Diário
É isso mesmo
Coragem dizzy. Não perdes nada, é mesmo isso que tens de pensar, depois comunica como foi :3
E sublinho Sofia, até porque também sou apologista do Carpe Diem - e quando estava no 12º e dei FP, o que mais gostei foi estudar o heterónimo Ricardo Reis.
Já é a segunda vez, a primeira no tópico "Qual é o alfinete de transformação que vocês mais gostam". Ler as regras não faz mal a ninguém.
Coragem dizzy. Não perdes nada, é mesmo isso que tens de pensar, depois comunica como foi :3E sublinho Sofia, até porque também sou apologista do Carpe Diem - e quando estava no 12º e dei FP, o que mais gostei foi estudar o heterónimo Ricardo Reis.
aikatsukino escreveu:¬¬Amiguinha, mekie?!
Já é a segunda vez, a primeira no tópico "Qual é o alfinete de transformação que vocês mais gostam". Ler as regras não faz mal a ninguém.
Starlight escreveu:É proibido:
2. Posts sem nexo e/ou mensagens reduzidas
- Postar frases com pouco ou nenhum nexo e infantis.

gomawo Tinoco-chan ♡♡ a dor passa, mas a beleza permanece ♥
Força, dizzy! Quando namorei, também não tive coragem para confessar. Aliás, atrevo-me a dizer que não confessamos de todo, se bem que dei algumas hints. Nunca pessoalmente porque nunca tive coragem, mas quando falava com ele por sms. Acabamos por perceber que sentíamos o mesmo. E tudo de maneira escrita, por sms.
O namoro não acabou bem, mas foi por motivos que, sinceramente, qualquer uma ficaria revoltada. Fui eu mesma a acabar. Mas também não importa e não te vou assustar, até porque o motivo de ter acabado estava mesmo relacionado com a pessoa em si (não aguentava mais as atitudes infantis dele. Nunca imaginei que ele fosse assim) e não com o namorar alguém. Estou óptima sozinha e, sinceramente, não estou mais interessada no assunto. Se um dia aparecer alguém, apareceu. Acontece. Esta ideia do "omg, não tenho namorado, ninguém me quer" como já vi muita gente a dizer (e atrevo-me a dizer que eu mesma passei por isto) é completamente errada. É overthinking. Dá-se demasiado importância a um assunto que, digo já, não é tão importante assim. Ser feliz e aproveitar a vida é muito mais importante. Mas já me estou a desviar do assunto, não é?
Well, vou aproveitar o tópico para desabafar um bocado... Não sei se faço bem ou não, mas pronto... Nestes últimos dias, a minha vida virou o caos. Até perdi por completo as minhas rotinas e ando toda desregulada nos horários e assim... O resto vai em spoiler porque é muita coisa.Agora vou descansar. A minha cabeça não está muito bem... Nem o meu corpo, mas pronto.
O namoro não acabou bem, mas foi por motivos que, sinceramente, qualquer uma ficaria revoltada. Fui eu mesma a acabar. Mas também não importa e não te vou assustar, até porque o motivo de ter acabado estava mesmo relacionado com a pessoa em si (não aguentava mais as atitudes infantis dele. Nunca imaginei que ele fosse assim) e não com o namorar alguém. Estou óptima sozinha e, sinceramente, não estou mais interessada no assunto. Se um dia aparecer alguém, apareceu. Acontece. Esta ideia do "omg, não tenho namorado, ninguém me quer" como já vi muita gente a dizer (e atrevo-me a dizer que eu mesma passei por isto) é completamente errada. É overthinking. Dá-se demasiado importância a um assunto que, digo já, não é tão importante assim. Ser feliz e aproveitar a vida é muito mais importante. Mas já me estou a desviar do assunto, não é?

Well, vou aproveitar o tópico para desabafar um bocado... Não sei se faço bem ou não, mas pronto... Nestes últimos dias, a minha vida virou o caos. Até perdi por completo as minhas rotinas e ando toda desregulada nos horários e assim... O resto vai em spoiler porque é muita coisa.
Spoiler
Em menos de meio ano, 3 familiares meus morreram de cancro, tendo sido a minha avó a mais recente, há dois dias atrás... Ninguém sabia de nada até há 1 mês atrás, quando ela foi fazer a TAC por acharem muito esquisito que ela deixasse de fazer as coisas que ela gostava tanto de fazer aos poucos. Ninguém via os sintomas que ela tinha porque era tudo associado a circunstâncias da vida dela. Mas a verdade é que ela os tinha... E escaparam-me todos... Como futura profissional de saúde, foi o início da minha desilusão comigo mesma. Segunda-feira ela foi reencaminhada para outro hospital mais especializado para a neurologia e neurocirurgia e falaram em 3 meses de vida... O tumor já estava numa fase imensamente avançada, praticamente terminal. Não operável, os tratamentos não ajudariam muito e só a fariam sofrer, apenas havia uma medicação que podia ajudar por uns tempos... Na quarta-feira, via-se que a medicação estava a fazer efeito e toda a gente pensou que a esperança de vida dela pudesse aumentar um pouco mais. Mas não... Quando ela se foi deitar nessa noite, o tumor rebentou. Tentei socorrê-la, mas que mais poderia eu fazer? Fiz o que sabia até a ambulância chegar e, pelo que me disseram, agi correctamente. Ainda não sabia o que tinha acontecido na altura, uma vez que não tinha acesso a qualquer tipo de exame. Ela acabou por ficar no hospital e induziram-lhe o coma. Nessa manhã, sucumbiu... Falaram em 3 meses, ela durou 3 dias. E eu comecei a questionar-me realmente de que me valia estar a estudar se não pude fazer nada por ela. Senti-me tão impotente por estar ali e não poder fazer nada... Estive a falar com uma prima minha que é profissional de saúde e cujo pai morreu há 5 meses também de cancro e ela disse-me algo que me fez pensar. Disse-me que é nestes momentos que somos reduzidos à nossa condição de humanos, que não podemos dar vida e que, para ela, era o maior desgosto da vida dela. Custa-me a aceitar que não posso fazer nada nestas ocasiões... É simplesmente revoltante! Anda uma pessoa a estudar em saúde e, ao fim e ao cabo, nas situações importantes, é completamente impotente... Hoje foi o funeral e, apesar de ter conseguido aguentar as lágrimas até hoje (excepto quando soube que ela tinha morrido), não consegui mais continuar a ser forte. Chorei, chorei e chorei. Ao vê-la a ser levada para as profundezas da terra, ao despedir-me dela, ao senti-la tão fria... Era simplesmente impossível. A tristeza e o sofrimento acabaram por me dar paz por umas horas, mas depois voltei a recordar as minhas questões...
Para além desta situação, tive que experienciar outras coisas que ainda me fazem imensa confusão... Não encontro respostas para elas... Só eu percebia realmente o resultado da TAC em casa. Li os resultados e percebi. Mas era suposto eu dizer? Eu sei que, como alguém que vai exercer em saúde, não me compete dizer nada, mesmo que perceba. Mas e como familiar? Não deveria explicar os resultados às pessoas mais próximas? E depois quanto ao revelar o assunto à minha avó... Sei que as pessoas devem saber para poderem aceitar a sua doença ou condição. Mas, como familiar, não seria mais fácil poupá-la do sofrimento de saber o que tem? Na minha cabeça, tenho dois lados a batalhar: o de familiar e o de (futura) profissional de saúde. E, sinceramente, não sei qual dos dois é suposto ter prioridade... Pergunto-me também se não estarei a ser fria com a situação... Não sei, já nem sei o que pensar...
Para além desta situação, tive que experienciar outras coisas que ainda me fazem imensa confusão... Não encontro respostas para elas... Só eu percebia realmente o resultado da TAC em casa. Li os resultados e percebi. Mas era suposto eu dizer? Eu sei que, como alguém que vai exercer em saúde, não me compete dizer nada, mesmo que perceba. Mas e como familiar? Não deveria explicar os resultados às pessoas mais próximas? E depois quanto ao revelar o assunto à minha avó... Sei que as pessoas devem saber para poderem aceitar a sua doença ou condição. Mas, como familiar, não seria mais fácil poupá-la do sofrimento de saber o que tem? Na minha cabeça, tenho dois lados a batalhar: o de familiar e o de (futura) profissional de saúde. E, sinceramente, não sei qual dos dois é suposto ter prioridade... Pergunto-me também se não estarei a ser fria com a situação... Não sei, já nem sei o que pensar...

Kristea, a minha avó também teve um tumor, o que foi a causa da morte dela. Não contaram nada a ela, nem a mim, só soube que ela tinha essa doença pouco antes de fazer 13 anos, e muito pouco antes de ela falecer. Eu acho que se contassem a minha avó o que ela tinha, ela continuava a batalhar pela sua vida, porque sempre valorizou a mesma, mas ia ficar devastada na mesma ao saber que tinha uma doença de grande gravidade. Eu acho que tudo depende da personalidade da pessoa que possui a doença. Acho que se deve contar à pessoa doente o que esta sofre, pois é sempre melhor do que viver na ignorância, pensando que é apenas uma coisa banal, por exemplo, como referiste, deixar de fazer as coisas que mais gostava. Ainda que custe dizer a uma pessoa que esta sofre de uma doença que, por exemplo, não tem cura, de uma maneira ou outra esta vai descobrir ou pelo menos desconfiar que sofre de algo.
Podes até te sentir triste e revoltada contigo mesma, e pensares que dizer aquilo que a pessoa sofre é cruel, mas só estás a fazer o que está correcto. A pessoa pode ter um choque, mas depois de reflectir, até te vai agradecer por a teres contada, porque de certeza ao não saber de nada vivia na duvida e angustia. Temos é que nos por no lugar da outra pessoa. Gostarias de viver na duvida e não saber ao certo o que se passa contigo? Acredita, é melhor saber aquilo que sofremos, porque também sou doente de várias "coisas", e é frustrante não saber do que sofremos.
Os meus sinceros pêsames. É verdadeiramente um momento dificil para ti, mas que infelizmente todos nos temos que passar na vida.
Sorry se o texto 'tá meio confuso
Podes até te sentir triste e revoltada contigo mesma, e pensares que dizer aquilo que a pessoa sofre é cruel, mas só estás a fazer o que está correcto. A pessoa pode ter um choque, mas depois de reflectir, até te vai agradecer por a teres contada, porque de certeza ao não saber de nada vivia na duvida e angustia. Temos é que nos por no lugar da outra pessoa. Gostarias de viver na duvida e não saber ao certo o que se passa contigo? Acredita, é melhor saber aquilo que sofremos, porque também sou doente de várias "coisas", e é frustrante não saber do que sofremos.
Os meus sinceros pêsames. É verdadeiramente um momento dificil para ti, mas que infelizmente todos nos temos que passar na vida.
Sorry se o texto 'tá meio confuso

Eu admito que fiquei emocionada com o que escreveste Kristea. Não li hoje, mas na altura que li, sabia que queria dizer algo, mas sabia bem o quê...
Desde já, os meus pêsames. Pessoas queridas que perdeste em tão pouco tempo e digo que me emocionei pelo que tu sentes em relação à recente morte da tua avó.
Como perdi o meu pai cedo, é mais fácil ficar sentida com situações idênticas, no entanto não foi de doença. Facto é que é complicado ainda mais estar na tua situação como familiar e futura profissional de saúde, mas facto também é que, por muito inevitável que seja, a tua posição como familiar vence a de estudante de saúde, sentindo uma situação delicada, por muito que queiras saber que lugar tomar, o teu coração vai estar vulnerável demais... A minha mãe, por exemplo, é enfermeira há quase 30 anos e quando é para dar uma vacina a um bebé filho de uma amiga nossa, não consegue por vê-lo chorar, há sempre um lado da balança que pende mais, o que não quer dizer que tenhas sido fria... agiste como qualquer pessoa que se sente a perder alguém. Pessoalmente, perdi o meu avô e tia por doença e factor idade, e eram coisas inevitáveis. Um cancro detectado tão repentinamente... é quase assim também, de um dia para o outro pensar o pouco tempo que resta e no caso da tua avó ter esperança de viver um pouquinho mais... e afinal...
Não sei se me estou e vou fazer entender, senti realmente o que escreveste, mas sabia que, pelos teus trabalhos pela harmonia que colocas em cada um, quem tem tal sensibilidade artística, também em tudo da vida vê tudo com mais sensibilidade... O que te quero dizer também é que, não sei se crês no destino, mas se crês ele é inevitável, reuniste todas as tuas forças quando descobriste que a tua avó tinha cancro, mas espero que te restem forças para agora continuar. Com tudo o que li, se calhar não, mas parece-me que te sentes um pouco culpada, se assim for, tenta afastar esse sentimento o mais longe possível. Estudas saúde, então sabes que o nosso corpo muitas vezes prega-nos partidas.
Lembra os momentos que passaste com ela... E que se não tivesses agido a tempo podia ter sido pior, ela certamente te viu como heroína.
Espero que aos poucos te vás sentindo melhor, que a tua rotina tenha mudado para que possas descansar decentemente e, acima de tudo, desejo-te muita coragem.
Desde já, os meus pêsames. Pessoas queridas que perdeste em tão pouco tempo e digo que me emocionei pelo que tu sentes em relação à recente morte da tua avó.
Como perdi o meu pai cedo, é mais fácil ficar sentida com situações idênticas, no entanto não foi de doença. Facto é que é complicado ainda mais estar na tua situação como familiar e futura profissional de saúde, mas facto também é que, por muito inevitável que seja, a tua posição como familiar vence a de estudante de saúde, sentindo uma situação delicada, por muito que queiras saber que lugar tomar, o teu coração vai estar vulnerável demais... A minha mãe, por exemplo, é enfermeira há quase 30 anos e quando é para dar uma vacina a um bebé filho de uma amiga nossa, não consegue por vê-lo chorar, há sempre um lado da balança que pende mais, o que não quer dizer que tenhas sido fria... agiste como qualquer pessoa que se sente a perder alguém. Pessoalmente, perdi o meu avô e tia por doença e factor idade, e eram coisas inevitáveis. Um cancro detectado tão repentinamente... é quase assim também, de um dia para o outro pensar o pouco tempo que resta e no caso da tua avó ter esperança de viver um pouquinho mais... e afinal...
Não sei se me estou e vou fazer entender, senti realmente o que escreveste, mas sabia que, pelos teus trabalhos pela harmonia que colocas em cada um, quem tem tal sensibilidade artística, também em tudo da vida vê tudo com mais sensibilidade... O que te quero dizer também é que, não sei se crês no destino, mas se crês ele é inevitável, reuniste todas as tuas forças quando descobriste que a tua avó tinha cancro, mas espero que te restem forças para agora continuar. Com tudo o que li, se calhar não, mas parece-me que te sentes um pouco culpada, se assim for, tenta afastar esse sentimento o mais longe possível. Estudas saúde, então sabes que o nosso corpo muitas vezes prega-nos partidas.
Lembra os momentos que passaste com ela... E que se não tivesses agido a tempo podia ter sido pior, ela certamente te viu como heroína.
Espero que aos poucos te vás sentindo melhor, que a tua rotina tenha mudado para que possas descansar decentemente e, acima de tudo, desejo-te muita coragem.

gomawo Tinoco-chan ♡♡ a dor passa, mas a beleza permanece ♥
Escrevem coisas que me emocionam. Obrigada pelo encorajamento, ao lado disso, não são nada estes meus problemas. Desde já os meus pêsames a que perdeu familiares. Eu não sei "falar" sobre perder pessoas de quem gostamos, talvez porque não sei dar bem o valor quando nos acontece uma coisa assim. A única pessoa que perdi foi a minha avó materna, aos 10 anos e já se esperava que acontecesse, também por motivos de doença, e com aquela idade é tudo diferente do que seria agora. A dor é diferente, lidamos com tudo de outra maneira: somos crianças.
Kristea, tu não és culpada de nada. E sei que isto não significa nada dito assim. Mas há que fazer escolhas na vida, e cada uma tem prós e contras, por assim dizer. Escolher a família, por mais profissional que sejamos em qualquer área, é sempre o que tendemos a fazer. É o que o nosso instinto nos diz, porque antes de profissionais, somos pessoas, temos sentimentos e nada muda isso. Fizeste o que achaste mais correcto, e não te deves martirizar por isso. É como a Dumpling diz, pensa no bom que passaste com ela, e agora é continuar em frente. Não é esquecer, não, porque estará sempre lá a memória... mas sim aprender a viver com ela. Muita força Kristea, e já sabes que se precisares de qualquer coisa, cá estou, ainda que deste lado.
E Dumpling, senti-me muito emocionada com o que escreveste. É bom perceber que ainda existem pessoas que compreendem o significado de sentimentos, porque muita gente tende a esquecer o que é realmente «sentir».
Kristea, tu não és culpada de nada. E sei que isto não significa nada dito assim. Mas há que fazer escolhas na vida, e cada uma tem prós e contras, por assim dizer. Escolher a família, por mais profissional que sejamos em qualquer área, é sempre o que tendemos a fazer. É o que o nosso instinto nos diz, porque antes de profissionais, somos pessoas, temos sentimentos e nada muda isso. Fizeste o que achaste mais correcto, e não te deves martirizar por isso. É como a Dumpling diz, pensa no bom que passaste com ela, e agora é continuar em frente. Não é esquecer, não, porque estará sempre lá a memória... mas sim aprender a viver com ela. Muita força Kristea, e já sabes que se precisares de qualquer coisa, cá estou, ainda que deste lado.
E Dumpling, senti-me muito emocionada com o que escreveste. É bom perceber que ainda existem pessoas que compreendem o significado de sentimentos, porque muita gente tende a esquecer o que é realmente «sentir».

thankes, *Kaoru : D

verde é verdocas , by lili 8D
Muito obrigada pelas vossas palavras e pelo vosso apoio, a sério! É mesmo reconfortante saber que há sempre alguém disposto a ouvir-nos e a estender a mão quando caímos. Foi o que me aconteceu, não é? Uma queda na grande caminhada da vida. E eu vou aceitar a vossa ajuda e a ajuda de todos aqueles que se cruzaram na minha vida e quiseram ajudar. E agradeço do fundo do coração. 
Falei mesmo com a minha coordenadora de curso para saber se tinha agido mal ao preferir o meu lado de familiar ao lado de futura profissional de saúde. Até porque foi isso que aconteceu. Acabei por negligenciar isto em detrimento do que sentia. E toda a gente me diz que eu agi bem, que, naquele momento, o que a minha avó precisava era da neta, não de mais uma profissional de saúde à volta dela. Foi mesmo um alívio saber que ninguém me achava culpada quando a minha cabeça dizia que sim. E, agora que penso, o meu coração nunca se sentiu culpado. Suponho que pensei demasiado quando devia era estar preocupada com o meu coração. E julgo que sou mais forte do que pensava. Apesar de ter uma sensibilidade um pouco fora do normal (não sei se deixarei transparecer isso através das coisinhas que faço no Photoshop, por acaso... Mas admito que sim, sofro bastante com os outros, sou também feliz com os outros... Tenho esta capacidade que nem sempre é boa de sentir na pele o que os outros estão também a sentir), ando a ultrapassar isto mais depressa do que pensava.
Andei a pensar nestes últimos dias, a arrumar os pensamentos nas gavetas onde eram suposto estar, a tentar perceber tudo e consegui chegar a uma conclusão. O que aconteceu, aconteceu. Não vale a pena continuar a pensar nos se's da vida. Nunca iremos ter uma resposta para eles se aquele momento já passou. Não há segundas oportunidades, por muito que nos custe, por muito que gostássemos de dar vida a alguém. E não vale a pena viver no passado. Agora há que seguir em frente. Tenho a certeza que ela ficará orgulhosa de que eu complete o meu curso, de que volte para casa para ajudar quem precisa de mim, de que concretize os meus sonhos. Afinal, sou a neta mais velha e a primeira pessoa na faculdade. Tenho memórias de infância fantásticas ao lado dela e sem dúvida não conseguirei esquecê-las. Ela vai estar a ver-me a fazer tudo o que sempre quis e eu vou fazer por a deixar orgulhosa.

Falei mesmo com a minha coordenadora de curso para saber se tinha agido mal ao preferir o meu lado de familiar ao lado de futura profissional de saúde. Até porque foi isso que aconteceu. Acabei por negligenciar isto em detrimento do que sentia. E toda a gente me diz que eu agi bem, que, naquele momento, o que a minha avó precisava era da neta, não de mais uma profissional de saúde à volta dela. Foi mesmo um alívio saber que ninguém me achava culpada quando a minha cabeça dizia que sim. E, agora que penso, o meu coração nunca se sentiu culpado. Suponho que pensei demasiado quando devia era estar preocupada com o meu coração. E julgo que sou mais forte do que pensava. Apesar de ter uma sensibilidade um pouco fora do normal (não sei se deixarei transparecer isso através das coisinhas que faço no Photoshop, por acaso... Mas admito que sim, sofro bastante com os outros, sou também feliz com os outros... Tenho esta capacidade que nem sempre é boa de sentir na pele o que os outros estão também a sentir), ando a ultrapassar isto mais depressa do que pensava.

Andei a pensar nestes últimos dias, a arrumar os pensamentos nas gavetas onde eram suposto estar, a tentar perceber tudo e consegui chegar a uma conclusão. O que aconteceu, aconteceu. Não vale a pena continuar a pensar nos se's da vida. Nunca iremos ter uma resposta para eles se aquele momento já passou. Não há segundas oportunidades, por muito que nos custe, por muito que gostássemos de dar vida a alguém. E não vale a pena viver no passado. Agora há que seguir em frente. Tenho a certeza que ela ficará orgulhosa de que eu complete o meu curso, de que volte para casa para ajudar quem precisa de mim, de que concretize os meus sonhos. Afinal, sou a neta mais velha e a primeira pessoa na faculdade. Tenho memórias de infância fantásticas ao lado dela e sem dúvida não conseguirei esquecê-las. Ela vai estar a ver-me a fazer tudo o que sempre quis e eu vou fazer por a deixar orgulhosa.


dizzy22 escreveu:E Dumpling, senti-me muito emocionada com o que escreveste. É bom perceber que ainda existem pessoas que compreendem o significado de sentimentos, porque muita gente tende a esquecer o que é realmente «sentir».Obrigada. Às vezes seria mais fácil ignorar, como muitos fazem, mas já vi algumas pessoas que sentem as palavras, e eu sou um pouco assim... Gostei do que escreveste, pela sinceridade, notei que disseste que não sabes bem o que dizer sobre perder pessoas, mas sabes o que dizer. A maioria de quem não perde alguém não sabe bem o que dizer... e eu também tinha 11 anos quando perdi o meu pai, mas foi assassinado. Por vezes não é o facto de já nos ter acontecido que nos faz dizer as palavras certas, mas sim o nosso interior.
Obrigada pelas palavras, fizeram-me esboçar um sorriso num dia que bem precisava :3
Kristea escreveu:Tenho memórias de infância fantásticas ao lado dela e sem dúvida não conseguirei esquecê-las. Ela vai estar a ver-me a fazer tudo o que sempre quis e eu vou fazer por a deixar orgulhosa.Kristea, como se diz, é esse o espírito. Sei que nunca vais esquecer e vais guardá-la sempre no teu coração. Espero que os anos que se sigam não te atinjam de forma negativa. Com certeza, quando ficares feliz, seja por uma cadeira passada, ou qualquer coisa que te faça feliz, ela vai sentir-se feliz e uma estrela vai brilhar para ti


gomawo Tinoco-chan ♡♡ a dor passa, mas a beleza permanece ♥
Sendo um diário, deveria escrever sobre o meu dia de hoje, mas optei por escrever sobre o dia 7 de Março de 2011.
7 de Março de 2011 não é só mais um dia estampado no meu Calendário. 7 de Março tornou-se num dia especial. Porquê? Por várias razões: É a primeira vez que tive um relacionamento sério e fiz neste dia um ano de namoro juntamente com essa pessoa especial. Em segundo lugar, a minha melhor amiga fez anos neste dia e por último o melhor Anime que poderia existir estreou-se novamente na televisão portuguesa.
7 de Março foi um dia imperdível!
Tive um dia imperdível com a pessoa que amo! À tarde festejei o aniversário de uma grande amiga juntamente com o meu melhor amigo, com um colega de turma e com o padrinho da universidade e finalmente à noite pude voltar a ver a minha "Coelhinha" (Bunny) preferida
.
Epá cada vez mais gosto do número 7. ihhihihi... talvez seja o meu númerod a sorte...
(Eu sou mesmo lamechas não sou?
.... Venho escrever cenas destas praqui para vos aborrecer
)
7 de Março de 2011 não é só mais um dia estampado no meu Calendário. 7 de Março tornou-se num dia especial. Porquê? Por várias razões: É a primeira vez que tive um relacionamento sério e fiz neste dia um ano de namoro juntamente com essa pessoa especial. Em segundo lugar, a minha melhor amiga fez anos neste dia e por último o melhor Anime que poderia existir estreou-se novamente na televisão portuguesa.
7 de Março foi um dia imperdível!
Tive um dia imperdível com a pessoa que amo! À tarde festejei o aniversário de uma grande amiga juntamente com o meu melhor amigo, com um colega de turma e com o padrinho da universidade e finalmente à noite pude voltar a ver a minha "Coelhinha" (Bunny) preferida
.Epá cada vez mais gosto do número 7. ihhihihi... talvez seja o meu númerod a sorte...
(Eu sou mesmo lamechas não sou?
.... Venho escrever cenas destas praqui para vos aborrecer
)Tens de entrar para responderes neste tópico.
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