Sailor Moon Regressa ao Passado
O fim da história ficou...
Total de votos: 32
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Uma miséria muito grande... A Beryl é uma macaca desgraçada... A Sailor Moon é uma fracota... Devia ter-lhe tratado da saúde em condições... Eu queria uma grande batalha, cheia de sangue e tripas... Não teve jeito nenhum... -.-' 6% 2 votos
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A Beryl devia de governar o Mundo à maneira dela... Pelo menos não haviam tantos impostos... A Sailor Moon e as outras com as mini-saias deviam ter morrido todas... 3% 1 votos
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O Endymion teve um caso com aquela velha feia? Ai me Deus... Acabei de morrer e não há quem me salve... :O 19% 6 votos
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A Sailor Moon é mesmo uma fofa... Pobresinha, então depois de ter sofrido tanto, ainda perdoou a Beryl... Chorei baba e ranho, não houve lenços que me acudissem... Adorei! 72% 23 votos
Esta sondagem está encerrada.
Pronto, pronto, não batam mais no ceguinho! Aqui está outro capítulo. Atenção que neste capítulo pode haver palavras ou expressões que podem chovar os leitores mais impressionaveis... 
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Capítulo XIII
Caiu a noite em Tóquio. Usagi estava em casa de Mamoru a preparar o jantar, enquanto ele redigia no computador.
Usagi aproximou-se e espreitou o monitor.
– Porque é que não me deixas ver o que tanto escreves? – Perguntou, indignada, Usagi, ao ver que Mamoru fechara rapidamente o documento.
– Já te disse que não é por namorarmos que tens de saber de tudo o que faço! – Respondeu-lhe.
Os olhos de Usagi encheram-se de lágrimas e saiu do quarto a correr. Sentou-se no sofá da sala a chorar. Mamoru aproximou-se e colocou-lhe o braço direito por cima dos ombros.
– Desculpa, Usako… – Disse. – Não era bem aquilo que eu queria dizer… Mas também tens de me dar alguma privacidade.
Usagi continuava a chorar e não lhe respondera.
– Desculpa… – Insistiu Mamoru.
– Quando te agarras ao computador ninguém te pode dizer nada… – Balbuciava Usagi. – Estás sempre a escrever e nem me deixas ver nada.
– Atempadamente saberás o que escrevo.
– Tu deves é estar de conversa com alguma galdéria! – Disse Usagi, levantando-se.
– Usagi! Nunca mais digas isso! Sabes que eu nunca te faria isso!
– Pois, pois, isso é o que todos dizem! Andam aí enrolados com umas galdérias quaisquer e deixam as mulheres em casa a tratar dos filhos e do jantar. O que os homens querem é cama, mesa e roupa lavada, já lá dizia o outro!
Mamoru saiu da sala e bateu com a porta. Usagi dirigiu-se para a cozinha que estava cheia de fumo.
– O meu rico rolo de carne… Vês! Agora vai pedir jantar a uma das tuas amigas! – Gritou virando a cabeça para a porta.
Usagi preparou duas desastradas omeletas com batatas fritas para o jantar. Jantou sozinha. Mamoru tinha-se ido deitar. Arrumou a cozinha e pegou na mala. Dirigiu-se à porta de casa, abriu-a e voltou a fechá-la. Voltou para traz.
Entrou sorrateiramente no quarto. Despiu-se e entrou na cama. Abraçou Mamoru, que ainda estava acordado.
– Desculpa Mamu. – Sussurrou-lhe ao ouvido.
Mamoru virou-se.
– Eu desculpo, Usako. Mas tens de começar a medir as tuas palavras. – Respondeu-lhe. – Sabes bem que nunca te dei razões para pensares que eu te ando a trair.
Usagi entrelaçava as suas pernas nas do namorado. Beijaram-se. As mãos de Mamoru percorriam as costas de Usagi e ela fazia-lhe o mesmo. A Lua brilhava céu e iluminava aquele casal que fazia amor como se fosse a sua primeira vez. As estrelas pareciam que dançavam ao som daqueles corpos que se amavam.
Adormeceram abraçados.
De manhã acordaram na mesma posição em que adormeceram: abraçados.
Levantaram-se os dois ao mesmo tempo e tomaram banho juntos. Foram tomar o pequeno-almoço a um café que ficava perto do apartamento de Mamoru.
Lá, encontraram Haruka que lhes contou o que acontecera no dia anterior.
– Coitadinha… – Disse Usagi completamente lavada em lágrimas. – E estava à espera de bebé e tudo…
– Havemos de vingá-la, Usako. A ela e à Michiru. – Disse Mamoru.
– Não, não “havemos de vinga-las”, eu é que as vou vingar. É meu dever. Sou eu que tenho de por um ponto final nisto. – Respondera Haruka levantando-se.
– Onde vais, Haruka? – Gritou Usagi, vendo Haruka já longe.
– Não sei, vou até ao fim do mundo!
Já era tarde e não se sabia nada de Haruka. O grupo estava reunido em casa de Mamoru, onde tinham jantado e já tinham tentado ligar vezes sem conta para Haruka, mas sem sucesso.
– Acho que devíamos ir procurá-la. – Sugeriu Rei.
– Sim, também acho. Ela pode-se ter sentido mal, sabe-se lá. – Disse Minako.
– Ai, e se ela comeu alguma coisa que lhe caiu mal. E se ela teve uma congestão? E se ela está para aí caída? Pode ter sido raptada! E se nos pedem um resgate? Eu não tenho dinheiro para pagar um resgate! – Divagava Usagi.
– Que raio de conversa, Usagi. – Interrompera Makoto. – Até me fizeste lembrar as televendas.
– Olhem, quanto a vocês não sei, mas eu vou procurar a Haruka, não posso ficar aqui parada sem fazer nada! – Disse Rei, levantando-se e dirigindo-se à porta.
Nesse instante tocaram à campainha.
– Haruka! Minha cabra desgraçada! Estava-mos tão preocupadas contigo… – Disse Rei abraçando-se à amiga.
– Mas eu… Eu fui só dar uma volta… E fiquei sem bateria no telemóvel. – Respondeu Haruka.
– Uma volta? Mas que grande volta! – Disse Minako. – Todo o dia sem dizer nada!?
– Bem, olhem lá, eu não tenho de estar sempre a dizer onde estou ou com quem estou!
– Com quem estás? Ai meu Deus, que me dá aqui uma coisa… Traz-me água, Usagi, traz-me água… – Disse Rei, sentando-se.
– Não me digas que arranjas-te uma namorada?! – Perguntou Hotaru,
– Por acaso não… – Respondeu, indiferente, Haruka.
– Então? – Perguntaram todos ao mesmo tempo. Até Mamoru estava curioso em saber.
– Arranjei um namorado!
– Um namorado? Ai, agora é que me dá mesmo uma coisinha má… – Disse, fingindo que tinha desmaiado, Rei.
– Sim. Olhem lá, eu também tenho direito à vida, não é verdade?
– Mas quem é? Nós conhecemos? É bonito? Como é que ele é? Conta lá, Haruka! – Perguntou, entusiasmada, Minako.
– Conhecem, mas não vou dizer quem é. Ainda é cedo e não é nada sério, por enquanto.
– “Por enquanto”? Quer dizer que gostas dele! – Disse Makoto.
– Não sei se gosto dele, mas acho que sim. Quer dizer, não posso dizer que é amor, mas sim, gosto dele. Mais alguma pergunta senhoras inspectoras?
– E quando é que nos dizes quem é? – Perguntou Mamoru.
– Tu também, Mamoru? Nunca pensei que fosses fofoqueiro!
– Desculpa, mas também fiquei curioso… Mas fiquem lá a conversar à vontade. – Disse Mamoru, enquanto se dirigia para o quarto.
Tocaram à campainha e Usagi foi ver quem era.
– A Haruka está por aí? É que ela disse que não demorava e já passou mais de maia hora… – Disseram no auscultador.
– Seiya?!
Haruka ficou completamente vermelha.
Todas as presentes olharam para Haruka.
– O que foi? – Perguntou Haruka.
– O Seiya? Nunca pensei. Quem diria… Andavam sempre às turras… Quem diria que isso ia acabar assim? – Disse Makoto.
– Ah… Não é nada de mais… – Respondeu Haruka.
– Estás aí Usagi? – Dizia Seiya do outro lado do auscultador.
– Estou, estou, sobe!
As raparigas saltaram todas para cima de Haruka. Haruka estava envergonhada, mas sabia que as amigas estavam contentes por ela ter encontrado alguém.
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Ir para Capítulo XIV

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Capítulo XIII
Caiu a noite em Tóquio. Usagi estava em casa de Mamoru a preparar o jantar, enquanto ele redigia no computador.
Usagi aproximou-se e espreitou o monitor.
– Porque é que não me deixas ver o que tanto escreves? – Perguntou, indignada, Usagi, ao ver que Mamoru fechara rapidamente o documento.
– Já te disse que não é por namorarmos que tens de saber de tudo o que faço! – Respondeu-lhe.
Os olhos de Usagi encheram-se de lágrimas e saiu do quarto a correr. Sentou-se no sofá da sala a chorar. Mamoru aproximou-se e colocou-lhe o braço direito por cima dos ombros.
– Desculpa, Usako… – Disse. – Não era bem aquilo que eu queria dizer… Mas também tens de me dar alguma privacidade.
Usagi continuava a chorar e não lhe respondera.
– Desculpa… – Insistiu Mamoru.
– Quando te agarras ao computador ninguém te pode dizer nada… – Balbuciava Usagi. – Estás sempre a escrever e nem me deixas ver nada.
– Atempadamente saberás o que escrevo.
– Tu deves é estar de conversa com alguma galdéria! – Disse Usagi, levantando-se.
– Usagi! Nunca mais digas isso! Sabes que eu nunca te faria isso!
– Pois, pois, isso é o que todos dizem! Andam aí enrolados com umas galdérias quaisquer e deixam as mulheres em casa a tratar dos filhos e do jantar. O que os homens querem é cama, mesa e roupa lavada, já lá dizia o outro!
Mamoru saiu da sala e bateu com a porta. Usagi dirigiu-se para a cozinha que estava cheia de fumo.
– O meu rico rolo de carne… Vês! Agora vai pedir jantar a uma das tuas amigas! – Gritou virando a cabeça para a porta.
Usagi preparou duas desastradas omeletas com batatas fritas para o jantar. Jantou sozinha. Mamoru tinha-se ido deitar. Arrumou a cozinha e pegou na mala. Dirigiu-se à porta de casa, abriu-a e voltou a fechá-la. Voltou para traz.
Entrou sorrateiramente no quarto. Despiu-se e entrou na cama. Abraçou Mamoru, que ainda estava acordado.
– Desculpa Mamu. – Sussurrou-lhe ao ouvido.
Mamoru virou-se.
– Eu desculpo, Usako. Mas tens de começar a medir as tuas palavras. – Respondeu-lhe. – Sabes bem que nunca te dei razões para pensares que eu te ando a trair.
Usagi entrelaçava as suas pernas nas do namorado. Beijaram-se. As mãos de Mamoru percorriam as costas de Usagi e ela fazia-lhe o mesmo. A Lua brilhava céu e iluminava aquele casal que fazia amor como se fosse a sua primeira vez. As estrelas pareciam que dançavam ao som daqueles corpos que se amavam.
Adormeceram abraçados.
De manhã acordaram na mesma posição em que adormeceram: abraçados.
Levantaram-se os dois ao mesmo tempo e tomaram banho juntos. Foram tomar o pequeno-almoço a um café que ficava perto do apartamento de Mamoru.
Lá, encontraram Haruka que lhes contou o que acontecera no dia anterior.
– Coitadinha… – Disse Usagi completamente lavada em lágrimas. – E estava à espera de bebé e tudo…
– Havemos de vingá-la, Usako. A ela e à Michiru. – Disse Mamoru.
– Não, não “havemos de vinga-las”, eu é que as vou vingar. É meu dever. Sou eu que tenho de por um ponto final nisto. – Respondera Haruka levantando-se.
– Onde vais, Haruka? – Gritou Usagi, vendo Haruka já longe.
– Não sei, vou até ao fim do mundo!
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Já era tarde e não se sabia nada de Haruka. O grupo estava reunido em casa de Mamoru, onde tinham jantado e já tinham tentado ligar vezes sem conta para Haruka, mas sem sucesso.
– Acho que devíamos ir procurá-la. – Sugeriu Rei.
– Sim, também acho. Ela pode-se ter sentido mal, sabe-se lá. – Disse Minako.
– Ai, e se ela comeu alguma coisa que lhe caiu mal. E se ela teve uma congestão? E se ela está para aí caída? Pode ter sido raptada! E se nos pedem um resgate? Eu não tenho dinheiro para pagar um resgate! – Divagava Usagi.
– Que raio de conversa, Usagi. – Interrompera Makoto. – Até me fizeste lembrar as televendas.
– Olhem, quanto a vocês não sei, mas eu vou procurar a Haruka, não posso ficar aqui parada sem fazer nada! – Disse Rei, levantando-se e dirigindo-se à porta.
Nesse instante tocaram à campainha.
– Haruka! Minha cabra desgraçada! Estava-mos tão preocupadas contigo… – Disse Rei abraçando-se à amiga.
– Mas eu… Eu fui só dar uma volta… E fiquei sem bateria no telemóvel. – Respondeu Haruka.
– Uma volta? Mas que grande volta! – Disse Minako. – Todo o dia sem dizer nada!?
– Bem, olhem lá, eu não tenho de estar sempre a dizer onde estou ou com quem estou!
– Com quem estás? Ai meu Deus, que me dá aqui uma coisa… Traz-me água, Usagi, traz-me água… – Disse Rei, sentando-se.
– Não me digas que arranjas-te uma namorada?! – Perguntou Hotaru,
– Por acaso não… – Respondeu, indiferente, Haruka.
– Então? – Perguntaram todos ao mesmo tempo. Até Mamoru estava curioso em saber.
– Arranjei um namorado!
– Um namorado? Ai, agora é que me dá mesmo uma coisinha má… – Disse, fingindo que tinha desmaiado, Rei.
– Sim. Olhem lá, eu também tenho direito à vida, não é verdade?
– Mas quem é? Nós conhecemos? É bonito? Como é que ele é? Conta lá, Haruka! – Perguntou, entusiasmada, Minako.
– Conhecem, mas não vou dizer quem é. Ainda é cedo e não é nada sério, por enquanto.
– “Por enquanto”? Quer dizer que gostas dele! – Disse Makoto.
– Não sei se gosto dele, mas acho que sim. Quer dizer, não posso dizer que é amor, mas sim, gosto dele. Mais alguma pergunta senhoras inspectoras?
– E quando é que nos dizes quem é? – Perguntou Mamoru.
– Tu também, Mamoru? Nunca pensei que fosses fofoqueiro!
– Desculpa, mas também fiquei curioso… Mas fiquem lá a conversar à vontade. – Disse Mamoru, enquanto se dirigia para o quarto.
Tocaram à campainha e Usagi foi ver quem era.
– A Haruka está por aí? É que ela disse que não demorava e já passou mais de maia hora… – Disseram no auscultador.
– Seiya?!
Haruka ficou completamente vermelha.
Todas as presentes olharam para Haruka.
– O que foi? – Perguntou Haruka.
– O Seiya? Nunca pensei. Quem diria… Andavam sempre às turras… Quem diria que isso ia acabar assim? – Disse Makoto.
– Ah… Não é nada de mais… – Respondeu Haruka.
– Estás aí Usagi? – Dizia Seiya do outro lado do auscultador.
– Estou, estou, sobe!
As raparigas saltaram todas para cima de Haruka. Haruka estava envergonhada, mas sabia que as amigas estavam contentes por ela ter encontrado alguém.
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Star Uranus escreveu:O Seiya!...
Bem, ele é meio gajo, meio gaja, por isso acho que está bem para a Haruka...
Mauahaha, bem visto, Star Uranus... Qd ela se cansar o Seiya pode-se sempre transformar!!! LOL, OMG, q queimada q eu tou, mais valia tar calada...
Gostei muito do capítulo, pra n variar!!! N percebi o q era suposto chocar algumas pessoas, achei tudo mt correcto e comedido...
Será q as mortes pararam por aqui?... Payback time!!! Agora seria a vez das navegantes responderem!
Continua, e desta vez n demores tanto a postar, já estava ansiosa por este há q tempos!

Maninho está perfeito! lindo, mas tão lindo!!!
que fiquei mais de 2 minutos a frente disto sem saber o que dizer... és um génio pah! Escreves tão bem... adorei a forma como escreveste os momentos... tudo, está perfeito... mts mts mts palmas para ti!
Continua... a serio não pares...
sim o Seya k tem? Kal é o mal de eles ficarem juntos? ai aia i
adorei esta parte mano, gostei muito
que fiquei mais de 2 minutos a frente disto sem saber o que dizer... és um génio pah! Escreves tão bem... adorei a forma como escreveste os momentos... tudo, está perfeito... mts mts mts palmas para ti!Continua... a serio não pares...
sim o Seya k tem? Kal é o mal de eles ficarem juntos? ai aia i
adorei esta parte mano, gostei muito

ai mano,ta tao lindo!
ainda bem q a haruka encontrou alguem,andava tao tristinha.
e a usagi e o mamoru?ai aqueles malandrecos, ta linda a cena
tens tanto jeito,mano...
ainda bem q a haruka encontrou alguem,andava tao tristinha.
e a usagi e o mamoru?ai aqueles malandrecos, ta linda a cena
tens tanto jeito,mano...

Chegou finalmente---> Viagem ao futuro:Capitulo 1
Forum Evangelion
http://evangelion-pt.ativoforum.com/portal.htm
OMG!! LINDISSIMO!!LOL.. simplesmente espectacular,Star Uranus, como sempre claro!! Adorei tudo o capitulo, palavrita por palavrita...LINDOOOO!!
Fico á espera de mais

Fico á espera de mais

'Endymion..next time, we will reborn on the same planet, and we will be happy!'
By moonzitah at 2010-07-20
By moonzitah at 2010-07-20
Misatu escreveu:Maninho está perfeito! lindo, mas tão lindo!!!que fiquei mais de 2 minutos a frente disto sem saber o que dizer... és um génio pah! Escreves tão bem... adorei a forma como escreveste os momentos... tudo, está perfeito... mts mts mts palmas para ti!
Continua... a serio não pares...
sim o Seya k tem? Kal é o mal de eles ficarem juntos? ai aia i
adorei esta parte mano, gostei muito
Bunny Girl escreveu:Ta lindooooooooooooooooooooooooooooooooooooo!
Adorei! Kero maisssssssssssssssssssssssssssssssssssssssss!
anokas2757 escreveu:ai mano,ta tao lindo!
ainda bem q a haruka encontrou alguem,andava tao tristinha.
e a usagi e o mamoru?ai aqueles malandrecos, ta linda a cena
tens tanto jeito,mano...
Txéééé, tanto elogio
Arigato!pudimOcho escreveu:o tio Uranus sabe o q faz! eheheh
ta fixe sim senhor qero ver só isso
P.S. acho q esta fic tem mt a ver com aqela nossa conversa de abocado...
Arigato! Nem por isso tem a ver com a conversa de a bocado, tipo, eu só escrevi o capítulo hoje (quer dizer ontem...) mas já tenho as ideias para os capítulos idealizadas há algum tempo. Mas lá por a Haruka agora estar metida com o Seiya, não quer dizer que não volte a estar com a Michiru, no caso de ela resuscitar, porque não quero alterar o rumo da história original...
Usagi love escreveu:Lol pareço eu e o meu namorado...a briga claro!lol
Esse mamuro e a usagui...ai ai mas acaba sempre bem lol
E a haruka arranju um namorado!? faz ela muito bem e acho o seiya prefeito. das turas nasce o amor...as vezes.
Gostei imenso, ico a espera do proimo
Arigato!

Tens de entrar para responderes neste tópico.





O Seiya!...
Bem, ele é meio gajo, meio gaja, por isso acho que está bem para a Haruka... 



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