A Última Estrela
O que acontecerá a Maria?
Total de votos: 16
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O sentimento forte de se reunir aos pais fá-la juntar-se ao lado negro 0% 0 votos
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Consegue resistir no último momento ao ouvir o pedido de socorro de Mário 50% 8 votos
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Vénus aparece e evita que Júpiter toque no Cristal Prateado 13% 2 votos
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Júpiter toca no Cristal Prateado, mas algo estranho acontece de seguida 19% 3 votos
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O restaurante sofre uma nova explosão, atirando Júpiter e Petzite violentamente para o chão, evitando o pior 0% 0 votos
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Nenhuma das anteriores 19% 3 votos
Esta sondagem está encerrada.
Oki ;P
É que já me levaram a mal por dizer isso, portanto, pelo sim, pelo não ;P
Weee, revolução contra a Célia!! ^0^
E Haruhi, eu também acredito que essa boa explicação exista, não sei é se me vai convencer -.- Depois de tudo o que ela fez -.-''
E ainda por cima sem a Setsuna e a Hotaru ali a apoiarem... É que a Michiru e a Haruka, se a minha teoria estiver certa, apoiam porque das coisas que elas mais valorizam é a lealdade, ainda que não gostem, a Setsuna e a Hotaru são diferentes... A Setsuna tem muito mais noção de que não pode fazer assim porque acaba por dar para o torto e a Hotaru é incapaz de ir contra as amigas, portanto ;P
É que já me levaram a mal por dizer isso, portanto, pelo sim, pelo não ;P
Weee, revolução contra a Célia!! ^0^
E Haruhi, eu também acredito que essa boa explicação exista, não sei é se me vai convencer -.- Depois de tudo o que ela fez -.-''
E ainda por cima sem a Setsuna e a Hotaru ali a apoiarem... É que a Michiru e a Haruka, se a minha teoria estiver certa, apoiam porque das coisas que elas mais valorizam é a lealdade, ainda que não gostem, a Setsuna e a Hotaru são diferentes... A Setsuna tem muito mais noção de que não pode fazer assim porque acaba por dar para o torto e a Hotaru é incapaz de ir contra as amigas, portanto ;P

For Disney fans ^^

Jobem se és cobarde e medricas?
Então não te aproximes de nós...
Se tiveres coragem ou se fores doido tenta enfrentar-nos.....
- Gang Terror Negro
ps- não aceitamos devoluções e não nos responsabilizamos por danos físicos causados muahahahah
Há sempre outra maneira.
É + k obvio que ela pensa que por não dizer que está a proteger, mas isso é estupido -.-'
Ela podia pelo menos tentar explicar à Usagi qualquer coisa, mas nem tenta. Não quer. "Quem diz a verdade, não merece castigo." e a Celimoon, não diz a verdade, não fala, não conta, só faz mal.
Não tem perdão.
No fim vai sair a heroina desta historia toda, todas a vão adorar e agradecer, vão esquecer os meios injustificáveis que ela usou -.-'
Eu como sou uma pessoa que lembra sempre da historia toda e não só de metade, vou continuar a odiá-la -.-
É + k obvio que ela pensa que por não dizer que está a proteger, mas isso é estupido -.-'
Ela podia pelo menos tentar explicar à Usagi qualquer coisa, mas nem tenta. Não quer. "Quem diz a verdade, não merece castigo." e a Celimoon, não diz a verdade, não fala, não conta, só faz mal.
Não tem perdão.
No fim vai sair a heroina desta historia toda, todas a vão adorar e agradecer, vão esquecer os meios injustificáveis que ela usou -.-'
Eu como sou uma pessoa que lembra sempre da historia toda e não só de metade, vou continuar a odiá-la -.-
Ah, bem, tenho que te dar razão S
'
Nisso estás certa, não o posso negar...
Mas também não vou começar já a acusá-la de tudo e a odiá-la a torto e a direito :X (embora tenhas toda a razão!).
Isto é de mim mesmo, não consigo odiar a personagem
Até porque estás mais correcta do que eu, como já provaste
Bem, só nos resta esperar.
'Nisso estás certa, não o posso negar...
Mas também não vou começar já a acusá-la de tudo e a odiá-la a torto e a direito :X (embora tenhas toda a razão!).
Isto é de mim mesmo, não consigo odiar a personagem

Até porque estás mais correcta do que eu, como já provaste

Bem, só nos resta esperar.
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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
CAPÍTULO 12
O que se esconde na mansão?
Maria em perigo.
=========================
Estava frio naquele início de tarde na Avenida Wisgheria. A avenida, sem saída, culminava num cul-de-sac, e a última habitação erguia-se majestosamente no topo de uma colina.
Os habitantes daquela rua, a mais cara de Tóquio, questionavam frequentemente quem seria o dono daquela mansão, sempre rodeada de seguranças.
- Vejo frequentemente três raparigas a entrar e a sair de lá. – dizia uma mulher à sua amiga, enquanto faziam uma pequena caminhada pela avenida.
- Ultimamente tenho visto um grupo delas a ir para lá também. – respondia a outra, enquanto tentava espreitar por entre o muro ladeado de cedros.
- Se queres que te diga essa casa tem muito que se lhe diga. Fica de olho no teu marido. – comentou a senhora enquanto contornava o pequeno cul-de-sac.
- Não…! –exclamou a outra após uma pequena pausa para reflectir. Achas que é uma casa de… meninas? – perguntou com um tom de desaprovação.
- Ora nem mais… Olha aí vêm mais. – observou apontando para um carro conduzido por uma rapariga loira.
- Olha, são essas que eu vejo muito a entrarem para lá! – exclamou reconhecendo as faces das quatro raparigas.
- Queres mais provas? Humpf, que depravação! – proferiu a outra mulher, virando costas para a mansão.
- Ainda estão aí? – perguntou Célia a Haruka, que estava encostada no grande vitral, mirando a rua do alto.
- As tuas vizinhas estão sempre a coscuvilhar, a Haruka não gosta disso. – respondeu Mariana, que estava sentada perto de Haruka.
- Aposto que estão a tentar perceber quem mora cá. – disse Haruka olhando ameaçadoramente para as duas mulheres que faziam jogging. Mulheres fofoqueiras, odeio.
- Não posso propriamente ir apresentar-me não achas? – retorquiu Célia colocando uma bandeja de chá na mesa. “Olá sou Célia, aquela cantora e actriz cujo paradeiro é desconhecido. Já agora, posso também acrescentar que ando fugida da Família Real da Coroa Britânica? Sim, porque já fui a Princesa de Inglaterra!”. – gozou ironicamente. Elas devem estar quase a chegar, vão-se lá embora.
- Que simpática! – gozou Haruka roubando um biscoito. Porque não lhes dizemos a verdade e pronto?
Célia evitou o contacto visual com Haruka, e decidiu arranjar as almofadas que adornavam o sofá.
- Preferes arriscar Haruka? – perguntou um pouco fatigada. Sabes bem o perigo que corremos ao revelar-nos.
- E depois? – perguntou Haruka num tom desafiador. Conseguimos perfeitamente vencê-los. Vês como foi fácil derrotar a Kaorinite e a Esmeralda?
- Foi tão fácil que um homem morreu às mãos da Kaorinite, mesmo à nossa frente. – respondeu Célia bruscamente. E não temos provas de que nenhuma das duas esteja morta.
- Foi um acidente infeliz. – disse Haruka convicta.
- Pois foi, mas tens a certeza que queres arriscar outro acidente infeliz como esse? – perguntou Célia acabando de arranjar as almofadas.
Haruka não respondeu, limitando-se a olhar para o sofá minuciosamente decorado, conformando-se.
- Vão lá para o anexo, que depois compenso-vos, hã? – disse Célia piscando o olho a Mariana e Haruka.
- Vais obrigar-nos a ouvir novamente a tua nova canção? – perguntou Haruka fingindo uma expressão de medo, acompanhada de risinhos de Mariana.
- Como se vocês não adorassem! – brincou Célia deitando a língua de fora. Vá lá.
No momento em que Haruka e Mariana saíram da sala, a campainha do intercomunicador tocou.
-«Menina, estão aqui as suas amigas.» - falou o segurança, comunicando a partir do portão da frente.
- Deixe-as entrar, obrigada Sr. Kohaku.
Momentos depois entravam Maria, Joana, Rita e Bunny no salão. As suas visitas a casa de Célia eram agora um hábito semanal. Nos dois meses que se haviam passado desde o estrondoso sucesso do restaurante de Maria, a intimidade entre elas e Célia havia aumentado consideravelmente. As obras no Templo Hikawa ainda não haviam começado devido a problemas burocráticos, mas por outro lado, Maria estava bastante bem a nível financeiro.
- Olá, bem vindas! – cumprimentou Célia dando dois beijos na face de cada uma.
Sentaram-se nos sofás e serviram-se de chá.
- Outra vez chá… - pensou Bunny alto. Quando se apercebera do que disse ficou extremamente corada.
- Bem… Se quiserem posso buscar outra coisa ou… - disse Célia atrapalhada.
- Não, deixa estar. A Bunny está um pouco constrangida hoje. – disse Rita pousando o braço suavemente na perna de Bunny.
- Sim? O que se passou? – perguntou Célia fazendo uma expressão intrigada enquanto bebia um gole de chá.
- A minha casa… - suspirou Bunny muito triste. Houve algum erro de construção, os engenheiros não conseguem explicar, mas de facto algo correu mal… A casa desmoronou-se.
- Oh, pobrezinha… - disse Célia pousando a chávena de chá e indo a correr sentar-se ao lado de Bunny. Alguém se magoou? – interrogou dando-lhe a mão.
- Não, não. – respondeu. E o seguro cobre tudo, visto que foi erro deles e a casa ainda não estava totalmente pronta. Mas sabes como é… Estava mesmo contente por finalmente voltar a minha casa. – disse melancólica. Não que não esteja a adorar viver em casa da Maria! – apressou-se a acrescentar olhando para Maria, que lhe devolveu um sorriso.
- Tens algum segurança naqueles anexos? – perguntou Joana referindo-se a uma construção que se assemelhava a uma pequena casa, que se encontrava no extremo do jardim.
- Não, não porquê? – respondeu distraída ainda conversando com Bunny.
- Está ali alguém, tenho a certeza. – disse Joana convicta, levantando-se do sofá e aproximando-se do vitral, de onde se viam os anexos ao longe. Por detrás das cortinas, estava alguém a olhar para aqui.
Célia ficou paralisada ao ouvir as palavras de Joana, que apontava vigorosamente para os anexos onde Mariana e Haruka se escondiam quando elas a visitavam.
- Ah, esses anexos! – disse com o coração a bater fortemente. Sim, é o… hã… espaço comum dos seguranças. Eles vão lá de vez em quando para comer qualquer coisa ou descansar um pouco entre turnos.
- Ah bom. Por momentos assustei-me. – riu-se Joana desviando o olhar do jardim e sentando-se novamente.
Célia sorriu. Aparentemente Joana acreditara na justificação.
- Desculpa perguntar, não quero parecer ingrata ou algo do género, mas... - começou Rita. Tens ideia de quando começam as obras no templo?
- Oh, tenho tido alguns problemas Rita. – disse Célia enquanto servia mais chá. O templo é bastante antigo, muito antigo mesmo. Para reconstruir ou restaurar, a câmara de Juban tem que seguir o plano de pormenor que entrou em vigor à anos atrás. Eles querem que o templo recue, modificações no sistema de escoamento das águas no parque, oh uma lista de exigências imensa e ridícula!
- Sim, estou a ver… E quanto àquele assunto? – perguntou Rita atraindo as atenções das restantes amigas.
- Referes-te àquela estrutura soterrada no parque? – questionou Célia cruzando as pernas, fixando-se nos olhos de Rita.
- Sim, essa mesmo. – esclareceu Rita lembrando-as do misterioso telhado branco que estava enterrado no parque, que seguramente escondia algo a uma profundidade maior.
- Não é nada. – mentiu Célia comento um biscoito. Os construtores disseram que aquilo não passa de um antigo sistema de drenagem construído ao nível dos alicerces do templo. Desculpa desiludir-te.
Rita sorriu amargamente e agradeceu a preocupação. Ficara extremamente desapontada com aquela notícia.
- Mas não te preocupes que eu vou puxar uns cordelinhos, vamos conseguir seguramente contornar essas leis idiotas. Em três tempos tens o templo de volta amiga! – confortou-a, enchendo de seguida a chávena de Rita com um tipo de chá extraordinariamente malcheiroso.
- O teu colar é realmente bonito. Porquê uma lua e uma estrela? – perguntou Maria inocentemente, olhando para o colar que pendia do pescoço de Célia.
- Não sei, sempre fui fascinada pelo universo. – sorriu Célia servindo também Joana, que fez uma cara de sofrimento. Mas porquê a pergunta?
- Penso que já faz parte da tua imagem de marca. Não, não quero mais chá muito obrigada. – disse Maria rejeitando mais um enchimento de chávena.
- Podes apreciar melhor, olha vê. – disse Célia tirando o colar do pescoço, passando-o para as mãos de Maria.
O colar passou de mãos em mãos, arrecadando muitos suspiros de admiração, até que chegou a Bunny. Já não sentia o fascínio doentio por aquele estranho objecto que sentira há meses atrás. Mas ainda assim havia algo que não batia certo. Foi quando teve uma ideia .
- Toquem nele à vontade… Não tenham medo…. – disse Célia com um sorriso funesto, deliciada com o facto do colar de meia lua estar a ser tocado pelas mãos das suas amigas. Retirara o Cristal Prateado e o Cristal de Ouro de dentro do colar, como sempre fazia que Bunny a visitava.
O que se esconde na mansão?
Maria em perigo.
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Estava frio naquele início de tarde na Avenida Wisgheria. A avenida, sem saída, culminava num cul-de-sac, e a última habitação erguia-se majestosamente no topo de uma colina.
Os habitantes daquela rua, a mais cara de Tóquio, questionavam frequentemente quem seria o dono daquela mansão, sempre rodeada de seguranças.
- Vejo frequentemente três raparigas a entrar e a sair de lá. – dizia uma mulher à sua amiga, enquanto faziam uma pequena caminhada pela avenida.
- Ultimamente tenho visto um grupo delas a ir para lá também. – respondia a outra, enquanto tentava espreitar por entre o muro ladeado de cedros.
- Se queres que te diga essa casa tem muito que se lhe diga. Fica de olho no teu marido. – comentou a senhora enquanto contornava o pequeno cul-de-sac.
- Não…! –exclamou a outra após uma pequena pausa para reflectir. Achas que é uma casa de… meninas? – perguntou com um tom de desaprovação.
- Ora nem mais… Olha aí vêm mais. – observou apontando para um carro conduzido por uma rapariga loira.
- Olha, são essas que eu vejo muito a entrarem para lá! – exclamou reconhecendo as faces das quatro raparigas.
- Queres mais provas? Humpf, que depravação! – proferiu a outra mulher, virando costas para a mansão.
- Ainda estão aí? – perguntou Célia a Haruka, que estava encostada no grande vitral, mirando a rua do alto.
- As tuas vizinhas estão sempre a coscuvilhar, a Haruka não gosta disso. – respondeu Mariana, que estava sentada perto de Haruka.
- Aposto que estão a tentar perceber quem mora cá. – disse Haruka olhando ameaçadoramente para as duas mulheres que faziam jogging. Mulheres fofoqueiras, odeio.
- Não posso propriamente ir apresentar-me não achas? – retorquiu Célia colocando uma bandeja de chá na mesa. “Olá sou Célia, aquela cantora e actriz cujo paradeiro é desconhecido. Já agora, posso também acrescentar que ando fugida da Família Real da Coroa Britânica? Sim, porque já fui a Princesa de Inglaterra!”. – gozou ironicamente. Elas devem estar quase a chegar, vão-se lá embora.
- Que simpática! – gozou Haruka roubando um biscoito. Porque não lhes dizemos a verdade e pronto?
Célia evitou o contacto visual com Haruka, e decidiu arranjar as almofadas que adornavam o sofá.
- Preferes arriscar Haruka? – perguntou um pouco fatigada. Sabes bem o perigo que corremos ao revelar-nos.
- E depois? – perguntou Haruka num tom desafiador. Conseguimos perfeitamente vencê-los. Vês como foi fácil derrotar a Kaorinite e a Esmeralda?
- Foi tão fácil que um homem morreu às mãos da Kaorinite, mesmo à nossa frente. – respondeu Célia bruscamente. E não temos provas de que nenhuma das duas esteja morta.
- Foi um acidente infeliz. – disse Haruka convicta.
- Pois foi, mas tens a certeza que queres arriscar outro acidente infeliz como esse? – perguntou Célia acabando de arranjar as almofadas.
Haruka não respondeu, limitando-se a olhar para o sofá minuciosamente decorado, conformando-se.
- Vão lá para o anexo, que depois compenso-vos, hã? – disse Célia piscando o olho a Mariana e Haruka.
- Vais obrigar-nos a ouvir novamente a tua nova canção? – perguntou Haruka fingindo uma expressão de medo, acompanhada de risinhos de Mariana.
- Como se vocês não adorassem! – brincou Célia deitando a língua de fora. Vá lá.
No momento em que Haruka e Mariana saíram da sala, a campainha do intercomunicador tocou.
-«Menina, estão aqui as suas amigas.» - falou o segurança, comunicando a partir do portão da frente.
- Deixe-as entrar, obrigada Sr. Kohaku.
Momentos depois entravam Maria, Joana, Rita e Bunny no salão. As suas visitas a casa de Célia eram agora um hábito semanal. Nos dois meses que se haviam passado desde o estrondoso sucesso do restaurante de Maria, a intimidade entre elas e Célia havia aumentado consideravelmente. As obras no Templo Hikawa ainda não haviam começado devido a problemas burocráticos, mas por outro lado, Maria estava bastante bem a nível financeiro.
- Olá, bem vindas! – cumprimentou Célia dando dois beijos na face de cada uma.
Sentaram-se nos sofás e serviram-se de chá.
- Outra vez chá… - pensou Bunny alto. Quando se apercebera do que disse ficou extremamente corada.
- Bem… Se quiserem posso buscar outra coisa ou… - disse Célia atrapalhada.
- Não, deixa estar. A Bunny está um pouco constrangida hoje. – disse Rita pousando o braço suavemente na perna de Bunny.
- Sim? O que se passou? – perguntou Célia fazendo uma expressão intrigada enquanto bebia um gole de chá.
- A minha casa… - suspirou Bunny muito triste. Houve algum erro de construção, os engenheiros não conseguem explicar, mas de facto algo correu mal… A casa desmoronou-se.
- Oh, pobrezinha… - disse Célia pousando a chávena de chá e indo a correr sentar-se ao lado de Bunny. Alguém se magoou? – interrogou dando-lhe a mão.
- Não, não. – respondeu. E o seguro cobre tudo, visto que foi erro deles e a casa ainda não estava totalmente pronta. Mas sabes como é… Estava mesmo contente por finalmente voltar a minha casa. – disse melancólica. Não que não esteja a adorar viver em casa da Maria! – apressou-se a acrescentar olhando para Maria, que lhe devolveu um sorriso.
- Tens algum segurança naqueles anexos? – perguntou Joana referindo-se a uma construção que se assemelhava a uma pequena casa, que se encontrava no extremo do jardim.
- Não, não porquê? – respondeu distraída ainda conversando com Bunny.
- Está ali alguém, tenho a certeza. – disse Joana convicta, levantando-se do sofá e aproximando-se do vitral, de onde se viam os anexos ao longe. Por detrás das cortinas, estava alguém a olhar para aqui.
Célia ficou paralisada ao ouvir as palavras de Joana, que apontava vigorosamente para os anexos onde Mariana e Haruka se escondiam quando elas a visitavam.
- Ah, esses anexos! – disse com o coração a bater fortemente. Sim, é o… hã… espaço comum dos seguranças. Eles vão lá de vez em quando para comer qualquer coisa ou descansar um pouco entre turnos.
- Ah bom. Por momentos assustei-me. – riu-se Joana desviando o olhar do jardim e sentando-se novamente.
Célia sorriu. Aparentemente Joana acreditara na justificação.
- Desculpa perguntar, não quero parecer ingrata ou algo do género, mas... - começou Rita. Tens ideia de quando começam as obras no templo?
- Oh, tenho tido alguns problemas Rita. – disse Célia enquanto servia mais chá. O templo é bastante antigo, muito antigo mesmo. Para reconstruir ou restaurar, a câmara de Juban tem que seguir o plano de pormenor que entrou em vigor à anos atrás. Eles querem que o templo recue, modificações no sistema de escoamento das águas no parque, oh uma lista de exigências imensa e ridícula!
- Sim, estou a ver… E quanto àquele assunto? – perguntou Rita atraindo as atenções das restantes amigas.
- Referes-te àquela estrutura soterrada no parque? – questionou Célia cruzando as pernas, fixando-se nos olhos de Rita.
- Sim, essa mesmo. – esclareceu Rita lembrando-as do misterioso telhado branco que estava enterrado no parque, que seguramente escondia algo a uma profundidade maior.
- Não é nada. – mentiu Célia comento um biscoito. Os construtores disseram que aquilo não passa de um antigo sistema de drenagem construído ao nível dos alicerces do templo. Desculpa desiludir-te.
Rita sorriu amargamente e agradeceu a preocupação. Ficara extremamente desapontada com aquela notícia.
- Mas não te preocupes que eu vou puxar uns cordelinhos, vamos conseguir seguramente contornar essas leis idiotas. Em três tempos tens o templo de volta amiga! – confortou-a, enchendo de seguida a chávena de Rita com um tipo de chá extraordinariamente malcheiroso.
- O teu colar é realmente bonito. Porquê uma lua e uma estrela? – perguntou Maria inocentemente, olhando para o colar que pendia do pescoço de Célia.
- Não sei, sempre fui fascinada pelo universo. – sorriu Célia servindo também Joana, que fez uma cara de sofrimento. Mas porquê a pergunta?
- Penso que já faz parte da tua imagem de marca. Não, não quero mais chá muito obrigada. – disse Maria rejeitando mais um enchimento de chávena.
- Podes apreciar melhor, olha vê. – disse Célia tirando o colar do pescoço, passando-o para as mãos de Maria.
O colar passou de mãos em mãos, arrecadando muitos suspiros de admiração, até que chegou a Bunny. Já não sentia o fascínio doentio por aquele estranho objecto que sentira há meses atrás. Mas ainda assim havia algo que não batia certo. Foi quando teve uma ideia .
- Toquem nele à vontade… Não tenham medo…. – disse Célia com um sorriso funesto, deliciada com o facto do colar de meia lua estar a ser tocado pelas mãos das suas amigas. Retirara o Cristal Prateado e o Cristal de Ouro de dentro do colar, como sempre fazia que Bunny a visitava.
Sammu, és fixe! - Muito bonito realmen… - sorriu Bunny levantando-se para devolver o colar a Célia. Tropeçou e caiu por cima da mesa, derrubando-a juntamente com todos os biscoitos e chá que havia. Meteu o colar discretamente no bolso. Molhou a roupa e a grande carpete, e ao levantar-se conseguiu ver os sorrisos de satisfação involuntários das suas amigas ao ver o chá espalhado pelo chão.
- Oh, estás bem? – perguntou Célia preocupada, ajudando-a a levantar. Ficaste toda molhada… Vem ao meu quarto trocar-te.
- Que maçada, são tão desajeitada… Desculpa o incómodo! – desculpou-se Bunny. Estava tudo a correr exactamente como o que previra. Com o aparato Célia esquecera-se que Bunny tinha o colar, e convidara-a para o seu quarto. Sabia que tinha apenas alguns momentos a sós com o colar no quarto, na melhor das hipóteses.
- É primeira porta no piso de cima. – apontou Célia voltando para junto das outras. Fica à vontade!
- Sim… eu sei. – disse Bunny alheia, subindo a escadaria e entrando na porta.
- Deixa que eu coloco a mesa no sítio. – disse Maria endireitando a mesa.
- És forte. – sorriu Célia ternamente. Vamos ao motivo pelo qual as chamei?
Todas acenaram, curiosas. Célia pigarreou e começou a falar espaçadamente.
- Tal como disse quando vos conheci, estou no Japão a descansar antes de dar o concerto que vai fechar a minha digressão “Visual Crystal Fixacion Tour”. – concluiu, olhando para Joana, que a mirava com os olhos muito arregalados. Pois… Então, como sabem existem sempre artistas que abrem os concertos, certo?
- Certo… - confirmou Rita desconfiada.
- E também como sabem, estava no festival do Templo Hikawa quando ele foi atingido por… um raio. – disse fazendo outra pausa, com os olhos fechados. Ouvi a Rita e a Joana cantarem. Abreviando a conversa, queria convidar-vos para fazerem um trio comigo, depois de abrirem o concerto.
Após pronunciar esta palavra muitas coisas aconteceram ao mesmo tempo. Joana gritara histericamente e pulava agarrando Rita pelas mãos, que estava em estado de choque. Maria ria-se e dizia qualquer coisa, mas Célia já não lhes prestava atenção. Levara a mão ao pescoço e notara a falta de algo.
- O meu colar?! – gritou levantando-se, abafando o euforismo de Joana.
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- É primeira porta no piso de cima. – apontou Célia voltando para junto das outras. Fica à vontade!
- Sim… eu sei. – disse Bunny alheia, subindo a escadaria e entrando na porta.
Lá estava o edredão com luas e estrelas douradas, que decorava a grande cama. Tudo continuava igual desde a última vez que lá estivera. Sentou-se em cima da cama e tirou o colar do bolso.
- Como… é… que… se abre… esta porcaria?! – pensou enquanto batia com a medalha na mão. Tinha a certeza de que algo se escondia lá dentro. Após uns momentos desistira, mas quando ia pousar a medalha, algo lhe chamou a atenção. A lua em forma de quarto crescente começara a brilhar intermitentemente. Aquele brilho… já vira aquele tipo de brilho algures… Sim, quando se perdera no corredor do espaço-tempo anos atrás, o seu antigo medalhão brilhara e ajudara-a a encontrar a saída. Agora aquela estranha medalha de uma desconhecia parecia estar repetir a proeza. Estava-lhe a dizer para sair daquele quarto, era necessário sair.
Cuidadosamente, abriu a porta e espreitou para o fim da escadaria, onde as suas amigas estavam a ouvir algo que Célia estava a dizer. Esgueirou-se pela porta e percorreu o profundo e escuro corredor. As vozes vindas do piso de baixo foram-se desvanecendo à medida que caminhava. Mais à frente, virou à direita e chegou ao fim. Estava diante de um quadro, uma pintura da galáxia, a Via Láctea. De alguma maneira, o medalhão dizia-lhe que algo se encontrava por detrás daquele quadro… Mas Bunny já não se importava com o estranho brilho do medalhão. O seu coração estava quente, muito quente. Havia uma porta antes do fim do corredor. O seu coração dizia-lhe para abrir aquela porta, o medalhão dizia-lhe para tirar o quadro da parede. Sempre seguira a vontade do seu coração. Colocou a mão na maçaneta da porta, estava tão perto…
- O que pensas que estás a fazer rapariga? – ouviu uma voz atrás de si.
Virou-se, e por momentos a figura de Célia envolvida pela escuridão, com os seus olhos penetrantes a olharem-na furiosamente, assustou-a. Atrás dela encontravam-se as suas amigas, que a olhavam com um ar de decepção.
- Eu… - atrapalhou-se Bunny, mas Célia cortara-lhe a fala ao tirar-lhe violentamente o colar das mãos.
- Sai da minha casa. – vociferouCélia fechando os olhos, apontando com a mão para a saída.
- Desculpa eu… - engasgou-se Bunny dando passos para trás, de encontro às suas amigas.
- Por favor, depois continuamos o nosso convívio. Agora saiam! – conteu-se Célia tremendo, zangada como nunca a tinham visto antes.
- O que te passou pela cabeça para andares a coscuvilhar a mansão? – ralhou Rita. Estavam agora no café onde trabalhava a irmã de Mário. Acho que nunca me senti tão envergonhada na minha vida inteira.
- Eu sei que tens uma estranha fixação por aquele colar, mas bolas… - suspirou Maria enquanto comia um bolo.
- Tens a noção de que podes ter comprometido a minha nova carreira como cantora? – indignou-se Joana apontando para Bunny.
- Se me pararem de acusar talvez eu possa contar a minha parte da história? – perguntou Bunny, ao que se fez silêncio. Obrigada. – disse, contando de seguida tudo o que acontecera.
- O colar falou contigo? – perguntou Maria estupefacta.
- Não, mas foi como se falasse. – defendeu-se Bunny. Há algo naquela mansão, há algo de estranho com aquela mulher.
- Que disparate! – exclamou Joana rindo-se. Eu percebo que estejas tão curiosa para coscuvilhar uma mansão de ricos, aliás quem não está, não é? – riu-se Joana novamente fazendo um floreado com a mão. Que até tenhas pensado que a medalhinha te tenha dito qualquer coisa, mas sejamos razoáveis.
- Razoáveis? – repetiu Bunny revoltada. É tão difícil acreditar no que estou a dizer?
- Não é nada isso… - explicou Maria. Crescemos a ouvir no nome dela, princesa herdeira do trono inglês, e depois desde alguns anos para cá como estrela de entretenimento, não achas que é muito improvável que alguém assim tenha alguma coisa a ver com as nossas batalhas?
- A Maria tem razão. Não duvidamos do que viste, ou sentiste, mas a probabilidade de alguém da importância dela estar envolvido nas nossas batalhas é muito pouca. – apoiou Rita.
- Mas vocês não vêm o que ela está a fazer?! – exaltou-se Bunny batendo com as mãos na mesa. O teu templo, o restaurante da Maria, a oportunidade da Joana para cantar… Ela está a comprar a vossa amizade!
- Mas é essa a questão! – contrapôs Joana. Comprar a nossa amizade para quê? Ela não tem nada a ganhar connosco, pelo contrário.
- Sabem uma coisa? – disse Bunny pegando na sua bolsa e levantando-se. Vou procurar alguém que acredite no que eu digo. Porque vocês, a Haruka e a Mariana são uma decepção. – e com isto saiu do café, batendo a porta com força.
- Fomos duras demais? – questionou-se Maria após chamar Bunny, que a ignorara.
- Eu penso que não… - respondeu Joana constrangida. Eu acredito que ela tenha sentido qualquer coisa, mas não necessariamente algo que envolva a Célia.
- Talvez o nosso desejo de querer ter uma amizade “normal” com uma pessoa que não esteja relacionada com a nossa batalha nos esteja a iludir. – continuou Maria. Não devemos descartar a hipótese de ela ter algo a ver com tudo isto.
- Ela não tem andado normal… - disse Rita falando pela primeira vez desde que Bunny saíra.
- Pois, realmente a reacção que ela teve quando descobriu que a Bunny lhe tinha ficado com o colar e que andava a vasculhar a casa foi exagerada mas…
- Não estou a falar da Célia, essa ainda agora a conhecemos. – corrigiu Rita. Estou a falar da Bunny. Ela não tem andado normal.
- Como assim? – perguntou Maria. Eu vivo com ela e não noto nada.
- Por isso mesmo. Quando vivemos com alguém e estamos sempre com essa pessoa, estas mudanças tornam-se imperceptíveis. – explicou. Tenho notado que ela anda mais intolerante, menos calorosa… Tal como todos nesta cidade.
- Não é para menos, não é verdade? – justificou Maria vestindo o casaco. Tiram-lhe o Gonçalo, destroem-lhe a casa, as amigas não concordam com o que ela diz. Eu ficava pior. – disse, indo pagar o lanche. Vou para o restaurante meninas.
- Hoje é feriado… - lembrou Rita.
- Eu sei, quero experimentar umas novas receitas, mas não tenho tido tempo com esta correria.
- Quem vai ser o provador oficial? – perguntou Joana oferecendo-se.
- Vou fazer experiências picantes com caril, por isso é melhor não usar um cobaia humano… O Artemis por exemplo! Assim já te vingas dele. – brincou piscando o olho a Joana. Beijos! – despediu-se, saindo do café.
- Ora nem mais…! – disse Joana maliciosamente vendo Maria desaparecer pela porta.
Conduziu em direcção ao restaurante, passando por um acidente de viação em que os condutores estavam numa violenta briga. Pensou no que Rita havia dito, de facto a intolerância parecia reinar um pouco mais do que o normal.
Chegou ao restaurante, vazio, pois era feriado e estava encerrado. Maria entrou na cozinha deserta e sorriu, finalmente tinha tempo livre para dar asas à sua criatividade.
- Quem está aí? – perguntou um homem saindo da dispensa, ao ouvir barulho.
- Oh, estás bem? – perguntou Célia preocupada, ajudando-a a levantar. Ficaste toda molhada… Vem ao meu quarto trocar-te.
- Que maçada, são tão desajeitada… Desculpa o incómodo! – desculpou-se Bunny. Estava tudo a correr exactamente como o que previra. Com o aparato Célia esquecera-se que Bunny tinha o colar, e convidara-a para o seu quarto. Sabia que tinha apenas alguns momentos a sós com o colar no quarto, na melhor das hipóteses.
- É primeira porta no piso de cima. – apontou Célia voltando para junto das outras. Fica à vontade!
- Sim… eu sei. – disse Bunny alheia, subindo a escadaria e entrando na porta.
- Deixa que eu coloco a mesa no sítio. – disse Maria endireitando a mesa.
- És forte. – sorriu Célia ternamente. Vamos ao motivo pelo qual as chamei?
Todas acenaram, curiosas. Célia pigarreou e começou a falar espaçadamente.
- Tal como disse quando vos conheci, estou no Japão a descansar antes de dar o concerto que vai fechar a minha digressão “Visual Crystal Fixacion Tour”. – concluiu, olhando para Joana, que a mirava com os olhos muito arregalados. Pois… Então, como sabem existem sempre artistas que abrem os concertos, certo?
- Certo… - confirmou Rita desconfiada.
- E também como sabem, estava no festival do Templo Hikawa quando ele foi atingido por… um raio. – disse fazendo outra pausa, com os olhos fechados. Ouvi a Rita e a Joana cantarem. Abreviando a conversa, queria convidar-vos para fazerem um trio comigo, depois de abrirem o concerto.
Após pronunciar esta palavra muitas coisas aconteceram ao mesmo tempo. Joana gritara histericamente e pulava agarrando Rita pelas mãos, que estava em estado de choque. Maria ria-se e dizia qualquer coisa, mas Célia já não lhes prestava atenção. Levara a mão ao pescoço e notara a falta de algo.
- O meu colar?! – gritou levantando-se, abafando o euforismo de Joana.
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- É primeira porta no piso de cima. – apontou Célia voltando para junto das outras. Fica à vontade!
- Sim… eu sei. – disse Bunny alheia, subindo a escadaria e entrando na porta.
Lá estava o edredão com luas e estrelas douradas, que decorava a grande cama. Tudo continuava igual desde a última vez que lá estivera. Sentou-se em cima da cama e tirou o colar do bolso.
- Como… é… que… se abre… esta porcaria?! – pensou enquanto batia com a medalha na mão. Tinha a certeza de que algo se escondia lá dentro. Após uns momentos desistira, mas quando ia pousar a medalha, algo lhe chamou a atenção. A lua em forma de quarto crescente começara a brilhar intermitentemente. Aquele brilho… já vira aquele tipo de brilho algures… Sim, quando se perdera no corredor do espaço-tempo anos atrás, o seu antigo medalhão brilhara e ajudara-a a encontrar a saída. Agora aquela estranha medalha de uma desconhecia parecia estar repetir a proeza. Estava-lhe a dizer para sair daquele quarto, era necessário sair.
Cuidadosamente, abriu a porta e espreitou para o fim da escadaria, onde as suas amigas estavam a ouvir algo que Célia estava a dizer. Esgueirou-se pela porta e percorreu o profundo e escuro corredor. As vozes vindas do piso de baixo foram-se desvanecendo à medida que caminhava. Mais à frente, virou à direita e chegou ao fim. Estava diante de um quadro, uma pintura da galáxia, a Via Láctea. De alguma maneira, o medalhão dizia-lhe que algo se encontrava por detrás daquele quadro… Mas Bunny já não se importava com o estranho brilho do medalhão. O seu coração estava quente, muito quente. Havia uma porta antes do fim do corredor. O seu coração dizia-lhe para abrir aquela porta, o medalhão dizia-lhe para tirar o quadro da parede. Sempre seguira a vontade do seu coração. Colocou a mão na maçaneta da porta, estava tão perto…
- O que pensas que estás a fazer rapariga? – ouviu uma voz atrás de si.
Virou-se, e por momentos a figura de Célia envolvida pela escuridão, com os seus olhos penetrantes a olharem-na furiosamente, assustou-a. Atrás dela encontravam-se as suas amigas, que a olhavam com um ar de decepção.
- Eu… - atrapalhou-se Bunny, mas Célia cortara-lhe a fala ao tirar-lhe violentamente o colar das mãos.
- Sai da minha casa. – vociferouCélia fechando os olhos, apontando com a mão para a saída.
- Desculpa eu… - engasgou-se Bunny dando passos para trás, de encontro às suas amigas.
- Por favor, depois continuamos o nosso convívio. Agora saiam! – conteu-se Célia tremendo, zangada como nunca a tinham visto antes.
- O que te passou pela cabeça para andares a coscuvilhar a mansão? – ralhou Rita. Estavam agora no café onde trabalhava a irmã de Mário. Acho que nunca me senti tão envergonhada na minha vida inteira.
- Eu sei que tens uma estranha fixação por aquele colar, mas bolas… - suspirou Maria enquanto comia um bolo.
- Tens a noção de que podes ter comprometido a minha nova carreira como cantora? – indignou-se Joana apontando para Bunny.
- Se me pararem de acusar talvez eu possa contar a minha parte da história? – perguntou Bunny, ao que se fez silêncio. Obrigada. – disse, contando de seguida tudo o que acontecera.
- O colar falou contigo? – perguntou Maria estupefacta.
- Não, mas foi como se falasse. – defendeu-se Bunny. Há algo naquela mansão, há algo de estranho com aquela mulher.
- Que disparate! – exclamou Joana rindo-se. Eu percebo que estejas tão curiosa para coscuvilhar uma mansão de ricos, aliás quem não está, não é? – riu-se Joana novamente fazendo um floreado com a mão. Que até tenhas pensado que a medalhinha te tenha dito qualquer coisa, mas sejamos razoáveis.
- Razoáveis? – repetiu Bunny revoltada. É tão difícil acreditar no que estou a dizer?
- Não é nada isso… - explicou Maria. Crescemos a ouvir no nome dela, princesa herdeira do trono inglês, e depois desde alguns anos para cá como estrela de entretenimento, não achas que é muito improvável que alguém assim tenha alguma coisa a ver com as nossas batalhas?
- A Maria tem razão. Não duvidamos do que viste, ou sentiste, mas a probabilidade de alguém da importância dela estar envolvido nas nossas batalhas é muito pouca. – apoiou Rita.
- Mas vocês não vêm o que ela está a fazer?! – exaltou-se Bunny batendo com as mãos na mesa. O teu templo, o restaurante da Maria, a oportunidade da Joana para cantar… Ela está a comprar a vossa amizade!
- Mas é essa a questão! – contrapôs Joana. Comprar a nossa amizade para quê? Ela não tem nada a ganhar connosco, pelo contrário.
- Sabem uma coisa? – disse Bunny pegando na sua bolsa e levantando-se. Vou procurar alguém que acredite no que eu digo. Porque vocês, a Haruka e a Mariana são uma decepção. – e com isto saiu do café, batendo a porta com força.
- Fomos duras demais? – questionou-se Maria após chamar Bunny, que a ignorara.
- Eu penso que não… - respondeu Joana constrangida. Eu acredito que ela tenha sentido qualquer coisa, mas não necessariamente algo que envolva a Célia.
- Talvez o nosso desejo de querer ter uma amizade “normal” com uma pessoa que não esteja relacionada com a nossa batalha nos esteja a iludir. – continuou Maria. Não devemos descartar a hipótese de ela ter algo a ver com tudo isto.
- Ela não tem andado normal… - disse Rita falando pela primeira vez desde que Bunny saíra.
- Pois, realmente a reacção que ela teve quando descobriu que a Bunny lhe tinha ficado com o colar e que andava a vasculhar a casa foi exagerada mas…
- Não estou a falar da Célia, essa ainda agora a conhecemos. – corrigiu Rita. Estou a falar da Bunny. Ela não tem andado normal.
- Como assim? – perguntou Maria. Eu vivo com ela e não noto nada.
- Por isso mesmo. Quando vivemos com alguém e estamos sempre com essa pessoa, estas mudanças tornam-se imperceptíveis. – explicou. Tenho notado que ela anda mais intolerante, menos calorosa… Tal como todos nesta cidade.
- Não é para menos, não é verdade? – justificou Maria vestindo o casaco. Tiram-lhe o Gonçalo, destroem-lhe a casa, as amigas não concordam com o que ela diz. Eu ficava pior. – disse, indo pagar o lanche. Vou para o restaurante meninas.
- Hoje é feriado… - lembrou Rita.
- Eu sei, quero experimentar umas novas receitas, mas não tenho tido tempo com esta correria.
- Quem vai ser o provador oficial? – perguntou Joana oferecendo-se.
- Vou fazer experiências picantes com caril, por isso é melhor não usar um cobaia humano… O Artemis por exemplo! Assim já te vingas dele. – brincou piscando o olho a Joana. Beijos! – despediu-se, saindo do café.
- Ora nem mais…! – disse Joana maliciosamente vendo Maria desaparecer pela porta.
Conduziu em direcção ao restaurante, passando por um acidente de viação em que os condutores estavam numa violenta briga. Pensou no que Rita havia dito, de facto a intolerância parecia reinar um pouco mais do que o normal.
Chegou ao restaurante, vazio, pois era feriado e estava encerrado. Maria entrou na cozinha deserta e sorriu, finalmente tinha tempo livre para dar asas à sua criatividade.
- Quem está aí? – perguntou um homem saindo da dispensa, ao ouvir barulho.
Sammu, és fixe! - Mário! – exclamou assustada. O que estás aqui a fazer?
- A tentar aprender a cozinhar. – disse meio envergonhado, meio divertido. Quando comecei este negócio contigo, eu era o garçon e tu a cozinheira. E tenho visto o trabalho que tens tido, queria também fazer algo para te ajudar.
- Hum… Que… querido! – exclamou caindo nos braços de Mário. Os dois beijaram-se apaixonadamente derrubando as panelas que cobriam os balcões.
- Maria? – perguntou Mário segurando-a romanticamente. Tu amas-me?
- Que pergunta… Claro que sim. – respondeu Maria acariciando-lhe a face.
- Então porque não usas o anel de noivado que te ofereci? – questionou olhando para os dedos nus de Maria.
- Não te quis fazer sentir culpado… Por me teres escolhido a mim em vez da Reika… - suspirou olhando para os olhos verdes de Mário.
- Amei a Reika, mas encontrei alguém especial. Alguém que me completa, que me faz feliz todos os dias só de olhar para ela. – disse tirando o anel da bolsa de Maria. Esse alguém és tu, e serás sempre. – declarou-se colocando-lhe o anel no dedo.
- Oh Mário… - sussurrou Maria com uma lágrima de felicidade a escorrer-lhe do olho.
- Que romântico. – riu-se uma voz conhecida vinda da entrada da cozinha.
Maria voltou-se e instintivamente colocou-se à frente de Mário, protegendo-o.
- Petzite!
- Conheces esta senhora Maria? Como é que entrou aqui? – perguntou Mário baixando o braço de Maria.
- Vai lá para fora Mário. – disse Maria fixando o olhar em Petzite. Também ela apresentava na testa o sinal da lua invertida com uma estrela.
- Não Maria, quero saber o que se pa…
- Vai para fora. – ordenou. Quero falar com esta senhora a sós, por favor.
A muito custo, Mário saiu pelas traseiras praguejando. Maria enviou um sinal de SOS pelo intercomunicador discretamente.
- JUPITER CRYSTAL POWER… - gritou Maria, aparecendo a caneta de transformação, que imediatamente girou dando de si. MAKE UP!
- Tens um belo namorado…– cobiçou Petzite passando a mão pelos cabelos, ignorando a transformação.
- Sou a guerreira do trovão, uma navegante da justiça guardiã da princesa do Milénio Prateado, sou a Navegante de Júpiter! – declarou, assumindo uma posição de ataque.
- Petzite, umas das quatro irmãs da caça. Mas desta vez… - dobrou a sobrancelha de uma maneira sinistra. Não estamos aqui para caçar a Rabbit.
- Pára com isso Petzite. Estás a ser controlada pelo poder do mal! – exclamou Júpiter tentando-a chamar à razão.
- Julgas que não sei? – perguntou bruscamente. Já me tinha esquecido de como é bom voltar a ter o poder nas mãos. De como é bom ser poderosa, fazer a diferença… Junta-te a nós. – disse Petzite sorrindo.
- Nunca. - ofendeu-se Júpiter.
- Nunca digas nunca... Belo restaurante que aqui tens, deves precisar de muito gás para cozinhar tantos pratos… - disse Petzite olhando para o fogão, que estava ligado a um armário que continha três botijas de gás comprimido.
Maria arrepiou-se e percebeu instantaneamente da intenção de Petzite. Correu para fora da cozinha, em direcção às traseiras, onde Mário estava encostado à parede.
- CORRE! – gritou Júpiter puxando pela mão de Mário.
- Quem és tu? – perguntou mirando o uniforme de Júpiter. És uma daquelas navegantes? A minha noiva está ali dentro.
Um som ensurdecedor encheu o ambiente quando todo o Makoto’s Flavour Shrine explodiu, atirando Júpiter e Mário contra o chão. Por todo o lado voavam pedaços de pedra, metal, vidro. O fogo consumia todo o rés-do-chão do edifício, a explosão havia arrancado a porta de metal das traseiras.
- MARIA!!!! – gritou Mário desesperado, levantando-se e correndo em direcção ao edifício em chamas.
- Ela está bem! – exclamou Júpiter agarrando no braço de Mário. Ela escapou a tempo. Vamos fugir daqui.
Contornaram as traseiras em direcção à frente do edifício, e depararam-se com milhões de pedaços de vidro espalhados pela estrada principal, de onde outrora se via o interior do salão de jantar do Makoto’s através da elegante montra de vidro. O vidro desaparecera, tudo ardia em chamas lá dentro, a parede rachara, pedaços de panelas estoiradas adornavam todo o perímetro à volta do edifício. Um círculo de condutores e pessoas encontravam-se abaixados no chão, para se protegerem da explosão.
- O meu sonho… -chorou Júpiter ao ver o seu restaurante completamente destruído.
- Conseguiste escapar… - disse Petzite desgostosa, aparecendo no meio da rua. Pairava no ar, olhando simultaneamente para Júpiter, Mário e a multidão assustada.
- Tu! – gritou Mário desesperado. Onde está a Maria?
- Nunca te perdoarei! – berrou Júpiter com as lágrimas a escorrerem-lhe pela face, não ouvindo os gritos de desespero de Mário. O seu restaurante, o seu sonho, a sua vida, a sua paixão, tudo destruído em segundos. Tudo por culpa daquela mulher, que outrora fora sua amiga…
- Não me consegues vencer. – cuspiu Petzite rindo-se fantasmagoricamente
- Meu guardião Júpiter, traz a tempestade, as nuvens os trovões! – invocou, surgindo nuvens escuras no céu. Uma antena ergueu-se da sua tiara. SUPREME THUNDER!
Os violentos raios urgiram à velocidade da luz em direcção a Petzite, que com a sua mão os congelou, ficando parados no ar dando um estranho efeito.
- Não pode ser! – gritou Júpiter assustada.
- E ainda não viste nada…! – escarneceu Petzite multiplicando os raios, fazendo-os chover sobre a multidão. O pânico instalou-se. Homens, mulheres, crianças, todos berravam de dor enquanto os raios de Júpiter lhes queimavam a pele e lhes causavam dores insuportáveis. Após uns momentos, os raios gastaram toda a sua energia.
- Como te atreves a usar o meu poder contra nós? – berrou Júpiter tentando recuperar o folêgo, após ser electrocutada.
- Por favor, a Maria… - suplicou Mário ofegante.
- Oh, é o teu namorado? E ainda não lhe contaste? – perguntou Petzite deliciada, apontando o dedo indicador em direcção a Júpiter. Numa fracção de segundo um pequeno raio negro surgiu a toda a velocidade. Júpiter tentou defender-se mas foi apanhada se surpresa.
Ouviu um estalar. Não estava ferida, mas algo não estava bem. Sentiu um véu invisível que a cobria desvanecer-se. Instintivamente levou a mão à sua tiara. A esmeralda verde no centro havia-se despedaçado.
- T-tu és…? – era Mário que falava, com um tom triste de surpresa. Júpiter voltou-se para ele.
Todos olhavam para Júpiter com um ar de surpresa. Mário levantou-se e fixou-a, com os olhos a encherem-se de lágrimas.
- Como é que… - disse Maria confusa com as lágrimas presas.
- Nunca te questionaste como é que a tua identidade ficava preservada? – perguntou Petzite, pairando no ar. Júpiter não a olhava, mantinha contacto directo com os olhos de Mário – Nunca te perguntaste como é que não te reconheciam, apenas estando vestida de uma maneira diferente? Essa jóia que cada uma de vocês carrega na sua tiara, cria uma protecção que só pode ser quebrada de três maneiras. Ou contando a alguém a vossa identidade; transformarem-se diante de alguém; ou… sendo destruída! Ah ah ah! – concluiu Petzite dando uma gargalhada de escárnio.
- Todo este tempo… E não confiaste em mim… - disse Mário em surdina, não contendo as lágrimas.
- Não! – clamou Júpiter também lacrimejando. Não foi por isso, não…!
- Chega de conversas! – bramiu Petzite, ao mesmo tempo que Mário era envolvido por raios negros, que o elevaram no ar e o electrocutavam. A multidão gritava, as pessoas corriam de um lado para o outro. A rua estava bloqueada em ambos os sentidos, pois os condutores tinham parado os seus carros e fugido. O restaurante continuava a arder, saindo de dentro uma escura coluna de fumo.
- PÁRA! JUPITER… - berrou girando sobre si mesma- OAK… EVOLUTION!!
Petzite conseguira parar novamente as bombas verdes que vinham de Júpiter, redireccionando-as para as pessoas, que foram atingidas com gravidade.
- Se não queres que o teu namorado tenha o mesmo destino do avô da tua amiga…
- O que queres tu?! O Mário não era portador de nenhum cristal arco-íris, larga-o por favor Petzite! – suplicou Júpiter.
- Podes salva-lo da morte. – consentiu Petzite fazendo aparecer o Cristal Prateado enegrecido nas suas mãos. Lutas para quê? Para salvar as pessoas que ignoram o vosso sacrifício, fazem guerras matando-se entre si, cometendo as maiores atrocidades. – continuou Petzite à medida que ia descendo. Junta-te a nós, governa o universo com a tua Semente de Estrela superior. Junta-te àqueles que perdeste há tanto tempo…- duas figuras, parecidas com um holograma surgiram do Cristal Prateado, que envolveram Júpiter numa névoa negra.
- Os meus pais… - soluçou à medida que os seus olhos verdes iam perdendo o brilho. Podes… juntar-me novamente aos meus pais? – interpelou enquanto uma lágrima escorria pelo seu olho.
- Podes viver a vida perfeita ao lado daqueles que amas… Sem mais lutas, sem dor nem sofrimento. Só tens que consagrar a tua Semente de Estrela ao Cristal Prateado.Toca-lhe… - sorriu Petizte ficando frente a frente com Júpiter, estendendo-lhe o Cristal.
Os seus olhos estavam sem vida, os gritos de Mário estavam distantes… Só tinha que tocar no Cristal para realizar o seu sonho de viver em paz… Levantou a sua mão em direcção ao brilho.
- A tentar aprender a cozinhar. – disse meio envergonhado, meio divertido. Quando comecei este negócio contigo, eu era o garçon e tu a cozinheira. E tenho visto o trabalho que tens tido, queria também fazer algo para te ajudar.
- Hum… Que… querido! – exclamou caindo nos braços de Mário. Os dois beijaram-se apaixonadamente derrubando as panelas que cobriam os balcões.
- Maria? – perguntou Mário segurando-a romanticamente. Tu amas-me?
- Que pergunta… Claro que sim. – respondeu Maria acariciando-lhe a face.
- Então porque não usas o anel de noivado que te ofereci? – questionou olhando para os dedos nus de Maria.
- Não te quis fazer sentir culpado… Por me teres escolhido a mim em vez da Reika… - suspirou olhando para os olhos verdes de Mário.
- Amei a Reika, mas encontrei alguém especial. Alguém que me completa, que me faz feliz todos os dias só de olhar para ela. – disse tirando o anel da bolsa de Maria. Esse alguém és tu, e serás sempre. – declarou-se colocando-lhe o anel no dedo.
- Oh Mário… - sussurrou Maria com uma lágrima de felicidade a escorrer-lhe do olho.
- Que romântico. – riu-se uma voz conhecida vinda da entrada da cozinha.
Maria voltou-se e instintivamente colocou-se à frente de Mário, protegendo-o.
- Petzite!
- Conheces esta senhora Maria? Como é que entrou aqui? – perguntou Mário baixando o braço de Maria.
- Vai lá para fora Mário. – disse Maria fixando o olhar em Petzite. Também ela apresentava na testa o sinal da lua invertida com uma estrela.
- Não Maria, quero saber o que se pa…
- Vai para fora. – ordenou. Quero falar com esta senhora a sós, por favor.
A muito custo, Mário saiu pelas traseiras praguejando. Maria enviou um sinal de SOS pelo intercomunicador discretamente.
- JUPITER CRYSTAL POWER… - gritou Maria, aparecendo a caneta de transformação, que imediatamente girou dando de si. MAKE UP!
- Tens um belo namorado…– cobiçou Petzite passando a mão pelos cabelos, ignorando a transformação.
- Sou a guerreira do trovão, uma navegante da justiça guardiã da princesa do Milénio Prateado, sou a Navegante de Júpiter! – declarou, assumindo uma posição de ataque.
- Petzite, umas das quatro irmãs da caça. Mas desta vez… - dobrou a sobrancelha de uma maneira sinistra. Não estamos aqui para caçar a Rabbit.
- Pára com isso Petzite. Estás a ser controlada pelo poder do mal! – exclamou Júpiter tentando-a chamar à razão.
- Julgas que não sei? – perguntou bruscamente. Já me tinha esquecido de como é bom voltar a ter o poder nas mãos. De como é bom ser poderosa, fazer a diferença… Junta-te a nós. – disse Petzite sorrindo.
- Nunca. - ofendeu-se Júpiter.
- Nunca digas nunca... Belo restaurante que aqui tens, deves precisar de muito gás para cozinhar tantos pratos… - disse Petzite olhando para o fogão, que estava ligado a um armário que continha três botijas de gás comprimido.
Maria arrepiou-se e percebeu instantaneamente da intenção de Petzite. Correu para fora da cozinha, em direcção às traseiras, onde Mário estava encostado à parede.
- CORRE! – gritou Júpiter puxando pela mão de Mário.
- Quem és tu? – perguntou mirando o uniforme de Júpiter. És uma daquelas navegantes? A minha noiva está ali dentro.
Um som ensurdecedor encheu o ambiente quando todo o Makoto’s Flavour Shrine explodiu, atirando Júpiter e Mário contra o chão. Por todo o lado voavam pedaços de pedra, metal, vidro. O fogo consumia todo o rés-do-chão do edifício, a explosão havia arrancado a porta de metal das traseiras.
- MARIA!!!! – gritou Mário desesperado, levantando-se e correndo em direcção ao edifício em chamas.
- Ela está bem! – exclamou Júpiter agarrando no braço de Mário. Ela escapou a tempo. Vamos fugir daqui.
Contornaram as traseiras em direcção à frente do edifício, e depararam-se com milhões de pedaços de vidro espalhados pela estrada principal, de onde outrora se via o interior do salão de jantar do Makoto’s através da elegante montra de vidro. O vidro desaparecera, tudo ardia em chamas lá dentro, a parede rachara, pedaços de panelas estoiradas adornavam todo o perímetro à volta do edifício. Um círculo de condutores e pessoas encontravam-se abaixados no chão, para se protegerem da explosão.
- O meu sonho… -chorou Júpiter ao ver o seu restaurante completamente destruído.
- Conseguiste escapar… - disse Petzite desgostosa, aparecendo no meio da rua. Pairava no ar, olhando simultaneamente para Júpiter, Mário e a multidão assustada.
- Tu! – gritou Mário desesperado. Onde está a Maria?
- Nunca te perdoarei! – berrou Júpiter com as lágrimas a escorrerem-lhe pela face, não ouvindo os gritos de desespero de Mário. O seu restaurante, o seu sonho, a sua vida, a sua paixão, tudo destruído em segundos. Tudo por culpa daquela mulher, que outrora fora sua amiga…
- Não me consegues vencer. – cuspiu Petzite rindo-se fantasmagoricamente
- Meu guardião Júpiter, traz a tempestade, as nuvens os trovões! – invocou, surgindo nuvens escuras no céu. Uma antena ergueu-se da sua tiara. SUPREME THUNDER!
Os violentos raios urgiram à velocidade da luz em direcção a Petzite, que com a sua mão os congelou, ficando parados no ar dando um estranho efeito.
- Não pode ser! – gritou Júpiter assustada.
- E ainda não viste nada…! – escarneceu Petzite multiplicando os raios, fazendo-os chover sobre a multidão. O pânico instalou-se. Homens, mulheres, crianças, todos berravam de dor enquanto os raios de Júpiter lhes queimavam a pele e lhes causavam dores insuportáveis. Após uns momentos, os raios gastaram toda a sua energia.
- Como te atreves a usar o meu poder contra nós? – berrou Júpiter tentando recuperar o folêgo, após ser electrocutada.
- Por favor, a Maria… - suplicou Mário ofegante.
- Oh, é o teu namorado? E ainda não lhe contaste? – perguntou Petzite deliciada, apontando o dedo indicador em direcção a Júpiter. Numa fracção de segundo um pequeno raio negro surgiu a toda a velocidade. Júpiter tentou defender-se mas foi apanhada se surpresa.
Ouviu um estalar. Não estava ferida, mas algo não estava bem. Sentiu um véu invisível que a cobria desvanecer-se. Instintivamente levou a mão à sua tiara. A esmeralda verde no centro havia-se despedaçado.
- T-tu és…? – era Mário que falava, com um tom triste de surpresa. Júpiter voltou-se para ele.
Todos olhavam para Júpiter com um ar de surpresa. Mário levantou-se e fixou-a, com os olhos a encherem-se de lágrimas.
- Como é que… - disse Maria confusa com as lágrimas presas.
- Nunca te questionaste como é que a tua identidade ficava preservada? – perguntou Petzite, pairando no ar. Júpiter não a olhava, mantinha contacto directo com os olhos de Mário – Nunca te perguntaste como é que não te reconheciam, apenas estando vestida de uma maneira diferente? Essa jóia que cada uma de vocês carrega na sua tiara, cria uma protecção que só pode ser quebrada de três maneiras. Ou contando a alguém a vossa identidade; transformarem-se diante de alguém; ou… sendo destruída! Ah ah ah! – concluiu Petzite dando uma gargalhada de escárnio.
- Todo este tempo… E não confiaste em mim… - disse Mário em surdina, não contendo as lágrimas.
- Não! – clamou Júpiter também lacrimejando. Não foi por isso, não…!
- Chega de conversas! – bramiu Petzite, ao mesmo tempo que Mário era envolvido por raios negros, que o elevaram no ar e o electrocutavam. A multidão gritava, as pessoas corriam de um lado para o outro. A rua estava bloqueada em ambos os sentidos, pois os condutores tinham parado os seus carros e fugido. O restaurante continuava a arder, saindo de dentro uma escura coluna de fumo.
- PÁRA! JUPITER… - berrou girando sobre si mesma- OAK… EVOLUTION!!
Petzite conseguira parar novamente as bombas verdes que vinham de Júpiter, redireccionando-as para as pessoas, que foram atingidas com gravidade.
- Se não queres que o teu namorado tenha o mesmo destino do avô da tua amiga…
- O que queres tu?! O Mário não era portador de nenhum cristal arco-íris, larga-o por favor Petzite! – suplicou Júpiter.
- Podes salva-lo da morte. – consentiu Petzite fazendo aparecer o Cristal Prateado enegrecido nas suas mãos. Lutas para quê? Para salvar as pessoas que ignoram o vosso sacrifício, fazem guerras matando-se entre si, cometendo as maiores atrocidades. – continuou Petzite à medida que ia descendo. Junta-te a nós, governa o universo com a tua Semente de Estrela superior. Junta-te àqueles que perdeste há tanto tempo…- duas figuras, parecidas com um holograma surgiram do Cristal Prateado, que envolveram Júpiter numa névoa negra.
- Os meus pais… - soluçou à medida que os seus olhos verdes iam perdendo o brilho. Podes… juntar-me novamente aos meus pais? – interpelou enquanto uma lágrima escorria pelo seu olho.
- Podes viver a vida perfeita ao lado daqueles que amas… Sem mais lutas, sem dor nem sofrimento. Só tens que consagrar a tua Semente de Estrela ao Cristal Prateado.Toca-lhe… - sorriu Petizte ficando frente a frente com Júpiter, estendendo-lhe o Cristal.
Os seus olhos estavam sem vida, os gritos de Mário estavam distantes… Só tinha que tocar no Cristal para realizar o seu sonho de viver em paz… Levantou a sua mão em direcção ao brilho.
Sammu, és fixe! Obrigado à Kasei e a Lumi por me terem corrigido os erros!
Devo dizer que gostei muito (deliciei-me até, mhuahuahua) ao ver toda a gente a discutir teorias! É o tipo de comentários que me dá mais gosto ler!
Já não acabava um capítulo assim em suspense já há bastante tempo, estava a precisar ;P
Quero ler muitos comentários, teorias (grandes), ehehe!!
Devo dizer que gostei muito (deliciei-me até, mhuahuahua) ao ver toda a gente a discutir teorias! É o tipo de comentários que me dá mais gosto ler!
Já não acabava um capítulo assim em suspense já há bastante tempo, estava a precisar ;P
Quero ler muitos comentários, teorias (grandes), ehehe!!
Sammu, és fixe! o kapitulo esta um maximo.
teve pena da Bunny, tadinha. elas deviam ter acreditado nela...
continuo sem perceber por alma de quem é que a Célia, a Mariana e Haruka destruiram a nova casa da Bunny... mas prontos, passando à frente...
espero sinceramente que a Júpiter não se junte ao inimigo. ate me dá arrepios só de pensar...
adorei, simplesmente adorei o capítulo!!!
fico ansiosamente à espera do próximo!!!
teve pena da Bunny, tadinha. elas deviam ter acreditado nela...
continuo sem perceber por alma de quem é que a Célia, a Mariana e Haruka destruiram a nova casa da Bunny... mas prontos, passando à frente...
espero sinceramente que a Júpiter não se junte ao inimigo. ate me dá arrepios só de pensar...
adorei, simplesmente adorei o capítulo!!!
fico ansiosamente à espera do próximo!!!


OUCH! Acabar assim n vale! XD
Adorei a explicação sobre a protecção da identidade. Traz imenso realismo à história, já q nunca pareceu razoável, de facto, q as pessoas n reconhecessem as navegantes só por causa das roupas...
Ahaha, Avenida Wisgheria! Adorei essa!!!
De vez em qd nota-se uma influênciazinha de Harry Potter na história... Como esta cena final, eheh!
Notei só 2 errozitos *mim volta atrás à procura, já q n tirou nota*: Numa fala da Joana: "com nós", qd deveria ser connosco. O outro era uma troca da ordem das palavras, n encontro agora... Depois se encontrar digo.
Problemas burocráticos?! Afinal isto é no Japão ou em Portugal?? XD Já agora, se quiseres usar o "termo técnico" correcto, n q isso interesse muito, mas fica a curiosidade, um caso como o q descreveste está sujeito não a uma lei paisagística, mas a um plano de pormenor. Mas isso n interessa nada.
Oh caramba, mas agora será preciso andar a morrer uma pessoa importante pra cada uma delas pra elas chegarem a eternal?!? Isso é uma mortandade!
Tu n mates o Mário, pá! Agora q a Maria finalmente tem namorado!!!
Bem, n tenho tempo pra mais q isto, infelizmente. Mas gostei muito! (mim volta ao trabalho antes q chegue o chefe
)
Adorei a explicação sobre a protecção da identidade. Traz imenso realismo à história, já q nunca pareceu razoável, de facto, q as pessoas n reconhecessem as navegantes só por causa das roupas...
Ahaha, Avenida Wisgheria! Adorei essa!!!
De vez em qd nota-se uma influênciazinha de Harry Potter na história... Como esta cena final, eheh!
Notei só 2 errozitos *mim volta atrás à procura, já q n tirou nota*: Numa fala da Joana: "com nós", qd deveria ser connosco. O outro era uma troca da ordem das palavras, n encontro agora... Depois se encontrar digo.
Problemas burocráticos?! Afinal isto é no Japão ou em Portugal?? XD Já agora, se quiseres usar o "termo técnico" correcto, n q isso interesse muito, mas fica a curiosidade, um caso como o q descreveste está sujeito não a uma lei paisagística, mas a um plano de pormenor. Mas isso n interessa nada.

Oh caramba, mas agora será preciso andar a morrer uma pessoa importante pra cada uma delas pra elas chegarem a eternal?!? Isso é uma mortandade!
Tu n mates o Mário, pá! Agora q a Maria finalmente tem namorado!!!Bem, n tenho tempo pra mais q isto, infelizmente. Mas gostei muito! (mim volta ao trabalho antes q chegue o chefe
)Oh Sammu!! Acabar assim um capitulo n vale!! Keres deixar-nos a morrer do coração???? 
Bem... De kualker forma dps envio-te a conta do cardiologista XD
Então... Vamos lá falar...
O K É K AKELAS PASPALHAS DAS VIZINHAS CUSCAS CHAMARAM À HARUKA E À MICHIRU????
Ai k raiva, apetecia-me partir-lhes a cara... XD XD *mim preocupada com pormenores insignificantes*
Bem... Deve ser uma seca ter de ficar num anexo sempre k as raparigas aparecem...
Fogo a Joana a cantar com a Célia? Ainda lhe arruinava o concerto! XD XD Sinceramente, tb n me importava!! Ela tá a comprar a amizade delas!! Eu concordo tanto com a Usagi!
Usagi-chan, n fujas, tens aki uma pessoa com k podes desabafar sobre a Célia e dizer mal da Célimoon!! Já k as outras n te ouvem...
Acho k ficava como a Célia se apanhasse a Usagi a roubar-me o medalhão e isso... Tipo, o ké k ela tinha na cabeça pra fazer akilo??
Pobre Mako-chan...
Os sonhos dela tavam-se a realizar e agora o restaurante dela foi ao ar e o Mário descobriu kem ela era... Só espero k ele n fike com uma dakelas crises de ciumes do tipo: "Pk é k n confiaste em mim?" e etc
Eu acho k a Petzite está a dizer akilo tudo só para atrair a Makoto para o lado do mal! Já se reparou pelo outro capitulo k a vida do lado negro n é mt boa...
:S Ai se ela toca nakele cristal!! *mim nem ker pensar*
Gostei da explicação para as identidades delas n serem reveladas. Faz sentido xim xinhora!
Mas isso levanta uma pergunta... Como é k as outras pessoas vêem as sailors? Iguais a elas próprias é k n é, senão descobriam logo...
Um óptimo capitulo, mas um final péssimo! Tinhas mesmo de acabar ali?? N podias ter posto mais uma frase?? Tinhas de nos ter deixado prestes a ter um ataque de coração????
Sammu mau! XD XD (no gozo
). Adorei tudo e fico à espera de mais! (sim pk aki o pessoal n se cansa!

Bem... De kualker forma dps envio-te a conta do cardiologista XD
Então... Vamos lá falar...
O K É K AKELAS PASPALHAS DAS VIZINHAS CUSCAS CHAMARAM À HARUKA E À MICHIRU????
Ai k raiva, apetecia-me partir-lhes a cara... XD XD *mim preocupada com pormenores insignificantes*Bem... Deve ser uma seca ter de ficar num anexo sempre k as raparigas aparecem...
Fogo a Joana a cantar com a Célia? Ainda lhe arruinava o concerto! XD XD Sinceramente, tb n me importava!! Ela tá a comprar a amizade delas!! Eu concordo tanto com a Usagi!
Usagi-chan, n fujas, tens aki uma pessoa com k podes desabafar sobre a Célia e dizer mal da Célimoon!! Já k as outras n te ouvem...
Acho k ficava como a Célia se apanhasse a Usagi a roubar-me o medalhão e isso... Tipo, o ké k ela tinha na cabeça pra fazer akilo??
Pobre Mako-chan...
Os sonhos dela tavam-se a realizar e agora o restaurante dela foi ao ar e o Mário descobriu kem ela era... Só espero k ele n fike com uma dakelas crises de ciumes do tipo: "Pk é k n confiaste em mim?" e etcEu acho k a Petzite está a dizer akilo tudo só para atrair a Makoto para o lado do mal! Já se reparou pelo outro capitulo k a vida do lado negro n é mt boa...
:S Ai se ela toca nakele cristal!! *mim nem ker pensar*Gostei da explicação para as identidades delas n serem reveladas. Faz sentido xim xinhora!
Mas isso levanta uma pergunta... Como é k as outras pessoas vêem as sailors? Iguais a elas próprias é k n é, senão descobriam logo...
Um óptimo capitulo, mas um final péssimo! Tinhas mesmo de acabar ali?? N podias ter posto mais uma frase?? Tinhas de nos ter deixado prestes a ter um ataque de coração????
Sammu mau! XD XD (no gozo
). Adorei tudo e fico à espera de mais! (sim pk aki o pessoal n se cansa!
Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Sammu!! Ó boss, tu gostas de nos torturar... >.<
Confessa!
Bem, encontrei um errito sem importância:
Agora vamos lá comentar o capítulo...
Ao ler aquilo das mulheres fez-me lembrar vivamente as cuscuvilheiras que vivem na minha terra e que se sentam num muro ao pé da estrada a comentar a vida de todos aqueles infelizes que lhes passam à frente.
Falam sem saberem nada, até dá raiva. Mas pronto, enfim...
Realmente, a Haruka e a Mariana têm que ficar lá no anexo, coitadas.
LOL, a Joana a cantar
omg, ri-me com a ideia (coitadita, sou mesmo má).
E pronto, mais uma vez a Célia quer comprar a amizade delas...
Mesmo assim isto ainda não me convence e não consigo odiar a rapariga >.<
Fiquei com bastante pena da Bunny... mas se calhar se apanhasse alguém a mecher nas minhas coisas (ainda por cima se fossem importantes) era capaz de me passar...
Mesmo assim não critico a Bunny porque todos sabemos o porquê da acção dela.
No anime, sempre me fez confusão o facto de ninguém reconhecer as navegantes, e já deu para ver que foste pegar nesse facto e deste-lhe uma explicação
adorei sim senhora, trouxe mais "realismo", tal como disse a Kasei.
Agora... Maria, NÃO! >.<
Não acredito... juro que me vieram as lágrimas aos olhos quando a petzite lhe mostrou uma imagem dos pais... epah...
É injusto!
espero que a Maria perceba que não deve aceitar! É tentador, sim, de facto... não podemos negar que se estivessemos na mesma situação, era dificil para nós rejeitar a felicidade que sempre quisemos para proteger os outros... mas espero que ela não se deixe levar
De qualquer maneira, escolhi a 4º opção, mas provavelmente não é isso que vai acontecer...
Agora é que a Célia podia aparecer para a salvar
estou anciosa pelo próximo capítulo Sammu!
E desculpa, o comment desta vez não foi muito grande...
mas estou a estudar História (teste amanhã) e parei um bocadinho para a ler a fic
'' Não resisti...
E como estou um bocado cansada não consegui comentar muito mais.
Estás de parabéns mais uma vez, conseguiste superar ainda mais as minhas expectativas...
Aliás, acho que vais continuar a fazê-lo
Confessa!
Bem, encontrei um errito sem importância:
Petize conseguira parar novamente as bombas verdes que vinham de Júpiter, redireccionando-as para as pessoas, que foram atingidas com gravidade.
Agora vamos lá comentar o capítulo...
Ao ler aquilo das mulheres fez-me lembrar vivamente as cuscuvilheiras que vivem na minha terra e que se sentam num muro ao pé da estrada a comentar a vida de todos aqueles infelizes que lhes passam à frente.
Falam sem saberem nada, até dá raiva. Mas pronto, enfim...
Realmente, a Haruka e a Mariana têm que ficar lá no anexo, coitadas.
LOL, a Joana a cantar
omg, ri-me com a ideia (coitadita, sou mesmo má).E pronto, mais uma vez a Célia quer comprar a amizade delas...
Mesmo assim isto ainda não me convence e não consigo odiar a rapariga >.<
Fiquei com bastante pena da Bunny... mas se calhar se apanhasse alguém a mecher nas minhas coisas (ainda por cima se fossem importantes) era capaz de me passar...
Mesmo assim não critico a Bunny porque todos sabemos o porquê da acção dela.
No anime, sempre me fez confusão o facto de ninguém reconhecer as navegantes, e já deu para ver que foste pegar nesse facto e deste-lhe uma explicação
adorei sim senhora, trouxe mais "realismo", tal como disse a Kasei.Agora... Maria, NÃO! >.<
Não acredito... juro que me vieram as lágrimas aos olhos quando a petzite lhe mostrou uma imagem dos pais... epah...
É injusto!
espero que a Maria perceba que não deve aceitar! É tentador, sim, de facto... não podemos negar que se estivessemos na mesma situação, era dificil para nós rejeitar a felicidade que sempre quisemos para proteger os outros... mas espero que ela não se deixe levar
De qualquer maneira, escolhi a 4º opção, mas provavelmente não é isso que vai acontecer...
Agora é que a Célia podia aparecer para a salvar
estou anciosa pelo próximo capítulo Sammu!

E desculpa, o comment desta vez não foi muito grande...
mas estou a estudar História (teste amanhã) e parei um bocadinho para a ler a fic
'' Não resisti...
E como estou um bocado cansada não consegui comentar muito mais.Estás de parabéns mais uma vez, conseguiste superar ainda mais as minhas expectativas...
Aliás, acho que vais continuar a fazê-lo

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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
Bem, 1º os errinhos que encontrei ;P
vociferouCélia -> vociferou Célia (um pequenino erro de edição ;P)
ganhar com nós -> ganhar connosco (a Kasei já apontou esse ;P)
baixados -> abaixados (penso que é mais correcto :S)
Junta-te aqueles -> Junta-te àqueles (falta o acento ;P)
Em relação ao capítulo -.-
Achas que consegues por-me a odiar ainda mais a Célia?? É que odeio-a mais agora do que quando comecei a ler o capítulo -.-
Falsa, convencida >.< Tem a mania que é princesa e o pessoal tem todo de a amar muito -.-''
Bahhhh!! Porque é que a Usagi não descobriu os cristais?? ;-; Era só mais um bocadinho ;-;
Em relação ao final u.u A Makoto nunca pensou nos pais, muito menos para ficar com eles e abandonar as amigas, portanto ela nunca aceitará isso
Mas penso que ela vai resistir por ela própria, não por causa do Mário ;P
Ela é uma pessoa forte e não se vai render ao "caminho mais fácil" só por promessas de felicidade
Mas quero uma explicação decente para a Célia >.< Ela começa a revelar mais, mas ainda assim -.-''' Ela que aprenda a meter-se na vida dela e se quer envolver a Usagi nos assuntos dela ao destruir-lhe a casa, ao menos que o justifique, não andar aí ainda toda convencida que é fantástica e que toda a gente a adora e toda a gente é tapadinha e não vê que ela anda a abusar -.-''
vociferouCélia -> vociferou Célia (um pequenino erro de edição ;P)
ganhar com nós -> ganhar connosco (a Kasei já apontou esse ;P)
baixados -> abaixados (penso que é mais correcto :S)
Junta-te aqueles -> Junta-te àqueles (falta o acento ;P)
Em relação ao capítulo -.-
Achas que consegues por-me a odiar ainda mais a Célia?? É que odeio-a mais agora do que quando comecei a ler o capítulo -.-
Falsa, convencida >.< Tem a mania que é princesa e o pessoal tem todo de a amar muito -.-''
Bahhhh!! Porque é que a Usagi não descobriu os cristais?? ;-; Era só mais um bocadinho ;-;
Em relação ao final u.u A Makoto nunca pensou nos pais, muito menos para ficar com eles e abandonar as amigas, portanto ela nunca aceitará isso
Mas penso que ela vai resistir por ela própria, não por causa do Mário ;PEla é uma pessoa forte e não se vai render ao "caminho mais fácil" só por promessas de felicidade

Mas quero uma explicação decente para a Célia >.< Ela começa a revelar mais, mas ainda assim -.-''' Ela que aprenda a meter-se na vida dela e se quer envolver a Usagi nos assuntos dela ao destruir-lhe a casa, ao menos que o justifique, não andar aí ainda toda convencida que é fantástica e que toda a gente a adora e toda a gente é tapadinha e não vê que ela anda a abusar -.-''

For Disney fans ^^

Jobem se és cobarde e medricas?
Então não te aproximes de nós...
Se tiveres coragem ou se fores doido tenta enfrentar-nos.....
- Gang Terror Negro
ps- não aceitamos devoluções e não nos responsabilizamos por danos físicos causados muahahahah
*Acabo de ler o capitulo e...*
AAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH QUE RAIVA!!!ODEIO-A!!
Aquela Célia...opah...foi por pouco!!!A Bunny tava tão perto...e as outras burras não acreditam nela >.< tou a ver que a Bunny ainda acaba a ter que lutar sozinha contra os vilões a pala da pseudo-princesa Célimoon :
: se eu antes odiava-a...agora ainda a odeio mais!O que seria giro era ela e Bunny estarem em perigo e depois aparecerem a Chibiusa, a Saturno e a Plutão e só ajudarem a Bunny e deixarem-na ali a sofrer
Era um episódio lindo e sádico :
:
O que havia de ser giro era serem as vizinhas a encontrarem os critais e a entregarem-nos a Bunny :
: era algo espétacular 
A Joana quanto a mim é uma vendida :
: prefere acreditar no que a célia diz só porque ela a convidou para cantar :
: ...e a Rita é outra...só porque a Célia lhe anda a pagar o arranjo do templo tb vai pelo que ela diz e faz o que ela quer...assim como a Maria :
: São todas umas tapadinhas :
: Odeio ver gente a ser ignorante só porque quer!
Agora Jupiter...se ela for inteligente (coisa que deve vir a ser) ela vai recusar a preposta da Petizte ...ou então chega a Célimoon como sempre pa vir ser a heroina do dia (que raiva >.<).Não gostei da parte de a Petizte partir a tiara a Maria...odeio-a a ela tb >.<'' (mas odeio mais a Célia :

Previsões para o futuro : cpomo já disse...ou a Maria recuso a proposta...ou então aparece a Célimoon armada em heroina...sempre podia aparecer a Chibiusa ou a Saturno para as salvar (a Maria e a Celimoon e companhia...) e depois ser assim um pouco brusca com a Célimoon e dar um belo de um raspanete na Maria :
:
Sammu...só tenho uma coisa a reclamar...fazeres a Bunnyzinha sofrer :
:...o capituloe stá optimo!muitos parabéns e continua 
AAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH QUE RAIVA!!!ODEIO-A!!
Aquela Célia...opah...foi por pouco!!!A Bunny tava tão perto...e as outras burras não acreditam nela >.< tou a ver que a Bunny ainda acaba a ter que lutar sozinha contra os vilões a pala da pseudo-princesa Célimoon :
: se eu antes odiava-a...agora ainda a odeio mais!O que seria giro era ela e Bunny estarem em perigo e depois aparecerem a Chibiusa, a Saturno e a Plutão e só ajudarem a Bunny e deixarem-na ali a sofrer
Era um episódio lindo e sádico :
:O que havia de ser giro era serem as vizinhas a encontrarem os critais e a entregarem-nos a Bunny :
: era algo espétacular 
A Joana quanto a mim é uma vendida :
: prefere acreditar no que a célia diz só porque ela a convidou para cantar :
: ...e a Rita é outra...só porque a Célia lhe anda a pagar o arranjo do templo tb vai pelo que ela diz e faz o que ela quer...assim como a Maria :
: São todas umas tapadinhas :
: Odeio ver gente a ser ignorante só porque quer!Agora Jupiter...se ela for inteligente (coisa que deve vir a ser) ela vai recusar a preposta da Petizte ...ou então chega a Célimoon como sempre pa vir ser a heroina do dia (que raiva >.<).Não gostei da parte de a Petizte partir a tiara a Maria...odeio-a a ela tb >.<'' (mas odeio mais a Célia :


Previsões para o futuro : cpomo já disse...ou a Maria recuso a proposta...ou então aparece a Célimoon armada em heroina...sempre podia aparecer a Chibiusa ou a Saturno para as salvar (a Maria e a Celimoon e companhia...) e depois ser assim um pouco brusca com a Célimoon e dar um belo de um raspanete na Maria :
:Sammu...só tenho uma coisa a reclamar...fazeres a Bunnyzinha sofrer :
:...o capituloe stá optimo!muitos parabéns e continua 
Editado pela última vez em
Eu não acredito..... eu não acredito..... como é que pudeste acabar o capitulo assim?????????
foi tão injusto.... precisamente kuando a bunny estava perto do gonçalo é que akela #$&%/$& aparece e a põe na rua..... e ainda por cioma as aimgas não a compreendem... tão a sr compradas!!!!!!!!
Célia, tu és uma %&$#%$#%&!!!!!!
e coitada da Maria!!!!! agora que tinha o seu sonho realizado, a vida feita com o Mário, é que a Petzite vem e lhe rouba tudo e ainda a ilude!!! tudo para a trazer para o mundo das trevas..... e aí.. TU ACABAS O CAPITULO!!!!! és cruel!!!!!!
foi tão injusto.... precisamente kuando a bunny estava perto do gonçalo é que akela #$&%/$& aparece e a põe na rua..... e ainda por cioma as aimgas não a compreendem... tão a sr compradas!!!!!!!!
Célia, tu és uma %&$#%$#%&!!!!!!
e coitada da Maria!!!!! agora que tinha o seu sonho realizado, a vida feita com o Mário, é que a Petzite vem e lhe rouba tudo e ainda a ilude!!! tudo para a trazer para o mundo das trevas..... e aí.. TU ACABAS O CAPITULO!!!!! és cruel!!!!!!

minha nossa senhora! este capítulo está perfeito!!!! PERFEITO! Sammu, estás cada vez melhor...
Seria interessante ver a Maria a passar-se para o lado negro, agora que me ponho a imaginar uma Jupiter corrompida, creio que seria mesmo muito engraçado.
Então, confirma-se que a Célia está a comprar as navegantes. E pelo que parece elas (célia, haruka e michiru) de facto têm um plano que têm medo que seja estragado talvez pelas "fraquezas" emocionais/sentimentais da Bunny... Por aquilo que tenho entendido da leitura da fic, elas não estão a lutar como inimigas das outras...Talvez as estejam até a proteger... Não sei... Mas a Bunny não anda nada burra ultimamente...
e ainda bem...está a agir como uma líder, mas até quando é que aguentará a pressão de as amigas não acreditarem nela?
As questões que se me põem agora são:
Será que a Maria vai passar para as trevas? Ou será que a Bunny ou alguém aparecerá para a trazer de volta à realidade? E mais importante que tudo: ONDE RAIO PÁRA O GONÇALO!!!!!
Muitos parabéns por este capítulo Sammu, está fantástico, para variar. E o facto de ter acabado assim, em suspense, torna-o ainda mais emocionante! Thrilling! =)
Não sei o que dizer mais, fico à espera de ler o próximo e a pensar no que se passou até aqui...Se entretanto magicar alguma teoria de conspiração XD venho dá-la a conhecer
uma vez mais, parabéns!
EDIT: ah espera, mas o gonçalo tava ali dentro? que capítulo é que eu saltei para não saber isso?????? digam-me please XD
Seria interessante ver a Maria a passar-se para o lado negro, agora que me ponho a imaginar uma Jupiter corrompida, creio que seria mesmo muito engraçado.
Então, confirma-se que a Célia está a comprar as navegantes. E pelo que parece elas (célia, haruka e michiru) de facto têm um plano que têm medo que seja estragado talvez pelas "fraquezas" emocionais/sentimentais da Bunny... Por aquilo que tenho entendido da leitura da fic, elas não estão a lutar como inimigas das outras...Talvez as estejam até a proteger... Não sei... Mas a Bunny não anda nada burra ultimamente...
e ainda bem...está a agir como uma líder, mas até quando é que aguentará a pressão de as amigas não acreditarem nela? As questões que se me põem agora são:
Será que a Maria vai passar para as trevas? Ou será que a Bunny ou alguém aparecerá para a trazer de volta à realidade? E mais importante que tudo: ONDE RAIO PÁRA O GONÇALO!!!!!
Muitos parabéns por este capítulo Sammu, está fantástico, para variar. E o facto de ter acabado assim, em suspense, torna-o ainda mais emocionante! Thrilling! =)
Não sei o que dizer mais, fico à espera de ler o próximo e a pensar no que se passou até aqui...Se entretanto magicar alguma teoria de conspiração XD venho dá-la a conhecer

uma vez mais, parabéns!
EDIT: ah espera, mas o gonçalo tava ali dentro? que capítulo é que eu saltei para não saber isso?????? digam-me please XD

I never got my letter to Hogwarts...so I'm moving to Forks to live with the Cullens.xD
Boss, por tua causa já nem vou dormir esta noite, c a curiosidade....
Ta mto bom o capítulo... tá é incompleto
Coitada da Maria... Tá-se mesmo a ver que, mesmo que não toque no cristal, para além do restaurante destruído ainda vai ter o Mário chateado por não lhe ter contado.
Isto dos pais.... Foi um golpe muito baixo da Petzite. Mas no lado negro já é costume :
:
Por outro lado, gotei de como preparaste a história para este episódio dos pais. No ultimo capítulo puseste-a a pensar nos pais, para que se perceba que ela sentia saudades.
Não sei se a Célia vai aparecer como sempre para salvar o dia mas... suspeito que sejam as outras Inner, visto que ela enviou um SOS pelo intercomunicador.
Eu plo menos achava melhor que fossem as Inner.
Concordo com o resto dos comentários, a Célia tá a comprá-las. Embora nao queira tb me estao a chatear um bocado as atitudes incompreensíveis dela. Qd vem uma explicaçãozita???
'
A Haruka e a Michiru são muito discretas, não haja dúvida. Olha foram "passar" em frente às janelas. O que lhes vale é q a Joana é meia burrinha (lol).
Mas a parte da história correspondente a elas intriga-me e gosto bastante. É sempre muito sóbria, mas com uma pitada de humor
.
No fim de tudo a Bunny é que acaba sozinha... Sem Gonçalo, Outer e agora as Inner também, está completamente sem apoios. Estou ansiosa por ver o que fazes com ela =)
Ta mto bom o capítulo... tá é incompleto

Coitada da Maria... Tá-se mesmo a ver que, mesmo que não toque no cristal, para além do restaurante destruído ainda vai ter o Mário chateado por não lhe ter contado.
Isto dos pais.... Foi um golpe muito baixo da Petzite. Mas no lado negro já é costume :
:Por outro lado, gotei de como preparaste a história para este episódio dos pais. No ultimo capítulo puseste-a a pensar nos pais, para que se perceba que ela sentia saudades.
Não sei se a Célia vai aparecer como sempre para salvar o dia mas... suspeito que sejam as outras Inner, visto que ela enviou um SOS pelo intercomunicador.
Eu plo menos achava melhor que fossem as Inner.
Concordo com o resto dos comentários, a Célia tá a comprá-las. Embora nao queira tb me estao a chatear um bocado as atitudes incompreensíveis dela. Qd vem uma explicaçãozita???
'A Haruka e a Michiru são muito discretas, não haja dúvida. Olha foram "passar" em frente às janelas. O que lhes vale é q a Joana é meia burrinha (lol).
Mas a parte da história correspondente a elas intriga-me e gosto bastante. É sempre muito sóbria, mas com uma pitada de humor
.No fim de tudo a Bunny é que acaba sozinha... Sem Gonçalo, Outer e agora as Inner também, está completamente sem apoios. Estou ansiosa por ver o que fazes com ela =)
Ahhh Sammu, boss, cada vez gosto mais de ti!...
Adorei o capitulo!! E' pena não acreditarem na Bunny, mas tambe'm acho um bocadinho dificil acreditarem... Podias era não ter parado naquela parte...!
O Gonçalo! Sera' que e' onde ele esta', atra's da porta?? OMG, eu morro de curiosidade!
Quero mais boss, faz-me a vontade, faz, faz!!
~~~~~~~~
Uns erritos:
medalha de uma desconhecia - medalha de uma desconhecida (falta um "d" xD)
Ela não tem nada a ganhar com nós - Ela não tem nada a ganhar connosco (ja' referido pela Lumi, sorry ;P)
Adorei o capitulo!! E' pena não acreditarem na Bunny, mas tambe'm acho um bocadinho dificil acreditarem... Podias era não ter parado naquela parte...!
O Gonçalo! Sera' que e' onde ele esta', atra's da porta?? OMG, eu morro de curiosidade!
Quero mais boss, faz-me a vontade, faz, faz!!
~~~~~~~~
Uns erritos:
medalha de uma desconhecia - medalha de uma desconhecida (falta um "d" xD)
Ela não tem nada a ganhar com nós - Ela não tem nada a ganhar connosco (ja' referido pela Lumi, sorry ;P)

thankes, *Kaoru : D

verde é verdocas , by lili 8D
o que agora era interessante era a o vilão (não é por nada...mas deu-me a sensação que existe um homem a mandar aque pelo meio...peço desculpa se estiver enganada :
'
resolver apaixonar-se pela bunny e fazer com que ela ficasse má tipo Black Lady...ou pelo que isto acontecesse nos sonhos da Célia...no final podia aparecer a rainha serenidade a dizer que os actos delas são maus etc...etc...ou então...isto o vilão ser um demónio...ele podia usar o corpoda bunny (basicamente torna-la má) e faze-la usar o cristal prateado contra celimoon (eu não perco um segundo sem tentar deitar a célia abaixo
) e depois ela ficava boa sabe-se lá como.
O que também podia acontecer era...visto a Bunny estar sozinha...sem apoio e etc...era assim ela virar um pouco as outher...ou seja...se por exemplo as innerfossem atacadas ela em vez de as ajudar por completo sempre podia dizer isto: "Porque é que não pedem ajuda a vossa amiga Célia?" seria interessante ver a Bunny dessa meneira
.Outra opção era a Bunny estar sozinha e vir a Chibiusa para a ajudar e para ajudar a festa ela resolver embirrar com a célia ( a rapariga se existisse na realidad axo que a esta altura começava a escavar um buraco para se esconder) assim como a otávia...e quando a célimoon aparecia dava-lhe com um ataquezito de coração de açucar (axo que o nome é assim...se não for é algo parecido) assim mesmo no meio da cara
:(chibi3):
era algo lindo de ser visonado
Sammu...só tenho uma coisa a pedir...não tostures mais a Bunnyzinha pelase
.o:
.o: eu sei que a fanfic é tua...mas não nos faças sofrer
.o:
'
resolver apaixonar-se pela bunny e fazer com que ela ficasse má tipo Black Lady...ou pelo que isto acontecesse nos sonhos da Célia...no final podia aparecer a rainha serenidade a dizer que os actos delas são maus etc...etc...ou então...isto o vilão ser um demónio...ele podia usar o corpoda bunny (basicamente torna-la má) e faze-la usar o cristal prateado contra celimoon (eu não perco um segundo sem tentar deitar a célia abaixo
) e depois ela ficava boa sabe-se lá como.O que também podia acontecer era...visto a Bunny estar sozinha...sem apoio e etc...era assim ela virar um pouco as outher...ou seja...se por exemplo as innerfossem atacadas ela em vez de as ajudar por completo sempre podia dizer isto: "Porque é que não pedem ajuda a vossa amiga Célia?" seria interessante ver a Bunny dessa meneira
.Outra opção era a Bunny estar sozinha e vir a Chibiusa para a ajudar e para ajudar a festa ela resolver embirrar com a célia ( a rapariga se existisse na realidad axo que a esta altura começava a escavar um buraco para se esconder) assim como a otávia...e quando a célimoon aparecia dava-lhe com um ataquezito de coração de açucar (axo que o nome é assim...se não for é algo parecido) assim mesmo no meio da cara
:(chibi3): era algo lindo de ser visonado
Sammu...só tenho uma coisa a pedir...não tostures mais a Bunnyzinha pelase
.o:
.o: eu sei que a fanfic é tua...mas não nos faças sofrer
.o:
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