O combate final de Sailor Moon: saga das Artes (novo cap!)
Obrigada a todas pelos elogios! Fico a rebentar de orgulho de terem gostado! Agora o próximo já vão ser palavras do black, ele vai voltar ao activo! 
Mana sar4hhh, n perdoas uma... Oh pá, eu ia pôr "voaram para o aeroporto", mas n sei pq na altura pareceu estúpido... Mas pior q isso foi uma correcção q o word fez e eu n reparei até ler no post do black, apareceu "evitar mãos mortes" qd deveria ser "evitar mais mortes", obviamente... Tenho q lhe pedir pra editar...

Mana sar4hhh, n perdoas uma... Oh pá, eu ia pôr "voaram para o aeroporto", mas n sei pq na altura pareceu estúpido... Mas pior q isso foi uma correcção q o word fez e eu n reparei até ler no post do black, apareceu "evitar mãos mortes" qd deveria ser "evitar mais mortes", obviamente... Tenho q lhe pedir pra editar...
Ola a todos!!!
Bem... Quando eu pensava k estava a ficar "fino" acontece algo k me poe pior do k o k estava... Ai a vida a vida! Mas desta vez n posso falhar com os meus compromissos... Vou escrever o proximo capitulo! N posso continuar a por a minha vida pessoal à frente de tudo...
Em principio esta semana ja está escrito e postado! Muito obrigado a todos! =)
Bem... Quando eu pensava k estava a ficar "fino" acontece algo k me poe pior do k o k estava... Ai a vida a vida! Mas desta vez n posso falhar com os meus compromissos... Vou escrever o proximo capitulo! N posso continuar a por a minha vida pessoal à frente de tudo...
Em principio esta semana ja está escrito e postado! Muito obrigado a todos! =)
Ola a todos!!!
Bem... Quando eu pensava k estava a ficar "fino" acontece algo k me poe pior do k o k estava... Ai a vida a vida! Mas desta vez n posso falhar com os meus compromissos... Vou escrever o proximo capitulo! N posso continuar a por a minha vida pessoal à frente de tudo...
Em principio esta semana ja está escrito e postado! Muito obrigado a todos! =)
Bem, qualquer que seja o motivo, aposto que é na boa com o pessoal

Cada um tem a sua vida, e é natural intreferir com as restantes actividades... e é muito compreensível que ponhas a tua vida pessoal à frente, aliás, é isso que devemos fazer maior parte das vezes...
Boa sorte com a fic! Fico à espera

Gostas de mistérios, dramas, romance, acção, emoções e muito mais?
Então clica ali em baixo:

FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
Então clica ali em baixo:

FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
Black, essa agora, o fórum é uma diversão e n uma obrigação. Se te distrai e te ajuda a pôr de lado os teus problemas, óptimo, mas se n te ajuda, pões de lado q a gente espera, n há problema nenhum.
Bem, acho q já sabes mt bem q comigo podes sempre contar. Se for para a fic, de preferência só depois de quinta, sabes pq. :
': Se for pq precisas de falar, estou sempre aqui, a qq hora. E se o meu patrão refilar mando-o dar uma volta. XD
Bem, acho q já sabes mt bem q comigo podes sempre contar. Se for para a fic, de preferência só depois de quinta, sabes pq. :
': Se for pq precisas de falar, estou sempre aqui, a qq hora. E se o meu patrão refilar mando-o dar uma volta. XDCá vai o 16o capítulo! =) Escrito com a ajuda da Kasei!
Espero k gostem!
Capítulo
16: E fez-se luz!
As
navegantes, Mamoru e Alexander entreolharam-se.
-
O quê? Como? – balbuciou Usagi
O
monstro depressa lançou um ataque na sua direcção e se não tivesse sido Rei,
Usagi seria muito provavelmente uma estátua de areia naquele momento.
Setsuna
olhava a guerreira com um misto de admiração e confusão. Fechou os olhos para
ver se se recordava. E nesse preciso momento…
-
Sedna! – gritou – Que estás tu aqui a fazer?
-
Oh olá, Plutão! Decidi visitar-te! Afinal, somos amigas não é verdade?
-
Sim, claro que somos! – sorriu-lhe Setsuna.
O
palácio de Plutão não era muito grande. Porém, era misterioso, não sofria a
passagem do tempo. E tal era de prever, uma vez que era ela a guardiã do Tempo.
Tudo estava como novo. Não havia sujidade, pó ou qualquer outro tipo de coisa
que mostrasse desgaste, erosão, e uso. Era como se aquele palácio acabasse de
ser construído. E aquele salão onde as duas se encontravam era uma das divisões
mais lindas do palácio. Ricamente decorado, em tons verdes escuros, violetas e
pretos, as duas amigas olhavam-se e punham alguma conversa em dia. Os olhos de ambas
brilhavam intensamente.
-
Porque vieste? Não é perigoso teres abandonado o teu palácio? Sabes que a
Metallia pode atacar a qualquer momento, não sabes? – inquiriu a guardiã do
Tempo.
-
Sim sei. Mas não resisti. Tenho tanto para te contar! Não podia esperar, talvez
eternamente, até te encontrar!
Plutão
corou e sorriu.
-
Eu também tenho coisas para te contar! – propositadamente, o tom de Plutão foi
misterioso.
-
Ah sim? E que tipo de coisas? – brincou Sedna.
Plutão
aproximou-se da amiga. Estavam a escassos centímetros de distância. Conseguiam
ambas sentir o perfume uma da outra. Os seus olhos brilhavam. Havia um ténue
sorriso em ambos os lábios. Era impossível naquele momento precisar qual dos
corações batia mais rápido.
-
Queres mesmo saber?
-
Claro que sim!
Aproximaram-se
cada vez mais. Ambas fecharam os olhos. Até que um grito fez Setsuna voltar à
realidade.
-
Setsuna só faltas tu transformares-te!
Setsuna
tentou disfarçar e corou. Que raio de recordação era aquela? O que se passou a
seguir? Setsuna estava confusa. Porém transformou-se, tal como as outras:
- PLUTO CRYSTAL POWER, MAKE UP!
Estando
todas as navegantes transformadas, a batalha começava. As Sailors lançavam os
seus ataques e o monstro sendo feito de areia, transformava-se ele próprio em
areia, caindo no chão, para depois se reerguer.
-
Estou a jogar em casa navegantes! O deserto não me vai deixar perder!
-
Isso é o que vamos ver! JUPITER OAK EVOLUTION!
O
monstro voltou a tornar-se em areia do deserto, erguendo-se quando o ataque da
guardiã de Júpiter acabou.
-
Vocês são patéticas!
-
Já vais ver! Volta para os fósseis! SOLAR SPECTRUM! – gritou Sailor Sun,
fazendo aparecer um raio muito fino da palma da sua mão e lançando-o
ao inimigo.
O
ataque de Sailor Sun acertou no abdómen do monstro, que apanhado num momento de
distracção, não conseguiu desviar-se.
Todas as sailors olham para o
monstro com expectativa. Mas ficam boquiabertas: apesar de o ataque parecer
poderoso, o monstro não tinha desaparecido. Pior, agora apresentava uma cor
rubra e estava fumegante: o calor gerado pelo ataque de Sailor Sun tornara-o
incandescente. Apesar de surpreso por não se ter conseguido desviar-se do
ataque, o monstro rapidamente se recompôs, tentando tirar partido do calor que
se tinha acumulado no seu corpo. Esticou o braço para a frente, que se alongou
vários metros na direcção de Sailor Jupiter. Esta conseguiu desviar-se no
último instante, sofrendo uma leve queimadura na face.
-
Consegues repetir o teu ridículo ataque agora? – Escarneceu o monstro.
-
Cuidado! Não o deixem aproximar, ele está a ferver! – Alertou Jupiter, ofegando
e levando a mão à cara. Sailor Sun estava estupefacta e frustrada, não só o seu
ataque não tinha causado danos no monstro, como tinha ainda piorado o cenário
para o lado das guerreiras.
A
misteriosa guerreira que tinham acabado de encontrar tentou repetir o seu
ataque, mas o monstro apercebeu-se e dirigiu-se para ela. Sem ter tempo para
terminar a evocação do seu poder, foi obrigada a desviar-se.
- Millenary…
ah! – exclamou, saltando no último segundo. O monstro ria-se perante o seu ar
de fúria. Procurando aproveitar o facto da atenção do monstro estar virada para
a guerreira, Sailor Pluto arriscou.
- Death
Scream! – Exclamou, apontando o seu ceptro para o monstro. Desta vez foi ele
quem se desviou ao último instante, surpreso. Sailor Mars não perdeu tempo:
apercebendo-se de que o monstro não conseguia fixar a atenção em todas as
guerreiras ao mesmo tempo, atacou.
- Fire Soul! –
A chama dirigiu-se rapidamente para o monstro, que, não conseguindo desviar-se
a tempo, foi apanhado pelo ataque. Todas as atenções de viraram para o alvo,
todos com respiração suspensa. Esperavam que o fumo gerado pelo ataque
dissipasse para se aperceberem do efeito que a devastadora chama criada por
Sailor Mars tinha tido no inimigo. No entanto, todas as suas expectativas foram
frustradas. Passados poucos segundos, começam a ouvir de novo o riso
escarninho. À medida que o fumo se dissipava, aperceberam-se, horrorizados, que
mais uma vez o monstro tinha beneficiado do ataque. O seu braço agora era composto
por uma massa rubra, incandescente e maleável.
- Obrigada!
Agora vou ter mais facilidade em acabar com a vossa ridícula existência! –
disse, atacando em seguida com o seu braço. Mais uma vez o apontou na direcção
de Sailor Uranus e Sailor Neptune, e estendeu-o vários metros. Porém, desta vez
foi mais lento, e as guerreiras não tiveram dificuldade em desviar-se antes de
serem atingidas. Conseguiram porém sentir o enorme calor emanado, e ficaram com
um semblante mais carregado, trocando olhares, procurando uma na outra,
respostas sobre como derrotar este inimigo.
Sailor Mercury
observou o monstro no seu último ataque, e começou a raciocinar. O que
fazer? Agora não poderiam deixá-lo
aproximar-se de forma nenhuma, ou sofreriam graves queimaduras. No entanto, a
viscosidade do material em que se transformara o braço tornava-o mais lento…
- É isso!
Mars, Sun, repitam os vossos ataques! E desta vez não falhem! Aproveitem, ele
agora ficou mais lento! – disse com ar convicto.
- Estás
doida??? Vai fortalecê-lo ainda mais! – respondeu Sailor Mars, olhando para ela
estupefacta.
- Confiem em
mim e não discutam! Sei o que estou a fazer!
- Muito bem,
então! – respondeu Mars, que tinha aprendido a confiar nas ideias de Sailor
Mercury, mesmo quando não as entendia. – JÁ!
Aproveitando o
facto de se encontrarem uma de cada lado do monstro, e da sua maior lentidão a
esquivar-se, Sailor Sun e Sailor Mars atacaram em simultâneo.
- Fire… Soul!
- Solar
Spectrum!
Do lado de
Sailor Mars irrompe novamente a enorme chama que há minutos tinha conseguido
atingir o monstro, desta vez acertando em cheio na totalidade do seu corpo. A
luz emanada por aquela enorme chama não permitiu ver mais nada durante alguns
segundos. Nem mesmo a cara de desespero de Sailor Sun.
Tinha evocado
o seu poder simultaneamente a Sailor Mars. Mas desta vez, a poderosa luz não
saíra das suas mãos, como tinha acontecido antes. Nada acontecera. “Não é
possível!”, pensou exasperada, olhando impotente para a palma das mãos. “Oh
não! Está a acontecer!”
Todos os presentes
estavam de olhos fixos no alvo do fogo de Sailor Mars, ofuscados pela luz.
Todos, menos um par de olhos que seguia de perto aquela guerreira desde há
algum tempo. Sailor Uranus apercebera-se do ataque falhado, e também do
posterior desespero de Sailor Sun. Pensou não ser a melhor altura para fazer
perguntas, mas interrogou-se sobre o que estaria a acontecer.
O fogo
finalmente cessou. Todos assumiram posições defensivas, receosos que quais
seriam os resultados daquele ataque. Ninguém tinha compreendido a ideia de
Sailor Mercury. Até àquele momento. Ao ver a enorme mancha de um material
incandescente, semelhante a lava, que se tornara um monstro, um olhar de
compreensão foi trocado entre Sailor Mercury e Sailor Neptune.
- Muito bem!
Não sabia que tinham vindo para aqui com a intenção de morrer! Bom, isto
estraga um pouco o prazer da luta, torna demasiado fácil! Mas se assim
preferem… - O monstro preparava-se para atacar novamente. A reacção geral foi
de confusão e receio.
- AGORA! –
gritou Sailor Mercury! – Mercury Aqua Rapsody!
- Deep
Submerge! – Gritou em simultâneo Sailor Neptune.
Uma enorme
onda e vários jactos de água atingiram o monstro, agora tão lento que não teve
nenhuma hipótese de evitar o ataque. Ao tocar-lhe, a água evaporava-se
instantaneamente, e só ao fim de alguns segundos ele começou a ficar submerso.
Quando a água desapareceu por entre a areia do deserto, ninguém queria
acreditar no que os seus olhos viam, à excepção de Sailor Mercury e Sailor
Neptune, e assumiram a expressão de quem encontrara exactamente aquilo que
queria.
O monstro
transformara-se numa enorme estátua de vidro, imóvel na posição em que se
preparava para atacar. Os seus olhos denunciavam que estava ainda consciente,
olhando em várias direcções furioso e com medo.
- Quem é que
anda à procura da morte agora? – ironizou Sailor Uranus, a primeira a
recompor-se da surpresa. – World Shaking!
O seu ataque
dirigira-se certeiro ao monstro, que em alguns instantes ficou desfeito em mil
estilhaços. Todos os outros pareciam finalmente recompostos da surpresa, e
olhavam Sailor Mercury.
- Areia
fundida transforma-se em vidro… Física básica! – disse, sorrindo.
- Tinhas de
ser tu a ter uma ideia dessas! – exclamou Sailor Mars, exausta da batalha.
Sailor Mercury
sorriu e corou. Sailor Sun disfarçara o seu desespero sorrindo e felicitando a guerreira
de Mercúrio. Ninguém se tinha apercebido do seu ataque falhado. Ninguém excepto
Sailor Uranus, que se mantinha em silêncio, observando-a.
A guerreira de
laranja aproximou-se delas.
- Obrigado! Não
sei como vos agradecer! Estava mesmo aflita!
- E tu és? –
perguntou Sailor Uranus na sua habitual frieza.
- Sedna.
Sailor Sedna. Hoshi Kou em civil! Sou uma aluna de intercâmbio! Senti uma
enorme fonte de energia vinda daqui. E decidi vir investigar. Foi quando
encontrei o monstro. E vocês apareceram.
- Sentiste? –
quis saber Sailor Neptune.
- Sim. Eu sou
muito sensível às variações de energia. Quando aqui cheguei pensei que essa
energia viesse do monstro. Mas agora reparo que não. Na verdade a energia ainda
continua aqui. Consigo senti-la.
- Eu também
consigo detectar algo – informou Sailor Sun. – Um pouco ténue mas consigo.
- E será que
podemos confiar em ti? É que sabes… Não nos convinha nada outra falha. – atacou
Sailor Uranus, a voz fria como gelo.
Então ela viu, pensou a guerreira solar.
As outras
navegantes ficaram confusas com a afirmação.
- O que queres
dizer? – perguntou Sailor Mars.
- Ela quer
dizer que não confia em mim porque eu falhei o meu ataque. – confessou Sailor
Sun.
- O QUÊ? –
fizeram em uníssono as restantes navegantes.
- Sim, é
verdade! O meu ataque não foi sequer realizado. E isto prova aquilo que eu
temia. Temos de encontrar os fragmentos o quanto antes. Não sei exactamente o
porquê. Mas sei que se não o fizermos rapidamente, corremos o risco de
desaparecer. Para sempre.
Espero k gostem!
Capítulo
16: E fez-se luz!
As
navegantes, Mamoru e Alexander entreolharam-se.
-
O quê? Como? – balbuciou Usagi
O
monstro depressa lançou um ataque na sua direcção e se não tivesse sido Rei,
Usagi seria muito provavelmente uma estátua de areia naquele momento.
Setsuna
olhava a guerreira com um misto de admiração e confusão. Fechou os olhos para
ver se se recordava. E nesse preciso momento…
-
Sedna! – gritou – Que estás tu aqui a fazer?
-
Oh olá, Plutão! Decidi visitar-te! Afinal, somos amigas não é verdade?
-
Sim, claro que somos! – sorriu-lhe Setsuna.
O
palácio de Plutão não era muito grande. Porém, era misterioso, não sofria a
passagem do tempo. E tal era de prever, uma vez que era ela a guardiã do Tempo.
Tudo estava como novo. Não havia sujidade, pó ou qualquer outro tipo de coisa
que mostrasse desgaste, erosão, e uso. Era como se aquele palácio acabasse de
ser construído. E aquele salão onde as duas se encontravam era uma das divisões
mais lindas do palácio. Ricamente decorado, em tons verdes escuros, violetas e
pretos, as duas amigas olhavam-se e punham alguma conversa em dia. Os olhos de ambas
brilhavam intensamente.
-
Porque vieste? Não é perigoso teres abandonado o teu palácio? Sabes que a
Metallia pode atacar a qualquer momento, não sabes? – inquiriu a guardiã do
Tempo.
-
Sim sei. Mas não resisti. Tenho tanto para te contar! Não podia esperar, talvez
eternamente, até te encontrar!
Plutão
corou e sorriu.
-
Eu também tenho coisas para te contar! – propositadamente, o tom de Plutão foi
misterioso.
-
Ah sim? E que tipo de coisas? – brincou Sedna.
Plutão
aproximou-se da amiga. Estavam a escassos centímetros de distância. Conseguiam
ambas sentir o perfume uma da outra. Os seus olhos brilhavam. Havia um ténue
sorriso em ambos os lábios. Era impossível naquele momento precisar qual dos
corações batia mais rápido.
-
Queres mesmo saber?
-
Claro que sim!
Aproximaram-se
cada vez mais. Ambas fecharam os olhos. Até que um grito fez Setsuna voltar à
realidade.
-
Setsuna só faltas tu transformares-te!
Setsuna
tentou disfarçar e corou. Que raio de recordação era aquela? O que se passou a
seguir? Setsuna estava confusa. Porém transformou-se, tal como as outras:
- PLUTO CRYSTAL POWER, MAKE UP!
Estando
todas as navegantes transformadas, a batalha começava. As Sailors lançavam os
seus ataques e o monstro sendo feito de areia, transformava-se ele próprio em
areia, caindo no chão, para depois se reerguer.
-
Estou a jogar em casa navegantes! O deserto não me vai deixar perder!
-
Isso é o que vamos ver! JUPITER OAK EVOLUTION!
O
monstro voltou a tornar-se em areia do deserto, erguendo-se quando o ataque da
guardiã de Júpiter acabou.
-
Vocês são patéticas!
-
Já vais ver! Volta para os fósseis! SOLAR SPECTRUM! – gritou Sailor Sun,
fazendo aparecer um raio muito fino da palma da sua mão e lançando-o
ao inimigo.
O
ataque de Sailor Sun acertou no abdómen do monstro, que apanhado num momento de
distracção, não conseguiu desviar-se.
Todas as sailors olham para o
monstro com expectativa. Mas ficam boquiabertas: apesar de o ataque parecer
poderoso, o monstro não tinha desaparecido. Pior, agora apresentava uma cor
rubra e estava fumegante: o calor gerado pelo ataque de Sailor Sun tornara-o
incandescente. Apesar de surpreso por não se ter conseguido desviar-se do
ataque, o monstro rapidamente se recompôs, tentando tirar partido do calor que
se tinha acumulado no seu corpo. Esticou o braço para a frente, que se alongou
vários metros na direcção de Sailor Jupiter. Esta conseguiu desviar-se no
último instante, sofrendo uma leve queimadura na face.
-
Consegues repetir o teu ridículo ataque agora? – Escarneceu o monstro.
-
Cuidado! Não o deixem aproximar, ele está a ferver! – Alertou Jupiter, ofegando
e levando a mão à cara. Sailor Sun estava estupefacta e frustrada, não só o seu
ataque não tinha causado danos no monstro, como tinha ainda piorado o cenário
para o lado das guerreiras.
A
misteriosa guerreira que tinham acabado de encontrar tentou repetir o seu
ataque, mas o monstro apercebeu-se e dirigiu-se para ela. Sem ter tempo para
terminar a evocação do seu poder, foi obrigada a desviar-se.
- Millenary…
ah! – exclamou, saltando no último segundo. O monstro ria-se perante o seu ar
de fúria. Procurando aproveitar o facto da atenção do monstro estar virada para
a guerreira, Sailor Pluto arriscou.
- Death
Scream! – Exclamou, apontando o seu ceptro para o monstro. Desta vez foi ele
quem se desviou ao último instante, surpreso. Sailor Mars não perdeu tempo:
apercebendo-se de que o monstro não conseguia fixar a atenção em todas as
guerreiras ao mesmo tempo, atacou.
- Fire Soul! –
A chama dirigiu-se rapidamente para o monstro, que, não conseguindo desviar-se
a tempo, foi apanhado pelo ataque. Todas as atenções de viraram para o alvo,
todos com respiração suspensa. Esperavam que o fumo gerado pelo ataque
dissipasse para se aperceberem do efeito que a devastadora chama criada por
Sailor Mars tinha tido no inimigo. No entanto, todas as suas expectativas foram
frustradas. Passados poucos segundos, começam a ouvir de novo o riso
escarninho. À medida que o fumo se dissipava, aperceberam-se, horrorizados, que
mais uma vez o monstro tinha beneficiado do ataque. O seu braço agora era composto
por uma massa rubra, incandescente e maleável.
- Obrigada!
Agora vou ter mais facilidade em acabar com a vossa ridícula existência! –
disse, atacando em seguida com o seu braço. Mais uma vez o apontou na direcção
de Sailor Uranus e Sailor Neptune, e estendeu-o vários metros. Porém, desta vez
foi mais lento, e as guerreiras não tiveram dificuldade em desviar-se antes de
serem atingidas. Conseguiram porém sentir o enorme calor emanado, e ficaram com
um semblante mais carregado, trocando olhares, procurando uma na outra,
respostas sobre como derrotar este inimigo.
Sailor Mercury
observou o monstro no seu último ataque, e começou a raciocinar. O que
fazer? Agora não poderiam deixá-lo
aproximar-se de forma nenhuma, ou sofreriam graves queimaduras. No entanto, a
viscosidade do material em que se transformara o braço tornava-o mais lento…
- É isso!
Mars, Sun, repitam os vossos ataques! E desta vez não falhem! Aproveitem, ele
agora ficou mais lento! – disse com ar convicto.
- Estás
doida??? Vai fortalecê-lo ainda mais! – respondeu Sailor Mars, olhando para ela
estupefacta.
- Confiem em
mim e não discutam! Sei o que estou a fazer!
- Muito bem,
então! – respondeu Mars, que tinha aprendido a confiar nas ideias de Sailor
Mercury, mesmo quando não as entendia. – JÁ!
Aproveitando o
facto de se encontrarem uma de cada lado do monstro, e da sua maior lentidão a
esquivar-se, Sailor Sun e Sailor Mars atacaram em simultâneo.
- Fire… Soul!
- Solar
Spectrum!
Do lado de
Sailor Mars irrompe novamente a enorme chama que há minutos tinha conseguido
atingir o monstro, desta vez acertando em cheio na totalidade do seu corpo. A
luz emanada por aquela enorme chama não permitiu ver mais nada durante alguns
segundos. Nem mesmo a cara de desespero de Sailor Sun.
Tinha evocado
o seu poder simultaneamente a Sailor Mars. Mas desta vez, a poderosa luz não
saíra das suas mãos, como tinha acontecido antes. Nada acontecera. “Não é
possível!”, pensou exasperada, olhando impotente para a palma das mãos. “Oh
não! Está a acontecer!”
Todos os presentes
estavam de olhos fixos no alvo do fogo de Sailor Mars, ofuscados pela luz.
Todos, menos um par de olhos que seguia de perto aquela guerreira desde há
algum tempo. Sailor Uranus apercebera-se do ataque falhado, e também do
posterior desespero de Sailor Sun. Pensou não ser a melhor altura para fazer
perguntas, mas interrogou-se sobre o que estaria a acontecer.
O fogo
finalmente cessou. Todos assumiram posições defensivas, receosos que quais
seriam os resultados daquele ataque. Ninguém tinha compreendido a ideia de
Sailor Mercury. Até àquele momento. Ao ver a enorme mancha de um material
incandescente, semelhante a lava, que se tornara um monstro, um olhar de
compreensão foi trocado entre Sailor Mercury e Sailor Neptune.
- Muito bem!
Não sabia que tinham vindo para aqui com a intenção de morrer! Bom, isto
estraga um pouco o prazer da luta, torna demasiado fácil! Mas se assim
preferem… - O monstro preparava-se para atacar novamente. A reacção geral foi
de confusão e receio.
- AGORA! –
gritou Sailor Mercury! – Mercury Aqua Rapsody!
- Deep
Submerge! – Gritou em simultâneo Sailor Neptune.
Uma enorme
onda e vários jactos de água atingiram o monstro, agora tão lento que não teve
nenhuma hipótese de evitar o ataque. Ao tocar-lhe, a água evaporava-se
instantaneamente, e só ao fim de alguns segundos ele começou a ficar submerso.
Quando a água desapareceu por entre a areia do deserto, ninguém queria
acreditar no que os seus olhos viam, à excepção de Sailor Mercury e Sailor
Neptune, e assumiram a expressão de quem encontrara exactamente aquilo que
queria.
O monstro
transformara-se numa enorme estátua de vidro, imóvel na posição em que se
preparava para atacar. Os seus olhos denunciavam que estava ainda consciente,
olhando em várias direcções furioso e com medo.
- Quem é que
anda à procura da morte agora? – ironizou Sailor Uranus, a primeira a
recompor-se da surpresa. – World Shaking!
O seu ataque
dirigira-se certeiro ao monstro, que em alguns instantes ficou desfeito em mil
estilhaços. Todos os outros pareciam finalmente recompostos da surpresa, e
olhavam Sailor Mercury.
- Areia
fundida transforma-se em vidro… Física básica! – disse, sorrindo.
- Tinhas de
ser tu a ter uma ideia dessas! – exclamou Sailor Mars, exausta da batalha.
Sailor Mercury
sorriu e corou. Sailor Sun disfarçara o seu desespero sorrindo e felicitando a guerreira
de Mercúrio. Ninguém se tinha apercebido do seu ataque falhado. Ninguém excepto
Sailor Uranus, que se mantinha em silêncio, observando-a.
A guerreira de
laranja aproximou-se delas.
- Obrigado! Não
sei como vos agradecer! Estava mesmo aflita!
- E tu és? –
perguntou Sailor Uranus na sua habitual frieza.
- Sedna.
Sailor Sedna. Hoshi Kou em civil! Sou uma aluna de intercâmbio! Senti uma
enorme fonte de energia vinda daqui. E decidi vir investigar. Foi quando
encontrei o monstro. E vocês apareceram.
- Sentiste? –
quis saber Sailor Neptune.
- Sim. Eu sou
muito sensível às variações de energia. Quando aqui cheguei pensei que essa
energia viesse do monstro. Mas agora reparo que não. Na verdade a energia ainda
continua aqui. Consigo senti-la.
- Eu também
consigo detectar algo – informou Sailor Sun. – Um pouco ténue mas consigo.
- E será que
podemos confiar em ti? É que sabes… Não nos convinha nada outra falha. – atacou
Sailor Uranus, a voz fria como gelo.
Então ela viu, pensou a guerreira solar.
As outras
navegantes ficaram confusas com a afirmação.
- O que queres
dizer? – perguntou Sailor Mars.
- Ela quer
dizer que não confia em mim porque eu falhei o meu ataque. – confessou Sailor
Sun.
- O QUÊ? –
fizeram em uníssono as restantes navegantes.
- Sim, é
verdade! O meu ataque não foi sequer realizado. E isto prova aquilo que eu
temia. Temos de encontrar os fragmentos o quanto antes. Não sei exactamente o
porquê. Mas sei que se não o fizermos rapidamente, corremos o risco de
desaparecer. Para sempre.
O efeito foi
um suster momentâneo de respirações.
- Desculpem a
ignorância… Mas de que raio estão a falar? – interrogou Sailor Sedna.
Resumidamente,
as navegantes contaram-lhe a história do inimigo, e da busca dos fragmentos.
- Então se
encontrarmos os 8 fragmentos, eles juntam-se e originam um grande poder? – questionou
a guerreira de Sedna.
- Sim
basicamente é isso! – esclareceu Sailor Mercury.
- Então será
que é isso que eu sinto? Um dos fragmentos? De acordo com aquele monstro que me
falaram um dos fragmentos está aqui, certo? Então esperem um momento.
Fechou os
olhos durante uns momentos. Parecia estar a meditar. Até que abriu os olhos.
- Ali está o
fragmento. – disse apontando para um edifício que se situava um pouco longe – Sankore
Madrasah. A Universidade de Sankore. Tem lógica! – completou, sorrindo.
O grupo
dirigiu-se para a Universidade. Era um edifico antigo, feito de pedra. Parecia
ser engolido pelo deserto, como se tratasse de um barco indefeso num maremoto. O
fluxo de estudantes a entrar e a sair era enorme. Ocidentais, e Orientais
misturavam-se como cardumes de peixes diferentes.
- Bem,
passamos despercebidos de certeza! – brincou Mamoru.
- Oh claro que
sim! Considerando que as mulheres além de serem tratadas abaixo de cão, andam
todas com as Burkas. Não haja dúvida que nós raparigas vamos passar
despercebidas! E já agora podíamos perguntar a alguém se sabe da existência de
algum fragmento! – troçou Chibi-Usa ironicamente.
Mamoru
calou-se.
O grupo
entrou, acompanhando a multidão. Como Chibi-Usa previra, grande parte dos olhos
estavam postos nelas. Alguns ávidos de desejo sexual. Outros indignados. Outros
curiosos.
Foi quando um
homem de uniforme se aproximou, falando uma algaraviada em árabe. Apenas Hoshi
parecia estar a perceber e respondeu-lhe. Trocaram algumas palavras, e o homem
começou a apontar para Chibi-Usa. A nova guerreira parecia furiosa.
- Ele diz que
só nos deixa entrar se lhe vendermos a Chibi-Usa. Parece que ele se quer casar
com ela. Pelos vistos já é casado 4 vezes.
- O QUÊ? EU
DOU-LHE O CASAMENTO! TARADO, PERVERTIDO, PEDÓFILO! QUERES CASAR? EU DOU-TE O
CASAMENTO!
A voz elevada
de Chibi-Usa chamou ainda mais a atenção das pessoas que passavam. O homem de
uniforme, que se veio a descobrir ser o porteiro olhava para ela estupefacto.
Dirigiu mais
algumas palavras a Hoshi. Passado algum tempo, o homem afastou-se indignado e a
praguejar.
- Este já não
nos chateia! Sigam-me! Estamos perto!
Seguiram Hoshi
através da Universidade. Chibi-Usa aproveitou para se aproximar da nova colega.
- O que lhe
disseste?
- Disse-lhe
que já eras casada e que o teu marido era director de uma fábrica de armamento
bélico! Isto parece tê-lo assustado!
Riram-se
ambas.
O grupo chegou
a um jardim. Ninguém lá estava.
- Bem, é aqui!
Tem de estar por aqui. O jardim não é muito grande e poucos cá vêm, uma vez que
existe outro jardim muito maior e mais atractivo! Por isso vamos procurar!
O jardim era
fantástico. Grandes palmeiras faziam sombra, que era deliciosa para os corpos
quentes das pessoas. Uma pequena fonte jorrava água para quem na quisesse
beber. Flores e insectos faziam parte daquele habitat tão natural. Era mágico.
Era belo.
- Hey malta! Venham cá! – gritou Usagi.
- O que foi? Descobriste? –
perguntou Rei.
- Olhem aqueles bichinhos tão
giros! Estão a namorar! Que queridos!
Os presentes fizeram os possíveis
para se controlar, excepto Hoshi que olhava estupefacta para Usagi, Mamoru que
corava e Rei que iniciou logo uma discussão com a amiga.
Enquanto discutiam, Haruka
continuou a busca, e foi então que ao revirar uma enorme pedra viu um símbolo,
a preto, inscrito nela:
Símbolo
- Hey, será isto? – chamou ela.
Quando os outros se juntaram a ela ficaram
desconcertados. Por baixo do octógono, uma inscrição em árabe completava o
desenho.
- Ahm… Hoshi consegues ler isto?
Hoshi olhou e respondeu:
- Lamento mas não! Esse árabe não é recente, é
mais arcaico.
- Mas talvez o meu computador consiga! – exclamou Ami.
Após ter analisado a inscrição, o computador deu
imediatamente a resposta:
Apenas o príncipe da Terra consegue
desvendar os segredos que aqui querem ser revelados.
- O Príncipe da Terra? – questionou Hoshi.
O Príncipe da Terra… Mamoru? Serás
tu? – perguntou Haruka.
- Não custa tentar! – exclamou ele, tocando no octógono.
Perante o olhar atento das navegantes, o octógono
brilhou quando tocado por Mamoru. Uma luz esverdeada saiu de lá e elevou-se no
ar. Parecia estar a formar uma espécie de padrão. Era ainda demasiado
indistinto para se notar alguma coisa. E passado uns segundos todos
compreenderam. Era um planisfério. E nele, assinalados com uma luz branca a
fazer contraste com a verde, a localização dos 7 fragmentos aparecia-lhes
diante dos olhos.
um suster momentâneo de respirações.
- Desculpem a
ignorância… Mas de que raio estão a falar? – interrogou Sailor Sedna.
Resumidamente,
as navegantes contaram-lhe a história do inimigo, e da busca dos fragmentos.
- Então se
encontrarmos os 8 fragmentos, eles juntam-se e originam um grande poder? – questionou
a guerreira de Sedna.
- Sim
basicamente é isso! – esclareceu Sailor Mercury.
- Então será
que é isso que eu sinto? Um dos fragmentos? De acordo com aquele monstro que me
falaram um dos fragmentos está aqui, certo? Então esperem um momento.
Fechou os
olhos durante uns momentos. Parecia estar a meditar. Até que abriu os olhos.
- Ali está o
fragmento. – disse apontando para um edifício que se situava um pouco longe – Sankore
Madrasah. A Universidade de Sankore. Tem lógica! – completou, sorrindo.
O grupo
dirigiu-se para a Universidade. Era um edifico antigo, feito de pedra. Parecia
ser engolido pelo deserto, como se tratasse de um barco indefeso num maremoto. O
fluxo de estudantes a entrar e a sair era enorme. Ocidentais, e Orientais
misturavam-se como cardumes de peixes diferentes.
- Bem,
passamos despercebidos de certeza! – brincou Mamoru.
- Oh claro que
sim! Considerando que as mulheres além de serem tratadas abaixo de cão, andam
todas com as Burkas. Não haja dúvida que nós raparigas vamos passar
despercebidas! E já agora podíamos perguntar a alguém se sabe da existência de
algum fragmento! – troçou Chibi-Usa ironicamente.
Mamoru
calou-se.
O grupo
entrou, acompanhando a multidão. Como Chibi-Usa previra, grande parte dos olhos
estavam postos nelas. Alguns ávidos de desejo sexual. Outros indignados. Outros
curiosos.
Foi quando um
homem de uniforme se aproximou, falando uma algaraviada em árabe. Apenas Hoshi
parecia estar a perceber e respondeu-lhe. Trocaram algumas palavras, e o homem
começou a apontar para Chibi-Usa. A nova guerreira parecia furiosa.
- Ele diz que
só nos deixa entrar se lhe vendermos a Chibi-Usa. Parece que ele se quer casar
com ela. Pelos vistos já é casado 4 vezes.
- O QUÊ? EU
DOU-LHE O CASAMENTO! TARADO, PERVERTIDO, PEDÓFILO! QUERES CASAR? EU DOU-TE O
CASAMENTO!
A voz elevada
de Chibi-Usa chamou ainda mais a atenção das pessoas que passavam. O homem de
uniforme, que se veio a descobrir ser o porteiro olhava para ela estupefacto.
Dirigiu mais
algumas palavras a Hoshi. Passado algum tempo, o homem afastou-se indignado e a
praguejar.
- Este já não
nos chateia! Sigam-me! Estamos perto!
Seguiram Hoshi
através da Universidade. Chibi-Usa aproveitou para se aproximar da nova colega.
- O que lhe
disseste?
- Disse-lhe
que já eras casada e que o teu marido era director de uma fábrica de armamento
bélico! Isto parece tê-lo assustado!
Riram-se
ambas.
O grupo chegou
a um jardim. Ninguém lá estava.
- Bem, é aqui!
Tem de estar por aqui. O jardim não é muito grande e poucos cá vêm, uma vez que
existe outro jardim muito maior e mais atractivo! Por isso vamos procurar!
O jardim era
fantástico. Grandes palmeiras faziam sombra, que era deliciosa para os corpos
quentes das pessoas. Uma pequena fonte jorrava água para quem na quisesse
beber. Flores e insectos faziam parte daquele habitat tão natural. Era mágico.
Era belo.
- Hey malta! Venham cá! – gritou Usagi.
- O que foi? Descobriste? –
perguntou Rei.
- Olhem aqueles bichinhos tão
giros! Estão a namorar! Que queridos!
Os presentes fizeram os possíveis
para se controlar, excepto Hoshi que olhava estupefacta para Usagi, Mamoru que
corava e Rei que iniciou logo uma discussão com a amiga.
Enquanto discutiam, Haruka
continuou a busca, e foi então que ao revirar uma enorme pedra viu um símbolo,
a preto, inscrito nela:
Símbolo
- Hey, será isto? – chamou ela.
Quando os outros se juntaram a ela ficaram
desconcertados. Por baixo do octógono, uma inscrição em árabe completava o
desenho.
- Ahm… Hoshi consegues ler isto?
Hoshi olhou e respondeu:
- Lamento mas não! Esse árabe não é recente, é
mais arcaico.
- Mas talvez o meu computador consiga! – exclamou Ami.
Após ter analisado a inscrição, o computador deu
imediatamente a resposta:
Apenas o príncipe da Terra consegue
desvendar os segredos que aqui querem ser revelados.
- O Príncipe da Terra? – questionou Hoshi.
O Príncipe da Terra… Mamoru? Serás
tu? – perguntou Haruka.
- Não custa tentar! – exclamou ele, tocando no octógono.
Perante o olhar atento das navegantes, o octógono
brilhou quando tocado por Mamoru. Uma luz esverdeada saiu de lá e elevou-se no
ar. Parecia estar a formar uma espécie de padrão. Era ainda demasiado
indistinto para se notar alguma coisa. E passado uns segundos todos
compreenderam. Era um planisfério. E nele, assinalados com uma luz branca a
fazer contraste com a verde, a localização dos 7 fragmentos aparecia-lhes
diante dos olhos.
Obrigado BunnyGirl! Bem, a esta altura já está tudo planeado e não podemos inserir mais sailors! Mas mt obrigado por deixares k a gente a inclua! Até tivemos de excluir mais gente k se tinha oferecido pk não se enquadravam na história k eu e a Kasei planeamos! Bem tentamos mas n dava mesmo... :S
Mas agradeço-te mesmo! =)
Mas agradeço-te mesmo! =)
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