Silêncio do Olhar
Bjinhus e obrigada a todas.
Capítulo 3 – Mudando de Rumo .
Se a vida fosse fácil possivelmente eu não queria agora desistir dela.
Mostrar-me ao Mundo e ver as razões que me mantêm aqui…
A inocência já se tinha perdido, tal como a minha cabeça…
Sim, eu tinha o Darien mas… eu antes acordava feliz. Deitava-me embalada ao pensar que tinha alguém comigo…
… Não sinto mais isso.
Ele ama-me mas eu não podia estar com ele sentindo nojo no corpo… repulsa. Não por ele, por mim mesma.
Pediu-me em casamento e aconteceu aquilo justamente agora…
O chuveiro corria, a água batia na minha cara com menos força que as minhas lágrimas.
Depois de tudo… porquê?
Já no meu quarto, deitei-me na cama a olhar para o vazio… mais nada existia.
Eu tinha de contar ao Darien, tinha de pedir ajuda mas… ele sabia tudo sobre mim.
E se eu contasse ao Darien ele descobria.
A minha vontade é mesmo desaparecer… porque assim não tenho de dar trabalho a ninguém, dar preocupações… sim. Era o melhor a fazer, sem dúvida.
______
- Bom dia Mãe.
A minha mãe sorriu para mim, justamente como todos os dias fazia. Shiloh tinha ido estudar para uma faculdade na Europa juntamente com o namorado. E a partir daí éramos bem mais unidas.
Ela encontrou um namorado, que a tratava muito bem, e eu andava feliz por ela.
- Bom dia Sere. Finalmente saíste do quarto… Filha, eu tinha de te dizer que este fim-de-semana vou visitar a tua irmã, queres vir?
- Não mãe, não me apetece muito. Mas manda-lhe um beijinho meu.
- Tu é que sabes, se mudares de ideias diz querida, amanhã já é Sexta e preciso de saber.
- Não vou mudar de ideias mãe, vão vocês.
_____
Já tinha passado uma semana desde o sucedido.
Fechei-me em casa.
O telefone e o telemóvel nunca paravam de tocar e as mensagens neles eram constantes.
A campainha tocava mas eu não abria…
O telefone voltou a tocar.
* Sere. É o Darien. Por favor, atende… eu sei que estás em casa… foi alguma coisa que eu fiz? Por favor. Diz-me… Estás assustada? Amor, por favor, responde-me… Não me deixes nesta aflição. *
Eu tinha de ser forte…
* Sere… *
E atendi.
- Darien…
- Serena… Que se passa? Amor finalmente… atendeste…
- Preciso de falar contigo. Achas que podes ir ter comigo ao Acrobe?
- Claro… Vou já para lá.
- Obrigada. Até já.
- Até já amor.
Bem… Eu realmente tinha de me preparar. Tinha de dizer o que se passava porque senão realmente rebentava.
Lavei-me e vesti-me.
Abri a porta e…
- Então princesa? Finalmente a sair? Eu já te disse. Sigo todos os teus passos, é bom que não contes ao teu namoradinho o que se passou senão vai ser pior para ele.
Era o meu agressor. Aquele que me perseguia em sonhos estava agora bem na minha frente.
- Eu não lhe ia dizer nada.
- Hm. É bom que não princesinha. Continua a portar-te bem e nada irá acontecer. Queres que te leve até lá?
Ele começou a tocar-me no peito e a aproximar a boca da minha orelha.
- Deixa-me por favor… Já te disse que não lhe falava de nada do que se passou.
O meu corpo tremia e o coração parecia que em breve iria rebentar.
- Está bem. Adeus princesa e bico calado.
Antes de ir embora, esbofeteou-me com força e beijou-me a boca a seguir. Assim que ele foi embora cuspi para tirar o gosto dele.
Haverá pior que a raiva… ódio… sentido dentro de um corpo.
A minha boca sabia ainda a sangue.
______
Fui caminhando até ao salão de jogos e quando entrei ele já lá estava.
Impressionante a calma que ele me transmite… o amor daquele olhar…
Agarrou-se a mim, abraçando-me fazendo-me tirar os pés do chão e depois consegui olhar a sua face. Ele chorava… Ao mesmo tempo sorria docemente.
Sorri para ele olhando aqueles olhos e vi-o olhar os meus lábios.
O seu olhar tornou-se preocupado.
- O que tens no lábio amor?
- Ah… estás a falar deste corte? – Apontei com o dedo para o lugar – bem, isto fui eu que caí, sabes como sou despistada e vinha ter contigo quando tropecei e acabei por fazer isto.
- Hum, está bem. Vamos ver se assim passa.
Beijou-me docemente. Já sentia falta daqueles lábios, daquele calor imenso…
Quando terminou, senti logo a falta dele.
- Então o que querias dizer-me? Que motivo me vais dar para teres estado tanto tempo longe?
- Bem… eu…
- Calma, vamos sentar-nos primeiro. Andrew, traz um batido de chocolate a esta linda dama.
- É para já.
Ele levou-me para uma mesa perto da janela e, sentando-se ao meu lado, sorriu para mim.
- Vais-me contar princesa? Senti tanto a tua falta.
- Darien eu preciso de contar isto a alguém… há uma semana…
Eu parei de falar. Olhei para a janela e lá estava ele. Sorria sarcasticamente. O que fazer? Tinha os olhos nele em soslaio, e Darien não tirava os olhos de mim.
- Então princesa? Há uma semana…
Olhei para Darien e quando voltei a olhar a janela ele já lá não estava…
- Darien… eu…
- Estás a tremer… calma. Que se passou? Alguém te fez mal?!
- Não… há uma semana eu… e-eu tive de ir ter com a minha irmã e tive por lá foi por isso que não atendi telefones e desculpa não te ter avisado…
O olhar dele mostrava preocupação ainda assim… Olhei para dentro daquele profundo azul e vi uma certa dúvida.
- Só isso que me queres dizer?
- Sim.
- Ora aqui está o teu batido Sere.
- Obrigada Andrew.
O Darien continuava com os olhos postos em mim cheios de atenção à minha face e ao meu corpo. Olhou as minhas mãos e agarrou na esquerda, sorrindo de leve quando viu o anel. Pegou na minha mão para dar um beijo quando viu.
- Serena, o que é isto? Que me estás a esconder?
Olhou os meus pulsos. Tinham cortes. Naquela semana tentei o suicídio, o desespero era demasiado e a dor insuportável. Demasiado para mim…
- Nada Darien, apenas caí e magoei-me.
- Eu bem que estranhei Sere. Está um dia de sol e tu com camisola de gola alta. Explica-me o que se passa porque eu não acredito que tenhas apenas caído.
- Dare, a serio…
- Serena… confia em mim. Eu sei que algo se passou, consigo ver o teu olhar.
Saí dali a correr. Desesperada com lágrimas nos olhos.
Eu corria mas sentia que o Darien vinha atrás de mim.
Até conseguir apanhar um autocarro.
Capítulo 3 – Mudando de Rumo .
Se a vida fosse fácil possivelmente eu não queria agora desistir dela.
Mostrar-me ao Mundo e ver as razões que me mantêm aqui…
A inocência já se tinha perdido, tal como a minha cabeça…
Sim, eu tinha o Darien mas… eu antes acordava feliz. Deitava-me embalada ao pensar que tinha alguém comigo…
… Não sinto mais isso.
Ele ama-me mas eu não podia estar com ele sentindo nojo no corpo… repulsa. Não por ele, por mim mesma.
Pediu-me em casamento e aconteceu aquilo justamente agora…
O chuveiro corria, a água batia na minha cara com menos força que as minhas lágrimas.
Depois de tudo… porquê?
Já no meu quarto, deitei-me na cama a olhar para o vazio… mais nada existia.
Eu tinha de contar ao Darien, tinha de pedir ajuda mas… ele sabia tudo sobre mim.
E se eu contasse ao Darien ele descobria.
A minha vontade é mesmo desaparecer… porque assim não tenho de dar trabalho a ninguém, dar preocupações… sim. Era o melhor a fazer, sem dúvida.
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- Bom dia Mãe.
A minha mãe sorriu para mim, justamente como todos os dias fazia. Shiloh tinha ido estudar para uma faculdade na Europa juntamente com o namorado. E a partir daí éramos bem mais unidas.
Ela encontrou um namorado, que a tratava muito bem, e eu andava feliz por ela.
- Bom dia Sere. Finalmente saíste do quarto… Filha, eu tinha de te dizer que este fim-de-semana vou visitar a tua irmã, queres vir?
- Não mãe, não me apetece muito. Mas manda-lhe um beijinho meu.
- Tu é que sabes, se mudares de ideias diz querida, amanhã já é Sexta e preciso de saber.
- Não vou mudar de ideias mãe, vão vocês.
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Já tinha passado uma semana desde o sucedido.
Fechei-me em casa.
O telefone e o telemóvel nunca paravam de tocar e as mensagens neles eram constantes.
A campainha tocava mas eu não abria…
O telefone voltou a tocar.
* Sere. É o Darien. Por favor, atende… eu sei que estás em casa… foi alguma coisa que eu fiz? Por favor. Diz-me… Estás assustada? Amor, por favor, responde-me… Não me deixes nesta aflição. *
Eu tinha de ser forte…
* Sere… *
E atendi.
- Darien…
- Serena… Que se passa? Amor finalmente… atendeste…
- Preciso de falar contigo. Achas que podes ir ter comigo ao Acrobe?
- Claro… Vou já para lá.
- Obrigada. Até já.
- Até já amor.
Bem… Eu realmente tinha de me preparar. Tinha de dizer o que se passava porque senão realmente rebentava.
Lavei-me e vesti-me.
Abri a porta e…
- Então princesa? Finalmente a sair? Eu já te disse. Sigo todos os teus passos, é bom que não contes ao teu namoradinho o que se passou senão vai ser pior para ele.
Era o meu agressor. Aquele que me perseguia em sonhos estava agora bem na minha frente.
- Eu não lhe ia dizer nada.
- Hm. É bom que não princesinha. Continua a portar-te bem e nada irá acontecer. Queres que te leve até lá?
Ele começou a tocar-me no peito e a aproximar a boca da minha orelha.
- Deixa-me por favor… Já te disse que não lhe falava de nada do que se passou.
O meu corpo tremia e o coração parecia que em breve iria rebentar.
- Está bem. Adeus princesa e bico calado.
Antes de ir embora, esbofeteou-me com força e beijou-me a boca a seguir. Assim que ele foi embora cuspi para tirar o gosto dele.
Haverá pior que a raiva… ódio… sentido dentro de um corpo.
A minha boca sabia ainda a sangue.
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Fui caminhando até ao salão de jogos e quando entrei ele já lá estava.
Impressionante a calma que ele me transmite… o amor daquele olhar…
Agarrou-se a mim, abraçando-me fazendo-me tirar os pés do chão e depois consegui olhar a sua face. Ele chorava… Ao mesmo tempo sorria docemente.
Sorri para ele olhando aqueles olhos e vi-o olhar os meus lábios.
O seu olhar tornou-se preocupado.
- O que tens no lábio amor?
- Ah… estás a falar deste corte? – Apontei com o dedo para o lugar – bem, isto fui eu que caí, sabes como sou despistada e vinha ter contigo quando tropecei e acabei por fazer isto.
- Hum, está bem. Vamos ver se assim passa.
Beijou-me docemente. Já sentia falta daqueles lábios, daquele calor imenso…
Quando terminou, senti logo a falta dele.
- Então o que querias dizer-me? Que motivo me vais dar para teres estado tanto tempo longe?
- Bem… eu…
- Calma, vamos sentar-nos primeiro. Andrew, traz um batido de chocolate a esta linda dama.
- É para já.
Ele levou-me para uma mesa perto da janela e, sentando-se ao meu lado, sorriu para mim.
- Vais-me contar princesa? Senti tanto a tua falta.
- Darien eu preciso de contar isto a alguém… há uma semana…
Eu parei de falar. Olhei para a janela e lá estava ele. Sorria sarcasticamente. O que fazer? Tinha os olhos nele em soslaio, e Darien não tirava os olhos de mim.
- Então princesa? Há uma semana…
Olhei para Darien e quando voltei a olhar a janela ele já lá não estava…
- Darien… eu…
- Estás a tremer… calma. Que se passou? Alguém te fez mal?!
- Não… há uma semana eu… e-eu tive de ir ter com a minha irmã e tive por lá foi por isso que não atendi telefones e desculpa não te ter avisado…
O olhar dele mostrava preocupação ainda assim… Olhei para dentro daquele profundo azul e vi uma certa dúvida.
- Só isso que me queres dizer?
- Sim.
- Ora aqui está o teu batido Sere.
- Obrigada Andrew.
O Darien continuava com os olhos postos em mim cheios de atenção à minha face e ao meu corpo. Olhou as minhas mãos e agarrou na esquerda, sorrindo de leve quando viu o anel. Pegou na minha mão para dar um beijo quando viu.
- Serena, o que é isto? Que me estás a esconder?
Olhou os meus pulsos. Tinham cortes. Naquela semana tentei o suicídio, o desespero era demasiado e a dor insuportável. Demasiado para mim…
- Nada Darien, apenas caí e magoei-me.
- Eu bem que estranhei Sere. Está um dia de sol e tu com camisola de gola alta. Explica-me o que se passa porque eu não acredito que tenhas apenas caído.
- Dare, a serio…
- Serena… confia em mim. Eu sei que algo se passou, consigo ver o teu olhar.
Saí dali a correr. Desesperada com lágrimas nos olhos.
Eu corria mas sentia que o Darien vinha atrás de mim.
Até conseguir apanhar um autocarro.

gomawo Tinoco-chan ♡♡ a dor passa, mas a beleza permanece ♥
Cheguei a casa e tranquei-me. O telemóvel tocou e era ele novamente. Desliguei o telemóvel. Não podia enfrentar isto, não agora.
Ainda para mais sendo ele bom demais para mim…
_____
A minha mãe já tinha chegado, encontrei-a na cozinha.
- Olá Serena. Tens visitas na sala.
Visitas?
Cheguei lá e estavam ali as minhas quatro amigas e guerreiras. A cara delas, diga-se, não era a melhor.
- Serena, a mãe vai ao supermercado e já volta sim. Adeus meninas, para caso de já não vos ver.
- Adeus Sra. Ikuko.
A minha mãe saiu. Rey levantou-se e dirigiu-se a mim, deu-me um estalo.
- QUE ANDAS TU A PENSAR? ÉS A NOSSA LÍDER MAS NÃO SERVES PARA NADA! NÃO ATENDES O TELEFONE NEM TELEMÓVEL QUANDO PRECISAMOS DE TI, NÃO VAIS ÀS REUNIÕES HÁ UMA SEMANA!!! ÉS UMA IRRESPONSÁVEL.
A Amy agarrou na Rey que me olhava com fúria, eu continuava com a cara de lado.
- Calma Rey, de certeza que a Serena tem os seus motivos.
- Cala-te Amy, todas concordaram comigo. Foi preciso chegar aqui agora para dizerem que não. Motivos? Ela não tem motivos senão a preguiça.
- Tenho. Mas agora… não preciso de vos dizer. Não me perguntaram o que se passou, partiram logo para as vossas teorias. Realmente tenho motivos mas não preciso de vocês nem de ninguém.
- Serena, desculpa a Rey, foi só porque por várias vezes precisámos de ti e tu nunca atendeste.
- Sim Lita, e que mais?
- Nós precisamos de ti.
- Mas eu não preciso de vocês. Saiam.
- És mesmo cobarde…
- Rey, cala-te… sai.
______
Posso dizer verdades de amor, posso senti-lo mas apenas da parte dele.
Ele não desistia de ligar mas eu não o merecia. Era bom demais para mim.
_______
Andava a sentir-me mal, dois dias depois da conversa com as meninas, comecei a vomitar constantemente.
Já tinha passado uns 2 meses.
Tinha medo, muito medo…
O Darien persistia em ligar e em ir a minha casa.
________
Um dia eu ia na rua, tinha sido forçada a ir às compras porque a minha mãe estava farta de me ver em casa. Quando voltei a casa, desmaiei.
Quando acordei estava no hospital. Tinha a minha mãe a segurar-me a mão.
- Acordaste filha. Vou chamar o médico.
- Mãe… O que aconteceu?
- O médico diz que foi só uma quebra de tensão. Eu disse-te que devias sair mais de casa, não aguentas-te um pouquinho de sol.
- Ah… Menina Tsukino, acordaste.
Sorri para o médico. Já o conhecia de um jantar onde fui com o Darien, era o Dr. que dava algumas aulas à turma dele.
- Sra. Tsukino, precisava de falar com a Serena se puder ser.
- Claro. Até já filha.
- Até…
- Serena… isto para mim não é fácil, e eu não contei nada à tua mãe mas o que se passou não foi apenas uma quebra de tensão.
- Então?
- Eu não vou dizer nada à tua mãe, a decisão é tua… completamente tua. Depois de alguns exames que te fiz… estás grávida Serena.
Eu não me lembro bem da minha reacção pois foi muita coisa na minha cabeça ao mesmo tempo.
Medo.
Pânico.
E de novo… aquele vazio.
- Não pode ser… tem a certeza?
- Sim. Os exames confirmam-no. Aproximadamente 3 meses.
Eu estava fora de controlo…
- Repita os exames! Não pode ser.
- Serena, se o resultado fosse negativo eu faria isso mas sendo positivo não há qualquer sombra de dúvidas.
Agarrei-me a ele a chorar… desesperada.
- Calma… Eu não falo com o Darien nem com a tua mãe…
- Eu não quero este bebé.
- Desculpa Serena mas já passaste as 10 semanas, não podes fazê-lo para além de a gravidez ser de risco, de certeza que não andas a comer bem. E eu não quero meter-me na tua vida pessoal mas também tens de tomar uma decisão junto do Darien.
- Não… não consigo… não posso ter este bebé.
- Eu vou deixar-te sozinha Serena. No entanto mentaliza-te… és muito nova sim, quase 16 anos é muito pouco. Podes dar o bebé para a adopção mas pensa bem, se tens uma família que te ama e te compreende e um namorado que vai entender-te de certeza.
Não… Era impossível…
Meter isto na cabeça… era mesmo a peça que faltava neste puzzle há muito desfeito.
________
Dois dias depois já estava em casa.
Comecei a procurar na internet panfletos e inscrições para um intercâmbio… era a melhor desculpa que podia encontrar para sair de casa sem magoar e dizer a verdade à minha mãe.
Inglaterra, Cambridge era o sítio ideal.
A minha mãe ficou orgulhosa de pensar que eu me iria aplicar numa formação em língua inglesa.
Preparei tudo e em uma semana já tinha tudo pronto para partir…
Longe da dor de ver falsas amigas, um namorado que não merecia… Aquele idiota que até em sonhos me perseguia.
_______
Quanto mais cresço mais aprendo… Não desenhei esta vida, pois se desenhasse seria diferente. Agora estava à porta de casa. De camisola larga e calças de ganga - a barriga notava-se cada vez mais – pronta para ir embora. Sem um rumo certo, com tudo complicado na minha cabeça… ainda não sabia o que fazer.
- Vamos ter saudades filha…
Ainda para mais sendo ele bom demais para mim…
_____
A minha mãe já tinha chegado, encontrei-a na cozinha.
- Olá Serena. Tens visitas na sala.
Visitas?
Cheguei lá e estavam ali as minhas quatro amigas e guerreiras. A cara delas, diga-se, não era a melhor.
- Serena, a mãe vai ao supermercado e já volta sim. Adeus meninas, para caso de já não vos ver.
- Adeus Sra. Ikuko.
A minha mãe saiu. Rey levantou-se e dirigiu-se a mim, deu-me um estalo.
- QUE ANDAS TU A PENSAR? ÉS A NOSSA LÍDER MAS NÃO SERVES PARA NADA! NÃO ATENDES O TELEFONE NEM TELEMÓVEL QUANDO PRECISAMOS DE TI, NÃO VAIS ÀS REUNIÕES HÁ UMA SEMANA!!! ÉS UMA IRRESPONSÁVEL.
A Amy agarrou na Rey que me olhava com fúria, eu continuava com a cara de lado.
- Calma Rey, de certeza que a Serena tem os seus motivos.
- Cala-te Amy, todas concordaram comigo. Foi preciso chegar aqui agora para dizerem que não. Motivos? Ela não tem motivos senão a preguiça.
- Tenho. Mas agora… não preciso de vos dizer. Não me perguntaram o que se passou, partiram logo para as vossas teorias. Realmente tenho motivos mas não preciso de vocês nem de ninguém.
- Serena, desculpa a Rey, foi só porque por várias vezes precisámos de ti e tu nunca atendeste.
- Sim Lita, e que mais?
- Nós precisamos de ti.
- Mas eu não preciso de vocês. Saiam.
- És mesmo cobarde…
- Rey, cala-te… sai.
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Posso dizer verdades de amor, posso senti-lo mas apenas da parte dele.
Ele não desistia de ligar mas eu não o merecia. Era bom demais para mim.
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Andava a sentir-me mal, dois dias depois da conversa com as meninas, comecei a vomitar constantemente.
Já tinha passado uns 2 meses.
Tinha medo, muito medo…
O Darien persistia em ligar e em ir a minha casa.
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Um dia eu ia na rua, tinha sido forçada a ir às compras porque a minha mãe estava farta de me ver em casa. Quando voltei a casa, desmaiei.
Quando acordei estava no hospital. Tinha a minha mãe a segurar-me a mão.
- Acordaste filha. Vou chamar o médico.
- Mãe… O que aconteceu?
- O médico diz que foi só uma quebra de tensão. Eu disse-te que devias sair mais de casa, não aguentas-te um pouquinho de sol.
- Ah… Menina Tsukino, acordaste.
Sorri para o médico. Já o conhecia de um jantar onde fui com o Darien, era o Dr. que dava algumas aulas à turma dele.
- Sra. Tsukino, precisava de falar com a Serena se puder ser.
- Claro. Até já filha.
- Até…
- Serena… isto para mim não é fácil, e eu não contei nada à tua mãe mas o que se passou não foi apenas uma quebra de tensão.
- Então?
- Eu não vou dizer nada à tua mãe, a decisão é tua… completamente tua. Depois de alguns exames que te fiz… estás grávida Serena.
Eu não me lembro bem da minha reacção pois foi muita coisa na minha cabeça ao mesmo tempo.
Medo.
Pânico.
E de novo… aquele vazio.
- Não pode ser… tem a certeza?
- Sim. Os exames confirmam-no. Aproximadamente 3 meses.
Eu estava fora de controlo…
- Repita os exames! Não pode ser.
- Serena, se o resultado fosse negativo eu faria isso mas sendo positivo não há qualquer sombra de dúvidas.
Agarrei-me a ele a chorar… desesperada.
- Calma… Eu não falo com o Darien nem com a tua mãe…
- Eu não quero este bebé.
- Desculpa Serena mas já passaste as 10 semanas, não podes fazê-lo para além de a gravidez ser de risco, de certeza que não andas a comer bem. E eu não quero meter-me na tua vida pessoal mas também tens de tomar uma decisão junto do Darien.
- Não… não consigo… não posso ter este bebé.
- Eu vou deixar-te sozinha Serena. No entanto mentaliza-te… és muito nova sim, quase 16 anos é muito pouco. Podes dar o bebé para a adopção mas pensa bem, se tens uma família que te ama e te compreende e um namorado que vai entender-te de certeza.
Não… Era impossível…
Meter isto na cabeça… era mesmo a peça que faltava neste puzzle há muito desfeito.
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Dois dias depois já estava em casa.
Comecei a procurar na internet panfletos e inscrições para um intercâmbio… era a melhor desculpa que podia encontrar para sair de casa sem magoar e dizer a verdade à minha mãe.
Inglaterra, Cambridge era o sítio ideal.
A minha mãe ficou orgulhosa de pensar que eu me iria aplicar numa formação em língua inglesa.
Preparei tudo e em uma semana já tinha tudo pronto para partir…
Longe da dor de ver falsas amigas, um namorado que não merecia… Aquele idiota que até em sonhos me perseguia.
_______
Quanto mais cresço mais aprendo… Não desenhei esta vida, pois se desenhasse seria diferente. Agora estava à porta de casa. De camisola larga e calças de ganga - a barriga notava-se cada vez mais – pronta para ir embora. Sem um rumo certo, com tudo complicado na minha cabeça… ainda não sabia o que fazer.
- Vamos ter saudades filha…
Continua

gomawo Tinoco-chan ♡♡ a dor passa, mas a beleza permanece ♥
este capitulo tb esta muito bom continua que eu estou a gostar
a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

Traços do destino
visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm

Traços do destino
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Assim faço birra e não escrevo mais ! :g10:
Sim, bons comentários de fofas lindas mas poucos
Beijinho.
Este cap é pra Lena = D
Notas Iniciais:
Aqui neste capítulo está o textinho que me fez inspirar para o título.
Já tinha metido excertos dele no “Amor Intenso, Amor que dói” =)
Não irei por mais notas finais de distinções pois partindo daqui há sentimentos meus sim, mas coisas que aconteceram comigo não.
Obrigada a todas e espero que revisem mais. Parecendo que não, é para mim um incentivo enorme.
Capítulo 4 – O Mundo te esperando
Ok. Ninguém é perfeito, e a perfeição repugna-me.
É mais fácil errar e aprender.
Ter um pouco de juízo e precisão só disso depende.
E do sorriso que se mantém.
De que vale um sorriso se o que apetece é chorar?
Ah… Lembrei… - Para fazer os outros alegres.
E assim era. Sempre. O sorriso estúpido que eu insistia em manter só para me suster em não chorar, para ouvir os desabafos e dar os conselhos…
Pensar nos outros sempre primeiro…
Agora ia deixar de ser assim. Com um filho para cuidar iria tudo mudar. Eu não queria… só queria mesmo acabar com isto.
E ir para Cambridge para longe de todos fazia-me triste mas tinha de ser assim, era a única desculpa e a única solução possível que encontrava. E o Mundo assim parecia fazer mais sentido.
Vinha-me à cabeça uma das palavras que ele sempre tencionava em me deixar em rosas, todas as que me deixava, todos os dias, mas esta especialmente:
‘Hoje mais do que nunca senti tua falta.
Falta dos teus OLHOS,
Falta dos meus OLHOS nos teus.
Falta do teu OLHAR,
Falta da alegria no meu OLHAR.
As mais lindas palavras de amor são ditas no silêncio de um OLHAR.
É no silêncio das minhas palavras que estão todos os meus maiores sentimentos.
Há momentos na vida, em que se deveria calar e deixar que o silêncio falasse ao coração,
pois há emoções que as palavras não sabem traduzir!
Há momentos infelizes em que a solidão e o silêncio se tornam meios de liberdade.’
Com saudade.
O teu, até ao dia em que deixares de me querer, Darien.
A minha mãe desperta-me dos meus pensamentos ao descer as escadas com os sapatos de salto alto.
- Então filhota? Pronta.
- Mais que pronta.
- Tomaste os comprimidos para o enjoo?
- Sim.
Antes de viajar fui ao médico. Com o bebé precisava de saber que precauções tomar. Tive de inventar uma gastroenterite até para as desconfianças da minha mãe, preocupando-se sempre se tinha tomado tudo direitinho. Mas eu não levava alguma coisa…
As despedidas já feitas e um sorriso na cara. Aquele. Para manter longe as preocupações.
As lágrimas pu-las de parte. Não queria ver a minha mãe chorar com o namorado ao pé eu também nem me sentia bem à vontade.
O avião só chegaria dentro de 10 minutos então sentei-me numa mesa ali perto a beber café. Definitivamente tinha de largar aquele vício. De 6 cafés ao dia baixei para 4 por ordem do médico mas naquele dia já era o 7º café. Descobri ao ver um homem escrever o que me esqueci… o meu diário!
Quando acabei, saí, olhei para o meu lado e vi-o ali…
Como é que ele sabia? O que estaria ele ali a fazer?
Ele encarou-me com aqueles azuis profundos. O porte atlético movimentava-se na perfeição dentro daquele fato sem gravata. Aproximou-se.
- Porque não me disseste?
- O quê Darien?
- Estás a fugir… e eu sei do que é. Mas queria ouvir da tua boca.
- Não estou a fugir de nada. Vou estudar para fora, mais nada.
Virei costas e ele agarrou-me pelo pulso.
- O que é Darien?
- Quero a verdade. Mas quero ouvi-la da tua boca.
- Não há nada a dizer.
Ele aí alterou-se.
- Quando pretendias dizer-me que vou ser pai?! Quando já tivesses em Cambridge?
- O qu…
- Nada Serena! Vais me perguntar quem disse?! Pois. O médico que te tem atendido, sabes quem é?
- Se-sei ma-mas…
- Mas o quê?! Ele diz-me “Parabéns pelo bebé mas já sei que a Serena vai estudar para Cambridge, também vais?”
- Dare…
- Tudo isto de uma vez. Na minha cabeça. E eu a tentar meter na cabeça… Porque me evitavas? Tinha todo o direito a saber que ia ser pai!
- Não vais…
- Serena…
- Não vais… Não vais ser pai.
- E a tua barriga é o quê?
- Tu não vais ser pai.
- Traíste-me… era por isso que me evitavas. Como pudeste?
- Dare…
Eu tentei pegar-lhe o braço mas sabia que era tarde.
- Desaparece! Ah. Esquece! JÁ O VAIS FAZER! Passa bem com esse gajo!
No meio da multidão desapareceu.
Eu não podia dizer mais nada… e talvez a ideia de o ter traído fosse melhor para ele ultrapassar a dor.
Não podia ficar com um homem bom demais para mim a quem amo tanto. Ele não merecia isto…
Então aí sim. Desapareci. E quem me dera que fosse para sempre.
Mas sempre me dei conta que sou demasiado fraca para acabar comigo mesma.
Demasiado fraca.
Perdi-me em pensamentos, e quando me encontrei já tinha chegado a Cambridge.
O apartamento que eu tinha em Cambridge era muito bom. Na realidade, melhor do que pensei.
Com tanta despesa para a minha mãe, a faculdade privada da minha irmã e ela deu-me algo tão bom assim…
Tinha 1 quarto bem grande pintado de branco com os móveis castanhos-escuros e toda a decoração levemente em beije com alguns quadros lindos em amarelo. Quando abri o guarda-roupa, havia uma portinha com uma casa de banho que tinha uma enorme banheira de hidromassagem. Um sonho. Uma sala em castanho com sofás brancos, uma cozinha com uma ilha como sempre tinha sonhado… bem… tudo perfeito.
O que não era perfeito era a solidão que aos poucos me atingia. Cada parte de mim.
A saudade da minha mãe que todos os dias me ligava preocupada era grande. E também me preocupei em como ela podia pagar tudo aquilo. Mas ela disse-me que ali era tudo mais barato e que nem pagava uma grande renda. Aliviou-me um pouco…
Passava os dias ali em casa.
Já 2 meses se tinham passado e só saia para as consultas.
A minha mãe chegou a contactar com uma tia minha de França, secretamente, compraram-me um carro nos meus 16 anos. Ela veio-me entregar a Cambridge.
Evitava ver a minha tia por muito que ela tentasse vir. Não sei porquê gostou muito de mim e queria muito ver-me e que eu fosse a França visitá-la.
Já estava de 5 meses e a barriga notava-se imenso.
O médico dizia que eu precisava de muito mais repouso mas não entendia bem… eu já passava o dia em casa. Embora ele dissesse que não acreditava, era a verdade.
Não sabia o que fazer mas a adopção parecia-me a opção mais viável. Podia dar direito a um casal com condições de ter um filho…
A gravidez sendo de alto risco necessitava de vários cuidados e eu tinha realmente cuidado.
Não por vontade… porque por mim nunca estaria grávida… mas porque as dores eram intensas e eu não aguentava tanto…
- Sim mãe, está tudo óptimo.
- Andas a alimentar-te como deve ser?
- Sim mãe, até demais.
- Sim filha que chata que a mãe é não é?
- Chatíssima!
- Olha, a Setsuna está aqui e diz que precisa falar contigo.
A Setsuna sempre me foi leal… Não era como as outras…
- Olá Sere! Como te estás a dar por aí?
- Tudo óptimo e aí?
- Também… podes estar descansada com tudo. Penso que as guerras terminaram um tempo… há 2 dias que nada acontece mas as meninas têm-se safado… Serenity tem intervindo quando pode.
- Ainda bem. Eu não poderia continuar. Quem sabe um dia…
- Tu és necessária… Mas por enquanto o futuro importa mais. Mas bem… precisei apenas de aqui vir buscar os teus uniformes, a escola pediu.
- Estás à vontade. Obrigada Setsuna.
- Nada querida. Um beijinho.
- Outro.
Só aí me lembrei do meu diário… Como me pude eu esquecer?!
Eu só esperava que a minha mãe não lesse…
Ia de novo na minha rotina… ultimamente, como estava de 5 meses, tinha de ir ao médico mais frequentemente.
Era super irritante olharem a minha barriga. Toda a mulher no hospital me olhava e fazia aquele olhar de pena.
Sim, bons comentários de fofas lindas mas poucos

Beijinho.
Este cap é pra Lena = D
Notas Iniciais:
Aqui neste capítulo está o textinho que me fez inspirar para o título.
Já tinha metido excertos dele no “Amor Intenso, Amor que dói” =)
Não irei por mais notas finais de distinções pois partindo daqui há sentimentos meus sim, mas coisas que aconteceram comigo não.
Obrigada a todas e espero que revisem mais. Parecendo que não, é para mim um incentivo enorme.
Capítulo 4 – O Mundo te esperando
Ok. Ninguém é perfeito, e a perfeição repugna-me.
É mais fácil errar e aprender.
Ter um pouco de juízo e precisão só disso depende.
E do sorriso que se mantém.
De que vale um sorriso se o que apetece é chorar?
Ah… Lembrei… - Para fazer os outros alegres.
E assim era. Sempre. O sorriso estúpido que eu insistia em manter só para me suster em não chorar, para ouvir os desabafos e dar os conselhos…
Pensar nos outros sempre primeiro…
Agora ia deixar de ser assim. Com um filho para cuidar iria tudo mudar. Eu não queria… só queria mesmo acabar com isto.
E ir para Cambridge para longe de todos fazia-me triste mas tinha de ser assim, era a única desculpa e a única solução possível que encontrava. E o Mundo assim parecia fazer mais sentido.
Vinha-me à cabeça uma das palavras que ele sempre tencionava em me deixar em rosas, todas as que me deixava, todos os dias, mas esta especialmente:
‘Hoje mais do que nunca senti tua falta.
Falta dos teus OLHOS,
Falta dos meus OLHOS nos teus.
Falta do teu OLHAR,
Falta da alegria no meu OLHAR.
As mais lindas palavras de amor são ditas no silêncio de um OLHAR.
É no silêncio das minhas palavras que estão todos os meus maiores sentimentos.
Há momentos na vida, em que se deveria calar e deixar que o silêncio falasse ao coração,
pois há emoções que as palavras não sabem traduzir!
Há momentos infelizes em que a solidão e o silêncio se tornam meios de liberdade.’
Com saudade.
O teu, até ao dia em que deixares de me querer, Darien.
A minha mãe desperta-me dos meus pensamentos ao descer as escadas com os sapatos de salto alto.
- Então filhota? Pronta.
- Mais que pronta.
- Tomaste os comprimidos para o enjoo?
- Sim.
Antes de viajar fui ao médico. Com o bebé precisava de saber que precauções tomar. Tive de inventar uma gastroenterite até para as desconfianças da minha mãe, preocupando-se sempre se tinha tomado tudo direitinho. Mas eu não levava alguma coisa…
As despedidas já feitas e um sorriso na cara. Aquele. Para manter longe as preocupações.
As lágrimas pu-las de parte. Não queria ver a minha mãe chorar com o namorado ao pé eu também nem me sentia bem à vontade.
O avião só chegaria dentro de 10 minutos então sentei-me numa mesa ali perto a beber café. Definitivamente tinha de largar aquele vício. De 6 cafés ao dia baixei para 4 por ordem do médico mas naquele dia já era o 7º café. Descobri ao ver um homem escrever o que me esqueci… o meu diário!
Quando acabei, saí, olhei para o meu lado e vi-o ali…
Como é que ele sabia? O que estaria ele ali a fazer?
Ele encarou-me com aqueles azuis profundos. O porte atlético movimentava-se na perfeição dentro daquele fato sem gravata. Aproximou-se.
- Porque não me disseste?
- O quê Darien?
- Estás a fugir… e eu sei do que é. Mas queria ouvir da tua boca.
- Não estou a fugir de nada. Vou estudar para fora, mais nada.
Virei costas e ele agarrou-me pelo pulso.
- O que é Darien?
- Quero a verdade. Mas quero ouvi-la da tua boca.
- Não há nada a dizer.
Ele aí alterou-se.
- Quando pretendias dizer-me que vou ser pai?! Quando já tivesses em Cambridge?
- O qu…
- Nada Serena! Vais me perguntar quem disse?! Pois. O médico que te tem atendido, sabes quem é?
- Se-sei ma-mas…
- Mas o quê?! Ele diz-me “Parabéns pelo bebé mas já sei que a Serena vai estudar para Cambridge, também vais?”
- Dare…
- Tudo isto de uma vez. Na minha cabeça. E eu a tentar meter na cabeça… Porque me evitavas? Tinha todo o direito a saber que ia ser pai!
- Não vais…
- Serena…
- Não vais… Não vais ser pai.
- E a tua barriga é o quê?
- Tu não vais ser pai.
- Traíste-me… era por isso que me evitavas. Como pudeste?
- Dare…
Eu tentei pegar-lhe o braço mas sabia que era tarde.
- Desaparece! Ah. Esquece! JÁ O VAIS FAZER! Passa bem com esse gajo!
No meio da multidão desapareceu.
Eu não podia dizer mais nada… e talvez a ideia de o ter traído fosse melhor para ele ultrapassar a dor.
Não podia ficar com um homem bom demais para mim a quem amo tanto. Ele não merecia isto…
Então aí sim. Desapareci. E quem me dera que fosse para sempre.
Mas sempre me dei conta que sou demasiado fraca para acabar comigo mesma.
Demasiado fraca.
Perdi-me em pensamentos, e quando me encontrei já tinha chegado a Cambridge.
O apartamento que eu tinha em Cambridge era muito bom. Na realidade, melhor do que pensei.
Com tanta despesa para a minha mãe, a faculdade privada da minha irmã e ela deu-me algo tão bom assim…
Tinha 1 quarto bem grande pintado de branco com os móveis castanhos-escuros e toda a decoração levemente em beije com alguns quadros lindos em amarelo. Quando abri o guarda-roupa, havia uma portinha com uma casa de banho que tinha uma enorme banheira de hidromassagem. Um sonho. Uma sala em castanho com sofás brancos, uma cozinha com uma ilha como sempre tinha sonhado… bem… tudo perfeito.
O que não era perfeito era a solidão que aos poucos me atingia. Cada parte de mim.
A saudade da minha mãe que todos os dias me ligava preocupada era grande. E também me preocupei em como ela podia pagar tudo aquilo. Mas ela disse-me que ali era tudo mais barato e que nem pagava uma grande renda. Aliviou-me um pouco…
Passava os dias ali em casa.
Já 2 meses se tinham passado e só saia para as consultas.
A minha mãe chegou a contactar com uma tia minha de França, secretamente, compraram-me um carro nos meus 16 anos. Ela veio-me entregar a Cambridge.
Evitava ver a minha tia por muito que ela tentasse vir. Não sei porquê gostou muito de mim e queria muito ver-me e que eu fosse a França visitá-la.
Já estava de 5 meses e a barriga notava-se imenso.
O médico dizia que eu precisava de muito mais repouso mas não entendia bem… eu já passava o dia em casa. Embora ele dissesse que não acreditava, era a verdade.
Não sabia o que fazer mas a adopção parecia-me a opção mais viável. Podia dar direito a um casal com condições de ter um filho…
A gravidez sendo de alto risco necessitava de vários cuidados e eu tinha realmente cuidado.
Não por vontade… porque por mim nunca estaria grávida… mas porque as dores eram intensas e eu não aguentava tanto…
- Sim mãe, está tudo óptimo.
- Andas a alimentar-te como deve ser?
- Sim mãe, até demais.
- Sim filha que chata que a mãe é não é?
- Chatíssima!
- Olha, a Setsuna está aqui e diz que precisa falar contigo.
A Setsuna sempre me foi leal… Não era como as outras…
- Olá Sere! Como te estás a dar por aí?
- Tudo óptimo e aí?
- Também… podes estar descansada com tudo. Penso que as guerras terminaram um tempo… há 2 dias que nada acontece mas as meninas têm-se safado… Serenity tem intervindo quando pode.
- Ainda bem. Eu não poderia continuar. Quem sabe um dia…
- Tu és necessária… Mas por enquanto o futuro importa mais. Mas bem… precisei apenas de aqui vir buscar os teus uniformes, a escola pediu.
- Estás à vontade. Obrigada Setsuna.
- Nada querida. Um beijinho.
- Outro.
Só aí me lembrei do meu diário… Como me pude eu esquecer?!
Eu só esperava que a minha mãe não lesse…
Ia de novo na minha rotina… ultimamente, como estava de 5 meses, tinha de ir ao médico mais frequentemente.
Era super irritante olharem a minha barriga. Toda a mulher no hospital me olhava e fazia aquele olhar de pena.

gomawo Tinoco-chan ♡♡ a dor passa, mas a beleza permanece ♥
Editado pela última vez em
Estava tudo bem, e dali a um mês, eu iria fazer aulas de preparação pré-parto. O médico logo me disse para eu não me sentir mal pois em Inglaterra muitas mulheres são solteiras e são mães.
Mas quando cheguei a casa tive uma surpresa.
Ali estavam rosas, velas e um cartão perto de tudo:
Ele ali. A pedir perdão.
Demasiado para a minha cabeça… Mas eu tinha de ir.
Eu também o amava e custava me olhar o anel todos os dias e saber que não me justifiquei a quem o merecia.
Eu fui…
Mas o que encontrei não foi Darien.
O meu agressor estava ali.
- Então princesa… pensavas que escapavas?
- Co-como sabias?!
- Ora… não interessa.
- Mas…
- Nada! Hm… a menina fugiu porque está grávida. Será esse bebé do príncipe?
Eu não disse nada. Apenas medo e arrepios assolavam o meu corpo de novo.
- Não dizes nada?
- Por favor… deixa-me.
- Não me apetece.
Ele começou a agarrar-me pelo braço e senti lágrimas a escorrer na minha face.
- Vens comigo princesa.
- Não vou contigo a lado nenhum. Não te conheço.
- Pois eu conheço-te… e muito bem… e dá-me uma ligeira impressão que esse bebé é meu. Algo me trouxe aqui. Algo mais forte que o teu cheiro.
- Larga-me por favor… Eu não contei nada a ninguém.
- Eu sei. Tens sido uma linda menina. Mas tens de ir comigo.
- Por favor não… Não…
Ele já me tinha puxado para dentro de um carro.
Podia-me considerar fraca naquela altura. Só me sentia cada vez mais e mais fraca.
- Vou levar-te ao meu hotel. Quero-te mostrar o cristal negro e mostrar-te como posso destruir o teu cristal prateado. E não só… O mundo.
- Quê?
- Portanto tu é que escolhes. Ou eu arranco o carro e mostro-te o que pretendo ou pego já no teu cristal prateado e destruo tudo.
Eu sabia que sem o cristal dourado de Darien ele não poderia destruir a terra, porém, podia destruir o meu reinado de Cristal Tóquio. Mas eu não sabia o poder do cristal de que ele falava…
- Leva-me.
- Boa escolha.
Ele arrancou. Lembro-me de pensar se aquele ser seria humano… sim… era. Só assim poderia engravidar-me. Podia ter poderes mas era humano…
Lembro-me dele me começar a tocar na perna… no peito.
- Desejo-te.
E depois a última coisa que me lembro: daqueles olhos na minha frente e da sua boca a tentar-me beijar.
Quando acordei já ali não tinha aqueles olhos na minha frente.
Apenas conseguia ver distorcido e a cabeça doía-me tanto que voltei a adormecer…
____________________
Enquanto isso…
- Darien, tens de ler isto. É sobre a Serena.
- Não quero saber de nada que tenha a ver com essa gaja. Traiu-me! Portanto Setsuna, podes dar meia volta e sair de minha casa se vieste para isso. Não quero saber de uma miúda que engravida de outro e nem coragem tem para me enfrentar!
- DARIEN! Ouve-me! É um diário que ela escrevia! Encontrei-o em casa dela hoje. Tens de a ajudar.
- Como assim ajudar?
Setsuna abriu uma página e leu:
“Depois do sonho, o pesadelo… Amo o Dare como nunca amei ninguém, e não conheço amor mais forte que o dele.
Mas agora… A angústia é grande. Ele liga-me umas 100xs ao dia mas eu não posso… não mereço o amor dele.
Só sinto nojo no corpo.
Depois de o Darien me ter pedido em casamento no caminho encontro o meu pesadelo que todas as noites me tem atormentado.
Eu e o Dare sempre fizemos amor com protecção e nunca tinha acontecido nada… e caso tivesse eu o sentia.
Este bebé não é fruto do nosso amor. E a minha maior angústia é essa…
É fruto do nojo, de um estupro… de um homem que se aproveitou num momento de alegria.
E dói.
Não posso tê-lo. É um homem demais para mim… me dá demasiado amor e o seu carinho não tem medida.
Mas ao olhar este anel eu penso… ele não merece sofrer.
Seria o ultimo a merecê-lo.
De telemóvel na mão pela centésima vez hoje… pela centésima vez penso o mesmo… ‘ele não merece esta dor’
E assim caio nas lágrimas.
Um bebé indesejado, é tudo o que tenho agora para amar.
Finalmente depois de tanto tempo consegui escrever… mas expressar-me ainda custa.”
Darien já tinha lágrimas nos olhos e sentara-se no sofá.
- Já sabias disto Setsuna?
- Não. Só hoje vi o diário.
- Eu tenho de ir ter com ela. Já.
___
Aos poucos conseguia abrir os olhos mas nunca conseguia ver nitidamente.
Decidi então cair no sono…
Quando voltei a acordar, tinha uns olhos azuis escuros grudados em mim.
- Sere… acordas-te! Amor… como estás?! Como te sentes?!
- Quem és? Larga-me! Onde estou?
- Serena…?
Notas Finais:
Hm bem… revisem .
Senão deixo de escrever!
TOU A FALAR A SÉRIO!
Hm…
Pois estou!
Mas tão pouca review… até desanima gosh!
Mas quando cheguei a casa tive uma surpresa.
Ali estavam rosas, velas e um cartão perto de tudo:
Amor,
Eu errei. Perdoa-me. Só soube agora que tinhas sido agredida.
Não acredito que te tenhas afastado assim de mim… És demasiado importante para eu continuar sem ti.
Sinto-me vazio.
Precipitei-me.
Mas vim hoje para aqui pedir-te o meu perdão.
Por favor, vem ter comigo ao parque da Universidade. Na ponte.
Espero por ti. Nem que seja para me dizeres ‘odeio-te’.
Amo-te. Hoje e Sempre.
O teu.
Darien.
Eu errei. Perdoa-me. Só soube agora que tinhas sido agredida.
Não acredito que te tenhas afastado assim de mim… És demasiado importante para eu continuar sem ti.
Sinto-me vazio.
Precipitei-me.
Mas vim hoje para aqui pedir-te o meu perdão.
Por favor, vem ter comigo ao parque da Universidade. Na ponte.
Espero por ti. Nem que seja para me dizeres ‘odeio-te’.
Amo-te. Hoje e Sempre.
O teu.
Darien.
Ele ali. A pedir perdão.
Demasiado para a minha cabeça… Mas eu tinha de ir.
Eu também o amava e custava me olhar o anel todos os dias e saber que não me justifiquei a quem o merecia.
Eu fui…
Mas o que encontrei não foi Darien.
O meu agressor estava ali.
- Então princesa… pensavas que escapavas?
- Co-como sabias?!
- Ora… não interessa.
- Mas…
- Nada! Hm… a menina fugiu porque está grávida. Será esse bebé do príncipe?
Eu não disse nada. Apenas medo e arrepios assolavam o meu corpo de novo.
- Não dizes nada?
- Por favor… deixa-me.
- Não me apetece.
Ele começou a agarrar-me pelo braço e senti lágrimas a escorrer na minha face.
- Vens comigo princesa.
- Não vou contigo a lado nenhum. Não te conheço.
- Pois eu conheço-te… e muito bem… e dá-me uma ligeira impressão que esse bebé é meu. Algo me trouxe aqui. Algo mais forte que o teu cheiro.
- Larga-me por favor… Eu não contei nada a ninguém.
- Eu sei. Tens sido uma linda menina. Mas tens de ir comigo.
- Por favor não… Não…
Ele já me tinha puxado para dentro de um carro.
Podia-me considerar fraca naquela altura. Só me sentia cada vez mais e mais fraca.
- Vou levar-te ao meu hotel. Quero-te mostrar o cristal negro e mostrar-te como posso destruir o teu cristal prateado. E não só… O mundo.
- Quê?
- Portanto tu é que escolhes. Ou eu arranco o carro e mostro-te o que pretendo ou pego já no teu cristal prateado e destruo tudo.
Eu sabia que sem o cristal dourado de Darien ele não poderia destruir a terra, porém, podia destruir o meu reinado de Cristal Tóquio. Mas eu não sabia o poder do cristal de que ele falava…
- Leva-me.
- Boa escolha.
Ele arrancou. Lembro-me de pensar se aquele ser seria humano… sim… era. Só assim poderia engravidar-me. Podia ter poderes mas era humano…
Lembro-me dele me começar a tocar na perna… no peito.
- Desejo-te.
E depois a última coisa que me lembro: daqueles olhos na minha frente e da sua boca a tentar-me beijar.
Quando acordei já ali não tinha aqueles olhos na minha frente.
Apenas conseguia ver distorcido e a cabeça doía-me tanto que voltei a adormecer…
____________________
Enquanto isso…
- Darien, tens de ler isto. É sobre a Serena.
- Não quero saber de nada que tenha a ver com essa gaja. Traiu-me! Portanto Setsuna, podes dar meia volta e sair de minha casa se vieste para isso. Não quero saber de uma miúda que engravida de outro e nem coragem tem para me enfrentar!
- DARIEN! Ouve-me! É um diário que ela escrevia! Encontrei-o em casa dela hoje. Tens de a ajudar.
- Como assim ajudar?
Setsuna abriu uma página e leu:
“Depois do sonho, o pesadelo… Amo o Dare como nunca amei ninguém, e não conheço amor mais forte que o dele.
Mas agora… A angústia é grande. Ele liga-me umas 100xs ao dia mas eu não posso… não mereço o amor dele.
Só sinto nojo no corpo.
Depois de o Darien me ter pedido em casamento no caminho encontro o meu pesadelo que todas as noites me tem atormentado.
Eu e o Dare sempre fizemos amor com protecção e nunca tinha acontecido nada… e caso tivesse eu o sentia.
Este bebé não é fruto do nosso amor. E a minha maior angústia é essa…
É fruto do nojo, de um estupro… de um homem que se aproveitou num momento de alegria.
E dói.
Não posso tê-lo. É um homem demais para mim… me dá demasiado amor e o seu carinho não tem medida.
Mas ao olhar este anel eu penso… ele não merece sofrer.
Seria o ultimo a merecê-lo.
De telemóvel na mão pela centésima vez hoje… pela centésima vez penso o mesmo… ‘ele não merece esta dor’
E assim caio nas lágrimas.
Um bebé indesejado, é tudo o que tenho agora para amar.
Finalmente depois de tanto tempo consegui escrever… mas expressar-me ainda custa.”
Darien já tinha lágrimas nos olhos e sentara-se no sofá.
- Já sabias disto Setsuna?
- Não. Só hoje vi o diário.
- Eu tenho de ir ter com ela. Já.
___
Aos poucos conseguia abrir os olhos mas nunca conseguia ver nitidamente.
Decidi então cair no sono…
Quando voltei a acordar, tinha uns olhos azuis escuros grudados em mim.
- Sere… acordas-te! Amor… como estás?! Como te sentes?!
- Quem és? Larga-me! Onde estou?
- Serena…?
Continua
Notas Finais:
Hm bem… revisem .
Senão deixo de escrever!
TOU A FALAR A SÉRIO!
Hm…
Pois estou!
Mas tão pouca review… até desanima gosh!

gomawo Tinoco-chan ♡♡ a dor passa, mas a beleza permanece ♥
esta mt giro continua
tens mt grito para escreveres
tens mt grito para escreveres
a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

Traços do destino
visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm

Traços do destino
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Gosh....
desculpa...
não leves a mal...
eu sei que já te critiquei uma vez mas...
acho que é melhor ser sincera do que mentir né?....
por favor não fiqueis chateada...
AMEI!!! Tá taooo kawaii! Gostei mesmo muito e minha quida dumpling, se tu dizes mais uma vez que não tens jeito pa escrever eu....eu...eu...nunca mais te falo!
Agora falando a sério, gostei mesmo mesmo muito, está muito bem escrito, muito bem idealizado, muito kawaii, amoroso e acima de tudo, verdadeiro...sente-se que é uma escrita do coração...está muito bonito mesmo...nem consigo descrever em palavras...eu que não gosto de ser lamechas nem nada, fiquei com a lágrima no canto do olho!!
Muito bom mesmo, adorei! Continua e lembra-te do que te disse...tens mesmo muito jeito...!!
*jinhus fica mui bien!*
desculpa...
não leves a mal...
eu sei que já te critiquei uma vez mas...
acho que é melhor ser sincera do que mentir né?....
por favor não fiqueis chateada...
AMEI!!! Tá taooo kawaii! Gostei mesmo muito e minha quida dumpling, se tu dizes mais uma vez que não tens jeito pa escrever eu....eu...eu...nunca mais te falo!
Agora falando a sério, gostei mesmo mesmo muito, está muito bem escrito, muito bem idealizado, muito kawaii, amoroso e acima de tudo, verdadeiro...sente-se que é uma escrita do coração...está muito bonito mesmo...nem consigo descrever em palavras...eu que não gosto de ser lamechas nem nada, fiquei com a lágrima no canto do olho!!Muito bom mesmo, adorei! Continua e lembra-te do que te disse...tens mesmo muito jeito...!!
*jinhus fica mui bien!*
Capítulo 5 – Casamento (im)perfeito
Quem eu era? Qual o meu sentido… eu não sabia.
Quem era aquele homem cujos olhos azuis me olhavam intensamente? Que me chamou de amor?
- Serena, sou eu. O Darien.
Mas quem?
Darien. Não sei quem era.
Mas de certo modo algo me fazia afastá-lo. Só não descobria o porquê.
- Deixe-me.
- Mas Serena. Que se passa?
- Peço-lhe que se afaste. A menina Tsukino sofreu de um acidente e está amnésica.
- Como assim?
- Venha aqui fora comigo por favor.
Aí vi-os afastarem-se. Aquele misterioso de olhos azuis… Algo me fazia lembrar dele… Mas sentia que tinha de manter distância.
- Então diga-me?
- Eu sou o Dr. Kou e estou a tomar conta do caso da menina Tsukino.
Seiya Kou. Meu médico. Tinha um longo cabelo preto, olhos azuis-escuros e tomara conta de mim desde que eu entrei ali. Na noite passada àquele dia, ele tinha ali ficado sempre. Muitos médicos mandaram-no para casa mas ele ficou ali sempre. Eu sei, senti.
- O que se passa com ela? Ela não me reconheceu.
- A Serena sofreu um acidente grave. Não conseguimos salvar o homem que a acompanhava no carro onde ambos seguiam e ela ficou amnésica.
- Quem era o homem?
- Diamante Osari. Você é da parte dela ou familiar dele?
- Era namorado dela. Antes de ela partir para Cambridge pelo menos.
- Presumo então que tem o direito de saber que neste acidente ela perdeu o bebé. Eu perguntei por familiar dele pois não encontramos qualquer registo.
- Não sei quem é. O que faço agora com Serena assim?
- Aconselho que se afaste enquanto ela não recupera a memória. Depois entrarei em contacto consigo Sr.…
- Chiba. Darien Chiba. Eu deixo-lhe o contacto do hotel onde estou. Podia-me dizer quanto tempo irá demorar a ela recuperar?
- Isso não lhe posso dizer. É incerto. Daqui a uma hora, daqui a 1 dia, daqui a 1 ano… impossível dizer.
- Tudo bem, irei. Mas volto todos os dias. Se pela noite tiver novidades avise-me sempre.
- Tudo bem. Não se preocupe.
A loucura atingiu-me, mais do que o esquecimento.
Tudo o que tinha ali, de nada me conseguia lembrar. Pela janela, o lugar era-me desconhecido e nada me fazia lembrar.
Algumas enfermeiras diziam que o melhor era insistir em lembrar mas nada…
Não conseguia.
Olho para o meu corpo, com algumas marcas de que tinha tido um acidente… Céus! Nem disso me lembrava!
Um colar… uma pulseira… um anel. E aquele anel… era algo especial? Só poderia ser. Tinha nele um coração, parecia um anel de compromisso. Mas… de quem?
Só me vinham à cabeça aquele intenso azul. E nada mais.
Mas quem era ele? Quem poderia dizer?
O melhor realmente era descansar. Oh… A dor é enorme. Dói tudo… Cabeça, coração… E os olhos insistem persistentemente em fechar.
Acordei. Mas aquele lugar era-me desconhecido.
Um quarto em tons de cinza, e olho para o lado… aqueles olhos azuis. Mas não os mesmos, eram os de Seiya.
Aquele que tinha um olhar protector, e tudo nele transmitia calma e amor.
Esboçou um sorriso quando me viu a olhar para ele.
- Já acordaste. Estava a ver que eras a bela adormecida e que eu tinha de te beijar para acordares.
- Hm, não… Quanto tempo dormi e onde estou? Não estava aqui antes.
- 2 Dias. Decidi trazer-te para minha casa Serena, estás mais segura e o ambiente é mais acolhedor.
- Sim, obrigada mas eu não quero dar trabalho, penso já estar em condições de ir para casa.
- Eu gosto de te ter aqui, sempre me fazes companhia… E na tua casa estás sozinha.
- Hm, então ok, não me importo.
- Queres um café?
- Pode ser sim. Arigatô.
- De nada, é para já princesa.
Trrim.
Trrim.
- Seiya, teu telemóvel está aqui a tocar.
- Obrigada Sere. Alô?
- Dr. Kou, peço desculpa incomodar mas há 2 dias que venho ao hospital e não me deixam ver Serena… Pedi o seu número aqui pois queria saber onde ela está e como está.
- Ah… Senhor Chiba. – Ele se afastou sorrindo – Serena já está bem sim.
- E como posso eu falar com ela?
- Lamento muito, mas a menina Tsukino assim que teve alta disse que estava de partida.
- Como assim? Já? Para onde? Ela lhe falou de mim?
- Para onde eu não sei, apenas sei que lhe perguntei o que faria se você me ligasse e ela disse que não queria saber do senhor, para onde foi eu não sei.
- Obrigada então Dr. Kou.
Eu sei que isto não é correcto… mas desde que a vi que me apaixonei, e não a posso perder… nunca.
E eu sabia que iria conseguir.
Quem eu era? Qual o meu sentido… eu não sabia.
Quem era aquele homem cujos olhos azuis me olhavam intensamente? Que me chamou de amor?
- Serena, sou eu. O Darien.
Mas quem?
Darien. Não sei quem era.
Mas de certo modo algo me fazia afastá-lo. Só não descobria o porquê.
- Deixe-me.
- Mas Serena. Que se passa?
- Peço-lhe que se afaste. A menina Tsukino sofreu de um acidente e está amnésica.
- Como assim?
- Venha aqui fora comigo por favor.
Aí vi-os afastarem-se. Aquele misterioso de olhos azuis… Algo me fazia lembrar dele… Mas sentia que tinha de manter distância.
- Então diga-me?
- Eu sou o Dr. Kou e estou a tomar conta do caso da menina Tsukino.
Seiya Kou. Meu médico. Tinha um longo cabelo preto, olhos azuis-escuros e tomara conta de mim desde que eu entrei ali. Na noite passada àquele dia, ele tinha ali ficado sempre. Muitos médicos mandaram-no para casa mas ele ficou ali sempre. Eu sei, senti.
- O que se passa com ela? Ela não me reconheceu.
- A Serena sofreu um acidente grave. Não conseguimos salvar o homem que a acompanhava no carro onde ambos seguiam e ela ficou amnésica.
- Quem era o homem?
- Diamante Osari. Você é da parte dela ou familiar dele?
- Era namorado dela. Antes de ela partir para Cambridge pelo menos.
- Presumo então que tem o direito de saber que neste acidente ela perdeu o bebé. Eu perguntei por familiar dele pois não encontramos qualquer registo.
- Não sei quem é. O que faço agora com Serena assim?
- Aconselho que se afaste enquanto ela não recupera a memória. Depois entrarei em contacto consigo Sr.…
- Chiba. Darien Chiba. Eu deixo-lhe o contacto do hotel onde estou. Podia-me dizer quanto tempo irá demorar a ela recuperar?
- Isso não lhe posso dizer. É incerto. Daqui a uma hora, daqui a 1 dia, daqui a 1 ano… impossível dizer.
- Tudo bem, irei. Mas volto todos os dias. Se pela noite tiver novidades avise-me sempre.
- Tudo bem. Não se preocupe.
A loucura atingiu-me, mais do que o esquecimento.
Tudo o que tinha ali, de nada me conseguia lembrar. Pela janela, o lugar era-me desconhecido e nada me fazia lembrar.
Algumas enfermeiras diziam que o melhor era insistir em lembrar mas nada…
Não conseguia.
Olho para o meu corpo, com algumas marcas de que tinha tido um acidente… Céus! Nem disso me lembrava!
Um colar… uma pulseira… um anel. E aquele anel… era algo especial? Só poderia ser. Tinha nele um coração, parecia um anel de compromisso. Mas… de quem?
Só me vinham à cabeça aquele intenso azul. E nada mais.
Mas quem era ele? Quem poderia dizer?
O melhor realmente era descansar. Oh… A dor é enorme. Dói tudo… Cabeça, coração… E os olhos insistem persistentemente em fechar.
Acordei. Mas aquele lugar era-me desconhecido.
Um quarto em tons de cinza, e olho para o lado… aqueles olhos azuis. Mas não os mesmos, eram os de Seiya.
Aquele que tinha um olhar protector, e tudo nele transmitia calma e amor.
Esboçou um sorriso quando me viu a olhar para ele.
- Já acordaste. Estava a ver que eras a bela adormecida e que eu tinha de te beijar para acordares.
- Hm, não… Quanto tempo dormi e onde estou? Não estava aqui antes.
- 2 Dias. Decidi trazer-te para minha casa Serena, estás mais segura e o ambiente é mais acolhedor.
- Sim, obrigada mas eu não quero dar trabalho, penso já estar em condições de ir para casa.
- Eu gosto de te ter aqui, sempre me fazes companhia… E na tua casa estás sozinha.
- Hm, então ok, não me importo.
- Queres um café?
- Pode ser sim. Arigatô.
- De nada, é para já princesa.
Trrim.
Trrim.
- Seiya, teu telemóvel está aqui a tocar.
- Obrigada Sere. Alô?
- Dr. Kou, peço desculpa incomodar mas há 2 dias que venho ao hospital e não me deixam ver Serena… Pedi o seu número aqui pois queria saber onde ela está e como está.
- Ah… Senhor Chiba. – Ele se afastou sorrindo – Serena já está bem sim.
- E como posso eu falar com ela?
- Lamento muito, mas a menina Tsukino assim que teve alta disse que estava de partida.
- Como assim? Já? Para onde? Ela lhe falou de mim?
- Para onde eu não sei, apenas sei que lhe perguntei o que faria se você me ligasse e ela disse que não queria saber do senhor, para onde foi eu não sei.
- Obrigada então Dr. Kou.
Eu sei que isto não é correcto… mas desde que a vi que me apaixonei, e não a posso perder… nunca.
E eu sabia que iria conseguir.

gomawo Tinoco-chan ♡♡ a dor passa, mas a beleza permanece ♥
Os dias passaram, e depois dos dias meses…
E os meses tornaram-se anos… Mas a falta dela tornou-se uma eternidade.
Soube que recentemente se tinha casado com o médico que a atendeu na altura do acidente, o Dr. Kou. Eu? Nunca consegui amar mais ninguém. Não havia ninguém como ela. O casamento já durava há 2 anos…
Fui abstraído destes pensamentos pelo toque do telefone.
- Darien, não vens?
- Não Andrew.
- Eu não entendo. Juro que não entendo! Tu primeiro arranjas desculpas de “Estou ocupado no hospital” ou “Estou cansado”. Agora só dizes Não!
- Se calhar porque estou mesmo de rastos. Imagina-te estar sempre a trabalhar durante a semana e hoje a um sábado só saí às 9 da noite.
- Estás sempre a recusar mas te juro que para a semana não te escapas! Eu ainda sei quando fazes anos.
- Já não faço. Estou um pouco farto de envelhecer.
- Xi, que exagero! São só 24 anos. Nem dês desculpas para não sair, também já soube do casamento da Serena.
- Não é desculpa nenhuma e nem é por isso… Sinceramente não me interessa… Eu queria vê-la e ela depois nunca mais quis saber, só disse que nunca mais me queria ver e tudo por aquele médico… Nem sequer me disse onde tinha ido mas pelos vistos
ele sabia!
- Frustrado Dare. Larga isso, põe para trás das costas e vem sair.
- Não hoje Andrew. Diverte-te!
É a verdade… a notícia tinha-me chegado pela Rey, e foi a maior surpresa. Ela ainda
me disse estar zangada por Serena não a ter avisado, só ao fim de 2 anos é que Serena ligou à mãe e num dia Rey passou pela mãe de Sere e lhe disse que ela tinha casado e estava muito feliz.
Se ele me disse que não sabia onde ela estava e que ela não queria saber de mim e agora, depois de 4 anos, ela casa com ele.
A verdade dói. E as mentiras pioraram. E pelos vistos não só para mim. Ela podia estar zangada com as amigas mas pelo menos avisava… Não?
Mesmo assim… eu não a consigo esquecer!
O seu toque… Os seus lábios…
Aquele sorriso irresistível.
Sim, tinha mulheres que me convidavam a sair e o Andrew insistia em me marcar encontros mas eu não a conseguia esquecer…
Porquê?
_____
No vídeo, a marcha nupcial tocava. Seiya à minha espera no altar com um terno preto, camisa beije e gravata preta. O olhar estava atento na porta que vagarosamente se abria e de lá surgia eu, com o meu melhor sorriso, pelo dia mais feliz da minha vida se estar a concretizar. Ali os únicos amigos que tinha eram os amigos dele que sorriam para mim tal como os pais de Seiya e os seus dois irmãos.
Até ao momento das promessas feitas para a eternidade…
Era mesmo o dia mais feliz da minha vida…
______
Era tudo passado… e já 2 anos se tinham ido.
Todos diziam que eu era uma mulher cheia de sorte…
“Serena, a senhora é linda, faz par perfeito com o Seiya!”
“Sra. Kou, casou com o melhor médico do país, deve estar felicíssima, tomara muita mulher”
“Nem preciso desejar-lhe as felicidades, com um bom partido como o Seiya já é feliz.
Os meus parabéns Sra. Kou.”
E eu achei que ele era perfeito… mas afinal, não era tão perfeito…
_____
Continua
E os meses tornaram-se anos… Mas a falta dela tornou-se uma eternidade.
Soube que recentemente se tinha casado com o médico que a atendeu na altura do acidente, o Dr. Kou. Eu? Nunca consegui amar mais ninguém. Não havia ninguém como ela. O casamento já durava há 2 anos…
Fui abstraído destes pensamentos pelo toque do telefone.
- Darien, não vens?
- Não Andrew.
- Eu não entendo. Juro que não entendo! Tu primeiro arranjas desculpas de “Estou ocupado no hospital” ou “Estou cansado”. Agora só dizes Não!
- Se calhar porque estou mesmo de rastos. Imagina-te estar sempre a trabalhar durante a semana e hoje a um sábado só saí às 9 da noite.
- Estás sempre a recusar mas te juro que para a semana não te escapas! Eu ainda sei quando fazes anos.
- Já não faço. Estou um pouco farto de envelhecer.
- Xi, que exagero! São só 24 anos. Nem dês desculpas para não sair, também já soube do casamento da Serena.
- Não é desculpa nenhuma e nem é por isso… Sinceramente não me interessa… Eu queria vê-la e ela depois nunca mais quis saber, só disse que nunca mais me queria ver e tudo por aquele médico… Nem sequer me disse onde tinha ido mas pelos vistos
ele sabia!
- Frustrado Dare. Larga isso, põe para trás das costas e vem sair.
- Não hoje Andrew. Diverte-te!
É a verdade… a notícia tinha-me chegado pela Rey, e foi a maior surpresa. Ela ainda
me disse estar zangada por Serena não a ter avisado, só ao fim de 2 anos é que Serena ligou à mãe e num dia Rey passou pela mãe de Sere e lhe disse que ela tinha casado e estava muito feliz.
Se ele me disse que não sabia onde ela estava e que ela não queria saber de mim e agora, depois de 4 anos, ela casa com ele.
A verdade dói. E as mentiras pioraram. E pelos vistos não só para mim. Ela podia estar zangada com as amigas mas pelo menos avisava… Não?
Mesmo assim… eu não a consigo esquecer!
O seu toque… Os seus lábios…
Aquele sorriso irresistível.
Sim, tinha mulheres que me convidavam a sair e o Andrew insistia em me marcar encontros mas eu não a conseguia esquecer…
Porquê?
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No vídeo, a marcha nupcial tocava. Seiya à minha espera no altar com um terno preto, camisa beije e gravata preta. O olhar estava atento na porta que vagarosamente se abria e de lá surgia eu, com o meu melhor sorriso, pelo dia mais feliz da minha vida se estar a concretizar. Ali os únicos amigos que tinha eram os amigos dele que sorriam para mim tal como os pais de Seiya e os seus dois irmãos.
Até ao momento das promessas feitas para a eternidade…
Era mesmo o dia mais feliz da minha vida…
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Era tudo passado… e já 2 anos se tinham ido.
Todos diziam que eu era uma mulher cheia de sorte…
“Serena, a senhora é linda, faz par perfeito com o Seiya!”
“Sra. Kou, casou com o melhor médico do país, deve estar felicíssima, tomara muita mulher”
“Nem preciso desejar-lhe as felicidades, com um bom partido como o Seiya já é feliz.
Os meus parabéns Sra. Kou.”
E eu achei que ele era perfeito… mas afinal, não era tão perfeito…
_____
Continua

gomawo Tinoco-chan ♡♡ a dor passa, mas a beleza permanece ♥
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é a lena a comentar!
oh fiquei boe triste..tipo coitado do darien...eu tou a chorar neste momento! coitado do darien, e a serena se ja recuperou a memoria pq é q nao foi ter com o darien?é mesmo lerdinha a miuda! o darien e mt mais giro que o seiya e ama-a mt mais, e a final é qem ela ama! ok a mts coisas que ela nao sabe mas ama o darien crl...epah tou mesmo triste! E tu vê lá se desenrolas a historia! :g3:
oh fiquei boe triste..tipo coitado do darien...eu tou a chorar neste momento! coitado do darien, e a serena se ja recuperou a memoria pq é q nao foi ter com o darien?é mesmo lerdinha a miuda! o darien e mt mais giro que o seiya e ama-a mt mais, e a final é qem ela ama! ok a mts coisas que ela nao sabe mas ama o darien crl...epah tou mesmo triste! E tu vê lá se desenrolas a historia! :g3:

Obrigada Lena_Dias
As minhas fics:
Mágoas e Tristezas - capítulo 5 já postado
A Luz da Vida - uma fic twilight
Ai querida Dumpling...ta tao bonita...
Está linda menina, e tu realmente tens muito jeito pa escrever!
Adorei, amei, não tenho palavras.
É certo que fiquei triste por a Sere não ficar logo com o darein, mas de certeza que lá tens as tuas razões...por isso resumo-me à minha insignificância... e espero como fã atenta que sou!
*Bjos enormes!*
Está linda menina, e tu realmente tens muito jeito pa escrever!
Adorei, amei, não tenho palavras.
É certo que fiquei triste por a Sere não ficar logo com o darein, mas de certeza que lá tens as tuas razões...por isso resumo-me à minha insignificância... e espero como fã atenta que sou!
*Bjos enormes!*
Sandra Pereira escreveu:ora bem agora sou eu mesma a comentar.
acho aquilo que o seya fez muito indecente!!! a serena quando souber deveria dar-lhe um grande estalo.
fico à espera do resto
um estalo??? Só???? merecia um belo pontapé nas bolas que já nao era homem tao cedo! (ja n tinha bolas para isso
) e u darien devia-lhe dar um belo de um murro naquela cara pa ver se ele aprende a n roubar a miuda ao darien, afinal quem pensa que ele é? aqele cagalh** com voz de gaja...Tens de entrar para responderes neste tópico.


*jinhu gnd

.o: sinceramente, nao é por ser para mim, este foi o melhor capitulo! sem duvida alguma!!!!
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