O Sacrifício que fez um Novo Amor Nascer
Índice:
-Prológo___Página 1-Cap.1- Memórias (1ª/2ª Parte)___Página 1
-Cap.2- A decisão___Página 2
-Cap.3- Tentativa de Suicídio?___Página 2
-Cap.4- A Resposta___Página 2
-Cap.5– Perguntas___Página 3
-Cap.6- Dormir com ele?___Página 3
-Cap.7- O Primeiro beijo___Página 4
-Cap.8- O susto matinal___Página 4
-Cap.9- A primeira curte... nocturna___Página 5
-Cap.10- As compras chatas___Página 5
-Cap.11- Um pedido irrecusável___Página 6
-Cap.12- Desculpas aceites___Página 6
-Cap.13- Confusão danada___Página 6
-Cap.14- O sonho da Joana___ Página 7
-Cap.15- Festa de Despedidas de Solteiros (1ª/2ª Parte)___Página 8
-Cap.16- Convidados misterio___Página 9
-Cap.17- VOCÊS?___Página 9
-Cap.18- A Festa Geral & um encontro surpresa (1ª Parte)___Página 10
-Cap.18- A Festa Geral & um encontro surpresa (2ª/3ª Parte)___Página 11
-Cap.19- Uma visita inesperada___Página 11
-Cap.20- O começo do "bom pesadelo"___Página 12
-Cap.21- O Grande dia!___Página 12
-Cap.22- Casar? Sim ou não?-A dúvida repentina de Haruka no altar (1ª/2ª parte)___Página 12
-Cap.23- A Chegada a Havai___Página 13
-Cap.24- Uma noite especial (1ª/2ª Parte)___Página 13
-Cap.25- O regresso a casa___Página 14
-Cap.26- De regresso á Terra (1ª/2ª Parte)___Página 15
-Cap.27- O novo/velho inimigo e a grande batalha (1ª/2ª Parte)___Página 15
-Cap.28- O Fim da Batalha___Página 16
-Cap.29- Intriga de Taiki___Página 16
-Cap.30- A inadiável verdade (1ª/2ª Parte)___Página 16
-Cap.30- A inadiável verdade (3ª Parte)___Página 17
-Cap.31- NÃO ACREDITO! :'(___Página 17
-Cap.32- Á beira de cometer um atropelamento___Página 17
-Cap.33- É bom ser desconfiada!___Página 18
-Cap.34- A tentativa falhada de Bunny___Página 18
-Cap.35- Maldito jogo da Verdade ou Consequência!___Página 18
-Cap.36- Aproximação?___Página 19
-Cap.37- A traquinice de Bunny___Página 19
-Cap.38- O rapido e pequeno frente a frente___Página 19
-Cap.39- Tentativa, resulta por favor! (1ª Parte)___Página 20
-Cap.39- Tentativa, resulta por favor! (2ª Parte)___Página 21
-Cap.40- Tréguas?___Página 21
-Cap.41- Futuro novo membro da familia aceite___Página 22
-Cap.42- Compras de Natal___Página 22
-Cap.43- De volta aos conflitos de antigamente___Página 23
-Cap.44- Noite de Natal___Página 23
-Cap.45- A saída de Vera___Página 23
-Cap.46- Mais uma convidada a mais na visita a Kinmoku___Página 24
-Cap.47- Seiya toma uma atitude contraditória á de Haruka___Página 24
-Cap.48- Sentimento de Culpa___Página 24
-Cap.49- De volta ao "passado"___Página 25
-Cap.50- A decisão de Seiya___Página 25
-Cap.51- 3 meses depois___Página 26
-Cap.52- O casamento da Úlima Inner-Maria&Mário (1ª Parte)__Página 26
-Cap.52- O casamento da Última Inner-Maria&Mário (2ª/3ª Parte)__Página 27
-Cap.53- 16 de Junho: Dia (in)esperado (1ª/2ªParte)___Página 28
-Cap.54- Estabilidade familiar___Pagina 29
-Cap.55- Isto de não me poder mexer, não passa de uma grande chatisse!!!___Pagina 30
-Cap.56- O QUE É I-S-T-O? (1ªParte)___Página 31
-Cap.56- O QUE É I-S-T-O? (2ªParte)___Página 32
-Cap.57- A benção Úranica de Yaten___Página 32
-Cap.58- Another Era___Página 32
Editado pela última vez em
O Sacrifício que fez um Novo Amor Nascer
Espaço : Úrano & Terra
Tempo : 4 anos depois
Couple: Haruka Ten’ou & Seiya Kou
Espaço : Úrano & Terra
Tempo : 4 anos depois
Couple: Haruka Ten’ou & Seiya Kou
-Prológo
Após a horrenda e feroz guerra contra a Galáxia, quatro anos se passaram. Todas as Sailors tinham ido viver para os seus planetas juntamente com os seus amados e tornaram-se verdadeiras Princesas.
A mais linda e desejada Rainha da Lua, Serenidade, estava agora casada com o Rei Endymion á 4 anos e já tiveram a pequena Small Lady á 4 anos atrás também. Ami e Rui, encontraram-se de novo, após dois meses a batalha final e assumiram terem sentido saudades um do outro, acabando por começarem a namorar e agora, estão casados á um ano. Rita e Fernando… estes dois pombinhos não podiam estar mais felizes. Fernando tinha-se casado á 3 com a rapariga que amava e até já tiverem um pequeno rapaz, o Filipe com 2 anos. Maria e Mário, foi o único casal que permaneceu na Terra devido ao restaurante que ambos tinham aberto juntamente. Estavam noivos desde á um ano e até já compraram uma casa em conjunto. Joana e Teófilo, estão casados desde á 3 anos e também ainda não têm nenhum filho.
As Outer Senshi, também foram viver para os seus planetas, para junto dos seus pais e encontravam-se solteiras.
Haruka e Mariana acabaram por descobrir que eram primas e foram perdendo o contacto ao longo do tempo. Ambas voltaram á cerca de um mês atrás para os seus planetas pois tinham permanecido estes 4 anos na Terra juntamente com Maria e Mário.
Os 3 Luzes, também permaneceram solteiros e vivem pacificamente no seu planeta agora reconstruído, com a Princesa Kakyuu. Eles foram para Terra á dois meses atrás e voltaram á um mês.
-Cap 1 - Memórias (1ªParte)
Só que, uma grande crise se instaurou em Úrano… O pai de Haruka, Yuki Ten’ou, tinha falecido já á um mês, devido a uma doença prolongada. O caos instalava-se naquele planeta e a Rainha Matilde, teve de tomar medidas.
Falou com Serenidade e Endymion e decidiram ter de mudar o rumo a futura Rainha de Úrano.
Quando Kakyuu veio a saber das medidas tomadas no Reino da Lua, ficou um pouco chocada mas também feliz. Chamou os 3 Luzes, que decidiram ficar com corpo de Homens e serem guerreiros para protegerem Kakyuu mais facilmente e ela informou-os logo de seguida, o que se estava a passar. Eles ficaram em estado choque e contrariados mas tiveram de ir fazer as malas para irem passar umas semanas a Úrano.
Eles aterram poucas horas depois no Planeta azul e foram recebidos pela Rainha Matilde muito gentilmente. Ela era bem-parecida com Haruka, em termos de corpo... Em termos de cara, era completamente diferente… Tinha os olhos e cabelo castanho escuro e também era alta e morena. Tinha o cabelo até metade das costas, com caracóis e usava um lindo vestido Creme até aos joelhos, que a partir da cintura, começava a alargar, fazendo aquela roda. Pediu para que a seguissem até a sala e assim o fizeram.
-Bem… fiquem á vontade! – Disse ela suspirando de seguida –Vou mandar chamar a Haruka…
Eles sentaram-se e os criados foram buscar as malas para coloca-las nos seus respectivos quartos. Os 3 luzes olhavam em redor e apreciavam a luxuosa e acolhedora sala de estar. A sala estava pintada de cor salmão e era enorme. Tinha tapetes quase por todo o lado, quadros enormes e dois lindos e brilhantes candeeiros de tecto.
Por outro lado, Haruka encontrava-se deitada, em cima da sua cama, completamente encolhida e deixando várias lágrimas escorrer pela sua face a baixo. Só se lembrava do que tinha ocorrido á um mês atrás… este era sem dúvida, o pior ano da sua vida…
Flashback
Eram 8.00h da noite, hora de jantar quando Haruka chegou a casa, após mais um dia de treino. Abriu a porta e olhou para a sua frente, quando viu a Mariana, com as suas malas prontas…
-Mariana? Que se passa? Que malas são estas?
Mariana encarou Haruka e olhou para ela, com lágrimas nos olhos.
-Vou-me embora… o teste de ADN deu positivo… somos primas…
Haruka estava chocada. Não podia ser verdade! Mariana era tudo para ela e agora, descobrem que são da mesma família… só podia ser um pesadelo!
-Não… -Murmurou ela, mordiscando o seu lábio –NÃO! Ouve Mariana! Somos primas afastadas! Não tens que quebrar o contacto! EU ADORO-TE!
-Lamento Haruka mas a minha decisão está feita! Vou agora mesmo para Neptuno. Desculpa…
Dito isto, Mariana coloca a mochila ás costas e sai do apartamento. As lágrimas deram forma aos seus olhos enquanto via a Mariana a fugir dela. Após ela ter saído e fechado a porta, Haruka ficou completamente imóvel… Uma enorme raiva nasceu dentro de si e saiu também, pouco depois, do apartamento. Alcançou as suas chaves e foi para o carro. Ligou o motor e começou acelerar, sem rumo… A velocidade ia sempre aumentando… 80km/h…110km/h …130 km/h …150 km/h …160 km/h …200 km/h …220 km/h … Até que acaba por embater num muro.
O carro estava completamente espatifado e ela “também”. Sentia dores mas não era dores no corpo mas sim na sua alma… sentia-se só e miserável. Ela acordou dos seus pensamentos e limpou a sua testa suada. Após isso, tentou dar á chave mas a sua mão estava inchada e a sangrar.
-Raios! O QUÊ QUE EU FIZ PARA MERCER ISTO? -Gritou ela
Após isto, colocou a sua cabeça sobre o volante e começou a soluçar… sentia o sabor a sangue, proveniente dos seus lábios feridos mas esse momento de descanso acabou de repente, quando alguém quebra o vidro do carro, com uma máquina eléctrica.
-Ora Ora! Que temos aqui! Ahahah! Olhem só quem teve um acidente!
-Quê? Tu? O QUÊ QUE QUERES DE MIM?
-Eu disse que me vingaria de ti ou não disse? Eu não sou homem de ser derrotado no MotoCross por uma menina como tu Ten’ou!
Haruka sai do carro e enfrenta-o, com um olhar frio e num tom arrogante.
-Na pista, vence o melhor! Eu já te provei que sou melhor que tu! Não podes fazer nada! Mas isso… não passa de uma atitude de um menino derrotado!
A expressão de Yamada mudou de malicioso para vingativo, após ter ouvido a resposta dela.
-Meninos... cheguem aqui…
Um bando de rapazes, cercaram Haruka e olhavam para ela, com ódio de morte
-Quem é que é agora o derrotado uh Ten’ou? -Yamada silvou enquanto olhava para os seus “Homens” -Pessoal, eu penso que aqui, a Haruka Ten’ou precisa de saber as consequências do erro que acabou de cometer!
O grupo de Yamada, constituído mesmo só por vândalos brutais e violentos, avançou mais perto de Haruka. Os olhos dela aumentaram quando sentiu a aproximação.
-Tu não ousarias!
-Ai não? Tens a certeza?
O coração de Haruka começou a martelar muito rapidamente. Procurou nos seus bolsos, a sua caneta de transformação. Precisava dela agora e rapidamente.
Os rapazes avançaram e ela parou de procurar.
«RAIOS! FICOU EM CASA, NO OUTRO CASACO!» -Pensou ela, fula
Os rapazes aproximaram-se mais e pegaram nas suas armas. Eram armas de fogo, bastante grandes, capaz de acabar com ela em menos de 1 segundo. Ela tiritou com receio. Um capanga, que se tinha movido para trás dela, disparou um tiro e acabou por queimar-lhe a zona das costas e dos ombros. Gritou quando sentiu as dores e olhou chocada para os seus ombros sangrentos. Virou-se então e enfrentou o seu inimigo, com um olhar de terror e derrota.
-Quem é o vencido agora, Tenou?- Perguntou novamente, com um ar superior e de triunfo
Ela avança, apesar das dores e tenta dar um soco a Yamada mas… sem sucesso.
-TU NÃO ME PODES FAZER NADA!
Yamada parou-a e girou em redor. Deu-lhe um murro na barriga e de seguida, disparou um outro tiro, mas em direcção á sua perna esquerda…
Ela acaba por cair, cheia de dores e ele aproxima-se dela.
-Não há nada que possas fazer agora ahah! Estás derrotada Harukinha!
-És um fraco! Utilizas estes meios sujos para obteres o primeiro lugar… puff… isso para mim, não tem dignidade nem prazer nenhum… eu prefiro alcançar os meus prazeres, fazendo as coisas por mim e não deitando os outros a baixo!
Ele hesitou na sua resposta mas deu-lhe um olhar vingativo e sério
-Mas eu estou agora mesmo a fazer as coisas por mim!
Dito isto, ele aperta pescoço dela, com as suas mãos e suspende-a no ar.
-Seus loucos! –Murmurou ela, já com dificuldades em respirar
- Acabaste de dizer as tuas últimas palavras!
Um outro capanga aproxima-se dela, com a arma apontada á cabeça e ela olha atordoada. Fechou os olhos, á espera que ele disparasse contra ela. Eles sorriram maliciosamente mas de repente, Yamada pára de lhe apertar o pescoço e larga-a.
Um par de braços forte apanha-a antes de cair no chão e Yamada cai nele, inanimado, juntamente com o outro capanga. O resto do grupo acabou por fugir, visto que o seu chefe e um dos seus cúmplices tinham sido derrotados daquela maneira
«Alguém deve ter-lhe batido na cabeça…» -Pensou ela, ainda tendo dificuldades em respirar e vendo tudo desfocado
-Você está bem?- Perguntou um homem, de cabelo preto e curto, com uns olhos azuis profundos como a noite
-Tu? -Murmurou ela fraca mas espantada ao mesmo tempo
Não era o seu Rei que ali estava mas sim 3 indivíduos que ela detestava. Ela acabou por fechar os olhos, sentindo os seus ombros e a sua perna a ferver em dor. Gritou, pouco tempo depois com as dores e adormeceu, ficando completamente inconsciente.
-Haruka Ten’ou? –Os 3 homens perguntaram, surpreendidos verem que ela era a vítima
-Ela tem o pescoço todo negro! Temos de ir para o Hospital! –Sugeriu o rapaz de cabelo corvo
**
[Capitulo dedicado a Dii Luna e a Sweet24]
DiiLuna escreveu:Eu disse que ia estar óptima não disse? Ruka, gostei muito. Só acho que não devias começar a história com contudo. Tira-o querida, fica muito melhor.
Bem, as diferenças entre esta história e a outra são vistas à légua! Estás a melhorar cada vez mais. Parabéns Ruka.
Contudo -tirado!
Marisa estar feliz!:
=D: :g8: Obrigada
,
.. bem que evuluçao ... ta totalmente radical... ta super bem feito..
.. e primeiro cap ja dedicado a mim
... *eu ser tao felix mesmo * ... altas descrições! koitada da haruka acaba sempre por sofrer nas tuas historia.. na outra que eu tava a ler ela teve um acidente, foi violada... fgo.. meu deus que imaginaçao..
mas no fim de tudo até gosto XD
eu nem sei o que comentar..

brigada amig@ secret@ *_* gostei buérere
| Spoiler: | |
| Ti amo Lena_Dias *-* ... mia principessa |
Cap.1 -Mémorias (2ªParte)
**Haruka**
Após este episódio, lembro-me de acordar no hospital. Um quarto pequenito, completamente branco, com uma janela interior e que se encontrava a minha frente. Tinha um sofazito creme, no meu lado direito e lembro-me que tinha despertado, com o som do da máquina que me media a pulsação. Ouvi então, uma voz familiar e sorri, apesar de me sentir tonta.
-Olha! Ela está a acordar!
Eu olhei e tentei focar-me na pessoa, mas com dificuldades
-Maria… que fazes aqui?
-Soubemos que tinhas tido um acidente e que alguém te tinha trazido para aqui…
-Alguém?
-Sim… O Dr. disse-nos que o indivíduo tinha pedido anonimato…
Lembrei-me então, da cara da pessoa que me tinha salvo... Mordi o meu lábio inferior e pensei para mim mesma, bastante angustiante «Seiya…». Voltei a olhar para a Maria, que estava acompanhada pelo seu noivo, o Mário e sorri-lhe. Olhei em redor, com a esperança de encontrar uma pessoa…a Mariana… mas ao que parecia, ela não estava…
Estou aqui á quanto tempo? Que me aconteceu?
-Uma semana e meia… Queimaram-te a perna esquerda, as costas e os ombros todos mas… já está tudo sarado e cicatrizado… já estas como nova!
-Uau… -Murmurei –E só acordei uma semana e meia na depois?
-Sim…
-Bem, nós vamos deixar-te descansar e vamos chamar o médico… ok? Beijos –Falou o Mário
-Adeus…
Eles saíram então e fiquei sozinha. Poucos minutos mais tarde, um homem com 30 anos aproximadamente, também loiro e de estrutura média, aproxima-se de mim, com um grande sorriso.
-Ainda bem que despertas-te… pensava que irias entrar em coma…
Sorri-lhe meigamente e olhei para ele, com um ar cansado. Ele retribuiu-me o sorriso e começou a falar…
-Bem… vou dar-te alta visto que já estás curada… apenas te peço que quando chegares a casa, que descanses ok?
Eu percebi, o que ele quis dizer mas… mas isso implicava o meu retorno a casa… implicava o retorno á casa, que eu partilhei com a minha prima durante anos e que de repente, me tinha abandonado, sem motivos especiais alguns… Interrompi os meus pensamentos e acabei por lhe responder:
-Ok…
-Podes então vestir-te e sair… tens de passar pelo balcão…
-Está bem…
Ele começou a tirar-me as agulhas, que me tinham espetado no braço e retirou-se de seguida. Levantei-me e fui vestir-me. Vi que a Maria me tinha trazido roupa e mesmo que não me agradasse, não hesitei em vesti-la pois a outra estava completamente queimada.
Saí então do quarto e dirigi-me ao balcão. Assinei uma olha e fiquei surpresa quando a senhora mulata, de 35/40 anos de idade, me informou que a pessoa que me tinha trazido cá naquela noite, tinha pagado a consulta. Fiquei chocada confesso mas esbocei um sorriso e saí dali o mais depressa que pude. Fui então para casa pois era o que o médico me havia recomendado e apanhei um taxi. Cheguei, entrei na casa vazia e silenciosa e fui para o meu quarto. Deitei-me na cama entre os lençóis e adormeci.
As horas foram passando então... Quando acordei, senti-me completamente suada. Olhei para o relógio e vi as horas.
-09.07 da noite… dormi umas 6 horas…
Após pensar isto, levantei-me e fui tomar banho. No fim, fui vestir-me e caminhei para o sofá e liguei a TV. Este silêncio matava-me por dentro. De repente, oiço o ding-dong da minha campainha. Levantei-me então e abri a porta. Fiquei surpresa quando vi á minha frente, o rapaz de cabelo corvo que me tinha salvo naquela noite.
-Olá… podemos falar?
Dei-lhe um olhar minguante e frio mas achei que deveria deixa-lo entrar. Ele entrou e sentou-se no sofá. Eu fechei a porta e também me senti no sofá… mais longe.
-Soube que acordas-te hoje e que tiveste alta… achei que quisesses esclarecer algumas coisas não sei…
-Esclarecer? Algumas coisas? Não estás á espera que eu te agradeça pois não? –Perguntei, de sobrancelha franzida
-Nada disso! Sei que és orgulhosa demais para isso… eu apenas só vim ver como estavas e já vi que recuperas-te…
-Com vês! Estou opt…
De repente, o meu telemóvel começou a tocar. Levantei-me e dirigi-me para ao pé da porta e peguei no meu telemóvel que estava em cima de uma mesa que eu tinha lá num canto. Tenho sempre o hábito de colocar lá as chaves, o telemóvel e por vezes, a carteira…
-Mochi Mochi! –Respondi eu á chamada
Seiya olhava fixamente em mim… ignorei-o e prestei atenção á minha mãe. Ela deu-lhe a notícia que eu não queria ouvir por agora. Comecei a tremer mas continuei a falar com ela.
-Eu vou já para ai! Já tenho as malas feitas e tudo! Dentro de duas horas estarei em casa! Até já! –Respondi, muito aceleradamente
-Obrigada… Já agora, como estás?
-Estou bem mas vá! Sem mais demoras! Adeus!
-Adeus…
Desliguei a chamada e comecei a pegar nas minhas malas. Expulsei Seiya lá de casa e no fim de desligar as luzes das divisões e de colocar a peça do quadro eléctrico para baixo, sai e tranquei a porta. Ele acompanhou-me até á saída e eu entreguei-lhe o dinheiro da consulta. Ele recusou mas eu insisti. Não me voltou a chatear mais com a conversa do dinheiro pois ele já se tinha percebido o motivo pelo qual eu estava tão aflita e stressada. Toda a galáxia sabia que o meu pai estava gravemente doente e sabiam que ele agora era a pessoa mais importante para mim.
Acabamo-nos então por nos separar. Eu transformei-me e desapareci num raio de luz, enquanto que ele ficou para trás.
Demorei cerca de duas horas a chegar a Úrano. Sentia-me completamente exausta e só me apetecia ir para o sofá. Aterrei quando vejo a minha mãe ao longe, a fazer-me sinal para entrar em casa. Ela estava bastante aflita e eu comecei a correr em sua direcção. Ela estava a chorar e levou-me para ao pé do meu pai. Ele esperava-me, sentado na sala e suava imenso… Levantou-se de seguida e eu dei-lhe um abraço apertado.
-O teu pai não para de me dizer que vai morrer e que... –Gaguejou a minha mãe, a chorar imenso
-Calma! Pai, olha para mim!
-Querida… a minha hora chegou… eu já disse á tua mãe e também te digo o mesmo… –Falou ele a chorar –Por favor… cuidem-se uma da outra! Não se zanguem! Mantenham-se sempre unidas! Amo-vos!
Dito isto, o meu pai fecha os seus olhos verdes e começo a sentir peso contra mim. Não podia acreditar no que estava a acontecer…
-NÃO, NÃO, NÃO! PAI! ACORDA! NÃO! POR FAVOR! –Pedi, abraçando-o fortemente contra o meu peito, olhando para o seu cabelo branco puro, com as lágrimas a escorrerem-me pela cara
Ele não me respondeu mais. Eu comecei a chorar imenso e a minha mãe o mesmo. As criadas ligaram para o Hospital e pediram socorro. Mais tarde, quando os bombeiros chegaram, deram-nos a informação que o meu pai já estava morto e que não havia nada a fazer. Todos ficamos incrédulos… a minha mãe caiu no chão de joelhos, a chorar imenso e eu, fiquei simplesmente, ali parada, a olhar para o meu pai, que estava a ser colocado dentro de um saco branco.
-Hora da morte… 01.02h da manhã…-Informou um bombeiro, ao outro
Após isto ter acontecido, como haveria de se esperar, foi notícia por toda a Galáxia durante duas semanas inteiras. Recebemos telefonemas mas era a minha mãe que os atendia… Não queria falar com ninguém… O meu pai tinha morrido nos meus braços e isso era a coisa mais cruel que me podia acontecer. Passava então, os dias inteiros no jardim, a torrar ao sol, mergulhada nos meus pensamentos… As meninas, incluindo os 3 luzes tinham ligado várias vezes para mim mas… recusei todos os telefonemas e a minha mãe é que os atendeu…
Fim do Flashback
-Passou-se então um mês e uma semana… -Murmurou a Haruka, enquanto se lavava em lágrimas.
[Cap. dedicado a J@ninh@]
**Haruka**
Após este episódio, lembro-me de acordar no hospital. Um quarto pequenito, completamente branco, com uma janela interior e que se encontrava a minha frente. Tinha um sofazito creme, no meu lado direito e lembro-me que tinha despertado, com o som do da máquina que me media a pulsação. Ouvi então, uma voz familiar e sorri, apesar de me sentir tonta.
-Olha! Ela está a acordar!
Eu olhei e tentei focar-me na pessoa, mas com dificuldades
-Maria… que fazes aqui?
-Soubemos que tinhas tido um acidente e que alguém te tinha trazido para aqui…
-Alguém?
-Sim… O Dr. disse-nos que o indivíduo tinha pedido anonimato…
Lembrei-me então, da cara da pessoa que me tinha salvo... Mordi o meu lábio inferior e pensei para mim mesma, bastante angustiante «Seiya…». Voltei a olhar para a Maria, que estava acompanhada pelo seu noivo, o Mário e sorri-lhe. Olhei em redor, com a esperança de encontrar uma pessoa…a Mariana… mas ao que parecia, ela não estava…
Estou aqui á quanto tempo? Que me aconteceu?
-Uma semana e meia… Queimaram-te a perna esquerda, as costas e os ombros todos mas… já está tudo sarado e cicatrizado… já estas como nova!
-Uau… -Murmurei –E só acordei uma semana e meia na depois?
-Sim…
-Bem, nós vamos deixar-te descansar e vamos chamar o médico… ok? Beijos –Falou o Mário
-Adeus…
Eles saíram então e fiquei sozinha. Poucos minutos mais tarde, um homem com 30 anos aproximadamente, também loiro e de estrutura média, aproxima-se de mim, com um grande sorriso.
-Ainda bem que despertas-te… pensava que irias entrar em coma…
Sorri-lhe meigamente e olhei para ele, com um ar cansado. Ele retribuiu-me o sorriso e começou a falar…
-Bem… vou dar-te alta visto que já estás curada… apenas te peço que quando chegares a casa, que descanses ok?
Eu percebi, o que ele quis dizer mas… mas isso implicava o meu retorno a casa… implicava o retorno á casa, que eu partilhei com a minha prima durante anos e que de repente, me tinha abandonado, sem motivos especiais alguns… Interrompi os meus pensamentos e acabei por lhe responder:
-Ok…
-Podes então vestir-te e sair… tens de passar pelo balcão…
-Está bem…
Ele começou a tirar-me as agulhas, que me tinham espetado no braço e retirou-se de seguida. Levantei-me e fui vestir-me. Vi que a Maria me tinha trazido roupa e mesmo que não me agradasse, não hesitei em vesti-la pois a outra estava completamente queimada.
Saí então do quarto e dirigi-me ao balcão. Assinei uma olha e fiquei surpresa quando a senhora mulata, de 35/40 anos de idade, me informou que a pessoa que me tinha trazido cá naquela noite, tinha pagado a consulta. Fiquei chocada confesso mas esbocei um sorriso e saí dali o mais depressa que pude. Fui então para casa pois era o que o médico me havia recomendado e apanhei um taxi. Cheguei, entrei na casa vazia e silenciosa e fui para o meu quarto. Deitei-me na cama entre os lençóis e adormeci.
As horas foram passando então... Quando acordei, senti-me completamente suada. Olhei para o relógio e vi as horas.
-09.07 da noite… dormi umas 6 horas…
Após pensar isto, levantei-me e fui tomar banho. No fim, fui vestir-me e caminhei para o sofá e liguei a TV. Este silêncio matava-me por dentro. De repente, oiço o ding-dong da minha campainha. Levantei-me então e abri a porta. Fiquei surpresa quando vi á minha frente, o rapaz de cabelo corvo que me tinha salvo naquela noite.
-Olá… podemos falar?
Dei-lhe um olhar minguante e frio mas achei que deveria deixa-lo entrar. Ele entrou e sentou-se no sofá. Eu fechei a porta e também me senti no sofá… mais longe.
-Soube que acordas-te hoje e que tiveste alta… achei que quisesses esclarecer algumas coisas não sei…
-Esclarecer? Algumas coisas? Não estás á espera que eu te agradeça pois não? –Perguntei, de sobrancelha franzida
-Nada disso! Sei que és orgulhosa demais para isso… eu apenas só vim ver como estavas e já vi que recuperas-te…
-Com vês! Estou opt…
De repente, o meu telemóvel começou a tocar. Levantei-me e dirigi-me para ao pé da porta e peguei no meu telemóvel que estava em cima de uma mesa que eu tinha lá num canto. Tenho sempre o hábito de colocar lá as chaves, o telemóvel e por vezes, a carteira…
-Mochi Mochi! –Respondi eu á chamada
Seiya olhava fixamente em mim… ignorei-o e prestei atenção á minha mãe. Ela deu-lhe a notícia que eu não queria ouvir por agora. Comecei a tremer mas continuei a falar com ela.
-Eu vou já para ai! Já tenho as malas feitas e tudo! Dentro de duas horas estarei em casa! Até já! –Respondi, muito aceleradamente
-Obrigada… Já agora, como estás?
-Estou bem mas vá! Sem mais demoras! Adeus!
-Adeus…
Desliguei a chamada e comecei a pegar nas minhas malas. Expulsei Seiya lá de casa e no fim de desligar as luzes das divisões e de colocar a peça do quadro eléctrico para baixo, sai e tranquei a porta. Ele acompanhou-me até á saída e eu entreguei-lhe o dinheiro da consulta. Ele recusou mas eu insisti. Não me voltou a chatear mais com a conversa do dinheiro pois ele já se tinha percebido o motivo pelo qual eu estava tão aflita e stressada. Toda a galáxia sabia que o meu pai estava gravemente doente e sabiam que ele agora era a pessoa mais importante para mim.
Acabamo-nos então por nos separar. Eu transformei-me e desapareci num raio de luz, enquanto que ele ficou para trás.
Demorei cerca de duas horas a chegar a Úrano. Sentia-me completamente exausta e só me apetecia ir para o sofá. Aterrei quando vejo a minha mãe ao longe, a fazer-me sinal para entrar em casa. Ela estava bastante aflita e eu comecei a correr em sua direcção. Ela estava a chorar e levou-me para ao pé do meu pai. Ele esperava-me, sentado na sala e suava imenso… Levantou-se de seguida e eu dei-lhe um abraço apertado.
-O teu pai não para de me dizer que vai morrer e que... –Gaguejou a minha mãe, a chorar imenso
-Calma! Pai, olha para mim!
-Querida… a minha hora chegou… eu já disse á tua mãe e também te digo o mesmo… –Falou ele a chorar –Por favor… cuidem-se uma da outra! Não se zanguem! Mantenham-se sempre unidas! Amo-vos!
Dito isto, o meu pai fecha os seus olhos verdes e começo a sentir peso contra mim. Não podia acreditar no que estava a acontecer…
-NÃO, NÃO, NÃO! PAI! ACORDA! NÃO! POR FAVOR! –Pedi, abraçando-o fortemente contra o meu peito, olhando para o seu cabelo branco puro, com as lágrimas a escorrerem-me pela cara
Ele não me respondeu mais. Eu comecei a chorar imenso e a minha mãe o mesmo. As criadas ligaram para o Hospital e pediram socorro. Mais tarde, quando os bombeiros chegaram, deram-nos a informação que o meu pai já estava morto e que não havia nada a fazer. Todos ficamos incrédulos… a minha mãe caiu no chão de joelhos, a chorar imenso e eu, fiquei simplesmente, ali parada, a olhar para o meu pai, que estava a ser colocado dentro de um saco branco.
-Hora da morte… 01.02h da manhã…-Informou um bombeiro, ao outro
Após isto ter acontecido, como haveria de se esperar, foi notícia por toda a Galáxia durante duas semanas inteiras. Recebemos telefonemas mas era a minha mãe que os atendia… Não queria falar com ninguém… O meu pai tinha morrido nos meus braços e isso era a coisa mais cruel que me podia acontecer. Passava então, os dias inteiros no jardim, a torrar ao sol, mergulhada nos meus pensamentos… As meninas, incluindo os 3 luzes tinham ligado várias vezes para mim mas… recusei todos os telefonemas e a minha mãe é que os atendeu…
Fim do Flashback
-Passou-se então um mês e uma semana… -Murmurou a Haruka, enquanto se lavava em lágrimas.
[Cap. dedicado a J@ninh@]
Minha querida estou fascinada com o capitulo, estás cada vez melhor XD Estou mesmo muito feliz por ver que esta historia está mesmo muito boa, Parabéns Ruka(espero que não te importes)
Obrigado pelo capitulo, já fiquei encantada com a fic e é para seguir ate ao fim...
Fico ansiosamente à espera de mais um capaitulo...
Beijokitas minha linda
Obrigado pelo capitulo, já fiquei encantada com a fic e é para seguir ate ao fim...
Fico ansiosamente à espera de mais um capaitulo...
Beijokitas minha linda

Obrigado Dumpling <3
mika, esta é aqela bued fixe que me mandast neh?
(tou no outro pc e ja li faz tempo, n m lembro)
a evoluçao foi bastante radical, nota-se bem as melhoras... agora é sempre a nmelhorar =)
espero por mais mika (olha, mika, depois n t importas q eu te chame aqele diminutivo bue cutxi q eu inventei?? eu amo esse diminutivo, mika, serio é tao cutxi
espero q n t importes princesa)
(tou no outro pc e ja li faz tempo, n m lembro)
a evoluçao foi bastante radical, nota-se bem as melhoras... agora é sempre a nmelhorar =)
espero por mais mika (olha, mika, depois n t importas q eu te chame aqele diminutivo bue cutxi q eu inventei?? eu amo esse diminutivo, mika, serio é tao cutxi
espero q n t importes princesa)Tens de entrar para responderes neste tópico.





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