[FIC] Forgotten Dreams [Sonhos Esquecidos]
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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
Capítulo 2 - O desaparecimento de Rita
Nada.
Absolutamente nada.
O coração de Bunny batia violentamente e o seu cabelo ondulava ao sabor do vento. Tal como ela, todas as outras navegantes estavam preplexas, à espera de um sinal. Um sinal qualquer, qualquer que fosse...
- A... - Tentou falar, mas os seus lábios quase brancos por causa do frio que fazia, não conseguiram mecher-se mais.
- Mas... o que...? - Joana parecia meio assustada, meio divertida, tal como uma criancinha que não sabe destinguir uma partida de algo sério.
Olharam umas para as outras, à espera que alguma delas soubesse a resposta ou o significado de tudo aquilo.
Bunny sabia que não podia chorar. Em todo este tempo aprendera que se queremos ver alguém feliz ou afastar um problema, não é com as lágrimas que o fazemos. Mas naquele momento, não conseguia sorrir. Mas era impossível, quase imprudente, pensar assim. Sentiu um fio quente e molhado cair pela sua gélida cara. Começou a tremer, tal era o frio, e as nuvens estavam cada vez mais negras.
- Bunny, tem calma... - Disse Ami, tentando também manter-se concentrada. - Não pudemos desesperar já. Vamos procurá-la, vais ver que não aconteceu nada.
- A Ami tem razão... não vamos perder a cabeça.
Foi como se um raio tivesse atingindo o seu cérebro.
Chibiusa estava ali, à sua frente, crescida. Nem sequer a cumprimentou como deve de ser, nem teve tempo para pensar nisso... levantou-se, secando as lágrimas. Estava tão irritada que nem sabia o que dizer.
- CALA-TE! O que entendes tu?? - As palavras saíram-lhe como pesadas balas sem destino.
- Bunny! O que estás a dizer? A Chibiusa está certa. - Maria parecia chocada com a atitude de Bunny.
- EU NÃO PRECISO DE MENINAS A DIZEREM-ME O QUE DEVO OU NÃO FAZER! - As lágrimas caiam agora muito depressa, e o seu coração estava a mais de mil.
- Bunny, escuta... ! - Ami implorou, mas Bunny já tinha virado costas, saíndo a correr.
Os olhos de Chibiusa estavam inchados. Não esteve a chorar, mas poderia dizer-se isso só de olhar para ela. As suas bochechas estavam ligeiramente vermelhas, pois mesmo a olhar diretamente para o chão sabia que tinha todos os olhares cravados em si.
- Chibiusa... - Começou Joana, ajoelhando-se. - Tu já és crescida, e sabes como ela é... temos todas a certeza que ela não te queria magoar... - Olhou para as companheiras, que acenaram com a cabeça.
- Pois Joana... tens razão, eu cresci. Mas não foi só em tamanho, sabes? Eu consigo entender que ela pensa que vou ser melhor que ela um dia, que quero tudo o que ela tem.- Chibiusa tentou fazer o tom mais sincero que podia.- Admito que um dia podia ter desejado isso. Mas não o faço agora. Vejo a Bunny como uma grande guerreira, mas não quero ser igual a ela, ter as mesmas coisas... não porque ela é má, nada disso. Na realidade, ela é exactamente o contrário disso... mas eu acredito que devo ser eu mesma, e não copiar os outros. Quero ser forte como eu sou, quero viver com o que tenho e com o que possa vir a ter.
Por instantes todas as caras permaneceram iguais, mas depois esboçaram um sorriso carinhoso.
- Vamos procurar a Rita? - Perguntou Maria, ainda sorrindo.
- Vamos! - Responderam em coro.
---- // ----
Enquanto isso, Bunny corria. Tinha começado a chover, e estava totalmente encharcada dos pés à cabeça. Tremia violentamente, enquanto procurava um local para se abrigar. Viu um parque infantil que estava totalmente deserto e entrou. Tinha um ar sinistro, mas era o único sitio que lhe ocorria no momento. Sentou-se debaixo de um escorrega, comprimindo-se no espaço que este fazia relativamente ao chão. Resolvera-lhe o problema da chuva, mas continuava com frio.
- Bolas... - Reclamou para si própria. - Mesmo que não quisesse tinha de ficar aqui... ainda estou longe de casa.
Bunny estava confusa. Acabara de gritar com todas, especialmente... com a Chibiusa. O seu estômago ardia só de pensar nisso. Não sabia o que tinha na cabeça para fazer uma coisa daquelas. Agora que pensava bem nisso, tinha sido mais criança do que alguma vez Chibiusa fora, ou pelo menos nos últimos tempos. Sentiu-se inútil e idiota. Mas não aguentava aquilo... porque todos tinham que interferir na sua vida?? Porquê?? Afinal não é vivendo que se aprende? Não aprenderia nada se não fosse ela própria a agir. Nada daquilo fazia sentido. E enquanto todos estes pensamentos rodopiavam velozmente no seu cérebro, uma mão tocou-lhe no ombro.
---- // ----
- Meninas... - Disse Chibiusa agarrando os joelhos, cansada. - Já procurámos em todo o lado... ela não está aqui.
- Tens razão... ficar aqui não adianta muito, temos que procurar em mais locais. - Concluiu Joana.
- Não, temos de ter alguma prova, tem de estar por aqui... - Ami estava confiante que Rita não poderia ter simplesmente evaporado. Falava mais para si do que para as outras.
- Hmm... meninas... e se...? Esqueçam, é uma suposição parva.
- Diz na mesma, pode ser que ajude...
- Bem... e se foi o inimigo? - Maria pronunciou aquela frase em tom baixo, quase como um murmúrio. Ami olhou agora diretamente para ela, com uma expressão indecifrável.
- É meio impossível não é? A Galáxia foi derrotada, e todos os outros também... - Retroquiu Joana, indecisa.
- Isso não significa que o mal tenha desaparecido. Para vos ser sincera, não gostei daquilo que senti quando estas nuvens apareceram. - Apontou para cima. - Não foi uma sensação nada agradável, sabem...
- Tens razão... também me senti estranha no aeroporto. Eu sabia que vocês vinham, mas estava nervosa. A princípio não entendi porquê, pois mesmo que estivesse sozinha sabia o caminho para casa... Para ser sincera, acho que estava com medo pela Bunny.
- Pela Bunny?
- Sim, exactamente... não sei explicar.
Mais uma vez, a resposta chegou até elas. As nuvens cobriram não só totalmente o céu, como também começaram a espalhar-se à volta.
- O que está a acontecer??
Joana tentou transformar-se, mas nada aconteceu. O desespero começou a emergir.
E, de repente, um arrepio percorreu todos os corpos ali presentes.
- Navegantes... - Uma voz fria e intensa soou na escuridão. - Pensavam que iriam viver em paz? Pois não será assim! Irão sofrer, tal como eu sofri! Vocês não fazem ideia o que é isso, pois não?? Mas estão a começar a sentir... - A mulher fez com que a sua voz aumentasse de tom ainda mais, tornando-se aterradora. - Já perderam uma, e estão prestes a perder outra. Serei eu a acabar com a vossa raça!
E tal como tinha surgido, a escuridão desapareceu. Chibiusa olhou em volta... todas se encontravam ali. Todas menos uma...
Foi então que a realidade embateu nela.
- BUNNY! NÃO!
Nada.
Absolutamente nada.
O coração de Bunny batia violentamente e o seu cabelo ondulava ao sabor do vento. Tal como ela, todas as outras navegantes estavam preplexas, à espera de um sinal. Um sinal qualquer, qualquer que fosse...
- A... - Tentou falar, mas os seus lábios quase brancos por causa do frio que fazia, não conseguiram mecher-se mais.
- Mas... o que...? - Joana parecia meio assustada, meio divertida, tal como uma criancinha que não sabe destinguir uma partida de algo sério.
Olharam umas para as outras, à espera que alguma delas soubesse a resposta ou o significado de tudo aquilo.
Bunny sabia que não podia chorar. Em todo este tempo aprendera que se queremos ver alguém feliz ou afastar um problema, não é com as lágrimas que o fazemos. Mas naquele momento, não conseguia sorrir. Mas era impossível, quase imprudente, pensar assim. Sentiu um fio quente e molhado cair pela sua gélida cara. Começou a tremer, tal era o frio, e as nuvens estavam cada vez mais negras.
- Bunny, tem calma... - Disse Ami, tentando também manter-se concentrada. - Não pudemos desesperar já. Vamos procurá-la, vais ver que não aconteceu nada.
- A Ami tem razão... não vamos perder a cabeça.
Foi como se um raio tivesse atingindo o seu cérebro.
Chibiusa estava ali, à sua frente, crescida. Nem sequer a cumprimentou como deve de ser, nem teve tempo para pensar nisso... levantou-se, secando as lágrimas. Estava tão irritada que nem sabia o que dizer.
- CALA-TE! O que entendes tu?? - As palavras saíram-lhe como pesadas balas sem destino.
- Bunny! O que estás a dizer? A Chibiusa está certa. - Maria parecia chocada com a atitude de Bunny.
- EU NÃO PRECISO DE MENINAS A DIZEREM-ME O QUE DEVO OU NÃO FAZER! - As lágrimas caiam agora muito depressa, e o seu coração estava a mais de mil.
- Bunny, escuta... ! - Ami implorou, mas Bunny já tinha virado costas, saíndo a correr.
Os olhos de Chibiusa estavam inchados. Não esteve a chorar, mas poderia dizer-se isso só de olhar para ela. As suas bochechas estavam ligeiramente vermelhas, pois mesmo a olhar diretamente para o chão sabia que tinha todos os olhares cravados em si.
- Chibiusa... - Começou Joana, ajoelhando-se. - Tu já és crescida, e sabes como ela é... temos todas a certeza que ela não te queria magoar... - Olhou para as companheiras, que acenaram com a cabeça.
- Pois Joana... tens razão, eu cresci. Mas não foi só em tamanho, sabes? Eu consigo entender que ela pensa que vou ser melhor que ela um dia, que quero tudo o que ela tem.- Chibiusa tentou fazer o tom mais sincero que podia.- Admito que um dia podia ter desejado isso. Mas não o faço agora. Vejo a Bunny como uma grande guerreira, mas não quero ser igual a ela, ter as mesmas coisas... não porque ela é má, nada disso. Na realidade, ela é exactamente o contrário disso... mas eu acredito que devo ser eu mesma, e não copiar os outros. Quero ser forte como eu sou, quero viver com o que tenho e com o que possa vir a ter.
Por instantes todas as caras permaneceram iguais, mas depois esboçaram um sorriso carinhoso.
- Vamos procurar a Rita? - Perguntou Maria, ainda sorrindo.
- Vamos! - Responderam em coro.
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Enquanto isso, Bunny corria. Tinha começado a chover, e estava totalmente encharcada dos pés à cabeça. Tremia violentamente, enquanto procurava um local para se abrigar. Viu um parque infantil que estava totalmente deserto e entrou. Tinha um ar sinistro, mas era o único sitio que lhe ocorria no momento. Sentou-se debaixo de um escorrega, comprimindo-se no espaço que este fazia relativamente ao chão. Resolvera-lhe o problema da chuva, mas continuava com frio.
- Bolas... - Reclamou para si própria. - Mesmo que não quisesse tinha de ficar aqui... ainda estou longe de casa.
Bunny estava confusa. Acabara de gritar com todas, especialmente... com a Chibiusa. O seu estômago ardia só de pensar nisso. Não sabia o que tinha na cabeça para fazer uma coisa daquelas. Agora que pensava bem nisso, tinha sido mais criança do que alguma vez Chibiusa fora, ou pelo menos nos últimos tempos. Sentiu-se inútil e idiota. Mas não aguentava aquilo... porque todos tinham que interferir na sua vida?? Porquê?? Afinal não é vivendo que se aprende? Não aprenderia nada se não fosse ela própria a agir. Nada daquilo fazia sentido. E enquanto todos estes pensamentos rodopiavam velozmente no seu cérebro, uma mão tocou-lhe no ombro.
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- Meninas... - Disse Chibiusa agarrando os joelhos, cansada. - Já procurámos em todo o lado... ela não está aqui.
- Tens razão... ficar aqui não adianta muito, temos que procurar em mais locais. - Concluiu Joana.
- Não, temos de ter alguma prova, tem de estar por aqui... - Ami estava confiante que Rita não poderia ter simplesmente evaporado. Falava mais para si do que para as outras.
- Hmm... meninas... e se...? Esqueçam, é uma suposição parva.
- Diz na mesma, pode ser que ajude...
- Bem... e se foi o inimigo? - Maria pronunciou aquela frase em tom baixo, quase como um murmúrio. Ami olhou agora diretamente para ela, com uma expressão indecifrável.
- É meio impossível não é? A Galáxia foi derrotada, e todos os outros também... - Retroquiu Joana, indecisa.
- Isso não significa que o mal tenha desaparecido. Para vos ser sincera, não gostei daquilo que senti quando estas nuvens apareceram. - Apontou para cima. - Não foi uma sensação nada agradável, sabem...
- Tens razão... também me senti estranha no aeroporto. Eu sabia que vocês vinham, mas estava nervosa. A princípio não entendi porquê, pois mesmo que estivesse sozinha sabia o caminho para casa... Para ser sincera, acho que estava com medo pela Bunny.
- Pela Bunny?
- Sim, exactamente... não sei explicar.
Mais uma vez, a resposta chegou até elas. As nuvens cobriram não só totalmente o céu, como também começaram a espalhar-se à volta.
- O que está a acontecer??
Joana tentou transformar-se, mas nada aconteceu. O desespero começou a emergir.
E, de repente, um arrepio percorreu todos os corpos ali presentes.
- Navegantes... - Uma voz fria e intensa soou na escuridão. - Pensavam que iriam viver em paz? Pois não será assim! Irão sofrer, tal como eu sofri! Vocês não fazem ideia o que é isso, pois não?? Mas estão a começar a sentir... - A mulher fez com que a sua voz aumentasse de tom ainda mais, tornando-se aterradora. - Já perderam uma, e estão prestes a perder outra. Serei eu a acabar com a vossa raça!
E tal como tinha surgido, a escuridão desapareceu. Chibiusa olhou em volta... todas se encontravam ali. Todas menos uma...
Foi então que a realidade embateu nela.
- BUNNY! NÃO!
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Agora nas férias já vou ter mais tempo para escrever

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Baby Doll escreveu:exte mistério todo da mais interesse a historia :(chibi4):
eu adorei exte capitulo e extou ansiosa para ler o proximo
Ehehe
Brigada!Vem aí mais e mais mistério x)
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Andre escreveu:Bem esta fic esta muito fixe Haruhi.Ja li o prologo e os dois capitulos e adorei...esta muito fixe...e gostei muito de uma coisa que o sammu tambem fez que foi por as diferentes personagens com cores diferentes...
Pois, é mais fácil de identificar as personagens!

Brigada!
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Este capítulo é mais pequenino, mas prometo que vão começar a ser maiores 
Espero que gostem!
Capítulo 3 - O sonho começa
Chibiusa desatou a correr sem esperar pelas outras. Sabia que não errara, sabia que estava certa... não era a culpada, mas mesmo assim o seu coração transbordava de culpa. Levou a mão ao peito apertando-o, enquanto corria pisando as enormes poças de água deixadas pela chuva. Bunny estava perto. Sentia-o.
---//---
Longe dali, um homem ajoelhou-se perante a sua mestre.
- Permita-me a ousadia mestre... - Disse, com um tom de receio na voz. - Mas não terá sido cedo demais para se ter apresentado às navegantes?
- Cala-te. Pensas que a tua mestre não sabe o que faz?
- Não foi isso q-que quis d-dizer... - O homem tremia ao ouvir aquele tom de voz frio e indiferente.
- Está tudo planeado... o pânico vai apoderar-se delas.
- E se elas perceberem cedo demais quem realmente é?
- NÃO DIGAS DISPARATES! - Berrou, levando as mãos à cabeça. - Agora vai... trata daquele assunto que discutimos da ultima vez.
- Sim senhora. - Disse, retirando-se para as sombras e desaparecendo totalmente.
---//---
- Bunny! Bunny! Onde estás?? - Chibiusa gritava desesperada.
- Tem calma, provavelmente deve ter ido para casa.
- Assim espero... - Olhou para os pés. Estava num estado lastimável, encharcada até à ponta dos cabelos. Pensou então em ir para casa, e levantou a cabeça.
- Olá... navegantes. - Um sorriso idiota apoderou-se da cara de um homem que se erguia à sua frente.
- Quem és??
- Espero que isto te sirva de resposta. - O homem moveu-se rapida e graciosamente, parando à frente de Maria, que fez um olhar aterrador.
Chibiusa olhou para ela, reparando que o homem tinha acabado de atingir a sua amiga.
- MARIA! - Levou as mãos à boca.
- Tenham cuidado! Ele é forte! - Joana colocou-se em posição de luta. - VENUS CRYSTAL POWER! MAKE UP!
Mas mais uma vez, nada aconteceu.
O homem levantou a mão em direcção a Vénus. Murmurou algo incompreensível, e uma forte luz começou a surgir na ponta do seu dedo indicador.
- O que fazemos?? - Perguntou Maria, ajoelhada e agarrando-se à barriga.
Chibiusa cerrou os dentes com força, sentindo uma enorme raiva por não poder fazer nada.
- Pensa... pensa...!
Correu para Joana, abraçando-a. E então, aquela luz forte explodiu, deixando tudo branco...
Chibiusa abriu lentamente os olhos. Não se encontrava mais no mesmo local, isso era certo. Era tudo do mais puro branco: nem uma figura se avistava. Estava deitada ridicularmente no chão, de bruços. Apetecia-lhe fechar os olhos e nunca mais ter de os abrir. Sentiu-se quente quando uma mão lhe tocou no ombro.
- Chibiusa...
- Uma doce voz... quem és? - Abriu lentamente os olhos, mas uma forte luz vinda daquele corpo impedia-a de conseguir identificar aquele ser.
- Ainda não é o momento....
Tudo voltou a explodir, e Chibiusa sentiu o seu corpo a ser arrastado pesadamente para a realidade.
Abriu os olhos rapidamente, e encontrava-se agarrada às outras navegantes.
À frente delas, também com o braço esticado, apontando para o homem, encontrava-se uma figura vestindo uma capa comprida de um tom roxo-escuro. O grande capuz escondia-lhe a face.
- Q-quem és tu?
- Calem-se todas. - Disse, virando-se para elas e apontando o indicador. Rapidamente, uma corda brilhante amarrou as navegantes.
- TU...! - O homem berrava de fúria. - Ela não vai gostar disto!
- A mim não me interessa nada o que ela gosta ou não! - Ripostou. - Desaparece.
- Não devias fazer isto... vais arrepender-te...
- Arrependido vais tu ficar se não tirares o teu rabo daqui para fora.
- Não sejas irónica comigo sua peste... ainda me vingo de ti!
E dito isto, ambos desapareceram.
- O que... foi isto?
- Não sei...
Chibiusa livrou-se rapidamente das cordas e desatou novamente a correr, apenas com um pensamento na cabeça: Bunny.
- Chibiusa, espera por nós! - Gritou Maria, correndo para alcançá-la.
- Sim, espera.... ai! - Joana embateu secamente contra o corpo de Chibiusa. - O que...?
Bunny caminhava em direcção a elas. Vinha com um sorriso no rosto, como se nada tivesse acontecido. E de repente, como uma suave pena, tombou para a frente, ainda com o sorriso estampado na cara.
- BUNNY! - Chibiusa correu para a agarrar, assustada. - O que se passa? Bunny?? Fala comigo!
Mas Bunny já tinha fechado completamente os olhos.

Espero que gostem!
Capítulo 3 - O sonho começa
Chibiusa desatou a correr sem esperar pelas outras. Sabia que não errara, sabia que estava certa... não era a culpada, mas mesmo assim o seu coração transbordava de culpa. Levou a mão ao peito apertando-o, enquanto corria pisando as enormes poças de água deixadas pela chuva. Bunny estava perto. Sentia-o.
---//---
Longe dali, um homem ajoelhou-se perante a sua mestre.
- Permita-me a ousadia mestre... - Disse, com um tom de receio na voz. - Mas não terá sido cedo demais para se ter apresentado às navegantes?
- Cala-te. Pensas que a tua mestre não sabe o que faz?
- Não foi isso q-que quis d-dizer... - O homem tremia ao ouvir aquele tom de voz frio e indiferente.
- Está tudo planeado... o pânico vai apoderar-se delas.
- E se elas perceberem cedo demais quem realmente é?
- NÃO DIGAS DISPARATES! - Berrou, levando as mãos à cabeça. - Agora vai... trata daquele assunto que discutimos da ultima vez.
- Sim senhora. - Disse, retirando-se para as sombras e desaparecendo totalmente.
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- Bunny! Bunny! Onde estás?? - Chibiusa gritava desesperada.
- Tem calma, provavelmente deve ter ido para casa.
- Assim espero... - Olhou para os pés. Estava num estado lastimável, encharcada até à ponta dos cabelos. Pensou então em ir para casa, e levantou a cabeça.
- Olá... navegantes. - Um sorriso idiota apoderou-se da cara de um homem que se erguia à sua frente.
- Quem és??
- Espero que isto te sirva de resposta. - O homem moveu-se rapida e graciosamente, parando à frente de Maria, que fez um olhar aterrador.
Chibiusa olhou para ela, reparando que o homem tinha acabado de atingir a sua amiga.
- MARIA! - Levou as mãos à boca.
- Tenham cuidado! Ele é forte! - Joana colocou-se em posição de luta. - VENUS CRYSTAL POWER! MAKE UP!
Mas mais uma vez, nada aconteceu.
O homem levantou a mão em direcção a Vénus. Murmurou algo incompreensível, e uma forte luz começou a surgir na ponta do seu dedo indicador.
- O que fazemos?? - Perguntou Maria, ajoelhada e agarrando-se à barriga.
Chibiusa cerrou os dentes com força, sentindo uma enorme raiva por não poder fazer nada.
- Pensa... pensa...!
Correu para Joana, abraçando-a. E então, aquela luz forte explodiu, deixando tudo branco...
Chibiusa abriu lentamente os olhos. Não se encontrava mais no mesmo local, isso era certo. Era tudo do mais puro branco: nem uma figura se avistava. Estava deitada ridicularmente no chão, de bruços. Apetecia-lhe fechar os olhos e nunca mais ter de os abrir. Sentiu-se quente quando uma mão lhe tocou no ombro.
- Chibiusa...
- Uma doce voz... quem és? - Abriu lentamente os olhos, mas uma forte luz vinda daquele corpo impedia-a de conseguir identificar aquele ser.
- Ainda não é o momento....
Tudo voltou a explodir, e Chibiusa sentiu o seu corpo a ser arrastado pesadamente para a realidade.
Abriu os olhos rapidamente, e encontrava-se agarrada às outras navegantes.
À frente delas, também com o braço esticado, apontando para o homem, encontrava-se uma figura vestindo uma capa comprida de um tom roxo-escuro. O grande capuz escondia-lhe a face.
- Q-quem és tu?
- Calem-se todas. - Disse, virando-se para elas e apontando o indicador. Rapidamente, uma corda brilhante amarrou as navegantes.
- TU...! - O homem berrava de fúria. - Ela não vai gostar disto!
- A mim não me interessa nada o que ela gosta ou não! - Ripostou. - Desaparece.
- Não devias fazer isto... vais arrepender-te...
- Arrependido vais tu ficar se não tirares o teu rabo daqui para fora.
- Não sejas irónica comigo sua peste... ainda me vingo de ti!
E dito isto, ambos desapareceram.
- O que... foi isto?
- Não sei...
Chibiusa livrou-se rapidamente das cordas e desatou novamente a correr, apenas com um pensamento na cabeça: Bunny.
- Chibiusa, espera por nós! - Gritou Maria, correndo para alcançá-la.
- Sim, espera.... ai! - Joana embateu secamente contra o corpo de Chibiusa. - O que...?
Bunny caminhava em direcção a elas. Vinha com um sorriso no rosto, como se nada tivesse acontecido. E de repente, como uma suave pena, tombou para a frente, ainda com o sorriso estampado na cara.
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Mas Bunny já tinha fechado completamente os olhos.
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Essas palavras significam muito para mim
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