Sailor Dreams II- The Forgotten Pyramides
Almoço, Ataque, Decisão.
No dia seguinte ao primeiro ataque sucedido no Museu, a Jane e eu, estávamos na cozinha ainda a tentar por as ideias em ordem e a preparar o pequeno-almoço.
- Achas que nos devemos preocupar com o que se passou ontem? – perguntei eu a Jane, pois podia ver que ela ainda não tinha parado de dar voltas à cabeça sobre como as múmias tinham voltado à vida e sem que ela se pudesse aperceber de algum feitiço
- Espero sinceramente que não…estes oito anos de paz têm sido tão bons!! – suspira Jane
Hélios, Alexandre, Daniela e os miúdos entraram a bocejar e a falar ao mesmo tempo.
- Então como correu a vossa noite? – perguntou-nos Daniela
- A vossa deve ter corrido melhor…- diz Jane pondo as torradas e o sumo de laranja na mesa
- Não sei de que te queixas…afinal conseguiste juntar à tua interminável lista de admiradores, mais um…- digo eu maliciosamente - …se bem que ele até era bem giro…
Alex que estava a beber sumo engasga-se com o que tinha ouvido.
- Mas que raio de conversa é essa? – pergunta Hélios olhando para Jane
- Exactamente! Que conversa é essa Cathy? – pergunta Alex um bocado furioso e cheio de ciúmes
- Foi o dono do museu que ficou maravilhado com a Jane, e eles até tem alguma coisa em comum…- digo eu picando ainda mais Hélios e Jane
- Ai sim? – pergunta Hélios olhando ciumento para Jane
- E que coisas são essas Cathy?
- Falam francês!
Eu começo a rir-me da cara de incrédulos que eles fazem enquanto vejo Jane a suspirar e a resmungar alguma coisa.
Finalmente metemos as coisas na mesa e começamos a comer, estávamos já acabar quando alguém tocou à campainha da porta.
- Eu vou! – diz Dani levantando-se e dirigindo-se para a porta aparecendo momentos depois um ramo de rosas brancas e uma simples caixa de metal rectangular e grossa
- O quê isso? – pergunta Pedro
- Um presente para a Jane…- diz Dani dando as coisas a Jane
Todos nós olhamos para ela e vemos que ela se encontrava tão surpresa como nós…
Jane aceita as flores primeiro e vê que lá estava um cartão. Ela abriu o cartão e depois de o ler arrancou a caixa das mãos de Dani.
- WOW!! Tem calma Jane! – diz Dani rindo
Jane abre a caixa e retira de lá de dentro uma pulseira grossa de enfiar logo acima do cotovelo de ouro branco com pedras vermelhas e algumas inscrições desconhecidas.
- Oh meu deus! – exclama Jane ficando branca de surpresa por momentos
- É lindíssima, Tia! – diz Alexys maravilhada por ver aquela pulseira tão pouco comum
Jane olha para Alexys, mas não diz nada, em vez disso pega de novo no bilhete e começa a lê-lo de novo.
Hélios levantou-se e meteu-se por trás de Jane lendo o bilhete também.
- O QUÊ?? – gritou Hélios assustando-nos a todos – que raio de presente é este Jane? Desde quando é que o conheces?
- Hélios…eu só o conheci ontem…além disso eu não vou ficar com esta pulseira… - disse Jane olhando surpreendida para ele
- Espero mesmo que o vás devolver, não vou tolerar que aceites este presente! – disse Hélios furioso
- Lá vem bomba! – dizem as crianças baixinho
- Hélios controla a tua crise de ciúmes por amor de deus! – disse Jane – como já te disse só o conheci ontem e não percebo porque me mandou a pulseira
- Parece porque te achou muito bonita, e para dizer que te achou simpática é porque tiveram a falar durante muito tempo!
Eu olhei para Hélios como se ele tivesse duas cabeças.
- Hélios eles tiveram a falar à minha frente e trocaram três ou quatro frases juntos…- disse eu
Hélios olhou para ela e depois olhou para Jane que ainda estava em estado de choque a olhar para ele.
Ele aproximou-se rapidamente de Jane e abraçou-a.
- Desculpa…parece que me deixei levar pelos ciúmes…
- Hélios sabes muito bem que eu costumo receber presentes deste tipo muitas vezes, o que deu agora para agires assim?
- Não sei…
- Tonto…- disse Jane beijando-o – eu vou devolver a pulseira e aproveito para fazer umas comprinhas e ver uns sítios que eu sei que vocês não vão querer ver a não ser o Pedro…
- Obrigada pela parte que me toca! – digo eu fingindo indignação
- Desculpa…mas queres vir?
- Estava a brincar…nem penses! eu vou entreter-me com outra coisa! – digo eu olhando para Alex e piscando-lhe um olho, fazendo com que ele se ri-se.
- Que sítios são esses? – perguntou Pedro interessado
- Bibliotecas…
- Uuhh…- diz Pedro, mas depois olha para Dani – não posso ir a Dani também nos vai levar a um sitio…
- Ah! Não queres vir Rajah?
- Desculpa mãe…- diz Rajah aproximando-se dela e abraçando-a
- Ok, não faz mal…- diz Jane dando-lhe um beijo e beijando depois Hélios, saindo do colo dele e arrumando a pulseira na caixa e metendo-a na carteira – não esperem por mim para almoço, pois vou demorar muito…
- Mas Tia, porquê que vais devolver a pulseira? – perguntou Alexys
- Porque esta pulseira é uma peça única em todo o mundo, pois pertenceu à Rainha Nefertiti…e por isso merece estar num museu, onde todos a possam ver…- disse Jane sorrindo e dizendo-nos adeus.
Pouco depois ouvimos o barulho do motor do jipe a partir.
Mal Jane chegou à cidade dirigiu-se logo para o Museu parando de vez enquanto em algumas bancas para ver os lenços e os tecidos de cores lindíssimas, no entanto tinha a sensação de estar a ser observada. Ela olhou para todos os lados mas não via nada. Tornou a caminhar para a frente e obrigou-se a relaxar, ela estava a dar demasiada importância aquela sensação…era normal que se sentisse observada afinal os comerciantes observavam-na para ver se ela lhes comprava alguma coisa…finalmente chegou ao museu, e dirigiu-se a um balcão que estava no centro do primeiro piso e onde se encontrava uma rapariga a atender umas pessoas.
Jane aproximou-se do balcão e esperou que a rapariga a pudesse atender.
- Posso ajuda-la em alguma coisa? – perguntou a rapariga
- Gostaria de falar com o senhor Etienne – disse Jane sorrindo
- Lamento muito mas ele hoje encontrasse nas escavações ao longo do Delta…
- Humm…então será que posso deixar recado? – perguntou Jane
- Claro!
- Então entregue-lhe esta caixa…- disse Jane tirando da sua mala a caixa com a pulseira
- O quê que se passa? – disse uma voz feminina fria por trás de Jane
Jane virou-se e viu-se frente a frente com a rapariga que acompanhava Seth na noite anterior.
- Esta senhora gostaria de falar com o senhor Etienne, menina Nefertiti… - disse a rapariga do balcão
- Mas já me disseram que ele não se encontrava…- disse Jane
- É verdade, possivelmente ele só voltará de novo ao museu daqui a dois ou três dias…se tudo correr bem nas escavações – disse Nefertiti
- É uma pena…vim cá para fazer uma doação de uma peça que tinha em casa ao museu, e era para entregar ao senhor Etienne… - disse Jane fingindo estar triste
- Se quiser pode deixar essa doação que eu depois entregarei em mãos ao senhor Etienne! – disse Nefertiti friamente
- Hum…sabe é que a doação é uma pulseira do Antigo Egipto, e sendo assim tão valiosa ainda mais depois de ter pertencido a uma das Rainhas, gostaria de a entregar em mãos…- disse Jane sarcasticamente
- Eu sou a vice-presidente deste museu, por isso o que me entregar a mim, entregará a Seth!
- Muito bem, então…- disse Jane entregando a caixa a Nefertiti, e vendo-a virar costas – Um bom dia para si também!
Jane e a rapariga viram-na a parar ligeiramente mas a continuar a andar. Quando Nefertiti desapareceu por trás de uma porta, Jane virou-se para a rapariga.
- Posso deixar consigo o tal recado?
A rapariga sorriu e estendeu-lhe um papel e uma caneta, na qual Jane escrevinhou alguma coisa e depois deu à rapariga para ela o entregar em mãos.
A rapariga assentiu e Jane saiu para a rua recebendo a maravilha daquele calor do deserto nos cabelos e na cara…de novo a sensação, mas desta vez ela foi mais rápida e olhou para cima, para o telhado de uma casa onde viu um pássaro pequeno branco. Ela olhou desconfiada para o pássaro e viu-o a alcançar voo.
Aquele pássaro…era-lhe familiar!
Ela abanou a cabeça e seguiu por um caminho que ia dar à parte de trás do museu que tinha entrado em ruínas ontem e quando lá chegou ficou surpreendida por não ver lá ninguém, e a tentação de tornar a entrar ali era grande…
No dia seguinte ao primeiro ataque sucedido no Museu, a Jane e eu, estávamos na cozinha ainda a tentar por as ideias em ordem e a preparar o pequeno-almoço.
- Achas que nos devemos preocupar com o que se passou ontem? – perguntei eu a Jane, pois podia ver que ela ainda não tinha parado de dar voltas à cabeça sobre como as múmias tinham voltado à vida e sem que ela se pudesse aperceber de algum feitiço
- Espero sinceramente que não…estes oito anos de paz têm sido tão bons!! – suspira Jane
Hélios, Alexandre, Daniela e os miúdos entraram a bocejar e a falar ao mesmo tempo.
- Então como correu a vossa noite? – perguntou-nos Daniela
- A vossa deve ter corrido melhor…- diz Jane pondo as torradas e o sumo de laranja na mesa
- Não sei de que te queixas…afinal conseguiste juntar à tua interminável lista de admiradores, mais um…- digo eu maliciosamente - …se bem que ele até era bem giro…
Alex que estava a beber sumo engasga-se com o que tinha ouvido.
- Mas que raio de conversa é essa? – pergunta Hélios olhando para Jane
- Exactamente! Que conversa é essa Cathy? – pergunta Alex um bocado furioso e cheio de ciúmes
- Foi o dono do museu que ficou maravilhado com a Jane, e eles até tem alguma coisa em comum…- digo eu picando ainda mais Hélios e Jane
- Ai sim? – pergunta Hélios olhando ciumento para Jane
- E que coisas são essas Cathy?
- Falam francês!
Eu começo a rir-me da cara de incrédulos que eles fazem enquanto vejo Jane a suspirar e a resmungar alguma coisa.
Finalmente metemos as coisas na mesa e começamos a comer, estávamos já acabar quando alguém tocou à campainha da porta.
- Eu vou! – diz Dani levantando-se e dirigindo-se para a porta aparecendo momentos depois um ramo de rosas brancas e uma simples caixa de metal rectangular e grossa
- O quê isso? – pergunta Pedro
- Um presente para a Jane…- diz Dani dando as coisas a Jane
Todos nós olhamos para ela e vemos que ela se encontrava tão surpresa como nós…
Jane aceita as flores primeiro e vê que lá estava um cartão. Ela abriu o cartão e depois de o ler arrancou a caixa das mãos de Dani.
- WOW!! Tem calma Jane! – diz Dani rindo
Jane abre a caixa e retira de lá de dentro uma pulseira grossa de enfiar logo acima do cotovelo de ouro branco com pedras vermelhas e algumas inscrições desconhecidas.
- Oh meu deus! – exclama Jane ficando branca de surpresa por momentos
- É lindíssima, Tia! – diz Alexys maravilhada por ver aquela pulseira tão pouco comum
Jane olha para Alexys, mas não diz nada, em vez disso pega de novo no bilhete e começa a lê-lo de novo.
“Reine Jane de Elysion :
Débiteur deavoir comparu à ma fête d'inauguration du musée, et je dois le lui dire qui a pour toujours un écris de son affection et de sa beauté.
Il envoi le bracelet ne mange pas de la gratitude mais parce que sa beauté m'a faite rappeler sien.
Un domestique son…
Seth Etienne ‘’
Hélios levantou-se e meteu-se por trás de Jane lendo o bilhete também.
- O QUÊ?? – gritou Hélios assustando-nos a todos – que raio de presente é este Jane? Desde quando é que o conheces?
- Hélios…eu só o conheci ontem…além disso eu não vou ficar com esta pulseira… - disse Jane olhando surpreendida para ele
- Espero mesmo que o vás devolver, não vou tolerar que aceites este presente! – disse Hélios furioso
- Lá vem bomba! – dizem as crianças baixinho
- Hélios controla a tua crise de ciúmes por amor de deus! – disse Jane – como já te disse só o conheci ontem e não percebo porque me mandou a pulseira
- Parece porque te achou muito bonita, e para dizer que te achou simpática é porque tiveram a falar durante muito tempo!
Eu olhei para Hélios como se ele tivesse duas cabeças.
- Hélios eles tiveram a falar à minha frente e trocaram três ou quatro frases juntos…- disse eu
Hélios olhou para ela e depois olhou para Jane que ainda estava em estado de choque a olhar para ele.
Ele aproximou-se rapidamente de Jane e abraçou-a.
- Desculpa…parece que me deixei levar pelos ciúmes…
- Hélios sabes muito bem que eu costumo receber presentes deste tipo muitas vezes, o que deu agora para agires assim?
- Não sei…
- Tonto…- disse Jane beijando-o – eu vou devolver a pulseira e aproveito para fazer umas comprinhas e ver uns sítios que eu sei que vocês não vão querer ver a não ser o Pedro…
- Obrigada pela parte que me toca! – digo eu fingindo indignação
- Desculpa…mas queres vir?
- Estava a brincar…nem penses! eu vou entreter-me com outra coisa! – digo eu olhando para Alex e piscando-lhe um olho, fazendo com que ele se ri-se.
- Que sítios são esses? – perguntou Pedro interessado
- Bibliotecas…
- Uuhh…- diz Pedro, mas depois olha para Dani – não posso ir a Dani também nos vai levar a um sitio…
- Ah! Não queres vir Rajah?
- Desculpa mãe…- diz Rajah aproximando-se dela e abraçando-a
- Ok, não faz mal…- diz Jane dando-lhe um beijo e beijando depois Hélios, saindo do colo dele e arrumando a pulseira na caixa e metendo-a na carteira – não esperem por mim para almoço, pois vou demorar muito…
- Mas Tia, porquê que vais devolver a pulseira? – perguntou Alexys
- Porque esta pulseira é uma peça única em todo o mundo, pois pertenceu à Rainha Nefertiti…e por isso merece estar num museu, onde todos a possam ver…- disse Jane sorrindo e dizendo-nos adeus.
Pouco depois ouvimos o barulho do motor do jipe a partir.
Mal Jane chegou à cidade dirigiu-se logo para o Museu parando de vez enquanto em algumas bancas para ver os lenços e os tecidos de cores lindíssimas, no entanto tinha a sensação de estar a ser observada. Ela olhou para todos os lados mas não via nada. Tornou a caminhar para a frente e obrigou-se a relaxar, ela estava a dar demasiada importância aquela sensação…era normal que se sentisse observada afinal os comerciantes observavam-na para ver se ela lhes comprava alguma coisa…finalmente chegou ao museu, e dirigiu-se a um balcão que estava no centro do primeiro piso e onde se encontrava uma rapariga a atender umas pessoas.
Jane aproximou-se do balcão e esperou que a rapariga a pudesse atender.
- Posso ajuda-la em alguma coisa? – perguntou a rapariga
- Gostaria de falar com o senhor Etienne – disse Jane sorrindo
- Lamento muito mas ele hoje encontrasse nas escavações ao longo do Delta…
- Humm…então será que posso deixar recado? – perguntou Jane
- Claro!
- Então entregue-lhe esta caixa…- disse Jane tirando da sua mala a caixa com a pulseira
- O quê que se passa? – disse uma voz feminina fria por trás de Jane
Jane virou-se e viu-se frente a frente com a rapariga que acompanhava Seth na noite anterior.
- Esta senhora gostaria de falar com o senhor Etienne, menina Nefertiti… - disse a rapariga do balcão
- Mas já me disseram que ele não se encontrava…- disse Jane
- É verdade, possivelmente ele só voltará de novo ao museu daqui a dois ou três dias…se tudo correr bem nas escavações – disse Nefertiti
- É uma pena…vim cá para fazer uma doação de uma peça que tinha em casa ao museu, e era para entregar ao senhor Etienne… - disse Jane fingindo estar triste
- Se quiser pode deixar essa doação que eu depois entregarei em mãos ao senhor Etienne! – disse Nefertiti friamente
- Hum…sabe é que a doação é uma pulseira do Antigo Egipto, e sendo assim tão valiosa ainda mais depois de ter pertencido a uma das Rainhas, gostaria de a entregar em mãos…- disse Jane sarcasticamente
- Eu sou a vice-presidente deste museu, por isso o que me entregar a mim, entregará a Seth!
- Muito bem, então…- disse Jane entregando a caixa a Nefertiti, e vendo-a virar costas – Um bom dia para si também!
Jane e a rapariga viram-na a parar ligeiramente mas a continuar a andar. Quando Nefertiti desapareceu por trás de uma porta, Jane virou-se para a rapariga.
- Posso deixar consigo o tal recado?
A rapariga sorriu e estendeu-lhe um papel e uma caneta, na qual Jane escrevinhou alguma coisa e depois deu à rapariga para ela o entregar em mãos.
A rapariga assentiu e Jane saiu para a rua recebendo a maravilha daquele calor do deserto nos cabelos e na cara…de novo a sensação, mas desta vez ela foi mais rápida e olhou para cima, para o telhado de uma casa onde viu um pássaro pequeno branco. Ela olhou desconfiada para o pássaro e viu-o a alcançar voo.
Aquele pássaro…era-lhe familiar!
Ela abanou a cabeça e seguiu por um caminho que ia dar à parte de trás do museu que tinha entrado em ruínas ontem e quando lá chegou ficou surpreendida por não ver lá ninguém, e a tentação de tornar a entrar ali era grande…
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Ah pois é....
nao me matem!
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