Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

sayonara sweet days - Capítulo 18 (actualizada 06/452010)

#81
Agora se não aceitas opiniões... bem... então para quem estás a escrever?

acho que afinal quem nao está a perceber o que eu estou a dizer és tu.
eu aceito opinões, pois se nao queria opinioes nao postava aqui a minha fic, apenas escreveria num caderno e guardaria. como eu disse e volto a dizer, o que está feito está feito, nao mudificarei o que as outras pessoas ja leram. no futuro estarei mais atenta ás falhas que referiste.

obrigado pelas chaadas de atençao e pelos comentarios, espero que voltes cá para ver que nao ignorei os conselhos que me deste.
**podem tratar-me por Vânia ou Banny-chan**


fic: Sayonara sweet days
#82
Eu entendi sim. Nunca tive problemas em perceber à primeira e se aceitas opiniões ainda melhor.
Quanto ao mudar... É só adicionar descrições, não vai mudar o que as outras pessoas já leram. É para isso que existe a evolução de pensamentos, que nunca afectou ninguém, pelo contrário.
E passarei sim, obrigada.

gomawo Tinoco-chan ♡  a dor passa, mas a beleza permanece
#83
Escrever na primeira pessoa é que dá para descrever melhor! O ser na terceira que ter de haver mais concisão nas palavras, mais trabalho.

*Bem, na verdade, confesso q para mim, eh mais facil escrever na 3 pessoa...

Primeiro q tudo, pq foi sempre assim q escrevi as fics

e segundo, a dificuldade q notei ao escrever na primeira foi estar limitada so ao q os olhos da persogem ve em seu redor...

na 3ª, posso por exemplo estar a falar do reino de urano e passar depois para o reino da lua e começar a descrever as coisas, enqanto q na primeira, sendo a Haruka, teria de viajar para puder descrever as coisas do reino da lua aos olhos dela... Isso também, é por nao estar habituada a esta forma de escrita scratch

mas por outro lado, sim tens razao... na primeira pessoa, consegues descrever as cenas com mto, mas mto mais intensidade, pois estás na pele da personagem, mas para mim, a 3ºpessoa facilita-me o trabalho...

E sim, é preciso ter coincisao nas palavras para se puder ter uma boa descriçao na 3ª pessoa. Embaracoso
mas eu pessoalmente, prefiro a 3ª pessoa do q a 1ª, so q tambem, essa preferencia depende de pessoa para pessoa né? Matreiro
#84
Haruka Tenou escreveu:*Bem, na verdade, confesso q para mim, eh mais facil escrever na 3 pessoa...

Primeiro q tudo, pq foi sempre assim q escrevi as fics

É opinião geral como disse, das melhores escritoras que conheço. Não falo por falar, por achar sem ter um feedback.
E claro que se só escreves-te dessa maneira, não consegues ainda ter bem bem uma perspectiva, eu já experimentei das duas, falo por experiência pessoal e, como disse, da geral que já captei de diversas autoras em diversos sites, só não gosto de bater na mesma tecla quando digo geral e percebem total.
Beijinho*

gomawo Tinoco-chan ♡  a dor passa, mas a beleza permanece
#85
ola a todos

peço desculpa a todoas os que seguem esta fic, pela demora a postar. mas varias coisas tem acontecido que me impedem quer de escrever, quer de passar para o pc o que ja está escrito.

venho assim pedir que nao so me desculpem, como tenham paciencia e nao deixem de estar atentos a minha fic. assim que poder voltarei a postar.

beijinho a todoas
**podem tratar-me por Vânia ou Banny-chan**


fic: Sayonara sweet days
#86
ohhh
eu pensava q ja tinhas postado o capituluzinho q me prometeste e afinal naum... oh... Lagrimas Lagrimas Lagrimas


by the way ( lol! ) n ah problema.
a nossa vida n eh so a net e pc, (eu q o diga pois prometi um cap pa quarta passada e n o postei pois n me apateceu faze-lo e ainda tinha de fazer os tpc de mat pa hoje) e é perfeitamente normal q n tenhas postado.

Eu vou continuar a seguir a tua fic! Sempre*!
podes contar sempre* cm isso!
Bjinho Simpatico
#87
aqui está o capitulo que te prometi Marisa... á todo para ti...



O que faço com as minhas guerreiras.



Ao ver todos sorrirem e conversarem esqueci por momentos as lutas e o medo de a qualquer instante perder os amigos que tanto amo.
Devo admitir que fiquei apreensiva com os generais e as starlight juntos, mas no final não devia ter ficado. Eles entenderam-se maravilhosamente e vi que fizeram amizade rapidamente.
A noite de festa, em casa da Rita, foi passando entre histórias de aventuras de uns e outros. Claro que a noite não foi inteiramente pacífica, por vezes imaginei se a Deusa da lua ia pedir a Zeus para nos atingir com um raio, devido aos insultos constantes entre a Haruka e o Seiya. Não entendo, juro que não entendo, porque são todos tão complicados, não vêm que estão completamente atraídos?! Porque não se despacham a admitirem isso e nos poupam de tanta berraria. Mas mesmo discutindo eu estava feliz de ter ambos junto de mim.
Toda a casa da Rita, que era anexa ao templo, tinha sido remodelada por ela durante este tempo em que o avô está fora. A sala onde nós nos reuníamos para tudo, desde estudar passando pela delineação de estratégias e finalizando nas festas e convívios como este de agora, ostentava agora um ar mais aconchegante. As paredes estavam pintadas de laranja e castanho. A mobília era coordenada de um jeito perfeito com umas peças da mobília antiga e outras novas. No centro da sala estavam os puffs, uma mesa de centro e um sofá. Tinha espaço para todos.
Enquanto avaliava a nova/velha sala da Rita senti uma aura roxa que sentia um pouco deslocada. Octávia, saía da sala para o jardim com a cabeça baixa. Enquanto todos estavam entretidos demais para darem por a minha falta, pedi licença baixo para ninguém me interrogar, o único que notou a minha retirada de mansinho foi o Gonçalo. E provavelmente só sentiu porque eu estava sentada no colo dele.
Eu conseguia sentir o que elas sentiam, mas não conseguia perceber os motivos dos seus sentimentos.

Quando cheguei ao pátio do templo, a Octávia olhava para o céu estrelado com olhos tristes.

- Olá minha pequena. - Falei com calma para não a assustar.

Sem retirar os olhos do céu a guerreira da destruição respondeu calmamente.

- Bunny, não sou mais pequena.

- Tu serás sempre a nossa pequenina, que nós mimamos.

- Pois mimaram.

Era verdade tinha-mos mimado demais, mas Octávia sempre soube o certo e o errado das coisas. Apesar de todos os mimos não se tornou uma pessoa egoísta e que apenas pensa nela própria.

- Está tudo bem? - Perguntei serena, não quero que pense que estou apenas a coscuvilhar a vida pessoal dela.

- Está! - Continuou a falar olhando para a noite.

- Sabes que podes confiar em mim, e em todas as meninas. Eu sei que não está tudo bem, mas compreendo perfeitamente que não queiras falar. Estamos sempre todas juntas, a vida de todas acabo por se tornar uma unica, e as vezes apenas queremos ter segredos nossos, para sentir que não perdemos a nossa privacidade por completo. – Por vezes eu própria sentia isto. Sentia que a minha vida não era apenas minha, mas que a tinha de dividir por todas as meninas, Gonçalo e agora com os generais e as starlight.

- Como sabes que não estou bem? – Ainda não me encarava, mas começava a ter o feeling de que eram problemas no amor. Todas nós ficamos assim reservadas e pensativas a olhar para o céu (quer seja dia, quer seja noite) quando estamos apaixonada e nem tudo corre bem.

Acerca da pergunta dela, não lhe podia dizer ainda que sentia o que elas sentiam, por isso é melhor optar por omitir essa parte.

- Apenas sei, é o Chico?

Agora ela me encarou, olhou para mim como eu tivesse acabado de resolver a hipótese de Riemann* de cabeça.

- Como sabes do Chico?

- Ora, ora minha pequena, ele é meu irmão mais novo, conheço-o desde que nasceu, e tu és minha guerreira, conheço-te antes de teres nascido neste planeta. E já sabia a algum tempo, mas com todas a agitação que temos vivido, não consegui falar contido sobre este assunto. – Respondi um pouco presunçosa como se realmente tivesse resolvido a hipótese de Roemann*.- Tu gostas dele, não é?

Ligeiramente corada respondeu:

- Eu… sim, não, eu não sei. É complicado.

- Complicado? – Com esta eu não esperava.

- Sim. Eu sendo guerreira, não tenho tempo para namoricos e paixões. Eu tenho que me concentrar na missão. Eu quero ficar com ele, mas eu não posso. – Respondeu com os seus olhos opacos com as lágrimas de tristeza.

- Porquê, porquê não compreendo. Quem disse que não podias? Eu não fui e jamais o farei.

- mas...

Não a deixei terminar, estas coisas que as minhas guerreiras têm de não querer seguir os seus sonhos só porque a sua missão e salvar o mundo, valha-me a Deusa, não cabe na cabeça de ninguém. E depois queixam-se que salvam o mundo e não têm ninguém com quem festejar.

- Sem mas. A nossa missão pode ser salvar o mundo e essas coisas todas, mas todos temos o dever de sermos felizes e de nos apaixonarmos e de vivermos esse amor com todo o nosso corpo e toda a nossa alma.

Como ela olhava para mim vi logo que ia arranjar mais desculpas. Passar tanto tempo com a Haruka estava a por a cabecinha linda da Octávia apenas virada para a missão. Vais ver Haruka, quando tu e o Seya admitirem alguma coisa, quero ver-te só concentrada na missão.

- Mas e se ele descobre quem eu sou? Ele não me quereria ficar mais comigo.

Já sabia mais desculpas. E logo o Chico não a ia querer mais.

- Quem o Chico?! Ele ia amar-te ainda mais. E se realmente o amas, está na hora de nós lhe contarmos, ou melhor de eu lhe contar, coisa que já devia ter feito á muito tempo.

- Eu não quero causar problemas! - Disse humilde

- Problemas? Quem sempre se mete em problemas sou eu. Por isso não te preocupes

O olhar de tristeza sumiu, dos olhos meigos da Octávia, e acendeu-se um brilho de olhar de esperança. Pelo olhar dela podia quase afirmar que alguma coisa havia acontecido entre eles. Mas talvez fosse demais para puxar hoje.

- Vamos para dentro, pequena, para nos certificarmos que a Haruka e o Seya ainda não se mataram.

-ahaha, já reparas-te que a mariana se aproximou do Taiki desde que ele chegou?

- Eu os vi a falar, mas não prestei muita atenção, estava mais concentrada na Haru…no Gonçalo e o quanto o amo. - Ai Deusa ia-me descaindo, dizendo que estava concentrada nos sentimentos da Haruka.

- Oh Bunny! – Era bom voltar a ver alegria no olhar dela.

Estávamos a entrar e eu senti a Octávia calma e relaxada. Mas toda a sala possuía uma mistura de divertimento e receio. E ouvi tudo ao mesmo tempo gargalhadas vindas dos rapazes, a Rita arfar, a Joana a não medir as palavras e as meninas a repreender.

- A minha jarra chinesa!

- Deixa lá Rita aquela jarra era horrível de qualquer maneira.

- Joana!

Após tentar perceber o que tinha acontecido á horrível jarra da Rita, um silencio se instalou e todos olharam para mim. Reparei na testa do Seya e no vermelhão que lá se encontrava. Apercebi-me nos pequenos cacos no chão, e da cara da Haruka que era exactamente igual á cara de crianças apanhadas a roubar chocolates escondidos.

- Calma Bunny! - Senti as mãos meigas e tensas do Gonçalo nos meus braços.

Falei tão calmamente, o quanto fosse possível, como se adormecer uma criança estivesse. Primeiro de tudo decidi tranquilizar o Gonçalo para ele relaxar, visto que eu não tinha qualquer intenção de lhes bater mas sim dar-lhes o pior castigo (ou empurrãozinho) que eles podiam imaginar.

- Eu estou calma, meu querido. Harukinha, minha querida, acaba de atirar essa jarra ao Seya?

- eu…- tentou ela explicar.

- Querida isso, não se faz. – Voltando o meu olhar para o Seya - Estás bem?

- Sim.

- Óptimo se estás bem pode dizer-me o que fizeste para ela fazer isto?

- eu...- também não o deixei terminar.

- Óptimo, ainda bem que todos nos entendemos. E agora… como se diz mesmo às crianças mal comportadas?! Aaah já sei, estão se castigo. – Disse sorrindo – vão trabalhar juntos a partir de agora. E se não melhorarem a vossa relação vão limpar juntos o chão do meu futuro palácio junto coma Joana.

-hey, eu não falei nada sobre a surpresa do…

Não precisei dizer nada, apenas olhei para ela e sorri. O ambiente estava um pouco tenso.

- Agora que estamos todos entendidos eu vou para casa, porque amanha tenho uma coisa importante para fazer. – Pisquei para a Octávia.

O ambiente tinha relaxado e a Rita já limpava os cacos da sua jarra do chão.

- O que vais fazer amanha? - Perguntou o Gonçalo, um pouquinho ansioso.

- Eu conto no carro amor, e Octávia conta-vos a todos. – Disse acabando assim com a expectativa de todos.

- Boa noite a todos.

Responderam todos em coro. Odiava ter de agir assim, mas aqueles dois têm a capacidade de me tirar do serio. Se eles têm tensão sexual reprimida que resolvessem isso num quarto de hotel que eu pago só para não aturar as birras deles. Parecem crianças do infantário.

Apesar de já ter andado uns metros ainda consegui ouvi:

- Que má nem parece a Bunny que conheço.

-vocês foram longe demais. – A Maria sempre a defender-me, e a moderar as coisas.

Quando me sentei no carro não falei nada. Durante cerca de metade do caminho fui calada, a tentar desligar o meu cérebro, o Gonçalo respeitou o meu silêncio.
Eu e o Gonçalo apesar de estarmos juntos todas as tardes nunca realmente estamos juntos. Há sempre alguém que está connosco.
Faltavam minutos para chegar a minha casa quando finalmente falei.

- Não quero ir para casa, não quero ficar sozinha.

Enquanto falei, não desviei o olhar da janela. As ruas, casas, a noite corria enquanto o carro passava.
Voltei a tentar desligar, e consegui. Apenas tomei consciência do presente quando entrei em casa do Gonçalo. Fiz todo o percurso até aqui em piloto automático. Foi já dentro de casa que falei, não o olhei nos olhos.

- Fui muito dura. Não me reconheci.

- Eu reconheci. Fizeste o que tinhas que fazer. – A vós dele era calma e demonstrava verdade.

- Reconheces-te? Desde quando eu comecei a falar assim?! – Disse virando-me de frente para ele, olhando-o nos olhos mas mantendo distancia. Como se temesse que a Bunny demoníaca o magoa-se.

- Quando eras princesa na lua. Era raro falares assim, e tu odiavas tanto como odeias agora, mas é algo que como príncipes e reis temos que fazer. – A voz calma dele fez com que a minha consciência vaga-se para aquele tempo.

- Eles estão apaixonados sabias?! - Voltei a virar-me e fui até a varanda. – Eu senti. Mas o orgulho de ambos os impede de ver e aceitar.

Abraçando-me por traz, sem medo de eu de algum modo o magoar falou calmamente e com uma ponta de orgulho, não lhe via o rosto mas sabia que estava pacifico e o seu olhar brilhava.

- Se eles realmente estão eles irão dar um jeito. Quando aquilo aconteceu, ninguém tinha reacção. Eu próprio não consegui fazer ou dizer algo. Se tu não tivesses aparecido eles podiam ter-se matado sem que ninguém se apercebe-se. E tu nem piscas-te. Apenas sabias o que tinhas de fazer, pensas-te tão rápido.

- Eu não pensei, eu senti.

Eu o senti sorrir. Como pode ele sorrir nesta situação?!

- Porque estás a sorrir, como se eu tivesse feito a coisa mais impressionante do mundo? – Estava a ficar seriamente preocupada com a sanidade dele.

- Porque te tornas-te numa verdadeira rainha!

Ok, pronto, eu amava um louco. Com o casamento tão próximo e vou ter de o internar num hospício, será que eles deixam fazer casamentos lá? A chibiusa ia adorar que o casamento dos pais fosse num hospício.

Virei-me e olhei-o nos olhos.

- Rainha?! Eu fui fria com duas das pessoas que mais amo.

- Magoas-te ou mostras-te que estavam errados? – Disse com um ar divertido.

-mas…- Desta vez foi ele que não me deixou acabar.

- Tu fizeste o que tinhas de fazer. Eles agora vão trabalhar juntos e vão se conhecer e isso e muito bom.

- Mas…

- Mas o que vais fazer de tão importante amanha?!

Sorri. Ele estava descontraído como se tivesse feito a coisa mais extraordinária do universo.

- VAMOS, contar aos meus pais e ao Chico que sou a navegante da lua, e toda a histórinha envolvente.

- Tens a certeza? - Disse desconfiado

- Tenho. – Falei com toda a convicção, apesar de estar a morrer de medo, que desta vez quem levasse com a frigideira fosse eu.

Enquanto me abraçava e me beijava, levava-me para o quarto, que estava prestes a ver os nossos corpos nus banhados pelo luar. Para mim o tempo parou e eu pedi silenciosamente : “Deusa da Lua, se o tempo de mover…por favor faça com que ele pare”



*um dos problemas mais complicados da matematica, nao se ja se encontrou resoluçao ou nao
**podem tratar-me por Vânia ou Banny-chan**


fic: Sayonara sweet days
#88
aqui está o capitulo que te prometi Marisa... á todo para ti...
*YEY!!!!!!
Finalmente! o cap prometido no meu dia de anos! ehehhehe

Não entendo, juro que não entendo, porque são todos tão complicados, não vêm que estão completamente atraídos?! Porque não se despacham a admitirem isso e nos poupam de tanta berraria. Mas mesmo discutindo eu estava feliz de ter ambos junto de mim.
*Não eh facil! Se eles estao msm atraidos, como é q aquilo aconteceu tao de repente? ate tu ficavas na negaçao e na rejeiçao daquela hipotese durante meses!

Como ela olhava para mim vi logo que ia arranjar mais desculpas. Passar tanto tempo com a Haruka estava a por a cabecinha linda da Octávia apenas virada para a missão.
*Parvinha! A culpa n é so da Haruka! Qer dizer... ok é, mas escusas de ser tao fria!

Vais ver Haruka, quando tu e o Seya admitirem alguma coisa, quero ver-te só concentrada na missão
*Claro q sim!

Amor amor (se chegar a exisitir)
Missão ah parte!

A tua segurança ta sempre em primeiro lugar e isso a Haruka nunca se esquece. N te esquecas q ela ama a Mariana e por mais q lhe custasse, ela ia deixando a Mariana morrer quando descobriram q o espelho estava no coraçao dela...

Eu não quero causar problemas! - Disse humilde

- Problemas? Quem sempre se mete em problemas sou eu. Por isso não te preocupes
*Coitada da Octávia... ela esta mesmo mal... ainda bem q a Bunny vai revelar toda a historia aos pais e ao chico

Eu os vi a falar, mas não prestei muita atenção, estava mais concentrada na Haru…no Gonçalo e o quanto o amo. - Ai Deusa ia-me descaindo, dizendo que estava concentrada nos sentimentos da Haruka.

*Pára de engonhar comigo!
N ah nada nos sentimentos dela!
Ja ias dizer coisas q nem seqer existem!

Após tentar perceber o que tinha acontecido á horrível jarra da Rita, um silencio se instalou e todos olharam para mim. Reparei na testa do Seya e no vermelhão que lá se encontrava. Apercebi-me nos pequenos cacos no chão, e da cara da Haruka que era exactamente igual á cara de crianças apanhadas a roubar chocolates escondidos.

- Eu estou calma, meu querido. Harukinha, minha querida, acaba de atirar essa jarra ao Seya?

*A HARUKA ATIROU-LHE UMA JARRA CHINESA DA RITA?
AHAHAHAHHAHAHHAHAHAHHAHAHAH CONTRA A CABEÇA/TESTA????
HILARIANTE AHAHAHHAHAHAHHAAH
NEM EU TINHA FEITO MELHOR! rsrsrsrsrsrsrsrs
BOA!
UMA SALVA DE PALMAS PARA A HARUKA!


- eu…- tentou ela explicar.

- Querida isso, não se faz. Voltando o meu olhar para o Seya - Estás bem?

- Sim.

- Óptimo se estás bem pode dizer-me o que fizeste para ela fazer isto?

- eu...- também não o deixei terminar.

- Óptimo, ainda bem que todos nos entendemos. E agora… como se diz mesmo às crianças mal comportadas?! Aaah já sei, estão se castigo.
*????
Q te deu? pqê tanta meiguice com sarcasmo misturado?


– Disse sorrindo – vão trabalhar juntos a partir de agora. E se não melhorarem a vossa relação vão limpar juntos o chão do meu futuro palácio junto coma Joana.
*WHAT??????
Logo vi q isso tinha de ter agua no bico!

Que má nem parece a Bunny que conheço.


[...]

-Quando eras princesa na lua. Era raro falares assim, e tu odiavas tanto como odeias agora, mas é algo que como príncipes e reis temos que fazer. – A voz calma dele fez com que a minha consciência vaga-se para aquele tempo.

- Eles estão apaixonados sabias?! - Voltei a virar-me e fui até a varanda. – Eu senti. Mas o orgulho de ambos os impede de ver e aceitar.

- Se eles realmente estão eles irão dar um jeito. Quando aquilo aconteceu, ninguém tinha reacção. Eu próprio não consegui fazer ou dizer algo. Se tu não tivesses aparecido eles podiam ter-se matado sem que ninguém se apercebe-se. E tu nem piscas-te. Apenas sabias o que tinhas de fazer, pensas-te tão rápido.
*Isso mesmo! MASSACRA-TE! É PA PAGARES PLO Q "ME" FIZESTE!
Eh o orgulho, nha nha nha... nao ah eh nada dentro daqueles coraçoes orgulhosos!

Porque te tornas-te numa verdadeira rainha!

Ok, pronto, eu amava um louco. Com o casamento tão próximo e vou ter de o internar num hospício, será que eles deixam fazer casamentos lá? A chibiusa ia adorar que o casamento dos pais fosse num hospício.

Virei-me e olhei-o nos olhos.

- Rainha?! Eu fui fria com duas das pessoas que mais amo.

*Continuaçao do massacre!
Amo isto!
Podes continuar?

Enquanto me abraçava e me beijava, levava-me para o quarto, que estava prestes a ver os nossos corpos nus banhados pelo luar. Para mim o tempo parou e eu pedi silenciosamente : “Deusa da Lua, se o tempo de mover…por favor faça com que ele pare”
*Apesar de tudo, estes momentos derretem-me Esperancoso


Bem, chega de citações!
Bem, as tuas descrições evoluiram como uma flecha indo em direcção ao alvo a 362642 km/s!!
Bestial! Estas num optimo caminho!

E bem...
apesar daquelas bocas secas q "me" mandaste, n nego q adorei o cap! (principalmente a parte da jarra)
obrigada por mo teres dedicado Esperancoso
eternamente grata!

Postas qndo? mais rapido desta vez?
espero ansiosamente por mais!

bjs bjs bjs*
#89
Se eles estao msm atraidos, como é q aquilo aconteceu tao de repente?
eles ja "sentias" antes, quando tavas a lutar com a galaxia, voces gostam e de engonhar. e nao me venhas com ele gostava da Bunny, pk ele é parvinho, e nao sabe nada.

A HARUKA ATIROU-LHE UMA JARRA CHINESA DA RITA?
a jarra chinesa horrivel da rita. o lado positivo marisa haruka, nao penses que é ele ter ficado com um galo, e a rita nao ter mais aquela coisa.

Q te deu? pqê tanta meiguice com sarcasmo misturado?

porque ela sabe que aos gritos e directa nao chega a lado nenhum com aqueles dois...e ela vai ser rainha, rainhas nao sao peixeiras, têm de manter a pose.

MASSACRA-TE! É PA PAGARES PLO Q "ME" FIZESTE!

que má...

Bem, as tuas descrições evoluiram como uma flecha indo em direcção ao alvo a 362642 km/s!!
Bestial! Estas num optimo caminho!


desta vez foi mais facil, ja tava escrito e depois ao passar acrescentei descriçoes... acrescentei, e acrescentei ate nao ter mais ideias de descriçoes...por isso e que demorei umas horinhas a concluir tudo.

Postas qndo? mais rapido desta vez?

vou tentar...mas ta muito complicado...muito mesmo...vou esforça-me ao maximo pa conseguir postar rapido, mas nao prometo nada.
**podem tratar-me por Vânia ou Banny-chan**


fic: Sayonara sweet days
#90
eles ja "sentias" antes, quando tavas a lutar com a galaxia, voces gostam e de engonhar. e nao me venhas com ele gostava da Bunny, pk ele é parvinho, e nao sabe nada.

*Claro q gostava! Ele corou qnd ela disse q iriam ser sempre amigos... e ele - "pudinzinho..."


Só q o q me confundiu bue, é o dialogo dele cm o Gonçalo no final... n entendi ao principio onde a versao PT queria chegar mas só depois é q vi q era um pacto de amizade entre ele e a Haruka... pq ele diz -"Gonçalo, a partir de agora vais tomar conta dela (Bunny)... Hum... já alguem me disse isto uma vez! [Haruka]
E o Gonçalo sorri e diz -"Eu sei!"
E eu fiquei assim... WF? q é isto? do q falam? mas so depois é que percebi q estavam a afirmar o pacto de amizade


a jarra chinesa horrivel da rita. o lado positivo marisa haruka, nao penses que é ele ter ficado com um galo, e a rita nao ter mais aquela coisa.
*Bem, pensemos assim: Foi bom pa Haruka pq se divertiu cm isso e foi bom pa Rita, q se livrou daquela... coisa... se assim lhe podemos chamar!

porque ela sabe que aos gritos e directa nao chega a lado nenhum com aqueles dois...e ela vai ser rainha, rainhas nao sao peixeiras, têm de manter a pose.
*Eh... tens razao... Ja tou a ver tudo Babado
Bunny- A primeira rainha peixeira!Tramar alguma

desta vez foi mais facil, ja tava escrito e depois ao passar acrescentei descriçoes... acrescentei, e acrescentei ate nao ter mais ideias de descriçoes...por isso e que demorei umas horinhas a concluir tudo.
*Ainda bem! menos tpc tiveste! E olha q o teu vocabulario n eh nada pobre!


vou tentar...mas ta muito complicado...muito mesmo...vou esforça-me ao maximo pa conseguir postar rapido, mas nao prometo nada.
*Ohhh... ok...
bem pa mim tbm ta dificil pq tenho preguiça e pretendo acabar cm aqela fic em 3/4 cap! (n vejo hora disso!)
#91
eles ja "sentias" antes, quando tavas a lutar com a galaxia, voces gostam e de engonhar. e nao me venhas com ele gostava da Bunny, pk ele é parvinho, e nao sabe nada.

*Claro q gostava! Ele corou qnd ela disse q iriam ser sempre amigos... e ele - "pudinzinho..."


Só q o q me confundiu bue, é o dialogo dele cm o Gonçalo no final... n entendi ao principio onde a versao PT queria chegar mas só depois é q vi q era um pacto de amizade entre ele e a Haruka... pq ele diz -"Gonçalo, a partir de agora vais tomar conta dela (Bunny)... Hum... já alguem me disse isto uma vez! [Haruka]
E o Gonçalo sorri e diz -"Eu sei!"
E eu fiquei assim... WF? q é isto? do q falam? mas so depois é que percebi q estavam a afirmar o pacto de amizade

eu tb fico assim, quando amigos meus dizem que vamos ser amigos para sempre.
eu tb nao percebi nada do discurso deles no fim, mas prontro deixei passar, mas agora que dissest compreendo...vez eles entendem-se, só têm que se esforçar.

olha q o teu vocabulario n eh nada pobre!

muito obrigado

bem pa mim tbm ta dificil pq tenho preguiça e pretendo acabar cm aqela fic em 3/4 cap! (n vejo hora disso!)

como te compreendo, preguiça é algo tao poderoso. que quando se apodera de nós nao conseguimos fugir...

bjinhu
**podem tratar-me por Vânia ou Banny-chan**


fic: Sayonara sweet days
#92
Responderam todos em coro. Odiava ter de agir assim, mas aqueles dois têm a capacidade de me tirar do serio. Se eles têm tensão sexual reprimida que resolvessem isso num quarto de hotel que eu pago só para não aturar as birras deles. Parecem crianças do infantário.
*Ahahahahaha... q piada... Mal disposto es tao mazinha Sad tensao sexual reprimida qual qê?

Mega contente hã????? Mega contente
num quarto de hotel? qndo? onde? a q horas? ha lá tbm um leitor d CD cm os CD's todos da P!nk ao lado??? Mega contente Já tou a imaginar eles a dançar a musica "Funhouse "Tramar alguma, q em vez de ser uma musica romantica, eh uma musica comica e com um palavrao ou dois pelo meio ah, e com um pirete [mas q distorceram... sniff]) no videoclip Tramar alguma)
Ok, chega! Eu n qro fazer publicidade/propaganda, até pq n gosto de publicidade mas isto de tar a ouvir esta musica enqnt comento faz-me mal!


eu tb fico assim, quando amigos meus dizem que vamos ser amigos para sempre.
eu tb nao percebi nada do discurso deles no fim, mas prontro deixei passar, mas agora que dissest compreendo...vez eles entendem-se, só têm que se esforçar.

*Pois, eu tbm n tinha percebido, até ter pensado um pouco e ter juntado as peças... enfim... sim eles podem entender-se...mas primeiro q isso aconteca oh oh!


como te compreendo, preguiça é algo tao poderoso. que quando se apodera de nós nao conseguimos fugir...
*Podes querer! eu q fale por mim... ainda me lembro... em plena epoca de testes intermedios e eu aqi na net, super deprimida e sem cabeça pa tar a estudar... uau! Uma grande prova de preguiça tbm, pq pessoa mais preguiçosa do q eu aqi na zona, so se for msm o meu colega antónio, mas eu preencho o 2º lugar de certa!

bjinhu
*Bjinho Matreiro
#93


Como eu digo: “pai, mãe eu sou a navegante da lua”?!



Eram 8 horas da manhã quando acordei, tentei adormecer pois era ainda tão cedo. Eram 8:30 e não aguentava mais deitada. Parecia que a cama estava um pouco com tudo demais, estava, quente demais, macia demais, pequena demais para duas pessoas, com almufadas grandes demais. Tinha durmido naquela cama tantas vezes e esta manhã foi a primeira em não me senti bem nela. Era nela que muitas vezes, quando o Gonçalo estava nos EUA, que eu matava saudades do seu cheiro. Era nela que me refugiava dos meus medos de o perder para uma Americana de fraternidade. Era nesta cama que fugia do mundo exterior para me encontrar com o meu mundo, com o meu Gonçalo. Tantas foram as noites, tarde, manhas e dias que passamos naquela cama, melhor, nesta casa.
Era nestes pensamentos de nostalgia que me perdia enquanto cozinhava (ou tentava) um pequeno-almoço decente para mim e para o Gonçalo. Normalmente era ele que me preparava todas as refeições e as levava até a mim na cama (novamente na cama, mas que taradona que me tornei), hoje seria diferente. Apesar de toda esta lenta agitação matutina, um catinho do meu cérebro só pensava em como contar á minha família que eu era a navegante da lua não podia simplesmente chegar e dizer “pai, mãe, sou a navegante da lua” eles iriam achar que sou maluquinha e iriam rir-se na minha linda carinha. Mas também não podia tranformar-me assim derrepente, eles iriam ter um ataque cardíaco. talvez eu não devesse contar, eles não precisam saber. AI cala-te Bunny diabinha tens que contar. Eles merecem saber e o Chico e a Octavia merecem ser felizes. Não vais estar sozinha. O Gonçalo estará contigo não vai acontecer nada.
A casa estava tão silenciosa que conseguia ouvir a respiração pausada do Gonçalo. Tentava contrular a minha respiração pela dele para eu não hiperventilar e cair no chão de tão nervosa que estava. Estava tão destraida entre as varias coisas que fazia: fazer panquecas, pensar na conversa com os meus pais, ouvir e coordenar a respiração, que quando a respiração dele se alterou rodei tão depressa para ver o porquê disso que tive uma tontura e me atrapalhei nos meus próprios pés. A partir daí tudo aconteceu ao mesmo tempo em câmara lenta. A frigideira e a panqueca caíram no chão com um exstroudo abafado, eu ia caindo de costas, mas no momento em que eu esperava sentir o chão frio nas minhas costas senti algo suave, firme e quente.

- devias ter mais cuidado, ainda te magoas aserio!

Ele olhava-me com um ar ligeiramente zangado e preocupado para mim.

- desculpa. Tava destraida. – tentei acalma-lo.

Acho que não resultou. Ele estava a apanhar as coisas derrubadas do chão. Quando falou.

- andas sempre destraida. Tens que ter cuidado, ainda te acontece algo pior que bateres o rabo no chão.

Que mau humurado, ele nunca é assim quando acorda. Será que fiz algo errado?! Não melembro de nada.

- já pedia desculpa ‘tá? Vou tentar ter cuidado. Tens o pequeno almoço em cima da mesa, vou tumar um banho, não quero chegar a casa esfrangalhada.

Estava já com um pé na soleira da porta da casa de banho quando o senti abraçar-me pelas costas. O calor do corpo dele, fazia arrepiar a minha pele um pouco fria. A respiração dele no meu pescoço fazia a minha respiração acelarar o que eu estava a tentar evitar. As suas palavras sussurradas no meu ouvido acelararam a minha pulsação.

- desculpa. Só fico com medo de te perder principalmente para uma simples distraçao. Estás zangada comigo?!

Como podia eu resistir quando ele falava com esta voz?! Nem uma super Deusa conseguiria. Quanto mais eu uma simples mortal.

Virei-me lentamente. O prazer que sentia agora era tanto que tive que morder o lábio para não explodir. Tentei responder sensual!

- não estou zangada. Mas…podias compensar-me melhor no banho! – surri e ele sorriu de volta, e eu sabia que tinha ganho.


Depois de tanto tempo de bricadeira e risos no chuveiro. Quando saímos vimos que era melhor nos despachar-mos. Era sábado mas a minha mãe custuma ir sair para comprar coisas que muitas vezes não precisamos.
Estava tão strassada no carro, que não parava de tremer e abanar a perna que por mais que o Gonçalo me avizasse não conseguia parar. Tudo boiava na minha cabeça, tudo, todas as batalhas, todas as vitorias. Todos os mumtntos em que pensei que nunca mais veria as pessoas que amava.
Onde se metia o luna quando eu mais precisava dele! Eu amava o Gonçalo, mas o luna era importante, porque ele me tornou na navegante da lua. Me ajudou a ser a pessoa que sou hoje. Mas ele anda desaparecido com a artemiza. Será que eles já namoram? Espero que se já namorarem ele me conte.
Quando chegamos eu e o Gonçalo demos as mãos. Uma corrente eletrica passou entre nós. E ambos nos entreolhamos e sorrimos.
Respirei fundo, endireitei os ombros e confiante entrei em casa. Sabia perfeitamente que estavam a tumar o pequeno almoço ainda eram 10 da manha. Mas mesmo assim chamei.

- MÃE?! PAI?! CHICO?!

O Gonçalo sussurrou:

- é preciso berrares?! Não sabes que estão na cozinha?!

- sei mas cala-te, que sei o que faço. – acho eu!

-ok, ok

- ESTAMOS NA COZINHA QUERIDA!

Entrei na cozinha e já todos tinham terminado de comerem.

Tentei falar com calma. Para não os alertar. Senti o Gonçalo tenso. Eu também me sentiria se estivesse a levar com um olhar ameaçador do meu pai em cima, aquele tipo de olhar “andas-te a fazer coisas menos priprias com a minha menina antes de casar”. Aposto que ainda não tinha explodido aos berros porque a minha mãe deve ter dito algo. Agora que penso nisso eu só nasci 8 meses depois do casamento dos meus pais! Que malucos!

Estava tão aestraida que gaguejei quando a minha mãe perguntou.

- Estão com fome?! Querem comer alguma coisa?!

- não, já comemos. A Bunny fez panquecas.- proto gonçalinho se existiam duvidas que tinha durmido contido agora já não existem!

- A Bunny fez o que? – disse o Chico antes que alguém se apercebe-se da gafe do Gonçalo.

- bem eu queria falar com todos, para vos contar algo. Pode ser na sala?

- que foi agora? Estás grávida filha?!- disse o meu pai alertado.

- o que? Não, não é isso!- ok se eu já estva nervosa agora então…



Já na sala, todos estvam sentados. A minha sala ou melhor a minha casa não é sufesticada, é o que se pode chamar de tradicional. Cores neutras, mobília antiga, decorada conforme o humor da minha mãe. Na sala existiam varias plantas, a televisão e dois sofás. Era nesses sofás que estávamos sentados. A minha família num e eu e o Gonçalo no outro. Todos estávamos calados. Eles estavam obviamente á espera que eu começa-se. Eu lembrei-me de algo que vi ou li em algum lado, era algo sobre por as emoções numa caixinha. E foi o que eu fiz. Imaginei uma caixinha bonita com lindos detalhes gravados, abri-a, e coloquei o que sentia lá dentro. Um a um, o medo, angustia, nervosismo, foram se acomudando nos seu lugares da caixa. E finalmente falei.

- bem, o que eu queria dizer a todos vai parecer completamente doido e fora do contexto. E eu sei que devia ter contado mais cedo mas foi para vossa segurança que não contei. – estavam todos calados, claramente estavam confusos.- eu vou ir directa. Muito directa.- repirei fundo e agarrei com força mão do Gonçalo. – eu sou a navegante da lua, as meninas as minhas navegantes e o Gonçalo o mascarado. Eu serei rainha e o Gonçalo rei. Isto porque eu era a princesa da lua num passado muito longínquo e o Gonçalo o princepe da terra, devido a alguns inimigos a minha mãe da lua foi obrigada a tranportar-nos e fazer-nos renascer num futuro onde não ouvesse guerra mas os inimigos surgiram e todes despertamos. E antes que perguntem eu sei de tudo desde os 14 anos. E o luna fala, não sei se into interessa. Eu acho que sim , mas…proto, se não acreditam eu posso tranformar-me…

O Gonçalo interroupeu-me falando baixo para que eu apenas ouvisse.

- estas a tagarelar, calma deixa eles respirarem.

Assenei com a cabeça. A minha família estava mesmo confusa. O primeiro a falar foi o Chico, ainda em choque.

- a Octávia…ela…

Eu sabia o que ele queria.

- sim, ela é a navegante de Saturno.

Os meus pais ainda estvam um pouco em choque…

- pai? Mãe?

Foi o meu pai que falou. Mas pelo toque de mão e o olhar trocado entre os meus pais, eu apenas sabia que era a resposta dos dois.

- querida, isto não tem palavras, temos muito orgulho de ti, eu e a tua mãe estamos muito felizes. Porque como falas sabemos que é verdade e que tu amas fazer isso e claramente tens amigas que te apoiam. E o Gonçalo que te ama, e tenho a certeza que não vai deixar que nada te aconteça.

-obrigado pai. Mãe.

Depois de horas a contar o que se passou estes anos todos de navegante e nos anos que ainda não tinha nascido como Bunny Tsukyno. Todos estvam alegre e se esqueceram do que tinham para fazer, como as compras da minha mãe e até o almoço.



**podem tratar-me por Vânia ou Banny-chan**


fic: Sayonara sweet days
#94
O.O
O.O
O.O
O.O

E o Gonçalo que te ama, e tenho a certeza que não vai deixar que nada te aconteça.


uau... O Senhor Tsukino a "falar bem" do Gonçalo? wow... tou msm... nerd... O.O
Eles reagiram bem! Uau... Super Pais, sem duvida alguma...
O.O

N sei q escrever mais, ainda tou aparvalhada cm a revelaçao. A miuda mal tinha folego pa contar as cenas das suas amigas serem tambem navegantes e q era a Rainha Serenidade no passado... e q iriá ser futuro... o.o

eu tinha um ataque...

epa desculpa la estes cortes de frases nas frases mas n sei msm q escrever, tou sem palavras *Gotas*

Nice!
Foi fixe!
Espero por mais Esperancoso
BJINHOOOoOOoOoO**
#95
uau... O Senhor Tsukino a "falar bem" do Gonçalo? wow... tou msm... nerd... O.O
Eles reagiram bem! Uau... Super Pais, sem duvida alguma...


nao era hora de atacar o "meu" gonçalinho! espero que ela nao conte a parte em que ele ta todo mauzao por causa da rainha béril e da metalia...

00080]sei q escrever mais, ainda tou aparvalhada cm a revelaçao. A miuda mal tinha folego pa contar as cenas das suas amigas serem tambem navegantes e q era a Rainha Serenidade no passado... e q iriá ser futuro... o.o

eu tinha um ataque...


epa desculpa la estes cortes de frases nas frases mas n sei msm q escrever, tou sem palavras *Gotas*



espero que essa falta de palavras seja pk ta bom o capitulo e nao porque ta tao mau que nao haja o que escrever...


LOOOL


BJINHU
**podem tratar-me por Vânia ou Banny-chan**


fic: Sayonara sweet days
#96
O qê q achas?
sabes bem o q aqilo qer dizer Matreiro


claro q gostei!
#97
Será verdade?[/size]

Finalmente na minha caminha. Faltam apenas duas semanas para o casamento. Os últimos tempos têm sido agitados, ando praticamente a viver os meus dias em piloto automático, faço tudo por instinto, é tanto para fazer que nem tenho tempo para pensar.

Os preparativos para o casamento já estão praticamente prontos. Faltam pormenores como a ultima prova do meu vestido, visto que as meninas já têm tudo arranjado. Como a cerimonia vai ser pequena não será necessários muitos dos preparativos que um casamento grande na igreja precisaria. O meu casamento nem vai meter religião. O Gonçalo não é religioso e eu também não. O único deus (neste caso deusa) á qual me apeguei foi a deusa Selene a deusa e fundadora do reino da lua. Por isso a cerimónia vai ser simples no templo, visto que o juiz de paz se disponibilizou para realizar a cerimónia fora do registo civil.
Para além dos preparativos para o casamento viver com os meus pais, depois de lhes ter contado acerca de ser navegante, tem sido no mínimo eufórico e até um pouco doido.
A minha mãe anda a tentar convencer-me a tirar fotografias com o meu fato de navegante, mas não é só a mim. a primeira vez que ela veio com esta ideia eu nem desconfiei. Foi apenas 2 dias depois de lhe ter revelado tudo, que ela organizou um lanche para todo o pessoal. Ao inicio pensei que era apenas para…sei lá…conhece-los melhor e essas coisas. Nessa tarde estávamos todos entretidos a lanchar, e quando digo todos é mesmo todos, eu o Gonçalo, as meninas, os guerreiros e as starlight’s, estávamos a contar historias e entretidos até que a minha mãe saiu de mansinho, eu pensei que tinha ido á casa de banho ou assim, mas quando ela entra na sala e diz para nos transformarmos que ela quer tirar fotografias para fazer um álbum. Eu só queria um buraco para me enterrar, se possível vem fundo. Acho que o incidente foi tão perturbante que até a Haruka e a Mariana inventaram uma desculpa para não me virem trazer a casa no outro dia. A única que ainda vinha a minha casa sem medo (apesar de envergonhada) era a Octávia. Claro que todas nós tínhamos fotos como guerreiras mas eram apenas para recordação e para mostrar aos nossos filhos, não era para fazer um álbum ou por exposto pela casa.
O meu pai estava sossegado em relação a tudo, mas de cada vez que eu saía perguntava se eu ia lutar algum demónio e fazia gestos esquisitos daquilo que eu acho que seriam socos, apesar de parecer mais uma dança de uma galinha morta já sem cabeça. Nunca percebi porque as galinhas ainda correm quando já estão sem cabeça, mas pronto.
Quanto ao Chico, como é evidente, foi o que mais beneficiou. Agora que já sabe da verdade não descola da Octávia, até para as reuniões de estratégia ele ia. Mas o que importa é que eles estão bem e se amam. Eu diria que era bom ter alguém a proteger a Octávia mas a verdade é que era a Octávia que tinha mais probabilidade de proteger o Chico.
Nestas ultimas semanas houve o regresso de alguém que ninguém estava á espera, o Fernando. Apesar de toda a berraria com a Rita e de muita discussão, no dia seguinte á sua chegada já estavam juntos.
Estava feliz com as minhas meninas todas estavam no caminho certo para ficarem com as suas almas gémeas. Até da relação Haruka/Seya eu tirava um balanço positivo, nestas semanas de trabalho juntos não se mataram nem se agrediram.
Três novos ataques sucederam. Todos eles falharam. Não quero parecer convencida mas visto que lutamos com a a galáxia e vencemos não iam ser estes monstrinhos que nos iam derrutar. Mas a verdade e que estavam mais fortes que da ultima vez que os combatemos.
No ultimo ataque tivemos a visita da rainha Béril, e finalmente aquela questão do Gonçalo/Endymion estar destinado a ela um pouco mais esclarecida. Analisando um pouco tudo o que ela disse, ela tinha razão, de certa forma ele estava destinado a ela.

Era uma quarta-feira e eu tinha ido novamente com a Joana ao centro da cidade comprar os ultimo pormenores da surpresa do Gonçalo (que agora já tinha decidido quando fazer). Estávamos entretidas a falar quando ouvimos a tradicional gritaria de pânico das pessoas. Depressa estávamos todas a lutar, pois as meninas foram rápidas a chegar, assim como as starlight’s que tinham vindo com as outer senshis.
A batalha estava a ser travada entre avanços e recuos da nossa parte. Enquanto nós ficávamos com dois arranhões o demónio ficava com um. Mas no final com um grito da morta da Plutão naquele traseiro seco de demónio a batalha acabou.
Mas enquanto festejávamos o céu limpo foi ficando escuro e sombrio. Pelo ar ressoaram fortes trovões. No céu escuro ela apareceu com os seus cabelos vermelhos fogo, e os seus olhos cheios de ódio. A voz dela sou mais fria que o gelo dos pólos.

- Ganhas-te mais uma batalha princesinha.

- Pois ganhei e vamos continuar a ganhar. – Tentei soar calma e não mostrar a ninguém que na verdade estava nervosa.

Por detrás de mim ouvia os sussurros de Haruka e seya, pensei apenas que só aqueles dois para implicarem numa hora destas.

- Ela está confiante.[/size]

- Cala-te parvalhão, deixa ver.


- Parvalhona és tu!

- Mas tu calas-te?! [/size]

Podia ver que caras estavam a fazer, mas pelo sentimento da Haruka mais um pouco e ela salta-lhe em cima.


- calem-se os dois, quero ver se dá salganhada. Porra que a tipa é feia.

- Yaten cala-te.[/size]

Mais dois pegados, não sabem mesmo escolher horas.


A voz dela voltou a suar fria, como se apenas o corpo falasse, não existisse uma alma ali.

- acho que já é hora de saberes a verdade do passado e pela qual o Endynion devia e será meu.

- Cala-te cabeça de semáforo.

- Calma meninas. – Tentei repreender.

Ela olhava-me com ódio e desprezo. Mas agora eu estava curiosa. Também queria saber que rio de verdade era essa.

- Fala, eu quero saber toda essa tua verdade.

Senti a sua presença antes mesmo de a voz dele me tocar.

- E eu também, já que isso me inclui.[/size]

Ele tinha o seu braço esquerdo pousado protectoramente no fundo das minhas costas, como tivesse preparado para em qualquer altura me tirar da linha de fogo. Ao mesmo tempo que o analisava pensava o quão bom era tê-lo ao pé de mim neste momento. Não apenas pelo apoio mas por não ter de repetir tudo mais tarde ao contar o que se passou. Mas agora que pensava nisso, uma outra questão surgiu na minha mente: como raio eu ia para casa com os sacos da surpresa sem que ele repara-se?!


A voz fria dela fez-me despertar destes pensamentos.

- Naquele tempo, quando eu e o Endynion éramos apenas crianças fomos prometidos um ao outro pelos nossos pais. Sendo eu a filha de umas das famílias mais chegadas á corte. Para além de rica eu era linda. Todos me adoravam. A minha família era muito influente na corte e os meus pais amigos pessoais dos reis. E como era habitual o príncipe se casar com alguém nobre as nossas famílias fizeram o pacto do anel Claddagh. – ela respirou fundo. Fechando os olhos, provavelmente para poder ver melhor as imagens que lhe afluíam a mente.

O Gonçalo apertava-me, não para me proteger mas ele se sentir protegido. Os sentimentos das meninas variavam de dúvida e suspeita.

Ela continuou friamente.

- Para mim aquele pacto significava tudo, significava o futuro brilhante que eu sempre sonhara. Iríamos ser os reis mais lembrados de todas a história. Eu sonhara comisso desde que éramos crianças e brincava-mos no baloiço. Lembras-te Endymion?! Mas ai tu apareces-te e roubaste o meu príncipe. Vieste com esse penteado exótico e eras o fruto proibido. Por isso não o mereces, nunca ficarás com ele.

E assim ela desapareceu. O céu voltou a brilhar e eu estava meio que em estado de choque. Fui todo o caminho até ao templo calada. O Gonçalo não saia do meu lado e também não falava. No caminho reflecti sobre os últimos anos. Durante o tempo de universidade eu dediquei-me o máximo que pude ao meu curso, mas não apenas. Foram muitas as férias que eu e o Luna nos deslocávamos á biblioteca do milénio de prata para eu estudar alguns assuntos relacionados como o lugar onde em tempos eu vivi. Descobri coisas que me ajudaram a perceber e a responder a vários porquês que surgiam na minha mente.

Quando estávamos já na sala da Rita ninguém fala, obviamente á espera que eu fala-se. Mas eu não sabia por onde começar. Então ouve alguém que tomou a iniciativa.

- que raio é o pacto do anel Claddagh?[/size]

Como ninguém respondia eu comecei a falar. Calma e controlada, para que ninguém notasse que eu realmente estava ligeiramente em pânico.


- Taiky o anel Claddagh é um anel originário da Irlanda, o anel contem um coração coroado sendo segurado por duas mãos. As mãos significam amizade, a coroa significa lealdade e o coração amor. Este anel era trocado entre amantes, que se o usassem com o coração virados para eles era sinal de que o seu coração pertencia a alguém.
sayonara sweet days - Capítulo 18 (actualizada 06/452010) - Página 2 19D677_1
Tentei continuar a falar calmamente. Via a duvida a surgir nos seus olhares. – Pelo que eu li na biblioteca do milénio de prata…


- Tu foste á biblioteca?! – disse a Ami surpreendida

- Sim fui, mas como estava a dizer, pelo que li, este pacto era muito utilizado na terra para que famílias importantes para assegurarem futuros casamentos, normalmente elaborados quando os futuros noivos ainda eram crianças. Era um acordo muito forte que não podia ser quebrado.

- Que maldade! – Disse a Maria, tristemente.

O Gonçalo falou sorrindo.

- Ela não estava a falar a verdade.

Olhei docemente para aquele que amava.

- Meu querido, eu não sei se é verdade, mas é provável. Se a família dela era influente. – continuei com a minha explicação sobre as culturas das nossas casas reais, para tentar provar que podia ser verdade. – os nossos reinos apesar de diferentes eram semelhantes nas diferenças.

-aaah?!

- Eu explico. A sociedade do reino da terra era do tipo patriarcal, apesar de ambos os reis governarem quem ditava a ultima decisão era o rei. Enquanto na lua a sociedade era matriarcal, a ultima decisão era da rainha. Por isso e que sempre foi necessário que na terra o filho dos reis fosse homem e na lua mulher.

- Por isso é que na lua eram guerreiras que protegiam o reino e na terra eram guerreiros. - A Ami como sempre já tinha entendido.

- Exactamente. Também um pouco para evitar confusões e que cada família real so tinha um filho para que não acontecesse como havia acontecido casos de lutas entre irmãos pelo poder. – Acho que já todos tinham entendido.

- Por isso é que uma relação entre lua/terra era proibida, para que nenhuma sociedade anula-se a outra.[/size]

- Isso é muito cool.


- Tens mais histórias? – Perguntou o Jedeite todo excitado com a revelação historiográfica do nosso passado.

Eu sabia que não era altura para história, mas não podia dizer que não tinha.

- Tenho.[/size]

- Conta, conta. – Disse o Seya todo empolgado por querer saber mais. Mas é evidente que havia alguém que não ia ficar calada.


- Oh parvalhão, não é tempo para histórias, temos que delimitar estratégias.

- Cala-te oh parva tu também queres saber.

- Como sabes.?[/size]

Mas eles não acabam com isso?!


- Já chega, eu conto numa outra altura, eu prometo.

O resto do dia até ao jantar foi a delimitar estratégias.
**podem tratar-me por Vânia ou Banny-chan**


fic: Sayonara sweet days
#98
como eh possivel q aqueles dois pares casmurros estejam a discutir em ambiente de ataque? oh meu deus, este mundo esta mesmo de pernas para o ar!

aumentaste as descriçoes!
estas a ir num optimo caminho!
parabens Esperancoso

agora finalmente percebi a relaçao Beryl/Gonçalo!
A coroa... bem o seu significado esta mto bem pensado!
a ami toda coisa da bunny ter ido ah biblioteca do milenium prateado Matreiro

Adorei!
qndo postas?
Bjinhos*
#99
aumentaste as descriçoes!
estas a ir num optimo caminho!

parabens Esperancoso

brigado, faço o possivel para melhorar...

qndo postas?

nao façu a minima ideia...é enterro da gata aqui em braga, e vou passar uns dias á queima de coimbra, e depois vou ter trabalhos e frequencias por isso ta um bucado apertado. mas vou tentar ser rapida.


bjinhu gande
**podem tratar-me por Vânia ou Banny-chan**


fic: Sayonara sweet days
#100
nao façu a minima ideia...é enterro da gata aqui em braga, e vou passar uns dias á queima de coimbra, e depois vou ter trabalhos e frequencias por isso ta um bucado apertado. mas vou tentar ser rapida.
*Ai... Falaste demais
Desiludido

frequencias... bahhh!
mas ta bem eu espero!


bjinhu gande
Bjinho*

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