A Última Estrela
O que acontecerá a Maria?
Total de votos: 16
-
O sentimento forte de se reunir aos pais fá-la juntar-se ao lado negro 0% 0 votos
-
Consegue resistir no último momento ao ouvir o pedido de socorro de Mário 50% 8 votos
-
Vénus aparece e evita que Júpiter toque no Cristal Prateado 13% 2 votos
-
Júpiter toca no Cristal Prateado, mas algo estranho acontece de seguida 19% 3 votos
-
O restaurante sofre uma nova explosão, atirando Júpiter e Petzite violentamente para o chão, evitando o pior 0% 0 votos
-
Nenhuma das anteriores 19% 3 votos
Esta sondagem está encerrada.
oh tb tenho d fazer download disso =///// mas bem, eu acho q nas fics as pessoas sao livres de fazerem o q quiserem. nao é absolutamente necessario estar a seguir todos os pormenores à risca...pelo menos é a minha opiniao...

I never got my letter to Hogwarts...so I'm moving to Forks to live with the Cullens.xD
Umas dúvidazinhas do Uranus, que podem ser as de outras pessoas 
Eles ficaram sensibilizados com o "amor" da Bunny, mas no fim do episódio ela purificou tudo com o Halo da Princesa da Lua.
É o seguinte: os portadores dos cristais arco-íris foram todos curados pelo "Moon Healing Escalation". Ao fazer isto, cada cristal arco-íris absorveu parte da essência da Bunny. O objectivo do inimigo é controlar totalmente o Cristal Prateado da Bunny (formado pelos arco-íris que continham parte da essencia da Bunny) e para fazerem isso têm que eliminar essa "essência", matando os portadores dos cristais arc-íris. É um tipo de "horcrux" bom vá...

Star Uranus escreveu:- No Capítulo V: a fala da Bunny para a Ann, a dizer que a purificou com o halo da princesa da lua... Não foi qualquer coisa como o amor do Gonçalo e da Bunny que curou os ETs e a Árvore? Ou a conversa que a Bunny teve com eles que os "sensibilizou"?
Eles ficaram sensibilizados com o "amor" da Bunny, mas no fim do episódio ela purificou tudo com o Halo da Princesa da Lua.
Star Uranus escreveu:- No Capítulo 28:
"- Quando a Princesa da Lua transformou os demónios em humanos após retirar os Cristais Arco-Íris, usou o seu ceptro lunar. Ao fazê-lo, deixou parte da sua essência nessas criaturas. Sendo esta metade do Cristal Prateado formado pelos sete cristais arco-íris que estavam nesses humanos, ele contém ainda a essência da Princesa que foi deixada nos corpos dos seus antigos portadores. Enquanto não forem mortos, não possuirei verdadeiramente este fragmento. Não conseguirei usá-lo para o seu verdadeiro propósito, não poderei efectuar a maldição que tanto anseio, libertar a Maldição do Cristal Prateado, não enquanto a luz da Lua Branca brilhar nos corpos que deram origem ao fragmento… - explicou a mulher fazendo uma longa pausa"
Tipo, não entendi mesmo esta parte... Principalmente a parte da essencia da princesa que ficou nos portadores e isso... Dá para explicares melhor esta parte?
É o seguinte: os portadores dos cristais arco-íris foram todos curados pelo "Moon Healing Escalation". Ao fazer isto, cada cristal arco-íris absorveu parte da essência da Bunny. O objectivo do inimigo é controlar totalmente o Cristal Prateado da Bunny (formado pelos arco-íris que continham parte da essencia da Bunny) e para fazerem isso têm que eliminar essa "essência", matando os portadores dos cristais arc-íris. É um tipo de "horcrux" bom vá...
Sammu, és fixe! mariakino escreveu:eu acho q nas fics as pessoas sao livres de fazerem o q quiserem. nao é absolutamente necessario estar a seguir todos os pormenores à risca...pelo menos é a minha opiniao...
Claro que sim, mariakino...
Porém um "pequeno" comentário: se o Sammu quisesse escrever um artigo oficial para revistas ou na profissão dele, ele deve inovar, porém deve seguir os pormenores, sim, pois ele pode ser acusado até de plágio (pois ele intercala fatos do anime e do mangá), e sempre terão fãs e escritores para questionar. Claro que não sou nenhuma fã assim que diga: "esse cara não sabe nada de Sailor Moon e ele não deve escrever nada!" e nem tenho tanto conhecimento assim.
O fato é, como diria minha professora aqui no Brasil: nenhum trabalho se faz sozinho, pois sempre alguém que faz uma revisão contribui para o tema e partilha conhecimento. Claro que nenhum trabalho sai perfeito, mas tenta-se chegar num melhor resultado.:mariaenfim: Claro que aqui como em tantos outros lugares estas fics são somente para divertimento de uma parcela de pessoas e aquelas que lêem procuram se interessar pelo tema e pesquisar a fundo, adquirindo mais conhecimento que pode decidir um caminho a seguir. Enfim, todos ganham ou perdem algo com isso. Pelo menos penso assim.:(moon):
Agora chega que senão eu viro pro lado profissional, aí pára de falar a Chou_Senshi e entra eu... hehehe
Estou no aguardo de mais um capítulo! Abraços!

Presente do Brancus- Visitem www.imagevisiondesign.com

Semi-ausente até março

Moon Revenge- exerto do volume 2 publicado 02/01
Sammu escreveu:Umas dúvidazinhas do Uranus, que podem ser as de outras pessoasStar Uranus escreveu:- No Capítulo V: a fala da Bunny para a Ann, a dizer que a purificou com o halo da princesa da lua... Não foi qualquer coisa como o amor do Gonçalo e da Bunny que curou os ETs e a Árvore? Ou a conversa que a Bunny teve com eles que os "sensibilizou"?
Eles ficaram sensibilizados com o "amor" da Bunny, mas no fim do episódio ela purificou tudo com o Halo da Princesa da Lua.
Sammu..eu não quero contradizer-te...mas ela não purificou só a arvore ?pelo menos eu tenho o episódio no pc e pelo que vi ela só purifica a arvore
mas tb...se formos a ver...é a mesma coisa :
':
Dianuxka escreveu:
Sammu..eu não quero contradizer-te...mas ela não purificou só a arvore ?pelo menos eu tenho o episódio no pc e pelo que vi ela só purifica a arvore![]()
mas tb...se formos a ver...é a mesma coisa :':
Atão e eles não eram unidos com a árvore?
Foi tudo purificado pah! 
Sammu, és fixe! Sammu escreveu:Dianuxka escreveu:
Sammu..eu não quero contradizer-te...mas ela não purificou só a arvore ?pelo menos eu tenho o episódio no pc e pelo que vi ela só purifica a arvore![]()
mas tb...se formos a ver...é a mesma coisa :':
Atão e eles não eram unidos com a árvore?Foi tudo purificado pah!
hum..eu sei que eles alimentavam-se pela arvore...agora se tavam ou não ligados nao sei...mas axo que não...tb não interessa!eles ficaram bons!isso é o que interessa

Yah Nani!! Muahahahahah *faz cara diabólica* Vais sofrer mt!!
(no gozo n se assustem, eu tenho uns ataques psicopatas uma vez por mês praí XD)
(no gozo n se assustem, eu tenho uns ataques psicopatas uma vez por mês praí XD)

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
CAPÍTULO 13
As Irmãs da Caça atacam!
O Trovão de Júpiter.
=========================
Os seus olhos estavam sem vida, os gritos de Mário estavam distantes… Só tinha que tocar no Cristal para realizar o seu sonho de viver em paz… Levantou a sua mão em direcção ao brilho.
- CRESCENT BEAM! – um raio de luz atravessou-se entre as mãos de Júpiter e Petzite, que imediatamente uivou de dor. O Cristal Prateado caiu no chão.
Júpiter acordou da transe. A ideia de se juntar ao lado negro esfumara-se quando Petzite largara o Cristal. Olhou para trás de si.
- Guerreira da beleza e do amor, Navegante de Vénus!
- Guerreira do amor e da justiça, Navegante da Lua!
- Guerreira da luta e do fogo, Navegante de Marte!
As três guerreiras olhavam com horror quer para o restaurante destruído quer para Petzite.
- Petzite, o que fizeste tu? – perguntou Sailor Moon horrorizada, dando um passo em frente.
- Nem mais um passo! – berrou Petzite furiosa.
- Estás a ser chantageada pelo poder do mal! Podemos salvar o Safira sem teres que fazer isto! – suplicou dando outro passo.
- BASTA! – bramiu Petzite. Desta vez não me convertes com essas frases pré-fabricadas. Irmãs do mal!
Imediatamente três figuras indistintas começaram a materializar-se ao lado de Petzite.
- Karmesite, o meu elemento é o fogo frio.
- Bertierie, o meu elemento é a água negra.
- Calaverite, o meu elemento é o poder oculto da escuridão.
- E Petzite, mestra dos raios negros.
- Somos as Irmãs da Caça. – anunciaram formando um quadrado perfeito em pleno ar.
- Acordem! – gritou Sailor Moon.
- Cala-te Bunny Tsukino. – disse Calaverite amargamente. Sem o sagrado Cristal Prateado não és nada.
Júpiter, que até então observava a cena pálida e hirta, lembrou-se subitamente do Cristal Prateado que estava caído no chão poucos metros à sua frente. Infelizmente Petzite também se lembrara abruptamente de que deixara cair o Cristal momentos antes, olhando para ele instintivamente. Tendo pouco tempo para tomar uma decisão, Júpiter pontapeou o Cristal para dentro do restaurante em chamas.
Petizte deu um grito de raiva e atirou Mário, que ainda estava suspenso no ar, para o meio do fogo.
- MÁRIO! – berrou Júpiter correndo em direcção ao fogo.
- Júpiter! – bramiram as navegantes. Nenhuma delas a pôde ajudar, visto que Karmesite se precipitara em direcção a Marte, lançando-lhe um feroz ataque de fogo azul. Calaverite atacara Vénus com o seu chicote, que por sua vez se defendeu utilizando a corrente do amor. Bertierite usara a sua água negra contra Sailor Moon, que se conseguiu proteger no último minuto, utilizando o seu recente ataque “Luna Fulgeo”.
Petzite seguia Júpiter para o inferno de chamas.
- SPARKLING WIDE PRESSURE! – invocou Júpiter lançando com toda a força a sua centelha relampejante contra Petzite sem olhar para trás. Teve a confirmação de que acertara, pois Petzite gritou de dor e os passos atrás de si cessaram.
Todas as montras do restaurante haviam-se quebrado com a explosão, todo o salão encontrava-se submerso por fumo e labaredas. Ouvia Mário na extrema-esquerda do recinto, guiava-se pelo som, pois o fumo não a permitia ver. Sentiu-se aliviada por ouvir a voz de Mário e por não avistar o Cristal Prateado, assim não teria que optar entre a sua missão e o seu amor. Gritou ao sentir o fogo consumir parte das duas vestes, conferindo à sua pele exposta um tom vermelho.
- Mário! – exclamou quando encontrou Mário encostado contra a parede preta, num pequeno espaço onde as chamas ainda não haviam alcançado. Ela correu e abraçou-o. Estava completamente chamuscado, desgrenhado e com a face muito suada. Parte da sua camisa e calças arderam, fundido o tecido queimado com a pele.
- Estás bem? – perguntou Júpiter tremendo, abraçada a ele. O fogo cercava-os contra a parede, o fumo asfixiava-os e o calor consumia-lhes a vida a cada segundo que passava.
Era outra vez criança. Estava novamente naquele apartamento aniquilado pelo fogo, aquele mesmo fogo que ceifara a vida de seus pais. Morreram juntos encurralados no quarto, abraçados, segundo o relatório dos bombeiros. Sentiu os braços de Mário apertarem-se contra os seus. Virou costas ao fogo e Mário aproximou a sua cara perto da dela.
- Se este é o fim, quero que saibas que te amo. – disse, tomando Júpiter nos seus braços.
- Morreremos juntos. – sorriu Júpiter ao mesmo tempo que se ajoelhavam, perdendo as forças, abraçados.
Subitamente a sua face sentiu ar fresco, que a aliviava do enorme calor. Ouviu vozes indistintas por entre o mar de chamas. Escutou o som de água, que apagava o fogo.
- Mercúrio! – gritou enchendo-se de esperança. De alguma maneira a sua amiga estava ali, sim, estava ali para a salvar com o seu domínio das águas!
- Água negra! – as chamas apagavam-se à medida que a água chocava com elas – Não está aqui também!
- Ele está aqui algures, continua idiota. – ordenou Petzite, pisando uma cadeira queimada.
- És mesmo estúpida, como pudeste deixar que ela atirasse o Cristal Prateado para o edifício que tu própria incendiaste? – gozava Bertierite inundando mais uma vez uma pequena porção de chão.
- Está calada! – ralhou Petzite num misto de fúria com vergonha.
O fogo estava a aproximar-se deles, num súbito impulso de sobrevivência Júpiter levantou-se e gritou.
- Eu tenho o Cristal Prateado! – com todas as forças que lhe restavam.
- Estás maluca? – disse Mário puxando-a de novo para baixo.
- Abriga-te! – gritou ao mesmo tempo que uma onda de água gelada os banhava com dor. O fogo à sua volta apagou-se violentamente. Por momentos conseguiu ver o que se passava lá fora, antes que o fumo tomasse lugar. Vénus e Sailor Moon lutavam dificilmente contra Calaverite, e Marte atacava Karmesite, que parecia estar a divertir-se.
- Muito bem, é a tua oportunidade de me devolveres o Cristal Prateado se quiseres viver. – proferiu Petzite caminhando lentamente em direcção a Mário e Júpiter, com a mão na cintura.
- É melhor fazeres o que ela diz! – seguiu-a Bertierite, rindo-se agudamente.
Júpiter não respondeu, cingindo-se a encostar na parede negra com Mário.
- Cuidado. – sussurou-lhe antes de gritar “Supreme Thunder”.
Os fracos raios foram novamente parados por Petzite e devolvidos, electrocutando mais uma vez Mário e Júpiter.
- Ali! – exclamou Bertierite apontando freneticamente para uma pedra que brilhava no meio das chamas, correndo de seguida para o apanhar.
Enquanto Bertierite corria para o outro extremo do restaurante, Petzite preparava-se para lançar o seu ataque uma vez mais contra Júpiter.
- SILENCE WALL! – um campo de forças protegeu Júpiter e Mário, dispersando os raios negros.
- DEEP SUBMERGE! – uma bola de energia aquosa apagou as chamas e envolveu o Cristal transportando-o para a sua proveniência.
- As minhas preciosas unhas! – berrou Bertierite olhando para uma unha partida.
- Mas que?! – bramiu Petzite olhando para trás.
As Irmãs da Caça atacam!
O Trovão de Júpiter.
=========================
Os seus olhos estavam sem vida, os gritos de Mário estavam distantes… Só tinha que tocar no Cristal para realizar o seu sonho de viver em paz… Levantou a sua mão em direcção ao brilho.
- CRESCENT BEAM! – um raio de luz atravessou-se entre as mãos de Júpiter e Petzite, que imediatamente uivou de dor. O Cristal Prateado caiu no chão.
Júpiter acordou da transe. A ideia de se juntar ao lado negro esfumara-se quando Petzite largara o Cristal. Olhou para trás de si.
- Guerreira da beleza e do amor, Navegante de Vénus!
- Guerreira do amor e da justiça, Navegante da Lua!
- Guerreira da luta e do fogo, Navegante de Marte!
As três guerreiras olhavam com horror quer para o restaurante destruído quer para Petzite.
- Petzite, o que fizeste tu? – perguntou Sailor Moon horrorizada, dando um passo em frente.
- Nem mais um passo! – berrou Petzite furiosa.
- Estás a ser chantageada pelo poder do mal! Podemos salvar o Safira sem teres que fazer isto! – suplicou dando outro passo.
- BASTA! – bramiu Petzite. Desta vez não me convertes com essas frases pré-fabricadas. Irmãs do mal!
Imediatamente três figuras indistintas começaram a materializar-se ao lado de Petzite.
- Karmesite, o meu elemento é o fogo frio.
- Bertierie, o meu elemento é a água negra.
- Calaverite, o meu elemento é o poder oculto da escuridão.
- E Petzite, mestra dos raios negros.
- Somos as Irmãs da Caça. – anunciaram formando um quadrado perfeito em pleno ar.
- Acordem! – gritou Sailor Moon.
- Cala-te Bunny Tsukino. – disse Calaverite amargamente. Sem o sagrado Cristal Prateado não és nada.
Júpiter, que até então observava a cena pálida e hirta, lembrou-se subitamente do Cristal Prateado que estava caído no chão poucos metros à sua frente. Infelizmente Petzite também se lembrara abruptamente de que deixara cair o Cristal momentos antes, olhando para ele instintivamente. Tendo pouco tempo para tomar uma decisão, Júpiter pontapeou o Cristal para dentro do restaurante em chamas.
Petizte deu um grito de raiva e atirou Mário, que ainda estava suspenso no ar, para o meio do fogo.
- MÁRIO! – berrou Júpiter correndo em direcção ao fogo.
- Júpiter! – bramiram as navegantes. Nenhuma delas a pôde ajudar, visto que Karmesite se precipitara em direcção a Marte, lançando-lhe um feroz ataque de fogo azul. Calaverite atacara Vénus com o seu chicote, que por sua vez se defendeu utilizando a corrente do amor. Bertierite usara a sua água negra contra Sailor Moon, que se conseguiu proteger no último minuto, utilizando o seu recente ataque “Luna Fulgeo”.
Petzite seguia Júpiter para o inferno de chamas.
- SPARKLING WIDE PRESSURE! – invocou Júpiter lançando com toda a força a sua centelha relampejante contra Petzite sem olhar para trás. Teve a confirmação de que acertara, pois Petzite gritou de dor e os passos atrás de si cessaram.
Todas as montras do restaurante haviam-se quebrado com a explosão, todo o salão encontrava-se submerso por fumo e labaredas. Ouvia Mário na extrema-esquerda do recinto, guiava-se pelo som, pois o fumo não a permitia ver. Sentiu-se aliviada por ouvir a voz de Mário e por não avistar o Cristal Prateado, assim não teria que optar entre a sua missão e o seu amor. Gritou ao sentir o fogo consumir parte das duas vestes, conferindo à sua pele exposta um tom vermelho.
- Mário! – exclamou quando encontrou Mário encostado contra a parede preta, num pequeno espaço onde as chamas ainda não haviam alcançado. Ela correu e abraçou-o. Estava completamente chamuscado, desgrenhado e com a face muito suada. Parte da sua camisa e calças arderam, fundido o tecido queimado com a pele.
- Estás bem? – perguntou Júpiter tremendo, abraçada a ele. O fogo cercava-os contra a parede, o fumo asfixiava-os e o calor consumia-lhes a vida a cada segundo que passava.
Era outra vez criança. Estava novamente naquele apartamento aniquilado pelo fogo, aquele mesmo fogo que ceifara a vida de seus pais. Morreram juntos encurralados no quarto, abraçados, segundo o relatório dos bombeiros. Sentiu os braços de Mário apertarem-se contra os seus. Virou costas ao fogo e Mário aproximou a sua cara perto da dela.
- Se este é o fim, quero que saibas que te amo. – disse, tomando Júpiter nos seus braços.
- Morreremos juntos. – sorriu Júpiter ao mesmo tempo que se ajoelhavam, perdendo as forças, abraçados.
Subitamente a sua face sentiu ar fresco, que a aliviava do enorme calor. Ouviu vozes indistintas por entre o mar de chamas. Escutou o som de água, que apagava o fogo.
- Mercúrio! – gritou enchendo-se de esperança. De alguma maneira a sua amiga estava ali, sim, estava ali para a salvar com o seu domínio das águas!
- Água negra! – as chamas apagavam-se à medida que a água chocava com elas – Não está aqui também!
- Ele está aqui algures, continua idiota. – ordenou Petzite, pisando uma cadeira queimada.
- És mesmo estúpida, como pudeste deixar que ela atirasse o Cristal Prateado para o edifício que tu própria incendiaste? – gozava Bertierite inundando mais uma vez uma pequena porção de chão.
- Está calada! – ralhou Petzite num misto de fúria com vergonha.
O fogo estava a aproximar-se deles, num súbito impulso de sobrevivência Júpiter levantou-se e gritou.
- Eu tenho o Cristal Prateado! – com todas as forças que lhe restavam.
- Estás maluca? – disse Mário puxando-a de novo para baixo.
- Abriga-te! – gritou ao mesmo tempo que uma onda de água gelada os banhava com dor. O fogo à sua volta apagou-se violentamente. Por momentos conseguiu ver o que se passava lá fora, antes que o fumo tomasse lugar. Vénus e Sailor Moon lutavam dificilmente contra Calaverite, e Marte atacava Karmesite, que parecia estar a divertir-se.
- Muito bem, é a tua oportunidade de me devolveres o Cristal Prateado se quiseres viver. – proferiu Petzite caminhando lentamente em direcção a Mário e Júpiter, com a mão na cintura.
- É melhor fazeres o que ela diz! – seguiu-a Bertierite, rindo-se agudamente.
Júpiter não respondeu, cingindo-se a encostar na parede negra com Mário.
- Cuidado. – sussurou-lhe antes de gritar “Supreme Thunder”.
Os fracos raios foram novamente parados por Petzite e devolvidos, electrocutando mais uma vez Mário e Júpiter.
- Ali! – exclamou Bertierite apontando freneticamente para uma pedra que brilhava no meio das chamas, correndo de seguida para o apanhar.
Enquanto Bertierite corria para o outro extremo do restaurante, Petzite preparava-se para lançar o seu ataque uma vez mais contra Júpiter.
- SILENCE WALL! – um campo de forças protegeu Júpiter e Mário, dispersando os raios negros.
- DEEP SUBMERGE! – uma bola de energia aquosa apagou as chamas e envolveu o Cristal transportando-o para a sua proveniência.
- As minhas preciosas unhas! – berrou Bertierite olhando para uma unha partida.
- Mas que?! – bramiu Petzite olhando para trás.
Sammu, és fixe! - Octávia! – exclamou Júpiter voltando-se para trás. Mas não foi Octávia que viu.
- Atraída por uma nova era, a guerreira dos mares profundos, Navegante de Neptuno, toma parte activa.
- Também atraída por uma nova era, a guerreira dos céus, Navegante de Urano, toma parte activa.
- Atraída pelos ventos da mudança de uma nova era a guerreira do Sistema Solar toma parte activa! Sou uma guerreira da justiça, sou a guerreira que veste o branco dourado, mestra dos quatro ventos sou Célimoon! E em nome da aliança luo-estelar vou punir-vos!
As três guerreiras estavam por detrás de Petzite, calcando os pedaços de vidro da montra despedaçada. Neptuno segurava o Cristal Prateado enegrecido que tinha sido transportado pelo seu ataque.
- Obrigada pelo Cristal! – brincou Neptuno sorrindo maliciosamente para Bertierite, que ficou vermelha de raiva e vergonha.
- CUIDADO! – berrou Júpiter vendo Calaverite a avançar por detrás delas furiosamente. O seu chicote envolveu as três guerreiras, atirando-as violentamente pelo ar em direcção ao átrio. O Cristal Prateado enegrecido voou uma vez mais, Petzite urgiu para o átrio para o apanhar.
- Foge rápido! – disse Júpiter a Mário. Eu tenho que as ajudar, só me ias atrapalhar.
- Deves estar louca. – ripostou Mário.
Júpiter correu juntamente com Mário para o átrio, escondendo-se atrás de uma coluna. As seis navegantes estavam amarradas no centro de um círculo ladeado com uma multidão assustada que assistia ao espectáculo. As quatro irmãs da caça flutuavam por cima delas.
- Falhaste na tua missão Petzite. – disse Esmeralda materializando-se ao lado delas, pegando no Cristal Prateado. Sabem o que têm a fazer. Arranjem a outra metade e livrem-se delas.
- Esmeralda! – exclamou Sailor Moon.
- Surpreendida por me ver viva? – indagou Esmeralda olhando para baixo. Consegui sair do prédio antes de ele desabar. Ainda não foi desta que te viste livre de mim, ah ah ah! Irmãs da Caça! Destruam todos! – gritou desaparecendo com o Cristal Prateado.
As quatro irmãs formaram um quadrado no ar. As árvores começaram a agitar-se, os ventos começaram a uivar, a multidão que assistia a tudo ficou inquieta, mas a curiosidade era maior que o medo.
- Poder da energia vital, Caos tira-a! – invocou Calaverite, e uma coluna amarela de energia ergueu-se do solo, passando por ela dirigindo-se em direcção ao céu.
- Pureza dos Corações, Caos tira-a! – rogou Bertierite, e uma coluna azul ergueu-se.
- Queima o chicote Marte! – disse Úrano assustada olhando para as colunas de energia a centímetros delas.
- Estou amarrada não consigo! – ripostou Marte irritada.
- Junta as mãos atrás das costas e tenta criar uma chama! – suplicou Neptuno.
- Espelho dos Sonhos, Caos mancha-os! – invocou Karmesite, surgindo uma coluna vermelha de energia.
Marte conseguira criar uma pequena chama, que queimava uma pequena porção do chicote.
- Vou ajudá-las! – disse Júpiter preparando-se para sair do esconderijo.
- Não! – bramiu Mário agarrando-lhe o braço. Não te deixo ir.
- Larga-me Mário!
- Sementes de Estrela, Caos arranca-as! – invocou Petzite formando uma coluna verde.
O chicote ardeu e finalmente as seis navegantes libertaram-se, mas demasiado tarde. As quatro colunas uniram-se e formaram uma onda negra que cobriu as navegantes e a multidão, desaparecendo de seguida. A coluna de betão armado que escondia Júpiter e Mário protegera-os.
- O que aconteceu? – inquiriu Vénus, perante o silêncio geral. Ohh….
Todas as navegantes e a multidão haviam caído. Um vapor saia de todos os corpos, Júpiter reconheceu como sendo a energia das pessoas. De seguida os corações puros começavam a sair às dezenas, cobrindo o céu de um branco brilhante. Os espelhos dos sonhos precediam-nos. Uns mais negros, outros mais claros. E por fim as sementes de estrelas juntaram-se-lhes, completando o cenário macabro. As sementes de estrela que pairavam por cima da multidão ficaram imediatamente negras, mas existiam cinco sementes no centro do círculo que brilhavam intensamente. Vermelho, Verde, Laranja, Verde azulado e Azul escuro, eram estas as cores que pintavam o ar e que se sobrepunham ao brilho dos corações puros, que iluminavam os corpos das navegantes e da multidão, cada vez mais pálidos. E lá estava, o Cristal Prateado que completava a metade, o oitavo fragmento, que pairava por cima de Célimoon, inconsciente.
As quatro irmãs, cada uma virada para um ponto cardeal, espalhavam raios negros sobre os corações puros e os espelhos dos sonhos que ficavam cada vez mais escuros e eram devolvidos aos corpos das pessoas. A energia vital acumulava-se por cima das Irmãs, formando uma espécie de névoa. Virara-se para o centro onde as navegantes estavam desmaiadas.
- Oh, a semente de estrela da Navegante da Lua? – perguntou Bertierite perante a ausência de uma semente a pairar sobre Sailor Moon.
- Que idiota! A semente de estrela dela é o nosso Cristal Prateado! – respondeu Karmesite mandando uma pancada na cabeça da irmã.
- Agora, o melhor para o fim…! – exclamou Calaverite olhando loucamente para os cristais das navegantes. Eu levo o último fragmento, Cristal Prateado.
- Nem penses! – ripostou Petzite. A ideia de as juntar todas foi minha.
- Cala-te, a tua missão era destruir uma navegante e nem isso fizeste bem. – ralhou Calaverite.
- Como te atreves?! – gritou Petzite começando a discutir com Calaverite enquanto as outras duas irmãs tomavam partidos.
- Não vais! Não consegues vencer! – bramiu Mário ainda agarrando Júpiter.
- Tu não entendes, tenho que tentar! – disse Júpiter desesperada. Larga-me!
- Não vais! – ripostou, agarrando-a com mais força.
- Larga-me Mário! – ralhou Júpiter dando-lhe um estalo, correndo em direcção ao átrio.
A multidão, embora inconsciente, estava fora de perigo pois as suas sementes de estrela, corações puros e espelho dos sonhos haviam sido devolvidos. No entanto, as navegantes estavam cada vez mais pálidas a cada segundo que passava, enquanto as suas sementes de estrela, corações puros e espelho dos sonhos pairavam no ar.
- Supreme Thunder… - berrou Júpiter enquanto corria em direcção às amigas. DRAGOOOON! – um dragão formado por violentos raios apanhou as quatro irmãs desprevenidas, electrocutando-as. Durante momentos Júpiter sorrira com o gosto da vitória, mas percebeu que o seu ataque tinha falhado, apenas as magoara.
- COMO TE ATREVES?! – gritou Petzite como nunca gritara antes, lançando um raio de luz contra Júpiter.
- NÃO! – bradou Mário saindo do esconderijo, pondo-se entre o raio e Júpiter. Imediatamente a semente de estrela de Mário saiu e ficou negra. Mário caíra no chão inanimado.
- Mário! – gritou Júpiter agarrando Mário. Petzite lançara outra vez o seu ataque. Júpiter olhou para cima e a última coisa que viu foi uma luz amarela. Sentiu outra vez a estranha sensação que sentira há anos atrás quando Galáxia tinha tirado a sua semente de estrela.
Sentiu-se a subir, a subir… Via o seu corpo em baixo, inanimado e pálido a desaparecer. Via tudo à sua volta, impotente. Via as Irmãs da Caça a rirem-se, via Mário e as Navegantes também elas a desaparecer. Estava consciente na sua própria semente de estrela, que pairava incapaz acima do seu corpo. Era o fim, o fim de tudo, derrotadas pelas Irmãs da Caça…
- Atraída por uma nova era, a guerreira dos mares profundos, Navegante de Neptuno, toma parte activa.
- Também atraída por uma nova era, a guerreira dos céus, Navegante de Urano, toma parte activa.
- Atraída pelos ventos da mudança de uma nova era a guerreira do Sistema Solar toma parte activa! Sou uma guerreira da justiça, sou a guerreira que veste o branco dourado, mestra dos quatro ventos sou Célimoon! E em nome da aliança luo-estelar vou punir-vos!
As três guerreiras estavam por detrás de Petzite, calcando os pedaços de vidro da montra despedaçada. Neptuno segurava o Cristal Prateado enegrecido que tinha sido transportado pelo seu ataque.
- Obrigada pelo Cristal! – brincou Neptuno sorrindo maliciosamente para Bertierite, que ficou vermelha de raiva e vergonha.
- CUIDADO! – berrou Júpiter vendo Calaverite a avançar por detrás delas furiosamente. O seu chicote envolveu as três guerreiras, atirando-as violentamente pelo ar em direcção ao átrio. O Cristal Prateado enegrecido voou uma vez mais, Petzite urgiu para o átrio para o apanhar.
- Foge rápido! – disse Júpiter a Mário. Eu tenho que as ajudar, só me ias atrapalhar.
- Deves estar louca. – ripostou Mário.
Júpiter correu juntamente com Mário para o átrio, escondendo-se atrás de uma coluna. As seis navegantes estavam amarradas no centro de um círculo ladeado com uma multidão assustada que assistia ao espectáculo. As quatro irmãs da caça flutuavam por cima delas.
- Falhaste na tua missão Petzite. – disse Esmeralda materializando-se ao lado delas, pegando no Cristal Prateado. Sabem o que têm a fazer. Arranjem a outra metade e livrem-se delas.
- Esmeralda! – exclamou Sailor Moon.
- Surpreendida por me ver viva? – indagou Esmeralda olhando para baixo. Consegui sair do prédio antes de ele desabar. Ainda não foi desta que te viste livre de mim, ah ah ah! Irmãs da Caça! Destruam todos! – gritou desaparecendo com o Cristal Prateado.
As quatro irmãs formaram um quadrado no ar. As árvores começaram a agitar-se, os ventos começaram a uivar, a multidão que assistia a tudo ficou inquieta, mas a curiosidade era maior que o medo.
- Poder da energia vital, Caos tira-a! – invocou Calaverite, e uma coluna amarela de energia ergueu-se do solo, passando por ela dirigindo-se em direcção ao céu.
- Pureza dos Corações, Caos tira-a! – rogou Bertierite, e uma coluna azul ergueu-se.
- Queima o chicote Marte! – disse Úrano assustada olhando para as colunas de energia a centímetros delas.
- Estou amarrada não consigo! – ripostou Marte irritada.
- Junta as mãos atrás das costas e tenta criar uma chama! – suplicou Neptuno.
- Espelho dos Sonhos, Caos mancha-os! – invocou Karmesite, surgindo uma coluna vermelha de energia.
Marte conseguira criar uma pequena chama, que queimava uma pequena porção do chicote.
- Vou ajudá-las! – disse Júpiter preparando-se para sair do esconderijo.
- Não! – bramiu Mário agarrando-lhe o braço. Não te deixo ir.
- Larga-me Mário!
- Sementes de Estrela, Caos arranca-as! – invocou Petzite formando uma coluna verde.
O chicote ardeu e finalmente as seis navegantes libertaram-se, mas demasiado tarde. As quatro colunas uniram-se e formaram uma onda negra que cobriu as navegantes e a multidão, desaparecendo de seguida. A coluna de betão armado que escondia Júpiter e Mário protegera-os.
- O que aconteceu? – inquiriu Vénus, perante o silêncio geral. Ohh….
Todas as navegantes e a multidão haviam caído. Um vapor saia de todos os corpos, Júpiter reconheceu como sendo a energia das pessoas. De seguida os corações puros começavam a sair às dezenas, cobrindo o céu de um branco brilhante. Os espelhos dos sonhos precediam-nos. Uns mais negros, outros mais claros. E por fim as sementes de estrelas juntaram-se-lhes, completando o cenário macabro. As sementes de estrela que pairavam por cima da multidão ficaram imediatamente negras, mas existiam cinco sementes no centro do círculo que brilhavam intensamente. Vermelho, Verde, Laranja, Verde azulado e Azul escuro, eram estas as cores que pintavam o ar e que se sobrepunham ao brilho dos corações puros, que iluminavam os corpos das navegantes e da multidão, cada vez mais pálidos. E lá estava, o Cristal Prateado que completava a metade, o oitavo fragmento, que pairava por cima de Célimoon, inconsciente.
As quatro irmãs, cada uma virada para um ponto cardeal, espalhavam raios negros sobre os corações puros e os espelhos dos sonhos que ficavam cada vez mais escuros e eram devolvidos aos corpos das pessoas. A energia vital acumulava-se por cima das Irmãs, formando uma espécie de névoa. Virara-se para o centro onde as navegantes estavam desmaiadas.
- Oh, a semente de estrela da Navegante da Lua? – perguntou Bertierite perante a ausência de uma semente a pairar sobre Sailor Moon.
- Que idiota! A semente de estrela dela é o nosso Cristal Prateado! – respondeu Karmesite mandando uma pancada na cabeça da irmã.
- Agora, o melhor para o fim…! – exclamou Calaverite olhando loucamente para os cristais das navegantes. Eu levo o último fragmento, Cristal Prateado.
- Nem penses! – ripostou Petzite. A ideia de as juntar todas foi minha.
- Cala-te, a tua missão era destruir uma navegante e nem isso fizeste bem. – ralhou Calaverite.
- Como te atreves?! – gritou Petzite começando a discutir com Calaverite enquanto as outras duas irmãs tomavam partidos.
- Não vais! Não consegues vencer! – bramiu Mário ainda agarrando Júpiter.
- Tu não entendes, tenho que tentar! – disse Júpiter desesperada. Larga-me!
- Não vais! – ripostou, agarrando-a com mais força.
- Larga-me Mário! – ralhou Júpiter dando-lhe um estalo, correndo em direcção ao átrio.
A multidão, embora inconsciente, estava fora de perigo pois as suas sementes de estrela, corações puros e espelho dos sonhos haviam sido devolvidos. No entanto, as navegantes estavam cada vez mais pálidas a cada segundo que passava, enquanto as suas sementes de estrela, corações puros e espelho dos sonhos pairavam no ar.
- Supreme Thunder… - berrou Júpiter enquanto corria em direcção às amigas. DRAGOOOON! – um dragão formado por violentos raios apanhou as quatro irmãs desprevenidas, electrocutando-as. Durante momentos Júpiter sorrira com o gosto da vitória, mas percebeu que o seu ataque tinha falhado, apenas as magoara.
- COMO TE ATREVES?! – gritou Petzite como nunca gritara antes, lançando um raio de luz contra Júpiter.
- NÃO! – bradou Mário saindo do esconderijo, pondo-se entre o raio e Júpiter. Imediatamente a semente de estrela de Mário saiu e ficou negra. Mário caíra no chão inanimado.
- Mário! – gritou Júpiter agarrando Mário. Petzite lançara outra vez o seu ataque. Júpiter olhou para cima e a última coisa que viu foi uma luz amarela. Sentiu outra vez a estranha sensação que sentira há anos atrás quando Galáxia tinha tirado a sua semente de estrela.
Sentiu-se a subir, a subir… Via o seu corpo em baixo, inanimado e pálido a desaparecer. Via tudo à sua volta, impotente. Via as Irmãs da Caça a rirem-se, via Mário e as Navegantes também elas a desaparecer. Estava consciente na sua própria semente de estrela, que pairava incapaz acima do seu corpo. Era o fim, o fim de tudo, derrotadas pelas Irmãs da Caça…
Sammu, és fixe! - Não é o fim guerreira Júpiter. – disse uma voz doce dentro da sua cabeça.
- Quem és tu…? – perguntou-se.
- Sou a memória da Rainha Serenidade, dos tempos longínquos do Milénio Prateado… É altura de despertares, é altura de te lembrares de quem és.
- De quem sou…? – perguntou confusa e assustada.
- Sempre ajudaste a princesa dos tempos de crise, eras tu que protegias todas as outras guerreiras. Maria Kino, Sailor Júpiter, guardiã da Princesa Serenidade. Perdeste a tua vida no Milénio Prateado a cumprir a tua missão. Eis que chega a hora de despertar o poder do teu planeta guardião. Salva-as neste tempo de perigo. – disse a voz elevando o seu tom. Júpiter, o maior planeta do sistema solar, o planeta das tempestades e raios. Planeta da madeira e natureza, és abençoada com a sua força e poder. Desperta, guerreira Júpiter, cumpre a tua verdadeira missão no tempo de crise.
- O que é isto?! – ouviu Karmesite gritar. O que é aquela luz verde no céu?!
- É a luz de um planeta! – berrou Calaverite.
- Entra na aliança luo-estelar, cumpre o teu destino ao lado das guerreiras do sistema solar. – disse a voz desvanecendo-se.
As palavras ecoavam na sua alma.
- Júpiter, meu planeta guardião, planeta do trovão, da luz relampejante, concede-me o teu poder! Eterna, ETERNA! – a semente de estrela brilhou intensamente e desceu sobre o corpo de Júpiter, que imediatamente acordou. Estrelas apareceram no laço e colar, a sua saia ficou dupla e as suas mangas arredondaram-se.
- O que se passa aqui?! Não é possível! – bramiu Petzite vendo Júpiter levantando-se. Os seus olhos estavam carregados de raiva e miravam Petzite directamente.
- Como se atrevem a magoar e a maltratar os meus amigos? – o céu ficou negro, relâmpagos desciam do firmamento, as árvores uivavam e o vento urdia. As sagradas Sementes de Estrela arrancadas da alma dos seus portadores, a mancha nos seus Corações Puros, a destruição dos seus sonhos, do MEU sonho, imperdoável, IMPERDOÁVEL!
- Trovão, NEGRO! – gritou Petzite lançando centelhas negras contra Júpiter, que imediatamente os dispersou sem esforço.
- CLAMOR DOS ELEMENTOS… - os relâmpagos aumentaram de intensidade, as folhas das árvores ficaram hirtas e afiadas como uma espada- … DE JÚPITER! – rodopiou à volta de si mesma e imediatamente os relâmpagos do céu contorceram-se ao redor das irmãs, como se de teias de tratassem, as folhas saíram das árvores e rodavam de encontro a elas, cortando a sua pele com fundos golpes salpicados de sangue.
As irmãs gritaram de dor, deram as mãos e num último esforço desapareceram no ar, levando consigo a energia das pessoas. Os corações puros, espelho dos sonhos e sementes de estrelas das navegantes desceram sobre os seus corpos novamente.
Júpiter caiu de joelhos, ao mesmo tempo que a sua transformação se quebrava.
- Mário… - suspirou, vendo a semente de estrela de Mário que também regressava.
Minutos depois as navegantes despertaram. O fogo no restaurante de Maria cessava.
- O que se passou? – perguntou Marte passando a sua mão pela cabeça.
- Esta tudo bem agora… - sorriu Júpiter, de joelhos, fraca.
- Júpiter! – gritaram Vénus, Marte e Lua correndo para ela.
- Eu estou bem…
- Está tudo bem, está aqui dentro. – disse Célimoon esclarecendo Úrano e Neptuno, tocando no medalhão. O Cristal Prateado não havia sido apanhado. Obrigada Navegante de Júpiter, devemos-te as nossas vidas.
As três navegantes preparavam-se para sair dali. Sailor Moon olhou furiosamente para Célimoon, que voltava costas. Juntou as suas mãos e berrou.
- LUNA FULGEO! – um raio de energia saiu das mãos de Sailor Moon em direcção a Célimoon. Esta, voltando-se para trás, saltou a tempo, e o raio atingiu um carro vazio, explodindo-o, provocando um enorme estrondo.
- O que se passa contigo?! – bramiu Célimoon indignada.
- Sua bruxa velha, idiota! – insultou-a Sailor Moon. Roubaste-me o Gonçalo e agora estás apenas interessada na minha parte do Cristal Prateado! Quem és tu afinal?! E vocês? – apontou para Úrano e Neptuno. Como nos puderam abandonar e juntar-se a ela?!
- Vocês têm um espião. – declarou Célimoon, para espanto geral. Como achas que a Esmeralda soube do festival do templo? Como pensas que o inimigo descobriu a universidade em que andas? Como imaginas que as Irmãs da Caça sabiam que a guerreira Júpiter ia estar neste restaurante a esta hora? – interrogou-as friamente.
- Como devem imaginar não podemos confiar em vocês neste momento. – apoiou Neptuno.
- Mas que disparate… - tentou dizer Sailor Moon com convicção, mas realmente tudo fazia sentido.
- Uma guerreira desonra a vossa missão de proteger a Princesa da Lua. – disse Úrano olhando para elas. A Navegante de Mercúrio por ventura desistiu da sua missão?
- Ela está na Alemanha! Como querias que nos viesse ajudar? – ralhou Vénus.
- Alemanha…?! – exclamou Célimoon olhando surpreendida para Neptuno e Úrano.
- Não nos disseram isso. – disse Úrano friamente.
- Vocês também não nos dizem muitas coisas. – contrapôs Sailor Moon olhando em tom de desafio.
- Vamos investigar. – declarou Célimoon preparando-se para desaparecer. Já agora, podes agradecer “à bruxa velha” pelo teu alfinete de transformação. – deu as mãos a Neptuno e Úrano, desaparecendo no ar.
A noite gelada caiu sobre todos, enquanto as ambulâncias e carros de polícias chegavam, olhando para o que antes fora o restaurante mais famoso de Juban.
- Quem és tu…? – perguntou-se.
- Sou a memória da Rainha Serenidade, dos tempos longínquos do Milénio Prateado… É altura de despertares, é altura de te lembrares de quem és.
- De quem sou…? – perguntou confusa e assustada.
- Sempre ajudaste a princesa dos tempos de crise, eras tu que protegias todas as outras guerreiras. Maria Kino, Sailor Júpiter, guardiã da Princesa Serenidade. Perdeste a tua vida no Milénio Prateado a cumprir a tua missão. Eis que chega a hora de despertar o poder do teu planeta guardião. Salva-as neste tempo de perigo. – disse a voz elevando o seu tom. Júpiter, o maior planeta do sistema solar, o planeta das tempestades e raios. Planeta da madeira e natureza, és abençoada com a sua força e poder. Desperta, guerreira Júpiter, cumpre a tua verdadeira missão no tempo de crise.
- O que é isto?! – ouviu Karmesite gritar. O que é aquela luz verde no céu?!
- É a luz de um planeta! – berrou Calaverite.
- Entra na aliança luo-estelar, cumpre o teu destino ao lado das guerreiras do sistema solar. – disse a voz desvanecendo-se.
As palavras ecoavam na sua alma.
- Júpiter, meu planeta guardião, planeta do trovão, da luz relampejante, concede-me o teu poder! Eterna, ETERNA! – a semente de estrela brilhou intensamente e desceu sobre o corpo de Júpiter, que imediatamente acordou. Estrelas apareceram no laço e colar, a sua saia ficou dupla e as suas mangas arredondaram-se.
- O que se passa aqui?! Não é possível! – bramiu Petzite vendo Júpiter levantando-se. Os seus olhos estavam carregados de raiva e miravam Petzite directamente.
- Como se atrevem a magoar e a maltratar os meus amigos? – o céu ficou negro, relâmpagos desciam do firmamento, as árvores uivavam e o vento urdia. As sagradas Sementes de Estrela arrancadas da alma dos seus portadores, a mancha nos seus Corações Puros, a destruição dos seus sonhos, do MEU sonho, imperdoável, IMPERDOÁVEL!
- Trovão, NEGRO! – gritou Petzite lançando centelhas negras contra Júpiter, que imediatamente os dispersou sem esforço.
- CLAMOR DOS ELEMENTOS… - os relâmpagos aumentaram de intensidade, as folhas das árvores ficaram hirtas e afiadas como uma espada- … DE JÚPITER! – rodopiou à volta de si mesma e imediatamente os relâmpagos do céu contorceram-se ao redor das irmãs, como se de teias de tratassem, as folhas saíram das árvores e rodavam de encontro a elas, cortando a sua pele com fundos golpes salpicados de sangue.
As irmãs gritaram de dor, deram as mãos e num último esforço desapareceram no ar, levando consigo a energia das pessoas. Os corações puros, espelho dos sonhos e sementes de estrelas das navegantes desceram sobre os seus corpos novamente.
Júpiter caiu de joelhos, ao mesmo tempo que a sua transformação se quebrava.
- Mário… - suspirou, vendo a semente de estrela de Mário que também regressava.
Minutos depois as navegantes despertaram. O fogo no restaurante de Maria cessava.
- O que se passou? – perguntou Marte passando a sua mão pela cabeça.
- Esta tudo bem agora… - sorriu Júpiter, de joelhos, fraca.
- Júpiter! – gritaram Vénus, Marte e Lua correndo para ela.
- Eu estou bem…
- Está tudo bem, está aqui dentro. – disse Célimoon esclarecendo Úrano e Neptuno, tocando no medalhão. O Cristal Prateado não havia sido apanhado. Obrigada Navegante de Júpiter, devemos-te as nossas vidas.
As três navegantes preparavam-se para sair dali. Sailor Moon olhou furiosamente para Célimoon, que voltava costas. Juntou as suas mãos e berrou.
- LUNA FULGEO! – um raio de energia saiu das mãos de Sailor Moon em direcção a Célimoon. Esta, voltando-se para trás, saltou a tempo, e o raio atingiu um carro vazio, explodindo-o, provocando um enorme estrondo.
- O que se passa contigo?! – bramiu Célimoon indignada.
- Sua bruxa velha, idiota! – insultou-a Sailor Moon. Roubaste-me o Gonçalo e agora estás apenas interessada na minha parte do Cristal Prateado! Quem és tu afinal?! E vocês? – apontou para Úrano e Neptuno. Como nos puderam abandonar e juntar-se a ela?!
- Vocês têm um espião. – declarou Célimoon, para espanto geral. Como achas que a Esmeralda soube do festival do templo? Como pensas que o inimigo descobriu a universidade em que andas? Como imaginas que as Irmãs da Caça sabiam que a guerreira Júpiter ia estar neste restaurante a esta hora? – interrogou-as friamente.
- Como devem imaginar não podemos confiar em vocês neste momento. – apoiou Neptuno.
- Mas que disparate… - tentou dizer Sailor Moon com convicção, mas realmente tudo fazia sentido.
- Uma guerreira desonra a vossa missão de proteger a Princesa da Lua. – disse Úrano olhando para elas. A Navegante de Mercúrio por ventura desistiu da sua missão?
- Ela está na Alemanha! Como querias que nos viesse ajudar? – ralhou Vénus.
- Alemanha…?! – exclamou Célimoon olhando surpreendida para Neptuno e Úrano.
- Não nos disseram isso. – disse Úrano friamente.
- Vocês também não nos dizem muitas coisas. – contrapôs Sailor Moon olhando em tom de desafio.
- Vamos investigar. – declarou Célimoon preparando-se para desaparecer. Já agora, podes agradecer “à bruxa velha” pelo teu alfinete de transformação. – deu as mãos a Neptuno e Úrano, desaparecendo no ar.
A noite gelada caiu sobre todos, enquanto as ambulâncias e carros de polícias chegavam, olhando para o que antes fora o restaurante mais famoso de Juban.
Sammu, és fixe! opah...(maldito explorer...eu fiz um comentário grande...vou tentar refaze-lo:)
ADOREI!! a Bunny foi linda!Bruxa velha...nem eu fazia melhor ='P
Como previsto alguém veio ajudar a Jupiter...mas também era estranho ela deixar-se passar para o lado do mal.Adorei a força de vontade dela em slvar o mário e tentar ajudar as amigas...aquele pensamento da Rainha serenidade ajudou-a em muito!!Graças a isso ela evoluio a eterna!!(só falta mesmo a Vénus e a Sailor moon fazerem o mesmo).Adorei o facto de as irmãs da caça estarem sempre a discutir..como já era habitual na série R.Aquele tom de desafio que a Bunny fez a Neptuno e a Urano foi um momento lindo!!(a rapariga anda a aprender umas coisas ='P)
Hum..com que então elas tinham...ou tÊm uma espia entre elas...deve ser a mercurio...(ou a vénus...ou a lunna...com o sammu nunca se sabe ='P a cabeçinha dele pode-se lembrar de muitas coisas)mas penso que seja a mercurio.a forma de como ela falou a maria fopi muito estranha...não parecia ela.Deve estar a ser controlada pela nehelénia!
Adorei o capitulo Sammu!!continua e força para a conclusão desta tão interessante fanfic
(desculpa não ter ficado tão grande como queria...mas eu já tinha um escrito....mas o explorer bloqueou e lá se foi o comemt ='()
ADOREI!! a Bunny foi linda!Bruxa velha...nem eu fazia melhor ='P
Como previsto alguém veio ajudar a Jupiter...mas também era estranho ela deixar-se passar para o lado do mal.Adorei a força de vontade dela em slvar o mário e tentar ajudar as amigas...aquele pensamento da Rainha serenidade ajudou-a em muito!!Graças a isso ela evoluio a eterna!!(só falta mesmo a Vénus e a Sailor moon fazerem o mesmo).Adorei o facto de as irmãs da caça estarem sempre a discutir..como já era habitual na série R.Aquele tom de desafio que a Bunny fez a Neptuno e a Urano foi um momento lindo!!(a rapariga anda a aprender umas coisas ='P)
Hum..com que então elas tinham...ou tÊm uma espia entre elas...deve ser a mercurio...(ou a vénus...ou a lunna...com o sammu nunca se sabe ='P a cabeçinha dele pode-se lembrar de muitas coisas)mas penso que seja a mercurio.a forma de como ela falou a maria fopi muito estranha...não parecia ela.Deve estar a ser controlada pela nehelénia!
Adorei o capitulo Sammu!!continua e força para a conclusão desta tão interessante fanfic

(desculpa não ter ficado tão grande como queria...mas eu já tinha um escrito....mas o explorer bloqueou e lá se foi o comemt ='()
Uns errinhos:
vidro da monta despedaçada -> vidro da montra despedaçada
à anos atrás -> há anos atrás
irtas -> hirtas
Esta tudo bem -> Está tudo bem
Sammu, isso não ajuda nada -.-
A Usagi pediu satisfações e essas 3 ainda acham que são as maiores e não respondem -.-
Baaahh... Idiota da Célimoon... Eu a pensar que a Hotaru ia aparecer ;-; Por que raio é que ela tem de ter os poderes das outras? Ela não é mais que ninguém -.-
Mas achei estranha a cena da espia... Na altura do festival a Ami não falava com elas, não é? E qualquer uma dessas informações se conhece com um mínimo de trabalho de pesquisa que os vilões tem sempre de fazer xDD Se é essa a única prova que elas têm, não me convence...
Já agora, eu se fosse a Usagi mudava de alfinete de transformação -.- Só o pensar que é algo para aquela idiota lhe atirar à cara -.-'
vidro da monta despedaçada -> vidro da montra despedaçada
à anos atrás -> há anos atrás
irtas -> hirtas
Esta tudo bem -> Está tudo bem
Sammu, isso não ajuda nada -.-
A Usagi pediu satisfações e essas 3 ainda acham que são as maiores e não respondem -.-
Baaahh... Idiota da Célimoon... Eu a pensar que a Hotaru ia aparecer ;-; Por que raio é que ela tem de ter os poderes das outras? Ela não é mais que ninguém -.-
Mas achei estranha a cena da espia... Na altura do festival a Ami não falava com elas, não é? E qualquer uma dessas informações se conhece com um mínimo de trabalho de pesquisa que os vilões tem sempre de fazer xDD Se é essa a única prova que elas têm, não me convence...
Já agora, eu se fosse a Usagi mudava de alfinete de transformação -.- Só o pensar que é algo para aquela idiota lhe atirar à cara -.-'

For Disney fans ^^

Jobem se és cobarde e medricas?
Então não te aproximes de nós...
Se tiveres coragem ou se fores doido tenta enfrentar-nos.....
- Gang Terror Negro
ps- não aceitamos devoluções e não nos responsabilizamos por danos físicos causados muahahahah
Tens de entrar para responderes neste tópico.


: 
Reportar comentário
Escolhe o motivo da denúncia e acrescenta mais contexto se necessário.