[FIC] Forgotten Dreams [Sonhos Esquecidos]
Fico feliz por saber Andre!
Já o passei quase todo para o pc, por isso não deve demorar muito
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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
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Lol, não me matem !
já tenho aqui o novo capítulo. este é um bocadinho maior 
Se me matarem depois não há mais lolol :X Espero que gostem deste capítulo
E já agora, teorias são bem vindas
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Capítulo 6 - As primeiras memórias
Enormes pontos brancos caíam lá fora enquanto ela olhava pela janela. O seu pensamento estava longe, caindo suavemente com eles. Era uma criança encantadora. O seu cabelo longo e de um tom roxo descaía sobre os ombros, e os seus olhos da mesma tonalidade embora mais clara, eram profundos e misteriosos. No entanto, irradiavam felicidade.
Abriu a janela e colocou-se de joelhos no parapeito, esticando a palma da mão. Sorriu ao ver um pequeno floco de neve pousar nela, e levou-o à boca. A sua mãe, sua querida mãe, sempre dissera para não levar coisas estranhas à boca... mas não era uma coisa estranha! Era uma coisa maravilhosa... no entanto gelada. Voltou para dentro, colocando o seu pequeno pé no banco que se encontrava encostado à janela, a fim de a ajudar a descer. Fechou a janela com todo o cuidado para não fazer barulho, e tremendo de frio esfregou num gesto rápido as mãos quase tão brancas como o floco que nelas caíra.
Voltou-se para aquele que era o seu quarto, observando-o. Tinha uma grande cama de casal com lençóis cor-de-rosa, uns para um lado, outros para o outro, e ao lado da mesma, duas mesinhas de cabeceira. O candeeiro que se encontrava à direita emitia uma luz bastante fraca, mas que permitia ter uma decente visibilidade. Os diversos peluches estavam espalhados pelo chão, quase impossibilitando a passagem, e tinha um pequeno guarda-roupa encostado na parede ao lado da porta, que se encontrava no lado oposto da cama.
Não era um quarto muito grande; no entanto era acolhedor. Fora ali que a sua mãe tanta vez a abraçara. Fora ali que passara horas a fio a brincar com a sua dócil irmã. E também fora ali que o seu pai adoecera. Ela não compreendia o que a mãe dizia com "o pai está prestes a ganhar asas...". Presumia que era algo de bom, pois ela imaginava-se muitas vezes com asas, esticando os braços, colocando-se em cima do telhado através da janela e deixando que o vento soprasse entre os seus cabelos.
Mas a sua irmã não pensava assim. A sua irmã, apenas com 16 anos, chorava pelos cantos pelo pai. Enfiava-se horas a fio no seu quarto, estudando tudo aquilo que poderia existir sobre medicina.
Uma certa vez, Ellian, sua mãe, colocara a mão no seu rosto e dissera algo que ela nunca iria esquecer. "Charlotte, tu, tal como a tua irmã, tens um dom especial... e vais saber usá-lo quando chegar a altura certa". Iria ela voar?...
Abriu os olhos lentamente. Uma pequena lágrima corria pela sua face. Virou-se, colocando lentamente as mãos na almofada. Estava molhada.
- Não quero sonhar com isto... - Disse, baixinho, mas com um tom de raiva na voz. - Porquê?? Porque é que tenho de passar isto noites a fio??
Ergueu-se e colocou os pés nas pantufas rosas. Olhou para o espelho que tinha em frente: o seu pijama era de um tom roxo bastante claro, com vários coelhos pequenos e brancos. Pensou que era um bocado infantil, mas não ligou muito ao assunto. Estava completamente gelada, tal como no sonho que acabara de ter. Abriu a porta do quarto, saiu para o corredor e desceu as escadas que rangiam cada vez que as pisava, bocejando.
- Vejamos o que temos hoje para o pequeno-almoço... - Abriu a porta do frigorífico que se encontrava na cozinha. - As pessoas desta dimensão comem coisas estranhas... o que é isto? - Interrogou-se, lendo o rótulo. - Batatas fritas Laiz. Que raio de nome...
Devorou as batatas que se encontravam no pequeno pacote amarelo como se não comesse há vários dias.
Assim que se sentiu saciada, voltou a subir as escadas íngremes que conduziam ao seu quarto. Olhou-se novamente ao espelho. A "brincadeira" tinha acabado. Podia voltar à sua forma original, não precisava mais de ter o aspecto de uma jovem com 15 anos. Estalou os dedos, e uma luz forte envolveu-a totalmente. Foi desvanecendo, dando lugar a uma Charlotte mais velha, com uns cabelos mais brilhantes e compridos e com um corpo mais bem definido. Estava agora normal, com 17 anos.
- E agora... vamos lá vestir a nova roupa! - Exclamou sorrindo, esquecendo totalmente o sonho que acabara de ter.
--- // ---
- Bunny, estás bem? - Perguntou Maria, ligeiramente preocupada com a amiga.
- Oh xim... nã' te preocupz Mariah, xtou marabilhosa! - Disse, enquanto trincava o gelado de morango que estava na mão esquerda e o de chocolate na mão direita.
- Não se nota logo? Pela maneira como come... já está totalmente recuperada! - Zombou Joana.
Encontravam-se num jardim amplo, com vista para uma pequena lagoa. Vários arbustos espalhavam-se pela relva bastante cuidada, assim como flores de diversas cores e feitios. Grandes árvores abanavam ligeiramente com o vento que soprava, calmo.
- Nã' me diguas ixo, oubiste? qéu xtava a nexessitar mesmo dxto!
Maria ria enquanto observava Bunny a ficar toda suja por causa dos gelados, mas não conseguiu controlar-se, e os seus pensamentos voaram até Ami e restantes. Primeiro a Rita... depois a Ami e finalmente a Chibiusa.
Fitou Joana e Bunny. Qual seria a próxima? Deveria contar a Bunny? Isso só a iria preocupar mais... e ela já tinha várias preocupações. Decidiu por isso de parte.
- Pois é Bunny, por onde anda o Gonçalo? - Perguntou Joana inocentemente.
Bunny parou de rir e de comer o gelado, notando a atmosfera que aquela pergunta criara entre elas. Mesmo assim, levantou a cabeça.
- Não sei... - quebrou o silêncio. - Quer dizer, sei e não sei... porque ele não me dá notícias nem nada... é horrível, faz-me lembrar aquele tempo em que ele se encontrava nas garras do inimigo.
- Vais ver que ele está bem. - Maria sorriu-lhe. - Mas ele está assim tão longe?
- Está em Hong Kong...
- Em Hong Kong? E por que raio foi para lá?
- Não sei ao certo, penso que planeou uma viagem com os amigos. Para vos dizer a verdade... naquelas semanas ele parecia-me distante, e pensei que ele não iria, então não o chateei muito com o assunto...
- Por tanto ele partiu sem te avisar? - Maria franziu a sobrancelha.
- Assim parece... - Atirou para o ar, voltando a morder o gelado.
Sentindo a atmosfera cada vez mais pesada, Joana levantou-se. Tossiu três vezes e fechou os olhos, aparentemente concentrando-se. Murmurou algo incompreensível, e para espanto geral, começou a cantar.
Instantaneamente, todos os animais que ali se encontravam voltaram para as suas tocas. Bunny e Maria olhavam para ela de uma maneira esquisita, o que a fez corar.
- Bolas... foi assim tão mau? - Disse, meio a brincar meio séria.
- N-não... que ideia essa Joaninha. - Bunny sorriu-lhe falsamente e levantou-se também. - Venho já, vou buscar mais gelados!
Bunny pulou alegremente pelo jardim. O carrinho dos gelados ficava alguns metros à frente, num cruzamento de caminhos. O jardim era deveras enorme.
Bunny olhava para as enormes árvores com flores de cerejeira. Eram lindas, e ela adorava-as. Distraída, quase não reparou num pequeno esquilo que se atravessara no seu caminho, e ao tentar evitá-lo, rodou sobre si mesma tropeçando nos seus próprios pés e tombando para a frente.
Soltou um pequeno grito, mas antes de cair no chão, alguém a segurou.
- Parece que choco com toda a gente... - Disse a rapariga, sorrindo.
- D-desculpe... - Balbuciou Bunny desajeitadamente. A rapariga que a ajudara era deveras linda. Nem sabia o que lhe havia de dizer, ficara perplexa a olhar para ela.
- Oh, não faz mal... também vinha distraída. - Disse, vagamente.
- Não não, eu insisto em pedir desculpa! - Bunny sentia-se bastante envergonhada perto dela. - Porque não vens comigo até ali à frente? Pago-te um gelado!
- Não sei se...
- Vem! - Disse, pegando-lhe na mão e não deixando que ela acabasse a frase. - Não tens de ter vergonha nem rejeitar.
- Desculpa? - Dirigiu-se a ela com indiferença. - Não era mais que tua obrigação! - Mudara totalmente de tom.
- Disse alguma coisa que não devia?
- Vocês... são todas todas iguais! - E virou-lhe as costas, deixando Bunny confusa.
- Que rapariga estranha... e mal agradecida! - Disse. - Paciência... o gelado também não se há-de estragar. - E dito isto, trincou-o.
Voltou para trás, a fim de encontrar Maria e Joana outra vez. Não apreciara a cena que acabara de acontecer. “A rapariga era muito estranha e convencida”, pensava. O que lhe tinha passado pela cabeça?
- Bunny, está quase na hora… - Avisou Joana, assim que a avistou.
- Na hora de quê?
- Não me digas que te esqueceste! - Disse Maria num tom sério.
- C-claro que não me e-esqueci! – mandou uma gargalhada falsa. – Como poderia me esquecer? Ah ah ah…
- É obvio que ela se esqueceu. Bunny, nós inscrevemo-nos num curso, lembras-te?
- Oh sim, claro que nã… quer dizer, que sim! – Exclamou alegremente. – Mal posso esperar. Hã… já agora, que curso é? – Coçou a cabeça.
- De Inglês Bunny, de Inglês… ai ai, esta rapariga nunca mais aprende… - Disse Maria, suspirando.
E entre risos da Joana e lições da Maria, as três saíram do jardim.
Por detrás da grande árvore que se encontrava à direita do caminho onde estiveram, surgiu a silhueta de alguém. O vento soprou suavemente, e um longo cabelo ondulado de uma tonalidade roxa surgiu.
- Idiota… - Murmurou, levando a mão lentamente à boca.
Enormes pontos brancos caíam lá fora enquanto ela olhava pela janela. O seu pensamento estava longe, caindo suavemente com eles. Era uma criança encantadora. O seu cabelo longo e de um tom roxo descaía sobre os ombros, e os seus olhos da mesma tonalidade embora mais clara, eram profundos e misteriosos. No entanto, irradiavam felicidade.
Abriu a janela e colocou-se de joelhos no parapeito, esticando a palma da mão. Sorriu ao ver um pequeno floco de neve pousar nela, e levou-o à boca. A sua mãe, sua querida mãe, sempre dissera para não levar coisas estranhas à boca... mas não era uma coisa estranha! Era uma coisa maravilhosa... no entanto gelada. Voltou para dentro, colocando o seu pequeno pé no banco que se encontrava encostado à janela, a fim de a ajudar a descer. Fechou a janela com todo o cuidado para não fazer barulho, e tremendo de frio esfregou num gesto rápido as mãos quase tão brancas como o floco que nelas caíra.
Voltou-se para aquele que era o seu quarto, observando-o. Tinha uma grande cama de casal com lençóis cor-de-rosa, uns para um lado, outros para o outro, e ao lado da mesma, duas mesinhas de cabeceira. O candeeiro que se encontrava à direita emitia uma luz bastante fraca, mas que permitia ter uma decente visibilidade. Os diversos peluches estavam espalhados pelo chão, quase impossibilitando a passagem, e tinha um pequeno guarda-roupa encostado na parede ao lado da porta, que se encontrava no lado oposto da cama.
Não era um quarto muito grande; no entanto era acolhedor. Fora ali que a sua mãe tanta vez a abraçara. Fora ali que passara horas a fio a brincar com a sua dócil irmã. E também fora ali que o seu pai adoecera. Ela não compreendia o que a mãe dizia com "o pai está prestes a ganhar asas...". Presumia que era algo de bom, pois ela imaginava-se muitas vezes com asas, esticando os braços, colocando-se em cima do telhado através da janela e deixando que o vento soprasse entre os seus cabelos.
Mas a sua irmã não pensava assim. A sua irmã, apenas com 16 anos, chorava pelos cantos pelo pai. Enfiava-se horas a fio no seu quarto, estudando tudo aquilo que poderia existir sobre medicina.
Uma certa vez, Ellian, sua mãe, colocara a mão no seu rosto e dissera algo que ela nunca iria esquecer. "Charlotte, tu, tal como a tua irmã, tens um dom especial... e vais saber usá-lo quando chegar a altura certa". Iria ela voar?...
Abriu os olhos lentamente. Uma pequena lágrima corria pela sua face. Virou-se, colocando lentamente as mãos na almofada. Estava molhada.
- Não quero sonhar com isto... - Disse, baixinho, mas com um tom de raiva na voz. - Porquê?? Porque é que tenho de passar isto noites a fio??
Ergueu-se e colocou os pés nas pantufas rosas. Olhou para o espelho que tinha em frente: o seu pijama era de um tom roxo bastante claro, com vários coelhos pequenos e brancos. Pensou que era um bocado infantil, mas não ligou muito ao assunto. Estava completamente gelada, tal como no sonho que acabara de ter. Abriu a porta do quarto, saiu para o corredor e desceu as escadas que rangiam cada vez que as pisava, bocejando.
- Vejamos o que temos hoje para o pequeno-almoço... - Abriu a porta do frigorífico que se encontrava na cozinha. - As pessoas desta dimensão comem coisas estranhas... o que é isto? - Interrogou-se, lendo o rótulo. - Batatas fritas Laiz. Que raio de nome...
Devorou as batatas que se encontravam no pequeno pacote amarelo como se não comesse há vários dias.
Assim que se sentiu saciada, voltou a subir as escadas íngremes que conduziam ao seu quarto. Olhou-se novamente ao espelho. A "brincadeira" tinha acabado. Podia voltar à sua forma original, não precisava mais de ter o aspecto de uma jovem com 15 anos. Estalou os dedos, e uma luz forte envolveu-a totalmente. Foi desvanecendo, dando lugar a uma Charlotte mais velha, com uns cabelos mais brilhantes e compridos e com um corpo mais bem definido. Estava agora normal, com 17 anos.
- E agora... vamos lá vestir a nova roupa! - Exclamou sorrindo, esquecendo totalmente o sonho que acabara de ter.
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- Bunny, estás bem? - Perguntou Maria, ligeiramente preocupada com a amiga.
- Oh xim... nã' te preocupz Mariah, xtou marabilhosa! - Disse, enquanto trincava o gelado de morango que estava na mão esquerda e o de chocolate na mão direita.
- Não se nota logo? Pela maneira como come... já está totalmente recuperada! - Zombou Joana.
Encontravam-se num jardim amplo, com vista para uma pequena lagoa. Vários arbustos espalhavam-se pela relva bastante cuidada, assim como flores de diversas cores e feitios. Grandes árvores abanavam ligeiramente com o vento que soprava, calmo.
- Nã' me diguas ixo, oubiste? qéu xtava a nexessitar mesmo dxto!
Maria ria enquanto observava Bunny a ficar toda suja por causa dos gelados, mas não conseguiu controlar-se, e os seus pensamentos voaram até Ami e restantes. Primeiro a Rita... depois a Ami e finalmente a Chibiusa.
Fitou Joana e Bunny. Qual seria a próxima? Deveria contar a Bunny? Isso só a iria preocupar mais... e ela já tinha várias preocupações. Decidiu por isso de parte.
- Pois é Bunny, por onde anda o Gonçalo? - Perguntou Joana inocentemente.
Bunny parou de rir e de comer o gelado, notando a atmosfera que aquela pergunta criara entre elas. Mesmo assim, levantou a cabeça.
- Não sei... - quebrou o silêncio. - Quer dizer, sei e não sei... porque ele não me dá notícias nem nada... é horrível, faz-me lembrar aquele tempo em que ele se encontrava nas garras do inimigo.
- Vais ver que ele está bem. - Maria sorriu-lhe. - Mas ele está assim tão longe?
- Está em Hong Kong...
- Em Hong Kong? E por que raio foi para lá?
- Não sei ao certo, penso que planeou uma viagem com os amigos. Para vos dizer a verdade... naquelas semanas ele parecia-me distante, e pensei que ele não iria, então não o chateei muito com o assunto...
- Por tanto ele partiu sem te avisar? - Maria franziu a sobrancelha.
- Assim parece... - Atirou para o ar, voltando a morder o gelado.
Sentindo a atmosfera cada vez mais pesada, Joana levantou-se. Tossiu três vezes e fechou os olhos, aparentemente concentrando-se. Murmurou algo incompreensível, e para espanto geral, começou a cantar.
Instantaneamente, todos os animais que ali se encontravam voltaram para as suas tocas. Bunny e Maria olhavam para ela de uma maneira esquisita, o que a fez corar.
- Bolas... foi assim tão mau? - Disse, meio a brincar meio séria.
- N-não... que ideia essa Joaninha. - Bunny sorriu-lhe falsamente e levantou-se também. - Venho já, vou buscar mais gelados!
Bunny pulou alegremente pelo jardim. O carrinho dos gelados ficava alguns metros à frente, num cruzamento de caminhos. O jardim era deveras enorme.
Bunny olhava para as enormes árvores com flores de cerejeira. Eram lindas, e ela adorava-as. Distraída, quase não reparou num pequeno esquilo que se atravessara no seu caminho, e ao tentar evitá-lo, rodou sobre si mesma tropeçando nos seus próprios pés e tombando para a frente.
Soltou um pequeno grito, mas antes de cair no chão, alguém a segurou.
- Parece que choco com toda a gente... - Disse a rapariga, sorrindo.
- D-desculpe... - Balbuciou Bunny desajeitadamente. A rapariga que a ajudara era deveras linda. Nem sabia o que lhe havia de dizer, ficara perplexa a olhar para ela.
- Oh, não faz mal... também vinha distraída. - Disse, vagamente.
- Não não, eu insisto em pedir desculpa! - Bunny sentia-se bastante envergonhada perto dela. - Porque não vens comigo até ali à frente? Pago-te um gelado!
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- Vem! - Disse, pegando-lhe na mão e não deixando que ela acabasse a frase. - Não tens de ter vergonha nem rejeitar.
- Desculpa? - Dirigiu-se a ela com indiferença. - Não era mais que tua obrigação! - Mudara totalmente de tom.
- Disse alguma coisa que não devia?
- Vocês... são todas todas iguais! - E virou-lhe as costas, deixando Bunny confusa.
- Que rapariga estranha... e mal agradecida! - Disse. - Paciência... o gelado também não se há-de estragar. - E dito isto, trincou-o.
Voltou para trás, a fim de encontrar Maria e Joana outra vez. Não apreciara a cena que acabara de acontecer. “A rapariga era muito estranha e convencida”, pensava. O que lhe tinha passado pela cabeça?
- Bunny, está quase na hora… - Avisou Joana, assim que a avistou.
- Na hora de quê?
- Não me digas que te esqueceste! - Disse Maria num tom sério.
- C-claro que não me e-esqueci! – mandou uma gargalhada falsa. – Como poderia me esquecer? Ah ah ah…
- É obvio que ela se esqueceu. Bunny, nós inscrevemo-nos num curso, lembras-te?
- Oh sim, claro que nã… quer dizer, que sim! – Exclamou alegremente. – Mal posso esperar. Hã… já agora, que curso é? – Coçou a cabeça.
- De Inglês Bunny, de Inglês… ai ai, esta rapariga nunca mais aprende… - Disse Maria, suspirando.
E entre risos da Joana e lições da Maria, as três saíram do jardim.
Por detrás da grande árvore que se encontrava à direita do caminho onde estiveram, surgiu a silhueta de alguém. O vento soprou suavemente, e um longo cabelo ondulado de uma tonalidade roxa surgiu.
- Idiota… - Murmurou, levando a mão lentamente à boca.
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--- // ---
- IDIOTA! – A voz cavernosa berrou. Estava sentada numa cadeira deveras grande, forrada a vermelho e contornada a preto. Nas costas dessa mesma cadeira estava marcada uma estrela com várias pontas, a dourado.
- Desculpe-me, perdoe-me… - Desculpava-se o homem. – Ela voltou a meter-se comigo! A culpa não foi minha, eu…
- Estás a tentar ilibar-te de tudo? – Perguntou ironicamente.
- Não alteza, não, de modo algum! – Fez uma vénia desajeitada. – Só que seria muito mais fácil se aquela arrogante não se colocasse no meu caminho!
- Então a minha querida irmã quer brincar, huh? – Soltou uma gargalhada amarga enquanto rodava na mão direita uma estrela roxa e brilhante, com várias pontas, igual à de Charlotte. – Já lá vai o tempo…
O homem bebeu cada palavra da sua mestre. Engoliu em seco, pois um pensamento que jamais deveria ter, passara na sua mente, atormentando-o. Interrogava-se sobre algo… se ela era assim tão poderosa e capaz de tudo, porque não eliminava Charlotte de uma vez? Com todo o seu poder era bastante fácil, era só querer…
- Peço desculpa pela ousadia mas… - Começou a tremer.
- Sim? – Ela virou-se lentamente, fazendo com que a cadeira rangesse. De entre as sombras, notava-se o traço do seu olho, irradiado com sangue.
- Porque não elimina a Charlotte? Ela não significa nada, pois não…?
- Estás a insinuar que sou fraca? – Cerrou ligeiramente os olhos, fitando-o de alto a baixo.
- Por favor, tenha piedade, não era isso que eu queria dizer! Jamais pensaria isso de si alteza.
- Então não questiones, pois – voltou à posição original. – a Charlotte tem um papel importante. Se fores um servo à altura, saberás lidar com ela. E não quero mais desculpas!
- Sim senhora, não voltarei a falhar. – E dito isto, desapareceu nas sombras.
- Charlotte… - Chamou para si. – Não me faças arrepender de ter feito o que fiz… pois podes acabar prejudicada… define bem de que lado estás.
- Sim, minha querida irmã. – Ajoelhou-se numa profunda vénia, tal como o homem fizera.
- Ao tomares estas acções arriscadas, puseste a vida dela em risco… aliás… delas… entendes? – Acusou, num tom quase carinhoso.
- Sim… perfeitamente…
- ENTÃO NÃO TE METAS NO CAMINHO! – Gritou ameaçadoramente. Em seguida mudou de tom. – Chega-te ao pé de mim por favor…
Charlotte levantou-se, ainda de cabeça baixa. Penetrou mais nas sombras, e contornou a cadeira. Admirou-se ao reparar em como a sua irmã estava diferente desde a última vez que tivera o “privilégio” de se colocar na sua frente.
A sua irmã esticou a mão lentamente, parando na cara. Charlotte fechou os olhos. Afastou a mão, e com um movimento brusco, bateu-lhe.
- Esperavas que te acariciasse? – A sua irmã pareceu mais distante que nunca.
- Não… alteza… - Respondeu.
- És um lixo. Nunca irás ser ninguém nesta vida sem mim, por isso fica a meu lado sua criatura imbecil.
- Como desejar. – E retirou-se também.
--- // ---
- Bem-vindas ao curso de Inglês! – Anunciou a professora. – Espero que gostem de estar aqui, e que consigam tirar proveito da minha… hã… explicação… - Disse lentamente, enquanto observava a secretária onde se encontrava Bunny, ressonando.
- Ei… Bunny! Acorda… - Sussurrou Joana que se encontrava na mesa de trás. – Ela está a olhar para ti!
Maria também estava aflita. Ora olhava para Bunny que não acordava, ora para a professora, que fingia não reparar em nada.
- If she… - A voz da professora continuava a ecoar pela sala. Maria arrancou uma folha de linhas do caderno que tinha em cima da mesa, e enrolou-a cuidadosamente para não fazer barulho.
- Miss Tsukino! Please, read the text. – Ordenou a professora.
- Hã… bolachas? – Respondeu, meio a dormir.
Maria atirou a bola para a cabeça de Bunny, acertando-lhe na nuca sem que a professora notasse, pois esta já riscava o quadro violentamente.
Bunny virou-se para trás e tirou a língua a Maria.
Enquanto todos estavam ocupados a passar o que a professora escrevera, a porta da sala abrira-se.
- É a rapariga de cabelos roxos que conheci à bocado… - Pensou Bunny. – O que estará ela a fazer aqui?
Quando todas as pessoas repararam que ela se encontrava lá, começou a ouvir-se vários murmúrios. Sons de admiração também se conseguiam ouvir, e ela continuava indiferente a tudo isso, dirigindo-se à sua secretária.
- Ela é linda! – Exclamou Joana com um pontinho de inveja na voz.
- Pois é! – Maria concordou, reparando também que ela se dirigia para ali, sentando-se em seguida na secretária que se encontrava no lado esquerdo em relação à de Bunny.
- Tu! – Bunny levantou-se batendo com as mãos na mesa. – O que fazes aqui??
Toda a turma olhava espantada para Bunny, mas parecia que ela não se tinha apercebido disso. Olhava para Charlotte desconfiada e irritada.
- Miss Tsukino, sit down please! – Ralhou, mas Bunny não obedeceu.
Maria e Joana levantaram-se, mas devido a essa acção, acabaram as três no corredor.
- Lindo… - murmurou Joana.
- Que queres? Ela é uma mal-educada! – Defendeu-se Bunny.
- Tu conhece-la?
- Sim, encontrei-a há bocado no parque… e foi desagradável.
- Se bem te conheço, disseste algo que não devias…
- Não foi nada disso! – Replicou, amuada. – Eu fui bastante simpática, mas ela…
A campainha tocou, e o ruído de pessoas a arrumarem as malas ecoou pelo corredor. A porta da sala delas abriu-se, e os alunos começaram a sair apressados.
Charlotte saiu em último, e parou ao reparar nelas. Lançou um sorriso e virou costas afastando-se. Não antes sem ter lançado um “tem cuidado” a Bunny, que ficou perplexa a olhá-la.
- IDIOTA! – A voz cavernosa berrou. Estava sentada numa cadeira deveras grande, forrada a vermelho e contornada a preto. Nas costas dessa mesma cadeira estava marcada uma estrela com várias pontas, a dourado.
- Desculpe-me, perdoe-me… - Desculpava-se o homem. – Ela voltou a meter-se comigo! A culpa não foi minha, eu…
- Estás a tentar ilibar-te de tudo? – Perguntou ironicamente.
- Não alteza, não, de modo algum! – Fez uma vénia desajeitada. – Só que seria muito mais fácil se aquela arrogante não se colocasse no meu caminho!
- Então a minha querida irmã quer brincar, huh? – Soltou uma gargalhada amarga enquanto rodava na mão direita uma estrela roxa e brilhante, com várias pontas, igual à de Charlotte. – Já lá vai o tempo…
O homem bebeu cada palavra da sua mestre. Engoliu em seco, pois um pensamento que jamais deveria ter, passara na sua mente, atormentando-o. Interrogava-se sobre algo… se ela era assim tão poderosa e capaz de tudo, porque não eliminava Charlotte de uma vez? Com todo o seu poder era bastante fácil, era só querer…
- Peço desculpa pela ousadia mas… - Começou a tremer.
- Sim? – Ela virou-se lentamente, fazendo com que a cadeira rangesse. De entre as sombras, notava-se o traço do seu olho, irradiado com sangue.
- Porque não elimina a Charlotte? Ela não significa nada, pois não…?
- Estás a insinuar que sou fraca? – Cerrou ligeiramente os olhos, fitando-o de alto a baixo.
- Por favor, tenha piedade, não era isso que eu queria dizer! Jamais pensaria isso de si alteza.
- Então não questiones, pois – voltou à posição original. – a Charlotte tem um papel importante. Se fores um servo à altura, saberás lidar com ela. E não quero mais desculpas!
- Sim senhora, não voltarei a falhar. – E dito isto, desapareceu nas sombras.
- Charlotte… - Chamou para si. – Não me faças arrepender de ter feito o que fiz… pois podes acabar prejudicada… define bem de que lado estás.
- Sim, minha querida irmã. – Ajoelhou-se numa profunda vénia, tal como o homem fizera.
- Ao tomares estas acções arriscadas, puseste a vida dela em risco… aliás… delas… entendes? – Acusou, num tom quase carinhoso.
- Sim… perfeitamente…
- ENTÃO NÃO TE METAS NO CAMINHO! – Gritou ameaçadoramente. Em seguida mudou de tom. – Chega-te ao pé de mim por favor…
Charlotte levantou-se, ainda de cabeça baixa. Penetrou mais nas sombras, e contornou a cadeira. Admirou-se ao reparar em como a sua irmã estava diferente desde a última vez que tivera o “privilégio” de se colocar na sua frente.
A sua irmã esticou a mão lentamente, parando na cara. Charlotte fechou os olhos. Afastou a mão, e com um movimento brusco, bateu-lhe.
- Esperavas que te acariciasse? – A sua irmã pareceu mais distante que nunca.
- Não… alteza… - Respondeu.
- És um lixo. Nunca irás ser ninguém nesta vida sem mim, por isso fica a meu lado sua criatura imbecil.
- Como desejar. – E retirou-se também.
--- // ---
- Bem-vindas ao curso de Inglês! – Anunciou a professora. – Espero que gostem de estar aqui, e que consigam tirar proveito da minha… hã… explicação… - Disse lentamente, enquanto observava a secretária onde se encontrava Bunny, ressonando.
- Ei… Bunny! Acorda… - Sussurrou Joana que se encontrava na mesa de trás. – Ela está a olhar para ti!
Maria também estava aflita. Ora olhava para Bunny que não acordava, ora para a professora, que fingia não reparar em nada.
- If she… - A voz da professora continuava a ecoar pela sala. Maria arrancou uma folha de linhas do caderno que tinha em cima da mesa, e enrolou-a cuidadosamente para não fazer barulho.
- Miss Tsukino! Please, read the text. – Ordenou a professora.
- Hã… bolachas? – Respondeu, meio a dormir.
Maria atirou a bola para a cabeça de Bunny, acertando-lhe na nuca sem que a professora notasse, pois esta já riscava o quadro violentamente.
Bunny virou-se para trás e tirou a língua a Maria.
Enquanto todos estavam ocupados a passar o que a professora escrevera, a porta da sala abrira-se.
- É a rapariga de cabelos roxos que conheci à bocado… - Pensou Bunny. – O que estará ela a fazer aqui?
Quando todas as pessoas repararam que ela se encontrava lá, começou a ouvir-se vários murmúrios. Sons de admiração também se conseguiam ouvir, e ela continuava indiferente a tudo isso, dirigindo-se à sua secretária.
- Ela é linda! – Exclamou Joana com um pontinho de inveja na voz.
- Pois é! – Maria concordou, reparando também que ela se dirigia para ali, sentando-se em seguida na secretária que se encontrava no lado esquerdo em relação à de Bunny.
- Tu! – Bunny levantou-se batendo com as mãos na mesa. – O que fazes aqui??
Toda a turma olhava espantada para Bunny, mas parecia que ela não se tinha apercebido disso. Olhava para Charlotte desconfiada e irritada.
- Miss Tsukino, sit down please! – Ralhou, mas Bunny não obedeceu.
Maria e Joana levantaram-se, mas devido a essa acção, acabaram as três no corredor.
- Lindo… - murmurou Joana.
- Que queres? Ela é uma mal-educada! – Defendeu-se Bunny.
- Tu conhece-la?
- Sim, encontrei-a há bocado no parque… e foi desagradável.
- Se bem te conheço, disseste algo que não devias…
- Não foi nada disso! – Replicou, amuada. – Eu fui bastante simpática, mas ela…
A campainha tocou, e o ruído de pessoas a arrumarem as malas ecoou pelo corredor. A porta da sala delas abriu-se, e os alunos começaram a sair apressados.
Charlotte saiu em último, e parou ao reparar nelas. Lançou um sorriso e virou costas afastando-se. Não antes sem ter lançado um “tem cuidado” a Bunny, que ficou perplexa a olhá-la.
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Eskisito........ muito eskisito.... aquela k du a chapada á charlote é a irmã dela, right??? e deve ter ficado muito mal com a morte do pai......
adorei o capitulo!!!!!!!! adorei o sonho da charlote... adorei adorei adorei!!!!!!! e aquela parte das batatas laiz..... como é k a charlote não gosta delas?????
adorei o capitulo!!!!!!!! adorei o sonho da charlote... adorei adorei adorei!!!!!!! e aquela parte das batatas laiz..... como é k a charlote não gosta delas?????


neptuno_avista escreveu:Eskisito........ muito eskisito.... aquela k du a chapada á charlote é a irmã dela, right??? e deve ter ficado muito mal com a morte do pai......
adorei o capitulo!!!!!!!! adorei o sonho da charlote... adorei adorei adorei!!!!!!! e aquela parte das batatas laiz..... como é k a charlote não gosta delas?????
Sim, é irmã dela...
quanto ao resto da familia... terão de esperar para saber

Obrigada pelo comment

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Likinhas escreveu:o kapitulo esta espectakular e levantou-me algumas duvidas...
tipo:
- kem e realmente o inimigo?
- o que quer ele afinal?
- qual e o verdadeiro papel da Charlote?
AI!!!
tantas perguntas! assim morro de curiosidade!!
KERO MAIS!!!!
Obrigada Likinhas!

E ainda bem que levantaste essas questões!

Neste capitulo já revelei um bocadinho, sobre a charlotte ser irmã do inimigo... mas mesmo assim, ainda não se sabe quem é na verdade
Acho que o pessoal me vai bater quando souber!
Mas pronto, são só promenores... :XO verdadeiro papel da charlotte vai demorar um bocadito a ser revelado... mas tudo a seu tempo

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Bem, desculpa todo o tempo que fiquei sem vir aqui. Mas ja te expliquei as minha razões.
Bem, tens uma historia muito bem desenvolvida e com nexo. Nao poes nada ás tres pancadas e encaixas tudo perfeitamente. O teu modo de escrever e maravilhoso e cativa nos (os leitores) para querer mais e mais.
Estou morta por saber mais sobre essa Charlotte e tambem por saber mais sobre a hsitoria da sua mae. Realmente o que aconteceu ao Gonçalo? :\
A Joana é sempre a mesmo dahhh -.-
A Bunny a mesma comilona -.-"
E concordo com a Maria, a Ligação entre mãe e filha é optima *-*
Bem, tens uma historia muito bem desenvolvida e com nexo. Nao poes nada ás tres pancadas e encaixas tudo perfeitamente. O teu modo de escrever e maravilhoso e cativa nos (os leitores) para querer mais e mais.
Estou morta por saber mais sobre essa Charlotte e tambem por saber mais sobre a hsitoria da sua mae. Realmente o que aconteceu ao Gonçalo? :\
A Joana é sempre a mesmo dahhh -.-
A Bunny a mesma comilona -.-"
E concordo com a Maria, a Ligação entre mãe e filha é optima *-*

The Forgotten Sailors 2-> 11ºCapitulo
Sailor Moon:The Crystal Desire->Epilogo (completo)
Amor sobre o Gelo->20ºCapitulo
Chance of a Lifetime-> 2ºCapitulo
Cathy escreveu:Bem, desculpa todo o tempo que fiquei sem vir aqui. Mas ja te expliquei as minha razões.
Bem, tens uma historia muito bem desenvolvida e com nexo. Nao poes nada ás tres pancadas e encaixas tudo perfeitamente. O teu modo de escrever e maravilhoso e cativa nos (os leitores) para querer mais e mais.
Estou morta por saber mais sobre essa Charlotte e tambem por saber mais sobre a hsitoria da sua mae. Realmente o que aconteceu ao Gonçalo? :\
A Joana é sempre a mesmo dahhh
A Bunny a mesma comilona"
E concordo com a Maria, a Ligação entre mãe e filha é optima *-*
Não faz mal Cathy!
fico feliz já com este comentário 
E fico mais ainda por saber tudo isso
Bem, há muito sobre a historia da Charlotte por ser desvendado ainda, e pretendo fazê-lo nos próximos capítulos

O Gonçalo... é segredo !
mas tudo a seu tempo
Obrigada!
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Haruhi, amei este capitulo.
Adorei adorei adorei adorei.
Gostei tanto...
A historia que criaste esta um maximo...eu nem sei o que hei-de dizer...o cenario, as personagens novas, não sei, gostei de tudo...esta fanfic tem mesmo de ir para o site, pois acho que é uma das melhores que esta aqui no forum...
Adorei adorei adorei adorei.
Gostei tanto...
A historia que criaste esta um maximo...eu nem sei o que hei-de dizer...o cenario, as personagens novas, não sei, gostei de tudo...esta fanfic tem mesmo de ir para o site, pois acho que é uma das melhores que esta aqui no forum...
Andre escreveu:Haruhi, amei este capitulo.
Adorei adorei adorei adorei.
Gostei tanto...
A historia que criaste esta um maximo...eu nem sei o que hei-de dizer...o cenario, as personagens novas, não sei, gostei de tudo...esta fanfic tem mesmo de ir para o site, pois acho que é uma das melhores que esta aqui no forum...
OMG, andre
Que exagero! Muito muito obrigada, a sério!
Fiquei muito feliz ao ler o teu comentário

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Haruhi escreveu:Andre escreveu:Haruhi, amei este capitulo.
Adorei adorei adorei adorei.
Gostei tanto...
A historia que criaste esta um maximo...eu nem sei o que hei-de dizer...o cenario, as personagens novas, não sei, gostei de tudo...esta fanfic tem mesmo de ir para o site, pois acho que é uma das melhores que esta aqui no forum...
OMG, andre![]()
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Que exagero! Muito muito obrigada, a sério!
Fiquei muito feliz ao ler o teu comentário
Acredita que não e exagero!!!
Só disse a verdade.
A tua fanfic é um máximo.
Andre escreveu:Haruhi escreveu:Andre escreveu:Haruhi, amei este capitulo.
Adorei adorei adorei adorei.
Gostei tanto...
A historia que criaste esta um maximo...eu nem sei o que hei-de dizer...o cenario, as personagens novas, não sei, gostei de tudo...esta fanfic tem mesmo de ir para o site, pois acho que é uma das melhores que esta aqui no forum...
OMG, andre![]()
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Que exagero! Muito muito obrigada, a sério!
Fiquei muito feliz ao ler o teu comentário
Acredita que não e exagero!!!
Só disse a verdade.
A tua fanfic é um máximo.
Muito obrigada de novo, por tudo

És muito simpático.
Vou ver se passo na tua também, ehehe
Ultimamente tenho andado em época de testes, por isso não tenho tido tempo...mas não te preocupes que vou lá!

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Obrigada gêmea Chibi-star
.o:
Fico muito feliz!
E obrigada também sun!
Em breve posto outro
.o: Fico muito feliz!
E obrigada também sun!

Em breve posto outro

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Tens de entrar para responderes neste tópico.






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