Sailor Moon - O Sonho não Acabou
hoje eu só poder por se eu fizer um esforço muito grande
mas mesmo assim acho que nao vai dar
entao eu acho que amanha eu consigo,
talvez eu coloque bem cedo,
mas nao sei se vo consegui
vai depender tudo de como o texto correr
mas mesmo assim acho que nao vai dar
entao eu acho que amanha eu consigo,
talvez eu coloque bem cedo,
mas nao sei se vo consegui
vai depender tudo de como o texto correr
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Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
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Capitulo V – Reencontros e Casualidades
Já fazia oito horas que elas estavam sentadas naquele avião, esperando chegar a Tókio. Há pouco mais de meia hora Misugi tinha pegado no sono, deixando uma Usagi muito angustiada sentada do seu lado. Os pensamentos que passavam pela cabeça de Usagi eram tantos e tão distintos um do outro que ela chegou até a tapar o rosto com as mãos tentando parar os pensamentos de surgirem, coisa que era impossível de se fazer, pois a cada segundo que se passava mais aflita ela ficava com a sensação de estar mais perto de sua cidade natal.
Ela se perguntava como seria a reação das pessoas quando a vissem ali novamente, quando encontrasse seus velhos amigos, como Motoki e Naru. Ou quando reencontrasse sua família, o que será que eles lhe diriam? Será que sentiram saudades durante esses 10 anos ou a raiva que sentiram pelo que aconteceu cortou qualquer tipo de laço afetivo que tinham com ela? Percebia-se de longe o quanto ela estava tensa e isso chamou a atenção de uma das aeromoças.
A mulher de cabelos castanho-escuros presos em um coque em cima da cabeça se aproximou da poltrona em que Usagi estava sentada. Olhando para a moça sentada a sua frente à aeromoça pensou que aquela menina estaria se sentindo mal, deu dois passos e parou a frente da poltrona de Usagi, olhando para ela a mulher colocou a mão no ombro dela e com um sorriso viu que a menina tinha recém pego no sono.
Não querendo interromper o sono da jovem que parecia muito assustada, a aeromoça seguiu seu caminho até uma das poltronas em que um homem a chamava. Deixando assim uma Usagi perdida em meio a sonhos um tanto quanto estranhos e uma Misugi um tanto quanto revoltada com os sonhos que tinha.
Uma hora depois o avião começou a aterrissar, fazendo com que as duas amigas acordassem de seus sonhos nada bons. Dando um pulo na cadeira, Usagi percebeu que já tinham chegado a Tókio. Seu coração batia acelerado e as mãos estavam suando desesperadamente. Num ato de medo ela agarrou a mão de Misugi e começou a apertá-la com toda força que tinha.
Misugi percebendo isso fez questão de garantir a Usagi que estava ali com ela para qualquer coisa, apertando também a mão da amiga. Usagi virou-se para encarar Misugi que agora sorria e lhe olhava nos olhos com compreensão.
-Usagi, você não precisa ter medo, vai dar tudo certo, ok? – Ela falou olhando para a amiga, confiante. Queria que Usagi se sentisse bem, pois ela tinha todo o direito de voltar a Tókio, afinal foi o seu lar durante seus primeiros 16 anos de vida, e também foi o lugar que ela protegeu durante dois desses anos. Ninguém tinha o direito de perguntar para Usagi o que ela estava fazendo ali, pois aquele era o lar dela tanto quanto de qualquer um dos amigos dela.
-Não se preocupe, é que são muitas lembranças vindo juntas ao mesmo tempo. É um pouco de mais para a minha cabeça, mas daqui a pouco isso passa e nós vamos ir para o nosso apartamento! – Ao falar isso Usagi percebeu que Misugi olhou confusa para ela, mas esperou pela pergunta para que pudesse responder.
-Como assim, nós estaremos indo para o nosso apartamento? Pelo que eu saiba quando você saiu daqui você ainda morava com os seus pais, não é verdade? – Ela perguntou interessada em saber qual seria a resposta de Usagi.
-E é verdade. Quando eu saí de Tókio eu ainda morava com meus pais, mas agora que eu estou voltando, infelizmente não posso mais ficar lá. Por isso eu resolvi comprar um apartamento aqui para nós duas. No começo eu não sabia se você iria vir junto, mas como você aceitou eu não precisei me dar ao trabalho de ligar para cá e pedir um apartamento de um quarto só. E... – Ao ver o olhar de Misugi de interrogação ela continuou. -... Antes que você pergunte quando foi que eu fiz isso, eu lhe respondo. Lembra que eu lhe disse que estava resolvendo alguns problemas nesses últimos dois meses? Pois então, esse foi um dos meus problemas!
Já fazia oito horas que elas estavam sentadas naquele avião, esperando chegar a Tókio. Há pouco mais de meia hora Misugi tinha pegado no sono, deixando uma Usagi muito angustiada sentada do seu lado. Os pensamentos que passavam pela cabeça de Usagi eram tantos e tão distintos um do outro que ela chegou até a tapar o rosto com as mãos tentando parar os pensamentos de surgirem, coisa que era impossível de se fazer, pois a cada segundo que se passava mais aflita ela ficava com a sensação de estar mais perto de sua cidade natal.
Ela se perguntava como seria a reação das pessoas quando a vissem ali novamente, quando encontrasse seus velhos amigos, como Motoki e Naru. Ou quando reencontrasse sua família, o que será que eles lhe diriam? Será que sentiram saudades durante esses 10 anos ou a raiva que sentiram pelo que aconteceu cortou qualquer tipo de laço afetivo que tinham com ela? Percebia-se de longe o quanto ela estava tensa e isso chamou a atenção de uma das aeromoças.
A mulher de cabelos castanho-escuros presos em um coque em cima da cabeça se aproximou da poltrona em que Usagi estava sentada. Olhando para a moça sentada a sua frente à aeromoça pensou que aquela menina estaria se sentindo mal, deu dois passos e parou a frente da poltrona de Usagi, olhando para ela a mulher colocou a mão no ombro dela e com um sorriso viu que a menina tinha recém pego no sono.
Não querendo interromper o sono da jovem que parecia muito assustada, a aeromoça seguiu seu caminho até uma das poltronas em que um homem a chamava. Deixando assim uma Usagi perdida em meio a sonhos um tanto quanto estranhos e uma Misugi um tanto quanto revoltada com os sonhos que tinha.
Uma hora depois o avião começou a aterrissar, fazendo com que as duas amigas acordassem de seus sonhos nada bons. Dando um pulo na cadeira, Usagi percebeu que já tinham chegado a Tókio. Seu coração batia acelerado e as mãos estavam suando desesperadamente. Num ato de medo ela agarrou a mão de Misugi e começou a apertá-la com toda força que tinha.
Misugi percebendo isso fez questão de garantir a Usagi que estava ali com ela para qualquer coisa, apertando também a mão da amiga. Usagi virou-se para encarar Misugi que agora sorria e lhe olhava nos olhos com compreensão.
-Usagi, você não precisa ter medo, vai dar tudo certo, ok? – Ela falou olhando para a amiga, confiante. Queria que Usagi se sentisse bem, pois ela tinha todo o direito de voltar a Tókio, afinal foi o seu lar durante seus primeiros 16 anos de vida, e também foi o lugar que ela protegeu durante dois desses anos. Ninguém tinha o direito de perguntar para Usagi o que ela estava fazendo ali, pois aquele era o lar dela tanto quanto de qualquer um dos amigos dela.
-Não se preocupe, é que são muitas lembranças vindo juntas ao mesmo tempo. É um pouco de mais para a minha cabeça, mas daqui a pouco isso passa e nós vamos ir para o nosso apartamento! – Ao falar isso Usagi percebeu que Misugi olhou confusa para ela, mas esperou pela pergunta para que pudesse responder.
-Como assim, nós estaremos indo para o nosso apartamento? Pelo que eu saiba quando você saiu daqui você ainda morava com os seus pais, não é verdade? – Ela perguntou interessada em saber qual seria a resposta de Usagi.
-E é verdade. Quando eu saí de Tókio eu ainda morava com meus pais, mas agora que eu estou voltando, infelizmente não posso mais ficar lá. Por isso eu resolvi comprar um apartamento aqui para nós duas. No começo eu não sabia se você iria vir junto, mas como você aceitou eu não precisei me dar ao trabalho de ligar para cá e pedir um apartamento de um quarto só. E... – Ao ver o olhar de Misugi de interrogação ela continuou. -... Antes que você pergunte quando foi que eu fiz isso, eu lhe respondo. Lembra que eu lhe disse que estava resolvendo alguns problemas nesses últimos dois meses? Pois então, esse foi um dos meus problemas!
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Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
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-Pois então, se você diz que já está tudo arrumado eu não tenho com o que me preocupar. Parece que você cuidou de todos os detalhes dessa viajem, não é verdade? – Misugi perguntou ainda olhando incrédula para a amiga.
-Mas é claro que eu cuidei de tudo. Se não fossem tantas coisas para resolver em Paris nós já estaríamos aqui desde o mês passado resolvendo os problemas que eu tenho aqui. – Usagi parecia cansada só em pensar que agora sua vida seria toda voltada em resolver os problemas que ela tinha.
-Parece que a minha amiga tem problemas para resolver não importa em que país esteja, não é verdade? – Misugi perguntou com sarcasmo, querendo tirar um pouco da tensão da conversa.
-Pois é, parece que os problemas me perseguem, mas eu prometo que nenhum dos meus problemas vai afetar a sua vida! – No momento que falava isso, Usagi sentiu o avião parando e viu que as pessoas já começavam a se levantar para sair. Ela levantou-se também pegando de surpresa Misugi que não tinha percebido que já tinham aterrissado.
Estavam ambas em silencio enquanto saiam do aeroporto indo de encontro a um ponto de táxi. Nenhuma das duas falou uma palavra sequer enquanto seguiam seus caminhos. Misugi estava pensando naquilo que Usagi tinha lhe dito, que nenhum dos problemas da amiga iriam atrapalhar a sua vida, mas como ela iria fazer isso se Misugi já estava envolvida em tudo o que estava acontecendo, se ela queria estar ao lado da amiga para enfrentar seja qual for o problema? Não agüentando mais o silencio, Misugi finalmente se pronunciou.
-Usagi, eu não acho justo que você me traga até aqui e depois diga que seus problemas não vão afetar a minha vida. Eu quero saber de todos os seus problemas, e quero ajudar no que for possível para que você vencê-los. Foi por isso que eu vim até aqui, e não para ver você sofrendo e não fazer nada. – Ela falou olhando para frente do carro, sem querer ver qual era a expressão do rosto de Usagi.
-Minha amiga, eu também não lhe trouxe aqui simplesmente para deixá-la sentada em casa pensando que alguma coisa ruim pode acontecer comigo. Para falar a verdade, eu não teria lhe trazido aqui se não soubesse que você iria me ajudar, e muito. Fique sabendo que a única pessoa que eu confio plenamente nesse momento é você, e a única pessoa que vai ficar sabendo de todos os meus passos e de tudo o que eu estou fazendo ou pensando em fazer vai ser você. Quando eu disso que isso não interferiria em sua vida, eu quis dizer que eu não vou deixar que nada de ruim aconteça com você, e não que eu vou deixá-la isolada num canto sem saber o que está acontecendo, até porque isso seria injusto agora que você conhece toda a verdade! – Usagi estava tranqüila, enquanto olhava para o motorista do táxi e de vez em quando olhava para Misugi também, e percebia que a amiga começava a ruborizar, talvez estivesse com vergonha, mas ela não iria comentar nada.
-Eu agradeço muito por você confiar em mim, Usagi. – Ela falou com a voz muito baixa, estava envergonhada e ressentida por ter pensado que a amiga não confiava nela. – Não sei o que fazer para agradecer esse voto de confiança.
-Não faça nada! – Ela disse gentilmente olhando agora nos olhos da amiga, que finalmente se virou para encará-la. – Eu preciso simplesmente que você esteja ao meu lado nesse momento, que eu tanto preciso. Com isso você estará me fazendo um imenso favor.
-Mas é claro que eu cuidei de tudo. Se não fossem tantas coisas para resolver em Paris nós já estaríamos aqui desde o mês passado resolvendo os problemas que eu tenho aqui. – Usagi parecia cansada só em pensar que agora sua vida seria toda voltada em resolver os problemas que ela tinha.
-Parece que a minha amiga tem problemas para resolver não importa em que país esteja, não é verdade? – Misugi perguntou com sarcasmo, querendo tirar um pouco da tensão da conversa.
-Pois é, parece que os problemas me perseguem, mas eu prometo que nenhum dos meus problemas vai afetar a sua vida! – No momento que falava isso, Usagi sentiu o avião parando e viu que as pessoas já começavam a se levantar para sair. Ela levantou-se também pegando de surpresa Misugi que não tinha percebido que já tinham aterrissado.
Estavam ambas em silencio enquanto saiam do aeroporto indo de encontro a um ponto de táxi. Nenhuma das duas falou uma palavra sequer enquanto seguiam seus caminhos. Misugi estava pensando naquilo que Usagi tinha lhe dito, que nenhum dos problemas da amiga iriam atrapalhar a sua vida, mas como ela iria fazer isso se Misugi já estava envolvida em tudo o que estava acontecendo, se ela queria estar ao lado da amiga para enfrentar seja qual for o problema? Não agüentando mais o silencio, Misugi finalmente se pronunciou.
-Usagi, eu não acho justo que você me traga até aqui e depois diga que seus problemas não vão afetar a minha vida. Eu quero saber de todos os seus problemas, e quero ajudar no que for possível para que você vencê-los. Foi por isso que eu vim até aqui, e não para ver você sofrendo e não fazer nada. – Ela falou olhando para frente do carro, sem querer ver qual era a expressão do rosto de Usagi.
-Minha amiga, eu também não lhe trouxe aqui simplesmente para deixá-la sentada em casa pensando que alguma coisa ruim pode acontecer comigo. Para falar a verdade, eu não teria lhe trazido aqui se não soubesse que você iria me ajudar, e muito. Fique sabendo que a única pessoa que eu confio plenamente nesse momento é você, e a única pessoa que vai ficar sabendo de todos os meus passos e de tudo o que eu estou fazendo ou pensando em fazer vai ser você. Quando eu disso que isso não interferiria em sua vida, eu quis dizer que eu não vou deixar que nada de ruim aconteça com você, e não que eu vou deixá-la isolada num canto sem saber o que está acontecendo, até porque isso seria injusto agora que você conhece toda a verdade! – Usagi estava tranqüila, enquanto olhava para o motorista do táxi e de vez em quando olhava para Misugi também, e percebia que a amiga começava a ruborizar, talvez estivesse com vergonha, mas ela não iria comentar nada.
-Eu agradeço muito por você confiar em mim, Usagi. – Ela falou com a voz muito baixa, estava envergonhada e ressentida por ter pensado que a amiga não confiava nela. – Não sei o que fazer para agradecer esse voto de confiança.
-Não faça nada! – Ela disse gentilmente olhando agora nos olhos da amiga, que finalmente se virou para encará-la. – Eu preciso simplesmente que você esteja ao meu lado nesse momento, que eu tanto preciso. Com isso você estará me fazendo um imenso favor.
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Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
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Depois de ouvir isso, Misugi não agüentou e abraçou a amiga sem aviso nenhum. Ficaram ali as duas num abraço fraterno até o motorista parar o carro e olhar para trás.
-Desculpa senhoritas, mas nós já chegamos! – O homem que dirigia o carro falou, fazendo com que as amigas se separassem e o encarassem. – Vocês gostariam que eu ajudasse com as malas, ou preferem fazer isso sozinhas. – Ele perguntou gentilmente, embora já soubesse muito bem a resposta.
-Muito obrigada pela oferta, e eu receio que tenha que aceita-la. Pelo menos nós estaremos subindo de elevador, não é verdade? – Usagi falou animada com a chegada em sua nova casa. Estava voltando ao seu país de origem, para recomeçar uma vida que a muito tinha abandonado.
Depois de subirem com todas as malas, pagarem ao motorista, e entrarem definitivamente no novo apartamento, a primeira coisa que as duas amigas fizeram foi se jogar em cima de um sofá que tinha no meio da sala e começar a dar risada. Nenhuma das duas sabia o motivo das risadas, só o que sabiam é que esse era o momento para elas. Ficaram uns dez minutos sentadas no sofá e rindo uma para outra, até que subitamente Usagi parou de rir e começou a encarar Misugi com seriedade.
-O que foi que aconteceu? – Misugi perguntou preocupada encarando a amiga a sua frente que ficou séria do nada.
-Está na hora de nos arrumarmos, hoje nós iremos jantar fora! – Falando isso Usagi se levantou do sofá e se dirigiu para o seu quarto, deixando na sala uma Misugi estática. Como assim iriam jantar fora? Para onde Usagi pretendia leva-la e porque ficar assim tão séria por causa disso?
Não querendo mais pensar no assunto Misugi se dirigiu também ao seu novo quarto onde tirou da mala alguma roupa para o jantar. Quando terminou de se arrumar e arrumar um pouco do quarto também ela abriu a porta e deu de cara com Usagi olhando para ela.
-Você já está pronta para irmos? – Usagi perguntou agora um pouco menos séria, mas não podia se dizer que ela estava relaxada com esse jantar fora que a mesma programou.
-Porque você está tão nervosa Usagi? Por acaso é por causa dessa janta? Se você preferir nós podemos muito bem jantar aqui! – Misugi falou querendo que a amiga se acalmasse um pouco, pois era palpável o nervosismo dela.
-Não, nós vamos jantar fora, e quanto a isso não tem discussão, até porque aqui em casa não tem nada para comer. Quanto ao meu nervosismo, você vai descobrir logo a razão dele. – Usagi falou agora mais calmamente, pois percebeu que acabaria assustando a amiga se continuasse daquele jeito. Mas era impossível para ela não ficar um pouco nervosa com o que estava acontecer.
Misugi um fez sinal para Usagi dizendo que já estava pronta para irem embora. Vendo isso, seguiu a amiga para fora do apartamento e em direção do elevador. Elas moravam no nono andar de um prédio muito grande, que era habitado por muitas pessoas da alta sociedade, e que com o tempo vieram a descobrir que adoravam falar mal dos outros. Entrando no elevador as duas ficaram em silencio, até ouvirem o barulho que o elevador fez para anunciar que chegaram ao seu destino.
Saindo de lá passaram pela recepção do prédio e seguiram para a porta que dava para rua. Quando chegaram ao lado de fora Misugi ficou maravilhada com o conversível vermelho que estava parado a sua frente. Vendo como a amiga estava Usagi simplesmente começou a rir.
-Desculpa senhoritas, mas nós já chegamos! – O homem que dirigia o carro falou, fazendo com que as amigas se separassem e o encarassem. – Vocês gostariam que eu ajudasse com as malas, ou preferem fazer isso sozinhas. – Ele perguntou gentilmente, embora já soubesse muito bem a resposta.
-Muito obrigada pela oferta, e eu receio que tenha que aceita-la. Pelo menos nós estaremos subindo de elevador, não é verdade? – Usagi falou animada com a chegada em sua nova casa. Estava voltando ao seu país de origem, para recomeçar uma vida que a muito tinha abandonado.
Depois de subirem com todas as malas, pagarem ao motorista, e entrarem definitivamente no novo apartamento, a primeira coisa que as duas amigas fizeram foi se jogar em cima de um sofá que tinha no meio da sala e começar a dar risada. Nenhuma das duas sabia o motivo das risadas, só o que sabiam é que esse era o momento para elas. Ficaram uns dez minutos sentadas no sofá e rindo uma para outra, até que subitamente Usagi parou de rir e começou a encarar Misugi com seriedade.
-O que foi que aconteceu? – Misugi perguntou preocupada encarando a amiga a sua frente que ficou séria do nada.
-Está na hora de nos arrumarmos, hoje nós iremos jantar fora! – Falando isso Usagi se levantou do sofá e se dirigiu para o seu quarto, deixando na sala uma Misugi estática. Como assim iriam jantar fora? Para onde Usagi pretendia leva-la e porque ficar assim tão séria por causa disso?
Não querendo mais pensar no assunto Misugi se dirigiu também ao seu novo quarto onde tirou da mala alguma roupa para o jantar. Quando terminou de se arrumar e arrumar um pouco do quarto também ela abriu a porta e deu de cara com Usagi olhando para ela.
-Você já está pronta para irmos? – Usagi perguntou agora um pouco menos séria, mas não podia se dizer que ela estava relaxada com esse jantar fora que a mesma programou.
-Porque você está tão nervosa Usagi? Por acaso é por causa dessa janta? Se você preferir nós podemos muito bem jantar aqui! – Misugi falou querendo que a amiga se acalmasse um pouco, pois era palpável o nervosismo dela.
-Não, nós vamos jantar fora, e quanto a isso não tem discussão, até porque aqui em casa não tem nada para comer. Quanto ao meu nervosismo, você vai descobrir logo a razão dele. – Usagi falou agora mais calmamente, pois percebeu que acabaria assustando a amiga se continuasse daquele jeito. Mas era impossível para ela não ficar um pouco nervosa com o que estava acontecer.
Misugi um fez sinal para Usagi dizendo que já estava pronta para irem embora. Vendo isso, seguiu a amiga para fora do apartamento e em direção do elevador. Elas moravam no nono andar de um prédio muito grande, que era habitado por muitas pessoas da alta sociedade, e que com o tempo vieram a descobrir que adoravam falar mal dos outros. Entrando no elevador as duas ficaram em silencio, até ouvirem o barulho que o elevador fez para anunciar que chegaram ao seu destino.
Saindo de lá passaram pela recepção do prédio e seguiram para a porta que dava para rua. Quando chegaram ao lado de fora Misugi ficou maravilhada com o conversível vermelho que estava parado a sua frente. Vendo como a amiga estava Usagi simplesmente começou a rir.
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Ao perceber a risada de Usagi, Misugi finalmente saiu do transe em que estava e encarou a amiga, um pouco confuso com o motivo de tanta felicidade.
-Por que você está rindo Usagi? – Ela perguntou um pouco chateada por pensar que o motivo podia ser ela.
-Eu estou rindo da cara que você fez quando viu o carro! – Ela disse ainda dando risada, o que logo acabou ao ver o rosto da amiga, que agora se mostrava magoado. – Ora, não precisa ficar assim, mas é que foi engraçado. Bom, esse carrinho lindo que você estava admirando até agora a pouco é nosso! – Ao falar isso ela percebeu, mesmo que rapidamente, um brilho de euforia nos olhos de Misugi. – Exatamente, esse carro é nosso. Eu comprei semana passada, para que assim que chegássemos aqui já tivéssemos como nos locomover com facilidade.
Misugi não disse nada, simplesmente sacudiu a cabeça em sinal de concordância, mas no momento não sabia nem com o que estava concordando, ela simplesmente encarava o carro a sua frente como se fosse um sonho. Porem não continuou assim por muito tempo, pois logo Usagi fez questão de tirá-la do sonho e traze-la de volta a realidade.
-Que tal nós irmos entrando no carro agora, pois eu estou com fome, e o lugar que nós vamos é um pouco longe daqui? – Usagi falou tentando não rir novamente, pois a cara que Misugi fazia ao ver o carro era muito engraçada.
-Claro, vamos! – Misugi falou, um pouco lentamente, como se tivesse acabado de acordar de um sonho.
Ao entrar no carro Misugi ficou mais maravilhada ainda, mas fez questão de prestar atenção no que estava ao seu redor e tirar da cabeça aquele carro. Sentiu que o carro começou a se mover e para mudar um pouco os pensamentos que tinha virou-se e começou a olhar a paisagem. Queria encontrar algo que chamasse a sua atenção, mas nada ali parecia muito diferente do que era em Paris, claro que não eram as mesmas coisas, nem as mesmas pessoas, até mesmo o jeito de falar era diferente, mas mesmo assim ela só conseguia ver as mesmas coisas ao redor dela.
Usagi tinha se perdido em pensamentos no momento em que o carro começou a acelerar. Ela esta ansiosa para o que estava prestes a acontecer. Ela finalmente, depois de 10 anos, iria voltar para aquele lugar, e queria mais que tudo que as pessoas que ela mais amava se conhecessem. Ela pensava em tudo o que aconteceu no passado e em tudo o que estava prestes a acontecer. Seu coração ficou apertado ao pensar nisso. É engraçado, mas o único motivo que fez com que ela voltasse para Tókio foi o sinal iminente de um novo inimigo, e o mais engraçado ainda era saber de onde esse inimigo iria surgir. Ela sabia que tudo estava interligado, que seria muito melhor ela não ter vindo, mas para ela era muito melhor enfrentar o problema agora do que ter que enfrentar as conseqüências mais tarde, o que poderia ser muito pior.
Quando finalmente parou o carro, depois de uma corrida de meia hora, é que percebeu o desanimo no rosto de sua amiga. Ficou se sentindo um pouco culpada pela amiga estar se sentindo assim, pois sabia muito bem a razão daquilo. Misugi quando saiu de Paris estava começando a se apaixonar por um rapaz que trabalhava na mesma empresa que as duas, e a sua sorte é que o sentimento não virou realmente algo mais forte, pois nesse momento não estaria simplesmente aérea, mas sim completamente depressiva.
-Misugi, vamos indo? – Usagi falou, colocando a mão no ombro da amiga. Foi nesse momento que Misugi percebeu que já estavam paradas e que Usagi estava falando com ela. Sacudiu a cabeça para se livrar de pensamentos que já tinha se esquecido e teimavam em voltar. Sorriu para Usagi e abriu a porta do carro. Foi então que percebeu onde estava, um restaurante muito aconchegante, com muitas pessoas dentro, e que dava a Misugi uma sensação de familiaridade.
-Por que você está rindo Usagi? – Ela perguntou um pouco chateada por pensar que o motivo podia ser ela.
-Eu estou rindo da cara que você fez quando viu o carro! – Ela disse ainda dando risada, o que logo acabou ao ver o rosto da amiga, que agora se mostrava magoado. – Ora, não precisa ficar assim, mas é que foi engraçado. Bom, esse carrinho lindo que você estava admirando até agora a pouco é nosso! – Ao falar isso ela percebeu, mesmo que rapidamente, um brilho de euforia nos olhos de Misugi. – Exatamente, esse carro é nosso. Eu comprei semana passada, para que assim que chegássemos aqui já tivéssemos como nos locomover com facilidade.
Misugi não disse nada, simplesmente sacudiu a cabeça em sinal de concordância, mas no momento não sabia nem com o que estava concordando, ela simplesmente encarava o carro a sua frente como se fosse um sonho. Porem não continuou assim por muito tempo, pois logo Usagi fez questão de tirá-la do sonho e traze-la de volta a realidade.
-Que tal nós irmos entrando no carro agora, pois eu estou com fome, e o lugar que nós vamos é um pouco longe daqui? – Usagi falou tentando não rir novamente, pois a cara que Misugi fazia ao ver o carro era muito engraçada.
-Claro, vamos! – Misugi falou, um pouco lentamente, como se tivesse acabado de acordar de um sonho.
Ao entrar no carro Misugi ficou mais maravilhada ainda, mas fez questão de prestar atenção no que estava ao seu redor e tirar da cabeça aquele carro. Sentiu que o carro começou a se mover e para mudar um pouco os pensamentos que tinha virou-se e começou a olhar a paisagem. Queria encontrar algo que chamasse a sua atenção, mas nada ali parecia muito diferente do que era em Paris, claro que não eram as mesmas coisas, nem as mesmas pessoas, até mesmo o jeito de falar era diferente, mas mesmo assim ela só conseguia ver as mesmas coisas ao redor dela.
Usagi tinha se perdido em pensamentos no momento em que o carro começou a acelerar. Ela esta ansiosa para o que estava prestes a acontecer. Ela finalmente, depois de 10 anos, iria voltar para aquele lugar, e queria mais que tudo que as pessoas que ela mais amava se conhecessem. Ela pensava em tudo o que aconteceu no passado e em tudo o que estava prestes a acontecer. Seu coração ficou apertado ao pensar nisso. É engraçado, mas o único motivo que fez com que ela voltasse para Tókio foi o sinal iminente de um novo inimigo, e o mais engraçado ainda era saber de onde esse inimigo iria surgir. Ela sabia que tudo estava interligado, que seria muito melhor ela não ter vindo, mas para ela era muito melhor enfrentar o problema agora do que ter que enfrentar as conseqüências mais tarde, o que poderia ser muito pior.
Quando finalmente parou o carro, depois de uma corrida de meia hora, é que percebeu o desanimo no rosto de sua amiga. Ficou se sentindo um pouco culpada pela amiga estar se sentindo assim, pois sabia muito bem a razão daquilo. Misugi quando saiu de Paris estava começando a se apaixonar por um rapaz que trabalhava na mesma empresa que as duas, e a sua sorte é que o sentimento não virou realmente algo mais forte, pois nesse momento não estaria simplesmente aérea, mas sim completamente depressiva.
-Misugi, vamos indo? – Usagi falou, colocando a mão no ombro da amiga. Foi nesse momento que Misugi percebeu que já estavam paradas e que Usagi estava falando com ela. Sacudiu a cabeça para se livrar de pensamentos que já tinha se esquecido e teimavam em voltar. Sorriu para Usagi e abriu a porta do carro. Foi então que percebeu onde estava, um restaurante muito aconchegante, com muitas pessoas dentro, e que dava a Misugi uma sensação de familiaridade.
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-Que lugar é esse Usagi? É tão lindo, e me passa uma sensação de tranqüilidade! – Misugi falou esquecendo de vez seus pensamentos e se virando para a amiga que acabara de descer do carro e agora o estava trancando.
-Aqui é um lugar muito importante para mim, e eu espero muito que você goste dele tanto quanto eu. Agora vamos entrando por que eu quero ver se encontro aqui uma pessoa que também foi muito importante na minha adolescência.
Misugi acenou com a cabeça em concordância. Assim entraram as duas para o tal restaurante, que exalava um cheiro maravilhoso de comida, o que fez a barriga tanto de Usagi quanto de Misugi reclamar de fome. As duas se olharam rapidamente e sorriram disfarçadamente.
Sentaram-se numa mesa distante da entrada e ficaram ali por algum tempo conversando coisas não muito importantes, passaram-se uns dez minutos e finalmente uma das garçonetes veio lhes atender.
-O que as senhoritas desejariam? – A moça com seus longos cabelos ruivos presos em um rabo de cavalo alto perguntou sorrindo.
Usagi olhou para Misugi como se perguntando se a amiga já tinha se decidido, e finalmente voltou sua atenção novamente para a moça que estava em pé ao seu lado. Sorrindo para a moça ela fez o seu pedido e esperou que Misugi fizesse o dela para que assim pudesse perguntar.
-Você poderia me dizer o nome do proprietário desse restaurante, moça? – Usagi perguntou gentilmente, com um sorriso no rosto como se encorajando a moça a lhe falar.
-Na verdade eu não posso, mas ele está ali nos fundos conversando com alguns amigos que vieram jantar aqui. Você gostaria que eu o chamasse aqui? – A moça perguntou timidamente para Usagi, que agora sorria mais abertamente.
-Claro, isso seria ótimo, e, por favor, diga a ele que é uma amiga dele que está voltando depois de uma viajem de longos 10 anos e que está muito ansiosa para vê-lo novamente. Você pode fazer isso para mim? – Ela falava com um enorme sorriso no rosto, toda a ansiedade que estava sentindo antes sumiu quando a garçonete lhe disse que ele estava ali, e pensar que finalmente o veria novamente.
-Claro que sim, espere só um pouco que eu vou logo ali chama-lo. – A moça falou agora também sorrindo mais calma com a amabilidade de Usagi.
Ao ver a moça saindo e indo em direção ao fundo do restaurante, Usagi se voltou para a amiga e percebeu que ela estava lhe encarando confusa. Era claro que Misugi ficaria confusa com aquela conversa, pois ela não sabia que Usagi conhecia ninguém ali, só sabia que ela conhecia o lugar. Deu um pequeno sorriso ao perceber que não contou para a amiga toda a história, mas resolveu fazer um pouco mais de mistério.
-Você deve estar se perguntando quem seria essa pessoa que eu quero conversar, não é verdade? – Sem esperar nenhuma resposta ela continuou. – Pois você vai descobrir isso logo, assim que ele vier para cá conversar conosco. Pelo menos eu espero que ele venha.
-Bom, pelo menos eu sei que é um homem, não é verdade? Você não me conta mais nada, só me faz ter surpresas o tempo todo. – Misugi falou com um tom sério, mas se percebia de longe o tom de deboche em sua voz.
As duas começaram a rir da afirmação que Misugi fez e se perderam um pouco no tempo, até que uma mão pousou no ombro de Usagi, chamando a sua atenção. Ela se voltou para trás para ver quem estava lhe tocando até ver a mesma moça que antes estava atendendo a sua mesa. Sorrindo Usagi fez sinal para que a moça falasse.
-Aqui é um lugar muito importante para mim, e eu espero muito que você goste dele tanto quanto eu. Agora vamos entrando por que eu quero ver se encontro aqui uma pessoa que também foi muito importante na minha adolescência.
Misugi acenou com a cabeça em concordância. Assim entraram as duas para o tal restaurante, que exalava um cheiro maravilhoso de comida, o que fez a barriga tanto de Usagi quanto de Misugi reclamar de fome. As duas se olharam rapidamente e sorriram disfarçadamente.
Sentaram-se numa mesa distante da entrada e ficaram ali por algum tempo conversando coisas não muito importantes, passaram-se uns dez minutos e finalmente uma das garçonetes veio lhes atender.
-O que as senhoritas desejariam? – A moça com seus longos cabelos ruivos presos em um rabo de cavalo alto perguntou sorrindo.
Usagi olhou para Misugi como se perguntando se a amiga já tinha se decidido, e finalmente voltou sua atenção novamente para a moça que estava em pé ao seu lado. Sorrindo para a moça ela fez o seu pedido e esperou que Misugi fizesse o dela para que assim pudesse perguntar.
-Você poderia me dizer o nome do proprietário desse restaurante, moça? – Usagi perguntou gentilmente, com um sorriso no rosto como se encorajando a moça a lhe falar.
-Na verdade eu não posso, mas ele está ali nos fundos conversando com alguns amigos que vieram jantar aqui. Você gostaria que eu o chamasse aqui? – A moça perguntou timidamente para Usagi, que agora sorria mais abertamente.
-Claro, isso seria ótimo, e, por favor, diga a ele que é uma amiga dele que está voltando depois de uma viajem de longos 10 anos e que está muito ansiosa para vê-lo novamente. Você pode fazer isso para mim? – Ela falava com um enorme sorriso no rosto, toda a ansiedade que estava sentindo antes sumiu quando a garçonete lhe disse que ele estava ali, e pensar que finalmente o veria novamente.
-Claro que sim, espere só um pouco que eu vou logo ali chama-lo. – A moça falou agora também sorrindo mais calma com a amabilidade de Usagi.
Ao ver a moça saindo e indo em direção ao fundo do restaurante, Usagi se voltou para a amiga e percebeu que ela estava lhe encarando confusa. Era claro que Misugi ficaria confusa com aquela conversa, pois ela não sabia que Usagi conhecia ninguém ali, só sabia que ela conhecia o lugar. Deu um pequeno sorriso ao perceber que não contou para a amiga toda a história, mas resolveu fazer um pouco mais de mistério.
-Você deve estar se perguntando quem seria essa pessoa que eu quero conversar, não é verdade? – Sem esperar nenhuma resposta ela continuou. – Pois você vai descobrir isso logo, assim que ele vier para cá conversar conosco. Pelo menos eu espero que ele venha.
-Bom, pelo menos eu sei que é um homem, não é verdade? Você não me conta mais nada, só me faz ter surpresas o tempo todo. – Misugi falou com um tom sério, mas se percebia de longe o tom de deboche em sua voz.
As duas começaram a rir da afirmação que Misugi fez e se perderam um pouco no tempo, até que uma mão pousou no ombro de Usagi, chamando a sua atenção. Ela se voltou para trás para ver quem estava lhe tocando até ver a mesma moça que antes estava atendendo a sua mesa. Sorrindo Usagi fez sinal para que a moça falasse.
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Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
-Desculpe interromper, senhorita, mas eu vim para lhe avisar que o patrão virá conversar com você assim que puder. Ele agora está ocupado, mas dentro de minutos ele poderá vir aqui. – A moça falou calmamente, mas se percebia o nervosismo em sua voz, era como se tivesse acontecido alguma coisa enquanto falava com o seu chefe.
-Não se preocupe, nós esperaremos. Agora tudo o que eu realmente quero é comer, pois chegamos de viagem hoje à tarde e até agora não comemos nada. – Usagi falou sorrindo, mas no fundo estava pensando o que teria acontecido para a moça voltar tão nervosa para falar com ela. Será que ele não queria vê-la, que não queria conversar com ela? Será que ele ficou bravo com ela quando desapareceu, e continua assim? Decidiu que não iria pensar nisso, então viu que a moça estava voltando a caminhar.
Virou-se para Misugi, que logo percebeu todo o desapontamento no olhar de Usagi. Não sabia o motivo, mas logo iria descobrir o que fez sua amiga mudar de humor tão rapidamente.
-O que aconteceu Usagi? – A sua voz era calma, porem preocupada, e Usagi percebeu que mesmo sem querer deixou transparecer os seus sentimentos.
-Não foi nada. É que eu realmente queria conversar com ele, mas parece que ele não quer conversar comigo. – Usagi disse, com a voz triste, o que fez com que Misugi se perguntasse qual era a importância desse homem na vida de sua amiga.
Não demorou muito tempo e já estavam comendo, ambas em silencio, perdidas em seus próprios pensamentos. Misugi queria desesperadamente saber que homem era esse com quem Usagi queria tanto conversar, e o porquê dele não querer vir falar com ela. Já Usagi pensava no porque de tudo aquilo, se teria sido certo ela vir ao restaurante dele depois de 10 anos desaparecida e esperar que ele a esperasse de braços abertos, sem nem um pingo de desapontamento.
Deixaram-se ambas se perderem em seus pensamentos, sem prestar atenção em mais nada que não fosse o prato de comida que estava a sua frente. Foi então que ambas ouviram um som vindo logo atrás de Usagi, como se alguém quisesse chamar a atenção delas para a sua presença, e foi exatamente isso o que essa pessoa fez.
A primeira a olhar para ele foi Misugi, que estava sentada de frente para essa tal pessoa, e o que viu a agradou muito. Logo atrás de Usagi estava em pé um homem muito bonito, de cabelos loiros e muito bonitos, ele olhava para Usagi com um sorriso no rosto e com as mãos nas costas, esperando que a amiga se virasse para ele.
Quando isso aconteceu, foi quase que perceptível o grito interior que Usagi deu. Em sua frente estava o seu amigo de infância, aquele por quem ela teve a primeira paixão na adolescência, o que cuidava dela como a uma irmã. O único homem que ela poderia considerar realmente bom, que se importava realmente com ela, ou pelo menos ela achava que sim.
Na sua frente estava Motoki, o seu querido Motoki, uma das pessoas que ela mais sentiu saudades durante todos esses anos que esteve em Paris. Ele estava parado na sua frente, a olhando com os mesmos olhos que há 10 anos atrás, não tinha mudado quase nada, simplesmente ficou mais másculo, mais forte, mais bonito do que já era, se é que é possível, e ele sorria.
Sim, ele estava sorrindo. Tudo o que passou pela cabeça de Usagi antes de vê-lo simplesmente desapareceu diante daquele sorriso. Isso sempre a desarmava, era difícil não resistir aos sorrisos que Motoki lhe dava e tinha sido ainda mais difícil ficar sentada naquela cadeira quando o viu para em pé as suas costas.Sorrindo ela se levantou sem nem pensar duas vezes e o abraçou. Aquilo foi um choque para a maioria das pessoas que estavam jantando ali, mas ela não se importava, fazia 10 anos que ela não via o seu querido amigo Motoki, e agora que o estava vendo novamente queria abraçá-lo, beijá-lo, conversar com ele, contar tudo o que aconteceu com ela, tanto em Tókio como em Paris, contar porque voltou, embora não pudesse dar detalhes, e principalmente queria que ele conhecesse sua melhor amiga.
-Não se preocupe, nós esperaremos. Agora tudo o que eu realmente quero é comer, pois chegamos de viagem hoje à tarde e até agora não comemos nada. – Usagi falou sorrindo, mas no fundo estava pensando o que teria acontecido para a moça voltar tão nervosa para falar com ela. Será que ele não queria vê-la, que não queria conversar com ela? Será que ele ficou bravo com ela quando desapareceu, e continua assim? Decidiu que não iria pensar nisso, então viu que a moça estava voltando a caminhar.
Virou-se para Misugi, que logo percebeu todo o desapontamento no olhar de Usagi. Não sabia o motivo, mas logo iria descobrir o que fez sua amiga mudar de humor tão rapidamente.
-O que aconteceu Usagi? – A sua voz era calma, porem preocupada, e Usagi percebeu que mesmo sem querer deixou transparecer os seus sentimentos.
-Não foi nada. É que eu realmente queria conversar com ele, mas parece que ele não quer conversar comigo. – Usagi disse, com a voz triste, o que fez com que Misugi se perguntasse qual era a importância desse homem na vida de sua amiga.
Não demorou muito tempo e já estavam comendo, ambas em silencio, perdidas em seus próprios pensamentos. Misugi queria desesperadamente saber que homem era esse com quem Usagi queria tanto conversar, e o porquê dele não querer vir falar com ela. Já Usagi pensava no porque de tudo aquilo, se teria sido certo ela vir ao restaurante dele depois de 10 anos desaparecida e esperar que ele a esperasse de braços abertos, sem nem um pingo de desapontamento.
Deixaram-se ambas se perderem em seus pensamentos, sem prestar atenção em mais nada que não fosse o prato de comida que estava a sua frente. Foi então que ambas ouviram um som vindo logo atrás de Usagi, como se alguém quisesse chamar a atenção delas para a sua presença, e foi exatamente isso o que essa pessoa fez.
A primeira a olhar para ele foi Misugi, que estava sentada de frente para essa tal pessoa, e o que viu a agradou muito. Logo atrás de Usagi estava em pé um homem muito bonito, de cabelos loiros e muito bonitos, ele olhava para Usagi com um sorriso no rosto e com as mãos nas costas, esperando que a amiga se virasse para ele.
Quando isso aconteceu, foi quase que perceptível o grito interior que Usagi deu. Em sua frente estava o seu amigo de infância, aquele por quem ela teve a primeira paixão na adolescência, o que cuidava dela como a uma irmã. O único homem que ela poderia considerar realmente bom, que se importava realmente com ela, ou pelo menos ela achava que sim.
Na sua frente estava Motoki, o seu querido Motoki, uma das pessoas que ela mais sentiu saudades durante todos esses anos que esteve em Paris. Ele estava parado na sua frente, a olhando com os mesmos olhos que há 10 anos atrás, não tinha mudado quase nada, simplesmente ficou mais másculo, mais forte, mais bonito do que já era, se é que é possível, e ele sorria.
Sim, ele estava sorrindo. Tudo o que passou pela cabeça de Usagi antes de vê-lo simplesmente desapareceu diante daquele sorriso. Isso sempre a desarmava, era difícil não resistir aos sorrisos que Motoki lhe dava e tinha sido ainda mais difícil ficar sentada naquela cadeira quando o viu para em pé as suas costas.Sorrindo ela se levantou sem nem pensar duas vezes e o abraçou. Aquilo foi um choque para a maioria das pessoas que estavam jantando ali, mas ela não se importava, fazia 10 anos que ela não via o seu querido amigo Motoki, e agora que o estava vendo novamente queria abraçá-lo, beijá-lo, conversar com ele, contar tudo o que aconteceu com ela, tanto em Tókio como em Paris, contar porque voltou, embora não pudesse dar detalhes, e principalmente queria que ele conhecesse sua melhor amiga.
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Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
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Sorrindo ela finalmente o largou e olhou novamente em seus olhos, fazia muito tempo que ela não se sentia tão bem assim, cercada com pessoas que ela gostava e que realmente gostavam dela. Nesse momento uma única e pequena lagrima caiu de seus olhos fazendo que o amigo a olhasse preocupado.
Fazendo com que ela se sentasse novamente na mesa, ele sentou-se também ao seu lado, olhando finalmente para a outra mulher que estava sentada junto com Usagi. Ele percebeu o brilho nos olhos de Misugi, um brilho que demonstrava toda a felicidade que ela estava sentindo ao ver a felicidade de Usagi, mas também a preocupação pelo que acabara de acontecer.
-Está tudo bem Usagi, você não está se sentindo bem? – Ele viu a moça perguntando e percebeu que ela gostava muito de Usagi. Pelo seu tom de voz ele percebeu a preocupação que ela estava sentindo, e percebeu que era exatamente igual a sua. Poderia se dizer que Usagi causava isso às pessoas que a amavam, mesmo que não fosse nada sério eles se preocupavam, mesmo sendo uma única e solitária lagrima eles se preocupavam.
-É claro que está tudo bem. Eu só estou completamente feliz que eu finalmente pude encontrar o meu melhor amigo, a pessoa que eu mais senti saudades durante todos esses anos! – A voz dela era calma, o que acalmou os dois um pouco, mas também era de excitação, de pura alegria, o que fez com que os dois sorrissem um para o outro em alivio, mesmo não se conhecendo, afinal eles tinham uma preocupação em comum, Usagi.
-Que bom que você está bem, Usa. Eu nunca quis fazer você se sentir mal, e você sabe disso, não é verdade? – Ele falou olhando para ela com carinho, finalmente a sua irmãzinha estava de volta e pelo que ele reparou não tinha mudado em nada suas atitudes, sempre tão amorosa, sempre tão feliz, tão sensível. Claro que tinha crescido e ficado uma linda mulher, mesmo quando ele a conheceu ela já era linda, mas agora adulta, ela estava simplesmente maravilhosa, tinha um corpo de dar inveja em qualquer mulher, e causar desejo em qualquer homem, e com esses pensamentos ele sorriu, pensando em como certo amigo iria ficar quando a visse de volta a Tókio.
-Eu sei muito bem disso. – Ela falou encarando o seu amigo. Foi então que lembrou que Misugi estava ali na mesa junto com eles. – Meu Deus que estabanada que eu sou, nem para apresentar meus amigos. – Ela falou sorrindo e olhando para ambos que sorriram. Motoki pensou consigo mesmo que definitivamente Usagi não tinha mudado nada, pelo menos para ele. – Motoki, essa é minha melhor e, podemos dizer, única amiga Misugi. – Ela falou apontando de Motoki para Misugi, e depois apontando de Misugi para Motoki ela falou. – Misugi, esse é o meu melhor amigo em todo o mundo, o meu irmaozão, Motoki.
Os dois sorriram um para o outro e se deram as mãos em cumprimento, segundos depois se soltaram um pouco envergonhados, sem realmente saber o porquê, mas sorriram mesmo assim ao ver que Usagi olhava para eles com um olhar que dizia que ela iria aprontar alguma coisa. Eles a conheciam muito bem para saber que o que vinha por aí não iria ser nada bom, talvez terminasse bem, mas o processo poderia ser bem doloroso.
Motoki sorria muito feliz por ter de novo ao seu lado uma das pessoas que ele mais gostava e se importava, mas percebendo que as pessoas que estavam jantando ali começaram a olhar para eles com olhos um pouco diferentes, ele decidiu que era hora de eles irem para um lugar mais reservado. Quando isso passou pela sua cabeça, veio uma idéia um tanto quanto maluca, mas ele precisava ver qual seria o resultado de tal encontro. Ele sabia que já tinha acontecido antes, mas queria ver com seus próprios olhos o que iria acontecer, e estava disposto a tudo para isso. Poderia ser a felicidade de sua amiga que estava em jogo.
Fazendo com que ela se sentasse novamente na mesa, ele sentou-se também ao seu lado, olhando finalmente para a outra mulher que estava sentada junto com Usagi. Ele percebeu o brilho nos olhos de Misugi, um brilho que demonstrava toda a felicidade que ela estava sentindo ao ver a felicidade de Usagi, mas também a preocupação pelo que acabara de acontecer.
-Está tudo bem Usagi, você não está se sentindo bem? – Ele viu a moça perguntando e percebeu que ela gostava muito de Usagi. Pelo seu tom de voz ele percebeu a preocupação que ela estava sentindo, e percebeu que era exatamente igual a sua. Poderia se dizer que Usagi causava isso às pessoas que a amavam, mesmo que não fosse nada sério eles se preocupavam, mesmo sendo uma única e solitária lagrima eles se preocupavam.
-É claro que está tudo bem. Eu só estou completamente feliz que eu finalmente pude encontrar o meu melhor amigo, a pessoa que eu mais senti saudades durante todos esses anos! – A voz dela era calma, o que acalmou os dois um pouco, mas também era de excitação, de pura alegria, o que fez com que os dois sorrissem um para o outro em alivio, mesmo não se conhecendo, afinal eles tinham uma preocupação em comum, Usagi.
-Que bom que você está bem, Usa. Eu nunca quis fazer você se sentir mal, e você sabe disso, não é verdade? – Ele falou olhando para ela com carinho, finalmente a sua irmãzinha estava de volta e pelo que ele reparou não tinha mudado em nada suas atitudes, sempre tão amorosa, sempre tão feliz, tão sensível. Claro que tinha crescido e ficado uma linda mulher, mesmo quando ele a conheceu ela já era linda, mas agora adulta, ela estava simplesmente maravilhosa, tinha um corpo de dar inveja em qualquer mulher, e causar desejo em qualquer homem, e com esses pensamentos ele sorriu, pensando em como certo amigo iria ficar quando a visse de volta a Tókio.
-Eu sei muito bem disso. – Ela falou encarando o seu amigo. Foi então que lembrou que Misugi estava ali na mesa junto com eles. – Meu Deus que estabanada que eu sou, nem para apresentar meus amigos. – Ela falou sorrindo e olhando para ambos que sorriram. Motoki pensou consigo mesmo que definitivamente Usagi não tinha mudado nada, pelo menos para ele. – Motoki, essa é minha melhor e, podemos dizer, única amiga Misugi. – Ela falou apontando de Motoki para Misugi, e depois apontando de Misugi para Motoki ela falou. – Misugi, esse é o meu melhor amigo em todo o mundo, o meu irmaozão, Motoki.
Os dois sorriram um para o outro e se deram as mãos em cumprimento, segundos depois se soltaram um pouco envergonhados, sem realmente saber o porquê, mas sorriram mesmo assim ao ver que Usagi olhava para eles com um olhar que dizia que ela iria aprontar alguma coisa. Eles a conheciam muito bem para saber que o que vinha por aí não iria ser nada bom, talvez terminasse bem, mas o processo poderia ser bem doloroso.
Motoki sorria muito feliz por ter de novo ao seu lado uma das pessoas que ele mais gostava e se importava, mas percebendo que as pessoas que estavam jantando ali começaram a olhar para eles com olhos um pouco diferentes, ele decidiu que era hora de eles irem para um lugar mais reservado. Quando isso passou pela sua cabeça, veio uma idéia um tanto quanto maluca, mas ele precisava ver qual seria o resultado de tal encontro. Ele sabia que já tinha acontecido antes, mas queria ver com seus próprios olhos o que iria acontecer, e estava disposto a tudo para isso. Poderia ser a felicidade de sua amiga que estava em jogo.
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Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
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-Usa, eu acho melhor a gente ir lá para os fundos do restaurante, aqui as pessoas estão começando a encarar a gente, e isso não é bom para quem está querendo apreciar o seu jantar, e nem uma boa conversa! – Ele disse sorrindo, como sempre, mas agora o sorriso era verdadeiro, ele realmente estava feliz.
Ela assentiu com a cabeça e olhou para Misugi para saber o que a amiga achava, quando viu ela assentir também, se dirigiram todos os três para os fundos do restaurante onde havia uma única mesa sobrando. Em poucos minutos os pratos que estavam na outra mesa foram trazidos para onde eles estavam e começaram os três a conversar.
-Então, Usa, não vai me contar como foram todos esses anos em Paris? – Ele disse, e com isso fez com Usagi olhasse para ele surpresa.
-Como você sabe que eu estava em Paris? Ah, sim, como eu não pensei nisso antes, eles já te contaram tudo, não é verdade? – Ela perguntou, agora sua voz tomava um tom irritado, e com toda razão.
-Sim, eles já me contaram que foram te visitar em Paris, e também me contaram tudo o que aconteceu lá e o que você falou para eles! – A voz dele começou a ficar muito baixa até que desapareceu. Ele agora estava com a expressão completamente triste, desde o começo ele quis evitar esse assunto, mas infelizmente, ele mesmo trouxe o assunto à tona.
-Não se preocupe com isso, pois não tem nada a ver com você. Isso era um assunto que eu tinha com eles, e que já foi deixado de lado, mesmo não podendo esquecer o que aconteceu eu não posso viver no passado eternamente, eu tenho uma vida inteira pela frente. Oras, eu só tenho 26 anos meu Deus, muita coisa vai acontecer na minha vida ainda. – Ela disse a ultima frase com sarcasmo, o que fez com o que os três dessem uma boa risada. Mas de repente ela ficou séria como se lembrasse de alguma coisa e falou, mais para ela do que para os outros dois. – Muita coisa ainda vai acontecer.
-O que foi que você disse Usagi? – Misugi percebeu que a amiga de repente ficou muito séria, e pensou no porque disso, afinal, seja lá o que esteja atormentado Usagi, não era a primeira vez que o fazia.
-Não é nada, simplesmente coisas que eu tenho que resolver mais tarde, mas agora eu quero saber como é que o meu irmão conseguiu abrir um restaurante, e como é que anda a vida. Acima de tudo eu quero saber, Motoki tem alguma namorada? – Usagi falou com um sorriso no canto da boca, como se tivesse um plano em sua cabeça dependendo da resposta que teria.
-O restaurante eu abri com muito sacrifício, mas era um dos meus sonhos então eu corri atrás e consegui realiza-lo. A minha vida anda muito bem, tenho muitos e bons amigos, tenho dinheiro para poder passar muito bem, o restaurante é um sucesso, e agora eu tenho minha irmãzinha de volta. – Ele disse com um sorriso enorme no rosto, com certeza ele estava feliz por Usagi ter voltado. – Quanto ao assunto da namorada. – Ele parou um pouquinho e olhou para Usagi, meio que desconfiado. – Não, eu não estou namorando no momento, mas isso não quer dizer que você pode aprontar das suas, viu Usagi?
-Aprontar? Quem? Eu? – Ela falou como se não acreditasse no que estava ouvindo, o que fez com que os três dessem uma boa risada. Esse momento fez com que Usagi se lembrasse do passado, dos momentos bons que ela teve com Motoki, de todas as vezes que ela veio lhe pedir ajuda, que aprontou com ele, que disse que o amava para si mesma, dos momentos em que riram juntos, exatamente como agora.
Ela assentiu com a cabeça e olhou para Misugi para saber o que a amiga achava, quando viu ela assentir também, se dirigiram todos os três para os fundos do restaurante onde havia uma única mesa sobrando. Em poucos minutos os pratos que estavam na outra mesa foram trazidos para onde eles estavam e começaram os três a conversar.
-Então, Usa, não vai me contar como foram todos esses anos em Paris? – Ele disse, e com isso fez com Usagi olhasse para ele surpresa.
-Como você sabe que eu estava em Paris? Ah, sim, como eu não pensei nisso antes, eles já te contaram tudo, não é verdade? – Ela perguntou, agora sua voz tomava um tom irritado, e com toda razão.
-Sim, eles já me contaram que foram te visitar em Paris, e também me contaram tudo o que aconteceu lá e o que você falou para eles! – A voz dele começou a ficar muito baixa até que desapareceu. Ele agora estava com a expressão completamente triste, desde o começo ele quis evitar esse assunto, mas infelizmente, ele mesmo trouxe o assunto à tona.
-Não se preocupe com isso, pois não tem nada a ver com você. Isso era um assunto que eu tinha com eles, e que já foi deixado de lado, mesmo não podendo esquecer o que aconteceu eu não posso viver no passado eternamente, eu tenho uma vida inteira pela frente. Oras, eu só tenho 26 anos meu Deus, muita coisa vai acontecer na minha vida ainda. – Ela disse a ultima frase com sarcasmo, o que fez com o que os três dessem uma boa risada. Mas de repente ela ficou séria como se lembrasse de alguma coisa e falou, mais para ela do que para os outros dois. – Muita coisa ainda vai acontecer.
-O que foi que você disse Usagi? – Misugi percebeu que a amiga de repente ficou muito séria, e pensou no porque disso, afinal, seja lá o que esteja atormentado Usagi, não era a primeira vez que o fazia.
-Não é nada, simplesmente coisas que eu tenho que resolver mais tarde, mas agora eu quero saber como é que o meu irmão conseguiu abrir um restaurante, e como é que anda a vida. Acima de tudo eu quero saber, Motoki tem alguma namorada? – Usagi falou com um sorriso no canto da boca, como se tivesse um plano em sua cabeça dependendo da resposta que teria.
-O restaurante eu abri com muito sacrifício, mas era um dos meus sonhos então eu corri atrás e consegui realiza-lo. A minha vida anda muito bem, tenho muitos e bons amigos, tenho dinheiro para poder passar muito bem, o restaurante é um sucesso, e agora eu tenho minha irmãzinha de volta. – Ele disse com um sorriso enorme no rosto, com certeza ele estava feliz por Usagi ter voltado. – Quanto ao assunto da namorada. – Ele parou um pouquinho e olhou para Usagi, meio que desconfiado. – Não, eu não estou namorando no momento, mas isso não quer dizer que você pode aprontar das suas, viu Usagi?
-Aprontar? Quem? Eu? – Ela falou como se não acreditasse no que estava ouvindo, o que fez com que os três dessem uma boa risada. Esse momento fez com que Usagi se lembrasse do passado, dos momentos bons que ela teve com Motoki, de todas as vezes que ela veio lhe pedir ajuda, que aprontou com ele, que disse que o amava para si mesma, dos momentos em que riram juntos, exatamente como agora.
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Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
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O jantar foi passando cada vez mais rápido, e todos naquela mesa se divertiam com lembranças do passado, e do presente também. Usagi contou como era sua vida em Paris, como conheceu Misugi, como se tornaram melhores amigas, e como acabaram por trabalhar no mesmo lugar. Misugi contou toda a sua vida para eles, já que Motoki não a conhecia, e estava sinceramente interessado em conhecê-la. Motoki por outro lado contou sobre o que aconteceu durante os 10 anos que Usagi estava fora, sobre a família dela, sobre os amigos que eles tinham em comum, deixando de fora, é claro, certo grupo de pessoas.
Quando perceberam a hora que era os três pularam da cadeira espantados, o que fez com que mais uma vez caíssem na gargalhada. Estavam tão à vontade um com o outro que não chegaram a perceber as horas passando, e quando notaram já era muito tarde.
-Motoki, meu amigo, eu acho que chegou a hora de dizermos adeus. – Usagi disse com um pouco de tristeza na voz.
-Adeus? Não, isso é apenas um até logo, afinal amanhã nós nos veremos novamente, não é verdade? – Ele falou mais afirmando do que perguntando, fazendo com que Misugi e Usagi dessem um sorriso de aprovação.
Ao saírem do restaurante já não tinha quase ninguém nas ruas, e a volta para casa seria longa. Quando chegassem ainda tinham um apartamento inteiro para arrumar. Entraram ambas no carro, e Usagi começou a dirigir de volta para o apartamento em que moravam. Meia hora depois estava estacionando o carro na garagem do prédio, e tentando acordar Misugi, que no meio do caminho acabou dormindo de cansaço.
Quando finalmente subiram para o apartamento, ambas não pensaram duas vezes antes de saírem correndo e entrarem no quarto. Estavam cansadas demais sequer para falar, isso elas fizeram a noite inteira. Tudo o que queriam agora era dormir, e depois amanhã era outro dia, e para Usagi, era a hora de confrontar mais pessoas.
Outro dia nasceu, e com ele um sol maravilhoso que batia de frente para a janela do quarto de uma Usagi ainda dormindo. Quando o sol alcançou seu rosto tudo o que se pode ouvir naquele apartamento foi ela xingando qualquer coisa que lhe passasse pela cabeça, até mesmo o vento ela amaldiçoava por tê-la acordado.
O som de Usagi xingando a tudo e a todos fez com que Misugi acordasse e fosse correndo para o quarto da amiga preocupada. Quando abriu a porta tudo o que conseguiu fazer foi dar risada do que estava vendo.
Usagi estava deitada na cama, com o travesseiro em cima da cabeça, as pernas se debatiam no ar e ela rodava para todos os lados, enquanto xingava tudo o que conseguia e se debatia como se estivesse possuída. Com certeza aquela cena fez com que Misugi quase caísse no chão de tanto rir.
Percebendo a situação ridícula em que se encontrava, Usagi parou de xingar e começou a dar gargalhadas como a muito não fazia. Com certeza a sua vinda ao Japão, até o exato momento, só estava lhe fazendo bem. Mas então se lembrou de onde iriam hoje à tarde e novamente ficou séria.
Aquele seria um dia difícil, mas estava preparada para ele, estava preparada para tudo o que tinha que acontecer. Foi por esse motivo que voltou para Tókio, e não fugiria as suas obrigações, mesmo não sendo mais esse o seu destino, ou isso ela pensava.
Tomaram o café da manhã juntas, e logo após isso começaram a arrumar um pouco do apartamento do jeito que elas queriam. Tinham que arrumar os quartos de ambas, pois as malas ainda não tinham sido desfeitas, depois tinham de passar em um mercado para comprar comida, pois a cozinha estava vazia, queriam ainda passar no shopping e comprar algumas coisas pra casa e para elas.
Quando perceberam a hora que era os três pularam da cadeira espantados, o que fez com que mais uma vez caíssem na gargalhada. Estavam tão à vontade um com o outro que não chegaram a perceber as horas passando, e quando notaram já era muito tarde.
-Motoki, meu amigo, eu acho que chegou a hora de dizermos adeus. – Usagi disse com um pouco de tristeza na voz.
-Adeus? Não, isso é apenas um até logo, afinal amanhã nós nos veremos novamente, não é verdade? – Ele falou mais afirmando do que perguntando, fazendo com que Misugi e Usagi dessem um sorriso de aprovação.
Ao saírem do restaurante já não tinha quase ninguém nas ruas, e a volta para casa seria longa. Quando chegassem ainda tinham um apartamento inteiro para arrumar. Entraram ambas no carro, e Usagi começou a dirigir de volta para o apartamento em que moravam. Meia hora depois estava estacionando o carro na garagem do prédio, e tentando acordar Misugi, que no meio do caminho acabou dormindo de cansaço.
Quando finalmente subiram para o apartamento, ambas não pensaram duas vezes antes de saírem correndo e entrarem no quarto. Estavam cansadas demais sequer para falar, isso elas fizeram a noite inteira. Tudo o que queriam agora era dormir, e depois amanhã era outro dia, e para Usagi, era a hora de confrontar mais pessoas.
Outro dia nasceu, e com ele um sol maravilhoso que batia de frente para a janela do quarto de uma Usagi ainda dormindo. Quando o sol alcançou seu rosto tudo o que se pode ouvir naquele apartamento foi ela xingando qualquer coisa que lhe passasse pela cabeça, até mesmo o vento ela amaldiçoava por tê-la acordado.
O som de Usagi xingando a tudo e a todos fez com que Misugi acordasse e fosse correndo para o quarto da amiga preocupada. Quando abriu a porta tudo o que conseguiu fazer foi dar risada do que estava vendo.
Usagi estava deitada na cama, com o travesseiro em cima da cabeça, as pernas se debatiam no ar e ela rodava para todos os lados, enquanto xingava tudo o que conseguia e se debatia como se estivesse possuída. Com certeza aquela cena fez com que Misugi quase caísse no chão de tanto rir.
Percebendo a situação ridícula em que se encontrava, Usagi parou de xingar e começou a dar gargalhadas como a muito não fazia. Com certeza a sua vinda ao Japão, até o exato momento, só estava lhe fazendo bem. Mas então se lembrou de onde iriam hoje à tarde e novamente ficou séria.
Aquele seria um dia difícil, mas estava preparada para ele, estava preparada para tudo o que tinha que acontecer. Foi por esse motivo que voltou para Tókio, e não fugiria as suas obrigações, mesmo não sendo mais esse o seu destino, ou isso ela pensava.
Tomaram o café da manhã juntas, e logo após isso começaram a arrumar um pouco do apartamento do jeito que elas queriam. Tinham que arrumar os quartos de ambas, pois as malas ainda não tinham sido desfeitas, depois tinham de passar em um mercado para comprar comida, pois a cozinha estava vazia, queriam ainda passar no shopping e comprar algumas coisas pra casa e para elas.
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Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
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Nisso a manhã se passou e a tarde chegou. Ambas extremamente cansadas da jornada que tiveram, mas o dia não acabava ali e elas estavam prontas para continuar o trabalho de casa quando Usagi lembrou-se que tinha algo para fazer à tarde já.
-Misugi, o resto do apartamento nós arrumamos depois, agora nós vamos sair. E antes que você me pergunte, nós vamos rever velhos amigos. – Dizendo isso ela virou as costas para Misugi e foi para seu quarto trocar de roupa.
Misugi percebeu o sarcasmo de Usagi quando falou que iriam visitar velhos amigos, e se perguntou quem seria. Então lhe veio à mente que as únicas pessoas que ambas conheciam e que moravam no Japão eram aquelas que foram visitar Usagi em Paris e aquele homem que ela conheceu ontem, e por alguma razão que ela não sabia explicar qual era, ela sabia que não era ele que elas iriam visitar agora.
Quando terminou de se arrumar ouviu Usagi dizendo que já estava indo pegar o carro. Para não deixar a amiga descer sozinha, ela correu do quarto e chegou a tempo de entrar no elevador junto com Usagi.
Lá dentro ambas ficaram em silencio, não sabiam o que falar uma com a outra, não tinham idéia do que conversar, e isso um tanto quanto raro para as amigas. O barulho do elevador anunciando que finalmente chegaram ao seu destino foi o que quebrou o silencio. Assim que as portas se abriram elas entraram na garagem e foram em busca do seu carro.
Quando o encontraram não precisaram falar nada, simplesmente entraram nele, fecharam as portas, e esperaram Usagi começar a andar. Mais uma vez estavam ambas em silencio, Usagi prestando atenção na estrada, e Misugi prestando atenção na paisagem que seguia em seu caminho.
Foi então que o carro parou, fazendo com Misugi olhasse para frente e depois para Usagi, com um olhar interrogativo. Estavam paradas enfrente a uma grande escadaria, e Usagi parecia mais nervosa do que nunca.
-Usagi, o que nós estamos fazendo aqui? – Misugi perguntou.um tanto quanto preocupada com o que estava prestes a acontecer.
-Aqui é o templo onde Rey morava, não sei se continua aqui, mas se elas continuam como eram antes, obviamente elas devem estar ali. Eu vim aqui porque chegou à hora de resolver certos problemas, e como eu disse que não esconderia nada de você, aqui estamos! – Ela disse secamente, como se aquilo fosse a ultima coisa que quisesse fazer, mas mesmo assim tinha de ser feito.
-Então, se é para irmos até eles, que seja feito o mais rápido possível, não é? Ou você está pretendendo passar muito tempo aqui olhando as escadas? – Misugi perguntou com uma de suas sobrancelhas erguidas, como se aquilo fosse impossível.
Usagi simplesmente deu uma risada. Era incrível como Misugi conseguia faze-la rir mesmo em momentos de extrema tensão como agora.
-Não, eu não pretendo ficar muito tempo aqui não. Agora vamos subir porque o assunto é muito importante e não pode esperar mais. – Falando isso as duas saíram do carro e começaram a subir as escadas do templo.
Ao chegar ao topo das escadas ambas estavam exaustas de ter subido uma escada tão grande. Olharam para baixo e viram a pequena figura do carro delas, olharam uma para outra e começaram a rir. Ultimamente Usagi se sentia mais livre para sorrir do que antes, agora ela sentia que também tinha o direito de sorrir, não podia mais viver na escuridão por coisas que aconteceram no passado.
Começaram a caminhar em direção a porta do templo que ficava um pouco distante de onde estavam, e não dava para se enxergar se tinha alguém lá ou não. Enquanto caminhavam a entrada do templo foi ficando mais perto, até que elas começaram a ouvir vozes, e quando finalmente conseguiram enxergar a porta, viram que na frente da mesma estavam cinco pessoas reunidas conversando.
-Misugi, o resto do apartamento nós arrumamos depois, agora nós vamos sair. E antes que você me pergunte, nós vamos rever velhos amigos. – Dizendo isso ela virou as costas para Misugi e foi para seu quarto trocar de roupa.
Misugi percebeu o sarcasmo de Usagi quando falou que iriam visitar velhos amigos, e se perguntou quem seria. Então lhe veio à mente que as únicas pessoas que ambas conheciam e que moravam no Japão eram aquelas que foram visitar Usagi em Paris e aquele homem que ela conheceu ontem, e por alguma razão que ela não sabia explicar qual era, ela sabia que não era ele que elas iriam visitar agora.
Quando terminou de se arrumar ouviu Usagi dizendo que já estava indo pegar o carro. Para não deixar a amiga descer sozinha, ela correu do quarto e chegou a tempo de entrar no elevador junto com Usagi.
Lá dentro ambas ficaram em silencio, não sabiam o que falar uma com a outra, não tinham idéia do que conversar, e isso um tanto quanto raro para as amigas. O barulho do elevador anunciando que finalmente chegaram ao seu destino foi o que quebrou o silencio. Assim que as portas se abriram elas entraram na garagem e foram em busca do seu carro.
Quando o encontraram não precisaram falar nada, simplesmente entraram nele, fecharam as portas, e esperaram Usagi começar a andar. Mais uma vez estavam ambas em silencio, Usagi prestando atenção na estrada, e Misugi prestando atenção na paisagem que seguia em seu caminho.
Foi então que o carro parou, fazendo com Misugi olhasse para frente e depois para Usagi, com um olhar interrogativo. Estavam paradas enfrente a uma grande escadaria, e Usagi parecia mais nervosa do que nunca.
-Usagi, o que nós estamos fazendo aqui? – Misugi perguntou.um tanto quanto preocupada com o que estava prestes a acontecer.
-Aqui é o templo onde Rey morava, não sei se continua aqui, mas se elas continuam como eram antes, obviamente elas devem estar ali. Eu vim aqui porque chegou à hora de resolver certos problemas, e como eu disse que não esconderia nada de você, aqui estamos! – Ela disse secamente, como se aquilo fosse a ultima coisa que quisesse fazer, mas mesmo assim tinha de ser feito.
-Então, se é para irmos até eles, que seja feito o mais rápido possível, não é? Ou você está pretendendo passar muito tempo aqui olhando as escadas? – Misugi perguntou com uma de suas sobrancelhas erguidas, como se aquilo fosse impossível.
Usagi simplesmente deu uma risada. Era incrível como Misugi conseguia faze-la rir mesmo em momentos de extrema tensão como agora.
-Não, eu não pretendo ficar muito tempo aqui não. Agora vamos subir porque o assunto é muito importante e não pode esperar mais. – Falando isso as duas saíram do carro e começaram a subir as escadas do templo.
Ao chegar ao topo das escadas ambas estavam exaustas de ter subido uma escada tão grande. Olharam para baixo e viram a pequena figura do carro delas, olharam uma para outra e começaram a rir. Ultimamente Usagi se sentia mais livre para sorrir do que antes, agora ela sentia que também tinha o direito de sorrir, não podia mais viver na escuridão por coisas que aconteceram no passado.
Começaram a caminhar em direção a porta do templo que ficava um pouco distante de onde estavam, e não dava para se enxergar se tinha alguém lá ou não. Enquanto caminhavam a entrada do templo foi ficando mais perto, até que elas começaram a ouvir vozes, e quando finalmente conseguiram enxergar a porta, viram que na frente da mesma estavam cinco pessoas reunidas conversando.
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Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
-Exatamente como eu pensei que estariam fazendo! – Uma voz falou fazendo com que todos se levantassem assustados. Menos de dois segundos depois a figura de Usagi apareceu um pouco a frente deles, com as mãos na cintura e a cara séria.
Os cinco que estavam parados de pé a sua frente, antes com caras nervosas e preocupadas, agora estavam surpresos e felizes. Usagi tinha voltado e estava na frente deles, falando com eles, mesmo séria, ela estava ali.
Enquanto ficavam a encarando ainda com o rosto surpreso, ela caminhou até mais perto deles, e ficou lá esperando que algum deles se pronunciasse. Como nenhum deles fez isso, ela percebeu que teria que ser a primeira a se pronunciar naquela conversa.
-Eu vim aqui porque nós precisamos conversar e o assunto não pode ser mais adiado! – Ela falou secamente, deixando bem claro que o assunto que a trazia ali não tinha nada a ver com o que tiveram em Paris há dois meses atrás.
-Sobre o que você está falando? – Minako perguntou olhando para a amiga, que novamente estava séria, mas que com certeza ainda era a mesma Usagi que ela conheceu anos atrás.
-Eu estou falando do motivo de ter mandado vocês de volta para Tókio, quando estavam em Paris. – Novamente ela falou, mas dessa vez se permitiu olhar nos olhos de cada um deles.
-Eu pensei que você tinha nos mandado de volta por que não queria a nossa presença perto de você, não por algo mais sério! – Makoto falou agora, com surpresa na voz.
-Pelo jeito vocês não prestaram atenção a uma única palavra do que eu falei quando os mandei embora. – Ela falou olhando chateada para Misugi que estava ao seu lado, como se aquilo fosse o pior dos absurdos que ela poderia ouvir.
-Você disse para voltarmos porque algo terrível iria acontecer e que nós éramos os únicos que poderíamos defender Tókio, já que Sailor Moon deixou de existir. – Amy falou, como se aquilo não fosse muito importante.
-Pelo menos uma de vocês prestou atenção ao que eu disse. Esse é exatamente o motivo que me trouxe de volta para Tókio, e eu temo dizer que dessa vez seja para ficar! – Ela falou olhando mais chateada ainda para Misugi que não sabia o que fazer no meio daquela conversa.
-Você quer dizer que veio para ficar? – Quem perguntou foi Rey, que estava quase pulando de euforia ao ouvir tais palavras.
-Sim, eu vim pra ficar, infelizmente não pelas razões certas. – Ela disse novamente, não muito contente com a felicidade de Rey em tê-la por perto. – Agora, nós precisamos conversar seriamente sobre os fatos que estão prestes a ocorrer.
No momento em que Rey ia falar alguma coisa, um som de musica preencheu o ar, fazendo com que todos se virassem para ver de onde vinha o som.
-Sempre com esse tipo de entradas, não é verdade? – Usagi falou olhando para o teto do templo e vendo lá Michiru e Haruka. Ambas deram um pequeno sorriso e pularam de lá com a maior facilidade, deixando Misugi de boca aberta. – Então, vamos ter uma reunião com todas as Sailors, ou somente vocês vieram?
Antes que uma das duas pudesse falar qualquer coisa o som de passos tomou conta do lugar e quando todos olharam para trás, lá se encontrava a forma de duas mulheres.
-Desculpem o atraso, mas como guardiã do tempo eu tenho certos deveres a cumprir. – Uma das mulheres disse.
Os cinco que estavam parados de pé a sua frente, antes com caras nervosas e preocupadas, agora estavam surpresos e felizes. Usagi tinha voltado e estava na frente deles, falando com eles, mesmo séria, ela estava ali.
Enquanto ficavam a encarando ainda com o rosto surpreso, ela caminhou até mais perto deles, e ficou lá esperando que algum deles se pronunciasse. Como nenhum deles fez isso, ela percebeu que teria que ser a primeira a se pronunciar naquela conversa.
-Eu vim aqui porque nós precisamos conversar e o assunto não pode ser mais adiado! – Ela falou secamente, deixando bem claro que o assunto que a trazia ali não tinha nada a ver com o que tiveram em Paris há dois meses atrás.
-Sobre o que você está falando? – Minako perguntou olhando para a amiga, que novamente estava séria, mas que com certeza ainda era a mesma Usagi que ela conheceu anos atrás.
-Eu estou falando do motivo de ter mandado vocês de volta para Tókio, quando estavam em Paris. – Novamente ela falou, mas dessa vez se permitiu olhar nos olhos de cada um deles.
-Eu pensei que você tinha nos mandado de volta por que não queria a nossa presença perto de você, não por algo mais sério! – Makoto falou agora, com surpresa na voz.
-Pelo jeito vocês não prestaram atenção a uma única palavra do que eu falei quando os mandei embora. – Ela falou olhando chateada para Misugi que estava ao seu lado, como se aquilo fosse o pior dos absurdos que ela poderia ouvir.
-Você disse para voltarmos porque algo terrível iria acontecer e que nós éramos os únicos que poderíamos defender Tókio, já que Sailor Moon deixou de existir. – Amy falou, como se aquilo não fosse muito importante.
-Pelo menos uma de vocês prestou atenção ao que eu disse. Esse é exatamente o motivo que me trouxe de volta para Tókio, e eu temo dizer que dessa vez seja para ficar! – Ela falou olhando mais chateada ainda para Misugi que não sabia o que fazer no meio daquela conversa.
-Você quer dizer que veio para ficar? – Quem perguntou foi Rey, que estava quase pulando de euforia ao ouvir tais palavras.
-Sim, eu vim pra ficar, infelizmente não pelas razões certas. – Ela disse novamente, não muito contente com a felicidade de Rey em tê-la por perto. – Agora, nós precisamos conversar seriamente sobre os fatos que estão prestes a ocorrer.
No momento em que Rey ia falar alguma coisa, um som de musica preencheu o ar, fazendo com que todos se virassem para ver de onde vinha o som.
-Sempre com esse tipo de entradas, não é verdade? – Usagi falou olhando para o teto do templo e vendo lá Michiru e Haruka. Ambas deram um pequeno sorriso e pularam de lá com a maior facilidade, deixando Misugi de boca aberta. – Então, vamos ter uma reunião com todas as Sailors, ou somente vocês vieram?
Antes que uma das duas pudesse falar qualquer coisa o som de passos tomou conta do lugar e quando todos olharam para trás, lá se encontrava a forma de duas mulheres.
-Desculpem o atraso, mas como guardiã do tempo eu tenho certos deveres a cumprir. – Uma das mulheres disse.
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Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
-E eu não queria vir sozinha, embora pudesse muito bem faze-lo. – Falou a outra das mulheres.
Ao perceber quem eram as duas mulheres todas ficaram um pouco intrigadas, porque Setsuna teve que sair do portal do tempo, e porque Hotaru tinha que vir com ela? Se bem que a presença de Michiru e Haruka também era um tanto quanto suspeita.
-Então, vejo que hoje a reunião vai ser completa. Mas primeiro, para não deixar mais confusa à cabeça da minha amiga, eu gostaria de apresentá-las! – Usagi falou olhando de cada uma das mulheres ali presentes para Misugi.
Todos acenaram à cabeça em sinal de aceitação, então Usagi olhou diretamente para Misugi, que estava visivelmente constrangida e confusa com toda aquela situação.
-Misugi, aquelas quatro mulheres você já sabe quem são, mas mesmo assim eu vou lhes apresentar. Aquela é Amy Mizuno, Sailor Mercury. – Ao falar isso os olhos de todas cresceram em surpresa. Usagi estava contando para uma total estranha as suas identidades secretas, mas ela não se importou com os olhares interrogativos e continuou. – Aquela é Minako Aino, Sailor Vênus. Aquela é Makoto Kino, Sailor Júpiter, e aquela é Rey Hino, Sailor Mars. – Quando terminou com as apresentações das quatro primeiras, todas já estavam em choque. – Para satisfazer a curiosidade de todas vocês, quem descobriu as suas identidades foi ela mesma, eu agora só estou as apresentando oficialmente. Continuando, aquela é Michiru, Sailor Neptune. Aquela é Haruka, Sailor Uranus. Aquela é Hotaru, Sailor Saturn, e aquela é Setsuna, Sailor Pluto. – Terminando de falar, quem agora estava em choque era Misugi, porem faltava uma figura naquele quadro. – E é claro que eu não posso esquecer do único homem que faz parte desse grupo, não é verdade? Aquele é Mamoru Chiba, o Tuxedo Mask.
Terminadas todas as apresentações, ninguém ali falava nada. Não sabiam explicar o que estava acontecendo. O que deu na cabeça de Usagi para falar para uma completa desconhecida sobre suas identidades secretas? E se mais alguém descobrisse? E se ela contasse para alguém que não pode saber de nada?
Mas Usagi não estava interessada nesse tipo de assunto, agora o que se passava por sua mente era algo mais urgente e que precisava ser discutido imediatamente. Vendo que ninguém voltava do transe em que estavam ela tomou a dianteira e começou a falar.
-Como eu já disse, eu voltei para falar sobre um assunto que infelizmente é do interesse de todos nós, não como seres humanos comuns, mas como Sailors, e que não pode ser mais adiado. Quanto mais tempo nós perdermos, mais tempo o inimigo tem de aumentar os seus poderes. – Falando isso todos pareceram enfim sair de seus estados de transe completo, e começaram a prestar atenção nela. – Porem antes de começar a falar sobre esse assunto, eu gostaria de perguntar por que você voltou tão cedo Setsuna. Eu pensei que só fosse voltar a vê-la daqui a no mínimo duas semanas?
Setsuna olhou para Usagi como que compreendendo a pergunta da amiga, afinal, mesmo depois de todos esses anos, ela era a única que nunca perdeu contato com a princesa. É verdade que Usagi não se considerava mais princesa, nem mesmo Sailor Moon, mas para ela Usagi sempre seria e sempre será a única princesa que ela tem.
-Eu voltei mais cedo porque eu tenho um assunto urgente a tratar com você Usagi! As outras podem saber se quiserem, pois diz respeito a todos, não só a você! – Ao falar isso todos se voltaram para ela com rostos interrogativos. O que poderia ter acontecido?
-O que foi que aconteceu de tão importante para te tirar do portal do tempo antes da hora, Setsuna? – Usagi perguntou calmamente, para espanto de todos os que estavam ali, com exceção de Setsuna e Misugi.
Ao perceber quem eram as duas mulheres todas ficaram um pouco intrigadas, porque Setsuna teve que sair do portal do tempo, e porque Hotaru tinha que vir com ela? Se bem que a presença de Michiru e Haruka também era um tanto quanto suspeita.
-Então, vejo que hoje a reunião vai ser completa. Mas primeiro, para não deixar mais confusa à cabeça da minha amiga, eu gostaria de apresentá-las! – Usagi falou olhando de cada uma das mulheres ali presentes para Misugi.
Todos acenaram à cabeça em sinal de aceitação, então Usagi olhou diretamente para Misugi, que estava visivelmente constrangida e confusa com toda aquela situação.
-Misugi, aquelas quatro mulheres você já sabe quem são, mas mesmo assim eu vou lhes apresentar. Aquela é Amy Mizuno, Sailor Mercury. – Ao falar isso os olhos de todas cresceram em surpresa. Usagi estava contando para uma total estranha as suas identidades secretas, mas ela não se importou com os olhares interrogativos e continuou. – Aquela é Minako Aino, Sailor Vênus. Aquela é Makoto Kino, Sailor Júpiter, e aquela é Rey Hino, Sailor Mars. – Quando terminou com as apresentações das quatro primeiras, todas já estavam em choque. – Para satisfazer a curiosidade de todas vocês, quem descobriu as suas identidades foi ela mesma, eu agora só estou as apresentando oficialmente. Continuando, aquela é Michiru, Sailor Neptune. Aquela é Haruka, Sailor Uranus. Aquela é Hotaru, Sailor Saturn, e aquela é Setsuna, Sailor Pluto. – Terminando de falar, quem agora estava em choque era Misugi, porem faltava uma figura naquele quadro. – E é claro que eu não posso esquecer do único homem que faz parte desse grupo, não é verdade? Aquele é Mamoru Chiba, o Tuxedo Mask.
Terminadas todas as apresentações, ninguém ali falava nada. Não sabiam explicar o que estava acontecendo. O que deu na cabeça de Usagi para falar para uma completa desconhecida sobre suas identidades secretas? E se mais alguém descobrisse? E se ela contasse para alguém que não pode saber de nada?
Mas Usagi não estava interessada nesse tipo de assunto, agora o que se passava por sua mente era algo mais urgente e que precisava ser discutido imediatamente. Vendo que ninguém voltava do transe em que estavam ela tomou a dianteira e começou a falar.
-Como eu já disse, eu voltei para falar sobre um assunto que infelizmente é do interesse de todos nós, não como seres humanos comuns, mas como Sailors, e que não pode ser mais adiado. Quanto mais tempo nós perdermos, mais tempo o inimigo tem de aumentar os seus poderes. – Falando isso todos pareceram enfim sair de seus estados de transe completo, e começaram a prestar atenção nela. – Porem antes de começar a falar sobre esse assunto, eu gostaria de perguntar por que você voltou tão cedo Setsuna. Eu pensei que só fosse voltar a vê-la daqui a no mínimo duas semanas?
Setsuna olhou para Usagi como que compreendendo a pergunta da amiga, afinal, mesmo depois de todos esses anos, ela era a única que nunca perdeu contato com a princesa. É verdade que Usagi não se considerava mais princesa, nem mesmo Sailor Moon, mas para ela Usagi sempre seria e sempre será a única princesa que ela tem.
-Eu voltei mais cedo porque eu tenho um assunto urgente a tratar com você Usagi! As outras podem saber se quiserem, pois diz respeito a todos, não só a você! – Ao falar isso todos se voltaram para ela com rostos interrogativos. O que poderia ter acontecido?
-O que foi que aconteceu de tão importante para te tirar do portal do tempo antes da hora, Setsuna? – Usagi perguntou calmamente, para espanto de todos os que estavam ali, com exceção de Setsuna e Misugi.
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Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
-O tempo foi modificado, o que estava predestinado para acontecer foi anulado, e o que está prestes a acontecer é o causador de tudo isso! – Ela falou com um tom de seriedade a mais na voz, o que fez todas perceberem que não era brincadeira o que estava para acontecer.
-Desculpa Setsuna, mas o futuro já foi alterado antes, quando eu fui embora de Tókio, por que é que voltou a se alterar agora? – Usagi perguntou curiosa. Tinha que ter um motivo muito bom para fazer que o tempo fosse distorcido.
-Na verdade, quando você foi embora de Tókio o futuro não mudou em nada, aconteceu o que realmente deveria ter acontecido, mas infelizmente foi da maneira errada! – Ela falou para o choque de Usagi. Como assim o futuro não tinha sido alterado? Isso significava que no final de tudo ela acabaria com Mamoru de qualquer jeito?
-Mas o que foi que aconteceu? – Usagi perguntou mais uma vez, agora realmente curiosa para saber qual foi o motivo e qual foi à conseqüência dessa mudança no futuro.
-Como todos vocês sabem todas as soberanas da Lua só podem dar a luz um único herdeiro, e era exatamente o que estava acontecendo no futuro. A rainha e o rei tinham a sua única filha Chibiusa, porem a mais ou menos um mês atrás a rainha descobriu que estava grávida novamente, grávida do seu segundo filho. Vocês percebem o que está acontecendo? A rainha não poderia ter mais filhos, assim que ela deu a luz a Chibiusa o seu útero secou por dentro, impossibilitando que ela tivesse mais filhos, mas mesmo assim ela engravidou. Algo no passado mudou drasticamente, e assim fez com que toda uma história fosse transformada e pela primeira vez na história uma soberana da Lua terá dois filhos. – Setsuna terminou de falar, para choque tanto de Usagi quanto de Mamoru que estava sentado simplesmente ouvindo tudo o que ela falava.
Usagi olhava para todos os lados procurando uma luz que clareasse suas idéias, seus pensamentos, mas não foi capaz de achá-la. Não sabia o que fazer, não entendia como aquilo poderia estar acontecendo, como aquilo podia acontecer.
-Desculpa Setsuna, mas como é que eu vou ter mesmo Chibiusa se eu não posso ter mais filhos? – Usagi perguntou com a voz embargada, ela queria chorar nesse momento, tirar todo aquele peso que sentia em cima das costas.
-Usagi, infelizmente eu não posso lhe responder essa pergunta, isso não era para acontecer, mas como o futuro não mudou eu presumi que alguma coisa iria acontecer. Agora o que eu posso lhe dizer é que milagres acontecem, vejam só o que está acontecendo no futuro! – Ela terminou com um pequeno sorriso nos lábios. Queria acalmar Usagi, mas não sabia como.
-Eu só tenho uma ultima pergunta para fazer. Como é que qualquer criança vai nascer de mim e do Mamoru se nós não estamos juntos, e eu o odeio mais que tudo? – Usagi perguntou olhando diretamente nos olhos de Setsuna. Queria uma resposta sincera, seria seu destino acabar sempre com Mamoru, mesmo ele tendo feito tudo o que fez com ela?
Com aquela pergunta todos foram pegos de surpresa, principalmente Mamoru, que não esperava por uma declaração tão aberta do ódio que Usagi sentia por ele. Ele ainda a amava, e estava disposto a tudo para reconquistá-la, mas seria difícil se ela declarava para quem quisesse ouvir que o único sentimento que ela tinha para com ele era ódio.
Setsuna olhou para a amiga, princesa, e companheira de batalhas. A única coisa que passava na sua mente foi a única coisa que sua boca proferiu:
-Odeia mesmo?
-Desculpa Setsuna, mas o futuro já foi alterado antes, quando eu fui embora de Tókio, por que é que voltou a se alterar agora? – Usagi perguntou curiosa. Tinha que ter um motivo muito bom para fazer que o tempo fosse distorcido.
-Na verdade, quando você foi embora de Tókio o futuro não mudou em nada, aconteceu o que realmente deveria ter acontecido, mas infelizmente foi da maneira errada! – Ela falou para o choque de Usagi. Como assim o futuro não tinha sido alterado? Isso significava que no final de tudo ela acabaria com Mamoru de qualquer jeito?
-Mas o que foi que aconteceu? – Usagi perguntou mais uma vez, agora realmente curiosa para saber qual foi o motivo e qual foi à conseqüência dessa mudança no futuro.
-Como todos vocês sabem todas as soberanas da Lua só podem dar a luz um único herdeiro, e era exatamente o que estava acontecendo no futuro. A rainha e o rei tinham a sua única filha Chibiusa, porem a mais ou menos um mês atrás a rainha descobriu que estava grávida novamente, grávida do seu segundo filho. Vocês percebem o que está acontecendo? A rainha não poderia ter mais filhos, assim que ela deu a luz a Chibiusa o seu útero secou por dentro, impossibilitando que ela tivesse mais filhos, mas mesmo assim ela engravidou. Algo no passado mudou drasticamente, e assim fez com que toda uma história fosse transformada e pela primeira vez na história uma soberana da Lua terá dois filhos. – Setsuna terminou de falar, para choque tanto de Usagi quanto de Mamoru que estava sentado simplesmente ouvindo tudo o que ela falava.
Usagi olhava para todos os lados procurando uma luz que clareasse suas idéias, seus pensamentos, mas não foi capaz de achá-la. Não sabia o que fazer, não entendia como aquilo poderia estar acontecendo, como aquilo podia acontecer.
-Desculpa Setsuna, mas como é que eu vou ter mesmo Chibiusa se eu não posso ter mais filhos? – Usagi perguntou com a voz embargada, ela queria chorar nesse momento, tirar todo aquele peso que sentia em cima das costas.
-Usagi, infelizmente eu não posso lhe responder essa pergunta, isso não era para acontecer, mas como o futuro não mudou eu presumi que alguma coisa iria acontecer. Agora o que eu posso lhe dizer é que milagres acontecem, vejam só o que está acontecendo no futuro! – Ela terminou com um pequeno sorriso nos lábios. Queria acalmar Usagi, mas não sabia como.
-Eu só tenho uma ultima pergunta para fazer. Como é que qualquer criança vai nascer de mim e do Mamoru se nós não estamos juntos, e eu o odeio mais que tudo? – Usagi perguntou olhando diretamente nos olhos de Setsuna. Queria uma resposta sincera, seria seu destino acabar sempre com Mamoru, mesmo ele tendo feito tudo o que fez com ela?
Com aquela pergunta todos foram pegos de surpresa, principalmente Mamoru, que não esperava por uma declaração tão aberta do ódio que Usagi sentia por ele. Ele ainda a amava, e estava disposto a tudo para reconquistá-la, mas seria difícil se ela declarava para quem quisesse ouvir que o único sentimento que ela tinha para com ele era ódio.
Setsuna olhou para a amiga, princesa, e companheira de batalhas. A única coisa que passava na sua mente foi a única coisa que sua boca proferiu:
-Odeia mesmo?
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Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
Fic: O Sonho não Acabou - Capitulo XV- Amor e Beleza
OMG... a setsuma é a minha nova heroina!! LOL
"Odeia mesmo??" hihi :
:
Agora mais seriamente, como sempre a nével de escrita pontuação maxima!
è muito envolvente a historia e só aumenta cada vez mais o interesse!
.o:
Acho que trsnsmites claramente o estado de espirito da personagem, é como se estivessemos a viver o momento.
Adorei teres introduzido as outras sailore desaparecidas, e achei espectacular o encontro com o Motoki e o facto de irmso precebendo que ela já tinha tudo controlado, e programado ... uma usagi diferente, sem duvida.
A historia está cada vez melhor...parabéns
"Odeia mesmo??" hihi :
: Agora mais seriamente, como sempre a nével de escrita pontuação maxima!
è muito envolvente a historia e só aumenta cada vez mais o interesse!
.o: Acho que trsnsmites claramente o estado de espirito da personagem, é como se estivessemos a viver o momento.
Adorei teres introduzido as outras sailore desaparecidas, e achei espectacular o encontro com o Motoki e o facto de irmso precebendo que ela já tinha tudo controlado, e programado ... uma usagi diferente, sem duvida.
A historia está cada vez melhor...parabéns
Obaaaaaa!!!
O capítulo veio ainda hojeeee!!!
É com cada surpresa... Tava aqui coladinha, nem quis acreditar quando vi q acabou daquela maneira... Afff, q o meu coração n aguenta... É muita emoção...
Adorei o reencontro com o Motoki. Afinal ainda alguém em Tóquio conseguia pôr a Usa feliz. Bem realista, afinal ela n era capaz de deixar a sua cidade pra trás e n ter saudades de nada... E agora Naru, será q ela vai encontrar??
Então continua a haver a Chibiusa?!? Tou mm baralhada...
É estranho, qd a Setsuna faz relatos do futuro, ela dizer "há um mês atrás". É há um mês atrás em determinado ponto do tempo, em q ela ficou a saber disso, mas n faz mt sentido dizê-lo no passado, pq pra eles n é há um mês atrás, mas sim no futuro. Mais parece q ela está a falar de outro llugar do q de outro tempo... Mas enfim, já no anime era assim, eles iam descobrindo as coisas conforme aconteciam naquele tempo de q vinha Chibiusa.
Estou mm ansiosa pra saber mais sobre o q tem a Sailor Pluto a dizer, e o q foi Usagi fazer de volta ao Japão. Eu sei q agora vai demorar... Mas vou estar à espera!
O capítulo veio ainda hojeeee!!!É com cada surpresa... Tava aqui coladinha, nem quis acreditar quando vi q acabou daquela maneira... Afff, q o meu coração n aguenta... É muita emoção...
Adorei o reencontro com o Motoki. Afinal ainda alguém em Tóquio conseguia pôr a Usa feliz. Bem realista, afinal ela n era capaz de deixar a sua cidade pra trás e n ter saudades de nada... E agora Naru, será q ela vai encontrar??
Então continua a haver a Chibiusa?!? Tou mm baralhada...
É estranho, qd a Setsuna faz relatos do futuro, ela dizer "há um mês atrás". É há um mês atrás em determinado ponto do tempo, em q ela ficou a saber disso, mas n faz mt sentido dizê-lo no passado, pq pra eles n é há um mês atrás, mas sim no futuro. Mais parece q ela está a falar de outro llugar do q de outro tempo... Mas enfim, já no anime era assim, eles iam descobrindo as coisas conforme aconteciam naquele tempo de q vinha Chibiusa.
Estou mm ansiosa pra saber mais sobre o q tem a Sailor Pluto a dizer, e o q foi Usagi fazer de volta ao Japão. Eu sei q agora vai demorar... Mas vou estar à espera!
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