O combate final de Sailor Moon: saga das Artes (novo cap!)
Aki vai + um cap!
O combate final de
Sailor Moon: a luta pelo Universo
Capítulo 9: Catherine/Um
convidado inesperado
“Estará algo a acontecer ao planeta Terra? É essa a pergunta
que colocamos hoje em dia face aos estranhos eventos que têm acontecido pelo
mundo. Relembramos que até agora foram registados 45 homicídios em três
semanas. Este número parece uma minoria, se não fosse pela insólita
característica de que todos os mortos foram decapitados. Para além das mortes
relembramos também que os casos de desaparecimentos têm aumentado e que várias
pessoas se queixaram de terem desmaiado sem razão aparente quando caminhavam
sozinhas. Estará o mundo a ficar louco? É esta a pergunta de muitos
telespectadores e que tentará ser respondida hoje neste debate! Apresentamos o padre
Joseph que irá tentar explicar a sua versão dos acontecimentos. Boa noite
padre! O que acha que tem acontecido?”
“Boa noite. Bem, parece-me óbvio que estamos perante o
início do fim, ou seja, o Apocalipse. Este mundo já não tem salvação. Deus quer
castigar a Humanidade pelos seus pecados e penso que esta é a hora de o fazer.
Pagarão os justos pelos injustos, mas servirá um bom propósito. Lembremo-nos de
Sodoma e Gomorra, ou até do Dilúvio. Deus tem enviado sinais aos humanos, mas
até agora ninguém parece ter perceb…”.
A voz anasalada do padre foi silenciada assim que a
televisão foi desligada. A rapariga olhou o seu pulso direito. O “8” horizontal tornara-se mais escuro
de há uns tempos para cá. E ela sabia o que significava. Porém, naquele dia
brilhava com intensidade.
- As novas guerreiras estão a chegar rapidamente. A minha
hora está quase. É melhor começar a procurar um voo para o Japão.
∞
O mestre do silêncio pensava desde que existia. A sua
actividade cerebral era espantosa, bem como a sua actividade cognitiva. Para
ele, o conhecimento era algo valiosíssimo. Tão valioso como o silêncio que era
quase como um deus do Olimpo. Só a 5 seres ele tolerava a interrupção do silêncio.
Seres que lhe havia custado contactar. Mas que estavam agora com ele. Na
verdade, um deles chamou-o, levando-o a responder prontamente:
- És tu Nehellenia. O que queres?
Nehellenia falou com o seu mestre. E como anteriormente,
foi imediatamente respondida, ou não tivesse o seu mestre uma capacidade
cerebral equivalente à de cerca de 3 biliões de computadores:
- Em breve estará concluído. Há que ter paciência. Eu
tive-a até hoje. Também terás que ter. Tu e os outros. Agora volta ao teu mundo
dos sonhos e deixa-me entregue ao silêncio.
Nehellenia assim o fez, ou não temesse o mestre do silêncio.
- Linda menina – disse o mestre – Linda menina!
∞
No templo de Rei o ambiente era de estupefacção. Uma
rapariga extremamente bela, de estatura média estava à entrada do templo. A sua
silhueta era deslumbrante. Elegante, com as curvas bem definidas, envergava um
top branco que mostrava a sua tonificada e atraente barriga, bem como o seu
piercing no umbigo. Vestia umas calças desportivas justas, fazendo sobressair
as suas nádegas e os seus gémeos, que se notavam estar também tonificados. O
top tinha um decote um pouco grande, deixando ver uma pequena parte dos seus
seios. Tinha uma cara praticamente perfeita. Os seus olhos em vários tons de
verde (uma raridade) eram penetrantes, e ajustavam-se perfeitamente à sua fina
e angélica boca e ao seu pequeno nariz. O seu cabelo castanho bailava ao vento,
fazendo mexer a sua franja.
Começou a caminhar em direcção a Queen Serenity, enquanto
todos observavam sem reacção. Além de bonita estavam perante uma guerreira
poderosa. Os seus movimentos eram graciosos, como se de uma deusa se tratasse. Enquanto
caminhava, a luz do sol acompanhava o seu andar, iluminando-a, dando-lhe uma
aura de luz quase mística, misteriosa, única. Estivesse ali um coro de anjos,
diria tratar-se mesmo de um ser superior que havia descido à Terra. Uma espécie
de Shekinah. Sim, era essa a melhor definição para ela naquele momento. Como se
Shekinah tivesse descido à Terra. Acercou-se de Queen Serenity e quando falou,
a sua voz doce tornou a deliciar os ouvidos dos ouvintes:
- Serenity. Há quanto tempo! Já lá vão uns bons anos!
Queen Serenity foi apanhada de surpresa. Mas depressa se
recompôs. Era ela. A sua amiga do passado.
- Catherine. É assim que te chamas agora?
- Bem. Não propriamente! Eu tenho nacionalidade
portuguesa. Chamo-me Catarina! Mas como vim para cá estudar há algum tempo
aconselharam-me a mudar o nome por ser um pouco complicado de se dizer! Então
alterei para a forma inglesa!
- Alguém nos pode explicar o que se passa? Que tratamentos
são esses? Tratar assim a nossa rainha? – perguntou Usagi.
- Ah! peço desculpa! – corou Catherine – O facto é que
fiquei tão contente em ver aqui a Serenity que nem me expliquei! Desculpem!
Haruka tomou a palavra, e como sempre, fria e glacial:
- Pois claro… Podes começar por explicar a tua origem,
como vieste aqui ter, coisas assim…
- Haruka… Tem calma. Deixa-a explicar-se – falou Michiru.
- Ela tem razão! Eu devia ter-me explicado! – disse na sua
voz que era como se se comesse um bom chocolate, ou o melhor mel do mundo – Bem
talvez seja melhor eu explicar primeiro a minha identidade actual! Como disse
chamo-me Catherine, ou melhor, Catarina e sou portuguesa, apesar dos meus pais
verdadeiros não serem portugueses. Vivi até aos 17 anos com pais adoptivos.
Contaram-me que me trouxeram do hospital quando tinha 7 anos. Segundo os médicos,
eu sofri um acidente com os meus pais e o meu irmão. Os meus pais não
sobreviveram. O meu irmão nunca mais ninguém teve notícias dele. E eu perdi
todas as minhas memórias de antes do acidente. Não me lembro de nada. Apenas
sabia uma coisa: Eu era oriunda do Japão. E é uma das razões pela qual vim para
cá! Quero encontrar o meu irmão.
- Mas não sabes nomes, moradas, nada? – perguntou Ami.
- Nada. A minha memória está em branco. Não me lembro de
nada. Bem mas continuando… Ganhei uma bolsa de estudo no estrangeiro quando fui
para a faculdade. Em engenharia química. Tudo porque modéstia à parte eu tinha
uma média quase máxima e porque descobri uma propriedade importante relativa à
transição do electrão do átomo de césio nos relógios atómicos.
- Ah? – ouviu-se em coro a pergunta que fez sorrir a nova
amiga das navegantes.
“Que sorriso tão perfeito. Coaduna-se perfeitamente com
ela. Mas ao mesmo tempo… Relembra-me algo. Mas o quê? É algo ténue. Mas aquele
sorriso tem algo que eu não consigo descortinar.”, pensou Usagi.
- Bem não se assustem! É que por definição, um segundo
corresponde a 9.192.631.770 períodos de radiação de um átomo de césio, que
corresponde à transição de um electrão de um nível inferior para outro
superior. Digamos que dei uma importante contribuição ao afirmar que os campos
magnéticos do sistema Sol-Terra-Lua exercem influência sobre a transição do
electrão entre os dois níveis de energia e por isso não será uma hipótese muito
viável o césio, para construir relógios atómicos! – explicou deixando todos
ainda mais baralhados e confusos.
- Ah! Pois claro! Isso é muito importante! Sim sim! Mas podes
continuar? – implorou Usagi que estava mais confundida que os outros.
- Ah pois! Desculpem! Bem como estava a dizer, ganhei uma
bolsa de estudo devido a isto. E dava-me a escolher entre ir para os Estados
Unidos da América ou então ir para o Japão. É óbvio que escolhi o Japão! E não é
necessário dizer porquê! – disse, sorrindo novamente.
- Então estás aqui a estudar e a viver? Em Tóquio? –
perguntou Mamoru.
- Sim! Estou no último ano de Engenharia Química! E na
verdade eu vou cooperar com a faculdade da Usagi e da Cathy! Por causa do
evento cultural! Lembram-se?
- Claro que sim! Não sabia que ias participar também! –
riu também Cathy.
Na verdade o evento, que teria lugar daí a dois dias iria
mobilizar faculdades, escolas secundárias e preparatórias. Com o intuito de
educar os mais novos e dos mais velhos mostrarem as suas pesquisas. Abrangia
uma área enorme de temas, como as letras, as ciências, o desporto, as artes,
etc. Era na verdade um grande evento nacional.
- Continuando com a narrativa, recebi um sinal vindo da
Serenity informando-me que deveria juntar-me a vocês! E aqui estou eu!
- É sempre bom receber mais uma ajuda! Dá-nos mais motivação!
– proferiu Makoto.
- Obrigada a todos! Bem mas falemos de coisas sérias. O
sinal que recebi deu-me todas as informações conhecidas referentes ao inimigo.
E já sei que terei de vos dar poder para se transformarem em Eternal. Não se
preocupem! Não me esqueci disso! Mas penso que primeiro tenho de vos falar das
minhas origens. Para compreenderem melhor a extensão da vossa missão. Foi algo
que a Serenity também me incumbiu de fazer!
- Ahm… Catherine. Eu não especifiquei nada! Aliás eu
apenas servi de pombo-correio, digamos! A mensagem chegou a ti tal como chegou
a mim! Eu só a transmiti! E ela encontrou-te!
- Ai sim? E quem mandou o sinal inicial?
- Bem isso não sei! Apenas que foi enviada a milhões de
anos-luz.
Catherine ficou intrigada, porém prosseguiu a sua descrição:
- Já ouviram falar da Teoria Nebular em referente à formação
do sistema solar?
Antes que alguém respondesse, Midnight soltou um uivo enorme e escondeu-se atrás de
Cathy.
- Parece que a explicação terá de ficar para outra vez –
disse Rei engolindo em seco.
As Sailors ficaram transidas de medo.
Zap acabava de entrar no templo.
O combate final de
Sailor Moon: a luta pelo Universo
Capítulo 9: Catherine/Um
convidado inesperado
“Estará algo a acontecer ao planeta Terra? É essa a pergunta
que colocamos hoje em dia face aos estranhos eventos que têm acontecido pelo
mundo. Relembramos que até agora foram registados 45 homicídios em três
semanas. Este número parece uma minoria, se não fosse pela insólita
característica de que todos os mortos foram decapitados. Para além das mortes
relembramos também que os casos de desaparecimentos têm aumentado e que várias
pessoas se queixaram de terem desmaiado sem razão aparente quando caminhavam
sozinhas. Estará o mundo a ficar louco? É esta a pergunta de muitos
telespectadores e que tentará ser respondida hoje neste debate! Apresentamos o padre
Joseph que irá tentar explicar a sua versão dos acontecimentos. Boa noite
padre! O que acha que tem acontecido?”
“Boa noite. Bem, parece-me óbvio que estamos perante o
início do fim, ou seja, o Apocalipse. Este mundo já não tem salvação. Deus quer
castigar a Humanidade pelos seus pecados e penso que esta é a hora de o fazer.
Pagarão os justos pelos injustos, mas servirá um bom propósito. Lembremo-nos de
Sodoma e Gomorra, ou até do Dilúvio. Deus tem enviado sinais aos humanos, mas
até agora ninguém parece ter perceb…”.
A voz anasalada do padre foi silenciada assim que a
televisão foi desligada. A rapariga olhou o seu pulso direito. O “8” horizontal tornara-se mais escuro
de há uns tempos para cá. E ela sabia o que significava. Porém, naquele dia
brilhava com intensidade.
- As novas guerreiras estão a chegar rapidamente. A minha
hora está quase. É melhor começar a procurar um voo para o Japão.
∞
O mestre do silêncio pensava desde que existia. A sua
actividade cerebral era espantosa, bem como a sua actividade cognitiva. Para
ele, o conhecimento era algo valiosíssimo. Tão valioso como o silêncio que era
quase como um deus do Olimpo. Só a 5 seres ele tolerava a interrupção do silêncio.
Seres que lhe havia custado contactar. Mas que estavam agora com ele. Na
verdade, um deles chamou-o, levando-o a responder prontamente:
- És tu Nehellenia. O que queres?
Nehellenia falou com o seu mestre. E como anteriormente,
foi imediatamente respondida, ou não tivesse o seu mestre uma capacidade
cerebral equivalente à de cerca de 3 biliões de computadores:
- Em breve estará concluído. Há que ter paciência. Eu
tive-a até hoje. Também terás que ter. Tu e os outros. Agora volta ao teu mundo
dos sonhos e deixa-me entregue ao silêncio.
Nehellenia assim o fez, ou não temesse o mestre do silêncio.
- Linda menina – disse o mestre – Linda menina!
∞
No templo de Rei o ambiente era de estupefacção. Uma
rapariga extremamente bela, de estatura média estava à entrada do templo. A sua
silhueta era deslumbrante. Elegante, com as curvas bem definidas, envergava um
top branco que mostrava a sua tonificada e atraente barriga, bem como o seu
piercing no umbigo. Vestia umas calças desportivas justas, fazendo sobressair
as suas nádegas e os seus gémeos, que se notavam estar também tonificados. O
top tinha um decote um pouco grande, deixando ver uma pequena parte dos seus
seios. Tinha uma cara praticamente perfeita. Os seus olhos em vários tons de
verde (uma raridade) eram penetrantes, e ajustavam-se perfeitamente à sua fina
e angélica boca e ao seu pequeno nariz. O seu cabelo castanho bailava ao vento,
fazendo mexer a sua franja.
Começou a caminhar em direcção a Queen Serenity, enquanto
todos observavam sem reacção. Além de bonita estavam perante uma guerreira
poderosa. Os seus movimentos eram graciosos, como se de uma deusa se tratasse. Enquanto
caminhava, a luz do sol acompanhava o seu andar, iluminando-a, dando-lhe uma
aura de luz quase mística, misteriosa, única. Estivesse ali um coro de anjos,
diria tratar-se mesmo de um ser superior que havia descido à Terra. Uma espécie
de Shekinah. Sim, era essa a melhor definição para ela naquele momento. Como se
Shekinah tivesse descido à Terra. Acercou-se de Queen Serenity e quando falou,
a sua voz doce tornou a deliciar os ouvidos dos ouvintes:
- Serenity. Há quanto tempo! Já lá vão uns bons anos!
Queen Serenity foi apanhada de surpresa. Mas depressa se
recompôs. Era ela. A sua amiga do passado.
- Catherine. É assim que te chamas agora?
- Bem. Não propriamente! Eu tenho nacionalidade
portuguesa. Chamo-me Catarina! Mas como vim para cá estudar há algum tempo
aconselharam-me a mudar o nome por ser um pouco complicado de se dizer! Então
alterei para a forma inglesa!
- Alguém nos pode explicar o que se passa? Que tratamentos
são esses? Tratar assim a nossa rainha? – perguntou Usagi.
- Ah! peço desculpa! – corou Catherine – O facto é que
fiquei tão contente em ver aqui a Serenity que nem me expliquei! Desculpem!
Haruka tomou a palavra, e como sempre, fria e glacial:
- Pois claro… Podes começar por explicar a tua origem,
como vieste aqui ter, coisas assim…
- Haruka… Tem calma. Deixa-a explicar-se – falou Michiru.
- Ela tem razão! Eu devia ter-me explicado! – disse na sua
voz que era como se se comesse um bom chocolate, ou o melhor mel do mundo – Bem
talvez seja melhor eu explicar primeiro a minha identidade actual! Como disse
chamo-me Catherine, ou melhor, Catarina e sou portuguesa, apesar dos meus pais
verdadeiros não serem portugueses. Vivi até aos 17 anos com pais adoptivos.
Contaram-me que me trouxeram do hospital quando tinha 7 anos. Segundo os médicos,
eu sofri um acidente com os meus pais e o meu irmão. Os meus pais não
sobreviveram. O meu irmão nunca mais ninguém teve notícias dele. E eu perdi
todas as minhas memórias de antes do acidente. Não me lembro de nada. Apenas
sabia uma coisa: Eu era oriunda do Japão. E é uma das razões pela qual vim para
cá! Quero encontrar o meu irmão.
- Mas não sabes nomes, moradas, nada? – perguntou Ami.
- Nada. A minha memória está em branco. Não me lembro de
nada. Bem mas continuando… Ganhei uma bolsa de estudo no estrangeiro quando fui
para a faculdade. Em engenharia química. Tudo porque modéstia à parte eu tinha
uma média quase máxima e porque descobri uma propriedade importante relativa à
transição do electrão do átomo de césio nos relógios atómicos.
- Ah? – ouviu-se em coro a pergunta que fez sorrir a nova
amiga das navegantes.
“Que sorriso tão perfeito. Coaduna-se perfeitamente com
ela. Mas ao mesmo tempo… Relembra-me algo. Mas o quê? É algo ténue. Mas aquele
sorriso tem algo que eu não consigo descortinar.”, pensou Usagi.
- Bem não se assustem! É que por definição, um segundo
corresponde a 9.192.631.770 períodos de radiação de um átomo de césio, que
corresponde à transição de um electrão de um nível inferior para outro
superior. Digamos que dei uma importante contribuição ao afirmar que os campos
magnéticos do sistema Sol-Terra-Lua exercem influência sobre a transição do
electrão entre os dois níveis de energia e por isso não será uma hipótese muito
viável o césio, para construir relógios atómicos! – explicou deixando todos
ainda mais baralhados e confusos.
- Ah! Pois claro! Isso é muito importante! Sim sim! Mas podes
continuar? – implorou Usagi que estava mais confundida que os outros.
- Ah pois! Desculpem! Bem como estava a dizer, ganhei uma
bolsa de estudo devido a isto. E dava-me a escolher entre ir para os Estados
Unidos da América ou então ir para o Japão. É óbvio que escolhi o Japão! E não é
necessário dizer porquê! – disse, sorrindo novamente.
- Então estás aqui a estudar e a viver? Em Tóquio? –
perguntou Mamoru.
- Sim! Estou no último ano de Engenharia Química! E na
verdade eu vou cooperar com a faculdade da Usagi e da Cathy! Por causa do
evento cultural! Lembram-se?
- Claro que sim! Não sabia que ias participar também! –
riu também Cathy.
Na verdade o evento, que teria lugar daí a dois dias iria
mobilizar faculdades, escolas secundárias e preparatórias. Com o intuito de
educar os mais novos e dos mais velhos mostrarem as suas pesquisas. Abrangia
uma área enorme de temas, como as letras, as ciências, o desporto, as artes,
etc. Era na verdade um grande evento nacional.
- Continuando com a narrativa, recebi um sinal vindo da
Serenity informando-me que deveria juntar-me a vocês! E aqui estou eu!
- É sempre bom receber mais uma ajuda! Dá-nos mais motivação!
– proferiu Makoto.
- Obrigada a todos! Bem mas falemos de coisas sérias. O
sinal que recebi deu-me todas as informações conhecidas referentes ao inimigo.
E já sei que terei de vos dar poder para se transformarem em Eternal. Não se
preocupem! Não me esqueci disso! Mas penso que primeiro tenho de vos falar das
minhas origens. Para compreenderem melhor a extensão da vossa missão. Foi algo
que a Serenity também me incumbiu de fazer!
- Ahm… Catherine. Eu não especifiquei nada! Aliás eu
apenas servi de pombo-correio, digamos! A mensagem chegou a ti tal como chegou
a mim! Eu só a transmiti! E ela encontrou-te!
- Ai sim? E quem mandou o sinal inicial?
- Bem isso não sei! Apenas que foi enviada a milhões de
anos-luz.
Catherine ficou intrigada, porém prosseguiu a sua descrição:
- Já ouviram falar da Teoria Nebular em referente à formação
do sistema solar?
Antes que alguém respondesse, Midnight soltou um uivo enorme e escondeu-se atrás de
Cathy.
- Parece que a explicação terá de ficar para outra vez –
disse Rei engolindo em seco.
As Sailors ficaram transidas de medo.
Zap acabava de entrar no templo.
O QUE E QUE AQUELE ESTA ALI A FAZER?
Ai dele k toke no meu lobo ou no meu noivo...ou em alguma das minhas amiga....
Ai k fixe black. Esta divina!
Adorei adorei adorei...simplesmente optima!
ESTOU A AMAR!
Ai dele k toke no meu lobo ou no meu noivo...ou em alguma das minhas amiga....

Ai k fixe black. Esta divina!
Adorei adorei adorei...simplesmente optima!
ESTOU A AMAR!


The Forgotten Sailors 2-> 11ºCapitulo
Sailor Moon:The Crystal Desire->Epilogo (completo)
Amor sobre o Gelo->20ºCapitulo
Chance of a Lifetime-> 2ºCapitulo
Beeeemmmmm!!! Belo capítulo!!! Mt científico!
Q descrição tão... eloquente do físico da Sailor, blackmagic! lol! Imagina-se q seja granda deusa!
Mas agora com o Zap de volta é q vamos ver o q ela vale!
Adorei! E fico à espera dessa dose especial de fim de semana prolongado, estou ansiosa pela continuação!
Q descrição tão... eloquente do físico da Sailor, blackmagic! lol! Imagina-se q seja granda deusa!
Mas agora com o Zap de volta é q vamos ver o q ela vale!
Adorei! E fico à espera dessa dose especial de fim de semana prolongado, estou ansiosa pela continuação!
Fogo black, escreves mesmo bem! Eu não conseguia melhor (basta ver a minha fic e nota-se)! Mas a Sailor Sun deve ser mesmo... linda =D Arrrrrrr o que é que aquele Zap Zip ou como é que ele se chama está ali a fazeriii??? E quando entra a minha Sailorrr???

Silvermist. <3
Avatar by amiga de blogs x3
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*mim a babar-se fortemente!!!!
Pois akilo do átomo achei um piadão do caraças! foi mesmo para "barafundir" as sailors (e pelos vistos tb vos "barafundiu"!!!)!
Sim a Sun é especialmente bonita! N sei pk mas imaginei-a assim. Talvez pk o Sol é o seu guardião e então tal como o Sol se destaca dos outros planetas tb ela se destacadas otras pela sua beleza! Mas atenção! N significa k as outras n sejam bonitas!
Hj vou começar a escrever o próximo! Penso k vão gostar!

Pois akilo do átomo achei um piadão do caraças! foi mesmo para "barafundir" as sailors (e pelos vistos tb vos "barafundiu"!!!)!
Sim a Sun é especialmente bonita! N sei pk mas imaginei-a assim. Talvez pk o Sol é o seu guardião e então tal como o Sol se destaca dos outros planetas tb ela se destacadas otras pela sua beleza! Mas atenção! N significa k as outras n sejam bonitas!

Hj vou começar a escrever o próximo! Penso k vão gostar!

Tens de entrar para responderes neste tópico.
.o:





:
loooool!
na binca!


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