caía. – Vamos para dentro sim? Já se podem destransformar! – disse, enquanto abria a porta do edifício.
- Que casa arrumadinha! – exclamou Artemis ao entrar no apartamento de Ami, que ficava no 4º piso.
- Um apartamento só para ti Ami? – perguntou Luna curiosa ao entrar na ampla sala. – Pensei que partilhar quartos fazia parte da experiência universitária.
- Se tenho dinheiro, porque haverei de partilhar o meu lugar com mais alguém? – respondeu indiferente, enquanto as convidava a sentarem-se no sofá.
- O Rui? – perguntou Célimoon enquanto se sentava. – Viemos aqui para nos vos levar aos dois para um lugar seguro.
- Já que decidiste não nos ajudar nesta batalha… - disse Úrano amargamente, para atingir Ami.
- O Rui está em aulas, chegará em breve. – respondeu, ignorando Úrano por completo.
- Amizinha… - chamou Vénus fazendo beicinho. – Tu que és quase médica… Podes ver o meu joelhinho? – pediu, apontando para o joelho que ainda sangrava.
- Ah… - atrapalhou-se Ami vendo o sangue. – Isso não é nada, deve sair com uma toalha, vou à cozinha buscar…
- Onde é a casa de banho Ami? – perguntou Marte aflita.
- Segunda porta antes do fim do corredor! – exclamou enquanto entrava na cozinha. – E podem destransformar-se!
Marte saiu da sala e entrou no comprido corredor. Impecavelmente decorado, Marte perguntou-se como é que uma estudante universitária, mesmo tendo algumas posses, poderia suportar os custos de um apartamento tão amplo e bonito. Chegou perto do fim do corredor, e encontrou duas portas próximas uma da outra. Fraquejou, ao sentir uma poderosa e estranha aura. Optou por entrar na porta do lado esquerdo.
O quarto de Ami tinha as janelas tapadas por gigantes espelhos, mergulhando a habitação na obscuridade. No extremo do quarto, encontrava-se uma secretária com um computador portátil, computador esse por onde havia comunicado para o Japão todo este tempo. Entrou no quarto, movida pela curiosidade. Todas as paredes haviam sido forradas por dezenas de pequenos espelhos de todas as variedades e feitios. Olhou para a estante, onde viu livros de medicina cobertos de pó e teias de aranhas. Arrepiou-se ao abrir as gavetas da secretária e encontrar cartas endereçadas a ela, também cobertas de pó. O que significava aquilo? A nova aparência de Ami, o quarto cheio de espelhos, os livros sem uso, as cartas nunca enviadas… Não reconhecera Star Fighter, apesar de ter sido sócia do clube de fãs dos Três Luzes quando andavam no liceu. Pousou as cartas em cima da secretária. Algo não estava bem, definitivamente. Preparava-se para alertar as companheiras, quando algo a chamou.
- Rita… Ajuda-me…
- O que é isto?! – exclamou Marte assustada, dentro do quarto escuro.
- Ajuda-me… - chamava a voz fraca.
- Avô! – gritou Marte aterrorizada, vendo o seu avô do outro lado do grande espelho.
Sammu, és fixe! - Limpa isso Vénus, eu vou ao meu quarto, venho já. – desculpou-se Ami enquanto se levantava e entrava no corredor. – E podem destransformar-se!
- Que insistência! – aborreceu-se Star Fighter. – Parece que nos quer ver destransformadas à força.
- Esta universidade é muito esquisita… É altura de exames, isto deveria estar cheio de pessoas de um lado para o outro. – observou Saturno inocentemente.
- A Ami também está um pouco mudada… - observou Jupiter. – Tenho vindo a reparar nisso desde de comecei a falar com ela pela internet.
Célimoon levantou-se de repente, assustando as companheiras.
- Ela disse que o Rui estava em aulas… Mas em Junho não há aulas, é tempo de estudo para os exames como a Saturno disse. – observou, mirando a sala em busca de alguma coisa estranha.
- E… ela estava à nossa espera no átrio do edifício, mas como poderia ela saber que estávamos a caminho?! – assustou-se Neptuno, levantando-se de rompante também.
- Vamos! – exclamou Úrano entrando no corredor.
- O que significa isto?! – exclamou Marte olhando para o reflexo do seu avô.
- Eu estou aqui, eles prenderam-me aqui… Salva-me Marte… Salva-me… - suplicou o avô quase sem forças, dentro do espelho.
Marte preparava-se para de algum modo entrar dentro do espelho, quando vacilou.
- O meu avô nunca me trataria por “Marte”. – disse, parando. – Desaparece espírito maligno enganador! Rin, pyou, tou, sha, kai, jin, retsu, sai, zen… AKURYOU TAISAN! – gritou, lançando a tira de papel sagrado, que partiu o espelho em mil pedaços.
- Parabéns. – disse Ami surgindo como uma sombra negra, abrindo a porta de rompante. – Não caíste no espelho da alma, o espelho que pode satisfazer os nossos desejos mais profundos.
- Não podemos viver de ilusões, estás possuída Ami! - gritou, pensando no que fazer, enquanto Ami se diria para ela.
- Pára! – ouviu-se à entrada do quarto. – Navegante do amor e da beleza, líder das quatro navegantes guardiãs da princesa, Navegante de Vénus!
- Navegante da natureza e do trovão, Navegante de Júpiter!
- Guerreira da destruição e do renascimento, sou a Navegante de Saturno.
- Vagueando através da escuridão da noite, a estrela cadente Sailor Star Fighter entra em acção.
- Atraída por uma nova era, a guerreira dos mares profundos, Navegante de Neptuno, toma parte activa.
- Também atraída por uma nova era, a guerreira dos céus, Navegante de Úrano, toma parte activa.
- Atraída pelos ventos da mudança de uma nova era,a guerreira do Sistema Solar toma parte activa! Sou uma guerreira da justiça, sou a guerreira que veste o branco dourado, mestra dos quatro ventos, sou Célimoon!
- Sim, sim, lindíssimo, digam-me algo que eu não saiba. – zombou Ami.
- Estás tomada pelo poder do mal! – exclamou Luna.
- E o que vão fazer, atacar-me? – inquiriu, imitando uma cara de susto.
- Não, algo melhor… - anunciou Vénus fazendo aparecer a purificadora Espada das Guerreiras Guardiãs.
- Experimentem! DUPLICADOS! – gritou, fazendo sair dos espelhos pequenas replicas em vidro dela própria.
- JUPITER OAK EVOLUTION! – rodopiou Júpiter atirando as suas bombas verdes.
- CHUVA SULFUROSA DE VÉNUS… ACÇÃO! – gritou, fazendo com que pequenas gotículas de ácido despedaçassem alguns duplicados.
- WORLD… - invocou Úrano, fazendo surgir um globo de energia nas suas mãos. – SHAKING!
- DEEP SUBMERGE! – rogou Neptuno atirando o seu globo de energia dos mares. Momentos depois, todos os duplicados jaziam despedaçados no chão.
- Desistes? – perguntou Célimoon fazendo aparecer o seu ceptro. – Não te queremos fazer mal.
Ami riu-se com vontade, empurrando Marte para o espelho atrás de si, correndo de seguida para o fim do quarto, encurralando-se a si própria. As navegantes gritaram horrorizadas ao ver Marte a ser engolida pelo vidro, ficando presa do outro lado.
- Gente da Lua Branca… Sempre tão preocupadas com a amizade… Se me tivessem atacado logo no inicio ao invés de fazerem conversa fiada… Demonstrariam ser verdadeiras guerreiras. – disse Ami. Naquele momento a sua cara derreteu, desfazendo-se numa espécie de pasta pegajosa. O seu corpo começou a mudar, a rasgar-se por fora como se de uma casca de ovo se tratasse.
Saturno conteve-se para não vomitar ao observar o aterrorizante fenómeno.
- Tenta atacar desse lado! – exclamou Vénus tentando libertar Marte. – CRESCENT BEAM!
- STAR… - berrou Star Fighter apontando para o vidro. – SERIOS LASER!
- MARS! – gritou Marte do outro lado do espelho. FLAME… SNIPER! – o raio de Vénus e de Fighter e a flecha de Marte encontraram-se no vidro do espelho rachando-o, mas Marte continuava presa.
- NEHELENIA! – gritou Júpiter ao ver no que se transformara o corpo de Ami. De cabelos longos e azuis, olhar de serpente, a Rainha Nehelénia surgiu diante delas.
- Surpreendidas? – zombou, flutuando junto à parede do quarto. – Tantos estudantes, tantos sonhos, o sítio perfeito para infectar. Toda esta universidade, toda esta cidade, todo este país, subjugou-se aos meus pés. – riu orgulhosa.
- A causadora da guerra na Alemanha… foste tu. – percebeu Célimoon agarrando o ceptro firmemente.
- Em parte, sim. – orgulhou-se Nehelénia. – Enegrecer os sonhos e a alma dos governantes com o poder do Caos foi uma brincadeira. Kaorinite com a América, eu com a Eurroca e África…
- Europa, idiota! – corrigiu Júpiter, lembrando-se da altura em que falara com Ami no computador.
- Cala-te! – ordenou Nehelénia num misto de zanga e fúria. Eu com a Europa e África, e a incapaz da Esmeralda com a Ásia. Tão incapaz que teve que subjugar as quatro irmãs para conseguir tudo o que eu consegui sozinha.
- Mas esses continentes não estão todos em guerra. – observou Saturno olhando os olhos fendados de Nehelénia. Esta riu-se de escárnio antes de responder.
- A qualquer momento, o mundo entrará em colapso. Será a III e última guerra mundial, a Terra será destruída pelos próprios terráqueos. Se eu soubesse a tua identidade na altura – disse olhando para Célimoon – teria tido ainda maior prazer em destruir os lindos sonhos do teu papá. Quem diria que o chefe da coroa britânica tinha tanta influência em outros países?
- Como te atreves… - sussurrou Célimoon entre dentes tentando controlar-se. Era frucral obter a maior quantidade de informação possível antes de a atacar.
- Qual é o vosso objectivo? Não nos conseguiram derrotar no Japão. – atirou Úrano mostrando um ar de superioridade.
- Atacar-vos, tentar infectar os vossos sonhos… Não passou de um passatempo. Não esperávamos vencer-vos, o nosso objectivo sempre foi destruir a Terra de forma indirecta. Caso contrário não teríamos mandado a incapaz da Esmeralda para realizar a maioria dos ataques.
- A Ami? Que lhe fizeram? – perguntou Vénus preocupada enquanto se colocava diante do espelho que se rachava cada vez mais, de modo a que Nehelénia não visse a tentativa de fuga de Marte.
- Quando vocês começaram a tentar uma comunicação mais frequente, tornou-se iminente que alguém tomasse o lugar dela, visto ela estar… indisponível. – sorriu Nehelénia, desfrutando da preocupação das navegantes.
- Desse modo não desconfiávamos de nada nem viríamos aqui para descobrir o que se estava a passar… - concluiu Neptuno furiosa.
- O Rui nunca esteve aqui pois não? – inquiriu Célimoon, segura da resposta.
- Essa criatura, com o poder de prever o futuro escapa-nos sempre. Nunca o conseguimos encontrar. – admitiu, ficando zangada. - Em contrapartida vocês também não o conseguem encontrar para o proteger.
- Nunca conseguirão enegrecer totalmente a outra metade do Cristal Prateado enquanto o Rui viver! – gritou Célimoon elevando a sua medalha, retirando o Cristal de Ouro. – O poder dos sonhadores desta Terra destruiu-te uma vez, tornará a fazê-lo! MOON CRISIS POWER!– o Cristal de Ouro brilhou, perdendo a luz dourada logo de seguida.
- Que insistência! – aborreceu-se Star Fighter. – Parece que nos quer ver destransformadas à força.
- Esta universidade é muito esquisita… É altura de exames, isto deveria estar cheio de pessoas de um lado para o outro. – observou Saturno inocentemente.
- A Ami também está um pouco mudada… - observou Jupiter. – Tenho vindo a reparar nisso desde de comecei a falar com ela pela internet.
Célimoon levantou-se de repente, assustando as companheiras.
- Ela disse que o Rui estava em aulas… Mas em Junho não há aulas, é tempo de estudo para os exames como a Saturno disse. – observou, mirando a sala em busca de alguma coisa estranha.
- E… ela estava à nossa espera no átrio do edifício, mas como poderia ela saber que estávamos a caminho?! – assustou-se Neptuno, levantando-se de rompante também.
- Vamos! – exclamou Úrano entrando no corredor.
- O que significa isto?! – exclamou Marte olhando para o reflexo do seu avô.
- Eu estou aqui, eles prenderam-me aqui… Salva-me Marte… Salva-me… - suplicou o avô quase sem forças, dentro do espelho.
Marte preparava-se para de algum modo entrar dentro do espelho, quando vacilou.
- O meu avô nunca me trataria por “Marte”. – disse, parando. – Desaparece espírito maligno enganador! Rin, pyou, tou, sha, kai, jin, retsu, sai, zen… AKURYOU TAISAN! – gritou, lançando a tira de papel sagrado, que partiu o espelho em mil pedaços.
- Parabéns. – disse Ami surgindo como uma sombra negra, abrindo a porta de rompante. – Não caíste no espelho da alma, o espelho que pode satisfazer os nossos desejos mais profundos.
- Não podemos viver de ilusões, estás possuída Ami! - gritou, pensando no que fazer, enquanto Ami se diria para ela.
- Pára! – ouviu-se à entrada do quarto. – Navegante do amor e da beleza, líder das quatro navegantes guardiãs da princesa, Navegante de Vénus!
- Navegante da natureza e do trovão, Navegante de Júpiter!
- Guerreira da destruição e do renascimento, sou a Navegante de Saturno.
- Vagueando através da escuridão da noite, a estrela cadente Sailor Star Fighter entra em acção.
- Atraída por uma nova era, a guerreira dos mares profundos, Navegante de Neptuno, toma parte activa.
- Também atraída por uma nova era, a guerreira dos céus, Navegante de Úrano, toma parte activa.
- Atraída pelos ventos da mudança de uma nova era,a guerreira do Sistema Solar toma parte activa! Sou uma guerreira da justiça, sou a guerreira que veste o branco dourado, mestra dos quatro ventos, sou Célimoon!
- Sim, sim, lindíssimo, digam-me algo que eu não saiba. – zombou Ami.
- Estás tomada pelo poder do mal! – exclamou Luna.
- E o que vão fazer, atacar-me? – inquiriu, imitando uma cara de susto.
- Não, algo melhor… - anunciou Vénus fazendo aparecer a purificadora Espada das Guerreiras Guardiãs.
- Experimentem! DUPLICADOS! – gritou, fazendo sair dos espelhos pequenas replicas em vidro dela própria.
- JUPITER OAK EVOLUTION! – rodopiou Júpiter atirando as suas bombas verdes.
- CHUVA SULFUROSA DE VÉNUS… ACÇÃO! – gritou, fazendo com que pequenas gotículas de ácido despedaçassem alguns duplicados.
- WORLD… - invocou Úrano, fazendo surgir um globo de energia nas suas mãos. – SHAKING!
- DEEP SUBMERGE! – rogou Neptuno atirando o seu globo de energia dos mares. Momentos depois, todos os duplicados jaziam despedaçados no chão.
- Desistes? – perguntou Célimoon fazendo aparecer o seu ceptro. – Não te queremos fazer mal.
Ami riu-se com vontade, empurrando Marte para o espelho atrás de si, correndo de seguida para o fim do quarto, encurralando-se a si própria. As navegantes gritaram horrorizadas ao ver Marte a ser engolida pelo vidro, ficando presa do outro lado.
- Gente da Lua Branca… Sempre tão preocupadas com a amizade… Se me tivessem atacado logo no inicio ao invés de fazerem conversa fiada… Demonstrariam ser verdadeiras guerreiras. – disse Ami. Naquele momento a sua cara derreteu, desfazendo-se numa espécie de pasta pegajosa. O seu corpo começou a mudar, a rasgar-se por fora como se de uma casca de ovo se tratasse.
Saturno conteve-se para não vomitar ao observar o aterrorizante fenómeno.
- Tenta atacar desse lado! – exclamou Vénus tentando libertar Marte. – CRESCENT BEAM!
- STAR… - berrou Star Fighter apontando para o vidro. – SERIOS LASER!
- MARS! – gritou Marte do outro lado do espelho. FLAME… SNIPER! – o raio de Vénus e de Fighter e a flecha de Marte encontraram-se no vidro do espelho rachando-o, mas Marte continuava presa.
- NEHELENIA! – gritou Júpiter ao ver no que se transformara o corpo de Ami. De cabelos longos e azuis, olhar de serpente, a Rainha Nehelénia surgiu diante delas.
- Surpreendidas? – zombou, flutuando junto à parede do quarto. – Tantos estudantes, tantos sonhos, o sítio perfeito para infectar. Toda esta universidade, toda esta cidade, todo este país, subjugou-se aos meus pés. – riu orgulhosa.
- A causadora da guerra na Alemanha… foste tu. – percebeu Célimoon agarrando o ceptro firmemente.
- Em parte, sim. – orgulhou-se Nehelénia. – Enegrecer os sonhos e a alma dos governantes com o poder do Caos foi uma brincadeira. Kaorinite com a América, eu com a Eurroca e África…
- Europa, idiota! – corrigiu Júpiter, lembrando-se da altura em que falara com Ami no computador.
- Cala-te! – ordenou Nehelénia num misto de zanga e fúria. Eu com a Europa e África, e a incapaz da Esmeralda com a Ásia. Tão incapaz que teve que subjugar as quatro irmãs para conseguir tudo o que eu consegui sozinha.
- Mas esses continentes não estão todos em guerra. – observou Saturno olhando os olhos fendados de Nehelénia. Esta riu-se de escárnio antes de responder.
- A qualquer momento, o mundo entrará em colapso. Será a III e última guerra mundial, a Terra será destruída pelos próprios terráqueos. Se eu soubesse a tua identidade na altura – disse olhando para Célimoon – teria tido ainda maior prazer em destruir os lindos sonhos do teu papá. Quem diria que o chefe da coroa britânica tinha tanta influência em outros países?
- Como te atreves… - sussurrou Célimoon entre dentes tentando controlar-se. Era frucral obter a maior quantidade de informação possível antes de a atacar.
- Qual é o vosso objectivo? Não nos conseguiram derrotar no Japão. – atirou Úrano mostrando um ar de superioridade.
- Atacar-vos, tentar infectar os vossos sonhos… Não passou de um passatempo. Não esperávamos vencer-vos, o nosso objectivo sempre foi destruir a Terra de forma indirecta. Caso contrário não teríamos mandado a incapaz da Esmeralda para realizar a maioria dos ataques.
- A Ami? Que lhe fizeram? – perguntou Vénus preocupada enquanto se colocava diante do espelho que se rachava cada vez mais, de modo a que Nehelénia não visse a tentativa de fuga de Marte.
- Quando vocês começaram a tentar uma comunicação mais frequente, tornou-se iminente que alguém tomasse o lugar dela, visto ela estar… indisponível. – sorriu Nehelénia, desfrutando da preocupação das navegantes.
- Desse modo não desconfiávamos de nada nem viríamos aqui para descobrir o que se estava a passar… - concluiu Neptuno furiosa.
- O Rui nunca esteve aqui pois não? – inquiriu Célimoon, segura da resposta.
- Essa criatura, com o poder de prever o futuro escapa-nos sempre. Nunca o conseguimos encontrar. – admitiu, ficando zangada. - Em contrapartida vocês também não o conseguem encontrar para o proteger.
- Nunca conseguirão enegrecer totalmente a outra metade do Cristal Prateado enquanto o Rui viver! – gritou Célimoon elevando a sua medalha, retirando o Cristal de Ouro. – O poder dos sonhadores desta Terra destruiu-te uma vez, tornará a fazê-lo! MOON CRISIS POWER!– o Cristal de Ouro brilhou, perdendo a luz dourada logo de seguida.
Sammu, és fixe! - Idiota! – riu-se Nehelénia. – Já não restam sonhadores nesta Terra! O Cristal de Ouro é inútil. – disse, preparando-se para desaparecer.
- Detenham-na, só ela nos poderá dizer o paradeiro da Mercúrio! – gritou Célimoon, elevando os braços. – STAR HURRICANE! – um enorme furacão envolveu o quarto, partindo os espelhos e envolvendo Nehelénia um turbilhão de vidro afiado.
- Trabalho de equipa, afasta-te! – gritou Marte do fundo do espelho, ao que Vénus se afastou assustada. FIRE SOUL! – um poderoso jacto de fogo atravessou o espelho em que Marte estava presa, indo de encontro ao furacão.
As chamas misturaram-se com o vento e o vidro, criando um furacão ardente, ataque mortal com Nehelénia no centro. As paredes do quarto começaram a fissurar-se, as janelas partiram-se. Nehelénia deu uma gargalhada sinistra e flutuou até ao tecto, aparentemente imune aos ataques.
- Inútil, inútil! – zombou.
- Ficarás presa na tua própria armadilha! – gritou Neptuno segurando o seu espelho. – Deep Aqua Miror, Espelho de Neptuno prende a alma negra nas tuas paredes profundas! SUBMARINE REFLECTION!
- A usar um espelho contra mim? – gozou Nehelénia absorvendo o raio vindo de Neptuno. – Serás tu… a que ficarás encurralada! – disse, ao que o Deep Aqua Mirror envolveu Neptuno na sua luz, prendendo-a dentro do seu próprio espelho. – A mestre ficará feliz. – sorriu contemplando, fazendo com que o Espelho de Neptuno e o espelho em que Marte estava presa voassem até si.
- NEPTUNO! – gritou Urano desesperada, correndo em direcção a Nehelénia.
- A Esmeralda está a providenciar para que tudo isto em breve não se tenha passado, não fiquem preocupadas! Ah ah Ah! – riu-se, preparando-se para desaparecer com os dois espelhos nos seus braços.
- Vénus, arremessa já! – gritou Júpiter, alertando Vénus.
- ESPADADA DAS GUERREIRAS GUARDIÃS… AGE EM CONFORMIDADE! –gritou Vénus atirando a espada contra Nehelénia, mas esta desaparecera com um estrondo antes da espada a trespassar.
- Marte… Neptuno… - suspirou Luna atordoada.
- NEPTUNO! – gritava Urano inconsolável, olhando para o sítio onde Nehelénia se esfumara momentos antes.
Nesse momento o edifiício começou a vibrar, ouviram-se gritos vindos de todos os poros das paredes. Os estudantes adormecidos de toda a universidade corriam em direcção ao apartamento de Ami, fazendo o solo tremer.
- Temos que fugir daqui, agora! – exclamou Célimoon agarrando firmemente no braço de Urano, que se encontrava sem reacção.
– Teleporte, já! – berrou Artemis quando todas deram as mãos.
- Tóquio, Japão! TELEPORTE DAS NAVEGANTES! – gritou Célimoon desaparecendo instantaneamente, no exacto momento em que dezenas de estudantes arrombaram a porta do apartamento.
Novamente entraram num túnel de luz multicolorido. Pela segunda vez sentiram-se a sufocar, a perder as forças. No instante em que tudo se tornou insustentável e iam largar as mãos, o túnel desfez-se em milhares de raios de luz, deixando-as cair numa zona árida e deserta.
- Mestre, as navegantes já descobriram a operação na Europa. – anunciou Nehelénia materializando-se no escuro salão.
A mulher sentada no trono levantou-se e caminhou para o imenso vitral.
- Mais cedo ou mais tarde descobririam, fizeste um bom trabalho. – elogiou, fitando a Terra branca, no espaço. – Em breve a minha maldição estará completa, o perfeito deserto branco de morte.
- Capturei duas navegantes… Poderá destruir as sementes de estrela. – anunciou Nehelénia orgulhosa, fazendo com que os espelhos aparecessem diante da mulher.
- Marte e Neptuno… - suspirou a mulher, gritando de dor em seguida. A sua cabeça quase explodia de agonia. – Leva-as daqui. – gritou, devolvendo os espelhos.
- Mas mestre! – indignou-se Nehelénia. – Pode acabar com a semente de estrela aqui e agora.
- Não é fácil destruir uma Semente de Estrela eterna Nehelénia. – disse a mulher saindo da escuridão. – Mas, em breve, a Esmeralda voltará do passado. O destino mudará, e as transformações eternas nunca chegarão a acontecer. Será o fim da dinastia das navegantes. Ah ah ah…! – riu-se Mercúrio fantasmagoricamente, fitando os espelhos que prendiam as suas companheiras.
- Detenham-na, só ela nos poderá dizer o paradeiro da Mercúrio! – gritou Célimoon, elevando os braços. – STAR HURRICANE! – um enorme furacão envolveu o quarto, partindo os espelhos e envolvendo Nehelénia um turbilhão de vidro afiado.
- Trabalho de equipa, afasta-te! – gritou Marte do fundo do espelho, ao que Vénus se afastou assustada. FIRE SOUL! – um poderoso jacto de fogo atravessou o espelho em que Marte estava presa, indo de encontro ao furacão.
As chamas misturaram-se com o vento e o vidro, criando um furacão ardente, ataque mortal com Nehelénia no centro. As paredes do quarto começaram a fissurar-se, as janelas partiram-se. Nehelénia deu uma gargalhada sinistra e flutuou até ao tecto, aparentemente imune aos ataques.
- Inútil, inútil! – zombou.
- Ficarás presa na tua própria armadilha! – gritou Neptuno segurando o seu espelho. – Deep Aqua Miror, Espelho de Neptuno prende a alma negra nas tuas paredes profundas! SUBMARINE REFLECTION!
- A usar um espelho contra mim? – gozou Nehelénia absorvendo o raio vindo de Neptuno. – Serás tu… a que ficarás encurralada! – disse, ao que o Deep Aqua Mirror envolveu Neptuno na sua luz, prendendo-a dentro do seu próprio espelho. – A mestre ficará feliz. – sorriu contemplando, fazendo com que o Espelho de Neptuno e o espelho em que Marte estava presa voassem até si.
- NEPTUNO! – gritou Urano desesperada, correndo em direcção a Nehelénia.
- A Esmeralda está a providenciar para que tudo isto em breve não se tenha passado, não fiquem preocupadas! Ah ah Ah! – riu-se, preparando-se para desaparecer com os dois espelhos nos seus braços.
- Vénus, arremessa já! – gritou Júpiter, alertando Vénus.
- ESPADADA DAS GUERREIRAS GUARDIÃS… AGE EM CONFORMIDADE! –gritou Vénus atirando a espada contra Nehelénia, mas esta desaparecera com um estrondo antes da espada a trespassar.
- Marte… Neptuno… - suspirou Luna atordoada.
- NEPTUNO! – gritava Urano inconsolável, olhando para o sítio onde Nehelénia se esfumara momentos antes.
Nesse momento o edifiício começou a vibrar, ouviram-se gritos vindos de todos os poros das paredes. Os estudantes adormecidos de toda a universidade corriam em direcção ao apartamento de Ami, fazendo o solo tremer.
- Temos que fugir daqui, agora! – exclamou Célimoon agarrando firmemente no braço de Urano, que se encontrava sem reacção.
– Teleporte, já! – berrou Artemis quando todas deram as mãos.
- Tóquio, Japão! TELEPORTE DAS NAVEGANTES! – gritou Célimoon desaparecendo instantaneamente, no exacto momento em que dezenas de estudantes arrombaram a porta do apartamento.
Novamente entraram num túnel de luz multicolorido. Pela segunda vez sentiram-se a sufocar, a perder as forças. No instante em que tudo se tornou insustentável e iam largar as mãos, o túnel desfez-se em milhares de raios de luz, deixando-as cair numa zona árida e deserta.
- Mestre, as navegantes já descobriram a operação na Europa. – anunciou Nehelénia materializando-se no escuro salão.
A mulher sentada no trono levantou-se e caminhou para o imenso vitral.
- Mais cedo ou mais tarde descobririam, fizeste um bom trabalho. – elogiou, fitando a Terra branca, no espaço. – Em breve a minha maldição estará completa, o perfeito deserto branco de morte.
- Capturei duas navegantes… Poderá destruir as sementes de estrela. – anunciou Nehelénia orgulhosa, fazendo com que os espelhos aparecessem diante da mulher.
- Marte e Neptuno… - suspirou a mulher, gritando de dor em seguida. A sua cabeça quase explodia de agonia. – Leva-as daqui. – gritou, devolvendo os espelhos.
- Mas mestre! – indignou-se Nehelénia. – Pode acabar com a semente de estrela aqui e agora.
- Não é fácil destruir uma Semente de Estrela eterna Nehelénia. – disse a mulher saindo da escuridão. – Mas, em breve, a Esmeralda voltará do passado. O destino mudará, e as transformações eternas nunca chegarão a acontecer. Será o fim da dinastia das navegantes. Ah ah ah…! – riu-se Mercúrio fantasmagoricamente, fitando os espelhos que prendiam as suas companheiras.
Sammu, és fixe! Uffs...
Este capítulo demorou a escrever, mas penso que atingi aquilo que pretendia!
Agora só peço os meus comentários gigantes como eu adoro, para me dar força para escrever o próximo :g13:
Um à parte:
É mesmo recuperarão Kasei ''
Este capítulo demorou a escrever, mas penso que atingi aquilo que pretendia!Agora só peço os meus comentários gigantes como eu adoro, para me dar força para escrever o próximo :g13:
Um à parte:
Kasei escreveu:
Aqui estão os erros q apanhei (n sei se já alguém disse)
"recuperarão totalmente a vossa memória" -> recuperaram.
É mesmo recuperarão Kasei ''

Sammu, és fixe! Sammu escreveu:Uffs...Este capítulo demorou a escrever, mas penso que atingi aquilo que pretendia!
Agora só peço os meus comentários gigantes como eu adoro, para me dar força para escrever o próximo :g13:
Sammu... nem sei o que dizer disso... Não é justo! :
:Mas as teorias de que a Ami virou vilã se concretizaram... aaaaah... Gostei muito, como sempre. Cada detalhe, os diálogos em alemão (que ainda quero terminar de aprender), aquelas pessoas esquisitas...
Então os portadores não morreram, e sim estão presos... hum... e agora Rei e Michiru capturadas, Haruka vai fazer picadinho de Ami com a Sword Blaster... meeeedo...
E bem no aniversário da Célia...
Claro, quero fazer um maior, mas hoje não vai dar, apenas escrevi pra ressaltar ISTO...
Spoiler
- Obrigada Chico. – agradeceu Joana dando-lhe um beijo relâmpago na boca, que deixou todos surpreendidos. – E pensar que estiveste sempre aqui à minha frente…!– exclamou correndo para junto das amigas.ISSO É PEDOFILIAAA!

Presente do Brancus- Visitem www.imagevisiondesign.com

Semi-ausente até março

Moon Revenge- exerto do volume 2 publicado 02/01
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