Duvidas de amor!
Capitulo 8
Já passava da meia-noite e aquela pequena figura continuava a olhar para a enorme Lua Cheia que enchia o céu de Tokyo, olhando mais de perto podia ver-se uma rapariga loira, com um estranho penteado, que segurava uma caixa de musica em forma de estrela no meio das mãos, tinha os olhos vermelhos e inchados de tanto chorar.
De repente a porta do quarto abriu-se e entrou uma pequena gata preta com um estranho símbolo na testa.
- Ai, Bunny, o que se passa?
- Luna! – exclamou a rapariga, assustada. – O que fazes aqui? Não ias dormir em casa da Joana?
- Ia! – confirmou ela.– Mas assim que soube das novidades vim para cá a correr para podermos comemorar os bons resultados do teu plano! Então chego aqui toda contente e encontro-te a chorar! Não gostas-te das novidades?
- Claro de gostei! Na verdade adorei, mas isso não quer dizer que goste do que estou a fazer. Mas não foi nada, só fiquei um bocadinho melancólica, e estava a pedir à Rainha Serenidade para me dar força para continuar com o plano.
- Se quiseres podes acabar com este plano ridículo! – encorajou a gata.
- Não, Luna! Na verdade não posso.
- A Rita tem mesmo razão! És mesmo uma cabeça de serradura, arranjas problemas e depois não os sabes resolver. – ralhou a gata preocupada.
- Não é nada disso. – defendeu-se a rapariga. – Tu não podes entender, Luna! Oh, Luna, se tivesses ouvido a Rainha Serenidade a falar da relação dela com o Rei Endymion…Ela está tão segura acerca dos sentimentos dele!
- Mas tu não confias no Gonçalo?
- É difícil de explicar! Não é que não confia, mas…
Houve um longo momento de silencio durante o qual Bunny pensou como havia de explicar as suas incertezas em relação a Gonçalo. Então deu um suspiro e disse:
- Sabes Luna, às vezes lembro-me de quando o Reino das Trevas raptou o Gonçalo e fez com que ele ficasse mau, depois foi a Natália que queria ficar com ele para ela, depois quando ele acabou comigo por causa dos sonhos que o próprio Rei Endymion lhe enviava…E sabes qual é a conclusão a que chego? É sempre o meu amor que é testado, sou sempre eu que tenho de confiar no que ele sente por mim e nunca o contrário.
- Acho que já te estou a perceber! Em resumo, precisas de fazer isto para poderes seguir em frente com a vossa relação. Precisas disto para te sentires bem contigo própria.
- É isso mesmo! – disse limpando os olhos, decidida. – E agora está na hora de dormir! Amanhã tenho de me levantar bem cedo.
- Levantar cedo?
- Sim, para não apanhar nenhum castigo na escola!
- E porque amanhã? –perguntou a gata desconfiada.
- Porque amanhã é o dia em que vou encostar o Gonçalo à parede!
Espero que estejam a gostar! Boa Leitura!!!!
Já passava da meia-noite e aquela pequena figura continuava a olhar para a enorme Lua Cheia que enchia o céu de Tokyo, olhando mais de perto podia ver-se uma rapariga loira, com um estranho penteado, que segurava uma caixa de musica em forma de estrela no meio das mãos, tinha os olhos vermelhos e inchados de tanto chorar.
De repente a porta do quarto abriu-se e entrou uma pequena gata preta com um estranho símbolo na testa.
- Ai, Bunny, o que se passa?
- Luna! – exclamou a rapariga, assustada. – O que fazes aqui? Não ias dormir em casa da Joana?
- Ia! – confirmou ela.– Mas assim que soube das novidades vim para cá a correr para podermos comemorar os bons resultados do teu plano! Então chego aqui toda contente e encontro-te a chorar! Não gostas-te das novidades?
- Claro de gostei! Na verdade adorei, mas isso não quer dizer que goste do que estou a fazer. Mas não foi nada, só fiquei um bocadinho melancólica, e estava a pedir à Rainha Serenidade para me dar força para continuar com o plano.
- Se quiseres podes acabar com este plano ridículo! – encorajou a gata.
- Não, Luna! Na verdade não posso.
- A Rita tem mesmo razão! És mesmo uma cabeça de serradura, arranjas problemas e depois não os sabes resolver. – ralhou a gata preocupada.
- Não é nada disso. – defendeu-se a rapariga. – Tu não podes entender, Luna! Oh, Luna, se tivesses ouvido a Rainha Serenidade a falar da relação dela com o Rei Endymion…Ela está tão segura acerca dos sentimentos dele!
- Mas tu não confias no Gonçalo?
- É difícil de explicar! Não é que não confia, mas…
Houve um longo momento de silencio durante o qual Bunny pensou como havia de explicar as suas incertezas em relação a Gonçalo. Então deu um suspiro e disse:
- Sabes Luna, às vezes lembro-me de quando o Reino das Trevas raptou o Gonçalo e fez com que ele ficasse mau, depois foi a Natália que queria ficar com ele para ela, depois quando ele acabou comigo por causa dos sonhos que o próprio Rei Endymion lhe enviava…E sabes qual é a conclusão a que chego? É sempre o meu amor que é testado, sou sempre eu que tenho de confiar no que ele sente por mim e nunca o contrário.
- Acho que já te estou a perceber! Em resumo, precisas de fazer isto para poderes seguir em frente com a vossa relação. Precisas disto para te sentires bem contigo própria.
- É isso mesmo! – disse limpando os olhos, decidida. – E agora está na hora de dormir! Amanhã tenho de me levantar bem cedo.
- Levantar cedo?
- Sim, para não apanhar nenhum castigo na escola!
- E porque amanhã? –perguntou a gata desconfiada.
- Porque amanhã é o dia em que vou encostar o Gonçalo à parede!
Espero que estejam a gostar! Boa Leitura!!!!

Chegou finalmente---> Viagem ao futuro:Capitulo 1
Forum Evangelion
http://evangelion-pt.ativoforum.com/portal.htm
obrigado pessoal! com tanta baba acho que vou precisar de uma piscina. lol
continuem a ler
continuem a ler

Chegou finalmente---> Viagem ao futuro:Capitulo 1
Forum Evangelion
http://evangelion-pt.ativoforum.com/portal.htm
Capitulo 9
O dia começou igual a qualquer outro, mas apesar de tanto esforço, Bunny não conseguiu acordar a horas, correu para a escola, tropeçou várias vezes pelo caminho e acabou por apanhar castigo extracurricular. Tudo lhe correu mal naquele dia e ao mesmo tempo que as horas iam passando ia também aumentando a ansiedade em relação ao confronto que iria ter lugar no final do dia.
As aulas tinham terminado e depois do duplo castigo, resultado da distracção nas aulas, Bunny encontrava-se finalmente, em frente da grande porta envidraçada do prédio de Gonçalo. Abriu a pesada porta com a chave que ele lhe tinha dado e dirigiu-se ao elevador. A cada segundo sentia-se mais deprimida, desta vez não iria haver fuga possivel. Estava tudo preparado para a conclusão do plano. Quando chegou ao piso certo assustou-se quando as portas do elevador se abriram, mas tentou acalmar-se dando um longo suspiro. “Por favor, que não esteja em casa!”, pensou ela, mas o seu não foi ouvido, pois passados uns momentos Gonçalo abriu a porta.
- Olá Bunny! – disse ele abrindo mais a porta para ela entrar.
- Olá! – disse ela sem saber o que fazer.
Entraram no apartamento silenciosos, cada um imerso nos seus pensamentos, Bunny a pensar como haveria de lhe dizer o eu ia na sua alma e Gonçalo a pensar em como se poderia controlar.
- Então, Bunny, a que devo a honra desta visita? – perguntou ele irónico.
- Gonçalo! Precisamos muito de conversar. – começou ela. – Sabes, eu…
- Sim, Bunny! – interrompeu ele. – Realmente precisamos de conversar! Na verdade estão a passar-se muitas coisas nas minhas costas e eu não ando a gostar nem um pouco. E não faças esse ar de despercebida, sabes bem no que estou a falar. Devias ter vergonha, Bunny! Como podes querer ser a futura Rainha da Terra se te comportas deste modo!
A cada palavra Bunny encolhia-se mais, a cada palavra uma lágrima caía dos seus lindos olhos azuis percorrendo o caminho até ao seu pequeno queixo. Não queria acreditar no que estava a ouvir, a dor era demasiado grande para a suportar sozinha.
“Afinal eu tinha razão”, pensou ela decepcionada, “Ele não me ama realmente. Ele só quer saber da Serenidade!”
- Bolas, Bunny! – continuou ele, cada vez mais alterado. – Tu principalmente, sendo a Princesa, deverias dar o exemplo às tua amigos e ao mundo. Não consigo acreditar que a minha querida Princesa Serenidade fosse tão infantil e irresponsável como tu!
- Basta! – ordenou ela baixinho.
Mas ele não ouviu e continuou empolgado com o seu discurso.
- Já disse que basta! – gritou ela então. – Pensas que são só os teus sentimentos que contam? Pois meu menino vou dar-te uma grande novidade: Não são! Eu estou farta, Gonçalo! Estou cansada de viver na sombra da minha vida anterior. Vê se entendes de uma vez por todas, porque eu não vou voltar a repetir. Eu não sou a Princesa Serenidade do Milénio Prateado, eu não sou a Rainha Serenidade de Cristal Tokyo. O meu nome é Bunny Tsukino, tenho 15 anos, estou no nono ano e sou a guerreira que luta pelo amor e pela justiça, sou a Sailor Moon.
- Bunny, eu… - disse assustado.
- Bunny nada! – disse furiosa. – Na verdade, Gonçalo, começo a acreditar cada vez mais que só estás comigo por causa do nosso passado, não é isso que quero para a minha vida, não preciso de esmolas de ninguem. Mas, se por acaso, me amas realmente, vais ter de trabalhar bastante, porque neste momento não acredito em nada que possas dizer.Percebes isso? Não confio em ti.
E saiu do apartamento, deixando para trás um Gonçalo estupefacto.
Edit: Erros ortográficos
O dia começou igual a qualquer outro, mas apesar de tanto esforço, Bunny não conseguiu acordar a horas, correu para a escola, tropeçou várias vezes pelo caminho e acabou por apanhar castigo extracurricular. Tudo lhe correu mal naquele dia e ao mesmo tempo que as horas iam passando ia também aumentando a ansiedade em relação ao confronto que iria ter lugar no final do dia.
As aulas tinham terminado e depois do duplo castigo, resultado da distracção nas aulas, Bunny encontrava-se finalmente, em frente da grande porta envidraçada do prédio de Gonçalo. Abriu a pesada porta com a chave que ele lhe tinha dado e dirigiu-se ao elevador. A cada segundo sentia-se mais deprimida, desta vez não iria haver fuga possivel. Estava tudo preparado para a conclusão do plano. Quando chegou ao piso certo assustou-se quando as portas do elevador se abriram, mas tentou acalmar-se dando um longo suspiro. “Por favor, que não esteja em casa!”, pensou ela, mas o seu não foi ouvido, pois passados uns momentos Gonçalo abriu a porta.
- Olá Bunny! – disse ele abrindo mais a porta para ela entrar.
- Olá! – disse ela sem saber o que fazer.
Entraram no apartamento silenciosos, cada um imerso nos seus pensamentos, Bunny a pensar como haveria de lhe dizer o eu ia na sua alma e Gonçalo a pensar em como se poderia controlar.
- Então, Bunny, a que devo a honra desta visita? – perguntou ele irónico.
- Gonçalo! Precisamos muito de conversar. – começou ela. – Sabes, eu…
- Sim, Bunny! – interrompeu ele. – Realmente precisamos de conversar! Na verdade estão a passar-se muitas coisas nas minhas costas e eu não ando a gostar nem um pouco. E não faças esse ar de despercebida, sabes bem no que estou a falar. Devias ter vergonha, Bunny! Como podes querer ser a futura Rainha da Terra se te comportas deste modo!
A cada palavra Bunny encolhia-se mais, a cada palavra uma lágrima caía dos seus lindos olhos azuis percorrendo o caminho até ao seu pequeno queixo. Não queria acreditar no que estava a ouvir, a dor era demasiado grande para a suportar sozinha.
“Afinal eu tinha razão”, pensou ela decepcionada, “Ele não me ama realmente. Ele só quer saber da Serenidade!”
- Bolas, Bunny! – continuou ele, cada vez mais alterado. – Tu principalmente, sendo a Princesa, deverias dar o exemplo às tua amigos e ao mundo. Não consigo acreditar que a minha querida Princesa Serenidade fosse tão infantil e irresponsável como tu!
- Basta! – ordenou ela baixinho.
Mas ele não ouviu e continuou empolgado com o seu discurso.
- Já disse que basta! – gritou ela então. – Pensas que são só os teus sentimentos que contam? Pois meu menino vou dar-te uma grande novidade: Não são! Eu estou farta, Gonçalo! Estou cansada de viver na sombra da minha vida anterior. Vê se entendes de uma vez por todas, porque eu não vou voltar a repetir. Eu não sou a Princesa Serenidade do Milénio Prateado, eu não sou a Rainha Serenidade de Cristal Tokyo. O meu nome é Bunny Tsukino, tenho 15 anos, estou no nono ano e sou a guerreira que luta pelo amor e pela justiça, sou a Sailor Moon.
- Bunny, eu… - disse assustado.
- Bunny nada! – disse furiosa. – Na verdade, Gonçalo, começo a acreditar cada vez mais que só estás comigo por causa do nosso passado, não é isso que quero para a minha vida, não preciso de esmolas de ninguem. Mas, se por acaso, me amas realmente, vais ter de trabalhar bastante, porque neste momento não acredito em nada que possas dizer.Percebes isso? Não confio em ti.
E saiu do apartamento, deixando para trás um Gonçalo estupefacto.
Edit: Erros ortográficos

Chegou finalmente---> Viagem ao futuro:Capitulo 1
Forum Evangelion
http://evangelion-pt.ativoforum.com/portal.htm
Tens de entrar para responderes neste tópico.



Reportar comentário
Escolhe o motivo da denúncia e acrescenta mais contexto se necessário.