A Lua e a Terra
sarrah escreveu:Kaoru, primeiro deixa-me recuperar do teu comentário *três dias depois* ok, já está... quase
Tenho que começar por te agradecer teres lido a história toda do principio ao fim. Aceito o elogio com muito gosto![]()
Wow, estou sem palavras. Apanhaste-me completamente desprevenida com o que escreveste. Sei que tens uma fic, logo sabes o óptimo que é saber que o nosso trabalho é apreciado. Mas ter um comentário assim, a explicar tudo detalhadamente, a dizer o que tu disseste... olha, é qualquer coisa de espectacular. Obrigada.
Apanhaste tudo o que eu alguma vez quis que os meus leitores sentissem quando decidi escrever esta fic. Mais uma vez, tenho de agradecer.
Estou sem tempo, tenho de ir estudar. Assim que tiver oportunidade venho aqui agradecer-te devidamente.
Vou tentar escrever um capítulo para breve. Mais uma vez, obrigada
Não precisas de agradecer, sarrah! O facto é que fiquei completamente encantada com a tua maneira de escrever e com a história. Como não podia ler tudo?

Sim, sei que ver o nosso trabalho apreciado por alguém é muito importante, por isso é que, quando comento, simplesmente deixo que as palavras fluam pelos meus dedos e que transmitam (ou, pelo menos, tentem!) aquilo que sinto e penso ao ler algo, aquilo que honestamente me vai na alma. Fico contente por ter conseguido, porque os acontecimentos ainda fervilhavam no interior da minha mente

Desejo-te um bom estudo
*vai sentar-se junto da Xana para lhe fazer companhia*
sarrah escreveu:
Tixaaa! Só de ver o tamanho do teu comentário quase desmaiei. Quando o li... fiquei sem palavras. A começar pela pequena frase "uma das minhas fics favoritas". Isso é o suficiente para deixar uma pessoa com um sorriso de orelha a orelha.![]()
Pois é, pensei muitas vezes na pessoa que faria a pergunta. Quando me sentei a escrever, ser a Usagi saiu naturalmente. E também pensei, que depois de uma notícia daquelas o Mamoru devia estar no mínimo sem palavras eheh.
Obrigadaaaa. O que posso mais eu fazer além de agradecer? Tu enches-me de elogios! Sabes, o meu objectivo principal ao escrever este capítulo era transmitir exactamente os sentimentos de cada um. Especialmente os da Usagi. É óptimo saber que o consegui fazer.
Eu é que não tenho palavras para descrever o quanto as tuas palavras significam para mim (redundância). Obrigada, obrigada, obrigada. Aiii, fico mesmo contente por teres gostado da forma como a rainha lhes contou o passado. E gostaste mais do que no anime e no manga. *Sarrah desmaia*
Ahhhh, finalmente um final incontestável! Uffa, não acredito que demorei 29 capítulos para chegar a este grandioso dia ::
Obrigada. Tenho que inventar uma nova palavra para te agradecer, começo a gastar esta. Obrigadaaaaaaa
Nao precisas de agradecer, a tua fic é sim uma das minhas favoritas, acho que até já te tinha dito que, que a tua fic foi uma das que me fez inscrever no forum, pois comecei a ler no site.
Sim nesse ponto de vista, realmente a pergunta só podia ser feita pela Usagi. *mim imaginado Mamoru belfo olhando para a Rainha*

Conseguiste o fazer maravilhosamente bem, pois senti todas as emoçoes, principalmente as da Usagi, confesso que até me emocionei um pouco.
Adorei! Amei a forma como a rainha lhes relatou e desvendou o passado dos dois. *mim levanta a sarrah*. Muito melhor que o anime e a manga, mesmo, por isso nao precisas de agradecer!

Realmente apos um longo caminho por esta fic consegui adorar o final sem contestar :Blaaargh!: , mas este nao mereceu ser contestado, pois estava divinal.
Que nova palavra vais inventar XD
De nadaaaaaaaa. Mil vezes de nada e mil vezes nao precisas agradecer!!

Kaoru, agora sim tenho tempo para ti. *Sarrah volta à pag.27 para reler o 1º comentário decentemente*
*hum hum*
Derreti-me completamente com este bocadinho.
.o: Só pensava "ela acha mesmo isto?". Devo ter ficado com cara de parva a olhar para o ecrã durante uns bons dez minutos eheh.
Já te disse, apanhaste-me de surpresa com as tuas palavras. Existem comentários e comentários, cada um deles importante à sua maneira. Depois há aqueles que significam muito para uma escritora. E o teu significou.
Correndo o risco de me repetir, tu realmente conseguiste captar tudo o que eu imaginei para esta fic até agora. Isso por si é excelente para mim. E depois ler todos os elogios que fizeste chegam para me deixar a pensar no teu comentário durante um mês. Acho que ainda queria dizer muito mais mas sionceramente não consigo mesmo. Faltam-me as palavras. Agradeço-te mais uma vez
E vou fazer o meu melhor para que continues a gostar da fic até à última palavra.
Tixa, *pensar numa plavra para substituir obrigada... Adagirbo? (falta de imaginação, eu sei)*
Portanto, mil e quinhentos Adagirbos (até que fica engraçado).
É um grande passo para mim conseguir acabar um capítulo sem protestos de "como pudeste acabar aliiii?". Mas aviso-te, foi uma vez sem exemplo ahahah. Vou voltar aos meus finais habituais.:xd2:
É como disse à Kaoru *Sarrah aponta para cima*, todos os comentários são extremamente importantes. Mas há aqueles que... fazem com que escrever 29 capítulos (até ao momento) valha realmente a pena. E tu fazes sempre comentários que se incluem nessa categoria. Portanto eu só tenho mesmooooo que Adagirbosar (ou qualquer coisa do género) o máximo que puder.
E agora.... *Sarrah coça o nariz e faz um ar desconfiado* porque é que ando a notar que algumas leitoras habituais andam a aparecer pouco por aqui? Huuuuuuuuuum.... *ar ainda mais desconfiado*
*hum hum*
*Kaoru escreveu: Nunca li uma história que explorasse os acontecimentos que já ocorreram de uma maneira tão realista e detalhada, os sentimentos da Usagi e do Mamoru, de cada um, em relação ao amor que os une...
Derreti-me completamente com este bocadinho.
.o: Só pensava "ela acha mesmo isto?". Devo ter ficado com cara de parva a olhar para o ecrã durante uns bons dez minutos eheh. Já te disse, apanhaste-me de surpresa com as tuas palavras. Existem comentários e comentários, cada um deles importante à sua maneira. Depois há aqueles que significam muito para uma escritora. E o teu significou.
Correndo o risco de me repetir, tu realmente conseguiste captar tudo o que eu imaginei para esta fic até agora. Isso por si é excelente para mim. E depois ler todos os elogios que fizeste chegam para me deixar a pensar no teu comentário durante um mês. Acho que ainda queria dizer muito mais mas sionceramente não consigo mesmo. Faltam-me as palavras. Agradeço-te mais uma vez
E vou fazer o meu melhor para que continues a gostar da fic até à última palavra.Tixa, *pensar numa plavra para substituir obrigada... Adagirbo? (falta de imaginação, eu sei)*
Portanto, mil e quinhentos Adagirbos (até que fica engraçado).
É um grande passo para mim conseguir acabar um capítulo sem protestos de "como pudeste acabar aliiii?". Mas aviso-te, foi uma vez sem exemplo ahahah. Vou voltar aos meus finais habituais.:xd2:
É como disse à Kaoru *Sarrah aponta para cima*, todos os comentários são extremamente importantes. Mas há aqueles que... fazem com que escrever 29 capítulos (até ao momento) valha realmente a pena. E tu fazes sempre comentários que se incluem nessa categoria. Portanto eu só tenho mesmooooo que Adagirbosar (ou qualquer coisa do género) o máximo que puder.
E agora.... *Sarrah coça o nariz e faz um ar desconfiado* porque é que ando a notar que algumas leitoras habituais andam a aparecer pouco por aqui? Huuuuuuuuuum.... *ar ainda mais desconfiado*
*mim entra e lê a última frasezinha*
fififiuuuu (triste imitação de assobio, LOL!) Quem, eu? XD
Pois é, sarita, não tenho comentado... sou uma reles espécie de pessoa metida a leitora, mal agradecida...
Olha, tal como acontecia no início, eu acabo de ler, e não sei o q dizer... Eu gosto mesmo muito da história, e acho q exploras os sentimentos de uma maneia divinal, mas isso já te tinha dito...
Demonstras um grande dom de escrita na forma como usas os acontecimentos do anime pra criar profundidade nas personagens... Não canso de me dizer q adoro a forma como descreves os sentimentos, dando-nos uma real ideia do q as personagens sentem a cada momento... E no início, aquela tristeza q descrevias na Usagi, veio num momento em q me identificava bastante com o q escrevias...
Eu sou tua fã incondicional. Mesmo que nem sempre o diga. Peço imensa desculpa, ainda mais agora q escrevo sei o quanto é importante ver os postzinhos dos leitores depois de cada capítulo, nem q seja só a dizer q gostaram...
Fica aqui a minha promessa: não volto a falhar. Por mais q o tempo seja pouco, ou q o sono pese, a partir de agora deixo sempre nem q seja uma frasezinha. E peço desculpa por todas as vezes q falhei até agora! Não perdi nem um capítulo, garanto!
fififiuuuu (triste imitação de assobio, LOL!) Quem, eu? XD
Pois é, sarita, não tenho comentado... sou uma reles espécie de pessoa metida a leitora, mal agradecida...
Olha, tal como acontecia no início, eu acabo de ler, e não sei o q dizer... Eu gosto mesmo muito da história, e acho q exploras os sentimentos de uma maneia divinal, mas isso já te tinha dito...
Demonstras um grande dom de escrita na forma como usas os acontecimentos do anime pra criar profundidade nas personagens... Não canso de me dizer q adoro a forma como descreves os sentimentos, dando-nos uma real ideia do q as personagens sentem a cada momento... E no início, aquela tristeza q descrevias na Usagi, veio num momento em q me identificava bastante com o q escrevias...
Eu sou tua fã incondicional. Mesmo que nem sempre o diga. Peço imensa desculpa, ainda mais agora q escrevo sei o quanto é importante ver os postzinhos dos leitores depois de cada capítulo, nem q seja só a dizer q gostaram...
Fica aqui a minha promessa: não volto a falhar. Por mais q o tempo seja pouco, ou q o sono pese, a partir de agora deixo sempre nem q seja uma frasezinha. E peço desculpa por todas as vezes q falhei até agora! Não perdi nem um capítulo, garanto!
sarrah escreveu:Kaoru, agora sim tenho tempo para ti. *Sarrah volta à pag.27 para reler o 1º comentário decentemente*
*hum hum**Kaoru escreveu: Nunca li uma história que explorasse os acontecimentos que já ocorreram de uma maneira tão realista e detalhada, os sentimentos da Usagi e do Mamoru, de cada um, em relação ao amor que os une...
Derreti-me completamente com este bocadinho..o: Só pensava "ela acha mesmo isto?". Devo ter ficado com cara de parva a olhar para o ecrã durante uns bons dez minutos eheh.
Já te disse, apanhaste-me de surpresa com as tuas palavras. Existem comentários e comentários, cada um deles importante à sua maneira. Depois há aqueles que significam muito para uma escritora. E o teu significou.
Correndo o risco de me repetir, tu realmente conseguiste captar tudo o que eu imaginei para esta fic até agora. Isso por si é excelente para mim. E depois ler todos os elogios que fizeste chegam para me deixar a pensar no teu comentário durante um mês. Acho que ainda queria dizer muito mais mas sionceramente não consigo mesmo. Faltam-me as palavras. Agradeço-te mais uma vezE vou fazer o meu melhor para que continues a gostar da fic até à última palavra.
É verdade que acho mesmo
Como já disse, não consegui parar de ler mal comecei, volto a repetir-me, mas a fluidez da escrita que aborda tão bem os sentimentos das duas personagens... Cativou-me!Eu compreendo perfeitamente o que queres dizer, aliás, eu sinto muitas vezes o mesmo! De facto, para quem escreve, é uma sensação extraordinária quando vê o trabalho a ser reconhecido. Fico contente por ter conseguido transmitir o que me ia na alma!
Não precisas de dizer mais nada, só quis acrescentar que fico contente por ter conseguido captar e que estejas motivada para continuar a escrever. Eu cá fico ansiosamente à espera por novos capítulos

*cheirar*
*cheirar outra vez*
cheira-me a sentimento de culpa... hum...
Mas não aponto nomes! Não não! Se alguém *levanta os olhos rapidamente para a Kasei mas baixa antes que notem* que por acaso se inclui nesse grupo se sente culpada... eu não acuso
Mas realmente... Kasei! Há quanto tempo! (pronto, pronto, vou parar de ser mázinha)
"Reles espécie de pessoa metida a leitora, mal agradecida"? Não é preciso tanto mulher! Vamos chamar-te apenas... hum... leitora habitual que anda a aparecer pouco por aqui (onde é que já li isto antes
)
Até já podes ter dito mas... é sempre bom saber que continuas a pensar assim.
Ohhh, obrigada! Pronto, deixaste-me sem saber o que responder! Tenho que ficar apenas nas "obrigadações". Portanto obrigadaaaa
.o: Obrigadaaa. Pronto, estás mais do que desculpada. Fica dito. (Que ninguém pense que eu sou uma pessoa que se deixa levar com graxa, siiim?)
Ahmm... podes falhar uma ou duas vezes que eu prometo que não te dou um tiro. Mas vou ficar muitooo contente se cumprires a promessa
Não tens de pedir desculpa. Obrigada:
:
*cheirar outra vez*
cheira-me a sentimento de culpa... hum...
Mas não aponto nomes! Não não! Se alguém *levanta os olhos rapidamente para a Kasei mas baixa antes que notem* que por acaso se inclui nesse grupo se sente culpada... eu não acuso
Mas realmente... Kasei! Há quanto tempo! (pronto, pronto, vou parar de ser mázinha)
"Reles espécie de pessoa metida a leitora, mal agradecida"? Não é preciso tanto mulher! Vamos chamar-te apenas... hum... leitora habitual que anda a aparecer pouco por aqui (onde é que já li isto antes
)Até já podes ter dito mas... é sempre bom saber que continuas a pensar assim.
Ohhh, obrigada! Pronto, deixaste-me sem saber o que responder! Tenho que ficar apenas nas "obrigadações". Portanto obrigadaaaa
Kasei escreveu:
Eu sou tua fã incondicional. Mesmo que nem sempre o diga.
.o: Obrigadaaa. Pronto, estás mais do que desculpada. Fica dito. (Que ninguém pense que eu sou uma pessoa que se deixa levar com graxa, siiim?)Ahmm... podes falhar uma ou duas vezes que eu prometo que não te dou um tiro. Mas vou ficar muitooo contente se cumprires a promessa
Não tens de pedir desculpa. Obrigada:
:
Continuo a adorar esta fic.
Os sentimentos do casalinho são descritos de uma forma fantástica!Parabéns! desculpa o meu comentário ser breve mas nunca escrevo muito mas o que escrevo é sincero.
Fico à espera de mais um capítulo que espero que seja para breve!
Os sentimentos do casalinho são descritos de uma forma fantástica!Parabéns! desculpa o meu comentário ser breve mas nunca escrevo muito mas o que escrevo é sincero.
Fico à espera de mais um capítulo que espero que seja para breve!
Espero que tenham gostado deste capítulo. O próximo vais demorar uma pouco porque agora ando em avaliações.
Fico à espera de comentários. Beijinhos para todos!!!!!
*Cof Cof*
*Huuum... LaLaLa... ok, a voz já está normal*
Venho aqui hoje com dois propósitos.
1º- Agradecer à Princess Serenity. Obrigada por leres, fico muito contente que tenhas gostado.
2º- (mas não mais ou menos importante)
Ahhh pois é. Passou-se uma semanita desde que postei o capítulo. Hum... já é algum tempo.
Agora... correndo o risco de ser ameaçada, esfaqueada, torturada ou outra coisa qualquer acabada em ada... Não, ainda não tenho o capítulo pronto.
*Sarrah agarra a primeira pessoa que lhe aparece à frente para se proteger, pelo sim pelo não*
As boas notícias... já comecei a escrever. Tenho exactamente seis linhas escritas *é agora que me dão um tiro* o que é bom sinal.
Pooortanto... hum... vou abrir o documentozinho do Word que tem as seis linhazitas escritas e deitar-me ao trabalho. Assim que tiver o capítulo pronto posto-o aqui. Não faço é a mínima ideia de quando é que isso vai acontecer, sendo assim... vão abrindo o tópico porque posso portar hoje, amanhã ou na terça. Acho que mais longe do que isso não.
Até então
*mim sai silenciosamente*
*Huuum... LaLaLa... ok, a voz já está normal*
Venho aqui hoje com dois propósitos.
1º- Agradecer à Princess Serenity. Obrigada por leres, fico muito contente que tenhas gostado.
2º- (mas não mais ou menos importante)
Ahhh pois é. Passou-se uma semanita desde que postei o capítulo. Hum... já é algum tempo.
Agora... correndo o risco de ser ameaçada, esfaqueada, torturada ou outra coisa qualquer acabada em ada... Não, ainda não tenho o capítulo pronto.
*Sarrah agarra a primeira pessoa que lhe aparece à frente para se proteger, pelo sim pelo não*
As boas notícias... já comecei a escrever. Tenho exactamente seis linhas escritas *é agora que me dão um tiro* o que é bom sinal.
Pooortanto... hum... vou abrir o documentozinho do Word que tem as seis linhazitas escritas e deitar-me ao trabalho. Assim que tiver o capítulo pronto posto-o aqui. Não faço é a mínima ideia de quando é que isso vai acontecer, sendo assim... vão abrindo o tópico porque posso portar hoje, amanhã ou na terça. Acho que mais longe do que isso não.
Até então
*mim sai silenciosamente*
Seis linhas?? 
*likinhas prepara-se para chamar neptuno e para ir buscar os seus chinelos, mas recua*
Pronto... Eu sei como isso é. (também me aconteceu a mesma coisa, a única diferença é que em vez de seis linhas eram três
)
Então... Mim vai ficando atenta ao tópico e vai esperar ansiosamente pelo capitulo!

*likinhas prepara-se para chamar neptuno e para ir buscar os seus chinelos, mas recua*
Pronto... Eu sei como isso é. (também me aconteceu a mesma coisa, a única diferença é que em vez de seis linhas eram três
)Então... Mim vai ficando atenta ao tópico e vai esperar ansiosamente pelo capitulo!


Likinhas escreveu:Seis linhas??
*likinhas prepara-se para chamar neptuno e para ir buscar os seus chinelos, mas recua*
Pronto... Eu sei como isso é. (também me aconteceu a mesma coisa, a única diferença é que em vez de seis linhas eram três)
Então... Mim vai ficando atenta ao tópico e vai esperar ansiosamente pelo capitulo!
*mim junta-se à likinhas, mas em vez de ameaças, mim é mais de subornos*
por isso menina sarrah, veja se se despacha a escrever *pois mim quer ler, mim quer saber o que vai acontecer*
*mim fica sentada em frente ao pc, ansiosamente à espera* xDD

sarrah escreveu:Ahhhm.... ahhhhm....
Bad news...
tenho um terço do capítulo escrito. Estou a escrever há horas. A menos que alguma inspiração divina caia do céu até às onze e meia, não me parece que consiga acabar hoje...
*mim foge da multidão enfurecida*
Oh, que pena, sarrah... Mas o que importa é que escrevas sem pressões e calmamente, não te preocupes
(bem, falo por mim!
)*fica à espera com um ovo Kinder*
*Kaoru escreveu:sarrah escreveu:Ahhhm.... ahhhhm....
Bad news...
tenho um terço do capítulo escrito. Estou a escrever há horas. A menos que alguma inspiração divina caia do céu até às onze e meia, não me parece que consiga acabar hoje...
*mim foge da multidão enfurecida*
Oh, que pena, sarrah... Mas o que importa é que escrevas sem pressões e calmamente, não te preocupes(bem, falo por mim!
)
*fica à espera com um ovo Kinder*
*mim junta-se à kaoru-chan, juntamente com um ovo kinder*
Leva o tempo que precisares, o que importa é que depois venha um capitulo lindo como sempre
.o:
*Eu li ovo kinder?
Huuuuuuuum......
Isso é bom...
Huuuuuumm.....*
Já não me falta muito para acabar. Afinaaaal acho que ainda é hoje. O capítulo talvez seja um bocadinho de nada mais pequenito. Mas isso eu depois compenso.
Esperem um bocadinho que os retoques finais estão a ser dados *aleluiaaaa*
Huuuuuuuum......
Isso é bom...
Huuuuuumm.....*
Já não me falta muito para acabar. Afinaaaal acho que ainda é hoje. O capítulo talvez seja um bocadinho de nada mais pequenito. Mas isso eu depois compenso.
Esperem um bocadinho que os retoques finais estão a ser dados *aleluiaaaa*
Consegui! Pensei que fosse impossível!
Sem mais demoras, aqui está o capítulo. Espero que gostem!
Capítulo 30- Silêncio.
As horas passavam. Tic-Tac. Ninguém conseguia fazer o relógio parar. Tic-Tac. Cada segundo era doloroso. Tic-Tac Tic-Tac. A preocupação aumentava. Mais um minuto. O silêncio tornava-se ensurdecedor. Tic-Tac. Era interrompido pelo som inconfundível de mais uma hora que tinha passado. E voltava ao início. Tic-Tac. O silêncio. Uma respiração mais profunda. Tic-Tac. Cabelo a ser afastado da cara. Tic-Tac. Uma gota de água a cair de um pinheiro alto. Tic-Tac. Uma borboleta a poisar na pétala de uma orquídea. Tic... Os raios de sol a acariciar uma pele fria. Tac.
Todos os pequenos sons a que os humanos chamam silêncio. Todos os instantes que passam despercebidos num dia normal.
Mas que são extremamente significativos numa situação de stress.
E que podem levar uma pessoa à loucura.
Encontravam-se seis pessoas naquele quarto presenteado com o silêncio. Duas pareciam dormir. Duas olhavam o vazio. As restantes estavam perdidas em pensamentos. Ou não estariam todas?
Tinham-se passado talvez cinco horas, talvez seis. Ninguém conseguia dizer com exactidão o instante em que tinham entrado naquele quarto. O momento em que tinham começado a esperar. O segundo em que tinham passado a desesperar.
As cordas vocais pareciam doer por inactividade. A garganta reclamava pela falta de uso. A palavra revoltava-se contra a língua, contra os lábios, na ânsia de se soltar. Mas ninguém ousava falar.
Uma incerteza quase palpável corria, saltava, dançava pela sala. Sussurrava palavras inquietantes. Aterrorizava àqueles que a deixavam aproximar-se demais. Repetia os medos que assombravam a mente de cada um. Dizia...
- Eles não vão acordar
Eles não vão voltar
Eles não querem acordar
Eles não querem voltar
Eles não podem acordar
Eles nunca puderam voltar
Tu nunca tiveste hipótese de os salvar.
À sua maneira, cada uma daquelas pessoas repelia estes medos. Que voltavam. E voltavam. E voltavam. Vezes e vezes sem conta.
Rei estava parada em frente ao fogo desde o momento em que pusera os pés no interior do templo. Uma ruga de concentração marcava o seu rosto perfeito. O cabelo negro esvoaçava, agitado por um vento invisível. Fagulhas brilhantes soltavam-se, agitando-se num ritmo secreto. Os olhos da rapariga reflectiam algo mais do que o fogo que estava à sua frente. Uma gota de suor escorria pela têmpora, caindo no chão.
Pela primeira vez desde que se lembrava, o fogo não deu nenhuma resposta. Apenas lhe sorria, com um ar sábio. Uma sabedoria que, pelo que parecia, lhe estava vedada.
Makoto, sentada no parapeito de uma janela aberta, saboreava a sensação do vento na cara. Bebia o cheiro do carvalho centenário que lhe providenciava sombra, deixando apenas um tímido raio de sol iluminar-lhe as mãos que seguravam uma minúscula flor. Os seus olhos vagueavam pelo azul do céu, pelo branco das nuvens, procurando uma resposta para tudo o que estava a acontecer, para todas as perguntas que se intrometiam no seu espírito. Implorava ao seu planeta guardião que lhe desse algum sinal , que lhe mostrasse que ia correr tudo bem.
Nenhuma resposta lhe foi dirigida.
Há muito que Ami tinha parado de consultar o seu computador. Encostada à parede, apenas contemplava o copo de água intocado que tinha ido buscar à cozinha horas atrás. Mergulhava nas espirais que os ínfimos movimentos da sua mão provocavam na água. Todas as certezas que tinha tido relativas à segurança dos seus amigos tinham desaparecido. Tinha tão pouco conhecimento do que lhes podia acontecer. Finalmente bebeu, deixando a água pura lavar-lhe o espírito. Colocando-lhe todas as questões, esperando por uma resposta.
Uma gota escorreu pelo seu queixo e caiu no chão. Nenhum conhecimento caiu com ela. Nada foi revelado à rapariga de cabelos azuis.
Minako não se movia há tanto tempo que quase receava nunca mais o conseguir fazer. Estava deitada no chão do quarto. Os seus longos cabelos loiros enfeitavam o pavimento com mil tons de ouro. E ela estava imóvel. Imóvel e de olhos fechados. Cantava, no silêncio da sua mente, uma melodia alegre. Um ligeiro sorriso embelezava-lhe a face.
Ela sabia.
Como deusa do amor tinha que saber.
Sabia desde o momento em que tinha visto Usagi e Mamoru juntos. Desde que tinha visto a forte ligação entre eles.
O problema... era que ainda não tinha conhecimento que sabia.
Faltava encaixar uma peça do puzzle. O Mamoru era o Mascarado, a Usagi a Sailor Moon. Certo. Estavam apaixonados. Certo. Faltava qualquer coisa. Certo...
Era isso! Não faltava! A estranha falha, o estranho vazio entre eles do qual nenhum dos dois tinha conhecimento tinha desaparecido! O que significava que, estivessem eles na lua ou em qualquer outro local, algo lhes tinha sido revelado.
Sabendo, finalmente, que os dois estavam bem, Minako dedicou o seu tempo a sonhar acordada.
Mas era a única despreocupada.
A Usagi e o Mamoru continuavam sem dar sinais de acordar.
E os nervos estavam a começar a afectar o ambiente. Ainda mais.
As horas continuavam a extender-se infinitamente. O quarto começava a escurecer. Os últimos raios de sol estavam fixos no mostrador do relógio. Como um aviso silêncioso. Como um amigo que dizia para eles não se esquecerem. Ainda não estava tudo bem.
- Já estou farta de olhar para o fogo sem descansar. Dói-me o corpo todo!
- Ai Rei! Nunca ouviste dizer que “Quem procura não descansa”?
- Minako! É “quem espera sempre alcança”! Sinceramente, eu começo a pensar que tu és um caso perdido!
- Ami, tu sabes que ela não faz por mal. E tens de admitir, os provérbios dela são... são...
A frase inacabada de Makoto serviu para aliviar o ambiente. Todas se começaram a rir.
- Dói-me a barrigaaa! - Gritava Rei, a rebolar pelo chão.
- Aiii, já estou a chorar de tanto rir! - fungou Ami.
- Não... consigo... res...pirar!- Afirmou Makoto com dificuldade.
- Meninas, não teve assim tanta piada! Pelo menos para mim!- Mesmo tentando soar indignada, Minako não conseguia evitar o sorriso.
Demoraram bastante tempo até se conseguirem acalmar. Tinha sido preciso tão pouco para as pôr a rir feitas perdidas que parar de rir parecia impossível. Mas, depois de muitos copos de água, tudo voltou ao normal.
E era o momento de falar.
A pergunta agora era quem é que teria coragem de o fazer.
- Muito bem, tenho de admitir. Estou preocupada. O que vi no computador de mercúrio parece-me tão pouco comparando com as horas que já passaram. Não consigo ter a certeza, não me consigo assegurar que eles estão mesmo bem. Confesso, estou assustada.
- Não és a única. Estive tanto tempo sentada em frente ao fogo e não recebi uma única resposta, um único pressentimento. Nada. Parece queos deuses se viraram contra nós, deixaram o destino em branco. Acho que hoje estamos apenas destinadas a esperar.
- Meninas... quanto tempo passou desde que eles foram atingidos pelo raio?- Questionou Makoto, com uma voz trémula, nada característica dela.
Silêncio. Quatro cabeças voltaram-se para o relógio. Fizeram as contas. Não devia passar das oito da manhã quando Usagi e Mamoru foram atingidos. Eram quase seis da tarde. Tinham-se passado practicamente dez horas. Dez horas.
Era muito tempo.
Tempo a mais...
Não era?
Como resposta à pergunta que não chegou a ser proferida, o relógio bateu as seis. E todas as dúvidas voltaram.
Iriam eles acordar?
Poderiam elas ter feito alguma coisa?
Então, algo mudou. O vento parou de soprar. Os ponteiros do relógio deixaram de se movimentar. Os finais raios do sol pararam até de brilhar. Tinha o tempo decidido parar?
Tudo ficou escuro. Negro.
Luzes encheram o quarto. Luzes de todas as cores, que rodopiavam pelo espaço. Apenas elas eram visíveis. Luzes.
Um suspiro.
Uma respiração acelerada.
O som de um abraço.
Passos.
Joelhos a bater no chão.
Cabelos a serem afastados.
Um beijo na face.
E uma lágima a cair.
Então, todas as luzes desapareceram de uma vez só. O sol voltou a brilhar, o vento a soprar. Os segundos continuaram a sua marcha eterna como se nada tivesse ocorrido.
Ali, ajoelhado no chão, estava um casal. A rapariga chorava copiosamente. O rapaz abraçava-a ternamente.
Usagi e Mamoru tinham acordado. A sua viagem à Lua tinha terminado.
Usagi levantou-se. Na sua frente, pairava o Cristal Prateado.
Sem mais demoras, aqui está o capítulo. Espero que gostem!
Capítulo 30- Silêncio.
As horas passavam. Tic-Tac. Ninguém conseguia fazer o relógio parar. Tic-Tac. Cada segundo era doloroso. Tic-Tac Tic-Tac. A preocupação aumentava. Mais um minuto. O silêncio tornava-se ensurdecedor. Tic-Tac. Era interrompido pelo som inconfundível de mais uma hora que tinha passado. E voltava ao início. Tic-Tac. O silêncio. Uma respiração mais profunda. Tic-Tac. Cabelo a ser afastado da cara. Tic-Tac. Uma gota de água a cair de um pinheiro alto. Tic-Tac. Uma borboleta a poisar na pétala de uma orquídea. Tic... Os raios de sol a acariciar uma pele fria. Tac.
Todos os pequenos sons a que os humanos chamam silêncio. Todos os instantes que passam despercebidos num dia normal.
Mas que são extremamente significativos numa situação de stress.
E que podem levar uma pessoa à loucura.
Encontravam-se seis pessoas naquele quarto presenteado com o silêncio. Duas pareciam dormir. Duas olhavam o vazio. As restantes estavam perdidas em pensamentos. Ou não estariam todas?
Tinham-se passado talvez cinco horas, talvez seis. Ninguém conseguia dizer com exactidão o instante em que tinham entrado naquele quarto. O momento em que tinham começado a esperar. O segundo em que tinham passado a desesperar.
As cordas vocais pareciam doer por inactividade. A garganta reclamava pela falta de uso. A palavra revoltava-se contra a língua, contra os lábios, na ânsia de se soltar. Mas ninguém ousava falar.
Uma incerteza quase palpável corria, saltava, dançava pela sala. Sussurrava palavras inquietantes. Aterrorizava àqueles que a deixavam aproximar-se demais. Repetia os medos que assombravam a mente de cada um. Dizia...
- Eles não vão acordar
Eles não vão voltar
Eles não querem acordar
Eles não querem voltar
Eles não podem acordar
Eles nunca puderam voltar
Tu nunca tiveste hipótese de os salvar.
À sua maneira, cada uma daquelas pessoas repelia estes medos. Que voltavam. E voltavam. E voltavam. Vezes e vezes sem conta.
Rei estava parada em frente ao fogo desde o momento em que pusera os pés no interior do templo. Uma ruga de concentração marcava o seu rosto perfeito. O cabelo negro esvoaçava, agitado por um vento invisível. Fagulhas brilhantes soltavam-se, agitando-se num ritmo secreto. Os olhos da rapariga reflectiam algo mais do que o fogo que estava à sua frente. Uma gota de suor escorria pela têmpora, caindo no chão.
Pela primeira vez desde que se lembrava, o fogo não deu nenhuma resposta. Apenas lhe sorria, com um ar sábio. Uma sabedoria que, pelo que parecia, lhe estava vedada.
Makoto, sentada no parapeito de uma janela aberta, saboreava a sensação do vento na cara. Bebia o cheiro do carvalho centenário que lhe providenciava sombra, deixando apenas um tímido raio de sol iluminar-lhe as mãos que seguravam uma minúscula flor. Os seus olhos vagueavam pelo azul do céu, pelo branco das nuvens, procurando uma resposta para tudo o que estava a acontecer, para todas as perguntas que se intrometiam no seu espírito. Implorava ao seu planeta guardião que lhe desse algum sinal , que lhe mostrasse que ia correr tudo bem.
Nenhuma resposta lhe foi dirigida.
Há muito que Ami tinha parado de consultar o seu computador. Encostada à parede, apenas contemplava o copo de água intocado que tinha ido buscar à cozinha horas atrás. Mergulhava nas espirais que os ínfimos movimentos da sua mão provocavam na água. Todas as certezas que tinha tido relativas à segurança dos seus amigos tinham desaparecido. Tinha tão pouco conhecimento do que lhes podia acontecer. Finalmente bebeu, deixando a água pura lavar-lhe o espírito. Colocando-lhe todas as questões, esperando por uma resposta.
Uma gota escorreu pelo seu queixo e caiu no chão. Nenhum conhecimento caiu com ela. Nada foi revelado à rapariga de cabelos azuis.
Minako não se movia há tanto tempo que quase receava nunca mais o conseguir fazer. Estava deitada no chão do quarto. Os seus longos cabelos loiros enfeitavam o pavimento com mil tons de ouro. E ela estava imóvel. Imóvel e de olhos fechados. Cantava, no silêncio da sua mente, uma melodia alegre. Um ligeiro sorriso embelezava-lhe a face.
Ela sabia.
Como deusa do amor tinha que saber.
Sabia desde o momento em que tinha visto Usagi e Mamoru juntos. Desde que tinha visto a forte ligação entre eles.
O problema... era que ainda não tinha conhecimento que sabia.
Faltava encaixar uma peça do puzzle. O Mamoru era o Mascarado, a Usagi a Sailor Moon. Certo. Estavam apaixonados. Certo. Faltava qualquer coisa. Certo...
Era isso! Não faltava! A estranha falha, o estranho vazio entre eles do qual nenhum dos dois tinha conhecimento tinha desaparecido! O que significava que, estivessem eles na lua ou em qualquer outro local, algo lhes tinha sido revelado.
Sabendo, finalmente, que os dois estavam bem, Minako dedicou o seu tempo a sonhar acordada.
Mas era a única despreocupada.
A Usagi e o Mamoru continuavam sem dar sinais de acordar.
E os nervos estavam a começar a afectar o ambiente. Ainda mais.
..........
As horas continuavam a extender-se infinitamente. O quarto começava a escurecer. Os últimos raios de sol estavam fixos no mostrador do relógio. Como um aviso silêncioso. Como um amigo que dizia para eles não se esquecerem. Ainda não estava tudo bem.
- Já estou farta de olhar para o fogo sem descansar. Dói-me o corpo todo!
- Ai Rei! Nunca ouviste dizer que “Quem procura não descansa”?
- Minako! É “quem espera sempre alcança”! Sinceramente, eu começo a pensar que tu és um caso perdido!
- Ami, tu sabes que ela não faz por mal. E tens de admitir, os provérbios dela são... são...
A frase inacabada de Makoto serviu para aliviar o ambiente. Todas se começaram a rir.
- Dói-me a barrigaaa! - Gritava Rei, a rebolar pelo chão.
- Aiii, já estou a chorar de tanto rir! - fungou Ami.
- Não... consigo... res...pirar!- Afirmou Makoto com dificuldade.
- Meninas, não teve assim tanta piada! Pelo menos para mim!- Mesmo tentando soar indignada, Minako não conseguia evitar o sorriso.
Demoraram bastante tempo até se conseguirem acalmar. Tinha sido preciso tão pouco para as pôr a rir feitas perdidas que parar de rir parecia impossível. Mas, depois de muitos copos de água, tudo voltou ao normal.
E era o momento de falar.
A pergunta agora era quem é que teria coragem de o fazer.
- Muito bem, tenho de admitir. Estou preocupada. O que vi no computador de mercúrio parece-me tão pouco comparando com as horas que já passaram. Não consigo ter a certeza, não me consigo assegurar que eles estão mesmo bem. Confesso, estou assustada.
- Não és a única. Estive tanto tempo sentada em frente ao fogo e não recebi uma única resposta, um único pressentimento. Nada. Parece queos deuses se viraram contra nós, deixaram o destino em branco. Acho que hoje estamos apenas destinadas a esperar.
- Meninas... quanto tempo passou desde que eles foram atingidos pelo raio?- Questionou Makoto, com uma voz trémula, nada característica dela.
Silêncio. Quatro cabeças voltaram-se para o relógio. Fizeram as contas. Não devia passar das oito da manhã quando Usagi e Mamoru foram atingidos. Eram quase seis da tarde. Tinham-se passado practicamente dez horas. Dez horas.
Era muito tempo.
Tempo a mais...
Não era?
Como resposta à pergunta que não chegou a ser proferida, o relógio bateu as seis. E todas as dúvidas voltaram.
Iriam eles acordar?
Poderiam elas ter feito alguma coisa?
Então, algo mudou. O vento parou de soprar. Os ponteiros do relógio deixaram de se movimentar. Os finais raios do sol pararam até de brilhar. Tinha o tempo decidido parar?
Tudo ficou escuro. Negro.
Luzes encheram o quarto. Luzes de todas as cores, que rodopiavam pelo espaço. Apenas elas eram visíveis. Luzes.
Um suspiro.
Uma respiração acelerada.
O som de um abraço.
Passos.
Joelhos a bater no chão.
Cabelos a serem afastados.
Um beijo na face.
E uma lágima a cair.
Então, todas as luzes desapareceram de uma vez só. O sol voltou a brilhar, o vento a soprar. Os segundos continuaram a sua marcha eterna como se nada tivesse ocorrido.
Ali, ajoelhado no chão, estava um casal. A rapariga chorava copiosamente. O rapaz abraçava-a ternamente.
Usagi e Mamoru tinham acordado. A sua viagem à Lua tinha terminado.
Usagi levantou-se. Na sua frente, pairava o Cristal Prateado.
Oh, q lindo....
Sabes tão bem fazer música com as palavras, sarrah! Q espectáculo...
A agonia delas chegava a ser palpável com a tua descrição... Os pensamentos delas, a descrição da inacção ao longo do tempo... perfeito!
Oh pá, o q é q irá acontecer agora?! Arranjaste um desvio na história q, mesmo sendo espectacular, vai contra a história do anime... Estou pra ver como é q vais dar a volta! Ai ca nervos! E agora, o q vem a seguir?!
Sabes tão bem fazer música com as palavras, sarrah! Q espectáculo...
A agonia delas chegava a ser palpável com a tua descrição... Os pensamentos delas, a descrição da inacção ao longo do tempo... perfeito!
Oh pá, o q é q irá acontecer agora?! Arranjaste um desvio na história q, mesmo sendo espectacular, vai contra a história do anime... Estou pra ver como é q vais dar a volta! Ai ca nervos! E agora, o q vem a seguir?!
Kasei escreveu:
Sabes tão bem fazer música com as palavras, sarrah! Q espectáculo...
A Kasei tirou-me as palavras da boca!! Este capitulo pode estar bastante pequeno em termos "fisicos", mas em termos de escrita e de conteudo, está soberbo! Magnifico...LINDO! Amei mesmo. A tua escrita é como nao há muitos, é simpelsmente fantastica e envolvente. Esta tua historia envolve-me cada vez mais, os meus Parabens!
Tenho que concordar com a Kasei quando ela diz que a tua historai está a tomar um rumo completamente diferente da do anime, mas eu nao me importo, pois estou adorando, melhor amando esta forma original de descoberta e de desenvolvimento das personagens. Já te disse mas nao me canso de repetir, especialmente quando o é bastante merecido. Amo mais esta forma de descoberta e de surgimento dos passados de cada um, do que pela maneira como foi mostrada no anime. Os meus parabens!! tu o mereces bastante! ^____^
A descriçao das horas e de como as meninas estavam em agonia e em sofrimento, mas principalmente em desespero com o facto da Usagi e o Mamoru nao acordarem foi muito realista, que eu propria estava ficando desesperada e irritada com o tic-tac. Os medos que elas sentiam por talvez eles nao voltassem a acordar, mexeu bastante comigo, que eu até já quase que puxava os cabelos e rezava para que eles acordassem. Mais uma vez os meus parabens.
A forma como foste demonstrando o desespero e a afliçao de cada uma com o nao acordar dos dois, foi fabulosa. A Rei que pedia ao fogo que lhe desse uma resposta, mas este nao o fazia, como se ja soubesse a resposta que ela tanto pedia a ele. A Ami que tentava desespaeradamente obter uma resposta do seu computador, mas que este tambem nao lhe dava resposta alguma. Enquanto que Makoto, pedia desesperadamente ao seu planeta guardiao que a ajudasse e lhe guiasse para uma resposta, mas que este assim como os outros, nada lhe respondeu, achei bastante interessante e profundo a forma como abordaste a preocupaçao das meninas para com o que estava acontecendo, que até eu, mais uma vez cheguei a ficar preocupada.
A Mina a unica que nao estava muito preocupada, pois já sabia o que tinha acontecido a eles e o porquê da ligaçao deles os dois, por ser a navegante do amor. mais uma vez indiscritivel.
.o:Gostei que, apesar de ser um momento bastante triste e preocupante tenhas colocado uma pequena dose de humor neste capitulo, pois ajudou nao só às meninas, como a mim tambem a relaxarem e a descontrairem um pouco, após horas e horas de afliçao. Após horas e horas de preocupaçao. A Mina, sempre a mesma em relaçao aos proverbios trocados.
Depois a forma como passas da comedia para a seriedade e sobriedade do momento, deixou-me sem palavras, tu tens um dom natural da escrita (nao canso de repetir mas é verdade), tu consegues captar bem os momentos e trasmitir os sentimentos, primeiro de alegria e depois de preocupaçao novamente.
Spoiler
sarrah escreveu:
Luzes encheram o quarto. Luzes de todas as cores, que rodopiavam pelo espaço. Apenas elas eram visíveis. Luzes.
Um suspiro.
Uma respiração acelerada.
O som de um abraço.
Passos.
Joelhos a bater no chão.
Cabelos a serem afastados.
Um beijo na face.
E uma lágima a cair.
Então,
todas as luzes desapareceram de uma vez só. O sol voltou a brilhar, o
vento a soprar. Os segundos continuaram a sua marcha eterna como se
nada tivesse ocorrido.
Ali, ajoelhado no chão, estava um casal. A rapariga chorava copiosamente. O rapaz abraçava-a ternamente.
Usagi e Mamoru tinham acordado. A sua viagem à Lua tinha terminado.
Usagi levantou-se. Na sua frente, pairava o Cristal Prateado.
), melhor que a forma surgida no anime, a meu ver claro. *mim sem palavras* LINDO! LINDO! LINDO!
.o:
.o:
.o:
.o: Mas como sempre e para nao variar a menina sarrah tinha que acabar na melhor parte :g3: a menina devia estar doente quando postou o final anterior, ou entao foi presentinho depois de tantas suplicas por um final sem que nos deixasse "mortas" de curiosidade.
*mim fica ansiosamente à espera de um novo capitulo (espero que a menina sarrah nao demore a postar)*
*mim oferece um grande ovo kinder à sarrah* é muito mais que merecido!

Uau, que capítulo tão bonito e cheio de sentimentos diferentes que se complementam! Fantástico...! Cada vez esta história me surpreende mais, mas é sobretudo a maneira como descreves os sentimentos das personagens, o ambiente em redor que parece pulsar a cada contacto, olhar e pensamento delas. Cada momento é um suspiro de emoção, um bafejo de sensações contidas que ficam a pairar delicadamente no ar... É mesmo fabuloso!
Em relação ao capítulo em si, foi maravilhosa a forma como demonstraste os sentimentos que iam no espírito de cada uma das guerreiras. Parecia que todas, à sua maneira, se agarravam aos elementos que as caracterizam; a Rei, tentando encontrar uma resposta nas labaredas, não a encontrando; a Ami, olhando para a água e deixando que as suas certezas se desvanecessem como a gota que lhe correu pelo rosto; a Makoto, procurando na calma da brisa e dos gestos invisíveis das árvores um alívio que não vinha; e, por fim, a Minako, a única que sabia que estava tudo bem, talvez, como disseste, por ser tão ligada ao amor. Foi tudo muito bem construído, uma exploração mesmo interessante de cada uma das navegantes. Foi das minhas partes predilectas em tudo o que já escreveste.
As tuas descrições, honestamente, conseguem sempre surpreender-me, e desta vez superaste-te. Vou voltar outra vez atrás para referir aquela parte inicial, os "tic-tacs" alternados com uma frase que me ficou retida:
Estas palavras ainda pulsam no meu interior. É, realmente, verdade, tão verdade.
Avançando mais um pouco para chegarmos à leveza provocada por, mais uma vez, um dos provérbios errados da Minako. Foi, sem dúvida, um bom momento para aliviar tudo aquilo que foste demonstrando, ao longo do capítulo. E quando chegou a altura do regresso da Usagi e Mamoru... Não podia ter sido melhor. Delicado e, simultaneamente, espectacular. Um espectáculo de cores e de carinho. E o cristal prateado a pairar no ar... Não podia ter acabado da melhor forma.
Os teus capítulos são sempre uma surpresa extremamente agradável para mim. Não será nunca demais dizer que escreves de uma forma que me agrada imenso! É uma das razões que faz com que os meus olhos desfilem com calma e ânsia pelas frases aqui expostas. Parabéns, foi um excelente capítulo!
*dá um mais que merecido ovo Kinder à sarrah* E talvez seja pouco!
Em relação ao capítulo em si, foi maravilhosa a forma como demonstraste os sentimentos que iam no espírito de cada uma das guerreiras. Parecia que todas, à sua maneira, se agarravam aos elementos que as caracterizam; a Rei, tentando encontrar uma resposta nas labaredas, não a encontrando; a Ami, olhando para a água e deixando que as suas certezas se desvanecessem como a gota que lhe correu pelo rosto; a Makoto, procurando na calma da brisa e dos gestos invisíveis das árvores um alívio que não vinha; e, por fim, a Minako, a única que sabia que estava tudo bem, talvez, como disseste, por ser tão ligada ao amor. Foi tudo muito bem construído, uma exploração mesmo interessante de cada uma das navegantes. Foi das minhas partes predilectas em tudo o que já escreveste.
As tuas descrições, honestamente, conseguem sempre surpreender-me, e desta vez superaste-te. Vou voltar outra vez atrás para referir aquela parte inicial, os "tic-tacs" alternados com uma frase que me ficou retida:
Todos os pequenos sons a que os humanos chamam silêncio.
Estas palavras ainda pulsam no meu interior. É, realmente, verdade, tão verdade.
Avançando mais um pouco para chegarmos à leveza provocada por, mais uma vez, um dos provérbios errados da Minako. Foi, sem dúvida, um bom momento para aliviar tudo aquilo que foste demonstrando, ao longo do capítulo. E quando chegou a altura do regresso da Usagi e Mamoru... Não podia ter sido melhor. Delicado e, simultaneamente, espectacular. Um espectáculo de cores e de carinho. E o cristal prateado a pairar no ar... Não podia ter acabado da melhor forma.
Os teus capítulos são sempre uma surpresa extremamente agradável para mim. Não será nunca demais dizer que escreves de uma forma que me agrada imenso! É uma das razões que faz com que os meus olhos desfilem com calma e ânsia pelas frases aqui expostas. Parabéns, foi um excelente capítulo!
*dá um mais que merecido ovo Kinder à sarrah* E talvez seja pouco!

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