A Última Estrela
O que acontecerá a Maria?
Total de votos: 16
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O sentimento forte de se reunir aos pais fá-la juntar-se ao lado negro 0% 0 votos
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Consegue resistir no último momento ao ouvir o pedido de socorro de Mário 50% 8 votos
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Vénus aparece e evita que Júpiter toque no Cristal Prateado 13% 2 votos
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Júpiter toca no Cristal Prateado, mas algo estranho acontece de seguida 19% 3 votos
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O restaurante sofre uma nova explosão, atirando Júpiter e Petzite violentamente para o chão, evitando o pior 0% 0 votos
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Nenhuma das anteriores 19% 3 votos
Esta sondagem está encerrada.
Sammu escreveu:Oh pessoal''''
Não tencionava colocar este fim de semana, vou fazer um esforcinho para acabar de escrevê-lo entre hoje e amanhã, talvez segunda-feira poste quando vier da fac =/
Yayyy xd
Acho q na segunda vou ter d m escapulir pa biblioteca pa ir ao pc *cof cof* pesqizar qualquer coisa ... xD
Esperar mais dois dias??? 
N quero esperar tanto tempo. Mas se tem de ser...
Ai começo tb a achar k este deve ser sobre a Uranus e a Neptune. Gostava tanto de saber o k elas estão a pensar e exclarecer finalmente mais umas coisitas sobre a Queridíssima *cof cof cof cof cof cof* Célia!
(ler-se
)

N quero esperar tanto tempo. Mas se tem de ser...Ai começo tb a achar k este deve ser sobre a Uranus e a Neptune. Gostava tanto de saber o k elas estão a pensar e exclarecer finalmente mais umas coisitas sobre a Queridíssima *cof cof cof cof cof cof* Célia!
(ler-se
)
Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Bem, aqui vai mais um capítulo, um dia mais cedo do que o previsto. graças a ter passado a noite em claro para o acabar, lolol =D
Leiam com atenção, o capítulo contém dois flashbacks, um dentro do outro, se não estiverem atentos perdem-se a meio. Este capítulo tem ligação directa com os primeiros capítulos da fic.
Bem, boa leitura e não se esqueçam depois dos comentários gigantes! xD
Leiam com atenção, o capítulo contém dois flashbacks, um dentro do outro, se não estiverem atentos perdem-se a meio. Este capítulo tem ligação directa com os primeiros capítulos da fic.
Bem, boa leitura e não se esqueçam depois dos comentários gigantes! xD
Sammu, és fixe! CAPÍTULO 14
A vingança de Kaorinite!
A nova transformação das Outer Senshi.
=========================
- O mar está agitado… - disse Mariana deitada na areia, ao anoitecer.
- Eu sei. – corroborou Haruka deitada ao seu lado, observando as estrelas. Tinham ido à praia deserta, ouvir o mar e contemplar as estrelas. Estavam as duas sós na imensa praia escura, apenas o mar batendo nas rochas perturbava a paz que ali reinava.
- Hoje, quase morremos Haruka. – falou Mariana séria, virando a cabeça, olhando para ela.
- Por um momento, pensei que te ia perder. – confessou Haruka abraçando Mariana, puxando-a para si.
- Tenho medo, Haruka. Muito medo. Medo como nunca tive antes. - declarou encostando a cabeça no peito de Haruka. Este inimigo é demasiado poderoso para mim.
- Eu protejo-te. – afirmou Haruka passando as mãos pelos cabelos de Mariana, que ondulavam ao vento. Os anéis que ambas usavam no dedo anelar brilhavam ao luar.
- Nem tu me podes proteger. – suspirou Mariana aconchegando-se. Tudo depende dela.
- Sabes, às vezes questiono-me… - disse ao olhar para o mar. Questiono-me o porquê de ela ser tão amarga.
- Ela não é amarga… - contrariou Mariana olhando para cima, para os olhos de Haruka. Esta espreguiçara-se ao sentir as suaves pedras de areia que se premiam contra as suas costas.
- Não, para nós não. – riu-se Haruka. Para a cara de lua. Cada vez que ela a vê modifica-se, fica triste… mas também fica amarga e séria.
- Sim, tens razão. – assentiu Mariana. Sinto que existe algo que não sabemos ainda.
- Achas que ela tem um segredo? – inquiriu Haruka distraidamente ainda brincando com os cabelos de Mariana.
- Lembras-te de quando a conhecemos? – retorquiu Mariana pensativa enquanto uma onda a molhava os seus dedos dos pés.
****************
Uma música ecoava nas paredes brancas. O calmo barulho da água a jorrar de uma fonte contrastava com as notas alegres do violino. A casa, modesta mas elegante, era conhecida pelas melodias graciosas que se ouviam pelas janelas reluzentes. O jardim, minuciosamente pensado e decorado, era constituído por dezenas de rosas brancas, que da combinavam a paz que reinava no bairro.
Há quase cinco anos que os vizinhos se habituaram a ouvir e a conviver com as composições de Mariana Kaioh, a exímia tocadora de violino. A sua amiga, Haruka Tenoh, era uma piloto de carros patrocinada pela empresa mais conhecida da província. Todos ignoravam o facto pelo qual as duas moças, tão belas, permaneciam solteiras.
- És tu Haruka? – perguntou Mariana ouvindo a porta a bater no hall de entrada. Como correram os treinos?
- Hoje não fui ao treino. – disse Haruka colocando o seu casaco no cabide. Fui ao distrito comercial.
- Ai sim? – perguntou Mariana desconfiada, pousando o violino no sofá. Tu nunca vais ao distrito comercial.
- Hoje fui. – sorriu Haruka tirando uma caixinha preta do bolso. Abriu-a revelando dois anéis de compromisso. Para afastar os rapazes da vizinhança.
- Eu acho que eles já sabem que não se podem meter comigo, basta os olhares que lhes diriges. – sorriu Mariana enquanto Haruka lhe colocava o anel. Obrigada, adorei! – exclamou, dando um demorado beijo a Haruka.
- O que se passa na casa dos Tomoe? – perguntou Haruka olhando pela janela, para um casarão branco ao lado da sua casa.
- Que se passa? – inquiriu Mariana espreitando também para duas raparigas que conversavam alegremente no relvado do casarão.
- Com quem é que a Octávia está a falar?! – bramiu Haruka furiosa vestindo o casaco.
- Espera Haruka! – exclamou Mariana seguindo-a pela porta.
A mulher que falara com Octávia já descia a elegante rua quando Haruka e Mariana chegaram perto dela.
- Quem era aquela mulher Octávia Tomoe? – perguntou Haruka autoritariamente ao chegar ao relvado do casarão.
- Oh, não comecem! – chateou-se Octávia batendo furiosamente com o pé.
- Estás alegre. – sorriu Mariana ao vislumbrar a expressão de Octávia.
- Quem era aquela? – insistiu Haruka seriamente.
- Eu já tenho dezassete anos, sei defender-me! Não preciso de uma mamã a controlar quem vejo ou quem falo! – exaltou-se Octávia ficando vermelha.
- Podes gritar o que quiseres, podes ficar vermelha e explodir: não saio daqui enquanto não me responderes. – disse Haruka calmamente.
- Sabes bem que a nossa missão é proteger-te Octávia. És demasiado poderosa para caíres nas mãos erradas. – disse Mariana, repetindo a mesma frase durante todos os anos que se passaram desde que se mudaram.
- Pronto está bem, está bem… - resignou-se Octávia mostrando um bilhete. Ganhei um bilhete para ver o concerto da Célia em Tóquio! – gritou Octávia saltando de excitação. Fui a vencedora de um concurso promovido pelo website dela, e veio entregar-me o convite pessoalmente não é incrível?!
- Quem? – perguntou Haruka coçando a cabeça.
- É uma cantora e actriz estrangeira. – sussurou Mariana ao ouvido de Haruka. Muito famosa por sinal. Parabéns Octávia!
Após terem derrotado Galáxia, Óctavia e o seu pai mudaram-se para o extremo sul do Japão, a fim de viverem uma vida normal e esquecer as más recordações. Haruka e Mariana juntaram-se-lhes poucas semanas depois, quando Susana voltou para o portão do espaço-tempo. Desde então protegiam-na cegamente de tudo e todos. Já uma vez tivera a sua vida destruída, tal não voltaria a acontecer. Pelo menos às suas mãos. Agora com dezassete anos, Octávia mudara muito. O mesmo corte de cabelo, mas expressão diferente. Continuava a ser muito reservada e só se sentia plenamente à vontade com Mariana e Haruka, mas era feliz. Não era mais aquela menina frágil e doente com uma expressão triste. Umas das melhores alunas do liceu, aspirava a ser burocrata e tornar o Japão um sítio melhor.
- Obrigada Mariana! O concerto é só em Junho, ainda faltam muitos meses, mas estou tão empolgada! Podemos finalmente visitar a Bunny e as outras! – disse Octávia feliz, rodopiando.
- Acho isso tudo muito estranho, como é que uma pessoa tão importante vem a casa de uma fã e entrega um bilhete para um concerto que só se vai realizar muito depois? – questiounou Haruka desconfiada enquanto Octávia revirava os olhos.
- Se não achasses estranho, desconfiava. Vá, tenho que ir para dentro, não tarda nada tenho o meu pai à porta a gritar por mim, beijinhos! – despediu-se correndo para casa, à medida que o céu escurecia.
Uma brisa soprou, as luzes públicas iluminaram-se.
- O mar está agitado.
A vingança de Kaorinite!
A nova transformação das Outer Senshi.
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- O mar está agitado… - disse Mariana deitada na areia, ao anoitecer.
- Eu sei. – corroborou Haruka deitada ao seu lado, observando as estrelas. Tinham ido à praia deserta, ouvir o mar e contemplar as estrelas. Estavam as duas sós na imensa praia escura, apenas o mar batendo nas rochas perturbava a paz que ali reinava.
- Hoje, quase morremos Haruka. – falou Mariana séria, virando a cabeça, olhando para ela.
- Por um momento, pensei que te ia perder. – confessou Haruka abraçando Mariana, puxando-a para si.
- Tenho medo, Haruka. Muito medo. Medo como nunca tive antes. - declarou encostando a cabeça no peito de Haruka. Este inimigo é demasiado poderoso para mim.
- Eu protejo-te. – afirmou Haruka passando as mãos pelos cabelos de Mariana, que ondulavam ao vento. Os anéis que ambas usavam no dedo anelar brilhavam ao luar.
- Nem tu me podes proteger. – suspirou Mariana aconchegando-se. Tudo depende dela.
- Sabes, às vezes questiono-me… - disse ao olhar para o mar. Questiono-me o porquê de ela ser tão amarga.
- Ela não é amarga… - contrariou Mariana olhando para cima, para os olhos de Haruka. Esta espreguiçara-se ao sentir as suaves pedras de areia que se premiam contra as suas costas.
- Não, para nós não. – riu-se Haruka. Para a cara de lua. Cada vez que ela a vê modifica-se, fica triste… mas também fica amarga e séria.
- Sim, tens razão. – assentiu Mariana. Sinto que existe algo que não sabemos ainda.
- Achas que ela tem um segredo? – inquiriu Haruka distraidamente ainda brincando com os cabelos de Mariana.
- Lembras-te de quando a conhecemos? – retorquiu Mariana pensativa enquanto uma onda a molhava os seus dedos dos pés.
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Uma música ecoava nas paredes brancas. O calmo barulho da água a jorrar de uma fonte contrastava com as notas alegres do violino. A casa, modesta mas elegante, era conhecida pelas melodias graciosas que se ouviam pelas janelas reluzentes. O jardim, minuciosamente pensado e decorado, era constituído por dezenas de rosas brancas, que da combinavam a paz que reinava no bairro.
Há quase cinco anos que os vizinhos se habituaram a ouvir e a conviver com as composições de Mariana Kaioh, a exímia tocadora de violino. A sua amiga, Haruka Tenoh, era uma piloto de carros patrocinada pela empresa mais conhecida da província. Todos ignoravam o facto pelo qual as duas moças, tão belas, permaneciam solteiras.
- És tu Haruka? – perguntou Mariana ouvindo a porta a bater no hall de entrada. Como correram os treinos?
- Hoje não fui ao treino. – disse Haruka colocando o seu casaco no cabide. Fui ao distrito comercial.
- Ai sim? – perguntou Mariana desconfiada, pousando o violino no sofá. Tu nunca vais ao distrito comercial.
- Hoje fui. – sorriu Haruka tirando uma caixinha preta do bolso. Abriu-a revelando dois anéis de compromisso. Para afastar os rapazes da vizinhança.
- Eu acho que eles já sabem que não se podem meter comigo, basta os olhares que lhes diriges. – sorriu Mariana enquanto Haruka lhe colocava o anel. Obrigada, adorei! – exclamou, dando um demorado beijo a Haruka.
- O que se passa na casa dos Tomoe? – perguntou Haruka olhando pela janela, para um casarão branco ao lado da sua casa.
- Que se passa? – inquiriu Mariana espreitando também para duas raparigas que conversavam alegremente no relvado do casarão.
- Com quem é que a Octávia está a falar?! – bramiu Haruka furiosa vestindo o casaco.
- Espera Haruka! – exclamou Mariana seguindo-a pela porta.
A mulher que falara com Octávia já descia a elegante rua quando Haruka e Mariana chegaram perto dela.
- Quem era aquela mulher Octávia Tomoe? – perguntou Haruka autoritariamente ao chegar ao relvado do casarão.
- Oh, não comecem! – chateou-se Octávia batendo furiosamente com o pé.
- Estás alegre. – sorriu Mariana ao vislumbrar a expressão de Octávia.
- Quem era aquela? – insistiu Haruka seriamente.
- Eu já tenho dezassete anos, sei defender-me! Não preciso de uma mamã a controlar quem vejo ou quem falo! – exaltou-se Octávia ficando vermelha.
- Podes gritar o que quiseres, podes ficar vermelha e explodir: não saio daqui enquanto não me responderes. – disse Haruka calmamente.
- Sabes bem que a nossa missão é proteger-te Octávia. És demasiado poderosa para caíres nas mãos erradas. – disse Mariana, repetindo a mesma frase durante todos os anos que se passaram desde que se mudaram.
- Pronto está bem, está bem… - resignou-se Octávia mostrando um bilhete. Ganhei um bilhete para ver o concerto da Célia em Tóquio! – gritou Octávia saltando de excitação. Fui a vencedora de um concurso promovido pelo website dela, e veio entregar-me o convite pessoalmente não é incrível?!
- Quem? – perguntou Haruka coçando a cabeça.
- É uma cantora e actriz estrangeira. – sussurou Mariana ao ouvido de Haruka. Muito famosa por sinal. Parabéns Octávia!
Após terem derrotado Galáxia, Óctavia e o seu pai mudaram-se para o extremo sul do Japão, a fim de viverem uma vida normal e esquecer as más recordações. Haruka e Mariana juntaram-se-lhes poucas semanas depois, quando Susana voltou para o portão do espaço-tempo. Desde então protegiam-na cegamente de tudo e todos. Já uma vez tivera a sua vida destruída, tal não voltaria a acontecer. Pelo menos às suas mãos. Agora com dezassete anos, Octávia mudara muito. O mesmo corte de cabelo, mas expressão diferente. Continuava a ser muito reservada e só se sentia plenamente à vontade com Mariana e Haruka, mas era feliz. Não era mais aquela menina frágil e doente com uma expressão triste. Umas das melhores alunas do liceu, aspirava a ser burocrata e tornar o Japão um sítio melhor.
- Obrigada Mariana! O concerto é só em Junho, ainda faltam muitos meses, mas estou tão empolgada! Podemos finalmente visitar a Bunny e as outras! – disse Octávia feliz, rodopiando.
- Acho isso tudo muito estranho, como é que uma pessoa tão importante vem a casa de uma fã e entrega um bilhete para um concerto que só se vai realizar muito depois? – questiounou Haruka desconfiada enquanto Octávia revirava os olhos.
- Se não achasses estranho, desconfiava. Vá, tenho que ir para dentro, não tarda nada tenho o meu pai à porta a gritar por mim, beijinhos! – despediu-se correndo para casa, à medida que o céu escurecia.
Uma brisa soprou, as luzes públicas iluminaram-se.
- O mar está agitado.
Sammu, és fixe! A noite estava serena. Haruka e Mariana dormiam calmamente na cama feita com lençóis brancos felpudos. O grande carvalho plantado ao lado da janela do seu quarto agitava-se ao som do vento. O relógio marcava duas horas da manhã, dali a algumas horas Mariana estaria a tocar no recital de Inverno, no grande auditório municipal, em frente a uma plateia constituída por pessoas de alta sociedade. Seria o primeiro grande passo para entrar na orquestra nacional.
De repente, o Espelho de Neptuno, pendurado na parede do quarto, brilhou intensamente como nunca brilhara nesses anos, iluminando por completo a habitação. Haruka e Mariana acordaram imediatamente. De seguida, um grito de mulher chegou-lhes aos ouvidos seguidos de um estalar de vidros.
Correram para a sala e miraram a mansão Tomoe. Um brilho vermelho saia das janelas intermitentemente. Seria um incêndio? Estaria Octávia em perigo?
Correram rapidamente para a mansão, descalças e em camisa de noite. Haruka arrombou a porta e entraram. No piso de baixo tudo estava tranquilo, mas mais uma vez ouviram o grito de Octávia. Precipitaram-se para o piso de cima, subindo a escadaria. Uma mulher de longos cabelos vermelhos estava a encurralar o Prof. Tomoe e a sua filha Octávia contra a parede.
- P-por favor deixe-me a mim e à minha filha em paz, não sei quem é você, mas o cofre está no meu quarto e… - suplicava o Prof. Tomoe protegendo Octávia.
- Diz-me Tomoe, gostas de sentir dor? – perguntou Kaorinite sorrindo maliciosamente. Sente a dor que me causaste, rejeitando o meu amor e humilhando-me, SENTE! – Kaorinite levantou a mão, e num clarão vermelho tanto Octávia como o Prof. Tomoe gritaram de dor.
Haruka aproveitou que Kaorinite estava de costa voltada e atirou-se a ela por detrás. Ambas caíram no chão, mas Kaorinite recuperou num salto.
- Vocês?! Malditas! – vociferou, envolvendo Haruka e Mariana nos seus cabelos ruivos, que esticaram e as atiraram através de uma janela, partindo-a em mil pedaços.
Ambas caíram na piscina das traseiras com um grande estrondo. Por entre a aflição, conseguiram sair. Agora viam como foram imprudentes e precipitadas em atacar Kaorinite sem se transformarem. Transformação, algo que já não faziam há quase meia década. Algo que já não era natural, mas viam-se agora em necessidade. Ergueram as mãos para cima e com um simples pensamento as suas canetas de transformação materializaram-se nas suas mãos. Olharam-nas com desprezo.
- NEPTUNE PLANET POWER, MAKE UP! – gritou Mariana fazendo um círculo azul de água, que a envolveu.
- URANUS PLANET POWER, MAKE UP! – bramiu Haruka por entre raios laranja.
- Não te recordas de mim Tome? – sorriu Kaorinite satisfeita, ao vê-lo aterrorizado e confuso.
- Ele não, mas eu sim. Kaorinite. – afirmou Octávia levantando-se de trás do pai.
- Abaixa-te Octávia, isto não é uma brincadeira! – pediu o seu pai tentando-a puxar para baixo.
Uma caneta de transformação roxa materializou-se na mão direita de Octávia.
- SATURN PLANET POWER, MAKE UP! – gritou sendo envolvida por uma luz violeta.
- Finalmente revelaste-te. – disse Kaorinite sorrindo de satisfação.
- Guerreira da destruição e do renascimento, Saturno, o meu planeta guardião. – o seu ceptro apareceu na mão e foi embainhado contra o pescoço de Kaorinite. Vai embora, arrepende-te Kaorinite!
- Arrependo-me? Ah ah ah ah! E tu, o que vais fazer menina? Destruir o mundo? – riu-se monstruosamente, pondo a mão nas lâminas do ceptro, partindo-o.
- Não! – gritou Saturno horrorizada, cambaleando para trás, indo cair ao lado do pai.
- WORLD… - ouviu-se por detrás de Kaorinite SHAKING!
- DEEP… SUBMERGE!
Duas esferas de energia laranja e azul precipitaram-se contra Kaorinite, que se voltou para trás e as parou com um simples gesto, devolvendo-as à proveniência. Uma enorme explosão atingiu Úrano e Neptuno, que foram projectadas violentamente contra a parede, que se manchou de sangue.
- Brinco convosco já a seguir. – ironizou Kaorinite fazendo com que Saturno levitasse, indo cair ao lado de Urano e Neptuno. DARK BARRIER! – uma parede de energia negra formou-se em redor das três guerreiras.
- OCTÁVIA! – gritou Prof. Tomoe correndo em direcção à sua filha.
- Agora nós Tomoe. – impediu Kaorinite, atirando-o ao chão.
- SPACE… SWORD… BLASTER! – gritou Urano fazendo aparecer a sua espada e deferindo ataques inutilmente contra a parede de energia
- SUBMARIGE REFLECTION! – bramiu Neptuno tentando dissolver as a barreira, mas sem sucesso. Entretanto, Kaorinite deferia ataques violentos contra o Prof. Tomoe.
- PAI, PAI! – gritava Saturno desesperada batendo na barreira que a prendia.
Subitamente tudo à sua volta esfumou-se. Saturno, Neptuno e Urano cambalearam e caíram. A última coisa que Saturno conseguiu vislumbrar foi uma figura que entrara repentinamente pela janela. Mas que janela? Nada existia e tudo existia, um imenso branco preenchia o espaço, a mente.
----------------
Três jovens crianças brincavam no salão do castelo, correndo à volta de um berço envolvido por seda branca.
- Parece uma vela, com estes cabelos tão loiros como a luz! – brincava a criança com um longo repuxo de cabelos verdes, adornados por folhas de loureiro.
- Não lhe apertes o nariz Selene! – ralhava a outra criança de cabelos verdes-marinhos, batendo-lhe na mão.
- Mas é tão giro, ela espirra quando lhe tapamos o nariz olha vê! – entusiasmou-se a criança de cabelo claro e curto, a mais alta das três.
- Não comeces tu também Úrano! – zangou-se a segunda criança.
- Oh, vai começar a chorar! – exclamou Selene ao ver a bebé com uma expressão aborrecida. Coitadinha!
- O que é que estás aqui a fazer Selene? – perguntou um rapazinho de cabelos negros que acabara de entrar no salão. Se o pai sabe que estás a chatear a princesa da Lua vai ficar zangado!
- Porquê, vais fazer-lhe queixinhas é? – desafiou Urano defendendo Selene.
- Eu não faço queixinhas. – aborreceu-se o rapaz.
- O meu irmão tem razão, o papá deve estar à minha procura. – resignou-se Selene. Endymion anda cá ver a princesa da Lua!
O rapazinho de cabelos pretos caminhou até ao berço contrafeito, para vislumbrar a recém-nascida.
- É muito gira sim. Vamos? – o rapaz deu a mão a Selene e os dois saíram do salão do Milénio Prateado.
Segundos depois, outra porta abriu-se revelando uma figura envolta de vestes e cabelos brancos, caminhando majestosamente até ao centro do salão.
- Rainha Serenidade! – adularam Úrano e Neptuno fazendo uma ligeira vénia. A Rainha Serenidade passou por elas, passando-lhes a mão pelo cabelo carinhosamente. Aconchegou a princesa Serenidade no berço e dirigiu-se novamente a elas.
- Úrano, Neptuno, vou falar com vocês como meninas crescidas, está bem? – sorriu a Rainha Serenidade abaixando-se em frente a elas.
- Sim! – exclamaram as duas em conjunto.
- Vocês têm-se saído muito bem nos treinos das Navegantes! – elogiou-as passando-lhes as mãos pela cabeça. Um dia, as guerreiras da aliança que protegem Milénio Prateado passarão o legado para vocês, e então tornar-se-ão em navegantes.
- Vamos mesmo ser navegantes? – perguntou Úrano excitada, dando pulos.
De repente, o Espelho de Neptuno, pendurado na parede do quarto, brilhou intensamente como nunca brilhara nesses anos, iluminando por completo a habitação. Haruka e Mariana acordaram imediatamente. De seguida, um grito de mulher chegou-lhes aos ouvidos seguidos de um estalar de vidros.
Correram para a sala e miraram a mansão Tomoe. Um brilho vermelho saia das janelas intermitentemente. Seria um incêndio? Estaria Octávia em perigo?
Correram rapidamente para a mansão, descalças e em camisa de noite. Haruka arrombou a porta e entraram. No piso de baixo tudo estava tranquilo, mas mais uma vez ouviram o grito de Octávia. Precipitaram-se para o piso de cima, subindo a escadaria. Uma mulher de longos cabelos vermelhos estava a encurralar o Prof. Tomoe e a sua filha Octávia contra a parede.
- P-por favor deixe-me a mim e à minha filha em paz, não sei quem é você, mas o cofre está no meu quarto e… - suplicava o Prof. Tomoe protegendo Octávia.
- Diz-me Tomoe, gostas de sentir dor? – perguntou Kaorinite sorrindo maliciosamente. Sente a dor que me causaste, rejeitando o meu amor e humilhando-me, SENTE! – Kaorinite levantou a mão, e num clarão vermelho tanto Octávia como o Prof. Tomoe gritaram de dor.
Haruka aproveitou que Kaorinite estava de costa voltada e atirou-se a ela por detrás. Ambas caíram no chão, mas Kaorinite recuperou num salto.
- Vocês?! Malditas! – vociferou, envolvendo Haruka e Mariana nos seus cabelos ruivos, que esticaram e as atiraram através de uma janela, partindo-a em mil pedaços.
Ambas caíram na piscina das traseiras com um grande estrondo. Por entre a aflição, conseguiram sair. Agora viam como foram imprudentes e precipitadas em atacar Kaorinite sem se transformarem. Transformação, algo que já não faziam há quase meia década. Algo que já não era natural, mas viam-se agora em necessidade. Ergueram as mãos para cima e com um simples pensamento as suas canetas de transformação materializaram-se nas suas mãos. Olharam-nas com desprezo.
- NEPTUNE PLANET POWER, MAKE UP! – gritou Mariana fazendo um círculo azul de água, que a envolveu.
- URANUS PLANET POWER, MAKE UP! – bramiu Haruka por entre raios laranja.
- Não te recordas de mim Tome? – sorriu Kaorinite satisfeita, ao vê-lo aterrorizado e confuso.
- Ele não, mas eu sim. Kaorinite. – afirmou Octávia levantando-se de trás do pai.
- Abaixa-te Octávia, isto não é uma brincadeira! – pediu o seu pai tentando-a puxar para baixo.
Uma caneta de transformação roxa materializou-se na mão direita de Octávia.
- SATURN PLANET POWER, MAKE UP! – gritou sendo envolvida por uma luz violeta.
- Finalmente revelaste-te. – disse Kaorinite sorrindo de satisfação.
- Guerreira da destruição e do renascimento, Saturno, o meu planeta guardião. – o seu ceptro apareceu na mão e foi embainhado contra o pescoço de Kaorinite. Vai embora, arrepende-te Kaorinite!
- Arrependo-me? Ah ah ah ah! E tu, o que vais fazer menina? Destruir o mundo? – riu-se monstruosamente, pondo a mão nas lâminas do ceptro, partindo-o.
- Não! – gritou Saturno horrorizada, cambaleando para trás, indo cair ao lado do pai.
- WORLD… - ouviu-se por detrás de Kaorinite SHAKING!
- DEEP… SUBMERGE!
Duas esferas de energia laranja e azul precipitaram-se contra Kaorinite, que se voltou para trás e as parou com um simples gesto, devolvendo-as à proveniência. Uma enorme explosão atingiu Úrano e Neptuno, que foram projectadas violentamente contra a parede, que se manchou de sangue.
- Brinco convosco já a seguir. – ironizou Kaorinite fazendo com que Saturno levitasse, indo cair ao lado de Urano e Neptuno. DARK BARRIER! – uma parede de energia negra formou-se em redor das três guerreiras.
- OCTÁVIA! – gritou Prof. Tomoe correndo em direcção à sua filha.
- Agora nós Tomoe. – impediu Kaorinite, atirando-o ao chão.
- SPACE… SWORD… BLASTER! – gritou Urano fazendo aparecer a sua espada e deferindo ataques inutilmente contra a parede de energia
- SUBMARIGE REFLECTION! – bramiu Neptuno tentando dissolver as a barreira, mas sem sucesso. Entretanto, Kaorinite deferia ataques violentos contra o Prof. Tomoe.
- PAI, PAI! – gritava Saturno desesperada batendo na barreira que a prendia.
Subitamente tudo à sua volta esfumou-se. Saturno, Neptuno e Urano cambalearam e caíram. A última coisa que Saturno conseguiu vislumbrar foi uma figura que entrara repentinamente pela janela. Mas que janela? Nada existia e tudo existia, um imenso branco preenchia o espaço, a mente.
----------------
Três jovens crianças brincavam no salão do castelo, correndo à volta de um berço envolvido por seda branca.
- Parece uma vela, com estes cabelos tão loiros como a luz! – brincava a criança com um longo repuxo de cabelos verdes, adornados por folhas de loureiro.
- Não lhe apertes o nariz Selene! – ralhava a outra criança de cabelos verdes-marinhos, batendo-lhe na mão.
- Mas é tão giro, ela espirra quando lhe tapamos o nariz olha vê! – entusiasmou-se a criança de cabelo claro e curto, a mais alta das três.
- Não comeces tu também Úrano! – zangou-se a segunda criança.
- Oh, vai começar a chorar! – exclamou Selene ao ver a bebé com uma expressão aborrecida. Coitadinha!
- O que é que estás aqui a fazer Selene? – perguntou um rapazinho de cabelos negros que acabara de entrar no salão. Se o pai sabe que estás a chatear a princesa da Lua vai ficar zangado!
- Porquê, vais fazer-lhe queixinhas é? – desafiou Urano defendendo Selene.
- Eu não faço queixinhas. – aborreceu-se o rapaz.
- O meu irmão tem razão, o papá deve estar à minha procura. – resignou-se Selene. Endymion anda cá ver a princesa da Lua!
O rapazinho de cabelos pretos caminhou até ao berço contrafeito, para vislumbrar a recém-nascida.
- É muito gira sim. Vamos? – o rapaz deu a mão a Selene e os dois saíram do salão do Milénio Prateado.
Segundos depois, outra porta abriu-se revelando uma figura envolta de vestes e cabelos brancos, caminhando majestosamente até ao centro do salão.
- Rainha Serenidade! – adularam Úrano e Neptuno fazendo uma ligeira vénia. A Rainha Serenidade passou por elas, passando-lhes a mão pelo cabelo carinhosamente. Aconchegou a princesa Serenidade no berço e dirigiu-se novamente a elas.
- Úrano, Neptuno, vou falar com vocês como meninas crescidas, está bem? – sorriu a Rainha Serenidade abaixando-se em frente a elas.
- Sim! – exclamaram as duas em conjunto.
- Vocês têm-se saído muito bem nos treinos das Navegantes! – elogiou-as passando-lhes as mãos pela cabeça. Um dia, as guerreiras da aliança que protegem Milénio Prateado passarão o legado para vocês, e então tornar-se-ão em navegantes.
- Vamos mesmo ser navegantes? – perguntou Úrano excitada, dando pulos.
Sammu, és fixe! - Sim, claro! – exclamou Serenidade feliz. As vossas sementes de estrelas serão abençoadas com o poder dos vossos planetas guardiães. Assim que estiverem preparadas, as guerreiras da aliança retirar-se-ão, e o Milénio Prateado será protegido por vocês minhas queridas.
- Navegante de Úrano! – gritou fazendo uma pose de combate.
- Vou ser a Navegante de Neptuno! – sonhou Neptuno imaginando-se no seu uniforme.
Um novo clarão ocorreu e a imagem desapareceu. Estavam numa varanda, mas aparentemente vários anos se tinham passado. Estavam crescidas, Selene e Saturno estavam ao seu lado. Uma multidão observava-as na varanda, uma espécie de celebração.
- Desde remotos tempos a Lua é o local escolhido para guardar o sagrado Cristal Prateado, que alberga pequenos fragmentos das sementes de estrela de todas as navegantes da galáxia. – discursou a Rainha Serenidade, ecoando na multidão por entre os jardins do Milénio Prateado. A aliança luo-estelar visa proteger o Cristal Prateado, e apenas as guerreiras mais poderosas podem ingressar. Hoje, as primeiras guerreiras deste sistema solar, irão ingressar na mítica aliança. Sailor Saturno. – anunciou apontando para uma rapariga de cabelos escuros, de olhar frio e distante.
Uma mulher de cabelos amarelos e laranjas saiu de lado da Rainha Serenidade e colocou-se em frente às quatro guerreiras.
- Por meio desta solene ocasião, eu, Sailor Galáxia ingresso Sailor Saturno na aliança luo-estelar. – uma luz roxa desceu sobre Saturno, e o céu cintilou com o brilho do seu planeta. - A guerreira da destruição e do renascimento. Caso algum dia algo aconteça com o Milénio Prateado ou com o Cristal Prateado, a guerreira Saturno despertará, e terá como missão destruir o sistema solar, para mais tarde o ciclo começar de novo.
Saturno, com uma expressão fria, fez uma vénia a Galáxia.
- Sailor Úrano e Sailor Neptuno. – anunciou a Rainha apontando para as duas guerreiras orgulhosas.
- Por meio desta solene ocasião, eu, Sailor Galáxia ingresso Sailor Urano e Sailor Neptuno na aliança luo-estelar. – duas imensas luzes banharam a varanda inteira. Duas grandes esferas brilhavam no espaço, e o céu rejubilou- Os planetas gémeos nos confins do sistema solar, terão como missão guardar o Milénio Prateado e o Cristal Prateado de todos os ataques provenientes de fora do sistema planetário.
Ambas fizeram uma profunda reverência e entreolharam-se alegres.
- A guerreira Sailor Célimoon. – anunciou a Rainha Serenidade, um pouco inquieta.
- Por meio desta solene ocasião, eu, Sailor Galáxia ingresso Sailor Célimoon na aliança luo-estelar. – ao lado da lua, a Terra brilhou. Em frente à varanda, o rei da Terra e Endymion aplaudiam fervorosamente. - Guardiã do Cristal de Ouro, protectora do Cristal Prateado, líder das Guerreiras do Espaço Exterior, Outer Senshi.
Célimoon corou, e fez uma vénia a Sailor Galáxia. A Rainha Serenidade aproximou-se do limite da varanda, anunciando para a multidão.
- Guerreira dos milénios, filha de Chronos, a primeira navegante do sistema solar Sailor Plutão protege o portal do espaço-tempo, impedindo-a de largar o seu posto. À semelhança de Plutão, que possui o Ceptro do Tempo, Garnet Orb, e que já faz parte da aliança desde as suas origens, serão dados talismãs a cada uma das guerreiras do espaço exterior. – declarou a Rainha Serenidade fazendo aparecer o seu ceptro de meia-lua, com o Cristal Prateado no meio.
- Oh, mas que honra! – entusiasmou-se Mercúrio, que estava retirada para trás na varanda juntamente com Marte, Vénus, Júpiter e Serenidade.
- Um dia, seremos nós. – disse Vénus confiante, invejando a cerimónia.
- Poder de Neptuno, Deep Aqua Miror! – bramiu a Rainha, e com um brilho intenso do Cristal Prateado um espelho surgiu. – O Espelho de Neptuno das Águas Profundas ajudar-te-á a revelar a verdade da alma. – disse entregando o espelho.
- Sim, sim, de facto uma arma que sendo usada com compreensão pode revelar-se crucial! – anuiu Mercúrio tentando ver melhor o Espelho.
- Francamente Mercúrio, o teu palavreado caro cada vez me assusta mais! – brincou Marte, que observava a cena encostada a uma coluna.
- Poder de Urano, Space Sword! – gritou a Rainha levantando o ceptro, materializando uma espada. A Espada de Urano ajudar-te-á a revelar o teu verdadeiro poder. – disse entregando a espada.
- Uma espada… Que sorte. – aborreceu-se Vénus.
- Talvez um dia tenhas uma, quem sabe. – confortou-a a Princesa Serenidade, ao ver a tristeza de Vénus.
- A ti – disse a Rainha apontando para Célimoon- dar-te-ei o mais valioso dos talismãs: a lealdade do Ceptro Lunar que alberga o Cristal Prateado. – segurou no bastão, pedindo a Célimoon que lhe tocasse. Imediatamente o rosa que o revestia deu lugar ao imaculado branco. A Rainha olhou profundamente nos olhos azuis de Selene, esboçou um sorriso de eterna compaixão e pediu que retirasse a mão do ceptro. O branco desapareceu dando lugar ao rosa novamente. – se algum dia estiveres com necessidade, poderás invocar este ceptro, que te ajudará.
- O talismã da Navegante de Saturno – começou Galáxia – foi uma junção de todo o nosso poder. – disse fazendo aparecer no ar um enorme ceptro em forma de foice. – A Foice da Morte de Saturno canalizará a energia da Navegante de Saturno, capacitando a destruição total, em última opção.
Saturno pegou no ceptro, e uma aura roxa apoderou-se dela, fazendo-a brilhar como a morte latente.
As tiaras das quatro navegantes começaram a brilhar.
- Poder de Neptuno!
- Poder de Úrano!
- Poder de Saturno!
- Poder da aliança luo-estelar! – gritou Célimoon, ao que cada uma liberou um enorme raio correspondente à sua cor.
A multidão exclamou de admiração, os presentes na varanda afastaram-se ao assistir maravilhados à demonstração de energia. As quatro deram as mãos.
- TRANSFORMAÇÃO ETERNA! – gritaram, e a energia convergiu numa imensa esfera branca que as envolveu. Quando a luz se dissipou, cada uma delas estava Eterna.
- O que é aquilo? – exclamou Júpiter admirada.
- Hum, um novo tipo de transformação… - disse Mercúrio pensativa. Irei pesquisar.
- Como Navegantes Eternas, cada uma das navegantes perpetua a sua semente de estrela, e terá o poder de controlar cada um dos seus elementos. – anunciou Sailor Galáxia.
- Úrano controlará os tremores, Neptuno as águas dos mares profundos, Saturno terá o poder de aniquilar as almas, Célimoon controlará os quatro ventos, e, como líder, terá um traço de cada guerreira. Possuirá a beleza de Neptuno, o poder celestial de Úrano, a capacidade de controlar Saturno e a permissão de viajar no tempo de Plutão. – declarou a Rainha Serenidade fechando a cerimónia.
Célimoon voltou-se para trás e as quatro juntaram-se num círculo, dando as mãos.
- Hoje – disse pausadamente sorrindo e olhando profundamente para cada uma delas – começam as nossas vidas.
-----------------------------
- Navegante de Úrano! – gritou fazendo uma pose de combate.
- Vou ser a Navegante de Neptuno! – sonhou Neptuno imaginando-se no seu uniforme.
Um novo clarão ocorreu e a imagem desapareceu. Estavam numa varanda, mas aparentemente vários anos se tinham passado. Estavam crescidas, Selene e Saturno estavam ao seu lado. Uma multidão observava-as na varanda, uma espécie de celebração.
- Desde remotos tempos a Lua é o local escolhido para guardar o sagrado Cristal Prateado, que alberga pequenos fragmentos das sementes de estrela de todas as navegantes da galáxia. – discursou a Rainha Serenidade, ecoando na multidão por entre os jardins do Milénio Prateado. A aliança luo-estelar visa proteger o Cristal Prateado, e apenas as guerreiras mais poderosas podem ingressar. Hoje, as primeiras guerreiras deste sistema solar, irão ingressar na mítica aliança. Sailor Saturno. – anunciou apontando para uma rapariga de cabelos escuros, de olhar frio e distante.
Uma mulher de cabelos amarelos e laranjas saiu de lado da Rainha Serenidade e colocou-se em frente às quatro guerreiras.
- Por meio desta solene ocasião, eu, Sailor Galáxia ingresso Sailor Saturno na aliança luo-estelar. – uma luz roxa desceu sobre Saturno, e o céu cintilou com o brilho do seu planeta. - A guerreira da destruição e do renascimento. Caso algum dia algo aconteça com o Milénio Prateado ou com o Cristal Prateado, a guerreira Saturno despertará, e terá como missão destruir o sistema solar, para mais tarde o ciclo começar de novo.
Saturno, com uma expressão fria, fez uma vénia a Galáxia.
- Sailor Úrano e Sailor Neptuno. – anunciou a Rainha apontando para as duas guerreiras orgulhosas.
- Por meio desta solene ocasião, eu, Sailor Galáxia ingresso Sailor Urano e Sailor Neptuno na aliança luo-estelar. – duas imensas luzes banharam a varanda inteira. Duas grandes esferas brilhavam no espaço, e o céu rejubilou- Os planetas gémeos nos confins do sistema solar, terão como missão guardar o Milénio Prateado e o Cristal Prateado de todos os ataques provenientes de fora do sistema planetário.
Ambas fizeram uma profunda reverência e entreolharam-se alegres.
- A guerreira Sailor Célimoon. – anunciou a Rainha Serenidade, um pouco inquieta.
- Por meio desta solene ocasião, eu, Sailor Galáxia ingresso Sailor Célimoon na aliança luo-estelar. – ao lado da lua, a Terra brilhou. Em frente à varanda, o rei da Terra e Endymion aplaudiam fervorosamente. - Guardiã do Cristal de Ouro, protectora do Cristal Prateado, líder das Guerreiras do Espaço Exterior, Outer Senshi.
Célimoon corou, e fez uma vénia a Sailor Galáxia. A Rainha Serenidade aproximou-se do limite da varanda, anunciando para a multidão.
- Guerreira dos milénios, filha de Chronos, a primeira navegante do sistema solar Sailor Plutão protege o portal do espaço-tempo, impedindo-a de largar o seu posto. À semelhança de Plutão, que possui o Ceptro do Tempo, Garnet Orb, e que já faz parte da aliança desde as suas origens, serão dados talismãs a cada uma das guerreiras do espaço exterior. – declarou a Rainha Serenidade fazendo aparecer o seu ceptro de meia-lua, com o Cristal Prateado no meio.
- Oh, mas que honra! – entusiasmou-se Mercúrio, que estava retirada para trás na varanda juntamente com Marte, Vénus, Júpiter e Serenidade.
- Um dia, seremos nós. – disse Vénus confiante, invejando a cerimónia.
- Poder de Neptuno, Deep Aqua Miror! – bramiu a Rainha, e com um brilho intenso do Cristal Prateado um espelho surgiu. – O Espelho de Neptuno das Águas Profundas ajudar-te-á a revelar a verdade da alma. – disse entregando o espelho.
- Sim, sim, de facto uma arma que sendo usada com compreensão pode revelar-se crucial! – anuiu Mercúrio tentando ver melhor o Espelho.
- Francamente Mercúrio, o teu palavreado caro cada vez me assusta mais! – brincou Marte, que observava a cena encostada a uma coluna.
- Poder de Urano, Space Sword! – gritou a Rainha levantando o ceptro, materializando uma espada. A Espada de Urano ajudar-te-á a revelar o teu verdadeiro poder. – disse entregando a espada.
- Uma espada… Que sorte. – aborreceu-se Vénus.
- Talvez um dia tenhas uma, quem sabe. – confortou-a a Princesa Serenidade, ao ver a tristeza de Vénus.
- A ti – disse a Rainha apontando para Célimoon- dar-te-ei o mais valioso dos talismãs: a lealdade do Ceptro Lunar que alberga o Cristal Prateado. – segurou no bastão, pedindo a Célimoon que lhe tocasse. Imediatamente o rosa que o revestia deu lugar ao imaculado branco. A Rainha olhou profundamente nos olhos azuis de Selene, esboçou um sorriso de eterna compaixão e pediu que retirasse a mão do ceptro. O branco desapareceu dando lugar ao rosa novamente. – se algum dia estiveres com necessidade, poderás invocar este ceptro, que te ajudará.
- O talismã da Navegante de Saturno – começou Galáxia – foi uma junção de todo o nosso poder. – disse fazendo aparecer no ar um enorme ceptro em forma de foice. – A Foice da Morte de Saturno canalizará a energia da Navegante de Saturno, capacitando a destruição total, em última opção.
Saturno pegou no ceptro, e uma aura roxa apoderou-se dela, fazendo-a brilhar como a morte latente.
As tiaras das quatro navegantes começaram a brilhar.
- Poder de Neptuno!
- Poder de Úrano!
- Poder de Saturno!
- Poder da aliança luo-estelar! – gritou Célimoon, ao que cada uma liberou um enorme raio correspondente à sua cor.
A multidão exclamou de admiração, os presentes na varanda afastaram-se ao assistir maravilhados à demonstração de energia. As quatro deram as mãos.
- TRANSFORMAÇÃO ETERNA! – gritaram, e a energia convergiu numa imensa esfera branca que as envolveu. Quando a luz se dissipou, cada uma delas estava Eterna.
- O que é aquilo? – exclamou Júpiter admirada.
- Hum, um novo tipo de transformação… - disse Mercúrio pensativa. Irei pesquisar.
- Como Navegantes Eternas, cada uma das navegantes perpetua a sua semente de estrela, e terá o poder de controlar cada um dos seus elementos. – anunciou Sailor Galáxia.
- Úrano controlará os tremores, Neptuno as águas dos mares profundos, Saturno terá o poder de aniquilar as almas, Célimoon controlará os quatro ventos, e, como líder, terá um traço de cada guerreira. Possuirá a beleza de Neptuno, o poder celestial de Úrano, a capacidade de controlar Saturno e a permissão de viajar no tempo de Plutão. – declarou a Rainha Serenidade fechando a cerimónia.
Célimoon voltou-se para trás e as quatro juntaram-se num círculo, dando as mãos.
- Hoje – disse pausadamente sorrindo e olhando profundamente para cada uma delas – começam as nossas vidas.
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Sammu, és fixe! Tudo ficou branco novamente. Neptuno abriu os olhos, tinham voltado a si. Olhou para Úrano e Saturno, que também acordavam. Haviam tido uma visão dos tempos do Milénio Prateado, algo mais que uma visão, era real, sentiam agora tudo o que sentiram há milénios atrás.
- Socorro! – gritou uma voz, ao que todas se voltaram para trás. Célimoon havia sido apanhada por Kaorinite, que a sufocava com os seus cabelos. O Prof. Tomoe jazia no chão, imóvel, talvez morto. Continuavam presas na redoma de energia criada por Kaorinite. Guerreiras do Espaço Exterior, sabem o que têm a fazer!
- Chegou a hora… - disse Urano levantando-se.
- … de despertar… - completou Neptuno dando as mãos.
- … o nosso verdadeiro poder. – acabou Saturno fechando o círculo.
- TRANSFORMAÇÃO ETERNA! – bramiram as três, e um círculo de energia, o mesmo círculo, a mesma luz que em tempos brilhou naquela cerimónia do Milénio Prateado, quebrou a barreira, derrubando Kaorinite.
O ceptro de Saturno elevou-se para as suas mãos, e os pedaços partidos uniram-se de novo.
Kaorinite levantara-se de novo, olhando para as quatro com uma expressão de horror.
- C-como se atrevem?! – gritou, num misto de fúria e de medo. DUPLICADO! – dezenas de Kaorinites surgiram por todos os cantos, atacando-as violentamente.
- WORLD… - berrou Urano- SHAKING! – a sua esfera de energia surgiu mais brilhante e poderosa do que nunca, derrubando quatro Kaorinites, que se regeneraram novamente.
- O que fazemos? – gritou Saturno enquanto enfrentava três Kaorinites.
- São duplicados, mas com um imenso poder! – assentiu Neptuno dando um pontapé certeiro. Regeneram-se de seguida!
- Temos que atingir o original! – disse Úrano correndo, dando uma cotovelada em duas Kaorinites.
- Mas como vamos fazer isso? – perguntou Célimoon suando. SATURNO CUIDADO! – uma Kaorinite de unhas afiadas aparecera por detrás, preparando-se para cravar as unhas na veia do pescoço de Saturno.
Outra luz surgiu do nada, desintegrando todas as Kaorinites, menos uma, a original. O Ceptro Lunar, aparecera. Rosa, sujo e gasto, fora utilizado pela última vez por Sailor Moon para derrotar Metália, estivera no pólo norte durante todos estes anos, aparecendo agora, na hora de necessidade. O medalhão no laço de Célimoon abriu, o Cristal Prateado subiu para o ceptro, que se tornou branco. O cabo cresceu imensamente, ficando da altura de Célimoon.
- O meu talismã…! - clamou surpreendida tocando no ceptro.
- Venceram a batalha, mas não a guerra! Eu voltarei! – sorriu Kaorinite espetando as unhas no pescoço do Prof. Tomoe, que estava inconsciente, desaparecendo se seguida.
- PAI! – gritou Saturno, correndo para o pai. Mas este não lhe respondia, estava banhado em sangue, perdendo cada vez mais a cada segundo que passava.
- Eu acho… que posso ajudar… - disse Célimoon preocupada, caminhando em direcção a eles. Elevou o ceptro, as palavras saíram-lhe da boca. Luna Curatio… ESCALATION! – o Cristal Prateado no topo do ceptro brilhou e imitou luzes douradas, que envolveram o Prof. Tomoe. Este começou a respirar audivelmente, a ferida estancara. - Tens de o levar para o hospital na mesma Octávia.
- Obrigada… Célimoon. – sorriu Saturno. Agora… já me lembro de tudo. – correu, dando-lhe um abraço.
- É verdade. – cumprimentou Úrano, também lhe dando um abraço.
- E finalmente juntaste-te a nós. – chorou Neptuno também abraçando-a.
- É uma longa história. – sorriu Célimoon enxugando o olho. Mas antes de tudo, Octávia…
- Sim?
- A Kaorinite pensa que o teu pai está morto. Voltará para te apanhar, aliás, como deveria ser o plano inicial. – disse olhando-a seriamente. Fugirás com o teu pai para alguma parte do Japão, sem a tua semente de estrela não te detectarão.
- Como assim, “sem a semente de estrela”? – perguntou Urano intrigada.
- O teu poder é muito grande Octávia. O inimigo tentará levar-te para o lado do mal. Se te apanharem, conseguem destruir o mundo. – disse colocando as mãos nos ombros de Saturno. Já renasceste duas vezes, destruindo a tua vida, deixa esta batalha connosco por agora, cuida do teu pai.
- Mas… - gemeu Saturno obviamente dividida.
- Se te apanharem será perigoso para ti, e para todos nós. – disse Célimoon segura, olhando-a nos olhos.
- Está bem. – assentiu olhando para o pai. Por agora.
- Assim é que é, uma decisão sensata. – sorriu Célimoon elevando o ceptro outra vez. Uma semente de estrela roxa surgiu suavemente do corpo de Saturno, cuja transformação imediatamente se quebrou, entrando no corpo de Célimoon. Eu protegerei pessoalmente a tua semente de estrela Octávia.
- O que faremos agora? – perguntou Neptuno apreensiva. Um novo inimigo…
- Iremos para Tóquio, Sailor Moon e as Inner Senshi em breve serão atacadas também. – disse à medida que uma brisa as envolvia. Tanto tempo passado após a última batalha, receio que os seus poderes estejam novamente adormecidos, talvez até nem se consigam transformar.
- Iremos para Tóquio… - começou Úrano.
- … onde a nossa derradeira missão começará.
****************
- Escondendo um segredo ou não, confio nela. – disse Haruka acariciando os cabelos de Mariana.
- Está tanto frio… - suspirou Mariana levantando-se. Com segredo ou sem segredo, cumpriremos o nosso destino.
- O que quer que o futuro nos reserve, enfrentá-lo-ei se estiveres comigo Mariana. – disse Haruka levantando-se também, dando a mão a Mariana. As duas olharam para o mar negro, apenas iluminado pela luz do luar.
- Socorro! – gritou uma voz, ao que todas se voltaram para trás. Célimoon havia sido apanhada por Kaorinite, que a sufocava com os seus cabelos. O Prof. Tomoe jazia no chão, imóvel, talvez morto. Continuavam presas na redoma de energia criada por Kaorinite. Guerreiras do Espaço Exterior, sabem o que têm a fazer!
- Chegou a hora… - disse Urano levantando-se.
- … de despertar… - completou Neptuno dando as mãos.
- … o nosso verdadeiro poder. – acabou Saturno fechando o círculo.
- TRANSFORMAÇÃO ETERNA! – bramiram as três, e um círculo de energia, o mesmo círculo, a mesma luz que em tempos brilhou naquela cerimónia do Milénio Prateado, quebrou a barreira, derrubando Kaorinite.
O ceptro de Saturno elevou-se para as suas mãos, e os pedaços partidos uniram-se de novo.
Kaorinite levantara-se de novo, olhando para as quatro com uma expressão de horror.
- C-como se atrevem?! – gritou, num misto de fúria e de medo. DUPLICADO! – dezenas de Kaorinites surgiram por todos os cantos, atacando-as violentamente.
- WORLD… - berrou Urano- SHAKING! – a sua esfera de energia surgiu mais brilhante e poderosa do que nunca, derrubando quatro Kaorinites, que se regeneraram novamente.
- O que fazemos? – gritou Saturno enquanto enfrentava três Kaorinites.
- São duplicados, mas com um imenso poder! – assentiu Neptuno dando um pontapé certeiro. Regeneram-se de seguida!
- Temos que atingir o original! – disse Úrano correndo, dando uma cotovelada em duas Kaorinites.
- Mas como vamos fazer isso? – perguntou Célimoon suando. SATURNO CUIDADO! – uma Kaorinite de unhas afiadas aparecera por detrás, preparando-se para cravar as unhas na veia do pescoço de Saturno.
Outra luz surgiu do nada, desintegrando todas as Kaorinites, menos uma, a original. O Ceptro Lunar, aparecera. Rosa, sujo e gasto, fora utilizado pela última vez por Sailor Moon para derrotar Metália, estivera no pólo norte durante todos estes anos, aparecendo agora, na hora de necessidade. O medalhão no laço de Célimoon abriu, o Cristal Prateado subiu para o ceptro, que se tornou branco. O cabo cresceu imensamente, ficando da altura de Célimoon.
- O meu talismã…! - clamou surpreendida tocando no ceptro.
- Venceram a batalha, mas não a guerra! Eu voltarei! – sorriu Kaorinite espetando as unhas no pescoço do Prof. Tomoe, que estava inconsciente, desaparecendo se seguida.
- PAI! – gritou Saturno, correndo para o pai. Mas este não lhe respondia, estava banhado em sangue, perdendo cada vez mais a cada segundo que passava.
- Eu acho… que posso ajudar… - disse Célimoon preocupada, caminhando em direcção a eles. Elevou o ceptro, as palavras saíram-lhe da boca. Luna Curatio… ESCALATION! – o Cristal Prateado no topo do ceptro brilhou e imitou luzes douradas, que envolveram o Prof. Tomoe. Este começou a respirar audivelmente, a ferida estancara. - Tens de o levar para o hospital na mesma Octávia.
- Obrigada… Célimoon. – sorriu Saturno. Agora… já me lembro de tudo. – correu, dando-lhe um abraço.
- É verdade. – cumprimentou Úrano, também lhe dando um abraço.
- E finalmente juntaste-te a nós. – chorou Neptuno também abraçando-a.
- É uma longa história. – sorriu Célimoon enxugando o olho. Mas antes de tudo, Octávia…
- Sim?
- A Kaorinite pensa que o teu pai está morto. Voltará para te apanhar, aliás, como deveria ser o plano inicial. – disse olhando-a seriamente. Fugirás com o teu pai para alguma parte do Japão, sem a tua semente de estrela não te detectarão.
- Como assim, “sem a semente de estrela”? – perguntou Urano intrigada.
- O teu poder é muito grande Octávia. O inimigo tentará levar-te para o lado do mal. Se te apanharem, conseguem destruir o mundo. – disse colocando as mãos nos ombros de Saturno. Já renasceste duas vezes, destruindo a tua vida, deixa esta batalha connosco por agora, cuida do teu pai.
- Mas… - gemeu Saturno obviamente dividida.
- Se te apanharem será perigoso para ti, e para todos nós. – disse Célimoon segura, olhando-a nos olhos.
- Está bem. – assentiu olhando para o pai. Por agora.
- Assim é que é, uma decisão sensata. – sorriu Célimoon elevando o ceptro outra vez. Uma semente de estrela roxa surgiu suavemente do corpo de Saturno, cuja transformação imediatamente se quebrou, entrando no corpo de Célimoon. Eu protegerei pessoalmente a tua semente de estrela Octávia.
- O que faremos agora? – perguntou Neptuno apreensiva. Um novo inimigo…
- Iremos para Tóquio, Sailor Moon e as Inner Senshi em breve serão atacadas também. – disse à medida que uma brisa as envolvia. Tanto tempo passado após a última batalha, receio que os seus poderes estejam novamente adormecidos, talvez até nem se consigam transformar.
- Iremos para Tóquio… - começou Úrano.
- … onde a nossa derradeira missão começará.
****************
- Escondendo um segredo ou não, confio nela. – disse Haruka acariciando os cabelos de Mariana.
- Está tanto frio… - suspirou Mariana levantando-se. Com segredo ou sem segredo, cumpriremos o nosso destino.
- O que quer que o futuro nos reserve, enfrentá-lo-ei se estiveres comigo Mariana. – disse Haruka levantando-se também, dando a mão a Mariana. As duas olharam para o mar negro, apenas iluminado pela luz do luar.
Sammu, és fixe! AHA!
Eu sabiiiia que a Célia não era má!
.o: eu sabia que havia uma razão!
.o:
.o:
Então a minha Hotaru-chan está a salvo! Ainda bem
Sammu, o capítulo está lindo lindo lindo :='(: Parabéns! Cada vez melhoras mais...
Nem sei o que dizer!
Estes flashbacks estão simplesmente fantásticos
Desculpa não fazer um grande comentário agora, mas estou a acabar um trabalho e não resisti, tive de vir aqui ler
Mais tarde elaboro um comentário maiorzinho
Eu sabiiiia que a Célia não era má!
.o: eu sabia que havia uma razão!
.o:
.o: Então a minha Hotaru-chan está a salvo! Ainda bem

Sammu, o capítulo está lindo lindo lindo :='(: Parabéns! Cada vez melhoras mais...
Nem sei o que dizer!
Estes flashbacks estão simplesmente fantásticos

Desculpa não fazer um grande comentário agora, mas estou a acabar um trabalho e não resisti, tive de vir aqui ler

Mais tarde elaboro um comentário maiorzinho

Gostas de mistérios, dramas, romance, acção, emoções e muito mais?
Então clica ali em baixo:

FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
Hum...assim já gosto um bocadinho mais dela...pelo menos é irmã dele...não é nenhuma "noiva" ou coisa parecida 
gostei do cap!!gostei da parte em que demonstraste a forma de como elas se tinham conhecido eo que se tinha passado em milénio preteado....só não intendi uma coisa.Se a Bunny era um bebé...como é que ela podia falar
'''
Hum...então a saturn não está morta....ta escondida.Agora só falta saber onde pará a Plutão
(se calhar deve tar no portal do tempo)
(sorry não conseguir fazer um comentário melhor....mas hj não estou inspirada para aqueles comentários enormes que tu tanto adoras sammu
)

gostei do cap!!gostei da parte em que demonstraste a forma de como elas se tinham conhecido eo que se tinha passado em milénio preteado....só não intendi uma coisa.Se a Bunny era um bebé...como é que ela podia falar
'''Hum...então a saturn não está morta....ta escondida.Agora só falta saber onde pará a Plutão
(se calhar deve tar no portal do tempo)(sorry não conseguir fazer um comentário melhor....mas hj não estou inspirada para aqueles comentários enormes que tu tanto adoras sammu
)
Sammu escreveu:
- Talvez um dia tenhas uma, quem sabe. – confortou-a a Princesa Serenidade, ao ver a tristeza de Vénus.
então...ela lá em cima era uma bebé que estava num berço....a selene até la andava a puxar-lhe o nariz com a urano e assim....e depois quando a rainha serenidade entra, aconchega o bebé e entraga-lhe os puderes , as restantes navegantes estavam numa varanda a comentar o sucedido ...certo?e depois a bunny diz aquilo que tu escreveste ;P
(já agora...é Dianuxka
'''um dia destes meto um aviso na assinatura que se escreve com k e com x e não com c de cão e com s
'''')
Haruhi escreveu:AHA!
Eu sabiiiia que a Célia não era má!.o: eu sabia que havia uma razão!
.o:
.o:
Então a minha Hotaru-chan está a salvo! Ainda bem
Sammu, o capítulo está lindo lindo lindo :='(: Parabéns! Cada vez melhoras mais...
Nem sei o que dizer!
Estes flashbacks estão simplesmente fantásticos
leste me os pensamentos haruhi

o capitulo esta simplesmente fantastico!!!
*mim de queixo caido* A Celimoon era irma do Endymion...
agora percebo porque e que ela disse a bunny que ela, mais do que qualquer um, tinha o direio de ficar com o Gonçalo...
adorei o capitulo por muitas razoes... a principal: e grande
como eu gosto

fico a espera de mais... isto ta a começar a ficar mais interessante que antes

Dianuxka escreveu:Sammu escreveu:
- Talvez um dia tenhas uma, quem sabe. – confortou-a a Princesa Serenidade, ao ver a tristeza de Vénus.
então...ela lá em cima era uma bebé que estava num berço....a selene até la andava a puxar-lhe o nariz com a urano e assim....e depois quando a rainha serenidade entra, aconchega o bebé e entraga-lhe os puderes , as restantes navegantes estavam numa varanda a comentar o sucedido ...certo?e depois a bunny diz aquilo que tu escreveste
Capítulo 31 escreveu:Um novo clarão ocorreu e a imagem desapareceu. Estavam numa varanda, mas aparentemente vários anos se tinham passado. Estavam crescidas, Selene e Saturno estavam ao seu lado.
Lê mais devegar, com mais atenção...

Sammu, és fixe! Tens de entrar para responderes neste tópico.



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