O combate final de Sailor Moon: saga das Artes (novo cap!)
Kasei!! Estreaste-te no mundo das fanfics e de maneira exclente! Tá lindo o capitulo, Black tu tens umas ideias fantásticas! Tava tão mortinha por saber mais!!! LINDO LINDO LINDO!! ADOREI!!!
Fico ansiosamente à espera de mais
Fico ansiosamente à espera de mais


Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
_S.E.A_ escreveu:POis... Mas deixa o Black tb*ANSIOSA* Kd sai o próximo?
Eu n tenho q deixar a ele, ele é q tem q me deixar a mim...

Eu tenho o próximo capítulo escrito. Só tenho q passar para o pc e mandar ao black pa ele dizer se aprova. Se conseguir falar com ele hoje, talvez haja ainda hoje.

K bom!!! Lool!! Outro capitulo escrito pela Kasei =) n tarda começas tu a escrever a fic em vez do Black XD Na brinca
Tá optima, parabens!
Tá optima, parabens!

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Nãããooo! Só eu sozinha n tinha graça nenhuma!!!
Desde há algum tempo q eu e o black discutiamos ideias para a fic, mas depois era ele a escrever. Desta vez atrevi-me pq ele anda um pouco sem ideias e disse q n se importava, mas no fundo eu só passo pra palavras, as ideias continuam a vir das nossas discussões e da ideia inicial dele para a fic. Tenho muito orgulho em ter passado a co-autora desta fic, de q inicialmente era grande fã, mas acho q n me atrevo a fazer uma fic sozinha...
Desde há algum tempo q eu e o black discutiamos ideias para a fic, mas depois era ele a escrever. Desta vez atrevi-me pq ele anda um pouco sem ideias e disse q n se importava, mas no fundo eu só passo pra palavras, as ideias continuam a vir das nossas discussões e da ideia inicial dele para a fic. Tenho muito orgulho em ter passado a co-autora desta fic, de q inicialmente era grande fã, mas acho q n me atrevo a fazer uma fic sozinha...

Sorry gente, ja devia ter postado há mais tempo! Cá vai mais um capítulo escrito pela Kasei!
Capítulo
15 – A partida/ Nova batalha
Usagi dormia profundamente e sonhava. Estava na praia. Esticava-se na areia, gozando
o sol. Ouvia os risos de Mamoru e Chibiusa na água.
-
Vem Usagi, a água está óptima! – Chamou Chibiusa.
-
Usagi! Usagi! – Mamoru repetia o chamamento, de forma insistente.
-Usagi!
Usagi! – Usagi abriu os olhos. – Já te chamei há mais de 15 minutos!
Despacha-te, temos que ir para o aeroporto! – disse Mamoru.
Aeroporto?
Usagi demorou uns momentos a voltar à realidade. A sua mente pregava-lhe
diversas vezes aquela cruel partida. Quando se encontrava a meio de uma batalha
contra um inimigo, frequentemente, nos momentos em que sentia mais pressão, o
sono tornava-se o seu escape para regressar por algumas horas a uma vida normal
e pacífica. O que tornava ainda mais difícil o regresso à realidade de manhã.
Mamoru
e Chibiusa andavam apressadamente de um lado para o outro, nos últimos
preparativos para a viagem. Usagi sentia-se cansada, estivera acordada até
bastante tarde no dia anterior. Para além de ter feito a mala, passar muito
tempo com Chibiusa. Só quando chegaram a casa é q ela conseguiu pronunciar
algumas palavras sobre o que tinha acontecido, entrecortadas com novos acessos
de lágrimas. Usagi e Mamoru passaram algum tempo junto dela a consolá-la, mais
ouvindo e abraçando-a do que falando. Não havia palavras que pudessem minorar a
sua dor. Tudo o que podiam fazer era demonstrar que estavam ali para ela.
De
manhã, embora ainda triste, Chibiusa parecia ter ganho nova determinação. Tal
como Usagi, sua futura mãe, a jovem Chibiusa perdia totalmente as forças com a
dor da perda que alguém que amava. Mas também como Usagi, sabia reconhecer o
momento de se reerguer para recomeçar a lutar. Principalmente quando estava em
jogo a vida de tanta gente.
Chamaram
um táxi e correram para o aeroporto. Mamoru pagou o dobro ao motorista para que
acelerasse o mais que pudesse, na esperança de reduzir o atraso; tinham saído
de casa já depois da hora a que deveriam estar no aeroporto… Felizmente o
percurso era rápido. Correram para a zona de check-in, onde encontraram já toda
a gente à sua espera.
-Nem
digam mais: até aposto que a culpa do atraso foi da dorminhoca da Usagi! – Rei
não conseguia evitá-lo; meter-se com Usagi era a sua forma de libertar o
nervosismo que, de resto, todos ali sentiam. As outras sailors, incluindo
Usagi, já tinham aprendido a interpretar este comportamento e não levavam a
mal. Não fazia parte do carácter de Rei demonstrar nervosismo, e esta era a
forma que encontrara para o disfarçar e simultaneamente o deixar sair.
-
Desculpem… - disse Usagi, confirmando a acusação de Rei.
-
Mais um pouco e apanhavam o check-in já fechado! – exclamou Ami. – Vão,
depressa, todos nós já despachámos as malas!
Encontraram
o balcão livre; todas as pessoas do voo, à excepção deles, tinham já feito o
check-in, e já não havia fila. Despacharam as malas e reservaram lugares. O
grupo tinha ficado dividido, não havia tantos lugares juntos no avião.
Embarcaram e tomaram os seus lugares, preparando-se para uma longa viagem.
Mamoru,
Usagi e Chibiusa viajavam juntos. Chibiusa encostou a cabeça no ombro de Usagi,
que pegou na sua mão, e foram assim quase toda a viagem. Pouco falaram. Mamoru
lia um livro, e dava por si a observá-las, ocasionalmente.
As
inners viajavam em grupo.
Rei olhava pela janela, pensando em tudo o que lhes
acontecera nos últimos dias. Também ela estava cansada destas intermináveis
lutas. Embora representasse o deus da guerra, também ela ansiava pela paz.
Recordava os tempos em que era apenas Rei Hino, estudante e aprendiz de
sacerdotisa. Não uma sailor senshi, não a deusa da guerra. Só uma rapariga
normal, cujas únicas missões eram passar de ano ser bem sucedida na sua
aprendizagem, para um dia tomar o lugar do avô. Mas ela não podia exprimir os
seus sonhos e desejos. Cabia-lhe ser o elo forte, que mantinha a força do grupo
quando começavam a fraquejar. A líder por trás da líder. Usagi tinha as suas
fraquezas, todas tinham aprendido a aceitá-las e lidar com elas. E a Rei cabia
mostrar-se forte, mesmo nos momentos em que se sentia fraca por dentro. Por
isso ela viajava nos seus pensamentos, sem que isso transparecesse no seu rosto
ou no seu olhar. O seu semblante mantinha-se simplesmente sério.
A
seu lado, Ami continuava a pesquisar informações no seu mini-computador. Estava
totalmente absorvida por essa tarefa. Após ler e reler todas as informações de
que dispunha sobre a cidade de Tombuctu, para onde se dirigiam, procurara algo
sobre os fragmentos das artes. No entanto, pouco encontrara. Para além da
informação que lhes dera Zap, de que os fragmentos representavam as 7 artes que
figuravam no manifesto das artes redigido no início do séc. XX, mais um 8º
fragmento que representava a natureza, nada mais havia. Intrigava-a porque
razão a sua localização não lhe era revelada. Se estes objectos que iam
procurar eram tão poderosos, deveriam libertar energia detectável pelo seu
computador. Por que não os encontrava então? Passou toda a viagem a trabalhar
nisso, sem sucesso. Makoto e Minako observavam-na. Não se atreviam a fazer
perguntas, perante o seu ar concentrado. De quando em quando, trocavam algumas
palavras, sobre as novas guerreiras que se tinham revelado desde o início
daquela batalha, sobre as duas novas viajantes no tempo, Anoko e Sakura, acerca
de quem ainda muito pouco sabiam, ou sobre as informações que Queen Serenity
lhes havia transmitido acerca do novo inimigo. Infelizmente, já tinham
confirmado o seu mórbido hábito de coleccionar cabeças. Cada uma delas pensava
como seria possível antecipar os seus ataques para evitar mãos destas horríveis
mortes, sem ousar dizê-lo à outra. A hipótese de aquele acontecimento se poder
repetir era demasiado horrível e ao mesmo tempo eminentemente real. Nem ousavam
verbalizá-la.
Noutro
grupo viajavam Cathy, Alexander, Anoko e Sakura. Tal como Chibiusa, Cathy
passara quase toda a viagem encostada a Alexander. Nenhum dos dois falou muito.
Ambos tinham ainda presente a imagem da morte de Hélios, bem diante dos seus
olhos. Anoko e Sakura comunicavam por olhares, confirmando que ambas sentiam os
mesmos receios e incertezas. Podiam sentir as interrogações do grupo sobre si.
Afinal, ainda muito pouco tinha sido revelado sobre as duas raparigas.
Também
as Outers viajavam juntas, e Catherine com elas. Ia mergulhada nos seus
pensamentos. O sonho não se repetira; no entanto, estava certa de que a morte
de Hélios não era o acontecimento que o sonho previra. Ainda algo estava para
acontecer. Haruka continuava a observá-la. Tinha partilhado com Setsuna e
Michiru a sua opinião de que aquela nova guerreira sabia de algo que não
contava. Hotaru olhava-as, parecendo compreender os seus pensamentos.
A
viagem foi longa e monótona. Ocasionalmente alguém se levantava para ir ao
encontro de outro grupo, mas pouco conversavam, e o regresso ao lugar fazia-se
rapidamente.
Desembarcaram
finalmente em Tombuctu. A
cidade, ainda que um pouco destruída pelas tempestades de areia, deslumbrou-os
de imediato com a sua beleza. Era magnífica.
Arranjaram
um transporte para a cidade, onde iam procurar alojamento. Encontraram facilmente
no centro um hotel modesto mas simpático. Deixaram a bagagem distribuída
aleatoriamente em quartos de 2 ou 3 camas, pensando que mais tarde tratariam da
distribuição dos grupos pelos quartos, e voltaram para a rua. Foi aí que viram.
Um som que parecia uma explosão, uma nuvem de poeira que se elevava acima dos
edifícios e uma luz colorida. Os sentidos de Rei alertaram-na, detectava um
poder enorme.
-
Parece que não vamos ter que procurar muito… - disse Haruka.
Correram
para o local da explosão, ao contrário de todas as pessoas da cidade, que
fugiam para o lado oposto, espavoridas. Quando chegaram à origem do enorme
ruído que haviam ouvido, situado no meio de ruínas, já transformados, ficaram
boquiabertos com o que viram. Um monstro, cujo corpo parecia feito de areia,
lutava contra uma guerreira. A rapariga, de longos cabelos castanhos e fato em
tons amarelos e laranja, no entanto, não parecia igualmente surpresa.
-
MILLENARY WHALES CHANT! – gritou a rapariga.
Um
amontoado de baleias apareceu no céu azul e rapidamente começaram a entoar um
cântico ensurdecedor. Porém o inimigo teletransportou-se para outro lado, longe
do ataque. Logo a estranha gritou ao grupo que se lhe apresentava à frente:
-
Não fiquem aí parados, dêem uma ajudinha!!! Ou isto parece-vos fácil?!?
Comments please!
Capítulo
15 – A partida/ Nova batalha
Usagi dormia profundamente e sonhava. Estava na praia. Esticava-se na areia, gozando
o sol. Ouvia os risos de Mamoru e Chibiusa na água.
-
Vem Usagi, a água está óptima! – Chamou Chibiusa.
-
Usagi! Usagi! – Mamoru repetia o chamamento, de forma insistente.
-Usagi!
Usagi! – Usagi abriu os olhos. – Já te chamei há mais de 15 minutos!
Despacha-te, temos que ir para o aeroporto! – disse Mamoru.
Aeroporto?
Usagi demorou uns momentos a voltar à realidade. A sua mente pregava-lhe
diversas vezes aquela cruel partida. Quando se encontrava a meio de uma batalha
contra um inimigo, frequentemente, nos momentos em que sentia mais pressão, o
sono tornava-se o seu escape para regressar por algumas horas a uma vida normal
e pacífica. O que tornava ainda mais difícil o regresso à realidade de manhã.
Mamoru
e Chibiusa andavam apressadamente de um lado para o outro, nos últimos
preparativos para a viagem. Usagi sentia-se cansada, estivera acordada até
bastante tarde no dia anterior. Para além de ter feito a mala, passar muito
tempo com Chibiusa. Só quando chegaram a casa é q ela conseguiu pronunciar
algumas palavras sobre o que tinha acontecido, entrecortadas com novos acessos
de lágrimas. Usagi e Mamoru passaram algum tempo junto dela a consolá-la, mais
ouvindo e abraçando-a do que falando. Não havia palavras que pudessem minorar a
sua dor. Tudo o que podiam fazer era demonstrar que estavam ali para ela.
De
manhã, embora ainda triste, Chibiusa parecia ter ganho nova determinação. Tal
como Usagi, sua futura mãe, a jovem Chibiusa perdia totalmente as forças com a
dor da perda que alguém que amava. Mas também como Usagi, sabia reconhecer o
momento de se reerguer para recomeçar a lutar. Principalmente quando estava em
jogo a vida de tanta gente.
Chamaram
um táxi e correram para o aeroporto. Mamoru pagou o dobro ao motorista para que
acelerasse o mais que pudesse, na esperança de reduzir o atraso; tinham saído
de casa já depois da hora a que deveriam estar no aeroporto… Felizmente o
percurso era rápido. Correram para a zona de check-in, onde encontraram já toda
a gente à sua espera.
-Nem
digam mais: até aposto que a culpa do atraso foi da dorminhoca da Usagi! – Rei
não conseguia evitá-lo; meter-se com Usagi era a sua forma de libertar o
nervosismo que, de resto, todos ali sentiam. As outras sailors, incluindo
Usagi, já tinham aprendido a interpretar este comportamento e não levavam a
mal. Não fazia parte do carácter de Rei demonstrar nervosismo, e esta era a
forma que encontrara para o disfarçar e simultaneamente o deixar sair.
-
Desculpem… - disse Usagi, confirmando a acusação de Rei.
-
Mais um pouco e apanhavam o check-in já fechado! – exclamou Ami. – Vão,
depressa, todos nós já despachámos as malas!
Encontraram
o balcão livre; todas as pessoas do voo, à excepção deles, tinham já feito o
check-in, e já não havia fila. Despacharam as malas e reservaram lugares. O
grupo tinha ficado dividido, não havia tantos lugares juntos no avião.
Embarcaram e tomaram os seus lugares, preparando-se para uma longa viagem.
Mamoru,
Usagi e Chibiusa viajavam juntos. Chibiusa encostou a cabeça no ombro de Usagi,
que pegou na sua mão, e foram assim quase toda a viagem. Pouco falaram. Mamoru
lia um livro, e dava por si a observá-las, ocasionalmente.
As
inners viajavam em grupo.
Rei olhava pela janela, pensando em tudo o que lhes
acontecera nos últimos dias. Também ela estava cansada destas intermináveis
lutas. Embora representasse o deus da guerra, também ela ansiava pela paz.
Recordava os tempos em que era apenas Rei Hino, estudante e aprendiz de
sacerdotisa. Não uma sailor senshi, não a deusa da guerra. Só uma rapariga
normal, cujas únicas missões eram passar de ano ser bem sucedida na sua
aprendizagem, para um dia tomar o lugar do avô. Mas ela não podia exprimir os
seus sonhos e desejos. Cabia-lhe ser o elo forte, que mantinha a força do grupo
quando começavam a fraquejar. A líder por trás da líder. Usagi tinha as suas
fraquezas, todas tinham aprendido a aceitá-las e lidar com elas. E a Rei cabia
mostrar-se forte, mesmo nos momentos em que se sentia fraca por dentro. Por
isso ela viajava nos seus pensamentos, sem que isso transparecesse no seu rosto
ou no seu olhar. O seu semblante mantinha-se simplesmente sério.
A
seu lado, Ami continuava a pesquisar informações no seu mini-computador. Estava
totalmente absorvida por essa tarefa. Após ler e reler todas as informações de
que dispunha sobre a cidade de Tombuctu, para onde se dirigiam, procurara algo
sobre os fragmentos das artes. No entanto, pouco encontrara. Para além da
informação que lhes dera Zap, de que os fragmentos representavam as 7 artes que
figuravam no manifesto das artes redigido no início do séc. XX, mais um 8º
fragmento que representava a natureza, nada mais havia. Intrigava-a porque
razão a sua localização não lhe era revelada. Se estes objectos que iam
procurar eram tão poderosos, deveriam libertar energia detectável pelo seu
computador. Por que não os encontrava então? Passou toda a viagem a trabalhar
nisso, sem sucesso. Makoto e Minako observavam-na. Não se atreviam a fazer
perguntas, perante o seu ar concentrado. De quando em quando, trocavam algumas
palavras, sobre as novas guerreiras que se tinham revelado desde o início
daquela batalha, sobre as duas novas viajantes no tempo, Anoko e Sakura, acerca
de quem ainda muito pouco sabiam, ou sobre as informações que Queen Serenity
lhes havia transmitido acerca do novo inimigo. Infelizmente, já tinham
confirmado o seu mórbido hábito de coleccionar cabeças. Cada uma delas pensava
como seria possível antecipar os seus ataques para evitar mãos destas horríveis
mortes, sem ousar dizê-lo à outra. A hipótese de aquele acontecimento se poder
repetir era demasiado horrível e ao mesmo tempo eminentemente real. Nem ousavam
verbalizá-la.
Noutro
grupo viajavam Cathy, Alexander, Anoko e Sakura. Tal como Chibiusa, Cathy
passara quase toda a viagem encostada a Alexander. Nenhum dos dois falou muito.
Ambos tinham ainda presente a imagem da morte de Hélios, bem diante dos seus
olhos. Anoko e Sakura comunicavam por olhares, confirmando que ambas sentiam os
mesmos receios e incertezas. Podiam sentir as interrogações do grupo sobre si.
Afinal, ainda muito pouco tinha sido revelado sobre as duas raparigas.
Também
as Outers viajavam juntas, e Catherine com elas. Ia mergulhada nos seus
pensamentos. O sonho não se repetira; no entanto, estava certa de que a morte
de Hélios não era o acontecimento que o sonho previra. Ainda algo estava para
acontecer. Haruka continuava a observá-la. Tinha partilhado com Setsuna e
Michiru a sua opinião de que aquela nova guerreira sabia de algo que não
contava. Hotaru olhava-as, parecendo compreender os seus pensamentos.
A
viagem foi longa e monótona. Ocasionalmente alguém se levantava para ir ao
encontro de outro grupo, mas pouco conversavam, e o regresso ao lugar fazia-se
rapidamente.
Desembarcaram
finalmente em Tombuctu. A
cidade, ainda que um pouco destruída pelas tempestades de areia, deslumbrou-os
de imediato com a sua beleza. Era magnífica.
Arranjaram
um transporte para a cidade, onde iam procurar alojamento. Encontraram facilmente
no centro um hotel modesto mas simpático. Deixaram a bagagem distribuída
aleatoriamente em quartos de 2 ou 3 camas, pensando que mais tarde tratariam da
distribuição dos grupos pelos quartos, e voltaram para a rua. Foi aí que viram.
Um som que parecia uma explosão, uma nuvem de poeira que se elevava acima dos
edifícios e uma luz colorida. Os sentidos de Rei alertaram-na, detectava um
poder enorme.
-
Parece que não vamos ter que procurar muito… - disse Haruka.
Correram
para o local da explosão, ao contrário de todas as pessoas da cidade, que
fugiam para o lado oposto, espavoridas. Quando chegaram à origem do enorme
ruído que haviam ouvido, situado no meio de ruínas, já transformados, ficaram
boquiabertos com o que viram. Um monstro, cujo corpo parecia feito de areia,
lutava contra uma guerreira. A rapariga, de longos cabelos castanhos e fato em
tons amarelos e laranja, no entanto, não parecia igualmente surpresa.
-
MILLENARY WHALES CHANT! – gritou a rapariga.
Um
amontoado de baleias apareceu no céu azul e rapidamente começaram a entoar um
cântico ensurdecedor. Porém o inimigo teletransportou-se para outro lado, longe
do ataque. Logo a estranha gritou ao grupo que se lhe apresentava à frente:
-
Não fiquem aí parados, dêem uma ajudinha!!! Ou isto parece-vos fácil?!?
Comments please!

AAAAh Kasei!! K lindo!!
É tão bom chegar a casa dps de duas aulas bue chatas de matemática e ter um novo capitulo à espera!!! Primeira a comentar
Agora fiquei curiosa, quem é esta nova sailor? Sim... pk parece ser uma sailor.
Lindo!! Adorei!!!
É tão bom chegar a casa dps de duas aulas bue chatas de matemática e ter um novo capitulo à espera!!! Primeira a comentar

Agora fiquei curiosa, quem é esta nova sailor? Sim... pk parece ser uma sailor.
Lindo!! Adorei!!!

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