Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

A Última Estrela

O que acontecerá a Maria?

Total de votos: 16

  • O sentimento forte de se reunir aos pais fá-la juntar-se ao lado negro 0% 0 votos
  • Consegue resistir no último momento ao ouvir o pedido de socorro de Mário 50% 8 votos
  • Vénus aparece e evita que Júpiter toque no Cristal Prateado 13% 2 votos
  • Júpiter toca no Cristal Prateado, mas algo estranho acontece de seguida 19% 3 votos
  • O restaurante sofre uma nova explosão, atirando Júpiter e Petzite violentamente para o chão, evitando o pior 0% 0 votos
  • Nenhuma das anteriores 19% 3 votos

Esta sondagem está encerrada.

#22
Eu gosto das emoções! E acho que as personagens originais do Anime estão mt bem conseguidas, acho que seguem a linha de personalidades que já conhecemos o que é mt bom, pk dá mt + interesse sendo dentro da linha k tamos habituados e conhecemos =) a personagem nova foi mt bem colocada também, gostei da maneira como surgiu apesar de ainda não ter sido mesmo apresentada mesmo e isso..
Acho que tá mesmo a ficar excelente a fanfic sammu Wink


"Paralelismos", an HP's fanfiction - Capítulo 7 (30.Março.2009)
#23
1 unica palavra - » MARAVILINDOESPECTACULARIDADE!!! IHIH GRANDE FIC , E O JOGO TAMBEM DEVE FICAR MTO BOM !! Limito-me a dizer k isto está .... MARAVILINDOESPECTACULAR! Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy lol! lol! lol!
=) VENDEM-SE SHOPSHÓIDAS !! FRESQUINHAS !!!
#24
CAPÍTULO 3
De novo guerreiras!
A confissão de Bunny.



- STAR HURRICANE!

Um enorme furacão carregado de energia branca apareceu no ar e crescia a um ritmo alucinante.

- Meu Deus é gigantesco! O que é isto?

- Vai colidir com a barreira! A Joana, rápido!

Joana, que ainda estava caída no chão, foi protegida pelos corpos de Maria e Rita. O furacão embateu na barreira e com um estrondo ensurdecedor a absorveu e dissipou no ar. Joana finalmente ganhara a consciência novamente.

Rita olhou para o ramo de uma árvore e viu na penumbra da noite uma silhueta feminina de cabelos enormes a ondular no que restava da brisa do furacão. Apesar de estar quase completamente coberta pelas trevas, tinha uma pose graciosa.

- Será…. Navegante de Neptuno? – disse ela ainda confusa.

Três luzes brilham intensamente de repente. Maria olhou para o lado e viu nas mãos de Joana o Cristal de Vénus que brilhava de uma cor alaranjada. Nas suas próprias mãos, o Cristal de Júpiter faiscava de uma luz esverdeada. Nas mãos de Rita, o Cristal de Marte expelia uma luz como labaredas de fogo, de um tom avermelhado.

- Eu sinto...

- … o poder ….

- …a voltar para nós. MARS CRYSTAL POWER…

- VENUS CRYSTAL POWER…

- JUPITER CRYSTAL POWER…

- MAKE UP!!





Esmeralda levava Bunny amarada e voava pelos céus de Tóquio.

-Onde é a tua casa?! Não me enganes outra vez senão os teus amigos sofrem as consequências….

Bunny tinha os pensamentos bloqueados pela morte das três amigas.

- Não tenho mais amigos –disse-lhe num misto de tristeza e raiva- acabaste com eles todos.

- Sim? Penso que aquela idiota de cabelo azul e o protector deste estúpido planeta ainda estão vivos.

- A Ami e o Gonçalo? O Gonçalo… está vivo?

- Se o queres voltar a ver – disse Esmeralda num tom de superioridade – aconselho-te a dares-me o teu Cristal Prateado.

Bunny não tinha nada a perder, o Cristal Prateado estava sem poder e a vida de Gonçalo e Ami estavam em jogo. Apontou finalmente o caminho para sua casa.

- É ali. Se pousarmos na varanda eu…

- Ah ah ah ah ah – interrompeu Esmeralda com o seu riso irritante- mais um truque? Tenho uma ideia melhor. PODER NEGRO, FULMINA!

Um trovão negro atingiu o telhado da casa arrebentando-o por completo.

- MÃE! PAI! CHICO! Não!!!

Esmeralda pousou nos escombros enquanto Bunny corria para o quarto dos pais. Retirou o seu brinco negro, que imediatamente reagiu e apontou o lugar do cofre.

- Mãe… Pai…! – disse Bunny preocupada enquanto segurava a cabeça da mãe, que estava caída no chão. Felizmente apenas estavam atordoados e apresentavam algumas escoriações.

- Ai… O que se passou? Estás bem? – perguntou a mãe de Bunny com uma voz rouca.

- Mãe estou bem… O Chico? – perguntou Bunny com um sorriso de alivio mergulhado em lágrimas.

- Foi sair com uns amigos e ainda não chegou… - disse o pai de Bunny ao lado, fechando os olhos. Tinha um corte grande na cabeça.

- PAI! Aguenta! Hã? – um riso gelou o ar.

- Ah ah ah ah ah ah! Esmeralda segurava o medalhão de Bunny. O mítico Cristal Prateado!

Esmeralda esmagou o medalhão e o Cristal prateado apareceu. Sem brilho, tal como Bunny o viu pela última vez. Mas no momento em que Esmeralda lhe tocou o Cristal enegreceu, ficando preto como um pedaço de Carvão.

- Ahhhhhhhhhhhhh!!!!! – berrou Bunny agarrando o seu coração, quando Esmeralda tocou no Cristal. Uma dor tão forte invadiu-lhe o corpo, ao ponto de a deixar sem forças.

- Tantos problemas no passado para consegui-lo. E foi tão fácil. Ail, Ann, matem-nos. – ordenou Esmeralda apontando para Bunny e os pais.

Nesse momento apareceram dois alienígenas que Bunny conhecia bem. Estavam com uma lua negra invertida seguida de uma estrela negra de quatro pontas. Esmeralda desapareceu com o Cristal. Ann caminhou para perto de Bunny e Ail dirigiu-se para o jardim, atirando algo para lá.

- Ann… Que se passa? Que fazes aqui…? – perguntou Bunny tentando recompor-se da dor. Não obteve resposta. Ao invés recebeu um ataque que os atirou contra a parede. Ann para! – suplicou Bunny protegendo os pais enquanto Ann se preparava para lhes dirigir outro ataque..

- MIAUUUU! – Luna saltou para as costas de Ann espetando-lhe as unhas.

- Animal impertinente! – disse Ail mandando um campo de forças a Luna, que caiu inanimada contra a parede. Ail preparava-se para mandar o ataque final a Luna.

- PÁREM POR FAVOR! – berrou Bunny.



- SPARKLING WIDE PRESSURE!

- MARS, FLAME SNIPER!

- VENUS LOVE ME CHAIN!

Um turbilhão de raios atingiu Ann, uma seta flamejante fez Ail cair enquanto que uma corrente envolveu Luna e a puxou para perto das três guerreiras.

- Segunda das quatro navegantes protectoras da princesa do Milénio Prateado, guerreira das chamas e da luta, protegida pelo planeta Marte, meu guardião. Super Navegante de Marte!

- Terceira das quatro navegantes protectoras da princesa do Milénio Prateado, guerreira dos raios e da natureza, protegida pelo planeta Júpiter, meu guardião. Super Navegante de Júpiter!

- Líder das guerreiras protectoras da princesa Serenidade, guerreira da luz e da beleza, protegida pelo planeta Vénus, meu guardião. Super Navegante de Vénus!

- Parecem mais poderosas desde o nosso último encontro. Mas adivinhem! Nós também – gozou Ann, DARK BARR…

- Outra barreira não! JUPITER, OAK EVOLUTION!

O ataque de Júpiter destrói o íncio da barreira.

Ail e Ann começam então uma ofensiva de ataques dirigidos a elas. Enquanto se esquivavam, Ann dirige-se para Bunny. As garras nas suas mãos cresceram.

- É o teu fim princesa. – disse num tom determindado.

- Ann… Lembra-te de quem és por favor! Eu purifiquei-te com halo da princesa da lua, há muito tempo atrás.... Porque fazes isto?

- O teu discursozinho emotivo não vai funcionar desta vez.



- Navegantes temos que os matar!

- Mas são o Ail e a Ann!

- A Marte tem razão! Temos que unir os nossos poderes.

Um ataque vindo de Ail quase as atinge.

- Assim não vamos conseguir. Ele não pára!

- Eu trato disso. BURNING…- Marte começa a desenhar um círculo de fogo no ar- MANDALA!

Os arcos de fogo atingem um escombro de madeira, fazendo-o cair, criando uma barreiras entre elas e Ail.

- Pronto. Vamos combinar os nossos ataques mais poderosos! – gritou Marte evocando a chama. FIRE SOUL, BIRD!

- SUPREME THUNDER, DRAGON!

- VENUS LOVE AND BEAUTY SHOCK!

O coração do ataque de Vénus foi engolido por uma ave de fogo, que por sua vez estava rodeada de raios fortíssimos em forma de dragão, criando um efeito majestoso.

O ataque atingiu Ail e Ann no momento em que Bunny estava a ser atacada. No momento do impacto levantou-se uma enorme explosão que os projectou todos para o pátio, deixando a casa em destroços.



- Estão todos bem? A Bunny? – perguntou Vénus atordoada, segurando Luna.

Bunny encontrava-se mais à frente junto dos seus pais desmaiados.

- Estão a respirar. – disse Bunny confusa tirando a fuligem da cara.

- E tu estás bem? – perguntou Júpiter preocupada.

- Sim, o ataque não me afectou… Devo estar protegida contra ataques vossos. Quando fui projectada consegui agarrar-me ao ramo da árvore – disse apontando para a árvore com os ramos partidos que se encontrava no pátio, agora cheio de destroços- É melhor chamar uma ambulância. Os meus pais devem ter algo partido.

Nesse momento chega um carro transportando Chico, o irmão de Bunny, que vinha com os amigos.

- A MINHA CASA!!!



No dia seguinte à tarde Maria, Rita e Joana estavam reunidas no templo.

-Ainda não caí em mim.

- É verdade. A casa da Bunny foi completamente destruída.

- E não se esqueçam do meu templo. O pátio está todo rachado como podem ver- disse Rita apontando para o chão, que estava num estado deplorável - e no parque há árvores, terra, flores e bancos arrancados. Mas isso nem é o mais grave…

- O Gonçalo desapareceu após lutar com a Esmeralda. Os pais da Bunny estão feridos…

- E a Luna também não está nada bem. Para não falar no Artemis que nunca mais apareceu em casa. Por falar nisso, está na hora de visitar a Bunny no hospital.



Dirigiram-se para o hospital distrital de Juuban e subiram para o quarto onde se encontrava a família Tsukino. Os pais de Bunny estavam encamados e Bunny encontrava-se numa cadeira a olhar pela janela.

- Bunny? – chamou Joana baixinho.

Bunny voltou-se para trás e deu um sorriso triste.

- Podem falar normalmente. Eles estão a dormir, foram sedados. – disse Bunny apontando para os pais.

- Como estás?

- Só sofri uns arranhões e uns cortes. – disse-lhes mostrando as ligaduras no braço. Mas não estou nada bem.

- Não é para menos… - disse Maria- Vais ver que o Gonçalo está bem.

- Não sabes isso Maria. Eu só queria sentir o alívio de saber que ele está bem como senti ontem quando me foram salvar e vi que estavam vivas…

- Tens que ter esperança… - disse Joana sem jeito.

- Não consigo ter esperança! – gritou-lhes Bunny desatando a chorar.

- Pára Bunny! – replicou Rita zangada. Nem sempre tudo é sobre ti e o Gonçalo!

Todas ficaram atónitas a olhar para Rita.


- Tu ficas sempre deprimida, mas há mais pessoas que sofrem com tudo isto. Quando lutamos com a Beryl demos a vida por ti. A Galáxia também nos tirou a semente de estrela e desaparecemos ali no chão, ao pé de ti. Esse sentimento de impotência que estás a sentir é o que todas nós sentimos constantemente! Não temos poder suficiente para derrotar ninguém, sem ti não podemos fazer NADA, NADA! Já pensaste que nós também somos humanas e sentimos medo? Não podes estar sempre a lamentar-te, tens que ter força e procurar uma solução invés de chorares sempre pelos cantos. – disse Rita ficando com os olhos muito brilhantes.

Sammu, és fixe!

Editado pela última vez em

#25
Tá mt fixe *-*

Gostei do atake do Mascarado do manga Embaracoso

Mas parece-me k o título do capítulo não combina mt... "Miracle Song" não vejo o k tenha a ver com esta parte da história :S

For Disney fans ^^


Jobem se és cobarde e medricas?
Então não te aproximes de nós...
Se tiveres coragem ou se fores doido tenta enfrentar-nos.....
- Gang Terror Negro

ps- não aceitamos devoluções e não nos responsabilizamos por danos físicos causados muahahahah
#26
eu so agora e k li a historia,mas ela ta demais mesmo...

continua sammu!

quero ler mais!study study

tou ansiosa!!e curiosa!!

akela do pessegos com sal,partiu-me toda...lol!

I will always love,and i'll think of you...because i'm your lady and you are my man!
#27
Que fixe!! Esmeralda lool

Espero que continue com a sua gargalhada fantástica XD
#28
Está excelente, novamente sammu! =) Achei mt interessante teres ido 'buscar' a Esmeralda.. e lá está novamente o gonçalo desaparecido Matreiro coitada da bunny... se fosse ela eu já estaria bué traumatizada com os desaparecimentos dele ^^lol!

Mas de facto.. também não consegui 'atingir' a ligação título-desenvolvimento do capítulo Suspect


"Paralelismos", an HP's fanfiction - Capítulo 7 (30.Março.2009)
#29
(Continuação)
__________




- Rita… - disse Maria num misto de compreensão e de surpresa.

Bunny olhou fixamente para Rita. O ambiente ficou pesado mas passados uns segundos Bunny esboçou um sorriso.

- Tens razão. Não posso estar sempre a pensar nos meus problemas. Tenho que lutar para descobrir o Gonçalo. Não posso lamentar-me!

- É esse o espírito! – disse Joana sorrindo também.

- Mas por falar nisso, vocês salvaram-se e transformaram-se. Como?

- Foi estranho… O campo de força estava quase a esmagar-nos, mas um furacão enorme carregado de energia destrui-o.

- Um furacão carregado de energia? Como? Assim sem mais nem menos?

- Não sabemos nada, simplesmente apareceu. E, de repente, sentimos um poder a crescer dentro de nós.

- Foi aí que nos tentamos transformar. E felizmente conseguimos.

- Esperem! – disse Rita com um ar pensativo. Agora que falam nisso, eu penso que vi a Neptuno quando o furacão apareceu! Só pode ter sido ela a manda-lo!

- Mas a Neptuno não tem ataques de ar. Pelo que sabemos ela é a guerreira das águas profundas.

- Ai.. – suspirou Joana- agora é que a Ami nos fazia falta para descobrir este mistério.

Bunny olhou para o relógio.

- Bem, ainda temos montes de coisas para discutir…

- Como por exemplo o facto da Esmeralda estar viva. – interrompeu Joana.

- … mas tenho que ir buscar a Luna ao veterinário.

- Deixa. Nós vamos. Fica aqui com os teus pais.

- Obrigada meninas… Estou estafada. A Luna não pode entrar no hospital, será que alguma de vocês não pode ficar com ela esta noite?

- Eu fico! –prontificou-se Joana- Assim sinto menos a falta do Artemis.

- Bem, então até manhã!

Todas se despediram e entrou a enfermeira.

- Sr. e Sra. Tsukino, vou administrar-lhes um sedativo para passarem melhor a noite.

- Quê? – disse Bunny aflita- quando esteve aqui há 20 minutos não lhes deu?

- Dei-lhes um anti-inflamatório. Vou administrar o sedativo, com licença! – disse a enfermeira apressada.

- Não é necessário. - disse o pai de Bunny abrindo os olhos.

- Esta noite não queremos dormir- disse a mãe abrindo também os olhos. Tens muito o que explicar Bunny.




O percurso do hospital ao veterinário implicava passar pela casa de Bunny. Enquanto caminhavam, deparavam-se com imensos cartazes publicitários.

- Já estou farta de publicidade a este concerto. – disse Rita zangada.

- Concerto? –perguntou Maria curiosa.

- Oh por favor Maria! Em que planeta vives? – disse Joana dirigindo-se para uma parede que tinha nela colado um cartaz em que se lia: “Mega Concerto de Célia! A estrela internacional visita Tóquio para um concerto do seu mais recente álbum de originais “Oral Crystal Fixation” ”

- A Célia vem cá?! Eu sou super fã dela! Adorei o papel dela no Pitanic! – disse Maria sonhando.

- Eu adoro a canção dela “Your Hips Lie”! – disse Rita participando do entusiasmo de Maria.

- Não te fazia fã dela Rita! Sinceramente não aprecio pessoas que fazem música e cinema ao mesmo tempo. Ou se dedicam a uma coisa ou a outra. – disse Joana continuando a caminhar.

- Hum.. Será que estou a ver uma pontinha de inveja no teu tom de voz Joana?

- Beeem! –disse Joana olhando para a frente. Tinham chegado à casa de Bunny. Ou pelo menos o que restava dela. Nem acredito que somos responsáveis por pelo menos metade disto!

- Os nossos poderes aumentaram consideravelmente. – disse Rita ficando também surpreendida pela dimensão dos estragos que causaram.

- Pois! Estou mesmo a ver a Neptuno a conseguir aumentar os nossos poderes.

- Já pensaste, nem que seja por um segundo só, que aquela rapariga que nos salvou talvez não seja a Neptuno?

- Então seria quem? A princesa de Inglaterra ou o Pai Natal? Tu própria disseste que ela era muito parecida com a Nept… A Maria?

Maria tinha entrado no pátio de casa de Bunny e segurava na mão um objecto circular.

- Maria… O que e isso?

Maria olhou-as um pouco incrédula e abriu a mão. Lá dentro encontrava-se o primeiro alfinete de transformação de Bunny. Depois de um silêncio Maria finalmente disse:

- Isto é… é alfinete do Moon Prism Power.

- Não pode ser…

- Mas ele tinha sido destruído! Foi por isso que ela “ganhou” o Moon Crystal Power!

- E a Luna não pode falar, quanto mais fazer um novo alfinete.

- Reparem- observou Rita- ele tem uma estrela de quatro pontas no lugar do círculo cor-de-rosa. E outra coisa, ele não está chamuscado ou arranhado, ou seja, isso quer dizer que ele foi posto aqui depois de a explosão ter ocorrido.

- Temos que avisar a Bunny, vamos!

Voltaram rapidamente para o hospital, subiram o elevador e entraram de surpresa no quarto. Encontraram um clima pesado.

Bunny estava com os olhos muito vermelhos e brilhantes, mas parecia contente. A sua mãe estava com uma cara de choro e o pai com um ar de incrédulo.

- Hã… - disse Maria constrangida- desculpem a invasão, mas precisávamos de falar com a Bunny.

- Podem falar aqui. – disse o pai de Bunny num tom severo. Já sabemos de tudo.

- Tudo? Tudo o quê? Ha ha ha ha ha…. – tentou disfarçar Joana.

- Tudo tudo. – olhou-as Bunny num tom aliviado. Ouviram a nossa conversa de há bocado.


Sammu, és fixe!

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#30
Tás me a deixar cada vez mais curiosa!! Tá fantástica!! E a ideia de teres ido buscar o Ail e a Ann foi mt boa!
#31
Excelente Sammu! Very Happy Eu gostei foi da frase do Chico : A MINHA CASA! XD
#33
be. .e eu k ainda não era fã de nenhum escritor de fanfics português.. Fikei agora!

Estou a adorar sammu! Está altamente a fanfic, sem dúvida!
Continua axim =)


"Paralelismos", an HP's fanfiction - Capítulo 7 (30.Março.2009)
#34
sammuuuuu!!! queremos + capitulos! queremos + capítulos! queremos mais capítulos! (e axim continua até que só se oiça um fiozinho de voz na manifestação... xD)


"Paralelismos", an HP's fanfiction - Capítulo 7 (30.Março.2009)
#35
(Continuação)
__________

- Vocês podiam ter confiado em nós. TU podias ter confiado em nós filha. – disse a sua mãe.

- Sra. Tsukino- começou Maria- não era uma questão de confiar. Se o inimigo tomasse conhecimento de que alguém sabia as nossas identidades poderia por a vida dessa pessoa em risco para fazer chantagem connosco. As consequências seriam muito perigosas…

- Nós também nunca contamos nada aos nossos familiares…- desabafou Joana.

- O que mais me custa- soluçou a mãe de Bunny- é saber que não somos os teus verdadeiros pais.

- Isso não é bem assim. -observou Rita. Ela reencarnou como Serenidade no corpo da vossa filha. Geneticamente vocês são os pais verdadeiros dela.

Olharam todos para a Rita com um ar muito surpreendido.

- O que foi?! – disse ela irritada. Não é só a Ami que sabe destas coisas!

- Um pai devia sempre proteger a filha. E eu não consegui fazer isso.

- Oh pai… Não podias, é uma coisa que te ultrapassa.

- Não acabei- interrompeu o pai- gostava de saber quem eram na verdade a Chibi-usa e a Chibichibi.

- Agora é que a Bunny fica em sarilhos!- segredou Joana a Maria.

- A Chibichibi não era bem uma pessoa. Era uma espécie de navegante futura chamada Sailor Cosmos, que voltou para emendar um erro do passado. Como esse erro foi emendado, ela não vai ter que voltar no futuro para o passado e por consequência ela nunca vai existir… Entendes? –explicou Bunny de uma maneira que até ela ficou baralhada.

- Oh sim, sim, sim, estou a ver… - disse o seu pai confuso. E a Chibi-Usa? –insistiu

- Agora é que ela fica MESMO em sarilhos! – segredou novamente Joana.

- Ah… A Chibi-Usa é tipo… Sabes é muito complicado explicar, não ias entender! – esquivou-se Bunny.

- A Chibi-Usa é filha da Bunny! – disse Rita entusiasmada.

- O QUÊ???? – gritaram ambos os pais. QUANDO é que isso aconteceu?!

- Calma! – tentou acalma-los, deitando um olhar furioso a Rita. Ainda não a tive. Ela é a minha futura filha!

- Isto não pode estar a acontecer… Futuras filhas que se encontram com futuras mães que não sabem que vão ter filhas, que por sua vez conhecem as mães antes de existir… Oh, isto é tudo tão estranho e confuso… - deitou-se a mãe da Bunny.

- Futura ou não isso não interessa! Quem foi o rapaz que te desgraçou? – disse o pai de Bunny furioso.

- Desgraçou? Quando a tiver já sou casada!

- Foi o Gonçalo Chiba! – disse Rita outra vez com um sorriso de orelha a orelha.

- Rita não te metas! – disse Bunny corando profundamente. Eu já tenho 20 anos! Não sou propriamente… hã… uma santa!

- Ai meu Deus! – disse a mãe de Bunny tapando a cara com as mãos.

- Ela está desgraçada desde os 16 anos! – gracejou Rita mais uma vez.

- Ò Rita se calhar já chega.- disse Joana rindo-se baixinho.

- BUNNY TSUKINO! Quero falar com esse rapaz! – espumou de raiva o pai.

Todos ficaram calados. Rita que anteriormente se ria tanto ficara ela também com cara de caso.

- Ele… -disse Bunny enquanto o seu sorriso desaparecia- ele desapareceu ontem.

- Ah… - disse o pai ficando novamente mais calmo- falamos depois então. Mas não penses que isto acabou aqui.

- A vossa casa ficou num péssimo estado. – disse Maria numa tentativa de mudar de assunto.

- Está no seguro. – disse a mãe. Agora temos de ver onde vamos ficar.

- Podem ficar no templo. – prontificou-se Rita. Temos quartos de sobra.

- Obrigada Rita- disse Bunny ternamente. Mas eu… não me sinto segura lá. Depois de tudo o que aconteceu…

- Tudo bem, eu entendo.- disse Rita sorrindo ligeiramente.

- Se quiserem podem ficar no meu apartamento. – ofereceu Maria. Tenho um quarto de hóspedes e sofás-cama.

- A sério? Não te importas? Somos quatro… - reforçou Bunny.

- Claro que não! Vou adorar ter companhia!

- O que achas pai?

- Hum… O seguro cobre o arranjo da casa, mas não nos paga o hotel durante o tempo de arranjo. Mediante as opções que temos sou capaz de aceitar essa oferta! O que achas querida?

- Sim, como queriam... – disse a mãe de Bunny ainda atordoada com aquilo tudo.

- Então está decidido. Vais ter novos hóspedes Maria!

- Obrigado. É só até as obras de reparação acabarem. O que pelas minhas contas deve demorar uns 4 meses. –disse o pai de Bunny ficando aflito quando reparou no tempo que ia ficar hóspede.

- Não se preocupe Sr. Tsukino. Podem ficar lá o tempo que for preciso!

- Eu até oferecia a minha casa- disse Joana envergonhada. Mas a não ser que alguém durma na banheira não há espaço para todos.

- Ò Joana… – disse Bunny com um ar curioso- a Luna?

As três deixaram rapidamente o quarto e correram até ao veterinário não querendo admitir que se tinham esquecido de ir buscar Luna.


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Uii, tenho andado ocupado com a nova remodelação do site (segredo!!)! Mas vou arranjar um tempinho pra passar o próximo capitulo!

Sammu, és fixe!

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#36
aahh tão demora o tempo k kiseres!! Very HappyDVery Happy
O site 1º k tudo! ^^estou com a sun: weee remodelação! Matreiro lol


"Paralelismos", an HP's fanfiction - Capítulo 7 (30.Março.2009)

Editado pela última vez em

#37
looool
nãããããoooooooooo

nós só dissemos k ficávamos indecisas entre k posição tomar!!!

Mas acabámos de decidir k ficamo-nos plo 'obrigada sammu!!! pela fic, pelo site, por tudo!!' xD

né serena?:p lolol

P.S.: decisão tomada nos primeiros milésimos de segundo após comment do admin xD lolol


"Paralelismos", an HP's fanfiction - Capítulo 7 (30.Março.2009)
#38
CAPÍTULO 4
Um novo Cristal Prateado?
Batalha na Universidade.




Passados três dias os pais de Bunny tiveram alta do hospital. Uma equipa de engenheiros paisagísticos haviam sido contratados para remodelar o parque e o pátio do templo, para que estes ficasses como novos.

Rita estava constantemente rodeada de jornalistas que perguntavam o que havia sucedido à dois dias atrás.

- Malditos repórteres. – disse ela sentando-se num banco do restaurante da Maria, que estava deserto, á excepção de Rita, Joana e Maria.

- É normal, depois do que aconteceu, as pessoas querem saber o que se passou.

-Sempre podes dizer que foi um raio que atingiu o palco! – disse Joana intusiesmada.

- Oh claro! Desde quando uma nuvem tem cabelos verdes e fala? – disse Rita ironicamente.

- O melhor que tens a fazer é não dar declarações.

A porta do restaurante abriu-se de rompante e entraram, tal como uma avalanche súbita, uma dúzia de jornalistas.

- Menina Hino, é verdade que o templo tem falhas nas condutas de gás, o que causou as explosões?

- O que tem a dizer quanto às acusações de que o festival foi uma fachada para roubar as pessoas enquanto elas estavam distraídas com a confusão?

Rita ficou muito vermelha e com uma veia perigosamente saliente na sua testa. Pegou na lasanha que estava a comer e atirou-a para a cabeça da primeira jornalista que viu.

- AQUI TÊM A MINHA RESPOSTA SEUS @#/&@#%$”#!!!

Ia a pegar no copo de água que estava a beber e a preparar-se para o apontar para outro, quando Maria interveio.

- FORA! – gritou furiosa, empurrando a multidão para fora do restaurante e encostando-se à porta. Joana! Atira-me a bolsa com as chaves!

Joana atirou a bolsa a Maria, que conseguiu tirar as chaves e fechar a porta e trancar o restaurante.

- Bolas… Sonho com o dia em que os paparazzi andem assim atrás de mim!

- Acredita que não é nada agradável. Principalmente quando nos fazem acusações idiotas como estas. – disse Rita buscando a esfregona para limpar os restos de lasanha do chão.

- Não acredito! – disse Maria retirando da bolsa o novo alfinete de Bunny- Esqueci-me de lho entregar!

- E agora também não podemos sair daqui. – disse Joana olhando para a porta ladeada de jornalistas do lado de fora.



- Psst! Acorda! – disse Bertierite dando uma cotovelada a Bunny.

- Hã? – Bunny estava no meio de uma aula de estudos sociais americanos e tinha adormecido. Huaaa… Obrigada Bet.

A sala era pequena para uma sala de aulas universitária. A estrutura era parecida com a de um cinema. As cadeiras estavam dispostas com ordem crescente de elevação e no fim da sala, no ponto mais baixo, encontrava-se a professora Carolina.

- Miss Tsuckino, please read the underlined sentence in the end of the page two hundred fifty eight.

- Quê?! – perguntou baixinho a Bertierite.

- Quer que lhe leias a frase sublinhada no fim da página 258. – sussurou-lhe.

- Ahh! Di rabite ofe de mun ize uone ofe de moust famouse jápunise istories internationalaizede in di world.

Toda a turma ficou em silêncio, olhando para Bunny.

- Bem, ao menos acertaste na última palavra… - disse a prof. Carolina desapontada.

- Ah ah ah ah ah… Eu não acredito que a stora Carolina tirou o doutoramente e agora dá aulas nesta universidade. Eu tenho mesmo azar. – disse baixinho a Bertierite.

- Bunny, ultimamente tens estado tão cansada. Que se passa? – perguntou-lhe Bertierite.

- Bem… Já que isto também te diz respeito, acho eu te devo contar.

Bunny contou tudo o que acontecera há dias atrás. Bertierite ouvira cada palavra incredulamente.

- Tenho…. Tenho de ir. – disse Bertierite com cara de choque, irrompendo da sala de aula rapidamente.

- Bet? Que se passa? – disse Bunny seguindo-a, deixando todos a olharem para elas.

Bunny correu pelos corredores do edifício, seguindo Bertierite.

Quando chegou ao terraço do pavilhão Bertierite desaparecera.

- Bertierie? Onde estás…?

Bunny procurou pelo terraço, e quando viu que não a iria encontrar desistiu e sentou-se num banco. Retirou do bolso das calças uma foto de Gonçalo e olhou fixamente para ele.

- Eu vou-te encontrar. Prometo. – e tendo dito isto encostou a foto ao peito num abraço terno.

- É bonito… o teu amor.- disse a voz de um homem.

Bunny levantou-se num salto e pôs-se em posição de defesa.

Uma figura envolta em sombras estava encostada a uma coluna. Caminhou para a frente de Bunny.

- TU?! – gritou Bunny.



- Encontramo-nos de novo Navegante da Lua.

- Olho de Falcão? Mas como?

- Oh, como não interessa. – disse-lhe Olho de Falcão com um olhar de superioridade. Bunny reparou que também ele, tal como Ail e An, apresentava na testa o símbolo de uma lua negra invertida com uma estrela preta de quatro pontas. Vim acabar o serviço que aqueles dois aliens idiotas não acabaram.

Sabendo que não iria adiantar de nada chamá-lo à razão, Bunny correu pelo enorme terraço para fugir de Olho de Falcão. Desceu as escadas, correu pelo corredor do último andar e escondeu-se na sala de arrumações. Pegou no telemóvel e ligou para Joana.

- Joana – disse sussurrando - apareceu outro inimigo! Sim, na universidade humanística de Tóquio, pavilhão IV, rápido, eu estou no último pis...

A porta da salinha de arrumações abriu-se com um grande estrondo.

- Olha olha quem está aqui! - Olho de Tigre.

- Tu também?! – disse Bunny começando a ficar preocupada. Fugiu novamente dando-lhe um encontrão. Tenho que fugir daqui, se eles magoarem alguma pessoa por minha causa não me perdoarei. – pensou, dirigindo-se às escadas de emergência.

- Fim da viagem. – disse Olho de Peixe sorrindo.

Bunny ficou ainda mais atrapalhada, o seu coração batia mais rápido do que nunca. Correu novamente para o terraço onde não haveria ninguém para magoar.

- Se elas não vierem rápido eu estou perdida! – pensou correndo rapidamente.

- Foge como um ratinho. Não tens escapatória. Lindos sonhos presentes nas profundezas da mente de alunos ociosos, vão meus servos e implantem pesadelos tenebrosos! – dizendo isto, saírem dezenas de formas negras das mãos de Olho de Peixe, entrando nas salas de aula.

Chegando ao terraço, Bunny não sabia mais o que fazer.

As navegantes não tinham chegado e os três inimigos dirigiam-se para ela. Olho de Tigre foi o primeiro a chegar. Bunny viu que tinha de ganhar tempo.


Sammu, és fixe!

Editado pela última vez em

#39
parabéns, está magnifico!!! muito realista, consigo visualizar as personagens enquanto leio
então e o suspanse no final... brilhante Wink continua assim

maiiiiiiis!
Take care of my heart - I've left it with you
#40
Ah, que fixe pores os pais aí XD

Está muito fixe!! Wink
#41
a serena dixe precisamente aquilo que me estava na cabeça..

Eu consigo visionar toda a cena enquanto leio, o que só prova a tua grande qualidade de escrita nesta fanfic!


excelente sammu. É tudo que posso e consigo dizer: excelente. =)

Continua! Wink

(eheh, serena valeu a pena a sugestão de lhe bater Matreiro looooool na binca, na binca sammu!! Razz :p)


"Paralelismos", an HP's fanfiction - Capítulo 7 (30.Março.2009)

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