SAILOR MOON: Uma Alternativa à sua HISTÓRIA de Origem
Boas,
Sei que Vós fizestes muitas fics sobre a sailor moon; uns usam as personagens da Naoko Takeushi nas suas histórias criativas e outros para imaginar uma história contínua das navegantes a qual eu pensava do género: “O mal foi vencido, Bunny e Gonçalo ficam juntos e já sabemos o que o futuro reserva blá blá… Mas sentimos a falta da acção das navegantes bora lá criar uma história alternativa para dar continuidade à sailor moon”. Quando vou ao Fórum o que me interessa são as vossas histórias. Algumas comento, outras leio com curiosidade. E pensei cá para comigo: “ Um dia, um dia vou criar uma fanfic e postar no Fórum. Então, com o passar do tempo tomei iniciativa de criar finalmente uma história sobre a minha série de anime favorita. Pessoal, espero que gostem do resultado. Quero comentários com conteúdo crítico respeitável. Agradeço a vossa participação. Agora vou lançar o prólogo para dar um pequeno plano do meu projecto. Obrigada pela vossa atenção. Se este for mais ou menos bom (sim porque é com pequenas coisas que chegamos às grandes) dou continuidade às minhas histórias
. Obrigada a todos! Devo já avisar que a minha grande dificuldade são descrições. Mas acredito que com a vossa ajuda e prática tudo irá a bom porto.
. Obrigada a todos! Devo já avisar que a minha grande dificuldade são descrições. Mas acredito que com a vossa ajuda e prática tudo irá a bom porto.Título: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
Disclamer: As personagens retratadas pertencem à Naoko Takeushi
Classificação: [+13]
Género: (Acção, Comédia, Drama, Romance)
Personagens Principais: Bunny, Esmeralda e Gonçalo
Aviso: Qualquer semelhança com alguma fic lida ou não lida por mim no fórum é pura coincidência
Prólogo -------- Página 1
Capítulo I------- Página 2
Capítulo II ----- Página 6
Capítulo III ----- Página 14
Capítulo IV ----- Página 19
Capítulo V ------ Página 32
Capítulo VI ----- Página 37
Capítulo I------- Página 2
Capítulo II ----- Página 6
Capítulo III ----- Página 14
Capítulo IV ----- Página 19
Capítulo V ------ Página 32
Capítulo VI ----- Página 37
Capítulo VII -----Página 49
Capítulo VIII ----Página 51
Capítulo IX ----- Página 57
Capítulo X ----- Página 61
Epílogo --------- Página 67
Prólogo
Capítulo VIII ----Página 51
Capítulo IX ----- Página 57
Capítulo X ----- Página 61
Epílogo --------- Página 67
Prólogo
“Que tipo de ser tem a capacidade de salvar vidas arriscando a sua? Que ser é este que arrisca tudo para garantir a paz e a justiça no mundo? Quem louva um ser assim? Todos admiram. Quem será? Que personagem misteriosa será ela? O seu nome é Sērā Mūn: Sailor Moon”.
Passaram 3 anos após à última batalha contra galáxia. Finalmente Bunny tinha a felicidade completa: Casar com Gonçalo. Mas a sua Felicidade corre perigo quando regressa Sábio, O Deus da Sombras que arrasa a boda da princesa da lua na tentativa de capturar o cristal prateado para se tornar o senhor absoluto do Universo. Como não consegue capturar o cristal resolve enviar as navegantes e Chiba para uma dimensão criada por ele: Gonçalo Chiba é um famoso jornalista que trabalha na empresa: NewsDiary na Tokyo3. O seu trabalho é louvado por todos inclusive o seu chefe Jimmy Lockheart. Por isso, recebeu inúmeros prémios destintos na sua área o que leva a ser reconhecido na cidade e pelo mundo inteiro! Vive num grandioso apartamento no centro de Tokyo3. Vive junto com a bela e famosa actriz Esmeralda Lover. Tal como Gonçalo, Esmeralda é também reconhecida positivamente pelos seus trabalhos de actriz pelo mundo inteiro. Recebeu inúmeros prémios pelo seu desempenho onde os guarda no enorme armário de madeira na sala de estar. Todos os dias antes de sair, Esmeralda caminha para o armário e reza para que o seu desempenho seja protegido pelos Deuses. Sim, ela admira mitologias Gregas/Romanas. Vivem juntos há 4 anos. Esta relação começou quando Chiba foi destacado a entrevistar a jovem actriz Esmeralda por causa do seu Grandioso e esplêndido trabalho. Desde daquela entrevista, Gonçalo considerou Esmeralda a “Tal” dos seus sonhos e por isso não hesitou. Decidiu que vivesse junto com ele ao que ela imediatamente aprovou a sua decisão e desde daí vivem juntos no seu apartamento. No entanto, a evolução de ambos tende a declinar no momento que Esmeralda apercebe-se que Gonçalo descobre algo sobre o alvo procurado pela Lua negra: A Jovem Guerreira que luta pelo amor e pela Justiça. A idiomática: Sailor moon.

A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]
A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
[+13] [Epílogo 14/04/14]
I
Os raios de sol da primavera anunciam a chegada do novo dia. O sol levanta a cidade Tokyo3 como um despertador que acorda os cidadãos para as rotinas diárias: ir para o emprego, levar as crianças à escola, ida ao ginásio, tratar das lidas da casa e comprar exclusivamente o jornal “News Diary” o indispensável na vida dos habitantes de Tokyo3. Gonçalo Chiba vive no apartamento situado no centro da cidade no 4ªDrtº. Diante um amplo quarto acarpetado beje, de teto plano branco com um grande candeeiro no centro, uma cama de casal, coberta com uma colcha de algodão azul-bebé no centro ocupando quase todo o quarto com duas mesas-de-cabeceira de cada lado, dois armários de roupa situados do lado esquerdo e direito opostos, com uma pequena casa de banho na parte superior direita, com uma secretária ampla ao lado da porta de entrada do quarto organizada com uma pequena estante de livros literários, um computador portátil, e com 3 gavetas em cada lado das pernas da mesa, escuro com janelas porta de vidro fechadas com cortinas veludo carmesim bordados com tons de ouro, vê –se um vulto na cama agitado pelo sonho:
“ Por favor não te esqueças de mim. Salva-me.”
Acorda suado em ressonância com o som da rádio FM3Rstar: “ Bom dia meus caros ouvintes. São 7h30 da manhã e trago a chegada da primavera que dá os bons dias com um sol quente que ilumina completamente Tokyo3; O meu nome é Kanjiro Kenji e começo o dia com a música ”Share the world” dos Dong Bang Shin K na sua rádio favorita:FM3RSTAR”.
(Share the world - https://www.youtube.com/watch?v=2AfIQX8YUVw )Com a música a tocar, Gonçalo estranha novamente o pesadelo que tem há dias. Questiona o pesadelo mas tenta não ligar como costume. Espreguiça-se na cama sorrindo pelo novo dia. Sai da cama e abre os cortinados de veludo carmesim para entrar os raios de sol. Abre as portas de vidro e vê a cidade activa: O soar dos carros, os sons dos transeuntes a passar nas ruas, o rapaz dos jornais a anunciar os machetes do periódico na tentativa de vender. A cidade estava feliz com o som e o movimento dos habitantes e o tempo ajudava nessa felicidade.
- Que belo dia. – Murmurou. Sai na varanda e vai à casa de banho cuidar da sua higiene diária. Passados 10 minutos estava pronto. Saiu do quarto e vai à cozinha preparar o café da manhã. Quando abre a porta, Vê à frente dos seus olhos ela de costas para ele envergando a sua camisa branca a preparar o pequeno – almoço. Sorrateiramente dá volta ao balcão da cozinha. Apanha-a de surpresa e dá um beijo na boca.
- Gonçalo, bom dia – disse sorrindo para ele. Largou o que estava a fazer e abraçou – o completamente. Ele afastou - se uns centímetros e a olhou de alto abaixo, sobretudo na camisa branca vestida que ela o despiu na tentativa de o seduzir. As suas técnicas de sedução estavam no auge. Ela sabia como levar um homem à loucura principalmente aquele que mais ama
- Estás a seduzir – me outra vez?
- Porque dizes isso querido?
-Bem. O que fizeste à minha camisa diz tudo - Diz com olhos trémulos. Envergava a camisa no estilo cai-cai tendo apenas dois botões abotoadas que deixava um pouco os ombros, o peito e as partes salientes.
- Oh!? Que descuidada. Peço desculpa. Não queria… Ops. Leva a mão esquerda desabotoar os dois botões fazendo a camisa cair no chão.
- Minha Nossa Senhora, Santo Mãe de Deus – Estou no PARAÍSO. - Atira-se a ela fazendo cair lentamente atrás do balcão da cozinha.
- Hum… Oh Gonçalo, seu maroto e atrevido. Ontem não estavas assim voltado. Onde foste buscar energias?
- À noite passada, quando deste uma massagem sensual e de seguida… já sabes. Fez com que revitalizasse. És incrível Esmerlda.
- O OHHHHH Brigada! OH!
Enquanto os pombinhos namoravam o telemóvel do Gonçalo toca. Este de forma descuidada palpa aos poucos com a mão direita na intenção de chegar ao bolso das calças para atender: Hum… Alô?
- Bom Dia, Gonçalo. É Jimmy que Fala. Dormiste bem?
- Olá Jimmy. Dormi e comecei o dia da melhor forma. Diz.
- Vejo que estás bem-disposto. Ainda bem. Liguei porque quero que venhas à redação. Tenho matéria que é capaz de te agradar. Além disso, é algo fora daquilo que fazes diariamente. Quando estudei o material pensei logo em ti. Sei que estás na última semana de Férias. Mas, como gostas que te informe de algo surpreendente, liguei. Não interrompi nada pois, não?
- Não, Jimmy. Acordei há instantes e estou a fazer… a tomar um grande pequeno-almoço - diz sorrindo para a esmeralda. Ela sorria para ele enquanto o derrubou lentamente no chão e abriu as calças. Que estás a fazer? - diz a sibilar enquanto escuta o chefe – Algo que vai levar ao Paraíso, Querido - Diz sibilando.
- Sempre bem-disposto. Ainda bem. Já sabes Gonçalo. Quando puderes vem ver-nos, principalmente o material que quero mostrar. Pensei mostrar quando terminasses as férias mas sei que és do tipo que gosta de saber tudo o que te faz o melhor jornalista da cidade e a nível internacional. Beijinhos à Esmeralda.
- Darei, DAREi! - desligou. - Esmeralda, eu estava a falar com o meu chefe. Não tens vergonha?
- Oh meu querido, ele sabe que nós nos amamos profundamente. Ele percebe. É homem. Diz enquanto limpa o sémen na sua boca – por isso compreende.
- Bolas. Tu sabes mesmo levar um homem à loucura. Diz já levantado e ajustando as calças – Sou um homem com muita sorte. – Sorri.
- Oh Gonçalo – Disse Esmeralda abraçando –o novamente dando um longo e romântico beijo - Vamos tomar um banho romântico. Vamos meu querido.
- Banho? – Diz entre beijos. Contigo? É para já.
Pega na amada ao colo e vão para a casa de banho mais próxima. Coloca Esmeralda docilmente na banheira e de seguida despe-se à sua frente. Vamos amor. Possui – me – Disse enquanto liga o chuveiro e abraça – a fortemente a si para não fugir.
Por volta das 10h30, os pombinhos acabaram o banho e cobriram os corpos com o robe. Ele de cor azul, ela cor verde. Sentaram-se nos bancos junto ao balcão da mesa de cozinha para tomar o pequeno – almoço que Esmeralda fazia quando foi interrompida pelo seu apaixonado.
- Gonçalo. Sei que estamos de férias. E sei que esta é a tua última semana. Pensei que pudéssemos aproveitar os últimos dias para ver o que as belas artes têm a oferecer. O que te parece? Escolhes a categoria. – Diz enquanto barra geleia de morango na torrada integral.
Bem – disposto, olha para a amada a sorrir.
- Já tenho a categoria em mente: Cinema. O filme é: O sonho da Rita, a artista.
- Oh! Quê!? – Pulsa forte os pulsos no balcão na cozinha causando estrondo na loiça posta – Porquê!?
Gonçalo sabia que Esmeralda é ciumenta. Sempre que falava das colegas ou de entrevistas do género feminino … Tudo o que implicava mulheres tirava a Esmeralda do sério.
- Esmeralda. Não comeces. É por causa do trabalho. Aliás, sabes o que tenho andado a fazer nas férias. A preparar a entrevista da Rita. Quando voltar ao serviço a primeira coisa que vou fazer, além do misterioso material que Jimmy tem, é entrevistar. Mais uma vez volto a dizer: Profissionalismo. Não precisas ficar assim. Além disso, este é o seu primeiro trabalho cinematográfico que vou estudar como ponto de partida para o meu trabalho. – Diz calmamente enquanto toma o café da manhã.
- Hum… Eu conheço essa miúda. É determinada com personalidade forte. Se sei que se atira a ti eu…
- Profissionalismo, Esmeralda. Profissionalismo. Eu só tenho olhos para ti minha flor.
- Está bem, Gonçalo. Eu confio em ti. Não confio nelas. Aliás, esta é a prova do amor que nutro por ti – Diz acalmando a compostura.
- Obrigada, amor.
Tomado o pequeno – almoço incluindo a arrumação e limpeza da mesma, Gonçalo e Esmeralda caminham para o quarto de casal. Gonçalo vai ao armário de roupa e escolhe as jeans cinzento-escuro, uma camisa abotoada cor salmão e sapatos pretos. Após vestido, vai à secretária buscar o material jornalístico: o portátil e o gravador que coloca -os na mochila tiracolo preta. Abre a gaveta esquerda da secretária e tira o material que Jimmy deu sobre a futura entrevistadora: Rita Rei pondo o mesmo na mochila. Esmeralda, abre o seu armário de roupa que está do lado direito.
Tira um vestido cai-cai preto, uma saia branca e uns sapatos channel cor preta. Prontos, saem do quarto abraçados a sorrir. Quando chegam perto da sala – de –estar Esmeralda larga Gonçalo e vai à sala rezar diante o enorme armário de madeira recheado de prémios da sétima arte ganhos por ela. Gonçalo olha para ela e encosta - se à patente esquerda que dá início à sala de estar. Ele respeitava aquela crença que as mitologias Gregas/Romanas protegiam ela e o seu sucesso. Sabia de cor a oração criada por ela: “ Meus Deuses, Guardai esta Serva que possui um talento inato para a sétima arte. Não deixes que nada nem nenhum demónio estraga a minha doce e querida vida. Agradeço-vos: Saturno (Cronos), Júpiter (Zeus), Juno (Hera), Plutão (Hades), Neptuno (Poseidon), Vesta (Héstia), Ceres (Deméter), Febo (Apolo), Marte (Ares), Diana (Ártemis), Mercúrio (Hermes), Vulcano (Hefesto), Minerva (Atena), Baco (Dionísio), Vênus (Afrodite), Cupido (Eros), Latona (Leto), Somno (Hipnos) e Áquilo (Bóreas). ”
Feita a oração, vai ter com Gonçalo alegre abraçando – o. Saem do apartamento. À saída do edifício, Gonçalo despede-se da namorada com um longo beijo:
- Até logo meu amor. – Diz baixinho.
- Até logo meu amor- Diz Esmeralda corada.
Separam-se cada um para os seus carros. O carro da Esmeralda é um Ford Fiesta vermelho cor de sangue com uma capacidade de182 CV, 0-100 Km/h em 6,9 segundos, uma velocidade máxima de 137 mph (220 Km/h) (limitada) suspensão desportiva, a caixa de seis velocidades, os travões aperfeiçoados e um conjunto de tecnologias avançadas colocam todo o potencial de desempenho nas suas mãos - a partir de um banco de condutor do estilo de corrida Recaro. Como Gonçalo a conhece e estando de Férias ia para os centros comerciais fazer as habituais compras, ver as amigas e ter com o seu agente para saber dos novos projetos quando regressasse aos palcos. O carro do Gonçalo é um Peugeot 308 preto, novo modelo composto com linhas agressivas e dimensões compactas, tem 4.25 de comprimento e 1.46 de altura, o interior é espaçoso com uma bagagem de 470 litros de capacidade. Ele segue para a redação. Está curioso sobre o misterioso material que o chefe detem.
- Que belo dia. – Murmurou. Sai na varanda e vai à casa de banho cuidar da sua higiene diária. Passados 10 minutos estava pronto. Saiu do quarto e vai à cozinha preparar o café da manhã. Quando abre a porta, Vê à frente dos seus olhos ela de costas para ele envergando a sua camisa branca a preparar o pequeno – almoço. Sorrateiramente dá volta ao balcão da cozinha. Apanha-a de surpresa e dá um beijo na boca.
- Gonçalo, bom dia – disse sorrindo para ele. Largou o que estava a fazer e abraçou – o completamente. Ele afastou - se uns centímetros e a olhou de alto abaixo, sobretudo na camisa branca vestida que ela o despiu na tentativa de o seduzir. As suas técnicas de sedução estavam no auge. Ela sabia como levar um homem à loucura principalmente aquele que mais ama
- Estás a seduzir – me outra vez?
- Porque dizes isso querido?
-Bem. O que fizeste à minha camisa diz tudo - Diz com olhos trémulos. Envergava a camisa no estilo cai-cai tendo apenas dois botões abotoadas que deixava um pouco os ombros, o peito e as partes salientes.
- Oh!? Que descuidada. Peço desculpa. Não queria… Ops. Leva a mão esquerda desabotoar os dois botões fazendo a camisa cair no chão.
- Minha Nossa Senhora, Santo Mãe de Deus – Estou no PARAÍSO. - Atira-se a ela fazendo cair lentamente atrás do balcão da cozinha.
- Hum… Oh Gonçalo, seu maroto e atrevido. Ontem não estavas assim voltado. Onde foste buscar energias?
- À noite passada, quando deste uma massagem sensual e de seguida… já sabes. Fez com que revitalizasse. És incrível Esmerlda.
- O OHHHHH Brigada! OH!
Enquanto os pombinhos namoravam o telemóvel do Gonçalo toca. Este de forma descuidada palpa aos poucos com a mão direita na intenção de chegar ao bolso das calças para atender: Hum… Alô?
- Bom Dia, Gonçalo. É Jimmy que Fala. Dormiste bem?
- Olá Jimmy. Dormi e comecei o dia da melhor forma. Diz.
- Vejo que estás bem-disposto. Ainda bem. Liguei porque quero que venhas à redação. Tenho matéria que é capaz de te agradar. Além disso, é algo fora daquilo que fazes diariamente. Quando estudei o material pensei logo em ti. Sei que estás na última semana de Férias. Mas, como gostas que te informe de algo surpreendente, liguei. Não interrompi nada pois, não?
- Não, Jimmy. Acordei há instantes e estou a fazer… a tomar um grande pequeno-almoço - diz sorrindo para a esmeralda. Ela sorria para ele enquanto o derrubou lentamente no chão e abriu as calças. Que estás a fazer? - diz a sibilar enquanto escuta o chefe – Algo que vai levar ao Paraíso, Querido - Diz sibilando.
- Sempre bem-disposto. Ainda bem. Já sabes Gonçalo. Quando puderes vem ver-nos, principalmente o material que quero mostrar. Pensei mostrar quando terminasses as férias mas sei que és do tipo que gosta de saber tudo o que te faz o melhor jornalista da cidade e a nível internacional. Beijinhos à Esmeralda.
- Darei, DAREi! - desligou. - Esmeralda, eu estava a falar com o meu chefe. Não tens vergonha?
- Oh meu querido, ele sabe que nós nos amamos profundamente. Ele percebe. É homem. Diz enquanto limpa o sémen na sua boca – por isso compreende.
- Bolas. Tu sabes mesmo levar um homem à loucura. Diz já levantado e ajustando as calças – Sou um homem com muita sorte. – Sorri.
- Oh Gonçalo – Disse Esmeralda abraçando –o novamente dando um longo e romântico beijo - Vamos tomar um banho romântico. Vamos meu querido.
- Banho? – Diz entre beijos. Contigo? É para já.
Pega na amada ao colo e vão para a casa de banho mais próxima. Coloca Esmeralda docilmente na banheira e de seguida despe-se à sua frente. Vamos amor. Possui – me – Disse enquanto liga o chuveiro e abraça – a fortemente a si para não fugir.
Por volta das 10h30, os pombinhos acabaram o banho e cobriram os corpos com o robe. Ele de cor azul, ela cor verde. Sentaram-se nos bancos junto ao balcão da mesa de cozinha para tomar o pequeno – almoço que Esmeralda fazia quando foi interrompida pelo seu apaixonado.
- Gonçalo. Sei que estamos de férias. E sei que esta é a tua última semana. Pensei que pudéssemos aproveitar os últimos dias para ver o que as belas artes têm a oferecer. O que te parece? Escolhes a categoria. – Diz enquanto barra geleia de morango na torrada integral.
Bem – disposto, olha para a amada a sorrir.
- Já tenho a categoria em mente: Cinema. O filme é: O sonho da Rita, a artista.
- Oh! Quê!? – Pulsa forte os pulsos no balcão na cozinha causando estrondo na loiça posta – Porquê!?
Gonçalo sabia que Esmeralda é ciumenta. Sempre que falava das colegas ou de entrevistas do género feminino … Tudo o que implicava mulheres tirava a Esmeralda do sério.
- Esmeralda. Não comeces. É por causa do trabalho. Aliás, sabes o que tenho andado a fazer nas férias. A preparar a entrevista da Rita. Quando voltar ao serviço a primeira coisa que vou fazer, além do misterioso material que Jimmy tem, é entrevistar. Mais uma vez volto a dizer: Profissionalismo. Não precisas ficar assim. Além disso, este é o seu primeiro trabalho cinematográfico que vou estudar como ponto de partida para o meu trabalho. – Diz calmamente enquanto toma o café da manhã.
- Hum… Eu conheço essa miúda. É determinada com personalidade forte. Se sei que se atira a ti eu…
- Profissionalismo, Esmeralda. Profissionalismo. Eu só tenho olhos para ti minha flor.
- Está bem, Gonçalo. Eu confio em ti. Não confio nelas. Aliás, esta é a prova do amor que nutro por ti – Diz acalmando a compostura.
- Obrigada, amor.
Tomado o pequeno – almoço incluindo a arrumação e limpeza da mesma, Gonçalo e Esmeralda caminham para o quarto de casal. Gonçalo vai ao armário de roupa e escolhe as jeans cinzento-escuro, uma camisa abotoada cor salmão e sapatos pretos. Após vestido, vai à secretária buscar o material jornalístico: o portátil e o gravador que coloca -os na mochila tiracolo preta. Abre a gaveta esquerda da secretária e tira o material que Jimmy deu sobre a futura entrevistadora: Rita Rei pondo o mesmo na mochila. Esmeralda, abre o seu armário de roupa que está do lado direito.
Tira um vestido cai-cai preto, uma saia branca e uns sapatos channel cor preta. Prontos, saem do quarto abraçados a sorrir. Quando chegam perto da sala – de –estar Esmeralda larga Gonçalo e vai à sala rezar diante o enorme armário de madeira recheado de prémios da sétima arte ganhos por ela. Gonçalo olha para ela e encosta - se à patente esquerda que dá início à sala de estar. Ele respeitava aquela crença que as mitologias Gregas/Romanas protegiam ela e o seu sucesso. Sabia de cor a oração criada por ela: “ Meus Deuses, Guardai esta Serva que possui um talento inato para a sétima arte. Não deixes que nada nem nenhum demónio estraga a minha doce e querida vida. Agradeço-vos: Saturno (Cronos), Júpiter (Zeus), Juno (Hera), Plutão (Hades), Neptuno (Poseidon), Vesta (Héstia), Ceres (Deméter), Febo (Apolo), Marte (Ares), Diana (Ártemis), Mercúrio (Hermes), Vulcano (Hefesto), Minerva (Atena), Baco (Dionísio), Vênus (Afrodite), Cupido (Eros), Latona (Leto), Somno (Hipnos) e Áquilo (Bóreas). ”
Feita a oração, vai ter com Gonçalo alegre abraçando – o. Saem do apartamento. À saída do edifício, Gonçalo despede-se da namorada com um longo beijo:
- Até logo meu amor. – Diz baixinho.
- Até logo meu amor- Diz Esmeralda corada.
Separam-se cada um para os seus carros. O carro da Esmeralda é um Ford Fiesta vermelho cor de sangue com uma capacidade de182 CV, 0-100 Km/h em 6,9 segundos, uma velocidade máxima de 137 mph (220 Km/h) (limitada) suspensão desportiva, a caixa de seis velocidades, os travões aperfeiçoados e um conjunto de tecnologias avançadas colocam todo o potencial de desempenho nas suas mãos - a partir de um banco de condutor do estilo de corrida Recaro. Como Gonçalo a conhece e estando de Férias ia para os centros comerciais fazer as habituais compras, ver as amigas e ter com o seu agente para saber dos novos projetos quando regressasse aos palcos. O carro do Gonçalo é um Peugeot 308 preto, novo modelo composto com linhas agressivas e dimensões compactas, tem 4.25 de comprimento e 1.46 de altura, o interior é espaçoso com uma bagagem de 470 litros de capacidade. Ele segue para a redação. Está curioso sobre o misterioso material que o chefe detem.

A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]
A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
[+13] [Epílogo 14/04/14]
Olá annelise lobo,
Obrigada pelo teu comentário. O 2 capitulo será publicado para a próxima semana.
Obrigada pelo teu comentário. O 2 capitulo será publicado para a próxima semana.


A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]
A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
[+13] [Epílogo 14/04/14]
II
“News Diary”, é um edifício situado na parte superior do centro da Tokyo3. A ideia do seu nascimento deve-se ao Director do jornal Harry Lockheart. Jimmy sempre desejou seguir as pisadas do pai. Desde cedo se interessou pelo mundo jornalístico quando o pai estava sempre presente na sua educação. Quando era a vez de tomar conta de Jimmy este o levava para o local de trabalho e daí nasceu a sua curiosidade. O rapaz parecia uma “máquina de conteúdos”, sempre em constantes perguntas sobre tudo o que os colegas do pai faziam, como faziam, porque faziam jornalismo. Vendo que o rapaz tinha real interesse pela área, Harry levou – o a uma excursão para mostrar o seu trabalho. Dizia sempre: “Observa e aprende, filho. Se queres ser um jornalista digno do seu trabalho deves estar sempre atento a todos os pormenores”. Os pais de Jimmy divorciaram-se quando tinha 3 anos. O tribunal decidiu atribuir a custódia da criança à mãe dando ao pai vê –lo aos fins de semana, aniversários, véspera de natal e sempre quando a mãe não podia dava essa autorização. O divórcio aconteceu, porque a mãe de Jimmy, Marry Locheart, não suportava que o marido fosse narcisista pelo seu trabalho. Sempre que Marry queria atenção, Harry voltava-se ou arranjava “desculpas” para se dedicar mais ao jornal do que a ela. Até quando Jimmy nasceu! Mas, Marry dava sempre oportunidades a Harry. Sabia que era um homem dedicado ao seu trabalho, sensível do modo altruísta e por isso pensou que com o nascimento de Jimmy as coisas podiam melhorar. No entanto, foi o oposto e Marry não suportou a ideia. Esperou 3 anos para que ele percebesse que dava mais importância àquilo que mais ama do que àquilo que queria constituir: Uma Família. Por causa desse comportamento, Marry não aguentou mais um minuto e saiu de casa com o pequeno Jimmy pela mão, tirando todos os pertences de ambos ficando apenas um envelope com documentos e uma carta. Quando Harry chegou a casa para celebrar que era o novo diretor do jornal “Read The News” encontrou - a vazia. Olhou incrédulo. Não queria acreditar que a sua amada esposa o tinha deixado. No entanto, reparou no envelope que estava no hall da entrada. Pegou e abriu. Dentro estava os documentos do divórcio e uma carta. Não ligou a tais documentos. Abriu a carta e ficou comovido:
Harry,
Quando leres esta carta provavelmente já parti. Quando erámos jovens estavas sempre cheio de sonhos e eu gostava disso em ti. Prometeste que quando cassasses comigo seria a mulher mais feliz do mundo. No entanto, os sonhos são mera ilusão. Tudo o que dizias não passava de ilusões, Harry. Eu esperei por ti sempre. Eu respeitei sempre as tuas decisões ou as tuas atitudes que tinhas comigo. Quando fiquei grávida de Jimmy, pensei que desses mais atenção à tua família. O que não aconteceu. Mais uma vez esperei por ti. Mas tu parecias que vivias no teu mundo. O jornal era a tua única preocupação. Era só o jornal. Bolas que não suportava quando dizias: “Desculpa querida, mas tenho que ir para o trabalho. Chamaram para o dever” ou “ os meus colegas precisam da minha ajuda” ou “ não janto nem almoço” ou até pior “ amanhã volto a casa” enquanto levaste quase uma semana a regressar. Nesta situação, comecei a ter paranoias se estavas vivo ou morto. Até tentei ligar à polícia. Mas não fiz porque sabia que a “Outra” agradava-te mais do que eu. As minhas amigas até gozavam comigo ao ponto de dizer que era uma parva que usavas essas desculpas para cometer casos extraconjugais, mas não liguei. Por que te conheço. Harry, se gostas desta vida podias ter dito. Não precisavas de dizer tudo aquilo que disseste sobre o nosso futuro. Como sei que deves estar a pensar como será o teu próximo artigo para novamente seres reconhecido… Assina os papéis do divórcio. Eu fico com a custódia do Jimmy. Não te preocupes que darei condições das visitas para o veres ao meu advogado. Harry que sejas feliz com a tua profissão.
Marry
Desolado com as últimas palavras da esposa, Harry aperta a carta com força e vai à sala – de – estar. Vai ao mini frigorifico do mini -bar e tira uma garrafa de whisky. Vai à estante dos copos e tira um shot. Deposita a bebida no copo, ergue no ar:
- Saúde, Harry. Saúde. O dia começou bem mas terminou na… pior maneira. Mas vê o lado positivo chegaste onde querias: Ser um diretor de um jornal – diz enquanto olha e sorri irónico para o shot pousado na mesa do mini-bar. Como director, Harry dedicou a tempo inteiro à redação que o tinha “adotado”. Ficou neste edifício como director durante uns 5 anos quando teve a ideia de criar o seu próprio jornal “News Diary”. Esta ideia deixou bastante feliz não só pela crítica positiva que a revista times escreveu pelo grande desempenho mas também pela equipa que escolheu. Às vezes os colegas de Harry perguntavam o porquê de este ficar todo o tempo na redacção em vez de ir para casa. Tal resposta chegou cedo na altura que Jimmy fez estágio no jornal do pai afirmando: É a sua casa. É o seu único sítio que garante a sua felicidade. Com esta frase, os colegas começaram a perceber o porquê de Harry passar o tempo inteiro no seu gabinete. Não tinha um lar na sua casa. Não tinha ninguém à sua espera. Quando Harry recebeu Jimmy como estagiário não facilitou a vida. Foi bastante rígido com o filho. No início, Jimmy não entendia o porquê de Harry ser assim para ele. Mais tarde, percebeu que essa rigidez deve-se ao facto que a área é bastante exigente e por isso tinha que dar tudo de si. Inclusive o corpo e alma! Quando soube que o seu profissionalismo estava à altura e que transformou –o num grande jornalista, Harry deu o seu cargo ao filho. Tornou-se o sucessor para assegurar o futuro da “News Diary”. Antes de se aposentar, Harry disse algo a Jimmy que nunca mais esqueceu: “Toma conta da minha miúda, filho”. E foi o que fez. Encontrou membros que prometeram a segurança da redacção. Entre eles, Gonçalo Chiba. Actualmente “News Diary” tem 30 anos de história. Os habitantes da Tokyo3 não fazem outra coisa senão comprar todos os artigos produzidos deste edifício. Vários rankings determinam que este jornal é considerado a melhor redacção a nível citadino e internacional. Harry não podia ficar mais do que orgulhoso. Sabia que a “News Diary” estava em boas mãos.
Olhando o tecto plano de cor branca observando constantemente as rotações que a ventoinha de tecto dá, Jimmy pensava no seu progresso jornalístico até obter o cargo do pai. Conseguindo aos 22 anos de idade foi obra para ele. Receou que ser director cedo era um enorme risco. Mas Harry dava cobertura ao filho. Quando não sabia o que fazer era ao pai que recorria. Contudo, essa dependência foi aos poucos desaparecendo e Jimmy conseguiu gerir “News Diary” contando apenas com a participação da equipa. Quando foi para o gabinete do pai, Jimmy não quis alterar nada. Apenas personalizou a secretária: Um portátil no centro, os dossiers no lado esquerdo do computador, o intercomunicador e foto da família lockheart no lado direito. O resto manteve-se. As paredes estavam decoradas com quadros familiares que Harry tinha em casa, outros retratos eram inúmeros certificados ganhos com o jornalismo. Jimmy perguntou ao pai a razão deste não os levar ao qual respondeu que estes seriam para Jimmy o seu amuleto da sorte:“ Caso sentires inseguro, olha atentamente para estes retratos. Não sei porquê mas sempre deram uma paz de espirito para dizer que fiz a escolha certa quando decidi ser jornalista”.
E assim foi. Jimmy não alterou a posição dos retratos. Manteve e respeitou-os sempre. Agora estava sentado na actual cadeira que representava o topo da hierarquia da redacção do jornal. A velha cadeira já tinha os dias contados apesar de Harry remendar sempre. Quando Jimmy decidiu mandar para o lixo, Harry decidiu levar para casa. Emoldurou a cadeira que o acompanhou no progresso jornalístico numa vitrina como preservação. Aquela cadeira era muito simbólica para Harry. Jimmy chamava “ a ave que acolhe a cria”. Agora perdido nestes pensamentos sorriu. Sorriu porque estava contente que tinha feito a coisa certa: assumir as rédeas que o pai deixou para ele. – O jornal está nos na veia meu velho – dizia sibilando quando recorda estes momentos. Também estava feliz porque a mãe de Jimmy estava próxima de Harry. Apesar de terem tido algo em comum ficaram como melhores amigos. Harry respeitava Marry e o esposo desta, larry. Ao contrário de Harry e apesar do vício pelo futebol, o padrasto de Jimmy é carinhoso e dedicado à família. Larry nunca punha o trabalho à frente da família. Aceitou Jimmy e respeitou –o sempre. Ele e Larry são grandes amigos. E Marry está feliz com isso. No entanto, Jimmy sentia pena do seu velho. De vez em quando ia visitar para saber se estava bem. Um dia quando foi a casa, Harry apressou-se a contar a Jimmy que tinha visto um material bastante interessante quando fez férias na Inglaterra. Jimmy apenas via aquela excitação do pai nos tempos que dirigia a redacção. Quando foi à casa de Harry, este não deu oportunidades ao filho apenas queria que prestasse atenção àquilo que ele tinha visto e no material conseguido.
- Estás aposentado. Não sabes o que é descontrair?
- Sim, sim. Mas sabes como sou. E isto vai dar que falar na “News Diary”. Toma o conteúdo e analisa. Depois não digas que não avisei.
E como estava certo. Aquilo que o pai viu e presenciou era algo que nunca tinha acontecido e que talvez fosse moda ou outra coisa qualquer. Ainda não tinha nome para o fenómeno. Aguardava ansioso pela chegada do Gonçalo. Queria a sua opinião. Passados instantes o intercomunicador é ativado. Do outro lado a voz feminina: Jimmy, chegou o Gonçalo. Estás ocupado ou posso mandar entrar? Subitamente, Jimmy acorda para realidade. Senta-se direito:
- Manda entrar o Gonçalo, Sara.
- Muito bem.
A porta de madeira com vidraça abre-se e Gonçalo entra. Fecha a porta atrás de si. Vai ao encontro do Jimmy. Cumprimentam-se como dois grandes amigos que não se veem há muito. Senta-se à sua frente.
- Como vês estou aqui. O que tens para mim?
- Gonçalo. O que vou mostrar foi algo que o meu pai trouxe quando gozava férias na Inglaterra. Quando regressou insistiu ligar – me várias vezes e não desistiu até mostrar o que tinha visto. E aqui está. – Abre a primeira gaveta do lado esquerdo da secretária e tira um envelope grosso. Põem à frente do Gonçalo. - Antes de abrires o conteúdo quero fazer uma pequena introdução do mesmo. Antes de mais li e vi o que está tudo aí e não queria acreditar. Primeiro, achei que fosse algo baseado em heróis que vimos na tv em criança. Depois dei credibilidade por causa das palavras do meu pai. Pensei ligar –te mas como estavas no inicio das férias pensei fazer quando estivessem a terminar. Gonçalo, o que vais encontrar pode dar a mesma perceção que fiquei. Mas aos poucos pode ser deveras interessante. Ainda não dei o nome ao fenómeno. Se conseguires baptizar dou autorização para envolveres neste projecto.
- Hum… Posso ver agora? Talvez precise de um prazo para entender o que está aqui dentro.
- Claro. Mas não te desvies dos outros projetos. Como está a decorrer a entrevista da Rita Lei?
- Como estive de férias tratei de algumas coisas. Mas a esmeralda…
- Esmeralda. Ciumenta?
- Sim. Mas não ligo. Sei que confia em mim. Este fim-de-semana vou ver o seu trabalho cinematográfico como ponto de partida da preparação da entrevista.
- Ótimo. Gonçalo. Mais uma vez peço que dês primazia à Rita Rei e depois esse conteúdo.
- Confia em mim Jimmy. Nunca desiludi, pois não? – Vou ter com o Mário para planear a entrevista.
- Nunca. – Dizia enquanto Gonçalo agarra no envelope levanta-se e vai para a porta de saída. “Mas sabes, essa atitude lembra-me o que o meu velho fazia com a família. Sempre obcecado com o jornal. Temia perder tudo o que construiu. Mas não com a família. Peço que não faças com a esmeralda. Foi por isso que resolvi colocar a cláusula no contrato: “Não à obsessão do trabalho” – (inventado por mim, caros leitores. Porém, não sei se está estipulado no código de trabalho). - Pensou sorrindo com mãos dadas em cima na secretária.
- Estás aposentado. Não sabes o que é descontrair?
- Sim, sim. Mas sabes como sou. E isto vai dar que falar na “News Diary”. Toma o conteúdo e analisa. Depois não digas que não avisei.
E como estava certo. Aquilo que o pai viu e presenciou era algo que nunca tinha acontecido e que talvez fosse moda ou outra coisa qualquer. Ainda não tinha nome para o fenómeno. Aguardava ansioso pela chegada do Gonçalo. Queria a sua opinião. Passados instantes o intercomunicador é ativado. Do outro lado a voz feminina: Jimmy, chegou o Gonçalo. Estás ocupado ou posso mandar entrar? Subitamente, Jimmy acorda para realidade. Senta-se direito:
- Manda entrar o Gonçalo, Sara.
- Muito bem.
A porta de madeira com vidraça abre-se e Gonçalo entra. Fecha a porta atrás de si. Vai ao encontro do Jimmy. Cumprimentam-se como dois grandes amigos que não se veem há muito. Senta-se à sua frente.
- Como vês estou aqui. O que tens para mim?
- Gonçalo. O que vou mostrar foi algo que o meu pai trouxe quando gozava férias na Inglaterra. Quando regressou insistiu ligar – me várias vezes e não desistiu até mostrar o que tinha visto. E aqui está. – Abre a primeira gaveta do lado esquerdo da secretária e tira um envelope grosso. Põem à frente do Gonçalo. - Antes de abrires o conteúdo quero fazer uma pequena introdução do mesmo. Antes de mais li e vi o que está tudo aí e não queria acreditar. Primeiro, achei que fosse algo baseado em heróis que vimos na tv em criança. Depois dei credibilidade por causa das palavras do meu pai. Pensei ligar –te mas como estavas no inicio das férias pensei fazer quando estivessem a terminar. Gonçalo, o que vais encontrar pode dar a mesma perceção que fiquei. Mas aos poucos pode ser deveras interessante. Ainda não dei o nome ao fenómeno. Se conseguires baptizar dou autorização para envolveres neste projecto.
- Hum… Posso ver agora? Talvez precise de um prazo para entender o que está aqui dentro.
- Claro. Mas não te desvies dos outros projetos. Como está a decorrer a entrevista da Rita Lei?
- Como estive de férias tratei de algumas coisas. Mas a esmeralda…
- Esmeralda. Ciumenta?
- Sim. Mas não ligo. Sei que confia em mim. Este fim-de-semana vou ver o seu trabalho cinematográfico como ponto de partida da preparação da entrevista.
- Ótimo. Gonçalo. Mais uma vez peço que dês primazia à Rita Rei e depois esse conteúdo.
- Confia em mim Jimmy. Nunca desiludi, pois não? – Vou ter com o Mário para planear a entrevista.
- Nunca. – Dizia enquanto Gonçalo agarra no envelope levanta-se e vai para a porta de saída. “Mas sabes, essa atitude lembra-me o que o meu velho fazia com a família. Sempre obcecado com o jornal. Temia perder tudo o que construiu. Mas não com a família. Peço que não faças com a esmeralda. Foi por isso que resolvi colocar a cláusula no contrato: “Não à obsessão do trabalho” – (inventado por mim, caros leitores. Porém, não sei se está estipulado no código de trabalho). - Pensou sorrindo com mãos dadas em cima na secretária.
Saído do gabinete de Jimmy, Gonçalo vai para o seu escritório quando é interrompido pela secretária do director de “News Diary”.
- Mais trabalho, Gonçalo? – Disse ela quando vira-se para ele ocupando as mãos com dossiers
- Sim Sara. - E este menino? Não me digas que ele ainda não percebeu que tu…
- Psiu. Cala-te que ainda pode ouvir. Eu sei que o Jimmy gosta de mim. Tenho a certeza – disse corada.
- Sara. Tenho a certeza que ele um dia irá declarar –se . Não vai fazer o mesmo que o pai.
- O senhor Harry é encantador. Embora sei que sofreu quando optou pela profissão do que a família. – Diz enquanto coloca os dossiers na mesa e os organiza na estante. E tu com a esmeralda. Isso vai ou não?
- É a mulher da minha vida, Sara. Foi uma bênção que Deus trouxe para mim.
- Que lindo Gonçalo. Espero que um dia o Jimmy sinta o mesmo por mim – diz corada e embaraçada. Pelo que sei já tens o conteúdo em tua posse – olha atentamente para o envelope que Gonçalo tem na mão esquerda.
- Sim. E tu? O Jimmy disse algo sobre isso?
- Disse algumas coisas. Primeira pensou que o pai tinha enlouquecido, mas depois de ler o que estava no envelope disse que será ouro para “NewsDiary” Fiquei contente quando abraçou e … Desculpa Gonçalo talvez seja um sinal…não achas? – Disse ainda corada e embaraçada.
- Talvez. Dá esperança que possa ser. Até logo sara vou ter com o Mário. Sabes se ele tá por aí?
- Sim. Chegou cedo. Encontra –se na sala negativa. Está a tratar das fotos.
- Vou passar por lá quando descarregar a “bagagem”. Tem um ótimo dia sara.
- Igualmente Gonçalo.
Chegado ao seu cubículo de escritório, Gonçalo deposita a mochila na mesa. Quando coloca o conteúdo na mesa este tenta abrir um pouco o envelope para saber do que se trata mas é interrompido quando alguém toca no seu ombro esquerdo assustando – o. Vira-se rapidamente para o individuo.
- Uh!? Ah! És tu Mário.
- Olá Gonçalo. Por aqui? Pensei que ainda estivesses de férias.
- Ainda. É a minha última semana. Vim pelo propósito do Jimmy. Ele disse que tinha algo interessante para mostrar. É o que se encontra neste envelope.
- Hã. Sei, sei. Na semana passada ouvi –o às agitações por causa disso. Pensei que o moço estava a ter um ataque ao que a Sara negou afirmando que eram atitudes de felicidade.
- Pois. Man. Queria mesmo ver o que está de tão interessante aqui. Sabes alguma coisa, Mário? O pessoal falou algo sobre isto?
- Bem posso dizer que… - Mário hesitou porque lembrou-se que Jimmy dava um terrível castigo à equipa caso mencionasse algo sobre o material do Harry. – Desculpa, Gonçalo. Não faço mais recente ideia. Não posso ajudar amigo.
- Bolas. Mário não me estás a enganar, pois não? – Diz com olhar suspeito.
- Não faças isso Gonçalo. Se soubesse dizia. – Olha semicerrado para o amigo.
- Hum. Olha temos de juntar para preparar a entrevista da Rita Rei. Tem de ser até ao final da semana. Este fim-de-semana vou ver o seu primeiro trabalho como actriz no cinema.
- Vais? E a Esmeralda?
- Vem comigo evidentemente. Porquê?
- Nada de nada. Sabes como fica quando entras em contacto com outras mulheres. Lembraste há 2 anos atrás quando entrevistaste Judith, a escritora? Era cá um mulheraço! Ia dando grande bronca. No momento em que ela…
- Mário, já chega tá bem? Não quero lembrar dessa situação. Nem quero que a Esmeralda saiba disso, ok? Senão aí arranjo um belo sarilho e perco a mulher da minha vida.
- Ok, Ok Chiba. Calma. Tava a divagar. Ora bem, estou a ver a agenda e consigo arranjar 4ªfeira às 15h30. Dá jeito?
- Sim. É daqui a dois dias e suficiente para arranjar a estrutura da entrevista. Depois vês e opinamos para concluir o resultado. O que te parece?
- Otimo. Levas bejecas, querido? Talvez fiques mais tarde em minha casa e a esmeralda fica Bera – diz a sorrir e a fazer posses sensuais à volta do amigo.
- Mário, pará com isso.
- Está bem, Gonçalo. As férias fizeram te bem. Agora vou ter com o Jimmy para mostrar as fotos que tirei quando estive naquele assalto ao banco “New city”. Os ladrões pareciam “Murões” contra a polícia. Felizmente a autoridade teve domínio na situação e o capital dos cidadãos salvo. Viste?
- Vi. Fiquei supresso ao saber que a reportagem foi feita pelo Fernando. O tipo é cá um nervoso. Mas manteve a postura. E o outro tava aos pulos a empurrar os fotógrafos para captar melhor imagem.
- O outro? Gonçalo, estás a falar de mim?
- Claro. Quem havia de ser Mário? Só tu para fazeres um ótimo trabalho. Fazes aqueles malabarismos para evitar o mal-estar do Jimmy. – Diz com olhos sorridentes.
- Mauzinho, Gonçalo. Bem trata da entrevista e vem à minha casa 4ªfeira pelas 15h30.
- Tá Mário. Boa sorte com as fotos ao Jimmy.
- Sabes que sou o melhor que tem.
Após a conversa deixa o amigo caminhar para o gabinete do director “NewsDiary”. Gonçalo sabe que Jimmy gosta imenso do trabalho do Mário. Ainda se lembra quando se conheceram. Gonçalo tinha 21 anos quando entrou para redacção. E Mário já cá estava e com cara de poucos amigos. Gonçalo nunca soube por que razão achou que devia dar atenção ao Mário. Sempre que tentava falar, Mário decidia tudo: o plano, quem devia entrevistar, as horas da marcação da entrevista, o material a pesquisar para estudar a entrevistadora etc, etc. Sempre que faziam bom trabalho, Gonçalo congratulava-se junto do colega, mas este não estava para esse lado. Mesmo ignorando – o, Chiba tentava sempre insistir em querer conversar. A teimosia de Gonçalo era tanta que Mário não suportava o seu comportamento chegando dar pancada no parceiro na própria redacção! Com esta situação, Jimmy chamou e ameaçou que caso continuasse dessa maneira receberia um processo disciplinar e seria despedido da “NewsDiary”. Assustado com a ameaça, Mário pediu desculpas ao Director e ao colega. Gonçalo perdoou. Mas insistiu em perguntar o porquê daquela zanga. Após várias tentativas e no dia que terminaram mais tarde o turno, este levo – o para um bar para descontrair. E foi aí que Mário desabafou com toda a sinceridade o porquê daquela revolta:
- Mais trabalho, Gonçalo? – Disse ela quando vira-se para ele ocupando as mãos com dossiers
- Sim Sara. - E este menino? Não me digas que ele ainda não percebeu que tu…
- Psiu. Cala-te que ainda pode ouvir. Eu sei que o Jimmy gosta de mim. Tenho a certeza – disse corada.
- Sara. Tenho a certeza que ele um dia irá declarar –se . Não vai fazer o mesmo que o pai.
- O senhor Harry é encantador. Embora sei que sofreu quando optou pela profissão do que a família. – Diz enquanto coloca os dossiers na mesa e os organiza na estante. E tu com a esmeralda. Isso vai ou não?
- É a mulher da minha vida, Sara. Foi uma bênção que Deus trouxe para mim.
- Que lindo Gonçalo. Espero que um dia o Jimmy sinta o mesmo por mim – diz corada e embaraçada. Pelo que sei já tens o conteúdo em tua posse – olha atentamente para o envelope que Gonçalo tem na mão esquerda.
- Sim. E tu? O Jimmy disse algo sobre isso?
- Disse algumas coisas. Primeira pensou que o pai tinha enlouquecido, mas depois de ler o que estava no envelope disse que será ouro para “NewsDiary” Fiquei contente quando abraçou e … Desculpa Gonçalo talvez seja um sinal…não achas? – Disse ainda corada e embaraçada.
- Talvez. Dá esperança que possa ser. Até logo sara vou ter com o Mário. Sabes se ele tá por aí?
- Sim. Chegou cedo. Encontra –se na sala negativa. Está a tratar das fotos.
- Vou passar por lá quando descarregar a “bagagem”. Tem um ótimo dia sara.
- Igualmente Gonçalo.
Chegado ao seu cubículo de escritório, Gonçalo deposita a mochila na mesa. Quando coloca o conteúdo na mesa este tenta abrir um pouco o envelope para saber do que se trata mas é interrompido quando alguém toca no seu ombro esquerdo assustando – o. Vira-se rapidamente para o individuo.
- Uh!? Ah! És tu Mário.
- Olá Gonçalo. Por aqui? Pensei que ainda estivesses de férias.
- Ainda. É a minha última semana. Vim pelo propósito do Jimmy. Ele disse que tinha algo interessante para mostrar. É o que se encontra neste envelope.
- Hã. Sei, sei. Na semana passada ouvi –o às agitações por causa disso. Pensei que o moço estava a ter um ataque ao que a Sara negou afirmando que eram atitudes de felicidade.
- Pois. Man. Queria mesmo ver o que está de tão interessante aqui. Sabes alguma coisa, Mário? O pessoal falou algo sobre isto?
- Bem posso dizer que… - Mário hesitou porque lembrou-se que Jimmy dava um terrível castigo à equipa caso mencionasse algo sobre o material do Harry. – Desculpa, Gonçalo. Não faço mais recente ideia. Não posso ajudar amigo.
- Bolas. Mário não me estás a enganar, pois não? – Diz com olhar suspeito.
- Não faças isso Gonçalo. Se soubesse dizia. – Olha semicerrado para o amigo.
- Hum. Olha temos de juntar para preparar a entrevista da Rita Rei. Tem de ser até ao final da semana. Este fim-de-semana vou ver o seu primeiro trabalho como actriz no cinema.
- Vais? E a Esmeralda?
- Vem comigo evidentemente. Porquê?
- Nada de nada. Sabes como fica quando entras em contacto com outras mulheres. Lembraste há 2 anos atrás quando entrevistaste Judith, a escritora? Era cá um mulheraço! Ia dando grande bronca. No momento em que ela…
- Mário, já chega tá bem? Não quero lembrar dessa situação. Nem quero que a Esmeralda saiba disso, ok? Senão aí arranjo um belo sarilho e perco a mulher da minha vida.
- Ok, Ok Chiba. Calma. Tava a divagar. Ora bem, estou a ver a agenda e consigo arranjar 4ªfeira às 15h30. Dá jeito?
- Sim. É daqui a dois dias e suficiente para arranjar a estrutura da entrevista. Depois vês e opinamos para concluir o resultado. O que te parece?
- Otimo. Levas bejecas, querido? Talvez fiques mais tarde em minha casa e a esmeralda fica Bera – diz a sorrir e a fazer posses sensuais à volta do amigo.
- Mário, pará com isso.
- Está bem, Gonçalo. As férias fizeram te bem. Agora vou ter com o Jimmy para mostrar as fotos que tirei quando estive naquele assalto ao banco “New city”. Os ladrões pareciam “Murões” contra a polícia. Felizmente a autoridade teve domínio na situação e o capital dos cidadãos salvo. Viste?
- Vi. Fiquei supresso ao saber que a reportagem foi feita pelo Fernando. O tipo é cá um nervoso. Mas manteve a postura. E o outro tava aos pulos a empurrar os fotógrafos para captar melhor imagem.
- O outro? Gonçalo, estás a falar de mim?
- Claro. Quem havia de ser Mário? Só tu para fazeres um ótimo trabalho. Fazes aqueles malabarismos para evitar o mal-estar do Jimmy. – Diz com olhos sorridentes.
- Mauzinho, Gonçalo. Bem trata da entrevista e vem à minha casa 4ªfeira pelas 15h30.
- Tá Mário. Boa sorte com as fotos ao Jimmy.
- Sabes que sou o melhor que tem.
Após a conversa deixa o amigo caminhar para o gabinete do director “NewsDiary”. Gonçalo sabe que Jimmy gosta imenso do trabalho do Mário. Ainda se lembra quando se conheceram. Gonçalo tinha 21 anos quando entrou para redacção. E Mário já cá estava e com cara de poucos amigos. Gonçalo nunca soube por que razão achou que devia dar atenção ao Mário. Sempre que tentava falar, Mário decidia tudo: o plano, quem devia entrevistar, as horas da marcação da entrevista, o material a pesquisar para estudar a entrevistadora etc, etc. Sempre que faziam bom trabalho, Gonçalo congratulava-se junto do colega, mas este não estava para esse lado. Mesmo ignorando – o, Chiba tentava sempre insistir em querer conversar. A teimosia de Gonçalo era tanta que Mário não suportava o seu comportamento chegando dar pancada no parceiro na própria redacção! Com esta situação, Jimmy chamou e ameaçou que caso continuasse dessa maneira receberia um processo disciplinar e seria despedido da “NewsDiary”. Assustado com a ameaça, Mário pediu desculpas ao Director e ao colega. Gonçalo perdoou. Mas insistiu em perguntar o porquê daquela zanga. Após várias tentativas e no dia que terminaram mais tarde o turno, este levo – o para um bar para descontrair. E foi aí que Mário desabafou com toda a sinceridade o porquê daquela revolta:
Nem sei por onde começar. Sim. Conheci ela quando era estudante:
Estava no último ano do curso de jornalismo e ela na área de geologia. Era encantadora. A sua voz romântica fazia reviver um homem. Tínhamos feito juras de amor, que íamos viver juntos assim que terminássemos os nossos cursos. Quando dizia estas palavras ela sorria e ansiava por isso. Depois, existe aquela frase “Voltas do destino”, o inesperado sucedeu. Arranjei emprego na minha cidade natal e ela no estrangeiro. Ficou maravilhada. Eu preocupado. Tratava das coisas, sonhava acordada. Quando olhava para ela pensava: “Então e o nosso sonho?”. Não parava de falar: “ Angola. País rico para explorar. Vou conhecer a sua história. E depois o que sucederá? Se for talentosa e dedicada vou conhecer mais países e as suas origens, não é fascinante Mário?” Bolas que isto não sai na cabeça. Parece um disco riscado. Fico cansado só de ouvir estas palavras. Parecem que são as últimas. Parece que não vou voltar a ver nunca mais. Eu suportei, por algum tempo. Tentei domá-la a procurar o mesmo ramo aqui em tokyo3. A qual olhou para mim a dizer que isso nunca iria acontecer porque ia para centros de geologia e seria professora. Não era isso que queria. Desejava ambicionar mais. Queria ir ao além-fronteiras. Queria conhecer o mundo completo. Mais uma vez tentei mudar de ideias ao ponto de mostrar o anel de noivado que queria dar quando estivéssemos estabilizados nos nossos empregos. Mas ela, sorriu e disse: “ Sei que me amas. E eu a ti. Então compreende. É o meu sonho. Sabes esperar por mim?. Sei que é pouco mas enviar-te-ei emails a relatar as minhas experiencia. ” Corajosamente consenti mas por dentro nasceu uma dor, uma mágoa tão forte. Meu Deus como a amo. Depois de partir a casa nunca mais foi a mesma. Sempre que chegava pensei vê-la correr para os meus braços enchendo me de beijos e conforto. Agora não. Abro a porta e deparo me com o vazio e o silêncio. É triste para um homem apaixonado.
Ao lembrar o trágico episódio, Gonçalo pensa: “ tenho a certeza. Tenho a certeza que ela passa pelo mesmo meu amigo. Fico feliz por saberes que agora lidas bem com isso. Estarei sempre que precisares Mário”.
(a música acaba aqui)
Regressa a si e depara-se com o envelope que estava na sua secretária. Agarra o conteúdo pesado – Assim que terminar a entrevista da Rita Rei Serás o próximo trabalho a explorar – diz com seriedade apertando – o com força.

A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]
A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
[+13] [Epílogo 14/04/14]
Está perfeita!
Tens de continuar mesmo! Estou curiosa por saber como é que esta fic vai ser. Embora tenha a certeza que vou adorar, 1º Porque tens uma forma muito própria de escrever, (que eu adoro
); 2º Porque é sempre interessante "pensarmos" em coisas que são supostamente "impossíveis" e 3º Porque a história em si é bastante interessante,Gostava que me desses umas pequenas pistas sobre o desenrolar da fic. Quais são as personagens que vão entrar, que casais é que preparaste e assim... podes?
Mas prontos, é só... acho eu... sim é só!
Quando é que estás a pensar em postar mais um capitulo?
)Obrigada Suso.lili,
O teu comentário é precioso para mim. Gosto de criar suspense no fim de cada capítulo. É mais apetecível. Cria no leitor uma vontade de ambicionar mais pela leitura. Quanto a pistas, os capítulos falam por si. É só estares atenta aos casais que vão surgindo… Mais não digo. Senão perde graça… Desculpa. Decidi postar semanalmente cada capítulo para que os participantes consigam gerir o seu tempo pessoal. É melhor assim.
O teu comentário é precioso para mim. Gosto de criar suspense no fim de cada capítulo. É mais apetecível. Cria no leitor uma vontade de ambicionar mais pela leitura. Quanto a pistas, os capítulos falam por si. É só estares atenta aos casais que vão surgindo… Mais não digo. Senão perde graça… Desculpa. Decidi postar semanalmente cada capítulo para que os participantes consigam gerir o seu tempo pessoal. É melhor assim.
suso.lili escreveu:Está perfeita!
Tens de continuar mesmo! Estou curiosa por saber como é que esta fic vai ser. Embora tenha a certeza que vou adorar, 1º Porque tens uma forma muito própria de escrever, (que eu adoro
); 2º Porque é sempre interessante "pensarmos" em coisas que são supostamente "impossíveis" e 3º Porque a história em si é bastante interessante,
Gostava que me desses umas pequenas pistas sobre o desenrolar da fic. Quais são as personagens que vão entrar, que casais é que preparaste e assim... podes?Mas prontos, é só... acho eu... sim é só!
Quando é que estás a pensar em postar mais um capitulo?
)

A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]
A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
[+13] [Epílogo 14/04/14]
Pessoal que se iniciou agora no mundo das fanfics é a isto que me refiro no que toca às descrições, o Hunter tem um grande trabalho em elaborar as descrições, excertos do texto em que a acção é contextualizada (locais, tempo, casas, jardins, outros espaços) e também claro utiliza um pouco de diálogo, mas creio que do que li o diálogo não se sobrepõe à prosa, e sinceramente no meu entender isso é crucial para se conseguir compreender correctamente uma história e para compreendermos o seu desenrolar.
Novamente digo que não quero desmotivar ninguém e que gosto até de incentivar a escrita, por isso espero que os mais novos continuem a escrever fanfics e que não se sintam desmotivados
E já agora Hunter, muitos parabéns pela tua fanfic! Está espectacular
Novamente digo que não quero desmotivar ninguém e que gosto até de incentivar a escrita, por isso espero que os mais novos continuem a escrever fanfics e que não se sintam desmotivados

E já agora Hunter, muitos parabéns pela tua fanfic! Está espectacular


Olá Sofia,
Muito obrigada pelo teu comentário. As tuas palavras são importantes para mim. Felicito a apreciação crítica do mesmo. Ainda bem que gostas da minha história. Espero que os capítulos futuros sejam do teu agrado, para as leitoras: annelise lobo , Suso.lili e futuros leitores que desejarem lerem e comentarem.
Muito obrigada pelo teu comentário. As tuas palavras são importantes para mim. Felicito a apreciação crítica do mesmo. Ainda bem que gostas da minha história. Espero que os capítulos futuros sejam do teu agrado, para as leitoras: annelise lobo , Suso.lili e futuros leitores que desejarem lerem e comentarem.
SofiaFlower escreveu:Pessoal que se iniciou agora no mundo das fanfics é a isto que me refiro no que toca às descrições, o Hunter tem um grande trabalho em elaborar as descrições, excertos do texto em que a acção é contextualizada (locais, tempo, casas, jardins, outros espaços) e também claro utiliza um pouco de diálogo, mas creio que do que li o diálogo não se sobrepõe à prosa, e sinceramente no meu entender isso é crucial para se conseguir compreender correctamente uma história e para compreendermos o seu desenrolar.
Novamente digo que não quero desmotivar ninguém e que gosto até de incentivar a escrita, por isso espero que os mais novos continuem a escrever fanfics e que não se sintam desmotivados
E já agora Hunter, muitos parabéns pela tua fanfic! Está espectacular

A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]
A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
[+13] [Epílogo 14/04/14]
Obrigada Kiko. Espero adorar a minha história para mais utilizadores.
kikoazul6 escreveu:Esta otima, continua esta fantastica continua!

A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]
A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
[+13] [Epílogo 14/04/14]
III
- Não podereis voltar a ver, Celeste.
- Meu pai. Tenha compaixão pela nossa união. Isto não implicará guerra entre povos.
- Atreveste desobedecer senhor teu pai!?
- Não. Mas quero que reconheça os meus sentimentos pelo Julian. Eu amo-o. Ele ama-me. Não chega para travar a guerra que crês iniciar?
- Jamais filha minha terá laivos de amor pelo filho do meu inimigo. Celeste o teu amor está destino ao filho do Rei Lancaster. O que jurou fidelidade à minha pessoa.
- Como podeis ser cruel ao ponto forçares tua filha amar tal homem.
Não me desobedeças Celeste – Dá uma forte bofetada.
- Aii!!!
- Levo-te para as masmorras. Ficarás até ganhares atitude certa.
- Não pai. Não façais isso. – Agarra violentamente a filha pelos cabelos arranjando até ao fim das escadas para dentro na masmorra. Cerra a porta com força – Que te sirva de exemplo filha desnaturada. A tua mãe teria vergonha do teu comportamento. Pensai sobre o assunto, Celeste. Se Desejais que Julian Viva decide casar com Paul, filho do Rei lancaster. – Dá a volta e desaparece no plano de fundo.
- Meu pai. Tenha compaixão pela nossa união. Isto não implicará guerra entre povos.
- Atreveste desobedecer senhor teu pai!?
- Não. Mas quero que reconheça os meus sentimentos pelo Julian. Eu amo-o. Ele ama-me. Não chega para travar a guerra que crês iniciar?
- Jamais filha minha terá laivos de amor pelo filho do meu inimigo. Celeste o teu amor está destino ao filho do Rei Lancaster. O que jurou fidelidade à minha pessoa.
- Como podeis ser cruel ao ponto forçares tua filha amar tal homem.
Não me desobedeças Celeste – Dá uma forte bofetada.
- Aii!!!
- Levo-te para as masmorras. Ficarás até ganhares atitude certa.
- Não pai. Não façais isso. – Agarra violentamente a filha pelos cabelos arranjando até ao fim das escadas para dentro na masmorra. Cerra a porta com força – Que te sirva de exemplo filha desnaturada. A tua mãe teria vergonha do teu comportamento. Pensai sobre o assunto, Celeste. Se Desejais que Julian Viva decide casar com Paul, filho do Rei lancaster. – Dá a volta e desaparece no plano de fundo.
(a música acaba aqui)
- PAI!!! PAI!! Não fazeis isto – murmura com lágrimas a correr pelo rosto- Se. Se. SE QUEREIS A MINHA DECISÃO ENTÃO OUVI O MEU ENTOAR DA MORTE - Tira do vestido um pequeno frasco que contém líquido roxo. Abre a tampa da garrafinha – Não desejo viver num mundo onde o meu amor é renegado. Não desejo um mundo de guerras. As lutas não resolvem nada. Lutar não é o único caminho. Julian. Espero que entendas a minha decisão. Espero que em breve estejamos junto meu amor. Bebe a estranha substância e cai repentinamente no chão. – A luz fecha e volta a abrir. Aparece o pai de Celeste
- Celeste, filha minha. Já estás mais consciente da tua atitude, querida? Celeste? Celeste falai comigo. – Confuso abre a porta da masmorra e entoa um grito profundo de dor.
- Celeste, filha minha. Já estás mais consciente da tua atitude, querida? Celeste? Celeste falai comigo. – Confuso abre a porta da masmorra e entoa um grito profundo de dor.
– NÃÃÃOOOOO!!! CELESTE! MINHA FILHA!!!! QUEM FEZ ISTO!!!! VAI PAGAR!!! – Levanta –se tomando a falecida filha pelos braços até ao primeiro piso do castelo olha em frente – Sei que foi o Julian. Terei a minha vingança.
(A música acaba aqui)
O pano baixa e volta subir com um cenário de batalha. Veem se os dois povos em luta constante. Os chefes lutam entre si guerreando com gestos e palavras agredindo se mutuamente.
(https://www.youtube.com/watch?v=kKNr0Aw3SMk - não liguem à 2 música)
- Há muito que devia ter querido e desejado a tua morte Silver dragon. Desde o momento que te conheci só trouxeste o caos à minha vida. Primeiro à minha amada esposa e depois à minha amada filha Celeste. Trouxeste agoiro às minhas terras e diversas mortes aos meus escravos.
- Não dizeis tolices, Golden Dark. Desde o momento que o meu filho conheceu a tua filha ele nunca mais foi o mesmo. Ela é que trouxe problemas à minha casa.
Os dois batalham entre si. Os soldados de ambos reis batalham oscilando vantagem uns pelos outros. Após algum tempo de tumulto ouve –se um grito e todos param. É julian que aparece com a sua amada nos braços a chorar a sua morte – CELESTE!! MINHA CELESTE!! QUE MONSTRO CRUEL ATENTOU À TUA VIDA? QUEM FOI A BESTA SEM CORAÇÃO QUE ALIMENTA A ALMA DE RANCOR E DESESPERO? QUERO SABER!!
- Largai e tirei as suas mãos imundas da minha filha, BASTARDO!! – vai Lord Golden Dark correndo empunhando a espada em direcção ao julian.
- DARK!! QUE FAZEIS!! – Grita e corre Lord Silver em direcção ao filho para o proteger – Não semeeis mais mortes!!
Mas o acto horrendo ocorre quando julian toma iniciativa de lutar contra o pai da sua amada. Pousa-a levemente no chão frio ensanguentado e dirige-se com força para o inimigo. Começa a luta dos rivais. Julian faz investidas com a espada e Golden defende dos ataques. Quando tem oportunidade, Dark dá um murro a Julian e este cai junto da amada. Quando vai assumir a postura é tarde para o jovem príncipe que fica imobilizado quando Golden espeta a ponta da espada no coração.
- Veja meu insolente. Vós morreis pela minha espada e o meu reino viverá. – Diz sorrindo – Celeste, minha filha Vinguei a Tua Mor….te. – Cai no chão e com as forças que restam olham para atrás e vê a sombra do Lord Silver Dragon.
- Dragon!? … Como podeis atacar… desta forma tão … cobarde?
- Fazei essa pergunta a si mesmo, Golden. Ninguém magoa o meu menino. – Diz sério afirmando a espada para dentro do corpo de Lord Golden.
- Vós Sois… - morre.
- Hum. Para que sirva de exemplo Golden. Oh! Julian!! – Corre em direcção ao filho amado cujo período de vida está prestes a terminar. – Julian, julian!! Vamos abri os olhos meu filho. Com muito sacrifício o rapaz abre os olhos semicerrando-os – Hã, meu pai, em breve vou morrer. Peço-vos que faça um túmulo comigo e com celeste juntos. Peço e rogo-vos para tal pedido. – E diante a dormência que Silver sente no filho morre de imediato.
- NÃOOO!! MEU AMADO FILHO!!
- Não dizeis tolices, Golden Dark. Desde o momento que o meu filho conheceu a tua filha ele nunca mais foi o mesmo. Ela é que trouxe problemas à minha casa.
Os dois batalham entre si. Os soldados de ambos reis batalham oscilando vantagem uns pelos outros. Após algum tempo de tumulto ouve –se um grito e todos param. É julian que aparece com a sua amada nos braços a chorar a sua morte – CELESTE!! MINHA CELESTE!! QUE MONSTRO CRUEL ATENTOU À TUA VIDA? QUEM FOI A BESTA SEM CORAÇÃO QUE ALIMENTA A ALMA DE RANCOR E DESESPERO? QUERO SABER!!
- Largai e tirei as suas mãos imundas da minha filha, BASTARDO!! – vai Lord Golden Dark correndo empunhando a espada em direcção ao julian.
- DARK!! QUE FAZEIS!! – Grita e corre Lord Silver em direcção ao filho para o proteger – Não semeeis mais mortes!!
Mas o acto horrendo ocorre quando julian toma iniciativa de lutar contra o pai da sua amada. Pousa-a levemente no chão frio ensanguentado e dirige-se com força para o inimigo. Começa a luta dos rivais. Julian faz investidas com a espada e Golden defende dos ataques. Quando tem oportunidade, Dark dá um murro a Julian e este cai junto da amada. Quando vai assumir a postura é tarde para o jovem príncipe que fica imobilizado quando Golden espeta a ponta da espada no coração.
- Veja meu insolente. Vós morreis pela minha espada e o meu reino viverá. – Diz sorrindo – Celeste, minha filha Vinguei a Tua Mor….te. – Cai no chão e com as forças que restam olham para atrás e vê a sombra do Lord Silver Dragon.
- Dragon!? … Como podeis atacar… desta forma tão … cobarde?
- Fazei essa pergunta a si mesmo, Golden. Ninguém magoa o meu menino. – Diz sério afirmando a espada para dentro do corpo de Lord Golden.
- Vós Sois… - morre.
- Hum. Para que sirva de exemplo Golden. Oh! Julian!! – Corre em direcção ao filho amado cujo período de vida está prestes a terminar. – Julian, julian!! Vamos abri os olhos meu filho. Com muito sacrifício o rapaz abre os olhos semicerrando-os – Hã, meu pai, em breve vou morrer. Peço-vos que faça um túmulo comigo e com celeste juntos. Peço e rogo-vos para tal pedido. – E diante a dormência que Silver sente no filho morre de imediato.
- NÃOOO!! MEU AMADO FILHO!!
(a música acaba aqui)
O pano cai e sobe novamente com um cenário paisagístico onde estão Lord Silver com um pároco a emitir uma missa em nome de todos os que participaram e deram as suas vidas pela guerra acontecida. Fim da missa, Lord Silver encontra –se sozinho no palco com uma luz direcionada para si e outra para o túmulo construído sendo o último desejo do seu amado filho.
A peça termina com monólogo de Golden:
Guerras, Guerras. Não Fazem mais nada senão provocar mortes inocentes daqueles que mais amamos. Julian a tua lição foi valiosa. Tal como tu, a celeste insistia que tais actos não devem acontecer porque nada de bom veem com eles. Enquanto viver, irei expandir a vossa mensagem. Espero encontrar salvadores e zeladores da paz. Farei que o mundo se torne um lugar melhor para viver. Farei que a justiça seja feita com mãos que desejam a paz. Farei que os povos abraçam esta ideia e com ela novas alianças possam nascer. É o que Farei. É o que Farei
(a música acaba aqui)
As luzes fecham. O pano cai e sobe novamente apresentando o elenco da peça. O público vibra e assobia exprimindo a apreciação positiva pelo esforço que fora reconhecido. O pano cai novamente. A peça termina. Após a audiência ficar vazia, esmeralda e Safira conversam.
- Oh que lindo. Olha para isto estou borrada por causa das lágrimas – diz Esmeralda limpando a face com uma toalhita de limpeza pegando em seguida da maquilhagem para retocar.
- Que achas da peça?
- Muito apreciativa, Safira. Vê como o público ficou. Vê como fiquei! Enquanto assisti senti paixão, dedicação e enorme ensaio das personagens. Quanto à mensagem está bem transmitida. Isto chamará mais atenção do público sobre a violência existente no planeta.
- É. Pensamos no mesmo modo. Pessoal Foi um ótimo trabalho. Correu tudo muito bem. Parabéns.
- OBA! – Grita o pessoal do teatro.
- Vão para as vossas casas descansar.
- Sim Senhor safira. – Dizem Uníssono
Enquanto o grupo teatral ia aos poucos e poucos esvaziando o teatro, Safira e Esmeralda ficam a sós.
- Quem diria, Safira. Nunca pensei que chegasses a este ponto. Conseguiste ser o Director do Teatro “Beauty”. Como fizeste para convencer o Diamante?
- Não convenci. Apenas esforcei para obter o cargo que queria. Eu tenho os meus sonhos. E agora, como director, posso pô-los em prática.
- Sim senhor. Vejo que cresceste. O diamante deve estar orgulhoso.
- Sim ,Esmeralda. Agora que estamos sós temos que ir “àquele Sítio”
- É claro. O Diamante está lá?
- Sim, Esmeralda. Anda.
Saem da audiência e caminham para a frente do Palco. Quando chegam ficam no centro iluminado de lado a lado. Anunciam as palavras: “Let us go to the New World of Dark light”
- Que achas da peça?
- Muito apreciativa, Safira. Vê como o público ficou. Vê como fiquei! Enquanto assisti senti paixão, dedicação e enorme ensaio das personagens. Quanto à mensagem está bem transmitida. Isto chamará mais atenção do público sobre a violência existente no planeta.
- É. Pensamos no mesmo modo. Pessoal Foi um ótimo trabalho. Correu tudo muito bem. Parabéns.
- OBA! – Grita o pessoal do teatro.
- Vão para as vossas casas descansar.
- Sim Senhor safira. – Dizem Uníssono
Enquanto o grupo teatral ia aos poucos e poucos esvaziando o teatro, Safira e Esmeralda ficam a sós.
- Quem diria, Safira. Nunca pensei que chegasses a este ponto. Conseguiste ser o Director do Teatro “Beauty”. Como fizeste para convencer o Diamante?
- Não convenci. Apenas esforcei para obter o cargo que queria. Eu tenho os meus sonhos. E agora, como director, posso pô-los em prática.
- Sim senhor. Vejo que cresceste. O diamante deve estar orgulhoso.
- Sim ,Esmeralda. Agora que estamos sós temos que ir “àquele Sítio”
- É claro. O Diamante está lá?
- Sim, Esmeralda. Anda.
Saem da audiência e caminham para a frente do Palco. Quando chegam ficam no centro iluminado de lado a lado. Anunciam as palavras: “Let us go to the New World of Dark light”
São teleportados para outra dimensão situada fora da orbita na terra onde está uma grande nave em forma de estrela negra. A chamada The Messenger. O interior tem um misto de cores esverdeadas, roxas, rosas e vermelhas em constante movimento. Cada espaço é decorado com um espelho revestido de oiro. No lado esquerdo da nave, os espelhos mostram partes da cidade torkyo3. Todo o lado direito, os espelhos mostram diferentes dimensões do universo. No centro está um cadeirão também revestido de oiro que tem dois espelhos em ambos os lados: Esquerdo a Inglaterra. Direito o Reino da Lua. Na cadeira está Diamante tomando um delicioso vinho tinto. À sua frente no lado direito está Sábio: o Rei das Sombras e no esquerdo Dr Tomoe, o cientista. Esmeralda e Safira estão no centro da sala.
- Esmeralda. Safira. Encontraram o Alvo?
- Diamante. A busca é inconclusiva. Enviei os meus homens pelos 4 cantos do mundo e encontramos a guerreira da lua no estrangeiro mais precisamente na Inglaterra. No entanto, mostra um grande poder que desfez os nossos aliados.
- Oh Príncipe Diamante. Encontrei informações sobre o cristal prateado. Acontece que a última vez que foi despertado foi no continente ocidental, precisamente na Alemanha. Infelizmente a portadora sabe controlar bem o cristal. E por isso, ainda não a consegui trazer.
- HUM. Nunca mais a viram? – Diz enquanto se distrai baloiçando o copo de vinho.
- A rapariga é esperta. Na última batalha teleportou-se. Tentamos localizar a sua presença com o cristal negro mas parece que sabe desviar dos seus poderes.
- DIAMANTE EU VOU ENCONTRAR E MATAR –LA TRAZENDO O CRISTAL PRATEADO COMIGO – Grita Esmeralda cheia de fúria. - Pirralha Maldita.
- Esmeralda. Acalma-te. Não quero morta. Quero viva com o cristal.
- Errr…- Enraiva-se Esmeralda.
- Sábio, Dr tomoe. Têm alguma ideia de como localizar a guerreira?
- Diamante, Não podemos subestimar a sua força. A rapariga é esperta. Mas não se preocupe. Eu e o Dr tomoe… assim que a encontrarmos enviaremos os nossos soldados para a derrubar. – Diz sábio gesticulando as mãos envolta da bola de cristal.
- Assim faremos senhor. - Diz tomoe fazendo um acto cortez ao príncipe.
- Muito bem. Agradeço o resumo da situação. Podem ir.
- SIM SENHOR!! – Gritam uníssono.
A sala fica vazia e diamante permanece com o mesmo comportamento - Não podes esconder para sempre. Conseguirei capturar – te e por fim serás minha. Sailor Moon – diz enquanto olha para a figura da navegante em holograma no centro na sala.
- Diamante. A busca é inconclusiva. Enviei os meus homens pelos 4 cantos do mundo e encontramos a guerreira da lua no estrangeiro mais precisamente na Inglaterra. No entanto, mostra um grande poder que desfez os nossos aliados.
- Oh Príncipe Diamante. Encontrei informações sobre o cristal prateado. Acontece que a última vez que foi despertado foi no continente ocidental, precisamente na Alemanha. Infelizmente a portadora sabe controlar bem o cristal. E por isso, ainda não a consegui trazer.
- HUM. Nunca mais a viram? – Diz enquanto se distrai baloiçando o copo de vinho.
- A rapariga é esperta. Na última batalha teleportou-se. Tentamos localizar a sua presença com o cristal negro mas parece que sabe desviar dos seus poderes.
- DIAMANTE EU VOU ENCONTRAR E MATAR –LA TRAZENDO O CRISTAL PRATEADO COMIGO – Grita Esmeralda cheia de fúria. - Pirralha Maldita.
- Esmeralda. Acalma-te. Não quero morta. Quero viva com o cristal.
- Errr…- Enraiva-se Esmeralda.
- Sábio, Dr tomoe. Têm alguma ideia de como localizar a guerreira?
- Diamante, Não podemos subestimar a sua força. A rapariga é esperta. Mas não se preocupe. Eu e o Dr tomoe… assim que a encontrarmos enviaremos os nossos soldados para a derrubar. – Diz sábio gesticulando as mãos envolta da bola de cristal.
- Assim faremos senhor. - Diz tomoe fazendo um acto cortez ao príncipe.
- Muito bem. Agradeço o resumo da situação. Podem ir.
- SIM SENHOR!! – Gritam uníssono.
A sala fica vazia e diamante permanece com o mesmo comportamento - Não podes esconder para sempre. Conseguirei capturar – te e por fim serás minha. Sailor Moon – diz enquanto olha para a figura da navegante em holograma no centro na sala.
(a música acaba aqui)

A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]
A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
[+13] [Epílogo 14/04/14]
annelise lobo escreveu:Está super fixe. asério posta maisObrigada pelo teu comentário annelise lobo. Ainda bem que estás adorar. É muito importante saber que esta fanfic esteja no agrado de todos. Continuarei a postar capítulos fica descansada.


A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]
A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
[+13] [Epílogo 14/04/14]
Obrgada anneliselobo. Ainda bem que estás a gostar. Fico contente que acompanhas a minha fanfic. Espero que os utilizadores que comentaram anteriormente arrumam um tempinho para lerem também. Mais pormenores serão revelados nos capitulos seguintes. Aguarda a actualização das postagens. 

annelise lobo escreveu:Estou anciosa pelo proximo capitulo!
O D.Tomoe tambem está com eles??? Uau quero mesmo ver oque vem aseguir.

A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]
A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
[+13] [Epílogo 14/04/14]
Obrigada Kiko pelo teu comentário. Estou satisfeita que estejas a gostar. Aliás, Fico contenrte por saber que os utilizadores que acompanham a minha fanfic comentam a opinião sobre a mesma. É de facto muito importante para mim porque assim sei que estou no caminho certo que as minhas ideias sejam do vosso agrado meus caros leitores. Acompanha o seguimento da história. Para semana haverá novo capítulo
kikoazul6 escreveu:Bue fixe acredita! continua. Adeus!!

A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]
A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
[+13] [Epílogo 14/04/14]
Tens de entrar para responderes neste tópico.

Reportar comentário
Escolhe o motivo da denúncia e acrescenta mais contexto se necessário.