A Última Estrela
O que acontecerá a Maria?
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O sentimento forte de se reunir aos pais fá-la juntar-se ao lado negro 0% 0 votos
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Consegue resistir no último momento ao ouvir o pedido de socorro de Mário 50% 8 votos
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Vénus aparece e evita que Júpiter toque no Cristal Prateado 13% 2 votos
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Júpiter toca no Cristal Prateado, mas algo estranho acontece de seguida 19% 3 votos
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O restaurante sofre uma nova explosão, atirando Júpiter e Petzite violentamente para o chão, evitando o pior 0% 0 votos
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CAPÍTULO 22
O negro Milénio Prateado!
Luta de água e fogo.
O negro Milénio Prateado!
Luta de água e fogo.
Resumo dos capítulos anteriores: Durante o concerto de Célia em Tóquio, Esmeralda e as Irmãs da Caça atacam. Sem outra alternativa, Célia é obrigada a transformar-se e a revelar a sua identidade. Bunny, furiosa com tudo o que Célimoon a fizera passar, ataca-a, mas esta é protegida por Star Fighter que se junta à batalha. Marte, Júpiter e Vénus conseguem perpetuar a sua transformação eterna, derrotando facilmente os inimigos. Sailor Moon foge do palco de batalha para tirar Gonçalo da mansão de Célia. Decididas a chamar Mercúrio para as ajudar na luta e a encontrar Sailor Moon, as Navegantes vão para Berlim, onde encontram Nehelénia que se fez passar por Ami todo este tempo, raptando Marte e Neptuno. Fighter, Célimoon e Vénus vão ao passado, onde impedem que Esmeralda mude o presente através de paradoxos temporais. Na batalha contra Esmeralda, Fighter é assassinada. Quando regressam ao presente, descobrem que toda a Terra foi coberta por gelo, que causa a morte. Partem para o Milénio Prateado, base dos inimigos, onde esperam salvar Mercúrio, Marte, Neptuno, Sailor Moon e Mascarado…
- Bem-vindas à Lua, a nossa base! – disse Karmesite aparecendo em pleno ar. Não tinha roupa vestida, mas também não estava despida. Um brilhante fogo laranja cobria as feições do seu corpo.
- Bem-vindas ao novo Milénio Prateado. – saudou Bertierite aparecendo ao lado da irmã, também ela envolvida por uma ilusão, água fluida no corpo.
- É preciso ter descaramento! – enraiveceu-se Úrano elevando a mão ao ar. Um brilho laranja envolveu a atmosfera. - WORLD… SHAKING! – uma enorme esfera de energia precipitou-se em direcção às irmãs.
- Hum… não me parece. – zombou Karmezite fazendo a esfera explodir antes de as atingir. – Há uma coisa que têm de perceber…
- Estão na nossa dimensão agora. – sorriu Bertierite flutuando no ar próxima de Úrano. – Nós controlamos todo este espaço. – disse, colocando os seus braços à volta do pescoço de Úrano.
- Parabéns então. – sorriu Úrano num tom de desafio, dando uma súbita cotovelada na cara de Bertierite, que recuou com um rasto de sangue que jorrava do seu nariz. – Não me voltas a tocar.
- DESGRAÇADAS! – gritou Bertierite com os olhos em lágrimas, fazendo aparecer no ar dois espelhos.
- Logo agora que nós tínhamos decidido partilhar este lixo convosco… - escarneceu Karmesite apontando para os dois espelhos. No espelho maior, estava Marte com uma expressão congelada do lado de lá do vidro. O mesmo sucedia com Neptuno, que estava presa no seu próprio espelho Deep Aqua Mirror.
- Marte, Neptuno! – exclamaram todas.
- Mariana!! – gritou Úrano aflita, tentando correr para agarrar o pequeno espelho.
- Não não! – advertiu Karmesite criando uma barreira, na qual Úrano embateu com violência, caindo estatelada. – Então tivemos tanto trabalho a convencer a Nehelénia a nos emprestar estes brinquedos para vocês os apanharem assim de mão beijada? Não pode ser meninas.
- A tua amiguinha vai pagar pelo que me fizeste. – avisou Bertierite pegando no Espelho de Neptuno, criando um vórtice azul atrás de si. Karmesite agarrou-se ao espelho onde Marte estava presa e também criou um vórtice vermelho. – O tempo escasseia para as vossas amigas. – avisaram, entrando cada uma no seu remoinho.
- MARIANA! – gritou Úrano correndo em direcção ao vórtice azul que se fechava rapidamente.
- Úrano espera! – gritaram Plutão e Saturno seguindo-a.
- Rita! – exclamaram Júpiter e Vénus instintivamente, entrando para o vórtice vermelho.
- Esperem é perigoso! – gritou Célimoon dividida, correndo para Júpiter e Vénus.
Os vórtices fecharam-se logo após todas as navegantes entrarem neles.
- Hã… - murmurou Artemis olhando para o negro que os rodeava. – Parece que ficamos sozinhos…
- Devíamos tê-las seguido, não estou com um bom pressentimento Artemis. – preocupou-se Luna, com o coração a bater rápido, encostando-se ao gato branco que corou.
*
- Bolas, a Karmesite desapareceu. – praguejou Júpiter perdendo Karmesite de vista.
- Onde estamos? – perguntou Vénus olhando à sua volta. O solo, feito de rochas ásperas, era inclinado, como se estivessem no sopé de uma montanha. O céu estava de um vermelho-vivo, como se fosse pôr-do-sol. Uma névoa quente, densa e sufocante pairava no ar como fumo.
- Raios! – exclamou Célimoon olhando para atrás, após constatar que o vórtice por onde tinham entrado havia desaparecido.
- Oh não, o Artemis! – exclamou Vénus aflita.
- Ele e a Luna devem ter ido com as outras. – acalmou-a Júpiter. – Isto não é bom, não nos devíamos ter separado assim.
Subitamente o solo tremeu, uma voz assustadora ecoou no ar, cantarolando.
“Eu apareço,
eu pulso,
eu vibro
Nunca fico quieta
Sou a vibração perpétua
O zumbido constante que ouves
Estou sempre em movimento
No caminho que desce as profundezas
Com fogosa vitalidade
Em lugares que só tu podes sentir
Quando necessário, com explosões dramáticas, vigorosas
Eu o desperto com lava de fogo
Eu digo:
"Presta atenção, a vida dela acaba depois da erupção!"
eu pulso,
eu vibro
Nunca fico quieta
Sou a vibração perpétua
O zumbido constante que ouves
Estou sempre em movimento
No caminho que desce as profundezas
Com fogosa vitalidade
Em lugares que só tu podes sentir
Quando necessário, com explosões dramáticas, vigorosas
Eu o desperto com lava de fogo
Eu digo:
"Presta atenção, a vida dela acaba depois da erupção!"
A densa névoa quente que envolvia o ar descondensou um pouco, permitindo ver uma costa íngreme.
- “Eu o desperto com lava de fogo”…? – repetiu Célimoon raciocinando. – Um vulcão! – exclamou nervosa – O espelho onde a Marte está presa está no topo de um vulcão…!
- Quer dizer que esta subida íngreme é um vulcão?! – perguntou Júpiter atónita. – Mas não faz sentido nenhum, estamos no Milénio Prateado.
- Tal como disseram, estamos na dimensão delas Júpiter, tudo aqui é controlado com o seu poder. – contrapôs Vénus. – Temos que chegar ao cume deste vulcão.
Novamente um eco terrífico pairou no ar.
“A fúria da lava ardente,
Nada a pode parar,
A vida dela acaba, depois da erupção começar
O tempo está a contar, não o deixes acabar”
Nada a pode parar,
A vida dela acaba, depois da erupção começar
O tempo está a contar, não o deixes acabar”
- Não importa como o vamos fazer, temos que salvar a Marte. – afirmou Júpiter olhando para as outras.
- Rápido, temos de chegar lá acima o mais rápido possível! – advertiu Vénus impaciente, correndo em direcção ao topo.
- Elas controlam os elementos nesta dimensão… Não a vamos conseguir vencer sem a ajuda das Outer Senshi.- pensou Célimoon enquanto corria a par de Júpiter e Vénus, tentando uma postura confiante.
*
- Haruka espera! – pediu Saturno cansada de correr atrás de Úrano.
Uma brisa fluida ondulava entre o ar.
- Não sejas inútil, se quiseres acompanha-me. – gritou Úrano correndo em direcção a uma gruta com lagoas.
- Úrano, chega! – berrou Plutão com autoridade. – O vórtice por onde entramos fechou-se, estamos separadas das outras e perdeste a Bertierite de vista, não compliques ainda mais as coisas.
- Quem és tu para me dar ordens sua cobarde?! – ripostou Úrano parando a sua marcha de repente, olhando furiosamente para Plutão. – Estavas bem escondida no Portal do Tempo, decides juntar-te à batalha quando te bem apetece e ainda me dás ordens?
- Como te atreves?! – exclamou Plutão escandalizada, colocando o seu ceptro em posição de ataque.
- Mas o que se passa com vocês? – gritou Saturno tentando sobrepor a sua voz.
- Cala-te! – ordenou Úrano elevando a sua mão ao ar, fazendo aparecer uma esfera laranja de energia. – Vou salvar a Mariana mesmo sem vocês! WORLD…
- Não te atrevas! Garnet Orb! – o bastão de Plutão emitiu uma poderosa luz roxa. – DEAD SCR…
Notando algo de estranho no ar, Saturno reagiu rapidamente antes que as suas companheiras se destruíssem.
- SILENCE WALL! – uma barreira de energia criada por Saturno envolveu as guerreiras, separando-as do exterior. Instantaneamente Úrano e Plutão pararam os seus ataques, olhando chocadas entre si.
- M-mas, o que ia eu fazer…? – horrorizou-se Plutão, olhando para o seu bastão.
- O que aconteceu connosco…? – assustou-se Úrano, mirando as suas mãos que estiveram prestes a atacar a sua companheira.
- Oooohh menina má! – exclamou Bertierite aparecendo do lado de fora da barreira, para espanto geral. – A água tem a capacidade de mudar os humores e nos toldar os sentidos. Misturada em forma de vapor no ar, é a forma ideal de fazer com que vocês acabem uma com as outras!
- Maldita! – berrou Úrano materializando a sua espada, apontando a lâmina a Bertierite.
- Oh, duvido que a tua espada quebre a barreira da tua amiguinha! Mas para tornar as coisas mais interessantes, olha o que eu tenho aqui! – sorriu, fazendo aparecer nas suas mãos um delicado espelho verde-marinho, com Neptuno presa do outro lado do vidro. – Será que tens mesmo vontade de salvar a tua amiga?
Úrano arregalou os olhos, tentando vislumbrar Neptuno no pequeno espelho, entre sufoco e ansiedade, por ver a sua amada tão perto, mas ao mesmo tempo tão longe. Instintivamente pegou na sua espada e começou a diferir golpes na barreira, libertando faíscas e luz.
- Pára Úrano! – pediu Saturno no centro da defesa, com as mãos elevadas no ar, mantendo a integridade da barreira com o seu ceptro bifurcado. – Se a barreira desaparecer, o vapor de água do lado de fora vai fazer com que fiquemos irracionais.
Sammu, és fixe! Úrano olhou para Plutão, que fez um gesto de concordância. Sentiu-se impotente e terrivelmente angustiada.
- Ah, estou a ver… É essa a vossa decisão? – ironizou, atirando o espelho para longe. Ouviu-se o barulho de algo a cair em água, mas era impossível de ver o que quer que fosse, devido ao fluído nevoeiro, que apenas permitia avistar algo num raio de oito metros.
- MARIANA!! – berrou perdida no meio das suas emoções. Sem pensar, levou a sua mão ao solo, e berrou com todas as suas forças. – Poder eterno! TERRA! TREMOR DE ÚRANO! – a gema em forma de estrela na tiara de Úrano faiscou intensamente de um azul escuro, envolvendo-a na sua aura.
Imediatamente o solo começou a fracturar-se no exacto sítio onde Úrano tinha colocado a sua mão. Um poderoso terramoto abriu o solo, fazendo com que Plutão e Saturno caíssem ao chão, desfazendo a barreira. O tremor estava cada vez mais intenso, tudo tremia, as grutas e cavernas desabaram, o nevoeiro que toldava os sentidos foi sugado para as fendas abertas no solo, uma fina camada de pó rochoso cobriu o ar. As navegantes eram sacudidas para cima e para baixo, acompanhando as vibrações do solo como se de uma monstruosa dança se tratasse.
Segundos depois, tudo parou. Quando o pó assentou, uma nova paisagem foi revelada. Destroços de rochas, solo acidentado salteado por grandes e profundas lagoas, montes e vales serpenteados por novos cursos de água em total desordem.
As fendas no chão começaram lentamente a ficar inundadas por água salgada, devido à união entre as fissuras tectónicas e um mar distante, despoletada pelo tremor.
Úrano caiu ajoelhada no chão, ofegante e cansada. Plutão e Saturno correram para amparar a companheira. Bertierite olhava incrédula e surpreendida para os efeitos do ataque.
- Oh...! – exclamou desconcertada. – Tornaste tudo ainda mais difícil para vocês próprias! – sorriu, olhando para o grupo divertida. – Não faço a mínima ideia do paradeiro do espelho agora que baralhaste tudo! Estas águas sugam a memória e a energia, se o espelho ficar muito tempo submerso, a vossa amiguinha morre! Boa sorte para isso! – disse, desfazendo-se no ar.
- Úrano, não devias ter usado o teu ataque mais forte… - preocupou-se Saturno. – Devemos poupar as nossas energias…
- A Mariana, temos que a encontrar. – disse determinada, levantando-se a custo.
- É demasiado perigoso. – disse Plutão séria. – Podemos perder as nossas vidas se a formos procurar em todas as lagoas.
- Mas eu tenho de….
- Úrano, lembra-te do juramento que fizeste. Proteger o Cristal Prateado e a Princesa Serenidade acima de tudo. Fazes parte da Aliança, temos que estabelecer prioridades. – lembrou, com tristeza.
- Eu não vou deixar a pessoa que amo morrer à minha frente. Vou conseguir fazer tudo, sem desiludir ninguém. – afirmou séria, olhando nos olhos de Plutão.
Após um momento de silêncio, Plutão acenou positivamente e esboçou um sorriso.
- Amar? Desculpem lá, que eu não estou a perceber nada… - interrompeu Saturno com a sua inocência. – Tu e a Mariana são…!?
*
- Estou esgotada… - suspirou Vénus enquanto caminhava pela encosta árida do vulcão. – Está a ficar cada vez mais quente…
- Coragem… - bafejou Júpiter também cansada. – Estamos transformadas desde que partimos para Berlim, já se passaram tantas horas…
- Vocês gostam muito da vossa amiga Rita não gostam? – perguntou Célimoon que seguia ao lado, também cansada, tentando desviar o rumo da conversa. – Vocês parecem todas tão unidas...
Vénus e Júpiter entreolharam-se e sorriram.
- Mas é claro. Já passamos por tanta coisa juntas! – exclamou, esquecendo-se momentaneamente do cansaço e do calor abrasador.
- A Bunny uniu-nos a todas e salvou-nos, de certa forma. – disse Júpiter pensativa. – Tanto eu como a Ami e a Rita éramos pessoas isoladas e sem amigos. Não sei como estaríamos hoje se não fosse a Bunny… Claro que com a Joana a conversa era outra.
- Pelo amor e pela justiça, Sailor V! – brincou fazendo pose.
- Foste a primeira a despertar, não é verdade Vénus? – perguntou Célimoon, recebendo resposta afirmativa. – E lembram-se de algo dos tempos do Milénio Prateado?
- Lembramo-nos de algumas cenas muito vagamente. – lamentou Júpiter. – Mas temos vindo a recuperar mais memórias ultimamente… Principalmente da noite em que o Milénio Prateado foi atacado.
Célimoon engoliu em seco e continuou a caminhar firmemente.
- É porque se tornaram eternas. Quando estiverem as quatro reunidas novamente, Mercúrio, Marte, Júpiter e Vénus, recuperarão totalmente as vossas memórias. – disse, esboçando um sorriso ténue.
- Célimoon… Explica-me melhor o que é a Aliança Luo-estelar? – pediu Júpiter.
- Bem… - começou Célia – é uma organização a nível da galáxia que tem como objectivo proteger o sagrado Cristal Prateado, a semente de estrela mais poderosa do universo. Várias navegantes de toda a galáxia pertencem à organização, incluindo… as Starlights. – explicou tristemente, pontapeando uma pedra. – As Outer Senshi fazem parte da camada mais interna, caso os inimigos penetrem no sistema solar, estamos aqui para os impedir. As Inner Senshi tinham como missão proteger as únicas utilizadoras do Cristal Prateado, Rainha e Princesa Serenidade.
- Mas agora que entramos na aliança, a nossa missão também é proteger o Cristal Prateado. – orgulhou-se Vénus. – Foi por isso que ficamos eternas.
- Sim, a evolução Eterna é poderosíssima, representa o poder máximo das vossas sementes de estrela e dos vossos planetas guardiães, é um requisito para pertencerem à Aliança! Mas ainda não usaram os vossos poderes máximos.
- Poderes máximos? – perguntou Vénus curiosa.
- Sim, além de terem um poderoso novo ataque em forma Eterna, no teu caso a “Chuva Sulfurosa de Vénus”, podem maximizar a energia dos vossos antigos ataques. – explicou, sentindo cada vez mais calor. – Mas eles consomem uma extrema quantidade de energia, são perigosos se usados em excesso... Júpiter, estás bem? – perguntou, vendo Júpiter com uma expressão intrigada.
- Tu disseste que as únicas utilizadoras do sagrado Cristal Prateado eram a Rainha e a Princesa Serenidade, certo? – perguntou, olhando para Célimoon com inquietude.
- Sim… - confirmou-lhe.
- Mas tu usas uma metade do Cristal Prateado… - frisou, raciocinando. – E não fazes parte da família do Reino da Lua. – concluiu, parando, olhando para ela surpresa.
- Agora que penso nisso… É verdade… - confirmou Vénus chocada, parando ao lado de Júpiter.
Célimoon olhou para elas num misto de surpresa e receio. O seu mundo desmoronou, ali estava, a pergunta óbvia mas que nunca havia sido perguntada. Dir-lhes-ias toda a verdade agora? Contar-lhes-ia o que aconteceu na noite em que o Milénio Prateado foi destruído? Não, não poderia ser agora, não era o momento, ainda não tinha chegado a hora. Abriu a boca para lhes responder, mas algo aconteceu. O solo começou a tremer violentamente, fazendo-as cair. As rochas começaram a vibrar com brusquidão, e rolavam encosta abaixo, na sua direcção.
- Cuidado! – gritou Vénus, ao ver um enorme pedregulho na sua direcção.
- SPARKLING WIDE PRESSURE! – invocou Júpiter, criando uma centelha relampejante que foi em direcção ao pedregulho, desfazendo-o em pedaços.
Vénus levantou o seu braço direito, fazendo aparecer luz nos seus dedos.
- CRESCENT BEAM! – gritou, lançando um poderoso feixe de luz contra outro enorme pedregulho, partindo-o. – Cuidado Célimoon! – avisou, vendo outra enorme rocha em direcção à navegante.
- STAR RAIN! – no céu, pequenos pontos amarelos brilharam, tornando-se cada vez maiores. Afiadas estrelas de cinco pontas caíam em direcção às mãos de Célimoon, que as dirigiu para a rocha, desfazendo-a instantaneamente.
Ouviu-se um riso diabólico a pairar no ar. Uma figura de fogo apareceu, olhando e escarnecendo das guerreiras.
- Bem-vindas ao Vulcão Kooan!
- Karmesite! – exclamaram as três.
- A erupção está a começar! – clamou rejubilante. Das mãos de Karmesite saiu um holograma mostrando um espelho caído numa plataforma dentro da cratera do cone do vulcão. – Se não chegarem ao cume do vulcão antes da lava atingir o espelho será o fim da vossa amiga, ah ah ah! – sorriu, desaparecendo.
- Marte!! – gritou Vénus, fazendo eco. O solo tremeu uma vez mais, anunciando a queda de uma enorme rocha maciça na sua direcção.
- É demasiado grande, temos que unir os nossos poderes! RÁPIDO!! – gritou Célimoon aflita, levantando as mãos. – STAR HURRICANE!
Júpiter rodopiou sobre si mesma, expelindo luz verde.
- JUPITER OAK EVOLUTION!
- CRESCENT BEAM!
Um continuo fluxo de vento violento, folhas de carvalho carregadas de energia e raios amarelos precipitaram-se contra a rocha, apenas retardando a sua marcha.
- É… grande… demais… - gemeu Vénus começando a ficar esgotada, enquanto tentava manter o Raio Crescente.
Júpiter caiu prostrada no chão, tonta. O seu ataque cessou, fazendo ainda mais pressão sobre Célimoon e Vénus.
- Júpiter! – chamou Célimoon enquanto que o furacão que lhe saía das mãos fazia os seus cabelos verdes rodopiarem violentamente no ar. – Invoca a Espada das Guerreiras Guardiãs, destrói a rocha!
- Mas a Vénus é que…
- A Espada pode ser invocada por qualquer guerreira navegante que protege a princesa, rápido Júpiter!! – gritou Vénus desesperada.
- Espada das guerreiras guardiãs! Sagrada espada que protege a princesa! – clamou Júpiter elevando a sua mão, na qual uma espada cravejada de jóias apareceu. – ACÇÃO! – gritou, atirando a espada para o maciço rochoso, no momento em que Célimoon e Vénus caíram esgotadas. A espada penetrou no centro da rocha, desfazendo-a completamente.
- B-bom trabalho… - elogiou Célimoon ofegante.
-Tão… quente… - disse Vénus com a garganta seca, transpirando.
Uma vez mais o chão tremeu, os pequenos pedaços de rocha tremeram freneticamente. Por debaixo de Júpiter, o chão começou a ficar mais claro.
- Júpiter!! – gritou Célimoon alertando a companheira.
Um enorme géiser de água fervente emergira no momento em que Júpiter saltara. Apesar da rapidez, o vapor de água escaldante atingiu um pedaço da bota branca, derretendo-a e queimando a pele de Júpiter. Por todos os lados surgiram jactos de vapor de água, quebrando o solo rochoso, deixando a lava cálida exposta.
- CORRAM, CORRAM! – bradou Vénus agarrando o braço de Júpiter, correndo o mais que conseguia para o topo do vulcão, o único local onde o solo ainda não se partira.
Sammu, és fixe! Correndo tanto quando as suas forças lhes permitiam, as navegantes urgiram para o topo, esquivando-se dos sucessivos obstáculos mortíferos.
- A Espada! – exclamou Vénus, detendo a sua marcha. – Ficou lá em baixo!
- Vamos, não podemos parar! – gritou Célimoon vendo o vapor e as rachas de lava na sua direcção.
- Está demasiado longe, não a podemos ir buscar! – colaborou Júpiter aflita com o seu pé a latejar.
Sabendo que era vital para o sucesso da missão, Vénus não poderia tolerar a perda da espada. Decidida a recuperar o objecto precioso, a sua tiara desapareceu subitamente, dando lugar ao símbolo de Vénus que brilhou na sua testa. Sem hesitar, correu para Júpiter apoiando as mãos nos seus ombros. Foi projectada para o ar com uma rapidez e altitude incríveis.
- Eternal CORRENTE DO AMOR DE VÉNUS! – das suas mãos, a corrente mais brilhante que nunca surgiu, com um notável comprimento, atingindo a parte mais inferior da encosta vulcânica, apanhando a espada e devolvendo-a às mãos da navegante.
- O poder eterno! – exclamou Célimoon surpreendida enquanto Vénus poisava no solo. – Usaste o poder eterno!
- Estamos quase no topo! – clamou Júpiter conseguindo distinguir o cone no meio das nuvens.
Correram uma vez mais, na eminência de serem atingidas por mais uma derrocada ou um géiser fatal, motivadas pela proximidade da sua meta, e o mais importante: motivadas por salvar uma amiga.
- Vou tentar aqui. – disse Úrano chegando à margem de um pequeno lago azul. As águas movimentavam-se de uma forma estranha e tenebrosa, como se de fumo líquido se tratasse.
- Oh Úrano! Não me digas que vais mergulhar aí. – preocupou-se Plutão parando ao seu lado.
- É-é perigoso, não ouviste o que a Bertierite disse? Podes ficar sem a energia e a memória. – disse Saturno tentando dissuadir a companheira.
- Ela também disse que a Neptuno não ia aguentar muito tempo presa no espelho, mergulhada nestas águas. – continuou, pousando a sua espada na margem.
- Sim, mas tem de haver outra maneira…! – exasperou Saturno desassossegada.
- Alguma de vocês conhece outra maneira para descobrir o espelho? – perguntou retoricamente, ao mesmo tempo que se atirou para o lago.
Plutão elevou o seu ceptro, cuja gema brilhou, iluminando o lago de um ténue vermelho-vinho.
No momento em que o seu corpo tocou nas águas, Úrano quis gritar com todas as suas forças. A temperatura glacial da água penetrava no seu corpo como mil espadas. Sentiu-se dissolver, sentiu uma parte de si a desfazer-se naquele mar de dor. Não obstante, mergulhou cada vez mais profundamente na esperança de encontrar algo no fundo do lago iluminado de escarlate.
- Ela já não devia ter voltado? – perguntou Saturno aflita, olhando para a superfície do lago.
- Tem paciência Octávia. – apaziguou Plutão assegurando a luz proveniente do seu ceptro.
Momentos depois Úrano surgiu á superfície com um respirar ofegante. Plutão e Saturno ajudaram-na a sair do lago e a estender-se na margem.
- Não está neste. – informou enquanto tentava normalizar a sua respiração.
- O que sentiste? – perguntou Saturno curiosa.
- Não é uma experiência muito agradável. Vá, vamos continuar. – disse, levantando-se e começando a caminhar em direcção a mais um lago.
- Úrano… esqueceste-te da tua espada… - lembrou Plutão segurando na mão um punhal cravejado de jóias que a guerreira pousara antes de mergulhar.
- Espada…? Sim, claro… - desculpou-se, agarrando no punhal e continuando a caminhada.
Duas vezes mais Úrano repetira o feito, em sítios diferentes. Quando emergiu pela terceira vez, Saturno e Plutão tiveram que a arrastar para a margem, pois esta perdera a força.
- Ela não está nada bem. – afligiu-se Plutão passando a mão nos cabelos loiros de Úrano, que entretanto desmaiara.
- Oh céus, está tão pálida, parece um fantasma. – assustou-se Saturno, ao mirar a pele incrivelmente esbranquiçada da guerreira. – Se ela está assim, imagina a Neptuno! Temos que fazer alguma coisa, temos que mergulhar e procurar também.
- Não… não podemos. – disse, afagando a cabeça de Úrano.
- Plutão! – gritou Saturno indignada, levantando a cabeça em direcção a Plutão. – Tu não te preocupas mesmo com o que possa acontecer a estas duas pois não?!
Plutão elevou a cabeça e olhou nos olhos da companheira. Para surpresa de Saturno, os olhos de Plutão estavam repletos de lágrimas que escorriam pelo seu rosto.
- É claro… É claro que me preocupo. – disse, assumindo um tom sério e triste. – Mas quando és uma Guerreira Navegante, uma guerreira que jurou proteger algo maior, algo que de qual depende muita gente, tens deveres, tens escolhas. – continuou, olhando para Úrano desfalecida. – A nossa missão é resgatar a Princesa, o Príncipe e o Cristal Prateado, para restaurar a vida na Terra. Não podemos deixar que o futuro do nosso planeta seja destruído. Por muito, muito que nos custe. Lembra-te, prometemos sacrificar as nossas vidas para o bem da nossa missão. – concluiu enxugando as lágrimas.
- Oh Plutão… - compadeceu Saturno. – Mas temos que fazer os possíveis, temos que tentar salvar…
- Octávia, olha o que se está a passar enquanto estamos presas nesta dimensão! – exclamou Plutão fatigada, atirando o seu ceptro para o ar. Este formou um holograma em que era visível o Sistema Solar. - Os planetas do sistema solar estão a alinhar-se.
- Oh não! – clamou Saturno tapando a boca com as mãos. – Mercúrio, Plutão, Neptuno, Neptuno e Júpiter… Estão todos a alinhar-se.
- Somos as guerreiras que mais conhecimento temos deste negro acontecimento Saturno. Tu porque foste despertada por ele, e eu, a única que lhe sobrevivi. – disse Plutão lembrando-se de quando o alinhamento se completara no passado, quando Saturno despertou e destruiu o universo, lembrando-se de como ela não foi afectada por estar noutra dimensão a guardar o Portal do Tempo. - Sabes bem que a última vez que isto aconteceu foi quando…
- Foi quando o Milénio Prateado foi destruído. – completou. – Quando os planetas do sistema solar se alinham, significa que alguma mudança dramática está prestes a acontecer.
- Isto confere um imenso poder perpétuo a quem manipular a mudança a seu favor. As sementes de estrela dos planetas, ou seja, as nossas sementes de estrela...
- São destruídas quando o alinhamento se completar. O destino já escreveu que batalha resulta em morte para todas nós. – rematou Saturno chocada, olhando para o chão. – Se já sabias, porque é que não nos disseste isto antes?
- Não, não podemos destruir a esperança de todas. – insistiu Plutão. – Destruir quem está por detrás disto antes do alinhamento pode significar uma mudança a nosso favor, apesar de a nossas sementes serem destruídas, poderemos salvar a Terra a tempo.
Saturno e Plutão olharam-se durante um tempo indeterminado, até que Úrano acordou, desorientada.
- T-tenho que procurar… o espelho. – balbuciou, levantando-se com dificuldade.
- Temos que salvar a princesa, Úrano não há tempo, não podemos fazer mais nada. – lamentou Saturno, ainda sentada.
Úrano olhou para as duas navegantes alucinada, com os olhos vidrados e fracos.
- Não sei quem vocês são, mas eu tenho que procurar um espelho. – disse, correndo para uma encruzilhada.
- Chegamos. – disse Vénus suada pisando o topo da cratera. No momento em que chegaram, os tremores que as perseguiram cessaram. A cratera estava coberta por densas nuvens cinzentas formadas por detritos vulcânicos em suspensão. – Não dá para ver nada…
- Marte? MARTE! – gritou Júpiter para o vazio, tentando obter algum tipo de sinal da companheira, mas tudo o que recebera fora o seu eco.
Célimoon olhou em redor e elevou as mãos para o firmamento.
- Ventos de revolução, ventos de agitação, ventos dos quatro cantos do sistema solar, invoco o poder dos planetas guardiães da Aliança! STAR HURRICANE! – um poderoso furacão saiu das mãos da guerreira, entrando em conflito com as pesadas nuvens. As navegantes atiraram-se contra o solo para não serem atingidas pelos detritos que esvoaçavam por todo o lado. Minutos depois, as nuvens que cobriam a cratera dissiparam-se.
O cone do vulcão era relativamente pequeno, mas profundo. Com cerca de 328 pés de perímetro e 52,5 de raio, o lago de lava ardente estava a 10 metros de profundidade relativamente ao sítio onde elas se encontravam.
- ALI! – gritou Júpiter apontando para uma saliência rochosa dentro do cone, onde se encontrava um espelho caído. – Oh bolas, como é que vamos chegar ali?!
Apesar de cansadas e de energias esgotadas, Célimoon e Vénus entreolharam-se e assentiram com a cabeça.
- Trabalho de grupo, STAR HURRICANE!
- VENUS LOVE-ME CHAIN!
A corrente de Vénus e o furacão de Célimoon, fracos e débeis, envolveram o espelho onde Marte estava presa, e elevaram-no lenta e cuidadosamente para cima. O lago de lava tornou-se mais revolto e ameaçador, expelindo grandes quantidades de fumo negro.
- Bravo, chegaram aqui antes da erupção! E eu tinha preparado uma coisa tão bonita! – exclamou Karmesite aparecendo no ar, com o corpo envolvido em suaves chamas.
- A Espada! – exclamou Vénus, detendo a sua marcha. – Ficou lá em baixo!
- Vamos, não podemos parar! – gritou Célimoon vendo o vapor e as rachas de lava na sua direcção.
- Está demasiado longe, não a podemos ir buscar! – colaborou Júpiter aflita com o seu pé a latejar.
Sabendo que era vital para o sucesso da missão, Vénus não poderia tolerar a perda da espada. Decidida a recuperar o objecto precioso, a sua tiara desapareceu subitamente, dando lugar ao símbolo de Vénus que brilhou na sua testa. Sem hesitar, correu para Júpiter apoiando as mãos nos seus ombros. Foi projectada para o ar com uma rapidez e altitude incríveis.
- Eternal CORRENTE DO AMOR DE VÉNUS! – das suas mãos, a corrente mais brilhante que nunca surgiu, com um notável comprimento, atingindo a parte mais inferior da encosta vulcânica, apanhando a espada e devolvendo-a às mãos da navegante.
- O poder eterno! – exclamou Célimoon surpreendida enquanto Vénus poisava no solo. – Usaste o poder eterno!
- Estamos quase no topo! – clamou Júpiter conseguindo distinguir o cone no meio das nuvens.
Correram uma vez mais, na eminência de serem atingidas por mais uma derrocada ou um géiser fatal, motivadas pela proximidade da sua meta, e o mais importante: motivadas por salvar uma amiga.
*
- Vou tentar aqui. – disse Úrano chegando à margem de um pequeno lago azul. As águas movimentavam-se de uma forma estranha e tenebrosa, como se de fumo líquido se tratasse.
- Oh Úrano! Não me digas que vais mergulhar aí. – preocupou-se Plutão parando ao seu lado.
- É-é perigoso, não ouviste o que a Bertierite disse? Podes ficar sem a energia e a memória. – disse Saturno tentando dissuadir a companheira.
- Ela também disse que a Neptuno não ia aguentar muito tempo presa no espelho, mergulhada nestas águas. – continuou, pousando a sua espada na margem.
- Sim, mas tem de haver outra maneira…! – exasperou Saturno desassossegada.
- Alguma de vocês conhece outra maneira para descobrir o espelho? – perguntou retoricamente, ao mesmo tempo que se atirou para o lago.
Plutão elevou o seu ceptro, cuja gema brilhou, iluminando o lago de um ténue vermelho-vinho.
No momento em que o seu corpo tocou nas águas, Úrano quis gritar com todas as suas forças. A temperatura glacial da água penetrava no seu corpo como mil espadas. Sentiu-se dissolver, sentiu uma parte de si a desfazer-se naquele mar de dor. Não obstante, mergulhou cada vez mais profundamente na esperança de encontrar algo no fundo do lago iluminado de escarlate.
- Ela já não devia ter voltado? – perguntou Saturno aflita, olhando para a superfície do lago.
- Tem paciência Octávia. – apaziguou Plutão assegurando a luz proveniente do seu ceptro.
Momentos depois Úrano surgiu á superfície com um respirar ofegante. Plutão e Saturno ajudaram-na a sair do lago e a estender-se na margem.
- Não está neste. – informou enquanto tentava normalizar a sua respiração.
- O que sentiste? – perguntou Saturno curiosa.
- Não é uma experiência muito agradável. Vá, vamos continuar. – disse, levantando-se e começando a caminhar em direcção a mais um lago.
- Úrano… esqueceste-te da tua espada… - lembrou Plutão segurando na mão um punhal cravejado de jóias que a guerreira pousara antes de mergulhar.
- Espada…? Sim, claro… - desculpou-se, agarrando no punhal e continuando a caminhada.
Duas vezes mais Úrano repetira o feito, em sítios diferentes. Quando emergiu pela terceira vez, Saturno e Plutão tiveram que a arrastar para a margem, pois esta perdera a força.
- Ela não está nada bem. – afligiu-se Plutão passando a mão nos cabelos loiros de Úrano, que entretanto desmaiara.
- Oh céus, está tão pálida, parece um fantasma. – assustou-se Saturno, ao mirar a pele incrivelmente esbranquiçada da guerreira. – Se ela está assim, imagina a Neptuno! Temos que fazer alguma coisa, temos que mergulhar e procurar também.
- Não… não podemos. – disse, afagando a cabeça de Úrano.
- Plutão! – gritou Saturno indignada, levantando a cabeça em direcção a Plutão. – Tu não te preocupas mesmo com o que possa acontecer a estas duas pois não?!
Plutão elevou a cabeça e olhou nos olhos da companheira. Para surpresa de Saturno, os olhos de Plutão estavam repletos de lágrimas que escorriam pelo seu rosto.
- É claro… É claro que me preocupo. – disse, assumindo um tom sério e triste. – Mas quando és uma Guerreira Navegante, uma guerreira que jurou proteger algo maior, algo que de qual depende muita gente, tens deveres, tens escolhas. – continuou, olhando para Úrano desfalecida. – A nossa missão é resgatar a Princesa, o Príncipe e o Cristal Prateado, para restaurar a vida na Terra. Não podemos deixar que o futuro do nosso planeta seja destruído. Por muito, muito que nos custe. Lembra-te, prometemos sacrificar as nossas vidas para o bem da nossa missão. – concluiu enxugando as lágrimas.
- Oh Plutão… - compadeceu Saturno. – Mas temos que fazer os possíveis, temos que tentar salvar…
- Octávia, olha o que se está a passar enquanto estamos presas nesta dimensão! – exclamou Plutão fatigada, atirando o seu ceptro para o ar. Este formou um holograma em que era visível o Sistema Solar. - Os planetas do sistema solar estão a alinhar-se.
- Oh não! – clamou Saturno tapando a boca com as mãos. – Mercúrio, Plutão, Neptuno, Neptuno e Júpiter… Estão todos a alinhar-se.
- Somos as guerreiras que mais conhecimento temos deste negro acontecimento Saturno. Tu porque foste despertada por ele, e eu, a única que lhe sobrevivi. – disse Plutão lembrando-se de quando o alinhamento se completara no passado, quando Saturno despertou e destruiu o universo, lembrando-se de como ela não foi afectada por estar noutra dimensão a guardar o Portal do Tempo. - Sabes bem que a última vez que isto aconteceu foi quando…
- Foi quando o Milénio Prateado foi destruído. – completou. – Quando os planetas do sistema solar se alinham, significa que alguma mudança dramática está prestes a acontecer.
- Isto confere um imenso poder perpétuo a quem manipular a mudança a seu favor. As sementes de estrela dos planetas, ou seja, as nossas sementes de estrela...
- São destruídas quando o alinhamento se completar. O destino já escreveu que batalha resulta em morte para todas nós. – rematou Saturno chocada, olhando para o chão. – Se já sabias, porque é que não nos disseste isto antes?
- Não, não podemos destruir a esperança de todas. – insistiu Plutão. – Destruir quem está por detrás disto antes do alinhamento pode significar uma mudança a nosso favor, apesar de a nossas sementes serem destruídas, poderemos salvar a Terra a tempo.
Saturno e Plutão olharam-se durante um tempo indeterminado, até que Úrano acordou, desorientada.
- T-tenho que procurar… o espelho. – balbuciou, levantando-se com dificuldade.
- Temos que salvar a princesa, Úrano não há tempo, não podemos fazer mais nada. – lamentou Saturno, ainda sentada.
Úrano olhou para as duas navegantes alucinada, com os olhos vidrados e fracos.
- Não sei quem vocês são, mas eu tenho que procurar um espelho. – disse, correndo para uma encruzilhada.
*
- Chegamos. – disse Vénus suada pisando o topo da cratera. No momento em que chegaram, os tremores que as perseguiram cessaram. A cratera estava coberta por densas nuvens cinzentas formadas por detritos vulcânicos em suspensão. – Não dá para ver nada…
- Marte? MARTE! – gritou Júpiter para o vazio, tentando obter algum tipo de sinal da companheira, mas tudo o que recebera fora o seu eco.
Célimoon olhou em redor e elevou as mãos para o firmamento.
- Ventos de revolução, ventos de agitação, ventos dos quatro cantos do sistema solar, invoco o poder dos planetas guardiães da Aliança! STAR HURRICANE! – um poderoso furacão saiu das mãos da guerreira, entrando em conflito com as pesadas nuvens. As navegantes atiraram-se contra o solo para não serem atingidas pelos detritos que esvoaçavam por todo o lado. Minutos depois, as nuvens que cobriam a cratera dissiparam-se.
O cone do vulcão era relativamente pequeno, mas profundo. Com cerca de 328 pés de perímetro e 52,5 de raio, o lago de lava ardente estava a 10 metros de profundidade relativamente ao sítio onde elas se encontravam.
- ALI! – gritou Júpiter apontando para uma saliência rochosa dentro do cone, onde se encontrava um espelho caído. – Oh bolas, como é que vamos chegar ali?!
Apesar de cansadas e de energias esgotadas, Célimoon e Vénus entreolharam-se e assentiram com a cabeça.
- Trabalho de grupo, STAR HURRICANE!
- VENUS LOVE-ME CHAIN!
A corrente de Vénus e o furacão de Célimoon, fracos e débeis, envolveram o espelho onde Marte estava presa, e elevaram-no lenta e cuidadosamente para cima. O lago de lava tornou-se mais revolto e ameaçador, expelindo grandes quantidades de fumo negro.
- Bravo, chegaram aqui antes da erupção! E eu tinha preparado uma coisa tão bonita! – exclamou Karmesite aparecendo no ar, com o corpo envolvido em suaves chamas.
Sammu, és fixe! - Meu guardião Júpiter, tráz a tempestade, as nuvens, faz ressoar o trovão! – invocou, à medida que uma antena surgia da sua tiara. – SUPREME THUNDER!
Os poderosos raios precipitaram-se a grande velocidade contra Karmesite, passando pelo seu corpo sem causar qualquer dano.
- M-mas…! – assustou-se Júpiter, dando um passo atrás. – És um fantasma?!
- Estão na minha dimensão! – gritou Karmesite rindo assustadoramente. – FOGO NEGRO! – chamas azuis cortaram a corrente de Vénus e fizeram o vento cessar. O espelho caiu com violência na borda saliência rochosa, em eminência de cair na lava.
- MARTE!! – gritaram em coro.
- Dá-me o Cristal Prateado, Selene. – ordenou Karmesite olhando fixamente para Célimoon. As suas pupilas estavam dilatadas, a marca negra na testa estava mais evidente que nunca. – Dá-me o Cristal Prateado ou ela e vocês morrem.
Célimoon olhou para Júpiter e Vénus, fazendo sinais mudos enquanto Karmesite a fixava com desapreço.
- Certo, venceste. – disse, levando a mão à borda da saia. Entre o seu corpete e a saia, existia um alfinete decorativo em forma estrela de quatro pontas. Célimoon arrancou-o. – O Cristal Prateado está dentro disto, APANHA! - exclamou atirando a estrela para o lado oposto onde Karmesite estava.
Enquanto Karmesite se precipitara para o alfinete que continha o suposto Cristal Prateado, Célimoon atirou-se para dentro do vulcão em direcção ao sítio onde o espelho tinha caído, segurando a corrente de luz que Vénus entretanto criara. Ao entender o plano, Karmesite deteve a sua marcha.
- SPARKLING WIDE PRESSURE! – Júpiter lançou uma centelha relampejante contra o alfinete em forma de estrela que Célimoon lançara, fazendo-o explodir perto de Karmesite, que ficara desorientada.
- Já está! Agora, rápido!!– gritou Célimoon agarrando o espelho, dizendo a Vénus para recolher a corrente.
- Má escolha. – sussurrou Karmesite materializando-se de cabeça para baixo, ao lado do ouvido de Célimoon, que gritou de susto.
O cone do vulcão tremeu uma vez mais, desfazendo a plataforma onde elas se encontravam. Célimoon ficou suspensa, segurando a corrente com uma mão e o espelho com a outra. Júpiter também se desequilibrara, caindo dentro do cone, conseguindo segurar-se a uma porção da corrente.
Vénus cravara a espada na rocha, segurando o cabo com uma mão e a corrente na outra, tentando suportar todo o peso absurdo que dependia dela.
- VÉNUS AGUENTA!! – bramiu Júpiter, escorregando pela corrente, quase chegando ao fim, onde também Célimoon estava agarrada.
O solo onde a espada estava cravada começou a rachar.
- E-eu n-não consigo…! – berrou Vénus desesperada enquanto sentia os músculos dos seus braços distenderem-se, e a lâmina da espada a ceder cada vez mais. A rocha anuiu, e Vénus caiu dentro do cone, enquanto a sua corrente se desfazia. Com um grito de horror, as três guerreiras caíram em direcção à lava fatal.
*
Era um espaço apertado, escuro, frio e solitário. O tempo passava à sua volta, mas não passava por ela. Estava selada dentro da sua própria arma, dentro do seu próprio talismã, já por algum tempo, não sabia precisar quanto.
Mas algo mudara recentemente. Sentia-se fraca, sentia-se cada vez mais fria e angustiada. Conseguia ver pelo vidro do espelho que se encontrava submersa algures. Sentia a sua energia a ser sugada lentamente para o outro lado do vidro, a abandonar o seu corpo, pálido e débil. Ficaria ali para sempre, morreria selada no seu próprio espelho? Foi no meio da angústia que algo aconteceu. O seu coração ficou quente, sentiu-se reconfortada. O que seria esta sensação? Apenas se sentia assim quando ela estava por perto. Sim, era isso, só poderia ser! Ela estava perto, mas como poderia enviar um sinal a alertá-la da sua localização?
- Úrano, olha à tua volta! – gritou Plutão exasperada estendendo os braços ao seu redor. – Existem aqui centenas de lagos e riachos onde o espelho pode estar, o tempo está a passar e tu estás fraca, temos que arranjar uma maneira de sair daqui!
- Por favor Úrano… - suplicou Saturno colocando os braços à volta da guerreira, que caminhava a custo.
- Larga-me! – gritou debilmente, tirando o braço da companheira. – Não sei quem vocês são, não sei o que pretendem, mas eu tenho que encontrar algo aqui!
- Essas águas já te sugaram a lembrança e a força, tu nem sabes o que procuras! – exclamou Plutão, apercebendo-se do estado de Úrano.
- Se mergulhares mais uma vez morres! – chorou Saturno atormentada, caindo de joelhos ao lado de Úrano.
- E-eu não sei o que devo encontrar… Mas sinto que está nesta lagoa. – proferiu, atirando-se à água.
- Eu não sei o que devo fazer… - murmurou Neptuno flutuando no vazio. – Como vou quebrar este selo, como posso sair daqui…
Subitamente dezenas de luzes cintilantes apareceram na mão de Neptuno.
- Tudo depende de ti, guerreira Neptuno. – sorriu a Rainha Serenidade, materializando-se entre as luzes.
- Rainha Serenidade! – exclamou atónita, fazendo reverência. – Como é possível? É mesmo a rainha?
- Estamos no Milénio Prateado, na Lua. O meu espírito está ligado ao computador central do palácio. – esclareceu a soberana, enquanto a sua luz iluminava as trevas. – O inimigo apoderou-se do solo sagrado onde se ergue o palácio, Mare Serenitatis. A princesa e o príncipe correm perigo, deves quebrar o selo onde todas se encontram, para poderem resgatar a princesa.
- Rainha Serenidade, e-eu não sei como fazer isso, eu estou selada dentro do meu próprio espelho, pela Rainha Nehelénia. – lamentou, perante o olhar sereno da rainha.
- As outras guerreiras também estão seladas. – explicou a monarca. – As servas do Caos criaram duas dimensões em que vos prenderam, é necessário destruir o selo que vos envolve, é urgente regressarem ao palácio.
- Mas porquê eu? Eu não sei como…! – exasperou, com os olhos húmidos.
- O teu talismã, o teu poder eterno. O Espelho de Neptuno das Águas Profundas ajuda-te a revelar a verdade da alma. Isto – disse a rainha desaparecendo, olhando em seu redor – não é a verdade, é uma ilusão.
- Rainha! – gritou Neptuno ao vislumbrar o sítio onde a soberana se encontrara momentos antes. – ÚRANO!!!
Do outro lado do vidro, encontrava-se Úrano, tentando alcançar o espelho que finalmente encontrara. Contudo, a sua extrema fraqueza impedia-a nadar mais. Dentro do espelho, Neptuno viu a sua companheira a sucumbir e a perder o fôlego da vida.
Notas do Autor: Ena ena, tenho direito a notas de autor! xD É tããão engraçado copiar a Lumi-chan, ehehe! Bem, este é o capítulo que mais tempo me demorou a escrever, mais especificamente desde do dia 11 de Junho a 29 de Julho de 2008. Claro que estive imenso tempo parado sem pegar nele, mas mesmo assim este é o capítulo mais longo qus já fiz! Deu-me muito gozo a escrever pois tem as duas Irmãs da Caça (as minhas personagens favoritas), muita acção e um pouco de mitologia, antes de o escrever pesquisei sobre lendas e histórias relaccionadas com o fogo e a água. A “primeira dimensão” de fogo onde Vénus, Júpiter e Célimoon estão presas foi inspirado pela lenda da deusa havaiana do fogo Péle, já a segunda dimensão foi inspirada em lendas nórdicas de seres místicos que habitam nas águas. A história está cada vez mais perto do seu final, onde tudo será desvendado e os mistérios finalmente revelados!
Sammu, és fixe! oh sammu ;_; tas feito um escritor a sério...com notas d autor e pesquisas ;_; estou emocionada.
está muito giro este capítulo! e mais não digo agora, mas hei d voltar com um daqueles comentários GRANDES e bem merecidos...fica só em stand by, mas está prometido.
VALE 1 comentário enorme
está muito giro este capítulo! e mais não digo agora, mas hei d voltar com um daqueles comentários GRANDES e bem merecidos...fica só em stand by, mas está prometido.
VALE 1 comentário enorme


I never got my letter to Hogwarts...so I'm moving to Forks to live with the Cullens.xD
Oh Sammu, que capítulo tão bom, como sempre! Já me fazia falta um capítulo da tua maravilhosa fic, e finalmente cá está ele!
Para não estar a repetir que adorei, vamos passar às quotes XD
AHA, coitadinha da Saturno, ainda não tinha entendido? Ri-me com esta parte, tão inocente e querida ;D
Eh pah, deste capitulo não tenho assim grandes referências a fazer. As cenas de acção estão fantásticas! Então quando a Célimoon e as outras caem no vulcão, Oo
Adorei!
A minha parte preferida foi mesmo a ultima, em especial esta parte:
Continua , por favor!
E desculpas pelo comentário tão pequenino
'''
Já pensaste em editar um livro com esta história? Oh sim, os direitos e bla blas, mas ter um livro com esta fic era estupendo!! ;DD
Para não estar a repetir que adorei, vamos passar às quotes XD
- Amar? Desculpem lá, que eu não estou a perceber nada… - interrompeu Saturno com a sua inocência. – Tu e a Mariana são…!?
AHA, coitadinha da Saturno, ainda não tinha entendido? Ri-me com esta parte, tão inocente e querida ;D
Eh pah, deste capitulo não tenho assim grandes referências a fazer. As cenas de acção estão fantásticas! Então quando a Célimoon e as outras caem no vulcão, Oo
Adorei!
A minha parte preferida foi mesmo a ultima, em especial esta parte:
Do
outro lado do vidro, encontrava-se Úrano, tentando alcançar o espelho
que finalmente encontrara. Contudo, a sua extrema fraqueza impedia-a
nadar mais. Dentro do espelho, Neptuno viu a sua companheira a sucumbir
e a perder o fôlego da vida.
Continua , por favor!
E desculpas pelo comentário tão pequenino
'''Já pensaste em editar um livro com esta história? Oh sim, os direitos e bla blas, mas ter um livro com esta fic era estupendo!! ;DD

thankes, *Kaoru : D

verde é verdocas , by lili 8D
Pois...
''
Assim não dá muito gosto escrever não...! xD Vá vá, depois de virem da praia quero comentáriooos! xD xD
Bem, como tenho a faculdade em setembro este ano não devo poder escrever muitos mais capítulos, talvez no próximo verão consiga terminar finalmente a fic (uffs xD) já tenha algum comentário =D
''Assim não dá muito gosto escrever não...! xD Vá vá, depois de virem da praia quero comentáriooos! xD xD
Bem, como tenho a faculdade em setembro este ano não devo poder escrever muitos mais capítulos, talvez no próximo verão consiga terminar finalmente a fic (uffs xD) já tenha algum comentário =D
Sammu, és fixe! Ai credo sr Sammu!
não é a pressionar que vai arrancar comentários ás pessoas!
há mt boa gente q tb gosta d receber comments nas suas fic mas não ameaça parar pk não recebeu comments passados 5 dias...
e tambem num é mt agradavel escrever comentarios montanhosos pra só receber um simples obrigado e ficar na mesma no que toca as duvidas...
acalma-te pk ainda há gente q só ontem entrou de férias dá um bocadinho de tempo sim?
sinceramente ainda não li mas kd ler podes contar com um coment meu (mesmo q não receba resposta, sem sarcasmos icluidos estou a ser bem directo)
Peace :Blaaargh!:
não é a pressionar que vai arrancar comentários ás pessoas!
há mt boa gente q tb gosta d receber comments nas suas fic mas não ameaça parar pk não recebeu comments passados 5 dias...
e tambem num é mt agradavel escrever comentarios montanhosos pra só receber um simples obrigado e ficar na mesma no que toca as duvidas...
acalma-te pk ainda há gente q só ontem entrou de férias dá um bocadinho de tempo sim?
sinceramente ainda não li mas kd ler podes contar com um coment meu (mesmo q não receba resposta, sem sarcasmos icluidos estou a ser bem directo)
Peace :Blaaargh!:
rmmr111 escreveu:Ai credo sr Sammu!
não é a pressionar que vai arrancar comentários ás pessoas!
há mt boa gente q tb gosta d receber comments nas suas fic mas não ameaça parar pk não recebeu comments passados 5 dias...
Num, não é ameaçar, é verdade mesmo =/ Eu com a faculdade não vou mesmo escrever mais durante o ano lectivo, possivelmente este é mesmo o último capítulo durante uns bons tempos =/
Se eu quisesse ameaçar parar, hum, parava mesmo, não ameaçava até porque isto não deve ser propriamente o fim do mundo pra quem lê uma fic que foi cancelada xD
P.S.- E sim, cinco dias para mim já é tempito de ter alguns comentários sim, principalmente tendo em conta o tamanho do capítulo e considerando que a cada dia que passa a fic fica cada vez mais em baixo nesta sala com tantas fics =X
Sammu, és fixe! Sammu escreveu:P.S.- E sim, cinco dias para mim já é tempito de ter alguns comentários sim, principalmente tendo em conta o tamanho do capítulo e considerando que a cada dia que passa a fic fica cada vez mais em baixo nesta sala com tantas ficsSim realmente vendo por esse prisma...

eu vou ver se acabo d ler hj...
enfim quanto á faculdade bem... q maçada... mas d certeza q tens aki mts leitores q ficam á espera!

desculpem lá tar a continuar o off topic :
':
Sammu, vou ler neste final de semana 
Volto já já...

Volto já já...


Presente do Brancus- Visitem www.imagevisiondesign.com

Semi-ausente até março

Moon Revenge- exerto do volume 2 publicado 02/01
Antes de mais tão aki uns erritos mínimos que podias s quisesses corigir 
World Shaking sem o c
geralmente diz-se sinais mudos, pk não emitem som :
':
ora bem agora quanto ao capitulo...
Spoiler
Sammu escreveu:- É preciso ter descaramento!– enraiveceu-se Úrano elevando a mão ao ar. Um brilho laranja envolveu a atmosfera. - WORLD… SHACKING! – uma enorme esfera de energia precipitou-se em direcção às irmãs.
Sammu escreveu:é traz
- Meu guardião Júpiter, trás a tempestade, as nuvens, faz ressoar o trovão!
Sammu escreveu:
Célimoon olhou para Júpiter e Vénus, fazendo sinais surdos enquanto Karmesite a fixava com desapreço.
geralmente diz-se sinais mudos, pk não emitem som :
': gostei bastante

Logo no inicio quando a Úrano acotovelou Bertierite foi mesmo um toquezinho de realismo que eu adorei, visto que qd ela as ia atacar com o world shaking elas destruiram o ataque o que me levou a pensar que a Bertierite é masoquista
visto que podia simplesmente ter-se desviado da porrada que a urano lhe deu.só fiquei muito curioso com uma coisa... quer dizer elas estão presas no espelho e estão adormecidas ou despertas, pergunto isto pk a Mariana no fim do capitulo consegue ver td á sua volta... eu fiquei na duvida... podes responder sefaz favor?
pronto e tá aqui a prova de que os gatos são o maior empecilho ali! nem seqquer mexeram uma palha ficaram ali á espera? :
': Gostei bastante da descrição da paisagem que deste, consegui visualizar, embora me tenha feito confusão
hmm e baseaste-te na lenda da deusa Péle em que sentido? nas descrições do meio? tem q ver com o desafio que elas enfrentam? e a dimensão da bertierite ?
Gostei mesmo muito da parte em que elas quase batalharam... isto lembrou-me de uma tabela que eu li uma vez sobre os elementos, que diz a água sacia a sede mas tolda o espirito, o fogo traz a paixão mas em excesso a destruição e por ai adiante... não vou paki citar td :
':só não percebi uma coisa é assim então mas a Urano utiliza o seu atak Eterno/eternal como lhe preferires chamar, isto não roubaria tambem energia á saturno visto ela estar a fazer a barreira que foi destruida a partir da sua energia?
a sério eu consegui imaginar a cara de barrote da Urano qd a bertierite lhe disse que tinha perdido o espelho
é o que dá fazer tudo de cabeça quente.eu tive que citar isto pq me ri tanto a imaginar a cara da Hotaria!!!
Sammu escreveu: - Amar? Desculpem lá, que eu não estou a perceber nada… - interrompeu Saturno com a sua inocência. – Tu e a Mariana são…!?realmente ninguem nunca lhe tinha explicado nada é normal!
E pronto cá vem a atitude que eu mais irritante acho na Haruka/Michiru, a iracionalidade que elas adquirem qd a outa fica em perigo.
pronto e passamos de volta pas outras... sinceramente já me começo a irritar com a Célia... "ai não tenho amigos" "ai eu sou uma boneca de pedestal" !!! credo! ela referiu que todas ficariam com as suas memorias qd se reunissem.. mas elas não tÊm que destruir a Mercurio para que possam salvar o universo? se o fizerem não recuperam as memórias?
gostei da parte da venus a salvar a espada embora aquela parte da Jupiter a usá-la não me tenha satisfeito completamente... não sei elas não estão a defender a vida da princesa estavam a tentar salvar o próprio coiro!
dpois a Jupiter fez a pergunta q mais m tem estado a atormentar... mas quem é ela? Selen é a Deusa da Lua... mas ela era irmão do principe da terra... como poderia ela usar nem que seja só uma parte do cristal prateado?
- Bem-vindas ao Vulcão Kooan!
que giro esse não é o nome da karmesite na versão dos US? gostei deste detalhe!
a parte das outer tava a tornar-se um bocado chata...

qd a Urano siu do rpimeiro lagoe e ficou tipo "espada? qual espada?"
tipo o k eu achei mt engraçado foi q ela se esqueceu de tudo, mas não se esqueceu do espelho...
enfim eu fiquei um pouco duvidoso de tudo isto no final do capitulo pq a rainha disse q era tudo uma ilusão... mas isso quer dizer o q? q mal a ilusão se quebre ela volta ao normal?
hmmmm

e elas caem na lava, mas se é uma ilusão não deve haver problema ou há?
depois voltando novamente á parte final... quer-se dizer isto faz-me sempre muia confusão
rainha escreveu: O meu espírito está ligado aomas no milénio prateado ja haviam computadores? como eu so vi o anime, o unico computador que eu vi foi o do palacio de cristal Toki...
computador central do palácio
bem e é td!
se possivel agradecia bastante que me esclarecesses as duvidas! Ah e continua o bom trabalho :
:
Editado pela última vez em
Ena rmm um valente comentário como eu tanto gosto! xD Obrigadão! Vou então esclarecer as duvidazinhas.
1. A Neptuno, por estar presa no seu talismã, tem um certo domínio sobre ele e tem consciência do que se passa. Já a Marte, está completamente selada, e por conseguinte "adormecida".
2. Baseei-me na deusa Péle no sentido que ela domina o poder dos vulcões e castiga com o poder do fogo e da lava todos aqueles que lhe desobedeçam.
3. A Saturno cria a sua barreira normalmente, independentemente de como ela é destruída (a barreira está mais vulnerável aos ataques das próprias navegantes do que os ataques do inimigo, na qual ela é muito mais eficaz). No anime/manga, não vemos ela a perder energia, por isso aqui também não a perde.
4. Se elas não salvarem o próprio coiro não vão conseguir salvar a princesa!
5. Isso é serguedo xD
6. É uma ilusão que se não for quebrada leva à morte. É uma ilusão bastante poderosa, do género daquela que as DD Girls criaram no fim da série classic, na qual a Mercúrio até morreu.
7. Se leres o manga vês que a Rainha Serenidade existe devido ao espírito que está no Computador Central do Milénio Prateado xD
P.S- Obrigado pela correcção dos erros xD
rmmr111 escreveu:
1. só fiquei muito curioso com uma coisa... quer dizer elas estão presas no espelho e estão adormecidas ou despertas, pergunto isto pk a Mariana no fim do capitulo consegue ver td á sua volta... eu fiquei na duvida... podes responder sefaz favor?
2. hmm e baseaste-te na lenda da deusa Péle em que sentido? nas descrições do meio? tem q ver com o desafio que elas enfrentam? e a dimensão da bertierite ?
3. ó não percebi uma coisa é assim então mas a Urano utiliza o seu atak Eterno/eternal como lhe preferires chamar, isto não roubaria tambem energia á saturno visto ela estar a fazer a barreira que foi destruida a partir da sua energia?
4. aquela parte da Jupiter a usá-la não me tenha satisfeito completamente... não sei elas não estão a defender a vida da princesa estavam a tentar salvar o próprio coiro!
5. dpois a Jupiter fez a pergunta q mais m tem estado a atormentar... mas quem é ela? Selen é a Deusa da Lua... mas ela era irmão do principe da terra... como poderia ela usar nem que seja só uma parte do cristal prateado?
6. enfim eu fiquei um pouco duvidoso de tudo isto no final do capitulo pq a rainha disse q era tudo uma ilusão... mas isso quer dizer o q? q mal a ilusão se quebre ela volta ao normal? e elas caem na lava, mas se é uma ilusão não deve haver problema ou há?
7. depois voltando novamente á parte final... quer-se dizer isto faz-me sempre muia confusãorainha escreveu: O meu espírito está ligado aomas no milénio prateado ja haviam computadores? como eu so vi o anime, o unico computador que eu vi foi o do palacio de cristal Toki...
computador central do palácio
1. A Neptuno, por estar presa no seu talismã, tem um certo domínio sobre ele e tem consciência do que se passa. Já a Marte, está completamente selada, e por conseguinte "adormecida".
2. Baseei-me na deusa Péle no sentido que ela domina o poder dos vulcões e castiga com o poder do fogo e da lava todos aqueles que lhe desobedeçam.
3. A Saturno cria a sua barreira normalmente, independentemente de como ela é destruída (a barreira está mais vulnerável aos ataques das próprias navegantes do que os ataques do inimigo, na qual ela é muito mais eficaz). No anime/manga, não vemos ela a perder energia, por isso aqui também não a perde.
4. Se elas não salvarem o próprio coiro não vão conseguir salvar a princesa!
5. Isso é serguedo xD
6. É uma ilusão que se não for quebrada leva à morte. É uma ilusão bastante poderosa, do género daquela que as DD Girls criaram no fim da série classic, na qual a Mercúrio até morreu.
7. Se leres o manga vês que a Rainha Serenidade existe devido ao espírito que está no Computador Central do Milénio Prateado xD
P.S- Obrigado pela correcção dos erros xD
Sammu, és fixe! enah grande capitulo!!! lol. bem so pelo tamanho valeu a pena esperar tanto tempo...mas creio k ainda da tempo de escrever mais alguma coisita antes das aulas começarem...lol. visto k ainda estamos no inicio de agosto!!! até la fico a espera do desenrolar da historia...
acredito tambem que o amor da neptuno pela urano vai impedir que ela morra...:p agora...ainda estou para saber o que aconteceu a ami para ela ter ficado má...é que ainda não percebi mesmo....:p
continua então a escrever assim que é para não morrermos todos de curiosidade para saber o que vem por ai!!
continuação de boa escrita!!!
acredito tambem que o amor da neptuno pela urano vai impedir que ela morra...:p agora...ainda estou para saber o que aconteceu a ami para ela ter ficado má...é que ainda não percebi mesmo....:p
continua então a escrever assim que é para não morrermos todos de curiosidade para saber o que vem por ai!!
continuação de boa escrita!!!
Bem, agora q já trabalhei o suficiente pa justificar o meu salário por hoje
, deixa lá fazer o belo do comentário para o menino n fazer mais birra... xDDD
Gostei da ideia da divisão por dois grupos. Devo confessar q, até ler q iam só 3 pra cada lado, ainda n tinha interiorizado q o grupo estava já tão pequeno: primeiro desaparece a Ami (já sabemos agora para onde), depois a Bunny, depois a Rita e a Mariana... Isto tá a ficar escasso!
Muito boa ideia o baseares-te em lendas. Afinal de contas toda a história de Sailor Moon sempre se baseou nelas, há uma certa coerência ao manteres o processo. Dos dois cenários q "pintaste" devo dizer q gostei mais do da água. Primeiro, achei mais fácil e agradável de imaginar, depois as descrições pareciam-me mais verosímeis. Não que ache que água que retire energia e memória exista mesmo... mas simplesmente parecia meio estranho, no cenário do vulcão, elas estarem a queixar-se q estavam a fraquejar por causa do calor intenso, e de repente começarem a conversar pra mudar de assunto, e pronto, já parecia q n era nada e q as quaixas sobre o calor eram só um ligeiro incómodo...
Gostei da parte da obstinação da Urano à procura da Neptuno. Mostra um pouco a dualidade de critérios delas, q sempre diziam q a missão estava à frente de tudo, mas era capazes de arriscar tudo uma pela outra, como se viu naquele episódio da Catedral na série S. A parte de a Urano já n se lembrar mt bem o q procurava, mas continuar, gostei mesmo muito, é como se estivesse gravado nela q o propósito da sua procura era mais importante q a sua própria vida...
(ah, claro, e aquele momento de inocência e ingenuidade da Saturno... LOOOL! tá demais!
)
No cenário do vulcão, uma das coisas q me chamaram a atenção (vai parecer estúpido, mas é verdade), foi os 2 momentos em q os fatos delas ganharam um certo realismo: a bota da Júpiter a derreter, e a Célimoon a arrancar a estrela na costura da saia. Eu avisei q ia parecer estúpido. Eu passo a explicar. Sempre achei meio monótono q os fatos delas não parececem mesmo mesmo reais, isto é, feitos de pano e outros materiais. Mesmo quando lutavam, só apareciam sempre umas manchas castanhas e eventualmente as bordas do pano ligeiramente esfarrapadas. A única vez q me lembro de ver os desenhos dos fatos MESMO estragados foi na batalha final da série S, pelo menos q me venha assim à cabeça. Neste dois momentos q eu disse de repente conseguimos ver os uniformes de navegantes como roupas a sério, feitas com materiais a sério. De resto, a parte de uma plataforma dentro do cone do vulcão, e tal, já me pareceu demasiado desenho animado, perde um pouco o realismo q costuma estar patente nas descrições da fic... É uma escolha válida, principalmente considerando q é uma fic originada num desenho animado, mas pessoalmente prefiro os momentos mais realistas, em q as descrições são mais verosímeis.
Mais uma coisinha, a referência à Rainha Serenidade. OK, ela é uma personagem importante da história, era Rainha qd foi destruído o Milénio Prateado. Mas a recorrência às suas aparições sempre me pareceu um "penso rápido" na continuidade de uma história. Sempre q se quer uma situação resolvida, ela aparece, ou para transmitir uma informação q ainda não existia, ou para haver um daqueles momentos de "descoberta de força interior"... Tá bem q aqui isso não aconteceu assim taaantas vezes, mas acho q é um recurso a q se deve dispensar o mais possível. Até pq aquela parte do espírito ligado ao computador, por mais q tenha sido referida no manga (cuja história era cheia dessas coisas q uma pessoa ficava tipo WTF?!
Isto é muita droga...), parece sempre um bocado... estranho. Primeiro pq estamos a falar de acontecimentos antes da evolução da espécie humana, e depois pela associação de uma coisa etérea como é um espírito a uma peça de tecnologia como um computador...
Pronto, acho q por enquanto n me lembro de mais nada pra dizer. Agora deixa lá a birrinha e escreve mais um capítulo!
, deixa lá fazer o belo do comentário para o menino n fazer mais birra... xDDDGostei da ideia da divisão por dois grupos. Devo confessar q, até ler q iam só 3 pra cada lado, ainda n tinha interiorizado q o grupo estava já tão pequeno: primeiro desaparece a Ami (já sabemos agora para onde), depois a Bunny, depois a Rita e a Mariana... Isto tá a ficar escasso!
Muito boa ideia o baseares-te em lendas. Afinal de contas toda a história de Sailor Moon sempre se baseou nelas, há uma certa coerência ao manteres o processo. Dos dois cenários q "pintaste" devo dizer q gostei mais do da água. Primeiro, achei mais fácil e agradável de imaginar, depois as descrições pareciam-me mais verosímeis. Não que ache que água que retire energia e memória exista mesmo... mas simplesmente parecia meio estranho, no cenário do vulcão, elas estarem a queixar-se q estavam a fraquejar por causa do calor intenso, e de repente começarem a conversar pra mudar de assunto, e pronto, já parecia q n era nada e q as quaixas sobre o calor eram só um ligeiro incómodo...
Gostei da parte da obstinação da Urano à procura da Neptuno. Mostra um pouco a dualidade de critérios delas, q sempre diziam q a missão estava à frente de tudo, mas era capazes de arriscar tudo uma pela outra, como se viu naquele episódio da Catedral na série S. A parte de a Urano já n se lembrar mt bem o q procurava, mas continuar, gostei mesmo muito, é como se estivesse gravado nela q o propósito da sua procura era mais importante q a sua própria vida...
(ah, claro, e aquele momento de inocência e ingenuidade da Saturno... LOOOL! tá demais!
)No cenário do vulcão, uma das coisas q me chamaram a atenção (vai parecer estúpido, mas é verdade), foi os 2 momentos em q os fatos delas ganharam um certo realismo: a bota da Júpiter a derreter, e a Célimoon a arrancar a estrela na costura da saia. Eu avisei q ia parecer estúpido. Eu passo a explicar. Sempre achei meio monótono q os fatos delas não parececem mesmo mesmo reais, isto é, feitos de pano e outros materiais. Mesmo quando lutavam, só apareciam sempre umas manchas castanhas e eventualmente as bordas do pano ligeiramente esfarrapadas. A única vez q me lembro de ver os desenhos dos fatos MESMO estragados foi na batalha final da série S, pelo menos q me venha assim à cabeça. Neste dois momentos q eu disse de repente conseguimos ver os uniformes de navegantes como roupas a sério, feitas com materiais a sério. De resto, a parte de uma plataforma dentro do cone do vulcão, e tal, já me pareceu demasiado desenho animado, perde um pouco o realismo q costuma estar patente nas descrições da fic... É uma escolha válida, principalmente considerando q é uma fic originada num desenho animado, mas pessoalmente prefiro os momentos mais realistas, em q as descrições são mais verosímeis.
Mais uma coisinha, a referência à Rainha Serenidade. OK, ela é uma personagem importante da história, era Rainha qd foi destruído o Milénio Prateado. Mas a recorrência às suas aparições sempre me pareceu um "penso rápido" na continuidade de uma história. Sempre q se quer uma situação resolvida, ela aparece, ou para transmitir uma informação q ainda não existia, ou para haver um daqueles momentos de "descoberta de força interior"... Tá bem q aqui isso não aconteceu assim taaantas vezes, mas acho q é um recurso a q se deve dispensar o mais possível. Até pq aquela parte do espírito ligado ao computador, por mais q tenha sido referida no manga (cuja história era cheia dessas coisas q uma pessoa ficava tipo WTF?!
Isto é muita droga...), parece sempre um bocado... estranho. Primeiro pq estamos a falar de acontecimentos antes da evolução da espécie humana, e depois pela associação de uma coisa etérea como é um espírito a uma peça de tecnologia como um computador...Pronto, acho q por enquanto n me lembro de mais nada pra dizer. Agora deixa lá a birrinha e escreve mais um capítulo!

Kasei escreveu:Até pq aquela parte do espírito ligado ao computador, por mais q tenha sido referida no manga (cuja história era cheia dessas coisas q uma pessoa ficava tipo WTF?!Ok a kasei conseguiu mt melhor que eu explicar a minha relutância em engolir que a rainha ta presa a um computador sabes parece mesmo tipo "Ghostusters" em que ela ta la presa mas pronto não foste tu que criaste esse pormenor só naõ consegui deixar de citar a sodona Kasei!Isto é muita droga...), parece sempre um bocado... estranho. Primeiro pq estamos a falar de acontecimentos antes da evolução da espécie humana, e depois pela associação de uma coisa etérea como é um espírito a uma peça de tecnologia como um computador...
e mt obrigado por me esclareceres as duvidas... vejo que a duvida nº 5 não te passou desapercebida... tva a ver se te arrrancava a resposta sem te aperceberes...tenho de arranjar uma nova estrategia

pois rmmr, acho q disseste por aí q n leste ainda o manga... qd leres vais ver q é cheio dessas coisas estranhas q sugerem q a Naoko estava sob o efeito de cogumelos alucinogéneos altamente poderosos ou coisa parecida... xDDD Mas realmente há coisas q custa a engolir, e mesmo estando na história original soam sempre mal...
Tens de entrar para responderes neste tópico.
.o: tenho escrito capitulos tao grandes, a fic está a acabar e eu não recebo quase comentários nenhuns... :xau:




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