Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

A Lua e a Terra

#481
Hum... estou a ficar com medo. Está-me a parecer que vou ter que fechar o photoshop e abrir o word... Não aguentas uma semaninha (ou mais um bocadinho) sem me espetares uma faca por eu não postar? ::

#483
Auch! Pronto, pronto, eu vou tentar ser um bocadinho rápida a escrever...

#484
Gostei muito sarrah!
Mas eu queria saber pq estes tais demônios foram maus com as senshi se o alvo era o casal? Podiam simplesmente entrar no apartamento onde estavam, era mais simples study

No mais, fiquei curiosa para saber o que ocorrem a seguir...
Parabéns!

Presente do Brancus- Visitem www.imagevisiondesign.com

Semi-ausente até março Neutral
Moon Revenge- exerto do volume 2 publicado 02/01
#485
esta um espectaculo
tou amar esta fanfic

tens imenso talento
simplesmente adoro

fiko a espera d mais um capitulo
mts parabens
Protegerei e lutarei por todos, nem que isso signifique a minha morte.......
#487
txeeee, a violência instalou-se no mundo das fics... XD

força sarrah, manda lá o capítulo antes q te decapitem! Razz

#488
chousenshi, quanto ao porquê de eles terem atacado as senshi, vai ser explicado no próximo capítulo (ou no seguinte a esse). Ainda bem que gostaste. Very Happy E tudo vai ser explicado o melhor possível. E obrigada.

picky, wow, obrigada Very Happy Imenso talento? Oh God Embarassed Obrigadaaa. Fico muito contente por saber que estás a gostar. Mais um capítulo virá brevemente. Mais uma vez, obrigada.

neptuno_avista, facas? Já? passaram-se quê, 3 dias desde que postei! São mesmo necessárias as facas agora? Ai, a deusa me valha! Acho que tenho de fugir Very Happy

Kasei, ajuda-me! Eu ainda nem comecei a escrever o capítulo e já me estão a ameaçar! *esconder-me num cantinho do quarto* Eu não quero ser decapitadaaa

#489
oh god! tadinha da sarita!

vá lá, n lhe façam mal... senão tb nunca vão saber o fim da história, n é? Razz

#490
*correr, abraçar a Kasei e esconder-me atrás dela pelo sim pelo não* Obrigada!

Bem visto, se me fizerem mal não sabem o final. Para "amansar as feras", digo-vos que já comecei a escrever. Ainda foi muito pouco , não tive muito tempo. Mas como hoje foi o último teste do período (com um suspiro e um Aleluia quando o terminei) achei por bem escrever um bocadinho Very Happy Daqui a uns dias têm o capítulo por aqui

#491
Fico á espera... mas a Kasei não consegue proteger-te durante muito tempo!!!!
#492
Não vais ter de esperar muito... um passarinho passou por aqui e disse-me que talvez umas 24 horas apenas...
A Kasei não me vai conseguir proteger durante muito tempo? Ai vai vai. Mas não lhe faças mal!

Vá, amanhã por volta das nove, dez horas posto o capítulo sim?

#493
Espero bem que sim estamos todas (os) ansiosas para poder ler o novo capitulo......


Mas se já a vais postar amanhã acho que algumas " neninas" te vão poupar a vida


XP....


P. Serenidade
#495
Ufa, finalmente acabei de escrever. Hum... ainda não sei se gosto do resultado final. Digam-me vocês.
Portanto... espero que gostem... e que a minha vida seja poupada Very Happy





Capítulo 27- Lua?







Tudo estava calmo naquele lugar. Nada se ouvia. Nem pessoas a falarem, nem os carros a passarem, nenhum daqueles barulhos que caracterizam uma cidade. Que caracterizam a vida que todas as pessoas levam. Que caracteriza o planeta Terra.

Aqui, tudo é diferente. Durante muitas centenas de anos, nenhum ser vivo varreu os olhos por esta paisagem. Por mais anos do que aqueles que uma vida dura, nada ousou respirar o ar que envolve este local. Por muito, muito tempo, tudo se manteve igual. Mas hoje mudou.

Uma respiração. Não, duas? Uma? Um bater de coração? Ou serão dois? É difícil entender, são sons que dançam a mesma valsa. Sim, são duas respirações, dois corações que batem ao mesmo tempo. Um som tão baixo que passaria despercebido em qualquer lugar. Mas este não é qualquer lugar.

A terra recebe o bater destes dois corações como uma promessa vindoura. O ar embala as suas respirações como se dois bebés se tratassem. As ruínas saúdam estes corpos, vendo neles as memórias do passado. Memórias há tanto esquecidas.

Algo muda. Ouve-se um murmúrio que se espalha por toda a superfície daquele estranho lugar. E a Natureza vibra com aquele som perdido. Outro murmúrio se segue. Uma voz? Será possível estar alguém a falar? Mas, se assim é, o que dizem?

- Sim mãe, eu levanto-me. Deixa-me só acabar de comer esta fatia de bolo.

Podem não ter sido as palavras mais filosóficas alguma vez ouvidas, e podiam também não fazer nenhum sentido mas, para para tão silencioso local, eram sem dúvida as mais belas que poderiam existir.

- Usako, és tu?

- Não mamã, eu não quero comer os vegetais. Passa-me aquela tarde de limão.

- Usako, acorda!

- Hum? Mamoru? Onde estamos? Onde estão as meninas?

- Não sei. Estamos num lugar estranho... e vagamente familiar...

Viam um pálacio. Ou aquilo que em tempos o tinha sido. Viam jardins, fontes, lagos. Nos jardins, as flores tinham desaparecido. A vegetação não existia, apenas os canteiros. As fontes estavam partidas e rachadas. Nos lagos não se encontrava o menor vestígio de água.

Ao olhar em seu redor, Usagi sentiu lágrimas a nascerem dentro de si. Por alguma razão, ver a destruição que reinava aquele lugar, causava-lhe uma dor infinita. Levantou-se e caminhou até ao palácio. Tocou nas paredes que se mantinham ainda de pé. Sentiu todas as falhas, todos os sitios onde a pedra estava rachada. Passou as mãos por colunas, por canteiros destruídos. Lágrimas mancharam cada local em que ela tocava. A dor que ela sentia ao ver e tocar o que outrora fora um reino vivo e brilhante era inimaginável.

Continuou a caminhar, dando a volta ao palácio, chagando aos antigos jardins. Apenas restava pó e pedras. E Usagi chorava por todas elas.

Mamoru seguia-a de perto. Via a dor nos olhos daquela que amava mas, por uma vez, não a tentou confortar. Sentia que se interferisse iria apenas causar mais dor. Aquele era um momento que Usagi tinha de superar sozinha. Era uma visão que ela tinha que superar. Era dor que ela tinha de aprender a amar. Era um momento que lhe pertencia a ela e a ela só. De alguma forma, ela estava ligada àquele lugar.

Ele não conseguia parar de admirar a beleza da mulher que tinha à sua frente. Se possível, ali, naquele lugar que ainda nenhum sabia onde era, ela ficava ainda mais bonita. Parecia que pertencia ali, que a paisagem a completava. Nem as lágrimas de cristal que escorriam pelos seus olhos diminuiam a magnitude de quem ela era. Os seus olhos pareciam mais azuis, o cabelo tinha reflexos prateados. Estava linda.

Entraram nas ruínas do castelo. Certas partes ainda estavam de pé, haviam mesmo escadarias apenas meio destruídas. Subiram o máximo que puderam. E então viram.

Não se encontravam na Terra como inicialmente tinham pensado. Não se encontravam numa dimensão paralela. Nada disso. Encontravam-se bem mais longe de casa do que tinham imaginado.

- Ma...Mamoru... o que é que aconteceu mesmo quando chegámos ao templo? É que... acho que estou a ter visões .

À frente do casal via-se uma enorme, gigante esfera azul e branca. Não viam cidades, não viam pessoas apressadas para chegar ao emprego. Apenas azul, branco, algum verde e castanho. Apenas a Terra como deve ser vista do espaço.

Eles estavam na Lua.

- Usako, não me parece que estejas a ter visões. A menos que eu também esteja. Aquilo é a Terra?

Mamoru sentiu uma ligeira aflição ao olhar para o seu planeta. Pela primeira vez desde que se lembrava sentiu que pertencia a um lugar. Ele pertencia à Terra tanto quanto o seu coração pertencia a Usagi. Mas... estranhamente não se sentia mal ali na Lua. Era como uma segunda casa, uma casa de Verão onde só estivemos meia dúzia de vezes e que traz boas recordações.

- É, aquilo é a Terra. Algo está muito errado aqui. Desde quando há um reino na Lua? E porque é que... porque é que...

Os olhos dela voltaram a encher-se de água. Toda aquela situação era demasiado estranha, demasiado errada! Eles não deviam estar ali, aquele reino não devia estar ali, ela não devia sentir-se melhor naquele lugar do que alguma vez se tinha sentido na Terra, com excepção dos últimos oito dias em que vivera com Mamoru! Apenas não estava certo!

Sentiu os braços de Mamoru a envolvê-la, puxando-a para um abraço forte. Ela afundou-se nos braços dele, chorando até as lágrimas desaparecerem. Ele apenas a abraçava, tentando transmitir-lhe o máximo de segurança possível.

- Que se passa amor? Fala comigo.- murmurou Mamoru para os cabelos da namorada.

- Eu não percebo porque me sinto tão bem aqui. Nem porque é que a destruição deste lugar me causa tanta dor. Parece que é algo meu que está destruído. Algo mais se passou aqui. Isto não é apenas acção do tempo.

- Gostava de ter as respostas para te dar. Queria pelo menos saber a quem perguntar. Também me sinto ligado à Terra da mesma forma que tu te sentes ligada à Lua. A diferença é que apenas hoje percebi isso.

- Eu sempre senti que a Lua me era importante. Sempre me acalmou. Lembras-te exactamente do que se passou depois de sermos atingidos pelo raio?

- Não sei bem. Por um momento nada aconteceu, sabes. Ficámos parados. Comecei a sentir as pálpebras a fechar. Sei que chamei por ti, mas ninguém me deve ter ouvido. Depois tudo ficou negro. Senti o meu espírito ser arrancado do meu corpo. Depois sonhei que acordava. Que era espírito mas tinha corpo. Mas tudo continuava negro. Acordei quando ouvi a tua voz.

- Eu ouvi-te a chamares-me. Foi quando tudo ficou negro para mim também. Queria levantar-me para ir ter contigo mas cada vez ficava mais longe de mim própria. Presumo que fosse essa mesma sensação de ser arrancada do meu corpo. Depois... comecei a sonhar que a minha mãe me estava a tentar acordar mas que eu estava a sonhar com bolos... nem eu percebi muito bem.

- Porque será que aqueles dois demónios nos transportaram para aqui? Achas possível que estejamos a ser vigiados? Afinal, eles atacaram o templo. Alguma coisa deviam querer.

- Não sei. Talvez alguém fale connosco. Ou isto seja apenas um sonho. É isso, os demónios fizeram-nos ter um sonho em conjunto e agora a Rei está a tentar acordar-me.

- Usako... não me parece que seja isso.

- Porque dizes isso? Pode perfeitamente ser!

- Não achas que é tudo demasiado estranho? Demasiado real? Os sonhos podem não fazer sentido, esta situação pode não fazer sentido, mas alguma vez tiveste um sonho assim tão real?

- Não, mas... não sei! Tem que haver alguma lógica nisto tudo, tudo tem uma lógica! Será que alguém me pode fazer o favor de me explicar o que se passa aqui?!

- Talvez eu possa.

Apanhados desprevenidos, Usagi e Mamoru saltaram e soltaram-se do abraço em que ainda se encontravam. Olharam para trás, na direcção da voz que tinha proferido aquelas palavras. Nada os poderia ter preparado para o que viram.


#496
Shocked
como e que foste capaz de acabar ali?? nao e justo!!!

o capitulo ta lindo!
descreves te muito bem tudo aquilo que eles sentiam e que pensavam...

adorei!
#497
Gostaste? Mesmo? Very Happy

Como é que fui capaz de acabar ali? Hum... pareceu-me um bom final de capítulo. Eheh. Se é justo ou não... deixo ao teu critério.

Ainda bem que gostaste Likinhas. Fico muito contente por isso. Especialmente porque é daqueles capítulos que me deixam na dúvida se atingi ou não aquilo que queria.

#498
Lindo e simples... A-d-o-r-e-i!!!!!! Para quando mais???????????se puderes dar a tiua opinião sobre a minha fanfic agradeço! (A Outra realidade da Sailormoon.)

Espero que tenham gostado deste capítulo. O próximo vais demorar uma pouco porque agora ando em avaliações.
Fico à espera de comentários. Beijinhos para todos!!!!!

Tens de entrar para responderes neste tópico.

  • 3.604 tópicos
  • 188.725 mensagens
  • 1.338 membros
  • último membro: Tinoco