Os vossos Textos, Poemas, Letras, etc...
Parabens a todos mesmo!! Quem me dera conseguir escrever poemas, eu escrevo mais em prosa XD Para os mais corajosos aqui deixo um dos meus textos, um grande desabafo que escrevi no meu flog a algum tempo atras... Aqui vai mesmo que ninguem leia =P
Why are we fighting for?
Olá a todos, hoje decidi falar de uma coisa que se passa à nossa volta, uma guerra grande e absurda. O mundo está à beira do colapso, já não há confiança em quase lado nenhum, as diferenças entre as pessoas e as suas opiniões estão mais evidenciadas que nunca! A inveja, o ciúme, as ambições do ser humano, etc, andam a corromper os corações de toda a gente e a pintar o nosso grandioso céu azul com tons escuros e de tristeza.
Mas para que serve esta luta? Para mostrar que somos mais fortes que outras pessoas? Que somos melhores? Que ganhámos e os outros perderam? Que somos superiores?
É inútil. A única coisa que estas guerras estúpidas irão trazer é sofrimento.
Lá porque somos todos diferentes não temos de provar nada a ninguém.
A nossa verdadeira força vem do coração e é isso que devemos seguir. Não importa de onde viemos ou para onde vamos, é o que fazemos do dom da vida que determina quem somos.
Nós não temos de lutar entre nós, claro que temos todos sonhos diferentes e maneiras de pensar diferentes mas também temos muito em comum.
Partilhamos a mesma Terra, o mesmo ar e o mesmo céu. Já lá dizia a celebre frase “Todos diferentes, todos iguais!”
Talvez se reparássemos no que temos em comum, em vez de repararmos só nas nossas diferenças…Quem sabe se não viveríamos mais felizes.
Infelizmente esta é uma batalha que ninguém vai vencer, todos vamos sair magoados por algum motivo. Esta guerra só vai trazer feridas no nosso coração que o tempo nunca conseguirá apagar por muitos anos que passem.
Por isso, alguém tem de se impor.
Alguém tem de dizer não e recusar-se a combater.
E é isto que estou a fazer neste post! Chega de guerras, chega de intrigas e veneno! Vamos todos deixar de sermos egoístas e pensar que existe algo mais para além de nós próprios! Em vez de deixarmos as nossas diferenças separar-nos porque não as deixamos unir-nos e completarmos!
Olhem para a vossa volta, reparem nas pequenas coisas da vida. Não é tão bom ouvir o canto de um pássaro ou o cantar da chuva a bater na janela, ver um arco-íris e admirar as suas sete cores, ver uma criança a sorrir e a brincar, ver uma joaninha a voar, sentir o carinho das pessoas que nos são queridas…
Dêem mais importância ao abraço de um amigo querido do que a uma vingança.
Se querem continuar a lutar, a fazer as pessoas chorar, a viver em mundos de ilusão ou até a destruírem os sonhos dos outros, continuem porque eu já me fartei!
É que se for para lutar que seja por um sonho! Agora lutar sem sentido isso para mim é de mais!
Vamos todos ser racionais, pôr as nossas diferenças de lado e ser felizes de uma vez por todas… Gostava tanto que as lágrimas a partir de agora fossem de alegria e não de tristeza e sofrimento. Já todos sofremos o bastante…Perdemos amigos queridos, perdemos a confiança de muita gente, perdemos tudo…
Para mim chega, se querem continuar com esta enorme fantochada continuem porque eu, Ana Filipa de Sousa Santos, estou a sair dela! Estou farta de ver as pessoas que adoro sofrer, farta de ver gente a odiar-me por motivos estúpidos, farta de tentar dar forças às pessoas quando nem sequer tenho forças para mim!
Agora se me permitem, vou lutar por um amanhã melhor, onde reina a esperança e o amor e não o ódio.
Why are we fighting for?
Olá a todos, hoje decidi falar de uma coisa que se passa à nossa volta, uma guerra grande e absurda. O mundo está à beira do colapso, já não há confiança em quase lado nenhum, as diferenças entre as pessoas e as suas opiniões estão mais evidenciadas que nunca! A inveja, o ciúme, as ambições do ser humano, etc, andam a corromper os corações de toda a gente e a pintar o nosso grandioso céu azul com tons escuros e de tristeza.
Mas para que serve esta luta? Para mostrar que somos mais fortes que outras pessoas? Que somos melhores? Que ganhámos e os outros perderam? Que somos superiores?
É inútil. A única coisa que estas guerras estúpidas irão trazer é sofrimento.
Lá porque somos todos diferentes não temos de provar nada a ninguém.
A nossa verdadeira força vem do coração e é isso que devemos seguir. Não importa de onde viemos ou para onde vamos, é o que fazemos do dom da vida que determina quem somos.
Nós não temos de lutar entre nós, claro que temos todos sonhos diferentes e maneiras de pensar diferentes mas também temos muito em comum.
Partilhamos a mesma Terra, o mesmo ar e o mesmo céu. Já lá dizia a celebre frase “Todos diferentes, todos iguais!”
Talvez se reparássemos no que temos em comum, em vez de repararmos só nas nossas diferenças…Quem sabe se não viveríamos mais felizes.
Infelizmente esta é uma batalha que ninguém vai vencer, todos vamos sair magoados por algum motivo. Esta guerra só vai trazer feridas no nosso coração que o tempo nunca conseguirá apagar por muitos anos que passem.
Por isso, alguém tem de se impor.
Alguém tem de dizer não e recusar-se a combater.
E é isto que estou a fazer neste post! Chega de guerras, chega de intrigas e veneno! Vamos todos deixar de sermos egoístas e pensar que existe algo mais para além de nós próprios! Em vez de deixarmos as nossas diferenças separar-nos porque não as deixamos unir-nos e completarmos!
Olhem para a vossa volta, reparem nas pequenas coisas da vida. Não é tão bom ouvir o canto de um pássaro ou o cantar da chuva a bater na janela, ver um arco-íris e admirar as suas sete cores, ver uma criança a sorrir e a brincar, ver uma joaninha a voar, sentir o carinho das pessoas que nos são queridas…
Dêem mais importância ao abraço de um amigo querido do que a uma vingança.
Se querem continuar a lutar, a fazer as pessoas chorar, a viver em mundos de ilusão ou até a destruírem os sonhos dos outros, continuem porque eu já me fartei!
É que se for para lutar que seja por um sonho! Agora lutar sem sentido isso para mim é de mais!
Vamos todos ser racionais, pôr as nossas diferenças de lado e ser felizes de uma vez por todas… Gostava tanto que as lágrimas a partir de agora fossem de alegria e não de tristeza e sofrimento. Já todos sofremos o bastante…Perdemos amigos queridos, perdemos a confiança de muita gente, perdemos tudo…
Para mim chega, se querem continuar com esta enorme fantochada continuem porque eu, Ana Filipa de Sousa Santos, estou a sair dela! Estou farta de ver as pessoas que adoro sofrer, farta de ver gente a odiar-me por motivos estúpidos, farta de tentar dar forças às pessoas quando nem sequer tenho forças para mim!
Agora se me permitem, vou lutar por um amanhã melhor, onde reina a esperança e o amor e não o ódio.

Um grande amor nunca morre...
Escrevi isto a bastante tempo, numa aula de filosofia, mas nem me lembro da data mas lembro-me do porquê.
Foram tempos maus e tristes da minha vida, quando fui vitima de muitas coisas más e eu própria fiz coisas más.
Não me tinha encontrado ainda e andava perdida à procura de amigos que me percebessem.
Ainda recebi alguns elogios para este texto do meu colega de carteira do lado.
Espero que gostem e que não achem demasiado deprimente.
Lacuna Coil - Um sonho de perdição
By Madalena Ramires
" Estou triste...
Uma dor na alma que não consigo explicar.
Uma mágoa interna que me corrói as entranhas com uma fome devoradora.
Não consigo contar aquilo que sinto. Um grito quer soltar-se do meu invólucro carnal.
Será que ninguém me pode abraçar e deixar-me chorar? Não neste lugar cheio de almas corrompidas que não sabem sentir e não choram como alguma vez me apeteceu chorar.
Este hediondo discurso a que estou sujeita neste momento só contribui para a minha depressão que se apodera dos meus sentidos, como a morte quando bate à porta alheia daqueles destinados a partir. E doi... doi muito sentir que vivo uma vida que vai terminar junto dos braços de um ser possuidor como a morte, que leva a nossa alma para longe daqueles que não queremos deixar. Para o lago espectral e disforme onde nadam todos aqueles que não sentem já. Como posso pensar assim? Apetece-me escrever estas coisas que contribuem para o meu ser. E para isso servem as folhas de papel quando ninguém nem sonha o que é sentir dor na alma e morrer por dentro. Anjo de asas quebradas, dama branca da perdição, consigo ver uma lá ao longe, a caminhar para o abismo, a anunciar a minha queda, o meu caminho do mal, sem salvação.
Seguir pela direita ou pela esquerda mudará o meu destino.
Pela direita vejo Raziel na montanha com uma tocha de luz crescente. Pela esquerda vejo Uriel com as suas asas negras caindo no abismo da dama branca. E quão belo é Uriel com a sua cara de anjo. O Anjo que amaldiçoou Caim, o meu senhor. Mas a luz de Raziel é divinal e calorosa. Mas será que eu quero calor? Ou o frio da gelada existência? Poderei viver no escuro, ignorar os mortais e recostar-me numa poltrona a ler livros de sábios?
Gostava que a vida fosse simples como isto. Agradeceria a Lillith pela minha existência, mas a solidão de uma vida mortal é pior do que viver para sempre. Poderia tentar mudar mas não tenho forças. Sigo assim o caminho de Uriel e choro perdida no abismo escuro. Não sinto necessidade de mais ninguém pois tenho a companhia da solidão, a minha melhor amiga. Ela gosta de deixar os homens tristes e desolados. A mim faz-me rir... Porque se choro terei um coro de almas sacramentais a perguntar que horrores vão na minha alma. E eu só quero ser deixada em paz. Sacerdotisa do meu ser eu sou, profeta do meu próprio destino, domadora de Quimeras com grandes olhos vermelhos. Tiro a mim própria as cartas que contam com a Torre, o Diabo e a Morte. Não me espanta, nem me assusta, apenas me faz rir, pois palavras novas não vejo, e não gosto de criar. Ao chegar à encruzilhada vejo uma estrada rodeada de flores e relva da mais verde e um caminho de neve floreado com rosas espinhosas e negras decoradas com gotas de orvalho. Um gato listrado no topo de uma árvore diz-me que a Rainha de Copas me persegue e eu duvido da minha própria sanidade, e lembro-me do que o furão me disse: "Alimenta a tua mente". Definitivamente já duvido de mim e sinto-me a cair na neve, perdida, com frio e sem saída.
Vergonha e repulsa fervilham nas minhas veias enquanto limpo nas minhas rendas brancas, as mãos cobertas do sangue de quem matei. Mas terei mesmo morto alguém? Vejo na minha mente um turbilhão de cores e caras que não se conjugam umas com as outras. Um fantasma lutando para se libertar do seu purgatório, e no seu cemitério vejo a amendoeira dar flor sabendo que o conseguiu.
Uma segunda estrela à direita mostrando uma terra do nunca, uma terra de sonhos e nadas. Talvez viva lá! E lute por um mal que nunca acaba...
Acordo, abano a cabeça e olho em volta. Todos me olham e volta à realidade mortal, mais assombrante que nunca e mais real. Todos os problemas voltam mas enfim, o que seria a vida se não fosse assim?"
---------------"----------------"-------------------
O titulo do poema tem o nome de uma banda de gothic metal, mas é o seu verdadeiro significado é Covil no Lago.
Existem várias referências à Biblia, principalmente nomes de anjos e ao episodio de abel, caim e Lillith.
Existem também referencias a Alice no País das Maravilhas, Fantasma de Canterville e Peter Pan.
Este é apenas um de muitos escritos meus, tenho imensos poemas, mas uma coisa de cada vez xD.
Sou uma maquina de produzir coisas escritas.
Foram tempos maus e tristes da minha vida, quando fui vitima de muitas coisas más e eu própria fiz coisas más.
Não me tinha encontrado ainda e andava perdida à procura de amigos que me percebessem.
Ainda recebi alguns elogios para este texto do meu colega de carteira do lado.
Espero que gostem e que não achem demasiado deprimente.
Lacuna Coil - Um sonho de perdição
By Madalena Ramires
" Estou triste...
Uma dor na alma que não consigo explicar.
Uma mágoa interna que me corrói as entranhas com uma fome devoradora.
Não consigo contar aquilo que sinto. Um grito quer soltar-se do meu invólucro carnal.
Será que ninguém me pode abraçar e deixar-me chorar? Não neste lugar cheio de almas corrompidas que não sabem sentir e não choram como alguma vez me apeteceu chorar.
Este hediondo discurso a que estou sujeita neste momento só contribui para a minha depressão que se apodera dos meus sentidos, como a morte quando bate à porta alheia daqueles destinados a partir. E doi... doi muito sentir que vivo uma vida que vai terminar junto dos braços de um ser possuidor como a morte, que leva a nossa alma para longe daqueles que não queremos deixar. Para o lago espectral e disforme onde nadam todos aqueles que não sentem já. Como posso pensar assim? Apetece-me escrever estas coisas que contribuem para o meu ser. E para isso servem as folhas de papel quando ninguém nem sonha o que é sentir dor na alma e morrer por dentro. Anjo de asas quebradas, dama branca da perdição, consigo ver uma lá ao longe, a caminhar para o abismo, a anunciar a minha queda, o meu caminho do mal, sem salvação.
Seguir pela direita ou pela esquerda mudará o meu destino.
Pela direita vejo Raziel na montanha com uma tocha de luz crescente. Pela esquerda vejo Uriel com as suas asas negras caindo no abismo da dama branca. E quão belo é Uriel com a sua cara de anjo. O Anjo que amaldiçoou Caim, o meu senhor. Mas a luz de Raziel é divinal e calorosa. Mas será que eu quero calor? Ou o frio da gelada existência? Poderei viver no escuro, ignorar os mortais e recostar-me numa poltrona a ler livros de sábios?
Gostava que a vida fosse simples como isto. Agradeceria a Lillith pela minha existência, mas a solidão de uma vida mortal é pior do que viver para sempre. Poderia tentar mudar mas não tenho forças. Sigo assim o caminho de Uriel e choro perdida no abismo escuro. Não sinto necessidade de mais ninguém pois tenho a companhia da solidão, a minha melhor amiga. Ela gosta de deixar os homens tristes e desolados. A mim faz-me rir... Porque se choro terei um coro de almas sacramentais a perguntar que horrores vão na minha alma. E eu só quero ser deixada em paz. Sacerdotisa do meu ser eu sou, profeta do meu próprio destino, domadora de Quimeras com grandes olhos vermelhos. Tiro a mim própria as cartas que contam com a Torre, o Diabo e a Morte. Não me espanta, nem me assusta, apenas me faz rir, pois palavras novas não vejo, e não gosto de criar. Ao chegar à encruzilhada vejo uma estrada rodeada de flores e relva da mais verde e um caminho de neve floreado com rosas espinhosas e negras decoradas com gotas de orvalho. Um gato listrado no topo de uma árvore diz-me que a Rainha de Copas me persegue e eu duvido da minha própria sanidade, e lembro-me do que o furão me disse: "Alimenta a tua mente". Definitivamente já duvido de mim e sinto-me a cair na neve, perdida, com frio e sem saída.
Vergonha e repulsa fervilham nas minhas veias enquanto limpo nas minhas rendas brancas, as mãos cobertas do sangue de quem matei. Mas terei mesmo morto alguém? Vejo na minha mente um turbilhão de cores e caras que não se conjugam umas com as outras. Um fantasma lutando para se libertar do seu purgatório, e no seu cemitério vejo a amendoeira dar flor sabendo que o conseguiu.
Uma segunda estrela à direita mostrando uma terra do nunca, uma terra de sonhos e nadas. Talvez viva lá! E lute por um mal que nunca acaba...
Acordo, abano a cabeça e olho em volta. Todos me olham e volta à realidade mortal, mais assombrante que nunca e mais real. Todos os problemas voltam mas enfim, o que seria a vida se não fosse assim?"
---------------"----------------"-------------------
O titulo do poema tem o nome de uma banda de gothic metal, mas é o seu verdadeiro significado é Covil no Lago.
Existem várias referências à Biblia, principalmente nomes de anjos e ao episodio de abel, caim e Lillith.
Existem também referencias a Alice no País das Maravilhas, Fantasma de Canterville e Peter Pan.
Este é apenas um de muitos escritos meus, tenho imensos poemas, mas uma coisa de cada vez xD.
Sou uma maquina de produzir coisas escritas.
.:Who could ever learn to Love a Beast:.

.Her Ghost in the Fog.

.Her Ghost in the Fog.
Este é um texto que fiz para a escola e decidi por aqi.
A Borboleta - By Makoto
Uma linda borboleta
Na minha mão pousou
Linda,linda ela era
Mas ninguém notou.
Descontente com isso,
A borboleta voo levantou.
E triste toda a gente ficou.
Vendo tal coisa, a borboleta voltou,
E os olhos das pessoas maravilhou.
Ficou tanto tempo com as pessoas
Que se fartou e decidiu partir.
" Para onde vou? " pensava ela.
Para aonde o destino decidir.
Comentem, comentem =)
Tenho de o mostrar amanhã, preciso de saber se tá giro
Cá está outra que tenho de mostrar também :
':
Sou o Limpa-Adjectivos.
Limpo aqueles adjectivos que já estão gastos de tanto usar.
O adjectivo "belo" chega muito cansado, pois é muitas bezes usado.
O adjectivo "má",é preguiçoso, e nunca trabalha.
Também á aqueles adjectivos que só são usados ás vezes.
O adjectivo "frio", só é usado no Inverno quando há muita neve.
O adjectivo "calor" só é usado no Verão, quando o tempo está muito quente.
O meu adjectivo preferido é "organizado"!
Se não o for, como poderei limpar todos os adjectivos?'
Comentem também!
Preciso mesmo de saber se está bom!
PS: A ideia do tema da borboleta foi minha (inspirei-me na capa do livro de LP), mas a o do Limpa- Adjectivos, foi da minha prof, que se isnpirou num texto do meu livro chamado "O Limpa-Palavras! "
A Borboleta - By Makoto
Uma linda borboleta
Na minha mão pousou
Linda,linda ela era
Mas ninguém notou.
Descontente com isso,
A borboleta voo levantou.
E triste toda a gente ficou.
Vendo tal coisa, a borboleta voltou,
E os olhos das pessoas maravilhou.
Ficou tanto tempo com as pessoas
Que se fartou e decidiu partir.
" Para onde vou? " pensava ela.
Para aonde o destino decidir.
Comentem, comentem =)
Tenho de o mostrar amanhã, preciso de saber se tá giro

Cá está outra que tenho de mostrar também :
': Sou o Limpa-Adjectivos.
Limpo aqueles adjectivos que já estão gastos de tanto usar.
O adjectivo "belo" chega muito cansado, pois é muitas bezes usado.
O adjectivo "má",é preguiçoso, e nunca trabalha.
Também á aqueles adjectivos que só são usados ás vezes.
O adjectivo "frio", só é usado no Inverno quando há muita neve.
O adjectivo "calor" só é usado no Verão, quando o tempo está muito quente.
O meu adjectivo preferido é "organizado"!
Se não o for, como poderei limpar todos os adjectivos?'
Comentem também!
Preciso mesmo de saber se está bom!
PS: A ideia do tema da borboleta foi minha (inspirei-me na capa do livro de LP), mas a o do Limpa- Adjectivos, foi da minha prof, que se isnpirou num texto do meu livro chamado "O Limpa-Palavras! "
Gostei principalmente do primeiro Makoto
(não sei se era a ideia que querias transmitir, mas pareceu-me que querias mostrar sob uma metáfora a ideia de que as pessoas só dão conta do que tem valor quando ele desaparece
) Mas olha que no segundo tens uns erritos de português (como o "á" sem "h" e o "bezes"), tens de rever antes de entregar... lol 
Mas se tinhas 5 acho que vais continuar a ter!
(não sei se era a ideia que querias transmitir, mas pareceu-me que querias mostrar sob uma metáfora a ideia de que as pessoas só dão conta do que tem valor quando ele desaparece
) Mas olha que no segundo tens uns erritos de português (como o "á" sem "h" e o "bezes"), tens de rever antes de entregar... lol 
Mas se tinhas 5 acho que vais continuar a ter!
Ayame escreveu:Gostei principalmente do primeiro Makoto(não sei se era a ideia que querias transmitir, mas pareceu-me que querias mostrar sob uma metáfora a ideia de que as pessoas só dão conta do que tem valor quando ele desaparece
) Mas olha que no segundo tens uns erritos de português (como o "á" sem "h" e o "bezes"), tens de rever antes de entregar... lol
Mas se tinhas 5 acho que vais continuar a ter!![]()
Ya, lol.
O "bezes", quando passei pa word, ficou com um traço vermelho, por isso já está corrigido

Desculpem o meu double-post de novo, mas é para agradecer á senhorita Ayame, que foi a unica que leu o meu poema e comentou. :
:
E também queria dizer-lhe que a professora gostou do meu poema, e hoje disse-me que ia por o meu poema e de um colega meu no jornal da escola
Mesmo que não tenham lido, obrigada a todos.
: E também queria dizer-lhe que a professora gostou do meu poema, e hoje disse-me que ia por o meu poema e de um colega meu no jornal da escola

Mesmo que não tenham lido, obrigada a todos.
Makoto escreveu:Desculpem o meu double-post de novo, mas é para agradecer á senhorita Ayame, que foi a unica que leu o meu poema e comentou. ::
E também queria dizer-lhe que a professora gostou do meu poema, e hoje disse-me que ia por o meu poema e de um colega meu no jornal da escola
Mesmo que não tenham lido, obrigada a todos.
Ainda bem que vai ser publicado no jornal da escola então! : D Fico contente por ti!
(e não leves a mal o pessoal não ter respondido - por exemplo eu também às vezes tenho janelas abertas com tópicos do fórum aos quais quero responder mas às vezes ou fecho-os sem querer ou acabo por ficar ocupada e fecho-os para ter mais espaço no ambiente de trabalho... lol
)
Parabéns Makoto 
Por acaso, tal como a Ayame, também gostei mais do primeiro!
Manon, nem tenho palavras, para ser sincera... lol.
Apenas um vago "escreves lindamente", mas existe mesmo muito mais para dizer além disto. Simplesmente não sei o que dizer ao certo... porque consigo captar sentimentos nesse texto que de certa forma se encontram em mim também...
Vou postar aqui 3.
"Carta que se escreve com o coração"
Não me olhes com esses olhos que me despem a alma e me adormecem o corpo. Não me olhes com esse coração cego que já me destruiu uma vez. Não me olhes como se eu fosse uma chama, agora apagada, que ardeu em tempos, em sítios escondidos e que amou no luar e no crepúsculo de todas aquelas noites vazias de ti… não me olhes como se esperasses ver em mim uma reflexão mutua de culpa e sofrimento… não me olhes como se quisesses fechar os olhos, não me olhes como se quisesses trancar o teu coração, não me olhes como se ansiasses remover dessa face obscura o sorriso que a ilumina. Não me olhes para me veres, nem me observes para tentares deixar de me ver. Não me olhes com os olhos do passado… não me olhes… simplesmente… porque, embora eu ainda olhe para ti, embora ainda te veja, o meu coração já não te reconhece, já não sabe quem és...
"Vivemos porque ninguém nos matou..."
Na maioria das vezes vivemos como se já estivéssemos mortos… de manhã levantamo-nos porque está estipulado que tem de ser assim, vamos para a escola, ou para o emprego, sem que tenhamos algum objectivo de facto ao fazê-lo. Todos esperam que o façamos… e muitas das coisas que fazemos, são realizadas em função dos outros, em função de pessoas que muitas vezes não participam directamente nas nossas vidas, no nosso dia – a – dia. Comemos e bebemos, caso contrário morreríamos literalmente. Rimo-nos de piadas que não têm graça… e que muitas vezes nem piadas são. Sempre que estamos em casa vemos televisão, ou um filme ou o telejornal, ou uma série em que morrem 20 pessoas por episódio, para assim nos tentarmos convencer que existe sempre alguém no mundo pior do que nós… e que por essa mesma razão, não devemos ter pena de nós próprios… até porque isso não nos fará chegar a lado nenhum. Nós, (e dirijo-me e essencialmente ás pessoas da minha idade), tentamos esconder o que realmente sentimos atrás de sorrisos falsos e frases feitas… que na realidade em nada nos auxiliam. Não contamos os nossos problemas a ninguém, para que não tenham pena de nós, não lutamos pela vida nem pelo verdadeiro significado de se estar vivo. Não conseguimos perdoar quem nos atingiu, assim como não sabemos pedir perdão àqueles outrora feridos por nós. Não ousamos contrariar as regras e as leis, lutando assim por aquilo em que acreditamos, porque mais ninguém o faz… e no nosso pais ser-se diferente, significa que não podemos ser aceites nesta sociedade… nascemos cá, mas não pertencemos cá. Não. Está na moda é sermos todos iguais… como se fossemos clones de uma única célula. E se temos o azar de escolher marcas de roupa menos conhecidas e não Zara ou Stradivárius ou Adidas, temos o nosso futuro social em perigo…. Saímos á rua, por sair, porque temos de o fazer, porque já estamos fartos de estar deitados no sofá em frente a um televisor que repete os mesmos programas, dias a fio, e deparamo-nos com pessoas semelhantes a palitos com duas pernas, que se dizem muito bem vestidas, que por fora estão cheias de brilhos e veludos e sedas… mas que por dentro estão vazias… pois tudo o que era puro e ingénuo, já foi há muito consumido… algures num passado, que, embora seja nosso, nos é na maioria das vezes desconhecido. E com esta vida tão atribulada de acontecimentos tão banais e de tão vulgares sentimentos… quando damos por nós, estamos mortos.
"Já não é amor, é lembrança..."
Hoje posso dizer que o destino foi justo por não nos ter unido. Hoje posso afirmar que a vida foi deveras simpática por não nos ter colocado a caminhar lado a lado, e sim frente a frente. Não como um soldado que volta da guerra ganhador, nem como um jogador de futebol que marcou um grande golo, eu sinto-me vencedora. Mais do que torná-lo indiferente aos meus olhos, tornei-o alheio ao meu coração. Mais do que esquecê-lo, lembro-o como um vulgar ser que cativou a minha atenção. Mais do que odiá-lo, agradeço-lhe (indirectamente) pelo facto de tanto me ter feito crescer e aprender…
Sinto-me feliz por nunca termos estado de facto juntos… jamais sentirei saudade, afinal, a saudade existe, não porque estamos longe, mas porque um dia já soubemos o que era estar perto… Apesar do meu corpo já ter permanecido perto do dele diversas vezes, parecíamos sempre seres estáticos, sem resto de vida ou de sentimento.

Por acaso, tal como a Ayame, também gostei mais do primeiro!
Manon, nem tenho palavras, para ser sincera... lol.
Apenas um vago "escreves lindamente", mas existe mesmo muito mais para dizer além disto. Simplesmente não sei o que dizer ao certo... porque consigo captar sentimentos nesse texto que de certa forma se encontram em mim também...
Vou postar aqui 3.
"Carta que se escreve com o coração"
Não me olhes com esses olhos que me despem a alma e me adormecem o corpo. Não me olhes com esse coração cego que já me destruiu uma vez. Não me olhes como se eu fosse uma chama, agora apagada, que ardeu em tempos, em sítios escondidos e que amou no luar e no crepúsculo de todas aquelas noites vazias de ti… não me olhes como se esperasses ver em mim uma reflexão mutua de culpa e sofrimento… não me olhes como se quisesses fechar os olhos, não me olhes como se quisesses trancar o teu coração, não me olhes como se ansiasses remover dessa face obscura o sorriso que a ilumina. Não me olhes para me veres, nem me observes para tentares deixar de me ver. Não me olhes com os olhos do passado… não me olhes… simplesmente… porque, embora eu ainda olhe para ti, embora ainda te veja, o meu coração já não te reconhece, já não sabe quem és...
"Vivemos porque ninguém nos matou..."
Na maioria das vezes vivemos como se já estivéssemos mortos… de manhã levantamo-nos porque está estipulado que tem de ser assim, vamos para a escola, ou para o emprego, sem que tenhamos algum objectivo de facto ao fazê-lo. Todos esperam que o façamos… e muitas das coisas que fazemos, são realizadas em função dos outros, em função de pessoas que muitas vezes não participam directamente nas nossas vidas, no nosso dia – a – dia. Comemos e bebemos, caso contrário morreríamos literalmente. Rimo-nos de piadas que não têm graça… e que muitas vezes nem piadas são. Sempre que estamos em casa vemos televisão, ou um filme ou o telejornal, ou uma série em que morrem 20 pessoas por episódio, para assim nos tentarmos convencer que existe sempre alguém no mundo pior do que nós… e que por essa mesma razão, não devemos ter pena de nós próprios… até porque isso não nos fará chegar a lado nenhum. Nós, (e dirijo-me e essencialmente ás pessoas da minha idade), tentamos esconder o que realmente sentimos atrás de sorrisos falsos e frases feitas… que na realidade em nada nos auxiliam. Não contamos os nossos problemas a ninguém, para que não tenham pena de nós, não lutamos pela vida nem pelo verdadeiro significado de se estar vivo. Não conseguimos perdoar quem nos atingiu, assim como não sabemos pedir perdão àqueles outrora feridos por nós. Não ousamos contrariar as regras e as leis, lutando assim por aquilo em que acreditamos, porque mais ninguém o faz… e no nosso pais ser-se diferente, significa que não podemos ser aceites nesta sociedade… nascemos cá, mas não pertencemos cá. Não. Está na moda é sermos todos iguais… como se fossemos clones de uma única célula. E se temos o azar de escolher marcas de roupa menos conhecidas e não Zara ou Stradivárius ou Adidas, temos o nosso futuro social em perigo…. Saímos á rua, por sair, porque temos de o fazer, porque já estamos fartos de estar deitados no sofá em frente a um televisor que repete os mesmos programas, dias a fio, e deparamo-nos com pessoas semelhantes a palitos com duas pernas, que se dizem muito bem vestidas, que por fora estão cheias de brilhos e veludos e sedas… mas que por dentro estão vazias… pois tudo o que era puro e ingénuo, já foi há muito consumido… algures num passado, que, embora seja nosso, nos é na maioria das vezes desconhecido. E com esta vida tão atribulada de acontecimentos tão banais e de tão vulgares sentimentos… quando damos por nós, estamos mortos.
"Já não é amor, é lembrança..."
Hoje posso dizer que o destino foi justo por não nos ter unido. Hoje posso afirmar que a vida foi deveras simpática por não nos ter colocado a caminhar lado a lado, e sim frente a frente. Não como um soldado que volta da guerra ganhador, nem como um jogador de futebol que marcou um grande golo, eu sinto-me vencedora. Mais do que torná-lo indiferente aos meus olhos, tornei-o alheio ao meu coração. Mais do que esquecê-lo, lembro-o como um vulgar ser que cativou a minha atenção. Mais do que odiá-lo, agradeço-lhe (indirectamente) pelo facto de tanto me ter feito crescer e aprender…
Sinto-me feliz por nunca termos estado de facto juntos… jamais sentirei saudade, afinal, a saudade existe, não porque estamos longe, mas porque um dia já soubemos o que era estar perto… Apesar do meu corpo já ter permanecido perto do dele diversas vezes, parecíamos sempre seres estáticos, sem resto de vida ou de sentimento.
Gostas de mistérios, dramas, romance, acção, emoções e muito mais?
Então clica ali em baixo:

FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
Então clica ali em baixo:

FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
Ayame escreveu:Makoto escreveu:Desculpem o meu double-post de novo, mas é para agradecer á senhorita Ayame, que foi a unica que leu o meu poema e comentou. ::
E também queria dizer-lhe que a professora gostou do meu poema, e hoje disse-me que ia por o meu poema e de um colega meu no jornal da escola
Mesmo que não tenham lido, obrigada a todos.
Ainda bem que vai ser publicado no jornal da escola então! : D Fico contente por ti!![]()
(e não leves a mal o pessoal não ter respondido - por exemplo eu também às vezes tenho janelas abertas com tópicos do fórum aos quais quero responder mas às vezes ou fecho-os sem querer ou acabo por ficar ocupada e fecho-os para ter mais espaço no ambiente de trabalho... lol)
Brigada Ayame! =)
Haruhi escreveu:Parabéns Makoto
Por acaso, tal como a Ayame, também gostei mais do primeiro!
Obrigada Haruhi!
Modéstia parte, só o meu é que devia ter ido, o do meu colega tava horrivel
(lol)Cá vai mais um, um bocado po feioso:
A vida é monótona
Olho lá para fora, e nada de especial acontece. Vejo coéu azul, o cantar dos pássaros, mas, nada acontecesse.
Só ouço falar em roubos, crimes, prisões, julgamentos e acidentes.
As pessoas não se apercebem que não somos gatos. Não se apercebem que não temos 7 vidas, que é só uma.
Vou para a escola, ouço matéria e mais matéria, escrevo sumários e vou para casa.
Faço os trabalhos, vou ver TV e um pouco depois vou lanchar.
Todos os dias sempre igual.
Não acontecem eventos, não acontece nada.
Desfiles de moda não faltam, mas aquelas "expedições" de ambiente raramente se fazem.
As pessoas não se apercebem que se estragarem o mundo cada vez vão morrer mais cedo..
Vão ter coisas que queriam fazer e não fizeram..
Acreditam na magia, mas não sabem preserva-la.
A vida é monótona? Sim, é. Mas apenas pelas coisas boas, porque noticias más, estou farta de ouvir.
Makoto escreveu:Este é um texto que fiz para a escola e decidi por aqi.
A Borboleta - By Makoto
Uma linda borboleta
Na minha mão pousou
Linda,linda ela era
Mas ninguém notou.
Descontente com isso,
A borboleta voo levantou.
E triste toda a gente ficou.
Vendo tal coisa, a borboleta voltou,
E os olhos das pessoas maravilhou.
Ficou tanto tempo com as pessoas
Que se fartou e decidiu partir.
" Para onde vou? " pensava ela.
Para aonde o destino decidir.
Comentem, comentem =)
Tenho de o mostrar amanhã, preciso de saber se tá giro
Cá está outra que tenho de mostrar também :':
Sou o Limpa-Adjectivos.
Limpo aqueles adjectivos que já estão gastos de tanto usar.
O adjectivo "belo" chega muito cansado, pois é muitas bezes usado.
O adjectivo "má",é preguiçoso, e nunca trabalha.
Também á aqueles adjectivos que só são usados ás vezes.
O adjectivo "frio", só é usado no Inverno quando há muita neve.
O adjectivo "calor" só é usado no Verão, quando o tempo está muito quente.
O meu adjectivo preferido é "organizado"!
Se não o for, como poderei limpar todos os adjectivos?'
Comentem também!
Preciso mesmo de saber se está bom!
PS: A ideia do tema da borboleta foi minha (inspirei-me na capa do livro de LP), mas a o do Limpa- Adjectivos, foi da minha prof, que se isnpirou num texto do meu livro chamado "O Limpa-Palavras! "
Makoto tens imenso jeito.
Eu acho que so com muito esforço mesmo e que conseguiria fazer uma coisa do genero...
vou deixar um poema que ja tem uns bons anitos
À vida faço poemas
À vida dou tudo o
que a vida me deu
Foi a passar nas
ruas da vida que
encontei uma
pequena flor hoje
escrevo-te isto e
amanhã faço amor
os teus olhos sao
castanhos com a
linda cor foi nos
teus olhos que
li a palavra amor
amor é amor
paixao é paixao
sao dois sentimentos
que tenho no coração
entao que acham?
À vida faço poemas
À vida dou tudo o
que a vida me deu
Foi a passar nas
ruas da vida que
encontei uma
pequena flor hoje
escrevo-te isto e
amanhã faço amor
os teus olhos sao
castanhos com a
linda cor foi nos
teus olhos que
li a palavra amor
amor é amor
paixao é paixao
sao dois sentimentos
que tenho no coração
entao que acham?

http://yunime.ativoforum.com/
Aparece e diverte-te ^^
Novas novidades irão aparecer fica atento :)
Haruhi escreveu:Manon, nem tenho palavras, para ser sincera... lol.
Apenas um vago "escreves lindamente", mas existe mesmo muito mais para dizer além disto. Simplesmente não sei o que dizer ao certo... porque consigo captar sentimentos nesse texto que de certa forma se encontram em mim também...
Eu sei e acredito que muita gente se poderia possivelmente identificar com o meu escrito, porque afinal muita gente tem por vezes sentimentos negativos.
Muito obrigado fiquei também sem palavras para o teu comentário e também tens escritos de muito valor e adorei ler os teus textos...
Vou deixar mais um poema que escrevi...
Solidão e Medo
By Manon
Tanta gente que fez poemas sobre solidão
Tantos nomes iguais a este existem em poemas
Tantos que tentaram em vão
Explorar estes temas
Mas não existe nada como o que cada um de nós sente
A realidade absurda por que passamos durante a depressão
Sorriso falso de alegria, que mente
Aquilo que sentimos então
Este é mais um daqueles poemas que ninguém lê
Enfeitam livros ilustrados de Florbela Espanca
Mas existe algo que ninguém vê
Que seduz, destroi e tranca
Entendam de que tranca me refiro
Aquela que travava os homens antes de Pandora
Mas se quiserem eu prefiro
Comecemos sem demora
Pushkin um dia disse que a esperança era a irmã da fé
Mas ele não pensou no que acontece se esta desaparece
A vida não é só rosas, nem digam que é
Pois vou contar uma história que entristece
Apesar da infância feliz
Com bolas de cor e luz
Lembro-me da sereia que seduz
Do sorriso no infeliz
Hoje é solidão e medo
Esquartejado por lâminas de fogo
A morte puxa pelo dedo
Segurem-me que eu morro
Desconheço a razão dele. Mas foi mais algo que escrevi para passar o tempo.
Também tenho alguns poemas bastante epicos em inglês mas como foram escritos em inglês medieval, não creio que muitas pessoas aqui vão compreender o que lá diz, por isso se quizerem que os ponha agradeço que digam neste tópico, porque pode ser bastante dificil ler aquilo.
E espero que gostem!
Devia ter os meus 15 anos quando escrevi isto numa aula qualquer.
.:Who could ever learn to Love a Beast:.

.Her Ghost in the Fog.

.Her Ghost in the Fog.
Não tinha nada para fazer e meti-me a escrever. Não está grande coisa, mas bem...
Danças e contra-danças
«Cai chuva lá fora. E ela dança com o vento, mostrando a sua graciosidade. O vento uiva de agrado e dança com aquela que o seduz, como quem responde a um apelo.
E eu? Eu sou como o vento, um ser livre e apaixonado pela vida. Inconscientemente, a criança que vive em mim desperta e arrasta-me para aquela dança.
A chuva chama-me e eu respondo.
Toca na minha pele e desliza, como uma carícia de ternura. Gosto de a ouvir cantar para mim, de a sentir, de ficar sentada no chão molhado a observar aquela dança de serpentinas entre aqueles dois elementos.
E então acordo deste meu sonho.
Adormeci no parapeito da janela a ver aquelas gotas caírem.
Com a canção do vento nos meus ouvidos, desenho letras, que se juntam e formam frases, como manda o meu coração.
As gotas caem e rolam por este mundo fora, até as nuvens se apagarem. E tal como as pingas de chuva que já não descem do céu, os meus dedos também se recusam a continuar.
A melodia do vento ainda se ouve ao fundo. Mas a dança terminou. A minha criança interior volta a repousar no meu âmago. E com ela, tudo o resto…»
Danças e contra-danças
«Cai chuva lá fora. E ela dança com o vento, mostrando a sua graciosidade. O vento uiva de agrado e dança com aquela que o seduz, como quem responde a um apelo.
E eu? Eu sou como o vento, um ser livre e apaixonado pela vida. Inconscientemente, a criança que vive em mim desperta e arrasta-me para aquela dança.
A chuva chama-me e eu respondo.
Toca na minha pele e desliza, como uma carícia de ternura. Gosto de a ouvir cantar para mim, de a sentir, de ficar sentada no chão molhado a observar aquela dança de serpentinas entre aqueles dois elementos.
E então acordo deste meu sonho.
Adormeci no parapeito da janela a ver aquelas gotas caírem.
Com a canção do vento nos meus ouvidos, desenho letras, que se juntam e formam frases, como manda o meu coração.
As gotas caem e rolam por este mundo fora, até as nuvens se apagarem. E tal como as pingas de chuva que já não descem do céu, os meus dedos também se recusam a continuar.
A melodia do vento ainda se ouve ao fundo. Mas a dança terminou. A minha criança interior volta a repousar no meu âmago. E com ela, tudo o resto…»

Só te quero fazer mais uma pergunta antes da novela começar, não queria que me achasses uma ciumenta, porque não sou
(nem quando te gritei na rua)
é uma pergunta simples, não perdes muito tempo a responder, nem precisas sequer de pensar muito, serve um sim ou um não
(preferia o sim)
um sim ou não, Abel, há lá coisa mais simples que isto?
Não me venhas dizer que sou chata, que nunca me calo enquanto vês as
notícias, é só responderes e eu fecho a matraca, a novela está quase a
começar e nem eu quero perder muito tempo
(é hoje que a Beatriz descobre que foi enganada pelo Paulo)
não comeces a gaguejar, parece que tens medo de alguma coisa, Abel, eu
pergunto, tu respondes, eu calo-me, é um trato fácil. Vou-te só
perguntar uma coisa mas não julgues que andei a vigiar-te,
(a ler-te as mensagens)
(a cheirar-te o casaco)
(a revistar-te os bolsos)
que eu não sou exageradamente possessiva, já me deves conhecer o
suficiente para saber isso, Abel. Levantas o nariz do raio da
televisão? Só te quero fazer uma pergunta singular, sem ser um
questionário
(não precisas responder de cruz)
ou um
interrogatório, que eu não sou dessas, comigo é tudo muito directo,
digo tudo de uma vez, tu respondes, eu calo-me, simples não é?
Sim ou não, Abel? Sim ou não, responde-me unicamente. Sim ou não, diz depressa que a novela deve estar quase a começar.
Ainda me amas, Abel?
Responde-me daqui a nada, não me interrompas agora, não te armes em chato, se é só para um sim ou um não
(preferia o sim)
podes esperar mais um bocado, que a novela já começou e é hoje que a Beatriz descobre que foi enganada pelo Paulo.
Muitos mais em www.complexasimplicidade.wordpress.com
(nem quando te gritei na rua)
é uma pergunta simples, não perdes muito tempo a responder, nem precisas sequer de pensar muito, serve um sim ou um não(preferia o sim)
um sim ou não, Abel, há lá coisa mais simples que isto?
Não me venhas dizer que sou chata, que nunca me calo enquanto vês as
notícias, é só responderes e eu fecho a matraca, a novela está quase a
começar e nem eu quero perder muito tempo
(é hoje que a Beatriz descobre que foi enganada pelo Paulo)
não comeces a gaguejar, parece que tens medo de alguma coisa, Abel, eu
pergunto, tu respondes, eu calo-me, é um trato fácil. Vou-te só
perguntar uma coisa mas não julgues que andei a vigiar-te,
(a ler-te as mensagens)
(a cheirar-te o casaco)
(a revistar-te os bolsos)
que eu não sou exageradamente possessiva, já me deves conhecer o
suficiente para saber isso, Abel. Levantas o nariz do raio da
televisão? Só te quero fazer uma pergunta singular, sem ser um
questionário
(não precisas responder de cruz)
ou um
interrogatório, que eu não sou dessas, comigo é tudo muito directo,
digo tudo de uma vez, tu respondes, eu calo-me, simples não é?
Sim ou não, Abel? Sim ou não, responde-me unicamente. Sim ou não, diz depressa que a novela deve estar quase a começar.
Ainda me amas, Abel?
Responde-me daqui a nada, não me interrompas agora, não te armes em chato, se é só para um sim ou um não
(preferia o sim)
podes esperar mais um bocado, que a novela já começou e é hoje que a Beatriz descobre que foi enganada pelo Paulo.
Muitos mais em www.complexasimplicidade.wordpress.com
Alguns textos do meu blog
Get'away
Senti a suave brisa marinha na minha face. Abri os braços, expondo todo o meu corpo ao vento que provinha do horizonte inatingível que se encontrava à minha frente, para além do mar distante. Não olhei para trás, para o meu carro vermelho, que permanecia destrancado, com a música ligada. Consegui-a ouvi-la daqui, aquela música calma e relaxadora. Fui até ao farol, numa pequena península, envolvida pelo mar azul turquesa, perto do local onde me encontrava. Encostei-me a ele, à sombra, tentando arrefecer os meus pensamentos. Era tão agradável estar longe da cidade... Não ouvir o horrível som das buzinas dos carros, nem os gritos das pessoas na rua, nem sentir o cheiro da poluição atmosférica... Aqui, neste sitio, eu podia ser eu própria. Podia correr, saltar e até dançar, sem que ninguém fizesse caso disso. Corri até ao carro e conduzi até a uma praia próxima, deserta, bela... Quando lá cheguei, peguei no meu blusão e numa toalha de praia. Era Maio, já haviam passado vários meses desde que me tinha mudado para Cannes, no sul da França. Não aguentava estar nem mais um minuto no escritório, por isso tinha saido, sem dar qualquer explicação, para apanhar algum ar puro. E por "ar puro", falo mesmo a sério. Corri em direcção à praia deserta, atirei a toalha para o chão, sem qualquer preocupação, e lancei-me à água, ainda vestida. Nadei, nadei, nadei. Senti o agradável calor das águas mediterrânicas na minha pele sensível. Suspirei bem alto, ainda boiando, fechei os olhos, e deixei-me levar pelos pensamentos...
Aquele simples dia foi o melhor, enquanto estive em França a trabalhar.
Livro
Um livro. Uma vida. Centenas de páginas. Ainda assim, uma pequena parte de uma vida inteira.
Leio o primeiro capitulo, onde está o derradeiro drama? Não há drama, é o inicio da tua vida, um aborrecimento estonteante. Agora que o segundo capitulo começou, sinto-me a adormecer, quero acção! E há acção, logo no inicio do terceiro capitulo. Sinto o meu cérebro a entusiasmar-se e uma vontade de continuar a ler. Quero viver! O quarto capitulo deixou-me em baixo. Leio uma página, entristeço. Quero ler a página seguinte, mas sei que vou dar de caras com uma outra página, talvez ainda pior do que esta. É um dilema. Ganho coragem, leio a página seguinte. Sei que não posso desistir. Entretanto, termina esse capitulo e começa o quinto, o seguinte. Olho para a primeira página, sorrio. Tem uma imagem, uma imagem tão nítida que quem sou eu. Continuo a sorrir, sinto uma emoção inocente a surgir. Leio alegremente o capitulo, mas viro a página. Está em branco. Está em branco? Como pode ser isso?
Está
em branco, porque ainda não vivi essa parte, concluo eu. Será que devo sair e continuar a vivê-la? Quero que o meu livro seja feliz.
/ http://isabeldourado.blogspot.com/ \
Get'away
Senti a suave brisa marinha na minha face. Abri os braços, expondo todo o meu corpo ao vento que provinha do horizonte inatingível que se encontrava à minha frente, para além do mar distante. Não olhei para trás, para o meu carro vermelho, que permanecia destrancado, com a música ligada. Consegui-a ouvi-la daqui, aquela música calma e relaxadora. Fui até ao farol, numa pequena península, envolvida pelo mar azul turquesa, perto do local onde me encontrava. Encostei-me a ele, à sombra, tentando arrefecer os meus pensamentos. Era tão agradável estar longe da cidade... Não ouvir o horrível som das buzinas dos carros, nem os gritos das pessoas na rua, nem sentir o cheiro da poluição atmosférica... Aqui, neste sitio, eu podia ser eu própria. Podia correr, saltar e até dançar, sem que ninguém fizesse caso disso. Corri até ao carro e conduzi até a uma praia próxima, deserta, bela... Quando lá cheguei, peguei no meu blusão e numa toalha de praia. Era Maio, já haviam passado vários meses desde que me tinha mudado para Cannes, no sul da França. Não aguentava estar nem mais um minuto no escritório, por isso tinha saido, sem dar qualquer explicação, para apanhar algum ar puro. E por "ar puro", falo mesmo a sério. Corri em direcção à praia deserta, atirei a toalha para o chão, sem qualquer preocupação, e lancei-me à água, ainda vestida. Nadei, nadei, nadei. Senti o agradável calor das águas mediterrânicas na minha pele sensível. Suspirei bem alto, ainda boiando, fechei os olhos, e deixei-me levar pelos pensamentos...
Aquele simples dia foi o melhor, enquanto estive em França a trabalhar.
Livro
Um livro. Uma vida. Centenas de páginas. Ainda assim, uma pequena parte de uma vida inteira.
Leio o primeiro capitulo, onde está o derradeiro drama? Não há drama, é o inicio da tua vida, um aborrecimento estonteante. Agora que o segundo capitulo começou, sinto-me a adormecer, quero acção! E há acção, logo no inicio do terceiro capitulo. Sinto o meu cérebro a entusiasmar-se e uma vontade de continuar a ler. Quero viver! O quarto capitulo deixou-me em baixo. Leio uma página, entristeço. Quero ler a página seguinte, mas sei que vou dar de caras com uma outra página, talvez ainda pior do que esta. É um dilema. Ganho coragem, leio a página seguinte. Sei que não posso desistir. Entretanto, termina esse capitulo e começa o quinto, o seguinte. Olho para a primeira página, sorrio. Tem uma imagem, uma imagem tão nítida que quem sou eu. Continuo a sorrir, sinto uma emoção inocente a surgir. Leio alegremente o capitulo, mas viro a página. Está em branco. Está em branco? Como pode ser isso?
Está
em branco, porque ainda não vivi essa parte, concluo eu. Será que devo sair e continuar a vivê-la? Quero que o meu livro seja feliz.
/ http://isabeldourado.blogspot.com/ \
Três textos meus já foram lidos na Antena 1, pelo actor Miguel Guilherme, no âmbito do programa "A História Devida".
Podem ouvi-los aqui: http://avessodosponteiros.wordpress.com/about/
Podem ouvi-los aqui: http://avessodosponteiros.wordpress.com/about/
Espera sentir a chama
Deixa-a brilhar na tua mão
Aquele em que esperas
Não quer solidão
Um dia florescente
Uma promessa de voltar atrás
Uma nuvem de repente
Quer apagar a paz
Deixa a solidão
Volta a brilhar
Sente a chama
Não a deixes apagar
Fiz este poema, se é que se pode chamar de tal, num dia em que andava taciturna, o que anda a ser frequente demais.....
Escrevi este noutro dia, em que me tinha chateado com uma amiga, devido a varias razões..... e também porque estava farta de algumas situações, daí o título...
por fim, este texto k vou meter, é um texto k escrevi quando dei o tesouro d eça de queirós, já lá vão 2 anos, que é um fim do conto mas com outras palavras:
Descobriu o que causava aquele ardor intenso, por onde ele tinha penetrado no seu corpo imundo de pecado. Era o mesmo local por onde invocara o nome de Deus desacertadamente. A boca. Era veneno…
Caiu no chão imundo como ele sem emitir um som. Aquilo que se ouviu foi apenas um murmúrio entre as ervas quando o corpo tocou no chão. Estava morto.
A fonte cantando, lavava o morto. E a erva negra estava calcada pela face do outro morto, negra também. Mais adiante, jazia o outro traidor.
Enquanto a noite descia, suave e silenciosamente, um bando de corvos posava em cima dos corpos dos outrora fidalgos. Agora eram apenas cadáveres, sem nome, sem idade, sem morada. Sem destino. Três irmãos que levados pela desconfiança e cobiça, apelaram á traição. Eram ambos traidores.
Na noite escura, como uma esperança a brotar num mundo denso de problemas, uma estrela tremeluzia no céu. E na escuridão ficou, para sempre, o tesouro na mata de Roquelanes.
Desculpem os testamentos....Comentem... gostava de saber as vossas opiniões....
Deixa-a brilhar na tua mão
Aquele em que esperas
Não quer solidão
Um dia florescente
Uma promessa de voltar atrás
Uma nuvem de repente
Quer apagar a paz
Deixa a solidão
Volta a brilhar
Sente a chama
Não a deixes apagar
Fiz este poema, se é que se pode chamar de tal, num dia em que andava taciturna, o que anda a ser frequente demais.....
Farta
Não sei quando o dia começou
Nem quando há-de findar
Quero gritar
Andar pelos montes
Ouvindo o rebentar das ondas
O trovejar da noite
É a minha voz
Querer passar a noite
E não conseguir
Estar farta, cheia
E querer explodir
Um dia cheio de negrume
Um peso a afundar no mar
Desejar estar contra a vontade da gente
Estar farta de gritar
Quero parar
Uma vontade não alinha –
A minha
Farta de dizer “Chega!”
Farta de remar contra a maré
Saturada das vontades
Que não a minha
Partir e não mais voltar
Um grito de guerra
Apaga-se na minha boca
Estou farta. Chega!
Não sei quando o dia começou
Nem quando há-de findar
Quero gritar
Andar pelos montes
Ouvindo o rebentar das ondas
O trovejar da noite
É a minha voz
Querer passar a noite
E não conseguir
Estar farta, cheia
E querer explodir
Um dia cheio de negrume
Um peso a afundar no mar
Desejar estar contra a vontade da gente
Estar farta de gritar
Quero parar
Uma vontade não alinha –
A minha
Farta de dizer “Chega!”
Farta de remar contra a maré
Saturada das vontades
Que não a minha
Partir e não mais voltar
Um grito de guerra
Apaga-se na minha boca
Estou farta. Chega!
Escrevi este noutro dia, em que me tinha chateado com uma amiga, devido a varias razões..... e também porque estava farta de algumas situações, daí o título...
por fim, este texto k vou meter, é um texto k escrevi quando dei o tesouro d eça de queirós, já lá vão 2 anos, que é um fim do conto mas com outras palavras:
Descobriu o que causava aquele ardor intenso, por onde ele tinha penetrado no seu corpo imundo de pecado. Era o mesmo local por onde invocara o nome de Deus desacertadamente. A boca. Era veneno…
Caiu no chão imundo como ele sem emitir um som. Aquilo que se ouviu foi apenas um murmúrio entre as ervas quando o corpo tocou no chão. Estava morto.
***********
A fonte cantando, lavava o morto. E a erva negra estava calcada pela face do outro morto, negra também. Mais adiante, jazia o outro traidor.
Enquanto a noite descia, suave e silenciosamente, um bando de corvos posava em cima dos corpos dos outrora fidalgos. Agora eram apenas cadáveres, sem nome, sem idade, sem morada. Sem destino. Três irmãos que levados pela desconfiança e cobiça, apelaram á traição. Eram ambos traidores.
Na noite escura, como uma esperança a brotar num mundo denso de problemas, uma estrela tremeluzia no céu. E na escuridão ficou, para sempre, o tesouro na mata de Roquelanes.
Desculpem os testamentos....Comentem... gostava de saber as vossas opiniões....

Eu estava a ouvir uma música, e então fiz o meu próprio texto para ela! Só o título está igual! XD
1-2-3-4!
Má forma! Má forma! Má forma! Má forma!
Eu adoro a minha má forma! Eu adoro ser gorda!
Eu adoro ser esperta! Eu gosto de comer!
Eu adoro as minhas mamas! Eu adoro a minha barriga!
Adoro as minhas as minhas banhas! Adoro comer que nem um cão!
Vai á (palavra feia!) ideal!
Oh yeah! Má forma! Oh não! Estou magra!
Oh yeah! Má forma! Oh não! Estou magra!
Oh yeah! Má forma! Oh não! Estou magra!
Má forma! Má forma! Má forma! Má forma!
Sim aqui está um texto que destrói o raio do ideal da sociedade!
Sim eu adoro destruir! ;P
1-2-3-4!
Má forma! Má forma! Má forma! Má forma!
Eu adoro a minha má forma! Eu adoro ser gorda!
Eu adoro ser esperta! Eu gosto de comer!
Eu adoro as minhas mamas! Eu adoro a minha barriga!
Adoro as minhas as minhas banhas! Adoro comer que nem um cão!
Vai á (palavra feia!) ideal!
Oh yeah! Má forma! Oh não! Estou magra!
Oh yeah! Má forma! Oh não! Estou magra!
Oh yeah! Má forma! Oh não! Estou magra!
Má forma! Má forma! Má forma! Má forma!
Sim aqui está um texto que destrói o raio do ideal da sociedade!
Sim eu adoro destruir! ;P
http://suspended.byethost2.com/ O melhor fórum do mundo!
Fic - As Estrelas Voltam
Oh yeah! Má forma! Oh não! Estou magra!
Fic - As Estrelas Voltam
Oh yeah! Má forma! Oh não! Estou magra!
Este tópico está fechado a novas respostas.
.o: 
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