Sailor Moon Eternal Power
ja tinha saudades desta fic
coitada da bunny...pronto,ja sei que me repetir outra vez,mas será que ninguem deixa a rapariga ser feliz?ainda por cima agora o seya está do lado do inimigo e quer que os outros tb estejam...por alguma razao nunca gostei mt dele,agora entendo porquê
fico á espera de um novo capitulo,continua com o bom trabalho...parabens!
coitada da bunny...pronto,ja sei que me repetir outra vez,mas será que ninguem deixa a rapariga ser feliz?ainda por cima agora o seya está do lado do inimigo e quer que os outros tb estejam...por alguma razao nunca gostei mt dele,agora entendo porquê
fico á espera de um novo capitulo,continua com o bom trabalho...parabens!

Chegou finalmente---> Viagem ao futuro:Capitulo 1
Forum Evangelion
http://evangelion-pt.ativoforum.com/portal.htm
Priminha adorada acabei agora de ler os capitulos
aki vai a minha opiniao.....
ADOREI
Ta mesmo gira a historia e muito comica tambem, parti-me a rir com a parte do qsi
Coitada da bunny, o gonçalo foi mesmo parvo em ter beijado a outra rapariga, ele deve ser mesmo parvo para fazer isso
o seyia, bem ele nao tem culpa de tar assim mas tambem nao devia ter beijado a bunny, alem de quando o fez estava no seu estado normal
bem é melhor para de escrever senao sai daki um ganda testamento
"mim ficar muito ansiosa à espera de mais"
aki vai a minha opiniao.....
ADOREI
Ta mesmo gira a historia e muito comica tambem, parti-me a rir com a parte do qsi
Coitada da bunny, o gonçalo foi mesmo parvo em ter beijado a outra rapariga, ele deve ser mesmo parvo para fazer isso
o seyia, bem ele nao tem culpa de tar assim mas tambem nao devia ter beijado a bunny, alem de quando o fez estava no seu estado normal
bem é melhor para de escrever senao sai daki um ganda testamento
"mim ficar muito ansiosa à espera de mais"

O Regresso das Sailor Stars - Prólogo reescrito
3 anos e 11 meses *.* Uranus coisa mai linda do meu
Aqui vai mais um capítulo feito por mim e pela Suh 
Espero que gostem e comentem
---------------------------------------------------------------------
Capítulo 7
Algo tinha mudado na rotina de Ami… Ela acordava, tomava banho e sentava-se para tomar o pequeno-almoço. No entanto, não havia sinal de um livro em cima da mesa, chegava às aulas em cima da hora, passava-as distraída, com um olhar distante, por vezes soltando profundos suspiros.
As amigas tinham notado a mudança que havia ocorrido com Ami, e Taiki tornara-se mais sério e explodia mais facilmente. O clima entre ambos havia-se tornado mais frio, e isso prejudicava o ambiente de grupo. Bunny julgava saber porquê … Lembrava-se da visita de Ami a meio da noite, a pedir conselhos sobre rapazes, e também se lembrava de quando era ela a suspirar e a desligar-se do que se passava à sua volta. Mas respeitava o pedido de silêncio que ela lhe fizera naquela altura, e não tinha deixado escapar uma palavra, apesar de isso a fazer sentir culpada pelo ambiente. Tinha que fazer qualquer coisa...
Nessa tarde, ligou para o telemóvel de Ami, pedindo para esta ir a sua casa, a pretexto de explicações de Matemática.
Quando Ami chegou, Bunny mandou-a ir para a sala, para onde levou chá e montanhas de chocolate.
- Pensava que vinha cá dar-te explicações de matemática? – comentou Ami
- Bem … não. Na verdade, vieste para falarmos de ti…
Ami não lhe respondeu, bebendo um pouco do seu chá.
- Então… - prosseguiu Bunny – Esse teu estado é causado por aquele rapaz?
- Qual estado? *suspect* E qual rapaz?
- *gota* Tu pareces uma zombie! Não sei, tu nunca me disseste o nome dele… Aquele rapaz com quem tu te encontraste da outra vez!
- Ah, o Marco! E porque é que as outras não estão aqui?
- Quando me visitaste a meio da noite, da outra vez, pediste para eu não dizer nada a ninguém . – respondeu Bunny
Ami olhou para baixo e sussurrou :
- Obrigada. – os seus olhos encheram-se de lágrimas – Bunny, ele tem namorada! E…… eu não sei porquê, mas não consigo parar de pensar nele… No beijo que o vi dar à namorada………
Bunny levantou-se, sentou-se ao lado da amiga e abraçou-a, enquanto ela lhe começava a molhar os ombros.
- O amor tem esse tipo de coisa.. – enxugou-lhe as lágrimas
- O-o que é que eu faço?
- Isso só depende de ti… - sorriu-lhe – Preferes desistir ou ir à luta?
Satisfeita, viu o brilho voltar aos olhos de Ami. Estendeu-lhe um bocado de chocolate.
- Toma, chocolate é bom para as depressões!
Ami sorriu. Seria estranho demais a Bunny não ter doces em casa. Se bem que ela tinha dito que não lhes ia voltar a tocar... Mas já sabia como ela era. De repente, olhou em volta.
- O Gonçalo? Foi trabalhar?
- … Não. – Bunny enfiou um enorme pedaço de chocolate na boca – Ele já não vem a casa há montes de tempo…
- Chatearam-se ?
- Sim, pode-se dizer isso…
- E não achas que o que me disseste também se aplica a ti?
Bunny olhou-a, a compreensão despertando em si.
- Bem, vou andando. Tenho que comprar chocolate e ir estudar... Não pego num livro há semanas! – Ami pegou em mais dois pedaços de chocolate, deu-lhe um beijo e saiu.
Bunny ficou no mesmo lugar, pensativa . Não tinha percebido na altura, mas enquanto consolava Ami, consolava-se a si também. Pegou noutro pedaço de chocolate e levantou-se, com um olhar decidido. Era altura de enfrentar Gonçalo!
------------------------------------------------------------------
Estava numa gruta onde a luz do sol não chegava, e à sua frente estava um cristal negro, cuja energia roxa era a única fonte de iluminação. Ouviu passos atrás de si, mas não se voltou, esperando por um relatório.
Ele parou atrás do homem sentado em frente ao cristal. O seu mestre estava quase totalmente oculto devido à enorme poltrona onde estava sentado. Apenas o seu cabelo roxo, iluminado pelo cristal, era visível.
- Mestre, já o trouxe.
- Tiveste problemas?
- Mais ou menos. Eu tentei possui-lo como habitualmente, mas ele resistiu. Já lhe tirei o broche de transformação.
- E os Three Lights?
- Vou tratar hoje de outro deles.
- Óptimo. Tens que ir à clínica onde o meu inimigo trabalha. A Sailor Moon vai lá e eu não os quero unidos. Usa isto. – levantou a mão, de onde pendia um pequeno cristal negro.
O outro aproximou-se enquanto o mestre o encarava.
Ajoelhado, pronto a receber o seu cristal, estava uma copia prefeita de Seiya.
- Certifica-te que eles não descobrem que não és o verdadeiro.
Interrogava-se quanto tempo mais teria que esperar… O seu plano era perfeito! Ainda que fossem cometidos erros, ele avançaria, e o desfecho só poderia ser um, acontecesse o que acontecesse. Viu-se reflectido no cristal e imediatamente imaginou Serenidade ao seu lado. Achava incrível o quanto se podia aprender sobre uma pessoa fazendo algumas visitas ao passado e ao futuro. Sabia qual havia sido o erro cometido por todos os inimigos das Sailors, e iria contorná-lo. Não ia deixar as coisas de maneira a que o amor de Serenidade fosse posto à prova… Simplesmente esse amor estaria sob seu poder.
---------------------------------------------
- Mariaaa! Uhhuuuh!
- Argh, Joana, já te disse para não seres parola!
- Eu não sou parola!
- Por amor de deus, estás sempre a gritar!
- Mas eu não estava a gritar! Só estava a chamar a Maria!
- Ah, não te preocupes, acho que o quarteirão inteiro percebeu!
- Sinceramente, tenho que concordar com a Rita… - Maria surgiu pela porta, com uma gota na cabeça.
- Estão todos contra mim… - Joana sentou-se num canto escuro, abraçada aos joelhos.
- Modo Emo turned on… - resmungou Rita – Vamos, a sessão começa daqui a 15min, e não me apetece esperar duas horas até à próxima.
Maria assentiu e seguiu-a.
Joana começou a olhar em volta quando deixou de ouvir vozes à sua volta.
- Oh, estou sozinha no mundo! – disse de uma maneira teatral, pondo a mão na testa – Hey, esperem por mim!
Chegaram as 3 à entrada do cinema, compraram os bilhetes, sumos e pipocas, e sentaram-se nos seus lugares.
- Ah, estou desejosa que o filme comece, adoro romances! – disse Joana, com corações nos olhos e brilhos à sua volta.
- E o que é que romances têm a ver com isto? Nós viemos ver o Jumper!
- Jumper? Mas porque é que viemos ver um filme com coelhos? Isso é coisa da Bunny!
- Grrrr.. Mas NÃO TEM coelhos!
- Meninas, aquela não é a Ami ?
Ao ouvirem a pergunta de Maria, calaram-se de imediato, debruçando-se para as cadeiras da frente. A duas filas de distancia estava Ami sentada.
- Está acompanhada por aquele deus grego … - sussurrou Joana.
- Shiuu, deixa ouvir o que eles estão a dizer! – repreendeu Rita.
- Nunca ninguém me ouve… Nunca ninguém me quer ouvir… - Joana sentou-se debaixo de uma cadeira.
- Oh, por favor Joana, emo agora não! – suplicou Maria.
- Está bem! Já ouviram alguma coisa?
POOONG – Rita e Maria caíram ao chão.
- Não exactamente, mas se te calares talvez consigamos……
Esconderam-se atrás de 3 cadeiras, onde colaram os ouvidos, à escuta.
- Ela está a falar! Ela está a falar! – Joana começou aos pulinhos.
- AHH, eu desisto ! --# - Rita atirou-se para a sua cadeira e pôs os pés por cima da da frente – Passem-me as pipocas sff.
Maria deu-lhe o pacote e seguiu-lhe o exemplo. Joana permaneceu no lugar, fazendo um esforço para ouvir a conversa de Ami.
- Ela não vai conseguir ouvir nada…… - comentou Rita.
- Shiuu! – Joana espremeu-se mais contra a cadeira.
Maria e Rita observaram, divertidas, como a expressão concentrada de Joana se tornava irritada. Trepou para cima da cadeira, aproximando-se lentamente do casal.
Maria e Rita prenderam a respiração quando Joana se pôs pendurada por cima deles.
- Ela vai cair!
- Não vai nada …
- Maria, é da Joana que estamos a falar!
- Oh, porra, tapa os olhos! >_<
- AIII! – gritou alguém.
- Pronto, já caiu … u_u’
Ami olhou para Joana, perplexa, começando a ficar furiosa.
Marco ainda não tinha percebido o que acontecera.
- Joana! O que pensas que estás a fazer?!
- Ahahahah – riu-se Joana, nervosa – Tu aqui? Eu só estava a treinar equilíbrio… Que como podes ver anda muito mal… ahahahah
- Não me insultes!
Qual era o teu interesse em vires-te meter aqui no meio?! – Ami estava realmente furiosa.
Maria levantou-se e tocou no ombro de Ami.
- Ami, acalma-te por favor…
- Não me peças para me acalmar Maria! Vocês estragaram tudo!
- Não sejas assim! Por favor, faz um esforço! O segurança já vem aí.
- Não me interessa!
Rita aproximou-se e começou a dar conversa ao guarda para o distrair, sem sucesso, porque Ami continuava a barafustar com Joana. Ele acabou por expulsa-las do cinema.
Na rua, Joana tentava explicar-se, mas Ami recusou-se a ouvi-la, deixando-as sozinhas.
-------------------------------------------
- O senhor Gonçalo Chiba? Saiu com uma amiga… É uma pena, 5 minutos mais cedo e tinha-o apanhado!
- U-uma amiga? E sabe dizer-me de quem se trata?
- Não senhora, desculpe.
Bunny agradeceu e saiu da clínica. Seria a mesma rapariga que Gonçalo beijara da outra vez? Todas as certezas de reconciliação com Gonçalo tinham sido estilhaçadas, como se alguém tivesse atirado uma pedra contra uma fina camada de vidro. As consequências do que se estava a passar atingiram-na como um soco. Acabava-se o mundo de paz construído por si e por Gonçalo. Chibiusa não existiria. E ela iria ficar sozinha.
As lágrimas começaram a cair. Não valia a pena tentar segurá-las. A força tinha-a deixado.
Da janela da clínica, Gonçalo viu a sua esposa afastar-se. Fora preciso toda a sua determinação e auto-controle para dar as indicações à secretaria, mal tinha visto Bunny aproximar-se. Mas agora percebia o quanto a tinha magoado. Cada lágrima que caía dos seus olhos era algo demasiado precioso para si para ser desperdiçado. Sem aguentar, saiu do gabinete e saiu ao encontro dela. Quando estava quase a chegar, Ami apareceu e começou a falar com Bunny.
Preocupada, Ami perguntou a Bunny porque estava a chorar, e ela explicou-lhe, perguntando de seguida se não era suposto estar no cinema com Marco. À menção da palavra ‘cinema’, Ami começou a barafustar, completamente indignada.
Ao ouvir Bunny demonstrar a Ami que ainda o amava, Gonçalo sentiu toda a irritação, ciúme e tristeza desaparecer, e decidiu ir falar com Bunny. Marco chegou ao pé delas antes dele, e subitamente, tanto Bunny como Gonçalo sentiram uma presença maligna, que ignoraram.
Gonçalo chegou ao pé deles, agarrou Bunny e beijou-a.
Ami, maravilhada, juntou as mãos e começou a assistir à cena que se desenrolava à sua frente.
Finalmente, Bunny e Gonçalo separaram-se e ele disse:
- Bunny, eu amo-te. Não sou nada sem ti e se alguma vez me deixares eu não sei o que faço. Decidi que não vou desistir de ti, e se o cavaloide ou qualquer outro te tentar fazer algo, por favor diz-me. Eu proteger-te-ei como fiz no passado, porque a minha existência não tem qualquer significado sem ti. Eu amei-te, amo-te e amar-te-ei para sempre, com todo o meu ser, com toda a minha força, até não restar mais vida no meu corpo. Sei que fui um idiota, e peço-te perdão por tudo o que fiz.
Os olhos de Ami brilhavam como duas safiras, e estava tão babada com tudo o que Gonçalo dizia a Bunny que nem reparou no súbito desaparecimento de Marco.
Como resposta, Bunny lança-se para os braços de Gonçalo e beija-o.
Um raio negro foi lançado na direcção deles, mas Gonçalo sentiu-o e afastou Bunny.
- Um inimigo! Moon Eternal Make up!
- Mercury Crystal Power Make up!
Um outro raio negro é lançado, não dando tempo a Ami de reagir.
- Mercury! – Eternal Sailor Moon estava num dilema. Por um lado, Sailor Mercury estava paralisada e consequentemente indefesa, por outro, Gonçalo também não tinha como se defender… Então com quem deveria ficar? – Já sei ! Meninas, venham para ao pé da clínica! Apareceu um novo inimigo!
- Estamos a caminho !
Passados uns instantes, as outras chegaram, já transformadas.
Eternal Sailor Mars, irritada com o que lhe tinha acontecido na ultima luta, desvia-se de outro raio, e como resposta, incendeia todo o caminho até ao inimigo, envolvendo-o numa parede ondulante e quente.
- Meninas, ataque conjunto! – liderou Eternal Sailor Moon.
Unindo os seus poderes, conseguiram vencer o inimigo. No entanto, antes de terem tido tempo de chegar ao pé dele, desapareceu.
Reuniram-se na sua base, interrogando-se sobre ele. Não tinham conseguido ver quem era, mas tinham sentido o seu poder.

Espero que gostem e comentem

---------------------------------------------------------------------
Capítulo 7
Algo tinha mudado na rotina de Ami… Ela acordava, tomava banho e sentava-se para tomar o pequeno-almoço. No entanto, não havia sinal de um livro em cima da mesa, chegava às aulas em cima da hora, passava-as distraída, com um olhar distante, por vezes soltando profundos suspiros.
As amigas tinham notado a mudança que havia ocorrido com Ami, e Taiki tornara-se mais sério e explodia mais facilmente. O clima entre ambos havia-se tornado mais frio, e isso prejudicava o ambiente de grupo. Bunny julgava saber porquê … Lembrava-se da visita de Ami a meio da noite, a pedir conselhos sobre rapazes, e também se lembrava de quando era ela a suspirar e a desligar-se do que se passava à sua volta. Mas respeitava o pedido de silêncio que ela lhe fizera naquela altura, e não tinha deixado escapar uma palavra, apesar de isso a fazer sentir culpada pelo ambiente. Tinha que fazer qualquer coisa...
Nessa tarde, ligou para o telemóvel de Ami, pedindo para esta ir a sua casa, a pretexto de explicações de Matemática.
Quando Ami chegou, Bunny mandou-a ir para a sala, para onde levou chá e montanhas de chocolate.
- Pensava que vinha cá dar-te explicações de matemática? – comentou Ami
- Bem … não. Na verdade, vieste para falarmos de ti…
Ami não lhe respondeu, bebendo um pouco do seu chá.
- Então… - prosseguiu Bunny – Esse teu estado é causado por aquele rapaz?
- Qual estado? *suspect* E qual rapaz?
- *gota* Tu pareces uma zombie! Não sei, tu nunca me disseste o nome dele… Aquele rapaz com quem tu te encontraste da outra vez!
- Ah, o Marco! E porque é que as outras não estão aqui?
- Quando me visitaste a meio da noite, da outra vez, pediste para eu não dizer nada a ninguém . – respondeu Bunny
Ami olhou para baixo e sussurrou :
- Obrigada. – os seus olhos encheram-se de lágrimas – Bunny, ele tem namorada! E…… eu não sei porquê, mas não consigo parar de pensar nele… No beijo que o vi dar à namorada………
Bunny levantou-se, sentou-se ao lado da amiga e abraçou-a, enquanto ela lhe começava a molhar os ombros.
- O amor tem esse tipo de coisa.. – enxugou-lhe as lágrimas
- O-o que é que eu faço?
- Isso só depende de ti… - sorriu-lhe – Preferes desistir ou ir à luta?
Satisfeita, viu o brilho voltar aos olhos de Ami. Estendeu-lhe um bocado de chocolate.
- Toma, chocolate é bom para as depressões!
Ami sorriu. Seria estranho demais a Bunny não ter doces em casa. Se bem que ela tinha dito que não lhes ia voltar a tocar... Mas já sabia como ela era. De repente, olhou em volta.
- O Gonçalo? Foi trabalhar?
- … Não. – Bunny enfiou um enorme pedaço de chocolate na boca – Ele já não vem a casa há montes de tempo…
- Chatearam-se ?
- Sim, pode-se dizer isso…
- E não achas que o que me disseste também se aplica a ti?
Bunny olhou-a, a compreensão despertando em si.
- Bem, vou andando. Tenho que comprar chocolate e ir estudar... Não pego num livro há semanas! – Ami pegou em mais dois pedaços de chocolate, deu-lhe um beijo e saiu.
Bunny ficou no mesmo lugar, pensativa . Não tinha percebido na altura, mas enquanto consolava Ami, consolava-se a si também. Pegou noutro pedaço de chocolate e levantou-se, com um olhar decidido. Era altura de enfrentar Gonçalo!
------------------------------------------------------------------
Estava numa gruta onde a luz do sol não chegava, e à sua frente estava um cristal negro, cuja energia roxa era a única fonte de iluminação. Ouviu passos atrás de si, mas não se voltou, esperando por um relatório.
Ele parou atrás do homem sentado em frente ao cristal. O seu mestre estava quase totalmente oculto devido à enorme poltrona onde estava sentado. Apenas o seu cabelo roxo, iluminado pelo cristal, era visível.
- Mestre, já o trouxe.
- Tiveste problemas?
- Mais ou menos. Eu tentei possui-lo como habitualmente, mas ele resistiu. Já lhe tirei o broche de transformação.
- E os Three Lights?
- Vou tratar hoje de outro deles.
- Óptimo. Tens que ir à clínica onde o meu inimigo trabalha. A Sailor Moon vai lá e eu não os quero unidos. Usa isto. – levantou a mão, de onde pendia um pequeno cristal negro.
O outro aproximou-se enquanto o mestre o encarava.
Ajoelhado, pronto a receber o seu cristal, estava uma copia prefeita de Seiya.
- Certifica-te que eles não descobrem que não és o verdadeiro.
Interrogava-se quanto tempo mais teria que esperar… O seu plano era perfeito! Ainda que fossem cometidos erros, ele avançaria, e o desfecho só poderia ser um, acontecesse o que acontecesse. Viu-se reflectido no cristal e imediatamente imaginou Serenidade ao seu lado. Achava incrível o quanto se podia aprender sobre uma pessoa fazendo algumas visitas ao passado e ao futuro. Sabia qual havia sido o erro cometido por todos os inimigos das Sailors, e iria contorná-lo. Não ia deixar as coisas de maneira a que o amor de Serenidade fosse posto à prova… Simplesmente esse amor estaria sob seu poder.
---------------------------------------------
- Mariaaa! Uhhuuuh!
- Argh, Joana, já te disse para não seres parola!
- Eu não sou parola!
- Por amor de deus, estás sempre a gritar!
- Mas eu não estava a gritar! Só estava a chamar a Maria!

- Ah, não te preocupes, acho que o quarteirão inteiro percebeu!
- Sinceramente, tenho que concordar com a Rita… - Maria surgiu pela porta, com uma gota na cabeça.
- Estão todos contra mim… - Joana sentou-se num canto escuro, abraçada aos joelhos.
- Modo Emo turned on… - resmungou Rita – Vamos, a sessão começa daqui a 15min, e não me apetece esperar duas horas até à próxima.
Maria assentiu e seguiu-a.
Joana começou a olhar em volta quando deixou de ouvir vozes à sua volta.
- Oh, estou sozinha no mundo! – disse de uma maneira teatral, pondo a mão na testa – Hey, esperem por mim!
Chegaram as 3 à entrada do cinema, compraram os bilhetes, sumos e pipocas, e sentaram-se nos seus lugares.
- Ah, estou desejosa que o filme comece, adoro romances! – disse Joana, com corações nos olhos e brilhos à sua volta.
- E o que é que romances têm a ver com isto? Nós viemos ver o Jumper!
- Jumper? Mas porque é que viemos ver um filme com coelhos? Isso é coisa da Bunny!
- Grrrr.. Mas NÃO TEM coelhos!
- Meninas, aquela não é a Ami ?
Ao ouvirem a pergunta de Maria, calaram-se de imediato, debruçando-se para as cadeiras da frente. A duas filas de distancia estava Ami sentada.
- Está acompanhada por aquele deus grego … - sussurrou Joana.
- Shiuu, deixa ouvir o que eles estão a dizer! – repreendeu Rita.
- Nunca ninguém me ouve… Nunca ninguém me quer ouvir… - Joana sentou-se debaixo de uma cadeira.
- Oh, por favor Joana, emo agora não! – suplicou Maria.
- Está bem! Já ouviram alguma coisa?
POOONG – Rita e Maria caíram ao chão.
- Não exactamente, mas se te calares talvez consigamos……
Esconderam-se atrás de 3 cadeiras, onde colaram os ouvidos, à escuta.
- Ela está a falar! Ela está a falar! – Joana começou aos pulinhos.
- AHH, eu desisto ! --# - Rita atirou-se para a sua cadeira e pôs os pés por cima da da frente – Passem-me as pipocas sff.
Maria deu-lhe o pacote e seguiu-lhe o exemplo. Joana permaneceu no lugar, fazendo um esforço para ouvir a conversa de Ami.
- Ela não vai conseguir ouvir nada…… - comentou Rita.
- Shiuu! – Joana espremeu-se mais contra a cadeira.
Maria e Rita observaram, divertidas, como a expressão concentrada de Joana se tornava irritada. Trepou para cima da cadeira, aproximando-se lentamente do casal.
Maria e Rita prenderam a respiração quando Joana se pôs pendurada por cima deles.
- Ela vai cair!
- Não vai nada …
- Maria, é da Joana que estamos a falar!
- Oh, porra, tapa os olhos! >_<
- AIII! – gritou alguém.
- Pronto, já caiu … u_u’
Ami olhou para Joana, perplexa, começando a ficar furiosa.
Marco ainda não tinha percebido o que acontecera.
- Joana! O que pensas que estás a fazer?!
- Ahahahah – riu-se Joana, nervosa – Tu aqui? Eu só estava a treinar equilíbrio… Que como podes ver anda muito mal… ahahahah
- Não me insultes!
Qual era o teu interesse em vires-te meter aqui no meio?! – Ami estava realmente furiosa.Maria levantou-se e tocou no ombro de Ami.
- Ami, acalma-te por favor…
- Não me peças para me acalmar Maria! Vocês estragaram tudo!
- Não sejas assim! Por favor, faz um esforço! O segurança já vem aí.
- Não me interessa!
Rita aproximou-se e começou a dar conversa ao guarda para o distrair, sem sucesso, porque Ami continuava a barafustar com Joana. Ele acabou por expulsa-las do cinema.
Na rua, Joana tentava explicar-se, mas Ami recusou-se a ouvi-la, deixando-as sozinhas.
-------------------------------------------
- O senhor Gonçalo Chiba? Saiu com uma amiga… É uma pena, 5 minutos mais cedo e tinha-o apanhado!
- U-uma amiga? E sabe dizer-me de quem se trata?
- Não senhora, desculpe.
Bunny agradeceu e saiu da clínica. Seria a mesma rapariga que Gonçalo beijara da outra vez? Todas as certezas de reconciliação com Gonçalo tinham sido estilhaçadas, como se alguém tivesse atirado uma pedra contra uma fina camada de vidro. As consequências do que se estava a passar atingiram-na como um soco. Acabava-se o mundo de paz construído por si e por Gonçalo. Chibiusa não existiria. E ela iria ficar sozinha.
As lágrimas começaram a cair. Não valia a pena tentar segurá-las. A força tinha-a deixado.
Da janela da clínica, Gonçalo viu a sua esposa afastar-se. Fora preciso toda a sua determinação e auto-controle para dar as indicações à secretaria, mal tinha visto Bunny aproximar-se. Mas agora percebia o quanto a tinha magoado. Cada lágrima que caía dos seus olhos era algo demasiado precioso para si para ser desperdiçado. Sem aguentar, saiu do gabinete e saiu ao encontro dela. Quando estava quase a chegar, Ami apareceu e começou a falar com Bunny.
Preocupada, Ami perguntou a Bunny porque estava a chorar, e ela explicou-lhe, perguntando de seguida se não era suposto estar no cinema com Marco. À menção da palavra ‘cinema’, Ami começou a barafustar, completamente indignada.
Ao ouvir Bunny demonstrar a Ami que ainda o amava, Gonçalo sentiu toda a irritação, ciúme e tristeza desaparecer, e decidiu ir falar com Bunny. Marco chegou ao pé delas antes dele, e subitamente, tanto Bunny como Gonçalo sentiram uma presença maligna, que ignoraram.
Gonçalo chegou ao pé deles, agarrou Bunny e beijou-a.
Ami, maravilhada, juntou as mãos e começou a assistir à cena que se desenrolava à sua frente.
Finalmente, Bunny e Gonçalo separaram-se e ele disse:
- Bunny, eu amo-te. Não sou nada sem ti e se alguma vez me deixares eu não sei o que faço. Decidi que não vou desistir de ti, e se o cavaloide ou qualquer outro te tentar fazer algo, por favor diz-me. Eu proteger-te-ei como fiz no passado, porque a minha existência não tem qualquer significado sem ti. Eu amei-te, amo-te e amar-te-ei para sempre, com todo o meu ser, com toda a minha força, até não restar mais vida no meu corpo. Sei que fui um idiota, e peço-te perdão por tudo o que fiz.
Os olhos de Ami brilhavam como duas safiras, e estava tão babada com tudo o que Gonçalo dizia a Bunny que nem reparou no súbito desaparecimento de Marco.
Como resposta, Bunny lança-se para os braços de Gonçalo e beija-o.
Um raio negro foi lançado na direcção deles, mas Gonçalo sentiu-o e afastou Bunny.
- Um inimigo! Moon Eternal Make up!
- Mercury Crystal Power Make up!
Um outro raio negro é lançado, não dando tempo a Ami de reagir.
- Mercury! – Eternal Sailor Moon estava num dilema. Por um lado, Sailor Mercury estava paralisada e consequentemente indefesa, por outro, Gonçalo também não tinha como se defender… Então com quem deveria ficar? – Já sei ! Meninas, venham para ao pé da clínica! Apareceu um novo inimigo!
- Estamos a caminho !
Passados uns instantes, as outras chegaram, já transformadas.
Eternal Sailor Mars, irritada com o que lhe tinha acontecido na ultima luta, desvia-se de outro raio, e como resposta, incendeia todo o caminho até ao inimigo, envolvendo-o numa parede ondulante e quente.
- Meninas, ataque conjunto! – liderou Eternal Sailor Moon.
Unindo os seus poderes, conseguiram vencer o inimigo. No entanto, antes de terem tido tempo de chegar ao pé dele, desapareceu.
Reuniram-se na sua base, interrogando-se sobre ele. Não tinham conseguido ver quem era, mas tinham sentido o seu poder.

Bunny e Gonçalo estavam sentados muito juntos, com as mãos dadas, como se pensassem que se se afastassem por um segundo nunca mais se voltariam a encontrar.
- Eu conheço este poder! – afirmou Bunny.
Após reflectir um pouco, Ami concordou com Bunny.
As outras não deram a sua opinião, mantendo-se caladas.
Passado algum tempo, Bunny e Gonçalo levantaram-se, anunciando que iam embora.
Na rua, a lua cheia brilhava intensamente.
- Vais dormir em casa ? – Bunny estava com medo de que tudo fosse recomeçar.
Gonçalo limitou-se a beija-la ternamente, e caminharam abraçados para casa.
No cimo de um prédio, um homem observava o casal, com fúria estampada no seu rosto obscurecido.
A meio da noite, Bunny acordou sobressaltada.
- NÃO!
Gonçalo acordou imediatamente, alerta, e ao ver Bunny olhar em todas as direcções, abraçada a si própria, sentou-se na cama, pondo um braço ao seu redor, e perguntou o que se passava.
- Tive um pesadelo… Mas foi… Tão real…
- Com que é que sonhaste?
- Parecia alguém vagamente conhecido…… Estava a ser torturado… E quem o magoava dizia que aquilo era a paga pelo seu erro… Foi horrível! – Bunny estava realmente assustada.
Gonçalo abraçou-a com força, mostrando que não ia deixar que nada lhe acontecesse. Deitou-se e encostou a cabeça dela ao seu peito, afagando-a.
- Não foi nada… Só um pesadelo… Não penses mais nisso. Pensa só em mim! – beijou-lhe a cabeça.
Passado algum tempo, ambos acabaram por adormecer.
----------------------------------------------------
- AAAAHHHHH! – um grito ecoava por todo aquele espaço amplo adornado por um só cadeirão.
- Ouve bem o que te vou dizer, pois não voltarei a repetir. Mais uma falha, uma que seja, e não pouparei a tua vida!
O clone de Seiya arfava ajoelhado no chão com as mãos apoiadas, gotas de suor escorriam pela sua face.
- Agora vai-te. Desaparece da minha vista!
Seiya levanta-se deitando um olhar fulminante ao homem e desaparece.
- Ainda vais ser minha Serenidade.. só minha!
------------------------------------------------------
Mais um novo dia amanhece, chegara finalmente o fim-de-semana. Amy levanta-se da cama com o seu pensamento preso em Marco, se não fossem aquelas desmioladas, ela saberia se ele tinha ou não terminado com aquela rapariga. Embora ainda estivesse aborrecida, não conseguia ficar chateada com as suas amigas.. “De certo que não fizeram aquilo por mal”, pensava Amy.
Levanta-se da cama e dirige-se até à casa de banho, pelo caminho sente uma pontada no peito. Algo não estava bem. Lembrou-se que fora atingida durante a luta, mas pensara que não havia de ter sido nada, pois fora de raspão. Mas à medida que ela caminhava, a dor tornava-se mais forte.
Mal chegou à casa de banho, apoiou as suas mãos no lavatório, deixou-se ficar quieta durante uns minutos aguardando que aquela dor insuportável passasse.
O telefone começa a tocar. Amy ainda tenta se mover para ir atender mas acaba por desmaiar e cai no chão.
Marco, que continuava a tentar ligar-lhe, sentiu um péssimo pressentimento, o que o levou a tomar a decisão de ir a casa de Amy. Chegado lá, tocou várias vezes e ninguém respondia. Foi ter com o porteiro pedir que abrisse a porta, após o ter feito, Marco entra pela casa adentro e grita pelo nome de Amy, sem obter qualquer tipo de resposta.
Ao encontrá-la caída, chama uma ambulância. Após a chegada desta, dirigem-se para o hospital.
Marco tivera o cuidado de telefonar às Inner e a Bunny. Quando apareceram lá, perguntaram sem demoras por Amy.
- Ela vai ficar bem. O seu diagnóstico está estável, embora a ferida que se encontra no seu peito esteja a infectar, mas não será nada que não possamos resolver. – responde o médico. – Agora se me dão licença, tenho mais pacientes à minha espera.
- Gonçalo! Como ela está?
- Bem. Consegue falar, mas encontra-se fraca de momento, devido à falta de alimento.
- Pelo menos o coração puro dela não foi retirado.
- O coração puro? – interroga Marco
- Ahahah *risinho nervoso* O que a Joana quis dizer é que.. bem..
- O que eu quis dizer foi que...
- Cala essa matraca! --# – intervém Rita, tapando a boca de Joana quase sufocando-a
- Tenho que ir embora. Se houver alguma alteração no estado dela, agradecia que me avisassem. – disse Marco com um ar um tanto desconfiado
- Não te preocupes, nós te avisamos. Obrigada por nos teres telefonado. – responde Bunny num tom meigo
- Não fiz mais que a minha obrigação. Adeus.
- Adeus. – despedem-se todas
Um estrondo se ouve vindo do corredor onde se situava o quarto de Amy. Gritos de pânico ecoavam por todo o hospital, as Navegantes e Gonçalo apressaram-se a irem ter ao lugar onde se dera a explosão. Viram um enorme buraco na parede e nada de Amy.
- Mas isto já se está a tornar um hábito? O inimigo já não sabe entrar pela porta como toda a gente?
- Cala-te Joana! Este não é o melhor momento para essas tuas piadas parvas!
- Tens que começar a tomar chá para os nervos Rita, andas muito stressada! -_-'
- Vá lá meninas, parem com isso! Temos que nos transformar sem que ninguém nos veja e apressarmo-nos a ir no encalço do inimigo!
Todas entraram na casa de banho que estava mais perto, inclusive Gonçalo, e começaram a transformar-se.
- Moon Eternal Make up!
- Mars Eternal Make up!
- Jupiter Crystal Power Make up!
- Venus Crystal Power Make up!
- Vamos! – disseram todos em conjunto
Quando chegaram à rua, viram um estranho personagem com uma capa branca e a cara tapada, toda a sua roupa era da mesma cor, só se via o seu cabelo que era de um roxo forte. Atirava umas flechas contra um monstro que se encontrava a uns 50 metros à sua frente, sem efeito.
Amy estava numa espécie de teia de aranha, não se conseguia mover, apenas olhava para todo aquele tumulto que se originava à sua volta. O monstro, que precisamente se assemelhava a uma aranha gigante, atirava bolas enormes e peganhentas contra esse estranho personagem e contra as Navegantes.
- Mas quem é aquele gajo armado em Robin dos Bosques?!
- Não temos tempo para isso agora.. Sea of Flames!
Um mar de chamas corriam com uma rapidez tremenda até ao local onde estava o monstro acabando por o atingir, mas também este ataque não provocou qualquer dano nele.
- Deixa comigo! Jupiter Oak Evolution!
O seu ataque chega a atingir também o monstro, mas continuando sem provocar qualquer tipo de efeito nocivo nele.
- E que tal atacarmos todas juntas?
- Tens razão! Sea of...
Eternal Mars não consegue acabar de pronunciar as palavras de ataque, pois algo a deixara petrificada. A aranha gigante tinha atingido Amy com uma das suas patas atravessando o corpo desta. Os olhos de Amy deixaram de brilhar, tornando-se vazios.
Todas as Navegantes estavam petrificadas, ninguém se conseguia mover do seu lugar, menos o estranho personagem que atirara mais uma flecha direita ao coração do monstro, este cai no chão de costas.
- Sailor Moon, aproveita agora! – grita Gonçalo
- S-sim..! Starlight Honeymoon Theraphy Kiss!
O ataque de Sailor Moon cai sobre o monstro destruindo-o completamente, apenas uma enorme nuvem de poeira agora envolvia aquele local.
O rapaz de cabelos roxos corre para junto do corpo de Amy e levanta-a. Ao ver um estranho objecto azul brilhante no ar, agarra-o. Assim que o mete perto do corpo de Amy, o coração puro de Amy reage emitindo um estranha luz brilhante que a envolve durante uns segundos elevando-a no ar. A sua roupa dera agora lugar a um novo fato de Navegante, conseguira passar ao nível de Eternal. Pouco depois, a ferida que antes tinha sido aberta pela aranha gigante, encontrava-se fechada e completamente sarada. Amy abre os olhos devagar e vê as suas amigas em seu redor. Senta-se e encara os olhos daquele rapaz que estava ajoelhado ao seu lado.
- Quem.. quem és tu?
- Sou o Arcanjo. Digamos que serei o teu novo Anjo da Guarda. – responde-lhe piscando o olho
- Arcanjo? Nunca ouvi falar! Como soubeste que a Amy estava em perigo?
- Intuição. Tenho que me ir embora. Fico mais descansado agora ao saber que te encontras bem. Cuida-te.
- Hey! Nem ao menos me vais dizer quem és?
Não conseguiu obter resposta, pois ele já tinha desaparecido.
- Algo me diz que ainda o vamos encontrar mais vezes... – diz Bunny com um ar pensativo
- O que importa é que temos a nossa Amy de volta!
- É melhor irmos embora.
Amy foi transportada por Gonçalo, seguido das Navegantes, até ao Templo de Rita.
Quem será este novo personagem, Arcanjo?
- Eu conheço este poder! – afirmou Bunny.
Após reflectir um pouco, Ami concordou com Bunny.
As outras não deram a sua opinião, mantendo-se caladas.
Passado algum tempo, Bunny e Gonçalo levantaram-se, anunciando que iam embora.
Na rua, a lua cheia brilhava intensamente.
- Vais dormir em casa ? – Bunny estava com medo de que tudo fosse recomeçar.
Gonçalo limitou-se a beija-la ternamente, e caminharam abraçados para casa.
No cimo de um prédio, um homem observava o casal, com fúria estampada no seu rosto obscurecido.
A meio da noite, Bunny acordou sobressaltada.
- NÃO!
Gonçalo acordou imediatamente, alerta, e ao ver Bunny olhar em todas as direcções, abraçada a si própria, sentou-se na cama, pondo um braço ao seu redor, e perguntou o que se passava.
- Tive um pesadelo… Mas foi… Tão real…
- Com que é que sonhaste?
- Parecia alguém vagamente conhecido…… Estava a ser torturado… E quem o magoava dizia que aquilo era a paga pelo seu erro… Foi horrível! – Bunny estava realmente assustada.
Gonçalo abraçou-a com força, mostrando que não ia deixar que nada lhe acontecesse. Deitou-se e encostou a cabeça dela ao seu peito, afagando-a.
- Não foi nada… Só um pesadelo… Não penses mais nisso. Pensa só em mim! – beijou-lhe a cabeça.
Passado algum tempo, ambos acabaram por adormecer.
----------------------------------------------------
- AAAAHHHHH! – um grito ecoava por todo aquele espaço amplo adornado por um só cadeirão.
- Ouve bem o que te vou dizer, pois não voltarei a repetir. Mais uma falha, uma que seja, e não pouparei a tua vida!
O clone de Seiya arfava ajoelhado no chão com as mãos apoiadas, gotas de suor escorriam pela sua face.
- Agora vai-te. Desaparece da minha vista!
Seiya levanta-se deitando um olhar fulminante ao homem e desaparece.
- Ainda vais ser minha Serenidade.. só minha!
------------------------------------------------------
Mais um novo dia amanhece, chegara finalmente o fim-de-semana. Amy levanta-se da cama com o seu pensamento preso em Marco, se não fossem aquelas desmioladas, ela saberia se ele tinha ou não terminado com aquela rapariga. Embora ainda estivesse aborrecida, não conseguia ficar chateada com as suas amigas.. “De certo que não fizeram aquilo por mal”, pensava Amy.
Levanta-se da cama e dirige-se até à casa de banho, pelo caminho sente uma pontada no peito. Algo não estava bem. Lembrou-se que fora atingida durante a luta, mas pensara que não havia de ter sido nada, pois fora de raspão. Mas à medida que ela caminhava, a dor tornava-se mais forte.
Mal chegou à casa de banho, apoiou as suas mãos no lavatório, deixou-se ficar quieta durante uns minutos aguardando que aquela dor insuportável passasse.
O telefone começa a tocar. Amy ainda tenta se mover para ir atender mas acaba por desmaiar e cai no chão.
Marco, que continuava a tentar ligar-lhe, sentiu um péssimo pressentimento, o que o levou a tomar a decisão de ir a casa de Amy. Chegado lá, tocou várias vezes e ninguém respondia. Foi ter com o porteiro pedir que abrisse a porta, após o ter feito, Marco entra pela casa adentro e grita pelo nome de Amy, sem obter qualquer tipo de resposta.
Ao encontrá-la caída, chama uma ambulância. Após a chegada desta, dirigem-se para o hospital.
Marco tivera o cuidado de telefonar às Inner e a Bunny. Quando apareceram lá, perguntaram sem demoras por Amy.
- Ela vai ficar bem. O seu diagnóstico está estável, embora a ferida que se encontra no seu peito esteja a infectar, mas não será nada que não possamos resolver. – responde o médico. – Agora se me dão licença, tenho mais pacientes à minha espera.
- Gonçalo! Como ela está?
- Bem. Consegue falar, mas encontra-se fraca de momento, devido à falta de alimento.
- Pelo menos o coração puro dela não foi retirado.
- O coração puro? – interroga Marco
- Ahahah *risinho nervoso* O que a Joana quis dizer é que.. bem..
- O que eu quis dizer foi que...
- Cala essa matraca! --# – intervém Rita, tapando a boca de Joana quase sufocando-a
- Tenho que ir embora. Se houver alguma alteração no estado dela, agradecia que me avisassem. – disse Marco com um ar um tanto desconfiado
- Não te preocupes, nós te avisamos. Obrigada por nos teres telefonado. – responde Bunny num tom meigo
- Não fiz mais que a minha obrigação. Adeus.
- Adeus. – despedem-se todas
Um estrondo se ouve vindo do corredor onde se situava o quarto de Amy. Gritos de pânico ecoavam por todo o hospital, as Navegantes e Gonçalo apressaram-se a irem ter ao lugar onde se dera a explosão. Viram um enorme buraco na parede e nada de Amy.
- Mas isto já se está a tornar um hábito? O inimigo já não sabe entrar pela porta como toda a gente?
- Cala-te Joana! Este não é o melhor momento para essas tuas piadas parvas!
- Tens que começar a tomar chá para os nervos Rita, andas muito stressada! -_-'
- Vá lá meninas, parem com isso! Temos que nos transformar sem que ninguém nos veja e apressarmo-nos a ir no encalço do inimigo!
Todas entraram na casa de banho que estava mais perto, inclusive Gonçalo, e começaram a transformar-se.
- Moon Eternal Make up!
- Mars Eternal Make up!
- Jupiter Crystal Power Make up!
- Venus Crystal Power Make up!
- Vamos! – disseram todos em conjunto
Quando chegaram à rua, viram um estranho personagem com uma capa branca e a cara tapada, toda a sua roupa era da mesma cor, só se via o seu cabelo que era de um roxo forte. Atirava umas flechas contra um monstro que se encontrava a uns 50 metros à sua frente, sem efeito.
Amy estava numa espécie de teia de aranha, não se conseguia mover, apenas olhava para todo aquele tumulto que se originava à sua volta. O monstro, que precisamente se assemelhava a uma aranha gigante, atirava bolas enormes e peganhentas contra esse estranho personagem e contra as Navegantes.
- Mas quem é aquele gajo armado em Robin dos Bosques?!
- Não temos tempo para isso agora.. Sea of Flames!
Um mar de chamas corriam com uma rapidez tremenda até ao local onde estava o monstro acabando por o atingir, mas também este ataque não provocou qualquer dano nele.
- Deixa comigo! Jupiter Oak Evolution!
O seu ataque chega a atingir também o monstro, mas continuando sem provocar qualquer tipo de efeito nocivo nele.
- E que tal atacarmos todas juntas?
- Tens razão! Sea of...
Eternal Mars não consegue acabar de pronunciar as palavras de ataque, pois algo a deixara petrificada. A aranha gigante tinha atingido Amy com uma das suas patas atravessando o corpo desta. Os olhos de Amy deixaram de brilhar, tornando-se vazios.
Todas as Navegantes estavam petrificadas, ninguém se conseguia mover do seu lugar, menos o estranho personagem que atirara mais uma flecha direita ao coração do monstro, este cai no chão de costas.
- Sailor Moon, aproveita agora! – grita Gonçalo
- S-sim..! Starlight Honeymoon Theraphy Kiss!
O ataque de Sailor Moon cai sobre o monstro destruindo-o completamente, apenas uma enorme nuvem de poeira agora envolvia aquele local.
O rapaz de cabelos roxos corre para junto do corpo de Amy e levanta-a. Ao ver um estranho objecto azul brilhante no ar, agarra-o. Assim que o mete perto do corpo de Amy, o coração puro de Amy reage emitindo um estranha luz brilhante que a envolve durante uns segundos elevando-a no ar. A sua roupa dera agora lugar a um novo fato de Navegante, conseguira passar ao nível de Eternal. Pouco depois, a ferida que antes tinha sido aberta pela aranha gigante, encontrava-se fechada e completamente sarada. Amy abre os olhos devagar e vê as suas amigas em seu redor. Senta-se e encara os olhos daquele rapaz que estava ajoelhado ao seu lado.
- Quem.. quem és tu?
- Sou o Arcanjo. Digamos que serei o teu novo Anjo da Guarda. – responde-lhe piscando o olho
- Arcanjo? Nunca ouvi falar! Como soubeste que a Amy estava em perigo?
- Intuição. Tenho que me ir embora. Fico mais descansado agora ao saber que te encontras bem. Cuida-te.
- Hey! Nem ao menos me vais dizer quem és?
Não conseguiu obter resposta, pois ele já tinha desaparecido.
- Algo me diz que ainda o vamos encontrar mais vezes... – diz Bunny com um ar pensativo
- O que importa é que temos a nossa Amy de volta!
- É melhor irmos embora.
Amy foi transportada por Gonçalo, seguido das Navegantes, até ao Templo de Rita.
Quem será este novo personagem, Arcanjo?

Tens de entrar para responderes neste tópico.
.o:


prometo que vou tentar que o proximo seja maior
) e anokas
dá-me mais animo para a continuar 


Reportar comentário
Escolhe o motivo da denúncia e acrescenta mais contexto se necessário.