Sailor Dream Moon
bem...parece k so daki a um mes e k vu poder ver o resto da fic...
pois...
um mes sem internet...e sem poder sair da cama...
bem meninas (sim, pk n percebi o x paxa c os rapazes k nnc aki vi nenhum..) boas ferias e ate setembro!!!
pois...
um mes sem internet...e sem poder sair da cama...
bem meninas (sim, pk n percebi o x paxa c os rapazes k nnc aki vi nenhum..) boas ferias e ate setembro!!!
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sonhar nao mata...mas magoa...e por vezes ainda mais do que qualquer ferida fisica...
sonhar nao mata...mas magoa...e por vezes ainda mais do que qualquer ferida fisica...
14ºCapitulo
Gonçalo: Não achas que está na hora de acordar minha princesa?
Chibiusa lentamente abria os seus belos olhos e ao olhar em redor, percebe que aquela era uma manhã especial. Não era todos os dias que Gonçalo lhe trazia um belo pequeno almoço à cama. Uma bandeja com leite, sumo de laranja, duas torradas e uma tigela de cereais de chocolate.
Chibiusa: Woow! Dormi tão bem hoje. – Diz ela enquanto se encosta para trás na almofada.
Diana: Lady Usagi vejo que já acordo! – Exclama enquanto esboça um sorriso.
“Lady Usagi”, essas palavras fizeram vir à memória de Chibiusa a noite passada. A noite em que oficialmente passou a ser uma verdadeira “Lady”, uma senhora e a legítima herdeira do trono da Lua Nova e da Terra do Futuro.
Chibiusa: Lady Usagi… isso soa tão bem! Já não sou mais a Pequena Usagi agora! Que bom!!!
Gonçalo: Mas não deves estar a pensar que eu vou deixar de chamar Chibiusa pois não?!
Chibiusa: Por acaso…
Gonçalo (rindo): Hihihi! Chibiusa és tu e mais ninguém! És e serás sempre a minha pequenina.
Chibiusa consentiu. Na verdade, sentiu uma sensação de dejavu. Pois quando apareceu pela primeira vez, foi Gonçalo que a convenceu a chamar-se Chibiusa e não Bunny.
Chibiusa: Creio que pode aqui no passado, pode ficar Chibiusa por mais algum tempo.
E assim se passou a manhã. Com paz, alegria e felicidade…até que a hora do almoço acabou e Chibiusa tinha que ir para as aulas da tarde.
Chibiusa: Bem, eu vou indo. Hoje vou ver se não chego atrasada! Mas… estou sensação que me esqueci de algo…
Diana: Deve ser só sensação, pois hoje é um dia especial! Tu não vais chegar tarde!
Gonçalo (rindo): Sim, é verdade. Mas se não te despachares este dia especial já não vai ser especial!
Chibiusa despede-se e começa a caminhar para o liceu.
Quando chegou, algoestranho se passava… estava tudo muito, muito… calmo. Maior parte das raparigas estavam tristes e algumas histéricas estavam mesmo a chorar com corpo e alma.
“Mas o que é que se passou aqui hoje… logo hoje que eu estou tão feliz” – Pensou ela enquanto se dirigia para Manuela para tentar saber mais algumas informações.
Manuela: Ah, estás aqui! Eu tenho uma boa notícia para ti!
Ao dizer a palavra “boa”, algumas raparigas que estavam perto começaram a chorar e a chama-la de insensível!
Chibiusa: Mas está toda a gente super triste! Porque é que para mim seria uma boa notícia?
Manuela: Bem…tens razão. Mas hoje tu vais ter paz…!
Manuela nem precisou de terminar, Chibiusa já tinha largado os seus livros que caíram direitinhos no chão. Ela estava aterrorizada! Era isso que ela se tinha esquecido! Ela tinha-se esquecido do Pedro. Como era possível ela esquecer-se de uma coisa tão importante! Tinham-lhe acabado de tirar o Hélios, se algo acontecesse ao Pedro ela nunca se perdoaria!
Manuela (lendo os olhos cheios de dor da amiga): Segues em frente, na terceira rua viras à direita, percorres a avenida toda, na rotunda cortas para onde diz hospital e estás lá! Quarto 514 já agora.
Manuela tinha lido os pensamentos de Chibiusa, e esta saíra disparada para lá. No caminho todo o tipo de coisas lhe passou pela cabeça! Desde o Inferno até ao Paraíso, do Passado até ao Futuro e muitas outras coisas.
Finalmente ela achou o quarto, mas ao entrar, ela caiu no chão de desespero! Grossas lágrimas começaram a escorrer pela sua cara. Ela sentia-se perdida e confusa. Em cima da cama, estava um corpo tapado com um enorme saco de plástico preto. Duas enfermeiras esperavam uma maca que entrou no segundo a seguir a Chibiusa.
Uma das enfermeiras diz:
-Para a morgue…
Ao ver Chibiusa num canto da sala, a outra se dirige para ela e diz:
-É familiar? Desculpe… nós fizemos tudo o que estava ao nosso alcance, mas os ferimentos eram muito graves e não conseguimos. Os meus sentimentos.
Gonçalo: Não achas que está na hora de acordar minha princesa?
Chibiusa lentamente abria os seus belos olhos e ao olhar em redor, percebe que aquela era uma manhã especial. Não era todos os dias que Gonçalo lhe trazia um belo pequeno almoço à cama. Uma bandeja com leite, sumo de laranja, duas torradas e uma tigela de cereais de chocolate.
Chibiusa: Woow! Dormi tão bem hoje. – Diz ela enquanto se encosta para trás na almofada.
Diana: Lady Usagi vejo que já acordo! – Exclama enquanto esboça um sorriso.
“Lady Usagi”, essas palavras fizeram vir à memória de Chibiusa a noite passada. A noite em que oficialmente passou a ser uma verdadeira “Lady”, uma senhora e a legítima herdeira do trono da Lua Nova e da Terra do Futuro.
Chibiusa: Lady Usagi… isso soa tão bem! Já não sou mais a Pequena Usagi agora! Que bom!!!
Gonçalo: Mas não deves estar a pensar que eu vou deixar de chamar Chibiusa pois não?!
Chibiusa: Por acaso…
Gonçalo (rindo): Hihihi! Chibiusa és tu e mais ninguém! És e serás sempre a minha pequenina.
Chibiusa consentiu. Na verdade, sentiu uma sensação de dejavu. Pois quando apareceu pela primeira vez, foi Gonçalo que a convenceu a chamar-se Chibiusa e não Bunny.
Chibiusa: Creio que pode aqui no passado, pode ficar Chibiusa por mais algum tempo.
E assim se passou a manhã. Com paz, alegria e felicidade…até que a hora do almoço acabou e Chibiusa tinha que ir para as aulas da tarde.
Chibiusa: Bem, eu vou indo. Hoje vou ver se não chego atrasada! Mas… estou sensação que me esqueci de algo…
Diana: Deve ser só sensação, pois hoje é um dia especial! Tu não vais chegar tarde!
Gonçalo (rindo): Sim, é verdade. Mas se não te despachares este dia especial já não vai ser especial!
Chibiusa despede-se e começa a caminhar para o liceu.
Quando chegou, algoestranho se passava… estava tudo muito, muito… calmo. Maior parte das raparigas estavam tristes e algumas histéricas estavam mesmo a chorar com corpo e alma.
“Mas o que é que se passou aqui hoje… logo hoje que eu estou tão feliz” – Pensou ela enquanto se dirigia para Manuela para tentar saber mais algumas informações.
Manuela: Ah, estás aqui! Eu tenho uma boa notícia para ti!
Ao dizer a palavra “boa”, algumas raparigas que estavam perto começaram a chorar e a chama-la de insensível!
Chibiusa: Mas está toda a gente super triste! Porque é que para mim seria uma boa notícia?
Manuela: Bem…tens razão. Mas hoje tu vais ter paz…!
Manuela nem precisou de terminar, Chibiusa já tinha largado os seus livros que caíram direitinhos no chão. Ela estava aterrorizada! Era isso que ela se tinha esquecido! Ela tinha-se esquecido do Pedro. Como era possível ela esquecer-se de uma coisa tão importante! Tinham-lhe acabado de tirar o Hélios, se algo acontecesse ao Pedro ela nunca se perdoaria!
Manuela (lendo os olhos cheios de dor da amiga): Segues em frente, na terceira rua viras à direita, percorres a avenida toda, na rotunda cortas para onde diz hospital e estás lá! Quarto 514 já agora.
Manuela tinha lido os pensamentos de Chibiusa, e esta saíra disparada para lá. No caminho todo o tipo de coisas lhe passou pela cabeça! Desde o Inferno até ao Paraíso, do Passado até ao Futuro e muitas outras coisas.
Finalmente ela achou o quarto, mas ao entrar, ela caiu no chão de desespero! Grossas lágrimas começaram a escorrer pela sua cara. Ela sentia-se perdida e confusa. Em cima da cama, estava um corpo tapado com um enorme saco de plástico preto. Duas enfermeiras esperavam uma maca que entrou no segundo a seguir a Chibiusa.
Uma das enfermeiras diz:
-Para a morgue…
Ao ver Chibiusa num canto da sala, a outra se dirige para ela e diz:
-É familiar? Desculpe… nós fizemos tudo o que estava ao nosso alcance, mas os ferimentos eram muito graves e não conseguimos. Os meus sentimentos.
15ºCapitulo
Ao ver Chibiusa num canto da sala, a outra se dirige para ela e diz:
-É familiar? Desculpe… nós fizemos tudo o que estava ao nosso alcance, mas os ferimentos eram muito graves e não conseguimos. Os meus sentimentos.
Chibiusa não queria acreditar, dentro do seu peito existia algo que dizia que o Pedro estava vivo. Ela queria agarrar-se a essa pequena esperança, mas depois do que vira, não estava a conseguiu. Ela estava desesperada, ele não podia ter morrido por causa dela, não…não…não…
Chibiusa levanta-se para se ir embora, não podia, não conseguia aguentar. Ela queria ir para casa e adormecer, para que no dia seguinte acordasse e reparasse que tinha sido só um horrível pesadelo. Ela não estava a prestar atenção a nada à sua volta, estava na porta, sem saber se ficar ou se sair. Até que o silêncio foi interrompido por uma voz de uma terceira enfermeira.
Enfermeira: Desculpe, será que se podia desviar para eu poder passar com um paciente que acaba de chegar do banho?
Ela desviou-se mas não estava a raciocinar e foi embora. Quando ia a descer no elevador, finalmente percebeu. Aquela luzinha de esperança estava cada vez maior!
Chibiusa: Será que…PEDRO!
E ao mesmo tempo que diz isto, começa a carregar no botão do andar do quarto 514, carregou tantas vezes que aquilo quase se avariou. Ela nem esperou as portas se abrirem completamente, ela desata a correr para o quarto, e vê a sair a tal enfermeira.
Ela entra e olha para uma outra cama que se encontrava no quarto. Seu coração quase saltou da boca quando viu Pedro acordado, a olhar para a televisão e vivo!
Não se conseguiu conter e ela começa a correr com todas as forças até Pedro. Ao chegar perto dele, se lança e abraça-o com toda a força que tinha, como se o estivesse a segurar a vida, a convencer-se a si própria que não tinha morrido e que estava ali, só para ela.
Depois deste forte abraço, ela afasta-se um bocado e olha-o olhos nos olhos. Mas ele só diz.
Pedro: E tu, quem és?
Ao ver Chibiusa num canto da sala, a outra se dirige para ela e diz:
-É familiar? Desculpe… nós fizemos tudo o que estava ao nosso alcance, mas os ferimentos eram muito graves e não conseguimos. Os meus sentimentos.
Chibiusa não queria acreditar, dentro do seu peito existia algo que dizia que o Pedro estava vivo. Ela queria agarrar-se a essa pequena esperança, mas depois do que vira, não estava a conseguiu. Ela estava desesperada, ele não podia ter morrido por causa dela, não…não…não…
Chibiusa levanta-se para se ir embora, não podia, não conseguia aguentar. Ela queria ir para casa e adormecer, para que no dia seguinte acordasse e reparasse que tinha sido só um horrível pesadelo. Ela não estava a prestar atenção a nada à sua volta, estava na porta, sem saber se ficar ou se sair. Até que o silêncio foi interrompido por uma voz de uma terceira enfermeira.
Enfermeira: Desculpe, será que se podia desviar para eu poder passar com um paciente que acaba de chegar do banho?
Ela desviou-se mas não estava a raciocinar e foi embora. Quando ia a descer no elevador, finalmente percebeu. Aquela luzinha de esperança estava cada vez maior!
Chibiusa: Será que…PEDRO!
E ao mesmo tempo que diz isto, começa a carregar no botão do andar do quarto 514, carregou tantas vezes que aquilo quase se avariou. Ela nem esperou as portas se abrirem completamente, ela desata a correr para o quarto, e vê a sair a tal enfermeira.
Ela entra e olha para uma outra cama que se encontrava no quarto. Seu coração quase saltou da boca quando viu Pedro acordado, a olhar para a televisão e vivo!
Não se conseguiu conter e ela começa a correr com todas as forças até Pedro. Ao chegar perto dele, se lança e abraça-o com toda a força que tinha, como se o estivesse a segurar a vida, a convencer-se a si própria que não tinha morrido e que estava ali, só para ela.
Depois deste forte abraço, ela afasta-se um bocado e olha-o olhos nos olhos. Mas ele só diz.
Pedro: E tu, quem és?
Tens de entrar para responderes neste tópico.


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Buaa... menos uma querida fan.
...
k boa ideia XDD
)
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