O combate final de Sailor Moon: saga das Artes (novo cap!)
Sim nós compreendemos. N tens de pedir desculpa!
Kd ultrapassares essa fase psicológica má ficamos à espera, mas leva o tempo k kiseres!
Kd ultrapassares essa fase psicológica má ficamos à espera, mas leva o tempo k kiseres!
Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Ola a todos os meus fãs! Bem sei... Querem capítulos... Agradecia k fossem aqui e ficam a saber de alguma coisa!!
Obrigado pela compreensão!
Obrigado pela compreensão!
Ola a todos! Bem, a fic foi retomada e cheia de força! Aqui está uma prenda para todos os fãs da fic! O novo capítulo!
Tenho a anunciar k este capítulo foi escrito pela co-autora da fic, a utilizadora Kasei! Aviso k está extremamente bem escrito, e k quando mo enviou para o rever n fiz alteração nenhuma!
Espero k gostem!
Capítulo 14: Prenúncios e Planos
Catherine estava caída no chão,
todo o seu corpo dorido. O ambiente era escuro, poeirento. Não sabia onde
estava. Mais que a dor física, doía-lhe a sensação de impotência. Levantou os
olhos, Metallia segurava no ar o corpo inanimado de Mamoru. Um sentimento de
horror começou a preencher-lhe a alma. Seria possível? Estava de novo a
acontecer, e de novo ela não o poderia evitar? Seria possível que a história se
estaria a repetir?
Metallia
parecia ter-lhe lido os pensamentos. Com o olhar fixo em Catherine, aquele
olhar frio que não conseguia esquecer, que destruiu a sua vida passada e
tencionada agora destruir a presente, respondeu às questões que ela nem ousara
pronunciar.
-
Não, Edenya, a história não se repete. – o tom de voz era trocista. Pausou para
uma gargalhada gélida. – Desta vez nenhuma de vocês terá capacidade para me deter!
Ergueu
a mão, onde surgiu um punhal de gelo, e iniciou o gesto de desferir o golpe
mortal em Mamoru.
- NÃÃÃOOOOOO! – exclamou, num
esgar horrorizado.
- NÃO!
Acordou encharcada em suor. Olhou em volta
confusa. Estava no seu estúdio, onde morava desde que tinha vindo para o Japão.
Tudo não passara de um sonho. Não, de um terrível pesadelo. Mas era tão real,
que acordara ainda com o mesmo sentimento angustiante. O que significava
aquilo? Que prenúncio seria aquele? Não, aquele não era um vulgar sonho.
Qualquer coisa estava para acontecer. Qualquer coisa grande, grave.
Só então se deu conta do ruído
proveniente da sua mesa-de-cabeceira. O telemóvel tocava. Atendeu.
- Estou?
-Estou, Catherine? – Reconheceu a
voz de Usagi. Soava muito nervosa. – Desculpa ligar-te assim, não foi fácil
arranjar o teu número, tive que contactar a universidade, e inventar uma
história… Bom, não interessa. Aconteceu alguma coisa! A Chibi-Usa e a Cathy
desapareceram!
Aquelas palavras arrancaram
instantaneamente Catherine do torpor e confusão resultantes do seu turbulento
despertar. Saltou da cama, vestiu-se à pressa e voou na sua mota para o
apartamento de Mamoru, cuja morada lhe tinha sido dada por Usagi. No caminho,
mil pensamentos cruzavam a sua mente desordenadamente. O seu coração estava
acelerado de ansiedade e apreensão. Que quereria aquele misterioso
desaparecimento dizer? Estaria relacionado com o prenúncio do seu sonho?
Chegada ao edifício, subiu até ao
andar de Mamoru correndo e aos tropeções. Encontrou um ambiente tenso. A
apreensão estava patente no rosto de todas as sailors que, avisadas mais cedo,
já ali se encontravam. Usagi, rodeada por Rei e Makoto, tentava segurar as
lágrimas que já se viam nos seus olhos. Mamoru procurava disfarçar o seu
nervosismo, sem muito sucesso.
- Novidades? – perguntou
directamente Catherine. Pareceu-lhe mais apropriado do que um descontraído
cumprimento, visto que o momento que ali se vivia era tudo menos descontraído.
- Nada – responde Usagi, a voz
tremendo.
Haruka e Setsuna conferenciavam a
um canto em voz baixa, de cara séria. Tentavam descortinar qual o passo certo a
tomar naquelas situação desconcertante. Não havia conhecimento nem indícios de
que tivesse havido uma batalha. Como poderiam ter desaparecido? Porquê?
Ami pôs Catherine a par de tudo.
- Convoquei a noite passada uma
reunião entre todos para discutir a viagem até Mali e as descobertas que fiz
sobre os fragmentos das artes que temos que descobrir. Foi então que demos pela
falta da Chibi-Usa, da Cathy e do Alexander. Ninguém sabe deles desde ontem,
ninguém os viu em parte alguma.
Assim que Ami acabou de
pronunciar estas palavras, ouviu-se um ruído na entrada. Todas as atenções se
voltaram para a porta, todos os sentidos alerta.
- Desculpem, estava aberta… - diz
Cathy, que surge através da porta esboçando um sorriso tímido, apesar da
tristeza estampada no seu rosto. A seu lado Chibiusa, de olhos ainda inchados
pelo choro, e Alexander, pareciam partilhar a sua tristeza.
- Chibi-Usa, Cathy! – Várias
vozes, simultaneamente surpreendidas, alegres e aliviadas exclamam os seus
nomes, e logo são rodeadas por todos os presentes na sala. Anoko e Sakura davam
pulinhos e risinhos nervosos. Usagi abraçou Chibiusa, quase a sufocando. Sentia
vontade de rir e de chorar, uma explosão de alívio na alma ao mesmo tempo que
se sentia ceder ao medo e pressão sentidos nas últimas horas, o corpo todo a
tremer e as lágrimas finalmente a escorrer pela face. Estava capaz de a matar
com as suas próprias mãos e de a cobrir de beijos ao mesmo tempo.
- Como é que me fazes uma coisa
destas?!? Com tudo o que tem acontecido… Desapareces assim, sem deixar rasto???
Fazes ideia do que me passou pela cabeça???
- Como souberam que estávamos
aqui? – questiona Ami, ainda surpreendida.
- Depois de ouvir todas as
mensagens nervosas que deixaram no meu atendedor, percebi que deveriam estar
loucos à nossa procura… Este foi o segundo lugar que me ocorreu, depois de não
ter encontrado ninguém no templo da Rei… - responde Cathy, de olhar desolado.
Parecendo finalmente notar a
tristeza no rosto dos três, Makoto, intrigada, perguntou:
- Mas… Afinal, o que se
passou?...
Aquela simples pergunta foi o
suficiente para que Chibi-Usa começasse novamente a soluçar. Cathy simplesmente
fechou os olhos, grossas lágrimas escorreram pelas suas faces. Parecia que a
sua dor era muito, muito maior do que aquela que se pode exprimir pelo choro.
Foi Alexander, com grande pesar na voz, que explicou.
- Nós… Estivemos em Elysion. Hélio está
morto. Assassinado por um monstro do inimigo.
Todos os presentes foram tomados
pelo choque daquelas palavras. Hélios morto pelo inimigo… Como podia ser?...
Alguns minutos depois, estavam a
par de tudo. De como Cathy, Chibi-Usa e Alexander tinham assistido pelo
holograma de comunicação à decapitação de Hélios, de como tinham partido
intempestivamente, sem pensar, para vingar a sua morte, e da despedida.
- Então agora és a Rainha?... –
Perguntou Minako, sem saber o que dizer.
- Um fardo que carrego. Daria
tudo, daria o reino inteiro para ter o meu irmão de volta. – As lágrimas não
cessavam de escorrer na face de Cathy. A sua voz era um misto de profunda
tristeza e raiva, reprimida a custo.
- Cathy, falas sem pensar. Força,
tu consegues superar isto, eu acredito em ti. O teu irmão acreditava em ti. Não te deixes dominar
pela raiva. O povo de Elysion precisa de ti para ultrapassar esta guerra, não
esqueças a tua responsabilidade para com eles – disse Alexander, pegando nas
mãos de Cathy e olhando nos seus olhos. Ele não podia deixar a sua noiva ser
novamente tomada pela raiva. Viu o efeito destrutivo que esse sentimento, que
não era próprio do seu coração, teve nela, aquando da morte dos seus pais.
Nessa época, Hélios ajudou-a. Agora ele, Alexander, era tudo o que restava
àquela princesa destroçada, agora tornada rainha em terríveis circunstâncias.
Chibi-Usa, que ainda não
conseguira pronunciar uma só palavra desde que chegara, começava a dominar as
lágrimas. Reinava um silêncio constrangedor, ninguém sabia o que dizer perante
os acontecimentos.
Catherine reflectia sobre aquilo.
Procurava organizar as suas ideias, na sua mente reinava o caos. Seria este o
terrível acontecimento que o seu sonho previra? Não fazia qualquer sentido. Ela
sonhara com Metallia. A sua inimiga. Aquela que a atormentara na sua vida
passada, e que novamente ameaçava o seu presente. Pelo que soubera, Hélios fora
morto por um monstro, um mero subordinado. Metallia nunca deixava os seus
créditos por mãos alheias, se implicava causar sofrimento a outros, queria ser
ela a tomar as rédeas. Se ela tinha mandado alguém, alguém que conseguia ser
derrotado por apenas duas navegantes, era porque planeava algo maior, algo
terrível. Relembrou o sentimento de impotência que a tomava no sonho, e as
palavras de Metallia: desta vez, não a poderiam deter. O que significaria isso?
Não podia esperar pelo desencadear dos acontecimentos. Tinha que se antecipar.
Se desta vez foi Hélios, quem seria o próximo alvo? Talvez uma das Sailors,
talvez Mamoru, como no seu sonho. Não podia ficar parada. Se eram os fragmentos
das artes que eles procuravam, eles deveriam ser muito importantes para o seu
plano. Elas tinham que se apossar deles primeiro, e rapidamente.
- Desculpem, mas penso que agora
que estamos todos presentes, podíamos passar ao motivo inicial desta reunião –
disse Catherine, decidida. -A nossa busca pelo primeiro fragmento das artes tem
que começar.
- Por favor, eu nem quero
acreditar no que estou a ouvir! – Rei mostrava-se indignada no rosto e na voz.
– Achas mesmo que este é o momento? Não podes dar-lhes ao menos um tempo para
se recomporem?
- Não, deixa-a falar. Ela tem
razão, o que esperamos para entrar em acção? Uma declaração de tréguas? Temos
que entrar em acção. – Haruka observara Catherine enquanto esta pensava,
durante aquele silêncio pesado que reinara até há um minuto atrás. O seu
semblante carregado e a apreensão que continuava a demonstrar indiciava que ela
sabia de algo que não contara aos outros. Alguma coisa a impelia a apressar
esta busca. A sua experiência como guerreira, embora não tivesse sido
demonstrada nesta batalha, era notória. Se ela tomava este passo, alguma forte
razão teria para o fazer.
Todos olhavam para Haruka
boquiabertos. A frieza era um traço marcante do seu carácter, mas nunca era
usada para apoiar a razão de outros. Mas rapidamente se recompuseram. Se Haruka
apoiava Catherine, deveria ter razão.
- Está bem, vamos a isso então –
sentenciou Mamoru.
- O Zap, antes de ser eliminado,
conseguiu dizer-nos que o primeiro fragmento se encontrava em Mali. Suponho que
tenhamos que começar por aí, é a nossa única pista. Ami, o que descobriste? –
retomou Catherine.
- Bom, então… - Ami iniciou,
retomando o tema um pouco a medo. - Mali
é um país africano, da região do deserto do Saara.
- Um país inteiro digamos que é
uma área demasiado vasta para procurar indiscriminadamente… - respondeu Haruka.
- Sim, foi o que pensei. Por isso
tentei saber um pouco mais. Curiosamente, uma das cidades neste país tem uma
forte ligação às artes. Tombuctu, a capital de uma região central do país com o
mesmo nome, foi considerada património mundial, pelo grande valor artístico que
contém. Também nesta cidade existe uma prestigiada universidade, Sankoré, cuja
área principal de estudos é a arte islâmica. Se temos que começar por algum
lado, penso que esta é a nossa melhor hipótese.
- Muito bem, parece-me sensato. –
Catherine olhou em seu redor, procurando aprovação. Acenos de cabeça, alguns
mais tímidos, outros mais decididos, mostravam que estavam de acordo. – Quando
partimos?
Foi a vez de Ami olhar em redor,
medindo cada um dos presentes na sala. Ela tinha realmente pensado nisso, tinha
tudo previsto, mas não sabia, dados os inesperados acontecimentos que tinham
acabado de conhecer, se seria o mais adequado. No entanto, muito embora a
tristeza e o choque estivessem ainda presentes, todos pareciam mostrar-se
empenhados. Era a sua missão, e não podiam vacilar, nem mesmo nos momentos
difíceis. Ganhou segurança e expôs o que planeou.
- Bem, eu pesquisei as linhas
aéreas intercontinentais. Devido à baixa procura para África nesta época do
ano, e sobretudo para um país sem costa marítima, os preços são acessíveis.
Penso que isso não constitui problema para ninguém… - Novo aceno de cabeça
geral confirmou a sua suposição. – Eu encontrei um voo para amanhã mesmo. Parte
do aeroporto principal de Tóquio, às 10 da manhã. É o tempo necessário para
prepararmos o que precisamos.
Era realmente repentino, mas para
quê esperar? Foi o pensamento que cruzou todas as mentes. Foi novamente Haruka
quem proferiu a decisão final.
- Então, estamos conversados.
Amanhã às 8.30h encontramo-nos no aeroporto, certo?
Todos acenaram em
aprovação. Após breves despedidas, cada um foi tratar dos
seus preparativos. Receosos, mas decididos. E com a sensação que algo de grande
se iniciaria com aquela viagem
Tenho a anunciar k este capítulo foi escrito pela co-autora da fic, a utilizadora Kasei! Aviso k está extremamente bem escrito, e k quando mo enviou para o rever n fiz alteração nenhuma!
Espero k gostem!
Capítulo 14: Prenúncios e Planos
Catherine estava caída no chão,
todo o seu corpo dorido. O ambiente era escuro, poeirento. Não sabia onde
estava. Mais que a dor física, doía-lhe a sensação de impotência. Levantou os
olhos, Metallia segurava no ar o corpo inanimado de Mamoru. Um sentimento de
horror começou a preencher-lhe a alma. Seria possível? Estava de novo a
acontecer, e de novo ela não o poderia evitar? Seria possível que a história se
estaria a repetir?
Metallia
parecia ter-lhe lido os pensamentos. Com o olhar fixo em Catherine, aquele
olhar frio que não conseguia esquecer, que destruiu a sua vida passada e
tencionada agora destruir a presente, respondeu às questões que ela nem ousara
pronunciar.
-
Não, Edenya, a história não se repete. – o tom de voz era trocista. Pausou para
uma gargalhada gélida. – Desta vez nenhuma de vocês terá capacidade para me deter!
Ergueu
a mão, onde surgiu um punhal de gelo, e iniciou o gesto de desferir o golpe
mortal em Mamoru.
- NÃÃÃOOOOOO! – exclamou, num
esgar horrorizado.
- NÃO!
Acordou encharcada em suor. Olhou em volta
confusa. Estava no seu estúdio, onde morava desde que tinha vindo para o Japão.
Tudo não passara de um sonho. Não, de um terrível pesadelo. Mas era tão real,
que acordara ainda com o mesmo sentimento angustiante. O que significava
aquilo? Que prenúncio seria aquele? Não, aquele não era um vulgar sonho.
Qualquer coisa estava para acontecer. Qualquer coisa grande, grave.
Só então se deu conta do ruído
proveniente da sua mesa-de-cabeceira. O telemóvel tocava. Atendeu.
- Estou?
-Estou, Catherine? – Reconheceu a
voz de Usagi. Soava muito nervosa. – Desculpa ligar-te assim, não foi fácil
arranjar o teu número, tive que contactar a universidade, e inventar uma
história… Bom, não interessa. Aconteceu alguma coisa! A Chibi-Usa e a Cathy
desapareceram!
Aquelas palavras arrancaram
instantaneamente Catherine do torpor e confusão resultantes do seu turbulento
despertar. Saltou da cama, vestiu-se à pressa e voou na sua mota para o
apartamento de Mamoru, cuja morada lhe tinha sido dada por Usagi. No caminho,
mil pensamentos cruzavam a sua mente desordenadamente. O seu coração estava
acelerado de ansiedade e apreensão. Que quereria aquele misterioso
desaparecimento dizer? Estaria relacionado com o prenúncio do seu sonho?
Chegada ao edifício, subiu até ao
andar de Mamoru correndo e aos tropeções. Encontrou um ambiente tenso. A
apreensão estava patente no rosto de todas as sailors que, avisadas mais cedo,
já ali se encontravam. Usagi, rodeada por Rei e Makoto, tentava segurar as
lágrimas que já se viam nos seus olhos. Mamoru procurava disfarçar o seu
nervosismo, sem muito sucesso.
- Novidades? – perguntou
directamente Catherine. Pareceu-lhe mais apropriado do que um descontraído
cumprimento, visto que o momento que ali se vivia era tudo menos descontraído.
- Nada – responde Usagi, a voz
tremendo.
Haruka e Setsuna conferenciavam a
um canto em voz baixa, de cara séria. Tentavam descortinar qual o passo certo a
tomar naquelas situação desconcertante. Não havia conhecimento nem indícios de
que tivesse havido uma batalha. Como poderiam ter desaparecido? Porquê?
Ami pôs Catherine a par de tudo.
- Convoquei a noite passada uma
reunião entre todos para discutir a viagem até Mali e as descobertas que fiz
sobre os fragmentos das artes que temos que descobrir. Foi então que demos pela
falta da Chibi-Usa, da Cathy e do Alexander. Ninguém sabe deles desde ontem,
ninguém os viu em parte alguma.
Assim que Ami acabou de
pronunciar estas palavras, ouviu-se um ruído na entrada. Todas as atenções se
voltaram para a porta, todos os sentidos alerta.
- Desculpem, estava aberta… - diz
Cathy, que surge através da porta esboçando um sorriso tímido, apesar da
tristeza estampada no seu rosto. A seu lado Chibiusa, de olhos ainda inchados
pelo choro, e Alexander, pareciam partilhar a sua tristeza.
- Chibi-Usa, Cathy! – Várias
vozes, simultaneamente surpreendidas, alegres e aliviadas exclamam os seus
nomes, e logo são rodeadas por todos os presentes na sala. Anoko e Sakura davam
pulinhos e risinhos nervosos. Usagi abraçou Chibiusa, quase a sufocando. Sentia
vontade de rir e de chorar, uma explosão de alívio na alma ao mesmo tempo que
se sentia ceder ao medo e pressão sentidos nas últimas horas, o corpo todo a
tremer e as lágrimas finalmente a escorrer pela face. Estava capaz de a matar
com as suas próprias mãos e de a cobrir de beijos ao mesmo tempo.
- Como é que me fazes uma coisa
destas?!? Com tudo o que tem acontecido… Desapareces assim, sem deixar rasto???
Fazes ideia do que me passou pela cabeça???
- Como souberam que estávamos
aqui? – questiona Ami, ainda surpreendida.
- Depois de ouvir todas as
mensagens nervosas que deixaram no meu atendedor, percebi que deveriam estar
loucos à nossa procura… Este foi o segundo lugar que me ocorreu, depois de não
ter encontrado ninguém no templo da Rei… - responde Cathy, de olhar desolado.
Parecendo finalmente notar a
tristeza no rosto dos três, Makoto, intrigada, perguntou:
- Mas… Afinal, o que se
passou?...
Aquela simples pergunta foi o
suficiente para que Chibi-Usa começasse novamente a soluçar. Cathy simplesmente
fechou os olhos, grossas lágrimas escorreram pelas suas faces. Parecia que a
sua dor era muito, muito maior do que aquela que se pode exprimir pelo choro.
Foi Alexander, com grande pesar na voz, que explicou.
- Nós… Estivemos em Elysion. Hélio está
morto. Assassinado por um monstro do inimigo.
Todos os presentes foram tomados
pelo choque daquelas palavras. Hélios morto pelo inimigo… Como podia ser?...
Alguns minutos depois, estavam a
par de tudo. De como Cathy, Chibi-Usa e Alexander tinham assistido pelo
holograma de comunicação à decapitação de Hélios, de como tinham partido
intempestivamente, sem pensar, para vingar a sua morte, e da despedida.
- Então agora és a Rainha?... –
Perguntou Minako, sem saber o que dizer.
- Um fardo que carrego. Daria
tudo, daria o reino inteiro para ter o meu irmão de volta. – As lágrimas não
cessavam de escorrer na face de Cathy. A sua voz era um misto de profunda
tristeza e raiva, reprimida a custo.
- Cathy, falas sem pensar. Força,
tu consegues superar isto, eu acredito em ti. O teu irmão acreditava em ti. Não te deixes dominar
pela raiva. O povo de Elysion precisa de ti para ultrapassar esta guerra, não
esqueças a tua responsabilidade para com eles – disse Alexander, pegando nas
mãos de Cathy e olhando nos seus olhos. Ele não podia deixar a sua noiva ser
novamente tomada pela raiva. Viu o efeito destrutivo que esse sentimento, que
não era próprio do seu coração, teve nela, aquando da morte dos seus pais.
Nessa época, Hélios ajudou-a. Agora ele, Alexander, era tudo o que restava
àquela princesa destroçada, agora tornada rainha em terríveis circunstâncias.
Chibi-Usa, que ainda não
conseguira pronunciar uma só palavra desde que chegara, começava a dominar as
lágrimas. Reinava um silêncio constrangedor, ninguém sabia o que dizer perante
os acontecimentos.
Catherine reflectia sobre aquilo.
Procurava organizar as suas ideias, na sua mente reinava o caos. Seria este o
terrível acontecimento que o seu sonho previra? Não fazia qualquer sentido. Ela
sonhara com Metallia. A sua inimiga. Aquela que a atormentara na sua vida
passada, e que novamente ameaçava o seu presente. Pelo que soubera, Hélios fora
morto por um monstro, um mero subordinado. Metallia nunca deixava os seus
créditos por mãos alheias, se implicava causar sofrimento a outros, queria ser
ela a tomar as rédeas. Se ela tinha mandado alguém, alguém que conseguia ser
derrotado por apenas duas navegantes, era porque planeava algo maior, algo
terrível. Relembrou o sentimento de impotência que a tomava no sonho, e as
palavras de Metallia: desta vez, não a poderiam deter. O que significaria isso?
Não podia esperar pelo desencadear dos acontecimentos. Tinha que se antecipar.
Se desta vez foi Hélios, quem seria o próximo alvo? Talvez uma das Sailors,
talvez Mamoru, como no seu sonho. Não podia ficar parada. Se eram os fragmentos
das artes que eles procuravam, eles deveriam ser muito importantes para o seu
plano. Elas tinham que se apossar deles primeiro, e rapidamente.
- Desculpem, mas penso que agora
que estamos todos presentes, podíamos passar ao motivo inicial desta reunião –
disse Catherine, decidida. -A nossa busca pelo primeiro fragmento das artes tem
que começar.
- Por favor, eu nem quero
acreditar no que estou a ouvir! – Rei mostrava-se indignada no rosto e na voz.
– Achas mesmo que este é o momento? Não podes dar-lhes ao menos um tempo para
se recomporem?
- Não, deixa-a falar. Ela tem
razão, o que esperamos para entrar em acção? Uma declaração de tréguas? Temos
que entrar em acção. – Haruka observara Catherine enquanto esta pensava,
durante aquele silêncio pesado que reinara até há um minuto atrás. O seu
semblante carregado e a apreensão que continuava a demonstrar indiciava que ela
sabia de algo que não contara aos outros. Alguma coisa a impelia a apressar
esta busca. A sua experiência como guerreira, embora não tivesse sido
demonstrada nesta batalha, era notória. Se ela tomava este passo, alguma forte
razão teria para o fazer.
Todos olhavam para Haruka
boquiabertos. A frieza era um traço marcante do seu carácter, mas nunca era
usada para apoiar a razão de outros. Mas rapidamente se recompuseram. Se Haruka
apoiava Catherine, deveria ter razão.
- Está bem, vamos a isso então –
sentenciou Mamoru.
- O Zap, antes de ser eliminado,
conseguiu dizer-nos que o primeiro fragmento se encontrava em Mali. Suponho que
tenhamos que começar por aí, é a nossa única pista. Ami, o que descobriste? –
retomou Catherine.
- Bom, então… - Ami iniciou,
retomando o tema um pouco a medo. - Mali
é um país africano, da região do deserto do Saara.
- Um país inteiro digamos que é
uma área demasiado vasta para procurar indiscriminadamente… - respondeu Haruka.
- Sim, foi o que pensei. Por isso
tentei saber um pouco mais. Curiosamente, uma das cidades neste país tem uma
forte ligação às artes. Tombuctu, a capital de uma região central do país com o
mesmo nome, foi considerada património mundial, pelo grande valor artístico que
contém. Também nesta cidade existe uma prestigiada universidade, Sankoré, cuja
área principal de estudos é a arte islâmica. Se temos que começar por algum
lado, penso que esta é a nossa melhor hipótese.
- Muito bem, parece-me sensato. –
Catherine olhou em seu redor, procurando aprovação. Acenos de cabeça, alguns
mais tímidos, outros mais decididos, mostravam que estavam de acordo. – Quando
partimos?
Foi a vez de Ami olhar em redor,
medindo cada um dos presentes na sala. Ela tinha realmente pensado nisso, tinha
tudo previsto, mas não sabia, dados os inesperados acontecimentos que tinham
acabado de conhecer, se seria o mais adequado. No entanto, muito embora a
tristeza e o choque estivessem ainda presentes, todos pareciam mostrar-se
empenhados. Era a sua missão, e não podiam vacilar, nem mesmo nos momentos
difíceis. Ganhou segurança e expôs o que planeou.
- Bem, eu pesquisei as linhas
aéreas intercontinentais. Devido à baixa procura para África nesta época do
ano, e sobretudo para um país sem costa marítima, os preços são acessíveis.
Penso que isso não constitui problema para ninguém… - Novo aceno de cabeça
geral confirmou a sua suposição. – Eu encontrei um voo para amanhã mesmo. Parte
do aeroporto principal de Tóquio, às 10 da manhã. É o tempo necessário para
prepararmos o que precisamos.
Era realmente repentino, mas para
quê esperar? Foi o pensamento que cruzou todas as mentes. Foi novamente Haruka
quem proferiu a decisão final.
- Então, estamos conversados.
Amanhã às 8.30h encontramo-nos no aeroporto, certo?
Todos acenaram em
aprovação. Após breves despedidas, cada um foi tratar dos
seus preparativos. Receosos, mas decididos. E com a sensação que algo de grande
se iniciaria com aquela viagem
O capitulo está lindo!
EU QUERO O MEU IRMAO DE VOLTA! :='(: :='(:
Estes capitulos sao super educativos. Falam de coisas que dá para meter na cabeça de uma pessoa faclmente. Cultura geral. Nunca é demais!
Tens mesmo muito jeito para escrever. És o meu idolo rapaz!
.o:
É tudo tão expressivo. Eu sinto aqueles sentimentos.
É realmente bonito de se ler. Dá gosto.
Sem descriminar outras fics maravilhosas presentes aqui no forum esta e mesmo a minha favorita!
EU QUERO O MEU IRMAO DE VOLTA! :='(: :='(:
Estes capitulos sao super educativos. Falam de coisas que dá para meter na cabeça de uma pessoa faclmente. Cultura geral. Nunca é demais!

Tens mesmo muito jeito para escrever. És o meu idolo rapaz!
.o:É tudo tão expressivo. Eu sinto aqueles sentimentos.
É realmente bonito de se ler. Dá gosto.
Sem descriminar outras fics maravilhosas presentes aqui no forum esta e mesmo a minha favorita!


The Forgotten Sailors 2-> 11ºCapitulo
Sailor Moon:The Crystal Desire->Epilogo (completo)
Amor sobre o Gelo->20ºCapitulo
Chance of a Lifetime-> 2ºCapitulo
Tens de entrar para responderes neste tópico.
aie... eu quero a fic.. e JA! x'D





: apesar d andares a portar mal




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