O Amor é complicado...
Desculpem o double, mas e para publicar o capítulo que prometi 
Está pequeno é verdade, mas a continuação promete o que vem daí.
P.S: Adivinhem quem vai ser a navegante que vai salvar o couro do Seiya
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Capítulo 39 – Passado – Parte 1
Yaten e Taiki já estavam no sétimo sono e eu era o único que me mantinha acordado. Ainda mal podia acreditar que o que a princesa me dissera era de facto verdade. Eu já acreditara quando ela me contara, mas depois de uma das guerreiras de Kinmoku o ter revelado às guerreiras deste planeta, fiquei sem sombra de dúvidas. Só podia ser Kaname. Não podia ser mais ninguém, apenas ela.
Levei a mão à gaveta e de lá retirei um pendente, atado a um bocado de cordel – um pendente de resina, com uma mecha de cabelo ruivo lá fossilizado – um pendente que eu e Kaname partilhávamos (embora no dela estivesse cabelo meu). Não conseguia deixar de pensar nela neste momento.
“Sayako...” Pareceu-me ouvir a voz dela ecoar nos meus ouvidos, parecia estar a sentir as mãos dela a tocar todas as partes do meu corpo, ardendo como o calor do fim da tarde, a sentir os lábios dela, carnudos e rosados, a acariciarem os meus de forma delicada e possante como que querendo que mais nenhuns tocassem os meus, o seu corpo tomando o meu como que querendo vencer as barreiras do impossível Essa era a minha Kaname, a doce Kaname, a Kaname que eu amava.
A mulher que eu amava até que ma tiraram.
Haviam mil justificações para justificar o nosso afastamento. Mas nenhuma era culpa minha. Nem tão pouco culpa dela. Mas sim culpa daqueles que nos queriam tanto mal. Culpa de Sayori, dos nossos pais, de toda a gente. Sobretudo de Sayori. Sayori fora o maior dos nossos pesadelos e ainda o continuava a ser, mesmo depois de Kaname ter saído das nossas vidas.
Kaname teria sido consumida pelo mal. Nós a tínhamos selado. Tínhamos contido tudo. Mas agora nada podíamos fazer. A rapariga que eu amara em tempos, convertera-se ao mal. Pelo bem da nossa Princesa, ela era um alvo a abater.
Estava na faculdade a tratar de uns papéis que me faltavam entregar quando eu vi uma rapariga de relançe. Cabelo preto e novamente vestes brancas. Eu ao ver aquilo não hesitei e corri atrás daquele vulto. Larguei os papéis em cima da secretária da mulherzinha da tesouraria, que ficou parva a olhar para mim e corri.
Quando cheguei aos jardins da faculdade, lá estava a rapariga na fonte. Os seus olhos verdes e os seus cabelos pretos eram os mesmos. A pose era a mesma, e a rapariga quando me viu, foi até mim.
- Não te lembras mesmo de mim pois não, Seiya? – Disse ela, usando a mesma voz que usara antes. Eu queria imenso lembrar-me mas não conseguia. Até que ela fez algo que me deixou completamente sem palavras – E agora já sabes quem sou?
- K-K-Ka-Kaname... – Foi o que consegui gaguejar.
- Gostava de ser não achas?! – Ripostou ela de imediato, voltando aos cabelos pretos. Naquele momento não tinha dúvidas: só podia ser Sayori, mais ninguém – Talvez se fosse não tivesse de usar o corpo daquela que amaste para poder manipular-te... Porque eu sei que ainda a amas, não é, Sayako-chan? – A face dela estava quase colada à minha. Os seus olhos chispavam raiva a cada segundo que olhava nos meus e o seu semblante estava tenso.
- Cala-te megera! – Acabei por dizer, tenso, embora não fosse pelas mesmas razões que ela – Nem sei porque te deste ao trabalho de vir até mim! Eu não tenho nada para te dar!
- Ai tens, tens... Onde está a caneta de transformação da Kaname? – Ela usou as suas mãos esguias e delicadas para agarrar o meu pescoço, querendo sufocar-me.
- Não sei nem te vou dizer, Sayori! – Disse, meio a custo. Mesmo sabendo, não podia dizer-lhe tal informação. Eu sabia onde ela estava guardada, mas não podia revelar tal segredo. Não a ela.
- Eu sei que foste tu e a Healer que a guardaram! Quando a Kaname endoideceu fui eu que a controlei! Eu é que fiz com que ela fizesse tudo aquilo! ONDE ESTÁ A CANETA FIGHTER!?
O meu corpo perdia as forças. A minha mão tinha tentado chegar à minha caneta de transformação que estava no fundo do bolso das calças. Contudo, estava a sentir-me entorpecido pela falta de oxigénio no corpo. Estava quase a ceder quando, ao longe e distorcido, ouvi alguém transformar-se:
- Pelo Poder Sagrado...

Está pequeno é verdade, mas a continuação promete o que vem daí.
P.S: Adivinhem quem vai ser a navegante que vai salvar o couro do Seiya

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Capítulo 39 – Passado – Parte 1
*POV Seiya*
Era já de madrugada e o sol começava a despontar os seus primeiros raios, iluminando aos poucos o céu escuro como breu de Setembro.Yaten e Taiki já estavam no sétimo sono e eu era o único que me mantinha acordado. Ainda mal podia acreditar que o que a princesa me dissera era de facto verdade. Eu já acreditara quando ela me contara, mas depois de uma das guerreiras de Kinmoku o ter revelado às guerreiras deste planeta, fiquei sem sombra de dúvidas. Só podia ser Kaname. Não podia ser mais ninguém, apenas ela.
Levei a mão à gaveta e de lá retirei um pendente, atado a um bocado de cordel – um pendente de resina, com uma mecha de cabelo ruivo lá fossilizado – um pendente que eu e Kaname partilhávamos (embora no dela estivesse cabelo meu). Não conseguia deixar de pensar nela neste momento.
“Sayako...” Pareceu-me ouvir a voz dela ecoar nos meus ouvidos, parecia estar a sentir as mãos dela a tocar todas as partes do meu corpo, ardendo como o calor do fim da tarde, a sentir os lábios dela, carnudos e rosados, a acariciarem os meus de forma delicada e possante como que querendo que mais nenhuns tocassem os meus, o seu corpo tomando o meu como que querendo vencer as barreiras do impossível Essa era a minha Kaname, a doce Kaname, a Kaname que eu amava.
A mulher que eu amava até que ma tiraram.
Haviam mil justificações para justificar o nosso afastamento. Mas nenhuma era culpa minha. Nem tão pouco culpa dela. Mas sim culpa daqueles que nos queriam tanto mal. Culpa de Sayori, dos nossos pais, de toda a gente. Sobretudo de Sayori. Sayori fora o maior dos nossos pesadelos e ainda o continuava a ser, mesmo depois de Kaname ter saído das nossas vidas.
Kaname teria sido consumida pelo mal. Nós a tínhamos selado. Tínhamos contido tudo. Mas agora nada podíamos fazer. A rapariga que eu amara em tempos, convertera-se ao mal. Pelo bem da nossa Princesa, ela era um alvo a abater.
*****
Era de tarde.Estava na faculdade a tratar de uns papéis que me faltavam entregar quando eu vi uma rapariga de relançe. Cabelo preto e novamente vestes brancas. Eu ao ver aquilo não hesitei e corri atrás daquele vulto. Larguei os papéis em cima da secretária da mulherzinha da tesouraria, que ficou parva a olhar para mim e corri.
Quando cheguei aos jardins da faculdade, lá estava a rapariga na fonte. Os seus olhos verdes e os seus cabelos pretos eram os mesmos. A pose era a mesma, e a rapariga quando me viu, foi até mim.
- Não te lembras mesmo de mim pois não, Seiya? – Disse ela, usando a mesma voz que usara antes. Eu queria imenso lembrar-me mas não conseguia. Até que ela fez algo que me deixou completamente sem palavras – E agora já sabes quem sou?
- K-K-Ka-Kaname... – Foi o que consegui gaguejar.
- Gostava de ser não achas?! – Ripostou ela de imediato, voltando aos cabelos pretos. Naquele momento não tinha dúvidas: só podia ser Sayori, mais ninguém – Talvez se fosse não tivesse de usar o corpo daquela que amaste para poder manipular-te... Porque eu sei que ainda a amas, não é, Sayako-chan? – A face dela estava quase colada à minha. Os seus olhos chispavam raiva a cada segundo que olhava nos meus e o seu semblante estava tenso.
- Cala-te megera! – Acabei por dizer, tenso, embora não fosse pelas mesmas razões que ela – Nem sei porque te deste ao trabalho de vir até mim! Eu não tenho nada para te dar!
- Ai tens, tens... Onde está a caneta de transformação da Kaname? – Ela usou as suas mãos esguias e delicadas para agarrar o meu pescoço, querendo sufocar-me.
- Não sei nem te vou dizer, Sayori! – Disse, meio a custo. Mesmo sabendo, não podia dizer-lhe tal informação. Eu sabia onde ela estava guardada, mas não podia revelar tal segredo. Não a ela.
- Eu sei que foste tu e a Healer que a guardaram! Quando a Kaname endoideceu fui eu que a controlei! Eu é que fiz com que ela fizesse tudo aquilo! ONDE ESTÁ A CANETA FIGHTER!?
O meu corpo perdia as forças. A minha mão tinha tentado chegar à minha caneta de transformação que estava no fundo do bolso das calças. Contudo, estava a sentir-me entorpecido pela falta de oxigénio no corpo. Estava quase a ceder quando, ao longe e distorcido, ouvi alguém transformar-se:
- Pelo Poder Sagrado...

さよならできずに, 立ち止まったままの僕と一緒に...
Tinoco-chan!!!!!!!!!!!!!Que lindo!!!!!!!!!!!!Linda menina Tinoco-chan,prometes-te e cumpris-te!!!Uh...Quem será que o irá salvar????Não vou perder o próximo capítulo!!!Cá para mim é a Kaname!Ou a Haruka...Mas a Haruka fui pelo cor da letra!!
Parabéns!!!!!!!!Está maravilhoso este capítulo!!!!Pequenino mas valeu a pena esperar Tinoco-chan!!!
Parabéns!!!!!!!!Está maravilhoso este capítulo!!!!Pequenino mas valeu a pena esperar Tinoco-chan!!!SM_B escreveu:Tinoco-chan!!!!!!!!!!!!!Que lindo!!!!!!!!!!!!Linda menina Tinoco-chan,prometes-te e cumpris-te!!!Uh...Quem será que o irá salvar????Não vou perder o próximo capítulo!!!Cá para mim é a Kaname!Ou a Haruka...Mas a Haruka fui pelo cor da letra!!Parabéns!!!!!!!!Está maravilhoso este capítulo!!!!Pequenino mas valeu a pena esperar Tinoco-chan!!!
Eu cumpro sempre o que prometo

E este capítulo foi pequeno sim, mas eu agora vou postar outro cap na minha fic de Vampire Knight que está na sala das fics gerais. Podes dar uma olhadela se quiseres, é 10x melhor que esta. Antes eu era para escrever 60 capítulos nesta, mas sou capaz de reduzir para 55-56 no máximo. Eu já não vejo bem as Starlights

Ainda bem que gostaste SM_B
Fico felizQuanto às tuas suspeitas...Talvez sim, talvez não quem sabe :matreira:

さよならできずに, 立ち止まったままの僕と一緒に...
Nossa senhora, eu vou no capítulo 7 e tu já vais no capítulo 39?! ~ Tenho de começar a acelarar o passo, se não nunca mais te apanho.
HELLO, TINOCO-CHAAAN!
Cá estou eu, prontinha para comentar o que já li!
Capítulo 5:
Lol, e ele: "NADA DE ‘YURI’ SIM?"
Coitada da Joana, a tentar ser simpática com o Yaten, e ele a ser parvo com ela. Ele devia ouvir mais o seu subconsciente.
Capítulo 6:
A Joana ainda é do bom tempo!
~ Aturar o Yaten depois de tudo o que ele lhe disse? 
Coitada, ainda por cima deixou cair a máquina dele... Bem, eu estava a esperar uma pior reacção da parte dele, ela teve sorte.
Gostei muito da parte da sessão fotográfica ~ E da parte que ela amarrou o seu laço à alça do saco do Yaten!
Ahahah! Mesmo que o Yaten quizesse esconder que esteve com ela dos seus irmãos, não conseguia, coitado! Eles andam sempre de olhos bem abertos! ~ Ahah, e o Taiki [ou pirralho número 2, como lhe chamou o YatenxD] "O que é que andaste a fazer, seu malandro!"
~ Uma coisa que eu reparei é que tu dizes, vou-te pôr a casa, como nesta parte "- Bem… Eu vou-te pôr a casa - Disse Seiya, destrancando o carro.". Vocês aí dizem assim: "Pôr a casa"? Por exemplo, nos cá no Norte dizemos "Vou-te levar a casa". ~
Capítulo 7:
"(Porque é que temos sempre tendência para partir molduras?!)" ~ É mesmo! o.o ; Ou é molduras ou é jarras! ~ Já nas novelas é assim!
; Eish, novelas. o.o aos anos que já não vejo novelas! o.o 
Nossa, nota-se mesmo que o Yaten nunca teve apaixonado.
~ Ah! Partiu a moldura mas não deitou a foto ao lixo!
A princesa tinha saudades da carinha laroca das Starlights, e resolveu fazer uma visitinha, eheh!
Fiquei curiosa com aquela parte em que o Yaten sentiu aquela "energia" no ar... O que será? ... Bem, tenho de esperar até ler o capítulo número 8.
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Estou a gostar muito da tua fic, Tinoco-Chan!
Vou tentar ler os próximos capítulos o mais depressa possível!
Kissu! ♥
HELLO, TINOCO-CHAAAN!
Cá estou eu, prontinha para comentar o que já li!
Capítulo 5:
Lol, e ele: "NADA DE ‘YURI’ SIM?"

Coitada da Joana, a tentar ser simpática com o Yaten, e ele a ser parvo com ela. Ele devia ouvir mais o seu subconsciente.
Capítulo 6:
A Joana ainda é do bom tempo!
~ Aturar o Yaten depois de tudo o que ele lhe disse? 
Coitada, ainda por cima deixou cair a máquina dele... Bem, eu estava a esperar uma pior reacção da parte dele, ela teve sorte.

Gostei muito da parte da sessão fotográfica ~ E da parte que ela amarrou o seu laço à alça do saco do Yaten!
Ahahah! Mesmo que o Yaten quizesse esconder que esteve com ela dos seus irmãos, não conseguia, coitado! Eles andam sempre de olhos bem abertos! ~ Ahah, e o Taiki [ou pirralho número 2, como lhe chamou o YatenxD] "O que é que andaste a fazer, seu malandro!"

Capítulo 7:
"(Porque é que temos sempre tendência para partir molduras?!)" ~ É mesmo! o.o ; Ou é molduras ou é jarras! ~ Já nas novelas é assim!
; Eish, novelas. o.o aos anos que já não vejo novelas! o.o 
Nossa, nota-se mesmo que o Yaten nunca teve apaixonado.
~ Ah! Partiu a moldura mas não deitou a foto ao lixo!
A princesa tinha saudades da carinha laroca das Starlights, e resolveu fazer uma visitinha, eheh!
Fiquei curiosa com aquela parte em que o Yaten sentiu aquela "energia" no ar... O que será? ... Bem, tenho de esperar até ler o capítulo número 8.

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Estou a gostar muito da tua fic, Tinoco-Chan!
Vou tentar ler os próximos capítulos o mais depressa possível!Kissu! ♥
~ Merii Kurisumasu, minna-san! ♥
Olá Tinoco-chan!!Olha...Quanto á votação...Eu votei em "O Yaten e a Minako casarem-se!!Era genial!" mas tambem gostei daquela parte do Yaten dar uma tareia á Sayori!Mas eu quero que o Seiya fique com a Michiru!Ficam fofis juntos!
Mas tambem era muito fofi a Minako ficar grávida do Yaten!!!
eu sei...devem tar a pensar:"aquela miúda é maluca...
"
Mas tambem era muito fofi a Minako ficar grávida do Yaten!!!
eu sei...devem tar a pensar:"aquela miúda é maluca...
"O Seiya com a Michiru nunca
isso é um ponto bem assente na minha cabeça. Nao os vou juntar mais. Detesto o casal e a ideia bah x.x nem em sonhos. Se ficar é com a Haruka ou com a Kaname,que é o que tenho planeado. Vao perceber o porque nos próximos capítulos.
Inevitávelmente,a Mina e o Yaten irao casar. Mas quem irá dar conta da Sayori? Veremos
obrigada pelas ideias :3
isso é um ponto bem assente na minha cabeça. Nao os vou juntar mais. Detesto o casal e a ideia bah x.x nem em sonhos. Se ficar é com a Haruka ou com a Kaname,que é o que tenho planeado. Vao perceber o porque nos próximos capítulos.Inevitávelmente,a Mina e o Yaten irao casar. Mas quem irá dar conta da Sayori? Veremos

obrigada pelas ideias :3

さよならできずに, 立ち止まったままの僕と一緒に...
o teu telemovel tem net?? *-* se o meu tijolo tivesse...ficava com os olhos em bico de tanto estar a olhar para ele 
Ah ok!Mas eu apoio os bebézinhos do Yaten e da Mina!!
*SM_B aparece com um cartaz a disser:"Capítulo com MUITOS bebés!!"*
Vá lá!! Faz lá o fabor de por a Minazinha gravida.E que(como numa fic que li
) o Yaten desmaia quando sabe
pronto isso nao tens que incluir...

Ah ok!Mas eu apoio os bebézinhos do Yaten e da Mina!!
*SM_B aparece com um cartaz a disser:"Capítulo com MUITOS bebés!!"*
Vá lá!! Faz lá o fabor de por a Minazinha gravida.E que(como numa fic que li
) o Yaten desmaia quando sabe
pronto isso nao tens que incluir...
Sabedes uma coisa SM_B,a escrita não se ensina,está em nós. A única coisa que uma pessoa pode fazer é dar-te dicas,nada mais que isso. O resto de trabalho é nosso. De qualquer forma,aproveitando este comentário,tenho a dizer que em termos de história esta fic só vai ter mais 4 a 5 capítulos e depois verá o seu Epílogo. Eu não vou detalhar o casamento nem nada,vou resumir tudo,mas o que posso desde já adiantar é que duas personagens, de certeza absoluta,vão morrer. Eu já decidi pelo menos a morte de uma delas,porque preciso de dar drama. A morte dela deu-me uma pena imensa,e tenho a certeza que alguém me vai matar por isso,e eu mesma vou chorar quando acabar de escrever a cena,porque a personagem é-me muito querida e custa-me imenso matá-la. Mas é assim a vida,pelo que temos de aguentar ;3
Próximo capítulo,para breve,deve estar tudo em pulgas para saber quem vai salvar o couro ao Seiya
Próximo capítulo,para breve,deve estar tudo em pulgas para saber quem vai salvar o couro ao Seiya


さよならできずに, 立ち止まったままの僕と一緒に...
Quase um ano depois....
Capítulo 40 :3
Divirtam-se
O meu corpo perdia as forças. A minha mão tinha tentado chegar à minha caneta de transformação que estava no fundo do bolso das calças. Contudo, estava a sentir-me entorpecido pela falta de oxigénio no corpo. Estava quase a ceder quando, ao longe e distorcido, ouvi alguém transformar-se:
- Pelo Poder Sagrado...
Capítulo 40 – Passado – Parte 2
- ... de Urano!
Ao ouvir aquela transformação fiquei pasmo. Não estava à espera de encontrar aquela voz ali, muito menos no mesmo sítio onde estava. Muito menos encontrar a pessoa de quem a voz viera.
Sayori soltou-me repentinamente, olhando à sua volta, tentando achar a voz, enquanto eu me encostava numa parede próxima a tentar recuperar o fôlego, ofegando.
- QUEM ÉS TU!? APARECE! – Guinchou ela agressivamente. Eu sabia o que dali viria. Contudo, as forças já não me davam para me manter lúcido. Senti o meu corpo deslizar pela parede e a cair na inconsciência.
- Atraída por sarilhos a Navegante de Urano toma parte activa! – A voz grave e séria falou ameaçadoramente. A Princesa dos Ventos e Navegante de Urano aparecera.
Ninguém sabia que ela voltara ao Japão, ou melhor, nem ela própria sabia porque tinha voltado. Mas algo lhe dizia que tinha de estar ali para proteger a sua Princesa. Apesar de a vontade dela ser de se manter longe do país onde nascera, o seu dever era ficar e proteger a Cara de Lua. Ela precisava de ali estar e no que dependesse dela, nada mais aconteceria na sua presença. A Navegante de Urano estaria ali para resolver tudo e naquele momento, para consigo mesma, prometera não mais fugir aos seus problemas pois tal não valia a pena. Só lhe tinha trazido mais problemas que vantagens e ela tinha de arrumar a questão Michiru de uma vez. Não podia mais adiar aquele assunto.
- Maldição! Mais uma daquelas Guerreiras deste Sistema Solar maldito! – Sayori resmungou furiosa. Definitivamente a interrupção da Guerreira dos Ventos não era ali bem-vinda. Ela desejava acabar com Seiya mas aquela Loira arruinara-lhe os planos. “Ela pagará bem caro”, fora o que Sayori pensara. Contudo, nada pôde fazer, pois a navegante dos ventos nem lhe dera tempo para reagir:
- Abalo… Do Mundo! – O ataque dela iluminou o jardim, atravessando-o até à fonte, rebentando com ela. Sayori viu-a desfazer-se por detrás de si e engoliu em seco, quase como se pensasse o que lhe poderia acontecer se aquele ataque lhe acertasse. Depois focou o seu olhar no olhar em chamas de Urano, e engoliu mais em seco ainda. Naquele momento ainda não se sentia forte o suficiente para entrar num confronto directo e acabou por desaparecer numa coluna de fumo. Haruka estalou a língua contra os dentes, indo até Seiya, segurando-o contra si. Pegou nele ao colo, pensando em quanto ele era pesado e levou-o dali para fora.
*****
- Seiya, acorda… - Eu tentei acordar Seiya, enquanto Haruka estava encostada na ombreira da porta a observar-me. Desde que ela o trouxera, para além de me ter deixado admirado com a sua aparição súbita. pois ela nem me tinha avisado que viria para o Japão, ficara ali em silêncio a olhar para mim e para Seiya. Contudo, naquele momento ele não iria acordar tão cedo, pelo que desisti, acabando por olhar para Haruka que tinha o olhar completamente distante, como se estivesse a pensar em algo – Haruka, porque voltaste ao Japão? – Acabei por perguntar e só nessa altura ela desceu à Terra.
- Uh? – Acabou por dizer – Ah isso… Algo me trouxe até aqui… O meu instinto disse-me que tinha de ir proteger a minha Princesa e de certa forma acabei por lhe salvar o couro. Devias estar agradecido – Ela tinha voltado ao seu tom seco contudo fiz por ignorar. Ela tinha razão. Se não fosse ela, Seiya teria quase morrido. Tínhamos uma dívida para com ela e não o poderíamos negar. Mas ainda me lembrava da dívida que ela tinha para comigo pelo que de certa forma estávamos quites.
- Entendo – Acabei por dizer – Mesmo assim não me disseste nada, nem estava à espera que voltasses. Queres ficar cá?
Haruka olhou para mim muito séria, mas quase a desmanchar-se a rir, o que me deixou meio apreensivo. De certa forma entendia a posição dela, contudo, ela se queria ficar no Japão, não poderia ficar na casa de Michiru, pois tal naquele momento não tinha sentido algum. Elas não se falavam fazia meses e Michiru nada sabia dela. Haruka não tinha outra escolha. Ou isso ou em casa de Usagi. Mas certamente a Loirinha não iria querer alaridos. Eu queria voltar a ajudá-la, isto se ela me deixasse.
- Uhm… Está bem – Ela torceu o nariz mas acabou por anuir. Pareceu ter pensado no mesmo que eu e por isso acabei por sorrir.
No entretanto, alguém batera à porta do quarto, logo de seguida entrando. Era Taiki e eu engoli em seco. Ele não sabia de nada disto.
- Haruka?! – Acabou por dizer espantado. Eu quase que me ri ao ver a cara de espanto de Taiki que era impagável e inigualável. Dava tudo para lhe poder tirar uma foto para a posterioridade.
- Não Cabeça de Melão, eu sou uma miragem, não se está mesmo a ver? – Respondeu Haruka de forma torta. Ela parecia mesmo estar mal-disposta. Pior que o seu semblante o transmitia de toda a forma. Ela era bem assim, transparente.
- Desculpa lá Haruka mas eu não te falei torto para me falares assim – Acabou ele por dizer, atrapalhado com a agressividade dela.
- Olha, se vais ser como o Cara de Cavalo é melhor não me encheres a cabeça – Haruka suspirou de forma seca e foi até à varanda, abrindo a janela, olhando para o exterior. Ela parecia outra Haruka. Possivelmente irritada com o facto de ter salvo Seiya, ou talvez não querendo encontrar Michiru. Já nem sabia.
De qualquer forma, acabei por desistir de Seiya, que permanecia profundamente adormecido e acabei por me chegar perto de Taiki, sussurrando:
- Não a provoques… Ela não me parece bem. Não vale a pena arranjar discussões desnecessárias.
- Mas… - Tentou ele contrapor.
- Taiki, não. É escusado… No entretanto, faz algo para o Seiya comer quando ele acordar. E um chá de tília. Ele vai passar-se quando a vir – Taiki olhou para mim notoriamente contrariado, contudo ele sabia que não tinha outra opção senão obedecer. Ele suspirou e saiu do quarto tão depressa quanto entrara.
Eu suspirei. Sentia que estávamos metidos numa enorme alhada. Para ter deixado Seiya naquele estado, Sayori estava mais forte que antes, contudo não forte o suficiente para o matar. Mesmo assim, não sabia o que fazer. Teríamos de juntar forças com as navegantes, mas para isso era preciso que Haruka quisesse estar com elas. E eu sabia que isso seria difícil. Ela era a Haruka Tenoh, não era fácil de convencer. Contudo eu sabia que haveria uma maneira de a fazer ceder. Bastava jogar as cartas certas.
Ouvi um barulho vindo da cama, uma espécie de gemidos, como se alguém estivesse a acordar e eu virei-me automaticamente para lá. Seiya estava a despertar e eu fui até à cama, segurando a mão dele. Haruka continuava à janela impávida e serena, em silêncio absoluto. Eu olhei-a de esguelha, enquanto tentava ao mesmo tempo ajudar Seiya a sentar-se. Ele parecia ainda perturbado com o que acontecera e o seu olhar oscilou entre a janela onde estava Haruka e eu. O olhar dele transmitia incredulidade misturada com raiva por a ver ali. Ele odiara ver o estado de Michiru quando Haruka partira, sem sequer dar satisfações e ainda estava meio que aziado com isso. Contudo ele não a podia censurar. Só eu e possivelmente Michiru sabíamos dos verdadeiros motivos da partida da Loirinha. De qualquer forma, não queria meter-me de momento naquilo, já tinha problemas que chegassem.
- Que é que essa Empertigada…
- Está aqui a fazer? – Interrompeu Haruka, completando-o – Essa Empertigada, como tu dizes acabou de te salvar o couro. Por isso devias agradecer, seu mal-educado – Ela tentou a todo o custo manter-se calma, mas o punho que ela mantinha cerrado, mostrava que ela estava cheia de vontade de o socar. Eu olhei-a com condescendência e ela acabou por suspirar. Tinha pena dela sinceramente, mas o Seiya era deveras insuportável quando acordava. E naquele momento isso era bem evidente.
Seiya olhou para ela incrédulo. Ele não entendia o que ela queria dizer com aquilo.
- Que queres dizer!? – Perguntou ele baralhado.
- Se não fosse eu aquela sujeitinha que te atacou ter-te-ia morto, seu idiota! - Haruka exaltou-se e eu tive de a segurar, não fosse acontecer alguma desgraça. Ela meio que se remexeu mas nada disse quanto ao facto. Seiya olhava-a estupefacto. A sua expressão transmitia pura incredulidade perante tais informações. Eu entendia-o. Ninguém acreditaria que alguém que sempre fora hostil quanto à nossa presença na Terra sequer se daria ao trabalho de salvar um de nós. Um completo absurdo, diria até. Ou ela não seria a rebelde Haruka. Ela era demasiado senhora do seu nariz, difícil de convencer. Nada a faria mudar de ideias a nosso respeito, embora comigo as coisas fossem bem diferentes. Ela agia de forma diferente comigo. Mas com os restantes não. E de certa forma isso era meio chato. A relação tornava-se sempre meio tensa sem necessidade disso. Orgulhos feridos dava sempre nisso.
- E-Eu não acredito... - Seiya gaguejou – T-Tu nunca o farias...
- Mas fiz. Se acreditas ou não, é problema teu – Ela suspirou, depois ajeitando o cabelo, olhando para mim – Yaten, vou até lá fora apanhar ar... Se me dão licença – Ela sentou-se no varandim, logo de seguida deixando-se cair para o andar de baixo. Seiya olhou para mim, meio que a pedir para ficar sozinho. Eu acenti e depois saí do quarto em silêncio.
- Ei, Sayako... – A voz melódica de Kaname assomou aos meus ouvidos num sussurro doce. Estávamos, como sempre, abraçádas uma à outra, os nossos corpos desnudos cobertos pela minha camisa, debaixo da nossa árvore, do nosso cantinho. Os seus cabelos roçavam os meus seios e o seu corpo quente estava enroscado no meu. Eu sorri meiga – Achas que um dia poderemos assumir o que sentimos? Assumir perante o mundo? Perante as nossas famílias?
De certa forma eu fiquei sem saber o que lhe responder...
*FIM DO FLASHBACK*
- KANAME! – Gritei e sentei-me na cama num ímpeto, cheio de suores frios. O passado assolava-me todas as noites, depois daquela revelação. Eu levei a minha mão à testa, tirando a minha franja encharcada no meu suor. As minhas costelas doiam ainda um pouco, mas não tanto como antes. Talvez os poderes de Yaten tivessem alguma mão nisso. Eu suspirei. Tive de me voltar a deitar na cama e pûs o meu antebraço sobre a testa. Eu respirei fundo, tentando pôr as ideias no lugar.
Aqueles pensamentos sobre Kaname andavam a matar-me por dentro.
Eu olhei para a janela e uma loira de olhos azulados olhava para mim de forma fixa. Não sabia há quanto tempo ela estava assim ou há quanto tempo ela estava ali. A verdade é que ela estava a olhar para mim. Parecia pensativa e pareceu ter ouvido o meu despertar do pesadelo. Ela meneou a cabeça e depois sentou-se numa cadeira ainda a observar-me.
- Que foi, sou assim tão bonito? – Acabei por dizer de forma meio azeda. Ela levantou o sobrolho em tom de desagrado.
- Não me provoques Seiya – Espantei-me por ela usar o meu nome pela primeira vez em sabe-se lá quanto tempo, e eu deixei meio que transparecer isso. Ela sorriu e fechou os olhos, em tom calmo, meio que relaxando.
- Está bem, está bem... – Eu acabei por dizer, sorrindo de leve. Depois voltei a sentar-me – O Yaten e o Taiki?
- Eles saíram – Haruka respondeu-me de forma directa e simples – Acho que foram sair com a Ami e com a Minako... Não sei grande coisa. Ficámos cá só nós...
- Ui, que animador – Acabei por murmurar entredentes. Ficar sozinho em casa com Haruka não fazia em nada parte dos meus planos – Mas Haruka... Porque apareceste?
- Olha, porque o Pai Natal mandou-me uma carta a dizer que se não voltasse para Tóquio não receberia presentes – Ela usou e abusou naquela ironia – Porque achas Cabeça de Vento? Uma maluca psicopata ameaça evaddir a Terra e abrir buracos atrás de buracos para tentar obter o poder absoluto e a ameaçar precisamente o planeta que tenho de proteger e eu ia ficar impávida e serena escondida debaixo da cama? Nem pensar!
Eu fiquei estupefacto a olhar para ela. De certa forma, a partida dela deixara um enorme vazio nas restantes meninas e isso indignara-me profundamente. Passei a odiá-la mais ainda que antes. Perdi horas a pensar nos seus motivos. Sempre senti que Yaten sabia mais do que contava a Michiru, que chorava horas e horas nos meus braços, apesar das nossas discussões constantes. Mas ainda assim, Haruka era incompreensível. Ela não era normal. Ela fugia dos meus limites de compreensão. Eu suspirei. Ela deu apenas um encolher de ombros e levantou-se, logo depois saíndo do quarto, deixando-me sozinho.
*FIM POV SEIYA*
Capítulo 40 :3
Divirtam-se

O meu corpo perdia as forças. A minha mão tinha tentado chegar à minha caneta de transformação que estava no fundo do bolso das calças. Contudo, estava a sentir-me entorpecido pela falta de oxigénio no corpo. Estava quase a ceder quando, ao longe e distorcido, ouvi alguém transformar-se:
- Pelo Poder Sagrado...
Capítulo 40 – Passado – Parte 2
- ... de Urano!
Ao ouvir aquela transformação fiquei pasmo. Não estava à espera de encontrar aquela voz ali, muito menos no mesmo sítio onde estava. Muito menos encontrar a pessoa de quem a voz viera.
Sayori soltou-me repentinamente, olhando à sua volta, tentando achar a voz, enquanto eu me encostava numa parede próxima a tentar recuperar o fôlego, ofegando.
- QUEM ÉS TU!? APARECE! – Guinchou ela agressivamente. Eu sabia o que dali viria. Contudo, as forças já não me davam para me manter lúcido. Senti o meu corpo deslizar pela parede e a cair na inconsciência.
*Fim POV Seiya*
Após Seiya ter desmaiado, Sayori ficou a olhar para todos os lados, querendo descobrir de onde vinha aquela voz, quem era aquela que a desafiaria.- Atraída por sarilhos a Navegante de Urano toma parte activa! – A voz grave e séria falou ameaçadoramente. A Princesa dos Ventos e Navegante de Urano aparecera.
Ninguém sabia que ela voltara ao Japão, ou melhor, nem ela própria sabia porque tinha voltado. Mas algo lhe dizia que tinha de estar ali para proteger a sua Princesa. Apesar de a vontade dela ser de se manter longe do país onde nascera, o seu dever era ficar e proteger a Cara de Lua. Ela precisava de ali estar e no que dependesse dela, nada mais aconteceria na sua presença. A Navegante de Urano estaria ali para resolver tudo e naquele momento, para consigo mesma, prometera não mais fugir aos seus problemas pois tal não valia a pena. Só lhe tinha trazido mais problemas que vantagens e ela tinha de arrumar a questão Michiru de uma vez. Não podia mais adiar aquele assunto.
- Maldição! Mais uma daquelas Guerreiras deste Sistema Solar maldito! – Sayori resmungou furiosa. Definitivamente a interrupção da Guerreira dos Ventos não era ali bem-vinda. Ela desejava acabar com Seiya mas aquela Loira arruinara-lhe os planos. “Ela pagará bem caro”, fora o que Sayori pensara. Contudo, nada pôde fazer, pois a navegante dos ventos nem lhe dera tempo para reagir:
- Abalo… Do Mundo! – O ataque dela iluminou o jardim, atravessando-o até à fonte, rebentando com ela. Sayori viu-a desfazer-se por detrás de si e engoliu em seco, quase como se pensasse o que lhe poderia acontecer se aquele ataque lhe acertasse. Depois focou o seu olhar no olhar em chamas de Urano, e engoliu mais em seco ainda. Naquele momento ainda não se sentia forte o suficiente para entrar num confronto directo e acabou por desaparecer numa coluna de fumo. Haruka estalou a língua contra os dentes, indo até Seiya, segurando-o contra si. Pegou nele ao colo, pensando em quanto ele era pesado e levou-o dali para fora.
*****
- Uh? – Acabou por dizer – Ah isso… Algo me trouxe até aqui… O meu instinto disse-me que tinha de ir proteger a minha Princesa e de certa forma acabei por lhe salvar o couro. Devias estar agradecido – Ela tinha voltado ao seu tom seco contudo fiz por ignorar. Ela tinha razão. Se não fosse ela, Seiya teria quase morrido. Tínhamos uma dívida para com ela e não o poderíamos negar. Mas ainda me lembrava da dívida que ela tinha para comigo pelo que de certa forma estávamos quites.
- Entendo – Acabei por dizer – Mesmo assim não me disseste nada, nem estava à espera que voltasses. Queres ficar cá?
Haruka olhou para mim muito séria, mas quase a desmanchar-se a rir, o que me deixou meio apreensivo. De certa forma entendia a posição dela, contudo, ela se queria ficar no Japão, não poderia ficar na casa de Michiru, pois tal naquele momento não tinha sentido algum. Elas não se falavam fazia meses e Michiru nada sabia dela. Haruka não tinha outra escolha. Ou isso ou em casa de Usagi. Mas certamente a Loirinha não iria querer alaridos. Eu queria voltar a ajudá-la, isto se ela me deixasse.
- Uhm… Está bem – Ela torceu o nariz mas acabou por anuir. Pareceu ter pensado no mesmo que eu e por isso acabei por sorrir.
No entretanto, alguém batera à porta do quarto, logo de seguida entrando. Era Taiki e eu engoli em seco. Ele não sabia de nada disto.
- Haruka?! – Acabou por dizer espantado. Eu quase que me ri ao ver a cara de espanto de Taiki que era impagável e inigualável. Dava tudo para lhe poder tirar uma foto para a posterioridade.
- Não Cabeça de Melão, eu sou uma miragem, não se está mesmo a ver? – Respondeu Haruka de forma torta. Ela parecia mesmo estar mal-disposta. Pior que o seu semblante o transmitia de toda a forma. Ela era bem assim, transparente.
- Desculpa lá Haruka mas eu não te falei torto para me falares assim – Acabou ele por dizer, atrapalhado com a agressividade dela.
- Olha, se vais ser como o Cara de Cavalo é melhor não me encheres a cabeça – Haruka suspirou de forma seca e foi até à varanda, abrindo a janela, olhando para o exterior. Ela parecia outra Haruka. Possivelmente irritada com o facto de ter salvo Seiya, ou talvez não querendo encontrar Michiru. Já nem sabia.
De qualquer forma, acabei por desistir de Seiya, que permanecia profundamente adormecido e acabei por me chegar perto de Taiki, sussurrando:
- Não a provoques… Ela não me parece bem. Não vale a pena arranjar discussões desnecessárias.
- Mas… - Tentou ele contrapor.
- Taiki, não. É escusado… No entretanto, faz algo para o Seiya comer quando ele acordar. E um chá de tília. Ele vai passar-se quando a vir – Taiki olhou para mim notoriamente contrariado, contudo ele sabia que não tinha outra opção senão obedecer. Ele suspirou e saiu do quarto tão depressa quanto entrara.
Eu suspirei. Sentia que estávamos metidos numa enorme alhada. Para ter deixado Seiya naquele estado, Sayori estava mais forte que antes, contudo não forte o suficiente para o matar. Mesmo assim, não sabia o que fazer. Teríamos de juntar forças com as navegantes, mas para isso era preciso que Haruka quisesse estar com elas. E eu sabia que isso seria difícil. Ela era a Haruka Tenoh, não era fácil de convencer. Contudo eu sabia que haveria uma maneira de a fazer ceder. Bastava jogar as cartas certas.
Ouvi um barulho vindo da cama, uma espécie de gemidos, como se alguém estivesse a acordar e eu virei-me automaticamente para lá. Seiya estava a despertar e eu fui até à cama, segurando a mão dele. Haruka continuava à janela impávida e serena, em silêncio absoluto. Eu olhei-a de esguelha, enquanto tentava ao mesmo tempo ajudar Seiya a sentar-se. Ele parecia ainda perturbado com o que acontecera e o seu olhar oscilou entre a janela onde estava Haruka e eu. O olhar dele transmitia incredulidade misturada com raiva por a ver ali. Ele odiara ver o estado de Michiru quando Haruka partira, sem sequer dar satisfações e ainda estava meio que aziado com isso. Contudo ele não a podia censurar. Só eu e possivelmente Michiru sabíamos dos verdadeiros motivos da partida da Loirinha. De qualquer forma, não queria meter-me de momento naquilo, já tinha problemas que chegassem.
- Que é que essa Empertigada…
- Está aqui a fazer? – Interrompeu Haruka, completando-o – Essa Empertigada, como tu dizes acabou de te salvar o couro. Por isso devias agradecer, seu mal-educado – Ela tentou a todo o custo manter-se calma, mas o punho que ela mantinha cerrado, mostrava que ela estava cheia de vontade de o socar. Eu olhei-a com condescendência e ela acabou por suspirar. Tinha pena dela sinceramente, mas o Seiya era deveras insuportável quando acordava. E naquele momento isso era bem evidente.
Seiya olhou para ela incrédulo. Ele não entendia o que ela queria dizer com aquilo.
- Que queres dizer!? – Perguntou ele baralhado.
- Se não fosse eu aquela sujeitinha que te atacou ter-te-ia morto, seu idiota! - Haruka exaltou-se e eu tive de a segurar, não fosse acontecer alguma desgraça. Ela meio que se remexeu mas nada disse quanto ao facto. Seiya olhava-a estupefacto. A sua expressão transmitia pura incredulidade perante tais informações. Eu entendia-o. Ninguém acreditaria que alguém que sempre fora hostil quanto à nossa presença na Terra sequer se daria ao trabalho de salvar um de nós. Um completo absurdo, diria até. Ou ela não seria a rebelde Haruka. Ela era demasiado senhora do seu nariz, difícil de convencer. Nada a faria mudar de ideias a nosso respeito, embora comigo as coisas fossem bem diferentes. Ela agia de forma diferente comigo. Mas com os restantes não. E de certa forma isso era meio chato. A relação tornava-se sempre meio tensa sem necessidade disso. Orgulhos feridos dava sempre nisso.
- E-Eu não acredito... - Seiya gaguejou – T-Tu nunca o farias...
- Mas fiz. Se acreditas ou não, é problema teu – Ela suspirou, depois ajeitando o cabelo, olhando para mim – Yaten, vou até lá fora apanhar ar... Se me dão licença – Ela sentou-se no varandim, logo de seguida deixando-se cair para o andar de baixo. Seiya olhou para mim, meio que a pedir para ficar sozinho. Eu acenti e depois saí do quarto em silêncio.
*****
*POV SEIYA*
*FLASHBACK*- Ei, Sayako... – A voz melódica de Kaname assomou aos meus ouvidos num sussurro doce. Estávamos, como sempre, abraçádas uma à outra, os nossos corpos desnudos cobertos pela minha camisa, debaixo da nossa árvore, do nosso cantinho. Os seus cabelos roçavam os meus seios e o seu corpo quente estava enroscado no meu. Eu sorri meiga – Achas que um dia poderemos assumir o que sentimos? Assumir perante o mundo? Perante as nossas famílias?
De certa forma eu fiquei sem saber o que lhe responder...
*FIM DO FLASHBACK*
- KANAME! – Gritei e sentei-me na cama num ímpeto, cheio de suores frios. O passado assolava-me todas as noites, depois daquela revelação. Eu levei a minha mão à testa, tirando a minha franja encharcada no meu suor. As minhas costelas doiam ainda um pouco, mas não tanto como antes. Talvez os poderes de Yaten tivessem alguma mão nisso. Eu suspirei. Tive de me voltar a deitar na cama e pûs o meu antebraço sobre a testa. Eu respirei fundo, tentando pôr as ideias no lugar.
Aqueles pensamentos sobre Kaname andavam a matar-me por dentro.
Eu olhei para a janela e uma loira de olhos azulados olhava para mim de forma fixa. Não sabia há quanto tempo ela estava assim ou há quanto tempo ela estava ali. A verdade é que ela estava a olhar para mim. Parecia pensativa e pareceu ter ouvido o meu despertar do pesadelo. Ela meneou a cabeça e depois sentou-se numa cadeira ainda a observar-me.
- Que foi, sou assim tão bonito? – Acabei por dizer de forma meio azeda. Ela levantou o sobrolho em tom de desagrado.
- Não me provoques Seiya – Espantei-me por ela usar o meu nome pela primeira vez em sabe-se lá quanto tempo, e eu deixei meio que transparecer isso. Ela sorriu e fechou os olhos, em tom calmo, meio que relaxando.
- Está bem, está bem... – Eu acabei por dizer, sorrindo de leve. Depois voltei a sentar-me – O Yaten e o Taiki?
- Eles saíram – Haruka respondeu-me de forma directa e simples – Acho que foram sair com a Ami e com a Minako... Não sei grande coisa. Ficámos cá só nós...
- Ui, que animador – Acabei por murmurar entredentes. Ficar sozinho em casa com Haruka não fazia em nada parte dos meus planos – Mas Haruka... Porque apareceste?
- Olha, porque o Pai Natal mandou-me uma carta a dizer que se não voltasse para Tóquio não receberia presentes – Ela usou e abusou naquela ironia – Porque achas Cabeça de Vento? Uma maluca psicopata ameaça evaddir a Terra e abrir buracos atrás de buracos para tentar obter o poder absoluto e a ameaçar precisamente o planeta que tenho de proteger e eu ia ficar impávida e serena escondida debaixo da cama? Nem pensar!
Eu fiquei estupefacto a olhar para ela. De certa forma, a partida dela deixara um enorme vazio nas restantes meninas e isso indignara-me profundamente. Passei a odiá-la mais ainda que antes. Perdi horas a pensar nos seus motivos. Sempre senti que Yaten sabia mais do que contava a Michiru, que chorava horas e horas nos meus braços, apesar das nossas discussões constantes. Mas ainda assim, Haruka era incompreensível. Ela não era normal. Ela fugia dos meus limites de compreensão. Eu suspirei. Ela deu apenas um encolher de ombros e levantou-se, logo depois saíndo do quarto, deixando-me sozinho.
*FIM POV SEIYA*

さよならできずに, 立ち止まったままの僕と一緒に...
Enquanto navegava no tópico “Fanfics de Sailor Moon”,deparei com esta fic e decidi ler. Levei quase quatro dias ler os capítulos postados e, apesar do modo hiatus, confesso que adorei a história. Parabéns pelo trabalho.
Na minha opinião, O amor é um sentimento extremamente poderoso. O seu poder quebra fronteiras. Os exemplos vêem –se quando lutamos por aquilo que acreditamos ou sentimos por alguém que amamos. E a prova está também presente nestes capítulos onde relatas na 1º pessoa as peripécias amorosas das Starlights. Vejo que gostas realmente do yaten. Conclui essa teoria após ler a descrição dos sentimentos da personagem pela Navegante de Venús. Gostei desta parte. Sem dúvida foi a melhor parte que li na fic, isto também, por causa da problemática dos subconscientes do hermofrodita (actualmente com sexo fixo) sempre conselheiros da resolução dos seus problemas. Fartei me de rir com esse episódio (isso lembra-me a mim quando estou em sarilhos e o subconsciente alerta-me para evitar o pior… Mas a todos isso acontece.)
Adiante… Nunca pensei que fizesses aquilo à Haruka. A michiru amar seiya? Não pode! Morri quando li aquilo. A sério! São perfeitas uma para a outra. Como é que michiru teve a coragem e desligar o seu amor à princesa dos ventos para Seiya? Nunca pensei. (Mas depois saberes que detestas a personagem e a tornaste um assunto do estilo off topic na tua história…É compreensível que querias construir – la para ser uma má da fita… Pobre mulher
). Mesmo assim a Haruka rende-se de amores por ela. Como será o desfecho das duas? E também o desfecho completo desta longa história… Tens imaginação para dar e vender… Escreves bem, principalmente na parte dos sentimentos, e concordo quando dizes que a escrita é uma habilidade que está em nós mas que devemos saber como produzir… E tu sabes como fazer é com base da inspiração naquilo que vemos, lemos e sentimos. Por isso, dou o meu incentivo: Tens que continuar! Tens… Deixa lá isto do modo hiatus e volta ao activo. Não desmoralizes por não teres ou perderes leitoras que deixaram de participar na tua fic. Estou aqui para te apoiar! (Lembra-te do que escrevi em cima!) Sei que a fic é velhinha e… viste? Resolvi ler e comentar na mesma. Quanto puderes ou quiseres actualizar serei a primeira a ler e comentar
.
Na minha opinião, O amor é um sentimento extremamente poderoso. O seu poder quebra fronteiras. Os exemplos vêem –se quando lutamos por aquilo que acreditamos ou sentimos por alguém que amamos. E a prova está também presente nestes capítulos onde relatas na 1º pessoa as peripécias amorosas das Starlights. Vejo que gostas realmente do yaten. Conclui essa teoria após ler a descrição dos sentimentos da personagem pela Navegante de Venús. Gostei desta parte. Sem dúvida foi a melhor parte que li na fic, isto também, por causa da problemática dos subconscientes do hermofrodita (actualmente com sexo fixo) sempre conselheiros da resolução dos seus problemas. Fartei me de rir com esse episódio (isso lembra-me a mim quando estou em sarilhos e o subconsciente alerta-me para evitar o pior… Mas a todos isso acontece.)
Adiante… Nunca pensei que fizesses aquilo à Haruka. A michiru amar seiya? Não pode! Morri quando li aquilo. A sério! São perfeitas uma para a outra. Como é que michiru teve a coragem e desligar o seu amor à princesa dos ventos para Seiya? Nunca pensei. (Mas depois saberes que detestas a personagem e a tornaste um assunto do estilo off topic na tua história…É compreensível que querias construir – la para ser uma má da fita… Pobre mulher
). Mesmo assim a Haruka rende-se de amores por ela. Como será o desfecho das duas? E também o desfecho completo desta longa história… Tens imaginação para dar e vender… Escreves bem, principalmente na parte dos sentimentos, e concordo quando dizes que a escrita é uma habilidade que está em nós mas que devemos saber como produzir… E tu sabes como fazer é com base da inspiração naquilo que vemos, lemos e sentimos. Por isso, dou o meu incentivo: Tens que continuar! Tens… Deixa lá isto do modo hiatus e volta ao activo. Não desmoralizes por não teres ou perderes leitoras que deixaram de participar na tua fic. Estou aqui para te apoiar! (Lembra-te do que escrevi em cima!) Sei que a fic é velhinha e… viste? Resolvi ler e comentar na mesma. Quanto puderes ou quiseres actualizar serei a primeira a ler e comentar
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A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]
A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
[+13] [Epílogo 14/04/14]
Tens de entrar para responderes neste tópico.

Mas se não ficou na primeira vez...Os teus agentes têm de intrevir outra vez...
tu sabes do que eu tou a falar...
Será que não?
...mais valia não ter dito nada...
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