Sombras do passado
Ai Jasus pessoal! XD Stop!! *Haruhi põe as mãos à frente e param todos*
Bem, é o seguinte... tenho uma explicação para isto :
':
A minha super querida, fofa, simpática, amável... etc professora de matemática, decidiu que as criaturas da turma necessitavam de evolução.
Ora, e o que ela resolve fazer? Nada mais nada menos do que um projecto pra férias! E viva ao trabalho, uau! :g2:
Bem, andei sempre ocupada e sem tempo...
Mas felizmente estou quase a acabá-lo, e por isso... tentarei postar antes das aulas começarem
Gomenasai!
Bem, é o seguinte... tenho uma explicação para isto :
':A minha super querida, fofa, simpática, amável... etc professora de matemática, decidiu que as criaturas da turma necessitavam de evolução.
Ora, e o que ela resolve fazer? Nada mais nada menos do que um projecto pra férias! E viva ao trabalho, uau! :g2:
Bem, andei sempre ocupada e sem tempo...
Mas felizmente estou quase a acabá-lo, e por isso... tentarei postar antes das aulas começarem

Gomenasai!
Capítulo 11 – O início da batalha
(1º parte)
Darkeen deixou o edifício degradado pelo tempo e seguiu para sua casa, para ir buscar a espada. Faltava pouco tempo para a luta começar, ele sentia-o. Começou a ficar realmente nervoso, perguntando-se se estaria a tomar realmente a opção correcta.
Cerrou os punhos e correu velozmente, parando à porta da casa. Emi ia a passar na rua, distraída, quando ambos os olhares se cruzaram por instantes.
- D-Darkeen… - Murmurou ela, levando a mão ao peito e corando intensamente de vergonha. O que passara com ele ainda lhe assombrava a mente.
- O que queres Emi? Não causaste problemas suficientes? – Ripostou, furioso com tudo o que o rodeava.
- Não digas isso! Sabes que te amo, e tu também me amas! – Falou alto, tanto que algumas pessoas que passavam na rua olharam na direcção dos dois, atónitos.
- Fala baixo idiota! Tu nunca irás saber o que é o amor! NUNCA! Não é com essas atitudes que se prova gostar de alguém! – Rematou, abrindo o portão e fechando-o antes que a Emi o pudesse seguir para dentro.
Ela abriu ligeiramente a boca para dizer algo, mas fechou-a de seguida.
- Sei sim! Vou provar-te que sei! Além disso, tu também não deves saber, já que andas assim ultimamente! – E virou-lhe costas, correndo para fora dali.
Darkeen ficou parado, com a mão no portão, a olhar para a rua por onde Emi corria.
As palavras que ela acabara de proferir não lhe saíam da cabeça. “A agir assim ultimamente…”.
Sentiu remorsos por tudo o que havia feito, mas agora não podia voltar atrás. O destino aguardava-o, e teria de sair vitorioso para proteger a sua amada. Depois disso, nada mais os iria separar, tinha a certeza disso.
Subiu os três degraus que conduziam à porta de sua casa, abrindo-a e observando a escuridão. O local parecia-lhe mais desmaiado sem a presença de Ayumi, que sem dúvida trazia vida à casa, pelo menos na sua opinião.
Entrou, fechou a porta que rangeu ligeiramente e dirigiu-se ao quarto. A sua espada estava encostada a uma cadeira de madeira, cuidadosamente esculpida. Pegou na espada e colocou-a à cintura, saindo de seguida. Passou a mão pelas paredes da casa. Podia ser a última vez que estaria ali.
“- Q-quem… são eles? – Murmurou, com uma onde de medo a percorrer-lhe pelas entranhas. Sabia que não podia ser descoberto. Quis recuar, quis fazer alguma coisa que fosse… mas o seu corpo não se mexia.
- Por favor, parem! – Suplicou um homem que estava de pé, com roupas aparentemente esfoladas pela luta que ali se tinha dado.
Agarrava uma mulher, que irrompia o silêncio que se estabelecera de seguida com os seus soluços profundos.
- Cala a boca a essa mulher! – Gritou-lhe um outro homem, envolto nas sombras. – Se não a fazes calar, terei de ser eu mesmo a encarregar-me disso!
- Por favor, por favor… não nos faça nada, somos uma família simples, por favor… de certeza que o senhor também tem família, suplico-lhe…! – Choramingava a mulher, desesperada com a situação.
Farto de tanta lamechice, o homem que se erguia ao lado do outro deu uma bofetada à mulher, que caiu no chão, esfregando a bochecha. Chorou ainda mais.
- Mas ela não sabe o que é estar CALADA? Escuta velho… o que se passa é bastante simples…Nós queremos a Mystica, e sabemos que o teu filho a tem em sua posse. Por isso diz-nos onde está o rapaz e nós vamos embora. Ninguém se magoa e tudo acaba em bem.
- Nunca… nunca irei entregar o meu filho! – Ripostou o homem.
E num gesto rápido, o mais alto dos homens trespassou-o com a sua espada, observando-o cair lentamente no chão, na poça de sangue que se formara. A mulher mandou um grito agudo, tapando a boca com as mãos.
Darkeen, que ainda se encontrava à porta, tremeu e as lágrimas percorreram-lhe o rosto sem cessarem. Ao ver o outro homem a erguer a espada de novo, abriu a porta com um estrondo e correu para a mãe, abraçando-a.
- NINGUÉM LHE FAZ MAL! – Berrou violentamente, puxando-lhe o avental ensanguentado.
- Olha olha… quem é ele… já pensa que é homem! – Zombou o segundo. – Passa para cá a Mystica pirralho.
- M-Mystica…? Do que vocês estão a falar? – Percorreu-os com o olhar, e em seguida fitou a mãe que ainda soluçava e olhava anestesiada para o marido que jazia no chão.
- Esse colar que tens ao pescoço… não me digas que não te contaram! – A ironia pairava no seu tom de voz, também impaciente.
Num gesto de medo, Darkeen retirou o colar que tinha ao pescoço e estendeu a mão. Deixou a mão junto à bancada e aproximou-se, fazendo com que ambos os homens sorrissem de prazer.
- Obrigada pirralho… agora… MORRE! – Voltou a erguer a espada.
- NÃOOO! – A mãe recuperou do choque e correu para o seu filho.”
Darkeen despertou subitamente. Abanou a cabeça e retomou a caminhada para fora de sua casa, onde certamente Raidon já estaria à sua espera.
Dirigiu-se mais uma vez à entrada que conduzia à aldeia, e observou o local onde ele e Ayumi se tinham beijado pela primeira vez, à chuva. Tinha medo de nunca mais o poder voltar a fazer, de nunca mais a poder ver. Mas não. Teria de retirar esses pensamentos do seu cérebro e concentrar-se na luta.
Subitamente, ouviu uns ruídos vindos da floresta. Escondeu-se rapidamente atrás da primeira árvore com um tronco suficientemente grande que encontrou. Passados alguns segundos, conseguia distinguir galopes distantes, vindos naquela direcção.
- É agora… - Pensou, fechando os olhos e preparando-se para lutar a qualquer minuto.
Correu a esconder-se por detrás de um tronco de uma grande árvore centenária. Encostou-se lentamente, de forma a não ser visto por quem vinha pelo carreiro em busca da aldeia. Os sons dos cavalos e das pessoas notavam-se cada vez mais. E nos instantes seguintes, silêncio.
Darkeen sentiu-se tentado a espreitar, pois aquilo parecia-lhe estranho.
Por mais silenciosos que fossem, teriam de fazer ruído, quanto mais não fossem os cavalos. Mas não, tudo estava submerso no mais profundo silêncio.
E foi num movimento rápido, quase sem dar tempo para pensar, que Darkeen sentiu um metal frio e afiado a roçar na pele do seu pescoço. Voltou-se lentamente, deparando-se com uns olhos frios recheados de ódio e vingança.
- Morre… - Sussurrou-lhe Raidon.
(1º parte)
Darkeen deixou o edifício degradado pelo tempo e seguiu para sua casa, para ir buscar a espada. Faltava pouco tempo para a luta começar, ele sentia-o. Começou a ficar realmente nervoso, perguntando-se se estaria a tomar realmente a opção correcta.
Cerrou os punhos e correu velozmente, parando à porta da casa. Emi ia a passar na rua, distraída, quando ambos os olhares se cruzaram por instantes.
- D-Darkeen… - Murmurou ela, levando a mão ao peito e corando intensamente de vergonha. O que passara com ele ainda lhe assombrava a mente.
- O que queres Emi? Não causaste problemas suficientes? – Ripostou, furioso com tudo o que o rodeava.
- Não digas isso! Sabes que te amo, e tu também me amas! – Falou alto, tanto que algumas pessoas que passavam na rua olharam na direcção dos dois, atónitos.
- Fala baixo idiota! Tu nunca irás saber o que é o amor! NUNCA! Não é com essas atitudes que se prova gostar de alguém! – Rematou, abrindo o portão e fechando-o antes que a Emi o pudesse seguir para dentro.
Ela abriu ligeiramente a boca para dizer algo, mas fechou-a de seguida.
- Sei sim! Vou provar-te que sei! Além disso, tu também não deves saber, já que andas assim ultimamente! – E virou-lhe costas, correndo para fora dali.
Darkeen ficou parado, com a mão no portão, a olhar para a rua por onde Emi corria.
As palavras que ela acabara de proferir não lhe saíam da cabeça. “A agir assim ultimamente…”.
Sentiu remorsos por tudo o que havia feito, mas agora não podia voltar atrás. O destino aguardava-o, e teria de sair vitorioso para proteger a sua amada. Depois disso, nada mais os iria separar, tinha a certeza disso.
Subiu os três degraus que conduziam à porta de sua casa, abrindo-a e observando a escuridão. O local parecia-lhe mais desmaiado sem a presença de Ayumi, que sem dúvida trazia vida à casa, pelo menos na sua opinião.
Entrou, fechou a porta que rangeu ligeiramente e dirigiu-se ao quarto. A sua espada estava encostada a uma cadeira de madeira, cuidadosamente esculpida. Pegou na espada e colocou-a à cintura, saindo de seguida. Passou a mão pelas paredes da casa. Podia ser a última vez que estaria ali.
“- Q-quem… são eles? – Murmurou, com uma onde de medo a percorrer-lhe pelas entranhas. Sabia que não podia ser descoberto. Quis recuar, quis fazer alguma coisa que fosse… mas o seu corpo não se mexia.
- Por favor, parem! – Suplicou um homem que estava de pé, com roupas aparentemente esfoladas pela luta que ali se tinha dado.
Agarrava uma mulher, que irrompia o silêncio que se estabelecera de seguida com os seus soluços profundos.
- Cala a boca a essa mulher! – Gritou-lhe um outro homem, envolto nas sombras. – Se não a fazes calar, terei de ser eu mesmo a encarregar-me disso!
- Por favor, por favor… não nos faça nada, somos uma família simples, por favor… de certeza que o senhor também tem família, suplico-lhe…! – Choramingava a mulher, desesperada com a situação.
Farto de tanta lamechice, o homem que se erguia ao lado do outro deu uma bofetada à mulher, que caiu no chão, esfregando a bochecha. Chorou ainda mais.
- Mas ela não sabe o que é estar CALADA? Escuta velho… o que se passa é bastante simples…Nós queremos a Mystica, e sabemos que o teu filho a tem em sua posse. Por isso diz-nos onde está o rapaz e nós vamos embora. Ninguém se magoa e tudo acaba em bem.
- Nunca… nunca irei entregar o meu filho! – Ripostou o homem.
E num gesto rápido, o mais alto dos homens trespassou-o com a sua espada, observando-o cair lentamente no chão, na poça de sangue que se formara. A mulher mandou um grito agudo, tapando a boca com as mãos.
Darkeen, que ainda se encontrava à porta, tremeu e as lágrimas percorreram-lhe o rosto sem cessarem. Ao ver o outro homem a erguer a espada de novo, abriu a porta com um estrondo e correu para a mãe, abraçando-a.
- NINGUÉM LHE FAZ MAL! – Berrou violentamente, puxando-lhe o avental ensanguentado.
- Olha olha… quem é ele… já pensa que é homem! – Zombou o segundo. – Passa para cá a Mystica pirralho.
- M-Mystica…? Do que vocês estão a falar? – Percorreu-os com o olhar, e em seguida fitou a mãe que ainda soluçava e olhava anestesiada para o marido que jazia no chão.
- Esse colar que tens ao pescoço… não me digas que não te contaram! – A ironia pairava no seu tom de voz, também impaciente.
Num gesto de medo, Darkeen retirou o colar que tinha ao pescoço e estendeu a mão. Deixou a mão junto à bancada e aproximou-se, fazendo com que ambos os homens sorrissem de prazer.
- Obrigada pirralho… agora… MORRE! – Voltou a erguer a espada.
- NÃOOO! – A mãe recuperou do choque e correu para o seu filho.”
Darkeen despertou subitamente. Abanou a cabeça e retomou a caminhada para fora de sua casa, onde certamente Raidon já estaria à sua espera.
Dirigiu-se mais uma vez à entrada que conduzia à aldeia, e observou o local onde ele e Ayumi se tinham beijado pela primeira vez, à chuva. Tinha medo de nunca mais o poder voltar a fazer, de nunca mais a poder ver. Mas não. Teria de retirar esses pensamentos do seu cérebro e concentrar-se na luta.
Subitamente, ouviu uns ruídos vindos da floresta. Escondeu-se rapidamente atrás da primeira árvore com um tronco suficientemente grande que encontrou. Passados alguns segundos, conseguia distinguir galopes distantes, vindos naquela direcção.
- É agora… - Pensou, fechando os olhos e preparando-se para lutar a qualquer minuto.
Correu a esconder-se por detrás de um tronco de uma grande árvore centenária. Encostou-se lentamente, de forma a não ser visto por quem vinha pelo carreiro em busca da aldeia. Os sons dos cavalos e das pessoas notavam-se cada vez mais. E nos instantes seguintes, silêncio.
Darkeen sentiu-se tentado a espreitar, pois aquilo parecia-lhe estranho.
Por mais silenciosos que fossem, teriam de fazer ruído, quanto mais não fossem os cavalos. Mas não, tudo estava submerso no mais profundo silêncio.
E foi num movimento rápido, quase sem dar tempo para pensar, que Darkeen sentiu um metal frio e afiado a roçar na pele do seu pescoço. Voltou-se lentamente, deparando-se com uns olhos frios recheados de ódio e vingança.
- Morre… - Sussurrou-lhe Raidon.
Likinhas escreveu:Capitulo
*dá saltinhos na cadeira*
*cai ao chão*
Finalmente!
Sorry por esta coisa daqui de cima mas apanhei um susto e carreguei no enviar sem querer!

Oh meu Deus! As saudades que eu já tinha desta fic.
O capitulo está lindo. Como sempre, com uma escrita maravilhosa!
*mim clina-se mais para o monitor*
Como é que tiveste coragem de acabar ali? Deixaste-me curiosa!!
E aquele Raidon... ARGHHH! Cada vez tenho mais vontade de o desfazer!
Fico à espera do próximo!
Finalmente um novo capítulo! *olhos a brilhar enquanto salta, contente*
Vamos então aos comentários ao capítulo!
Gostei muito, como já é habitual, adorei as descrições e achei que estava tudo muito bem escrito. Se já achava que escrevias bem antes, a minha opinião é que conseguiste superar-te com este capítulo! A forma como se desenrolaram os acontecimentos foi muito bem exposta, desde o fugaz encontro da Emi com o Darkeen até ele ir a casa para buscar a sua espada. Uma parte que gostei particularmente foi quando ele passou as mãos pela parede e começou a recordar-se do passado que, diga-se, é bem trágico!
Depois acabaste ali... Com a espada no pescoço do Darkeen! Não acredito que ele vá morrer, mas aquele Raidon... Que golpe baixo! Deve estar mesmo cego, assim como a Emi (que lindo par que estes dois davam
).
Só me resta dizer que, apesar do tempo que demoraste (nós compreendemos, mas já estávamos mesmo impacientes
), a história continua intrigante e fantástica como sempre! Parabéns! ^__^
Vamos então aos comentários ao capítulo!
Gostei muito, como já é habitual, adorei as descrições e achei que estava tudo muito bem escrito. Se já achava que escrevias bem antes, a minha opinião é que conseguiste superar-te com este capítulo! A forma como se desenrolaram os acontecimentos foi muito bem exposta, desde o fugaz encontro da Emi com o Darkeen até ele ir a casa para buscar a sua espada. Uma parte que gostei particularmente foi quando ele passou as mãos pela parede e começou a recordar-se do passado que, diga-se, é bem trágico!
Depois acabaste ali... Com a espada no pescoço do Darkeen! Não acredito que ele vá morrer, mas aquele Raidon... Que golpe baixo! Deve estar mesmo cego, assim como a Emi (que lindo par que estes dois davam
).Só me resta dizer que, apesar do tempo que demoraste (nós compreendemos, mas já estávamos mesmo impacientes
), a história continua intrigante e fantástica como sempre! Parabéns! ^__^
Olá!! Finalmente um novo capitulo!!!!!!!
Bem... está fenomenal!!!! akela parte em k o Darkeen recorda a morte dos pais....... foi tão bem escrita, que parecia que estava lá......
e... como posso fazer um comentário decente, se tu acabas ali????? Akele Raidon..... só apetece enfiá-lo num poço de facas viradas para cima!!!!!!!!!
E como já disseram... o Darkeen não pode morrer!!!!
Harhi escreve!!!!!
Bem... está fenomenal!!!! akela parte em k o Darkeen recorda a morte dos pais....... foi tão bem escrita, que parecia que estava lá......
e... como posso fazer um comentário decente, se tu acabas ali????? Akele Raidon..... só apetece enfiá-lo num poço de facas viradas para cima!!!!!!!!!
E como já disseram... o Darkeen não pode morrer!!!!
Harhi escreve!!!!!

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