A praxe
Brimsty escreveu:Agora já visto o traje, mas a praxe tornou-se muito difícil na minha faculdade. Kaoru, tu andas na mesma que eu, e tenho a vaga ideia que omeçaste a praxar este ano... (desculpa-me se estou errada!). Agora os caloiros só podem ser praxados depois de fazerem a matrícula, e já não escolhem horários, pelo que não vão para lá todos no primeiro dia!!! No meu tempo, tinhamos de escolher horários, pelo que íamos para lá todos no primeiro dia de matrículas! Eramos muitos e conheciamos logo imensa gente! Além disso, eramos logo praxados mal lá chegávamos!!! Qual quê chegar ao meio dia ainda com a cara limpa!!!
mas pronto, agora devem haver inúmeras activdades para praxar como deve ser os caloiros deste ano, nas quais eu não tenho intenção nenhuma de participar... Não participei quando era caloira, quanto mais agora!!! LOL Mas acho que os caloiros devem ir, não acredito que lhes faça mal. Eu não ía porque não fiquei a morar em Lisboa e portanto jantares e afim estão fora de questão...
Sim, estás certa, Brimsty!
E realmente é uma grande desvantagem os caloiros só poderem ser praxados depois da matrícula e lhe serem atribuídos um horário aleatoriamente, este ano na praxe eram aproximadamente 15 gatos pingados por dia. Ou seja, eram muito mais os Doutores a praxar do que os caloiros a serem praxados! 
Eu também nunca participei em grandes actividades nocturnas, e dificilmente continuarei a participar, porque tenho o mesmo problema; como não vivo perto da faculdade, nem em Lisboa (vivo na outra margem) é difícil ir a jantares e coisas do género. Mas pronto, no Porto ia e até era engraçado (se bem que acho a praxe nocturna muito mais difícil do que a diurna!).
De resto, subscrevo completamente o teu comentário

Tu nem imaginas como aquilo era dantes! por onde quer que se olhasse, eram uns a praxar e outros a serem praxados!!! E eramos mais de 100, tudo ali a ver se ficava com um bom horário!!! Enquanto os doutores diziam: Não escoham p7, p10 e p12 de anatomia (acho que eram estas as turmas). Agora já nem isso é assim, até as turmas de anatomia mudaram...
Eu fui lá no dia 14, e quando finalmente apanhei um caloiro que já podia ser praxado(uma, para ser mais precisa), ela estava sozinha, pelo que não lhe fizemos grande coisa. Fomos mostrar-lhe a faculdade para ela não se perder no primeiro dia!!!
Eu fui lá no dia 14, e quando finalmente apanhei um caloiro que já podia ser praxado(uma, para ser mais precisa), ela estava sozinha, pelo que não lhe fizemos grande coisa. Fomos mostrar-lhe a faculdade para ela não se perder no primeiro dia!!!
Loool eu cá sou do Norte e o meu objectivo era entrar na Faculdade de Letras do Porto. Já ouvi dizer que as praxes aqui no Norte são muito piores que no resto do país. Estou muito assustada 
Se me pintarem a cara, as unhas, enfarroscarem de cinza, mandarem usar camisolas daquelas tipo "sou estúpido" é na boa. Agora não quero ir fazer figura de otária para lá. Sou uma pessoa muito sensível e com pouca auto-estima. Não ia gostar nada de ser "humilhada" no meio de tanta gente. Acho que ia faltar ás aulas durante a 1ª semana toda

Se me pintarem a cara, as unhas, enfarroscarem de cinza, mandarem usar camisolas daquelas tipo "sou estúpido" é na boa. Agora não quero ir fazer figura de otária para lá. Sou uma pessoa muito sensível e com pouca auto-estima. Não ia gostar nada de ser "humilhada" no meio de tanta gente. Acho que ia faltar ás aulas durante a 1ª semana toda

If we should get separated, just whistle. I'll come running. I promise.
Há 1 ano nesta magnífica comunidade!
Sim, Brimsty, agora não é assim... Mesmo no segundo ano (o ano em que estou agora) já é tudo diferente. E pelos vistos hoje até houve uma reunião em que os Doutores de 2.º ano foram praxados. Eu é que não estava nem estou em Lisboa...
ashe12mariana, a praxe no Porto não é tanto à base de pinturas. A única "pintura" que levei na cara foi com Ketchup estragado e fez-me uma alergia dos diabos à cara. A praxe é no Porto é um bocadinho mais do que isso... Mas claro, é como já têm vindo aqui a dizer, só é praxado quem quer. Não precisas de faltar às aulas para não seres praxada, basta dizeres que não queres.
ashe12mariana, a praxe no Porto não é tanto à base de pinturas. A única "pintura" que levei na cara foi com Ketchup estragado e fez-me uma alergia dos diabos à cara. A praxe é no Porto é um bocadinho mais do que isso... Mas claro, é como já têm vindo aqui a dizer, só é praxado quem quer. Não precisas de faltar às aulas para não seres praxada, basta dizeres que não queres.
*Kaoru escreveu:
ashe12mariana, a praxe no Porto não é tanto à base de pinturas. A única "pintura" que levei na cara foi com Ketchup estragado e fez-me uma alergia dos diabos à cara. A praxe é no Porto é um bocadinho mais do que isso... Mas claro, é como já têm vindo aqui a dizer, só é praxado quem quer. Não precisas de faltar às aulas para não seres praxada, basta dizeres que não queres.
Pois eu sei que não sou obrigada mas depois o pessoal fica tipo com uma impressão meia "anti-social" da pessoa que não quer ser praxada não é?
If we should get separated, just whistle. I'll come running. I promise.
Há 1 ano nesta magnífica comunidade!
N aminha fac os caloirinhos ainda nao entraram...
Mas bem vou contar kmo foi o meu ano de caloira...
Eu sinceramente nao estava ah espera aguentar a praxe, pk n tinha mxm paxorra para aquilo (eu detesto que mandem em mim)..
Mas la me aguentei pk fui a poucas praxes, pk snao desistia...
Por isso em relaxao às poucas praxes que fui... umas gostei, que foram as primeira em k cantamos e isso...
Dpx comexaram a meter nojo a kerer por terra no cabelo e isso e eu recusava smp, ainda bem k eles respeitam isso...
Por isso assim num geral o que mais gostei nem foi das praxes mas sim do cortejo.. isso sim eh lindoooo!!!
Pk d resto.. bah kal eh a graxa?!
Mas bem vou contar kmo foi o meu ano de caloira...
Eu sinceramente nao estava ah espera aguentar a praxe, pk n tinha mxm paxorra para aquilo (eu detesto que mandem em mim)..
Mas la me aguentei pk fui a poucas praxes, pk snao desistia...
Por isso em relaxao às poucas praxes que fui... umas gostei, que foram as primeira em k cantamos e isso...
Dpx comexaram a meter nojo a kerer por terra no cabelo e isso e eu recusava smp, ainda bem k eles respeitam isso...
Por isso assim num geral o que mais gostei nem foi das praxes mas sim do cortejo.. isso sim eh lindoooo!!!
Pk d resto.. bah kal eh a graxa?!

Pá, tantas opiniões, obrigada desde já 
E, senhor boss, eu pesquisei, sou muito cumpridora das regras (
) haviam dois tópicos sobre a praxe, um no arquivo e outro mesmo aqui nas Conversas de Café, mas o assunto tinha a ver com as praxes relacionadas com Sailor Moon 
Pá, eu desisti. Primeiro, eu não sou muito de andar aí a malucar, sou mais como a Manon, prefiro estar no meu cantinho e assim, mas estava a tornar-se mesmo um problema, atá a nível pessoal, pois íamos de manhã e à noite havia jantares e noitadas, e depois lá ia de manhãzinha outra vez, e pá, quanto tempo dormia? Depois, os próprios académicos e whatever, que queriam saber a vida pessoal de todos nós, e normalmente não nos deixavam vir embora sem uma justificação bastante forte (pelos vistos, estarmos a ponto de vomitar ou com um cansaço que andamos, literalmente, a dormir em pé, não é motivo de saída). Pá, e depois (outro
) não sou do tipo de pessoas que acata ordens daquela forma. Sempre a berrarem (eu sei que é assim), mas não consigo. Ultrapassa-me.
E ainda há a questão da humilhação. As pinturas eram engraçadas, gostava de berrar as músicas, mas uma coisa que não aguentava, nem aguento, é mandarem-nos fazer coisas humilhantes. E ainda se punham a rir uns prós outros e a comentar em voz alta "Já viste as figurinhas? Que anormais!" e cenas assim. É que quando vocês falam em não fazermos o que não queremos, eles não o entendem. Do tipo "fazes, e se não fizeres uma coisa que seja do que nós queremos, és anti-praxe".
Eu sei que isto é assim, que há sítios piores, que até há uns anos atrás até podia ser pior, mas eu nunca vi o espirito académico assim. É uma pena, podem alguns (ou a maioria pensar), mas eu não me vou submeter a isso.
Ahn, e muitos obrigadas pelas vossas opiniões
Já vi que temos por cá muitos universitários

E, senhor boss, eu pesquisei, sou muito cumpridora das regras (
) haviam dois tópicos sobre a praxe, um no arquivo e outro mesmo aqui nas Conversas de Café, mas o assunto tinha a ver com as praxes relacionadas com Sailor Moon 
Pá, eu desisti. Primeiro, eu não sou muito de andar aí a malucar, sou mais como a Manon, prefiro estar no meu cantinho e assim, mas estava a tornar-se mesmo um problema, atá a nível pessoal, pois íamos de manhã e à noite havia jantares e noitadas, e depois lá ia de manhãzinha outra vez, e pá, quanto tempo dormia? Depois, os próprios académicos e whatever, que queriam saber a vida pessoal de todos nós, e normalmente não nos deixavam vir embora sem uma justificação bastante forte (pelos vistos, estarmos a ponto de vomitar ou com um cansaço que andamos, literalmente, a dormir em pé, não é motivo de saída). Pá, e depois (outro
) não sou do tipo de pessoas que acata ordens daquela forma. Sempre a berrarem (eu sei que é assim), mas não consigo. Ultrapassa-me.E ainda há a questão da humilhação. As pinturas eram engraçadas, gostava de berrar as músicas, mas uma coisa que não aguentava, nem aguento, é mandarem-nos fazer coisas humilhantes. E ainda se punham a rir uns prós outros e a comentar em voz alta "Já viste as figurinhas? Que anormais!" e cenas assim. É que quando vocês falam em não fazermos o que não queremos, eles não o entendem. Do tipo "fazes, e se não fizeres uma coisa que seja do que nós queremos, és anti-praxe".
Eu sei que isto é assim, que há sítios piores, que até há uns anos atrás até podia ser pior, mas eu nunca vi o espirito académico assim. É uma pena, podem alguns (ou a maioria pensar), mas eu não me vou submeter a isso.
Ahn, e muitos obrigadas pelas vossas opiniões

Já vi que temos por cá muitos universitários


thankes, *Kaoru : D

verde é verdocas , by lili 8D
dizzy22 escreveu:Pá, tantas opiniões, obrigada desde já
E, senhor boss, eu pesquisei, sou muito cumpridora das regras () haviam dois tópicos sobre a praxe, um no arquivo e outro mesmo aqui nas Conversas de Café, mas o assunto tinha a ver com as praxes relacionadas com Sailor Moon
Pá, eu desisti. Primeiro, eu não sou muito de andar aí a malucar, sou mais como a Manon, prefiro estar no meu cantinho e assim, mas estava a tornar-se mesmo um problema, atá a nível pessoal, pois íamos de manhã e à noite havia jantares e noitadas, e depois lá ia de manhãzinha outra vez, e pá, quanto tempo dormia? Depois, os próprios académicos e whatever, que queriam saber a vida pessoal de todos nós, e normalmente não nos deixavam vir embora sem uma justificação bastante forte (pelos vistos, estarmos a ponto de vomitar ou com um cansaço que andamos, literalmente, a dormir em pé, não é motivo de saída). Pá, e depois (outro) não sou do tipo de pessoas que acata ordens daquela forma. Sempre a berrarem (eu sei que é assim), mas não consigo. Ultrapassa-me.
E ainda há a questão da humilhação. As pinturas eram engraçadas, gostava de berrar as músicas, mas uma coisa que não aguentava, nem aguento, é mandarem-nos fazer coisas humilhantes. E ainda se punham a rir uns prós outros e a comentar em voz alta "Já viste as figurinhas? Que anormais!" e cenas assim. É que quando vocês falam em não fazermos o que não queremos, eles não o entendem. Do tipo "fazes, e se não fizeres uma coisa que seja do que nós queremos, és anti-praxe".
Eu sei que isto é assim, que há sítios piores, que até há uns anos atrás até podia ser pior, mas eu nunca vi o espirito académico assim. É uma pena, podem alguns (ou a maioria pensar), mas eu não me vou submeter a isso.
Ahn, e muitos obrigadas pelas vossas opiniões
Já vi que temos por cá muitos universitários
Realmente é como tudo, há praxes e praxes. E nisso de preferir estar no meu cantinho, eu sou igual. Mas acho que tive uma experiência diferente... E numa coisa o Sammu tem razão: a primeira semana é mesmo a pior. Depois as coisas modificam-se. Eu lembro-me particularmente das minhas Doutoras em Dentária andarem atrás de mim porque eu sabia tocar violino, então elas queriam levar-me para a Tuna. A primeira vez que vieram ter comigo não estavam trajadas nem nada, mas eu fiquei cheia de medo delas. Tanto que elas até se riram e disseram para eu não ter medo delas.
Outra coisa que me aconteceu foi ter ficado doente (eu costumo apanhar gripe no Outono/Inverno) e ter ido para a praxe sem voz. Foram todos compreensivos na questão de eu não poder gritar. A única coisa que me mandaram fazer foi gozar com um Doutor que também estava sem voz (e aí ele praxou-me à séria, mas foi mesmo engraçado, heh). Uma Doutora até foi comigo à farmácia para comprar uns medicamentos, e pelo caminho deu-me uns conselhos sobre o que havia de fazer à minha vida.
Enfim, experiências são experiências. Talvez nas cidades onde haja uma Tradição Académica mais consolidada e forte as coisas sejam vistas de outra maneira. Em Lisboa, as pessoas na rua já me chamaram de "Doutora da Morte" e coisas piores... Inclusive já nos chamaram de "ditadores" e coisas muito... Enfim... [Esta imagem já não existe]
(Um aparte: é verdade, as pessoas do fórum têm vindo a crescer, agora já há muitos universitários!
)
dizzy22 escreveu:prefiro estar no meu cantinho e assim, mas estava a tornar-se mesmo um problema, atá a nível pessoal, pois íamos de manhã e à noite havia jantares e noitadas, e depois lá ia de manhãzinha outra vez, e pá, quanto tempo dormia? Depois, os próprios académicos e whatever, que queriam saber a vida pessoal de todos nós, e normalmente não nos deixavam vir embora sem uma justificação bastante forte (pelos vistos, estarmos a ponto de vomitar ou com um cansaço que andamos, literalmente, a dormir em pé, não é motivo de saída). Pá, e depois (outro) não sou do tipo de pessoas que acata ordens daquela forma. Sempre a berrarem (eu sei que é assim), mas não consigo. Ultrapassa-me.
E ainda há a questão da humilhação. As pinturas eram engraçadas, gostava de berrar as músicas, mas uma coisa que não aguentava, nem aguento, é mandarem-nos fazer coisas humilhantes. E ainda se punham a rir uns prós outros e a comentar em voz alta "Já viste as figurinhas? Que anormais!" e cenas assim. É que quando vocês falam em não fazermos o que não queremos, eles não o entendem. Do tipo "fazes, e se não fizeres uma coisa que seja do que nós queremos, és anti-praxe".
És igualzinha a mim
. Eu cá prefiro andar sozinha do que passar figurinhas. Sempre fui uma pessoa calma que não gosta de mandar nem de ser mandada. Pode ser apenas na desportiva e para integração mas certas cenas que já vi no Youtube são humilhantes! E isso de dizerem que as praxes ajudam na integração é muito vago. É certo que se alinhares nas praxes conheces muito mais pessoal mas ninguém garante que vão ficar grandes amigos ou mesmo que sejam de confiança. Eu prefiro andar uns tempos sozinha e ir conhecendo o pessoal que calhar na mesma área que eu. Penso que as pessoas deviam tirar a ideia de que "és anti-praxe, és anti-social" porque isso não é verdade! Há pessoas mais sensíveis e pessoas mais radicais! Nem todos gostamos de ser mandados, mesmo que seja numa de desportiva.
If we should get separated, just whistle. I'll come running. I promise.
Há 1 ano nesta magnífica comunidade!
ashe12mariana escreveu:E isso de dizerem que as praxes ajudam na integração é muito vago. É certo que se alinhares nas praxes conheces muito mais pessoal mas ninguém garante que vão ficar grandes amigos ou mesmo que sejam de confiança. Eu prefiro andar uns tempos sozinha e ir conhecendo o pessoal que calhar na mesma área que eu. Penso que as pessoas deviam tirar a ideia de que "és anti-praxe, és anti-social" porque isso não é verdade! Há pessoas mais sensíveis e pessoas mais radicais! Nem todos gostamos de ser mandados, mesmo que seja numa de desportiva.
Isso é óbvio. E olha que eu antes de entrar para a faculdade dizia que nunca iria deixar que me praxassem. Eu acho que as pessoas devem experimentar; se gostam, gostam, se não gostam, não gostam. Talvez existam pessoas que digam "Se és anti-praxe, és anti-social". Eu não sou dessas pessoas.
Aliás, o melhor exemplo que conheço é duma amiga minha que foi praxada na Universidade do Porto. Ela adorou a praxe de lá, fez muitos amigos, tanto da praxe como sem ser da praxe. Achava divertido, foi ao cortejo, fez tudo. Por circunstâncias da vida dela, teve de mudar para os Açores e odiou a praxe de lá. Para ela, eram mal-educados, humilhavam as pessoas sem intenções de brincadeira. Foi declarada anti-praxe lá e fez amigos da praxe à mesma. Há pessoas mais velhas que não gostam dela, há outras que gostam. É como tudo. Ninguém tem nem deve acatar aquilo que não gosta e que não quer. Quando ela voltar para o Porto, vai certamente voltar à praxe no Porto, a praxe que ela gostou. É simples, volto a repetir: só é praxado quem quer
Eu nem sabia quem dos meus colegas de curso deste ano tinham sido ou não praxados, somos tantos que ainda nem sequer nos conhecemos todos. Não é por isso que vou deixar de ser amiga de ninguém...
Ai jasuuuus
ainda no outro dia eu e a DiiLuna tivemos a falar das praxes a noite toda xDDDDDDDD
Eh pah devo dizer q não tenho base d comparação com outras facs pa dizer s foi mais ou menos dura a minha praxe q a dos outros caloiros, mas eu acho q não foi propriamente um mar d rosas...
Tenho uma bela cicatriz no joelho direito que fiz quando cai um trambolhão a fazer uma invasão...
andei uma semana sem poder ver cabeças de peixe a menos d 20 metros de mim e
acho q nunca mais vou comer leitão da bairrada sem pensar em que andei com a cabeça dum toda cheia de bolor espetada num pau e de ter q andar a dar beijos nakilo.
Ou de ter q fazer a dança da chuva
ou de levar com sopa podre na cabeça
ou de comer ovos crus
Ou d cada vez q me risse encher 20 (Eu juro q na semana a seguir ás praxes me sentia super saudável
) e acreditem q pra eu começar a rir n leva mt trabalho 
é assim dizer q as praxes nos unem... eh pah Balelas... s tu fores pra la não vais fazer mais amigos do q s n fores, é claro q ficam sempre as recordações das praxes , mas não é por ai. Eu fui pk toda a gente ia, mas ate hj quase não falo aos meus academicos (prai pra cima acho q s chamam dotores)
Acho que todos deviam experimentar ser praxados, não por nada em especial, apenas como experiência de vida. qualquer coisa podem sempre dizer q são anti praxes e morre ali o assunto
ainda no outro dia eu e a DiiLuna tivemos a falar das praxes a noite toda xDDDDDDDD
Eh pah devo dizer q não tenho base d comparação com outras facs pa dizer s foi mais ou menos dura a minha praxe q a dos outros caloiros, mas eu acho q não foi propriamente um mar d rosas...
Tenho uma bela cicatriz no joelho direito que fiz quando cai um trambolhão a fazer uma invasão...
andei uma semana sem poder ver cabeças de peixe a menos d 20 metros de mim e
acho q nunca mais vou comer leitão da bairrada sem pensar em que andei com a cabeça dum toda cheia de bolor espetada num pau e de ter q andar a dar beijos nakilo.
Ou de ter q fazer a dança da chuva
ou de levar com sopa podre na cabeça
ou de comer ovos crus
Ou d cada vez q me risse encher 20 (Eu juro q na semana a seguir ás praxes me sentia super saudável
) e acreditem q pra eu começar a rir n leva mt trabalho 
é assim dizer q as praxes nos unem... eh pah Balelas... s tu fores pra la não vais fazer mais amigos do q s n fores, é claro q ficam sempre as recordações das praxes , mas não é por ai. Eu fui pk toda a gente ia, mas ate hj quase não falo aos meus academicos (prai pra cima acho q s chamam dotores)

Acho que todos deviam experimentar ser praxados, não por nada em especial, apenas como experiência de vida. qualquer coisa podem sempre dizer q são anti praxes e morre ali o assunto

bom eu hoje fiquei a saber que existem faculdades em que se não fores á praxe és castigado! Oh My! eu fiquei logo com os cabelos em pé! Cada um decide se quer ou não, o 25 de Abril já passou e somos livres de dizer Sim ou Não, é essa a minha opinião, eu nunca irei a uma praxe se for para me humilharem e para me gozarem nem nada do género, eu se for é para me divertir e mais nada, eu acho que a praxe deve ser uma maneira de boas vindas alegre, divertida e mesmo só para rir e fazer amizade, Não para humilhar e rir com risos de troça, nunca fui praxada, mas quando eu entrar na faculdade desejo que me entendão se eu disser Não e que Não me humilhem nem me façam passar por parva se eu disser Sim. 

jnpereira95
Tratem-me por Joana! XD
dizzy22 escreveu: Do tipo "fazes, e se não fizeres uma coisa que seja do que nós queremos, és anti-praxe".
Bem eu sei k ah faculdade que dizem isso, mas na pratica nao o podem fazer...
Porque ninguem é obrigado a fazer o que quer que seja... e se vos obrigarem podem apresentar queixa-crime...
Vcx devem conhecer mtx caso de praxes k ja foram parar a tribunal e sao smp os caloiros k ganham as causas...
Pk a praxe eh uma coisa pa integraxao e bala bla...
Ele mandam, tudo bem... mx tb têm limites!!!
So que eles têm é a mania de meter medo aos caloiros...
(kmg tadinhos os meus doutores n tiveram mt sorte :p Agr vai ser a minha vez... Mx tb n vou kerer ir pa comixao)

É assim...de minha parte, se não se importarem, copio o que escrevi num outro fórum (a Kristea já lá deve ter lido
):
Na faculdade onde ano, a FFUL, as praxes são muito engraçadas e têm como principal objectivo o divertimento e integração dos CALOIROS. A praxe é para ELES, e como tal, abusos só se for algum doutor mais parvo, mas não é comum, até porque temos a Muy Nobre Academia de Pharmacia, que controla a coisa (é o órgão de alunos, associado à AE, que coordena e
controla a Tradição Académica na nossa faculdade, que preside os Tribunais de Praxe e afins).
Geralmente, vê-se até os caloiros a rirem-se (não que possam. Caloiro que é caloiro não mostra os dentes! LOOOOL estou a brincar) com as coisas que eles próprios são postos a fazer =)
Eu já fui praxada. Apesar de ter tido uma ou outra coisa que não gostei, no geral foi por parte de um ou outro doutor em particular, porque no geral não foi mau, e até me podia ter divertido muito mais, como a maior parte dos meus colegas, se não estivesse tão aterrorizada
Mas houve sem dúvida coisas que adorei mesmo, e praxes que achei divertidissimas, e uma das marcas da nossa praxe é de facto o empenho dos "doutores" em familiarizar os caloiros com a faculdade, com o espaço em redor, com o curso, com a tradição, e, principalmente, esforçam-se por "obrigar" os caloiros a socializar uns com os outros, a conhecerem-se e a aprender a funcionar como equipa, a serem uns pelos outros =)
Agora estou no meu 3º ano, 3ª matrícula, altura em que, no meu curso e faculdade, em k são pelo menos 5 matrículas para acabar o curso, só podem praxar os alunos com 3 ou mais matrículas. Como tal comecei este ano e estou a adorar, mas a minha maior atenção é para que os caloiros estejam a gostar e se vejo algum mais nervoso mudo de imediato o meu tom de voz e converso melhor com ele a perguntar se tá tudo bem, que aquilo é na maior e se ele tá a precisar de alguma coisa ou assim. E todos são livres de se negar a fazer alguma coisa em particular que mandemos, caso achem que isso os ofende ou humilha enquanto pessoas. Porque é assim que as coisas funcionam na FFUL. Nós respeitamos os caloiros. E acho que quem se declaram anti-praxe só perde, mas isso são as escolhas de cada um =)
Ah! E na nossa faculdade, praxe académica não é apenas as brincadeiras de recepção ao caloiro. São todas as cerimónias como traçar da capa, imposição de insígnias, benção das fitas... Trajar...
Como tal, alguém que seja anti-praxe, não é praxado na recepção, mas também não pode trajar não senhora, ao contrário de algumas faculdades, pelo que li do comentário da Lumi-chan
):Na faculdade onde ano, a FFUL, as praxes são muito engraçadas e têm como principal objectivo o divertimento e integração dos CALOIROS. A praxe é para ELES, e como tal, abusos só se for algum doutor mais parvo, mas não é comum, até porque temos a Muy Nobre Academia de Pharmacia, que controla a coisa (é o órgão de alunos, associado à AE, que coordena e
controla a Tradição Académica na nossa faculdade, que preside os Tribunais de Praxe e afins).
Geralmente, vê-se até os caloiros a rirem-se (não que possam. Caloiro que é caloiro não mostra os dentes! LOOOOL estou a brincar) com as coisas que eles próprios são postos a fazer =)
Eu já fui praxada. Apesar de ter tido uma ou outra coisa que não gostei, no geral foi por parte de um ou outro doutor em particular, porque no geral não foi mau, e até me podia ter divertido muito mais, como a maior parte dos meus colegas, se não estivesse tão aterrorizada
Mas houve sem dúvida coisas que adorei mesmo, e praxes que achei divertidissimas, e uma das marcas da nossa praxe é de facto o empenho dos "doutores" em familiarizar os caloiros com a faculdade, com o espaço em redor, com o curso, com a tradição, e, principalmente, esforçam-se por "obrigar" os caloiros a socializar uns com os outros, a conhecerem-se e a aprender a funcionar como equipa, a serem uns pelos outros =)Agora estou no meu 3º ano, 3ª matrícula, altura em que, no meu curso e faculdade, em k são pelo menos 5 matrículas para acabar o curso, só podem praxar os alunos com 3 ou mais matrículas. Como tal comecei este ano e estou a adorar, mas a minha maior atenção é para que os caloiros estejam a gostar e se vejo algum mais nervoso mudo de imediato o meu tom de voz e converso melhor com ele a perguntar se tá tudo bem, que aquilo é na maior e se ele tá a precisar de alguma coisa ou assim. E todos são livres de se negar a fazer alguma coisa em particular que mandemos, caso achem que isso os ofende ou humilha enquanto pessoas. Porque é assim que as coisas funcionam na FFUL. Nós respeitamos os caloiros. E acho que quem se declaram anti-praxe só perde, mas isso são as escolhas de cada um =)
Ah! E na nossa faculdade, praxe académica não é apenas as brincadeiras de recepção ao caloiro. São todas as cerimónias como traçar da capa, imposição de insígnias, benção das fitas... Trajar...
Como tal, alguém que seja anti-praxe, não é praxado na recepção, mas também não pode trajar não senhora, ao contrário de algumas faculdades, pelo que li do comentário da Lumi-chan

Ai tantas dúvidas que eu tenho 
Nós podemos aceitar (ou não) ser praxados, mas se dissermos que queremos ir á praxe somos obrigados a fazer tudo o que os doutores querem ou podemos aceitar fazer apenas aquilo que nos parece divertido e se acharmos que esta ou aquela coisa é um pouco humilhante dizermos que não queremos fazer? Isso conta para não pudermos ser trajados?

Nós podemos aceitar (ou não) ser praxados, mas se dissermos que queremos ir á praxe somos obrigados a fazer tudo o que os doutores querem ou podemos aceitar fazer apenas aquilo que nos parece divertido e se acharmos que esta ou aquela coisa é um pouco humilhante dizermos que não queremos fazer? Isso conta para não pudermos ser trajados?
If we should get separated, just whistle. I'll come running. I promise.
Há 1 ano nesta magnífica comunidade!
S, tu podes vestir o que bem te apetecer e o traje é e sempre será académico, portanto é um assunto diferente da praxe... Claro que quem não andar a ser praxado não pode praxar, não pode fazer o que estiver ligado à praxe, mas pode perfeitamente usar o traje. É algo geral, não de nenhuma faculdade em especial.
E devo dizer que há coisas que me admira de ler aqui sobre a praxe porque a minha n foi nada por aí além.. Quer dizer, eu estou em Coimbra (FCTUC) e aqui temos um código da praxe, que, entre outras coisas, nos proíbe de pintar os caloiros e tanto caloiros como doutores têm horas limite para andar fora de casa de noite (dependendo do nº de matrículas), senão ao encontrar uma trupe não é muito simpático (aos rapazes é rapar o cabelo, nas raparigas podem corta-lo até metade do cabelo mais curto).
Mas lá está, depende muito da fac...
Sobre o vocês se recusarem, vocês têm todo o direito a recusar qualquer coisa, nenhum doutor vos pode obrigar a fazer isto ou aquilo (aliás, há aquela coisa de que quando se tira fotos ou assim, diz-se aos caloiros que se alguém perguntar eles estão a fazer isso porque querem, visto que a praxe não pode ser fotografada ou filmada), mas se os doutores se armarem muito vocês têm é de pegar e ir fazer queixa a quem estiver a 'mandar' nas praxes, porque habitualmente há sempre quem esteja a controlar isso e que têm de vos dar razão. O objectivo da praxe é que os caloiros se divirtam e fiquem a conhecer a fac e os colegas, o eles fazerem coisas que não querem vai contra isso, aliás, mesmo nos cânticos ou assim, vocês se forem contra dizer asneiras, podem perfeitamente não as dizer, tenho uma doutora que até fez questão de sublinhar isso quando estávamos a praxar...
E devo dizer que há coisas que me admira de ler aqui sobre a praxe porque a minha n foi nada por aí além.. Quer dizer, eu estou em Coimbra (FCTUC) e aqui temos um código da praxe, que, entre outras coisas, nos proíbe de pintar os caloiros e tanto caloiros como doutores têm horas limite para andar fora de casa de noite (dependendo do nº de matrículas), senão ao encontrar uma trupe não é muito simpático (aos rapazes é rapar o cabelo, nas raparigas podem corta-lo até metade do cabelo mais curto).
Mas lá está, depende muito da fac...
Sobre o vocês se recusarem, vocês têm todo o direito a recusar qualquer coisa, nenhum doutor vos pode obrigar a fazer isto ou aquilo (aliás, há aquela coisa de que quando se tira fotos ou assim, diz-se aos caloiros que se alguém perguntar eles estão a fazer isso porque querem, visto que a praxe não pode ser fotografada ou filmada), mas se os doutores se armarem muito vocês têm é de pegar e ir fazer queixa a quem estiver a 'mandar' nas praxes, porque habitualmente há sempre quem esteja a controlar isso e que têm de vos dar razão. O objectivo da praxe é que os caloiros se divirtam e fiquem a conhecer a fac e os colegas, o eles fazerem coisas que não querem vai contra isso, aliás, mesmo nos cânticos ou assim, vocês se forem contra dizer asneiras, podem perfeitamente não as dizer, tenho uma doutora que até fez questão de sublinhar isso quando estávamos a praxar...

For Disney fans ^^

Jobem se és cobarde e medricas?
Então não te aproximes de nós...
Se tiveres coragem ou se fores doido tenta enfrentar-nos.....
- Gang Terror Negro
ps- não aceitamos devoluções e não nos responsabilizamos por danos físicos causados muahahahah
Obrigada Lumi-Chan pela informação. Foi muito útil =)
Bem se calhar não é caso para eu dramatizar
. Ainda me faltam 2 anos para ir para a Faculdade. Daqui até lá nunca se sabe o que vai acontecer 
Bem se calhar não é caso para eu dramatizar
. Ainda me faltam 2 anos para ir para a Faculdade. Daqui até lá nunca se sabe o que vai acontecer 
If we should get separated, just whistle. I'll come running. I promise.
Há 1 ano nesta magnífica comunidade!
Lumi-chan escreveu:S, tu podes vestir o que bem te apetecer e o traje é e sempre será académico, portanto é um assunto diferente da praxe... Claro que quem não andar a ser praxado não pode praxar, não pode fazer o que estiver ligado à praxe, mas pode perfeitamente usar o traje. É algo geral, não de nenhuma faculdade em especial.
Não lumi, isso depende do código de praxe que vocês seguem.
Nós temos uma tradição académica em que praxe é tudo relacionado à tradição académica. Se te declaras anti-praxe, declaraste contra tudo.
Podes-te negar a particiar em algo especifico porque tens um compromisso importante e tens de ir embora, ou porque te sentes ofendida com aquilo, ou porque estás doente e bla bla bla. Mas na minha faculdade se te declaras completamente anti-praxe, não se justifica usares o traje académico, que representa a igualdade entre os estudantes, que interioriza todo o espirito académico e de praxe... Se és anti-praxe, qual é o espirito de vestir o traje?
Mas pronto, na FFUL temos uma tradição, um orgão especifico de alunos que coordena e organiza toda a praxe e que cuida para que as coisas andem nos eixos.
Não andamos 1 mês e tal a praxar caloiros, não os fazemos faltar às aulas. São praxados na semana das matrículas e depois têm só dias especificos organizados de forma a não faltarem a aulas...
E posso apenas dizer que tivemos caloiros este ano na semana das matrículas que mesmo tendo matriculado-se 2ª ou 3ª feira, 4ª 5ª e 6ª apareceram todos os dias apenas para serem praxados, porque gostavam de lá estar connosco.
Claro que temos depois um dia de Peddypaper que é + puxado, apesar de ser o dia + divertido de praxe, falando pela minha experiência de quando fui caloira (porque este ano, como doutora... minha nossa, traje, sapatos, e sol tão forte... Não combina mesmo nada...).
Temos o Dia D que tem várias coisas divertidas e apenas um ou outro momento mais dificil de engolir...
Mas a verdade é que eles chegaram todos, mais um ano, ao final dos dias e estavam na maior...
E para mim, enquanto doutora este ano, se há coisa que me fez feliz foi reparar hoje, em que já estavamos todos em aulas, que nos intervalos, no bar, os grupos de caloiros pelos quais fui responsável no peddy papper e dia D... Estavam juntos no bar, a conviver =) e viam-se muitos grupos assim mesmo, por se terem conhecido e assim...
E ontem no jantar do caloiro eles todos falavam com todos, brindavam com todos e com todos os doutores.
É lindo de se ver! Mostra como a Praxe não é esse bixo de 7 cabeças, pelo menos não onde fui parar.
E hoje arrependo-me de não ter vivido + a minha praxe na altura que fui caloira.
Mas isto é um sentimento que nos apanha a todos, depois de nos vermos do outro lado. ehehSailor S escreveu:Agora estou no meu 3º ano, 3ª matrícula, altura em que, no meu curso e faculdade, em k são pelo menos 5 matrículas para acabar o curso, só podem praxar os alunos com 3 ou mais matrículas. Como tal comecei este ano e estou a adorar, mas a minha maior atenção é para que os caloiros estejam a gostar e se vejo algum mais nervoso mudo de imediato o meu tom de voz e converso melhor com ele a perguntar se tá tudo bem, que aquilo é na maior e se ele tá a precisar de alguma coisa ou assim. E todos são livres de se negar a fazer alguma coisa em particular que mandemos, caso achem que isso os ofende ou humilha enquanto pessoas. Porque é assim que as coisas funcionam na FFUL. Nós respeitamos os caloiros. E acho que quem se declaram anti-praxe só perde, mas isso são as escolhas de cada um =)
Acho que isto basicamente resume uma praxe bem feita. Claro que tinha que ser numa faculdade de farmácia. [Esta imagem já não existe]
Eu hoje e ontem estive a praxar, porque tal como a S, tenho as 3 matrículas. Houveram situações em que eles de divertiram, e eu tentei fazer por isso, mas quando chegam finalistas/veteranos/dux, eu basicamente retiro-me e reduzo-me à minha insignificância
''E se calhar é aí que eu vejo umas caras mais aterrorizadas (ha sempre muitos que se divertem, mas ha outros que têm cara de puro frete).
Se dependesse de mim, a praxe na minha casa era bem mais divertida, com os momentos sérios que têm que existir claro, mas menos... menos formal. Não é à toa que de 90 e tal alunos, 25 ou 26 ficaram na prax.
Cabe-nos a nós, actuais praxistas de baixo grau, e ainda mais futuramente enquanto quartanistas/finalistas (espero que ninguém seja veterano
) mudar esta mentalidade.
Sammu, és fixe!
jnpereira95 escreveu:bom eu hoje fiquei a saber que existem faculdades em que se não fores á praxe és castigado! Oh My! eu fiquei logo com os cabelos em pé! Cada um decide se quer ou não, o 25 de Abril já passou e somos livres de dizer Sim ou Não, é essa a minha opinião, eu nunca irei a uma praxe se for para me humilharem e para me gozarem nem nada do género, eu se for é para me divertir e mais nada, eu acho que a praxe deve ser uma maneira de boas vindas alegre, divertida e mesmo só para rir e fazer amizade, Não para humilhar e rir com risos de troça, nunca fui praxada, mas quando eu entrar na faculdade desejo que me entendão se eu disser Não e que Não me humilhem nem me façam passar por parva se eu disser Sim.
Quanto a isto nunca ouvi falar, mas uma coisa te digo, isso não é permitido e só aceita o castigo quem for muito burro. Como dizes e bem, o 25 de Abril já passou e ninguém tem o direito de praxar um anti-praxe, é contra o código de praxe (que eu agora tenho que andar com esse código na pasta
).Ainda em relação ao traje, cá no Porto é proibido um anti-praxe andar vestido com o traje dentro da faculdade, pois é uma falta de respeito para todos os colegas e doutores uma vez que não passaram pelo mesmo que eles, mas claro que o pode vestir fora da faculdade, ai ninguém têm nada a ver com isso, embora o traje nesses casos passe mais a vaidade e não tenha nenhum tipo de significado, porque quem passa pela praxe e veste o traje sente sempre algo e quando se lembra do ano de caloiro começa a sentir saudades, eu falo por mim.
Quando ao tempo limite de saida nocturna, cá no Porto também existe, os caloiros não podem ser vistos na rua depois das 21h01m (hoje vimos uma caloira ás 21h30m sozinha, por isso amanha esta lixada
) a não ser que estejam acompanhados dos pais, e têm tolerância de 5 minutos por cada namorada.
Quanto a doutores, não podem andar trajados na rua sozinhos depois da meia-noite, excepto em dias académicos, serenatas e afins.. existe também uma regra bastante estupida que ainda não confirmei, se um doutor estiver trajado na rua depois da 00h01m pode ser praxado por um caloiro, não tenho a certeza, mas ouvi dizer isso, mas pelo que disse em cima isto não tem a minima lógica.Em relação à primeira semana de praxe ser a mais dura, eu no meu caso não achei bem isso, por um lado eram mais horas, mas horas bem passadas e divertidas, porque até à latada eu até que gostei da praxe e tenho pena de não a ter aproveitado mais (andava com medo da praxe sem saber como era), depois da latada era mesmo para esquecer, eram praxes estupidas, autoritárias de mais, porcas, sem a minima higiene, e as nocturnas eram o fim do mundo. Este ano quando fui receber uns caloiros tive pena deles, viraxe um para o outro, “as praxes aqui são mesmo fixes, não nos atiram com ovos, farinha, nem nos sujam” e eu a pensar, “pois, isto é a fase do “dar mel” aos caloiros, deixa passar a latada e mudas logo de opinião”.
Depois fui com uns colegas tirar a “virgindade (de praxe)” a uns caloiros e ri-me como tudo, “caloiro, porque vens à praxe” e ele responde “para apanhar bebedeiras”, desata tudo a rir.. vem outro e na parte do “mostar o “sexo”” eles faz-nos rir como tudo, “o que? Isso não é permitido, é contra a lei, eu estive a ler umas cenas sobre a praxe e isso é imoral, voces não me podem fazer isso, porque não tem nada a ver com a praxe e o meu pai disse para não seguir praxes de caractér sexual
” estava todo nervoso, quase chorava, até que nós lhe tivemos que explicar o que era para ele não ter um piripake, tirou a graça toda à coisa
´. Lol Vem outro caloiro, tudo certinho, chega a parte de lhe explicar-mos as posições de praxe, e não é que o homenzinho desmaia? Nós todos preocupados, a tentar acordar o moço, já iamos chamar uma ambulância e tudo, e lá acorda ele e diz que não tinha tomado o pequeno-almoço, fomos com ele ao bar e então ficou conhecido como o desmaia. Só não foi para casa depois porque não quis, ainda tinha quem o levaxe.
Em relação ao dia de hoje, cá no Porto foi dia académico, então quando ia para o pavilhão do IPP com uns colegas para jogar futebol vi um montão de doutoras de educação básica aos berros, como se tivessem a praxar caloiros, a gente olha e tavam-se a praxar umas às outras, só nos ria-mos, olha aquelas, não têm caloiros praxam-se umas às outras, tadinhas.
Quando nos estavamos a vir embora vimos a caloirada de enfermagem toda em peso a ir para o metro, até deu pena, as aulas só começaram na 2ª e já estão mais porcas que sei lá o que.
À noite fui a um jantar com o meu padrinho e todos os afilhados dele até agora, eramos cerca de 25, jantar maravilha tudo certinho, não fomos trajados (ainda bem), até que 2 cromos que entraram no mesmo ano que eu quiseram-se armar em palhaços da noite, beberam até cair, pediram para lhes cortar o cabelo (falhas enormes com que ficaram), puseram musse na testa e no cabelo, só fizeram cromices..e a namorada do meu padrinho bebeu tanto que nem sabia o que fazia, andou por lá todas aos “esses” a abraçar o pessoal todo, a tirar fotos com cada um, queria ser madrinha de todos, até deu pena. O jantar acabou à meia noite e o pessoal ia todo para o piolho, beberem mais e iam para a praça do leões por liquido da loiça na fonte e baptizar o pessoal de forma mesmo porca, eu e um colega bazamos logo, primeiro porque a praxe para nós já acabou, não temos que fazer esse tipo de cenas e depois porque recusamos ir para a comissão de praxe para não voltarmos a ser praxados.
Eu fui à praxe no ano de caloiro para poder trajar, tive muitos problemas lá e decidi que não queria ser mais praxado depois de passar na tribuna, recusei a CP por isso mesmo, assim tenho mais tempo para estudar e para fazer o que quero, porque não iria nada gostar de ser praxado à noite quando já não sou caloiro e os semi-putos da CP têm que o ser, a cena dos jantares a toda a hora não são para mim, e isso de andar por ai a apanhar bebedeiras e nas saidas nocturnas não são bem a minha onda.
Tens de entrar para responderes neste tópico.


Reportar comentário
Escolhe o motivo da denúncia e acrescenta mais contexto se necessário.