A praxe
e dizzy, reconhecida criadora de tópicos de caractér académico e afins 
Bem, começou hoje a universidade e os mais novos (tipo eu) tiveram ou devem ter tido as suas primeiras experiências neste mundo fantástico que é a praxe v.v
Portanto, conto com vocês para nos darem o vosso maravilhoso relato (pode ser ao estilo Tardes da Júlia ou Você na TV
) de como foi/está a ser essa experiência.
Aqui para mim, odiei, desculpem lá. Eu estava na dúvida em aderir quando me disseram "ahn, e tal, e depois não tens ninguém para te ajudar, e não ficas a conhecer muita gente" e lá fui eu experimentar. Fogo, desisto. É de mais, chego atrasada a todas as aulas e ainda mais, a minha natureza humana (?) não é a de andar por ai feita monga a beber, e a gritar cânticos ordinários. É só. I quit v.v

Bem, começou hoje a universidade e os mais novos (tipo eu) tiveram ou devem ter tido as suas primeiras experiências neste mundo fantástico que é a praxe v.v
Portanto, conto com vocês para nos darem o vosso maravilhoso relato (pode ser ao estilo Tardes da Júlia ou Você na TV
) de como foi/está a ser essa experiência.Aqui para mim, odiei, desculpem lá. Eu estava na dúvida em aderir quando me disseram "ahn, e tal, e depois não tens ninguém para te ajudar, e não ficas a conhecer muita gente" e lá fui eu experimentar. Fogo, desisto. É de mais, chego atrasada a todas as aulas e ainda mais, a minha natureza humana (?) não é a de andar por ai feita monga a beber, e a gritar cânticos ordinários. É só. I quit v.v

thankes, *Kaoru : D

verde é verdocas , by lili 8D
Primeiro de tudo parabéns por teres entrado na fac, já agora em que faculdade estás e em que curso?
Depois, é verdade que a praxe serve para adaptar à faculdade, fazer amigos e divertir, embora nem em todas seja assim.
Quem entra na praxe, sabe que vai ser meio para o "pau mandado", mas à que levar na desportiva..
Eu fui caloiro no ano passado e passei por muitos maus momentos.. não geri bem a ideia de me ver afastado dos meus amigos do secundário, isso custou-me bastante, porque fui para uma faculdade em que não me dava bem com ninguém e só pensava nos que deixei para trás..depois, as praxes do meu curso eram tudo, menos para divertir, eramos humilhados e estavamos ali ainda pior que na tropa, tive para desistir, mas não o fiz porque tinha prometido à minha mãe que lhe dava o "orgulho" de me ver trajado e porque tive umas motivações especiais.
Agora que tudo isso acabou, sinto-me livre e é fixe ir para a faculdade trajado.
Mas como disse, não gostei muito da minha praxe e não irei fazer nada do que me fizeram aos que entraram este ano, porque a praxe serve para curtir e não para estar com medo e assim..
Se não tiverem a gostar de alguma cena na praxe, não tenham medo e falem com os doutores que estão à frente de praxe, porque isso serve é pa curtir.. e quando são as actividades entre faculdades é muito fixe mesmo...aproveitem o ano de caloiro, porque só existe uma vez na vida.
Depois, é verdade que a praxe serve para adaptar à faculdade, fazer amigos e divertir, embora nem em todas seja assim.
Quem entra na praxe, sabe que vai ser meio para o "pau mandado", mas à que levar na desportiva..
Eu fui caloiro no ano passado e passei por muitos maus momentos.. não geri bem a ideia de me ver afastado dos meus amigos do secundário, isso custou-me bastante, porque fui para uma faculdade em que não me dava bem com ninguém e só pensava nos que deixei para trás..depois, as praxes do meu curso eram tudo, menos para divertir, eramos humilhados e estavamos ali ainda pior que na tropa, tive para desistir, mas não o fiz porque tinha prometido à minha mãe que lhe dava o "orgulho" de me ver trajado e porque tive umas motivações especiais.

Agora que tudo isso acabou, sinto-me livre e é fixe ir para a faculdade trajado.
Mas como disse, não gostei muito da minha praxe e não irei fazer nada do que me fizeram aos que entraram este ano, porque a praxe serve para curtir e não para estar com medo e assim..
Se não tiverem a gostar de alguma cena na praxe, não tenham medo e falem com os doutores que estão à frente de praxe, porque isso serve é pa curtir.. e quando são as actividades entre faculdades é muito fixe mesmo...aproveitem o ano de caloiro, porque só existe uma vez na vida.

Eu no outro dia estive a falar com o meu sor de fluata transversal (ele anda na universdade no ultimo ano) e estivemos a falar sobre praxes e ele esteve-me a dizer o que lhe fizeram especialmente no Tribunal de Praxes e foi mt mau
mas se se quer o traje a que o merecer
Eu fiquei com medo!
Compreendo que se se for anti-praxe nao se recebe o traje e tb depois é se sempre visto como "anti-praxes" o que nao me parece ser nada bom na universidade... Eu nem sou contra as praxes mas ha cada uma mais estupida que a outra e bem humilhantes, acho que nao e facil levar isso na desportiva :/
E tambem tenho medo que influencie os meus estudos e as aulas pk nao se vai para a universidade "brincar".
Mas tb ainda me faltam 3 anos
' eu e que sou mt preocupada com o meu futuro (penso que isso seja uma coisa boa)
mas se se quer o traje a que o merecer
Eu fiquei com medo!
Compreendo que se se for anti-praxe nao se recebe o traje e tb depois é se sempre visto como "anti-praxes" o que nao me parece ser nada bom na universidade... Eu nem sou contra as praxes mas ha cada uma mais estupida que a outra e bem humilhantes, acho que nao e facil levar isso na desportiva :/ E tambem tenho medo que influencie os meus estudos e as aulas pk nao se vai para a universidade "brincar".
Mas tb ainda me faltam 3 anos
' eu e que sou mt preocupada com o meu futuro (penso que isso seja uma coisa boa)Como eu disse, cada faculdade e cada curso tem a sua praxe.. por exemplo, em educação básica como é quase tudo raparigas, é mesmo para divertir.
No meu caso, até à latada a praxe foi fixe, depois daí até ao tribunal de praxe foi muito mau, cheguei ao tribunal e até curti, fiquei quase 5 a 6 horas sentadinho sem fazer nenhum, de olhos vendados por algum tempo, tentaram-me assustar, mas tinha uma pequena brexa na venda e via o que se passava, levei na boa e foi dos dias que mais curti.
No meu caso, até à latada a praxe foi fixe, depois daí até ao tribunal de praxe foi muito mau, cheguei ao tribunal e até curti, fiquei quase 5 a 6 horas sentadinho sem fazer nenhum, de olhos vendados por algum tempo, tentaram-me assustar, mas tinha uma pequena brexa na venda e via o que se passava, levei na boa e foi dos dias que mais curti.

E que tal ouvirem o lado de um Veterano?(na minha faculdade somos Veteranos)
A praxe é coisa para levar na boa, há momentos bons e momentos maus, mas isso é como tudo na vida. Se fizerem o que os Veteranos ou Doutores mandarem nunca se dão mal, se acharem que há algo que não devem fazer por ser moralmente inconveniente para voces falem com os responsaveis. Em todas as faculdades deve haver uma Comisão de praxe ou algo semelhante, por isso se forem ter com os responsáveis eles de certeza que compreenderão o vosso lado visto que tambem já tiveram no mesmo papel.
Dizzy eu sei que é complicado e olha que um dos meus caloiros desitiu mal pos os pés hoje na escola e já choraram dois caloiros, mas eu e mais alguns dos meus colegas fomos ter com eles e falamos com calma. Esta noite foi de conviviu com eles...
Eu já estive no lugar de caloira e agora estou no lugar de Veterana e acreditem que é muito bom praxar depois de termos sofrido tanto na nossa propria praxe.
Levem na boa e não tenham medo, ninguem tem o direito de vos fazer mal fisica ou psicologicamente...
Aqui esta o ponto de vista da Veterana Joana da Escola Superior Agraria de Beja
A praxe é coisa para levar na boa, há momentos bons e momentos maus, mas isso é como tudo na vida. Se fizerem o que os Veteranos ou Doutores mandarem nunca se dão mal, se acharem que há algo que não devem fazer por ser moralmente inconveniente para voces falem com os responsaveis. Em todas as faculdades deve haver uma Comisão de praxe ou algo semelhante, por isso se forem ter com os responsáveis eles de certeza que compreenderão o vosso lado visto que tambem já tiveram no mesmo papel.
Dizzy eu sei que é complicado e olha que um dos meus caloiros desitiu mal pos os pés hoje na escola e já choraram dois caloiros, mas eu e mais alguns dos meus colegas fomos ter com eles e falamos com calma. Esta noite foi de conviviu com eles...
Eu já estive no lugar de caloira e agora estou no lugar de Veterana e acreditem que é muito bom praxar depois de termos sofrido tanto na nossa propria praxe.
Levem na boa e não tenham medo, ninguem tem o direito de vos fazer mal fisica ou psicologicamente...
Aqui esta o ponto de vista da Veterana Joana da Escola Superior Agraria de Beja


Obrigado Dumpling <3
Um pequeno pormenor, o traje não é exclusivo da praxe, ninguém tem de ser praxado para usar traje, têm é de ser praxados se quiserem depois praxar.
E depois há a questão de que a praxe muda de curso para curso, de faculdade para faculdade, depende muito das pessoas e isso, eu tive sorte com a praxe, diverti-me imenso e foi uma óptima forma de ficar a conhecer o pessoal do curso e agr este ano é óptimo poder andar de traje e isso =)
E dizzy isso de chegar atrasado a aulas é dos vossos doutores, hj era suposto os caloiros do meu curso n terem a aula, mas o prof apareceu e nós andamos a avisa-los e a manda-los para a aula, portanto
E depois há a questão de que a praxe muda de curso para curso, de faculdade para faculdade, depende muito das pessoas e isso, eu tive sorte com a praxe, diverti-me imenso e foi uma óptima forma de ficar a conhecer o pessoal do curso e agr este ano é óptimo poder andar de traje e isso =)
E dizzy isso de chegar atrasado a aulas é dos vossos doutores, hj era suposto os caloiros do meu curso n terem a aula, mas o prof apareceu e nós andamos a avisa-los e a manda-los para a aula, portanto


For Disney fans ^^

Jobem se és cobarde e medricas?
Então não te aproximes de nós...
Se tiveres coragem ou se fores doido tenta enfrentar-nos.....
- Gang Terror Negro
ps- não aceitamos devoluções e não nos responsabilizamos por danos físicos causados muahahahah
Ai está Lumi, na minha faculdade é o inverso da tua, tentam fazer o que podem para os caloiros faltarem às aulas teóricas e no meu ano tive que fugir umas tantas vezes da praxe para ir pas aulas, como eu digo, varia de faculdade para faculdade.
Quanto ao traje, não tem sentido vesti-lo sem ter passado pela praxe, pois ai deixa de ter valor, passa mesmo a ser uma peça de vestuário vulgar.. eu fui praxado só mesmo para o vestir, e agora que olho para os caloiros e vejo que já estive naquele lugar acho meio estranho, mas muito divertido.
Eu sou dos poucos este ano que não faço parte da comissão de praxe, pois ai iria ter muitas obrigações e não teria a tempo para estudar e divertir-me com os meus amigos de fora da faculdade.. posso praxar na mesma, mas só com autorização de quem está à frente de praxe, como veem, não perdi nada, antes pelo contrário.
Gosto do espirito de união que existe agora, quando era caloiro não se notou tanto entre nós, mas agora que já posso tratar o pessoal que me praxou por "tu", tudo se tornou melhor.
O primeiro ano serve mesmo para tentar curtir e levar na boa.
Tive um caloiro este ano que fez rir quando lhe perguntamos "porque vens à praxe?" ele respondeu "para apanhar bebedeiras", tanto quanto eu sei, nós como doutores, somos responsáveis por eles nas praxes e não os podemos deixar apanhar bebedeiras.
Boa sorte para quem entra este ano.
Quanto ao traje, não tem sentido vesti-lo sem ter passado pela praxe, pois ai deixa de ter valor, passa mesmo a ser uma peça de vestuário vulgar.. eu fui praxado só mesmo para o vestir, e agora que olho para os caloiros e vejo que já estive naquele lugar acho meio estranho, mas muito divertido.
Eu sou dos poucos este ano que não faço parte da comissão de praxe, pois ai iria ter muitas obrigações e não teria a tempo para estudar e divertir-me com os meus amigos de fora da faculdade.. posso praxar na mesma, mas só com autorização de quem está à frente de praxe, como veem, não perdi nada, antes pelo contrário.

Gosto do espirito de união que existe agora, quando era caloiro não se notou tanto entre nós, mas agora que já posso tratar o pessoal que me praxou por "tu", tudo se tornou melhor.
O primeiro ano serve mesmo para tentar curtir e levar na boa.
Tive um caloiro este ano que fez rir quando lhe perguntamos "porque vens à praxe?" ele respondeu "para apanhar bebedeiras", tanto quanto eu sei, nós como doutores, somos responsáveis por eles nas praxes e não os podemos deixar apanhar bebedeiras.
Boa sorte para quem entra este ano.

Eu já fui caloira duas vezes, portanto já fui praxada duas vezes. Sei como a praxe é muito diferente entre cursos e universidades, porque já fui praxada em duas cidades diferentes. Finalmente, com 3 matrículas, já posso praxar.
O ano de caloira, em termos de praxe, que mais cumpri e que mais levei "à séria" foi o primeiro ano, na Faculdade de Medicina Dentária na Universidade do Porto. A praxe no Porto, na maior parte das faculdades, é levada à séria. E na primeira semana só pensava: fogo, mas porque é que os Doutores se queixam do calor se andam trajados porque querem? Porque é que berram sempre connosco como se não fôssemos nada? Porque é que se incomodam em repetir que o melhor ano é o de caloiro? Isto de melhor não tem nada!
Era isto o que pensava. Mas acho que, depois de deixarmos de sermos caloiros, as coisas mudam tão radicalmente que compreendemos que, na verdade, a praxe não é assim tão má quanto isso. Os Doutores não são assim tão maus quanto isso. Na verdade, são pessoas iguaizinhas a nós.
Na FMDUP, a maior parte das pessoas com quem, na altura, travei amizade, foi através da praxe. Lembro-me particularmente dum dia em que nos ataram as mãos, caloiro com caloiro, e nos mandaram dar de comer uns aos outros. Foi assim que travei amizade com o rapaz que estava à minha frente, e acabámos por descobrir inclusive que tínhamos um amigo em comum. Foi giro.
Na praxe fui humilhada, passei por momentos difíceis, estavam sempre a recordar-nos como não tínhamos entrado no curso em que queríamos ter entrado, em como éramos burros por não o ter feito. Fiquei com as mãos doridas, com os pés cansados, constipei-me, levei com porcaria em cima. Mas na praxe também me respeitaram, tiveram o cuidado de saber se era uma pessoa doente, mandavam-me não fazer flexões quando todos os meus colegas as faziam. E eu fazia à mesma, porque assim éramos um grupo. Havia momentos piores, mas havia momentos em que nos fartávamos de rir quando representávamos em peças de teatro inventadas por eles. E os Doutores divertiam-se connosco. Quando lutávamos contra as outras faculdades éramos espezinhados, e mesmo quando nos portávamos razoavelmente bem éramos humilhados pelos Doutores. Mas tudo servia para favorecer o espírito de equipa. E confesso: se não tivesse sido a praxe, eu teria desistido do meu primeiro ano de faculdade muito mais cedo do que fiz.
Em Lisboa foi tudo completamente diferente: já não havia um espírito de praxe tão forte, tão unido. Era caloiro para seu lado num curso de quase 400 pessoas. Fazia-me imensa confusão, confesso. Ainda me faz confusão ver na rua alguns Doutores de óculos de sol, com as unhas pintadas. No Porto não é permitido. E faz-me confusão, mas em Lisboa é assim. Fui caloira à mesma, fui praxada na mesma. A praxe foi muito diferente, mas mesmo assim conheci algumas pessoas, até mesmo pessoas que estiveram na minha antiga faculdade comigo.
Agora sou eu a praxar. Passei por dois anos de praxe e é tão giro ver os caloiros entrar. A Praxe é difícil de definir, e só quem passa por ela sabe o que é. Serve para fortalecer o espírito de união e de grupo. Quando se é Doutor e se vê um grupo de caloiros a discutir sobre como hão-de fazer aquela tarefa que os Doutores lhes deram, como irão eles fazer aquilo, que lhes parece impossível, é tão giro ver isso. Eles não sabem, mas estão a trabalhar em equipa. Quando se diz "Caloiro, não ri do outro caloiro", "Espírito de Manada", todas essas coisas servem para se respeitarem uns aos outros, para poderem trabalhar em equipa. Porque é impossível passar por um curso do ensino superior se não se sabe trabalhar em equipa. E a Praxe é uma tradição antiga que, de certa forma, acaba por ajudar os caloiros - mesmo que eles pensem que não!
O ano de caloira, em termos de praxe, que mais cumpri e que mais levei "à séria" foi o primeiro ano, na Faculdade de Medicina Dentária na Universidade do Porto. A praxe no Porto, na maior parte das faculdades, é levada à séria. E na primeira semana só pensava: fogo, mas porque é que os Doutores se queixam do calor se andam trajados porque querem? Porque é que berram sempre connosco como se não fôssemos nada? Porque é que se incomodam em repetir que o melhor ano é o de caloiro? Isto de melhor não tem nada!
Era isto o que pensava. Mas acho que, depois de deixarmos de sermos caloiros, as coisas mudam tão radicalmente que compreendemos que, na verdade, a praxe não é assim tão má quanto isso. Os Doutores não são assim tão maus quanto isso. Na verdade, são pessoas iguaizinhas a nós.
Na FMDUP, a maior parte das pessoas com quem, na altura, travei amizade, foi através da praxe. Lembro-me particularmente dum dia em que nos ataram as mãos, caloiro com caloiro, e nos mandaram dar de comer uns aos outros. Foi assim que travei amizade com o rapaz que estava à minha frente, e acabámos por descobrir inclusive que tínhamos um amigo em comum. Foi giro.
Na praxe fui humilhada, passei por momentos difíceis, estavam sempre a recordar-nos como não tínhamos entrado no curso em que queríamos ter entrado, em como éramos burros por não o ter feito. Fiquei com as mãos doridas, com os pés cansados, constipei-me, levei com porcaria em cima. Mas na praxe também me respeitaram, tiveram o cuidado de saber se era uma pessoa doente, mandavam-me não fazer flexões quando todos os meus colegas as faziam. E eu fazia à mesma, porque assim éramos um grupo. Havia momentos piores, mas havia momentos em que nos fartávamos de rir quando representávamos em peças de teatro inventadas por eles. E os Doutores divertiam-se connosco. Quando lutávamos contra as outras faculdades éramos espezinhados, e mesmo quando nos portávamos razoavelmente bem éramos humilhados pelos Doutores. Mas tudo servia para favorecer o espírito de equipa. E confesso: se não tivesse sido a praxe, eu teria desistido do meu primeiro ano de faculdade muito mais cedo do que fiz.
Em Lisboa foi tudo completamente diferente: já não havia um espírito de praxe tão forte, tão unido. Era caloiro para seu lado num curso de quase 400 pessoas. Fazia-me imensa confusão, confesso. Ainda me faz confusão ver na rua alguns Doutores de óculos de sol, com as unhas pintadas. No Porto não é permitido. E faz-me confusão, mas em Lisboa é assim. Fui caloira à mesma, fui praxada na mesma. A praxe foi muito diferente, mas mesmo assim conheci algumas pessoas, até mesmo pessoas que estiveram na minha antiga faculdade comigo.
Agora sou eu a praxar. Passei por dois anos de praxe e é tão giro ver os caloiros entrar. A Praxe é difícil de definir, e só quem passa por ela sabe o que é. Serve para fortalecer o espírito de união e de grupo. Quando se é Doutor e se vê um grupo de caloiros a discutir sobre como hão-de fazer aquela tarefa que os Doutores lhes deram, como irão eles fazer aquilo, que lhes parece impossível, é tão giro ver isso. Eles não sabem, mas estão a trabalhar em equipa. Quando se diz "Caloiro, não ri do outro caloiro", "Espírito de Manada", todas essas coisas servem para se respeitarem uns aos outros, para poderem trabalhar em equipa. Porque é impossível passar por um curso do ensino superior se não se sabe trabalhar em equipa. E a Praxe é uma tradição antiga que, de certa forma, acaba por ajudar os caloiros - mesmo que eles pensem que não!

Kaoru, concordo com tudo o que disseste, a praxe do Porto é mesmo assim, e pensava exactamente com o tu quando fui caloiro, embora houvesse situações em que achaei que estavam a exagerar, mas isso já tem a ver com o facto de só estarem rapazes na praxe nessas alturs.
E tal como tu, também acho engraçado ver os caloiros a tentarem resolver as tarefas que lhes damos.
No meu ano de caloiro pouco me diverti porque tinha medo de certas praxes, que achei desnecessárias, mas tive a sorte de ter um veterano espetacular a mandar naquilo.. eu fiz uma cena que não devia, e que por azar chegou aos ouvidos dele, e no dia do julgamento podia me ter sensurado, mas não, decidiu fazer uma cena engraçada para no fim falar comigo e perceber o que se passou ao longo do ano, ainda me deu a escolher se queria passar a doutor ou se queria continuar "caloiro" até à latada, desde esse dia que olho para a praxe de maneira diferente. Eu sou um rapaz muito timido, sempre calado no meu canto, mas se durante o ano tivesse tido coragem de falar abertamente com ele ou com outro doutor qualquer, certamente que me tinha divertido, por isso para quem entra este ano, não cometam o mesmo erro e divirtam-se, porque sem caloiros com espirito de união a praxe não tem graça.
E tal como tu, também acho engraçado ver os caloiros a tentarem resolver as tarefas que lhes damos.

No meu ano de caloiro pouco me diverti porque tinha medo de certas praxes, que achei desnecessárias, mas tive a sorte de ter um veterano espetacular a mandar naquilo.. eu fiz uma cena que não devia, e que por azar chegou aos ouvidos dele, e no dia do julgamento podia me ter sensurado, mas não, decidiu fazer uma cena engraçada para no fim falar comigo e perceber o que se passou ao longo do ano, ainda me deu a escolher se queria passar a doutor ou se queria continuar "caloiro" até à latada, desde esse dia que olho para a praxe de maneira diferente. Eu sou um rapaz muito timido, sempre calado no meu canto, mas se durante o ano tivesse tido coragem de falar abertamente com ele ou com outro doutor qualquer, certamente que me tinha divertido, por isso para quem entra este ano, não cometam o mesmo erro e divirtam-se, porque sem caloiros com espirito de união a praxe não tem graça.
Aqui a je só pôde concorrer na 2ª fase devido a matemática, por isso... Yeah, estou tramada.
"
Admito que a praxe me assusta. Talvez mais do que o facto de ter que sair de casa e ir para uma cidade totalmente desconhecida para mim (que é uma coisa que vou ter que fazer, com quase toda a certeza)... Há certas coisas que eu não aceito muito bem. Mas falo em termos de humilhação. Passei por bullying (e não foi bonito), por isso não aceito coisas que sejam demasiado exageradas (já para dizer asneiras nos cânticos vai ser um sacrifício. Nunca disse uma única na minha vida
). Mas também posso recusar fazer certas coisas, pelo que me disseram. E também me disseram que agora os doutores têm que se moderar um pouco mais, pois podem ter que pagar se abusarem. Para além da universidade pagar também se houverem os tais abusos. Pelo menos, foi o que me disseram.
Bem, acho que a praxe deve ser levada na brincadeira. Tudo bem que pode ser interpretada como humilhação pública e coisas assim, mas ajuda à integração na faculdade. Tanto se passa a conhecer outros caloiros, como os doutores, e assim constroem-se laços. Um doutor não recusaria ajudar um caloiro quando ele precisasse mesmo de ajuda ou de apoio. Pelo menos, é o que acredito e espero que seja mesmo verdade.
Familiares meus falaram-me das experiências deles e eu parti-me a rir. Nem em tudo, claro, mas grande parte. Algumas coisas achei um pouco exageradas. Fora essas situações mais puxaditas, não vi nada de mal. Não podem obrigar um caloiro a fazer seja o que for. Como disse o padrinho de uma prima minha, ele não obriga, ele sugere.
Estou ansiosa para saber qual vai ser o meu nome de praxe. Espero que seja algum engraçado. Tenho a certeza que vai sair asneira, como "esternocleidomastoideo". E espero que o meu padrinho seja fixe.
"Admito que a praxe me assusta. Talvez mais do que o facto de ter que sair de casa e ir para uma cidade totalmente desconhecida para mim (que é uma coisa que vou ter que fazer, com quase toda a certeza)... Há certas coisas que eu não aceito muito bem. Mas falo em termos de humilhação. Passei por bullying (e não foi bonito), por isso não aceito coisas que sejam demasiado exageradas (já para dizer asneiras nos cânticos vai ser um sacrifício. Nunca disse uma única na minha vida
). Mas também posso recusar fazer certas coisas, pelo que me disseram. E também me disseram que agora os doutores têm que se moderar um pouco mais, pois podem ter que pagar se abusarem. Para além da universidade pagar também se houverem os tais abusos. Pelo menos, foi o que me disseram.Bem, acho que a praxe deve ser levada na brincadeira. Tudo bem que pode ser interpretada como humilhação pública e coisas assim, mas ajuda à integração na faculdade. Tanto se passa a conhecer outros caloiros, como os doutores, e assim constroem-se laços. Um doutor não recusaria ajudar um caloiro quando ele precisasse mesmo de ajuda ou de apoio. Pelo menos, é o que acredito e espero que seja mesmo verdade.

Familiares meus falaram-me das experiências deles e eu parti-me a rir. Nem em tudo, claro, mas grande parte. Algumas coisas achei um pouco exageradas. Fora essas situações mais puxaditas, não vi nada de mal. Não podem obrigar um caloiro a fazer seja o que for. Como disse o padrinho de uma prima minha, ele não obriga, ele sugere.

Estou ansiosa para saber qual vai ser o meu nome de praxe. Espero que seja algum engraçado. Tenho a certeza que vai sair asneira, como "esternocleidomastoideo". E espero que o meu padrinho seja fixe.


Kristea, isso tudo depende da Universidade para onde foste/vais. Se é uma universidade do Porto, Braga, Lisboa, Coimbra, etc., qual é ao certo... Mas não tens de ter medo. Uma coisa importante de se dizer é que só vai à praxe quem quer. Ninguém é obrigado a ir à praxe! É algo importante de reter
E acho que ninguém devia censurar ninguém por não ir/por ir. São opções das pessoas, que têm de ser respeitadas 
Quanto ao meu nome de praxe, foi muito engraçado
Mas há muito piores. O meu era...Jota, tu andas no ISEP, não é?
E acho que ninguém devia censurar ninguém por não ir/por ir. São opções das pessoas, que têm de ser respeitadas 
Quanto ao meu nome de praxe, foi muito engraçado
Mas há muito piores. O meu era...Spoiler
Olivia Escarabicha-dentes (= Palito, estão a ver?
)
)
Sim, ando no ISEP, está tudo explicado quanto aos exageros, mas também a verdade é que é só mesmo no meu curso, porque a praxe nos outros é soft.
E quando se fala que as pessoas são vistas de lado quando optam por não ir à praxe é mentira, pelo menos na minha faculdade isso não aconteceu, claro que quem optou por ser anti-praxe leva uma vida tipo de secundário, é só mesmo faculdade, casa, estudo e não convivem com o pessoal de lá.. mas não é isso que os leva a serem vistos de lado, são pessoas normais como nós e fala-se com eles na boa.
E kristea, claro que nenhum "doutor" recusa ajudar um caloiro, existem as regras que "separam" caloiro de doutor, mas sempre que um caloiro precisar eles são dos primeiros a ajudar.. no ano passado houve uma praxe nocturna em que foi mais baseada no psicológico e no fisico, então o pessoal estava todo em posição de pranxa e a fazer flexões de punhos serrados durante vários minutos seguidos, e como eu tenho um problema nas costas devia ter parado, mas decidi não o fazer por "sermos todos um" e fui mesmo até ao limite, as dores eram tantas que até comecei a chorar mas continuei ali, até que um doutor foi ter comigo e levou-me para um sitio à parte, queria-me levar ao hospital e tudo, mas lá arranjou maneira de aliviar as dores.. nessa noite também deu para ver que eles são duros mas sempre dispostos a ajudar, e como disse ele, a saude esta acima de tudo.. não deixam de ser unidos por isso.
E quando se fala que as pessoas são vistas de lado quando optam por não ir à praxe é mentira, pelo menos na minha faculdade isso não aconteceu, claro que quem optou por ser anti-praxe leva uma vida tipo de secundário, é só mesmo faculdade, casa, estudo e não convivem com o pessoal de lá.. mas não é isso que os leva a serem vistos de lado, são pessoas normais como nós e fala-se com eles na boa.
E kristea, claro que nenhum "doutor" recusa ajudar um caloiro, existem as regras que "separam" caloiro de doutor, mas sempre que um caloiro precisar eles são dos primeiros a ajudar.. no ano passado houve uma praxe nocturna em que foi mais baseada no psicológico e no fisico, então o pessoal estava todo em posição de pranxa e a fazer flexões de punhos serrados durante vários minutos seguidos, e como eu tenho um problema nas costas devia ter parado, mas decidi não o fazer por "sermos todos um" e fui mesmo até ao limite, as dores eram tantas que até comecei a chorar mas continuei ali, até que um doutor foi ter comigo e levou-me para um sitio à parte, queria-me levar ao hospital e tudo, mas lá arranjou maneira de aliviar as dores.. nessa noite também deu para ver que eles são duros mas sempre dispostos a ajudar, e como disse ele, a saude esta acima de tudo.. não deixam de ser unidos por isso.
Dizzyzita, eu também entrei agora e devo-te dizer que já tive que faltar um dia às aulas porque não podia literalmente com uma gata pelo rabo! Doia-me o corpo todo de fazer flexões, berrar, andar tipo carrinho de mão, e andar em comboios a berrar o apita o comboio.
E devo dizer-te, quero lá saber se fico anti-social, se não tenho padrinho, se não posso praxar, eu não vou ser batizada, e quero lá saber de praxar os outros. Sempre que vejo um doutor trajado na rua fujo a sete pés.
Foi das experiencias mais...lfdskjflkjfd da minha vida toda
Claro que houve momentos engraçados e de rir à gargalhada, principalmente quando me obrigaram a ensinar a uma data de rapazes o refrão da god knows de Haruhi
e eles tinham que cantar e fazer uma coriografia.
E porque os caloiros se queixaram muito, também pudemos praxar os doutores
Mas em termos de humilhação e tudo o mais chegou-me bem!
Tive as unhas pintadas até ao cotovelo de verniz azul, a cara toda pintada, granadas (deitar no chão) na relva toda cheia de lama e coisa que o valha.
Fiquei toda partida e dispenso a vida académica, mas pronto, isso são gostos, uns gostam, veneram e adoram aquilo, eu cá detestei. Sou do género que prefiro ficar no meu lugar, sentadinha, calma, no bar a comer e ler, etc... não tenciono praxar ninguém porque como diz o ditado: "Não faças aos outros o que não queres que te façam a ti"
E devo dizer-te, quero lá saber se fico anti-social, se não tenho padrinho, se não posso praxar, eu não vou ser batizada, e quero lá saber de praxar os outros. Sempre que vejo um doutor trajado na rua fujo a sete pés.
Foi das experiencias mais...lfdskjflkjfd da minha vida toda

Claro que houve momentos engraçados e de rir à gargalhada, principalmente quando me obrigaram a ensinar a uma data de rapazes o refrão da god knows de Haruhi
e eles tinham que cantar e fazer uma coriografia.E porque os caloiros se queixaram muito, também pudemos praxar os doutores

Mas em termos de humilhação e tudo o mais chegou-me bem!
Tive as unhas pintadas até ao cotovelo de verniz azul, a cara toda pintada, granadas (deitar no chão) na relva toda cheia de lama e coisa que o valha.
Fiquei toda partida e dispenso a vida académica, mas pronto, isso são gostos, uns gostam, veneram e adoram aquilo, eu cá detestei. Sou do género que prefiro ficar no meu lugar, sentadinha, calma, no bar a comer e ler, etc... não tenciono praxar ninguém porque como diz o ditado: "Não faças aos outros o que não queres que te façam a ti"
.:Who could ever learn to Love a Beast:.

.Her Ghost in the Fog.

.Her Ghost in the Fog.
Óptimo tópico (apesar de eu achar que anda aí um algures sobre o mesmo tema.)
É assim, o meu conselho é nunca desistirem da praxe antes da primeira semana. Tal como a Kaoru disse, a praxe no Porto é talvez das mais rígidas e duras, e foi lá que fui praxado e que aprendi.
Confesso que no primeiro dia eu "sofri" bastante e fui muito humilhado à frente de toda a gente. Cheguei a casa tão frustrado que só me faltou chorar. No dia seguinte todos os meus colegas caloiros me cumprimentavam, aquela "humilhação" afinal tinha sido engraçada e serviu para toda a gente me conhecer. Imaginem 120 pessoas a saber o vosso nome de praxe logo no dia a seguir e vocês não conhecerem ninguém
Comecei por ver as coisas de outra maneira, de outro prisma, comecei a adorar. Na primeira semana é uma m*rda, mas é mesmo de propósito. Os doutores fazem de tudo para vos massacrar, para no fim ficarem com aqueles mais "fortes" e que querem mesmo tar lá.
Eu agora tou a praxar na faculdade onde a Kaoru foi praxada, e até me admira o texto dela, porque de facto a praxe muda MUITO de faculdade para faculdade, e não gosto do método desta. Mas lá está, é a minha vez de praxar, e vou tentar fazer com que os caloiros se sitam integrados e não muito humilhados, vou tentar fazer com que isto seja bem mais divertido
Mas claro, com os momentos sérios.
A sério pessoal, a primeira semana é feita de modo a vocês odiarem aquilo. Mas a sensação de orgulho que sentem depois, o olharem para trás, para tudo aquilo que passaram, vale tudo... São coisas que ficam até morrer.
É assim, o meu conselho é nunca desistirem da praxe antes da primeira semana. Tal como a Kaoru disse, a praxe no Porto é talvez das mais rígidas e duras, e foi lá que fui praxado e que aprendi.
Confesso que no primeiro dia eu "sofri" bastante e fui muito humilhado à frente de toda a gente. Cheguei a casa tão frustrado que só me faltou chorar. No dia seguinte todos os meus colegas caloiros me cumprimentavam, aquela "humilhação" afinal tinha sido engraçada e serviu para toda a gente me conhecer. Imaginem 120 pessoas a saber o vosso nome de praxe logo no dia a seguir e vocês não conhecerem ninguém
Comecei por ver as coisas de outra maneira, de outro prisma, comecei a adorar. Na primeira semana é uma m*rda, mas é mesmo de propósito. Os doutores fazem de tudo para vos massacrar, para no fim ficarem com aqueles mais "fortes" e que querem mesmo tar lá.Eu agora tou a praxar na faculdade onde a Kaoru foi praxada, e até me admira o texto dela, porque de facto a praxe muda MUITO de faculdade para faculdade, e não gosto do método desta. Mas lá está, é a minha vez de praxar, e vou tentar fazer com que os caloiros se sitam integrados e não muito humilhados, vou tentar fazer com que isto seja bem mais divertido
Mas claro, com os momentos sérios.A sério pessoal, a primeira semana é feita de modo a vocês odiarem aquilo. Mas a sensação de orgulho que sentem depois, o olharem para trás, para tudo aquilo que passaram, vale tudo... São coisas que ficam até morrer.

Sammu, és fixe!
Apesar de ainda me faltarem 2 anos para a Universidade confesso que estou um pouco assustada. Hoje vinha a falar com a minha tia sobre as praxes e duas universitárias vinham á minha frente e riram-se numa de dizer "não tens de ter medo". No entanto eu já fui vítima de bullying e não sei se ia aguentar que me fizessem alguma coisa
. Ainda começava a chorar ali no meio
.
Estou mesmo muito assustada!
. Ainda começava a chorar ali no meio
.Estou mesmo muito assustada!

If we should get separated, just whistle. I'll come running. I promise.
Há 1 ano nesta magnífica comunidade!
Sammu escreveu:Óptimo tópico (apesar de eu achar que anda aí um algures sobre o mesmo tema.)
É assim, o meu conselho é nunca desistirem da praxe antes da primeira semana. Tal como a Kaoru disse, a praxe no Porto é talvez das mais rígidas e duras, e foi lá que fui praxado e que aprendi.
Confesso que no primeiro dia eu "sofri" bastante e fui muito humilhado à frente de toda a gente. Cheguei a casa tão frustrado que só me faltou chorar. No dia seguinte todos os meus colegas caloiros me cumprimentavam, aquela "humilhação" afinal tinha sido engraçada e serviu para toda a gente me conhecer. Imaginem 120 pessoas a saber o vosso nome de praxe logo no dia a seguir e vocês não conhecerem ninguémComecei por ver as coisas de outra maneira, de outro prisma, comecei a adorar. Na primeira semana é uma m*rda, mas é mesmo de propósito. Os doutores fazem de tudo para vos massacrar, para no fim ficarem com aqueles mais "fortes" e que querem mesmo tar lá.
Eu agora tou a praxar na faculdade onde a Kaoru foi praxada, e até me admira o texto dela, porque de facto a praxe muda MUITO de faculdade para faculdade, e não gosto do método desta. Mas lá está, é a minha vez de praxar, e vou tentar fazer com que os caloiros se sitam integrados e não muito humilhados, vou tentar fazer com que isto seja bem mais divertidoMas claro, com os momentos sérios.
A sério pessoal, a primeira semana é feita de modo a vocês odiarem aquilo. Mas a sensação de orgulho que sentem depois, o olharem para trás, para tudo aquilo que passaram, vale tudo... São coisas que ficam até morrer.
Sim, concordo plenamente!
E quanto ao meu texto sobre a FMDUP, no meu ano pelo menos as coisas foram assim. Quando falámos sobre a praxe de lá, até me admirou o teu texto. É espantoso como as coisas mudaram, realmente... Mas no meu ano, pelo menos durante aquele tempo em que estive, gostei da praxe. Claro que às vezes me escapulia um bocadinho, mas foi com ela que fiz grande parte das amizades da altura de lá. Ainda hoje falo com um amigo que já saiu de lá também sobre as figuras tristes que fazíamos

Boas a todos...
bem este tema interessa-me bastante..
Já fui praxada e também já praxei, nao a um nivel de faculdade mas de escola profissional, mas também não e facil..
sou a favor de fazer algumas brincadeiras, mas muitas praxes sao abusivas e infelizmente ninguem consegue dizer basta... Vou contar aminha historia pessoal no ano em que fui praxada, fomos praxados por toda a escola pois era a primeira vez que o curso se iniciava, fomos caes nas maos deles, houve muita gente qe desistiu por nao dava para aguentar aquela semana.. Andava todo doido...
Nao condeno as praxes porque é com isso que as pessoas comecam a interagir umas com as outras...
Mas praxar para mim é: pintar caras, pedir favores; como ir tirar fotocopias, ir buscar o almoço e coisas assim.. Porque foi assim que eu fiz no meu ano...
Agora casos como eu conheço de:fracturas de membros, nudez e coisas piores que possam imaginar (peço desculpa a todos os menores e pessoas senciveis)
Acreditem ha muitos casos que nao venhem pas revistas e para os jornais, porque nós jovens principalmente na idade dos 18/19 temos muito medo de sermos postos de lado porque nao alinhamos em muto coisa...
Bem acho que isto é mais um a mensagem de sencibilizaçao
Por isso peço as pessoas que praxam e aos futuros praxadores que pensem um pouco mais antes de praxar.. Porque para voçes é divertido. Mas pa quem esta do outro lado???? Como será????
Pensem nisto
Beijokinhas
bem este tema interessa-me bastante..
Já fui praxada e também já praxei, nao a um nivel de faculdade mas de escola profissional, mas também não e facil..
sou a favor de fazer algumas brincadeiras, mas muitas praxes sao abusivas e infelizmente ninguem consegue dizer basta... Vou contar aminha historia pessoal no ano em que fui praxada, fomos praxados por toda a escola pois era a primeira vez que o curso se iniciava, fomos caes nas maos deles, houve muita gente qe desistiu por nao dava para aguentar aquela semana.. Andava todo doido...
Nao condeno as praxes porque é com isso que as pessoas comecam a interagir umas com as outras...
Mas praxar para mim é: pintar caras, pedir favores; como ir tirar fotocopias, ir buscar o almoço e coisas assim.. Porque foi assim que eu fiz no meu ano...
Agora casos como eu conheço de:fracturas de membros, nudez e coisas piores que possam imaginar (peço desculpa a todos os menores e pessoas senciveis)
Acreditem ha muitos casos que nao venhem pas revistas e para os jornais, porque nós jovens principalmente na idade dos 18/19 temos muito medo de sermos postos de lado porque nao alinhamos em muto coisa...
Bem acho que isto é mais um a mensagem de sencibilizaçao
Por isso peço as pessoas que praxam e aos futuros praxadores que pensem um pouco mais antes de praxar.. Porque para voçes é divertido. Mas pa quem esta do outro lado???? Como será????
Pensem nisto
Beijokinhas
bem...eu ja passei por isso das praxes... e é assim.... eu so fiz aquilo que me apeteceu...quando vinham com historias do tens de vir a noite e tal porque se não vais a tribunal de praxe... isso comigo não colou e só lhes dizia, os meus pais nao andam a trabalhar pa me pagar saidas a noite. nunca faltei a uma aula por causa das praxes! conheci pessoas que andaram em tudo o que foi actividade das praxes e nunca se integraram em condições. eu nunca tive problemas com integração. também temos de ver, que ha verdadeiros animais nas praxes e ha que estar atento a isso. o que mais gostei das praxes foi o dia do baptismo do caloiro! estavamos tds vestidos de macacos (era o bicho escolhido naquele ano) cantamos, desfilamos, fomos baptizados e depois fomos todos (todos inclui caloiros e veteranos) para dentro do lago do jardim. sinto saudades que doi desse tempo...LOL...enfim... como entrei na segunda fase iamos todos automaticamente ao tribunal de praxe!! no dia do tribunal de praxe fizeram-nos estar uma tarde toda a ser praxados so para sabermos que so a noite é que se sabia quem ia a tribunal...eu não fui...havia aulas no dia seguinte, preparações para frequencias e afins...vim a saber que colegas meus, que tiveram de ser baptizados andaram a levar com baldes de agua gelada as tantas da manha!
não foi por isso que dexei de trajar e de queimar fitas! é como diz o meu pai: quem te compra o traje sou eu, não são eles, logo não mandam naquilo que eu compro.
e alem disso, o traje antigamente era um simbolo de igualdade entre os alunos, (dando um exemplo, ja não havia o complexo de a roupa de A ser melhor que a de B. não sei se me faço entender. lol.)
bem fico-me por aqui. lol
experimentaste a praxe, isso é que foi o importante!! sem experimentar não podias dizer ah gosto, ah nao gosto! e força ai no curso!! vais ver que vais encontrar muitos que são da mesma opinião que tu sobre as praxes!
não foi por isso que dexei de trajar e de queimar fitas! é como diz o meu pai: quem te compra o traje sou eu, não são eles, logo não mandam naquilo que eu compro.
e alem disso, o traje antigamente era um simbolo de igualdade entre os alunos, (dando um exemplo, ja não havia o complexo de a roupa de A ser melhor que a de B. não sei se me faço entender. lol.)
bem fico-me por aqui. lol
experimentaste a praxe, isso é que foi o importante!! sem experimentar não podias dizer ah gosto, ah nao gosto! e força ai no curso!! vais ver que vais encontrar muitos que são da mesma opinião que tu sobre as praxes!

a minha colega já foi praxada e a minha tia quando voltou á escola, ou seja, foi para a faculdade foltou na 1ªsemana para não lhe fazerem isso X'D (acho que também vou tentar escapar como a minha tia fez) eu não aguentava! juro que morria, nem nos anos deixo que me levem ao xafariz, X'D da ultima vez que tentaram fiz birra e laragaram logo X'DD
acho que a praxe pode ser vista como uma maneira de se integrar, mas há pessoas que Odeiam ser humilhadas, eu sou um exemplo delas, sou "sensivelzinha" mais fácilmete começava a chorar no meio daquela gente toda X'DD
acho que a praxe pode ser vista como uma maneira de se integrar, mas há pessoas que Odeiam ser humilhadas, eu sou um exemplo delas, sou "sensivelzinha" mais fácilmete começava a chorar no meio daquela gente toda X'DD
jnpereira95
Tratem-me por Joana! XD
Praxes.
Ora aqui está um tema bastante interessante.
Sinceramente, não sou muito dada à vida académica. Fico contente por ser da zona de Lisboa e não do norte, porque não sei se conseguiria aguentar as praxes de lá. Mas aqui em baixo é diferente. As coisas são mais leves e mais fáceis de suportar.
A minha praxe foi fácil de suportar, e até acabei por me divertir. Pintaram-me a cara, as unhas, mandaram-me cantar, berrar, deitar no chão. O único momento da minha praxe que eu não gostei lá muito foi quando nos ataram por uma corda (eramos uns 10), vendaram-nos os olhos e nos mandaram descer escadas, para irms até onde eramos praxados. Eu só estava a ver quando é que um caia e lá íamos todos atrás uns dos outros pelas escadas abaixo!!! Mas correu tudo bem e achei que os veteranos eram simpáticos e que não eram maus de todo. Por exemplo, eu uso óculos, e quando nos vendaram os olhos eu não tinha onde os pôr... Mas uma ofereceu-se para mos guardar, e no fim eles estavam lá, inteirinhos!!! (Eu sou um bocado pitosga sem eles...)
Agora já visto o traje, mas a praxe tornou-se muito difícil na minha faculdade. Kaoru, tu andas na mesma que eu, e tenho a vaga ideia que omeçaste a praxar este ano... (desculpa-me se estou errada!). Agora os caloiros só podem ser praxados depois de fazerem a matrícula, e já não escolhem horários, pelo que não vão para lá todos no primeiro dia!!! No meu tempo, tinhamos de escolher horários, pelo que íamos para lá todos no primeiro dia de matrículas! Eramos muitos e conheciamos logo imensa gente! Além disso, eramos logo praxados mal lá chegávamos!!! Qual quê chegar ao meio dia ainda com a cara limpa!!!
mas pronto, agora devem haver inúmeras activdades para praxar como deve ser os caloiros deste ano, nas quais eu não tenho intenção nenhuma de participar... Não participei quando era caloira, quanto mais agora!!! LOL Mas acho que os caloiros devem ir, não acredito que lhes faça mal. Eu não ía porque não fiquei a morar em Lisboa e portanto jantares e afim estão fora de questão...
Quanto aos caloiros aqui do fórum, em primeiro lugar, muitos parabéns pela entrada na faculdade! Acho que é uma experiência fantástica. É uma época em que crescemos imenso e nem damos por isso. Conhecemos pessoas novas, modos diferentes de estar na vida. O método de estudo vai ser outro e vai parecer que não vamos conseguir fazer cadeira nenhuma! Mas no fim, vão olhar para trás e ver que valeu a pena!
Quanto às praxes, o melhor é mentalizarem-se para tal. Todos passaram pelo mesmo e vocês não estão sozinhos. E claro, se acharem que é demais, então aí sim, digam que não o façam... Mas desde que não ultrapasse certos limites, a praxe é saudável, no sentido de conhecerem novas pessoas e de fazerem amigos! (Já viram o que era chegar à faculdade e não conhecer absolutamente ninguém?)
Ora aqui está um tema bastante interessante.
Sinceramente, não sou muito dada à vida académica. Fico contente por ser da zona de Lisboa e não do norte, porque não sei se conseguiria aguentar as praxes de lá. Mas aqui em baixo é diferente. As coisas são mais leves e mais fáceis de suportar.
A minha praxe foi fácil de suportar, e até acabei por me divertir. Pintaram-me a cara, as unhas, mandaram-me cantar, berrar, deitar no chão. O único momento da minha praxe que eu não gostei lá muito foi quando nos ataram por uma corda (eramos uns 10), vendaram-nos os olhos e nos mandaram descer escadas, para irms até onde eramos praxados. Eu só estava a ver quando é que um caia e lá íamos todos atrás uns dos outros pelas escadas abaixo!!! Mas correu tudo bem e achei que os veteranos eram simpáticos e que não eram maus de todo. Por exemplo, eu uso óculos, e quando nos vendaram os olhos eu não tinha onde os pôr... Mas uma ofereceu-se para mos guardar, e no fim eles estavam lá, inteirinhos!!! (Eu sou um bocado pitosga sem eles...)
Agora já visto o traje, mas a praxe tornou-se muito difícil na minha faculdade. Kaoru, tu andas na mesma que eu, e tenho a vaga ideia que omeçaste a praxar este ano... (desculpa-me se estou errada!). Agora os caloiros só podem ser praxados depois de fazerem a matrícula, e já não escolhem horários, pelo que não vão para lá todos no primeiro dia!!! No meu tempo, tinhamos de escolher horários, pelo que íamos para lá todos no primeiro dia de matrículas! Eramos muitos e conheciamos logo imensa gente! Além disso, eramos logo praxados mal lá chegávamos!!! Qual quê chegar ao meio dia ainda com a cara limpa!!!
mas pronto, agora devem haver inúmeras activdades para praxar como deve ser os caloiros deste ano, nas quais eu não tenho intenção nenhuma de participar... Não participei quando era caloira, quanto mais agora!!! LOL Mas acho que os caloiros devem ir, não acredito que lhes faça mal. Eu não ía porque não fiquei a morar em Lisboa e portanto jantares e afim estão fora de questão...
Quanto aos caloiros aqui do fórum, em primeiro lugar, muitos parabéns pela entrada na faculdade! Acho que é uma experiência fantástica. É uma época em que crescemos imenso e nem damos por isso. Conhecemos pessoas novas, modos diferentes de estar na vida. O método de estudo vai ser outro e vai parecer que não vamos conseguir fazer cadeira nenhuma! Mas no fim, vão olhar para trás e ver que valeu a pena!
Quanto às praxes, o melhor é mentalizarem-se para tal. Todos passaram pelo mesmo e vocês não estão sozinhos. E claro, se acharem que é demais, então aí sim, digam que não o façam... Mas desde que não ultrapasse certos limites, a praxe é saudável, no sentido de conhecerem novas pessoas e de fazerem amigos! (Já viram o que era chegar à faculdade e não conhecer absolutamente ninguém?)
Tens de entrar para responderes neste tópico.




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