Os vossos Textos, Poemas, Letras, etc...
V-Dread escreveu:eu fiz questao de mandar uma mp ao Sammu antes de criar este topico para nao haver problemas e ele disse que podia criar o topico.. acho que nao deve haver problema na existencia deste topico entao.. nao sei..Bem... :
': Quando tu perguntaste ao Sammu, ele provavelmente não pôs problemas nenhuns porque desconhecia a existência do primeiro tópico (tal como tu, deduzo eu), mas acho que este é um tópico cujo assunto efectivamente já existe e por isso não faz sentido existir outro tópico com o mesmo objectivo. :
': A pessoa que criou o primeiro, inclusive deu alguns exemplos dos textos que seriam, passo a citar:
Malayka escreveu:Tipo, pensei queriar um tópico onde vocês posessem textos que fazem, de todo o tipo narrativos, poemas, diálogos, etc. cenas que vocês escreveram fora das fanfic's e isso. E se quiserem dizer o significado do texto, porque o fizeram, em que circunstancia foi, acho que pode ser uma boa maneira de desabafar, talvez vos solte mais, nao sei...Portanto, vou unir os 2 tópicos e mudar o título do primeiro.
V-Dread, entendo que desconhecesses a existência do outro tópico, pois de facto o título não contém o que tu exactamente querias, mas não faz mesmo sentido existirem 2 tópicos com o mesmo assunto. Espero que não leves a mal...
Regras sao regras 
E tambem de facto se ja ha um topico, nao faz sentido tar a por outro
Nao me importo de maneira nenhuma
e peço desculpa pelo inconveniente 

E tambem de facto se ja ha um topico, nao faz sentido tar a por outro

Nao me importo de maneira nenhuma
e peço desculpa pelo inconveniente 

Fic Os Deuses de Kiro - O Mal, A Bondade e a Verdade - 05.10.2008
"V-Dread.. with his New Angel"
*Beauty's On The Inside* '<3 Rock!!' ^^
Bem, este é dos menos violentos, mesmo assim vou por em spoiler, porque nunca se sabe... queria partilhar... por necessidade talvez.
Só escrevo sobre as coisas más que me acontecem e quase nunca sobre as boas... acho que serve como forma de descarregar tudo o que vai aqui dentro.
Delírios em Vantagem
By Manon - 23.01.08
Chuva que cai na varanda, e cai, cai e volta a cair
Construi paredes de tijolo, de pedra e betão
Mas por muitos que tentassem subir
Perdiam-se na imensidão
Folhos da inocência que desgastam o meu ser
Novata no prazer, sentimentos e emoções
Nem com fogo, ou raios e trovões
Vai parar de chover
Perdida, encontrada, sozinha desgastada
Havia aquela luz
Mas não fazias nada...
Porquê?
Porque eu sou medo...
Escrevo, escrevo e escrevo,
Mas não me lembra nada
Manhãs do meu começo
Morrem na alvorada
Transparente e perversa
As sombras da maldade
Que espirram em agonia
Toda a ansiedade
Traumas daqueles tempos
Tempos da vaidade
Que devoram a mais bela mente
E corrompem a verdade
Onde estás tu meu bel' amigo?
Para onde foste tu?
Promessas de ajuda
Mãos quentes de censura...
Estarias lá para mim?
E que te fiz eu então?
Saudades da alegria
Que fugiu da razão!
Escrever por escrever, não escrevia mais assim.
Mas o começo que levou ao fim
Deu-me para rir, de algo que não fiz
E que me acusam, sim...
Sim, é o começo da verdade,
Poder de uma derrota aceita com naturalidade
Amizade por amizade, que palavra mais cara
Que deitam fora como algo estragado
Pureza da manhã, sem aqueles dias quentes
Orvalho de nojeira
Promessas de algibeira
Como bocas sem dentes, dores dormentes
...e palavras cruzadas...
Porque vives ainda tu?
Porque desejo por ti,
O melhor daqueles melhores
A vida mais repleta
De magia e horrores
Porque o que é a vida sem eles
Malditos sejam então
Aqueles maus e horríveis
Apanha que é ladrão...
Ironias a parte, porque eu não gosto delas
Sinceridade não me falta para lembrar coisas belas
Cera das velas
Que arderam então...
Dedos no copo, ruptura do triste
O triste pensamento, as dores deslavadas
Pecadas por nadas, nenhuns e talvezes
Sem qualquer fundamento, sem ser por vezes...
A dor que senti...
E lá vem ele, rostos viram-se e penso...
Pois... é ele...
É apenas ele e ele eu olho
Sem qualquer tipo de ódio, mas olho...
És tu... não vás... adoro-te...
E ele foi...
Do loiro mais puro, morreste tu
Nem o meu braço comprido te pode salvar
Foste o buraco do meu desespero
A maldição do meu castelo
No meio de tanta dor por que estava a passar...
Foste-te embora como que para piorar...
Não te perdoarei...
Mas no meio de tanta mágoa... veio ele
Imponente lá partiu o meu coração
E como eu não me contento com pouco
Levei-me a destruição...
Nada que quebre o muro rachado
Vai deixar o sentimento deslavado
Conservo-o dentro, sim
Mas esperar não é para mim
Ser humano, é como tudo
Nascer, viver, morrer
Então se esperar é eterno
Porque não desfalecer
Sonhar acordada até desmaiar
Sorrisos sem dono para me desafiar
Não quero ficar sozinha outra vez...
O sorriso dela, aquele prazer
Salvar-me das dores é o seu afazer
Tirar-me do mal, proteger-me do ódio
Com enxofre, magnésio, lítio e sódio
Tu és passado, amizades sem preço
Quere-las de volta são rezas de terço
Pagã sem maldade, cara metade
Oh vil saudade...
Amor o que és tu, senão mágoas mundanas
Que fazem doer em águas profanas
Bem posso esperar sentada ou em pé
Não vou mais sofrer, se for o que é...
Um dia se esperares qualquer coisa de mim
Vem desiludir-te porque não estarei aqui
Talvez uma amizade dure para sempre
Mas mais do que isso é tão demente...
Esperar, esperar, esperar
Que coisa remota
Podem achar o que quiserem
Mas não sou idiota!
Amar por amar, mas vale morrer
Que coisa malfadada é vê-lo crescer
Saber que não existe nada a fazer
E ainda desejar... querer, amar mais sem saber
Sem esforço conseguir o que queremos ter
Leva os outros que amam a sofrer...
E tenho dito...
Neste meu escrito...
A minha alma encoberta
E o meu instinto
Quando o fim chega, mentira por pena
Que coisa mais terrena
Como se não fizesse mais do que chorar
Escrever, e rimar...
Sou mais forte agora, obrigado...
Estiveste lá ao meu lado
Fizeste-me rir, um riso mais verdadeiro que tenho dado.
E tu estás lá e tens-me aqui para ti
Apenas não esperes mais nada de mim...
Para vocês que me fazem rir e chorar…
Só escrevo sobre as coisas más que me acontecem e quase nunca sobre as boas... acho que serve como forma de descarregar tudo o que vai aqui dentro.
Spoiler
Delírios em Vantagem
By Manon - 23.01.08
Chuva que cai na varanda, e cai, cai e volta a cair
Construi paredes de tijolo, de pedra e betão
Mas por muitos que tentassem subir
Perdiam-se na imensidão
Folhos da inocência que desgastam o meu ser
Novata no prazer, sentimentos e emoções
Nem com fogo, ou raios e trovões
Vai parar de chover
Perdida, encontrada, sozinha desgastada
Havia aquela luz
Mas não fazias nada...
Porquê?
Porque eu sou medo...
Escrevo, escrevo e escrevo,
Mas não me lembra nada
Manhãs do meu começo
Morrem na alvorada
Transparente e perversa
As sombras da maldade
Que espirram em agonia
Toda a ansiedade
Traumas daqueles tempos
Tempos da vaidade
Que devoram a mais bela mente
E corrompem a verdade
Onde estás tu meu bel' amigo?
Para onde foste tu?
Promessas de ajuda
Mãos quentes de censura...
Estarias lá para mim?
E que te fiz eu então?
Saudades da alegria
Que fugiu da razão!
Escrever por escrever, não escrevia mais assim.
Mas o começo que levou ao fim
Deu-me para rir, de algo que não fiz
E que me acusam, sim...
Sim, é o começo da verdade,
Poder de uma derrota aceita com naturalidade
Amizade por amizade, que palavra mais cara
Que deitam fora como algo estragado
Pureza da manhã, sem aqueles dias quentes
Orvalho de nojeira
Promessas de algibeira
Como bocas sem dentes, dores dormentes
...e palavras cruzadas...
Porque vives ainda tu?
Porque desejo por ti,
O melhor daqueles melhores
A vida mais repleta
De magia e horrores
Porque o que é a vida sem eles
Malditos sejam então
Aqueles maus e horríveis
Apanha que é ladrão...
Ironias a parte, porque eu não gosto delas
Sinceridade não me falta para lembrar coisas belas
Cera das velas
Que arderam então...
Dedos no copo, ruptura do triste
O triste pensamento, as dores deslavadas
Pecadas por nadas, nenhuns e talvezes
Sem qualquer fundamento, sem ser por vezes...
A dor que senti...
E lá vem ele, rostos viram-se e penso...
Pois... é ele...
É apenas ele e ele eu olho
Sem qualquer tipo de ódio, mas olho...
És tu... não vás... adoro-te...
E ele foi...
Do loiro mais puro, morreste tu
Nem o meu braço comprido te pode salvar
Foste o buraco do meu desespero
A maldição do meu castelo
No meio de tanta dor por que estava a passar...
Foste-te embora como que para piorar...
Não te perdoarei...
Mas no meio de tanta mágoa... veio ele
Imponente lá partiu o meu coração
E como eu não me contento com pouco
Levei-me a destruição...
Nada que quebre o muro rachado
Vai deixar o sentimento deslavado
Conservo-o dentro, sim
Mas esperar não é para mim
Ser humano, é como tudo
Nascer, viver, morrer
Então se esperar é eterno
Porque não desfalecer
Sonhar acordada até desmaiar
Sorrisos sem dono para me desafiar
Não quero ficar sozinha outra vez...
O sorriso dela, aquele prazer
Salvar-me das dores é o seu afazer
Tirar-me do mal, proteger-me do ódio
Com enxofre, magnésio, lítio e sódio
Tu és passado, amizades sem preço
Quere-las de volta são rezas de terço
Pagã sem maldade, cara metade
Oh vil saudade...
Amor o que és tu, senão mágoas mundanas
Que fazem doer em águas profanas
Bem posso esperar sentada ou em pé
Não vou mais sofrer, se for o que é...
Um dia se esperares qualquer coisa de mim
Vem desiludir-te porque não estarei aqui
Talvez uma amizade dure para sempre
Mas mais do que isso é tão demente...
Esperar, esperar, esperar
Que coisa remota
Podem achar o que quiserem
Mas não sou idiota!
Amar por amar, mas vale morrer
Que coisa malfadada é vê-lo crescer
Saber que não existe nada a fazer
E ainda desejar... querer, amar mais sem saber
Sem esforço conseguir o que queremos ter
Leva os outros que amam a sofrer...
E tenho dito...
Neste meu escrito...
A minha alma encoberta
E o meu instinto
Quando o fim chega, mentira por pena
Que coisa mais terrena
Como se não fizesse mais do que chorar
Escrever, e rimar...
Sou mais forte agora, obrigado...
Estiveste lá ao meu lado
Fizeste-me rir, um riso mais verdadeiro que tenho dado.
E tu estás lá e tens-me aqui para ti
Apenas não esperes mais nada de mim...
Para vocês que me fazem rir e chorar…
.:Who could ever learn to Love a Beast:.

.Her Ghost in the Fog.

.Her Ghost in the Fog.
Manon, confesso que há muito que não via um poema tão longo e cujas palavras em tom de rima reflectissem tamanha imensidade pessoal. Talvez por lembranças comento o teu poema, se mo permitires.
Li o teu poema como se estivesse sentada junto duma janela durante uma tempestade. O ritmo muda, desenfreado para mais calmo, novamente mais rápido e, por fim, acalmando. E isso faz-me lembrar muita coisa. Acredito que disseste muito de ti e de situações muito pessoais que te aconteceram, porque é isso que vejo reflectido nas tuas palavras e rimas.
E isso faz-me lembrar tanto, tanto como quando escrevia com essa componente. Como se existisse um vulto negro que fosse parte de mim. Vê-se bastante bem através deste poema, escrito há já mais de três anos:E, penso, tanto tempo que passou. E tantas coisas que as tuas palavras me fizeram lembrar. Era só isso que queria dizer 
Ah, e gosto particularmente das mudanças que usas ao longo do poema. Talvez o tenhas escrito quase instantaneamente, daí a sensação reforçada...
Li o teu poema como se estivesse sentada junto duma janela durante uma tempestade. O ritmo muda, desenfreado para mais calmo, novamente mais rápido e, por fim, acalmando. E isso faz-me lembrar muita coisa. Acredito que disseste muito de ti e de situações muito pessoais que te aconteceram, porque é isso que vejo reflectido nas tuas palavras e rimas.
E isso faz-me lembrar tanto, tanto como quando escrevia com essa componente. Como se existisse um vulto negro que fosse parte de mim. Vê-se bastante bem através deste poema, escrito há já mais de três anos:
Spoiler
Ó fulgurante dor
Que para os teus braços me chamaste
E quão firmemente me abraçaste
No teu delicioso esplendor
E, Ó dor,
Porque tão friamente me despojaste
E com os teus lábios sedosos sugaste
A tristeza e o ódio sedutor?
Deixaste apenas o baço
Dos meus olhos a terna solidão
Porque sei que tudo o que faço
Será tudo feito em vão.
Que para os teus braços me chamaste
E quão firmemente me abraçaste
No teu delicioso esplendor
E, Ó dor,
Porque tão friamente me despojaste
E com os teus lábios sedosos sugaste
A tristeza e o ódio sedutor?
Deixaste apenas o baço
Dos meus olhos a terna solidão
Porque sei que tudo o que faço
Será tudo feito em vão.

Ah, e gosto particularmente das mudanças que usas ao longo do poema. Talvez o tenhas escrito quase instantaneamente, daí a sensação reforçada...
Obrigado Kaoru...
Eu quando escrevo, não penso no que estou a escrever, é quase como se não estivesse mais ali no meu corpo... depois quando acho que tenho que acabar, coloco o ponto final e releio...
A primeira coisa que me vem à cabeça é: "Fui mesmo eu que escrevi isto? Não pode ser..."
Mas é verdade, que fui... e orgulho-me disso.
O poema conta de forma subentendida acontecimentos da minha vida, que as pessoas para quem se dirige percebem logo à primeira... E este é um poema que tenciono continuar, porque ele relata a minha adolescencia desde o começo até ao presente.
Todas as coisas más que me aconteceram estão ali descritas.
A ultima parte era destinada a uma pessoa que amei... e já esqueci, mas voltei a amar outra pessoa... e as mesmas palavras podem-se aplicar também ao esquecimento que tenho agora dela.
Por isso é que agora olho e penso que o final do poema é intemporal, pode ser aplicado a vários casos, e por isso é que provavelmente este poema não vai ter fim... vou continuar a escreve-lo por ai a diante de acordo com as coisas que me forem acontecendo...
Quero que ele seja o meu eterno desabafo.
Obrigado pelas tuas palavras sentidas... percebi emoções ai e percebo o que sentes, porque muitas pessoas passaram por coisas parecidas comigo, ou dores parecidas, mesmo que a dor não seja comparavel... parece sempre que só nós é que sofremos e nunca os outros sofrem como nós.. .e quem mais diz que sofre é o que não sabe o que é sofrer, porque o verdadeiro sofredor é aquele que guarda tudo para si.
Eu guardo tudo nos meus poemas momentaneos...
Sim este poema foi escrito de imaginação espontanea no note pad, assim de repente... fui escrevendo e escrevendo, e escrevendo.
E percebo que também muitos, não vão compreender a mensagem total deste poema, porque é preciso desenvolver certas capacidades de entendimento que eu só ganhei por volta dos 18.
E, o teu poema é do mesmo género... estive a ler, e identifiquei-me bastante com ele, e com todas as coisas que escrevi.
Mas, este é mesmo o menos violento, porque eu tenho uns que hoje me custa ler, de tão violentos, e penso que não estava mesmo nada bem quando os escrevi, porque são de uma violencia fisica e psicologica que eu nem sei descrever bem.
Uma coisa engraçada também acerca dos meus poemas... é que a minha escrita em inglês é totalmente diferente da minha escrita em portugues...
Os meus poemas em portugues, são bastante mórbidos, sádicos e violentos, mas os meus poemas em ingles são totalmente épicos, pre rafaelitas, e romantistas.
Eis um exemplo...
The Love and the Ghost (09.12.07)
By Manon
"Time cannot tell less than the biggest farewell
Even if mornings shall attire
the purest of my desire,
Time would never come back to me...
You, sweet boy of ravishing dreams
In purest noir and ravening grin
Did time pass by in you, my fiend?
Or do you have a human hand?
Or are you someone I shall know
Is this some fate, Lord Time bestowed?
Or just a mirror illusioned in a wall
A mere image of a past folk
How can I love such an image reflected?
I see you there but barely stretched
Nothing I have can touch you
Nothing I possess is able to reach thou
And I look once more to this creation of Men!
That made my love so hard to bare!
Feels for a Ghost in memories past
Are something that last...
.forever."
In honour of you, my sweet ghost! I’ll wait for you…
Eu quando escrevo, não penso no que estou a escrever, é quase como se não estivesse mais ali no meu corpo... depois quando acho que tenho que acabar, coloco o ponto final e releio...
A primeira coisa que me vem à cabeça é: "Fui mesmo eu que escrevi isto? Não pode ser..."
Mas é verdade, que fui... e orgulho-me disso.
O poema conta de forma subentendida acontecimentos da minha vida, que as pessoas para quem se dirige percebem logo à primeira... E este é um poema que tenciono continuar, porque ele relata a minha adolescencia desde o começo até ao presente.
Todas as coisas más que me aconteceram estão ali descritas.
A ultima parte era destinada a uma pessoa que amei... e já esqueci, mas voltei a amar outra pessoa... e as mesmas palavras podem-se aplicar também ao esquecimento que tenho agora dela.
Por isso é que agora olho e penso que o final do poema é intemporal, pode ser aplicado a vários casos, e por isso é que provavelmente este poema não vai ter fim... vou continuar a escreve-lo por ai a diante de acordo com as coisas que me forem acontecendo...
Quero que ele seja o meu eterno desabafo.
Obrigado pelas tuas palavras sentidas... percebi emoções ai e percebo o que sentes, porque muitas pessoas passaram por coisas parecidas comigo, ou dores parecidas, mesmo que a dor não seja comparavel... parece sempre que só nós é que sofremos e nunca os outros sofrem como nós.. .e quem mais diz que sofre é o que não sabe o que é sofrer, porque o verdadeiro sofredor é aquele que guarda tudo para si.
Eu guardo tudo nos meus poemas momentaneos...
Sim este poema foi escrito de imaginação espontanea no note pad, assim de repente... fui escrevendo e escrevendo, e escrevendo.
E percebo que também muitos, não vão compreender a mensagem total deste poema, porque é preciso desenvolver certas capacidades de entendimento que eu só ganhei por volta dos 18.
E, o teu poema é do mesmo género... estive a ler, e identifiquei-me bastante com ele, e com todas as coisas que escrevi.
Mas, este é mesmo o menos violento, porque eu tenho uns que hoje me custa ler, de tão violentos, e penso que não estava mesmo nada bem quando os escrevi, porque são de uma violencia fisica e psicologica que eu nem sei descrever bem.
Uma coisa engraçada também acerca dos meus poemas... é que a minha escrita em inglês é totalmente diferente da minha escrita em portugues...
Os meus poemas em portugues, são bastante mórbidos, sádicos e violentos, mas os meus poemas em ingles são totalmente épicos, pre rafaelitas, e romantistas.
Eis um exemplo...
The Love and the Ghost (09.12.07)
By Manon
"Time cannot tell less than the biggest farewell
Even if mornings shall attire
the purest of my desire,
Time would never come back to me...
You, sweet boy of ravishing dreams
In purest noir and ravening grin
Did time pass by in you, my fiend?
Or do you have a human hand?
Or are you someone I shall know
Is this some fate, Lord Time bestowed?
Or just a mirror illusioned in a wall
A mere image of a past folk
How can I love such an image reflected?
I see you there but barely stretched
Nothing I have can touch you
Nothing I possess is able to reach thou
And I look once more to this creation of Men!
That made my love so hard to bare!
Feels for a Ghost in memories past
Are something that last...
.forever."
In honour of you, my sweet ghost! I’ll wait for you…
.:Who could ever learn to Love a Beast:.

.Her Ghost in the Fog.

.Her Ghost in the Fog.
Não precisas de agradecer, Manon, eu apenas disse o que senti, que era o mais indicado nesta situação, acho eu. O facto de teres um poema que é uma extensão de ti, uma forma de escreveres nele tudo o que te acontece, o teu desabafo é algo que compreendo e que acho fantástico.
As situações pelas quais ambas passaram foram diferentes, embora tenhamos ambas usado a escrita como forma de expressar o sentimento. Pareceu-me sentir mágoa nas tuas palavras, muito tendo em conta determinadas pessoas que passaram pela tua vida. No meu caso, foi uma busca pessoal. Sentia-me sozinha e via a meu lado uma figura eternamente presente. Eu acreditava que a dor, o sofrimento de que falas era uma componente real e necessária.
Gosto particularmente quando dizes que
embora, claro, espere que não tenhas de o fazer mais e que tudo corra bem agora
Adorei o poema que escreveste em inglês! Lembra-me imenso um cenário épico, como disseste, antigo e forte, como uma muralha, um cenário feito de verdes, colinas e nevoeiro. É a sensação que me fica e gosto mesmo muito.
As situações pelas quais ambas passaram foram diferentes, embora tenhamos ambas usado a escrita como forma de expressar o sentimento. Pareceu-me sentir mágoa nas tuas palavras, muito tendo em conta determinadas pessoas que passaram pela tua vida. No meu caso, foi uma busca pessoal. Sentia-me sozinha e via a meu lado uma figura eternamente presente. Eu acreditava que a dor, o sofrimento de que falas era uma componente real e necessária.
Gosto particularmente quando dizes que
Manon escreveu:Por isso é que agora olho e penso que o final do
poema é intemporal, pode ser aplicado a vários casos, e por isso é que
provavelmente este poema não vai ter fim... vou continuar a escreve-lo
por ai a diante de acordo com as coisas que me forem acontecendo...
embora, claro, espere que não tenhas de o fazer mais e que tudo corra bem agora

Adorei o poema que escreveste em inglês! Lembra-me imenso um cenário épico, como disseste, antigo e forte, como uma muralha, um cenário feito de verdes, colinas e nevoeiro. É a sensação que me fica e gosto mesmo muito.
Esta gente tem tanto jeito para as palavras...
Bem, eu confesso ter um caderninho com uma colecçãozita de poemas meus, escritos entre... os meus 13 e os meus 17 anitos :X
Agora quando tento escrever algo nunca consigo tão bem XD
É estranho mas quando era + nova escrevia mais facilmente..
Principalmente em jeito de poesia...
Agora sou capaz de escrever, sim, mas mais em prosa...
Outra coisa que reparei foi acho que a Manon que mencionou que os poemas eram mais quando algo de mau se passava que ela os escrevia...
Bem, praticamente todos os poemas que escrevo, vieram em momentos em que eu não andava propriamente feliz da vida e era então uma forma de "descarregar"
Parece que as palavras conseguem ser uma forma de consolo
'
Bem.. em relação aos meus textitos...
Não têm a qualidade dos vossos... :X
Não têm o nível de português dos vossos...
Praticamente todos eles vão ao encontro das paixões/desilusões adolescentes engraçadotas pelas quais a maioria de nós passa...
Ou seja, são clichés xD
Mas tenho um que fala mais sobre desilusão no geral, quando todo um grupo de amigos meus virou as costas, tendo só ficado com uma ou duas pessoas do meu lado... :X
Gosto muito deste poema apesar de simples e sem esse português todo bonito que vocês têm, e algumas partes sem rimar, porque transmite muito bem tudo aquilo que eu sinto no verão (de frisar que o Verão para mim, é a melhor época do ano porque passo as férias quase todas num sitio onde me sinto verdadeiramente... livre... e viva... Por isso que o verão significa tanto para mim)...
E pronto, chega de lengas lengas, vou deixá-lo aqui então
Repito: é um textito bastante pobre em relação aos mostrados aqui pela maioria
'
Verão
Verão...
Quanto ansiava pela tua chegada,
Aguardava impaciente essa tua alvorada.
Esses teus dias de sol e praia,
Água azul e areia molhada...
Esse cheiro húmido do ar,
Esse sabor salgado a mar...
Ah, o Verão!
Doces momentos de paixão.
As cores da amizade, do amor...
Tudo é belo nesta estação.
Tudo é mágico, intenso, vivido,
Tudo, até ao último suspiro.
Ah, Verão!
Porque te deixaste ir assim,
Tão ingrato!?
Porque não me impediste de sofrer, a mim,
Que sempre tanto te amei, venerei, esperei?
Eu continuo aqui, todavia, expectante...
Aguardo novamente a tua chegada
E impaciento-me com o tardar de tua nova alvorada...
Joana I. S. Nunes, 08-06-2005
Nada de especial, como avisei... Mas eu gosto mesmo muito dele... Como disse, tem um significado muito grande para mim =) É o único poema, de todos que um dia escrevi, com o qual ainda me identifico... Todos os outros fico surpreendida por os ter escrito
'
Bem, eu confesso ter um caderninho com uma colecçãozita de poemas meus, escritos entre... os meus 13 e os meus 17 anitos :X
Agora quando tento escrever algo nunca consigo tão bem XD
É estranho mas quando era + nova escrevia mais facilmente..
Principalmente em jeito de poesia...
Agora sou capaz de escrever, sim, mas mais em prosa...
Outra coisa que reparei foi acho que a Manon que mencionou que os poemas eram mais quando algo de mau se passava que ela os escrevia...
Bem, praticamente todos os poemas que escrevo, vieram em momentos em que eu não andava propriamente feliz da vida e era então uma forma de "descarregar"
Parece que as palavras conseguem ser uma forma de consolo
'Bem.. em relação aos meus textitos...
Não têm a qualidade dos vossos... :X
Não têm o nível de português dos vossos...
Praticamente todos eles vão ao encontro das paixões/desilusões adolescentes engraçadotas pelas quais a maioria de nós passa...
Ou seja, são clichés xD
Mas tenho um que fala mais sobre desilusão no geral, quando todo um grupo de amigos meus virou as costas, tendo só ficado com uma ou duas pessoas do meu lado... :X
Gosto muito deste poema apesar de simples e sem esse português todo bonito que vocês têm, e algumas partes sem rimar, porque transmite muito bem tudo aquilo que eu sinto no verão (de frisar que o Verão para mim, é a melhor época do ano porque passo as férias quase todas num sitio onde me sinto verdadeiramente... livre... e viva... Por isso que o verão significa tanto para mim)...
E pronto, chega de lengas lengas, vou deixá-lo aqui então

Repito: é um textito bastante pobre em relação aos mostrados aqui pela maioria
'Spoiler
Verão
Verão...
Quanto ansiava pela tua chegada,
Aguardava impaciente essa tua alvorada.
Esses teus dias de sol e praia,
Água azul e areia molhada...
Esse cheiro húmido do ar,
Esse sabor salgado a mar...
Ah, o Verão!
Doces momentos de paixão.
As cores da amizade, do amor...
Tudo é belo nesta estação.
Tudo é mágico, intenso, vivido,
Tudo, até ao último suspiro.
Ah, Verão!
Porque te deixaste ir assim,
Tão ingrato!?
Porque não me impediste de sofrer, a mim,
Que sempre tanto te amei, venerei, esperei?
Eu continuo aqui, todavia, expectante...
Aguardo novamente a tua chegada
E impaciento-me com o tardar de tua nova alvorada...
Joana I. S. Nunes, 08-06-2005
'Sailor S, eu falo por mim, porque para mim escrever é tão especial. Escrever, para mim, é algo que vem do nosso interior, como um prolongamento de nós próprios. Existem pessoas que encontram esse prolongamento na música, outras na dança, outras em pequenos trabalhos, outras em ouvir os outros... Pequenas coisas que todos temos e onde nos encontramos.
No meu caso, é escrever. Escrevi o meu primeiro poema há tanto tempo que, quando me recordo disso, acabo por sorrir. O meu primeiro poema foi sobre voar. Foi uma coisa tão simples e, ao mesmo tempo, tão grande. Ainda hoje vejo, naqueles riscos nada formais uma grandeza que, por vezes, me é tão difícil encontrar.
Não acho nada que o teu poema não seja especial. Se existe algo de ti ali, como tu disseste que há (e como eu acredito que exista e veja), então esse poema é especial. Falando mais em termos de escrita formal, está muito bem escrito. Mas está sobretudo bem escrito no sentido que consegues passar algum sentimento a alguém. Porque, para mim, essa é a verdadeira essência da escrita ou de qualquer outra coisa que gostemos de fazer. Quando colocamos tudo de nós nessas palavras/notas/gestos, quando colocamos cada pedaço de nós e esse mesmo pedaço, essas mesmas palavras/notas/gestos tocam em alguém. Mais do que algo bem escrito, mais do que algo bem tocado, mais do que tudo está o sentimento nele existente.
Nota-se que essa fase da tua vida te marcou, e nota-se com as tuas palavras. Por isso, gostei muito do teu poema. Para mim, escrever poesia está muito longe de rimar. Muito longe, mesmo... Quando surge no nosso coração e rima, quando vem de dentro, é especial. Mas se for só a rima, de que serve? Quando existe e é verdadeiro, quando emana um sentimento, como neste teu poema, isso sim, é especial.
Gostei do facto de como te referes ao Verão. Para mim, todas as estações são importantes e cada uma provoca um sentimento enorme em mim. Se me lembrar do Verão, penso em tanta coisa... Como a minha atitude mudou em relação a ele. E é engraçado, pois também escrevi um dia um poema sobre ele. Vou colocá-lo para veres as diferenças que surgem nos dois e como cada um tem um significado grande, embora (e talvez) diferente para as duas:E, para mim, é esta a magia das palavras. É transmitir algo, se puder. E, se puder ser, a partilha também (:
No meu caso, é escrever. Escrevi o meu primeiro poema há tanto tempo que, quando me recordo disso, acabo por sorrir. O meu primeiro poema foi sobre voar. Foi uma coisa tão simples e, ao mesmo tempo, tão grande. Ainda hoje vejo, naqueles riscos nada formais uma grandeza que, por vezes, me é tão difícil encontrar.
Não acho nada que o teu poema não seja especial. Se existe algo de ti ali, como tu disseste que há (e como eu acredito que exista e veja), então esse poema é especial. Falando mais em termos de escrita formal, está muito bem escrito. Mas está sobretudo bem escrito no sentido que consegues passar algum sentimento a alguém. Porque, para mim, essa é a verdadeira essência da escrita ou de qualquer outra coisa que gostemos de fazer. Quando colocamos tudo de nós nessas palavras/notas/gestos, quando colocamos cada pedaço de nós e esse mesmo pedaço, essas mesmas palavras/notas/gestos tocam em alguém. Mais do que algo bem escrito, mais do que algo bem tocado, mais do que tudo está o sentimento nele existente.
Nota-se que essa fase da tua vida te marcou, e nota-se com as tuas palavras. Por isso, gostei muito do teu poema. Para mim, escrever poesia está muito longe de rimar. Muito longe, mesmo... Quando surge no nosso coração e rima, quando vem de dentro, é especial. Mas se for só a rima, de que serve? Quando existe e é verdadeiro, quando emana um sentimento, como neste teu poema, isso sim, é especial.
Gostei do facto de como te referes ao Verão. Para mim, todas as estações são importantes e cada uma provoca um sentimento enorme em mim. Se me lembrar do Verão, penso em tanta coisa... Como a minha atitude mudou em relação a ele. E é engraçado, pois também escrevi um dia um poema sobre ele. Vou colocá-lo para veres as diferenças que surgem nos dois e como cada um tem um significado grande, embora (e talvez) diferente para as duas:
Spoiler
Cheira a trovoada,
O Verão,
Com pegadas apagadas
E tinta na mão,
Juntos traçamos
Cenários que guardamos
Na memória do coração,
Com canções embaladas
Que irão
Acompanhar-nos nesta estrada.
Junho de 06
O Verão,
Com pegadas apagadas
E tinta na mão,
Juntos traçamos
Cenários que guardamos
Na memória do coração,
Com canções embaladas
Que irão
Acompanhar-nos nesta estrada.
Junho de 06
Epá, eu vinha falar, mas a Kaoru praticamente disse tudo o que eu penso ..
Há pessoas cá do Fórum que sabem que gosto de escrever.. e pronto.
Eu digo, eu não tenho jeito nenhum pra Poemas com Rimas. Nesse contexto só sei fazer coisas cómicas.
Porque para mim, escrever um texto é uma coisa minha. É depositar lá sentimentos, coisas que marcam, coisas vividas. E se for algo que rime pra mim, já não sai somente do Coração, mas sim também da cabeça. E eu pra mim isso não dá. Sempre que escrevo, sim porque eu escrevo à mão, e ao passar pro Computador, há sempre coisas que mudo, apenas para soar bem. Mas o sentimento que pus nele, permanece lá, a sua essência continua lá.
Eu se não puser algo de mim no texto, não consigo gostar dele. Por exemplo, há uns dias tive que fazer um texto com Provérbio, e lá consegui fazer, mas, para mim, foi o pior texto que já escrevi, porque, talvez, pouco de mim lá pus. Foi mais algo "geral" e não tão particular. Não foram experiências minhas, foram experiências que várias pessoas passaram e eu não ( Racismo, Diferença de Religião, Estatutos sociais diferentes.. ). Eu tambem sou um pouco como a Manon, eu há alguns textos, que depois de escrever, volto a ler e digo ' Fui eu mesmo? Epá tá um pouco piroso ', mas pronto
Já agora ponho aqui um textinho que ainda tá fresco
mas pronto :
Se um dia se tornasse meras horas..
Se as horas não passassem de minutos..
Se tudo isso, fosse marcado como um momento...
Algo que o coração possa sentir, bater.
A Saudade, que nos enchesse de um sentimento tão grandioso, que pudessemos dizer "Quero-te".
Olhar nos olhos, conseguir ver realmente a essência, podermo-nos envolver nela..
A cegueira do coração que nos mata, corrompe por dentro, mas que ao mesmo tempo nos sabe tão bem...
Como se deixassemos o mundo para trás para beijarmos as estrelas..
Sentirmos o vento, a rodopiar no coração, sentindo-o, mostrando que é realmente importante..
A Luz que nos mostra o caminho, pisando o fogo, queimando-nos a nós próprios, a real dor aparece..
A água.. sentirmos a sua frescura a apoderar-se do corpo, apercebemo-nos que afinal não dependemos assim tanto do coração, mas sim do Sentimento.
E isto tudo não passa do quê? Cegueira.Agora falando ao particular...
Manon , gostei bastante dos dois poemas que aí puseste =) Acho que essa "ideia" ou conforto, não sei, que tiveste de ir sempre acrescentando experiências tuas e coisas que sentiste, é , sei lá.. respeitável. Mesmo.
Kaoru , és a prova que de pequenas coisas saem muitas =) . Os poemas são pequenos, mas percebesse tanto neles.. E gostei especialmente do último .. Misturaste tantas sensações, que epá.. saiu tão bem, não sei explicar..
Szinha meu amor <3, o texto tá tão bonito =) . Transmitiste tão bem o Verão e a ideia, de uma forma tão bonita :X
E é tal como a *Kaoru disse, o que interessa é o sentimento que depositamos. É diferente um texto que escrevemos que não tenha significado nennhum pra nós, com um que tem mesmo significado .. Eu próprio não uso palavras muito "caras", uso vocabulário simples.
E não somos nenhuns professores de Português, que a que nos interessa é o vocabulário. O que nos interessa, e isso sim, é o sentimento.
Há pessoas cá do Fórum que sabem que gosto de escrever.. e pronto.
Eu digo, eu não tenho jeito nenhum pra Poemas com Rimas. Nesse contexto só sei fazer coisas cómicas.
Porque para mim, escrever um texto é uma coisa minha. É depositar lá sentimentos, coisas que marcam, coisas vividas. E se for algo que rime pra mim, já não sai somente do Coração, mas sim também da cabeça. E eu pra mim isso não dá. Sempre que escrevo, sim porque eu escrevo à mão, e ao passar pro Computador, há sempre coisas que mudo, apenas para soar bem. Mas o sentimento que pus nele, permanece lá, a sua essência continua lá.
Eu se não puser algo de mim no texto, não consigo gostar dele. Por exemplo, há uns dias tive que fazer um texto com Provérbio, e lá consegui fazer, mas, para mim, foi o pior texto que já escrevi, porque, talvez, pouco de mim lá pus. Foi mais algo "geral" e não tão particular. Não foram experiências minhas, foram experiências que várias pessoas passaram e eu não ( Racismo, Diferença de Religião, Estatutos sociais diferentes.. ). Eu tambem sou um pouco como a Manon, eu há alguns textos, que depois de escrever, volto a ler e digo ' Fui eu mesmo? Epá tá um pouco piroso ', mas pronto

Já agora ponho aqui um textinho que ainda tá fresco
mas pronto :Spoiler
Se um dia se tornasse meras horas..
Se as horas não passassem de minutos..
Se tudo isso, fosse marcado como um momento...
Algo que o coração possa sentir, bater.
A Saudade, que nos enchesse de um sentimento tão grandioso, que pudessemos dizer "Quero-te".
Olhar nos olhos, conseguir ver realmente a essência, podermo-nos envolver nela..
A cegueira do coração que nos mata, corrompe por dentro, mas que ao mesmo tempo nos sabe tão bem...
Como se deixassemos o mundo para trás para beijarmos as estrelas..
Sentirmos o vento, a rodopiar no coração, sentindo-o, mostrando que é realmente importante..
A Luz que nos mostra o caminho, pisando o fogo, queimando-nos a nós próprios, a real dor aparece..
A água.. sentirmos a sua frescura a apoderar-se do corpo, apercebemo-nos que afinal não dependemos assim tanto do coração, mas sim do Sentimento.
E isto tudo não passa do quê? Cegueira.
Manon , gostei bastante dos dois poemas que aí puseste =) Acho que essa "ideia" ou conforto, não sei, que tiveste de ir sempre acrescentando experiências tuas e coisas que sentiste, é , sei lá.. respeitável. Mesmo.
Kaoru , és a prova que de pequenas coisas saem muitas =) . Os poemas são pequenos, mas percebesse tanto neles.. E gostei especialmente do último .. Misturaste tantas sensações, que epá.. saiu tão bem, não sei explicar..
Szinha meu amor <3, o texto tá tão bonito =) . Transmitiste tão bem o Verão e a ideia, de uma forma tão bonita :X
E é tal como a *Kaoru disse, o que interessa é o sentimento que depositamos. É diferente um texto que escrevemos que não tenha significado nennhum pra nós, com um que tem mesmo significado .. Eu próprio não uso palavras muito "caras", uso vocabulário simples.
E não somos nenhuns professores de Português, que a que nos interessa é o vocabulário. O que nos interessa, e isso sim, é o sentimento.
Vocês têm razão.. eu própria disse que escrevia relativamente a mim e ao que sentia... Mas é que li tudo o que vocês têm deixado e pronto...
O que eu escrevi sobre o que sentia parecia-me demasiado simplório...
Também talvez porque a maioria parece escrever em momentos mais "dramáticos" que os meus, não sei... Eu sinto que os meus sentimentos são demasiado clichés
E por isso aquilo que escrevi me parecia demasiado cliché, em relação ao que via outros escreverem...Rafa (leia-se Kohta) e tu bem sabes o quanto eu adoro ler as coisas que escreves... *-*
*Kaoru é estranho de facto ler um poema tão diferente com o mesmo tema... De facto não consigo sentir o mesmo ao ler o teu, que o que sintia quando escrevi, e sinto quando o releio, em relação ao meu... Mas tem a sensação de nostalgia em relação à estação e isso fica comum nos 2...
Mas talvez como tu própria disseste sentes-te ligada a cada estação, e eu só me sinto de facto + ligada aquela, por diversas razões, se note tanto a diferença de um poema para o outro...
Todas as pessoas que vi por aqui escreveram textos que reflectem, penso, um pouco de si...
Mas tnho de frisar que a Manon, a Kaoru e o Rafa escrevem de uma forma que parece que se entregam totalmente na escrita, e por isso talvez me cheguem mais ao coração...
Mas todos os textos que li neste tópico... gostei de ler...
*e espero que não levem a mal, mas alguns guardei para reler... Eu gosto de guardar aquilo que leio/ouço de outras pessoas e me toca
'*tive aqi a ver este tópico e tive a ler os poemas, e realmente temos pessoas aqi q têm msmo jeito para escrever, fico tda coisa por naun ter jeitinho nenhum pra isto
'
mas sobre alguns poemas tenho msmo algo a dzer,
os da Manon tavam msmo lindos *-*, aqele da chuva bastante longo, q ela disse ser um pouco violento eu acho q naun foi, talvez negativo e pessimista mas tinha msmo sentimentos fortes nas palavras dela *-* e o facto dela usar a chuva, algo q eu simplesmente consigo imaginar com tanta clareza só o tornou mais real, e as emoções expressas nele têm intensidades taun diferentes.
E dpois o q ela tem em inglês, é msmo épico como elamsma referiu e é taun diferente da escrita dela em português O.o
lindo na msma, mas tem algo msmo romântico e de certa maneira melodioso, soou.m taun bem, escreves msmo uau *-*
e o da Kaoruzinha *-* eu sempre soube q ela era uma escritora magnifica mas naun sbia q tbém era uma poeta *-*
o teu poema fez.m lembrar tanto um poema de Camões q por acaso é o unico q gosto xD qé aqele do "amor é fogo q qeima sem se ver" ou qq coisa assim parecida mas ao msmo tempo diferente.
mas de cada vez q penso q tinhas 15! O.o eras mais nova q eu sou agora e escrevias melhor do q eu alguma vez irei escrever.
Embora nunca tenha passado por emoções semelhantes, o poema tocou.m, e as emoções q transmite são taun reais e taun naun minhas O.o ta msmo lindo *-*
mas vcês usam ambas palavras q eu nunca uso nos meus textinhos O.o qdo escrevo nunca me passa pela cabeça palavras taun "caras" uso sempre um "palavreado" mto simples
''
por isso fiqei maravilhada qdo vi o poema da S, tinha um português "normal" xD mas tava lindo *-* taun msmo Verão *-* e naun percebo como é q conseguiste q ficasse taun ritmico, eu naun sei mas eu enqanto lia conseguia imaginar o som do mar, o sol a bater-me na cara.. tava diferente em linguagem dos outros mas tava igualmente lindo *-* eu gostei msmo mto *-*
tbém amei o texto do kohta as palavras q usou, e o sentido de cada frase e o facto de ser taun mas taun verdade o q o poema nos transmite é maravilhoso *-* e o facto de referir coisas como a Lua, as estrelas e a Saudade só faz com q goste mais dele *-*
talvez um dia faça um texto bonzito e o ponha aqi xD
'mas sobre alguns poemas tenho msmo algo a dzer,
os da Manon tavam msmo lindos *-*, aqele da chuva bastante longo, q ela disse ser um pouco violento eu acho q naun foi, talvez negativo e pessimista mas tinha msmo sentimentos fortes nas palavras dela *-* e o facto dela usar a chuva, algo q eu simplesmente consigo imaginar com tanta clareza só o tornou mais real, e as emoções expressas nele têm intensidades taun diferentes.
E dpois o q ela tem em inglês, é msmo épico como elamsma referiu e é taun diferente da escrita dela em português O.o
lindo na msma, mas tem algo msmo romântico e de certa maneira melodioso, soou.m taun bem, escreves msmo uau *-*
e o da Kaoruzinha *-* eu sempre soube q ela era uma escritora magnifica mas naun sbia q tbém era uma poeta *-*
o teu poema fez.m lembrar tanto um poema de Camões q por acaso é o unico q gosto xD qé aqele do "amor é fogo q qeima sem se ver" ou qq coisa assim parecida mas ao msmo tempo diferente.
mas de cada vez q penso q tinhas 15! O.o eras mais nova q eu sou agora e escrevias melhor do q eu alguma vez irei escrever.
Embora nunca tenha passado por emoções semelhantes, o poema tocou.m, e as emoções q transmite são taun reais e taun naun minhas O.o ta msmo lindo *-*
mas vcês usam ambas palavras q eu nunca uso nos meus textinhos O.o qdo escrevo nunca me passa pela cabeça palavras taun "caras" uso sempre um "palavreado" mto simples
''por isso fiqei maravilhada qdo vi o poema da S, tinha um português "normal" xD mas tava lindo *-* taun msmo Verão *-* e naun percebo como é q conseguiste q ficasse taun ritmico, eu naun sei mas eu enqanto lia conseguia imaginar o som do mar, o sol a bater-me na cara.. tava diferente em linguagem dos outros mas tava igualmente lindo *-* eu gostei msmo mto *-*
tbém amei o texto do kohta as palavras q usou, e o sentido de cada frase e o facto de ser taun mas taun verdade o q o poema nos transmite é maravilhoso *-* e o facto de referir coisas como a Lua, as estrelas e a Saudade só faz com q goste mais dele *-*
talvez um dia faça um texto bonzito e o ponha aqi xD
Estou um pouco sem tempo para escrever, mas queria deixar isto aqui de qualquer das formas.
Kohta, muito rapidamente, devo dizer que temos pontos em comum no que concerne a escrita. Também eu sou incapaz de escrever pelo computador, à excepção da fanfic que faço aqui e de alguns textos que uso como complemento às fotografias que tiro (ou será mais o contrário). É algo que ainda hoje não consigo contrariar.
O teu texto cria em mim um entendimento que, apesar de não se dirigir directamente ao assunto, é grande. E, depois de o reler, achei engraçado a semelhança desta minha fotografia e deste meu texto que, se me permitirem, vou colocar o link, porque só pode ser entendida em conjunto:E mesmo que o tema não seja exactamente igual, espero que gostes. Eu gostei imenso das tuas palavras, do modo como conjugaste tudo. E fiquei a pensar, algo que é tão importante
Sailor S, talvez seja pelo facto do poema que escrevi há tanto tempo atrás se referir a assuntos mesmo profundos e pessoais. Mas, no fundo, o que queria dizer com ele e que quero reforçar é que não existem sentimentos "clichés" e que não tens de sentir isso
Estou absolutamente certa que tudo o que sentes, cada momento, cada instante é único para ti. Porque é, assim como cada momento que vivo é único para mim. E, se pensarmos bem, quantos poemas, textos, canções, obras e feitos terão sido feitos a pensar num único sentimento, numa única emoção, num único estado de espírito, tempo, aconetcimento? Quantos não terão escrito grandes obras sobre o amor, ódio, críticas, quantos não terão feito um quadro fantástico sobre um filho e uma mãe, sobre a adolescência ou velhice, algo que nos calha a quase todos? Não sintas que existem sentimentos clichés, porque não existem. Existem diferentes olhos e diferentes perspecticas, e devemos dizê-las, não ter medo de que sejam levadas como tal. Por vezes, quem pensa assim, é quem mais único é
E digamos que, por vezes, as coisas mais simples e banais são as que formam as coisas mais bonitas. Como há dias ia na rua e, com o cheiro a fumo, me lembrei terrivelmente do Outono na minha terra, das mãos da minha avó. E quantas pessoas não terão já sentido isto, escrito ou feito algo sobre isto? Talvez muitas. Mas o efeito que provoca em mim é especial e único. E se ele fizer recordar a uma pessoa que está na China ou no Canadá as suas saudades de casa, então já terá valido a pena dizê-lo 
Gabi, não sou uma poeta, ora essa!
A poesia é, para mim, o coração e alma. Isso dos 15 anos tem uma explicação muito simples (mas ao mesmo tempo muito complicada). É que a partir de certa idade comecei a ver as coisas de outra forma... E isso reflectiu-se na escrita 
E, como bem disseste, de palavras simples podem nascer coisas muito bonitas. Não digas que não tens jeito! Ainda quero ver algo escrito por ti
Kohta, muito rapidamente, devo dizer que temos pontos em comum no que concerne a escrita. Também eu sou incapaz de escrever pelo computador, à excepção da fanfic que faço aqui e de alguns textos que uso como complemento às fotografias que tiro (ou será mais o contrário). É algo que ainda hoje não consigo contrariar.
O teu texto cria em mim um entendimento que, apesar de não se dirigir directamente ao assunto, é grande. E, depois de o reler, achei engraçado a semelhança desta minha fotografia e deste meu texto que, se me permitirem, vou colocar o link, porque só pode ser entendida em conjunto:E mesmo que o tema não seja exactamente igual, espero que gostes. Eu gostei imenso das tuas palavras, do modo como conjugaste tudo. E fiquei a pensar, algo que é tão importante

Sailor S, talvez seja pelo facto do poema que escrevi há tanto tempo atrás se referir a assuntos mesmo profundos e pessoais. Mas, no fundo, o que queria dizer com ele e que quero reforçar é que não existem sentimentos "clichés" e que não tens de sentir isso
Estou absolutamente certa que tudo o que sentes, cada momento, cada instante é único para ti. Porque é, assim como cada momento que vivo é único para mim. E, se pensarmos bem, quantos poemas, textos, canções, obras e feitos terão sido feitos a pensar num único sentimento, numa única emoção, num único estado de espírito, tempo, aconetcimento? Quantos não terão escrito grandes obras sobre o amor, ódio, críticas, quantos não terão feito um quadro fantástico sobre um filho e uma mãe, sobre a adolescência ou velhice, algo que nos calha a quase todos? Não sintas que existem sentimentos clichés, porque não existem. Existem diferentes olhos e diferentes perspecticas, e devemos dizê-las, não ter medo de que sejam levadas como tal. Por vezes, quem pensa assim, é quem mais único é
E digamos que, por vezes, as coisas mais simples e banais são as que formam as coisas mais bonitas. Como há dias ia na rua e, com o cheiro a fumo, me lembrei terrivelmente do Outono na minha terra, das mãos da minha avó. E quantas pessoas não terão já sentido isto, escrito ou feito algo sobre isto? Talvez muitas. Mas o efeito que provoca em mim é especial e único. E se ele fizer recordar a uma pessoa que está na China ou no Canadá as suas saudades de casa, então já terá valido a pena dizê-lo 
Gabi, não sou uma poeta, ora essa!
A poesia é, para mim, o coração e alma. Isso dos 15 anos tem uma explicação muito simples (mas ao mesmo tempo muito complicada). É que a partir de certa idade comecei a ver as coisas de outra forma... E isso reflectiu-se na escrita 
E, como bem disseste, de palavras simples podem nascer coisas muito bonitas. Não digas que não tens jeito! Ainda quero ver algo escrito por ti

ohh Kaoru *-* naun és poeta? ah pois naun, és uma multi talentosa *-* pus esse link mal o vi e se já sbia q tiravas fotos magnificas, entaun qdo vi a imagem lindissima com aqele texto q tanto diz msmo sendo taun peqenino *-* msmo és super talentada, o talento ta taun mal distribuido ;____; naun deixaram nda pra mim xD
mas a sério, tava msmo lindo e msmo por alto fala do msmo q o texto do Kohta e foi msmo taun profundo *-* ohh eu msmo idolatro.t *-*
EDIT: guardei a tua galeria pqe tive a dar uma vista de olhos e ai *-*tens trabalhos msmo pros ali *-*
talvez um dia qdo ganahr talento poste aqi algum texto, embora os meus textos só os escreva num caderno pqe naun gosto de escerever no computador xD mas talvez um dia
'
mas a sério, tava msmo lindo e msmo por alto fala do msmo q o texto do Kohta e foi msmo taun profundo *-* ohh eu msmo idolatro.t *-*
EDIT: guardei a tua galeria pqe tive a dar uma vista de olhos e ai *-*tens trabalhos msmo pros ali *-*
talvez um dia qdo ganahr talento poste aqi algum texto, embora os meus textos só os escreva num caderno pqe naun gosto de escerever no computador xD mas talvez um dia
'Princess Serenity *o* estou eternamente agredecida com tanto elogio...
Não sabes como me confortaram as tuas palavras T_T
É bom ser reconhecido por algo que fazemos.
Vá! Queremos ler coisas tuas xD
O facto de eu escrever totalmente diferente em ingles e em portugues é que, digamos que a realidade em que nasci, que foi a irlanda, é diferente do que vivi em Portugal, por isso as memórias de quando falava ingles e tudo o que vivi na irlanda, trouxe-me outra maneira de escrever, totalmente diferente, mais fools, fairies and kings, do que em portugues, mas violenta e mais real. A minha realidade portuguesa, que por ser mais longa, foi mais dolorosa.
S, é dos poemas mais simples e verdadeiros que tenho lido... e não é assim tao clichet como o fazes.
Quando falaste em poemas de adolescencia estava a prever uma coisa diferente.
Eu propria revi-me ai... em bastantes coisas, porque pronto, todos passamos por experiencias desse género.
Não é preciso ter arrebiques para ser um bom poema, basta que os sentimentos mandem.
Kohta... o teu texto... jasus, é também das coisas que mais verdades diz que tenho lido.
Revi-me totalmente ai, então a ultima palavra...Cegueira, dá ali uma entoação, tão forte a tudo o resto. Muito bom...mesmo a sério.
Eis mais um em inglês que escrevi para uma amiga minha...
Inside Rain
“Rain washes away all the pain
The pain that grieves through my veins
Of bare innocence and gain
Whatever it is, it's in vain...
Rain gathers around in little swirls
As the blood is being washed
From the wound that is opened, roams
To a far land of peace, crossed
Rain is the element of life
Coming down in endless night
The sound of lightning in row
That in the day will become a rainbow
Rain will you ever make me see
The lonesome of myself in me
That carries my innocence away
And took my love astray
Rain can you ever make me see
Whatever I longed to be
My heart in a stake for you to eat
The last edible of my thread
Oh lady will you come to me
Come, come and let me be
Someone I craved for so long
Is far away in deepest bond
But hope, and belief and things so pure
Will bring the one who carried the cure
For me, my soul and many things more
The ones the rain washed out the door.”
19.11.07
By Manon
E aqui um em português sobre um periodo da minha vida que toda a gente basicamente se fartou de mim, porque eu tinha uma depressão e chorava à minima coisa que me diziam... e quando ultrapassei isso, ficou a fama.
Não me esquecerei… Porque Existo…
By Manon
26.01.08
“Naquele dia desperto
Temores anteriores
Perigoso leito
De vertiginosas saudades e dores
Lavado em lágrimas de piedade
Chorava o desgostoso
Sem qualquer noção da verdade
Nem do seu nome vaidoso
Perdido, pelos males destruído
Destituído de amor, razão e esplendor
De valores esquecido
No seu eterno estupor
E lá vai ela, a bela, de modos delicados
Que anda erguida, sem medo de nada
O passado que não quer revelar
Máscara de cera não desvendada
Tenta andar quando cai, mesmo que doa
Passo por passo, centímetros em horas
Para mostrar que não existe o que fora outrora
Não resulta por mais que remoa
Então para sempre a fama, o tormento
De que fraca não se ergue
Que para sempre vai chorar
Das suas lágrimas regimento
Mas o que melhor a contenta
É saber que consigo está bem
Que mais nada a afugenta
Que não teme ninguém
Mas para sempre a vai perseguir
Os seus espíritos de forma vil
Como a pessoa, a amiga que mais ama
Cair na mesma fama
É normal com tal tendência
Para lágrimas derramar em vão
Que para sempre a ataquem então
Pela sua chorosa existência
Eu cresci, porém nada significa
Porque a mente pobre tudo crucifica
Como chagas de fogo invisível
Multicolor e combustível
E porque tentar mostrar o que não querem entender
É o mesmo que ensinar um cego a ver
Fico com os que acreditam em mim
E tornam tudo isto menos ruim.
Porque não vou ficar sozinha outra vez…
Tenho mais medo disso do que morrer
Entre morrer feliz e não viver…
Creio ser mais belo então viver para sempre
Nas mentes daqueles que se lembram de mim
E os que não crêem não escaparão
Infelizmente têm o meu perdão
Mas felizes para sempre não ficarão
E hão de se agarrar à minha mão
Porque eu sou o medo… mas tenho o dom do perdão…
Infelizmente as mágoas piores doem
Uma ferida latente sem cura
Que arde sem qualquer tipo de prova
Que a dor interior dura
Deverão pagar…
Mil dinheiros deste mundo mortal
Só os levarão ao lago infernal
Dos que viveram cegos por alguma coisa
E esqueceram-se de viver…
Não me esquecerei… porque existo…
Serei mais feliz que os que o dizem
Porque dizer não prova o que sentem
E eu sinto… e respiro…
Não ficarei sozinha outra vez…
Destino cruzado de água parada
Destituído de algo sentimental
Serei eu, a valorosa mortal
A eterna condenada…
Não sabes como me confortaram as tuas palavras T_T
É bom ser reconhecido por algo que fazemos.
Vá! Queremos ler coisas tuas xD
O facto de eu escrever totalmente diferente em ingles e em portugues é que, digamos que a realidade em que nasci, que foi a irlanda, é diferente do que vivi em Portugal, por isso as memórias de quando falava ingles e tudo o que vivi na irlanda, trouxe-me outra maneira de escrever, totalmente diferente, mais fools, fairies and kings, do que em portugues, mas violenta e mais real. A minha realidade portuguesa, que por ser mais longa, foi mais dolorosa.
S, é dos poemas mais simples e verdadeiros que tenho lido... e não é assim tao clichet como o fazes.
Quando falaste em poemas de adolescencia estava a prever uma coisa diferente.
Eu propria revi-me ai... em bastantes coisas, porque pronto, todos passamos por experiencias desse género.
Não é preciso ter arrebiques para ser um bom poema, basta que os sentimentos mandem.
Kohta... o teu texto... jasus, é também das coisas que mais verdades diz que tenho lido.
Revi-me totalmente ai, então a ultima palavra...Cegueira, dá ali uma entoação, tão forte a tudo o resto. Muito bom...mesmo a sério.
Eis mais um em inglês que escrevi para uma amiga minha...
Spoiler
Inside Rain
“Rain washes away all the pain
The pain that grieves through my veins
Of bare innocence and gain
Whatever it is, it's in vain...
Rain gathers around in little swirls
As the blood is being washed
From the wound that is opened, roams
To a far land of peace, crossed
Rain is the element of life
Coming down in endless night
The sound of lightning in row
That in the day will become a rainbow
Rain will you ever make me see
The lonesome of myself in me
That carries my innocence away
And took my love astray
Rain can you ever make me see
Whatever I longed to be
My heart in a stake for you to eat
The last edible of my thread
Oh lady will you come to me
Come, come and let me be
Someone I craved for so long
Is far away in deepest bond
But hope, and belief and things so pure
Will bring the one who carried the cure
For me, my soul and many things more
The ones the rain washed out the door.”
19.11.07
By Manon
Spoiler
Não me esquecerei… Porque Existo…
By Manon
26.01.08
“Naquele dia desperto
Temores anteriores
Perigoso leito
De vertiginosas saudades e dores
Lavado em lágrimas de piedade
Chorava o desgostoso
Sem qualquer noção da verdade
Nem do seu nome vaidoso
Perdido, pelos males destruído
Destituído de amor, razão e esplendor
De valores esquecido
No seu eterno estupor
E lá vai ela, a bela, de modos delicados
Que anda erguida, sem medo de nada
O passado que não quer revelar
Máscara de cera não desvendada
Tenta andar quando cai, mesmo que doa
Passo por passo, centímetros em horas
Para mostrar que não existe o que fora outrora
Não resulta por mais que remoa
Então para sempre a fama, o tormento
De que fraca não se ergue
Que para sempre vai chorar
Das suas lágrimas regimento
Mas o que melhor a contenta
É saber que consigo está bem
Que mais nada a afugenta
Que não teme ninguém
Mas para sempre a vai perseguir
Os seus espíritos de forma vil
Como a pessoa, a amiga que mais ama
Cair na mesma fama
É normal com tal tendência
Para lágrimas derramar em vão
Que para sempre a ataquem então
Pela sua chorosa existência
Eu cresci, porém nada significa
Porque a mente pobre tudo crucifica
Como chagas de fogo invisível
Multicolor e combustível
E porque tentar mostrar o que não querem entender
É o mesmo que ensinar um cego a ver
Fico com os que acreditam em mim
E tornam tudo isto menos ruim.
Porque não vou ficar sozinha outra vez…
Tenho mais medo disso do que morrer
Entre morrer feliz e não viver…
Creio ser mais belo então viver para sempre
Nas mentes daqueles que se lembram de mim
E os que não crêem não escaparão
Infelizmente têm o meu perdão
Mas felizes para sempre não ficarão
E hão de se agarrar à minha mão
Porque eu sou o medo… mas tenho o dom do perdão…
Infelizmente as mágoas piores doem
Uma ferida latente sem cura
Que arde sem qualquer tipo de prova
Que a dor interior dura
Deverão pagar…
Mil dinheiros deste mundo mortal
Só os levarão ao lago infernal
Dos que viveram cegos por alguma coisa
E esqueceram-se de viver…
Não me esquecerei… porque existo…
Serei mais feliz que os que o dizem
Porque dizer não prova o que sentem
E eu sinto… e respiro…
Não ficarei sozinha outra vez…
Destino cruzado de água parada
Destituído de algo sentimental
Serei eu, a valorosa mortal
A eterna condenada…
.:Who could ever learn to Love a Beast:.

.Her Ghost in the Fog.

.Her Ghost in the Fog.
Pôxa... ler este tópico todo deve ser um deleite para os olhos 
Confesso que até meus 17 anos escrevia muitas poesias de encher as agendas e adorava escrever contos... mas com certeza preferia as poesias, pois era ali e paft puft e tava feito. Escrevia também tirinhas e histórias em quadrinhos...
depois fui esquecendo disso aos poucos e fui retomar agora, faz uns 5 meses eu acho com a Moon Revenge (se bem que de vez em quando surge uma poesia, podendo ser sem rima ou não...). Enfim, o que me inspirava (e inspira) muito a escrever é a natureza humana e o ambiente... procuro sempre sentir gostos e cheiros... e daí vem as palavras fluindo na mente...
Ah, se os seres humanos dessem valor ao simples fato que podem voar através das palavras... não haveria fome de amor e a tristeza seria apenas uma passagem temporária.
Simplesmente amo escrever, pena que hoje em dia com tantas tecnologias, a escrita está cada vez mais suprimida... bem, um dia continua-se este papo... e mostro umas coisinhas que faço... (se bem que quando eu leio tudo traz-me uma saudade e nostalgia...
)

Confesso que até meus 17 anos escrevia muitas poesias de encher as agendas e adorava escrever contos... mas com certeza preferia as poesias, pois era ali e paft puft e tava feito. Escrevia também tirinhas e histórias em quadrinhos...
depois fui esquecendo disso aos poucos e fui retomar agora, faz uns 5 meses eu acho com a Moon Revenge (se bem que de vez em quando surge uma poesia, podendo ser sem rima ou não...). Enfim, o que me inspirava (e inspira) muito a escrever é a natureza humana e o ambiente... procuro sempre sentir gostos e cheiros... e daí vem as palavras fluindo na mente...Ah, se os seres humanos dessem valor ao simples fato que podem voar através das palavras... não haveria fome de amor e a tristeza seria apenas uma passagem temporária.
Simplesmente amo escrever, pena que hoje em dia com tantas tecnologias, a escrita está cada vez mais suprimida... bem, um dia continua-se este papo... e mostro umas coisinhas que faço... (se bem que quando eu leio tudo traz-me uma saudade e nostalgia...
)
Presente do Brancus- Visitem www.imagevisiondesign.com

Semi-ausente até março

Moon Revenge- exerto do volume 2 publicado 02/01
tem aqui uns textos mto bonitos 
aqui vai um poema que fiz na aula de filosofia:

aqui vai um poema que fiz na aula de filosofia:
Spoiler
Estarás sempre aqui
Estarás sempre aqui
no meu coração
Estarás dentro de mim
Como uma voz que completa a canção
Não importa o que dizem
isso não é verdade
o que nós tivemos
pertence á realidade
Apoiei-me em ti
e tu em mim
Agora estás tao distante
Parece que é o fim
Estarás sempre aqui
No meu coração
Estarás sempre no meu coração
o que nós tivemos
não foi em vão!
Estarás sempre aqui
no meu coração
Estarás dentro de mim
Como uma voz que completa a canção
Não importa o que dizem
isso não é verdade
o que nós tivemos
pertence á realidade
Apoiei-me em ti
e tu em mim
Agora estás tao distante
Parece que é o fim
Estarás sempre aqui
No meu coração
Estarás sempre no meu coração
o que nós tivemos
não foi em vão!
Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
Visitem a minha 1ª Fic ----->The Four elements

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
Visitem a minha 1ª Fic ----->The Four elements
Manon *-*
tenho de dzer q o facto de usares a chuva várias vezes nos teus poemas e de maneiras taun diferentes entre si é msmo maravilhosa *-*
e enqanto lia o teu poema em inglês imaginava como q fosse um "tomar duche" na casa de banho xD é tonto, mas tava msmo mto lindo *-* qem me dera q me fizessem poemas assim taun belos *-*
o teu poema em pt, tbém tava belo embora fossem sentimentos diferentes em cada um dos poemas.
o teu poema é msmo como se contasses um história, e tal como nos teus outros textos as emoções estão taun embrenhadas nas palavras q ao ler, somos trespassadas por tdas as emoções q expressas
E de certa maneira o sentimento de depressão, e também de solidão, estão taun verdadeiros.
estava msmo lindo *-*
Ana, (posso chamar.t assim naun posso?
')
os meus textos tbém são mais como os teus, qdo os escrevo, escrevo.os mas dpois qdo os releio vejo q são texto a alguém, referem.s sempre a uma pessoa e nota.s imenso qdo se le..
o teu poema parecia.m uma canção
enqanto o lia era como se ouvisse uma musica de fundo 
tava msmo qerido e de certa forma esperançoso
tava fofinho
chouzita.. qero ver algo teu um dia destes
tal como a tua escrita na fic é maravilhosa acredito q tbém tenhas bons poemas 
tenho de dzer q o facto de usares a chuva várias vezes nos teus poemas e de maneiras taun diferentes entre si é msmo maravilhosa *-*
e enqanto lia o teu poema em inglês imaginava como q fosse um "tomar duche" na casa de banho xD é tonto, mas tava msmo mto lindo *-* qem me dera q me fizessem poemas assim taun belos *-*
o teu poema em pt, tbém tava belo embora fossem sentimentos diferentes em cada um dos poemas.
o teu poema é msmo como se contasses um história, e tal como nos teus outros textos as emoções estão taun embrenhadas nas palavras q ao ler, somos trespassadas por tdas as emoções q expressas
E de certa maneira o sentimento de depressão, e também de solidão, estão taun verdadeiros.
estava msmo lindo *-*
Ana, (posso chamar.t assim naun posso?
') os meus textos tbém são mais como os teus, qdo os escrevo, escrevo.os mas dpois qdo os releio vejo q são texto a alguém, referem.s sempre a uma pessoa e nota.s imenso qdo se le..
o teu poema parecia.m uma canção
enqanto o lia era como se ouvisse uma musica de fundo 
tava msmo qerido e de certa forma esperançoso

tava fofinho

chouzita.. qero ver algo teu um dia destes
tal como a tua escrita na fic é maravilhosa acredito q tbém tenhas bons poemas 
Princess Serenity escreveu:
Ana, (posso chamar.t assim naun posso?')
os meus textos tbém são mais como os teus, qdo os escrevo, escrevo.os mas dpois qdo os releio vejo q são texto a alguém, referem.s sempre a uma pessoa e nota.s imenso qdo se le..
o teu poema parecia.m uma cançãoenqanto o lia era como se ouvisse uma musica de fundo
tava msmo qerido e de certa forma esperançoso
tava fofinho
claro que podes chamar

é.. por acaso tem uma musica de fundo... estava a pensar na musica "you'll be in my heart" e pus a frase em portugues e depois foi a inspiração...
mas nao o escrevo para ninguem.. simplesmente penso nas coisas... *mim é muito sonhadora o_o*
muito obrigada

Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
Visitem a minha 1ª Fic ----->The Four elements

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
Visitem a minha 1ª Fic ----->The Four elements
Princess Serenity escreveu:Manon *-*
tenho de dzer q o facto de usares a chuva várias vezes nos teus poemas e de maneiras taun diferentes entre si é msmo maravilhosa *-*
e enqanto lia o teu poema em inglês imaginava como q fosse um "tomar duche" na casa de banho xD é tonto, mas tava msmo mto lindo *-* qem me dera q me fizessem poemas assim taun belos *-*
o teu poema em pt, tbém tava belo embora fossem sentimentos diferentes em cada um dos poemas.
o teu poema é msmo como se contasses um história, e tal como nos teus outros textos as emoções estão taun embrenhadas nas palavras q ao ler, somos trespassadas por tdas as emoções q expressas
E de certa maneira o sentimento de depressão, e também de solidão, estão taun verdadeiros.
estava msmo lindo *-*
Bem, o primeiro poema como foi feito para uma amiga, falei sobre ela e o que lhe aconteceu, o segundo são os meus sentimentos, dai soar mais pessoal, e ter algo diferente do primeiro.
Por isso é que meti o em ingles, porque não foi escrito para mim, mas para outrem, para terem uma ideia da diversidade de estilos que vem à minha cabecinha estraviada xD
Fiquei muito orgulhosa e contente com as tuas palavras T_T
É tão bom poder partilhar estes poemas que são como um desabafo meu, já não sinto muitas destas coisas do meu passado, por isso é quase como partilhar uma memória de tempos que já lá vão, e fico contente que gostem

.:Who could ever learn to Love a Beast:.

.Her Ghost in the Fog.

.Her Ghost in the Fog.
Este tópico está fechado a novas respostas.




Reportar comentário
Escolhe o motivo da denúncia e acrescenta mais contexto se necessário.