O Amor é complicado...
mafafaaa escreveu:Então porque é que na fic esta escrito- Sim… - Ele tirou a caneta de transformação do bolso, assim como eu e Taiki. Acabámos por nos transformar os três em coro:
- Transformação do Poder da Estrelaa… Fighter/Maker/Healer!
??
Era por isso que estava com esta dúvida...
No capitulo diz mesmo que eles se transformam e se teletransportam para a Terra. Se já estavam transformados... Percebeste Haruka?
também fiquei com essa dúvida
gostei do que li até agora só acho que não devias escrever maioritariamente diálogo, pois perde-se um bocado o ambiente aonde se passa a história e o que eles estão a sentir
de momento nao tenho mais nada a acrescentar
fico à espera de mais

pronto eu passo a explicar:
realmente voces tem razao
é um bocado estranho eu chamar o Seiya, o Taiki e o Yaten pelos nomes de rapazes em kinmoku, visto que eles/elas, pelo suposto, sao Raparigas... Isso foi uma falha muito grande da minha parte (e o que da escrever nas aulas
), e quando eu corrigir, eu depois eu corrijo aqui também, pois eu tenho de corrigir tendo em conta o contexto das coisas, senao vai ficar esquisito outra vez.
(obrigada por me darem conta disso
)
quanto às descriçoes, eu peço desculpa por nao vos conseguir apresentar descriçoes decentes, só que para eu 'meter' agora descriçoes, teria de reescrever toda a fan fic (e confesso, nao é pera doce faze-lo quando se tem tudo no computador...
é horrivel, e ainda sobretudo quando ja se tem cerca de 22 capitulos, que ao todo ocupam 115 paginas julgo eu...)
enfim...
mas agora ando a investir mais nas tentativas de descriçao.
enfim, eu depois vejo disto tudo, mas agora acho que esta na hora de por umas pessoas a rir com o proximo cap
beijinhoooos
Assim que chegámos à Terra, eu destransformei-me logo. Não queria dar nas vistas. Contudo, isso revelou-se uma missão impossível. Dei até demasiado nas vistas. Assim que saí detrás do muro que usara para me esconder, tive um encontro imediato de 1º grau com uma rapariga que vinha do Liceu de Juuban.
- Oh… Desculpa… Não te vi… Olha! É o Yaten Kou! Dos Três Luzes! - Ela ficou toda histérica e eu, completamente embaraçado, sem bem saber o que fazer. - Dás-me um autógrafo… Por favor Yaten?
- Olha lá! E quem te garante que eu tenha de te dar um autógrafo! Respeita a minha privacidade, sim? - Disse, com um ar azedo. É preciso ter-se mesmo muita sorte, não é?? AHHHHHG! *suspiro*.
- Oh, vá lá, não sejas antipático… Dá-me um autógrafo! - Disse ela, insistindo. Mas as fãs já não desistem? Oh minha nossa senhora…
- Oh, está bem… Eu dou-te o autógrafo… - Disse, engolindo em seco. A rapariga, com um sorriso radiante, passou-me o seu caderno e uma caneta. Eu peguei naquilo, e escrevi para lá uma garatuja qualquer. Desde que faça a miúda deixar-me em paz e sossego... De preferência que não espalhe a palavra de que ando para aí a distribuir autógrafos… Pensei, suspirando - Aqui tens…
- Oh… Muito obrigada! - Disse ela, desaparecendo aos saltinhos, toda feliz.
Ouvi risos por detrás dos arbustos, o que me enervou imenso. Taiki e Seiya riam-se que nem perdidos. Gozem, gozem… Vocês também hão-de me dar motivos para rir…
- Bem Yaten… Tens cá uma sorte… - Disse Taiki, rindo-se ainda.
- Pois… Chegaste aqui, ‘Ai, Yaten! Dá-me um-’ - O Seiya calou-se, a minha cara era de poucos amigos.
- É melhor não dizeres mais nada, Seiya… - Eu estava mesmo furioso.
- Desculpa… - Disse ele, mas ele não estava de todo arrependido. Eu já o conhecia o suficiente.
- Guarda as tuas desculpas para quem seja tanso o suficiente para acreditar nelas! - Disse, virando costas e deixando Taiki e Seiya a olhar para o nada.
- Yaten, espera! - Taiki exclamou o meu nome, pedindo-me para esperar, mas eu ignorei-o. Se tivesse de olhar Seiya novamente nos olhos, possivelmente era bem capaz de lhe espetar um murro na fronha. Ele enervou-me completamente, afinal, ele sabe bem que eu odeio as fãs! Para que se dá ao trabalho de gozar comigo? Enfim… *gotas*
‘
Mas também quis continuar a andar, pois quis poder pensar em algumas coisas, sem ser interrompido. Sabia que voltar à Terra iria trazer coisas que eu não queria ter de reviver: agora o preço da minha antiga fama iria ser cobrado. Eu já não tinha muita paciência para as fãs, e nem sei como é que passados dois anos elas não se esqueceram de nós, pois nós desaparecemos sem deixar rasto, e nunca mais se ouviu falar dos Três Luzes… Enfim… Parece que as fãs têm memória de elefante… *gotas*
‘ Prefiro considerar que elas têm cérebro de ervilha…
Quando dei por mim, estava no meio do bairro de Juuban. Olha… Estou no bairro da pata choca da Usagi! Que giro… *gotas*. Pensei para mim próprio. Eu tinha más recordações daquelas ruas, e daquele lugar. Eu não parei. Continuei a andar pela rua deserta. Era de noite, e não havia vivalma nas ruas do bairro de Juuban. Eu continuei a caminhar distraidamente por ali. Só que tive um azar do caneco: Já não me lembrava que esta rua tinha dois sentidos, e acabei por ser atropelado por um carro.
- Oh Haruka! Olha o que fizeste! - Disse Michiru, a meu lado. Ela estava toda aparvalhada, tal como eu. Boa! Tenho mesmo pontaria, da outra vez atropelei a Makoto, e agora quem é que atropelei? Ela tirou o cinto a custo, e olhou para mim, com um ar preocupado.
- EU SEI! Mas eu não reparei que estava uma pessoa no meio da estrada! E também a culpa não é só minha! O que é que deu àquele para se meter mesmo no meio do caminho?! - Disse, enquanto tirava o cinto, para poder sair do carro. Quando vi a pessoa que atropelara, entrei em choque. MAS QUE RAIO?! QUE É QUE ESTE PINDÉRICO ANDA AQUI A FAZER?! MAS ELE NÃO TINHA VOLTADO AO PLANETA DELE?! - MICHIRU! Anda cá! Rápido! - Gritei para ela.
- O que se passa – OH… Atropelaste o Yaten! – Disse ela, levando a mão à boca, espantada.
- Mas eles estão cá na Terra?! - Disse, tentando suprimir a raiva que sentia.
- Pelos vistos estão… Oh, coitado, temos de o ajudar, não o vamos deixar aí… - Disse ela, com ar preocupado.
- Tudo bem… Vamos chamar uma–
- Não! Se nós o levarmos para o Hospital, o rapaz não vai ter descanso nenhum, as pessoas não o vão deixar em paz… Lembra-te que esta gente ainda tem bem presente na memória os Três Luzes… Acho melhor leva-lo lá para casa, pelo menos por esta noite… Depois tentamos falar com o Taiki e com o Seiya… - Disse ela, tentando levar-me à razão.
- É… Essa ideia é muito bonita, até ao ponto de o Seiya estar incluído na equação! Já viste se esse aparece? Aí é que era o fim da macacada! Eu não vou estar com a mínima paciência para aturar aquele grandessíssimo idiota, estúpido, convencido e arrogante! - Disse, referindo-me àquele animal que tipificaram como sendo um ser pensante. Não me parece que ele tenha algo de racional… *gotas*
‘
- Não me interessa se odeias ou não o Seiya! Levamos o Yaten, chamamos um médico para o ver, e depois logo vemos o que fazemos… Vá, é o mínimo que podes fazer, depois de o teres atropelado… - Disse ela, com ar determinado.
- Pronto, tudo bem… Eu simplesmente desisto. Tu és simplesmente teimosa demais, e eu não quero perder mais tempo com esta discussão parva… Já podia estar em casa, e não estou… Ao menos ajuda-me a pô-lo no carro, vá! - Disse, cedendo de má vontade à vontade da Michiru.
Não sei onde estava, nem bem o que tinha acontecido. A única coisa que me lembrava era de ter sido atropelado. De resto, só sei que não sinto nada na minha perna esquerda, pelo menos do joelho para baixo. Oh mãezinha… Não me digas que parti alguma coisa?! Olhei à minha volta, e fiquei confuso. Não conseguia mesmo perceber onde estava.
- Ah… Finalmente acordaste… - Disse uma voz feminina, que me pareceu conhecida de repente.
- M… Michiru-senpai?! Onde estou? - Disse completamente desorientado.
- Estás em minha casa… A Haruka atropelou-te sem querer… Tu torceste o tornozelo… - Disse ela, com um sorriso nos lábios - Ela agora não está, pois foi tentar saber do Taiki, mas ela pediu para te pedir desculpa por qualquer incómodo que isto te possa causar…
- Não tem problema… Podia ter sido pior… - Disse eu, embora estivesse deveras chateado. De todas as pessoas que podiam ter-me atropelado, tinha logo de ser a Loirinha e a Empertigadinha… Pensei para mim.
- Fiquei deveras preocupada contigo, pensei que fosse algo mais grave do que uma entorse… - Disse ela, com um olhar preocupado, depois de um curto período de silêncio. Preocupada? Preocupada uma ova! Não sei porque é que raio ela está preocupada…
- E desde quando é que te preocupas comigo? - Disse com desdém, acabando por verbalizar aquilo que sentia. Ela nem gosta de mim…Nem sei porque se deu ao incómodo e porque é que não me despejou num Hospital qualquer…
- Desde sempre… Apesar de vocês não serem as pessoas que eu mais gosto, eu não vos quero mal nenhum… - Disse ela, começando a revelar frustração no semblante normalmente calmo dela.
- Ah… Se me disseres sentimento de culpa… Isso esclarecer-me-ia muito mais… - Disse, provocando-a, mas logo me arrependi - AU! - Ela bateu na perna que me doía, por causa do tornozelo torcido - Parva!
- Obrigada pelo elogio… Bem… Eu vou deixar-te só, a ver se ficas mais bem-disposto. Adeusinho! - Disse ela, saindo do quarto.
- Mas que parvalhona… - Disse, cerrando o punho.
Acabei por me deixar ficar a olhar para as paredes, sem poder fazer nada. Não podia levantar-me, não podia ir-me embora, nada. Apenas podia continuar ali, a morrer de tédio profundo. Agora que olhava com mais atenção para o quarto onde estava, podia observar que era azul-céu. Estava decorado com molduras, que mostravam quadros com motivos marinhos. Alguns até tinham sereias… Wow… Que sugestivo… A janela estava ligeiramente aberta, e as cortinas, também elas em azul, esvoaçavam ao sabor do vento. Acabei por suspirar. Mas que quarto tão à gaja…
- Ai que grande seca que eu estou aqui a apanhar… Porque é que me armei para parvo com o Seiya? Agora estou aqui enfiado na casa de duas pessoas que não posso nem ver pintadas de ouro, e para além de mais com um pé torcido… - Sussurrei, irritado comigo mesmo. Mas enfim… Eu sou um azarado por natureza… Eu senti o meu estômago a dar horas. Boa, era só o que me faltava… Agora estou com fome… Isto é o cúmulo da estupidez… Saloio que eu saí… Por favor, tirem-me deste filme… Pensei.
- Olá Yaten… - Ouvi uma voz que demonstrava simpatia forçada, perto da ombreira da porta. A figura imponente da Loirinha entrou pelo quarto dentro, com um tabuleiro na mão.
- Loirinha…
- Olha lá, ó Guinchinhos, não te estiques! - Disse ela, pondo o tabuleiro que ela trazia com força na mesa-de-cabeceira - Está aqui isto… A Michiru pensou que pudesses ter fome…
- Obrigada… - Disse, ironicamente - Não tem veneno, ou mata-ratos nem nada do género pois não?
- Já estás a ir longe demais! Não abuses da sorte, que por mim, nem estavas aqui, estavas era enfiado num Hospital qualquer, a sofrer torturas das tuas fãs… E não, não tem veneno… Eu não tenho por hábito de pôr veneno nem nada do género na comida dos meus convidados, por muito que os odeie.
- Tudo bem… Se tu o dizes… - Disse, sorrindo maldosamente.
- És mesmo patético… Come mas é antes que morras aqui esfaimado…
- Domo arigato! Agora se não te importares, até que para ti deve ser um suplício estar aqui a olhar para mim, podes sair e dar-me um pouco de privacidade?
- Não… Acho que vou ficar por aqui para te observar…
- Tu é que sabes… - Eu comecei a comer (AGH! SUSHI!!! QUE NOJEIRA! X3), mas aquilo estava picante para caramba! Eu fiz um trejeito de nojo, e cuspi fora o que tinha na boca. A Loirinha riu-se a bandeiras despregadas, o que ainda me irritou mais.
- Eu disse-te que iria querer ficar a observar-te, eu sabia que isto ia dar para eu me rir um bocadinho… - Disse ela, com um olhar maldoso.
- Era preciso pores tanto picante?! - Disse, chateado.
- Bem… Foi de propósito… - Disse ela, encolhendo os ombros.
- Disso sei eu, sua parvalhona!
- Ahah! Deixa-me rir!
- Ao menos arranjas-me um copo de água, não?
- Tudo bem… - Ela pegou no jarro que estava em cima da mesa-de-cabeceira, e despejou-o todo em cima de mim - Aqui tens! - Depois, saiu do quarto, literalmente às gargalhadas.
- QUE PARVALHONA!!! - Resmunguei, voltando a fechar o punho, completamente enraivecido. Bolas, como algumas pessoas conseguem mesmo entrar nos meus nervos!
Eu desisti de tentar comer aquilo, pois estava intragável. Pus o tabuleiro de lado, e tentei adormecer. Sem efeito: a Empertigadinha pôs-se a tocar violino. Há cães com sorte, outros, com um azar do caneco… Pensei, resignado. Chiiii!!! Está tanto frio! E estou todo molhado! Vou ficar afónico de certeza! - ATCHIM! – Boa, sua loira empertigada, convencida e armada em boa! Já fizeste porcaria! Agora vou apanhar alguma infecção na garganta OHMINHANOSSASENHORA!!!
- Posso entrar? - Ouvi uma voz. Era Michiru, e vinha com um ar cauteloso.
- Podes… - Respondi, suspirando. Boa, lá vem esta chatear-me outra vez…
- Desculpa o que a Haruka fez… Foi muito infantil da parte dela. Toma uma camisola seca… E já consegui falar com o Taiki, e ele vem-te buscar daqui a bocado… Ah… E vou buscar qualquer coisa sem picante, para tu comeres… - Disse ela, fazendo um esforço para não se desmanchar a rir à gargalhada.
- Podes rir se tu quiseres… Escusas de estar a fingir que tens pena de mim…
- Yaten tolinho… Desculpa se há bocado fui insensível e um pouco parva… Se bem que me deste motivos… - Ela olhou para mim com um ar compassivo.
- Eu é que peço desculpa, eu é que fui indelicado. Vocês ajudaram-me, e eu armei-me para cínico… Mas sabes, é que estas situações entram-me nos nervos de tal maneira…
- Eu sei… Isso acontece-me às vezes… Mas deixa lá! São águas passadas! Bem… Eu vou lá abaixo, e já venho cá ter contigo outra vez.
- Tudo bem… Obrigada… - Disse, e tirei a camisola. Vesti a que Michiru me trouxera. Aquela camisola cheirava a colónia de rapariga, e logo vi de quem era: era da Loirinha. Bah! Só eu para isto… Enfim, aguenta-te à bronca, Yaten Kou! Tu no mínimo mereceste… Pensei para mim.
- Bem… Aqui está! Sem veneno, sem picante, pronto a consumir - Disse ela, sorrindo de través.
- Obrigada Michiru… - Era verdade o que ela dissera. Pude comer sem ficar enjoado. Michiru sentou-se numa cadeira, a observar-me, sorrindo. Eu senti-me invadido. Não estava a ter privacidade, e então só conseguia olhar de esguelha, desconfiado.
- Michiru, o Taiki já chegou! - Ouvi a Haruka gritar lá de baixo.
- OK! Já vamos! Bem, Yaten… Queres ajuda para te levantares?
- Se não te importares… - Disse, torcendo ligeiramente o nariz, mas ela nem reparou. (Ou se reparou, nem ligou, ou ignorou completamente X3). Depois, deu-me uma mãozinha para me levantar, e ajudou-me a sair do quarto. Quando chegámos lá abaixo, Taiki estava com um sorriso na face, e umas muletas, ou canadianas ou lá como raio se chamam aquelas coisas, na mão… Eu suspirei, ao imaginar a minha imagem ao tentar andar com aquilo.
- Bem, Yaten… Actualmente deves ser a pessoa mais sortuda à face da Terra… Enfim… - Disse ele, tentando não rir - Eu comprei-te isto. Achei que te iria dar jeito… - Depois, passou-me as… Coisas (Epah, vocês perceberam…).
- Oh… Que atencioso… - Disse, sarcasticamente - Obrigado…
- Obrigado por ajudarem o Yaten… - Disse Taiki, ignorando por completo o meu comentário - E peço desculpa pelo incómodo que isto vos deve ter causado…
- Não tens de quê… Era o mínimo que podíamos ter feito, depois de o termos atropelado… - Disse Haruka, com uma voz azeda, e um olhar de desprezo.
- Haruka… - Disse Michiru, dando uma cotovelada em Haruka - Bem… Não lhe liguem… Eu é que peço desculpa pelo que aconteceu… Espero que consigas voltar a andar depressa.
- Obrigado… Bem, nós temos de ir andando… Adeusinho! - Disse eu, empurrando literalmente Taiki pela porta fora. Queria sair dali para fora. Aquele ambiente estava-me a sufocar.
- Bolas Yaten, estás cá com uma pressa! Pareces que vais fugir de alguém.
- Não percebeste pois não?! Eu já não podia com a Haruka! Chiça, que treta!
- Que é que ela te fez, rapaz?
- Para além de me ter atropelado, e de ter posto picante na comida, ainda despejou um jarro cheiinho de água em cima de mim, e depois ainda gozou comigo à farta! - Disse, libertando todas as frustrações. Ah como eu odeio aquela loira empertigada, raios a partam!
- Enfim… Mas também olha lá, o que é que te deu para tu andares no meio da estrada? – Disse ele, fazendo um trejeito de gozo.
- Já não me lembrava que aquela rua tinha dois sentidos… - Disse, baixando o olhar.
- AH! QUE GANDA TOTÓ! - Disse ele, rindo-se a bandeiras despregadas, enquanto conduzia.
- Ah, vai mas é chamar totó a outro, pá! - Disse eu, rindo-me também. Ele tinha razão, eu fui um grandessíssimo totó. Devia ter calculado que aquela rua era de dois sentidos.
- Enfim… - Disse ele, já com um ar desiludido.
- O que se passa Taiki? - Perguntei, preocupado.
- Ah… Nada… Não se passa nada…
- Problemas do coração? - Perguntei, insinuando, tentando adivinhar a verdade.
- Também… - Disse ele, em tom baixo.
- É a Mizuno, não é?
- Sim… E tu é a Aino…
- Não quero falar sobre ela…
- E eu não quero falar sobre a Ami-chan… Melhor, nem falaremos sobre isto. Não vale a pena…
- Ainda bem… - Disse eu, sorrindo - Bem, já chegámos…
- Pois foi… A viagem foi rápida…
- Podes crer… Pensei que demorasse mais… Mas afinal não… Já nem me lembrava como era andar num carro…
- Enfim… Olha, queres que te ajude a sair do carro?
- Não… Eu safo-me sozinho, mais as muletas ou as canadianas ou lá como raio se chamam estas coisas… - Disse, rindo-me um pouco da situação.
- Tudo bem… E são muletas… - Disse ele, rindo-se, mas mesmo assim, insistiu em abrir-me a porta do carro, e depois saí com a ajuda das ‘muletas’. Enfim… Eu já sou um trapalhão sem isto, agora ainda mais trapalhão vou parecer… SENHORES! TIREM-ME DESTE FILME SIM?!! Pensei, frustrado. Odiava estar naquele tipo de situações. E de só pensar que os primeiros dias de aulas em Moto Azabu vão ser a andar de muletas… Só de pensar acerca do burburinho das fãs… Só de pensar todos os autógrafos que me vão pedir… Todos os piropos que vou ouvir… *FUGIR* Essa é a minha vontade… Voltar a Kinmoku… Porque é que fui na conversa do Seiya?! Devia era ter ficado, como bom rapaz que sou, e obedecido ao meu pai, mas se formos bem a ver, nós estávamos um pouco reprimidos… O nosso pai controlava tudo o que fazíamos… Assim, sempre temos um pouco de liberdade, se bem que tenho saudades… E só cá estou há menos de um dia… Imagino daqui a um mês… Enfim… A escolha foi minha de vir com o Seiya… Enfim… Foi uma má escolha… Só o facto de isto ter acontecido mostra que eu não sou bem-vindo à Terra. Bem, sê ‘bem-vindo’ à Terra, Yaten… Pensei, enquanto nós entrávamos em casa.
A casa estava silenciosa e às escuras. Seiya já devia estar a dormir. Ainda bem, se hoje voltasse a ver Seiya, era bem capaz de perder o amor à primeira coisa que me viesse à mão, e parti-la-ia na cabeça dele. Bem… Eu já pensei nisto hoje umas quinhentas vezes…
- Bem, Yaten, eu acho que vou dormir, estou aqui que nem posso… Sinto-me mesmo muito cansado…
- Sim… Eu compreendo… Eu de qualquer maneira ia também para a cama…
- Ok… Tem uma boa noite…
- Tu também, Taiki… - Eu retorqui. Subi as escadas a custo, e chegado ao quarto, estatelei-me na cama, e adormeci.
realmente voces tem razao
é um bocado estranho eu chamar o Seiya, o Taiki e o Yaten pelos nomes de rapazes em kinmoku, visto que eles/elas, pelo suposto, sao Raparigas... Isso foi uma falha muito grande da minha parte (e o que da escrever nas aulas
), e quando eu corrigir, eu depois eu corrijo aqui também, pois eu tenho de corrigir tendo em conta o contexto das coisas, senao vai ficar esquisito outra vez.
(obrigada por me darem conta disso
)quanto às descriçoes, eu peço desculpa por nao vos conseguir apresentar descriçoes decentes, só que para eu 'meter' agora descriçoes, teria de reescrever toda a fan fic (e confesso, nao é pera doce faze-lo quando se tem tudo no computador...
é horrivel, e ainda sobretudo quando ja se tem cerca de 22 capitulos, que ao todo ocupam 115 paginas julgo eu...)enfim...
mas agora ando a investir mais nas tentativas de descriçao.
enfim, eu depois vejo disto tudo, mas agora acho que esta na hora de por umas pessoas a rir com o proximo cap
beijinhoooos
Capítulo 2 – A chegada atribulada de Yaten. O atropelamento
Assim que chegámos à Terra, eu destransformei-me logo. Não queria dar nas vistas. Contudo, isso revelou-se uma missão impossível. Dei até demasiado nas vistas. Assim que saí detrás do muro que usara para me esconder, tive um encontro imediato de 1º grau com uma rapariga que vinha do Liceu de Juuban.
- Oh… Desculpa… Não te vi… Olha! É o Yaten Kou! Dos Três Luzes! - Ela ficou toda histérica e eu, completamente embaraçado, sem bem saber o que fazer. - Dás-me um autógrafo… Por favor Yaten?
- Olha lá! E quem te garante que eu tenha de te dar um autógrafo! Respeita a minha privacidade, sim? - Disse, com um ar azedo. É preciso ter-se mesmo muita sorte, não é?? AHHHHHG! *suspiro*.
- Oh, vá lá, não sejas antipático… Dá-me um autógrafo! - Disse ela, insistindo. Mas as fãs já não desistem? Oh minha nossa senhora…
- Oh, está bem… Eu dou-te o autógrafo… - Disse, engolindo em seco. A rapariga, com um sorriso radiante, passou-me o seu caderno e uma caneta. Eu peguei naquilo, e escrevi para lá uma garatuja qualquer. Desde que faça a miúda deixar-me em paz e sossego... De preferência que não espalhe a palavra de que ando para aí a distribuir autógrafos… Pensei, suspirando - Aqui tens…
- Oh… Muito obrigada! - Disse ela, desaparecendo aos saltinhos, toda feliz.
Ouvi risos por detrás dos arbustos, o que me enervou imenso. Taiki e Seiya riam-se que nem perdidos. Gozem, gozem… Vocês também hão-de me dar motivos para rir…
- Bem Yaten… Tens cá uma sorte… - Disse Taiki, rindo-se ainda.
- Pois… Chegaste aqui, ‘Ai, Yaten! Dá-me um-’ - O Seiya calou-se, a minha cara era de poucos amigos.
- É melhor não dizeres mais nada, Seiya… - Eu estava mesmo furioso.
- Desculpa… - Disse ele, mas ele não estava de todo arrependido. Eu já o conhecia o suficiente.
- Guarda as tuas desculpas para quem seja tanso o suficiente para acreditar nelas! - Disse, virando costas e deixando Taiki e Seiya a olhar para o nada.
- Yaten, espera! - Taiki exclamou o meu nome, pedindo-me para esperar, mas eu ignorei-o. Se tivesse de olhar Seiya novamente nos olhos, possivelmente era bem capaz de lhe espetar um murro na fronha. Ele enervou-me completamente, afinal, ele sabe bem que eu odeio as fãs! Para que se dá ao trabalho de gozar comigo? Enfim… *gotas*
‘ Mas também quis continuar a andar, pois quis poder pensar em algumas coisas, sem ser interrompido. Sabia que voltar à Terra iria trazer coisas que eu não queria ter de reviver: agora o preço da minha antiga fama iria ser cobrado. Eu já não tinha muita paciência para as fãs, e nem sei como é que passados dois anos elas não se esqueceram de nós, pois nós desaparecemos sem deixar rasto, e nunca mais se ouviu falar dos Três Luzes… Enfim… Parece que as fãs têm memória de elefante… *gotas*
‘ Prefiro considerar que elas têm cérebro de ervilha… Quando dei por mim, estava no meio do bairro de Juuban. Olha… Estou no bairro da pata choca da Usagi! Que giro… *gotas*. Pensei para mim próprio. Eu tinha más recordações daquelas ruas, e daquele lugar. Eu não parei. Continuei a andar pela rua deserta. Era de noite, e não havia vivalma nas ruas do bairro de Juuban. Eu continuei a caminhar distraidamente por ali. Só que tive um azar do caneco: Já não me lembrava que esta rua tinha dois sentidos, e acabei por ser atropelado por um carro.
*MOMENTO HARUKA*
- Oh Haruka! Olha o que fizeste! - Disse Michiru, a meu lado. Ela estava toda aparvalhada, tal como eu. Boa! Tenho mesmo pontaria, da outra vez atropelei a Makoto, e agora quem é que atropelei? Ela tirou o cinto a custo, e olhou para mim, com um ar preocupado.
- EU SEI! Mas eu não reparei que estava uma pessoa no meio da estrada! E também a culpa não é só minha! O que é que deu àquele para se meter mesmo no meio do caminho?! - Disse, enquanto tirava o cinto, para poder sair do carro. Quando vi a pessoa que atropelara, entrei em choque. MAS QUE RAIO?! QUE É QUE ESTE PINDÉRICO ANDA AQUI A FAZER?! MAS ELE NÃO TINHA VOLTADO AO PLANETA DELE?! - MICHIRU! Anda cá! Rápido! - Gritei para ela.
- O que se passa – OH… Atropelaste o Yaten! – Disse ela, levando a mão à boca, espantada.
- Mas eles estão cá na Terra?! - Disse, tentando suprimir a raiva que sentia.
- Pelos vistos estão… Oh, coitado, temos de o ajudar, não o vamos deixar aí… - Disse ela, com ar preocupado.
- Tudo bem… Vamos chamar uma–
- Não! Se nós o levarmos para o Hospital, o rapaz não vai ter descanso nenhum, as pessoas não o vão deixar em paz… Lembra-te que esta gente ainda tem bem presente na memória os Três Luzes… Acho melhor leva-lo lá para casa, pelo menos por esta noite… Depois tentamos falar com o Taiki e com o Seiya… - Disse ela, tentando levar-me à razão.
- É… Essa ideia é muito bonita, até ao ponto de o Seiya estar incluído na equação! Já viste se esse aparece? Aí é que era o fim da macacada! Eu não vou estar com a mínima paciência para aturar aquele grandessíssimo idiota, estúpido, convencido e arrogante! - Disse, referindo-me àquele animal que tipificaram como sendo um ser pensante. Não me parece que ele tenha algo de racional… *gotas*
‘ - Não me interessa se odeias ou não o Seiya! Levamos o Yaten, chamamos um médico para o ver, e depois logo vemos o que fazemos… Vá, é o mínimo que podes fazer, depois de o teres atropelado… - Disse ela, com ar determinado.
- Pronto, tudo bem… Eu simplesmente desisto. Tu és simplesmente teimosa demais, e eu não quero perder mais tempo com esta discussão parva… Já podia estar em casa, e não estou… Ao menos ajuda-me a pô-lo no carro, vá! - Disse, cedendo de má vontade à vontade da Michiru.
*FIM DO MOMENTO HARUKA*
Não sei onde estava, nem bem o que tinha acontecido. A única coisa que me lembrava era de ter sido atropelado. De resto, só sei que não sinto nada na minha perna esquerda, pelo menos do joelho para baixo. Oh mãezinha… Não me digas que parti alguma coisa?! Olhei à minha volta, e fiquei confuso. Não conseguia mesmo perceber onde estava.
- Ah… Finalmente acordaste… - Disse uma voz feminina, que me pareceu conhecida de repente.
- M… Michiru-senpai?! Onde estou? - Disse completamente desorientado.
- Estás em minha casa… A Haruka atropelou-te sem querer… Tu torceste o tornozelo… - Disse ela, com um sorriso nos lábios - Ela agora não está, pois foi tentar saber do Taiki, mas ela pediu para te pedir desculpa por qualquer incómodo que isto te possa causar…
- Não tem problema… Podia ter sido pior… - Disse eu, embora estivesse deveras chateado. De todas as pessoas que podiam ter-me atropelado, tinha logo de ser a Loirinha e a Empertigadinha… Pensei para mim.
- Fiquei deveras preocupada contigo, pensei que fosse algo mais grave do que uma entorse… - Disse ela, com um olhar preocupado, depois de um curto período de silêncio. Preocupada? Preocupada uma ova! Não sei porque é que raio ela está preocupada…
- E desde quando é que te preocupas comigo? - Disse com desdém, acabando por verbalizar aquilo que sentia. Ela nem gosta de mim…Nem sei porque se deu ao incómodo e porque é que não me despejou num Hospital qualquer…
- Desde sempre… Apesar de vocês não serem as pessoas que eu mais gosto, eu não vos quero mal nenhum… - Disse ela, começando a revelar frustração no semblante normalmente calmo dela.
- Ah… Se me disseres sentimento de culpa… Isso esclarecer-me-ia muito mais… - Disse, provocando-a, mas logo me arrependi - AU! - Ela bateu na perna que me doía, por causa do tornozelo torcido - Parva!
- Obrigada pelo elogio… Bem… Eu vou deixar-te só, a ver se ficas mais bem-disposto. Adeusinho! - Disse ela, saindo do quarto.
- Mas que parvalhona… - Disse, cerrando o punho.
Acabei por me deixar ficar a olhar para as paredes, sem poder fazer nada. Não podia levantar-me, não podia ir-me embora, nada. Apenas podia continuar ali, a morrer de tédio profundo. Agora que olhava com mais atenção para o quarto onde estava, podia observar que era azul-céu. Estava decorado com molduras, que mostravam quadros com motivos marinhos. Alguns até tinham sereias… Wow… Que sugestivo… A janela estava ligeiramente aberta, e as cortinas, também elas em azul, esvoaçavam ao sabor do vento. Acabei por suspirar. Mas que quarto tão à gaja…
- Ai que grande seca que eu estou aqui a apanhar… Porque é que me armei para parvo com o Seiya? Agora estou aqui enfiado na casa de duas pessoas que não posso nem ver pintadas de ouro, e para além de mais com um pé torcido… - Sussurrei, irritado comigo mesmo. Mas enfim… Eu sou um azarado por natureza… Eu senti o meu estômago a dar horas. Boa, era só o que me faltava… Agora estou com fome… Isto é o cúmulo da estupidez… Saloio que eu saí… Por favor, tirem-me deste filme… Pensei.
- Olá Yaten… - Ouvi uma voz que demonstrava simpatia forçada, perto da ombreira da porta. A figura imponente da Loirinha entrou pelo quarto dentro, com um tabuleiro na mão.
- Loirinha…
- Olha lá, ó Guinchinhos, não te estiques! - Disse ela, pondo o tabuleiro que ela trazia com força na mesa-de-cabeceira - Está aqui isto… A Michiru pensou que pudesses ter fome…
- Obrigada… - Disse, ironicamente - Não tem veneno, ou mata-ratos nem nada do género pois não?
- Já estás a ir longe demais! Não abuses da sorte, que por mim, nem estavas aqui, estavas era enfiado num Hospital qualquer, a sofrer torturas das tuas fãs… E não, não tem veneno… Eu não tenho por hábito de pôr veneno nem nada do género na comida dos meus convidados, por muito que os odeie.
- Tudo bem… Se tu o dizes… - Disse, sorrindo maldosamente.
- És mesmo patético… Come mas é antes que morras aqui esfaimado…
- Domo arigato! Agora se não te importares, até que para ti deve ser um suplício estar aqui a olhar para mim, podes sair e dar-me um pouco de privacidade?
- Não… Acho que vou ficar por aqui para te observar…
- Tu é que sabes… - Eu comecei a comer (AGH! SUSHI!!! QUE NOJEIRA! X3), mas aquilo estava picante para caramba! Eu fiz um trejeito de nojo, e cuspi fora o que tinha na boca. A Loirinha riu-se a bandeiras despregadas, o que ainda me irritou mais.
- Eu disse-te que iria querer ficar a observar-te, eu sabia que isto ia dar para eu me rir um bocadinho… - Disse ela, com um olhar maldoso.
- Era preciso pores tanto picante?! - Disse, chateado.
- Bem… Foi de propósito… - Disse ela, encolhendo os ombros.
- Disso sei eu, sua parvalhona!
- Ahah! Deixa-me rir!
- Ao menos arranjas-me um copo de água, não?
- Tudo bem… - Ela pegou no jarro que estava em cima da mesa-de-cabeceira, e despejou-o todo em cima de mim - Aqui tens! - Depois, saiu do quarto, literalmente às gargalhadas.
- QUE PARVALHONA!!! - Resmunguei, voltando a fechar o punho, completamente enraivecido. Bolas, como algumas pessoas conseguem mesmo entrar nos meus nervos!
Eu desisti de tentar comer aquilo, pois estava intragável. Pus o tabuleiro de lado, e tentei adormecer. Sem efeito: a Empertigadinha pôs-se a tocar violino. Há cães com sorte, outros, com um azar do caneco… Pensei, resignado. Chiiii!!! Está tanto frio! E estou todo molhado! Vou ficar afónico de certeza! - ATCHIM! – Boa, sua loira empertigada, convencida e armada em boa! Já fizeste porcaria! Agora vou apanhar alguma infecção na garganta OHMINHANOSSASENHORA!!!
- Posso entrar? - Ouvi uma voz. Era Michiru, e vinha com um ar cauteloso.
- Podes… - Respondi, suspirando. Boa, lá vem esta chatear-me outra vez…
- Desculpa o que a Haruka fez… Foi muito infantil da parte dela. Toma uma camisola seca… E já consegui falar com o Taiki, e ele vem-te buscar daqui a bocado… Ah… E vou buscar qualquer coisa sem picante, para tu comeres… - Disse ela, fazendo um esforço para não se desmanchar a rir à gargalhada.
- Podes rir se tu quiseres… Escusas de estar a fingir que tens pena de mim…
- Yaten tolinho… Desculpa se há bocado fui insensível e um pouco parva… Se bem que me deste motivos… - Ela olhou para mim com um ar compassivo.
- Eu é que peço desculpa, eu é que fui indelicado. Vocês ajudaram-me, e eu armei-me para cínico… Mas sabes, é que estas situações entram-me nos nervos de tal maneira…
- Eu sei… Isso acontece-me às vezes… Mas deixa lá! São águas passadas! Bem… Eu vou lá abaixo, e já venho cá ter contigo outra vez.
- Tudo bem… Obrigada… - Disse, e tirei a camisola. Vesti a que Michiru me trouxera. Aquela camisola cheirava a colónia de rapariga, e logo vi de quem era: era da Loirinha. Bah! Só eu para isto… Enfim, aguenta-te à bronca, Yaten Kou! Tu no mínimo mereceste… Pensei para mim.
- Bem… Aqui está! Sem veneno, sem picante, pronto a consumir - Disse ela, sorrindo de través.
- Obrigada Michiru… - Era verdade o que ela dissera. Pude comer sem ficar enjoado. Michiru sentou-se numa cadeira, a observar-me, sorrindo. Eu senti-me invadido. Não estava a ter privacidade, e então só conseguia olhar de esguelha, desconfiado.
- Michiru, o Taiki já chegou! - Ouvi a Haruka gritar lá de baixo.
- OK! Já vamos! Bem, Yaten… Queres ajuda para te levantares?
- Se não te importares… - Disse, torcendo ligeiramente o nariz, mas ela nem reparou. (Ou se reparou, nem ligou, ou ignorou completamente X3). Depois, deu-me uma mãozinha para me levantar, e ajudou-me a sair do quarto. Quando chegámos lá abaixo, Taiki estava com um sorriso na face, e umas muletas, ou canadianas ou lá como raio se chamam aquelas coisas, na mão… Eu suspirei, ao imaginar a minha imagem ao tentar andar com aquilo.
- Bem, Yaten… Actualmente deves ser a pessoa mais sortuda à face da Terra… Enfim… - Disse ele, tentando não rir - Eu comprei-te isto. Achei que te iria dar jeito… - Depois, passou-me as… Coisas (Epah, vocês perceberam…).
- Oh… Que atencioso… - Disse, sarcasticamente - Obrigado…
- Obrigado por ajudarem o Yaten… - Disse Taiki, ignorando por completo o meu comentário - E peço desculpa pelo incómodo que isto vos deve ter causado…
- Não tens de quê… Era o mínimo que podíamos ter feito, depois de o termos atropelado… - Disse Haruka, com uma voz azeda, e um olhar de desprezo.
- Haruka… - Disse Michiru, dando uma cotovelada em Haruka - Bem… Não lhe liguem… Eu é que peço desculpa pelo que aconteceu… Espero que consigas voltar a andar depressa.
- Obrigado… Bem, nós temos de ir andando… Adeusinho! - Disse eu, empurrando literalmente Taiki pela porta fora. Queria sair dali para fora. Aquele ambiente estava-me a sufocar.
- Bolas Yaten, estás cá com uma pressa! Pareces que vais fugir de alguém.
- Não percebeste pois não?! Eu já não podia com a Haruka! Chiça, que treta!
- Que é que ela te fez, rapaz?
- Para além de me ter atropelado, e de ter posto picante na comida, ainda despejou um jarro cheiinho de água em cima de mim, e depois ainda gozou comigo à farta! - Disse, libertando todas as frustrações. Ah como eu odeio aquela loira empertigada, raios a partam!
- Enfim… Mas também olha lá, o que é que te deu para tu andares no meio da estrada? – Disse ele, fazendo um trejeito de gozo.
- Já não me lembrava que aquela rua tinha dois sentidos… - Disse, baixando o olhar.
- AH! QUE GANDA TOTÓ! - Disse ele, rindo-se a bandeiras despregadas, enquanto conduzia.
- Ah, vai mas é chamar totó a outro, pá! - Disse eu, rindo-me também. Ele tinha razão, eu fui um grandessíssimo totó. Devia ter calculado que aquela rua era de dois sentidos.
- Enfim… - Disse ele, já com um ar desiludido.
- O que se passa Taiki? - Perguntei, preocupado.
- Ah… Nada… Não se passa nada…
- Problemas do coração? - Perguntei, insinuando, tentando adivinhar a verdade.
- Também… - Disse ele, em tom baixo.
- É a Mizuno, não é?
- Sim… E tu é a Aino…
- Não quero falar sobre ela…
- E eu não quero falar sobre a Ami-chan… Melhor, nem falaremos sobre isto. Não vale a pena…
- Ainda bem… - Disse eu, sorrindo - Bem, já chegámos…
- Pois foi… A viagem foi rápida…
- Podes crer… Pensei que demorasse mais… Mas afinal não… Já nem me lembrava como era andar num carro…
- Enfim… Olha, queres que te ajude a sair do carro?
- Não… Eu safo-me sozinho, mais as muletas ou as canadianas ou lá como raio se chamam estas coisas… - Disse, rindo-me um pouco da situação.
- Tudo bem… E são muletas… - Disse ele, rindo-se, mas mesmo assim, insistiu em abrir-me a porta do carro, e depois saí com a ajuda das ‘muletas’. Enfim… Eu já sou um trapalhão sem isto, agora ainda mais trapalhão vou parecer… SENHORES! TIREM-ME DESTE FILME SIM?!! Pensei, frustrado. Odiava estar naquele tipo de situações. E de só pensar que os primeiros dias de aulas em Moto Azabu vão ser a andar de muletas… Só de pensar acerca do burburinho das fãs… Só de pensar todos os autógrafos que me vão pedir… Todos os piropos que vou ouvir… *FUGIR* Essa é a minha vontade… Voltar a Kinmoku… Porque é que fui na conversa do Seiya?! Devia era ter ficado, como bom rapaz que sou, e obedecido ao meu pai, mas se formos bem a ver, nós estávamos um pouco reprimidos… O nosso pai controlava tudo o que fazíamos… Assim, sempre temos um pouco de liberdade, se bem que tenho saudades… E só cá estou há menos de um dia… Imagino daqui a um mês… Enfim… A escolha foi minha de vir com o Seiya… Enfim… Foi uma má escolha… Só o facto de isto ter acontecido mostra que eu não sou bem-vindo à Terra. Bem, sê ‘bem-vindo’ à Terra, Yaten… Pensei, enquanto nós entrávamos em casa.
A casa estava silenciosa e às escuras. Seiya já devia estar a dormir. Ainda bem, se hoje voltasse a ver Seiya, era bem capaz de perder o amor à primeira coisa que me viesse à mão, e parti-la-ia na cabeça dele. Bem… Eu já pensei nisto hoje umas quinhentas vezes…
- Bem, Yaten, eu acho que vou dormir, estou aqui que nem posso… Sinto-me mesmo muito cansado…
- Sim… Eu compreendo… Eu de qualquer maneira ia também para a cama…
- Ok… Tem uma boa noite…
- Tu também, Taiki… - Eu retorqui. Subi as escadas a custo, e chegado ao quarto, estatelei-me na cama, e adormeci.

さよならできずに, 立ち止まったままの僕と一緒に...
gostei muito deste capitulo!!!!!
gostei da parte da Haruka.
E o Yaten é tão arrogante, ele consegue ser mais arrogante do que a Haruka.
bem, eu vou acompanhar esta fic, porque eu estou a gostar muito.
estarei a aguardar o próximo capitulo.
gostei da parte da Haruka.
E o Yaten é tão arrogante, ele consegue ser mais arrogante do que a Haruka.
bem, eu vou acompanhar esta fic, porque eu estou a gostar muito.
estarei a aguardar o próximo capitulo.
"Don't Be scared to fly alone, find a path that is your own, love will open every door it's in your hands,
the world is yours, (...), What are you waiting for, Spread your wings and Soar" By Christina Aguilera "Soar"
OMG
A Haruka foi demais!
tipo eu a imaginar-me dentro da historia e de repente, ela começa a fazer aquelas coisas todas, as mesmas q eu tinha pensado! esta foi uma ganda coincidencia meu! LOL
So faltava era abrir mais a janela para ele apanhar frio mas isso acabou por n acontecer sniff...
o Yaten eh a pessoa mais azarenta da semana!
coitado! uma fã, depois atropelado, depois vai para casa das mulheres q mais odeia, depois atura a michiru, é torturdo pela haruka, veste roupa com perfume a mulher e ainda por mais tem de usar muletas!!!
coitado pa! mas foi msmo de partir a moca a rir!
ficou brutal!!!!
vamos la ver se o taiki e o yaten resolvem os problemas de coraçao... so falta o seiya! quem vai ser ela? a rita?
Bem, ca estarei para ver!
Bjinho*
A Haruka foi demais!
tipo eu a imaginar-me dentro da historia e de repente, ela começa a fazer aquelas coisas todas, as mesmas q eu tinha pensado! esta foi uma ganda coincidencia meu! LOL
So faltava era abrir mais a janela para ele apanhar frio mas isso acabou por n acontecer sniff...
o Yaten eh a pessoa mais azarenta da semana!
coitado! uma fã, depois atropelado, depois vai para casa das mulheres q mais odeia, depois atura a michiru, é torturdo pela haruka, veste roupa com perfume a mulher e ainda por mais tem de usar muletas!!!
coitado pa! mas foi msmo de partir a moca a rir!
Loirinha Empertigada 4 EVER!
ficou brutal!!!!
vamos la ver se o taiki e o yaten resolvem os problemas de coraçao... so falta o seiya! quem vai ser ela? a rita?
Bem, ca estarei para ver!

Bjinho*
Fartei-me de rir com este capitulo!
Entao a Haruka nao para de atropelar as pessoas? Primeiro a Makoto, agoro o Yaten...
Atropela-o, poem picante no sushi e deita-lhe água em cima da cabeça?! Coitado do rapaz (bem que estava a merecer, mas pronto)!
As alcunhas estão demais!
Fico à espera do próximo capítulo,
Bjinhos!
Entao a Haruka nao para de atropelar as pessoas? Primeiro a Makoto, agoro o Yaten...

Atropela-o, poem picante no sushi e deita-lhe água em cima da cabeça?! Coitado do rapaz (bem que estava a merecer, mas pronto)!
As alcunhas estão demais!
Fico à espera do próximo capítulo,
Bjinhos!

oh, estes comments tao mesmo de arrasar
Daniela19 - Lool, eu nao acho coitado do yaten, ele nao merecia
(mentia se o dissesse.ele foi otario para a Michi-chan e ele mereceu o castigo que a Haru-chan lhe deu
) *sorriso malefico*
*Strongergirl* - podes crer, o yaten e mais arrogante q a haruka muahahahahah
mas eu gosto disto
Marisa - pois, vindo de ti, so podias ser tu a dizer isso, tudo o que implique por a haruka a ser ma para as starlights é contigo
Mafafaaa - looool
e sempre a mesma coisa aquela haruka, e uma trapalhona do pior muahaha
toda a gente esta a gostar gosto de ver isso bem, eu vou publicar agora po fim de semana o pessoal se divertir mais um cap(se eu estiver a ir rápido demais avisem
)
beijinhoooos
Eu acordei de repente a meio da noite. Tivera um sonho deveras estranho. E ainda não compreendia o que significava. Há já várias noites que tinha aquele sonho, e era sempre o mesmo, e sempre com a mesma pessoa: Yaten Kou. Quer dizer, era compreensível que sonhasse com ele, afinal ele é a pessoa que eu amo, mas eu já não o vejo há dois anos, e, para além de mais, o sonho que tenho tido é mais virado para o pesadelo que acaba bem: com ele a salvar-me de um mal desconhecido. Sinceramente, já não sei que pensar. Acendi a luz do candeeiro da mesinha de cabeceira, e levantei-me silenciosamente em direcção à casa de banho. Contudo, não totalmente em silêncio. Acabei por tropeçar na caixa de areia do Artemis.
- O que se passa Mina-chan? - Perguntou ele, que acordara com o barulho, estremunhado.
- Isso gostava eu de saber… Eu acordei de repente… E nem eu bem sei…
- Não serão os remorsos a passear pelo teu subconsciente?
- R… Remorsos?! Que remorsos, Artemis? Remorsos de quê? De que raio posso ter eu remorsos? - Disse, atrapalhada.
- De tu não te teres declarado ao Yaten na altura certa…
- Ahah! Não digas disparates Artemis. Eu não consegui ficar com o Yaten, paciência… Não vale a pena chorar sobre o bife que não se comeu…
- O provérbio não é assim… - Disse Artemis, rindo-se - É ‘Não chores sobre o leite derramado’… Oh Mina-chan, não tens solução…
- Ou isso… Não interessa… - Disse, indiferente à sua observação.
- Olha que eu acho que são remorsos… Melhor, tenho a certeza…
- Não sei…Sabes… Ultimamente tenho tido uns sonhos estranhos com o Yaten… Mas esses sonhos pareciam tão reais… - Disse, divagando no pensamento.
- E pode-se saber com que sonhaste?
- Eu… Eu sonhei estar a ser atacada por um mal desconhecido… E depois, o Yaten apareceu e salvou-me a vida… Mas não… Isso não é possível… O Yaten está em Kinmoku, não é? - Disse eu, respondendo - Mas de qualquer maneira, já nem sei no que acreditar. Ainda hoje pareceu-me ter visto o Yaten, ali na rua onde moram os pais da Usa-chan, mas deve ter sido só impressão minha… Deve ter sido o meu coração a falar mais alto… Era o que eu queria… Voltar a estar com ele… Oh Artemis, eu amo-o tanto… E já nem sei o que faça…
- E que tal ires ter com ele a Kinmoku?
- Achas que deva, Artemis?
- Bem… Eu acho que não tens nada a perder… Se o amas mesmo, devias tentar…
- Está bem… Obrigada Artemis, és um bom amigo…
- De nada, Mina-chan… Bem, eu vou contigo se quiseres…
- Obrigada, Artemis, mas isto é algo que tenho de fazer sozinha… - Disse, e depois gritei - Pelo Poder do Cristal de Vénus!
- Boa sorte, Mina-chan…
- Obrigada… - Depois, teleportei-me para Kinmoku.
Era noite cerrada em Kinmoku, e eu não conhecia nada daquilo. Nem sabia por que nome Yaten era conhecido aqui. Ai, como raio vou eu encontrar o Yaten aqui? Estou metida em trabalhos… Se não o consegui encontrar aqui, não sei mais o que fazer… Pensei para mim. Ai… Devia ter deixado isto para amanhã… Agora toda esta gente deve estar a dormir… Não sei o que faça… Não… Não vou acordar ninguém. Mas agora não posso voltar para a Terra, assim sem mais nem menos…
- Quem és tu? - Ouvi uma voz que me quebrou o pensamento. Olhei à minha volta, e vi um rapaz com uma figura imponente. Olhos azuis, cabelo castanho, alto e com cara de poucos amigos. Oh-oh… Estou feita…
- Oh… - Apenas consegui dizer. Ao olhar melhor, pareceu-me ser um guarda protector de Kinmoku.
- Quem és tu? Responde!
- Eu… Eu… Eu só vim saber se a Sailor Star Healer estava em Kinmoku… - Disse, hesitando em cada palavra. Não sabia mesmo o que dizer. Estava mesmo baralhada, e confesso que um pouco assustada.
- E porque é que isso te interessa? - Disse ele, agressivamente.
- Porque… Vai-me responder ou não?! - Disse, respondendo no mesmo tom, mas com o olhar demonstrando medo, e um pouco de preocupação.
- Se queres que te diga, a Healer desapareceu esta tarde, tal como a Fighter e a Maker, e ninguém sabe do paradeiro delas… - Disse ele, reparando no meu olhar assustado. Ao reparar naquilo, acabou por me falar mais brandamente - Tu pareces conhecer muito bem a Healer…
- Mais ou menos… Somos muito amigas, e eu gosto muito dela… - Quer dizer… Gosto muito quando ela está na forma de rapaz… Mas pronto… Continuo a gostar muito dela… Não interessa… Pensei - E estou preocupada com ela, pois há dois anos que não falamos… Nunca mais soube nada dela…
- Olha, se queres que te diga, ela nos últimos tempos andava muito triste, e discutia muito com os pais, tal como a Fighter… Deve ter sido por isso que elas fugiram daqui…
- Ah… Muito obrigada pela ajuda… - Disse, atrapalhada… - E desculpa se fui um pouco rude…
- Não tem problema… Olha, tu és uma das navegantes do sistema solar onde a nossa princesa foi encontrada, não és?
- Sim… Bem, eu tenho de voltar, senão todos ficam preocupados comigo… Desculpa… Obrigada por tudo… Adeus! – Disse, tropeçando numa pedra.
- Adeus… Faz uma boa viagem… - Disse ele, rindo da minha trapalhice.
Eu depois voltei à Terra, com as lágrimas nos olhos. Bolas, falhei… Agora não sei do Yaten… Caramba… Pensei, desiludida. Oh Yaten, tenho tantas saudades tuas… E amo-te tanto… Mas porque raio é que fui tão estúpida e não lhe disse logo o que sentia por ele? Porquê, porquê, porquê?! Minako Aino, deves ser a loira mais burra que eu já conheci na minha vida! Devias enterrar a tua cabeça bem fundo debaixo de terra, e depois deixar-te lá ficar, como as avestruzes… Enfim… Nada já posso fazer… O Yaten está em localização desconhecida, e eu aqui…
- Então Mina-chan, como correu? - Ouvi Artemis perguntar.
- Mal… - Disse, atirando-me para a cama.
- Então…
- O Yaten não está em Kinmoku…
- E ele está aonde? – Ele trepou para cima da cama, e olhou-me com o seu olhar penetrante.
- Ninguém sabe… - Disse, desmanchando-me em lágrimas.
- Oh, Mina-chan…
- Não tenhas pena de mim… Não vale a pena… A culpa disto tudo é minha… - Eu levantei-me, e fui-me sentar no puff.
- Não digas isso Mina-chan, por favor… A culpa não é tua… - Artemis roçou-se na minha perna, e depois assumiu a forma humana - Vá, não chores sobre o bife que não comeste… - Ele abraçou-me, sorrindo.
- Não é assim Artemis… - Disse, rindo-me - Ainda há pouco me disseste isso…
- Não faz mal… Vá, Mina-chan, anima-te!
- Bem… Eu acho que vou dormir… É o que é… A ver se desta vez não acordo… - Disse, mas depois olhei para o relógio, e fiquei com o olhar arregalado - Ah… Afinal já não vale a pena… Já está quase na hora de ir ter com a Usagi e com a Ami… Ai não dormi nada!!! Tenho SONOOOO!!!
- Deixa lá, isso passa… Bebes uns quantos cafezinhos e depois vais ver que arrebitas. - Disse Artemis, rindo-se de mim.
- Tolo! Vai mas é ter com a tua Luna, vai… Ah, Artemis?
- Sim, diz lá…
- Obrigada pelo apoio…
- De nada… - Disse ele, voltando à forma de gato - Eu vou deixar-te… Para te arranjares para sair.
- Obrigada, e desculpa ter-te acordado…
- Não faz mal… Vá, até já! - Ele saiu pela janela.
Enquanto isso, fui tomar um duche, e depois vesti um vestido de algodão branco. Coloquei um laço, também ele branco no meu cabelo, peguei na minha malinha, e saí de casa, em direcção ao café.
- Olá Mina-chan! - Disseram a Usagi e a Ami ao mesmo tempo.
- Usa-chan… Ami-chan… Olá… - Disse, com um ar triste, e cansado ao mesmo tempo.
- O que se passa Mina-chan? - Disse a Ami, preocupada - Pareces triste…
- Pois é Minako… O que se passa contigo? - Disse Usagi, no mesmo tom.
- Não se passa nada… É só cansaço… Eu esta noite não dormi nada bem…
- Então conta– - Usagi foi interrompida por uma voz que me era totalmente conhecida.
- Olá Bun…
- SEIYA?! - Exclamámos todas em coro.
- Olá meninas…
- TAIKI?!
- Olá a todas!
- YATEN??? - Eu disse. Fiquei estupefacta. Ah…Vieste para aqui… - O que te aconteceu? – Disse, reparando que ele estava de muletas.
- Um pequeno acidente… Melhor, um atropelamentozinho… Mas daqui umas semanas já estou bem. Não precisas de te preocupar.
- Mas o que é que vocês vieram para aqui fazer? - Perguntou Usagi, curiosa -Ah, que tola… Sentem-se, vá! Quero saber novidades de vocês!
- Eh… Viemos para cá por nada de especial… Sabes, passaram dois anos, e as saudades começaram a apertar. Eu disse que nunca te iria esquecer, Bun… - Disse Seiya, sorrindo.
Eu estava ali a apanhar uma seca, e a única coisa que estava a valer a pena, era poder estar a olhar para Mina outra vez. Era a única coisa que valia mesmo a pena poder fazer.
- Então e tu Yaten, conta-nos lá essa história do atropelamento… O que aconteceu realmente? - Perguntou Ami, curiosa.
- Não foi nada de especial… Eu estava no meio da estrada e a Haruka-senpai atropelou-me sem querer. Fiquei com o pé torcido, nada de preocupante… - Disse, sem ter muita vontade de falar.
- Oh… Aquela Haruka às vezes é uma despistada… Já da outra vez quase atropelou sem querer a Usa-chan e a Mako-chan, nada de grave claro… Mas que valeu para o susto, valeu… - Disse Minako, sorrindo tenuemente. A vontade dela de estar ali a ter aquela conversa era tanta quanto a minha: nenhuma.
- Enfim… Não falemos mais dela… - Disse eu, não querendo falar mais em atropelamentos e Haruka e isso tudo.
- Yaten, podemos falar em privado? - Murmurou Minako, olhando para mim nos olhos.
- Sim… Podemos, mas não agora… Eu e os rapazes, se eles abandonarem a conversa de quintal, vamos à Moto Azabu entregar a nossa candidatura.
- Tudo bem… Nós falaremos mais tarde…
- Sim… Falaremos mais tarde… Agora temos de ir! - Disse, querendo sair dali.
- Sim… Se o Yaten não entrega a inscrição hoje, acho que ele entra em pânico… - Disse o Seiya, provocando-me.
- Ahah que gracinha Seiya… - Disse Taiki, num tom azedo - Lembra-te que estas tão entusiasmado com a ideia como o Yaten está…
- Pois é… Pirralhinho… Vá, vamos mas é embora daqui… - Disse eu, levantando-me.
- Adeusinho Bun… Adeus meninas… - Disse Seiya, sorrindo.
- Adeus a todas - Disse Taiki.
- Adeus… - Disse eu, saindo em último.
Caminhámos até ao carro, e Seiya destrancou-o.
- Yaten, estás bem? - Perguntou Taiki.
- Sim… Está tudo bem… - Disse, calando-me de seguida.
Simplesmente não queria falar de mais nada. Ter visto Minako fora para mim, um encontro imediato com o destino.
Daniela19 - Lool, eu nao acho coitado do yaten, ele nao merecia
(mentia se o dissesse.ele foi otario para a Michi-chan e ele mereceu o castigo que a Haru-chan lhe deu
) *sorriso malefico*acho k nunca m ri tanto com um cap como este a haruka e fantastica... mas ele foi um bocado estupido pa michiru, ate k mereceu o k a haruka lhe fez. olha esta mt bom fico a espera do proximo beijo |
mas eu gosto disto

Marisa - pois, vindo de ti, so podias ser tu a dizer isso, tudo o que implique por a haruka a ser ma para as starlights é contigo
Mafafaaa - looool

e sempre a mesma coisa aquela haruka, e uma trapalhona do pior muahaha
toda a gente esta a gostar gosto de ver isso bem, eu vou publicar agora po fim de semana o pessoal se divertir mais um cap(se eu estiver a ir rápido demais avisem
) beijinhoooos

Capítulo 3 – O mau pressentimento da Mina-chan. O encontro imediato com o destino
*MOMENTO MINAKO*
*MOMENTO MINAKO*
Eu acordei de repente a meio da noite. Tivera um sonho deveras estranho. E ainda não compreendia o que significava. Há já várias noites que tinha aquele sonho, e era sempre o mesmo, e sempre com a mesma pessoa: Yaten Kou. Quer dizer, era compreensível que sonhasse com ele, afinal ele é a pessoa que eu amo, mas eu já não o vejo há dois anos, e, para além de mais, o sonho que tenho tido é mais virado para o pesadelo que acaba bem: com ele a salvar-me de um mal desconhecido. Sinceramente, já não sei que pensar. Acendi a luz do candeeiro da mesinha de cabeceira, e levantei-me silenciosamente em direcção à casa de banho. Contudo, não totalmente em silêncio. Acabei por tropeçar na caixa de areia do Artemis.
- O que se passa Mina-chan? - Perguntou ele, que acordara com o barulho, estremunhado.
- Isso gostava eu de saber… Eu acordei de repente… E nem eu bem sei…
- Não serão os remorsos a passear pelo teu subconsciente?
- R… Remorsos?! Que remorsos, Artemis? Remorsos de quê? De que raio posso ter eu remorsos? - Disse, atrapalhada.
- De tu não te teres declarado ao Yaten na altura certa…
- Ahah! Não digas disparates Artemis. Eu não consegui ficar com o Yaten, paciência… Não vale a pena chorar sobre o bife que não se comeu…
- O provérbio não é assim… - Disse Artemis, rindo-se - É ‘Não chores sobre o leite derramado’… Oh Mina-chan, não tens solução…
- Ou isso… Não interessa… - Disse, indiferente à sua observação.
- Olha que eu acho que são remorsos… Melhor, tenho a certeza…
- Não sei…Sabes… Ultimamente tenho tido uns sonhos estranhos com o Yaten… Mas esses sonhos pareciam tão reais… - Disse, divagando no pensamento.
- E pode-se saber com que sonhaste?
- Eu… Eu sonhei estar a ser atacada por um mal desconhecido… E depois, o Yaten apareceu e salvou-me a vida… Mas não… Isso não é possível… O Yaten está em Kinmoku, não é? - Disse eu, respondendo - Mas de qualquer maneira, já nem sei no que acreditar. Ainda hoje pareceu-me ter visto o Yaten, ali na rua onde moram os pais da Usa-chan, mas deve ter sido só impressão minha… Deve ter sido o meu coração a falar mais alto… Era o que eu queria… Voltar a estar com ele… Oh Artemis, eu amo-o tanto… E já nem sei o que faça…
- E que tal ires ter com ele a Kinmoku?
- Achas que deva, Artemis?
- Bem… Eu acho que não tens nada a perder… Se o amas mesmo, devias tentar…
- Está bem… Obrigada Artemis, és um bom amigo…
- De nada, Mina-chan… Bem, eu vou contigo se quiseres…
- Obrigada, Artemis, mas isto é algo que tenho de fazer sozinha… - Disse, e depois gritei - Pelo Poder do Cristal de Vénus!
- Boa sorte, Mina-chan…
- Obrigada… - Depois, teleportei-me para Kinmoku.
Era noite cerrada em Kinmoku, e eu não conhecia nada daquilo. Nem sabia por que nome Yaten era conhecido aqui. Ai, como raio vou eu encontrar o Yaten aqui? Estou metida em trabalhos… Se não o consegui encontrar aqui, não sei mais o que fazer… Pensei para mim. Ai… Devia ter deixado isto para amanhã… Agora toda esta gente deve estar a dormir… Não sei o que faça… Não… Não vou acordar ninguém. Mas agora não posso voltar para a Terra, assim sem mais nem menos…
- Quem és tu? - Ouvi uma voz que me quebrou o pensamento. Olhei à minha volta, e vi um rapaz com uma figura imponente. Olhos azuis, cabelo castanho, alto e com cara de poucos amigos. Oh-oh… Estou feita…
- Oh… - Apenas consegui dizer. Ao olhar melhor, pareceu-me ser um guarda protector de Kinmoku.
- Quem és tu? Responde!
- Eu… Eu… Eu só vim saber se a Sailor Star Healer estava em Kinmoku… - Disse, hesitando em cada palavra. Não sabia mesmo o que dizer. Estava mesmo baralhada, e confesso que um pouco assustada.
- E porque é que isso te interessa? - Disse ele, agressivamente.
- Porque… Vai-me responder ou não?! - Disse, respondendo no mesmo tom, mas com o olhar demonstrando medo, e um pouco de preocupação.
- Se queres que te diga, a Healer desapareceu esta tarde, tal como a Fighter e a Maker, e ninguém sabe do paradeiro delas… - Disse ele, reparando no meu olhar assustado. Ao reparar naquilo, acabou por me falar mais brandamente - Tu pareces conhecer muito bem a Healer…
- Mais ou menos… Somos muito amigas, e eu gosto muito dela… - Quer dizer… Gosto muito quando ela está na forma de rapaz… Mas pronto… Continuo a gostar muito dela… Não interessa… Pensei - E estou preocupada com ela, pois há dois anos que não falamos… Nunca mais soube nada dela…
- Olha, se queres que te diga, ela nos últimos tempos andava muito triste, e discutia muito com os pais, tal como a Fighter… Deve ter sido por isso que elas fugiram daqui…
- Ah… Muito obrigada pela ajuda… - Disse, atrapalhada… - E desculpa se fui um pouco rude…
- Não tem problema… Olha, tu és uma das navegantes do sistema solar onde a nossa princesa foi encontrada, não és?
- Sim… Bem, eu tenho de voltar, senão todos ficam preocupados comigo… Desculpa… Obrigada por tudo… Adeus! – Disse, tropeçando numa pedra.
- Adeus… Faz uma boa viagem… - Disse ele, rindo da minha trapalhice.
Eu depois voltei à Terra, com as lágrimas nos olhos. Bolas, falhei… Agora não sei do Yaten… Caramba… Pensei, desiludida. Oh Yaten, tenho tantas saudades tuas… E amo-te tanto… Mas porque raio é que fui tão estúpida e não lhe disse logo o que sentia por ele? Porquê, porquê, porquê?! Minako Aino, deves ser a loira mais burra que eu já conheci na minha vida! Devias enterrar a tua cabeça bem fundo debaixo de terra, e depois deixar-te lá ficar, como as avestruzes… Enfim… Nada já posso fazer… O Yaten está em localização desconhecida, e eu aqui…
- Então Mina-chan, como correu? - Ouvi Artemis perguntar.
- Mal… - Disse, atirando-me para a cama.
- Então…
- O Yaten não está em Kinmoku…
- E ele está aonde? – Ele trepou para cima da cama, e olhou-me com o seu olhar penetrante.
- Ninguém sabe… - Disse, desmanchando-me em lágrimas.
- Oh, Mina-chan…
- Não tenhas pena de mim… Não vale a pena… A culpa disto tudo é minha… - Eu levantei-me, e fui-me sentar no puff.
- Não digas isso Mina-chan, por favor… A culpa não é tua… - Artemis roçou-se na minha perna, e depois assumiu a forma humana - Vá, não chores sobre o bife que não comeste… - Ele abraçou-me, sorrindo.
- Não é assim Artemis… - Disse, rindo-me - Ainda há pouco me disseste isso…
- Não faz mal… Vá, Mina-chan, anima-te!
- Bem… Eu acho que vou dormir… É o que é… A ver se desta vez não acordo… - Disse, mas depois olhei para o relógio, e fiquei com o olhar arregalado - Ah… Afinal já não vale a pena… Já está quase na hora de ir ter com a Usagi e com a Ami… Ai não dormi nada!!! Tenho SONOOOO!!!
- Deixa lá, isso passa… Bebes uns quantos cafezinhos e depois vais ver que arrebitas. - Disse Artemis, rindo-se de mim.
- Tolo! Vai mas é ter com a tua Luna, vai… Ah, Artemis?
- Sim, diz lá…
- Obrigada pelo apoio…
- De nada… - Disse ele, voltando à forma de gato - Eu vou deixar-te… Para te arranjares para sair.
- Obrigada, e desculpa ter-te acordado…
- Não faz mal… Vá, até já! - Ele saiu pela janela.
Enquanto isso, fui tomar um duche, e depois vesti um vestido de algodão branco. Coloquei um laço, também ele branco no meu cabelo, peguei na minha malinha, e saí de casa, em direcção ao café.
- Olá Mina-chan! - Disseram a Usagi e a Ami ao mesmo tempo.
- Usa-chan… Ami-chan… Olá… - Disse, com um ar triste, e cansado ao mesmo tempo.
- O que se passa Mina-chan? - Disse a Ami, preocupada - Pareces triste…
- Pois é Minako… O que se passa contigo? - Disse Usagi, no mesmo tom.
- Não se passa nada… É só cansaço… Eu esta noite não dormi nada bem…
- Então conta– - Usagi foi interrompida por uma voz que me era totalmente conhecida.
- Olá Bun…
- SEIYA?! - Exclamámos todas em coro.
- Olá meninas…
- TAIKI?!
- Olá a todas!
- YATEN??? - Eu disse. Fiquei estupefacta. Ah…Vieste para aqui… - O que te aconteceu? – Disse, reparando que ele estava de muletas.
- Um pequeno acidente… Melhor, um atropelamentozinho… Mas daqui umas semanas já estou bem. Não precisas de te preocupar.
- Mas o que é que vocês vieram para aqui fazer? - Perguntou Usagi, curiosa -Ah, que tola… Sentem-se, vá! Quero saber novidades de vocês!
- Eh… Viemos para cá por nada de especial… Sabes, passaram dois anos, e as saudades começaram a apertar. Eu disse que nunca te iria esquecer, Bun… - Disse Seiya, sorrindo.
*FIM DO MOMENTO MINAKO*
Eu estava ali a apanhar uma seca, e a única coisa que estava a valer a pena, era poder estar a olhar para Mina outra vez. Era a única coisa que valia mesmo a pena poder fazer.
- Então e tu Yaten, conta-nos lá essa história do atropelamento… O que aconteceu realmente? - Perguntou Ami, curiosa.
- Não foi nada de especial… Eu estava no meio da estrada e a Haruka-senpai atropelou-me sem querer. Fiquei com o pé torcido, nada de preocupante… - Disse, sem ter muita vontade de falar.
- Oh… Aquela Haruka às vezes é uma despistada… Já da outra vez quase atropelou sem querer a Usa-chan e a Mako-chan, nada de grave claro… Mas que valeu para o susto, valeu… - Disse Minako, sorrindo tenuemente. A vontade dela de estar ali a ter aquela conversa era tanta quanto a minha: nenhuma.
- Enfim… Não falemos mais dela… - Disse eu, não querendo falar mais em atropelamentos e Haruka e isso tudo.
- Yaten, podemos falar em privado? - Murmurou Minako, olhando para mim nos olhos.
- Sim… Podemos, mas não agora… Eu e os rapazes, se eles abandonarem a conversa de quintal, vamos à Moto Azabu entregar a nossa candidatura.
- Tudo bem… Nós falaremos mais tarde…
- Sim… Falaremos mais tarde… Agora temos de ir! - Disse, querendo sair dali.
- Sim… Se o Yaten não entrega a inscrição hoje, acho que ele entra em pânico… - Disse o Seiya, provocando-me.
- Ahah que gracinha Seiya… - Disse Taiki, num tom azedo - Lembra-te que estas tão entusiasmado com a ideia como o Yaten está…
- Pois é… Pirralhinho… Vá, vamos mas é embora daqui… - Disse eu, levantando-me.
- Adeusinho Bun… Adeus meninas… - Disse Seiya, sorrindo.
- Adeus a todas - Disse Taiki.
- Adeus… - Disse eu, saindo em último.
Caminhámos até ao carro, e Seiya destrancou-o.
- Yaten, estás bem? - Perguntou Taiki.
- Sim… Está tudo bem… - Disse, calando-me de seguida.
Simplesmente não queria falar de mais nada. Ter visto Minako fora para mim, um encontro imediato com o destino.

さよならできずに, 立ち止まったままの僕と一緒に...
Agora é capitulos todos os dias? Ai que bom :3
E se fosses ao palácio da princesa Kakyuu (Já não me lembro como se escreve, mas deve ser uma coisa parecida
)??? Acho que ela ia adorar ver-te...
Anda um pouco parvo o Yaten. Se ele e a Minako tinham de falar, dizia ao Seiya ou ao Taiki para levarem a sua candidatura!!
As trocas de palavras nos proverbios da Minako, ai ai! Bife não comido
Adorei este capitulo (Adoro-os a todos
)
Não sei o que faça… Não… Não vou acordar ninguém. Mas agora não posso voltar para a Terra, assim sem mais nem menos…
E se fosses ao palácio da princesa Kakyuu (Já não me lembro como se escreve, mas deve ser uma coisa parecida
)??? Acho que ela ia adorar ver-te...Simplesmente não queria falar de mais nada. Ter visto Minako fora para mim, um encontro imediato com o destino.
Anda um pouco parvo o Yaten. Se ele e a Minako tinham de falar, dizia ao Seiya ou ao Taiki para levarem a sua candidatura!!
As trocas de palavras nos proverbios da Minako, ai ai! Bife não comido

Adorei este capitulo (Adoro-os a todos
)
olaaaaaa 
chegar aqui depois de um fim de semana de estudo é fascinante
ler estes caps fazem me sentir muy happy por ca estar
a mina-chan na altura nem pensou nisso, nem teve hipotese, pois foi logo apanhada
coitadinha... 
o yaten e um toto e nao vai assumir o amor que sente pela mina, pois ele esta muito apegado a vivencia dele como rapariga
e um grandessissmissimo parvalhao
mas as coisas vao ficar bem entre eles heheheh
eu até pensei que pela img da assinatura voces chegassem ao casal que eu vou juntar na fic
enfim
loool
bem eu tenho de ir
obrigada por continuarem a seguir a fic
amanha eu posto novo cap ta bom?
beijinhos a todas

chegar aqui depois de um fim de semana de estudo é fascinante

ler estes caps fazem me sentir muy happy por ca estar

a mina-chan na altura nem pensou nisso, nem teve hipotese, pois foi logo apanhada
coitadinha... 
o yaten e um toto e nao vai assumir o amor que sente pela mina, pois ele esta muito apegado a vivencia dele como rapariga
e um grandessissmissimo parvalhaomas as coisas vao ficar bem entre eles heheheh
eu até pensei que pela img da assinatura voces chegassem ao casal que eu vou juntar na fic
enfim

loool
bem eu tenho de ir

obrigada por continuarem a seguir a fic
amanha eu posto novo cap ta bom?beijinhos a todas


さよならできずに, 立ち止まったままの僕と一緒に...
lololololololol 
eu ainda estava a pensar publicar hj, mas nao estou no meu computador
fui raptar o computador ao me primo, e eu neste nao tenho o ficheiro da fic

e entao nao posso publicar
que maldade que me fizeram...... e o que da o e primo na saber o que é literatura de qualidade
enfim... 
enfim, eu amanha prometo mas prometo mesmo e a nao ser que nao consiga entrar na net, eu publico o proximo mas e mesmo daquelas que juro de joelhinhos e tudo que vou publicar(se nao publicar, dou-vos total liberdade para me assassinarem
)
beijinhos muito fofinhoooooooososss

eu ainda estava a pensar publicar hj, mas nao estou no meu computador
fui raptar o computador ao me primo, e eu neste nao tenho o ficheiro da fic

e entao nao posso publicar
que maldade que me fizeram...... e o que da o e primo na saber o que é literatura de qualidade
enfim... 
enfim, eu amanha prometo mas prometo mesmo e a nao ser que nao consiga entrar na net, eu publico o proximo mas e mesmo daquelas que juro de joelhinhos e tudo que vou publicar(se nao publicar, dou-vos total liberdade para me assassinarem
)beijinhos muito fofinhoooooooososss


さよならできずに, 立ち止まったままの僕と一緒に...
enfim, eu amanha prometo mas prometo mesmo e a nao ser que nao consiga entrar na net, eu publico o proximo mas e mesmo daquelas que juro de joelhinhos e tudo que vou publicar(se nao publicar, dou-vos total liberdade para me assassinarem
)
Fogo assasinarem-te, acho k n te farão isso so por nao publicares o proximo capitulo.... e mesmo k tu digas que o podem fazer... eu concerteza k n o faria ... se n ficaria sem uma amiga....
Bem fico a espera pelo capitulo de amanha e tou a gostar desde o 1º capitulo da tua fanfic e ate ao fim dela vou estar ansiosa pelos proximos capitulos a seguir ao postado amanha... para ver como acaba e o desenrolar
hehehe
Bjs Raquel
)Fogo assasinarem-te, acho k n te farão isso so por nao publicares o proximo capitulo.... e mesmo k tu digas que o podem fazer... eu concerteza k n o faria ... se n ficaria sem uma amiga....
Bem fico a espera pelo capitulo de amanha e tou a gostar desde o 1º capitulo da tua fanfic e ate ao fim dela vou estar ansiosa pelos proximos capitulos a seguir ao postado amanha... para ver como acaba e o desenrolar
heheheBjs Raquel
ola...
tenho me divertido imenso com estes capitulos...
as ideias estão boas...
quanto ás descriçoes como te compreendo...eu tenho esse problema nos meus primeiros capitulos, que assim que tiver um tempo vou acrescentar descriçoes sem mudar a historia.
vou dar-te um conselho que se quiseres ainda podes utilizar nos capitulos que te faltam postar. utiliza o que já tens escritos como uma especie de corpo, visto que já tens a ideia do que queres trabalhada, os dialogos feitos, já só tens de o vestir com descriçoes. experimenta num capitulos nao precisas de grandes descriçoes, se chegares ao fim e releres e achares que está bem passas ao proximo, se achares que não está é só apagares o que já tens.
facil né?!
bjinhu fico á espera do proximo
tenho me divertido imenso com estes capitulos...
as ideias estão boas...
quanto ás descriçoes como te compreendo...eu tenho esse problema nos meus primeiros capitulos, que assim que tiver um tempo vou acrescentar descriçoes sem mudar a historia.
vou dar-te um conselho que se quiseres ainda podes utilizar nos capitulos que te faltam postar. utiliza o que já tens escritos como uma especie de corpo, visto que já tens a ideia do que queres trabalhada, os dialogos feitos, já só tens de o vestir com descriçoes. experimenta num capitulos nao precisas de grandes descriçoes, se chegares ao fim e releres e achares que está bem passas ao proximo, se achares que não está é só apagares o que já tens.
facil né?!
bjinhu fico á espera do proximo
**podem tratar-me por Vânia ou Banny-chan**
fic: Sayonara sweet days
fic: Sayonara sweet days
pronto o prometido e devido 
aqui vai mais um cap

espero q gostem
beijinhoos fofos
Passaram dois meses desde que vi a Mina-chan, e desde que a Loirinha me tinha atropelado. Finalmente, iria conseguir deixar de andar de muletas. O médico dissera que desde que não fizesse grandes esforços, que poderia andar em pleno, sem aquelas coisas atrás, que para as aulas de Técnicas de Fotografia não davam muito jeito.
Agora que estava na Moto Azabu, tinha de aturar as fãs a todo o momento, a toda a hora. Era um tormento maior que andar de muletas, mas acredito que vou conseguir superar a fase da tortura. Elas hão-de me deixar em paz quando perceberem que a minha paciência para elas terminou há muito tempo. *suspiro* Enfim… Eu duvido que isso alguma vez aconteça…
Eu estava na rua, a dar uma volta. Tinha acabado de vir da Universidade, e irreflectidamente, passei pelo Liceu de Juuban. Tinha boas e más recordações deste sítio, mas preferia nem me lembrar dele, pois eram muito mais as demasiado boas recordações do que as más recordações. Eu parei à frente dos portões, e olhei lá para dentro. Não estava nada diferente. Era tudo igual ao que era há dois anos atrás…
- Olá Yaten-kun… - Ouvi uma voz feminina por detrás de mim, que me quebrara a linha de raciocínio. Era a voz alegre da Minako.
- Mina-chan… - Disse, surpreendido. Não estava nada à espera de a encontrar ali…
- Vê lá que já nem me lembrava que tu estavas cá…
- Pois… Propriamente não ando a fazer publicidade, apesar das pindéricas do clube de fãs fazerem o favor de manter bem presente nas cabeças das outras que nós ‘voltamos’ ao Japão… - Disse, com um laivo de frieza na voz.
- Ah… - Disse ela, parecendo surpreendida com a minha frieza repentina.
- Sabes… Eu não posso estar aqui a perder tempo. Tenho um trabalho para fazer para Fotografia, e tenho de o entregar amanhã, sem falta. Estou com pressa. Adeus! - Tentei desaparecer dali o mais rápido que consegui. Sentia o meu coração palpitar. Bolas! Fui estúpido com ela outra vez! Que idiota que tu me saíste, Yaten Kou! Pensei. Realmente, eu tinha sido um bocado, não, demasiado idiota com ela.
Depois, continuei a andar, até que finalmente cheguei a casa, cansado.
- Ah, seja bem aparecido… - Disse Seiya, levantando-se do sofá.
- Ah… Olá… - Disse, cabisbaixo.
- Então Yaten, o que se passa contigo? - Perguntou Taiki, preocupado comigo.
- Ahah… Não se passa nada… Não te preocupes… Até já! - Disse, embaraçado, e fugi para o quarto, trancando a porta. Não queria ser incomodado. Simplesmente não queria falar do que me ia na alma. Eu sabia perfeitamente o que sentia pela Minako, mas não o queria admitir, embora cada vez que a vejo o meu coração bate que nem um doido, mas depois, afasto-a de mim com a minha frieza e com a minha estupidez.
Liguei o computador para ir pesquisar coisas na internet para o meu trabalho, e também para ir consultar o email. Tinha de ver se por acaso a editora já enviara as datas dos concertos da Tour que iríamos fazer, em ‘comemoração’ (PURA IRONIA *GOTAS*) do nosso regresso e a pedido das nossas asquerosas, histéricas e horríveis fãs. Ao entrar no mail, descobri que sim, o email tinha chegado. Má notícia - há um concerto no dia oito de Fevereiro, que é nada mais, nada menos que o dia do meu 18º aniversário. AHHH Gastar a minha voz harmoniosa para aquelas pindéricas no dia do meu aniversário?! Oh senhores, SALVEM-ME! Ei, podemos cancelar o concerto desse dia?! Pensei, aterrorizado. Enfim… De qualquer maneira, não me importava. Assim o Seiya não teria a oportunidade de fazer aquelas infantis (na minha opinião) ‘festas-surpresa’ que ele costuma fazer. Graças a deus por isso
*gotas* 
Depois, comecei finalmente a fazer o trabalho de Fotografia, acerca dos seus primórdios. Se bem que eu prefiro a prática, mas a teoria também é bem interessante. Fiquei ali durante um tempo, até que acabei o trabalho, às 22h.
- Fogo, isto estava complicado… O que vale é que todo este tempo perdido vai valer a pena. Ah… Sinto-me esfomeado, vou comer qualquer coisa antes de ir dormir.
Saí do quarto para ir comer, e quando cheguei à cozinha, deparei-me com um prato em cima de um fogão, com uma tampa plástica por cima, e um bilhete colado a esta:
“ Fomos sair.
Tu estavas tão absorvido no que estavas a fazer, que não nos ouviste chamar, e nós decidimos que não te queríamos incomodar.
Deixámos aí algo para tu comeres, já sabíamos que irias estar esfomeado depois de tanto tempo sem vires cá fora.
Desculpa não te termos avisado. E desculpa termos sido uns chatos… Como sempre somos…
- Ah, que bichas… Foram sair e não me disseram nada… - Resmunguei, rindo-me de seguida. A minha vontade de sair também não era muita - Ah… Solidão… Só eu para isto… Mas enfim… - Peguei no prato, e fui novamente para o quarto.
Comi rapidamente, pois estava esfomeado (Boa! Massa com atum e ovo[1]
). Quando acabei, fui por o prato no lava-louças e depois voltei para o quarto. Senti-me ensonado de repente. Acabei por me estatelar na cama, e adormeci, mesmo assim, com a roupa vestida.
No dia seguinte acordei cansado. Duas horas depois de ter conseguido adormecer, o Seiya e o Taiki fizeram o favor de me acordar, e também de me pôr todo mal disposto.
Pum! Traz! CRACK!
- BOLAS! Mas quem é que está a fazer este cagaçal todo?! - Perguntei-me a mim próprio. Saí do quarto para ver o que acontecera, esfregando os olhos para me conseguir habituar ao excesso de luminosidade. Eu estava mesmo a morrer de sono, e tinha mesmo de haver um certo irmão mais novo que tinha tido a gentileza de me acordar brutalmente.
- Oh Yaten… Desculpa… Mas é que o Seiya bebeu uns copitos a mais, e tropeçou na mesa, e partiu o jarrão… - Disse Taiki, confuso e embaraçado, assim que me viu.
- Sim, Yaten, desculpa… - Disse Seiya, levantando-se a rir. Via-se mesmo que tinham sido uns copinhos a mais. Já vi que não os posso deixar sair sozinhos…
- Ai, ai, já não vos posso deixar sair sozinhos que vocês só fazem disparates… Onde é que vocês foram afinal?
- Ah…Fomos a um bar com a Rei, a Usagi, a Ami e o Mamoru. A Mina-chan nem quis vir… Disse que tinha umas coisas a tratar antes de amanhã.
- Oh… Pois… - Disse, desinteressando-me totalmente da conversa.
- Vais-me dizer que não queres saber… Da Minako… - Disse Seiya, rindo-se de mim, tentando provocar-me, mas sem sucesso. Mesmo bêbedo, consegues ter a língua afiada…
- Não quero falar sobre isso, não quero saber… Só quero ir dormir, e vocês deviam ir fazer o mesmo. Boa noite! - Disse, virando-lhes costas e, ao entrar no quarto, fechei a porta com força. Ouvir falar da Mina-chan magoava-me imenso, pois eu, a minha estupidez pegada e língua grande estragávamos tudo.
*FIM DO FLASHBACK*
Levantei-me da cama, e fui tomar um duche, para ver se acordava. Depois, fui imprimir o trabalho e encadernei-o. Depois fui ainda tomar o pequeno-almoço, e saí de casa. Decidi que iria a pé, visto que os outros dois estarolas ainda estavam a dormir (ninguém os mandou ir para os copos sabendo que hoje tinham aulas… Nem sei o que anda na cabeça do Taiki para se ter metido numa destas… Ele é que costuma ser o ajuizado. *suspiro, gotas*) e não me apeteceu ir até à garagem para ir buscar o carro. Mesmo assim, ia todo feliz. Um sorriso andava a bailar na minha face. Não tinha de falar de nada com ninguém. Ia só a ouvir a minha música, confortavelmente. Mas esse sorriso desvaneceu-se quando cheguei à Universidade. Ao pé da sala de convívio, ouvi um burburinho que me deixou fulo:
- Olha, já sabes que os Três Luzes vão começar uma Tour?! Incrível não é?
Mas como raio estas pindéricas já sabem!? Perguntei-me a mim próprio, mas continuei a andar. Não queria ouvir muito mais. Só queria poder fugir, antes que fosse visto.
- YATEN! - Ouvi a voz de uma colega minha. Eu estava mesmo no meio do átrio, que estava cheio de gente, pelo que não tinha grandes hipóteses de fuga.
- Oh… Sakura-san… - Disse eu, com desdém - Que queres? - Mas que idiota que esta miúda é… Pensei para comigo.
- Ouvi dizer que–
- Que o quê? Que íamos fazer uma Tour? Sim, isso é verdade. Mas se vens com aquelas conversas do género ‘Ah, arranja lá uns bilhetes’ esquece, vieste falar com a pessoa errada! Eu não tenho cara de bilheteira nem de Ticketline. Queres, vai ter com o Seiya, que pode ser que ele esteja bem-disposto e te arranje algum, embora duvide muito! - Disse, irritado.
- Ah… Deixa lá isso… Até já… - Disse ela, voltando para trás.
- Ah… Como estas raparigas podem ser tão idiotas… Pensam que só porque conhecem uma pessoa famosa, que ela vai ceder aos seus caprichos de fãs pindéricas… - Murmurei entredentes. Odiava pessoas assim, falsas à brava. Enfim… O que tenho de aturar…
Entretanto a campainha tocou, e eu dirigi-me à sala onde iria ter aula, apressadamente. Não queria ser confrontado com mais nenhuma pindérica a dizer ‘Ai Yaten dá-me um autógrafo… Ai Yaten arranja-me bilhetes para o concerto…’. Chiça, que eu já enjoei das fãs… Entrei na sala, e depois sentei-me, tirando o caderno, o livro e o estojo. Depois, foi só esperar que o professor Takeshi viesse para dar a aula.
- Bom dia meninos… - Ouvi a voz nasalada do nosso professor.
- Bom dia! - Disseram todos em coro. Lá vou eu morrer de tédio… Estas aulas são uma seeeeeeeeeeeecaaaaaaaaaaaaaaaa! AHHHHH! Enfim…
- Bem, para começar bem a aula, eu iria apresentar-vos uma aluna nova que já cá deveria estar… Bem, já me tinham dito que ela era… - O professor foi interrompido por alguém que bateu à porta - Ah, aqui está ela! Menina Aino, está atrasada…
- Peço imensas desculpas… Eu perdi-me, e não sabia onde era a sala… - Disse ela atrapalhada. MINAKO!? MAS O QUE RAIO SE PASSA AQUI?! Eu fiquei atrapalhado, e acima de tudo chocado. Mas… Mas que raio… Não acredito nisto… A Mina… A Mina veio para a minha turma? Mas que está a acontecer… E porque é que eu estou sequer a pensar nisto? Ai, tira isso da tua cabeça rapaz, volta à Terra!
- Bem, menina Aino, desde já bem-vinda, espero que se dê bem na turma, e agora, se não se importar, eu acho que deveria fazer uma breve apresentação para todos a ficarmos a conhecer um pouco melhor…
- Muito bem… Olá, eu sou a Minako Aino, tenho 18 anos, vim do curso de Artes Visuais, mas vi que não tinha grande jeito para a coisa, e então decidi enveredar pela área da fotografia… Espero poder dar-me muito bem com todos! - Ela sorria, sem demonstrar atrapalhação por estar ali na mesma sala que eu. Era como se eu fosse indiferente para ela.
- Bem, menina Aino, o único lugar livre na sala é aquele ao lado do menino Kou, por isso, se não se importar de se sentar lá…
- Claro que não... - Ela sorriu abertamente, e depois sentou-se, tirando as coisas da mala. Depois virou-se para mim.
- Olá Yaten-kun… - Ela sorria para mim.
[1] Este capítulo foi escrito num dia em que tinha almoçado em casa da Rakie-chan, e foi isso que almoçámos hehe

aqui vai mais um cap

espero q gostem

beijinhoos fofos
Capítulo 4 – A entrada em Moto Azabu. A descoberta chocante
Passaram dois meses desde que vi a Mina-chan, e desde que a Loirinha me tinha atropelado. Finalmente, iria conseguir deixar de andar de muletas. O médico dissera que desde que não fizesse grandes esforços, que poderia andar em pleno, sem aquelas coisas atrás, que para as aulas de Técnicas de Fotografia não davam muito jeito.
Agora que estava na Moto Azabu, tinha de aturar as fãs a todo o momento, a toda a hora. Era um tormento maior que andar de muletas, mas acredito que vou conseguir superar a fase da tortura. Elas hão-de me deixar em paz quando perceberem que a minha paciência para elas terminou há muito tempo. *suspiro* Enfim… Eu duvido que isso alguma vez aconteça…
Eu estava na rua, a dar uma volta. Tinha acabado de vir da Universidade, e irreflectidamente, passei pelo Liceu de Juuban. Tinha boas e más recordações deste sítio, mas preferia nem me lembrar dele, pois eram muito mais as demasiado boas recordações do que as más recordações. Eu parei à frente dos portões, e olhei lá para dentro. Não estava nada diferente. Era tudo igual ao que era há dois anos atrás…
- Olá Yaten-kun… - Ouvi uma voz feminina por detrás de mim, que me quebrara a linha de raciocínio. Era a voz alegre da Minako.
- Mina-chan… - Disse, surpreendido. Não estava nada à espera de a encontrar ali…
- Vê lá que já nem me lembrava que tu estavas cá…
- Pois… Propriamente não ando a fazer publicidade, apesar das pindéricas do clube de fãs fazerem o favor de manter bem presente nas cabeças das outras que nós ‘voltamos’ ao Japão… - Disse, com um laivo de frieza na voz.
- Ah… - Disse ela, parecendo surpreendida com a minha frieza repentina.
- Sabes… Eu não posso estar aqui a perder tempo. Tenho um trabalho para fazer para Fotografia, e tenho de o entregar amanhã, sem falta. Estou com pressa. Adeus! - Tentei desaparecer dali o mais rápido que consegui. Sentia o meu coração palpitar. Bolas! Fui estúpido com ela outra vez! Que idiota que tu me saíste, Yaten Kou! Pensei. Realmente, eu tinha sido um bocado, não, demasiado idiota com ela.
Depois, continuei a andar, até que finalmente cheguei a casa, cansado.
- Ah, seja bem aparecido… - Disse Seiya, levantando-se do sofá.
- Ah… Olá… - Disse, cabisbaixo.
- Então Yaten, o que se passa contigo? - Perguntou Taiki, preocupado comigo.
- Ahah… Não se passa nada… Não te preocupes… Até já! - Disse, embaraçado, e fugi para o quarto, trancando a porta. Não queria ser incomodado. Simplesmente não queria falar do que me ia na alma. Eu sabia perfeitamente o que sentia pela Minako, mas não o queria admitir, embora cada vez que a vejo o meu coração bate que nem um doido, mas depois, afasto-a de mim com a minha frieza e com a minha estupidez.
Liguei o computador para ir pesquisar coisas na internet para o meu trabalho, e também para ir consultar o email. Tinha de ver se por acaso a editora já enviara as datas dos concertos da Tour que iríamos fazer, em ‘comemoração’ (PURA IRONIA *GOTAS*) do nosso regresso e a pedido das nossas asquerosas, histéricas e horríveis fãs. Ao entrar no mail, descobri que sim, o email tinha chegado. Má notícia - há um concerto no dia oito de Fevereiro, que é nada mais, nada menos que o dia do meu 18º aniversário. AHHH Gastar a minha voz harmoniosa para aquelas pindéricas no dia do meu aniversário?! Oh senhores, SALVEM-ME! Ei, podemos cancelar o concerto desse dia?! Pensei, aterrorizado. Enfim… De qualquer maneira, não me importava. Assim o Seiya não teria a oportunidade de fazer aquelas infantis (na minha opinião) ‘festas-surpresa’ que ele costuma fazer. Graças a deus por isso
*gotas* 
Depois, comecei finalmente a fazer o trabalho de Fotografia, acerca dos seus primórdios. Se bem que eu prefiro a prática, mas a teoria também é bem interessante. Fiquei ali durante um tempo, até que acabei o trabalho, às 22h.
- Fogo, isto estava complicado… O que vale é que todo este tempo perdido vai valer a pena. Ah… Sinto-me esfomeado, vou comer qualquer coisa antes de ir dormir.
Saí do quarto para ir comer, e quando cheguei à cozinha, deparei-me com um prato em cima de um fogão, com uma tampa plástica por cima, e um bilhete colado a esta:
“ Fomos sair.
Tu estavas tão absorvido no que estavas a fazer, que não nos ouviste chamar, e nós decidimos que não te queríamos incomodar.
Deixámos aí algo para tu comeres, já sabíamos que irias estar esfomeado depois de tanto tempo sem vires cá fora.
Desculpa não te termos avisado. E desculpa termos sido uns chatos… Como sempre somos…
Seiya e Taiki. ”
- Ah, que bichas… Foram sair e não me disseram nada… - Resmunguei, rindo-me de seguida. A minha vontade de sair também não era muita - Ah… Solidão… Só eu para isto… Mas enfim… - Peguei no prato, e fui novamente para o quarto.
Comi rapidamente, pois estava esfomeado (Boa! Massa com atum e ovo[1]
). Quando acabei, fui por o prato no lava-louças e depois voltei para o quarto. Senti-me ensonado de repente. Acabei por me estatelar na cama, e adormeci, mesmo assim, com a roupa vestida.***
No dia seguinte acordei cansado. Duas horas depois de ter conseguido adormecer, o Seiya e o Taiki fizeram o favor de me acordar, e também de me pôr todo mal disposto.
*FLASHBACK*
Pum! Traz! CRACK!
- BOLAS! Mas quem é que está a fazer este cagaçal todo?! - Perguntei-me a mim próprio. Saí do quarto para ver o que acontecera, esfregando os olhos para me conseguir habituar ao excesso de luminosidade. Eu estava mesmo a morrer de sono, e tinha mesmo de haver um certo irmão mais novo que tinha tido a gentileza de me acordar brutalmente.
- Oh Yaten… Desculpa… Mas é que o Seiya bebeu uns copitos a mais, e tropeçou na mesa, e partiu o jarrão… - Disse Taiki, confuso e embaraçado, assim que me viu.
- Sim, Yaten, desculpa… - Disse Seiya, levantando-se a rir. Via-se mesmo que tinham sido uns copinhos a mais. Já vi que não os posso deixar sair sozinhos…
- Ai, ai, já não vos posso deixar sair sozinhos que vocês só fazem disparates… Onde é que vocês foram afinal?
- Ah…Fomos a um bar com a Rei, a Usagi, a Ami e o Mamoru. A Mina-chan nem quis vir… Disse que tinha umas coisas a tratar antes de amanhã.
- Oh… Pois… - Disse, desinteressando-me totalmente da conversa.
- Vais-me dizer que não queres saber… Da Minako… - Disse Seiya, rindo-se de mim, tentando provocar-me, mas sem sucesso. Mesmo bêbedo, consegues ter a língua afiada…
- Não quero falar sobre isso, não quero saber… Só quero ir dormir, e vocês deviam ir fazer o mesmo. Boa noite! - Disse, virando-lhes costas e, ao entrar no quarto, fechei a porta com força. Ouvir falar da Mina-chan magoava-me imenso, pois eu, a minha estupidez pegada e língua grande estragávamos tudo.
*FIM DO FLASHBACK*
Levantei-me da cama, e fui tomar um duche, para ver se acordava. Depois, fui imprimir o trabalho e encadernei-o. Depois fui ainda tomar o pequeno-almoço, e saí de casa. Decidi que iria a pé, visto que os outros dois estarolas ainda estavam a dormir (ninguém os mandou ir para os copos sabendo que hoje tinham aulas… Nem sei o que anda na cabeça do Taiki para se ter metido numa destas… Ele é que costuma ser o ajuizado. *suspiro, gotas*) e não me apeteceu ir até à garagem para ir buscar o carro. Mesmo assim, ia todo feliz. Um sorriso andava a bailar na minha face. Não tinha de falar de nada com ninguém. Ia só a ouvir a minha música, confortavelmente. Mas esse sorriso desvaneceu-se quando cheguei à Universidade. Ao pé da sala de convívio, ouvi um burburinho que me deixou fulo:
- Olha, já sabes que os Três Luzes vão começar uma Tour?! Incrível não é?
Mas como raio estas pindéricas já sabem!? Perguntei-me a mim próprio, mas continuei a andar. Não queria ouvir muito mais. Só queria poder fugir, antes que fosse visto.
- YATEN! - Ouvi a voz de uma colega minha. Eu estava mesmo no meio do átrio, que estava cheio de gente, pelo que não tinha grandes hipóteses de fuga.
- Oh… Sakura-san… - Disse eu, com desdém - Que queres? - Mas que idiota que esta miúda é… Pensei para comigo.
- Ouvi dizer que–
- Que o quê? Que íamos fazer uma Tour? Sim, isso é verdade. Mas se vens com aquelas conversas do género ‘Ah, arranja lá uns bilhetes’ esquece, vieste falar com a pessoa errada! Eu não tenho cara de bilheteira nem de Ticketline. Queres, vai ter com o Seiya, que pode ser que ele esteja bem-disposto e te arranje algum, embora duvide muito! - Disse, irritado.
- Ah… Deixa lá isso… Até já… - Disse ela, voltando para trás.
- Ah… Como estas raparigas podem ser tão idiotas… Pensam que só porque conhecem uma pessoa famosa, que ela vai ceder aos seus caprichos de fãs pindéricas… - Murmurei entredentes. Odiava pessoas assim, falsas à brava. Enfim… O que tenho de aturar…
Entretanto a campainha tocou, e eu dirigi-me à sala onde iria ter aula, apressadamente. Não queria ser confrontado com mais nenhuma pindérica a dizer ‘Ai Yaten dá-me um autógrafo… Ai Yaten arranja-me bilhetes para o concerto…’. Chiça, que eu já enjoei das fãs… Entrei na sala, e depois sentei-me, tirando o caderno, o livro e o estojo. Depois, foi só esperar que o professor Takeshi viesse para dar a aula.
- Bom dia meninos… - Ouvi a voz nasalada do nosso professor.
- Bom dia! - Disseram todos em coro. Lá vou eu morrer de tédio… Estas aulas são uma seeeeeeeeeeeecaaaaaaaaaaaaaaaa! AHHHHH! Enfim…
- Bem, para começar bem a aula, eu iria apresentar-vos uma aluna nova que já cá deveria estar… Bem, já me tinham dito que ela era… - O professor foi interrompido por alguém que bateu à porta - Ah, aqui está ela! Menina Aino, está atrasada…
- Peço imensas desculpas… Eu perdi-me, e não sabia onde era a sala… - Disse ela atrapalhada. MINAKO!? MAS O QUE RAIO SE PASSA AQUI?! Eu fiquei atrapalhado, e acima de tudo chocado. Mas… Mas que raio… Não acredito nisto… A Mina… A Mina veio para a minha turma? Mas que está a acontecer… E porque é que eu estou sequer a pensar nisto? Ai, tira isso da tua cabeça rapaz, volta à Terra!
- Bem, menina Aino, desde já bem-vinda, espero que se dê bem na turma, e agora, se não se importar, eu acho que deveria fazer uma breve apresentação para todos a ficarmos a conhecer um pouco melhor…
- Muito bem… Olá, eu sou a Minako Aino, tenho 18 anos, vim do curso de Artes Visuais, mas vi que não tinha grande jeito para a coisa, e então decidi enveredar pela área da fotografia… Espero poder dar-me muito bem com todos! - Ela sorria, sem demonstrar atrapalhação por estar ali na mesma sala que eu. Era como se eu fosse indiferente para ela.
- Bem, menina Aino, o único lugar livre na sala é aquele ao lado do menino Kou, por isso, se não se importar de se sentar lá…
- Claro que não... - Ela sorriu abertamente, e depois sentou-se, tirando as coisas da mala. Depois virou-se para mim.
- Olá Yaten-kun… - Ela sorria para mim.
[1] Este capítulo foi escrito num dia em que tinha almoçado em casa da Rakie-chan, e foi isso que almoçámos hehe

さよならできずに, 立ち止まったままの僕と一緒に...
bem a mim parece m k o yaten n tem por onde se escapar... ela ta na turma dele e inda por cima sentada ao seu lado, e cm sempre ele ta a ser estupido...
oseiya n muda... mesmo kom os copos consegue mandar as suas bocas
este cap esta bom, falta saber s a mina chan kis ir por ser curso de fotografia ou s kis por saber k o yaten la estava
fico a espera do proximo bj
oseiya n muda... mesmo kom os copos consegue mandar as suas bocas
este cap esta bom, falta saber s a mina chan kis ir por ser curso de fotografia ou s kis por saber k o yaten la estava
fico a espera do proximo bj
Desculpa so te comentar isto agora
e que nao tenho tido muito tempo por causa dos testes e entao estes posts ligeiramente grandes ficam a dormir um pouquinho
'
Pois, o meu problema, e que quando ja tenho a storyboard tao solida, como agora, ja nao consigo acrescentar muito, tenho medo de escrever algo que depois me faça contradizer, percebes? para mim é muito dificil escrever descriçoes por causa disso, contudo, eu ando a fazer um esforço
É aquela coisa do 'ai,nao sei se descrevo isto, ai acho que o pessoal ainda vai dormir a ler isto, portanto deixa la isso... ' É assim que eu penso, mas ando a corrigir essa mentalidade, até que ja estou a começar a ter ideias para uma nova fic, e as descriçoes estao a ser as primeiras a ser pensadas(agora o casal que eu vou atormentar... isso vao ter de esperar para descobrir
)
enfim... ja disse, acho eu, o que tinha a dizer quanto isto
'
lol
Daniela19 - Como sempre aqui a ler os mes desvariozinhos eheh
vais ver o porque de ela ter vindo para este curso no cap a seguir,(vais ver que nao estás muito longe da verdadeira verdade
)
e o nosso amigo Seiya, como nao podia deixar de ser, tinha de mandar uma daquelas ao Yaten,
epah, tinha de o por a pica-lo, apesar de um estar bebado, e o outro meio-zombie e quase a dormir em pe 
a serio, foi daquelas que eu senti que tinha de por(faz-me lembrar as bocas que eu as vezes mando ao meu tio
sao demais do género 'nao conheces uma cena, sabes, aquela cena que até as mulheres usam de vez em quando, tas a ver, aquela coisa com laminas? é que pareces um homem das cavernas
' e o meu tio tem 22 quase 23, e ouve-me destas cenas(o que vale e que sempre nos demos muito bem, e ele perdoa-me
) enfim
so que eu digo este tipo de coisas bem sobria (alcool? o que é isso, alcool? *ironia*)
lool
enfim...
ja postei tudo por agora
'
beijinhos a todas
(Marisinha volta depressa que eu ja ando com saudades dos teus posts :'( )
e que nao tenho tido muito tempo por causa dos testes e entao estes posts ligeiramente grandes ficam a dormir um pouquinho
'quanto ás descriçoes como te compreendo...eu tenho esse problema nos meus primeiros capitulos(...)vou dar-te um conselho que se quiseres ainda podes utilizar nos capitulos que te faltam postar. utiliza o que já tens escritos como uma especie de corpo, visto que já tens a ideia do que queres trabalhada, os dialogos feitos, já só tens de o vestir com descriçoes. experimenta num capitulos nao precisas de grandes descriçoes, se chegares ao fim e releres e achares que está bem passas ao proximo, se achares que não está é só apagares o que já tens.
Pois, o meu problema, e que quando ja tenho a storyboard tao solida, como agora, ja nao consigo acrescentar muito, tenho medo de escrever algo que depois me faça contradizer, percebes? para mim é muito dificil escrever descriçoes por causa disso, contudo, eu ando a fazer um esforço
É aquela coisa do 'ai,nao sei se descrevo isto, ai acho que o pessoal ainda vai dormir a ler isto, portanto deixa la isso... ' É assim que eu penso, mas ando a corrigir essa mentalidade, até que ja estou a começar a ter ideias para uma nova fic, e as descriçoes estao a ser as primeiras a ser pensadas(agora o casal que eu vou atormentar... isso vao ter de esperar para descobrir
)enfim... ja disse, acho eu, o que tinha a dizer quanto isto
'lol
Daniela19 - Como sempre aqui a ler os mes desvariozinhos eheh
vais ver o porque de ela ter vindo para este curso no cap a seguir,(vais ver que nao estás muito longe da verdadeira verdade
)e o nosso amigo Seiya, como nao podia deixar de ser, tinha de mandar uma daquelas ao Yaten,
epah, tinha de o por a pica-lo, apesar de um estar bebado, e o outro meio-zombie e quase a dormir em pe 
a serio, foi daquelas que eu senti que tinha de por(faz-me lembrar as bocas que eu as vezes mando ao meu tio
sao demais do género 'nao conheces uma cena, sabes, aquela cena que até as mulheres usam de vez em quando, tas a ver, aquela coisa com laminas? é que pareces um homem das cavernas
' e o meu tio tem 22 quase 23, e ouve-me destas cenas(o que vale e que sempre nos demos muito bem, e ele perdoa-me
) enfim
so que eu digo este tipo de coisas bem sobria (alcool? o que é isso, alcool? *ironia*)lool
enfim...
ja postei tudo por agora
'beijinhos a todas
(Marisinha volta depressa que eu ja ando com saudades dos teus posts :'( )
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Capítulo 5 – Mas o que é que esta faz aqui?! A discussão e a queda
- Olá Yaten-kun… - Ela sorria para mim.
- Olá Mina-chan… - Disse eu, completamente atrapalhado. Oh minha nossa! Que é que eu faço, que é que eu faço! NÃO FAZES RIGOROSAMENTE NADA! DEIXA-TE ESTAR BEM QUIETINHA E CALADINHA!
- Então, como vão as coisas?
- Vão muito bem… Olha, eu venho para as aulas para estudar, e não para ter conversas de café… Portanto se não te importares, eu queria poder estar com atenção… - Disse, querendo matar a conversa. MAS QUE PARVALHÃO YATEN! FALA COM ELA! NÃO CORTES A CONVERSA!
- Tudo bem… Depois falamos… - Disse ela, virando-se para a frente. AH QUE PARVO YATEN!!! PORQUE FOSTE ASSIM COM ELA, MEU GRANDESSISSIMO BURRO E IDIOTA?!
- Bom, meninos, eu quero que me entreguem os trabalhos que vos pedi na aula passada, por isso podem deixá-los em cima da mesa, para que os possa recolher…
- Professor? – Minako interrompeu o discurso do Sr. Takeshi.
- Sim, menina Aino? – Disse o Sr. Takeshi, com um ar aborrecido. Não gostou nada que o interrompessem.
- Eu não estive cá desde o início do semestre, e não tenho nada da matéria que foi dada, nem sequer sabia deste trabalho.
- Para ficar com a matéria em dia, peça a um dos seus colegas que lhe empreste os cadernos. Quanto ao trabalho, pode fazê-lo para entregar de hoje a oito, mas que seja uma excepção, e não se torne um hábito… - Disse, com um ar apreensivo. Tenho a sensação que o Sr. Takeshi já tinha aquela resposta na ponta da língua…
- Sim, professor… - Disse ela, baixando o olhar.
Entretanto eu arranquei uma folha do meu caderno, e escrevi um bilhete para Mina-chan.
Se quiseres que te empreste os apontamentos, eu posso fazê-lo…
Eu passei-lhe o papel, e esperei pacientemente por uma resposta.
Obrigada, Yaten-kun…
Foi o que ela se limitou a responder. Eu voltei a escrever. Queria obter algo mais dela. Talvez uma resposta afirmativa. Apenas um rasgo de esperança… Não sei…
Se também quiseres, eu posso dizer-te em que consistia o trabalho, e dar-te uma mãozinha…
Voltei a passar o papel a ela. Ela devolveu-o, sem expressão alguma na face.
Yaten eu não preciso, eu sei safar-me sozinha… Obrigada de qualquer maneira…
Tu é que sabes, Mina-chan… Não tens de quê…
Acabei por lhe dar o papel. Após ela ter lido, devolveu-me o papel, sem qualquer resposta. Bolas! Eu queria tanto que ela aceitasse… Mas enfim… Já não posso fazer nada… Mas faz ela muito bem em recusar-se a estar comigo. Provavelmente eu iria ser um grandessíssimo idiota com ela. Como é costume… Mas isso é que nem se põe em questão: a minha idiotice, parvalhice e estupidez…
- Menino Kou, o que é um fotograma?
Eu não ouvi a pergunta. Estava abstraído nos meus pensamentos, e não queria saber do que estava para ali a acontecer. Só queria poder estar sossegado. E em paz. Mas enfim… Não liguei, e continuei a olhar para o vazio.
- MENINO KOU!
Eu saltei do meu lugar. O professor tinha acabado de bater com o livro de ponto na minha mesa. BOLAS!!!! Essa assustou-me, caramba!
- Para além de estar claramente desatento na aula, não está a fazer esforço nenhum para tomar atenção. Assim não vai a lado nenhum, menino Kou!
- Desculpe professor… - Disse, literalmente sentindo-me a afundar na cadeira, totalmente embaraçado. É sempre a mesma coisa Kou… Nem dás ares de estares atento, e depois é no que dá…
- Bem… Já vi que não vale a pena perguntar-lhe… Menina Aino, o que é um fotograma? – Disse o homem, virando o seu olhar de tartaruga vesga para Mina.
- Pois… Um fotograma… Para ser muito sincera, não sei…
- Enfim… Menino Umino, pode ler a definição que está na página 30, por favor? – O professor desistiu de tentar obter resposta, e pediu ao cromo para ler. Enfim… Eu voltei aos meus pensamentos, tentando abstrair-me da teoria.
Ah… Que esta aula está a ser uma seca… E ainda por cima, a Mina está a olhar fixamente para mim… Bolas… Sinto que estou vermelho que nem um tomate… Como sou tão parvo…
- Estás corado Kou? - Perguntou-me a Sakura, metendo-se onde não era chamada - Isso tudo é por causa da Aino?
- Ahg, está mas é caladinha, que não tens nada a ver com isso! - Murmurei, furioso.
- Pronto, já cá não está quem falou…
- Ainda bem… - Retorqui.
Após mais uns minutos, a campainha tocou. Eu senti-me feliz, pois já estava quase a dormir ali. Comecei a arrumar as minhas coisas, e estava quase pronto para sair. Só queria poder sair dali, para poder pensar com clareza nos meus próximos actos, antes que fizesse algo de que me arrependesse profundamente.
- Podemos falar, Yaten-kun? - Todos tinham saído da sala, menos Mina-chan, que estava agora à minha frente, sorrindo abertamente. Os seus olhos brilhavam de felicidade, mas a sua expressão era de incredulidade.
- Depende do que queres falar… - Disse azedamente. AH QUE PARVO QUE EU SOU!
- Quero falar de nós, Yaten…
- Nós?! Que há para falar acerca de nós?! - Disse, curioso e irritado ao mesmo tempo.
- Isto… - Ela aproximou-se de mim, e beijou-me. O seu beijo transmitiu-me uma electricidade agradável, e que me fez sentir feliz, e que me deu vontade de continuar ali por horas e horas com ela, mas acabei por ser um parvalhão, e afastei-a. Embora bem no fundo, tenha gostado… Gostado até demais.
- Mas… Mas que raio pensas que estás a fazer?! - Perguntei, confuso. Ah… Estava a gostar… Podes repetir? NA, NA! HEALER METE JUIZINHO NESSA CABEÇA! AINDA ÉS UMA RAPARIGA, LEMBRAS-TE?! NADA DE ‘YURI’ SIM?
- Eu? A demonstrar que mesmo tendo passado dois anos, eu não te esqueci. Eu continuo a amar-te, e não são caprichos de uma fã alucinada. Eu amo-te verdadeiramente.
- Mina-chan… - Apenas consegui dizer. Acredita que eu também não te esqueci e que te amo, Mina, mas não sei porquê, há algo que me repele de ti… Não sei… Não quero que tu penses que eu sou um insensível… Não penses assim de mim… Pensei, mas não fui capaz de verbalizar.
- Yaten, eu só vim para este curso porque soube que estavas inscrito nele, eu só queria estar mais perto de ti. Todas as vezes que pedi para falar contigo, tu depois não aparecias. Durante os dois anos em que estiveste em Kinmoku, eu sofri imenso por não te poder ver. E depois, no dia em que te vi, tinha acabado de vir de Kinmoku, e lá disseram-me que tu tinhas fugido para parte incerta, e eu pensei que não te veria mais. E depois, no café, lá apareceste tu. Tu não sabes o quanto o meu coração ficou feliz por te ter visto. Mas depois ignoraste-me completamente. Mas mesmo assim, vou continuar a amar-te, quer tu me ames, quer tu não me ames!
- Minako, tu não percebes, pois não? Eu também te amo… Acredita… Mas mesmo que te ame, mesmo que fiquemos juntos, eu só cá estou porque vim com o Seiya. Apesar de ser o irmão mais velho, e de ter alguma autoridade, eu faço tudo para os meus irmãos serem felizes. E se alguma vez eles quiserem voltar a Kinmoku, eu voltarei também, e isso implicaria a nossa separação… Como vês, uma relação entre nós é impossível!
- Mas Yaten? Como podes dizer isso sem experimentares?!
- Porque… Ah, simplesmente desisto de tentar-te explicar! Tu és demasiado parva para entenderes! - Disse friamente. MESMO NÃO QUERENDO NADA COM ELA, COMO PODES SER ASSIM TÃO PARVO?! VAIS MAGOÁ-LÁ! O meu subconsciente masculino estava literalmente a desancar-me, mas eu ignorei.
- Não te admito que me chames parva!
- És isso e muito mais!
- Nem sabes o quanto estás a ser um parvalhão comigo!
- Ainda bem… A intenção é essa mesma!
- Que parvalhão!
- Idiota!
Ela estava a olhar-me com o seu olhar marejado de lágrimas. Sim, eu estou a ser insensível com ela, e sim, estou a ser um parvo com ela. Mas tem de ser… Não posso ficar com ela… Por muito que queira… Não posso… PODES SIM, ESTÁ CALADO! VAI YATEN, PEDE-LHE DESCULPA CARAMBA! NÃO SEJAS COBARDE!
- Oh Yaten… Como podes ser tão insensível…
- Simplesmente consigo… - Disse, continuando a ser frio e insensível para com ela. TU NÃO APRENDES POIS NÃO!? OH YATEN… ISTO VAI ACABAR MAL! VAIS VER!
- Ah! Pois… Insensibilidade é contigo não é?! Pelo menos no que toca às pessoas que te amam e idolatram não é?!
- Não tens nada a ver com o que penso ou faço! Esquece, não vale a pena…
- Não vale a pena o quê?! Discutires comigo?! Pois não! A verdade custa a ouvir não é!? Tu és um idiota insensível, tu sabes bem disso, vá, admite-o!
- Eu não tenho de estar aqui a ouvir isto! - Eu levantei-me bruscamente da cadeira, e peguei no meu saco, para sair dali, mas para meu azar, tropecei na calha da porta, e caí. AH CHIÇA! O MEU TORNOZELO! Pensei. EU AVISEI-TE QUE ISTO IA ACABAR MAL…
- YATEN! Estás bem? - Perguntou ela, subitamente preocupada.
- Estou óptimo! - Disse, sarcasticamente - Não me chateies! – NÃO TENS MESMO REMEDIO NENHUM, KOU! O meu subconsciente estava furioso comigo.
- Quer dizer, está aqui uma pessoa a preocupar-se contigo, e tu a armares-te para cínico insensível! Sabes, nem vou dizer mais nada! Vou-me embora!
- Espera, Minako! - Exclamei, arrependido. Por favor Mina-chan, não me deixes aqui… Desculpa por ter sido um insensível… Sou mesmo idiota, raios me partam!
- O que queres? - Disse ela, friamente. Tens razão… Agora é a tua vez de seres assim comigo… Eu mereço… Continua a ser fria e insensível… Não me importo…
- Ajuda-me a levantar, por favor…
- Tudo bem, se bem que não mereces a minha ajuda…
- Não vais começar, certo? – Disse, sentindo a ira tomar conta de mim, mas refreada.
- Sim… Acho que é melhor nem começarmos… - Disse ela, ajudando-me a levantar. O meu tornozelo estava a doer para caramba, mas eu ainda conseguia andar. Menos mal… Bem… Hoje já não vou a lado nenhum… E eu a pensar que logo à noite ia sair um pouco… *ironia* - Estás bem?
- Eh… Dentro do possível… - Disse, fazendo um trejeito de dor.
- Eu acho que devia ir pôr-te a casa…
- Não… Não vou faltar às aulas por uma dorzinha de nada…
- Não sejas casmurro!
- Não sejas tu casmurra! - Disse, já estando a passar-me de novo.
- Sabes, eu desisto de tentar ser simpática. Amanha-te sozinho! - Disse ela, virando-me as costas. Ai, ai… Como as raparigas me dão cabo do miolo… AHHH Fiz outra vez figura de urso com a Minako… Não tenho mesmo remédio nenhum… Devia era enterrar-me bem fundo, para ninguém me encontrar… TAMBEM ACHO QUE SIM, QUE DEVIAS ERA TER VERGONHA, ACHAS BEM TERES FEITO O QUE FIZESTE À RAPARIGA!? SEU IDIOTA SEM REMORSOS!
Eu voltei a ignorar o meu subconsciente, que se tivesse forma humana, provavelmente me estaria a esganar até à morte. Mas enfim… Eu sou um idiota, e não posso fazer mais nada para o resolver. Eu saí da sala, e deixei-me ficar à porta, à espera que tocasse. Os corredores estavam desertos, e eu pude estar ali sozinho, sem que ninguém me incomodasse. No fundo, senti-me aliviado. Mas por outro lado, não queria estar sozinho. Queria ter alguém com quem desabafar. Mas não podia. Isto era um conflito que tinha de guardar para mim mesmo.

さよならできずに, 立ち止まったままの僕と一緒に...
capitulo lindo mesmo... ja s sabe o porquê da mina-chan ir para o curso dele, afinal eu tava metade certa
O subconsciente a resmungar com o yaten... lool fantastico
, agora e a vez dela d ser assim pa ele, pa ele perceber k kem perdeu foi ele, por te la tratado dakela forma...
Yaten Yaten... s fosse comigo tinhas ficado esticado no chao, e acredita k inda t passava por cima lool
Fico a espera do proximo este ta mt bom
beijo
O subconsciente a resmungar com o yaten... lool fantastico
, agora e a vez dela d ser assim pa ele, pa ele perceber k kem perdeu foi ele, por te la tratado dakela forma...Yaten Yaten... s fosse comigo tinhas ficado esticado no chao, e acredita k inda t passava por cima lool
Fico a espera do proximo este ta mt bom
beijo
looool
mal posto tenho ca a Daniela a ver
eu nao posso dizer muito, pois tenho de me pisgar pa aula
lool
MACS...
'
enfim...
aida bem que gostaste
acredita que vais ver os subconscientes a dar literalmente tareias psicologicas aos tres luzes, vai ser muito giro
bem tenh de ir
beijinhosss e bom fim de semana
mal posto tenho ca a Daniela a ver
eu nao posso dizer muito, pois tenho de me pisgar pa aula

lool
MACS...
'enfim...
aida bem que gostaste

acredita que vais ver os subconscientes a dar literalmente tareias psicologicas aos tres luzes, vai ser muito giro
bem tenh de ir
beijinhosss e bom fim de semana


さよならできずに, 立ち止まったままの僕と一緒に...
Tens de entrar para responderes neste tópico.
ieieieieieei amanha vamos ter novo cap... fixe
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