Sailor Moon Regressa ao Passado
O fim da história ficou...
Total de votos: 32
-
Uma miséria muito grande... A Beryl é uma macaca desgraçada... A Sailor Moon é uma fracota... Devia ter-lhe tratado da saúde em condições... Eu queria uma grande batalha, cheia de sangue e tripas... Não teve jeito nenhum... -.-' 6% 2 votos
-
A Beryl devia de governar o Mundo à maneira dela... Pelo menos não haviam tantos impostos... A Sailor Moon e as outras com as mini-saias deviam ter morrido todas... 3% 1 votos
-
O Endymion teve um caso com aquela velha feia? Ai me Deus... Acabei de morrer e não há quem me salve... :O 19% 6 votos
-
A Sailor Moon é mesmo uma fofa... Pobresinha, então depois de ter sofrido tanto, ainda perdoou a Beryl... Chorei baba e ranho, não houve lenços que me acudissem... Adorei! 72% 23 votos
Esta sondagem está encerrada.
Esta é a minha primeira fic! Espero que gostem!
:-uranus-:
**************
Quatro anos depois da batalha final com Sailor Galaxy…
Prólogo
Usagi abre os olhos… Estava sol e isso dificultava-lhe a visão, por isso fechou-os e voltou-se como se quisesse abraçar algo, ou alguém…
Abriu novamente os olhos. Mamoru tinha saído. Agarrou-se à sua almofada e comprimiu-a contra o peito, olhando para a cortina branca que esvoaçava a favor do vento.
Levantou-se e olhou para o relógio que marcava 12H34. Ao lado estava um bilhete: “Usako, fui às compras, não demoro. Com amor, Mamu”. Usagi sorriu, colocou o bilhete em cima da almofada e dirigiu-se para a casa de banho. Tapou o ralo da banheira e abriu a torneira. Despiu-se e entrou na água.
Enquanto brincava com a espuma ouviu a porta de casa abrir-se. Acabou de tomar o seu relaxante banho, enrolou-se numa toalha, calçou uns chinelos que deviam ser uns dois ou três tamanhos acima do dela e dirigiu-se para a cozinha.
– Bom dia Mamu. – Disse, pondo-se em bicos de pés para beijar Mamoru.
– Bom dia? É mais boa tarde Usako… Dormis-te bem?
Usagi não respondeu, limitou-se a sorrir, como resposta e Mamoru retribuiu-lhe o sorriso. Dirigiu-se para o quarto e vestiu-se, mas sentia que lhe faltava qualquer coisa…
Almoçaram. Depois do almoço foram a casa de Rei onde estavam as suas restantes amigas, Ami, Makoto, Setsuna e Luna. Estavam à espera de Haruka e Michiru que tinham voltado de viagem.
– Só falta a Minako e o Artemis… – Disse Ami.
– Essa atrasa-se sempre, o normal… E o gato lá tem de a aturar…– Respondeu Rei, provocando uma gargalhada em todos os presentes.
Bateram à porta.
Haruka e Michiru chegaram. Depois de se cumprimentarem sentaram-se todos na sala de Rei.
– Que acham da casa? Ainda está um pouco vazia, mas no fim do mês chegam o resto das coisas.
Rei tinha-se mudado há pouco tempo para um apartamento nos subúrbios de Tóquio, Ami partilhava um quarto perto da universidade onde estudava e Minako tinha já uma bela vivenda, com o dinheiro que tinha ganho nalguns concertos. Das quatro, só Usagi ainda vivia com os pais, mas passava muitas “férias” em casa de Mamoru.
– Desculpa lá Rei, mas não estamos aqui para falar da tua horrorosa casa. – Disse Usagi, provocando Rei.
– Estás aqui, estás na rua! Olha lá para ela…
– Meninas, não estamos aqui para discutir se a casa da Rei está bem decorada ou não. – Disse Haruka.
– Mas está, não está, Haruka? – Perguntou Rei.
– Está. – Disse, “despachando” Rei. – Meninas, tenho tido um mau pressentimento. Já falei com a Michiru sobre isso e ela diz que o seu Espelho não está como devia estar…
– Não devia estar como? – Perguntou Setsuna.
– O meu espelho não brilha como brilhava. Parece que tem um névoa, ou coisa do género… – Respondeu Michiru.
– Isso da névoa és tu que estás a ficar velha… É a idade minha amiga… Pesa a todas… – Disse, rindo, Usagi.
– Não brinques Usagi, o assunto é sério.
– Agora que falas disso, Michiru, tenho tido uns sonhos estranhos… Tenho sonhado com os nossos primeiros tempos como senshis… – Interviu Rei.
– Será que… – Murmurou Setsuna, pensativa.
– Não, não pode ser. Há quatro anos que a paz reina na Terra, não vai acontecer nada, vão ver que é só uma coincidência. E tu, Michiru, dá uma limpeza a esse Espelho, se quiseres até te dou uma ajuda. – Retorquiu Makoto.
Bateram à porta outra vez. Eram Minako e Artemis.
– Olá muito boa tarde! Quem quer um autógrafo?
– Lá está ela com a mesma conversa… Acho que a fama lhe está a queimar os miolos. – Disse Artemis para Luna.
– Minako, cala-te, senta-te e ouve! – Disse Haruka.
– Uhm… Que mau humor… Estou a ver que a viagem não te mudou nada…
– Mamu, filho diz qualquer coisa! – Gritou Usagi.
Mamoru estava com um ar pensativo…
– Alguma coisa não está a bater certo… – Disse ele.
– Isso é a cabeça da Usagi… Nunca bateu nem há-de bater certo… Enfim… – Disse Rei.
– Oh, Mamu, olha lá que ela está sempre nisto, não me dixa em paz…
– Resolvam vocês, eu tenho de sair.
– Sair? Mas vais onde?
– Não devo demorar. – Respondeu Mamoru enquanto fechava a porta.
O ambiente estava a começar a ficar pesado…
– Usagi, o teu alfinete? – Perguntou Ami.
– Qual alfi… – Usagi jogou a mão ao peito procurando o seu alfinete de transformação. – O meu alfinete!?
– Não deixas-te em casa do Mamoru? – Perguntou Makoto.
– Não! Eu sabia que me faltava alguma coisa. Depois de me vestir continuava-me a sentir despida.
– Isso é porque o Mamoru te despe com os olhos. – Brincou mais uma vez Rei.
– Não brinques Rei! Eu não sei do meu alfinete! E agora meninas? O que é que eu faço sem o meu alfinete?
– Não precisas dele Usagi… Pelo menos por agora…
*************
Ir para Capítulo I
:-uranus-:
**************
Quatro anos depois da batalha final com Sailor Galaxy…
Prólogo
Usagi abre os olhos… Estava sol e isso dificultava-lhe a visão, por isso fechou-os e voltou-se como se quisesse abraçar algo, ou alguém…
Abriu novamente os olhos. Mamoru tinha saído. Agarrou-se à sua almofada e comprimiu-a contra o peito, olhando para a cortina branca que esvoaçava a favor do vento.
Levantou-se e olhou para o relógio que marcava 12H34. Ao lado estava um bilhete: “Usako, fui às compras, não demoro. Com amor, Mamu”. Usagi sorriu, colocou o bilhete em cima da almofada e dirigiu-se para a casa de banho. Tapou o ralo da banheira e abriu a torneira. Despiu-se e entrou na água.
Enquanto brincava com a espuma ouviu a porta de casa abrir-se. Acabou de tomar o seu relaxante banho, enrolou-se numa toalha, calçou uns chinelos que deviam ser uns dois ou três tamanhos acima do dela e dirigiu-se para a cozinha.
– Bom dia Mamu. – Disse, pondo-se em bicos de pés para beijar Mamoru.
– Bom dia? É mais boa tarde Usako… Dormis-te bem?
Usagi não respondeu, limitou-se a sorrir, como resposta e Mamoru retribuiu-lhe o sorriso. Dirigiu-se para o quarto e vestiu-se, mas sentia que lhe faltava qualquer coisa…
Almoçaram. Depois do almoço foram a casa de Rei onde estavam as suas restantes amigas, Ami, Makoto, Setsuna e Luna. Estavam à espera de Haruka e Michiru que tinham voltado de viagem.
– Só falta a Minako e o Artemis… – Disse Ami.
– Essa atrasa-se sempre, o normal… E o gato lá tem de a aturar…– Respondeu Rei, provocando uma gargalhada em todos os presentes.
Bateram à porta.
Haruka e Michiru chegaram. Depois de se cumprimentarem sentaram-se todos na sala de Rei.
– Que acham da casa? Ainda está um pouco vazia, mas no fim do mês chegam o resto das coisas.
Rei tinha-se mudado há pouco tempo para um apartamento nos subúrbios de Tóquio, Ami partilhava um quarto perto da universidade onde estudava e Minako tinha já uma bela vivenda, com o dinheiro que tinha ganho nalguns concertos. Das quatro, só Usagi ainda vivia com os pais, mas passava muitas “férias” em casa de Mamoru.
– Desculpa lá Rei, mas não estamos aqui para falar da tua horrorosa casa. – Disse Usagi, provocando Rei.
– Estás aqui, estás na rua! Olha lá para ela…
– Meninas, não estamos aqui para discutir se a casa da Rei está bem decorada ou não. – Disse Haruka.
– Mas está, não está, Haruka? – Perguntou Rei.
– Está. – Disse, “despachando” Rei. – Meninas, tenho tido um mau pressentimento. Já falei com a Michiru sobre isso e ela diz que o seu Espelho não está como devia estar…
– Não devia estar como? – Perguntou Setsuna.
– O meu espelho não brilha como brilhava. Parece que tem um névoa, ou coisa do género… – Respondeu Michiru.
– Isso da névoa és tu que estás a ficar velha… É a idade minha amiga… Pesa a todas… – Disse, rindo, Usagi.
– Não brinques Usagi, o assunto é sério.
– Agora que falas disso, Michiru, tenho tido uns sonhos estranhos… Tenho sonhado com os nossos primeiros tempos como senshis… – Interviu Rei.
– Será que… – Murmurou Setsuna, pensativa.
– Não, não pode ser. Há quatro anos que a paz reina na Terra, não vai acontecer nada, vão ver que é só uma coincidência. E tu, Michiru, dá uma limpeza a esse Espelho, se quiseres até te dou uma ajuda. – Retorquiu Makoto.
Bateram à porta outra vez. Eram Minako e Artemis.
– Olá muito boa tarde! Quem quer um autógrafo?
– Lá está ela com a mesma conversa… Acho que a fama lhe está a queimar os miolos. – Disse Artemis para Luna.
– Minako, cala-te, senta-te e ouve! – Disse Haruka.
– Uhm… Que mau humor… Estou a ver que a viagem não te mudou nada…
– Mamu, filho diz qualquer coisa! – Gritou Usagi.
Mamoru estava com um ar pensativo…
– Alguma coisa não está a bater certo… – Disse ele.
– Isso é a cabeça da Usagi… Nunca bateu nem há-de bater certo… Enfim… – Disse Rei.
– Oh, Mamu, olha lá que ela está sempre nisto, não me dixa em paz…
– Resolvam vocês, eu tenho de sair.
– Sair? Mas vais onde?
– Não devo demorar. – Respondeu Mamoru enquanto fechava a porta.
O ambiente estava a começar a ficar pesado…
– Usagi, o teu alfinete? – Perguntou Ami.
– Qual alfi… – Usagi jogou a mão ao peito procurando o seu alfinete de transformação. – O meu alfinete!?
– Não deixas-te em casa do Mamoru? – Perguntou Makoto.
– Não! Eu sabia que me faltava alguma coisa. Depois de me vestir continuava-me a sentir despida.
– Isso é porque o Mamoru te despe com os olhos. – Brincou mais uma vez Rei.
– Não brinques Rei! Eu não sei do meu alfinete! E agora meninas? O que é que eu faço sem o meu alfinete?
– Não precisas dele Usagi… Pelo menos por agora…
*************
Ir para Capítulo I

Capitulo I
– Usagi! Acorda, filha! Vais chegar atrasada ao trabalho outra vez! – Gritou Ikuko Tsukino.
– Só mais três minutos! – Berrou Usagi, enquanto se destapava.
Era Inverno, mas estava um calor imenso.
Despachou-se apressadamente e seguiu para o seu trabalho.
Usagi trabalhava numa pastelaria… Levava os dias a jogar o dedo aos bolos de creme e já tinha sido repreendida por isso.
Depois do trabalho, Usagi ia sempre a casa de Mamoru.
Entrou. Estava escuro, de Mamoru, nem sinal. “Deve ter ido a algum lado”, pensou Usagi.
Foi a casa de Rei, o ponto de encontro das amigas.
– Já encontraste o teu alfinete Usagi? – Perguntou Minako.
– Não, já procurei em todo o lado. Ontem revirei a casa do Mamoru e a minha e nada. Não sei mesmo onde o pus.
– Estranho, o alfinete não pode ter desaparecido assim, sem mais nem menos… – Disse Makoto.
– Rei, não tens por aí uma mezinha que me ajude a encontrar o meu alfinete?
– Usagi… – Disse Rei com um olhar ameaçador.
– Não sejas assim Rei… – Disse Usagi começando a chorar como quando tinha apenas catorze anos.
Makoto aproximou-se de Usagi e abraçou-a:
– Não te preocupes Usagi, hás-de encontrar o teu alfinete. Também, não precisas dele agora. A paz reina na Terra, por isso, não te preocupes.
O telefone tocou e Rei atende. Do outro lado da linha ouve-se Haruka:
– Rei, encontramo-nos no parque daqui a uma hora, já falei com a Michiru e com a Setsuna, diz também às outras. Até já.
– Mas… Olha, desligou… – Disse Rei.
– Quem era? – Perguntou Usagi.
– Era a Haruka, disse para nos encontrarmos no parque com ela, a Setsuna e a Michiru daqui a uma hora.
Rei ligou para Minako, que disse que estava perto do parque. Ami não atendia o telefone.
– Ainda deve estar a fazer o exame, falamos com ela depois. – Disse Makoto.
– Vá, Usagi, limpa essas lágrimas de crocodilo com fome e despacha-te.
Seguiram para o parque.
Lá encontraram Haruka, Michiru, Setsuna, Minako e os gatos sentados num dos bancos
– E a Ami? – Perguntou Michiru.
– Não conseguimos falar com ela. Tinha hoje um exame importante, talvez ainda não se tenha despachado… – Respondeu Rei.
– Não faz mal, falamos com ela depois. – Disse Haruka.
– Como vos dissemos no outro dia, o meu espelho tem estado estranho e a Haruka tem tido uns pressentimentos esquisitos… – Começou Michiru.
– Eu sinto que o mal está a aproximar-se meninas. Vem aí uma nova crise! – Continuou Setsuna, levantando-se.
– Mas como? E o meu alfinete? – Disse Usagi, assustada.
– Pensas nisso depois Usagi, temos de descobrir o que se aproxima. – Respondeu Luna.
– A Luna tem razão. Algo de muito mau está a aproximar-se de nós. O meu espelho embaciado era só um aviso…
Algo no bolço de Usagi vibrava…
– Sim? Mamu?
– Usako, já sei do que é que a Haruka e a Michiru estavam a falar no outro dia em casa da Rei!
– Não se preocupem navegantes… Em breve vão descobrir…! Isto só agora recomeçou! Hão-de arrepender-se!!!
**************
Ir para Capítulo II
– Usagi! Acorda, filha! Vais chegar atrasada ao trabalho outra vez! – Gritou Ikuko Tsukino.
– Só mais três minutos! – Berrou Usagi, enquanto se destapava.
Era Inverno, mas estava um calor imenso.
Despachou-se apressadamente e seguiu para o seu trabalho.
Usagi trabalhava numa pastelaria… Levava os dias a jogar o dedo aos bolos de creme e já tinha sido repreendida por isso.
***
Depois do trabalho, Usagi ia sempre a casa de Mamoru.
Entrou. Estava escuro, de Mamoru, nem sinal. “Deve ter ido a algum lado”, pensou Usagi.
Foi a casa de Rei, o ponto de encontro das amigas.
– Já encontraste o teu alfinete Usagi? – Perguntou Minako.
– Não, já procurei em todo o lado. Ontem revirei a casa do Mamoru e a minha e nada. Não sei mesmo onde o pus.
– Estranho, o alfinete não pode ter desaparecido assim, sem mais nem menos… – Disse Makoto.
– Rei, não tens por aí uma mezinha que me ajude a encontrar o meu alfinete?
– Usagi… – Disse Rei com um olhar ameaçador.
– Não sejas assim Rei… – Disse Usagi começando a chorar como quando tinha apenas catorze anos.
Makoto aproximou-se de Usagi e abraçou-a:
– Não te preocupes Usagi, hás-de encontrar o teu alfinete. Também, não precisas dele agora. A paz reina na Terra, por isso, não te preocupes.
O telefone tocou e Rei atende. Do outro lado da linha ouve-se Haruka:
– Rei, encontramo-nos no parque daqui a uma hora, já falei com a Michiru e com a Setsuna, diz também às outras. Até já.
– Mas… Olha, desligou… – Disse Rei.
– Quem era? – Perguntou Usagi.
– Era a Haruka, disse para nos encontrarmos no parque com ela, a Setsuna e a Michiru daqui a uma hora.
Rei ligou para Minako, que disse que estava perto do parque. Ami não atendia o telefone.
– Ainda deve estar a fazer o exame, falamos com ela depois. – Disse Makoto.
– Vá, Usagi, limpa essas lágrimas de crocodilo com fome e despacha-te.
Seguiram para o parque.
Lá encontraram Haruka, Michiru, Setsuna, Minako e os gatos sentados num dos bancos
– E a Ami? – Perguntou Michiru.
– Não conseguimos falar com ela. Tinha hoje um exame importante, talvez ainda não se tenha despachado… – Respondeu Rei.
– Não faz mal, falamos com ela depois. – Disse Haruka.
– Como vos dissemos no outro dia, o meu espelho tem estado estranho e a Haruka tem tido uns pressentimentos esquisitos… – Começou Michiru.
– Eu sinto que o mal está a aproximar-se meninas. Vem aí uma nova crise! – Continuou Setsuna, levantando-se.
– Mas como? E o meu alfinete? – Disse Usagi, assustada.
– Pensas nisso depois Usagi, temos de descobrir o que se aproxima. – Respondeu Luna.
– A Luna tem razão. Algo de muito mau está a aproximar-se de nós. O meu espelho embaciado era só um aviso…
Algo no bolço de Usagi vibrava…
– Sim? Mamu?
– Usako, já sei do que é que a Haruka e a Michiru estavam a falar no outro dia em casa da Rei!
– Não se preocupem navegantes… Em breve vão descobrir…! Isto só agora recomeçou! Hão-de arrepender-se!!!
**************
Ir para Capítulo II

continua a escrever para vermos o k se passa e kem é k voltou.
opa eu sei k foi da primeira parte mas eu n consigo parar de pensar desta parte em k a usagi diz a michiru k ela esta a ficar velha e a parte k a makoto diz k a ajuda a limpar o espalho
opa eu sei k foi da primeira parte mas eu n consigo parar de pensar desta parte em k a usagi diz a michiru k ela esta a ficar velha e a parte k a makoto diz k a ajuda a limpar o espalho
Star Uranus escreveu:Esta é a minha primeira fic! Espero que gostem!
:-uranus-:
– Isso da névoa és tu que estás a ficar velha… É a idade minha amiga… Pesa a todas… – Disse, rindo, Usagi.
– Não, não pode ser. Há quatro anos que a paz reina na Terra, não vai acontecer nada, vão ver que é só uma coincidência. E tu, Michiru, dá uma limpeza a esse Espelho, se quiseres até te dou uma ajuda. – Retorquiu Makoto.
*************
Neo Queen Serenity escreveu:continua a escrever para vermos o k se passa e kem é k voltou.
opa eu sei k foi da primeira parte mas eu n consigo parar de pensar desta parte em k a usagi diz a michiru k ela esta a ficar velha e a parte k a makoto diz k a ajuda a limpar o espalho
Star Uranus escreveu:
– Isso da névoa és tu que estás a ficar velha… É a idade minha amiga… Pesa a todas… – Disse, rindo, Usagi.
– Não, não pode ser. Há quatro anos que a paz reina na Terra, não vai acontecer nada, vão ver que é só uma coincidência. E tu, Michiru, dá uma limpeza a esse Espelho, se quiseres até te dou uma ajuda. – Retorquiu Makoto.
Porquê Neo Queen?
Já postei o primeiro capitulo porque, muitas vezes, o prólogo pode ser suprimido, fazendo parte do primeiro capitulo.

Star Uranus escreveu:Neo Queen Serenity escreveu:continua a escrever para vermos o k se passa e kem é k voltou.
opa eu sei k foi da primeira parte mas eu n consigo parar de pensar desta parte em k a usagi diz a michiru k ela esta a ficar velha e a parte k a makoto diz k a ajuda a limpar o espalho
Star Uranus escreveu:
– Isso da névoa és tu que estás a ficar velha… É a idade minha amiga… Pesa a todas… – Disse, rindo, Usagi.
– Não, não pode ser. Há quatro anos que a paz reina na Terra, não vai acontecer nada, vão ver que é só uma coincidência. E tu, Michiru, dá uma limpeza a esse Espelho, se quiseres até te dou uma ajuda. – Retorquiu Makoto.
Porquê Neo Queen?
Já postei o primeiro capitulo porque, muitas vezes, o prólogo pode ser suprimido, fazendo parte do primeiro capitulo.
eu n paro de pensar pk n paro de rir axo k ta comico, n tem nd de mal
Tens de entrar para responderes neste tópico.



*waiting for more XP*
Reportar comentário
Escolhe o motivo da denúncia e acrescenta mais contexto se necessário.